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AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

 Descriminação de sentimentos/emoções;

 Identificar

 Importância dos afectos no relacionamento interpessoal;

sentimentos;  Verbalizar acerca dos sentimentos.

diferentes

tipos

 Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

 Dividir a turma em grupos;  Dispor em cima das mesas as imagens com expressões de sentimentos;  Cada grupo de trabalho selecciona uma delas e vai responder a algumas questões sobre a mesma. Por exemplo: - O que vemos? - Gostamos do que vemos? - As pessoas representadas estão felizes/tristes/preocupadas? … - Por que será que estão assim? - Já alguma vez observámos uma situação parecida? - Já vivemos alguma situação parecida? - O que se deve fazer numa situação destas?

de


- Imagens de revistas e jornais em que sejam evidenciadas expressões de sentimentos.

PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág.86


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

 Descriminação de sentimentos/emoções;  Importância dos afectos no relacionamento interpessoal;

 Ser

capaz de expressar emoções em

linguagem não verbal e identificar as mesmas nos outros.

 Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

 Colocam-se num saco cartões em que se descreve um sentimento ou uma emoção.  Deverão existir cartões com a mesma emoção ou sentimento.  Cada aluno retira do saco um cartão.  De seguida, pedir que deambulem livremente pela sala, demonstrando a emoção referida no seu cartão, e procurando simultaneamente os outros alunos que também a possuem, agrupando-se.  O professor deverá referir que não é permitida a utilização da linguagem verbal.

- Cartões com emoções. - Saco de papel, pano ou plástico PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág.95


Medo Vergonha Raiva Alegria


Amor Pテ「nico Tristeza テ電io


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

 Descriminação de sentimentos/emoções;  Importância dos afectos no

 Ser

capaz de expressar sensações e

emoções.

relacionamento interpessoal;  Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

 Dividir os alunos em pequenos grupos e espalhar as cartas dos sentimentos pela mesa;  Cada aluno deve tirar uma carta e relatar uma situação em que se tenha sentido assim.  Os outros alunos devem descobrir que carta lhe saiu, ou seja, que sentimento está patente na situação.  O dinamizador pode também fazer um role-play do sentimento da carta que lhe saiu, convidando os outros a descobrirem que sentimento está ele a representar


- Cartas dos sentimentos PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Dossier “Prevenir a Brincar”. pp. 84 e 85 - actividade 5.


As cartas dos sentimentos


Copyright Project Charlie – a drug abuse prevention program, storefront/Youth Action, U.S.A


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

 Descriminação de sentimentos/emoções;  Importância dos afectos no relacionamento interpessoal;  Importância da família e dos amigos no

 Saber

expressar

gestualmente

os

sentimentos;  Saber

interpretar

os

sentimentos

manifestados pelos outros.

crescimento afectivo do indivíduo.

 Os alunos colocam-se de pé, em filas de sete a nove.  O professor mostra ao último ano da fila uma tira de papel com um sentimento;  O último da fila expressa gestualmente um sentimento ao colega que está à sua frente, sendo que este deve transmitir ao colega seguinte o que acha que lhe foi transmitido, e assim sucessivamente até chegar ao primeiro da fila.  Cada aluno só pode ver como lhe expressam o sentimento a ele, recebendo uma única mensagem – do colega anterior para ele – e expressando uma vez o sentimento – ao colega a seguir a ele.  Quando chegar ao primeiro da fila, este diz de que sentimento se tratava. Se não acertar, tenta o segundo da fila, e assim sucessivamente para ver onde se quebrou a cadeia.


 É necessário ter em conta que as falhas podem dever-se ao emissor, ao receptor ou a ambos. Não se trata de encontrar culpados, mas sim dar-se conta de que, muitas vezes, a mensagem se distorce.  Posteriormente muda-se a ordem da fila e recomeça-se com outro sentimento. No final o dinamizador lê em voz alta a mensagem para os alunos e pede os alunos para comentarem.

- Tiras de papel com sentimentos PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Educación Sexual de Adolescentes y Jóvenes. pp. 78-79. Actividade IV 3.1.


Vergonha Raiva Alegria Amor Pテ「nico Tristeza テ電io Medo Paixテ」o Carinho Saudade


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Puberdade – aspectos emocionais

 Descriminação de sentimentos/emoções;  Importância dos afectos no relacionamento interpessoal;

 Reflectir

sobre quais as competências

sociais de integração e relacionamento positivo com os outros.

 Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

 Os alunos devem pensar durante uns breves instantes no melhor amigo que têm ou tiveram.  O professor coloca a seguinte questão: “Porque é que o/a (nome) é, ou foi, o meu melhor amigo/a?  Divide-se a turma em grupos que, em cinco minutos, devem formular uma lista com qualidades (no máximo 5) que todos considerem importantes e tenham em conta a escolha de um amigo.  O grande grupo volta a reunir-se para fazer um apanhado do trabalho feito por todos.  De seguida o professor escreve no quadro o título “Qualidade de um amigo” explicando que isto significa “coisas importantes que um amigo deve ter”.


 Posteriormente cada grupo, através do seu porta-voz, transmite a sua lista final.  Depois de escrever no quadro as respostas dos diferentes grupos devem-se escolher as que são mais comuns a todos os grupos e elaborar a lista final da turma.  Finalmente o professor procurar levar os alunos a pensar sobre algo, que gostariam de mudar em si, de forma a se tornarem mais amigos dos seus amigos.

Pedir voluntários para partilharem as suas respostas.

- Quadro de parede - giz ou marcadores PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de:

Dossier Prevenir a Brincar. pp. 53-54. Actividade 1.


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Puberdade – aspectos emocionais

 Descriminação de sentimentos/emoções;  Importância dos afectos no relacionamento interpessoal;  Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

 Distinguir

pessoas

conhecidas,

desconhecidas, amigas e companheiras.  Desenvolver

competências

para

ser

capaz de dizer “sim” ou “não”, para pedir ajuda e para expressar afectos.

 Distribuição de uma ficha de trabalho com o texto “A História da Teresa” a cada aluno para que o leia e reflita.  Solicitar aos alunos que respondam às perguntas sobre o texto, existentes no verso da ficha de trabalho entregue.  Após todos os alunos terem terminado a tarefa, será feita a partilha de respostas e a discussão do tema do texto, em grande grupo.

- Ficha de trabalho - Questionário PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 83, 1ª actividade.


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE Ficha de trabalho de Formação Cívica – 5ºano Nome: _________________________________________ N.º: ___ Turma: ___ Data: __ /__/2011

I – Lê com atenção o texto que se segue.

A História da Teresa “Acabei de sair de uma aula onde o meu professor me falou de medo. O medo? Que horror! Deu para pensar porque a nossa vida é feita de medo. Logo por azar, ao sair da escola, um homem que não conhecia de lado nenhum e que tinha um olhar estranho, mas também aflito, chamou-me. Pediu-me para o acompanhar no carro dele e indicar o caminho para a farmácia. Entrei em pânico e, sem saber bem o que fazer, chamei uma pessoa adulta para o ajudar. Por um lado, eu queria ajudá-lo mas, por outro, recuei e lembrei-me do que o professor me tinha falado na aula. Disse-lhe que não sabia onde era a farmácia. Com medo, menti, mas estou desculpada, não estou? É que medo é o medo.”


II – Responde ao questionário seguinte:

a) O que achas do comportamento das personagens do texto? ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________

b) Que farias tu no lugar da protagonista? ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________

c) Já te aconteceu alguma coisa parecida? _________________________________

c1) O que fizeste? ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________

d) Como te sentiriam se tivesses mentido? ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________

e) Em que momentos já sentiste medo? ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________ f) Alguém te ajudou? ________________________________________________________________________ ________________________________________________________________________


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Puberdade – aspectos emocionais

 Descriminação de sentimentos/emoções;  Ser capaz de identificar e de expressar  Importância dos afectos no relacionamento interpessoal;  Importância da família e dos amigos no crescimento afectivo do indivíduo.

medos pessoais;  Consciencializar de que todas as pessoas têm os seus medos;  Identificar e adoptar respostas assertivas adequadas à superação de alguns medos.

 Cada criança recebe um cartão e escreve nele uma situação que, em geral, lhe gera medo.  Dentro de um saco, colocam-se os cartões que contêm os medos expressos por cada criança.  Depois, um aluno retira um cartão e revela ao grupo o medo que lhe saiu na sorte e, em conjunto, todos procuram imaginar caminhos para ultrapassar aquele medo.  A seguir, outro aluno retira também um cartão, apresenta o medo nele contido e todos procuram encontrar saídas, e assim sucessivamente até se completar a leitura dos cartões.


- Cartões - Saco de plástico, papel ou pano PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Educação Sexual no 1º Ciclo. Um Guia para Professores e Formadores: pág. 87, 5ª actividade.


Cartões: Situação de medo:

Situação de medo:

Situação de medo:

Situação de medo:

Situação de medo:

Situação de medo:

Situação de medo:

Situação de medo:


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

 Definir assertividade de forma breve, clara e simples.

 Promover a auto-estima dos alunos.  Promover a assertividade dos alunos.

 Debater as duas formas principais de comunicação não-assertiva (passividade e agressividade).

 O professor deverá fazer uma breve introdução sobre os comportamentos humanos, de forma a facilitar a análise e compreensão dos textos seguintes. As relações implicam diversos comportamentos. Há sempre comportamentos que desejamos que o outro tenha e há pedidos que a outra pessoa gosta de nos fazer. É importante saber pedir de forma clara e simples os comportamentos que queremos que o outro tenha e saber aceitar os pedidos das outras pessoas, se nos parecerem adequados. Desta forma é mais fácil estarmos juntos e entendermo-nos com outra pessoa,


porque sabemos de que gostamos e de que é que o outro gosta. De outra forma, andávamos às cegas. Sejamos abertos e expressemos as nossas preferências em relação aos comportamentos do outro. Quantas vezes temos de dizer: “porque é que não mo pediste, se gostavas tanto disso?”. Contudo, é importante dar à pessoa o direito de dizer não, para que tenha a liberdade de organizar a sua vida e os comportamentos que considere mais adequados.  Ler em voz alta o texto de introdução, um bom exemplo e um mau exemplo  Por pares, formados por membros de sexos diferentes, fazer as seguintes representações: Pedir que alguém te empreste dinheiro e aceitar emprestá-lo; Pedir que alguém te faça o favor de avisar os teus pais sobre alguma coisa e aceitar fazê-lo por alguém; Sorrir a alguém e responder com um sorriso; Pedir um beijo e aceitar um beijo; Pedir um abraço e aceitar um abraço; Pedir a alguém que te olhe nos olhos e aceitar o olhar de alguém.

- Cartões - Saco de plástico, papel ou pano PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de: Educación Sexual de adolescentes y jóvenes: pág. 93-94, IV. 6.3.


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE Ficha de trabalho de Formação Cívica – 5ºano

Nome: _________________________________________ N.º: ___ Turma: ___ Data: __ /__/2011

I – Lê com atenção os textos que se seguem.

O João e a Ana saem juntos há alguns meses. Gostam de estar juntos mas já não sabem o que fazer na forma de se relacionarem, porque um não sabe como o outro quer estar. Por exemplo, a Ana gostaria de dar a mão ao João enquanto passeiam ao longo da rua, mas não se atreve a fazê-lo. O João nem faz ideia disso, embora também lhe apetecesse ter um contacto mais próximo com a Ana – mas é tímido, tem medo de a incomodar e não se atreve a iniciar nenhum tipo de aproximação. Por esta razão, vão os dois pela rua fora com os braços esticados e a meio metro de distância.

O João e a Ana começaram a andar juntos há pouco tempo, e não fazem a mínima ideia de como o outro gosta de estar. A Ana tem imensa vontade de pegar na mão do João, mas não sabe muito bem de que forma é que interpretará essa conduta. Então, a Ana pega na mão do João enquanto lhe pergunta “Posso? Apetece-me dar-te a mão, gosto de a sentir enquanto passeamos.” O João faz um gesto de aproximação corporal enquanto lhe diz: “Eu também gosto. Que bom que é estar contigo!”.


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

 Definir assertividade de forma breve, clara e simples.  Debater as duas formas principais de comunicação nãoassertiva (passividade e agressividade).

 Identificar as atitudes agressivas, manipuladoras, passivas e assertivas;  Reflectir sobre as vantagens/desvantagens de cada uma delas;  Cultivar a assertividade.

 O professor apresenta o tema em estudo. Um ditado oriental lembra-nos que cada um é dono das suas palavras enquanto elas não saírem da sua boca. Em muitas ocasiões, pomos os outros mal ou, pior, criam-se grandes chatices por usar palavras ou gestos inadequados. Parte de uma boa comunicação é ser capaz de se comunicar claramente para que possa ser entendido. Isto é particularmente importante em situações que envolvam informação: dar instruções, realizar uma tarefa ou adquirir uma nova competência. No entanto, uma vez que a comunicação faz parte da rotina diária, muitas vezes tomamo-la como garantida. Torna-se difícil comunicarmos de forma a que nos entendam facilmente. Este exercício pega numa actividade simples e comum e demonstra o difícil que pode ser comunicarmos claramente.


 Leitura dos textos existentes nos diapositivos do PowerPoint, com descrição das diferentes situações: A sopa está estragada; Alguém tenta passar à tua frente numa fila; Um cabelo na sanduíche.  Análise em grande grupo das respostas dadas.  Aplicação do teste "Como anda a tua assertividade?"(este teste pode ser realizado em papel ou informaticamente)  Verificação das vantagens e das desvantagens de cada uma delas.  Análise dos diferentes tipos de resposta. Características de cada tipo de pessoa.

- PowerPoint “Como anda a tua assertividade” - Computador - Projector multimédia. - Ficha de trabalho com o teste: “Como anda a tua assertividade?” PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de:

http://eb23aradas.prof2000.pt/NACs/fc_sug_competencias_sociais.htm


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE Ficha de trabalho de Formação Cívica – 5ºano

Nome: _________________________________________ N.º: ___ Turma: ___ Data: __ /__/2011

I – Lê com atenção o questionário e assiná-la com uma cruz, em cada uma das situações, a opção que para ti é mais correcta. SITUAÇÕES:

DESCONFORTÁVEL

CONFORTÁVEL

1. Pedir um favor a alguém...

2. Admitir que tem medo de pedir ajuda...

3. Dizer a alguém de quem se gosta que ele fez algo incómodo...

4. Admitir o seu desconhecimento sobre um assunto em discussão... 

5. Perguntar a alguém se você o ofendeu...

6. Discutir com uma pessoa que criticou o seu comportamento...

7. Expressar opinião diferente da pessoa com quem conversa...

8. Criticar um amigo...

9. Criticar o namorado...

10. Expressar a sua opinião perante alguém que não conhece

11. Contradizer alguém, mesmo sabendo que vai magoá-lo...

12. Cumprimentar alguém pela sua criatividade...

muito bem...


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Sexualidade e género

Aumentar e consolidar os

 Consciencializar os participantes do

conhecimentos acerca das diferentes

grupo sobre seus sentimentos em relação

componentes anatómicas do corpo

ao sexo a que pertencem.

humano em cada sexo e da sua evolução com a idade. 

Reconhecer e reflectir em torno dos fenómenos de discriminação social baseada nos papéis de género.

 O professor deve colar no quadro os símbolos do sexo masculino e feminino e contar a história da sua origem.  Divida o grupo em pequenos subgrupos do mesmo sexo;  Peça que pensem em todos os finais possíveis para as frases que se seguem (anotando as respostas numa folha de papel, durante de 10 minutos): Grupos de raparigas: "Estou satisfeita por ser rapariga porque..." Grupos de rapazes: "Estou satisfeito por ser rapaz porque..."  A seguir, peça aos grupos que façam o mesmo com outra frase:


(anotando as respostas numa folha de papel, durante de 10 minutos) Grupos de raparigas: "Se fosse rapaz, eu...porque…" Grupos de rapazes: "Se fosse rapariga, eu...porque…"  O professor deve dividir o quadro em duas partes e em cada uma dela colar as seguintes frases: Respostas das raparigas: "Estou satisfeita por ser rapariga porque..." e "Se fosse rapaz, eu... porque..." Respostas dos rapazes: Estou satisfeito ser rapaz porque... e "Se fosse rapariga, eu... porque..."  Peça a voluntários de cada subgrupo que copiem as frases do seu subgrupo no quadro, no local respectivo.  Discutam em grande grupo as respostas escritas no quadro. Para facilitar a discussão o professor poderá realizar as seguintes perguntas: 

Algumas das respostas foram iguais para os dois grupos?

Foi difícil pensar em razões pelas quais estão satisfeitos com seu sexo?

Foi difícil pensar nas vantagens de pertencer ao outro sexo?

Quais das vantagens em ser rapaz ou rapariga são reais e quais são baseadas em estereótipos ou preconceitos?

É possível ser rapaz e ter ou fazer algumas das coisas “listadas em rapariga"? (e vice-versa?)

Podemos pensar em alguma mulher conhecida que apresente algumas das características listadas em "homem"? (e vice-versa?)

Que significa "masculino" e "feminino"?

- Caderno diário - Canetas - Quadro de parede e giz ou marcadores - Fita cola - Carões com frases e com os símbolos dos sexos masculino e feminino PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar. Adaptado de:

Manual Dinâmicas de Sexualidade in www.forma-te.com


Raparigas "Estou satisfeita por ser rapariga porque..."

"Se fosse rapaz, eu... porque..."


Rapazes "Estou satisfeita por ser rapaz porque..."

"Se fosse rapariga, eu... porque..."

♀ ♂


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Sexualidade e género

 Aumentar e consolidar os

 Analisar o vocabulário que se utiliza

conhecimentos acerca das diferentes

para denominar o corpo.

componentes anatómicas do corpo

 Gerar consensos em relação às

humano em cada sexo e da sua evolução

palavras correctas a utilizar.

com a idade.

 O professor distribui a ficha de trabalho pelos alunos.  Solicitar o preenchimento dos espaços em branco com o nome das várias partes do corpo.  Corrigir em grande grupo apelando à participação dos alunos.  No decorrer da correcção, o professor deverá questionar os alunos pela variedade de nomes dados aos órgãos genitais. Podendo referir o seguinte: Os órgãos genitais são tão importantes como todos os outros. Mas, às vezes, as pessoas têm dificuldade em falar deles. Até arranjam outros nomes mais infantis quando se querem referir à vulva e ao pénis. Se calhar é porque têm vergonha, ou porque acham divertido. Também há palavras feias para chamar a estes órgãos. O melhor é chamar-lhes o nome correcto! Desta forma, todos nos conseguimos compreender!


 Questionar aos alunos: Achas que tantos nomes diferentes facilitam a comunicação? Quais os nomes correctos que devemos usar? Porquê?

Ensinar aos alunos a designação correcta para denominar os genitais externos masculinos e femininos.

 Questionar aos alunos: - Quais são as principais diferenças entre o sexo masculino e feminino, das imagens existentes na ficha de trabalho? - Que idade terão o menino e a menina da figura? - E se fossem mais velhos, as diferenças seriam as mesmas? - Quais seriam essas diferenças?  Discutir as respostas em grande grupo.

- Ficha de trabalho “Conheço bem o meu corpo”

Caderno PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar -

1ºCiclo, actividade nº5


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE Ficha de trabalho de Ciências da Natureza – 5ºano

Nome: _________________________________________ N.º: ___ Turma: ___ Data: __ /__/2011

I – Faz a legenda da figura seguinte.


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Caracteres sexuais primários e Secundários

 Aumentar e consolidar os

 Analisar o vocabulário que se utiliza

conhecimentos acerca das diferentes

para denominar o corpo.

componentes anatómicas do corpo

 Conhecer a evolução do corpo humano

humano em cada sexo e da sua evolução

até à fase adulta

com a idade.

 Dividir a turma em grupos de 3 alunos  Distribuir a ficha de trabalho pelos grupos.  Solicitar aos alunos que recortem as imagens e posteriormente as colem por ordem crescente de idades, ou seja, do mais novo para o mais velho.  Solicitar aos grupos que registem na ficha: - as diferenças existentes entre as imagens do mesmo sexo. - as diferenças existentes entre os dois sexos;  Discutir em grande grupo os registos elaborados pelos pequenos grupos.


- Ficha de trabalho “O corpo muda ao longo do tempo” - tesoura - cola

Caderno PRESSE – Programa Regional de Educação Sexual em Saúde Escolar -

1ºCiclo, actividade nº11


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE Ficha de trabalho de Ciências da Natureza – 5ºano

Nome: _________________________________________ N.º: ___ Turma: ___ Data: __ /__/2011


I – Recorta as imagens e cola-as por ordem crescente de idades, ou seja, do mais novo até ao mais velho.


II – Regista nos quadros seguintes: a) as diferenças existentes entre as imagens do mesmo sexo.

____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ___________________________________________________________

b) as diferenças existentes entre os dois sexos;

____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ____________________________________________________________ ___________________________________________________________


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Caracteres sexuais primários e Secundários

 Aumentar e consolidar os

 Analisar o vocabulário que se utiliza

conhecimentos acerca das diferentes

para denominar o corpo.

componentes anatómicas do corpo

 Conhecer a evolução do corpo humano

humano em cada sexo e da sua evolução

até à fase adulta

com a idade.

 Dividir a turma em grupos de 4 alunos  Distribuir a ficha de trabalho pelos grupos.  Ler, em grande grupo, as informações sobre a infância e a adolescência existentes na ficha de trabalho.  Solicitar a resolução da ficha.  Discutir em grande grupo as respostas dadas.

- Ficha de trabalho “Mudanças fisiológicas na puberdade”


AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE Ficha de trabalho de Ciências da Natureza – 5ºano

Nome: _________________________________________ N.º: ___ Turma: ___ Data: __ /__/2011

Mudanças fisiológicas na puberdade Na infância: As características, que permitem distinguir um indivíduo do sexo masculino do sexo feminino, chamam-se caracteres sexuais primários. Quando uma criança é muito pequena só é possível saber se é rapaz ou rapariga através da observação dos órgãos sexuais exteriores. As raparigas apresentam a vulva, enquanto que os rapazes apresentam o pénis e o escroto, no interior do qual se encontram os testículos.

Na adolescência: É no período da puberdade que os adolescentes sofrem grandes transformações, físicas e psicológicas, devido a substâncias que começam a ser produzidas – as hormonas. As diferenças a nível físico designam-se por caracteres sexuais secundários.

Mudanças fisiológicas na puberdade (caracteres sexuais secundários)

Rapariga

Rapaz


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Sexualidade e género

 Aumentar e consolidar os

 Analisar o vocabulário que se utiliza

conhecimentos acerca das diferentes

para denominar o corpo.

componentes anatómicas do corpo

 Conhecer a evolução do corpo humano

humano em cada sexo e da sua evolução

até à fase adulta

com a idade.

 Projetar o PowerPoint sobre a sexualidade e as mudanças fisiológicas na puberdade e explicar os conteúdos existentes nos diversos diapositivos.  Diferenciar o aparelho reprodutor feminino do masculino e identificar a função de cada um dos órgãos constituintes.  Solicitar a resolução no caderno diário dos exercícios existentes no final do PowerPoint  Discutir em grande grupo as respostas dadas.

- Computador Projector de vídeo


AGRUPAMENTO DE ANSELMO DE ANDRADE Escola Secundária com 2º e 3º Ciclos Anselmo de Andrade

PLANO DE AULA

Diversidade, tolerância e respeito

- Adquirir conhecimentos sobre a

- Reflectir sobre as suas dúvidas e

reprodução humana

expectativas em relação à reprodução e à

- Saber identificar os órgãos dos aparelhos

sexualidade.

reprodutores masculino e feminino.

- Entender a forma como os seres

- Ser capaz de localizar os órgãos internos

humanos se reproduzem e como nascem

e externos.

os bebés.

- Conhecer as funções dos órgãos internos - Perceber o desenvolvimento da gravidez e externos.

e as várias fases pelas quais o feto vai passando.

 Projetar o PowerPoint sobre como se reproduzem os seres humanos.  Ler, em grande grupo, a história “Para onde foi o Zézinho?”  Retirar conclusões da história anteriormente lida.  Relembrar através de breves perguntas a constituição doa aparelho reprodutor humano masculino e feminino.  Explicar com recurso às imagens dos diapositivos a reprodução humana e as diversas fases do desenvolvimento da gravidez.


 Esclarecer todas as dúvidas existentes sobre o tema tratado

- Computador Projector de vídeo



Recursos educação sexual 5ºano