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11 8548 4876

italabonatelli@gmail.com Sou arquiteta graduada pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo em julho de 2010. Nasci em Bariri-SP e moro em São Paulo desde 2005. Sempre fui interessada em tudo o que se refere à arte e design, mas me apaixonei desde criança pela arquitetura. A universidade pública me deu os instrumentos e a base para que eu me envolvesse com uma arquitetura não estruturada meramente no desenho pelo desenho, mas com uma arquitetura vinculada ao bem estar social. Gosto de trabalhar em projetos que me façam crescer, pesquisar e buscar referências. Acho que deve fazer parte da vida profissional de um arquiteto projetos que nos desafiem e nos estimulem a solucionar os problemas, ou pelo menos aqueles que se referem à arquitetura. Por isso me interesso muito em participar de equipes de projeto que procuram novos estímulos mesmo nos projetos mais cotidianos, comuns aos escritórios de arquitetura. Como profissional, me considero interessada, prestativa, detalhista, pró-ativa, criativa, ágil, concentrada, pontual e determinada. Sou boa em lidar com pessoas e principalmente em intermediar diferentes opiniões.


03 19 43

trabalho final de graduação

trabalhos acadêmicos

iniciação científica

15 34

participação em concurso

experiência profissional


graduação trabalho final de graduação


extensã

Universidade e Sociedade: Centro de Extensão Universitária da USP

5

Trabalho Final de Graduação . julho de 2010 Itala Grigolin Bonatelli Orientação: Francisco Spadoni Co-orientação: Alexandre Delijaicov

Resumo

Proposta do trabalho

O trabalho apresenta a relação social e física da Universidade de São Paulo com a Sociedade, apontando um trecho do tecido urbano como estudo de caso. Como proposta de intervenção foi elaborado um projeto arquitetônico que busca integrar atividades acadêmicas com a sociedade e ao mesmo tempo possibilitar a realização de atividades culturais voltadas para a população.

O trabalho faz uma conexão entre o campus universitário e a comunidade trazendo para o trecho de estudo um novo desenho urbano junto a um equipamento de uso público. O equipamento proposto é um Centro de Extensão Universitária, espaço destinado à realização de atividades e projetos de extensão universitária executados por alunos e professores de diversas unidades da USP.

Além da proposta de conexão, o projeto prevê a revitalização da área de implantação com intervenção viária, criação de espaços públicos de convivência integrados com a rua e proposta de apropriação de um córrego como elemento paisagístico e de drenagem.

Esses projetos devem ter como temática os problemas urbanos e sociais de São Paulo, principalmente no que diz respeito à qualidade de vida. As demandas por propostas e soluções, prioritariamente trazidas pela própria população, passariam por algum tipo de tria-

gem, e depois de aprovadas fariam parte de um projeto. A proposta prevê que a realização desses trabalhos deve ter, necessariamente, a participação da comunidade a que são destinados, podendo ocorrer tanto nos ambientes de trabalho quanto em “visitas de campo”. O uso do equipamento não será restrito às áreas de trabalho e interação, já que ele também oferece ambientes de incentivo à cultura, como biblioteca, oficinas e auditório, todos completamente abertos ao público do bairro. Assim, o contato diário com a comunidade vizinha garante maior vivacidade ao equipamento, e passa a ser apropriado como espaço de convívio da própria comunidade.


rabalho fin

São Remo Hospital Universitário

6

Av. Professor Lineu Prestes

Av. Corifeu de A. Marques

Faculdade de Odontologia

Butantã

Faculdade de Veterinária

Portão 3

Córrego Riacho Doce 5

20

50

situação nascente Ribeirão Jaguaré 5

20

50

H.U. nascente 16º Batalhão da PM

lazer H.U. Faculdade de Veterinária São Remo

atacadista

6

córrego Riacho Doce Portão 3

tinturaria Textil Marles

Av. Corifeu de A. Marques

Pontos Críticos do trajeto do Córrego Riacho Doce


I H G F

E

D 745,80

12

D

7

745,00

8

E

9 744,50

5

745,35

745,35

B

POR

15

8

ENTE CLEM

B

13 RUA

C

C

744,50

11

10 NIA ELÂ TA M SAN RUA

4

TES

7

14

745,35

A

A

F

3 2

743,00

745,35

6 745,35

743,50

746,80

I

F

G

H

1

AV. CORIFEU DE AZEVEDO MARQUES

implantação nível 745,80 11

F

E

G

H

I

10

O

M AV. SÃO RE

5 9 7 749,30 D

3 4

749,40

8

6

D

C

E

2

RUA

C

TA M SAN

B

ENTE CLEM

RUA

1 750,64

B

POR TES

NIA ELÂ

A

I

H

G

F

A

F

rabalho fin

7

O

M AV. SÃO RE

AV. CORIFEU DE AZEVEDO MARQUES

implantação nível 750,64


rabalho fin

acesso público

8

EDIFÍCIO EXTENSÃO recepção refeitório

copa

acesso público

adm. laboratório de reciclagem

escritório piloto serviços

sanit. público

salas de aula

direitos humanos comunicação e cultura meio ambiente e tecnologia

acesso ao lago

educação saúde

EDIFÍCIO CULTURA

varanda

oficina teatro

oficina música sanit. público

biblioteca

recepção

restaurante acesso público

foyer e espaço expositivo

cozinha

oficina artes

varanda

foyer e mirante

serviços carga e descarga

adm.

auditório

saídas de emerg.

palco

coxias e camarim


rabalho fin

9

a

7

b

8

745,80

745,80

9 10

1

1

745,80

2

6

4

5

1 1 11

11

D

D

c

3

d

E

745,00

12

744,40

I

Edifício Extensão nível 745,80

I

H

G

F

E

AV. SÃO REMO

H

G

13 F

14

14

a

7 4

8

b

9

10

5

3

2

5

15

11 12

12

5

6 5

16

c

E

d

1

Edifício Extensão nível 749,40


H

I

H

I 745,35

7 24

a

a

745,40 i = 8,26

6 20

9

6

5

8

4

b

b 753,43

10

4

23

756,60

5 11

B

745,35

B

2

B

3

1

B

745,40

2 12 c

c

13

4 3

745,35

18

17

1

19

18

757,74

745,35

7

15

14

20

22

A

26

d

1 platéia

4 circulação restrita

2 sala técnica

5 depósito

3 passarela de apoio

6 acesso de carga ao palco 7 laboratório de cultura

a

4

750,64

15 3

750,64

5

11

7

10

b

1 foyer mirante 12

2 acesso piso inferior 3 acesso varanda

2

4 varanda 5 acesso auditório 6 platéia auditório

19

1

7

6

9

750,64

12

B

7 assentos cadeirantes 8 acesso ao palco

749,98

749,19

9 palco 10 circulação restrita 11 acesso de carga ao palco 12 coxias

c 750,64

13 camarim

12

7

14 sanitários camarim

8

2

15 saída de emergência 16 administração

18

17

17 sanitário público

750,64

14

13

18 ar-condicionado 19 vazio

16

d

I

H

A

15

A

Edifício Cultura nível 750,64

I

Edifício Cultura nível 757,74

I

H

I

H

745,35

Edifício Cultuira nível 745,40

A

H

21

d

B

757,74

16

745,40

A A

5

25


rabalho fin

equipamentos pĂşblicos verticalizados junho de 2009 trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Paula Fukuda


rabalho fin

13 corte B

corte E

corte C

corte G detalhe

corte I

corte G


concurso participação em concurso

5 º Prê m i o N a c i o n a l d e Pré - Fa b r i c a d o s

Para Estudantes de Arquitetura


PLANTA NÍVEIS 754 | 758 Acessos Vila Normanda | Acesso à Rua da Consolação esc. 1:750

esc. 1:500

PLANTA NÍVEIS 760,10 | 766,40 Acesso à circulação vertical pública | Galeria de Arte e acesso à escola esc. 1:750

PLANTA NÍVEIS 768,50 | 770,60 Pátio escola | Administração da escola esc. 1:750

PLANTA NÍVEIS 772,70 | 774,80 Refeitório CEI/EMEI | Salas CEI esc. 1:750

PLANTA NÍVEIS 776,90 | 779 Sala de leitura | Salas EMEI esc. 1:750

PLANTA NÍVEIS 781,10 | 783,20 Salas de atividades EMEF | Salas de aula EMEF esc. 1:750

PLANTA NÍVEIS 785,30 | 787,40 Refeitório EMEF | Pátio EMEF esc. 1:750

PLANTA NÍVEL 793,70 Quadra poliesportiva 1 e salas de oficina e treinamento esc. 1:750

PLANTA NÍVEIL 802,10 Terraço jardim esc. 1:750

PLANTA NÍVEIL 806,30 Quadra poliesportiva 2 esc. 1:750

esc. 1:500


CONSIDERAÇÕES FINAIS


acadĂŞmicos

trabalhos acadĂŞmicos


rabalho fin

21

orquestra sinfônica junho de 2008

trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Juliana Cipolletta

0 1

corte transversal

sala de orquestra e escola esc. 1:500

5

10 m

ESCALA 1: 250

praça do relógio usp . térreo integrado à praça . sala de orquestra sinfônica e de câmara . camarins ligados ao palco principal . escola de orquestra

corte transversal

foyers e circulação vertical esc. 1:500

corte longitudinal esc. 1:500

0 1

5

10 m

implantação esc. 1:5000


rabalho fin

orquestra sinfônica junho de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Juliana Cipolletta

planta subsolo

planta térreo

esc. 1:750

esc. 1:750

subsolo 1 salas de ensaio 2 almoxarifado 3 instalações (ar condicionado) 4 elevador do piano

5

1

7%

5

2

7 9

8 3

4

6

5

10

8%

1

14

11

5

12

13

térreo 5 camarins 6 sala técnica 7 depósito 8 sala para orquestra de câmara 9 bilheteria

22

10 administração 11 recursos humanos 12 captação de recursos 13 sala de reunião 14 chapelaria

20 sala dos professores 21 sala para orquestra sinfônica 22 foyer principal 23 bar

primeiro pavimento 15 salas de estudo individual 16 depósito de instrumentos 17 sala de estudos (piano)

terceiro pavimento 24 refeitório funcionários 25 vestiários 26 documentação 27 biblioteca 28 sala técnica 29 acesso andar técnico

segundo pavimento 18 depósito geral 19 salas de aula

praça do relógio usp . térreo integrado à praça . sala de orquestra sinfônica e de câmara . camarins ligados ao palco principal . escola de orquestra 15

16

17

18

19

19

19

20 20

24

25

25 26

27

28

planta primeiro pavimento

planta segundo pavimento

planta terceiro pavimento

esc. 1:750

esc. 1:750

esc. 1:750

29


rabalho fin

orquestra sinfônica junho de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Juliana Cipolletta

23

praça do relógio usp . térreo integrado à praça . sala de orquestra sinfônica e de câmara . camarins ligados ao palco principal . escola de orquestra elevação norte

elevação leste

elevação sul

esc. 1:750

esc. 1:750

esc. 1:750

0 1

5

10 m


rabalho fin

24

templo ecumênico junho de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa, Gabriel Rossi, Juliana Cipolletta e Sofia Sterzi

corte B esc. 1:500

B

A

A

implantação esc. 1:750

B

planta esc. 1:500

avenida paulista . jardins convidativos . ilha de reflexão . permeabilidade . ventilação protegida acusticamente . praça para rua são carlos


rabalho fin

templo ecumênico junho de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa, Gabriel Rossi, Juliana Cipolletta e Sofia Sterzi

25

corte

ventilação da sala principal esc. 1:250

elevação iluminação da sala principal esc. 1:250

planta

carta solar latitude 23°S esc. 1:1000

corte A

esc. 1:500

solstício de verão 16h

solstício de inverno 16h

equinócio 17h

solstício de verão 16h

equinócio de outono 16h

solstício de inverno 16h

equinócio de primavera 16h

solstício de verão 9h

equinócio de outono 9h

solstício de inverno 9h

equinócio de primavera 9h

avenida paulista . jardins convidativos . ilha de reflexão . permeabilidade . ventilação protegida acusticamente . praça para rua são carlos


rabalho fin

equipamentos públicos verticalizados novembro de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Paula Fukuda

26

conexão pública entre R. da Consolação e Av. Ipiranga . alternativas para questões legais d eimplantação como vazios ao longo do edifício

804,00

corte esquemático sem escala

800,00

796,00

792,00

788,00

784,00

780,00

776,00

770,00

766,00

762,00

758,00

754,00

corte longitudinal esc. 1:500


novembro de 2008 1

3

2

5

4

6

8

7

trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Paula Fukuda

A

4

B

7 6 1

C

5

Vila Normanda

1 recepção 2 espera 3 funcionários 4 atendimento 5 sanitários 6 circulação vertical 7 acesso térreo e lanchonete

3

2

4 6

nível 754,00 | UBS esc. 1:750

1

3

2

4

5

A

6

8

7

Rua da Consolação

rabalho fin

equipamentos públicos verticalizados

5 1

B

esc. 1:750

2

3

4

C

corte tranversal

1 travessia pública 2 cozinha 3 atendimento 4 caixas 5 acesso edifício

5

Vila Normanda

nível 758,00 | TÉRREO E LANCHONETE esc. 1:750

3

2

A

4

5

6

5

7

4

2

B

8

Rua da Consolação

1

1 C

Vila Normanda

3

1 ateliê 2 quadra 3 sanitários 4 vestiários 5 circulação vertical nível 764,00 | ARTES E ESPORTES esc. 1:750

27


1

3

2

5

4

6

novembro de 2008

8

7

A

7

9

B

2

3

8

6

1

Rua da Consolação

trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Paula Fukuda

1 varanda 2 recreação 3 berçário 4 fraldário 5 jardim 6 piscina adultos 7 vestiário 8 solário

5

C

9

4

Vila Normanda

nível 772,00 | CEI JARDIM E PISCINA esc. 1:750

4

5

A

6

7

8

Rua da Consolação

3

2

• • • •• • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •

1

6

7

5 4

B

1

1 berçario 2 recreação 3 depoósito 4 piscina infantil 5 acesso piscina adultos 6 vestiário 7 circulação vertical

2 C

3

A

ND

MA

OR

AN

VIL

Vila Normanda

7

nível 782,00 | CEI JARDIM E PISCINA esc. 1:750

1

3

2

A

4

5

6

7

5

B

3

2

8

Rua da Consolação

rabalho fin

equipamentos públicos verticalizados

1 1 pátio 2 pátio descoberto 3 reservatório de água 4 sanitários 5 circulação vertical

C

4

5

Vila Normanda

nível 786,00 | PÁTIOS esc. 1:750

28


novembro de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Paula Fukuda

3

2

4

5

6

7

8

Rua da Consolação

1

A

B

1

1

1

1

1

C

1 2

Vila Normanda

3

1 sala EMEI 2 sanitário 3 circulação vertical nível 792,00 796,00 800,00 | EMEI esc. 1:750

1

3

2

4

A

B

1

1 C

Vila Normanda

2

6

7

8

3

1

3 4

5

Rua da Consolação

rabalho fin

equipamentos públicos verticalizados

5

1 administração 2 diretoria 3 sala dos professores 4 sanitários 5 circulação vertical nível 804 | ADMINISTRAÇÃO esc. 1:750

29


rabalho fin

equipamentos pĂşblicos verticalizados novembro de 2008 trabalho realizado com Carolina Pedrosa e Paula Fukuda

30


planta escritórios

planta térreo 2

nível praça 14 bis | 754,50 escala 1:250

nível 759,12 escala 1:250

nível praça rua paim | 762,50 escala 1:250

rabalho fin

planta térreo 1

habitação unifamiliar novembro de 2007 trabalho realizado com Aline Escórcio

espelho d’água

31

alimentação

comércio

escritório

med. gás

recepção

acesso subsolo

comércio

escritório

escritório

praça 14 bis . edifício misto . acesso em dois níveis . relação com praça pública . unidades flexíveis . dupla orientação

AV. VITAL BRASIL 723.5

A

723.5

723.4

1.1%

723.5

5.3%

722.6

723.5 RUA CAXINGUI

723.5

RUA STA MARIA JR

Praça 14 Bis

implantação escala 1:750


rabalho fin

habitação unifamiliar novembro de 2007 trabalho realizado com Aline Escórcio

32

alternativa 2 pavimento tipo esc. 1:300

alternativa 3 pavimento tipo esc. 1:300

planta pavimento tipo esc. 1:125

praça 14 bis . edifício misto . acesso em dois níveis . relação com praça pública . unidades flexíveis . dupla orientação cortes

esc. 1:250


rabalho fin

habitação unifamiliar novembro de 2007 trabalho realizado com Aline Escórcio

33

praça 14 bis . edifício misto . acesso em dois níveis . relação com praça pública . unidades flexíveis . dupla orientação


rabalho fin

acompanhamento de obras e anĂĄlise de processos construtivos 2009 e 2010

34


profissional experiĂŞncia profissional


profissional

edifício residencial colaboração em projeto executivo de edifícios | 2011

[zoom] pavimento tipo

[zoom] corte

36


profissional

edifício residencial e edifício comercial colaboração em anteprojetos, projetos legais e estudos de viabilidade | 2011

37

ESTUDO DE VIABILIDADE _ n enviado 16/02/2011 Niss Incorporações e Participações Ltda. R. Castro Alves x R. Pires da Mota, São Paulo, SP

Data Cliente Localização

[zoom] memória de cálculo para projeto legal

Terreno

Área do Terreno Real Área do Terreno Matricula Zoneamento Cat. Uso Coef. Aproveitamento Máximo Coef. Aproveitamento Básico Taxa de Ocupação Máxima Taxa de Ocupação de Projeto Potencial Máximo de Construção Área Máxima de Projeção Área de Projeção de Projeto Permeabilidade mínima

958,52 958,52 SÉ - ZM3b-05 NR1 2,50 2,00 0,50 0,31 2.396,30 479,26 298,77 191,70

m² m²

0,50

de outorga

m² m² m² m²

Pavimentos 1

Nº de blocos

sendo

1 2 31,76 m² 28,660 m² computáveis e

sendo

1 1 34,79 m² 31,690 m² computáveis e

3,102 m² não computáveis

sendo

1 2 31,66 m² 26,590 m² computáveis e

5,071 m² não computáveis

Nº de Pavimentos Tipo (1º) / ponta 1 Nº de Unidades do Pavimento tipo Área Útil da Unidade

Nº de Pavimentos Tipo (1º) / central 1 Nº de Unidades do Pavimento tipo Área Útil da Unidade Nº de Pavimentos Tipo (1º) / central 2 Nº de Unidades do Pavimento tipo Área Útil da Unidade

3,1016 m² não computáveis

[zoom] estudo de viabilidade

[zoom] compatibilização com projetos complementares


profissional

condomínio residencial colaboração em anteprojeto e projeto legal | 2010

38


profissional

reforma de residência e projeto do pavimento térreo estudo preliminar e projeto legal | 2009

39

• • • • • • • • • • •• • • • • • • • •• • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • No

Qtde.

A1

1

Caesalpinia peltophoroides

SIBIPIRUNA

A2

1

Terminalia catappa

• • • • • • •• • •• • • • • • • • 30 • • • • • • • •7,00

4,20

A3

4

Plumeria rubra

JASMIM-MANGA

1,00

•••• • •• • • • •••••••• • • • • •• •• • • •• •• • • •NOME • • • •POPULAR • • • • • • •• ••• •• • • ALTURA*

N

• • • • • • • • • • • • •• • • • •• • • •• • • • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • •• • • • • • • • • •• • •• • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • • ESC. 1:100

N

(cm)

(m)

20

6,50

10

2,80

(m)

5,00


profissional

reforma de residĂŞncia e projeto do pavimento tĂŠrreo projeto executivo | 2010

40


profissional

edifĂ­cios de apoio da biologia | USP anteprojeto | 2009

41


profissional

edifĂ­cios de apoio da biologia | USP anteprojeto | 2009

42


profissional

edifĂ­cios de apoio da biologia | USP anteprojeto | 2009

43


científica iniciação científica poste de apresentação Siicusp


I ntr od u ç ã o e Ob j e ti vo

A made i r a T e ca

T e c a no Br a sil

Essa pesquisa trata-se de um estudo exploratório sobre a madeira

Originária da Índia e do Sudeste Asiático, a

O florestamento da Teca no

Tectona grandis (Teca) resultante de operações de desbaste e

Teca é hoje plantada extensivamente, não só

Brasil teve início no Estado do

tratamento térmico no manejo das florestas plantadas no Brasil. O objetivo é determinar propriedades mecânicas da madeira e utilizar os conhecimentos adquiridos como base para o desenvolvimento tecnológico de exemplos de aplicação como componentes de

no Sudeste Asiático, mas na zona tropical das Américas, África e Pacífico. A madeira adulta é comercializada e exportada para o mundo pelas suas características consideradas nobres como

Mato Grosso, em 1994. Hoje, as árvores são desbastadas ainda jovens, com idade de aproximadamente 13 anos.

construção civil.

grande resistência mecânica e às intempéries.

Figura 2: Madeira Teca Figura 1: Teca jovem cortada e empilhada

FONTE: “FLORESTECA, Uma Década de Teca”

Tr a ta m e n t o té rm i c o

R e sul ta do s de e nsa i o s a nte rio re s

O tratamento térmico realizado em três fases garante à madeira características distintas em relação à madeira não tratada termicamente. Dentre elas pode-se destacar 1: o aumento

Tabela 1: Resultados do Ensaio de Determinação de Resistência ao Desenvolvimento de Fungos em madeira Teca

da durabilidade biológica, o escurecimento, a diminuição do teor de umidade (torna-se mais leve), a diminuição do PH e a modificação das suas propriedades mecânicas e de rigidez.

fase 1

fase 2

fase 3

Figura 3: Diagrama do tratamento térmico FONTE: Thermowood Handbook

1 Segundo informações do Thermowood Handbook.

Amostra

Podridão branca

Podridão parda

Alburno de Teca Alburno de Teca Termo-retificada Cerne de Teca Cerne de Teca Termo-retificada Pinus sp Eucalyptus grandis

22,76 3,82 1,38 0,72 48,32 29,21

10,32 -3,23 -3,31 -3,08 26,87 7,32

FONTE: Ensaio realizado no IPT em fevereiro de 2007

O uso da madeira Teca jovem termotratada E n s aios E xp l o r a tó r i o s Tabela 2: Estimativa do Módulo de Resistência a partir da Carga de Ruptura dos corpos de prova da madeira termotratada

Carga de ruptura P rupt [N]

Módulo de resistência MOR [N/mm2]

Estimativa do módulo de resistência da madeira [N/mm2]

930 940

66,26 66,97

66,62

Tabela 3: Estimativa do vão máximo

Figura 4: Ensaio de flexão simples Corpo de prova sofrendo flexão máxima

Figuras 5, 6 e 7: Modos de ruptura - brusca, por tração simples e por tração com ”lascamento“

E x ecuçã o d o p rotó ti p o

Tabela 4: Resultados do Ensaio de dureza Janka

Vão Altura Base Carga de Módulo de estimado h b ruptura resistência para CS= 7,0 [mm] [mm] Prupt [N] R [N/mm2] [mm]: 30

75

1000

66,585

428,05

20

75

1000

66,585

190,24

Coeficiente de Segurança 7,0 para flexão simples, conforme NB11

Figuras 8, 9 e 10: Ensaio de dureza janka e corpos de prova

Corpos de prova 1 2 3 4

Axial (Kg/cm2) A B 740 600 415 455 455 490 630 625

Radial (Kg/cm2) A B 640 550 310 460 340 410 520 410

Tangencial (Kg/cm2) A B 640 660 325 385 400 325 570 580

Umidade (%) u u u u

< = < =

8,5 8,6 8,5 9,6

De acordo com ensaio realizado no Laboratório de Madeiras Produtos Derivados (LMPD) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)


4

630

625

520

410

570

580

u = 9,6

Coeficiente de Segurança 7,0 para flexão simples, conforme NB11

De acordo com ensaio realizado no Laboratório de Madeiras Produtos Derivados (LMPD) do Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT)

Figura 13, 14, 15 e 16: Peças furadas, cavilhas e falhas na execução

Figura 17 e 18: Protótipo montado e sua implantação à céu aberto

Ex ecuçã o d o p ro tó ti p o

Figura 11: Seção transversal das peças

Figura 12: Modelo eletrônico - montagem

E ns aios fi n a is

Resultados e Referências bibliográficas

1,0

teste de flexão

carga (kN)

carga (kN)

1,2

0,8 0,6 0,4 0,2 0,0 0

2

4

6

deslocamento (mm)

teste de compressão

0

8

Figura 19: Gráfico carga x deslocamento Ensaio de flexão

2

4

Espécie

6

deslocamento (mm)

8

Figura 23: Ensaio de compressão paralela às fibras

Figura 20: Gráfico carga x deslocamento Ensaio de compressão paralela às fibras

100 80

2

R = 0,9735

60 40 20 0 0

20

40

60

80 2

módulo de ruptura (N/mm ) Figura 21: Gráfico de regressão linear Ensaio de flexão

Resistência à flexão fM [MPa]

Resistência à compressão fc0 [MPa]

53,4

40,6

48,0

18,5

69,6

31,5

53,8

26,3

75,6

42,1

Tectona grandis / Teca Madeira termotratada Pinus elliotti / Pinus madeira verde (*) Pinus elliottii / Pinus 15% umidade (*) Eucalyptus grandis / Eucalipto madeira verde (*) Eucalyptus grandis / Eucalipto Unidade 15% (*)

Nota:(*)Resultados obtidos de acordo com a Norma ABNT MB26/53 (NBR6230/85). FONTE: (FERREIRA, 2003)

120

frequência cumulativa (%)

frequência cumulativa (%)

Tabela 5: Valores médios de resitência da madeira Teca termotratada e de madeiras de reflorestamento

100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 0

100 80

2

R = 0,9536

60 40 20 0 0 20 40 60 tensão de compressão paralela 2

às fibras (N/mm ) Figura 22: Gráfico de regressão linear Ensaio de compressão paralela às fibras

Figura 24, 25 e 26: Modos de ruptura no ensaio de compressão: esmagamento, separação de cunhas e rachaduras

AMERICAN SOCIETY FOR TESTING AND MATERIALS – ASTM. Standard Test Methods for Mechanical Properties of Lumber and Wood-Base Structural Material - D 4761 – 05, 10 p. ______________________________ _________________ Standard Test Methods for Small Clear Specimens of Timber - D 143 – 94, 32 p. _______________________________ ________________ Standard Test Methods for Evaluating Properties of Wood-Base Fiber and Particle Panel Materials - D 1037 – 06a, 30 p.

EUROPEAN STANDARDS. Timbers Structures and glued laminated tiber – Detremination of some physical and mechanical properties – NEN-EM 408, 31 p. FLORESTECA. Uma Década de Teca Publicação Floresteca, 2004, 97p. ILLSTON, J.M. (Coord.). Construction Material: their nature and bahavior. London : E & FN Spon, 1994, 518 p.

TRABALHO DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA | PIBIC USP AUTORA: Itala Grigolin Bonatelli ORIENTADORA: Claudia Terezinha de Andrade Oliveira Outubro de 2007 a Novembro de 2008 São Paulo - SP

INSTITUIÇÃO: Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da USP



Portfolio Itala Bonatelli