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Manual de contidos de prevenci贸n de riscos laborais para entidades locais


DESTINATARIOS Concelleiros/as, persoal técnico, responsables de urbanismo, responsables de PRL, responsables de aprobación de contratación pública, xefes/as de obras

DURACIÓN 8-9 horas

FINALIDADE OBXECTIVOS • Adquisición dunha posición de responsabilidade fronte á PRL tanto como promotores e responsables na execución de obras e servizos públicos como na aprobación de proxectos de iniciativa civil. • Interesa informar e sensibilizar aos responsables da administración pública local, sobre como acadar unha adecuada xestión de seguridade e saúde no traballo. • Ter en conta que estas entidades poden actuar como promotores e como responsables de execución de obras.

AUTORES Pablo García Fernández José Antonio González Lago Héctor González Novoa Mª Luisa Pazos Fondevila


PROGRAMA DE CONTIDOS

Módulo 1

Carácter xenérico

4 horas Lei 31/1995, RD 39/1997, RD 171/2004, RD 1627/1997

1. Lexislación e normativa básica de prevención. Introdución ao ámbito xurídico. Lexislación básica e de desenvolvemento....................................................................... 8 2. Integración da prevención. Principios xerais da acción preventiva..................................................................................................................................................................................... 9 3. Obrigas e responsabilidades. Obrigas do empresario/a. Dereitos dos traballadores/as. Obrigas dos traballadores/as. ............................................................................ 11 4. Planificación e organización da prevención. Plan de prevención de riscos laborais. Avaliación de riscos. Planificación da prevención. Organización da actividade preventiva. Modalidades preventivas..................................................................................................................................................................................... 15 5. Sistemas de control sobre os riscos existentes......................................................................................................................................................................................................................... 21 6. Integración dos sistemas de prevención, calidade e medio ambiente.............................................................................................................................................................................. 22 7. Auditorías.................................................................................................................................................................................................................................................................................................. 23


PROGRAMA DE CONTIDOS

Módulo 2

Contidos específicos 4-5 horas A entidade local e a construción

1. Introdución á prevención de riscos laborais na entidade local en relación coa construción......................................................................................................... 25 1.1 Introdución................................................................................................................................................................................................................................. 25 1.2 A xestión da prevención nas obras de construción.................................................................................................................................................................. 25 1.3 Recursos preventivos en obras de construción........................................................................................................................................................................ 27 1.4 Coordinación de actividades empresariais en obras de construción....................................................................................................................................... 28 1.5 A administración fronte os traballadores/as autónomos/as...................................................................................................................................................... 28 2. Os concellos e a responsabilidade en seguridade e saúde laboral relacionada coas obras de construción................................................................................... 29 2.1 Algunhas definicións recollidas no RD 1627/1997.................................................................................................................................................................... 29 2.2 Plans de seguridade e saúde laboral nas obras de construción.............................................................................................................................................. 30 2.3 Designación dos/as coordinadores/as...................................................................................................................................................................................... 32 2.4 Os concellos ante as licenzas de obra...................................................................................................................................................................................... 34


PROGRAMA DE CONTIDOS 2.5 As entidades locais como administración................................................................................................................................................................................. 36 2.6 As entidades locais na adxudicación ou contratación de obras............................................................................................................................................... 36 2.6.1 Recomendacións.......................................................................................................................................................................................................... 37 2.7 As entidades locais como promotores/as de obras: deberes e obrigas................................................................................................................................... 37 2.8 As entidades locais como realizadoras de obras: contratistas e subcontratistas.................................................................................................................... 39 3. Resumo dalgúns apartados específicos da Lei 32/2006 e do RD 1109/2007 sobre subcontratación no sector construción (atención ás variacións derivadas do RD 373/2010).......................................................................................................................................................................... 41 4. Aspectos relacionados coa seguridade e saúde no traballo do Convenio colectivo xeral do sector da construción e do Acordo estatal do sector do metal e a súa aplicación as obras de construción........................................................................................................................................... 43 4.1 Formación conforme o Convenio colectivo xeral do sector da construción............................................................................................................................. 43 4.2 Disposicións mínimas de seguridade e saúde aplicables nas obras de construción no convenio xeral do sector da construción........................................ 44 5. Aspectos de interese relacionados coa Lei do solo de Galicia e os seus regulamentos.................................................................................................................. 45 6. Apartados de interese sobre a Lei de Ordenación da Edificación e o Código Técnico da Edificación............................................................................................ 46 6.1 Consideracións con respecto a Lei da ordenación da edificación (LOE).................................................................................................................................. 46 6.2 Consideracións con respecto o Código técnico da edificación (CTE)...................................................................................................................................... 47 7. Outra normativa de interese relacionada coas obras de construción............................................................................................................................................... 49 7.1 RD 2177/2004 Equipos de traballo, en materia de traballos temporais en altura..................................................................................................................... 49 7.2 Traballos con risco de amianto nas obras de construción........................................................................................................................................................ 49 8. Algúns artigos do RD 5/2000 sobre infraccións e sancións de orde social e do e o RD 707/2002 procedemento sancionador especial no ámbito da administración do estado................................................................................................................................................................................................. 51 8.1 A responsabilidade en materia de prevención de riscos laborais............................................................................................................................................. 51 8.2 O procedemento administrativo especial para a imposición de medidas correctoras de incumprimentos en materia de prevención de riscos laborais no ámbito da administración........................................................................................................................................................................ 52 8.3 Algunhas infraccións que poderían ser sancionables polo procedemento sancionador habitual cando se actúa como promotor/a..................................... 52


PROGRAMA DE CONTIDOS

Anexos

ANEXO I

Normativa de referencia.................................................................................................................................................................................................................. 55

ANEXO II

Bibliografía...................................................................................................................................................................................................................................... 58

ANEXO III

Algunhas web de interese............................................................................................................................................................................................................... 59

ANEXO IV

Índice do Título IV do Libro II do Convenio colectivo xeral do sector da construción: Disposicións mínimas de seguridade e saúde aplicables nas obras de construción..................................................................................................................... 60


PROGRAMA DE CONTIDOS

Índice de abreviaturas CTE: DB HS: DB HR: DB HE: DB SE: DB SI: DB SU: INSHT: ISO: IT: DB: OHSAS: LISOS: LOE: LPRL: PRL: REA: TPC:

Código técnico da edificación. documento básico habitabilidade - salubridade. documento básico protección fronte ao ruído. documento básico aforro enerxético. documento básico seguridade estrutural. documento básico seguridade en caso de incendio. documento básico seguridade de utilización. Instituto Nacional de Seguridade e Hixiene no Traballo. Organización Internacional para a Estandarización. Inspección de Traballo e Seguridade Social. documentos básicos. series de avaliación en seguridade e saúde no traballo. Lei sobre infraccións e sancións na orde social. Lei de ordenación da edificación. Lei de prevención de riscos laborais. prevención de riscos laborais. Rexistro de empresas acreditadas. Tarxeta profesional da construción.


M贸dulo 1


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1. Lexislación e normativa básica de prevención · Introdución ao ámbito xurídico A Constitución española encomenda aos poderes públicos velar pola seguridade e hixiene no traballo. A Lei 31/1995, de prevención de riscos laborais, xurde deste mandato constitucional e dos compromisos internacionais do Estado español así como da necesidade de dar unha visión unitaria á política de prevención de riscos laborais e de actualizar as regulacións xa desfasadas e regular situacións novas non contempladas nestas. O seu obxecto é a determinación do corpo básico de garantías e responsabilidades necesario para establecer un axeitado nivel de protección da saúde dos traballadores/as fronte aos riscos derivados das condicións de traballo.

· Lexislación básica e de desenvolvemento A normativa sobre prevención de riscos laborais está constituída pola Lei de prevención de riscos laborais, as súas disposicións de desenvolvemento e complementarias e outras normas, legais ou convencionais, que conteñan prescricións relativas a adopción de medidas preventivas no ámbito laboral ou susceptibles de producilas no dito ámbito. No anexo I faise unha relación non exhaustiva da normativa en prevención de riscos laborais.

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2. Integración da prevención. Principios xerais da acción preventiva · Prevención - Conxunto de actividades ou medidas adoptadas ou previstas en todas as fases de actividade da empresa, co fin de evitar ou diminuír os riscos derivados do traballo. A Lei de prevención de riscos laborais establece que o/a empresario/a ou Administración Pública debe garantir a seguridade e saúde dos traballadores/as mediante a integración da actividade preventiva na empresa e a adopción das medidas necesarias para a protección da seguridade e saúde dos traballadores/as. A integración da actividade preventiva no conxunto de actividades e decisións da empresa implica: • Integración nos procesos técnicos, na organización do traballo e nas condicións en que este se preste. • Integración a todos os niveis xerárquicos significa incluír a prevención de riscos en calquera actividade que realicen ou ordenen e en todas as decisións que adopten. A integración é unha condición técnica e un requisito legal imprescindible para que a acción preventiva sexa eficaz.

· Integración da prevención - Nunha unidade organizativa, se se fixaron as funcións e se desempeña tendo en conta (ademais das consideracións produtivas) os obxectivos e principios preventivos. - Nunha actividade concreta, se o seu procedemento de execución se fixou e aplícanse os requisitos preventivos esixibles (e non só os produtivos) e as persoas que interveñen na súa xestión/ execución dispoñen da información e formación necesaria. O/a empresario/a aplicará as medidas que compoñen o deber xeral de prevención de acordo cos principios xerais de acción preventiva enumerados na Lei de prevención de riscos laborais.

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· Principios xerais de acción preventiva - Evitar os riscos. - Avaliar os riscos que non se poidan evitar. - Combater os riscos na súa orixe. - Adaptar o traballo á persoa en particular no que respecta á concepción dos postos de traballo, así como a escolla dos equipos e os métodos de traballo e de produción con miras en particular a atenuar o traballo monótono e repetitivo e a reducir os efectos deste na saúde. - Ter en conta a evolución da técnica. - Substituír o perigoso polo que entrañe pouco ou ningún perigo. - Planificar a prevención, buscando un conxunto coherente que integre nela a técnica, a organización do traballo, as condicións de traballo, as relacións sociais e a influencia dos factores ambientais no traballo. - Adoptar medidas que antepoñan a protección colectiva á individual. - Dar as debidas instrucións aos traballadores.

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3. Obrigas e responsabilidades 3.1 Obrigas do/a empresario/a O/a empresario/a ou Administración Pública ten o deber de protexer os traballadores/as fronte aos riscos laborais. De seguido detállanse as áreas de actuación máis relevantes. • Incorporar a prevención a todos os niveis xerárquicos, definindo a súa responsabilidade. • Planificar a produción integrando a prevención. • Constituír unha organización e dotala de medios para levar a cabo as actividades preventivas. • Implantar e aplicar un plan de prevención, en función das características da empresa e da avaliación de riscos realizada, e desenvolver un seguimento permanente da actividade preventiva, co fin de perfeccionar de xeito continuo as actividades de identificación, avaliación e control de riscos. • Garantir a vixilancia médica periódica en función do risco laboral. • Consultar e solicitar a participación dos traballadores/as en todo o que teña relación coa súa saúde laboral. • Informar e formar os traballadores/as nos riscos xerais e específicos existentes na empresa, así como na súa prevención. • Garantir a protección dos traballadores/as que, polas súas características persoais, ou estado biolóxico coñecido, incluídos aqueles que teñan recoñecida a situación de discapacidade física, psíquica ou sensorial, sexan especialmente sensibles aos riscos derivados do traballo, da maternidade, dos menores de 18 anos e dos traballadores/as con relacións de traballo temporal, de duración determinada, ou pertencentes a empresas de traballo temporal. • En función das características da empresa, adoptar un plan de emerxencia e primeiros auxilios. • Elaborar e conservar á disposición da autoridade laboral a documentación que indica a lei (ver cadro). • En caso de risco grave e inminente, adoptar as medidas necesarias para que os traballadores/as poidan interromper a súa actividade e abandonar, se fose necesario, o lugar de traballo. • Coordinación de actividades empresariais. Este compromiso adquíreno os/as empresarios/as que desenvolvan as súas actividades nun mesmo centro de traballo e aqueles que contraten ou subcontraten con outros a realización nos seus centros propios de obras ou servizos correspondentes á súa actividade.

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· Documentación que o/a empresario/a debe elaborar e conservar a disposición da autoridade laboral: - Plan de prevención - Avaliación de riscos - Planificación da actividade preventiva - Práctica dos controis de estado de saúde dos traballadores e conclusións obtidas. - Relación de accidentes de traballo e enfermidades profesionais dos traballadores cando causen ao traballador/a unha incapacidade laboral superior a un día de traballo.

· O/a empresario/a tamén está obrigado a: - Remitirlle a documentación anterior no momento do cese da actividade - Notificarlle por escrito os danos para a saúde dos traballadores ao seu servizo que se producisen con motivo do desenvolvemento do seu traballo que se determinen regulamentariamente. A documentación relacionada tamén debe ser posta a disposición das autoridades sanitarias. Hai que salientar que o custe das medidas relativas á seguridade e saúde no traballo non pode recaer sobre os traballadores/as. O incumprimento por parte do/a empresario/a das súas obrigas en materia de prevención de riscos laborais dará lugar a responsabilidades de tipo: • Administrativo: m  ultas, peche de empresa, limitacións para contratar coa administración. Son as sancións que, a proposta da Inspección de Traballo, se impoñen ás empresas por incumprir a normativa de prevención de riscos laborais. O importe das sancións que sexan de carácter económico vaise a determinar en función da gravidade dos incumprimentos (leves, graves e moi graves) que á súa vez van a clasificarse en 3 graos (mínimo, medio e máximo). • Penal: multas, privación de liberdade, clausura temporal ou definitiva da empresa, prohibicións para realizar operacións mercantís, etc. Pódese derivar cando se incorre nun delito contra os dereitos dos traballadores/as. • Civil: indemnización polos danos e prexuízos que poidan derivarse de devandito incumprimento. • De Seguridade social (recargo nas prestacións): incremento entre un 30% e 50%, segundo a gravidade da falta, de todas as prestacións económicas a favor do traballador/a en situación de incapacidade (temporal ou permanente) por continxencia profesional. Mentres que as responsabilidades civís e penais son determinadas polo xuíz, no xuízo correspondente, e polo tanto alcanzarán a quen este determine, a responsabilidade administrativa e de Seguridade social só pode ser asumida polo/la empresario/a.

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3.2 Dereitos dos traballadores/as Os dereitos dos traballadores/as en materia de prevención están avalados polo Estatuto dos traballadores e pola propia Lei 31/1995, de prevención de riscos laborais. Os traballadores/as teñen recoñecidos os seguintes dereitos: • A unha protección eficaz en materia de seguridade e saúde no traballo. • A recibir información sobre os riscos xerais e específicos para a seguridade e a saúde no traballo, as medidas e actividades de protección e prevención aplicables, e as adoptadas en materia de primeiros auxilios, evacuación de traballadores/as, etc. • A recibir unha formación teórica e práctica en materia preventiva. • Vixilancia médica periódica, co consentimento do propio traballador/a a non ser que se trate de unha actividade de risco. • Participar na empresa nas cuestións relacionadas coa prevención de riscos no traballo. As empresas con seis ou máis traballadores/as a súa participación se canalizará a través dos seus representantes e representación especializada (delegados de prevención). • A designación dos delegados de prevención é un dereito dos traballadores/as, que poden ou non exercelo. O/a empresario/a debe garantir a posibilidade de designación por vontade dos traballadores/as e definir as canles de comunicación necesarias a fin de facilitar a posta en práctica das súas funcións. • Paralizar a súa actividade en caso de risco grave e inminente. • Protección especial en caso de menores e maternidade. • Utilizar medios de traballo adecuados e debidamente protexidos. • Recibir medios de protección persoal adecuados á tarefa e aos riscos que comporta.

· Delegados de prevención - Son os representantes dos traballadores con funcións específicas en materia de prevención de riscos laborais. - Serán designados por e entre os representantes de persoal. - Nos convenios colectivos poderá establecerse outro sistema de designación. - O numero de delegados de prevención está en relación co número de traballadores da empresa.

· Competencias e facultades - Colaborar coa empresa na mellora da acción preventiva. - Promover e fomentar a cooperación dos traballadores na execución da normativa de prevención. - Ser consultado polo/a empresario/a con carácter previo á execución das medidas que legalmente este debe consultar aos traballadores. - Exercer un labor de vixilancia e control de cumprimento de normativa de prevención.

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- Acompañar aos/ás técnicos/as nas avaliacións de carácter preventivo e inspectores/as de traballo nas visitas e verificacións aos centros de traballo. - Ter acceso á información e documentación relativa ás condicións de traballo necesarias para o exercicio das súas funcións coas limitacións previstas na lei. - Ser informado polo/a empresario/a dos danos producidos na saúde dos traballadores. - Realizar visitas aos lugares de traballo para exercer un labor de vixilancia e control do estado das condicións de traballo. - Solicitar do/a empresario/a a adopción de medidas de carácter preventivo. - Propoñer ao órgano de representación dos traballadores a adopción do acordo de paralización de actividades

Comités de seguridade e saúde - É o órgano paritario e colexiado de participación destinado á consulta regular e periódica das actuacións da empresa en materia de prevención de riscos. - Constituirase un comité de seguridade e saúde en todas as empresas ou centros de traballo que conten con máis de 50 traballadores. - Estará formado polos delegados de prevención por unha parte e polo/a empresario/a e/ou os seus representantes en número igual ao dos delegados. - O comité reunirase trimestralmente, e sempre que o solicite algunha das representacións neste. - Competencias e facultades - Participar na elaboración, posta en práctica e avaliación dos plans e programas de prevención de riscos da empresa. - Promover iniciativas de métodos e procedementos para a efectiva prevención dos riscos. - Coñecer directamente a situación relativa á prevención no centro de traballo.

3.3 Obrigas dos traballadores/as • Velar pola súa propia seguridade no traballo e pola das persoas ás que poida afectar a súa actividade profesional cumprindo as medidas de prevención establecidas. • Cumprir as ordes e instrucións relativas á prevención e protección de riscos. • Usar adecuadamente os medios cos que desenvolve a súa actividade (máquinas, aparellos, ferramentas, etc.) e os medios e equipos de protección facilitados polo/a empresario/a. • Non anular nin modificar e utilizar correctamente os dispositivos de seguridade existentes. • Informar de inmediato sobre calquera situación que, ao seu xuízo, entrañe un risco para a súa seguridade e saúde ou para a do resto dos traballadores/as. • Comunicarlle ao/á empresario/a as situacións de saúde incompatibles co seu traballo. • Cooperar co/a empresario/a para que este poida garantir condicións de traballo seguras. O incumprimento por parte dos traballadores/as das obrigas en materia de seguridade e saúde no traballo terá a consideración de incumprimento laboral regulado do Estatuto dos traballadores. 

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4. Planificación e organización da prevención A prevención de riscos laborais debe integrarse no sistema xeral de xestión da empresa, tanto no conxunto das súas actividades como en todos os niveis xerárquicos desta, a través da implantación e aplicación dun plan de prevención de riscos laborais baseándose na: • Realización dunha avaliación inicial de riscos que teña en conta a natureza da actividade, as características dos postos de traballo existentes e dos traballadores/ as que deban desempeñalos. • Realización da planificación da actividade preventiva co fin de adoptar as medidas de prevención que se fagan necesarias a partir da avaliación de riscos. • Realización de controles periódicos das condicións de traballo, cando o resultado da avaliación o fixese necesario.

4.1 Plan de prevención de riscos laborais O plan de prevención é a ferramenta legalmente establecida (artigo 16 da Lei 31/1995), de prevención de riscos laborais, modificado pola Lei 54/2003) a través da cal se integra a actividade preventiva da empresa no seu sistema xeral de xestión e establece a súa política de prevención de riscos laborais. • O plan de prevención debe ser: - Aprobado pola dirección da empresa. - Asumido por toda a estrutura organizativa (en particular niveis xerárquicos). - Coñecido por todos os seus traballadores/as. • O Plan deberá reflectirse nun documento que se conservará a disposición da autoridade laboral, sanitaria e dos representantes dos traballadores/as e incluirá a seguinte información:

Contido do plan de prevención - Datos da empresa: identificación e actividade produtiva, número e características dos seus centros de traballo, número de traballadores e outras características relevantes na prevención de riscos laborais. - A estrutura organizativa, as funcións e as responsabilidades, en relación á prevención, de cada compoñente desa estrutura. - A organización da produción no que se refire aos distintos procesos técnicos e as prácticas e procedementos organizativos existentes na empresa relacionados coa prevención de riscos laborais. - A organización da prevención, indicando a modalidade preventiva elixida e os órganos de representación existentes. - A política, os obxectivos e metas que en materia preventiva pretende alcanzar a empresa, así como os recursos humanos, técnicos, materiais e económicos dos que vai dispor ao efecto.

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Os instrumentos esenciais para a xestión e aplicación do plan de prevención de riscos son: • Avaliación de riscos . • Planificación da actividade preventiva. • A implantación do plan de prevención non debe entenderse como a conclusión do proceso preventivo senón que este debe someterse a revisións periódicas en prazos non superiores a un ano.

4.2 Avaliación de riscos • É o proceso dirixido a estimar a magnitude dos riscos existentes na empresa e que non se puideron evitar, obtendo con iso a información sobre o tipo de medidas que deben adoptarse. • Debe servir para poder controlar os riscos existentes na empresa evitando que se produzan danos para a saúde dos traballadores/as e diminuíndo os custos económicos que supoñen para as empresas os accidentes laborais e as enfermidades profesionais. • Debe realizarse sobre todos os riscos para a seguridade e saúde dos traballadores/as. • Indicará medidas ou actividades preventivas para eliminar, reducir ou controlar os riscos.

4.3 Planificación da prevención • Realízase unha vez concluída a avaliación de riscos, cando os resultados da mesma puxesen de manifesto situacións de risco. Neste caso o/a empresario/a está obrigado a planificar a actividade preventiva para eliminar ou reducir e controlar tales riscos, conforme a unha orde de prioridades. • Teranse e conta as disposicións legais relativas a riscos específicos, así como os principios da acción preventiva. • A planificación incluirá para cada actividade preventiva o prazo para a súa realización, a designación de responsables e os recursos humanos e materiais necesarios para a súa execución. As empresas de ata 50 traballadores que non desenvolvan actividades perigosas (incluídas no anexo I do RD 39/1997) poderán reflectir nun documento único: - Plan de prevención. - Avaliación de riscos. - Planificación da actividade preventiva. • O/a empresario/a ten a obriga da efectiva execución das actividades incluídas na planificación efectuando para iso o seu seguimento continuo.

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SISTEMA XERAL DE XESTIÓN DA EMPRESA

PLAN DE PREVENCIÓN 1. Análise da empresa (por centro de traballo): actividade/procesos, traballadores/as, riscos principais, estructura organizativa, etc. 2. Deseño do sistema de prevención: descrición das actuacións e interrelacións, en prevención, das distintas unidades do sistema de xestión da empresa (incluído o servizo de prevención). 3. Implantación do sistema de prevención.

SISTEMA DE PREVENCIÓN1 (Deseñado e implantado mediante o Plan) Identificación/Avaliación dos riscos

Control3 e mellora

SISTEMA ACTUANDO

Planificación prevención

Execución2 e seguemento do planificado

Figura 1: modelo de xestión da prevención. Fonte: Guía técnica para a integración da prevención de riscos laborais na empresa. INSHT 1. Entendido como “Sistema xeral de xestión da empresa na que a prevención quedou integrada”. 2. A  execución dunha actividade non forma parte, obviamente, da xestión de dita actividade, senón que é o obxecto da mesma”. Non é , polo tanto, propiamente unha actividade do sistema de xestión. Incluiuse aquí para facilitar unha visión global do sistema de “xestión e execución”. 3. D  e cambios, incidentes, danos e oportunidades de mellora. Se estes controis (ou unha auditoría) mostran que o sistema (ou un compoñente do mesmo) resulta ineficaz, este deberá modificarse. Se as modificacións que o sistema require son importantes, será necesario reelaborar o plan para deseñar e mplantar tales modificacións.

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4.4 Organización da actividade preventiva. Modalidades preventivas. Para levar a cabo as actividades preventivas nunha empresa, de acordo co previsto no RD 39/1997, Regulamento dos servizos de prevención, o/a empresario/a pode optar por algunha das seguintes modalidades de organización: •A  sumir a actividade preventiva o/a propio/a empresario/a. Para elixir esta modalidade, o/a empresario/a debe: • Desenvolver de forma habitual a súa actividade no centro de traballo. • Ter a capacidade correspondente ás funcións preventivas a desenvolver (nivel básico, intermedio ou superior). Establécense como requisitos que: • A actividade non estea incluída no anexo I do RD 39/1997, é dicir, que non sexa considerada especialmente perigosa. • A empresa teña ata 10 traballadores/as. Entre as actividades relacionadas no anexo I do RD 39/1997, nas que o/a empresario/a non pode asumir a prevención, atópanse as actividades en obras de construción, escavación, movemento de terras e túneles, con risco de caída en altura ou sepultamento. • Designar un ou varios traballadores/as para levala a cabo. Os/as traballadores/as designados/as deberán: •D  ispor da capacidade e formación e os medios e tempo necesarios para realizar as súas funcións. • Dispor da especialidade en Medicina do Traballo para realizar a vixianza da saúde. En caso contrario deberá contratarse. • Ser suficientes en número, en función do tamaño da empresa, os riscos existentes e a súa distribución. •C  onstituír un servizo de prevención propio. Débese constituír un servizo de prevención propio cando: •A  empresa teña máis de 500 traballadores/as.

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• A empresa teña entre 250 e 500 traballadores/as e desenvolva algunha das actividades incluídas no anexo I do RD 39/1997. • Así o decida a autoridade laboral, en función do perigo da actividade desenvolvida ou da frecuencia ou gravidade da sinistralidade da empresa, independentemente do número de traballadores/as e de se a súa actividade está ou non incluída no anexo I do RD 39/1997. O servizo de prevención debe: • Constituír unha unidade organizativa específica. • Dispor de dúas especialidades preventivas como mínimo (seguridade, hixiene, medicina e psicosocioloxía). As actividades preventivas non asumidas polo servizo de prevención propio deberán ser concertadas con un ou máis servizos de prevención alleos. • Someter as súas actividades a unha auditoría. • Recorrer a un servizo de prevención alleo. Débese recorrer a un servizo de prevención alleo cando: • A designación dun ou dunha ou varios/as traballadores/as sexa insuficiente para a realización da actividade preventiva. • Non se optase pola constitución dun servizo de prevención propio. • Se producise unha asunción parcial da actividade preventiva. Por iso deberá formalizarse o oportuno concerto, que deberá incluír: • Identificación do servizo de prevención alleo. • A empresa destinataria da actividade, así como dos centros de traballo da mesma. • Aspectos da actividade preventiva a desenvolver. • Actividade de vixilancia da saúde dos traballadores/as, no seu caso. • Duración e condicións económicas do concerto. • Constituir un servizo de prevención mancomunado. Pódese constituír un servizo de prevención mancomunado: • Entre aquelas empresas que desenvolvan simultaneamente actividades nun mesmo centro de traballo, edificio ou centro comercial sempre que quede garantida a operatividade e eficacia do servizo. Teñen a consideración de servizos de prevención propios polo que terán que cumprir o esixido a devanditos servizos. • Entre empresas pertencentes ao mesmo sector produtivo ou grupo empresarial ou que desenvolvan as súas actividades nun polígono industrial ou área xeográfica limitada cando se estableza por negociación colectiva, mediante acordos do Estatuto dos traballadores ou, na súa falta, por decisión das empresas afectadas.

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Modalidades posibles para unha empresa do sector da construción: - Un ou máis traballadores/as designados. - Servizo de prevención propio. - Servizo de prevención alleo. - Servizo mancomunado. Calquera modalidade deberá contar cos medios necesarios para realizar as actividades preventivas co fin de garantir a axeitada protección da seguridade e saúde dos traballadores/as. O servizo de prevención estará en condicións de proporcionar á empresa o asesoramento e apoio que precise en función dos tipos de risco que existan e no referente a: • Deseño, implantación e aplicación dun plan de prevención que permita a integración da prevención na empresa. • Avaliación de riscos. • Planificación das actividades preventivas. • Información e formación dos traballadores/as. • Plans de emerxencia e primeiros auxilios. • A vixilancia da saúde dos traballadores/as. A decisión de elixir unha modalidade organizativa correspóndelle ao/á empresario/a tendo en conta a natureza dos riscos e a súa magnitude e distribución, os traballadores/as expostos, o tamaño do cadro de persoal, entre outros; sempre respectando as limitacións e obrigas que establece a normativa en función do tamaño e a actividade.

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5. Sistemas de control sobre os riscos existentes A realización de controis periódicos das condicións de traballo permite garantir a eficacia das medidas preventivas implantadas.

Condición de traballo Calquera característica do traballo que poida ter unha influencia significativa na xeración de riscos para a seguridade ou saúde do traballador/a.

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6. Integración dos sistemas de prevención, calidade e medio ambiente O sistema de prevención ou sistema de xestión da prevención debe integrarse no sistema xeral de xestión do ente local e debe ser coherente coa totalidade das actuacións e estar vinculado cos sistemas de calidade e medio ambiente, cos que existen importantes correlacións. Actualmente temos varios modelos de xestión, que as organizacións están adoptando para encamiñarse cara a denominada “excelencia”. A especificación técnica OHSAS 18001 comparte moitos principios coas normas de xestión da calidade (ISO 9000) e de xestión medioambiental (ISO 14000). A adopción dun sistema normalizado para a xestión esixe unha serie de requisitos, entre eles, que o sistema estea documentado. Na xestión da prevención de riscos laborais, calidade e medio ambiente, tanto a política da organización como as funcións e responsabilidades de cada nivel xerárquico da administración local poder ser unificadas. Neste senso podería formularse a existencia dun único manual de xestión, tendo en conta sempre a necesidade de dispoñer dos instrumentos esixidos pola a lexislación en materia preventiva:

RESPONSABILIDADE SOCIAL

• Plan de prevención de riscos laborais. • Avaliación de riscos.

COMPETETIVIDADE

• Planificación da actividade preventiva.

CONDICIÓNS DE TRABALLO

CALIDADE

MEDIO AMBIENTE Figura 2: responsabilidade social e integración de sistemas. Fonte: nota técnica de prevención 643. Responsabilidade social das empresas (I). Conceptos xerais. INSHT MÓDULO I

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7. Auditorías O sistema de prevención segue un ciclo que consiste, de xeito básico, en: avaliación de riscos, planificación da prevención para a redución e control dos riscos, execución e seguimento do planificado, control dos cambios e dos incidentes ou danos e posibilidade de mellora. Os controis aplicados e efectuados polo propio sistema de xestión (auditoría interna) así como as auditorías ou avaliacións externas, previstas na Lei de prevención de riscos laborais e no Regulamento dos servizos de prevención, permiten detectar as deficiencias, determinar as correccións e establecer as modificacións ou actuacións de mellora precisas.

MÓDULO I

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M贸dulo 2


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1. Introdución á prevención de riscos laborais na entidade local en relación coa construción 1.1 Introdución A prevención de riscos laborais é non soamente un imperativo legal, senón unha obriga social e moral no ámbito laboral xeral e tamén, no ámbito das administracións públicas e particularmente no ámbito da administración local. O desenvolvemento dun traballo ben feito, eficaz e rendible non é incompatible con que se faga nunhas condicións de Seguridade e Saúde Laboral axeitadas. Moi ao contrario os accidentes laborais e as enfermidades profesionais acaecidas no ámbito das administración públicas e máis concretamente as derivadas de traballos no sector da construción están facendo que os/as traballadores/as deban ser atendidos no ámbito sanitario da seguridade social, acaben cunha pensión de incapacidade e que os entes locais e a administración en xeral, así como os cidadáns teñan que asumir custos que se poden cifrar en miles de millóns de euros cada ano, existindo ademais importantes aspectos no campo sancionador ou de responsabilidade da entidade ou incuso de carácter individual dos que non podemos esquecernos. A administración local en moitos aspectos está ligada á construción e pode incidir en diferentes aspectos relacionados coa seguridade na construción, por outro lado en moitas ocasións actúa como promotor/a ou contratista da obra co que ten os seus dereitos e as súas obrigas.

1.2 A xestión da prevención nas obras de construción O ente local, como empresa, debe organizar a súa prevención o que incluirá a todos/as os/as traballadores/as, e todos os centros de traballo de que dispoña, incluídas as obras de construción nas que participe. Para poder atribuír funcións e responsabilidades en materia de prevención, integrando e distribuíndo polo organigrama da empresa, o que é conveniente ter en conta nas RPT e nos presupostos do organismo. A xestión da prevención na obra empeza polo encargo de redacción do proxecto e remata coa posta en práctica do traballo ben feito, integrando a prevención a través do esquema xerárquico e organizativo da empresa, o que supón a actuación de diversos actores, cada un coas súas funcións, que deben estar definidas con claridade: mandos intermedios, xefes/as de obra, encargados/as, traballadores/as, recursos preventivos, coordinadores/as de seguridade en fase de redacción do proxecto, coordinador/a de seguridade en fase de execución.

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ESQUEMA XERAL

ENTIDADE-LOCAL EMPRESA

OBRA

Lei 31/1995 de PRL

RD 1627/1997 Obras

• Avaliación de riscos • Plan de prevención

• oficinas • talleres • almacén, etc.

• postos traballo en obra

pizarrista

albanel

RECURSOS PREVENTIVOS Lei 54/2003

PROXECTO

encofrador

PLAN DE SEGURIDADE

COORDINADOR

Figura 3: esquema xeral EMPRESA-OBRA

MÓDULO II

ESTUDO DE SEGURIDADE

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RD 171/2004


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1.3 Recursos preventivos en obras de construción Cada contratista debe nomear os recursos preventivos necesarios para as situacións de especial risco. Terán como obxecto vixiar o cumprimento das medidas incluídas no plan de seguridade e saúde no traballo e comprobar a eficacia destas, sen prexuízo das obrigas do/a coordinador/a. No plan de seguridade e saúde se determinará a forma de levar a cabo a presenza dos recursos preventivos: cando, cantos, formación dos mesmos, etcétera. Os recursos preventivos deben permanecer no centro de traballo durante o tempo en que se manteña a situación que motivou a súa presenza. Os recursos preventivos teñen funcións tanto sobre actividades do/a contratista, como dos/as subcontratistas que dependen del.

RECURSO PREVENTIVO NA OBRA

¿CANDO?

¿OBXECTO?

• Os riscos poidan verse agravados ou modificados no desenvolvemento do proceso ou a actividade por concurrencia de operación diversas desenvolvidas simultanea ou sucesivamente que fagan preciso o control da correcta aplicación dos métodos de traballo.

• Vixiar o cumprimento das medidas incluídas no plan de seguridade e saúde no traballo e comprobar a eficacia das mesmas.

• Se realicen actividades ou procesos regulamentariamente considerados perigosos. • Cando a IT requerira dita presencia.

¿QUEN DISPORÁ DEL?

¿QUEN PODE SER?

CADA CONTRATISTA

• Un/unha ou varios/as traballadores/as designados/as. • Un/unha ou varios/as traballadores/as do servizo de prevención propio. • Un/unha ou varios/as traballadores/as do servizo de prevención alleo. • Un/unha ou varios/as traballadores/as que reunan os coñecementos, a cualificación e a experiencia necesarias nas actividades ou procesos e conten coa formación preventiva, como mínimo, de nivel básico.

SEN PREXUÍZO DAS OBRIGAS DO COORDINADOR Figura 4: recursos preventivos en obras de construción.

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1.4 Coordinación de actividades empresariais en obras de construción Sempre que se vaia facer unha obra nun centro de traballo da administración, independentemente da existencia dun ou dunha coordinador/a de seguridade e saúde laboral na fase de execución, debe existir unha coordinación derivada do RD 171/2004, tendo en conta que a administración pode ser ou non titular do centro de traballo, e que pode ou non tratarse de actividades da propia administración, pero que en todo caso concorren traballadores/as de varias empresas, podéndose dar tres situacións distintas: - Deberes da administración cando concorren varias empresas nun mesmo centro de traballo. Esta situación pode darse, por exemplo, cando nunha vía pública concorren traballadores/as da administración e traballadores/as doutra empresa que non está baixo a súa dependencia (por exemplo: traballadores/as da administración e de unha empresa construtora contratadas por outra administración). A administración non é titular do centro de traballo, pero concorre con outras empresas. Neste caso existe un deber de cooperación. - Deberes da administración como titular do centro de traballo no que concorren traballadores/as de varias empresas. Esta situación pode darse cando a administración e promotora, pero non intervén na execución das obras, e para acceder ás mesmas os/as traballadores/ as deben pasar polo centro de traballo da administración, ou executar obras na zona de influenza de riscos de diversa índole, aos que podan verse expostos traballadores/as da citada administración (por exemplo: a execución da modificación duns aseos dentro dun edificio da administración en uso). Neste caso existe un deber de información sobre os riscos. - Deberes da administración como empresario/a principal cando concorren traballadores/as de varias empresas. Esta situación pode darse cando a administración executa as obras e subcontrata a outras empresas para levar a cabo parte delas. Dáse cando o que se executa forma parte da propia actividade da administración ou cando a administración realiza a mesma actividade que as empresas que concorren. Existe un deber de vixilancia do/a empresario/a principal con respecto os/as traballadores/as das outras empresas.

1.5 A administración fronte os/as traballadores/as autónomos/as As administracións con respecto os/as traballadores/as autónomos/as deben: • Informalos sobre os riscos existentes no centro de traballo. • Vixiar o cumprimento das obrigas recollidas no artigo 12 do RD 1627/1997. • Comprobar a alta na seguridade social no réxime lle corresponda. • Comprobación, no seu caso, de ter en a cobertura de accidentes de traballo e enfermidades profesionais. • Vixiar a coordinación entre autónomos/as e traballadores/as de outras empresas. • Cando os/as traballadores/as autónomos/as deban operar con maquinaria, equipos, produtos, materias ou útiles proporcionados pola administración para a que executen a súa actividade profesional, pero non realicen esa actividade no centro de traballo de tal administración, esta asumirá as obrigas de proporcionar a información necesaria para que a utilización e manipulación da maquinaria, equipos, produtos, materias primas e útiles de traballo se produza sen risco para a seguridade e a saúde. MÓDULO II

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2. Os concellos e a responsabilidade en seguridade e saúde laboral relacionada coas obras de construción 2.1 Algunhas definicións recollidas no RD 1627/1997 Promotor/a: calquera persoa física ou xurídica por conta da cal se realice unha obra. Cando o/a promotor/a contrate directamente traballadores/as autónomos/ as para a realización da obra ou de determinados traballos da mesma, terá a consideración de contratista respecto daqueles, coas obrigas do/a contratista. Obra de construción ou obra: c  alquera obra, pública ou privada, na que se efectúen traballos de construción ou enxeñaría civil. Se inclúe unha relación non exhaustiva: • Escavación e movemento de terras. • Construción. • Montaxe e desmonte de elementos prefabricados. • Acondicionamento ou instalacións. • Transformación. • Rehabilitación e reparación. • Desmantelamento e derribas. • Mantemento, conservación e traballos de pintura e de limpeza. • Saneamento. Contratista: a persoa física ou xurídica que asume contractualmente ante o promotor, con medios humanos e materiais, propios ou alleos, o compromiso de executar a totalidade ou parte das obras con suxeición ao proxecto e ao contrato. Subcontratista: a persoa física ou xurídica que asume contractualmente ante o/a contratista, empresario/a principal, o compromiso de realizar determinadas partes ou instalacións da obra, con suxeición ao proxecto polo que se rexe a súa execución. Traballador/a autónomo/a: a  persoa física distinta do/a contratista e do/a subcontratista, que realiza de forma persoal e directa unha actividade profesional, sen suxeición a un contrato de traballo, e que asume contractualmente ante o promotor, o/a contratista ou o/a subcontratista o compromiso de realizar determinadas partes ou instalacións da obra. Cando o/a traballador/a autónomo/a empregue na obra a traballadores/as por conta allea terá a consideración de contratista ou subcontratista. MÓDULO II

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2.2 Plans de seguridade e saúde laboral nas obras de construción En aplicación do estudo ou estudo básico de seguridade e saúde, e en función do seu propio sistema de execución da obra, cada contratista ten que elaborar un plan de seguridade e saúde. O plan de seguridade e saúde laboral e un documento, modificable no tempo, no que se especifica como se van a desenvolver as medidas de prevención de riscos laborais, nesa obra en concreto, por parte de cada contratista e das empresas subcontratadas por el. Poderá ser modificado polo/a contratista en función do proceso de execución ou por mor da evolución da obra. O/a contratista pode incluír medidas alternativas de prevención de riscos laborais as recollidas no estudo ou estudo básico, sempre e cando as xustifique tecnicamente e non supoñan unha diminución dos niveis de protección previstos nin unha diminución económica do importe total do presuposto. No caso das administracións públicas, como promotoras da obra, o/a coordinador/a en fase de execución fará un informe favorable do plan, para que a administración pública aprobe o plan de seguridade e saúde laboral, ou cada unha das súas modificacións.

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APROBACIÓN PLANS DE SEGURIDADE

OBRAS DE PROMOCIÓN PÚBLICA

OBRAS DE PROMOCIÓN PRIVADA

• LIBRO DE INCIDENCIAS facilitado por: oficina de supervisión de proxectos ou órgano equivalente da administración. • En obra. • En poder do/a coordinador/a en fase de execución.

• LIBRO DE INCIDENCIAS facilitado por: colexio profesional do/a técnico/a que aproba o plan. • En obra. • En poder do/a coordinador/a en fase de execución.

PLAN DE SEGURIDADE realizado polo/a CONTRATISTA

PLAN DE SEGURIDADE realizado polo/a CONTRATISTA

• O/a COORDINADOR/a informa o plan • Presentación do plan co informe a administración

O/a COORDINADOR/a informa o plan.

Modificacións do Plan

Modificacións do plan

A ADMINISTRACIÓN aproba o plan

Aprobación das modificacións

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Aprobación das modificacións

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O/a COORDINADOR/a aproba o plan


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2.3. Designación dos/as coordinadores/as O/a promotor da obra ten que nomear un/unha coordinador/a en fase de proxecto cando na elaboración do mesmo interveñan varios proxectistas. Cando na execución da obra interveñan simultánea ou sucesivamente máis dunha empresa, empresas e traballadores/as autónomos/as ou varios traballadores/ as autónomos/as, o promotor, antes do inicio dos traballos ou tan pronto como constante dita circunstancia, ten que designar un/unha coordinador/a en fase de execución. A designación dos/as coordinadores/as compete o ente local e non pode ser delegada no/a contratista.

FASE DE PROXECTO

Interveñen varios proxectistas no proxecto de obra

SI O/a PROMOTOR/a designa un/unha coordinador/a de seguridade e saúde en fase de proxecto.

O/a COORDINADOR/a realiza o estudo de seguridade e saúde.

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NON O/a PROMOTOR/a designa técnico competente que realice o estudo de seguridade e de saúde.

O/a COORDINADOR/a fai que se elabore o estudo de seguridade e saúde baixo a súa responsabilidade.

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FASE DE EXECUCIÓN

Existe máis dunha empresa, unha empresa e traballadores/as autónomos/as, diversos traballadores/as autónomos/as.

SI

O/a COORDINADOR/a en fase de execución e de proxecto pode ser a mesma persoa.

NON

O/a PROMOTOR/a designará un/unha coordinador/a de seguridade e saúde en fase de proxecto.

O CONTRATISTA elabora o plan de seguridade e saúde.

O/a PROMOTOR/a designa a un/unha coordinador/a en materia de seguridad e saúde durante a execución da obra.

A DIRECCIÓN FACULTATIVA será a que aprobe o plan de seguridade e saúde.

CADA CONTRATISTA elaborará o seu plan de seguridade e saúde.

O plan será aprobado polo/a COORDINADOR/a antes do inicio da obra.

En caso de modificacións dos plans, as ditas modificacións deben ser aprobadas pola persoa que aprobou o plan.

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Obrigas do/a coordinador/a de seguridade e saúde durante a execución da obra O/a coordinador/a de seguridade e saúde durante a execución da obra deberá levar a cabo as seguintes funcións: - Coordinar a aplicación dos principios xerais de prevención e de seguridade: tomar decisións co fin de planificar os traballos simultáneos ou sucesivos. - Coordinar as actividades da obra para garantir que se apliquen os principios da acción preventiva (artigo 15 da LPRL) e, en particular, os do artigo 10 do RD 1627/1997: • Mantemento da obra en bo estado de orde e limpeza. • Elección do emprazamento dos postos e áreas de traballo, tendo en conta as súas condicións de acceso, e a determinación das vías ou zonas de desprazamento ou circulación. • A manipulación dos distintos materiais e a utilización dos medios auxiliares. • O mantemento, o control previo a posta en servizo e o control periódico das instalacións e dispositivos necesarios para a execución da obra, co obxecto de corrixir os defectos que puideran afectar a seguridade e a saúde dos/as traballadores/as. • A delimitación e o acondicionamento das zonas de almacenamento e depósito dos distintos materiais, en particular se se trata de materiais ou substancias perigosas. • A recollida dos materiais perigosos empregados. • O almacenamento e a eliminación ou evacuación de residuos e cascallos. • A adaptación, en función da evolución da obra, do período de tempo efectivo que deberá dedicarse aos distintos traballos ou fases do traballos. • A cooperación entre os/as contratistas, subcontratistas e traballadores/as autónomos/as. • As interaccións e incompatibilidades con calquera outro tipo de traballo ou actividade que se faga na obra ou cerca do lugar da obra. - Aprobar o plan de seguridade e saúde elaborado polo/a contratista e, no seu caso, as modificacións introducidas no mesmo. A dirección facultativa asumirá esta función cando non fora precisa a designación de coordinador/a. - Organizar a coordinación de actividades empresariais prevista no art. 24 da LPRL. - Coordinar as accións e funcións de control da aplicación correcta dos métodos de traballo. - Adoptar as medidas precisas para que solo as persoas autorizadas podan acceder a obra. A dirección facultativa asumirá esta función cando non fora precisa a designación de coordinador/a.

2.4 Os concellos ante as licenzas de obra O exercicio da competencia municipal de outorgamento de licenza é un momento fundamental para a comprobación ou favorecemento de determinados aspectos que son obrigatorios ou benefician a posta en práctica da prevención de riscos laborais. A esixencia de proxecto de execución para as obras que o precisen, no que se inclúe o estudo ou estudo básico de seguridade e saúde laboral, así como a esixencia de técnicos competentes na dirección da obra, supón un maior nivel de garantía das condicións de seguridade na execución da obra.

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A esixencia destes temas pode acabar evitando que o promotor, incluso o promotor para vivenda unifamiliar para uso propio, incumpran os seus deberes sexa por descoñecemento ou por vontade propia, e eviten moitos problemas posteriores por incumprimento dos seus deberes como promotores.

- Esixencia de proxecto elaborado por técnico competente, que inclúa o estudo ou estudo básico de seguridade e saúde laboral para aquelas obras que o precisen, e visado polo colexio profesional. - Esixencia de dirección facultativa para aquelas obras que o precisen. Ter en conta o regulamento de disciplina urbanística da Lei do solo de Galicia que indica cando esixir proxecto e dirección facultativa. Obras con proxecto e sen proxecto. - Esixencia de que quen realice estas funcións sexa un técnico competente. Para o caso de obras de edificación terase en conta o disposto na Lei de ordenación da edificación, segundo se reflicte no apartado correspondente.

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2.5 As entidades locais como administración Funcións que ten a entidade local como administración.

Existencia do plan de seguridade e saúde laboral.

- A oficina de supervisión de proxectos ou órgano equivalente fará declaración expresa sobre a inclusión do estudo ou estudo básico de seguridade e saúde no proxecto.

Aprobar o plan de seguridade e saúde laboral das súas obras.

- Previo informe favorable do/a coordinador/a en materia de seguridade e saúde durante a execución da obra, a administración pública que adxudicase a obra ten que aprobar cada plan de seguridade da obra e os anexos ao plan nos casos nos que se modifique o plan.

Facilitar o libro de incidencias.

- A oficina de supervisión de proxectos ou órgano equivalente ten que facilitar o libro de incidencias habilitado, co fin de control e seguimento do plan de seguridade.

2.6 As entidades locais na adxudicación ou contratación de obras A entidade local cando contrata ten algúns mecanismos na súa man para facelo con empresas que, a priori, cumpran mellor cos temas de prevención de riscos laborais, o que evitará a longo prazo problemas ao propio ente local. Para iso o mecanismo máis axeitado é incluír nos pregos de cláusulas elementos que primen a utilización de métodos de traballo seguros ou a contratación de empresas seguras, sempre que a normativa de contratación o permita. Se as empresas saben que se lles primará ter pouca sinistralidade á hora de contratalas tratarán de reducila como un obxectivo estratéxico para a súa empresa, se non, pois deixarano como un tema secundario. Se saben que se lles requirirán sistemas de traballo coa seguridade integrada, disporán deles, senón pois traballarán con sistemas menos seguros. Para isto haberá que ter en conta o recollido, entre outros, na Lei 30/2007, de 30 de outubro de contratos do sector público, e moi especialmente nos arts. 49, 62, 65, 100, 101, 102, 134, 210, 211 e o capítulo I do título II relativo ao contrato de obras. Todo isto sen prexuízo de respectar o dereito a non restrinxir a concorrencia as licitacións de todas as empresas que cumpran coa normativa de prevención de riscos laborais, e de que poidan xustificar a idoneidade do nivel de seguridade que se poda acadar cos seus métodos de traballo, de cara a conseguir unha seguridade equivalente á recollida nos pregos ou nos requisitos fixados para a contratación.

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2.6.1 Recomendacións - Delimitar nos pregos de cláusulas administrativas os deberes en materia de prevención de riscos laborais que deben cumprir as empresas. - Delimitar nos pregos cláusulas os medios técnicos a empregar en determinadas obras, para realizar os traballos con seguridade. Por exemplo en obras de saneamento sistemas de entibación e colocación de canalización mecanizados ou sistemas de niveis de seguridade equivalente. - Sería bo poder definir criterios de selección que inclúan elementos en materia de prevención de riscos laborais non obrigatorios, sempre que a normativa de contratación o permita, e especialmente nos procedementos restrinxidos, respectando os dereitos de non restrición da concorrencia. Estar inclusos en Bonus segundo o recollido no RD 404/2010. Dispor un sistema normalizado de xestión da prevención, como a norma OSHAS, ou calquera outra similar, certificada por un organismo competente. Presentación de informe de sinistralidade dos últimos anos realizado polo servizo de prevención indicando o índice de incidencia e relacionándoo co do sector. Presentación de informe do servizo de prevención sobre formación voluntaria por enriba da legalmente establecida. - Control das prohibicións de contratar derivadas do art. 54 da Lei de prevención de riscos laborais, en relación cos arts. 49 e 50 da lei 30/2007 de contratos do sector público. Controlar que non se contrate con empresas que están incursas en prohibicións de contratar. - Controlar as subcontratacións, tanto respecto o contido na Lei de subcontratación, como no contido na Lei de contratos do sector público, reservándose, no seu caso, a súa autorización previa e esixindo que este trámite se cumpra, non superando en ningún caso o 60% da obra contratada. Todo isto de acordo co disposto na Lei 30/2007 de 30 de outubro de contratos do sector público, e moi especialmente no seu art. 210.

2.7 As entidades locais como promotores de obras: deberes e obrigas As entidades locais, como promotores de obras, teñen os mesmos deberes e obrigas que calquera outro promotor, con algunhas especialidades e coa particularidade de que como entes públicos teñen o deber de servir como exemplo no cumprimento da normativa de prevención de riscos laborais. - Encargar a realización do proxecto, e que este inclúa o estudo ou estudo básico de seguridade. Os proxectos das obras deben incluír como parte dos mesmos un estudo ou estudo básico de seguridade e saúde, será elaborado polo técnico competente designado polo promotor. O estudo de seguridade e saúde será obrigatorio nos supostos seguintes:

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• Que o orzamento de execución por contrata incluído no proxecto sexa igual ou superior a 75 millóns de pesetas (450.759,08 €). • Que a duración estimada sexa superior a 30 días laborables, empregándose nalgún momento a máis de 20 traballadores/as simultaneamente. • Que o volume de man de obra estimada, entendendo por tal a suma dos días de traballo do total dos/as traballadores/as na obra, sexa superior a 500. • As obras de túneles, galerías, conducións subterráneas e presas. No resto de proxectos de obras, o promotor estará obrigado a que na fase de redacción do proxecto se elabore un estudo básico de seguridade e saúde. - Designar dirección facultativa Sempre que sexa preciso conforme a normativa en vigor en cada caso. O/a coordinador/a de seguridade e saúde en fase de proxecto forma parte da dirección facultativa da obra. - Designar coordinador/a en fase de proxecto En caso de que existan varios proxectistas, quen será o/a encargado/a de realizar o estudo ou estudo básico de seguridade e saúde ou de facer que se elabore baixo a súa responsabilidade. - Designar coordinador/a en fase de execución En caso de que interveñan simultánea ou sucesivamente na obra máis dunha empresa, empresas e traballadores/as autónomos/as ou varios/as traballadores/ as autónomos/as, o promotor, antes do inicio dos traballos ou tan pronto como constante dita circunstancia, ten que designar un/unha coordinador/a en fase de execución. - Controlar que o/a coordinador/a está actuando A falta de actuación do/a coordinador/a pode ser obxecto de procedemento sancionador polo procedemento ordinario, de acordo co recollido no art. 2.5 do RD 707/2002, de igual forma que se faría a un promotor privado. Igualmente non será de aplicación o presente Regulamento (RD 707/2002) aos órganos da Administración xeral do estado cando actúen na condición de promotor de obras de construción, conforme ao RD 1627/1997, de 24 de outubro, polo que se establecen disposicións mínimas de seguridade e saúde nas obras de construción, que se rexerán polas súas normas específicas. - Asegurarse de que a certificación pola dirección facultativa das partidas de seguridade e saúde laboral do presuposto, se corresponde cunha verdadeira posta en obra das medidas preventivas É un fraude de lei certificar e pagar unhas medidas preventivas que o/a contratista ou os/as subcontratistas non aplicaron. - Con respecto a contratación de traballadores/as autónomos/as Cando o promotor contrate directamente a traballadores/as autónomos/as convértese en contratista con respecto aos mesmos e polo tanto ten as obrigas e os deberes dun ou dunha contratista.

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- Garantir que cada contratista realice a comunicación de apertura con carácter previo ao inicio dos traballos. De acordo co artigo 3 do RD 337/2010, nas obras de construción, a comunicación de apertura do centro de traballo á autoridade laboral competente deberá ser previa ao comezo dos traballos e presentarase unicamente polos/as empresarios/as que teñan a consideración de contratistas, e incluirá o plan de seguridade e saúde (xunto coa súa aprobación), ou de non ser esixible, a avaliación de riscos. - Establecer un sistema de acceso a obra. O/a contratista debe establecer un sistema de acceso a obra, que terá que validar o/a coordinador/a de seguridade, para que unicamente persoas autorizadas (de alta na SS, con formación ...) poidan acceder á obra.

2.8 As entidades locais como realizadoras de obras: contratistas e subcontratistas A entidade local ou un organismo dependente dela, con frecuencia, executa obras xa sexa empregando exclusivamente medios propios ou coa colaboración de empresarios/as particulares, de acordo co establecido no artigo 24 da Lei 30/2007 de 30 de outubro de contratos do sector público, entre outras modalidades; co que pode ter a condición de contratista da obra. - Redacción do plan de seguridade. Como contratista da obra, e en aplicación do estudo ou estudo básico de seguridade, ten que redactar o plan de seguridade e saúde laboral podendo propor medidas alternativas de prevención xustificadas. - Comunicación á autoridade laboral. Como contratista da obra ten a obriga de realizar a comunicación de apertura de centro de traballo ante a autoridade laboral antes do comezo dos mesmos. - Rexistro de empresas acreditadas. Como contratista da obra precisa a inscrición no rexistro de empresas acreditadas, moi especialmente se realiza obras para terceiros ou subcontrata parte da obra. - Recurso preventivo. Cada contratista ten a obriga de aportar os recursos preventivos necesarios, indicados no plan de seguridade e saúde laboral, e que estean presentes no centro de traballo mentres exista o risco que os motivou. - Convenio. Os/as traballadores/as da entidade local ou organismo dependente dela poden estar contratados conforme ao convenio da construción, polo que, lles serán aplicables os dereitos, deberes e obrigas recollidos no dito convenio. En todo caso veremos noutro apartado, as principais características destes convenios, para o caso de que sexan aplicables, ou ben para coñecelos de cara á contratación de empresas externas. MÓDULO II

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Ditos convenios poderían considerarse como orientación de cara á formación ou aos requisitos técnicos nas obras, en caso de carecer de normativa específica ou de cara a aprobar convenios propios nas entidades locais, onde tamén se poderian recoller con carácter subsidiario. -S  ubcontratas - subcontratista. Se unha entidade local que realiza unha obra pretende subcontratar parte dos traballos a unha empresa allea ou a un organismo dependente da entidade local ten que ter en conta o establecido na lei de subcontratación, desenvolvida máis adiante, entre outros a adquisición, habilitación e manter ao día o libro de subcontratación. Por outra parte hai que ter en conta o establecido en canto a información recíproca dos riscos entre as empresas que interveñen nun mesmo centro de traballo. Un organismo dependente da entidade local pode chegar a actuar coma subcontrata, coas súas obrigas e dereitos.

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3. Resumo dalgúns apartados específicos da Lei 32/2006 e do RD 1109/2007 sobre subcontratación no sector construción (atención ás variacións derivadas do RD 373/2010) A normativa sobre subcontratación establece límites nas cadeas de subcontratación. Non limita a subcontratación a nivel horizontal, pero si limita a subcontratacción en vertical ata 3 niveis de subcontratación e ademais tamén impide cun ou cunha traballador/a autónomo/a ou unha empresa denominadas “man de obra” “intensiva”, que non aportan maquinaria, salvo equipos portátiles, non poden subcontratar. Permítese unha subcontrata de 4º nivel soamente por razóns xustificadas, taxadas, e previa autorización da dirección facultativa. Do mesmo xeito un/unha autónomo/a ou subcontrata intensiva poden subcontratar soamente por razóns xustificadas, taxadas, e previa autorización da dirección facultativa. NIVEIS DE SUBCONTRATACIÓN

PROMOTOR

PRIMEIRO NIVEL

CONTRATISTA A

CONTRATISTA B

CONTRATISTA C

SUBCONTRATISTA 1

SUBCONTRATISTA INTENSIVO

AUTÓNOMO/A

SEGUNDO NIVEL

SUBCONTRATISTA 2

SUBCONTRATISTA INTENSIVO

AUTÓNOMO/A

TERCEIRO NIVEL

SUBCONTRATISTA 3

SUBCONTRATISTA INTENSIVO

AUTÓNOMO/A

• NON PODE SUBCONTRATAR • EXCEPCIÓN: AMPLIACIÓN EXCEPCIONAL nun nivel de contratación en casos fortuítos (especialización do traballo, complicación da produción, forza maior), sempre que se faga constar pola dirección facultativa a súa aprobación previa e a causa no Libro de subcontratación.

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• NON PODE SUBCONTRATAR • EXCEPCIÓN: AMPLIACIÓN EXCEPCIONAL nun nivel de contratación por causa de forza maior sempre que se faga constar pola dirección facultativa a súa aprobación previa e a causa no Libro de subcontratación. Neste caso poderán subcontratar os traballos cun ou cunha autónomo/a ou cunha empresa.


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- Esixir que os/as contratistas e subcontratistas estean inscritos no Rexistro de empresas acreditadas (REA), de cara á subcontratación. Sempre que vaian actuar nun proceso de subcontratación no sector da construción como contratistas ou subcontratistas. - Controlar que cada contratista dispoña do libro de subcontratación debidamente dilixenciado pola autoridade laboral e cuberto cos datos actualizados na obra. Cada contratista, con carácter previo á subcontratación cun subcontratista ou traballador/a autónomo/a de parte da obra que teña contratada, deberá obter un libro de subcontratación habilitado. - Controlar os niveis máximos de subcontratación e que os/as traballadores/as autónomos/as e os/as subcontratistas man de obra non subcontraten.

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4. Aspectos relacionados coa seguridade e saúde no traballo do Convenio colectivo xeral do sector da construción e do Acordo estatal do sector do metal e a súa aplicación as obras de construción En principio soamente a aquelas empresas que actúen mediante traballadores/as que teñan contratos do convenio da construción lles é aplicable as disposicións deste convenio xeral da construción. Este convenio esixe unha serie de requisitos máis restritivos, especialmente en materia de formación, que os esixidos pola normativa xeral de prevención. Tamén se recolle no convenio unhas esixencias técnico-preventivas, que en moitos casos refunden a normativa en vigor, pero noutros casos son propios. Moitos/as traballadores/as e empresas que acoden a unha obra de construción non están sometidos ao convenio do sector da construción. Debido a isto algúns convenios ou acordos, tales como o do siderometal, xa recollen esixencias formativas máis estritas para os/as traballadores/as que realicen o seu traballo en obras de construción. Pois ben, nas administracións públicas e máis concretamente nos entes locais atopámonos con traballadores/as cuxo ámbito laboral non é o convenio da construción, pero que van a traballar en obras de construción, tamén nos atopamos con outras especialidades, que deben ser tidas en conta, tales como os/as alumnos/astraballadores/as dos obradoiros de emprego, escolas taller ou similares, modalidades baixo as que a veces se realizan determinadas obras. Neste caso debese ter en conta que se trata a vez de alumnos/as e traballadores/as, cos respecto os que se debe protexer a súa seguridade e saúde laboral. TARXETA PROFESIONAL DA CONSTRUCCIÓN (TPC) Trátase dunha tarxeta que recolle, entre outras cousas, a formación en materia de prevención de riscos laborais do/a traballador/a, así como a súa experiencia no sector. De acordo co convenio da construción, esta tarxeta sería obrigatoria a partir do 31 de decembro do 2011, aínda que por sentenza do Tribunal supremo, é preciso reaxustar esta obrigatoriedade. TARXETA PROFESIONAL DO METAL PARA A CONSTRUCCIÓN Tarxeta similar a anterior para os/as traballadores/as do convenio do metal que traballen na construción.

4.1 Formación conforme o Convenio colectivo xeral do sector da construción O Convenio colectivo xeral do sector da construción establece que tódolos/as traballadores/as do sector teñen que ter unha formación obrigatoria para poder traballar, formación esixible dende o 1 de xullo de 2009. Para poder solicitar a tarxeta profesional da construción hai que ter un mínimo de formación. Se establecen dous ciclos formativos para os/as traballadores/as da construción: • Un primeiro ciclo ou “aula permanente” de 8 horas de duración. • Un segundo ciclo por oficio de 20 horas de duración.

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Tamén se establecen formacións especificas en prevención de riscos laborais para os/as directivos/as, administrativos/as, mandos intermedios, delegados/as de prevención (70 h.), e amplíase a 60 horas o nivel básico de prevención de riscos laborais. Os/as traballadores/as do sector do metal que van a realizar traballos no sector da construción teñen unhas esixencias, en formación, similares ás recollidas no convenio da construción.

4.2 Disposicións mínimas de seguridade e saúde aplicables nas obras de construción no convenio xeral do sector da construción O convenio no Título IV do Libro II: disposicións mínimas de seguridade e saúde aplicables nas obras de construción recolle, desenvolve, e especifica nalgún caso as disposicións da normativa en prevención de riscos laborais. O índice deste Título IV, como referencia rápida, atópase como anexo a este documento.

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5. Aspectos de interese relacionados coa Lei do solo de Galicia e os seus regulamentos Dado que a existencia do estudo ou estudo básico de seguridade e saúde laboral depende da existencia de proxecto, fagamos algunha consideración a este respecto en referencia á lei do solo e os seus regulamentos, sen prexuízo do que poida dispoñer outra lexislación sectorial e/ou a normativa urbanística particular vixente en cada concello. O Decreto 28/1999, do 21 de xaneiro polo que se aproba o Regulamento de disciplina urbanística da Lei do solo de Galicia recolle no seu art. 10 os actos suxeitos a licenza. No art. 14.1 recóllese que as solicitudes de licencias que se refiran á execución de obras ou instalacións deberán achegar proxecto técnico redactado por técnico competente. O art. 14.2 di que se exceptúan da necesidade de presentación do proxecto técnico a execución de obras e instalacións menores: • As de técnica sinxela e escasa entidade construtiva e económica, que non supoñan alteración do volume, do uso, das instalacións e servizos de uso común, ou do número de vivendas e locais, nin afecten ao deseño exterior, á cimentación, a estrutura ou as condicións de habitabilidade ou seguridade dos edificios ou instalacións de tódalas clases. • En ningún caso se entenderán como tales as parcelacións urbanísticas, os peches de muro de fábrica de calquera clase e as intervencións en edificios declarados bens de interese cultural ou catalogados e os grandes movementos de terra. En definitiva o documento onde deben recollerse este tipo de cousas é a normativa urbanística municipal, pero na súa ausencia debemos ter en conta o disposto na Lei do solo de Galicia e nos eu regulamento de disciplina urbanística, así como na lexislación sectorial se a houbera.

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6. Apartados de interese sobre a Lei de ordenación da edificación e o código técnico da edificación 6.1 Consideracións con respecto a Lei da ordenación da edificación (LOE) A Lei de ordenación da edificación intenta aclarar quen pode intervir como técnico nas distintas obras e as súas funcións. Coordinador/a de seguridade saúde: as titulacións académicas e profesionais habilítantes para desempeñar a función de coordinador/a de seguridade e saúde en obras de edificación, durante a elaboración do proxecto e a execución da obra, serán as de arquitecto/a, arquitecto/a técnico/a, enxeñeiro/a ou enxeñeiro/a técnico/a, de acordo coa súas competencias e especialidades. Para obras de edificación de tipo: administrativo, sanitario, relixioso, residencial en tódalas súas formas, docente e cultural; di que a titulación académica e profesional habilitante para exercer como proxectista e/ou director/a de obra será a de arquitecto/a, e para ser director/a de execución a de arquitecto/a técnico/a. O proxectista é o axente que, por encargo do promotor e con suxeición á normativa técnica e urbanística correspondente, redacta o proxecto. Poderán redactar proxectos parciais do proxecto, ou partes que o complementen, outros técnicos, de forma coordinada co autor deste. Deberá estar en posesión da titulación académica e profesional habilitante de arquitecto/a, arquitecto/a técnico/a, enxeñeiro/a ou enxeñeiro/a técnico/a, segundo corresponda, e cumprir as condicións esixibles para o exercicio da profesión. O/a director/a de obra é o axente que, formando parte da dirección facultativa, dirixe o desenvolvemento da obra nos aspectos técnicos, estéticos, urbanísticos e medioambientais, de conformidade co proxecto que a define, a licenza de edificación e demais autorizacións preceptivas e as condicións do contrato, co obxecto de asegurar a súa adecuación ao fin proposto. Son obrigas do/a director/a de obra: • Estar en posesión da titulación académica e profesional habilitante. • Verificar o planeamento e a adecuación da cimentación e da estrutura proxectada ás características xeotécnicas do terreo. • Resolver as continxencias que se produzan na obra e consignar no libro de ordes e asistencias as instrucións precisas para a correcta interpretación do proxecto. • Elaborar, a requirimento do promotor ou coa súa conformidade, eventuais modificacións do proxecto, que veñan esixidas pola marcha da obra. • Subscribir a acta de planeamento ou de comezo de obra e o certificado final de obra, así como conformar as certificacións parciais e a liquidación final das unidades de obra executada, cos visados que se é o caso fosen preceptivos. • Elaborar e subscribir a documentación da obra executada para entregara ao promotor, cos visados que se é o caso fosen preceptivos. O/a director/a da execución da obra é o axente que, formando parte da dirección facultativa, asume a función técnica de dirixir a execución material da obra e de controlar cualitativa e cuantitativamente a construción e a calidade do edificado. Son obrigas do/a director/a da execución da obra: • Estar en posesión da titulación académica e profesional habilitante.

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• Verificar a recepción en obra dos produtos de construción, ordenando a realización de ensaios e probas precisas. • Dirixir a execución material da obra comprobando os replánteos, os materiais, a correcta execución e disposición dos elementos construtivos e das instalacións, de acordo co proxecto e coas instrucións do/a director/a de obra. • Consignar no libro de ordes e sistencias as instrucións precisas. • Subscribir a acta de planeamento ou de comezo de obra e o certificado final de obra, así como elaborar e subscribir as certificacións parciais e a liquidación final das unidades de obra executadas. • Colaborar cos restantes axentes na elaboración da documentación da obra executada, achegando os resultados do control realizado. O construtor é o axente que asume, contractualmente ante o promotor, o compromiso de executar con medios humanos e materiais, propios ou alleos, as obras ou parte das mesmas con suxeición ao proxecto e ao contrato. Son obrigas do construtor: • Executar a obra con suxeición ao proxecto, á lexislación aplicable e ás instrucións do/a director/a de obra e do/a director/a da execución da obra, a fin de acadar a calidade esixida no proxecto. • Ter a titulación ou capacitación profesional que habilita para o cumprimento das condicións esixibles para actuar como construtor. • Designar o xefe de obra que asumirá a representación técnica do construtor na obra e que pola súa titulación ou experiencia deberá ter a capacitación axeitada de acordo coas características e a complexidade da obra. • Asignar á obra os medios humanos e materiais que a súa importancia requira. • Formalizar as subcontratacións de determinadas partes ou instalacións da obra dentro dos límites establecidos no contrato. • Asinar a acta de planeamento ou de comezo e a acta de recepción da obra. • Facilitar ao/á director/a de obra os datos necesarios para a elaboración da documentación da obra executada. • Subscribir as garantías previstas na lexislación.

6.2 Consideracións con respecto ao código técnico da edificación (CTE) O ente local debe atender a que os proxectos e direccións de obra cumpran cos requisitos recollidos no Código técnico da edificación CTE. Segundo o art. 1 do CTE, este é o marco normativo polo que se regulan as esixencias básicas de calidade que deben cumprir os edificios, incluídas as súas instalacións, para satisfacer os requisitos básicos de seguridade e habitabilidade, en desenvolvemento da disposición adicional segunda da LOE. O CTE fai referencia a aspectos como son a seguridade estrutural, de seguridade en caso de incendio, de utilización, de hixiene, saúde e protección do medio ambiente, protección fronte o ruído e aforro de enerxía, que permiten que mantidos axeitadamente sexan seguros durante toda a súa vida útil para a utilización, aparte de polos/as usuarios/as, polos/las traballadores/as.

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Estes requisitos de carácter prestacional dos edificios e instalación conseguiranse a través da aplicación dos seus documentos básicos DB, entre outros do SE, SI, SU, HS, HR e HE, así como tamén do emprego de materiais axeitados, o que pode facerse a través dos documentos recoñecidos, que son documentos técnicos, sen carácter regulamentario, que conten co recoñecemento do Ministerio de Fomento, que manterá un rexistro actualizado dos mesmos.

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7. Outra normativa de interese relacionada coas obras de construción 7.1 RD 2177/2004 equipos de traballo, en materia de traballos temporais en altura Esta normativa é aplicable a equipos de traballo en materia de traballos temporais en altura, ten unhas disposicións xerais e fixa condicións a cumprir en caso de uso de escaleiras de man, estadas e en traballos de acceso e posicionamento mediante cordas (traballos verticais). Este tema débese ter en conta á hora de conceder licenzas de obras, incluso menores, que precisen da montaxe de estadas ou en traballos verticais. De entre as disposicións xerais é destacable: No caso de risco de caída de altura, deberá darse prioridade ás medidas de protección colectiva fronte ás medidas de protección individual e que a elección non poderá subordinarse a criterios económicos. Non se pode argumentar dende o punto de vista económico que a única protección dos/as traballadores/as sexa ir “atado” cando tecnicamente é posible realizar o traballo doutra forma. A utilización dunha escaleira de man como posto de traballo en altura deberá limitarse (...) á utilización doutros equipos de traballo máis seguros non estea xustificada polo baixo nivel de risco e polas características dos emprazamentos que o/a empresario/a non poida modificar. A utilización das técnicas de acceso e de posicionamento mediante cordas limitarase a circunstancias (...) en que a utilización doutro equipo de traballo máis seguro non estea xustificada. De entre as disposicións relativas á utilización de estadas é destacable: Cando a estada non estea montada segundo unha configuración tipo xeralmente recoñecida, ou cando as configuracións estruturais previstas non estean contempladas nela, deberá efectuarse un cálculo de resistencia e estabilidade. Dependendo do tipo de estadas pode serlles esixible un plan de montaxe, utilización e desmontaxe realizado por persoa con formación universitaria que o habilite para isto. Entre eles toda estada apoiada (comunmente chamado “europeo”) que exceda de 6 metros de altura. As operacións de montaxe, desmontaxe ou modificacións sustanciais serán realizadas baixo a dirección dunha persoa con formación universitaria que o habilite para isto e por traballadores/as que recibiran una formación adecuada e especifica para as operacións previstas. Da mesma maneira poden ter que ser inspeccionados por unha persoa con formación universitaria que a habilite para isto.

7.2 Traballos con risco de amianto nas obras de construción O amianto ou asbesto é un mineral de orixe natural que se esmiúza en fibras. Debido ás súas excelentes propiedades e o seu baixo custo foi moi utilizado en diferentes materiais ao longo do século XX. Debido ás enfermidades que pode producir, entre elas o cancro, prohibiuse o seu uso e comercialización. Dada a altísima utilización do amianto na construción débese supoñer que todos os edificios construídos ou reformados antes do ano 2002 poden conter materiais con este mineral. O amianto pode aparecer sobre todo:

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• Como fibrocemento en cubertas e todo tipo de canalizacións de auga (de condución, baixantes de pluviais, de saneamento...), tamén en depósitos de auga. Esta é a forma de presentación máis frecuente. (Comunmente chamado “uralita”). • En forma de placas en recubrimentos de fachadas e como falsos teitos. • Como illante en chemineas, fornos... e tamén en caldeiras, recipientes térmicos, portas corta lumes, recubrimento de canalizacións, cámara de aire de paredes, placas para illamento sonoro... (desta forma é moito máis perigoso). • Incluso pode estar presente nalgún mobiliario urbano (xardineiras, bancos, mesas...). Cando se prevea que poden aparecer elementos que conteñan amianto, especialmente durante as operación de obras de reparación, reforma ou demolición, deberanse facer os traballos a través dunha empresa especializada inscrita no Rexistro de Empresas con Risco de Amianto (RERA) e que conte con un plan de traballo para as obras a realizar. Existen diversos tipos de plans de traballo: • Específicos: para unha obra en concreto • Xenéricos: para unha tipoloxía de traballos, en obras pequenas, permite executalas con axilidade, sen ter que aprobar un plan específico para cada obra • Sucesivos: aquel que recollen todo ou parte dun plan anterior xa tramitado No caso de que teñamos contratado cunha empresa, esta estará inscrita, ou ben subcontratará con unha que cumpra con este requisito. Os residuos deben ser enviados a vertedoiro autorizado, a través dun xestor autorizado para este tipo de refugallos. Para máis información pódese consultar a páxina web http://www.issga.es/.

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8. Algúns artigos do RD 5/2000 sobre infraccións e sancións de orde social e do e o RD 707/2002 procedemento sancionador especial no ámbito da administración do estado 8.1 A responsabilidade en materia de prevención de riscos laborais En materia de prevención de riscos laborais poden xerar diversas responsabilidades, segundo se desprende do art. 42 da LPRL e do 42.2 da LISOS, así como nos art. 15, 29.3 e 41 LPRL. Un aspecto importante é o recollido no art. 42 do Estatuto dos traballadores é o concepto de “propia actividade”: “Os empresarios que contraten ou subcontraten con outros a realización de obras ou servizos correspondentes á propia actividade de aqueles deberán comprobar que ditos contratistas e subcontratistas están ao corrente no pago das cotas da seguridade social” Isto compleméntase co recollido no art. 42 da LISOS: “A empresa principal responderá solidariamente cos/as contratistas e subcontratistas a que se refire o apdo. 3 do art. 24 da LPRL do cumprimento durante o período da contrata, das obrigas impostas por dita lei en relación cos traballadores/as que aqueles ocupen nos centros de traballo da empresa principal, sempre que a infracción se producira no centro de traballo de dito empresario/a principal” Responsabilidade administrativa: a que se produce por incumprir leis ou regulamentos en materia de prevención de riscos laborais. Responsabilidade civil: a  que se produce para indemnizar economicamente os danos e prexuízos producidos por mor dun accidente ou unha enfermidade profesional, de acordo co previsto no art. 1101 do Cod. Civil e cos arts. 4.2d) e 19.1 do Estatuto dos/as traballadores, así como o art. 14.1 da LPRL. Responsabilidade penal: a  que se produce por infracción das normas penais en materia de prevención de riscos laborais. É unha responsabilidade persoalísima que pode recaer sobre calquera actor. Pode ser por delito contra a seguridade dos/as traballadores/as do art. 316 ou seguintes ou ben por delito de risco, que non precisa da existencia de dano para ser esixible, senón só de que exista risco. A entidade local poderá ser responsable civil subsidiaria de acordo co previsto nos arts. 145 e seguintes da lei 30/1992. Responsabilidade do orde social: q  ue se materializa fundamentalmente en prestacións sobre aspectos tales como incapacidade temporal, invalidez permanente e morte, así como a responsabilidade empresarial ou recargo de prestacións polas mesmas, polo que a entidade local pode vir obrigada a depositar unha cantidade da que o/a traballador/a, durante o resto da súa vida cobre entre un 30% e un 50% a maiores sobre a pensión que percibiría normalmente. Responsabilidade patrimonial: d  a entidade local para responder das indemnizacións por os danos causados. Esta responsabilidade en determinados casos podería ser repercutida sobre as autoridades ou empregados/as públicos. Responsabilidade derivada do E  statuto dos/as traballadores ou de normativa derivada: afecta sobre todo aos traballadores/as amparados/as polo Estatuto dos traballadores, por incumprimentos en materia de prevención de riscos laborais, pode ir dende unha amoestación ata o despido.

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8.2 O procedemento administrativo especial para a imposición de medidas correctoras de incumprimentos en materia de prevención de riscos laborais no ámbito da administración As administracións públicas non poden ser obxecto de procedemento sancionador tal e como se entende para as empresas privadas, pero se dispón dun procedemento especial para o caso. Deste procedemento especial queda excluída a administración que actúe como promotora, conforme o art. 2.5 do RD 707/2002, así como tamén no caso de recargo de prestacións, casos nos que lles podería ser aplicable en igualdade coa empresa privada. O dito procedemento especial ven recollido no art. 45 da Lei de prevención de riscos laborais e no RD 707/2002, polo que se aproba o regulamento sobre o procedemento administrativo especial de actuación da Inspección de Traballo e Seguridade Social para a imposición de medidas correctoras de incumprimentos en materia de prevención de riscos laborais no ámbito da administración xeral do estado, sendo aplicable subsidiariamente a administración local, de acordo co recollido na disp. adic. 2ª. O procedemento iníciase coa realización dunha inspección por parte do órgano competente dependente da autoridade laboral, da que pode derivarse un requirimento “finalista” por parte do/a inspector/a. Este requirimento recibe o seu nome en atención o seu “fin” que é que a administración local solvente as deficiencias detectadas na inspección. Se a administración local non solventa as deficiencias contidas no requirimento procédese á seguinte fase. A administración local podería ser obxecto dun recargo de prestacións en caso dun accidente laboral onde exista unha “especial” falta de medidas. Este recargo pode supor que as arcas públicas teñan que soportar unha contía que supoña que o/a traballador/a perciba un incremento nas prestacións económicas que reciba de entre un 30% e un 50% a maiores das habituais. Podería ser que o ente local puidese ser declarado solidario nun recargo de prestacións realizado a unha empresa privada que traballe para el, se se considera que pertence a súa propia actividade. Non é aplicable esta regulamentación especial do RD 707/2002 a: • Sociedades de dereito privado. • Entidades públicas empresariais • Contratistas, subcontratistas de obra ou servizos ou concesionarios/as de calquera índole que realicen a súa actividade nas instalacións da administración. Así as empresas privadas que traballan para o ente local si poden ser sancionadas e as sancións poden chegar a afectar o propio ente local en algúns casos.

8.3 Algunhas infraccións que poderían ser sancionables polo procedemento sancionador habitual cando se actua como promotor - Artigo 12.24 Infraccións graves. No ámbito de aplicación do RD 1627/1997 de obras de construción son infraccións graves o incumprimento das seguintes obrigas correspondentes ao promotor: • Non designar aos/ás coordinadores/as en materia de seguridade e saúde cando sexa preceptivo.

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• Incumprir a obriga de que se elabore ou estudo o estudo básico de seguridade e saúde cando sexa preceptivo. • Non adoptar as medidas necesarias para garantir que os/as empresarios/as que desenvolvan actividades na obra reciban a información e as instrucións axeitadas sobre os riscos e as medidas de protección, prevención e emerxencia. • Non cumprir os/as coordinadores/as as obrigas establecidas no art. 9 do RD 1627/1997 como consecuencia da súa falta de presenza, dedicación ou actividade na obra. • Non cumprir os/as coordinadores/as as obrigas, distintas das citadas nos parágrafos anteriores, establecidas na normativa de prevención de riscos laborais. -A  rtigo 12.29 Infracción grave. Permitir a través da actuación da dirección facultativa a aprobación da ampliación excepcional da cadea de subcontratación cando manifestamente non concorran as causas motivadoras da mesma, salvo que proceda a súa calificación como infracción moi grave. - Artigo 13.14 Infracción moi grave. A suscrición de pactos para eludir responsabilidades en materia de prevención. - Artigo 13.17 Infracción moi grave. Permitir a través da actuación da dirección facultativa a aprobación da ampliación excepcional da cadea de subcontratación cando manifestamente non concorran as causas motivadoras da mesma previstas na lei, cando se trate de traballos con riscos especiais.

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Anexos


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Anexo I.- Normativa de referencia • Lei 31/1995 de prevención de riscos laborais, modificada pola Lei 54/2003, de reforma do marco normativo da prevención de riscos laborais. • Real decreto 39/1997 regulamento dos servizos de prevención, modificado polo RD 780/1998, polo RD 298/2009 en relación coas traballadoras embarazadas ou lactantes, polo RD 604/2006, e RD 337/2010. • Lei 25/2009, de modificación de diversas leis para a súa adaptación á Lei sobre o libre acceso ás actividades de servizos e o seu exercicio. • Lei 7/1985, de bases do réxime local. • Real decreto 1299/2006, polo que se aproba o cadro de enfermidades profesionais no sistema da Seguridade Social e se establecen criterios para a súa notificación e rexistro. • Real decreto 1627/1997, polo que se establecen disposicións mínimas de seguridade e de saúde nas obras de construción, modificado polo RD 604/2006, e polo 337/2010. • Real decreto 396/2006, de 31 de marzo, polo que se establecen as disposicións mínimas de seguridade e saúde aplicables aos traballos con risco de exposición a amianto. • Orde do 2 de decembro de 2008 pola que se lle dá publicidade ao acordo entre a Consellería de Traballo e o Instituto Galego de Seguridade e Saúde Laboral polo que se lle encomenda ao ISSGA o desenvolvemento material de diferentes actividades relacionadas coa tramitación de expedientes e rexistro de datos en aplicación do RD 396/2006, polo que se establecen as disposicións mínimas de seguridade e saúde aplicables ao traballo con risco de exposición ao amianto. • Real decreto 171/2004, polo que se desenvolve o artigo 24 da Lei 31/1995, de prevención de riscos laborais, en materia de coordinación de actividades empresariais. • Orde do 12 de marzo de 2009 pola que se regula o procedemento para a acreditación das entidades formativas para a impartición do curso de coordinador/a en materia de seguridade e saúde nas obras de construción. • Decreto 153/2008, polo que se crea o Rexistro de coordinadores e coordinadoras en materia de seguridade e saúde nas obras de construción. • Lei 20/2007, do Estatuto do/a traballador/a autónomo/a. • Real decreto 197/2009, plo que se desenvolve o Estatuto do/a traballador/a autónomo/a en materia de contrato do/a traballador/a autónomo/a economicamente dependente e o seu rexistro e se crea o rexistro estatal de asociacións profesionais de traballadores/as autónomos/as. • Lei 30/2007, de contratos do sector público. • Real decreto 597/2007, sobre publicación das sancións por infraccións moi graves en materia de prevención de riscos laborais. • Orde do 30 de xullo de 2008 sobre publicación das sancións por infraccións moi graves en materia de prevención de riscos laborais e creación dun rexistro de consulta pública.

ANEXO I

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• Real decreto 404/2010, polo que se regula o establecemento dun sistema de redución das cotizacións por continxencias profesionais ás empresas que contribuísen especialmente á diminución e prevención da sinistralidade laboral. • Orde TIN/1448/2010, pola que se desenvolve o RD 404/2010, polo que se regula o establecemento dun sistema de redución das cotizacións por continxencias profesionais ás empresas que contribuísen especialmente á diminución e prevención da sinistralidade laboral. • Real decreto 1215/1997, polo que se establecen as disposicións mínimas de seguridade e saúde para a utilización polos/as traballadores/as dos equipos de traballo, modificado polo RD 2177/2004. • Lei 32/2006, reguladora da subcontratación no sector da construción. • Real decreto 1109/2007, polo que se desenvolve a Lei 32/2006, reguladora da subcontratación no sector da construción, modificado polo RD 327/2009, e polo 337/2010. • Orde do 15 de maio de 2008 pola que se crea o Rexistro de empresas acreditadas de galicia para intervir no proceso de contratación no sector da construción. • Orde TIN/1071/2010, sobre os requisitos e datos que deben reunir as comunicacións de apertura ou de reanudación de actividades nos centros de traballo. • Resolución de 1 de agosto de 2007 da Dirección Xeral de Traballo. Convenio colectivo xeral do sector da construción, modificada por resolución de 18 de marzo de 2009. • Resolución de 3 de marzo de 2009 da Dirección Xeral de Traballo. Acordo estatal do sector do metal. • Lei 38/1999, de ordenación da edificación. • Real decreto 314/2006, polo que se aproba o Código técnico da edificación. • Real decreto 707/2002 polo que se aproba o regulamento sobre o procedemento administrativo especial de actuación da ITSS e para a imposición de medidas correctoras da incumprimentos en materia de prevención de riscos laborais no ámbito da Administración xeral do estado. Modificado polo RD 464/2003. • Real decreto lexislativo 5/2000, polo que se aproba o texto refundido da Lei sobre infraccións e sancións na orde social. • Real decreto 689/2005, polo que se modifica o Regulamento de organización e funcionamento da ITSS, aprobado polo RD 138/2000, e o Regulamento xeral sobre procedementos para a imposición de sancións por infraccións de orden social e para os expedientes liquidatorios de cotas á seguridade social, aprobado polo RD 928/1998, para regular a actuación dos técnicos habilitados en materia de prevención de riscos laborais. • Decreto 70/2008, sobre distribución de competencias entre os órganos da Administración autonómica galega para a imposición de sancións nas materias laborais, de prevención de riscos e por obstrución do labor inspector. • Lei orgánica 3/2007, para a igualdade efectiva de mulleres e homes. • Decreto 181/2008, polo que se regula o Consello Galego de Participación das Mulleres no Emprego e as Relacións Laborais, e a integración da igualdade nas políticas de prevención de riscos laborais. • Orde do 4 de xaneiro de 2000, pola que se establece o rexistro e depósito das actas de designación dos delegados de prevención.

ANEXO I

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• Real decreto 1644/2008, polo que se establecen as normas para a comercialización e posta en servizo das máquinas. Derroga o RD 1435/1992, modificado polo RD 56/1995. • Real decreto 1407/1992, polo que se regula as condicións para a comercialización e libre circulación intracomunitaria dos equipos de protección individual, modificado polo RD 159/1995.

ANEXO I

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Anexo II.- Bibliografía • “Guía práctica para a prevención de riscos laborais na administración local” J. Ignacio Rosat Aced e outros Ed.: Thomson-Aranzadi. Muvale. 2005 • “Responsabilidades laborais en materia de prevención de riscos laborais da Administración contratante en obras públicas. Singular mención o recargo de prestacións da seguridade social” José Miguel Caballero Real Reflexións. Núm. 2.II/07

ANEXO II

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Anexo III.- Direcci贸ns web de interese http://www.issga.es http://www.insht.es http://www.mtin.es/ http://osha.europa.eu/fop/spain/es/

ANEXO III

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ANEXO IV Índice do título IV. Do Convenio xeral da construción: disposcións mínimas de seguridade e saúde aplicables nas obras de construción • Capítulo I.- Condicións xerais 171 Estabilidade e solidez de materiais e equipos 172 Protección contra o risco de caídas de altura 173 Vías de circulación 174 Protección contra o risco de caídas de obxectos 175 Iluminación 176 Factores atmosféricos 177 Detección e loita contra incendios 178 Exposición a riscos particulares • Capítulo II.- Estadas Secc. 1ª Condicións xerais 179 Condicións xerais de utilización das estadas 180 Resistencia e estabilidade 181 Plan de montaxe, utilización e desmontaxe 182 Montaxe, supervisión e formación dos montadores 183 Inspección de estadas Secc. 2ª Normas específicas para determinados tipos de estadas 184 Estadas metálicas tubulares 185 Estadas constituídas por elementos prefabricados, torres de acceso e torres de traballo móbiles 186 Torres de acceso e torres de traballo móbiles 187 Plataformas elevadoras sobre mástil 188 Plataformas suspendidas de nivel variable de accionamento manual ou motorizado (estadas colgadas) 189 Estadas de borriquetas 190 Estadas de mechinales ANEXO IV

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• Capítulo III.- Proteccións colectivas, escalas fixas ou de servizo, escadas de man e outros equipos para traballos temporais en altura 191 Normas sistemas provisionais de protección de borde 192 Requisitos sistemas provisionais de protección de borde 193 Normas redes de seguridade 194 Requisitos utilización redes de seguridade 195 Normas escalas fixas ou de servizo 196 Normas escadas de man 197 Requisitos utilización escadas de man 198 Normas técnicas de acceso e posicionamento mediante cordas 199 Requisitos utilización técnicas de acceso e posicionamento mediante cordas 200 Normas plataformas voadas de descarga de materiais 201 Normas plataformas elevadoras móbiles de persoas (PEMP) 202 Normas cestas suspendidas mediante grúas • Capítulo IV.- Traballos de movemento de terras, escavación, puzos, traballos subterráneos e túneles 203 Medidas a tomar antes do inicio dos traballos 204 Medidas a adoptar durante os traballos 205 Acumulacións de terras, cascallos ou materiais 206 Vías de entrada e saída 207 Ascensos e descensos de traballadores/as 208 Ventilación 209 Traballos en atmosferas perigosas ou tóxicas 210 Traballos soterrados 211 Medidas en caso de incendio, irrupción de auga ou caída de materiais • Capítulo V.- Outros traballos específicos Secc. 1ª.- Traballos de demolición 212 Disposicións xerais acerca dos traballos de demolición 213 Medidas a adoptar antes do inicio dos traballos

ANEXO IV

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214 Medidas nos casos de presenza de amianto ou residuos perigosos 215 Actuacións antes da demolición 216 Evacuación de cascallos Secc. 2ª.- Traballos con explosivos e en caixóns de aire comprimido 217 Realización de traballos con explosivos e en caixóns de aire comprimido • Capítulo VI.- Equipos e maquinaria de obra Secc. 1ª Disposicións xerais 218 Aparellos elevadores 219 Condicións xerais dos aparellos elevadores 220 Condicións específicas dos guindastres torre 221 Condicións específicas dos guindastres móbiles autopropulsados 222 Condicións específicas dos montacargas 223 Condicións específicas de cabestrantes mecánicos ou maquinillos Secc. 2ª Maquinaria de movemento de terras 224 Disposicións xerais 225 Condicións xerais da maquinaria de movemento de terras 226 Outras medidas preventivas aplicables a maquinaria de movemento de terras Secc. 3ª Outros equipos de traballo 227 Disposicións xerais dos equipos de traballo 228 Condicións xerais aplicables a estos equipos de traballo • Capítulo VII.- Instalacións de suministro e reparto de enerxía. Almacenamento de combustibles e instalacións hixiénico-sanitarias Secc. 1ª Instalacións eléctricas 229 Disposicións xerais das instalacións eléctricas 230 Grupos electróxenos

ANEXO IV

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Secc. 2ª Outras instalacións de subministro e reparto de enerxía 231 Aparatos a presión 232 Almacenamento de combustible Secc. 3ª Condicións das instalacións hixiénico-sanitarias nas obras 233 Condicións xerais 234 Servizos hixiénicos 235 Locais de descanso ou de aloxamento nas obras 236 Primeiros auxilios 237 Subministro de auga 238 Visitas de obras 239 Disposicións varias

ANEXO IV

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