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Vedaçþes Verticais

Ana Carolina Souza Izabel Fernandes Sousa Lorena Spirandelo Marqes


As vedaes verticais

fazem parte de um subsistema da edificao que  utilizado para a compartimentaodiviso de ambientes internos e tambm atua como um invlucro do edifcio sendo responsvel pelo controle sobre agentes presentes no meio externo como gua da chuva correntes de ar raios visuais som e calor. Elas so uma parte muito importante e considervel em uma construo visto que: - Esto inseridas no planejamento e na programao da execuo; - Por estarem associadas a esquadrias revestimentos instalaes eltricas e hidro sanitrias; - Determinam a qualidade e o desempenho do edifcio; - Em alguns casos participa da estrutura e em outros  apenas acessria; - Ligao direta com as patologias da edificao como fissuras e deslocamentos.

As funes dessas estruturas so basicamente: -A sua definio; -Suporte e proteo para as instalaes do edifcio quando esto embutidas; -Possibilitam a habitabilidade por envolver questes de conforto higiene sade e segurana.


Como mostra a definio para que as vedaes cumpram suas funes precisam de requisitos funcionais que atendero s necessidades construtivas e s exigncias dos usurios. Para isso temos: -A segurana estrutural: a resistncia mecnica  essencial para vencer a ao de cargas estticas e dinmicas assim como a ao dos ventos e outros agentes. -O isolamento trmico e acstico: so muito influenciados pelos materiais usados e seus componentes.


ABNT NBR 15.575 – Isolamento acústico das vedações verticais externas A exigência de isolamento irá depender da localização da obra, de acordo com o nível de ruído externo. Assim, para áreas de maior ruído, o isolamento deve ser maior. A norma faz exigência apenas para os dormitórios, para demais cômodos não há requisitos específicos.


-Estanqueidade: est ligada  impermeabilidade das vedaes que  essencial em paredes externas e internas de reas molhadas. -Resistncia ao fogo: deve resistir e manter sua estabilidade e integridade durante um tempo na ao do fogo assim como no propag-lo. -Controle de iluminao: inserido nas esquadrias que devem ser pensadas nas exigncias de habitabilidade.


-Estabilidade dimensional e durabilidade: resistncia s variaes de temperatura e umidade mantendo sua integridade. Nesse caso alm dos materiais e de seus componentes influenciarem nesse desempenho as tcnicas de execuo tambm podem alterar esse aspecto.

Sabe-se que vedaes externas sofrem muito mais com a ao de agentes externos e por isso devem ser pensadas de forma diferente das internas.


As vedações são classificadas de acordo com sua função, sua técnica de execução, sua mobilidade, sua densidade superficial, sua estruturação, à continuidade do pano, ao acabamento e à continuidade superficial.

Quanto  funo: as vedaes podem ser internas divisrias compartimentao externas fachadas e proteo.


Quanto  tcnica de execuo:

-Por conformao: so as vedaes feitas in loco ou seja moldadas e elevadas no local de construo nas quais se utiliza a gua  construo mida.


Bloco de Cermico As alvenarias apresentam um bom comportamento s solicitaes de compresso e o principal fator que influi na resistncia  compresso da parede  a resistncia  compresso do bloco. Os blocos furados tm tambm um bom comportamento quanto ao isolamento trmico e acstico devido ao ar que permanece aprisionado no interior dos seus furos RODRIGUES sd. A vida til do projeto de alvenaria de vedao com blocos cermicos sem funo estrutural  de 20 a 30 anos NBR15270:2005. Sua composio  basicamente argila moldado por extruso e aquecido a uma temperatura de aproximadamente 800C. No caso de vedao os bloco cermicos devem ser assentados em argamassa de trao 1:2:9 cimento cal e areia em volume. Os tipos mais comuns so de seis oito ou nove furos iguais que so utilizados para a instalao de tubulao. Quando so de nove furos  possvel embutir as tubulaes e ainda permanecem algumas linhas de furo intactas o que garantem maior estabilidade para a parede.


Quanto  tcnica de execuo:

-Por acoplamento a seco: como o prprio nome remete so as vedaes que compe a construo seca e que de forma geral so produzidas com painis leves.


Pinis de Gesso Acrtondo A divisri de chps de gesso crtondo  um sistem vedo intern composto por chps leves em gesso montdo sobre crto (crtondo), estruturds por perfis metlicos ou de mdeir, fixs ou desmontveis e gerlmente monoltics. A configuro em chps crtonds combin  resistnci  compresso do gesso com  resistnci  tro do crto. No entnto, tnto um qunto o outro  lm d prpri estrutur de enrijecimento  so mteriis que no se comportm dequdmente em meios submetidos  o de umidde. Por est ro,  definitivmente desconselhvel  utilio de chps de gesso crtondo em meio externo ou ns res molhveis d edifico.

Chapa normal padro ou standard Chapa hidrfuga chapa verde Chapa resistente ao fogo chapa rosa


Quanto  tcnica de execuo:

-Por acoplamento mido: so vedaes produzidas ao mesmo tempo com argamassa para solidarizao e elementos prfabricadosmoldados.


Quanto  densidade Superficial: relao entre a massa e a rea ocupada. - Leves: Densidade superficial baixa no sendo estruturais.  Limite convencional  100kgm;

Grc com Cimento Branco


Painis de GRC Paralelamente ao uso de painis pr-fabricados nota-se uma tendncia na indstria da construo civil rumo  utilizao de materiais reforados com fibras que possibilita a produo de componentes mais leves com elevado desempenho mecnico e conforto ambiental. As fibras alm de atuarem de modo semelhante ao das barras de ao no concreto armado aumentam a capacidade de absorver deformaes  resistncia  trao  flexo e aos impactos evitando o aparecimento de fissuras e garantindo o aumento da tenacidade do compsito. Um exemplo nessa linha de materiais compsitos so os painis de GRC Glassfibre Reinforced Cement na designao internacional nos quais fibras de vidro resistentes a lcalis AR so adicionadas  matriz cimentcia. Os painis cimentcios reforados com fibras de vidro conciliam flexibilidade de projeto com as vantagens da pr-fabricao. Permite a reproduo fiel de desenhos cores e texturas. Os painis de GRC enquadram-se no grupo de vedaes leves densidade superficial inferior a 100kgm_ e normalmente apresentam-se na configurao multicamadas para utilizao como elementos de fechamento interno e externo sem fins estruturais. O processo tradicional de produo de painis GRC baseia-se na projeo e compactao manual. Aps o adensamento os painis de GRC devem passar por um processo de cura.


Quanto  densidade Superficial: relao entre a massa e a rea ocupada. -Pesadas: Estruturais ou no com densidade superior ao limite convencional.


Pinel Molddo In Loco

O princpio bsico do processo   utilio de concreto celulr pr moldgem in-loco de tods s predes d edifico de um s ve,  prtir do enchimento d frm modulr leve que j contm em seu interior todos os elementos embutidos, inclusive esqudris e dutos de instlo.  de extrem importnci que todos os subsistems, sejm de instles, revestimentos, esqudris, cbmentos snitrios, estejm totlmente definidos e no sofrm lteres significtivs o longo d obr.


Quanto  estruturao: caractersticas de sustentao.

-Estruturais: Os componentes da vedao so suportados por uma estrutura reticular onde uma das dimenses  preponderante em relao s outras duas.


Painis de Madeira As paredes de madeira podem ser tanto estruturais quanto apenas de diviso e fechamento de ambientes. As estruturais devem ser capazes de suportar as cargas verticais peso prprio peso de pisos e etc. e horizontais por exemplo ao do vento alm de ser capaz de compartimentar e vedar os ambientes funo tambm realizada pelas paredes no estruturais. Os painis de madeira podem ser divididos em trs categorias diferentes os laminados particulados e painis de fibras. A madeira pode se adaptar facilmente a determinadas exigncias e possibilidades. Tambm possui menor peso facilitando o transporte e a trabalhabilidade da obra SUENAGA; BITTENCOURT; TERNI 2002.

Painis OSB partculas orientadas OSB Oriented Strand Board foram desenvolvidos para suprir uma demanda no atendida por painis compensados comuns: a resistncia mecnica para fins estruturais. Por ser produzido com madeira proveniente de toras de menor qualidade o OSB tem custo mais baixo que outros tipos de painis compensados estruturais e o fato de usar matria-prima menos nobre no diminui sua qualidade pois o que determina seu desempenho  a tecnologia de produo Os

painis

de


Quanto  estruturao: caractersticas de sustentao. -Autoportante: Diferente das estruturais no precisa da estrutura de suporte tendo como exemplo a alvenaria; -Pneumticas: vedaes verticais sustentadas atravs da injeo de ar comprimido.


Quanto  continuidade do pano: continuidade e distribuio dos esforos.

-Monolticas: todos os elementos do conjunto absorvem os esforos conjuntamente como ocorre na alvenaria;


Alvenaria Elementos resultantes da unio de componentes blocos ou tijolos justapostos unidos ou no por argamassas para oferecer caractersticas de resistncia durabilidade e impermeabilidade de acordo com a sua funo.


Caractersticas dos componentes Variam quanto a materiais constituintes  sua forma dimenses e capacidade de suporte. Materiais constituintes: a de concreto comum: Obtido pela mistura homognea e adequadamente proporcionada de cimento Portland agregados minerais areia eou pedrisco e gua submetido a prensagem e vibrao. b de concreto celular: Componentes macio produzidos industrialmente a partir de materiais calcrios materiais ricos em slica gua e aditivos. Essa mistura  expandida pelo uso de produtos formadores de gases e aps sua conformao os blocos sofrem um processo controlado de presso e temperatura. c Slico-calcrio: Feito a partir de uma mistura de cal e agregado fino de natureza quartzosa procedida de prensagem aps o que  levado a autoclaves submetidas a elevadas presses e temperaturas. Auto grau de industrializao garantindo produtos de qualidade e sem variao das suas principais caractersticas. d Cermico:  base de argila. Pode sofrer elevada variao nas suas propriedades e consequentemente no seu padro de qualidade.


Dimenses Segundo a NBR 7170 define-se a Tijolos: Dimenses nominais no ultrapassam 250 x 120 x 55 mm comprimento x largura x altura. Facilmente manuseado com uma das mos. b Blocos: Dimenses nominais acima das especificadas para o tijolo e podem ser manuseadas com ambas as mos durante o assentamento. Podem ser classificados ainda quanto  sua resistncia mecnica quando utilizados com finalidade estrutural possuindo como principal propriedade a resistncias  compresso.

Condies De Exposio Podem sem diferenciados quando a: aComponentes para alvenaria aparente: Destinados  execuo de alvenaria que no receber revestimento bComponentes para alvenaria comum: constituiro alvenarias a serem revestidas


Quanto  continuidade do pano: continuidade e distribuio dos esforos.

-Modulares: devido  existncia de juntas cada componente absorve os esforos de forma individual.


Painis de Concreto Pr-Fabricados Os painis de concreto podem ser utilizados como elemento estrutural ou como vedao. No caso de edifcios com estruturas metlicas eles so normalmente empregados apenas com funo vedante nas configuraes:

Painis-cortina Painis de vedao A padronizao da frma reduz significativamente os custos de produo pois aumenta a velocidade de produo e reduz custos operacionais o tempo de detalhamento e confeco de moldes riscos de erros de detalhamento e de produo. Os painis podem apresentar seo homognea painis macios ou configurao sanduche resultante da incorporao de uma camada de material isolante entre duas placas de concreto armado para exigncias especiais de desempenho termo-acstico. Mesmo em edifcios com estruturas metlicas os painis so preferencialmente fixados na laje de concreto. Quando fixados apenas na estrutura metlica corre-se o risco de que sejam impostas s vedaes solicitaes significativas decorrentes das deformaes da estrutura metlica podendo comprometer o desempenho global do sub-sistema.


Quanto ao acabamento:

-Com revestimento incorporado: vedaes verticais que no recebem revestimentos posteriores como o concreto pr-moldado; -Com revestimento a posteriori: No recebem acabamento prvio como a alvenaria;


-Sem revestimento: Vedaes que podem ser aparentes pois no necessitam revestimento.


Vedao fotovoltaica O painel  composto de quatro camadas de material na seguinte ordem a partir do lado exposto ao sol: uma pea de vidro plano; uma pelcula antirrefletiva para reduzir a luz refletida pelo vidro; a clula solar e por ltimo uma camada de fundo que pode ser de vidro ou polister e tem a capacidade de transformar energia solar em eletricidade. Este nmero de camadas pode variar de acordo com cada fabricante mas estas quatro citadas so essenciais. Um painel fotovoltaico no utiliza a energia trmica do sol. Quem faz isso so os painis solares. O vidro possui duas funes principais dentro da estrutura do painel fotovoltaico. Deve proteger a clula solar e ao mesmo tempo fornecer a transparncia necessria para que ela funcione. Os painis fotovoltaicos alm de produzirem energia eltrica que poder ser utilizada no edifcio devem apresentar bom desempenho em relao  vedao do edifcio. Este sistema deve ser capaz de aguentar todas as intempries climticas como chuva vento granizo neve e variaes de temperatura em geral. A resistncia a impactos mecnicos no  to grande quanto  de diversos outros materiais utilizados na vedao de edifcios. No que diz respeito  transparncia o vidro gera problemas para que as clulas fotovoltaicas absorvam parte da luz do sol especialmente os raios infravermelhos. Portanto  necessrio conseguir dimensionar o painel para que o vidro tenha a espessura mxima para ter a resistncia necessria e a espessura mnima para que a luz possa atingir as clulas localizadas atrs dele.


Quanto  continuidade superficial

-Descontnuas: juntas entre componentes ficam aparentes; -Contnuas: juntas no aparentes.


Norms Necessris pr  plico d ABNT NBR 155754:2013 ABNT NBR 10821-3: 2011 - Esqudris externs pr edifices Prte 3: Mtodos de ensio Objetivo: Est Norm especific os mtodos de ensio pr  vlio de desempenho e clssifico de esqudris externs pr edifices, independentemente do tipo de mteril. ABNT NBR 11675:1990 Verso Corrigid 2011 - Divisris leves interns modulds - Verifico d resistnci  impctos Mtodo de ensio Objetivo: Est Norm prescreve o mtodo pr  verifico d resistnci  impctos ds divisris leves interns modulds (DLIM), pdronids conforme  ABNT NBR 11683. ABNT NBR 11678:1990 - Divisris leves interns modulds Verifico do comportmento sob o de crgs provenientes de pes suspenss - Mtodo de ensio Objetivo: Est Norm prescreve o mtodo pr  verifico do comportmento de divisris leves interns modulds (DLIM), sob o de crgs provenientes de pes suspenss, tis como lvtrios, tnques, pis, prteleirs etc. ABNT NBR 11681:1990 - Divisris leves interns modulds  Procedimento Objetivo: Est Norm fix os spectos que devem ser contempldos qunto o desempenho ds divisris leves interns modulds (DLIM),  fim de possibilitr su escolh em fce ds exigncis e necessiddes dqueles que s utilim. ABNT NBR 14037:2011 - Diretries pr elboro de mnuis de uso, opero e mnuteno ds edifices Requisitos pr elboro e presento dos contedos. Objetivo: Est Norm estbelece os requisitos mnimos pr elboro e presento dos contedos  serem includos no mnul de uso, opero e mnuteno ds edifices elbordo e entregue pelo construtor e/ou incorpordor, conforme legislo vigente.


ABNT NBR 14323:2013 - Projeto de estruturs de o e de estruturs mists de o e concreto de edifcios em situo de incndio. Objetivo: Est Norm, com bse no mtodo dos estdos-limites, estbelece os requisitos pr o projeto ds estruturs de o e ds estruturs mists de o e concreto em situo de incndio de edifices coberts pels ABNT NBR 8800 e ABNT NBR 14762, conforme os requisitos de resistnci o fogo, prescritos pel ABNT NBR 14432 ou legislo brsileir vigente. ABNT NBR 14432:2001 - Exigncis de resistnci o fogo de elementos construtivos de edifices  Procedimento Objetivo: Est Norm estbelece s condies  serem tendids pelos elementos estruturis e de comprtimento que integrm os edifcios pr que, em situo de incndio, sej evitdo o colpso estruturl. ABNT NBR 14718:2008 - Gurd-corpos pr edifico. Objetivo: Est Norm especific s condies mnims de resistnci e segurn exigveis pr gurd-corpos de edifices pr uso privtivo ou coletivo. ABNT NBR 14913:2011 - Fechdur de embutir  Requisitos, clssifico e mtodos de ensio Est Norm especific os requisitos mnimos pr fbrico, clssifico, dimensionmento, segurn, funcionmento e cbmento superficil de fechdurs de embutir pr serem empregds ns ports de edifices. Est Norm no se plic s fechdurs especiis descrits em 3.7. ABNT NBR 14974-2:2013 - Bloco slico-clcrio pr lvenri .Prte 2: Procedimentos pr execuo de lvenri. Objetivo: Est prte d ABNT NBR 14974 fix os requisitos exigveis que devem ser obedecidos n execuo e no controle de obrs em lvenri estruturl (no rmd, utoportnte e rmd) com blocos slico-clcrios mcios, perfurdos e vdos. ABNT NBR 15200:2012 - Projeto de estruturs de concreto em situo de incndio Objetivo: Est Norm estbelece os critrios de projeto de estruturs de concreto em situo de incndio e  form de demonstrr o seu tendimento, conforme requisitos de resistnci o fogo estbelecidos n ABNT NBR 14432.


ABNT NBR 15220-1: 2005 - Desempenho trmico de edifices .Prte 1: Definies, smbolos e uniddes Objetivo: Est prte ABNT NBR 15220 estbelece s definies e os correspondentes smbolos e uniddes de termos relciondos com o desempenho trmico de edifices. ABNT NBR 15220-2:2005Verso corrigid 2008 - Desempenho trmico de edifices Prte 2: Mtodo de clculo d trnsmitnci trmic, d cpcidde trmic, do trso trmico e do ftor solr de elementos e componentes de edifices. Objetivo: Est prte d ABNT NBR 15220 estbelece procedimentos pr o clculo ds proprieddes trmics (resistnci, trnsmitci e cpcidde trmic, trso trmico e o ftor de clor solr) de elementos e componentes de edifices. ABNT NBR 15220-3:2005 - Desempenho trmico de edifices Prte 3: Zonemento bioclimtico brsileiro e diretries construtivs pr hbites unifmilires de interesse socil Objetivo: Est prte d ABNT NBR 15220 estbelece um onemento bioclimtico brsileiro brngendo um conjunto de recomendes e estrtgis construtivs destinds s hbites unifmilires de interesse socil. ABNT NBR 15220-5:2005 - Desempenho trmico de edifices Prte 5: Medio d resistnci trmic e d condutividde trmic pelo mtodo fluximtrico Objetivo: O mtodo  plicvel somente se, durnte tod  duro d medio, s trnsferncis de umidde(redistribuio e bsoro) forem despreveis. ABNT NBR 15270-2:2005 - Componentes cermicos Prte 2: Blocos cermicos pr lvenri estruturl - Terminologi e requisitos Objetivo: Est prte d ABNT NBR 15270 define os termos e fix os requisitos dimensionis, fsicos e mecnicos exigveis no recebimento de blocos cermicos estruturis  serem utilidos em obrs de lvenri estruturl, com ou sem revestimento. ABNT NBR 15575-1: 2013 - Edifices hbitcionis Desempenho Prte 1: Requisitos geris Objetivo: Est prte d ABNT NBR 15575 estbelece os requisitos e critrios de desempenho plicveis s edifices hbitcionis, como um todo integrdo, bem como  serem vlidos de form isold pr um ou mis sistems especficos.


ABNT NBR 15961-2:2011 - Alvenri estruturl Blocos de concreto. Prte 2: Execuo e controle de obrs Objetivo: Est Prte d ABNT NBR 15961 estbelece os requisitos mnimos exigve is pr  execuo e o controle de obrs com estruturs de lvenri de blocos de concreto. ABNT NBR 5628:2001 - Componentes construtivos estruturis Determino d resistnci o fogo Objetivo: Est Norm prescreve o mtodo de ensio destindo  determinr  resistnci o fogo de componentes construtivos estruturis representd pelo tempo em que respectivs mostrs, submetids  um progrm trmico pdro, stisfem s exigncis dest Norm, conforme os requisitos nel especificdos. ABNT NBR 5643:2012 - Telh de fibrocimento Verifico d resistnci  crgs uniformemente distribuds. Objetivo: Est Norm estbelece o mtodo pr  verifico d resistnci de telhs onduld de fi brocimento, qundo solicitds por crgs uniformemente distribuds. ABNT NBR 5674:2012 - Mnuteno de edifices Requisitos pr o sistem de gesto de mnuteno Objetivo: Est Norm estbelece os requisitos pr  gesto do sistem de mnuteno de edifices. A gesto do sistem de mnuteno inclui meios pr: ) preservr s crcterstics originis d edifico; b) prevenir  perd de desempenho decorrente d degrdo dos seus sistems, elementos ou componentes; Edifices existentes ntes d vignci dest Norm devem se dequr ou crir os seus progrms de mnuteno tendendo o presentdo nest Norm. Os nexos dest Norm presentm exemplos de modelos no restritivos ou exustivos  serem dptdos em funo ds crcterstics especfics d edifico. ABNT NBR 6118:2014 - Projeto de estruturs de concreto  Procedimento Objetivo: Est Norm estbelece os requisitos bsicos exigveis pr o projeto de estruturs de concreto simples, rmdo e protendido, excluds quels em que se empregm concreto leve, pesdo ou outros especiis. ABNT NBR 8545:1984 - Execuo de lvenri sem funo estruturl de tijolos e blocos cermicos  Procedimento Objetivo: Est Norm fix s condies exigveis pr execuo e fisclio de lvenri sem funo estruturl de componentes cermicos.


ABNT NBR 8800:2008 - Projeto de estruturs de o e de estruturs mists de o e concreto de edifcios Objetivo: Est Norm, com bse no mtodo dos estdos-limites, estbelece os requisitos bsicos que devem ser obedecidos no projeto  tempertur mbiente de estruturs de o e de estruturs mists de o e concreto de edifices. ABNT NBR 8949: 1985 - Predes de lvenri estruturl - Ensio  compresso simples - Mtodo de ensio Objetivo: Est Norm prescreve o mtodo de prepro e de ensio de predes estruturis submetids  compresso xil, construds com blocos de concreto, blocos cermicos ou tijolos. Conjuntmente com s predes sero preprdos e ensidos os blocos, os prims,  rgmss de ssentmento e o grute ABNT NBR 9062: 2006 - Projeto e execuo de estruturs de concreto pr-molddo Objetivo: Est Norm estbelece os requisitos exigveis pr o projeto, execuo e controle de estruturs pr-moldds de concreto rmdo ou pretendido, excluds quels em que se empreguem concreto leve ou outros especiis. ABNT NBR 9442:1986 Verso Corrigid: 1988 - Mteriis de construo - Determino do ndice de propgo superficil de chm pelo mtodo do pinel rdinte - Mtodo de ensio. Objetivo: Est norm prescreve o mtodo pr determinr o ndice de propgo superficil de chm em mteriis de construo. ISO 10052:2004 - ISO 10052:2004/Amd 1:2010 ISO 10140-2:2010 - Acstic - medio Lbortrio de isolmento cstico dos elementos de construo - Prte 2: Medio de isolmento o rudo reo. Objetivo: especific um mtodo de lbortrio pr medir o isolmento de som no r de produtos de construo, como predes, pisos, ports, jnels, persins, fchds, vidros, pequenos elementos tcnicos, pr prelhos de r de trnsfernci exemplo, pinis de ero (pinis de ventilo), o r livre entrds de r, pists eltricos, sistems de vedo de trnsito e combines, por exemplo, predes ou pisos, com forros, tetos ou pisos flutuntes suspensos. ISO 1182: 2010 - Ensios de reo o fogo pr produtos - Teste de nocombustibilidde Objetivo: especific um mtodo de ensio pr determinr o desempenho no-combustibilidde, em condies especificds, de produtos homogneos e componentes substnciis de produtos no homogneos.


ISO 11925-2:2010 - Ensios de reo o fogo - inflmbilidde dos produtos submetidos o impcto direto de fogo - Prte 2: Teste de fonte de chm nic. Objetivo: especific um mtodo de ensio pr determinr  inflmbilidde dos produtos, o contto d chm pequen direto bixo de ero irrdinci impressiondo com corpos de prov orientdos verticlmente. ISO 717-1:2013 - Acstic - Avlio do isolmento dos edifcios e dos elementos de construo - Prte 1: isolmento cstico Objetivo: ) define s quntiddes de nmero nico pr isolmento de som no r em edifcios e de construo de elementos, tis como predes, pisos, ports e jnels; b) lev em considero o nvel de som diferentes espectros de vris fontes de rudo, como fontes de rudo dentro de um edifcio e do trfego for de um edifcio; c) d regrs pr determinr ests quntiddes  prtir dos resultdos de medies relids em um tero de oitv ou oitv bnds de cordo com  norm ISO 10140-2, ISO 140-4 e ISO 140-5. As quntiddes de nmero nico, de cordo com  norm ISO 7171:2013 destinm-se  clssifico de isolmento de som no r e pr simplificr  formulo de requisitos csticos em cdigos de construo. Um vlio de nmeros de solteiro dicionl em pssos de 0,1 dB  indicd pr  expresso d incerte (exceto pr termos de dpto do espectro). Os vlores numricos ds quntiddes necessris de nmero nico so especificdos de cordo com diferentes necessiddes. As quntiddes de nmero nico so bseds em resultdos de medies em bnds de um tero de oitv ou bnds de oitv. Pr medies de lbortrio relids em conformidde com  ISO 10140,  quntidde de nmero nico deve ser clculd utilindo pens s bnds de um tero de oitv. A clssifico dos resultdos de medies efetuds trvs de um fix de frequnci mplid  trtd em um nexo.


Vedações Verticais