2° Edição - MHNET - Patrick Canton e a Parceria entre Provedores

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OUT / NOV/DEZ 2015

Distribuição gratuita e selecionada. Venda proibida.

ATENDIMENTO AO LEITOR

SOB O OLHAR DO PROJETISTA: PLANEJAMENTO E CONSTRUÇÃO DE REDES ÓPTICAS ESPAÇO DAS ASSOCIAÇÕES

ABRINT: REPRESENTATIVIDADE, TRABALHO E COMPROMISSO

MHNET

TRABALHAR EM PARCERIA COM PROVEDORES, ESTABELECENDO UM TRABALHO A 4 MÃOS



FICHA TÉCNICA Colaboradores Eloi Piana Junior, Alan Silva Faria, Paulo Cesar Junior, Éden Alves, Hemilin Alves, Felipe Wihelms Damasio, Asshaias Felippe, José Mauricio Dos Santos Pinheiro, Patrick Canton - Mhnet, Paulo Henrique Da Silva Vitor, Ronaldo Couto, Fabiano André Vergani, André Farias, Assessoria de Imprensa ABRINT *os artigos assinados são de exclusiva responsabilidade dos autores e não refletem a opinião da revista

Capa Patrick Canton - MHNET Direção de Arte, Projeto Gráfico e Diagramação Alexsander Macedo: alexsander.com.br Diretor de Atendimento Ayron de Oliveira Revisão Vinicius Aragão, Lucas Silva Fotos Shutterstock: shutterstock.com - Abrint - MHNET Tirinha André Farias : vidadesuporte.com.br

Impressão e Acabamento Gráfica Comunicare Publicidade marketing@ispmais.com.br ispmais.com.br : ispmais.com.br/comercial ANO 1. EDIÇÃO 02 : OUTUBRO/NOVEMBRO/DEZEMBRO 2015


SUMÁRIO 06

AT E N D I M E N TO A O L E I TO R

SOB O OLHAR DO PROJETISTA: PLANEJAMENTO E CONSTRUÇÃO DE REDES ÓPTICAS 10

ESPAÇO DAS ASSOCIAÇÕES

REPRESENTATIVIDADE, TRABALHO E COMPROMISSO COM OS ISP'S 14

UPGRADE

UM NOVO CAPÍTULO NA BATALHA POR PREÇOS JUSTOS NO “COMPARTILHAMENTO DE POSTES” 16

ARTIGOS

KMD: SEGURANÇA MAXIMIZANDO LUCROS DOCUMENTAÇÃO DA REDE PROPORCIONA MAIS AGILIDADE PARA EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES ISP: A TV DO FUTURO O QUE A REGULAMENTAÇÃO AGREGA PARA O CRESCIMENTO DO SEU PROVEDOR? DISPONIBILIDADE DE REDE PARA ISP’S TIC PROVEDORES: UM CENSO COM BASE NOS CADASTROS DE PROVEDORES DE TODO O PAÍS 28

P R O V E D O R E M D E S TA Q U E

MHNET - TRABALHAR EM PARCERIA COM PROVEDORES, ESTABELECENDO UM TRABALHO A 4 MÃOS 32

COLUNAS

A ONDA DOS MULTISSERVIÇOS PERDA DE RETORNO ÓPTICA (ORL) O SINDICATO DOS PROVEDORES DE ACESSO À INTERNET – SINET 35

HUMOR

TIRINHAS POR: VIDA DE SUPORTE - WWW.VIDADESUPORTE.COM.BR 36

P R O D U TO S E M D E S TA Q U E

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V C N A R E V I S TA

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CALENDÁRIO DE EVENTOS


EDITORIAL Sonhamos alto ao resolver lançar a Revista ISPMAIS, e enfim a revista nasceu... Mas, assim como uma criança que nasce, agora assumimos a responsabilidade de mantê-la, fazê-la crescer e vir de encontro ao seu anseio como leitor. Tenho especial carinho pela matéria Provedor Destaque, pois considero que os provedores são realmente os Bandeirantes do Século 21, como já mencionado na mídia. E nesta 2ª edição trazemos a história da MHNet do Estado de Santa Catarina, capitaneada por Patrick Canton. Sua história com certeza irá inspirar você. Trazemos matérias técnicas abordando desde o Planejamento de redes FTTH e sua documentação, perdas de retorno óptico, e Redes FTTH descentralizadas (com topologia em anel). Também temos excelentes contribuições em assuntos regulatórios, como o Compartilhamento de Postes, sindicato da categoria e a importância de estar dentro do regulamento e de fortalecer nossa categoria e associativismo. Pelo lado comercial, temos contribuições importantes falando sobre a importância de se oferecer Combos no seu provedor, e as oportunidades de se agregar TV e automação/ monitoramento residencial e comercial no seu portfólio de serviços. A todos os colaboradores das matérias e colunas, o meu sincero agradecimento por acreditarem em nosso trabalho. Boa leitura a todos.

Tico Kamide Diretor Geral


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AT E N D I M E N TO A O L E I TO R

SOB O OLHAR DO PROJETISTA: PLANEJAMENTO E CONSTRUÇÃO DE REDES ÓPTICAS Por ELOI PIANA JUNIOR

O mercado de telecomunicações está em plena expansão, com aumento de investimentos dos setores público e privado, ano após ano, impulsionados principalmente pelas linhas de crédito disponíveis para financiamento. A necessidade de se comunicar a longa distância sempre foi um dos principais fatores para o desenvolvimento tecnológico. Isso é bastante evidente nos dias de hoje, onde as fibras ópticas representam uma revolução na transmissão de dados, voz e imagem, sendo utilizadas para comunicação com velocidades antes nunca imaginadas. No Brasil, o mercado de telecomunicações está em plena expansão, com aumento de investimentos dos setores público e privado, ano após ano, impulsionados principalmente pelas linhas de crédito disponíveis para financiamento. Em 2014, o setor industrial de Telecomunicações aumentou seu faturamento em 11%, maior crescimento em relação a setores muito importantes, como Informática (-20%) e Materiais Elétricos (2%). Inseridos neste contexto estão os ISPs – Internet Service Providers, cuja participação no Mercado de Telecom vêm crescendo periodicamente.

levando ao leitor informações relativas à algumas fases do processo, pois os assuntos inerentes à construção de redes PACPON, foram esclarecidos na edição anterior. É sugerida a divisão do processo em etapas para formação de um projeto completo, levando em conta aspectos importantes e necessários para uma boa execução:

1. Planejamento da rede de dados e Projeto de Redes Ópticas – Redes FTT.x FTT.x é um termo genérico para designar arquiteturas de redes de transmissão de alto desempenho, baseadas em tecnologia de divisão de sinais ópticos. As redes PON – Passive Optical Network são totalmente passivas. Uma rede baseada em arquitetura PON é composta por elementos divisores de sinais, cordões e cabos ópticos, DIO, CEO, e tudo que compõe o caminho entre a OLT – Optical Line Terminal e a ONU – Optical Network Unit.

Dentre as inúmeras possibilidades de projeto e montagem de redes, qual irá se adequar a minha realidade?

Esta é a etapa na qual o empreendedor toma algumas decisões importantes, como a escolha de tecnologia a empregar, elaboração dos projetos de rede e viabilização do empreendimento como um todo, com vistas e elaboração de uma rede “future proof”, ou seja, a prova de futuro.

A matéria a seguir aborda aspectos relativos ao planejamento da construção de redes puramente ópticas,

• Deve-se levar em conta que toda a rede é projetada previamente, evitando assim o desperdício de tempo e


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• As principais vantagens dos projetos de rede utilizando arquitetura PON são: melhora da performance da rede com número reduzido de equipamentos, menor consumo de energia elétrica e menor ocupação de espaço físico, tanto em postes como no data center. • A razão principal para o uso de cabos ópticos no lugar dos de cobre é a diminuição da perda do sinal transmitido, maior largura de banda, possibilitando maior taxa e capacidade de transmissão. Os sistemas metálicos tendem a se tornar obsoletos, já que cada dia mais necessitamos de taxas maiores de transmissão de dados. • As redes PON também apresentam menores custos com manutenção e operação em relação a redes metálicas tradicionais ou até mesmo PACPON, as quais estão sujeitas a intempéries, fatores climáticos e outros fatores de ordem elétrica como descargas e surtos de tensão. As fibras ópticas são imunes a radiação eletromagnética, desta maneira os sinais transmitidos não sofrem interferência de natureza elétrica (linhas de alta tensão, motores, geradores de potência).

recursos. Para isto, o Projetista de rede precisa possuir experiência na área, cursos de capacitação e foco no projeto final, onde toda rede será contemplada. • A rede pode ser planejada de maneira a interligar as Estações Rádio-Base, para melhora na qualidade dos serviços, e implantação de rede óptica de atendimento em seguida, derivando fibras do Backbone Principal para inserção de splitters ópticos nas caixas de distribuição (splitters de 1° nível) e caixas TAR para efetivação dos clientes (splitters de 2° nível). Esta arquitetura de rede, deve levar em conta as possibilidades de incrementação na quantidade de serviços a oferecer: Telefonia (Voz), Internet, Tráfego de dados – Dedicated VLAN (Dados), IPTV, Monitoramento, VOD (Imagem), e outros serviços. • Atualmente existe grande demanda no planejamento de redes FTT.x para atendimento a condomínios residenciais FTT.B “Fiber to the Building” ou FTT.A “Fiber to the Apartment”, onde devem ser levados em conta o orçamento de potência (Loss Budget) desde a concepção do projeto para alocação correta de elementos ópticos na rede. Este projeto normalmente é muito vantajoso para ambas as partes, já que a empresa tem a possibilidade de atender vários clientes com uma infraestrutura reduzida, e o cliente normalmente tem possibilidade de aquisição de serviços Triple Play, além de monitoramento, interfone, etc.

• Como desvantagem pode-se citar o custo maior de implantação, maior necessidade de planejamento, aquisição de ferramentas específicas para montagem e manutenção de rede e também o custo final para ativação dos clientes, que é composto não só pelo cabo tipo drop, como também pela ONU (que é mais cara do que os equipamentos de soluções com cabeamento metálico), e também pela mão de obra na ativação, conectores e PDO’s.

O projeto de rede PON é muito importante, nele definem-se aspectos que possibilitarão toda sua construção e operação, onde todas as áreas da empresa estarão envolvidas. 2. Projeto de Rede Óptica e Compartilhamento de infraestrutura O projeto eletromecânico de compartilhamento de postes é fundamental para a execução de uma rede óptica, deve ser inserido no planejamento desde o início e elaborado por profissional habilitado pelo sistema CONFEA/CREA. O Empresário de Telecom deve ficar atento e participar ativamente de todas as fases do processo, juntamente com o responsável pela elaboração do projeto. Listamos abaixo as etapas principais, com algumas dicas e sugestões ao leitor: Aquisição de mapas dos locais: Os mapas do município onde será a implantação geralmente é fornecido pela Prefeitura Municipal. Solicitações deverão ser feitas com antecedência.


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Consulta prévia junto a concessionária de energia: O Empresário também poderá entrar em contato com a concessionária local de energia solicitando informações preliminares, como por exemplo: relação de documentos necessários para formalização de contrato, prazos de análise de projeto e entrega de documentos, preços de compartilhamento por componente estrutural e vigência do contrato. Dica importante: solicite informações sobre a Norma Técnica de compartilhamento da concessionária local.

Análise dos locais de implantação Antes até mesmo de realizar o projeto de rede, deve-se conhecer muito bem os locais de implantação através de levantamento de dados. A pesquisa deverá levar em conta variados aspectos, como: • Posteamento da concessionária local: Tipo, quantidade, localização, alturas de fixação de cabos, etc. • Ocupação do posteamento da concessionária: as concessionárias de energia disponibilizam a capacidade disponível em seu sistema de distribuição para inserção de cabos e equipamentos de telecomunicações. Deve-se levar em conta a ocupação de cada localidade, antes da elaboração do projeto de rede óptica e do projeto de compartilhamento de infraestrutura. • Compatibilização entre os projetos – Compartilhamento x Rede Óptica: O projetista deve levar em conta aspectos relativos a compatibilização dos projetos de rede com o projeto eletromecânico de aluguel de postes. A locação de elementos de terminação de rede, os locais de cruzamento e capacidade dos postes de ancoragem são fatores importantes a se levar em conta;

Elaboração do Projeto Eletromecânico de adequação de rede – Compartilhamento de Infraestrutura: Nesta etapa é indispensável a contratação de profissional habilitado pelo sistema CONFEA/CREA, com experiência na elaboração de projetos deste tipo. Este profissional deverá ser o elo de ligação entre a empresa e a concessionária de energia. O estabelecimento de cronograma de execução é feito levando em conta aspectos como: elaboração dos projetos, período para análise dos projetos pela concessionária, compra de materiais, condições de entrega, Cronograma Físico-Financeiro, e outros que julgar interessante. Consulta a órgãos públicos envolvidos no processo: CREA, Prefeitura, concessionária de energia, DNIT, DER e detentoras de concessão de rodovias. Deverão ser levantadas previamente a necessidade de alvarás e

outros documentos para autorização das obras. Prazos da concessionária: Além do prazo de elaboração do projeto deve-se levar em conta o prazo de atendimento da concessionária, que analisa a solicitação de compartilhamento enviada e emite parecer sobre a situação do projeto. Com a aprovação do projeto de compartilhamento inicia-se a relação entre a Detentora da infraestrutura (Concessionária) e a Ocupante, ou empresa de telecomunicações. Observação: O autor não está levando em conta alguns fatores importantes como: Aquisição de link de dados, mão de obra disponível na empresa para outros serviços (ativação de clientes, setor administrativo, publicidade...), além de outras condições específicas de cada empresa. Portanto pode-se realizar um planejamento com foco na produtividade, baseado nas condições de trabalho e possibilidades existentes. O objetivo do projeto de compartilhamento é formalizar com a concessionária de energia o aluguel dos postes, de acordo com disposições normativas – Resolução Conjunta n° 001, de 24 de Novembro de 1999, a qual trata sobre o compartilhamento de infraestrutura entre os setores de energia elétrica, telecomunicações e petróleo. São estabelecidos todos os critérios a se levar em conta no projeto de ocupação de postes, além de prazos para análise documental, formalização de contrato e demais atividades. A Resolução Conjunta n°04, de 16 de Dezembro de 2014 estabelece preço de referência para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras de serviços de telecomunicações, a ser utilizado nos processos de resolução de conflitos, e estabelece regras para uso e ocupação dos pontos de fixação.

3. Execução do projeto de Rede Óptica Alguns proprietários de empresas de Telecom optam por executar sua própria rede, e outros tendem a empreitar o serviço. Para ambas as decisões devemos levar em conta alguns fatores: • O projeto de Rede Óptica deve estar compatibilizado com o de Compartilhamento de Infraestrutura; • O cronograma de execução da obra deve ser compatibilizado com os prazos dos serviços contratados e também dos serviços a contratar, visando o cumprimento de metas estabelecidas; • O quantitativo de materiais deve ser elaborado pelo gestor do projeto, contemplando os componentes da rede: cabos, conjuntos de ancoragem, reservas técnicas, caixas TAR e previsões de ampliação. Nesta situação é possível alcançar o melhor preço na contratação de execução, já que o executor da obra não trabalhará com incertezas;


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• Para contratação de equipe de execução, levar em conta todos os encargos, bem como aquisição de equipamentos para execução, automóveis, máquinas e ferramentas, além de treinamentos, cursos e consultorias para capacitação de equipe; • Na negociação de serviços de empreitada com equipe lançadora de cabos contratada: deve-se apresentar todo o projeto da rede óptica, dividindo a execução em quantas etapas for necessário buscando o estabelecimento de prazos, condições de execução e forma de pagamento dos serviços. Dica importante: Pode-se dividir a execução dos projetos, porém a quantificação de rede deve ser elaborada com base em toda a rede, prevendo aspectos relativos até a expansão da mesma com a inserção de novos divisores ópticos passivos – splitters, em locais contemplados no projeto.

4. Documentação da rede óptica A documentação de rede é uma atividade fundamental no processo, mas nem todos os empresários de Telecom a realizam. Muitos se arrependem quando aparecem os constantes retrabalhos, já que com a expansão da rede torna-se muito difícil lembrar as locações de equipamentos, conexões de rede e também os postes que já estão compartilhados, entre outras dificuldades. Sugerimos aqui que esta etapa deve acompanhar o projeto de rede, sendo que a etapa ideal para documentação é logo após o recebimento do projeto de compartilhamento aprovado. Existem ótimas ferramentas disponíveis no mercado, o empreendedor deve ficar atento e procurar a melhor solução, sendo que alguns aspectos como: assistência técnica, custos, facilidade de implementação de dados e disponibilidade local para consultoria devem ser levados em conta.

5. Conclusão O planejamento de redes ópticas para muitos é a essência de todo o processo. Podemos constatar em nossas atividades diárias que os proprietários de redes bem planejadas têm menos problemas na operação, consomem menos recursos, implantam suas redes em menos tempo, e ainda atendem mais clientes, o que os torna muito mais competitivos do que os que não planejam. Portanto pode-se realizar um planejamento com foco na produtividade, baseado nas condições de trabalho e possibilidades existentes em cada local.

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ESPAÇO DAS ASSOCIAÇÕES

REPRESENTATIVIDADE, TRABALHO E COMPROMISSO COM OS ISP’s

ABRINT surgiu há oito anos e é a entidade mais representativa dos interesses dos provedores regionais no país. Há na operação da internet no Brasil uma lacuna gigantesca de conectividade, especialmente em regiões remotas ou de difícil acesso. Apesar de o CGI.br ostentar importantes números de conectividade, uma parcela gigantesca da população brasileira ainda não tem acesso à rede mundial de computadores. “São os provedores regionais de internet que têm capacidade de conferir capilaridade a esta rede”, afirma Erich Rodrigues, presidente da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (ABRINT). Para alavancar a posição brasileira no ranking de conectividade – o país ocupa o 26º lugar, segundo levantamento divulgado recentemente por uma empresa do setor – a ABRINT propôs ao Ministério das Comunicações, a adoção de um modelo de financiamento que atenda à realidade financeira dessas empresas. Até hoje, provedores regionais investem em suas redes com recursos próprios, sem qualquer benefício ou linha de crédito específica. Um levantamento encomendado pela associação conclui que são necessários pelo menos R$ 9 bilhões para investir em redes FTTH em 1.284 municípios brasileiros com até 100 mil habitantes. Pelo estudo, o investimento nessas cidades é rentável, basta que o governo crie condições de financiamento para que ele aconteça. Artur Coimbra, diretor de banda larga do Ministério, anunciou, no primeiro semestre deste ano, que o governo vai adotar um fundo garantidor exclusivo para provedores regionais acessarem

O conselho Deliberato da Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações elegeu o empresário Erich Rodrigues, do Rio Grande do Norte, para a presidência.

Wardner Maia, presidente do Conselho Consultivo da Abrint, e Christopher Alan Mondini, Vice-Presidente de Engajamento de Empresas da ICANN.

Euclydes Vieira, diretor administrativo da Abrint.

Palestras, cursos e workshops durante os três dias do evento.


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Diretoria executiva e Conselho consultivo.

linhas de crédito.

Prestígio

O novo fundo terá limite inicial de R$ 400 milhões e deverá assumir no máximo 80% dos riscos das operações. O limite de participação por empresa no fundo é de R$ 3 milhões. Outros detalhes ainda serão definidos pelo ministério, como a instituição financeira que o administrará. O anúncio foi feito durante 7º Encontro Nacional de Provedores de Internet e Telecomunicações – 7º ISP. Naquela oportunidade, Coimbra admitiu que o modelo proposto pelo governo é o mesmo “que a ABRINT sabia desde o início e a gente fez questão de contestar”.

Nos últimos anos, a associação investiu em ações de aproximação com órgãos governamentais e regulatórios, como os ministérios das Comunicações, Justiça e a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL).

“Nós, que estamos na última milha, sabemos exatamente quais são as dificuldades de acesso a recursos e tecnologia”, explica Erich. A direção e conselho da entidade são formados por empresários do setor com experiência de mercado, que conhecem a realidade da operação e também as necessidades de provedores de Norte a Sul do país. Neste ano de 2015, a ABRINT investe em eventos regionais, batizados de “ABRINT na Estrada”, cujas palestras abordarão temas técnicos e regulatórios. “Nosso desafio é atender aos provedores para ajudá-los a deixar a casa em ordem, tanto do ponto de vista tecnológico quanto de gestão”, conclui Erich. A programação e a agenda de eventos estão disponíveis no site www.abrint. com.br.

A participação de dirigentes da entidade em grupos de trabalho e consultas públicas sobre temas relevantes para o setor, como o Plano Geral de Metas de Competição (PGMC) e do programa Banda Larga Para Todos, têm sido fundamental na defesa dos interesses dos provedores regionais. A inserção nos debates dos grandes temas nacionais têm chamado a atenção das autoridades do setor. No 7º ISP, Jorge Bittar, presidente da Telebras, e Maximiliano Martinhão, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, declararam que os provedores regionais de internet são parceiros estratégicos para a ampliação do acesso à rede mundial de computadores. “Nos últimos anos estivemos próximos. Nos próximos quatro anos os provedores regionais estarão no núcleo da política para levar banda larga para todo o país”, disse Martinhão. Já Bittar classificou os provedores regionais como os “bandeirantes do século 21”. “Desbravam o país para levar internet a todos, uma plataforma essencial para alavancar a economia”, disse.


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ESPAÇO DAS ASSOCIAÇÕES

Congressos e palestras abordaram o valor de referência dos postes, neutralidade de rede.

Marcelo Bechara de Souza, conselheiro da Anatel e Demi Getschko, membro do CGI, participando de uma discussão referente a Neutralidade da Rede.

Basílio Perez, diretor de regulação da Abrint.

Erich Rodrigues, presidente da diretoria executiva da Abrint.

ESPECIAL ABRINT:

ABRINT PROMOVEU ENCONTRO EM SÃO PAULO A Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações (Abrint) realizou entre os dias 01 e 03 de junho, em São Paulo, o 7º Encontro Nacional de Provedores de Internet.

A empresa KMD, durante a Feira de Negócios do 7º ISP, presenteou Aristóteles, por meio de sorteio, com um Tablet. Na foto, junto com o sortudo, Yuka Sakata, Gilberto Almeida, Célio Martins e Alisson Bezerra


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João Rezende, presidente na Anatel.

Breno Vale, vice-presidente da Abrint.

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Artur Coimbra, diretor do Departamento de Banda Larga da Secretaria de Telecomunicações do Ministério das Comunicações.

Diretoria executiva da Abrint.


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UPGRADE

UM NOVO CAPÍTULO NA BATALHA POR PREÇOS JUSTOS NO “COMPARTILHAMENTO DE POSTES” Por ALAN SILVA FARIA

CPFL pratica no Estado de São Paulo o preço de R$12,00 (doze reais) por ponto de ocupação, enquanto que a DMED em Poços de Caldas/MG pratica o preço de R$26,00 (vinte e seis reais) por ponto de ocupação.

Quando falamos em prestação dos serviços de telecomunicações sob o prisma das Operadoras, seja em regime público ou privado, não é possível afastar o debate acerca da necessidade do compartilhamento de infraestrutura (postes), perante as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica. E este debate se mostra cada vez mais crescente, haja vista, a necessidade atual das Operadoras de Telecomunicações utilizarem meios confinados, como fibra óptica, para a prestação dos seus serviços perante os clientes, já que este tipo de infraestrutura, como de conhecimento comum, possibilita a prestação de serviços de telecomunicações com parâmetros de qualidade mais elevados. E ao se pensar em meio confinado, como fibra óptica, pensa-se automaticamente também no compartilhamento de infraestrutura (postes). Neste cenário, as prestadoras em regime privado aguardavam com muita ansiedade a Resolução Conjunta a ser celebrada entre a ANATEL e a ANEEL, que, enfim, iria regulamentar o preço de referência do ponto de fixação para o compartilhamento de postes entre as distribuidoras de energia elétrica e as prestadoras de serviços de telecomunicações. Enquanto aguardavam a referida Resolução, e em busca de preços mais justos e isonômicos, as prestadoras dos serviços de telecomunicações no regime privado traçaram uma verdadeira batalha com as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica, eis que não existia qualquer regramento que balizava o preço de compartilhamento.

Para ter uma ideia da completa ausência de isonomia em relação à aplicação dos preços de compartilhamento por poste, no ano de 2012, a ABRINT fez uma pesquisa em relação aos preços pagos pelos seus Associados (prestadoras em regime privado), localizados em diversas regiões do Brasil. A desproporção encontrada foi assustadora. Exemplificando, a CPFL pratica atualmente no Estado de São Paulo o preço de R$12,00 (doze reais) por ponto de ocupação, enquanto que a DMED em Poços de Caldas/MG pratica o preço de R$26,00 (vinte e seis reais) por ponto de ocupação. Verificada tamanha disparidade, algumas Operadoras no regime privado recorreram ao Judiciário na tentativa de conseguir que fossem praticados preços mais justos e isonômicos, sobretudo, comparando os preços praticados perante as Operadoras em Regime Público. Sendo que, em uma destas decisões judiciais, nota-se que, desde o Ano de 2002 já estava sendo enfrentada esta discussão sobre o preço de compartilhamento de postes, e ainda, desde o ano de 2002 a ANATEL já prometia a regulamentação da matéria. Veja, nesta linha, o seguinte trecho extraído do voto do Desembargador Relator: “A Anatel apresentou num seminário, sobre a Nova Regulamentação de Compartilhamento de Infraestrutura e de Utilização de Redes de Telecomunicações, em São Paulo, em 30 de junho de 2000 (fls. 111 e seguintes), que o valor mínimo a ser cobrado de cada poste compartilhado por dois agentes, seria de R$0,33 (fl. 119) e o máximo seria de R$1,34. No caso de postes compartilhados por três agentes, o valor mínimo seria de R$0,22 e o máximo de R$0,89.” (Processo 126791-8 – TRF4, julgamento


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17/12/2002). Enfim, no dia 30/12/2014 foi publicado no Diário Oficial da União a Resolução Conjunta (ANATEL/ ANEEL) de nº 004/2014, sob a lavra do Relator Conselheiro da Agência Nacional de Telecomunicações, Sr. Marcelo Bechara. Sendo que a principal novidade desta resolução conjunta, foi à fixação do preço de R$ 3,19 (três reais e dezenove centavos), conforme Artigo 1º: “Estabelecer o valor de R$ 3,19 (três reais e dezenove centavos) como preço de referência do Ponto de Fixação para o compartilhamento de postes entre distribuidoras de energia elétrica e prestadoras de serviços de telecomunicações, a ser utilizado nos processos de resolução de conflitos, referenciado à data de publicação desta Resolução.” Em que pese a fixação do preço de referência de R$ 3,19 (três reais e dezenove centavos), e mesmo após a entrada em vigor da referida resolução conjunta (31/03/2015), cumpre destacar que as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica estão criando subterfúgios e justificativas esparsas no tocante a aplicação do preço de referência, de modo a impedir a redução imediata do preço de compartilhamento. O que configura evidente desrespeito à referida resolução conjunta. O principal ponto suscitado pelas Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica, para se negar a reduzir de imediato o preço de compartilhamento, está relacionado ao prazo de vigência contratual. Para tal, as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica estão se baseando no que prevê o art. 10 da Resolução de nº 004/2014, a saber: “Para os contratos vigentes na data de publicação desta Resolução, mantém-se a forma de cobrança neles estabelecida, devendo a regra do pagamento por apenas um Ponto de Fixação definida no art. 3º ser aplicada quando da adequação da ocupação do poste às condições dispostas no art. 2º.” Com fulcro no dispositivo acima, as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica alegam não ser obrigatória a redução do preço de compartilhamento (para R$ 3,19) em relação aos contratos vigentes. No entanto, esta interpretação não merece prevalecer. Isto porque, o próprio Artigo 10º da Resolução Conjunta de nº 004/2014, nada versou acerca do preço de compartilhamento, mas, sim, abordou a forma de cobrança. Basta uma simples leitura do Artigo 10º da Resolução Conjunta 004/2014 para verificar que manter a “forma de cobrança” para os contratos vigentes, na verdade, diz respeito apenas à regra do pagamento por um Ponto de Fixação, que será implementada apenas quando as Operadoras em regime público otimizarem

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sua infraestrutura e passarem a ocupar apenas 01 (um) ponto de ocupação. Em hipótese alguma foi apontado qualquer lapso temporal para a aplicação do preço de referência, mas sim sobre a forma de cobrança, que constituem terminologias distintas. Até mesmo porque, se persistir tal ideia, será criada no mercado uma nítida afronta à isonomia e um verdadeiro “abismo” entre Operadoras, eis que as novas Operadoras, que ainda não possuem contrato de compartilhamento, conseguirão obter o preço de compartilhamento de acordo com a Resolução Conjunta de nº 004/2014. Enquanto que as Operadoras antigas, que já possuem contratos de compartilhamento em vigor, permanecerão por um determinado período arcando com valores exorbitantes. Se a ANATEL adotar este entendimento absurdo criado pelas Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica, podemos riscar da Lei 9.472/97 (Lei Geral de Telecomunicações) as palavras isonomia, igualdade, justiça e competição. Ademais, em sendo criada uma regra para um setor regulado, neste caso dois setores regulados (telecomunicações e energia elétrica), não é cabível a interpretação de que a nova normatização será aplicada apenas após o término do prazo de vigência contratual. Ora, se assim o fosse, as normas aprovadas pela ANATEL em relação ao atendimento do consumidor, por exemplo, não poderiam ser aplicadas de imediato em face das Operadoras de telecomunicações, mas apenas ao término de cada contrato firmado entre as Operadoras e seus respectivos clientes. O que nitidamente não ocorre na prática. Assim sendo, as Operadoras que possuem contratos de compartilhamento com as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica, ou aquelas que estão em vias de estabelecer um contrato neste sentido, deverão iniciar de imediato as tratativas para que seja aplicado o preço de referência (R$3,19). Sendo que, caso não alcançado um consenso com as Concessionárias ou Distribuidoras de Energia Elétrica, as Operadoras poderão acionar a Comissão Conjunta formada pela ANATEL/ANEEL/ANP para dirimir este litígio, por intermédio de um processo de resolução de conflitos. Se a Comissão Conjunta não resolver o conflito, ou mesmo se a Comissão Conjunta postergar a análise do caso, nada obsta que uma ação judicial seja intentada para obter o preço de referência. Alan Silva Faria Advogado e Consultor Jurídico Sócio da Silva Vitor, Faria & Ribeiro Advogados Associados


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ARTIGO

KMD: SEGURANÇA MAXIMIZANDO LUCROS Por PAULO CESAR JUNIOR

Combo de soluções para provedores que querem agregar fidelização de clientes, aumento de demanda e facilidade de negócio.

Novidade no segmento de automação predial, as soluções KMD chegam ao mercado para que os provedores possam oferecer novas possibilidades de produtos e maximizar seus lucros. O momento de insegurança que ronda o país, com roubos tornando-se frequentes e falta de incentivos governamentais nesse segmento, fazem com que o Brasil ocupe uma posição desfavorável. Segundo a ONG americana Social Progress Imperative - que mantém um ranking da qualidade de vida em 132 países - o Brasil aparece como o 11° país mais inseguro do mundo. A medição se dá ao cruzar 52 indicadores. Nesse panorama desfavorável, o Brasil é analisado como mais INSEGURO do que a Rússia (23º), Irã (48º), e nossa vizinha Argentina (62º), conforme mostra o gráfico.

Brasil aparece como 11º País mais inseguro, entre 132 analisados pela ONG Social Progress Imperative


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Nota-se hoje que a crescente demanda no segmento de segurança, exige algo a mais do que um simples monitoramento. São necessárias informações sobre horários, locais e também a possibilidade de acessar câmeras a qualquer momento e de qualquer lugar. Segurança, conforto, economia e praticidade. Isto tudo são soluções em combos, que a KMD automação oferece à vida dos usuários. Visando oferecer níveis de segurança avançado, comodidade e praticidade, a KMD, lançou no 7º ISP da ABRINT, soluções para automação, com base na internet das coisas (IoT - Internet of Things), que, com toda certeza aumentará, ainda mais, o portfólio de produtos oferecidos pelos provedores, com novidades tecnológicas, ampliando a demanda por serviços já oferecidos, como banda larga e automaticamente aumentará, sua fidelização de clientes. Automação residencial e comercial é muito mais que um produto, é um conceito! Imagine uma central de alarme que envia notificações de alarme para um aparelho de celular (via app ou SMS), tablet ou por e-mail. Que tal monitorar até 280 sensores para os mais diversos tipos de funções? Conexão sem fio, aparelhos autônomos, revolução tecnológica. Esses combos agregados e aplicados as necessidades dos clientes, tornaram os negócios mais fáceis e atrativos. Essas são só algumas das vantagens apresentadas pela KMD, sem contar que, como todos os sensores não necessitam de instalação de cabos, com as simples instruções do manual, qualquer pessoa pode fazer sua instalação. As soluções KMD são inovadoras e levam, cada vez mais, a tecnologia para a casa das pessoas. Hoje, com todas essas soluções, qualquer pessoa poderá ter acesso a esses lançamentos, qualquer casa, apartamento ou um local profissional, poderá ser transformado em um verdadeiro ambiente monitorado em tempo real, tudo pela internet. Se seus clientes precisam de opções pontuais, essa com toda certeza é a melhor aposta para suprir necessidades de segurança e monitoramento. Automação KMD, a internet das coisas que deixa qualquer ambiente inteligente.

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DOCUMENTAÇÃO DA REDE PROPORCIONA MAIS AGILIDADE PARA EMPRESAS DE TELECOMUNICAÇÕES Por ÉDEN ALVES / HEMILIN ALVES

Mais de 50% da população brasileira já está conectada a internet, e a fibra óptica já representa 23,1% desses acessos, segundo o IBGE e ANACOM. A crescente implantação das redes de fibra óptica e as suas diversas ramificações, exigem, atualmente, Uma maior organização dessa demanda para que a qualidade dos serviços oferecidos não seja prejudicada. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mais de 50% dos brasileiros já está conectado a internet. E a fibra óptica já representa 23,1% desses acessos, segundo a Autoridade Nacional de Comunicações (ANACOM). Atualmente, existem sistemas que facilitam esse trabalho de organização. São softwares instalados nos servidores dos clientes que possibilitam a documentação completa da rede, ou seja, o cadastro dos postes que possuem ou não cabos de fibra óptica. São sistemas simples que podem ser administrados por qualquer usuário, sem a necessidade de um treinamento específico e de longa duração, já que muitas empresas não têm disponibilidade de tempo e procuram um programa que facilite o trabalho. Para Rodrigo Carvalhaes, da Triade Telecom, a complexidade de Uma rede óptica exige Uma documentação atualizada e de consulta rápida, já que o tempo de resposta é fundamental em todas as etapas. “Nossa rede era documentada em planilhas de excel, com muitos erros e de difícil visualização. Após a implantação do sistema, passamos a contar com Uma documentação atualizada e de simples consulta, eliminando inúmeras planilhas”, afirma.


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O trabalho de identificação e distribuição da fibra óptica pode levar horas se for realizado sem um software específico. Com o sistema de documentação essa tarefa pode levar, poucos minutos, além de mostrar os dados com extrema precisão. “O ganho de produtividade ocorreu imediatamente, com benefício na agilidade das equipes de manutenção que possuem acesso a dados confiáveis e em qualquer lugar. Antes, apenas Uma pessoa controlava essas informações, agora qualquer funcionário da equipe pode acessar essas informações. Este benefício também foi visível na área de engenharia, que pode contar com os dados para auxilio no planejamento e controle da rede”, afirma Everton Candido, chefe da Divisão de Engenharia de Telecomunicações da Centrais Elétricas de Santa Catarina (CELESC). Um exemplo de software de documentação é o Geo Grid Maps desenvolvido pela empresa Mídia Local Soluções de Santa Catarina. Desenvolvido no Brasil, o programa, que pode ser utilizado tanto por empresas públicas como privadas, está em constante atualização e novas funcionalidades são desenvolvidas de acordo com as reais necessidades do mercado. Com um simples toque na tela, o administrador pode cadastrar postes, cabos, caixas, racks, terminais de atendimento e reservas técnicas, além de facilmente documentar as fusões entre cabos e equipamentos. Um dos benefícios é o acesso dos usuários, já que os dados estão disponíveis em qualquer dispositivo conectado à internet. Utiliza linguagens de programação como PHP, JavaScript, Action Script, html e banco de dados MySQL, que não possui custo de licença. Por meio da documentação é possível obter relatórios de viabilidade da rede e refazer fusões que possam

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ter sido danificadas. Outra vantagem de trabalhar com este tipo de sistema, é que, com ele é possível identificar, em tempo real, a disponibilidade de fibras ópticas nos postes próximos ao endereço do usuário. “O programa pode se integrar com o sistema de gestão de clientes do provedor disponibilizando a viabilidade para os vendedores no momento da prospecção de novos clientes”, explica Éden Alves, diretor da Mídia Local e desenvolvedor do Geo Grid Maps. Para adquirir Uma licença do Geo Grid Maps, que possui atualmente mais de 150 clientes ativos, a empresa deve entrar no site www.geogridmaps. com.br e preencher o formulário. Durante 15 dias a empresa poderá testar o sistema, analisando se o mesmo atende as suas necessidades. Após esse período a empresa passará a pagar Uma mensalidade referente ao número de usuários que poderão acessar o sistema.


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ISP: A TV DO FUTURO Por FELIPE WIHELMS DAMASIO

Interação e Portabilidade: O hábito de assistir TV fora da TV cria uma experiência de estar reunindo pessoas de todos os lados no mundo, em qualquer hora e em qualquer lugar.

No computador ou nas telas dos telefones portáteis, o futuro da televisão aponta para um novo hábito: o de assistir TV fora da TV. Esse novo hábito cria uma experiência de sala de estar, reunindo grupos de pessoas que acessam o mesmo programa de TV ao vivo, a partir de diferentes lugares, e podem participar de chats enquanto assistem. Com isso, os usuários podem trocar mensagens pelo Facebook e Twitter enquanto veem TV. E assim, o Provedor se coloca como ator da interação social na TV em qualquer lugar. Do início das transmissões, em meados dos anos 20, à consagração dos grandes cubos como o meio de comunicação mais poderoso, a televisão foi capaz de fazer o mundo parar em frente à sua tela. Lançou modas, derrubou políticos e influenciou comportamentos. Agora é a vez de ela correr atrás do espectador e se mostrar presente aonde ele estiver. Com o crescimento da banda larga, a internet se

consolidou como plataforma para distribuição de programas de TV de qualidade. Sites e aplicativos como o YouTube, Netflix e HBO, entenderam que o que as pessoas querem é ter o controle sobre o que elas assistem e então veio o bom de conteúdo sob demanda. Essas empresas impulsionaram esse novo jeito de assistir televisão, em que deixa de existir a barreira tecnológica que obrigava a todos assistirem ao mesmo programa na mesma hora. Com exceção a eventos ao vivo, shows e notícias, não faz mais sentido ver alguma coisa na hora em que a emissora decide transmiti-la. Um dos maiores atrativos para os seus 24 milhões de visitantes únicos mensais é o conteúdo do reality show Big Brother Brasil. Segundo Julio Preuss, gerente de inteligência da empresa, esse tipo de evento aumenta os acessos de sites que trazem notícias e vídeos sem prejudicar a audiência da TV.

A evolução para aplicativos de tv na internet já começou. A Samsung anunciou este ano que a sua próxima linha de televisores Smart TV no Brasil virá integrada com plataforma de streaming de jogos, que dispensa consoles. Estamos acompanhando os principais canais de televisão em todo o mundo se moverem para a Internet. O que já era uma realidade das rádios há mais de duas décadas, a transmissão ao vivo na web via protocolos como o RTMP agora é utilizado por veículos como o SBT, a rede GLOBOSAT (Multishow, GNT, Globonews, SporTV, Universal, Gloob e outros), ou ainda canais internacionais (CNN, TV ALSOL, Al Jazeera TV e outros). Seguramente um dos principais serviços de internet prestados pela prefeitura da cidade do Rio de Janeiro, através da CET-Rio, e, também, o mais popular, são as câmeras da CET-Rio espalhadas pela cidade transmitindo imagens em tempo de real de vários pontos do bairros de Copacabana, Ipanema e Leblon, Rio de Janeiro. Outro exemplo é o serviço Secretaria de Informática do Senado (Prodasen), que agora passou a transmitir ao vivo a TV Senado pela internet.


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Muito em breve, todos os principais canais estarão transmitindo toda sua programação AO VIVO na web.

Banda larga vs latência Agora cabe perguntar ao Provedor de Internet se ele está preparado para essa transformação. Quando se trata de experiência de navegação web, verifica-se que a latência é provavelmente o fator limitante hoje. Para evitar gargalos na rede em um cenário onde um enorme número de pessoas querem e vão assistir o mesmo vídeo simultaneamente, a resposta seria armazenar cópias dos vídeos o mais perto possível dessas pessoas.

Armazenamento inteligente Soluções de cache que usam produtos de armazenamento genéricos exigem ajuste significativo para a entrega de vídeo e protocolos específicos de transmissão de conteúdo ao vivo, introduzindo inevitavelmente, latência, complexidade e custos adicionais no processo de entrega. É muito importante buscar soluções de mercado que apliquem técnicas de armazenamento especificamente para streaming de vídeo (ABR) e transmissão ao vivo (RTMP). A fim de fornecer armazenamento multi-tier inteligente que é otimizado e configurado para demandas exclusivas de real-time streaming. Felipe Wihelms Damasio é formado em Ciência da Computação, possui mais de 12 anos de experiência com tecnologia da informação, atuando como especialista em redes de alto desempenho, otimização de aplicações, armazenamento e servidores. Atualmente é CEO da Taghos e Diretor de Tecnologia, empresa 100% nacional desenvolvedora de soluções que tornam a internet ou a comunicação entre qualquer sistema de rede mais eficiente, mais rápido e mais seguro.


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O QUE A REGULAMENTAÇÃO AGREGA PARA O CRESCIMENTO DO SEU PROVEDOR? Por ASSHAIAS FELIPPE Diretor Executivo Solintel

Profissionalizem! As obrigações que tem sentido, tiram o provedor da zona de conforto e subsidia o crescimento do seu negócio. Enxergar como ferramentas que o ajude a competir com as grandes teles e até mesmo com o concorrente que é provedor local. O contingente e o excesso da demanda nos últimos anos, são os novos princípios das exigências de obrigações da Anatel. Por conta da quantidade de provedores que obtiveram a autorização para a exploração do SCM (serviço de comunicação multimídia), nos últimos 5 anos, a Anatel, vem mudando seus valores e a sua visão para propor os novos regulamentos. A carência de líderes, de TIC (tecnologia da informação e comunicação), e profissionais preparados para prever o futuro, também são fatores determinantes. A carga de trabalho para regulamentar, monitorar e fiscalizar o setor, podem trazer questões nas propostas que são encaradas, ao meu ver, como uma armadilha. Podemos falar da prostituição do mercado, fortalecimento das grandes teles, inconstitucionalidade, entre outras. O fato é que no planejamento estratégico, para os próximos 10 anos da Agência, publicado em 2014, deixa explícito macro estratégias contraditórias, quando observamos a atuação tática. Não se deve regular de dentro para fora, pelo contrário, o movimento deve ser com uma ótica do assinante, para as operações internas desta autarquia. É necessário pregar e dar o exemplo.


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Passa a não ter sentido, o planejamento estratégico de qualquer empresa, seja ela pública ou privada, autarquias, entre outras organizações, se a atuação tática e operacional, em outras palavras, a definição coesa do plano de ação que se aproxime de fato das macros. A regulamentação demanda a tomada de decisões prevendo o futuro sim, porém, alguns caminhos há de escolher. Pois bem, antes de começar a expor alguns exemplos vamos entender os principais pontos da nova proposta, que por sua vez, mira o pequeno provedor. O intuito é fomentar a competição com a entrada de novos players, facilitar a oferta de internet em regiões de pouca densidade demográfica, reduzir a carga regulatória e eliminar a pirataria quando se olha para o mercado. Por outro lado, certamente, a ideia partiu do excesso de burocracias e de trabalho, quando comparado com a capacidade produtiva. Muitas vezes, se leva anos para concluir um processo administrativo (PADO). Assim como, praticando o benchmarking com as entidades responsáveis na Europa e América. Estes países, tem algumas políticas parecidas com estas propostas, porém, o Brasil tem dimensões continentais e uma cultura própria. Aí pergunto, o mercado está maduro? Direto aos principais pontos. Não exigência de profissional habilitado nos artigos 8° e no 9° da resolução 218 do Confea, para ser responsável técnico junto ao CREA e Anatel, eliminar o projeto de licenciamento da estação de telecomunicações, alterar o SICI (sistema de coleta de informações), tanto a periodicidade quanto indicadores. Assim como transformar o processo de retirada da outorga de SCM em um simples cadastro no site e de forma gratuita. Estas propostas são destinadas aos provedores de pequeno porte. De fato, no Brasil, existe um excesso de regulamentação. Muitas exigências sem sentido e que não caminham na direção que se deseja. Porém, há de se ter coerência, constitucionalidade e proteção do mercado. Importante é considerar o Princípio de Pareto, ou seja, 20% das ações, representam 80% dos resultados. Caso de fato se concretize, o que, particularmente, acho que não vá, deve-se acender a luz vermelha e/ou amarela. Quanto a não exigência de profissional habilitado, é como dizer, por exemplo, que uma farmácia

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de uma porta (pequena), não precisasse de um farmacêutico, somente as grandes redes. Ora, então qual o sentido teria esta profissão? Os remédios e compostos seriam dominados por quem? Teríamos um profissional para dizer qual remédio é similar ao outro e com um preço menor, no caso dos genéricos? Quanto ao projeto de licenciamento de estações, eu pergunto: como ficaria o espectro de frequências? Haja vista que, atualmente, por exemplo, para o bloco primário há a necessidade de se definir os canais de utilização. Certamente, a poluição do espectro aumentaria e consequentemente a qualidade dos serviços. Já em relação ao SICI, entendo que não tem sentido reduzir as informações que hoje prestamos. Um dos papéis da Anatel é acompanhar o desenvolvimento do setor, para ajustar os novos regulamentos e prestar contas à sociedade civil. Sem informação não há tomada de decisão. A gestão regulatória do seu negócio transforma processos. As obrigações que tem sentido, tiram o provedor da zona de conforto e subsidia o crescimento do seu negócio. Profissionalizam! Enxergar como ferramentas que o ajude a competir com as grandes teles e até mesmo com o concorrente que é provedor local. Transformar o processo de autorização para exploração do SCM em um simples cadastro, em outras palavras, é dizer a mesma coisa que regularizar a pirataria. E como ficam os provedores que já possuem sua outorga, vem se organizando e pagaram por ela? A Agência Nacional terá a capacidade de exercer sua missão com a regularização dos piratas? É razoável o clandestino que não paga impostos, polui o espectro de frequências, que não tem a cultura, a visão, muito menos o desejo de se organizar e nem prestar bons serviços à população, ter os mesmos direitos que sua empresa? O preparo dos colaboradores e a constância dos desafios, também são relevantes para perpetuar o seu negócio. Lidere para dentro e para fora da sua empresa. Por fim, o que você deseja para o futuro da sua companhia? Mais vida para o seu dia ou mais dias para sua vida? Pense nisso!


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DISPONIBILIDADE DE REDE PARA ISP’s Por JOSÉ MAURICIO DOS SANTOS PINHEIRO CONSULTOR TÉCNICO

As redes de comunicação estão disponíveis para todos, com sistemas maduros e capazes de atender as necessidades particulares de cada pessoa e cada negócio. Neste contexto, a disponibilidade nas redes dos provedores de serviços de Internet (ISP’s) torna-se um diferencial para os clientes e para a existência do próprio negócio. O cliente espera que o serviço do provedor ocorra sem interrupções. Por exemplo, uma empresa que utilize um serviço de Internet no horário entre 8h e 20h, não pode ter seu sistema fora do ar durante este período de tempo. Já uma empresa que utilize a Internet 24h por dia, obviamente, apresenta uma necessidade contínua, de forma que qualquer tipo de parada é prejudicial ao seu negócio. Então, a operação de um ISP deve considerar a rede operando na categoria 24 x 7, ou seja, 24 horas por dia, 7 dias por semana, de preferência, sem interrupções. Assim, é importante considerar dois aspectos: o tempo de disponibilidade (ou uptime) da rede e o tempo de indisponibilidade (ou downtime), onde a rede, por algum motivo, encontra-se inoperante. O período de uptime equivale ao intervalo de tempo entre uma falha resolvida anteriormente (o fechamento de um chamado anterior) e o início do chamado correspondente à próxima falha. Já o período de downtime se inicia com a abertura do chamado de reparo do cliente (trouble-ticket), que marca o reconhecimento da indisponibilidade do serviço pelo provedor, e termina com o reparo realizado e o fechamento do chamado após o reconhecimento pelo cliente, conforme mostra a Figura 1.

Figura 1 - Delimitação do Uptime e Downtime

A disponibilidade de uma rede pode ser enquadrada normalmente em três classes, de acordo com faixas de valores percentuais: Disponibilidade Básica, Disponibilidade Contínua e Alta Disponibilidade: Disponibilidade Básica - encontrada em redes desprovidas de mecanismos voltados para redundância ou contingência. As redes desta classe apresentam disponibilidade de 99,0% a 99,9%. Isto equivale a dizer que em 1 ano de operação a rede pode ficar indisponível de 8,76 horas a 3,65 dias. Convém ressaltar que nessa classe os tempos de indisponibilidade não levam em consideração parada planejada para troca de equipamentos, por exemplo. Aqui está enquadrada boa parte dos ISP’s; Alta Disponibilidade – rede insensível a falhas de software, de hardware e de energia elétrica. Nas redes desse tipo os sistemas possuem mecanismos de monitoração, detecção e recuperação de falhas. Nesta classe encontram-se as redes que apresentam valores de disponibilidade tipicamente na ordem de 99,99% a 99,9999%. Aqui se encaixam os ambientes das operadoras de telecomunicações; Disponibilidade Contínua – redes que possuem redundância de recursos, ou seja, se um dispositivo crítico deixa de funcionar, um segundo assume imediatamente a sua função. A disponibilidade neste caso apresenta valores de aproximadamente 99,99999%, ou seja, a rede funciona, no mínimo, por aproximadamente 8759 horas (de 8760) por ano, sem interrupções. Nesta categoria estão enquadrados os Datacenters, por exemplo.


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A Tabela 1 apresenta as três classes de disponibilidade e relaciona os valores de disponibilidade anual, indisponibilidade anual e indisponibilidade mensal. Tabela 1 - Valores da disponibilidade anual em função da indisponibilidade anual e mensal DISPONIBILIDADE ANUAL (%)

INDISPONIBILIDADE ANUAL

INDISPONIBILIDADE MENSAL

Disponibilidade Continua

99,9999999 99,999999 99,99999

0,03 segundos 0,32 segundos 3,15 segundos

0,003 segundos 0,026 segundos 0,259 segundos

Alta Disponibilidade

99,9999 99,999 99,99

31,54 segundos 5,26 minutos 52,56 minutos

2,592 segundos 25,92 segundos 4,32 minutos

Disponibilidade Básica

99,9 99,5 99,0

8,76 horas 43,80 horas

43,20 minutos 3,60 horas

3,65 dias

7,20 horas

1 ano = 365 dias = 8.760 horas = 525.600 minutos = 31.536.000 segundos; 1 mês = 30 dias = 720 horas = 43.200 minutos = 2.592.000 segundos.

A confiabilidade da rede é tanto melhor quanto maior for o tempo de operação livre de falhas, também conhecido como tempo médio entre falhas - MTBF (Mean Time Between Failures), assim como quanto menor for o tempo de paralisação decorrente de falhas, definido como tempo médio para reparo – MTTR (Mean Time To Repair). O MTBF é designado para expressar o tempo médio entre interrupções de serviço (tempo entre falhas). Já o MTTR se refere ao tempo transcorrido para o reparo de um serviço (tempo para reparo), conforme a Figura 2 Falha

Falha

Tempo entre reparos

Falha

Tempo para reparos

Tempo entre falhas

Figura 2 - MTBF e MTTR

Os valores de disponibilidade (A) da rede podem ser obtidos de maneira simplificada a partir da fórmula: A = MTBF / (MTBF + MTTR) x 100 Exemplificando: Qual a classe de disponibilidade de um provedor que apresente um tempo de indisponibilidade mensal de 60 minutos? 1 mês (30 dias) = 30 x 24h = 720h x 60m = 43200m A = 43200 / (43200 + 60) x 100 = 99,86% Este provedor está na classe de disponibilidade básica, aparentemente sem maiores recursos de redundância em sua rede. Conclusão Uma rede de comunicação é avaliada por sua disponibilidade, exige conhecimento técnico, manutenção permanente, atendimento a requisitos de disponibilidade e segurança, o que demanda investimentos financeiros e em pessoal. O planejamento das redes de comunicação é estratégico para o provedor considerando que o faturamento e o relacionamento com seus clientes e fornecedores dependem disso. Prejuízos financeiros oriundos da indisponibilidade da rede podem não ser os únicos efeitos colaterais. Mais do que a perda financeira, a imagem do ISP é prejudicada por conta da instabilidade ou indisponibilidade da sua rede. Portanto, acompanhar o desempenho da infraestrutura própria e de terceiros é essencial ao sucesso do negócio.


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TIC PROVEDORES: UM CENSO COM BASE NOS CADASTROS DE PROVEDORES DE TODO O PAÍS Por EDITORIAL ISPMAIS

Realizada desde 2011, a pesquisa tem como objetivo central a produção de um censo dos provedores de serviços de Internet, a fim de construir um Cadastro Nacional de Provedores visando mapear o cenário brasileiro do mercado de provimento de acesso à internet no Brasil. O CETIC.br (Centro de Estudos sobre as Tecnologias da Informação e da Comunicação) realizou, mais uma vez, entre setembro de 2013 e outubro de 2014, a pesquisa TIC Provedores, com apoio das principais associações de provedores de serviços de internet no Brasil, e divulgou alguns dados interessantes em relação aos ISPs registrados. O levantamento identificou 2.138 empresas formais de provimento de serviços de Internet em todo o território nacional, e buscou traçar um cenário do setor, a fim de gerar dados e estatísticas que permitam compreender o nível de disseminação da infraestrutura brasileira de acesso à rede necessária para implantação das novas tecnologias na sociedade, além, da criação do Cadastro Nacional de Provedores de Acesso à Internet. Os provedores de serviços de Internet atuam, em sua maioria, na região Sudeste (43%), seguido pela região Sul, que apresentou crescimento de oito percentuais em relação ao primeiro levantamento, realizado em 2011 (31%), Nordeste (21%), Centro-

Oeste (15%) e Norte (9%). A TIC Provedores 2014 também registrou um aumento na densidade de provedores por habitante, com destaque para a região Norte, que passou de 0,76 para 1,12 provedores a cada 100 mil habitantes. De forma geral, 45% das empresas atendem até três municípios, enquanto 22% atendem mais de dez.


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Sobre as velocidades de conexão, as mais ofertadas estão na faixa de 1Mbps a 10 Mbps – serviço oferecido por 94% das empresas. Somente 9% dos provedores oferecem velocidades entre 100 Mbps e 1 Gbps aos seus clientes, enquanto 89% deles ofertam conexão de 128 Kbps a 1 Mbps. As empresas que ofertam as velocidades mais baixas concentram-se na região Norte onde 95% dos provedores oferecem velocidades de 128 Kbps a 1 Mbps.

O levantamento também indica que 70% dos provedores possuem sistemas autônomos (AS – Autonomous System. Aqueles que ainda não utilizam esse recurso, apontaram o custo envolvido e o valor do investimento inicial como principais impedimentos. A pesquisa revela ainda que, 28% das empresas participam de um ponto de troca de tráfego (PTT), sendo a melhoria da qualidade dos serviços de Internet (citada por 88% das empresas), a principal justificativa para a participação nos PTTs, seguida pela redução do custo do tráfego (79%) e a melhoria da organização do tráfego da Internet local (73%). O site cetic.br disponibiliza informações mais detalhadas de indicadores no link http://cetic.br/ pesquisa/provedores/indicadores.

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MHNET - TRABALHAR EM PARCERIA COM PROVEDORES, ESTABELECENDO UM TRABALHO A 4 MÃOS Tecnologia, inovação e ultra velocidade: De olho no mercado da região sul a Mhnet apresenta a solução 4 mãos para provedores.

Em uma época em que tudo é “para ontem”, em que em poucos instantes tudo muda, e cada vez mais, tempo é dinheiro, a Mhnet apresenta soluções ultra rápidas para você e seu provedor.

Como tudo começou... A Mhnet é uma empresa de telecomunicações, há 13 anos trazendo soluções para o setor. Surgiu na cidade de Maravilha, Santa Catarina, sob direção de Patrick Canton. No início eram oferecidas conexões através da linha discada. Com a implementação do Rádio Digital, a rede da Mhnet foi crescendo e vários municípios da região começaram a receber

os serviços de internet. Trazendo uma avançada tecnologia para facilitar a vida das pessoas, em 2011 a Mhnet passou a oferecer ultra velocidade de acesso através da Fibra Óptica com alto nível de qualidade e confiabilidade, desta forma, a Mhnet tornou-se uma das pioneiras a construir rede de fibra óptica na região Oeste de Santa Catarina.

Para onde vamos? Tendo como a principal finalidade levar qualidade de banda aos seus clientes a Mhnet possui links em toda a região Sul, disponibilizando serviço de banda para outros provedores. O primeiro passo


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é entender as necessidades da sua empresa, para em seguida montar uma rede cabeada em fibra óptica para o seu provedor, disponibilizando uma estrutura de qualidade, afim de, manter o desempenho total para o usuário final, com custo baixo.

Como Funciona a Mhnet? Buscamos o crescimento através do sucesso e do excelente serviço que prestamos para usuários finais e provedores. Possuímos um serviço interligado através de parcerias com os melhores PTT’s do país, evitando que seu usuário fique sem conexão, oferecemos segurança e tecnologia para o

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seu provedor. Através dessa parceria, a nossa rede conta com um sistema interligado que em caso de rompimento ou falha técnica existem alternativas que possibilitam o acesso à conexão. Nosso sistema de backbone conta com PTT’s de São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Lages, que distribuem sinais através da fibra óptica para outros centros, em seguida esse sinal é distribuído para as demais cidades criando uma rede que possibilita conexão 24 horas sem interrupção. O objetivo de um mix de produtos com fibra é entregar utilizando a estrutura atual, soluções para o provedor tornar-se competitivo, oferecendo além de


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internet, os serviços de TV e Telefonia. Outra novidade que a Mhnet possui em sua estrutura são os servidores da Akamai, Google, Facebook, Youtube, Netflix e Apple, garantindo maior velocidade de acesso a partir de qualquer lugar, gerando segurança e comodidade para o usuário. É possível conectar a esses serviços sem interrupções, com transmissões e atualizações instantâneas, este sistema de conteúdo sob demanda, garante velocidade na conexão, garantia no uso de banda, além do mais o conteúdo está em cache nos servidores internos da empresa, liberando conexão para alocar maior número de usuários através de uma conexão limpa e rápida. Nosso principal objetivo é manter o usuário cada vez mais fiel ao seu provedor, atendendo as necessidades do seu dia a dia. Mhnet a melhor forma de garantir seus resultados

Pensando no potencial dos provedores, e na expansão de suas fronteiras, a Mhnet desenvolve parcerias para entrega de fibra e estrutura. Mais do que apenas entregar a Mhnet auxilia o parceiro, criando vínculos, auxiliando comercialmente, tecnicamente e também aprimorando os processos, para que o crescimento seja mutuo. Pensamento disseminado dentro da empresa, trabalhar em parceria com os provedores, estabelecendo um trabalho a 4 mãos, ou seja, o emparelhamento entre as empresas é possível, aliando a qualidade dos produtos e serviços Mhnet, com o atendimento e o alcance dos provedores. Pensando assim crescemos juntos, vendemos mais, atendemos um número maior de clientes, levando internet, telefonia e em breve TV. Esses diferenciais tornam a Mhnet a melhor escolha.


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Juntos podemos mais! O crescimento dos provedores torna possível o crescimento da Mhnet, estar na vanguarda do lançamento de novas tecnologias, melhorias na estrutura, e automaticamente a entrega de um serviço melhor a nossos clientes. Criar experiências melhores a seus usuários, esse é o objetivo da Mhnet, entregar produtos e serviços diferenciados, contar com a melhor estrutura, tecnologia de ponta, e ferramentas que facilitam o dia a dia, com este pensamento crescemos em Santa Catarina e hoje estamos expandindo as fronteiras em toda a região sul, uma empresa madura, com pensamento comercial e administrativo sólido, equipe qualificada, e suporte incansável.


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POR FABIANO ANDRÉ VERGANI EMPRESÁRIO DO SETOR DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NO SUL DO PAÍS CONSELHEIRO CONSULTIVO DA ANATEL 2013 A 2016, E INTERNETSUL PRESIDENTE SEINERGS, DIRETOR DA BITCOM INTERNET E DO PLIGG

Coluna SERVIÇOS

A ONDA DOS MULTISSERVIÇOS Se olhar ao redor, você verá que, as grandes operadoras de telecomunicações estão cada vez mais posicionadas nos Multisserviços “COMBOS”, e se você olhar novamente, verá que alguns ISPs iniciam, mesmo que timidamente, ofertas de Multisserviços. As empresas de Telecomunicações estão se dando conta que devem operar como empresas de VAREJO e ofertar, cada vez mais, produtos e serviços que encantem seus assinantes. Sou sabedor que os ISPs estão com seus investimentos focados em infraestrutura, principalmente em fibra ótica que é a onda do momento. Os ISPs estão focados em ofertar internet de alta capacidade (10Mb, 30Mb, 50Mb, …), porém em 2/3/5 anos o assinante terá diversos operadores batendo em sua porta ofertando a mesma coisa e neste caso o diferencial será somente o preço. Hoje a oferta de acesso a internet possui uma boa margem, porém meu conselho é que os ISPs devem investir AGORA em multisserviços, devem começar a pensar na oferta de e-mails, sítios, domínios, Voz, TV, WiFi, Câmeras, Internet Segura, Anti-Vírus, AntiSpam, Cloud, Ensino a Distância, etc. Tenho a experiência do varejo/assinantes pela Bitcom e a experiência de atacado/provedor com o Pligg e POSSO AFIRMAR que a oferta de multisserviços aumenta o Ticket Médio, a fidelização, o relacionamento, a facilidade e principalmente o RESULTADO do negócio. Possuo um Provedor www.bitcom.psi.br e ofereço multisserviços e possuo uma empresa de Telefonia IP www.pligg.com.br que desenvolve solução de Voz para ISPs. Respeito os companheiros que atuam e possuem foco exclusivo em PST – Provedor de Serviços de Telecomunicações, porém devemos lembrar que um provedor de internet

adiciona valor aos serviços de telecomunicações. INTERNET é SVA – Serviço de Valor Adicionado conforme a LGT em seu artigo 61 deixa evidenciado. Por possuir um provedor das antigas (20 Anos), sou defensor do SVA – Serviço de Valor Adicionado e estimulo que um PSI - Provedor de Serviço de Internet deve ofertar múltiplos serviços em INTERNET. O ISP moderno deve ofertar Telecom/Acesso e Internet/Multisserviços. Perguntas constantes que ouço dos ISPs são: Quais são as ofertas de soluções agregadas que o mercado oferece? Vale a pena? É lucrativo? Muitas empresas possuem ofertas para agregar valor à internet, visualizo diversas soluções sendo oferecidas nas feiras e eventos de ISPs, outra sugestão, que eu aconselho, é começar a participar de eventos de TI. Em relação a lucratividade posso afirmar que sim! Temos que entender que o negócio primário de um provedor é Banda Larga (SCM) + Internet (SVA), e, neste caso, somos como uma Fábrica, ou seja, temos uma boa margem, pois temos a expertise do produto/serviço. Quando não somos fabricantes de produtos/serviços devemos entender que a margem não será igual, mas sempre que agregamos estamos aumentando o resultado do negócio. O maior exemplo que dou é os Postos Ipiranga, o negócio primário é a gasolina, mas os agregados são os diferencias, basta você pensar se você ainda abastece naqueles postos de gasolina de antigamente. A terceira onda da Internet chegou, a IoT – Internet das Coisas já é realidade, as gigantes Google, Apple e Microsoft já estão com ações fortes. Não podemos ficar fora desta grande oportunidade. Convido os Provedores Brasileiros a iniciarem a ofertar multisserviços.


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Coluna DEPENDE...

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POR RONALDO COUTO ENGENHEIRO ELETRICISTA, COM ÊNFASE EM TELECOMUNICAÇÕES, E ESPECIALISTA EM REDES DE FIBRA ÓPTICA. FUNDADOR DA PRIMORI CONSULTORIA.

PERDA DE RETORNO ÓPTICA (ORL) Na edição passada comentamos sobre os conectores SC-PC e SC-APC, e mencionamos que a diferença entre eles é que os do tipo APC apresentam “Perda de Retorno Óptica (ORL)” melhor que os conectores do tipo PC. Mas o que vem a ser “Perda de Retorno Óptica”? “Perda de Retorno Óptica” é definida pela quantidade de potência que regressa ao transmissor, sendo considerada uma perda, uma vez que esta potência não chega ao receptor. Este tipo de perda é gerada por reflexões ocasionadas por descontinuidades existentes ao longo da fibra; que podem ser geradas por micro impurezas internas da fibra e principalmente nas conexões e terminações onde temos um conector óptico.

ordem de 40 dB. Sendo a face dos conectores o fator de maior influência na ORL, buscou-se uma forma de diminuir a reflexão nos mesmos. Isto foi conseguindo com os conectores do tipo APC, que possui o polimento da fibra num ângulo de 8º e consegue-se com isto ORL na ordem de 60 dB. A técnica é simples: uma vez que a extremidade da fibra está em ângulo, a potência refletida também será em ângulo; e o suficiente para não mais ser guiada pelo núcleo da fibra e sendo dissipada pela casca da fibra. A figura abaixo mostra o efeito da ORL nos conectores PC (azul) e APC (verde).

A potência que retorna ao transmissor pode acarretar em flutuações na potência do laser ou pequenas alterações em seu comprimento de onda. Em sistemas com altas velocidades (a partir de 10 Gbps) aumentará a “taxa de erro de bits” (BER). Em sistemas de vídeo RFoG, que requerem ORL maior de 60 dB, alta potência de retorno aumenta o nível de ruído do sistema e faz piorar a qualidade da imagem. Os sistemas FTTH normalmente não apresentam problemas em enlaces que tenham ORL igual ou maior de 32 dB. No entanto, sujeiras e danos nos conectores ópticos diminuem este valor e podem causar problemas de desempenho no sistema. Desta forma, ter uma boa ORL é de vital importância para garantir o bom desempenho de sistemas ópticos. Os conectores do tipo PC possuem ORL da

Conhecendo estas informações, procure saber qual o polimento dos conectores utilizados em seus equipamentos. Usar conectores com polimentos diferentes acarretará em perda adicional desnecessária e aumento da ORL. E, consequentemente, problemas em seu sistema.


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Coluna POR PAULO HENRIQUE DA SILVA VITOR ADVOGADO E CONSULTOR JURÍDICO SÓCIO FUNDADOR DA SILVA VITOR & ADVOGADOS ASSOCIADOS

COM LICENÇA

O SINDICATO DOS PROVEDORES DE ACESSO À INTERNET – SINET Analisando-se atualmente a realidade dos provedores de acesso à internet, nota-se que eles, a cada dia que passa, assumem uma consciência, cada vez maior, no sentido de estar plenamente regular perante todas as esferas e competências. Foi neste sentido, que há alguns anos, diversos provedores se regularizaram perante a ANATEL, com a obtenção de autorização própria para a prestação dos serviços de comunicação multimídia (SCM). E com o passar do tempo, o nível de regularização foi aumentando gradativamente, abarcando não apenas a ANATEL (outorgas e licenças), mas também a esfera tributária, contratual, o relacionamento com fornecedores e o atendimento aos seus clientes/ assinantes. Resta, agora, para a quase totalidade dos provedores de acesso à internet, uma melhor organização e regularização no tocante a esfera trabalhista, especialmente no que se refere à vinculação a um sindicato que realmente represente a categoria econômica dos provedores de acesso à internet. O que se tem visto hoje em dia, é que a quase totalidade dos provedores de acesso à internet se filiam a sindicatos que representam categorias econômicas totalmente alheias e distintas. Em alguns casos, os provedores optam pela filiação ao sindicato do comércio de sua cidade, já que por estarem sediados fora dos grandes centros urbanos, não existe sequer 01 (um) sindicato que se assemelhe, ainda que indiretamente, à sua categoria. Em outros casos, muito comum em relação a provedores sediados em grandes centros urbanos, estes optam pela filiação ao sindicato das empresas de tecnologia da informação, ou ao sindicato das empresas atuantes em atividades acessórias às telecomunicações (como instalação ou manutenção), ou ao sindicato constituído majoritariamente por empresas de telecomunicações de grande porte. Nenhum destes sindicatos, todavia, representa fielmente a categoria econômica dos provedores de acesso à internet. Sendo que, ao se analisar as convenções coletivas firmadas por estes sindicatos, o que se percebe é que, atualmente, a grande maioria dos provedores de acesso à internet, estão se submetendo a sindicatos extremamente onerosos, com pisos, parâmetros e obrigações extremamente prejudiciais, completamente distantes da realidade, capacidade de pagamento dos provedores de acesso à internet e consequentemente,

as convenções coletivas. E diante de todo este cenário, ciente dos problemas vivenciados pelos provedores de acesso à internet em relação a inexistência de um sindicato patronal, que realmente represente esta categoria econômica, a ABRAMULTI, com o apoio da ABRINT e da Silva Vitor, Faria & Ribeiro Advogados Associados, iniciaram os procedimentos para a constituição de um sindicato próprio. Sendo que, na data de 17 de outubro de 2014, foi realizada a assembléia de constituição do sindicato dos provedores de acesso à internet, ocasião em que a constituição do sindicato foi devidamente aprovada. Ressalte-se que, inicialmente, foi idealizado um sindicato a nível nacional, representando os provedores de acesso à internet de todo o Brasil. Contudo, foi constada a existência de sindicatos voltados especificamente para provedores de acesso à internet nos Estados de São Paulo e Rio Grande do Sul, motivo pelo qual foi aprovado um sindicato com atuação interestadual, abarcando os seguintes Estados: Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Paraíba, Paraná, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rondônia, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins. Este sindicato foi denominado de Sindicato Interestadual dos Provedores de Acesso à Internet – SINET. Atualmente, após procedimentos relacionados ao registro deste sindicato patronal perante o cartório, obtenção de CNPJ, dentre outros procedimentos burocráticos, cumpre ressaltar que os documentos deste sindicato serão encaminhados em breve para o Ministério do Trabalho, visando consolidar seu registro e constituição. Com isso, espera-se que em curto prazo, este sindicato já esteja apto, regular e operacional. Para tal, será necessário o apoio não apenas das associações de classe, como a ABRAMULTI e ABRINT, mas também de todos os provedores do país.


HUMOR

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VIDA DE SUPORTE Por André Farias : www.vidadesuporte.com.br A vida de quem trabalha com informática não é fácil. Retratações com humor descrevem o dia-a-dia desse meio. A seguir, uma típica e rotineira vida de suporte.


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C ATÁ LO G O D E P R O D U TO S

CATÁLOGO DE PRODUTOS CANETA LOCALIZADORA DE FALHAS OT-8449-ID • A Caneta Localizadora de Falhas foi projetada para aplicação em campo, onde precisa-se de uma ferramenta eficiente para a checagem de redes de fibra óptica durante e após sua instalação. • Possibilita encontrar pontos de interrupção, flexões ou fissuras em cabos de fibra óptica. • Conector universal 2,5 milímetros • Design à prova de poeira e choque. • Bateria com duração de 60 horas. • Portátil, robusto, fácil de usar. • Distancia de medição: até 5 km. • Protetor para saída do laser.

IDENTIFICADOR DE FIBRA ÓPTICA OT-8436-IF O Identificador de Fibra Óptica é um equipamento essencial aos profissionais de manutenção de redes ópticas (FTTx / FTTH). • Identifica sinais ópticos sem perturbar o tráfego do sistema e sem danificar a fibra. • Indica o sentido dos sinais transmissores e a frequência recebida. • Dispõe de uma fonte de luz visível, para localização visual de eventos na fibra óptica (quebras, emendas com alta taxa de atenuação, conectores danificados). • Possibilita testes de continuidade e localiza fibras pinçadas em DIOs ou emendas. • Alcance 20 km. • Cor vermelha. • Luz contínua ou intermitente.


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EQUIPAMENTOS GEPON GEPON ONU OT-04FE-R • O OT-04FE-R é uma ONU GEPON com base no padrão IEEE802.3ah. • Possui 4 portas 10 / 100 que podem ser conectadas a setupbox de IPTV, PCs e telefones VoIP para implantação de serviços de Triple Play. • Possui Auto Provisão para o provedor implantar gerenciamento remoto e manutenção para os seus dispositivos. • Com uma porta WAN GEPON SC, o OT-04FE-R oferece uma conexão óptica de até 100 Mb para a casa do assinante. • Possui opção de configuração via web.

GEPON OLT OT-E8110T • A OLT OVERTEK é um equipamento GEPON para redes FTTH / FTTx. • Utiliza tecnologia passiva para transferência de dados por fibra óptica, ou seja, não existem ativos entre o cliente e o provedor (equipamentos que consomem energia elétrica). • Pode atingir distâncias de até 20Km da ONU • A transmissão de dados é bidirecional (Upload/Download) utilizando apenas uma fibra, através da tecnologia WDM. • Equipamento para atendimento de até 64 clientes (com possibilidade de expansão da capacidade de atendimento através de software de gerência).


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EQUIPAMENTOS GEPON

GEPON ONU/ONT OT-804F Número de Portas Fast 10/100

4

Número de portas Giga 10/100/1000

-

Fonte de alimentação Material de composição da Caixa Distancia de transmissão Capacidade de Gerenciamento Compatibilidade

Características de Software

AC 96-260V, DC 12V, 1.5A Plástico Até 20km Bridge IEEE802.3ah • Suporte IEEE802.1Q VLAN, Port Based VLAN, (configurável no NMS) • Suporte IEEE802.1P QOS, TOS, COS • Suporte IEEE802.1D Spanning Tree • Suporte a limitação de endereços MAC (configurável no NMS) • Suporte Snooping IGMP para multicast (configurável no NMS) • Suporta IEEE802.3x full duplex, half duplex com fluxo de controle de contrapressão • Suporta controle de largura de banda.


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GEPON ONU/ONT OT-E801G

GEPON ONU/ONT OT-E801F1G

-

1

1

1

AC 96-260V, DC 12V, 1A, fonte de alimentação externa

AC 12V por 1A

Plástico

Plástico

Até 20km

Até 20km

Bridge

Bridge

IEEE802.3ah

IEEE802.3ah

• Suporte IEEE802.1Q VLAN, Port Based VLAN, (configurável no NMS) • Suporte IEEE802.1P QOS, TOS, COS • Suporte IEEE802.1D Spanning Tree • Suporte a limitação de endereços MAC (configurável no NMS) • Suporte Snooping IGMP para multicast (configurável no NMS) • Suporta IEEE802.3x full duplex, half duplex com fluxo de controle de contrapressão • Suporta controle de largura de banda.

• Suporte IEEE802.1Q VLAN, Port Based VLAN, (configurável no NMS) • Suporte IEEE802.1P QOS, TOS, COS • Suporte IEEE802.1D Spanning Tree • Suporte a limitação de endereços MAC (configurável no NMS) • Suporte Snooping IGMP para multicast (configurável no NMS) • Suporta IEEE802.3x full duplex, half duplex com fluxo de controle de contrapressão • Suporta controle de largura de banda.


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CAIXAS DE EMENDA ÓPTICA

CAIXA DE EMENDA ÓPTICA D013 Capacidade de Armazenamento de Fusão Fixação

Quantidade de Diâmetro de entrada para cabos

48 Fusões Fixação é possível tanto em postes, quanto em cabos Possui uma entrada para cabos com diâmetro de 1 a 17 mm e 3 entradas redondas para cabos derivados com diâmetro de 1 a 17 mm.

Bandejas que acompanham os produtos

1 para até 12 fibras

Quantidade de bandejas suportadas pelo equipamento

4 para até 12 fibras

Possui proteção UV

Sim

Sistema de vedação

As entradas de cabos são seladas através de tubos de borracha que garante uma eficiente vedação junto à base com a cúpula por um sistema mecânico.


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CAIXA DE EMENDA ÓPTICA D005-B

CAIXA DE EMENDA ÓPTICA D010

CAIXA DE EMENDA ÓPTICA D011

96 Fusões

240 Fusões

240 Fusões

Fixação é possível tanto em postes, quanto em cabos

Fixação é possível tanto em postes, quanto em cabos

Fixação é possível tanto em postes, quanto em cabos

Possui uma entrada oval para dois cabos com diâmetro de 1 a 20 mm e quatro entradas redondas para cabos derivados com diâmetro de 5 a 18 mm.

Possui a entrada de cabos com diâmetros entre 5 e 35 mm oferecendo capacidade 1 entrada para cabo principal e 4 para cabos derivados.

Possui 6 entradas para cabos com diâmetros entre 5 e 25 mm.

1 para até 24 fibras

1 para até 48 fibras

1 para até 48 fibras

4 para até 24 fibras

5 para até 48 fibras

5 para até 48 fibras

Sim

Sim

Sim

As entradas de cabos são seladas através de tubos termo contráteis e a junção da base com a cúpula através de um sistema mecânico.

As entradas de cabos são seladas através de tubos termo contráteis e a junção da base com a cúpula através de um sistema mecânico.

As entradas de cabos são seladas através de um sistema de selamento mecânico com "grommets" de silicone reutilizáveis.


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EQUIPAMENTOS PARA TESTE POWER METER OVERTEK OT-300A • O Power Meter Overtek OT-300A oferece uma solução de teste rápido e preciso, tanto para fibra óptica Monomodo (SM) quanto para Multimodo (MM). • Possui mais funções, comparado com outros modelos, como identificação automática de comprimento de onda, comutação automática do comprimento de onda e backlight inteligente. • Nível de potência de referência pode ser configurado e armazenado • Função de auto-calibração do usuário • Função Auto-off

PALM OTDR OVERTEK P11C •O Palm OTDR Overtek foi desenvolvido para localizar falhas ópticas, é uma ferramenta indispensável para implantação, operação e manutenção de sua rede de fibra óptica. • Possui design robusto, compacto e leve e possui bateria de longa duração (até 8 horas contínuas). • A interface do usuário é amigável e fácil de usar, fornecendo resultados precisos e instantâneos. • Ideal para aplicações LAN / WAN / FTTx em fibras Monomodo. • O software “TraceManager” que acompanha o OTDR pode apresentar, analisar e editar arquivos de rastreamento, gerar e imprimir teste abrangente e relatórios de análise de várias formas. • Grande memória interna: 1000 registros • Bateria com duração contínua de até 8 horas.


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CONECTORES E ADAPTADORES

ADAPTADOR SC/UPC OT-8411-AD

ADAPTADOR SC/APC OT-8401-AD

FAST CONECTOR SC/UPC REUTILIZÁVEL OT-8409-CR

FAST CONECTOR SC/APC REUTILIZÁVEL OT-8408-CR

Cordão Óptico Descrição

Cordões ópticos de uma fibra óptica (simplex) com conectores em ambos os lados.

Diâmetro Nominal Comprimento Codificação

de 2 a 20 metros

OT-8805-SS OT-8812-AA OT-8809-UA OT-8804-LS OT-8803-LL OT-8801-LL OT-8808-SS OT-8802-AS OT-8807-SS OT-8806-SS

de 2 à 3 mm Tipo de conector SC/UPC SC/APC SC/UPC LC/UPC LC/UPC LC/UPC SC/UPC SC/APC SC/UPC SC/UPC

Metragem SC/UPC SC/APC SC/APC SC/UPC LC/UPC LC/UPC SC/UPC SC/APC SC/UPC SC/UPC

2 2 2 2 2 3 5 5 10 20

Tipo de fibra

Single Mode (Monomodo)

Modelo de Fibra

G652.D

Extensão Óptica Descrição Diâmetro Nominal Comprimento Codificação OT-8810-EO OT-8811-EO OT-8813-EO

Extensão de fibra óptica simplex conectorizada em uma das extremidades. de 2 à 3 mm de 1 a 2 metros Tipo de conector *** *** ***

Metragem SC/UPC SC/APC LC/UPC

1 2 2

Tipo de fibra Single Mode (Monomodo)

Modelo de Fibra G652.D


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SPLITTER

Sem Conector

Descrição

Splitters balanceados e desbalanceados utilizados para a divisão do sinal ópticoproveniente de uma fibra óptica para várias.

Diâm etro Nom inal

de 0,3 à 1 mm

Com prim ento

de 50 à 150 cm

Frequencia de onda operável

Entre 1260 e 1650nm os Balanceados. Entre 1310 e 1550nm os Debalanceados.

Perda de Retorno

± 50 dB

Tem peratura de Operação

Entre -40 e 85 °C

Tecnologia de Fabricação

Balanceado e Desbalanceado

Modelo de Fibra

G.657A

Balanceados Sem Conector Codificação

Modelo

Tipo de conector Entrada

Saída

Sensibilidade à Polarização Máxim a (PDL) Típico

Máxim o

Perda de Incersão Típico

Máxim o

Uniform idade

OT-8301-WO

1x2

***

***

0.1

0.2

3.6

4.0

0.6

OT-8302-WO

1x4

***

***

0.1

0.2

7.0

7.4

0.8

OT-8303-WO

1x8

***

***

0.1

0.2

10.4

10.8

1.0

OT-8304-WO

1x16

***

***

0.2

0.3

13.6

14.0

1.3

OT-8305-WO

1x32

***

***

0.2

0.3

17.0

17.4

1.5

Conectorizados Tipo de conector

Sensibilidade à Polarização Máxim a (PDL)

Perda de Incersão

Codificação

Modelo

OT-8301-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

0.1

0.2

4.0

4.4

0.6

OT-8301-APW

1x2

SC/APC

SC/APC

0.1

0.2

4.0

4.4

0.6

Entrada

Saída

Típico

Máxim o

Típico

Máxim o

Uniform idade

OT-8302-UPW

1x4

SC/UPC

SC/UPC

0.1

0.2

7.4

7.8

0.8

OT-8302-APW

1x4

SC/APC

SC/APC

0.1

0.2

7.4

7.8

0.8

OT-8302-UAW

1x4

SC/UPC

SC/APC

0.1

0.2

7.4

7.8

0.8

OT-8303-UPW

1X8

SC/UPC

SC/UPC

0.1

0.2

10.8

11.2

1.0

OT-8303-APW

1X8

SC/APC

SC/APC

0.1

0.2

10.8

11.2

1.0

OT-8304-UPW

1X16

SC/UPC

SC/UPC

0.2

0.3

14.0

14.4

1.3

OT-8304-APW

1X16

SC/APC

SC/APC

0.2

0.3

14.0

14.4

1.3

OT-8305-UPW

1x32

SC/APC

SC/APC

0.2

0.3

17.4

17.8

1.5

Continua na próxima página =


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Desbalanceados Sem Conector Codificação

Modelo

Tipo de conector Entrada

Saída

Proporção de Divisão Via 1

Sensibilidade à Polarização Máxim a (PDL)

Via 2

Típico

Máxim o

Perda de Incersão Típico

Máxim o

Uniform idade

OT-8301-0199-WO

1x2

***

***

1%

99%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-0298-WO

1x2

***

***

2%

98%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-0595-WO

1x2

***

***

5%

95%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-1090-WO

1x2

***

***

10%

90%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-1585-WO

1x2

***

***

15%

95%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-2080-WO

1x2

***

***

20%

80%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-2575-WO

1x2

***

***

25%

75%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-3070-WO

1x2

***

***

30%

70%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-3565-WO

1x2

***

***

35%

65%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

OT-8301-4060-WO

1x2

***

***

40%

60%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.5

≤ 3.5

0.6

Conectorizados Codificação

Modelo

Tipo de conector Entrada

Saída

Proporção de Divisão Via 1

Via 2

Sensibilidade à Polarização Máxim a (PDL) Típico

Máxim o

Perda de Incersão Típico

Máxim o

Uniform idade

OT-8301-0199-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

1%

99%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-0298-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

2%

98%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-0595-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

5%

95%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-1090-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

10%

90%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-1585-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

15%

85%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-2080-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

20%

80%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-2575-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

25%

75%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-3070-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

30%

70%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

OT-8301-4060-UPW

1x2

SC/UPC

SC/UPC

40%

60%

≤ 0.15

≤ 0.15

≤ 3.9

≤ 3.9

0.6

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www.ispshop.com.br


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V O C Ê N A R E V I S TA

Este espaço é dedicado a você, cliente e parceiro. Envie sua imagem com seu nome, o nome de sua empresa, local da empresa e o que faz no momento da foto para marketing@ispmais. com.br. Sua foto pode ser publicada aqui!

NOME: Equipe de vendas e suporte técnico. PROVEDOR: Osirnet ONDE ESTÁ: Pelotas - RS O QUE ESTÁ FAZENDO: Treinamento técnico para a equie de vendas. OBJETIVO: Melhor qualidade de atendimento aos clientes, foco na qualidade.


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Rogério Marques, primeiro da esquerda para a direita na parte inferir a foto.

NOME: Rogério Marques e equipe. NOME DO PROVEDOR: VIAFIBRA ONDE ESTÁ: Vinhedo - SP O QUE ESTÁ FAZENDO: Treinamento de reciclagem com a equipe para aprimorarmos a área de vendas e a técnica de campo. OBJETIVO: A Empresa está em ampla expansão da nossa rede de fibra óptica, a intenção é crescermos mais 30% na nossa base de clientes até o final deste ano de 2015. Foco nos produtos internet, telefonia e TV por assinatura.

NOME: Ary Neto e sua equipe de colaboradores NOME DO PROVEDOR: Link 10 ONDE ESTÁ: Cataguases MG O QUE ESTÁ FAZENDO: Investindo nas áreas mais carentes direcionando os objetivos, visando despertar no usuário o Espírito de cidadania e respeito ao meio ambiente.

Ary Neto, ajoelhado.

OBJETIVO: Promover a satisfação do cliente, com ênfase à qualidade e rapidez no atendimento.


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V O C Ê N A R E V I S TA

NOME André Guerra NOME DO PROVEDOR StartNet ONDE ESTÁ Feira de Santana - Bahia O QUE ESTÁ FAZENDO Participando do Curso de FTTx, realizado pelo Ronaldo Couto da Primori. OBJETIVO Soma de conhecimentos para ser aplicado em nossa área de expansão, pois o mercado exige empresas que sejam comprometidas com a melhoria de acessos de alta velocidade.

NOME Harley e Herlon Borba NOME DO PROVEDOR Netline ONDE ESTÁ Feira de Santana - Bahia O QUE ESTÁ FAZENDO Participando do Curso de FTTx, realizado pelo Ronaldo Couto da Primori. OBJETIVO Adquirir conhecimento na área de FTTx, para implantação no provedor localizado em Balsas MA e região.


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ISPMAIS.COM.BR

NOME Yuka Sakata NOME DA EMPRESA ISPSHOP ONDE ESTÁ Goioerê - PR O QUE ESTÁ FAZENDO Acompanhando os fluxos de entrada e saída de mercadorias. OBJETIVO Manter a excelência dos processos internos da empresa.

NOME Maxuel Neto NOME DO PROVEDOR PortalSat ONDE ESTÁ Feira de Santana - Bahia O QUE ESTÁ FAZENDO Participando do Curso de FTTx, realizado pelo Ronaldo Couto da Primori. OBJETIVO Aprimoramento o conhecimento de redes FTTx.


 Setembro Expedição InternetSul Data: 11 de setembro Endereço: Itajaí / Balneário Camboriú Mais informações: www.internetsul.org.br

Curso de Projetos FTTx - Ronaldo Couto (Primori Tecnologia) Data: de 23 a 25 de setembro Local: Hotel Cecomtur Executive Hotel Endereço: R. Arcipreste Paiva, 107 - Centro, Florianópolis, Santa Catarina Telefone: (48) 2107-8800 Mais informações: www.ispshop.com.br/curso-projetos-fttx-florianopolis.html

 Outubro ABRINT na Estrada Data: 09 de outubro Endereço: Feira de Santana, BA Mais informações: http://www.abrint.com.br

Curso de Projetos FTTx - Ronaldo Couto (Primori Tecnologia) Data: de 21 a 23 de outubro Endereço: Goioerê, Paraná Telefone: (44) 3838.1030 Mais informações: http://www.ispshop.com.br/curso-projetos-fttx-goioere.html

FUTURECOM 2015 Data: de 26 a 29 de outubro Local: Transamérica Expo Center Endereço: Avenida Doutor Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 - Santo Amaro, São Paulo, SP Telefone: (11)5643-3000 Mais informações: http://pt.futurecom.com.br

 Novembro MUM – MikroTik User Meeting 2015 Data: de 05 a 06 de novembro Local: Centro de Eventos ACM Florianópolis Endereço: Rod. SC 401 - Km 04, 3854, Saco Grande, Florianópolis, Santa Catarina Telefone: (48) 3231 0707 Mais informações: http://mum.mikrotik.com/

Imersão InternetSul Data: 27 de novembro Endereço: Porto Alegre, RS Mais informações: www.internetsul.org.br