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Curso 2011-2012

Programación Didáctica

Departamento de MATEMÁTICAS


Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

ÍNDICE 1.

Organización do Departamento de Matemáticas ...................................................................................... 4

2.

Área de Matemáticas ................................................................................................................................. 5 2.1.

Contribución das Matemáticas á Adquisición das Competencias Básicas ....................................... 5

2.2.

Obxectivos ........................................................................................................................................ 6 2.2.1. Obxectivos Xerais da etapa da ESO ..................................................................................... 6 2.2.2. Obxectivos da Área de Matemáticas na etapa da ESO ........................................................ 6

2.3.

Contidos ............................................................................................................................................ 7 2.3.1. Contidos Actitudinais ........................................................................................................... 7 2.3.2. Contidos Conceptuais .......................................................................................................... 9 2.3.2.1. 1º curso ESO …………………………………………………………………………………………..………9 2.3.2.2. 2º curso ESO …..................................................................................................12 2.3.2.3. 3º curso ESO …………………………………………………………………………………………………16 2.3.2.4. 4º curso ESO …………………………………………………………………………………………………20 2.3.3. Secuenciación e Temporalización dos Contidos ................................................................24 2.3.4. Contidos Mínimos Esixibles ...............................................................................................26

2.4.

Metodoloxía Didáctica....................................................................................................................26

2.5.

Criterios de Avaliación ....................................................................................................................27 2.5.1. 1º curso ESO ......................................................................................................................27 2.5.2. 2º curso ESO ......................................................................................................................30 2.5.3. 3º curso ESO ......................................................................................................................32 2.5.4. 4º curso ESO ......................................................................................................................35

2.6.

Procedementos e Instrumentos de Avaliación ..............................................................................37

2.7.

Criterios de Cualificación ................................................................................................................39

2.8.

Medidas de Atención á Diversidade ...............................................................................................40

2.9.

Programa de Traballo para Recuperar a Área de Matemáticas Pendente ....................................41

2.10. Materiais e Recursos Didácticos .....................................................................................................42 2.11. Actividades Complementarias e Extraescolares .............................................................................43 2.12. Tratamento do Fomento das TICs ..................................................................................................43 2.13. Tratamento do Fomento da Lectura ..............................................................................................44 2.14. Tratamento dos Temas Transversais ..............................................................................................47

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3.

Departamento de MATEMÁTICAS

Ámbito Científico-Técnico do PDC............................................................................................................48 3.1.

Introdución .....................................................................................................................................48

3.2.

Contribución do Ámbito Científico-Técnico á Adquisición das Competencias Básicas ..................48

3.3.

Obxectivos ......................................................................................................................................52 3.3.1. Obxectivos Xerais da etapa da ESO ...................................................................................52 3.3.2. Obxectivos do Ámbito Científico-Técnico do PDC .............................................................52

3.4.

Contidos ..........................................................................................................................................53 3.4.1. Contidos Actitudinais .........................................................................................................53 3.4.2. Contidos Conceptuais ........................................................................................................55 3.4.3. Secuenciación e Temporalización dos Contidos ................................................................60 3.4.4. Contidos Mínimos Esixibles ...............................................................................................60

3.5.

Metodoloxía Didáctica....................................................................................................................61

3.6.

Criterios de Avaliación ....................................................................................................................62

3.7.

Procedementos e Instrumentos de Avaliación ..............................................................................64

3.8.

Criterios de Cualificación ................................................................................................................66

3.9.

Medidas de Atención á Diversidade ...............................................................................................67

3.10. Programa de Traballo para Recuperar as Áreas Pendentes ...........................................................69 3.11. Materiais e Recursos Didácticos .....................................................................................................69 3.12. Actividades Complementarias e Extraescolares .............................................................................70 3.13. Tratamento do Fomento das TICs ..................................................................................................70 3.14. Tratamento do Fomento da Lectura ..............................................................................................70 3.15. Tratamento dos Temas Transversais ..............................................................................................71 4.

Módulo Científico-Matemático I dos PCPI...............................................................................................73 4.1.

Introdución .....................................................................................................................................73

4.2.

Contribución do Módulo Científico-Matemático I á Adquisición das Competencias Básicas ........73

4.3.

Obxectivos ......................................................................................................................................74 4.3.1. Obxectivos Xerais dos PCPI ................................................................................................74 4.3.2. Obxectivos Xerais dos Módulos Formativos de Carácter Xeral .........................................74 4.3.3. Obxectivos do Módulo Científico-Matemático I................................................................75

4.4.

Contidos ..........................................................................................................................................75 4.4.1. Unidades Didácticas...........................................................................................................75 4.4.2. Secuenciación e Temporalización dos Contidos ................................................................78 4.4.3. Contidos Mínimos Esixibles ...............................................................................................79

4.5.

Metodoloxía Didáctica....................................................................................................................79

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Departamento de MATEMรTICAS

4.6.

Criterios de Avaliaciรณn ....................................................................................................................80

4.7.

Procedementos e Instrumentos de Avaliaciรณn ..............................................................................80

4.8.

Criterios de Cualificaciรณn ................................................................................................................81

4.9.

Medidas de Atenciรณn รก Diversidade ...............................................................................................82

4.10. Materiais e Recursos Didรกcticos .....................................................................................................83 5.

Informรกtica ...............................................................................................................................................84 5.1.

Contribuciรณn da Informรกtica รก Adquisiciรณn das Competencias Bรกsicas .........................................84

5.2.

Obxectivos ......................................................................................................................................85 5.2.1. Obxectivos Xerais da etapa da ESO ...................................................................................85 5.2.2. Obxectivos da Optativa de Informรกtica na etapa da ESO ..................................................85

5.3.

Contidos ..........................................................................................................................................86 5.3.1. Unidades Didรกcticas...........................................................................................................86 5.3.2. Secuenciaciรณn e Temporalizaciรณn dos Contidos ................................................................88 5.3.3. Contidos Mรญnimos Esixibles ...............................................................................................89

5.4.

Metodoloxรญa Didรกctica e Recursos Materiais .................................................................................89

5.5.

Criterios de Avaliaciรณn ....................................................................................................................89

5.6.

Procedementos e Instrumentos de Avaliaciรณn ..............................................................................91

5.7.

Criterios de Cualificaciรณn ................................................................................................................92

5.8.

Medidas de Atenciรณn รก Diversidade ...............................................................................................93

5.9.

Tratamento do Fomento da Lectura ..............................................................................................93

6.

Criterios para Avaliar a Programaciรณn Didรกctica ......................................................................................94

7.

Publicidade da Criterios para Avaliar a Programaciรณn Didรกctica .............................................................94

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1. ORGANIZACIÓN DO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICAS O Departamento de Matemáticas do IES de Barro estará constituído durante o presente curso académico 2011/2012 polos/as docentes que a continuación se relacionan, sendo as materias e a carga horaria asignadas a cada un/unha deles/as os tamén indicados:

D. MIGUEL PÉREZ CARAMÉS MATEMÁTICAS 1º ESO B

4 horas

MATEMÁTICAS 2º ESO B

4 horas

MÓDULO CIENTÍFICO-MATEMÁTICO I do PCPI

4 horas

EXENCIÓN FRANCÉS 1º ESO B

2 horas

Dª. MARÍA ANTONIA MARTÍNEZ CEDEIRA MATEMÁTICAS 1º ESO A

4 horas

MATEMÁTICAS 2º ESO A

4 horas

ÁMBITO CIENTÍFICO-TÉCNICO 3º PDC

9 horas

Dª. MARÍA ISABEL LÓPEZ BARREDO MATEMÁTICAS 3º ESO 4

4 horas

MATEMÁTICAS 4º ESO A

3 horas

INFORMÁTICA 4º ESO A / 4º PDC

3 horas

EXENCIÓN FRANCÉS 1º ESO A

2 horas

As funcións correspondentes á Xefatura do Departamento serán desempeñadas por Dª. MARÍA ISABEL LÓPEZ BARREDO. As Reunións Ordinarias do Departamento terán lugar os mércores de 13:10 a 14:00 horas, levantando acta das mesmas unicamente se os temas tratados así o aconsellan, incluíndo neste caso o seguimento da programación desenvolvida en cada curso ao longo das diferentes avaliacións. Ademais, contemplarase a posibilidade de que as actas redactadas resuman os asuntos abordados en varias xuntanzas consecutivas. Evidentemente, celebraranse todas aquelas reunións de carácter extraordinario solicitadas por calquera dos/as integrantes do Departamento ou forzadas por situacións que requiran tomar unha decisión urxente.

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2. ÁREA DE MATEMÁTICAS 2.1.

CONTRIBUCIÓN DAS MATEMÁTICAS Á ADQUISICIÓN DAS COMPETENCIAS BÁSICAS

Todo o currículo da área de Matemáticas contribúe á adquisición da Competencia Matemática, posto que os diferentes bloques de contidos están orientados a desenvolver destrezas e actitudes que, unha vez aplicadas, permitan razoar matematicamente, comprender unha argumentación matemática e expresarse e comunicarse na linguaxe matemática. Pero os contidos matemáticos, aprendidos de forma integrada e contextualizada, contribúen, ademais, a que o alumnado logre a consecución doutras competencias básicas. Competencia en Comunicación Lingüística A comunicación lingüística en Matemáticas caracterízase pola súa precisión, concisión, falta de ambigüidade e por dispoñer dunha serie de símbolos propios pertencentes a diferentes rexistros da linguaxe (numérica, alxébrica, gráfica), destinados a conseguir expresar claramente acontecementos presentes na vida cotiá. Competencia no Coñecemento e a Interacción co Mundo Físico Interpretar o mundo e os fenómenos cos que convivimos precisa da axuda do coñecemento matemático, tanto na linguaxe e conceptos que utiliza como nas formas de argumentación e razoamento empregadas para a resolución dos problemas. A modelización matemática esixe identificar as características relevantes dunha situación real, representala simbolicamente e determinar pautas de comportamento, regularidades e invariantes, a partir das que poder facer predicións sobre a evolución, a precisión e as limitacións do modelo. A través do estudo das Matemáticas, e facendo uso das ferramentas proporcionadas por esta área, poderemos abordar temas candentes na sociedade actual: movementos migratorios, distintas formas de violencia, influencia da crise económica nos distintos grupos sociais, etc. Tratamento da Información e Competencia Dixital O coñecemento matemático facilita o desenvolvemento de destrezas relacionadas coa procura, selección, recollida e procesamento da información procedente de diferentes soportes, a súa avaliación e a elección de novas fontes de información. A incorporación das ferramentas tecnolóxicas como un recurso didáctico habitual para a aprendizaxe e a resolución de problemas contribúe a formar alumnos/as competentes no aspecto dixital, ao tempo que acaban adquirindo unha actitude crítica sobre a utilidade real das novas tecnoloxías á hora de acometer tarefas ou obxectivos concretos. Competencia Social e Cidadá Empregando ferramentas matemáticas (porcentaxes, análise de táboas e de gráficos, estatísticas, etc.) o alumnado poderá comprender mellor a realidade social do mundo no que vivimos, así como o exercicio da cidadanía dun xeito democrático. Ademais, enfocar os erros cometidos no proceso de resolución de problemas con espírito construtivo faralle valorar os puntos de vista alleos como forma alternativa de abordar unha situación.

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Competencia Cultural e Artística O coñecemento matemático é expresión universal da cultura. Así mesmo, as conexións existentes entre as Matemáticas e as producións literarias, a música, a pintura, a escultura e a arquitectura, están presentes dende o comezo dos tempos, sendo preciso facer referencia ás figuras (homes e mulleres) máis destacadas da historia das Matemáticas. Competencia para Aprender a Aprender Na metodoloxía da área de Matemáticas están implícitas as estratexias que contribúen que contribúen á consecución desta competencia por parte do alumnado (partir dunha serie de coñecementos previos para abordar a resolución de problemas, levar a cabo o labor de investigación, verbalizar o proceso seguido, etc.) Autonomía e Iniciativa Persoal As Matemáticas capacitan aos/ás alumnos/as para que se desenvolvan de forma autónoma nun mundo caracterizado polos avances científico-técnicos. No relativo á resolución de problemas, a adquisición desta competencia maniféstase a través da correcta planificación, xestión de recursos, valoración de resultados e, tamén, no incremento da confianza na propia capacidade para enfrontarse con éxito ás novas situacións problemáticas.

2.2.

OBXECTIVOS 2.2.1. Obxectivos Xerais da etapa da ESO Os obxectivos xerais da ESO son os recollidos no artigo 4 do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007.

2.2.2. Obxectivos da Área de Matemáticas na etapa da ESO Os obxectivos da área de Matemáticas na etapa da ESO son os relacionados no Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007, e que a continuación se enumeran: Incorporar á linguaxe habitual os modos de argumentación e as formas de expresión matemática (numérica, alxébrica, xeométrica, gráfica, probabilística, etc.), tanto nas situacións que se suscitan na vida cotiá como nas procedentes dos ámbitos matemático ou científico, co obxecto de mellorar a comunicación e promover a reflexión sobre as propias actuacións. Cuantificar aqueles aspectos da realidade que permitan interpretala mellor: utilizar procedementos de medida, técnicas de recollida e análise de datos, empregar a clase de número e anotación máis adecuada para representalos e realizar o cálculo máis apropiado a cada situación.

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Identificar os elementos matemáticos (datos estatísticos, xeométricos, gráficos, cálculos, etc.) presentes nos medios de comunicación, internet, publicidade ou outras fontes de información; analizar criticamente as funcións que desempeñan estes elementos matemáticos e valorar se a súa achega mellora a comprensión das mensaxes. Identificar, describir, representar e cuantificar as formas e relacións espaciais que se presentan na vida cotiá, en contextos científicos e artísticos, analizar as propiedades e relacións xeométricas implicadas, valorar a súa compoñente estética e estimular a creatividade e a imaxinación. Utilizar de forma adecuada os distintos medios tecnolóxicos (calculadoras, ordenadores, etc.) para realizar cálculos numéricos ou alxébricos, comprobar propiedades xeométricas, buscar, tratar, representar e transmitir informacións de índole diversa e como axuda na aprendizaxe. Fortalecer a capacidade de razoamento, actuando ante os problemas que se suscitan na vida cotiá de acordo con modos propios da actividade matemática, tales como a exploración sistemática de alternativas, o preguntar ante as apreciacións intuitivas, a flexibilidade para modificar o punto de vista, a precisión na linguaxe, a xustificación dos razoamentos, a perseveranza na procura de solucións ou a necesidade da súa verificación. Formular e resolver problemas matemáticos ou procedentes doutros ámbitos, individualmente ou en grupo, empregando distintos recursos e instrumentos, valorando a conveniencia das estratexias utilizadas en función da análise dos resultados obtidos e mostrando unha actitude positiva e confianza na propia capacidade. Integrar os coñecementos matemáticos na bagaxe cultural propia, en conxunción cos saberes que se van adquirindo dende as distintas áreas e aplicalos para analizar e valorar fenómenos sociais como a diversidade cultural, o respecto ao ambiente, a saúde, o consumo, a igualdade de xénero ou a convivencia pacífica. Valorar as Matemáticas como parte integrante da nosa cultura dende un punto de vista histórico, apreciando a súa contribución ao desenvolvemento da sociedade actual.

2.3.

CONTIDOS 2.3.1. Contidos Actitudinais A continuación menciónanse as actitudes que o profesorado da área de Matemáticas valorará no seu alumnado da etapa da ESO. Aceptación e cumprimento das normas establecidas en canto a puntualidade, asistencia e comportamento na aula. Perseveranza e flexibilidade na resolución de todo tipo de problemas. Interese por buscar estratexias persoais de resolución de problemas que faciliten a obtención dos resultados e axilicen o proceso. Confianza nas propias capacidades para afrontar dificultades e para realizar cálculos, estimacións, medicións, deducións ou calquera tipo de investigación. Disposición favorable á comprobación e revisión dos resultados acadados.

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Respecto polo traballo e polas opinións dos demais, especialmente cando se realicen actividades en equipo. Seguimento das instrucións ou pautas dadas polo/a profesor/a á hora de realizar as actividades propostas e admisión das correccións feitas por este/a ante os posibles fallos cometidos. Curiosidade por coñecer novos conceptos, relacións e elementos do vocabulario relacionados coas Matemáticas, así como novas aplicacións do xa estudado. Interese por cuestionar o que non resulta evidente e, tamén, por formular e comprobar hipóteses. Sensibilidade e gusto polo rigor na realización dos cálculos, na expresión escrita, nas argumentacións, nas representacións gráficas, nas construcións xeométricas, no reconto de datos e no tratamento da información, así como pola orde e a claridade na resolución de calquera problema. Interese por expresar os resultados con rigor e nas unidades axeitadas a cada caso. Valoración da precisión e utilidade das distintas linguaxes matemáticas (numérica, alxébrica, estatística, gráfica) para representar, expresar ou resolver diferentes situacións da vida cotiá. Incorporación á linguaxe habitual de termos do vocabulario matemático para describir situacións diversas. Recoñecemento das relacións existentes entre a linguaxe gráfica, a alxébrica e a numérica. Sensibilidade, interese e valoración crítica ante as informacións e mensaxes de natureza numérica que nos chegan do redor. Apreciación das táboas de valores e das representacións gráficas para facilitar a comprensión e permitir describir claramente fenómenos físicos, económicos, biolóxicos e sociolóxicos. Valoración da Xeometría como instrumento útil para coñecer e resolver problemas do entorno. Recoñecemento e valoración das Matemáticas para interpretar, describir e prognosticar situacións incertas. Interese por interpretar, coñecer e criticar con actitude positiva as informacións dadas mediante parámetros e gráficos estatísticos. Recoñecemento e valoración crítica da utilidade dos recursos tecnolóxicos para a realización dos cálculos e para o tratamento e a representación gráfica de informacións diversas. Apreciación da influencia que as Matemáticas levan exercendo ao longo da Historia da Humanidade na Cultura, na Ciencia e na Arte. Interese por buscar información e ler textos sobre acontecementos ou persoas relacionadas coas Matemáticas ao longo da Historia. Coidado do material de traballo e dos instrumentos de debuxo. IES de Barro Área de Matemáticas

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2.3.2. Contidos Conceptuais Neste apartado aparecen recollidos todos os conceptos relativos á área de Matemáticas que os/as integrantes deste Departamento consideran que deben ser impartidos durante o presente curso académico 2011/2012 en cada un dos catro niveis da ESO, tomando como referencia o Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007. 2.3.2.1.

1º curso ESO

Unidade 1.

NÚMEROS NATURAIS

   

Ordenación dos números naturais. Operacións básicas cos números naturais. Propiedades. Potencias de expoñente natural. Operacións con potencias: produto e cociente de potencias das mesma base e potencia dunha potencia.  Raíz cadrada exacta e enteira dun número natural.  Xerarquía e regras de uso das parénteses en operacións combinadas con números naturais.  Aproximacións e erros. Unidade 2.

      

DIVISIBILIDADE

Múltiplos e divisores. Criterios de divisibilidade (2, 3, 5, 10 e 11). Números primos e números compostos. Cálculo dos divisores dun número. Descomposición dun número en factores primos. Máximo común divisor e mínimo común múltiplo. Aplicacións da divisibilidade á resolución de problemas.

Unidade 3.

NÚMEROS ENTEIROS

 Números enteiros positivos e negativos: recoñecemento e contextualización en situacións reais.  Oposto dun número enteiro. Valor absoluto.  Representación e comparación de números enteiros.  Operacións básicas con números enteiros: suma, resta, multiplicación e división. Regra dos signos.  Operacións combinadas. Xerarquía e regras de uso das parénteses en cálculos sinxelos.  Potencias de expoñente natural e base un número enteiro negativo.

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Unidade 4.

FRACCIÓNS

 Significados dunha fracción.  Fraccións propias e impropias.  Fraccións equivalentes. Amplificación e simplificación de fraccións. Fracción irredutible.  Redución de fraccións a común denominador. Comparación de fraccións.  Operacións con fraccións: suma, resta, multiplicación e división.  Fracción inversa. Unidade 5.

     

Partes dun número decimal. Significado das cifras decimais. Tipos de números decimais. Comparación e representación de números decimais exactos. Relacións entre os números decimais e as fraccións. Aproximación de números decimais (truncamento e redondeo). Operacións con números decimais exactos: suma, resta, multiplicación e división.

Unidade 6.

   

   

NÚMEROS DECIMAIS

INICIACIÓN Á ÁLXEBRA

Linguaxe numérica e linguaxe alxébrica. Tradución de expresións sinxelas da linguaxe cotiá á alxébrica e viceversa. Expresións alxébricas. Valor numérico. Monomios: – Coeficiente e parte literal. – Monomios semellantes. – Suma e resta de monomios semellantes. Igualdades alxébricas: identidades e ecuacións. Ecuacións. Elementos dunha ecuación. Ecuacións equivalentes. Resolución de ecuacións de primeiro grao.

Unidade 7.

PROPORCIONALIDADE NUMÉRICA

 Razóns entre dous números. Proporcións.  Relación de proporcionalidade (directa e inversa) entre dúas magnitudes.  Porcentaxes. Unidade 8.

UNIDADES DE MEDIDA

 As magnitudes e a súa medida.  Sistema Métrico Decimal. Orixe e significado.  Unidades de lonxitude, masa, capacidade e volume: – Unidades de medida no Sistema Métrico Decimal. Transformacións de medidas. – Unidades de medida tradicionais e agrarias. – Instrumentos de medida. – Formas complexa e incomplexa dunha medida. IES de Barro Área de Matemáticas

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 Relación entre as unidades de volume, capacidade e masa.  Sistema Sesaxesimal: – Unidades de medida de ángulos e de tempo. – Expresión complexa e incomplexa das medidas de ángulos e de tempo. – Operacións con medidas angulares e de tempo no Sistema Sesaxesimal. Unidade 9.

   

RECTAS E ÁNGULOS

Elementos básicos da Xeometría: punto, recta e plano. Semirrecta e segmento. Mediatriz dun segmento. Posicións relativas de dúas rectas no plano: paralelismo e perpendicularidade. Ángulos: – Concepto e elementos dun ángulo. – Bisectriz dun ángulo. – Clasificación de ángulos (segundo a súa medida e segundo a súa posición relativa respecto doutro ángulo). – Operacións gráficas con ángulos.

Unidade 10.

POLÍGONOS E CIRCUNFERENCIA

 Polígonos: – Definición de polígono. – Elementos básicos dun polígono. – Clasificación de polígonos. – Propiedades dos polígonos: número de diagonais e suma dos seus ángulos. – Elementos fundamentais dos polígonos regulares. – Construción de polígonos regulares. – Simetrías nos polígonos regulares.  Triángulos: – Relacións entre os elementos dun triángulo. – Clasificación de triángulos. – Construción de triángulos. – Igualdade de triángulos. – Rectas e puntos notables. – Circunferencia inscrita e circunferencia circunscrita a un triángulo. – Teorema de Pitágoras. Aplicacións.  Cuadriláteros: – Clasificación de cuadriláteros. – Paralelogramos: tipos, propiedades e construción.  Circunferencia: – Definición e elementos da circunferencia. – Posicións relativas (dun punto e unha circunferencia, dunha recta e unha circunferencia e de dúas circunferencias). – Ángulos na circunferencia. – Construción de polígonos regulares inscritos nunha circunferencia.

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Departamento de MATEMÁTICAS

Unidade 11.

    

PERÍMETROS E ÁREAS

Cálculo do perímetro de polígonos regulares e irregulares. Lonxitude da circunferencia e do arco de circunferencia. Cálculo de áreas de paralelogramos, triángulos, trapecios e polígonos regulares. Cálculo de áreas de figuras reais por triangulación e cuadriculación. Área do círculo, da coroa circular e do sector circular.

Unidade 12.

FUNCIÓNS E GRÁFICAS

 Eixes cartesianos. Sentidos. Cuadrantes.  Coordenadas cartesianas. Representación de puntos do plano nun sistema de eixes cartesianos.  Organización de datos relativos a relacións funcionais en táboas de valores.  Identificación de relacións de proporcionalidade directa ou inversa a partir da análise da súa táboa de valores.  Representación gráfica de funcións dadas a partir dunha táboa de valores.  Construción global de gráficas sinxelas a partir de enunciados referentes a situacións da vida cotiá.  Interpretación puntual e global de informacións presentadas mediante unha táboa de valores ou unha gráfica sinxela. Unidade 13.

    

ESTATÍSTICA

Poboación e mostra. Variables estatísticas: cualitativas, cuantitativas discretas e cuantitativas continuas. Recolleita de información. Organización de datos en táboas. Frecuencia absoluta e frecuencia relativa. Construción de táboas de frecuencias. Gráficos estatísticos: diagramas de barras, polígonos de frecuencias e diagramas de sectores.

2.3.2.2.

2º curso ESO

Unidade 1.

FUNCIÓNS

 Coordenadas cartesianas.  Concepto de función. Elementos dunha función.  Formas de expresar unha función: mediante un enunciado, unha táboa de valores, unha expresión alxébrica ou unha gráfica.  Representación gráfica de funcións dadas a partir dunha táboa de valores, dun enunciado ou dunha expresión alxébrica sinxela.  Estudo gráfico dunha función: dominio e imaxe, crecemento e decrecemento, continuidade e descontinuidade, puntos de corte cos eixes, máximos e mínimos relativos e periodicidade.  Descrición de fenómenos relativos a situacións reais presentados de forma gráfica.

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Departamento de MATEMÁTICAS

 Obtención da relación entre dúas magnitudes directa ou inversamente proporcionais a partir da análise da súa táboa de valores e da súa gráfica. Interpretación da constante de proporcionalidade. Unidade 2.

ESTATÍSTICA

 Concepto de Estatística. Terminoloxía relacionada coa Estatística: poboación, mostra, individuo e variable estatística.  Tipos de variables estatísticas: cualitativas, cuantitativas discretas e cuantitativas continuas.  Reconto de datos. Organización de datos en táboas.  Frecuencia absoluta e frecuencia relativa (ordinarias e acumuladas). Táboas de frecuencias.  Gráficos estatísticos: diagramas de barras, polígonos de frecuencias e diagramas de sectores. Construción e análise dos aspectos máis destacados dos gráficos.  Medidas de centralización: media aritmética, moda e mediana. Cálculo e significado.  Introdución á análise da dispersión: valor máximo, valor mínimo e rango ou percorrido.  Utilización da folla de cálculo para organizar os datos, realizar os cálculos e xerar os gráficos máis axeitados. Unidade 3.

            

NÚMEROS ENTEIROS

Os conxuntos e . Representación e comparación de números enteiros. Oposto e valor absoluto dun número enteiro. Operacións con números enteiros. Potencias de expoñente natural de números enteiros. Operacións con potencias. Potencias de base 10. Notación científica. Raíz cadrada exacta. Cadrados perfectos. Raíz cadrada enteira. Restos. Estimación e obtención de raíces aproximadas. Xerarquía das operacións e regras de uso das parénteses. Relacións de divisibilidade entre números enteiros. Múltiplos e divisores. Criterios de divisibilidade. Descomposición factorial dun número. Máximo común divisor e mínimo común múltiplo de varios números. Aplicacións da divisibilidade á resolución de problemas aritméticos.

Unidade 4.

FRACCIÓNS

 A fracción como parte da unidade, como cociente e como operador.  Fraccións equivalentes: concepto, cálculo (amplificación e simplificación), simplificación de fraccións utilizando o M.C.D., redución de fraccións a común denominador e comparación de fraccións.  Representación gráfica de fraccións.  Operacións elementais con fraccións: suma, resta, multiplicación e división.

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 Potencia e raíz cadrada dunha fracción.  Operacións combinadas con fraccións. Xerarquía das operacións e regra de uso das parénteses. Unidade 5.

EXPRESIÓNS ALXÉBRICAS

 Utilidades da Álxebra. Linguaxe alxébrica.  Expresións alxébricas.  Monomios: – Concepto, elementos, grao e valor numérico dun monomio. – Monomios semellantes e opostos. – Operacións con monomios: suma, resta, multiplicación e división.  Polinomios nunha soa variable: – Concepto, termos, grao e valor numérico dun polinomio. – Operacións con polinomios: suma, resta e multiplicación.  Extracción de factor común.  Identidades notables. Unidade 6.

     

ECUACIÓNS

Diferenza entre identidade e ecuación. Ecuacións: elementos, solución e ecuacións equivalentes. Transposición de termos. Resolución de ecuacións de primeiro grao. Utilización de ecuacións de primeiro grao para a resolución de problemas. Resolución de ecuacións de 2º grao completas e incompletas.

Unidade 7.

PROPORCIONALIDADE NUMÉRICA

 Razón de dous números.  Proporción: concepto, termos, constante de proporcionalidade, propiedade fundamental das proporcións e cálculo do termo descoñecido nunha proporción.  Magnitudes directamente proporcionais, inversamente proporcionais e non proporcionais.  Análise de táboas.  Resolución de problemas de proporcionalidade: métodos de redución á unidade e da regra de tres simple (directa ou inversa).  Proporcionalidade composta.  Porcentaxes: – Cálculo directo de porcentaxes, cálculo dunha parte e do total. – Aumentos e diminucións porcentuais. – Interese bancaria. Unidade 8.

SEMELLANZA

 Razón de dous segmentos.  Segmentos proporcionais.  Teorema de Tales. Aplicacións. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

 Semellanza de triángulos: – Triángulos semellantes. – Triángulos en posición de Tales. – Criterios de semellanza de triángulos. – Aplicacións.  Polígonos semellantes: – Definición de polígonos semellantes. – Razón de semellanza. – Ampliación e redución de figuras. – Razón entre as lonxitudes e as áreas de figuras semellantes.  Escalas. Planos e mapas. Unidade 9.

FIGURAS PLANAS. ÁREAS

 Teorema de Pitágoras. Aplicacións.  Áreas de polígonos.  Áreas de figuras circulares. Unidade 10.

POLIEDROS. ÁREAS E VOLUMES

   

Definición e elementos dun poliedro. Poliedros cóncavos e convexos. Fórmula de Euler. Poliedros regulares. Prismas: – Definición e elementos dun prisma. – Clasificación dos prismas. – Prismas rectos: desenvolvemento plano, área e volume.  Pirámides: – Definición e elementos dunha pirámide. – Clasificación das pirámides. – Pirámides regulares: desenvolvemento plano, área e volume. Unidade 11.

CORPOS DE REVOLUCIÓN. ÁREAS E VOLUMES

 Definición de corpo de revolución.  Cilindros: – Definición e elementos característicos. – Desenvolvemento plano. – Área e volume.  Cono: – Definición e elementos característicos. – Desenvolvemento plano. – Área e volume.  Esfera: – Definición e elementos característicos. – Desenvolvemento plano. – Área e volume. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

2.3.2.3.

3º curso ESO

Unidade 1.

NÚMEROS RACIONAIS

 Os números naturais e os números enteiros. Relación de inclusión entre os conxuntos e .  As fraccións e os números decimais: – Números fraccionarios. Fraccións propias e impropias. – Fraccións equivalentes. Simplificación de fraccións. Fracción irredutible. Redución de fraccións a común denominador. Comparación de fraccións. – Representación de fraccións na recta numérica. – Tipos de números decimais. – Transformación de fraccións en números decimais e viceversa. Fracción xeratriz.  Os números racionais: – Concepto de número racional. O conxunto . – Relacións de inclusión entre os conxuntos , e .  Potencias de expoñente natural e enteiro. Propiedades das operacións con potencias.  Operacións combinadas con distintos tipos de números racionais. Xerarquía e regras de uso das parénteses. Cálculo escrito e con calculadora.  Resolución de problemas aritméticos nos que interveñen todo tipo de números racionais.  Os números irracionais: – Concepto de número irracional. O conxunto . – Algúns irracionais moi habituais.  Expresión aproximada de números e cantidades: – Cifras significativas nunha aproximación. – Tipos de aproximacións. – Erro absoluto e erro relativo cometidos ao aproximar.  Notación científica: – Expresión de números moi grandes ou moi pequenos. – Operacións con números expresados en notación científica. – Uso da calculadora en notación científica. Unidade 2.

EXPRESIÓNS ALXÉBRICAS

 Expresións alxébricas: definición e tipos.  Monomios: – Definición, elementos, grao e valor numérico dun monomio. – Monomios semellantes e monomios opostos. – Operacións con monomios: suma, resta, multiplicación e división.  Polinomios: – Definición, termos, grao e valor numérico dun polinomio. – Tipos de polinomios: opostos, completos, ordenados e homoxéneos.

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

 Transformación de expresións alxébricas: – Desenvolvemento de expresións mediante as identidades notables. – Factorización de polinomios: extracción de factor común e/ou aplicación das identidades notables. Unidade 3.

ECUACIÓNS DE PRIMEIRO E SEGUNDO GRAO

 Igualdades alxébricas: identidades e ecuacións.  Terminoloxía relacionada coas ecuacións: elementos dunha ecuación, solución e ecuacións equivalentes.  Ecuacións de primeiro grao cunha incógnita. Resolución alxébrica e por tenteo.  Ecuacións de segundo grao cunha incógnita: – Discriminante e número de solucións. – Resolución alxébrica de ecuacións de segundo grao completas e incompletas.  Resolución de problemas en contextos cotiáns mediante ecuacións de primeiro e de segundo grao. Unidade 4.

SISTEMAS DE ECUACIÓNS LINEAIS

 Ecuacións lineais con dúas incógnitas. Interpretación gráfica da súa solución.  Sistemas de dúas ecuacións lineais con dúas incógnitas. Sistemas equivalentes. Clasificación de sistemas segundo o número de solucións.  Resolución de sistemas de dúas ecuacións lineais con dúas incógnitas: por tenteo, por métodos alxébricos (substitución, igualación ou redución), graficamente, ou ben, utilizando recursos tecnolóxicos.  Sistemas de tres ecuacións lineais con tres incógnitas. Resolución por métodos alxébricos.  Resolución de problemas en situacións reais mediante sistemas de ecuacións lineais. Unidade 5.

PROGRESIÓNS

 Sucesións: – Definición de sucesión numérica e de termo dunha sucesión. – Termo xeral dunha sucesión: concepto e formas de expresión. – Sucesión recorrente.  Progresións aritméticas: – Definición de progresión aritmética. Diferenza. – Obtención do termo xeral. – Suma dos primeiros termos dunha progresión aritmética.  Progresións xeométricas: – Definición de progresión xeométrica. Razón. – Obtención do termo xeral. – Suma dos primeiros termos dunha progresión xeométrica. – Suma de todos os termos de certas progresións xeométricas. – Produto dos primeiros termos dunha progresión xeométrica.

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Curso 2011-2012

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 Resolución de situacións problemáticas en contextos cotiáns nos que interveñen as progresións aritméticas ou xeométricas.  Interese composto. Unidade 6.

FUNCIÓNS

 Definición de función. Elementos dunha función.  Formas de expresar unha función.  Estudo gráfico dunha función: – Dominio de definición e imaxe. – Puntos de corte cos eixes. – Crecemento e decrecemento. Máximos e mínimos. Acotación. – Asíntotas. – Concavidade e convexidade. Puntos de inflexión. – Continuidade e descontinuidade. – Tendencias. – Simetrías. – Periodicidade.  Interpretación e lectura de gráficas que representan fenómenos da vida cotiá e dos ámbitos social, científico e do mundo físico. Unidade 7.

FUNCIÓNS LINEAIS E AFÍNS

 A función lineal : – Representación gráfica. – Pendente da recta asociada a esa función.  A función afín : – Representación gráfica. – Pendente e ordenada na orixe da recta asociada a esa función. – A función constante como caso particular.  Formas de expresar a ecuación dunha recta: na forma explícita, dado un punto e a pendente, coñecidos dous puntos e na forma xeral.  Posicións relativas de dúas rectas no plano.  Aplicacións das funcións lineais e afíns ao estudo de situacións relacionadas cos diferentes ámbitos do coñecemento e da vida cotiá. Unidade 8.

ESTATÍSTICA

 Concepto de Estatística. Poboación, mostra e individuo.  Variables estatísticas: concepto e tipos (cualitativas, cuantitativas discretas e cuantitativas continuas).  Proceso estatístico. Necesidade, conveniencia, representatividade e selección aleatoria dunha mostra.  Frecuencias e táboas: – Reconto de datos. Agrupación de datos en intervalos. Marcas de clase. – Frecuencias absolutas, relativas e acumuladas. – Construción de táboas de frecuencias. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

 Gráficos estatísticos: – Tipos de gráficos: diagrama de barras, polígonos de frecuencias, histogramas, diagramas de sectores, diagramas lineais, pictogramas e pirámides de poboación. – Utilidade, interpretación e elaboración dos distintos gráficos estatísticos ( a man e mediante unha folla de cálculo).  Significado e cálculo dos parámetros estatísticos mediante táboas de frecuencias, calculadora científica ou unha folla de cálculo: – Medidas de centralización: media aritmética, moda e mediana. – Medidas de posición: cuartís, quintís, decís e percentís. – Medidas de dispersión: rango, desviación media, varianza e desviación típica.  Interpretación conxunta da media e da desviación típica.  Comparación do grao de dispersión entre variables estatísticas: coeficiente de variación. Unidade 9.

LUGARES XEOMÉTRICOS. FIGURAS PLANAS

 Lugares xeométricos.  Triángulos: – Clasificación. – Puntos e rectas notables. – Circunferencia inscrita e circunscrita a un triángulo. – Teorema de Pitágoras: enunciado, demostración e aplicacións á resolución de problemas xeométricos.  Áreas de figuras planas (triángulos, cuadriláteros, polígonos regulares e figuras circulares). Unidade 10.

CORPOS XEOMÉTRICOS

 Poliedros: – Definición de poliedro e dos seus elementos carcaterísticos. – Planos de simetría dos poliedros. – Propiedades e relacións. Clasificación dos poliedros.  Corpos de revolución: – Definición de corpo de revolución. – Tipos e elementos característicos.  Área dos corpos xeométricos: – Área lateral e área total de prismas, pirámides, troncos de pirámide, cilindros, conos e troncos de cono. – Área da esfera e das figuras esféricas (casquete esférico, zona esférica e fuso esférico).  Volume dos corpos xeométricos: – Principio de Cavalieri. – Volume de prismas, pirámides, troncos de pirámide, cilindros, conos, troncos de cono e esferas.  A esfera terrestre: elementos, coordenadas xeográficas e fusos horarios. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

Unidade 11.

MOVEMENTOS E SEMELLANZAS

 Vectores: elementos, módulo, dirección, sentido e coordenadas dun vector.  Transformacións xeométricas: concepto e tipos.  Movementos no plano: – Definición e tipos de movementos (directos e inversos). – Translacións. – Xiros. – Simetrías central e axial. – Composición de movementos no plano. – Mosaicos, grecas e rosetóns.  Homotecias. Figuras semellantes.  Teorema de Tales. Aplicacións.  Escalas. Planos e mapas. 2.3.2.4.

4º curso ESO

Unidade 1.

         

PROBABILIDADE

Experimentos deterministas e experimentos aleatorios. Espazo da mostra e suceso aleatorio. Diagramas en árbore. Tipos de sucesos: elemental, composto, seguro e imposible. Sucesos compatibles e sucesos incompatibles. Operacións con sucesos: unión, intersección, contrario ou complementario e diferenza. Propiedades. Frecuencia absoluta e frecuencia relativa dun suceso. Probabilidade dun suceso: Lei dos Grandes Números. Definición clásica de probabilidade: Regra de Laplace. Definición axiomática de probabilidade. Propiedades da probabilidade dun suceso. Probabilidade de sucesos asociados a experimentos compostos: – Probabilidade condicionada. – Regra do produto. – Diagramas en árbore e táboas de continxencia. – Sucesos dependentes e sucesos independentes.

Unidade 2.

NÚMEROS REAIS

 Os números racionais: – Concepto de número racional. O conxunto . – Fracción xeratriz dun número decimal. – Operacións combinadas entre distintos números racionais.  Os números irracionais: – Concepto de número irracional. O conxunto . – Identificación dalgúns irracionais moi habituais.

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

 Os números reais: – O conxunto . Propiedades. – Relacións entre os conxuntos e . – A recta real. – Representación de números racionais e irracionais sobre a recta real. – Operacións con números reais. Propiedades.  Expresión aproximada de números decimais e de cantidades: – Cifras significativas nunha aproximación. – Tipos de aproximacións. – Erro absoluto e erro relativo. Cota do erro cometido ao aproximar.  Intervalos e semirrectas: – Definición. Formas de expresar un intervalo ou unha semirrecta. – Unión e intersección de intervalos e/ou semirrectas. Unidade 3.

POTENCIAS E RADICAIS

 Potencias de expoñente enteiro. Propiedades das operacións con potencias.  Notación científica: – Expresión dun número en notación científica. – Operacións en notación científica.  Raíz n-ésima dun número.  Forma exponencial dos radicais.  Cálculo de raíces coa calculadora.  Radicais equivalentes: simplificación de radicais e redución de radicais a índice común.  Comparación de radicais.  Introdución e extracción de factores nun radical.  Operacións con radicais e con potencias de expoñente enteiro e fraccionario.  Racionalización de denominadores. Unidade 4.

   

LOGARITMOS

Logaritmo dun número real: definición e cálculo de logaritmos. Logaritmos decimais e logaritmos neperianos. Propiedades dos logaritmos. Operacións e cambio de base. Uso da calculadora científica no traballo con logaritmos.

Unidade 5.

POLINOMIOS E FRACCIÓNS ALXÉBRICAS

 Operacións con polinomios: – Suma, resta, multiplicación e división de polinomios. – División dun polinomio en entre un binomio . Regra de Ruffini. – Teorema do resto.  Identidades notables.  Factorización de polinomios: – Extracción de factor común. – Transformación nun produto notable. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

– Raíces dun polinomio. – Técnica para factorizar un polinomio.  Divisibilidade de polinomios. Máximo común divisor e mínimo común múltiplo de varios polinomios.  Fraccións alxébricas: definición, simplificación, redución a común denominador e operacións. Unidade 6.

ECUACIÓNS E SISTEMAS DE ECUACIÓNS

 Ecuacións de primeiro grao.  Ecuacións de segundo grao completas e incompletas. Discriminante e número de solucións. Suma e produto das solucións. Forma canónica.  Outros tipos de ecuacións cunha soa incógnita: ecuacións bicadradas, ecuacións con denominadores alxébricos, ecuacións con radicais, ecuacións factorizadas, ecuacións exponenciais e ecuacións logarítmicas.  Sistemas de ecuacións lineais: – Clasificación de sistemas. – Resolución alxébrica e gráfica de sistemas de dúas ecuacións lineais con dúas incógnitas. – Resolución alxébrica de sistemas de tres ecuacións lineais con tres incógnitas.  Sistemas de ecuacións non lineais. Resolución alxébrica.  Uso de programas informáticos para a resolución de sistemas de ecuacións.  Resolución de problemas cotiáns e doutras áreas do coñecemento mediante ecuacións e sistemas. Unidade 7.

INECUACIÓNS E SISTEMAS DE INECUACIÓNS

 Inecuacións lineais cunha incógnita: resolución alxébrica e interpretación gráfica da solución.  Inecuacións polinómicas de grao superior a un cunha incógnita: resolución e interpretación gráfica da solución.  Inecuacións racionais cunha incógnita: resolución e interpretación gráfica da solución.  Inecuacións lineais con dúas incógnitas: resolución gráfica e interpretación da solución.  Sistemas de inecuacións lineais e non lineais cunha incógnita: resolución alxébrica e interpretación gráfica da solución.  Sistemas de inecuacións lineais con dúas incógnitas: resolución gráfica e interpretación da solución.  Formulación e resolución de problemas en diferentes contextos empregando inecuacións ou sistemas de inecuacións. Unidade 8.

TRIGONOMETRÍA

 Concepto de Trigonometría.  Razóns trigonométricas dun ángulo agudo: definición e cálculo gráfico sobre triángulos rectángulos. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

 Relacións trigonométricas fundamentais. Outras relacións entre as razóns trigonométricas dun ángulo agudo.  Razóns trigonométricas dos ángulos 30 , 45 e 60 .  Uso da calculadora científica en Trigonometría.  Resolución de triángulos rectángulos e non rectángulos. Estratexia da altura.  Razóns trigonométricas dun ángulo calquera entre 0 e 360 . Signo das razóns trigonométricas.  Relacións entre as razóns trigonométricas de certos ángulos: ángulos complementarios, ángulos que se diferencian en 90 , ángulos suplementarios, ángulos que se diferencian en 180 , ángulos opostos, ángulos que suman 360 ou un número enteiro de voltas, ángulos que se diferencian en 360 ou nun número enteiro de voltas.  Redución de ángulos ao primeiro cuadrante.  Aplicacións da Trigonometría á resolución de problemas métricos en diversos contextos. Unidade 9.

FUNCIÓNS

 Definición de función. Variable dependente e variable independente. Dominio e imaxe.  Formas de expresar unha función.  Taxa de variación media.  Estudo gráfico dunha función: dominio e imaxe, puntos de corte cos eixes, monotonía, extremos, acotación, asíntotas curvatura, puntos de inflexión, continuidade e descontinuidade, tendencias, simetrías e periodicidade.  Funcións definidas a anacos. Representación gráfica.  Interpretación e lectura de gráficas en situacións reais.  Funcións polinómicas de primeiro grao: – Tipos (lineais, afíns e constantes). Expresión analítica e representación gráfica. – Pendente e ordenada na orixe da recta asociada á función. – Formas de expresar a ecuación dunha recta.  Funcións cuadráticas ou polinómicas de segundo grao: – Expresión analítica. – Características e representación gráfica da parábola asociada á función. – Estudo conxunto de rectas e parábolas. Resolución gráfica de sistemas de ecuacións non lineais.  Funcións de proporcionalidade inversa: expresión analítica, representación gráfica (a hipérbole) e propiedades.  Funcións racionais: tipos, expresión analítica, representación gráfica e propiedades.  Funcións exponenciais: – Expresión analítica, representación gráfica e propiedades. – Tipos especiais de funcións exponenciais. – Aplicacións a contextos e situacións reais.

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

 Funcións logarítmicas: – Expresión analítica, representación gráfica e propiedades. – Tipos especiais de funcións logarítmicas.  Relación entre as funcións exponenciais e as logarítmicas.

2.3.3. Secuenciación e Temporalización dos Contidos Ano tras ano vénse observando a imposibilidade de desenvolver todo o currículo establecido para a área de Matemáticas na etapa da ESO, especialmente en 4º curso, onde o número de horas lectivas asignadas a esta materia continúa sendo moito menor. Con todo, existen outras circunstancias que tamén contribúen a que a Programación Didáctica acordada por este Departamento non poida ser cumprida na súa totalidade ao longo do curso, destacando fundamentalmente o descoñecemento de numerosos conceptos e/ou procedementos básicos que o alumnado debería ter afianzados previamente á introdución dos novos contidos e, dende logo, a súa falta de hábito no traballo diario, tanto na aula como na casa, retardándose deste xeito as tarefas a realizar. Pero a pesar dos inconvenientes anteriormente mencionados, os/as profesores/as integrantes do Departamento de Matemáticas poñerán unha vez máis todo o seu empeño en desenvolver o maior número de unidades didácticas en cada nivel, procurando respectar ao máximo a secuenciación e temporalización expostas neste apartado. Evidentemente, o calendario adxunto é aproximado, aínda que foi elaborado coa esperanza de poder ser levado a cabo. De todos modos, calquera cambio que se producise con respecto ao mesmo quedará reflectido nas actas de reunión do Departamento, así como os motivos que provocasen as posibles modificacións. Mencionar, ademais, que os criterios considerados para establecer a secuenciación dos contidos foron, principalmente, a súa ensinanza gradual e a adecuación aos coñecementos previos do alumnado. Finalmente, indicar que no presente curso académico decidiuse comezar en 2º ESO polas unidades FUNCIÓNS e ESTATÍSTICA, mentres que o temario de 4º ESO se iniciará con PROBABILIDADE, para evitar correr o risco de ter que abordar esta importante parte da Programación a finais do terceiro trimestre sen afondar o suficiente nela, ou que poida quedar sen explicar, tal e como sucedeu en anos anteriores. A continuación, relaciónanse, pois, as diferentes unidades didácticas que integran o currículo da área de Matemáticas nos catro cursos da etapa da ESO, especificando a orde na que serán impartidas dentro de cada avaliación e o número de horas que se prevé dedicar a cada unha delas na aula.

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

1º ESO 1ª Avaliación

2ª Avaliación

3ª Avaliación

2º ESO

1.

NÚMEROS NATURAIS (12 h)

1.

FUNCIÓNS (10 h)

2.

DIVISIBILIDADE (12 h)

2.

ESTATÍSTICA (10 h)

3.

NÚMEROS ENTEIROS (12 h)

3.

NÚMEROS ENTEIROS (14 h)

4.

FRACCIÓNS (12 h)

4.

FRACCIÓNS (14 h)

5.

NÚMEROS DECIMAIS (14 h)

5.

EXPRESIÓNS ALXÉBRICAS (14 h)

6.

INICIACIÓN Á ÁLXEBRA (14 h)

6.

ECUACIÓNS (14 h)

7.

PROPORCIONALIDADE NUMÉRICA (10 h)

7.

PROPORCIONALIDADE (10 h)

8.

UNIDADES DE MEDIDA (10 h)

8.

SEMELLANZA (10 h)

9.

RECTAS E ÁNGULOS (6 h)

9.

FIGURAS PLANAS. ÁREAS (8 h)

10. POLÍGONOS E CIRCUNFERENCIA (10 h)

10. POLIEDROS. ÁREAS E VOLUMES (16 h)

11. PERÍMETROS E ÁREAS (8 h)

11. CORPOS DE REVOLUCIÓN. ÁREAS E VOLUMES (16 h)

12. FUNCIÓNS E GRÁFICAS (8 h) 13. ESTATÍSTICA (8 h)

3º ESO 1ª Avaliación

2ª Avaliación

3ª Avaliación

4º ESO

1.

NÚMEROS RACIONAIS (22 h)

1.

PROBABILIDADE (12 h)

2.

EXPRESIÓNS ALXÉBRICAS (14 h)

2.

NÚMEROS REAIS (10 h)

3.

ECUACIÓNS DE 1º E 2º GRAO (12 h)

3.

POTENCIAS E RADICAIS (8 h)

4.

LOGARITMOS (6 h)

5.

POLINOMIOS E FRACCIÓNS ALXÉBRICAS

4.

SISTEMAS DE ECUACIÓNS LINEAIS (14 h)

5.

PROGRESIÓNS (14 h)

6.

FUNCIÓNS (12 h)

7.

FUNCIÓNS LINEAIS E AFÍNS (8 h)

8. 9.

(14 h)

6.

ECUACIÓNS E SISTEMAS DE ECUACIÓNS (14 h)

7.

INECUACIÓNS E INECUACIÓNS (8 h)

SISTEMAS

ESTATÍSTICA (14 h)

8.

TRIGONOMETRÍA (15 h)

LUGARES XEOMÉTRICOS. FIGURAS PLANAS (6 h)

9.

FUNCIÓNS (15 h)

DE

10. CORPOS XEOMÉTRICOS (8 h) 11. MOVEMENTOS E SEMELLANZAS (12 h)

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

2.3.4. Contidos Mínimos Esixibles Os contidos mínimos esixibles para poder acadar unha avaliación positiva na área de Matemáticas son todos aqueles que aparecen escritos en cor negra nos apartados 2.3.1. e 2.3.2. desta programación, no que se relacionan os contidos dos catro niveis da ESO, aparecendo en cor marrón os considerados non mínimos. Serán precisamente os contidos mínimos os únicos que se poderán utilizar para elaborar instrumentos de avaliación de carácter global, como os exames correspondentes á convocatoria de Setembro ou as probas de recuperación para os/as alumnos/as pendentes de cursos anteriores.

2.4.

METODOLOXÍA DIDÁCTICA

A Educación concíbese como un proceso construtivo no que a actitude que manteñen o/a profesor/a e os/as alumnos/as permite a aprendizaxe significativa. Así, os/as estudantes convértense no motor do seu propio proceso de aprendizaxe ao modificar eles/as mesmos/as os seus esquemas de coñecemento. Xunto a estes/as, o/a docente exerce o papel de guía ao poñer en contacto os coñecementos e as experiencias previas dos/as alumnos/as cos que se van a adquirir de novo. A concepción construtivista da ensinanza permite, ademais, garantir a funcionalidade da aprendizaxe, isto é, asegurar que os/as alumno/as poderán aproveitar o aprendido en circunstancias reais, ben levándoo á práctica, ben empregándoo coma un medio para lograr novas aprendizaxes. O ensino das Matemáticas na ESO débese configurar de forma cíclica, de tal xeito que en cada curso aparezan contidos que xa figuraron en forma máis elemental en cursos precedentes, co obxecto de que o sistema permita o repaso e a mellor fixación de ideas e técnicas, ampliando o seu campo de aplicación e posibilidade de relación. Antes de cada unidade farase unha sondaxe previa sobre os coñecementos dos/as alumnos/as respecto dos contidos a tratar e, apoiándose neles, levarase a cabo o desenvolvemento da unidade programada, pretendendo deste xeito que os novos contidos conecten cos xa estudados e aprendidos en anos anteriores. Esta sondaxe permitirá tamén ao/á profesor/a detectar lagoas e determinar quen vai necesitar algún tipo de axuda. Neste caso, recomendarase a realización dunha serie de actividades de reforzo enfocadas a solucionar esas carencias. Cada unidade didáctica introducirase, sempre que sexa factible, mediante a presentación dunha situación que sexa motivadora para os/as alumnos/as, elixíndose, entón, temas próximos aos seus intereses e ás súas experiencias cotiás. Ademais, o desenvolvemento dos temas comezará coa formulación dalgún problema a partir do cal, mediante un proceso de xeneralización e abstracción, serán abordados os contidos da aprendizaxe. Despois de introducir un procedemento, este poñerase en práctica ata conseguir un certo automatismo na súa execución. Para isto, realizaranse exercicios que contribúan a consolidar a materia explicada, a ser posible relacionados con situacións reais. Aínda que a cantidade de actividades que se deben efectuar e o tempo que se lles debe dedicar dependerá da competencia dos/as alumnos/as, evitarase insistir esaxeradamente no emprego de algoritmos que non estean orientados á resolución de problemas, xa que esa aprendizaxe viría a ser rutineira e pouco motivadora.

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

É tamén moi importante fomentar a participación dos/as alumnos/as, posto que quen aprende debe ser o/a principal protagonista no proceso da súa aprendizaxe. Isto pódese conseguir formulándolles preguntas, propoñéndolles actividades en equipo e, especialmente, incitándoos/as a que compartan cos/coas demais as dificultades que vaian xurdindo. Polo tanto, propiciarase a reflexión persoal e tamén en grupo sobre o traballo realizado, elaborando conclusións sobre o aprendido. Se no proceso de avaliación continua se advertise que un/unha alumno/a non progresa adecuadamente, adoptaranse medidas de reforzo educativo para que este/a adquira as aprendizaxes necesarias para así conectar cos novos contidos desenvolvidos.

2.5.

CRITERIOS DE AVALIACIÓN

Os criterios de avaliación seguidos polos/as docentes do Departamento de Matemáticas para determinar se un/unha alumno/a acada na avaliación final de Xuño, ou ben, na extraordinaria de Setembro, a competencia matemática correspondente a un nivel concreto da etapa da ESO, serán os recollidos para a área de Matemáticas e para ese nivel específico no Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas de Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007.

2.5.1.

1º curso ESO

1. Utilizar números naturais e enteiros e as fraccións e decimais sinxelos, as súas operacións e

propiedades, para recoller, transformar e intercambiar información e aplicar estes coñecementos á resolución de situacións que estean en relación con outras materias ou presentes na vida cotiá. Trátase de comprobar a capacidade de identificar e utilizar os distintos tipos de números usando os que mellor se axusten a cada situación, valorando a utilidade dos números enteiros e relacionando as expresións fraccionarias coas decimais e coas porcentaxes. Comprobar tamén se sabe elixir a forma de cálculo apropiada a cada situación, chegando a realizar operacións combinadas, utilizando o cálculo mental e escrito e usando a calculadora cando a situación o requira, manexándoa de forma efectiva e valorando a pertinencia dos resultados. 2. Resolver problemas para os que se precise a utilización das catro operacións, con números

enteiros, decimais e fraccionarios, utilizando a forma de cálculo axeitada e valorando a adecuación do resultado ao contexto. Trátase de valorar a capacidade para asignar ás distintas operacións novos significados e interpretar resultados diferentes aos que se obteñen habitualmente con números naturais, identificando situacións reais que así o requiran. Comprobar que o alumnado sabe escoller o modo de cálculo máis adecuado a cada situación, desenvolve estratexias persoais de cálculo mental e fai estimacións coa finalidade de non tomar o resultado do cálculo por bo sen contrastalo coa situación de partida.

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3. Identificar e describir regularidades, pautas e relacións en conxuntos de números, utilizar

correctamente os signos matemáticos e letras para simbolizar distintas cantidades e obter expresións alxébricas como síntese en secuencias numéricas, así coma o valor numérico de fórmulas sinxelas. Este criterio pretende comprobar a capacidade para percibir nun conxunto numérico aquilo que é común, se sabe comparar e ordenar números, se detecta a secuencia lóxica coa que se construíu ou se sabe establecer un criterio que permita ordenar os seus elementos e, cando sexa posible, expresar de forma alxébrica a regularidade percibida. Preténdese así mesmo valorar o uso do signo igual, a utilización correcta doutros signos matemáticos e o manexo da letra nas súas diferentes acepcións. Forma tamén parte deste criterio a obtención do valor en fórmulas simples cunha soa letra. Tamén se pretende coñecer se o alumnado valora de forma positiva a Álxebra coma unha linguaxe precisa e concisa que permite formalizar a linguaxe verbal e resolver diferentes tipos de situacións problemáticas. 4. Recoñecer, describir e analizar figuras, presentes tanto na natureza como nas actividades

sociais e artísticas, utilizar as súas propiedades para clasificalas e aplicar o coñecemento xeométrico adquirido para interpretar e describir o mundo físico e as manifestacións culturais, facendo uso da terminoloxía e das formas de representación axeitadas. Preténdese comprobar a capacidade de utilizar os conceptos básicos da Xeometría para describir obxectos e as súas propiedades, representalos e abordar diferentes situacións e problemas da vida cotiá e do mundo físico relacionados coas figuras xeométricas. Preténdese avaliar tamén a experiencia adquirida na utilización de diferentes elementos e formas xeométricas para realizar creacións propias e recoñecer as propiedades e os elementos xeométricos á hora de interpretar manifestacións artísticas. Quérese comprobar tamén se o alumnado sabe utilizar os instrumentos de debuxo e os recursos tecnolóxicos de maneira adecuada. 5. Estimar e calcular perímetros, áreas e ángulos de figuras planas utilizando os instrumentos

e a unidade de medida adecuada. Preténdese valorar a capacidade de estimar e efectuar medidas de figuras planas representadas ou reais e sobre obxectos reais por diferentes métodos e de empregar correctamente os instrumentos de medida, sendo conscientes dos erros que se poden cometer, tendo en conta a unidade e a precisión máis axeitada. Valorarase tamén o emprego de métodos de descomposición por medio de figuras elementais para o cálculo de áreas de figuras planas do contorno e de figuras representadas. 6. Organizar e interpretar informacións diversas mediante táboas e gráficas, e identificar

relacións de dependencia en situacións cotiás, nos campos social e científico e nos medios de comunicación. Este criterio pretende valorar a capacidade de identificar as variables que interveñen nunha situación cotiá ou que poida ser extraída dos medios de comunicación. Comprobarase tamén a competencia para identificar a relación de dependencia entre as variables e para representala graficamente.Trátase de avaliar, ademais, o uso das táboas como instrumento para recoller a información producida no desenvolvemento dunha experiencia e transferila a uns eixos coordenados, así como a capacidade para interpretar de forma cualitativa a IES de Barro Área de Matemáticas

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información presentada en forma de táboas ou gráficos. Quérese comprobar tamén a capa cidade do alumnado para traducir informacións expresadas con diferentes tipos de linguaxe matemática á linguaxe verbal e a valoración positiva da linguaxe numérica e gráfica para representar e facilitar a comprensión de situacións que teñen que ver co medio físico e social. 7. Facer predicións sobre a posibilidade de que un suceso ocorra a partir da información

previamente obtida de forma empírica ou doutras fontes. Trátase de valorar a capacidade para diferenciar os fenómenos deterministas dos aleatorios e, nestes últimos, analizar as regularidades obtidas ao repetir un número significativo de veces unha experiencia aleatoria e facer predicións razoables a partir destas. Ademais, este criterio pretende verificar a comprensión do concepto de frecuencia relativa organizando datos obtidos de diversas fontes en táboas ou de interpretar as que se lle presenten procedentes de diversos con textos. Preténdese tamén apreciar se o alumnado adquiriu dunha forma intuitiva a noción de probabilidade a posteriori a través da frecuencia relativa, para o que terá que asignar probabilidades (en forma de porcentaxes ou fraccións) a sucesos a partir dela. Trátase tamén de comprobar a valoración positiva diante das interpretacións e das solucións que as Matemáticas poden dar diante de situacións de incerteza de tipo social ou relacionadas co mundo físico. 8. Utilizar estratexias e técnicas simples de resolución de problemas, tales coma a análise do

enunciado, o ensaio-erro ou a resolución dun problema máis sinxelo e a comprobación da solución obtida. Con este criterio valórase a forma de enfrontarse a tarefas de resolución de problemas para os que non se dispón dun procedemento estándar que permita obter a solución. Avalíase desde a comprensión do enunciado a partir da análise de cada unha das partes do texto e a identificación dos aspectos máis relevantes, ata a aplicación de estratexias simples de resolución, así como o hábito e a destreza necesarias para comprobar a solución. Trátase de avaliar, así mesmo, a perseveranza na busca de solucións e a confianza na propia capacidade para logralo. 9. Expresar, utilizando a linguaxe matemática axeitada ao seu nivel, o procedemento que se

seguiu na resolución dun problema sinxelo. Trátase de valorar a capacidade de transmitir cunha linguaxe axeitada, as ideas e procesos persoais desenvolvidos, de modo que se fagan entender e entendan o que outras persoas expresan. Tamén se pretende valorar a súa actitude positiva para realizar esta actividade de intercambio, xustificando os razoamentos e presentando con orde e limpeza os resultados, botando man, se é preciso, das axudas que ofrecen as tecnoloxías da información e da comunicación. Tamén se valorará se se mostra unha actitude positiva diante do traballo en grupo, asumindo as propias responsabilidades e poñéndoas en común coas dos demais, toman do conciencia de que é este un valor que servirá para a integración eficaz na vida social e cidadá.

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2.5.2.

Departamento de MATEMÁTICAS

2º curso ESO

1. Utilizar números enteiros, fraccións, decimais e porcentaxes sinxelas, as súas operacións e

propiedades para recoller información, transformala, intercambiala e resolver problemas relacionados coa vida diaria e cos ámbitos social e científico. Trátase de valorar a capacidade de identificar e empregar os números e as operacións sendo conscientes do seu significado e propiedades, elixir a forma de cálculo apropiada (mental, escrita ou con calculadora) e estimar a coherencia e precisión dos resultados obtidos. Entre as operacións a que se refire este criterio deben considerarse incluídas as potencias de expoñente natural e a valoración positiva da utilidade da notación científica para poder representar cantidades moi grandes. A estimación e a obtención das raíces cadradas deberá facerse case sempre ligada á resolución de problemas xeométricos. Adquire especial relevancia avaliar o uso de diferentes estratexias que permitan simplificar o cálculo con fraccións, decimais e porcentaxes, así como a habilidade para identificar e usar os números en diferentes contextos, recoñecer as súas relacións e saber describir e xustificar situacións diversas mediante os números e as operacións adecuadas. 2. Identificar relacións de proporcionalidade numérica e xeométrica e utilizalas para resolver

problemas en situacións da vida cotiá. Preténdese comprobar a capacidade de identificar, en diferentes contextos, unha relación de proporcionalidade entre dúas magnitudes, distinguindo cando as magnitudes son directa ou inversamente proporcionais. Trátase así mesmo de utilizar diferentes estratexias (emprego de táboas, obtención e uso da constante de proporcionalidade, redución á unidade, etc.) para obter elementos descoñecidos nun problema a partir doutros coñecidos en situacións da vida real nas que existan relacións de proporcionalidade. Tamén se quere comprobar se saben identificar figuras semellantes, calculando a razón de semellanza e sabendo utilizar estes coñecementos para interpretar situacións da vida diaria e do mundo físico. Quérese comprobar, ademais, se sabe aplicar o teorema de Tales para resolver problemas de tipo xeométrico. 3. Utilizar a linguaxe alxébrica para simbolizar, xeneralizar e incorporar a formulación e a

resolución de ecuacións de primeiro grao coma unha ferramenta máis coa que abordar e resolver problemas. Preténdese comprobar a capacidade de utilizar a linguaxe alxébrica para xeneralizar propiedades sinxelas, simbolizar relacións, traducir situacións procedentes da vida diaria e do mundo físico e planear e resolver ecuacións de primeiro grao por métodos alxébricos ou mediante ensaio e erro. Tamén se pretende avaliar a capacidade para poñer en práctica estratexias persoais como alternativa á Álxebra á hora de formular e resolver problemas, interpretando en todos os casos os resultados obtidos e valorando a súa pertinencia. 4. Estimar, efectuar medicións e calcular lonxitudes, áreas e volumes de espazos e obxectos

cunha precisión acorde coa situación presentada e comprender os procesos de medida, expresando o resultado da estimación, da medición e do cálculo na unidade de medida máis adecuada.

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Departamento de MATEMÁTICAS

Mediante este criterio valórase a capacidade para comprender e diferenciar os conceptos de lonxitude, superficie e volume e seleccionar a unidade axeitada para cada un deles. Trátase de comprobar, ademais, se se adquiriron as capacidades necesarias para estimar o tamaño dos obxectos e as destrezas adecuadas para facer medicións. Tamén se quere comprobar se saben aplicar os teoremas de Tales e Pitágoras para obter medidas a partir doutras e para facer representacións e interpretar planos. Máis alá da habilidade para memorizar fórmulas e aplicalas, este criterio pretende valorar o grao de afondamento na comprensión dos conceptos implicados no proceso, a diversidade de métodos que se é capaz de poñer en marcha e a capacidade persoal para relacionar os conceptos teóricos coa realidade diaria e os obxectos do contorno. 5. Interpretar relacións funcionais sinxelas dadas en forma de táboa, gráfica, a través dunha

expresión alxébrica ou mediante un enunciado, obter valores a partir delas e extraer conclusións acerca do fenómeno estudado. Este criterio pretende valorar o manexo dos mecanismos que relacionan os diferentes tipos de presentación da información, en especial, o paso da gráfica, correspondente a unha relación de proporcionalidade, a calquera das outras tres: verbal, numérica e alxébrica. Trátase de avaliar tamén a capacidade de relacionar unha expresión verbal coa súa correspondente gráfica e de analizar unha gráfica e relacionar o resultado desa análise co significado das variables representadas. Quérese comprobar, ademais, se se saben interpretar gráficas que teñan que ver con fenómenos de tipo social ou do mundo natural. Tamén se pretende avaliar se valora positivamente o papel que a linguaxe gráfica xoga nos medios de comunicación e a utilidade das tecnoloxías para facer o tratamento de datos e da representación de gráficas. 6. Formular as preguntas adecuadas para coñecer as características dunha poboación e

recoller, organizar e representar datos relevantes para respondelas, utilizando os métodos estatísticos apropiados e as ferramentas informáticas adecuadas. Trátase de verificar, en casos sinxelos e relacionados co seu contorno, a capacidade de desenvolver as distintas fases dun estudo estatístico: formular a pregunta ou preguntas que darán lugar ao estudo, recoller a información, organizala en táboas e gráficas, achar valores relevantes (media, moda, valores máximo e mínimo, rango), utilizando a calculadora cando se precise, e tirar conclusións razoables a partir dos datos obtidos, interpretando criticamente os resultados. Tamén se pretende valorar a capacidade para utilizar e elaborar modelos coa folla de cálculo para organizar datos, calcular parámetros e xerar os gráficos máis adecuados á situación estudada. Trátase de avaliar, así mesmo, a capacidade para mostrar informacións e resultados con claridade e limpeza e de valorar positivamente os recursos que nos ofrece a Estatística á hora de interpretar situacións procedentes dos ámbitos social e físico. 7. Utilizar estratexias e técnicas de resolución de problemas, tales coma a análise do

enunciado, o ensaio e erro sistemático, a división do problema en partes, así como a comprobación da coherencia da solución obtida. Con este criterio valórase a maneira de enfrontarse a tarefas de resolución de problemas para os que non se dispón dun procedemento estándar que permita obter a solución. Avalíase dende a comprensión do enunciado a partir da análise de cada unha das partes do IES de Barro Área de Matemáticas

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Departamento de MATEMÁTICAS

texto e a identificación dos aspectos máis relevantes, ata a aplicación de estratexias de resolución, así como o hábito e a destreza necesarias para comprobar a corrección da solución e a súa coherencia co problema proposto. Trátase de avaliar, así mesmo, a perseveranza na busca de solucións e a confianza na propia capacidade para logralas. Valorarase tamén a facultade de aproveitar os coñecementos adquiridos na resolución doutros problemas e a disposición para aprender das situacións actuais co fin de telas en conta no futuro e saber aplicalas. 8. Expresar, utilizando a linguaxe matemática adecuada ao seu nivel, o procedemento que se

empregou na resolución dun problema. Preténdese valorar se o alumnado é capaz de transmitir cunha linguaxe suficientemente precisa, as ideas e os procesos persoais desenvolvidos, de maneira que se fagan entender e comprenda o que outras persoas expresan, respectando as opinións do resto e interesándose en comprender estratexias diferentes ás súas e valorando positivamente esta actividade de contraste. 2.5.3.

3º curso ESO

1. Utilizar os números racionais, as súas operacións e propiedades, para recoller, transformar

e intercambiar informacións e resolver problemas relacionados coa vida diaria, cos ámbitos social e científico e co mundo físico. Trátase de valorar a capacidade de identificar e empregar os números e as operacións sendo conscientes do seu significado e propiedades, elixir a forma de cálculo apropiada (mental, escrita ou con calculadora) e estimar a coherencia e precisión dos resultados obtidos. É relevante tamén a adecuación da forma de expresar os números (decimal, en porcentaxe, fraccionaria ou en notación científica) á situación presentada. Nos problemas que deben formularse neste nivel adquire especial relevancia o emprego da notación científica e das potencias para expresar cantidades moi grandes ou moi pequenas, así como o arredondamento dos resultados coa precisión requirida e a valoración do erro cometido ao facelo. Quérese comprobar tamén, se se saben comparar, ordenar e representar números racionais e se se saben aproveitar as prestacións das calculadoras e dos programas de cálculo simbólico para abordar este cometido. Comprobarase, ademais, se se valora a utilización das diferentes maneiras de representar un número para expresar ideas e transmitir ou interpretar mensaxes de maneira precisa. 2. Expresar mediante a linguaxe alxébrica unha propiedade ou relación dada mediante un

enunciado e observar regularidades en secuencias numéricas obtidas a partir de diversas situacións, obtendo a lei de formación e a fórmula correspondente, en casos sinxelos. A través deste criterio, preténdese comprobar a capacidade de extraer a información relevante dun fenómeno e saber pasar da linguaxe verbal á alxébrica, e viceversa. Tamén se comprobará se o alumnado sabe detectar, transformar e interpretar xeometricamente expresións alxébricas notables. Quérese comprobar tamén se sabe operar con expresións alxébricas sinxelas tanto realizando os cálculos persoal mente ou utilizando algún programa de cálculo simbólico. No referente ao tratamento de pautas numéricas, valórase se está capacitado para analizar regularidades e obter expresións simbólicas, incluíndo formas iterativas e recursivas. IES de Barro Área de Matemáticas

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Departamento de MATEMÁTICAS

3. Resolver problemas da vida cotiá e dos ámbitos social e científico nos que se precise a

formulación e resolución de ecuacións de primeiro e segundo grao ou de sistemas de ecuacións lineais con dúas incógnitas. Este criterio vai dirixido a comprobar a capacidade para aplicar as técnicas de manipulación de expresións literais para resolver problemas, procedentes de diversos ámbitos, que poidan ser traducidos previamente a ecuacións e sistemas. A resolución alxébrica non se presenta como o único método de resolución e combínase tamén con outros métodos numéricos e gráficos, mediante o uso adecuado dos recursos tecnolóxicos (calculadoras científicas e gráficas, follas de cálculo, programas de cálculo simbólico, etc.). Valorarase, ademais, a utilización da Álxebra coma unha forma precisa de linguaxe que nos axuda a resolver situacións problemáticas procedentes de diferentes situacións, considerando se os resultados son pertinentes en relación co contexto. 4. Recoñecer as transformacións que levan dunha figura xeométrica a outra mediante os

movementos no plano e utilizar estes movementos para crear as súas propias composicións e analizar, dende un punto de vista xeométrico, deseños cotiás, obras de arte e configuracións presentes na natureza. Con este criterio preténdese valorar a comprensión dos movementos no plano, para que poidan ser utilizados coma un recurso máis de análise nunha formación natural ou nunha creación artística. O recoñecemento dos movementos leva consigo a identificación dos seus elementos característicos: eixes de simetría, centro e amplitude de xiro, etc. Trátase tamén de avaliar a habilidade para relacionar os obxectos do contorno cos conceptos teóricos e a capacidade para manipular obxectos e compoñer movementos para xerar creacións propias. Tamén se quere comprobar se saben manexar instrumentos de debuxo e programas de Xeometría dinámica para facer representacións e comprobar propiedades. 5. Interpretar planos e mapas e manexar o sistema de coordenadas xeográficas. Aplicar os

teoremas de Pitágoras e Tales para resolver situacións problemáticas da vida cotiá e do mundo físico. Con este criterio preténdese comprobar se o alumnado sabe aplicar o concepto de semellanza e de razón de semellanza na interpretación de mapas e planos, para resolver problemas relacionados co cálculo de distancias e superficies. Tamén se quere indagar se coñece o concepto de coordenadas xeográficas e sabe aplicalo para situar lugares nos mapas, para calcular distancias e diferenzas horarias. 6. Analizar globalmente diferentes funcións sinxelas e utilizar modelos lineais para estudar

diferentes situacións reais expresadas mediante un enunciado, unha táboa, unha gráfica ou unha expresión alxébrica. Este criterio valora a capacidade de analizar, de xeito global, fenómenos físicos, sociais ou procedentes da vida cotiá que poden ser expresados mediante unha función, e no caso dunha función lineal saber construír a táboa de valores, debuxar a gráfica utilizando as escalas adecuadas nos eixes e obter a expresión alxébrica da relación. Preténdese avaliar tamén a capacidade de aplicar os recursos tecnolóxicos para facer a representación de gráficas e a análise dos aspectos máis relevantes dunha gráfica e tirar dese xeito a información que permita profundar no coñecemento do fenómeno estudado. Valórase IES de Barro Área de Matemáticas

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Departamento de MATEMÁTICAS

tamén a capacidade para recoñecer e expresar a ecuación dunha recta de diferentes maneiras. 7. Elaborar e interpretar informacións estatísticas tendo en conta a adecuación das táboas e

gráficas empregadas e analizar se os parámetros son máis ou menos significativos. Trátase de valorar a capacidade de organizar, en táboas de frecuencias e gráficas, informacións de natureza estatística, do ámbito social ou do mundo físico, atendendo aos seus aspectos técnicos, funcionais e estéticos (elección da táboa ou gráfica que mellor presenta a información), e calcular, utilizando, se é necesario, a calculadora ou a folla de cálculo, os parámetros centrais (media, mediana e moda) e de dispersión (percorrido e desviación típica) dunha distribución. Así mesmo, valorarase a capacidade de interpretar información estatística dada en forma de táboas e gráficas e obter conclusións pertinentes dunha poboación a partir do coñecemento dos seus parámetros máis representativos. 8. Facer predicións sobre a posibilidade de que un suceso ocorra a partir de información

previamente obtida de forma empírica ou como resultado do reconto de posibilidades, en casos sinxelos. Preténdese medir a capacidade de identificar os sucesos elementais dun experimento aleatorio sinxelo e outros sucesos asociados a este experimento. Tamén a capacidade de determinar e interpretar a probabilidade dun suceso a partir da experimentación ou do cálculo (Lei de Laplace), en casos sinxelos. Por iso teñen especial interese as situacións que esixan a toma de decisións razoables a partir dos resultados da experimentación, simulación ou, se é o caso, do reconto. Tamén se quere valorar a utilización dos coñecementos matemáticos para identificar e describir, usando a terminoloxía adecuada, situacións de incerteza propias da vida social e do mundo físico. 9. Planificar e utilizar estratexias e técnicas de resolución de problemas, tales como o reconto

exhaustivo, a indución ou a busca de problemas afíns e comprobar o axuste da solución á situación presentada. Trátase de avaliar a capacidade para formular o camiño cara á resolución dun problema e incorporar estratexias máis complexas á súa solución baseadas en coñecementos adquiridos con anterioridade. Avalíase, así mesmo, a perseveranza na busca de solucións, a coherencia e axuste destas á situación que hai que resolver, así como a confianza na propia capacidade para logralo. Valórase tamén, no caso do traballo en grupo, en que medida se colabora cos demais membros do grupo e se respectan as suxestións dos demais. 10. Expresar verbalmente con precisión, razoamentos, relacións cuantitativas, e informacións

que incorporen elementos matemáticos, valorando a utilidade e a simplicidade da linguaxe matemática para iso. Trátase de valorar a precisión da linguaxe utilizada para expresar todo tipo de informacións que conteñan cantidades, medidas, relacións, numéricas e espaciais, así como estratexias e razoamentos utilizados na resolución dun problema. Tamén se valora a orde e a limpeza á hora de presentar as conclusións utilizando, cando sexa necesario, as prestacións que, neste sentido, nos ofrecen as tecnoloxías.

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2.5.4.

Departamento de MATEMÁTICAS

4º curso ESO

1. Utilizar os distintos tipos de números e operacións, xunto coas súas propiedades, para

recoller, transformar e intercambiar información e resolver problemas relacionados coa vida diaria, cos contornos social, económico, científico ou tecnolóxico e con outras materias do ámbito académico. Trátase de valorar a capacidade de identificar e empregar os distintos tipos de números e as operacións, sendo conscientes do seu significado e propiedades, elixir a forma de cálculo apropiada (mental, escrita ou con calculadora) e estimar a coherencia e precisión dos resultados obtidos. Neste nivel adquire especial importancia observar a capacidade dos alumnos para adecuar a solución (exacta ou aproximada) á precisión esixida no problema, particularmente cando se traballa con potencias, radicais ou fraccións. Quérese comprobar tamén se saben recoñecer contextos que non poden ser expresados unicamente con números racionais e se representan diferentes tipos de números. 2. Representar e analizar situacións provenientes tanto da vida cotiá como doutras áreas de

coñecemento, utilizando símbolos e métodos alxébricos para resolver problemas. Este criterio vai dirixido a comprobar a capacidade de usar a Álxebra simbólica, para o cal o alumnado debe ser capaz de representar e explicar relacións matemáticas presentes nos campos económico, social, científico, tecnolóxico ou nas propias matemáticas. Tamén se pretende coñecer se son capaces de utilizar os métodos alxébricos na resolución de problemas mediante inecuacións, ecuacións e sistemas, facendo uso, cando sexa preciso, de medios informáticos para acadar as solucións. 3. Utilizar instrumentos, fórmulas e técnicas apropiadas para obter medidas directas e

indirectas en situacións reais. Preténdese comprobar a capacidade de desenvolver estratexias para calcular magnitudes descoñecidas a partir doutras coñecidas, utilizar os instrumentos de medida dispoñibles, aplicar as fórmulas apropiadas e desenvolver as técnicas e destrezas adecuadas para realizar a medición proposta, e comprobar a pertinencia dos resultados obtidos aos contextos. Tamén se valorará o uso dos medios tecnolóxicos tanto para a obtención das medidas como para a realización dos cálculos. 4. Recoñecer relacións cuantitativas nunha situación e determinar o tipo de función que pode

representalas e aproximar e interpretar a taxa de variación media a partir dunha gráfica, de datos numéricos ou mediante o estudo dos coeficientes da expresión alxébrica. Este criterio pretende avaliar a capacidade de recoñecer que tipo de modelo, de entre os estudados (lineal, cuadrático, de proporcionalidade inversa, exponencial, logarítmico ou de funcións definidas a anacos), responde a un fenómeno determinado proveniente do ámbito científico, físico ou social e de extraer conclusións razoables da situación asociada a este, utilizando para a súa análise, cando sexa preciso, as tecnoloxías da información. Ademais, á vista do comportamento dunha gráfica ou dos valores numéricos dunha táboa, valorarase a capacidade de extraer conclusións sobre o fenómeno estudado. Dependendo deste, ás veces, será preciso o cálculo e a interpretación da taxa de variación media a partir dos datos gráficos, numéricos ou valores concretos alcanzados pola expresión alxébrica. IES de Barro Área de Matemáticas

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Curso 2011-2012

Departamento de MATEMÁTICAS

Ademais preténdese comprobar se, en casos sinxelos, o alumnado é quen de obter a fórmula da función asociada á gráfica ou á táboa para obter valores descoñecidos. 5. Elaborar táboas e gráficos estatísticos e calcular os parámetros estatísticos máis usuais en

distribucións unidimensionais, interpretar tanto unhas como outros e valorar cualitativamente a representatividade das mostras utilizadas. Neste nivel adquire especial significado o estudo cualitativo dos datos dispoñibles e as conclusións que poden extraerse do uso conxunto dos parámetros estatísticos. Preténdese, ademais, que se teña en conta a representatividade e a validez do procedemento de elección da mostra e a pertinencia da xeneralización das conclusións do estudo a toda a poboación. Quérese comprobar tamén se interpretan de forma crítica as informacións provenientes dos medios de comunicación e dos ámbitos social e científico. Valorarase a utilización dos medios tecnolóxicos adecuados (calculadoras, follas de cálculo ou programas específicos) para a elaboración das táboas e as gráficas e o cálculo dos parámetros estatísticos. 6. Aplicar os conceptos e técnicas de cálculo de probabilidades para resolver diferentes

situacións e problemas da vida cotiá e doutros ámbitos. Preténdese que o alumnado sexa quen de describir o espazo da mostra en experiencias simples e en experiencias compostas sinxelas, en diferentes contextos, e utilicen a Lei de Laplace, os diagramas de árbore ou as táboas de continxencia para calcular probabilidades. Preténdese, ademais, que os resultados obtidos se utilicen para a toma de decisións razoables no contexto dos problemas suscitados. 7. Planificar e utilizar, individualmente e en grupo, estratexias de resolución de problemas,

tales como a emisión e xustificación de hipóteses ou a xeneralización. Trátase de avaliar a capacidade do alumnado para planificar o camiño cara á resolución dun problema, recoñecer e comprender as relacións matemáticas e aventurar e comprobar hipóteses, confiando na súa propia capacidade e intuición. 8. Expresar con precisión e rigor razoamentos, relacións cuantitativas e informacións que

incorporen elementos matemáticos, valorando a utilidade e simplicidade da linguaxe matemática para iso. Trátase de apreciar se as alumnas e os alumnos utilizan con precisión e rigor a linguaxe, tanto natural como matemática, para expresar todo tipo de informacións que conteñan cantidades, medidas, relacións numéricas e xeométricas, etc., así como as estratexias e os razoamentos utilizados na resolución dun problema. Tamén se trata de apreciar se o alumnado mostra a autonomía necesaria para enfrontarse a situacións novas a partir de coñecementos anteriores e se toma en consideración as achegas dos outros cando traballan en equipo.

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Curso 2011-2012

2.6.

Departamento de MATEMÁTICAS

PROCEDEMENTOS E INSTRUMENTOS DE AVALIACIÓN

Para avaliar ao alumnado necesítase recoller información sobre a súa aprendizaxe de forma continua ao longo de todo o curso. Así, canta máis información obteña o/a profesor/a, mellor poderá valorar este/a o grao de consecución dos obxectivos por parte dos/as seus/súas alumnos/as. Estas valoracións deberán ter en conta o punto de partida de cada estudante e as súas posibilidades. Por este motivo, efectuarase unha avaliación inicial ao inicio do curso coa finalidade de detectar o nivel de coñecemento individual e colectivo do alumnado. Ao rematar cada trimestre, ou no momento que estableza a Programación Xeral Anual, efectuarase unha avaliación para determinar se o/a alumno/a alcanzou satisfactoriamente os obxectivos específicos daquela, conferindo, ademais, unha visión das súas dificultades e progresos (avaliación formativa). Finalmente, na convocatoria ordinaria de Xuño levarase a cabo unha avaliación sumativa que poña de manifesto os resultados e a consecución dos obxectivos ao termo do proceso total de aprendizaxe correspondente ao nivel da etapa da ESO no que se atopa matriculado o/a estudante. No tocante ás técnicas e instrumentos utilizados polos/as profesores do Departamento de Matemáticas para avaliar o proceso de aprendizaxe serán os que a continuación se mencionan: PROCEDEMENTOS OU TÉCNICAS

ASPECTOS A OBSERVAR

MOMENTO

– Escalas de observación – Listas de control – Rexistro anecdótico

Asistencia, iniciativa persoal, perseveranza, confianza en si mesmo/a, tolerancia, atención, interese pola materia, traballo individual, colaboración nos traballos en grupo, respecto polas opinións dos/as demais, relación cos/as demais alumnos/as e co/a profesor/a, participación na clase, comportamento na aula, actitude cara á utilización das novas tecnoloxías.

De forma sistemática en todo momento

Revisión dos cadernos de traballo

– Fichas para o rexistro

Tarefas realizadas, rigor na expresión, presentación (orde, limpeza e claridade), xustificación, corrección dos posibles fallos.

Habitualmente

Probas específicas

– Exames con cuestións teóricas, exercicios e problemas. – Boletíns de exercicios obrigatorios. – Traballos de investigación (2º ciclo). – Fichas de lectura.

Coñecementos, algoritmos, coherencia, rigor na expresión, formulación, resolución, discusión das solucións, xustificación, sentido crítico, recursos, manexo da calculadora e doutras ferramentas tecnolóxicas, comprensión lectora, cumprimento dos prazos establecidos, presentación (orde, limpeza, claridade, orixinalidade, creatividade).

Observación do/a alumno/a

directa

INSTRUMENTOS

IES de Barro Área de Matemáticas

Exames: Ao final de cada unha ou dúas unidades didácticas. Boletíns de exercicios: Ao final de cada unidade didáctica. Investigación: Un traballo por cada bloque de contidos. Fichas de lectura: Polo menos unha ficha por cada bloque de contidos.

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Curso 2011-2012

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Os/as alumnos/as que non superen a área de Matemáticas tras a avaliación final ordinaria disporán doutra oportunidade no mes de Setembro, debéndose presentar, na data que determine a Dirección do centro, a unha única proba escrita extraordinaria de recuperación de todos os contidos desenvolvidos durante o curso.

Procedemento extraordinario para avaliar aos/ás alumnos/as con perda da avaliación continua No RD 732/1995, do 5 de maio de 1995, sobre dereitos e deberes dos alumnos, (BOE 2/6/1995), no seu Título IV “Normas de convivencia”, Capítulo I “Disposicións xerais”, artigo 44 , punto 2, aparece recollido: “A falta de asistencia a clase de modo reiterado pode provocar a imposibilidade da aplicación correcta dos criterios xerais de avaliación e a propia avaliación continua.” O alumnado que acumule faltas inxustificadas que representen un 15% do total das horas lectivas na área de Matemáticas, perderá o dereito á avaliación continua. Para tales efectos, e con carácter previo, o/a estudante e os seus pais ou titores recibirán un primeiro apercibimento cando o número das faltas de asistencia supere o 5% do total de horas lectivas nesta materia, e un segundo, ao chegar ao 10%. Nestas notificacións indicarase que o/a alumno/a perderá o dereito á avaliación continua na área de Matemáticas no caso de chegar a acumular un 15% de faltas de asistencia con respecto ao número total das sesións desta disciplina de que consta o curso académico. Cando as faltas de asistencia acaden a citada porcentaxe, comunicarase por escrito a perda do dereito á avaliación continua. A seguinte táboa amosa o número de faltas inxustificadas que é necesario acumular para recibir cada unha das notificacións mencionadas: Nº de horas da área de Matemáticas

Nº de faltas inxustificadas para recibir un apercibimento

Nº de faltas inxustificadas para a perda do dereito á avaliación continua

Semanais

Totais no curso (sobre 35 semanas)

5%

10%

15%

3 horas

105 horas

5 horas

11 horas

16 horas

4 horas

140 horas

7 horas

14 horas

21 horas

O alumnado que perda o dereito á avaliación continua realizará un exame global extraordinario no mes de Xuño, no cal se incluirán cuestións relativas a calquera dos contidos mínimos esixibles correspondentes ao nivel da etapa no que estea matriculado/a.

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2.7.

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CRITERIOS DE CUALIFICACIÓN

Para cualificar a un/unha alumno/a na área de Matemáticas aplicaranse os seguintes criterios: o Un/unha estudante no/a que se observe un abandono notorio da materia (actitude pasiva, entrega de exames en branco, ausencia inxustificada ás clases) non poderá obter en ningún caso unha cualificación positiva. o Nos problemas valorarase a formulación dos mesmos, o desenvolvemento matemático e a correcta utilización das unidades. A cualificación dun problema ben formulado nunca será inferior ao 30% da súa puntuación total. o A puntuación máxima outorgada en calquera das probas específicas para avaliar o proceso de aprendizaxe do alumnado (exames, boletíns de exercicios, traballos de investigación, fichas de lectura) será de 10 puntos. o Cada avaliación terá lugar un exame por cada unha ou dúas das unidades didácticas desenvolvidas no período correspondente. o Procurarase que o alumnado coñeza o baremo relativo ás diferentes cuestións que debe contestar ou resolver nun exame con antelación á realización do mesmo. o Se o/a profesor/a detecta que algún/algunha alumno/a copiou total ou parcialmente nunha proba escrita (exames, boletíns de exercicios, traballos de investigación, fichas de lectura), a puntuación outorgada na devandita proba será de 0 puntos, tanto para o/a alumno/a que copiou como para o/a que deixou copiar. o As probas escritas (exames, boletíns de exercicios, traballos de investigación, fichas de lectura) serán entregadas aos/ás alumnos para que comproben os criterios de corrección aplicados e reclamen posibles anomalías ou erros involuntarios que se puidesen ter cometido. Esas probas non poderán ser sacadas do centro polos/as estudantes. o Para obter a cualificación dun/dunha alumno/a nunha determinada avaliación (1ª, 2ª o 3ª) procederase do xeito seguinte: – Os exames de contidos conceptuais e procedimentais proporcionarán unha nota numérica, (A), a cal será igual á media aritmética de todas as puntuacións obtidas por ese/a estudante nos diferentes exames realizados ao longo dese período ou trimestre. – Valorarase tamén cunha nota numérica entre 1 e 10, (B), o conxunto das restantes probas escritas cualificadas polo/a profesor/a (exercicios, traballos individuais e en grupo, fichas de lectura), calculándose esta como a media aritmética das distintas puntuacións asignadas a cada unha desas actividades. – Así mesmo, a cada alumno/a lle será outorgada unha nota numérica, (C), comprendida entre 1 e 10, que estará relacionada con diversos aspectos actitudinais, tales como: puntualidade e asistencia ás clases, comportamento na aula, tolerancia, esforzo e interese amosados ante a materia, perseveranza ante as dificultades xurdidas, participación na clase, realización das tarefas encomendadas dentro e fóra da aula, presentación dos exercicios de reforzo ou de ampliación nos prazos establecidos, seguimento das instrucións dadas polo/a profesor, colaboración cos/as compañeiros/as (especialmente nos traballos en grupo). IES de Barro Área de Matemáticas

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– A nota numérica dun/dunha estudante nunha avaliación (1ª, 2ª o 3ª) obterase como resultado de aplicar a seguinte fórmula: NOTA = 70% de (A) + 20% de (B) + 10% de (C) – Se esa nota resulta ser inferior a 5 puntos, o/a alumno/a realizará os exames ou tarefas que lle sexan indicadas para recuperar os contidos correspondentes á materia explicada durante a avaliación considerada. Débese ter presente que a puntuación obtida nunha recuperación substituirá á nota asignada na avaliación asociada. o Estimarase que un/unha estudante supera a área de Matemáticas na convocatoria de Xuño se: – Unha vez feitas as posibles recuperacións, as súas puntuacións en cada unha das tres avaliacións (1ª, 2ª e 3ª) son iguais ou superiores a 4 puntos e, ademais, a media aritmética destas ten como resultado un valor igual ou superior a 5 puntos. – As puntuacións trimestrais do/a alumno/a non cumpren o requisito especificado no parágrafo anterior, pero a súa actitude ao longo do curso foi notoriamente positiva e presentou unha traxectoria ascendente no que respecta á adquisición de coñecementos, acadando, iso si, unha puntuación de 5 ou máis puntos tras ser feita a media aritmética das puntuacións relativas ás tres avaliacións. o No caso particular de que tras as correspondentes recuperacións, un/unha alumno/a continúe presentando unha única avaliación suspensa, se o/a profesor/a considera que a súa actitude fronte á disciplina foi, a pesar de todo, positiva, terá opción a realizar outra proba en Xuño, coa fin de poder recuperar a parte da materia non superada. o Todo/a alumno/a que suspenda a área de Matemáticas na avaliación Final Ordinaria de Xuño terá dereito a realizar unha proba extraordinaria en Setembro, na data que determine a Dirección do centro. Esta proba consistirá nun exame escrito sobre os contidos mínimos establecidos por este Departamento para o nivel da etapa cursado por ese/a estudante.

2.8.

MEDIDAS DE ATENCIÓN Á DIVERSIDADE

Un dos principios fundamentais da Educación Secundaria Obrigatoria é atender ás necesidades educativas de todo o alumnado. Pero dado que a formación, as capacidades, os intereses e as motivacións dos/as estudantes son diferentes en cada un/unha deles/as, faise necesario ter en conta unha serie de aspectos que permitan individualizar, na medida do posible, o proceso de ensinanza e de aprendizaxe para lograr a consecución das competencias básicas e dos obxectivos xerais. No presente curso académico, as medidas organizativas acordadas polo Equipo Directivo do noso centro non contemplan a existencia no 1º ciclo da ESO de agrupamentos flexibles ou desdobres dirixidos especificamente a alumnos/as que precisen un reforzo educativo na área de Matemáticas. Por este motivo, aqueles/as estudantes con necesidades educativas, incluídos/as os/as que presenten adaptacións curriculares significativas, deberán ser atendidos/as xunto co resto de compañeiros/as do grupo de referencia, o cal impedirá que o/a profesor/a poida realizar un seguimento minucioso e pormenorizado da súa aprendizaxe, ou ben, que se acabe retardando o ritmo de desenvolvemento da programación ao querer responder aos seus requirimentos.

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Polo que respecta ao 2º ciclo da ESO, continuará o Programa de Diversificación Curricular de dous anos iniciado o curso pasado e, ademais, comezará outro programa deste tipo, correspondendo ao Departamento de Matemáticas impartir a docencia do Ámbito Científico-Tecnolóxico do novo 3º PDC.

2.9.

PROGRAMA DE TRABALLO PARA RECUPERAR A ÁREA DE MATEMÁTICAS PENDENTE

O alumnado de 2º, 3º e 4º cursos da ESO coa área de Matemáticas pendente de cursos anteriores recibirá semanalmente un boletín de exercicios, que deberá ser resolto e entregado ao/á docente encargado/a de impartir a área de Matemáticas no nivel no que estea matriculado, respectando o prazo previamente establecido por este/a. Estas tarefas, tras ser corrixidas, serán amosadas aos/ás alumnos/as para que comproben cales foron os fallos que cometeron. Os/as alumnos/as que non teñan superada a área de Matemáticas correspondente aos cursos anteriores realizarán unha proba final no mes de Maio co obxecto de recuperala; esta proba terá lugar na data que determine a Comisión de Coordinación Pedagóxica do Centro. A proba final estará precedida doutra parcial, de xeito que o alumnado cualificado na mesma con 4’5 puntos ou máis soamente terá que acudir ao exame final de Maio coa parte da materia non correspondente a ese parcial. A nota final dun/dunha alumno/a na área de Matemáticas pendente doutros cursos obterase mediante a expresión NOTA = 70% de N1 + 30% de N2 onde: N1 → será a media aritmética dos dous exames realizados (parcial e final), sempre que no primeiro deles obtivese 4’5 puntos ou máis. No caso contrario, isto é, se un/unha estudante debe acudir á proba de Maio con toda a materia, N1 coincidirá coa puntuación obtida nese exame final. N2 → será a media aritmética de todos os boletíns de exercicios entregados polo/a profesor/a ao/á alumno/a e cualificados posteriormente. Cando o/a profesor/a detecte que alguén copiou total ou parcialmente unha proba escrita (exames ou exercicios), a puntuación outorgada na devandita proba será de 0 puntos, tanto para o/a alumno/a que copiou como para o/a que deixou copiar. Considérase que un/unha estudante superou a área de Matemáticas pendente doutro curso cando a nota final que se lle asigne tras aplicar a fórmula anteriormente dada é igual ou maior a 5 puntos. O alumnado que non fose capaz de superar as materias pendentes na convocatoria ordinaria de Maio disporá doutra oportunidade no mes de Setembro. Para todas as probas anteriormente mencionadas (exames e exercicios), os contidos esixidos serán os contidos mínimos desenvolvidos durante o pasado curso académico 20010/2011, os cales aparecen recollidos na programación e memoria do Departamento de Matemáticas dese curso.

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2.10. MATERIAIS E RECURSOS DIDÁCTICOS O material básico manexado será o libro de texto, sendo aconsellable que cada alumno/a teña un exemplar á súa disposición. No presente curso académico este Departamento propón como textos oficiais para cada un dos catro niveis da etapa da ESO, os publicados pola editorial Santillana dentro da serie LOS CAMINOS DEL SABER, cuxa autoría corresponde ao departamento de Edicións Educativas de Santillana, S. L., dirixido por Enrique Juan Redal. Ademais dos libros mencionados, e co obxecto de atender convenientemente á diversidade do alumnado, empregaranse materiais de reforzo e de ampliación, tales como os cadernos de exercicios procedentes de distintas editoriais (SM, Anaya, Bruño, Editex, Edebé, Santillana, etc.). Por suposto, tamén se utilizará todo aquel material que a experiencia docente dos/as membros do Departamento poida aportar. Sinalar así mesmo que, sempre que resulte posible, procurarase recorrer a materiais manipulativos (por exemplo, xogos didácticos), ou ben, audiovisuais (vídeos, programas informáticos), iniciativas que normalmente conseguen facer os contidos e os procedementos relativos á área de Matemáticas un pouco máis atractivos para os/as alumnos/as. A calculadora debe aparecer durante o desenvolvemento das clases todas cantas veces o considere oportuno o/a profesor/a, coa finalidade de que o alumnado logre unha competencia aceptable no seu manexo. Con todo, é importante ter presente que o uso desta ferramenta non debe ser abusivo (especialmente no 1º ciclo da etapa), evitando deste xeito que se poidan agachar a falta de soltura á hora de operar ou a ignorancia de propiedades e de conceptos fundamentais. Utilizaranse tamén figuras xeométricas tridimensionais para familiarizar aos/ás alumnos/as cos corpos xeométricos. Destacar finalmente que o uso de ferramentas tecnolóxicas na área de Matemáticas adquire cada vez unha maior importancia dentro do currículo, polo que se procurará aproveitar ao máximo os recursos dos que dispón este centro, non so en 1º ciclo co PROGRAMA ABALAR, senón tamén en 3º e 4º cursos de ESO, programando tarefas que requiran o manexo do ordenador e o traballo con determinados programas informáticos (Graph, Excel ou Calc, Math, etc.). A continuación, enuméranse algunhas das páxinas web que o alumnado deberá utilizar ao longo do curso para a realización de certas actividades propostas polos/as profesores/as deste Departamento: 

http://www.amolasmates.es/

http://esasendiabladasmates.blogspot.com/

http://www.ematematicas.net/

http://platea.pntic.mec.es/aperez4/

http://www.divulgamat.net/

http://www.sectormatematica.cl/

http://descartes.cnice.mec.es/matemagicas/index.htm

http://recursostic.educacion.es/descartes/web/

http://descartes.isftic.mepsyd.es/edad/1234.htm

http://www.matenomia.com/

http://rt000z8y.eresmas.net/matemat.htm

http://aixa.ugr.es/escher/table.html

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2.11. ACTIVIDADES COMPLEMENTARIAS E EXTRAESCOLARES No presente curso académico, procurarase que os/as alumnos/as fagan algunha saída didáctica a exposicións ou museos onde poidan descubrir as utilidades prácticas dos contidos vinculados á área de Matemáticas, ou ben, onde teñan a oportunidade de coñecer a vida e os logros dalgún personaxe destacable nesta rama das Ciencias. No momento de redactar esta programación, aínda non está concretada ningunha actividade deste tipo, pero espérase que xurda a posibilidade de efectuala ao longo do curso, o cal, evidentemente, quedaría reflectido nas actas e na memoria final dos Departamentos de Matemáticas e de Actividades Extraescolares. Por outra banda, preténdese rescatar de novo a exposición “AS MATES NO HUMOR GRÁFICO”, xa celebrada hai uns anos e que tivera unha boa acollida por parte do alumnado. Esta actividade tería lugar durante o segundo trimestre e desenvolveríase, posiblemente, no vestíbulo do instituto, agardándose que os/as estudantes colaborasen unha vez máis na súa preparación, mediante a busca de novas viñetas e ata aportando outras de creación propia. Así mesmo, a visita á exposición iría seguida dalgunha tarefa específica que cada profesor/a da área de Matemáticas propoñería aos/ás seus/súas alumnos/as, aínda que sería de agradecer que outros/as docentes se quixesen sumar a esta iniciativa e confeccionasen tamén actividades relacionadas coa exposición.

2.12. TRATAMENTO DO FOMENTO DAS TICS No Anexo VI do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, (DOG do 13 de xullo de 2007), aparece publicado o Plan de Integración das Tecnoloxías da Información e a Comunicación (TICs). De acordo coas directrices da LOE, o alumnado da etapa da ESO debe desenvolver destrezas na utilización das fontes de información e adquirir unha preparación básica no campo das tecnoloxías. Dende o Departamento de Matemáticas, a inquietude pola implantación e introdución das TICs leva aos/ás seus/súas compoñentes a programar ao longo do curso diversas actividades relacionadas con este campo, se ben é certo que a realización dalgunhas delas pode verse condicionada dun xeito importante pola dispoñibilidade das aulas de Informática do centro. As tarefas previstas para contribuír, pois, á integración das TICs no proceso de aprendizaxe son estas: 

Uso frecuente de calculadoras científicas (especialmente en 2º ciclo da ESO), para facilitar os cálculos de tipo numérico, estatístico e trigonométrico.

Utilización no 1º ciclo da ESO dos recursos proporcionados polo PROXECTO ABALAR, iniciado o pasado curso, que permiten que o/a alumno/a afiance os coñecementos adquiridos mediante a aplicación inmediata dos mesmos á resolución de actividades interactivas (algunhas creadas polo/a profesor/a que imparte a área e outras publicadas en diferentes páxinas web) nos ordenadores persoais das aulas. Ademais, o uso progresivo do EDI (Encerado Dixital Interactivo) contribuirá á dinamización das clases, alentando a participación dos/as estudantes nas mesmas.

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Posta en funcionamento da Aula Virtual incorporada á páxina web do noso centro, http://www.edu.xunta.es/centros/iesbarro/, onde se ofrecerá aos/ás estudantes un espazo interactivo para atender as súas dúbidas, orientalos/as e avalialos/as.

A profesora dona Mª ANTONIA MARTÍNEZ CEDEIRA recorrerá a diversas páxinas web do PROXECTO DESCARTES para desenvolver certas unidades didácticas nos niveis nos que imparte docencia (1º ESO, 2º ESO e 3º PDC).

Os/as alumnos/as de 3º ESO aprenderán a utilizar unha folla de cálculo para organizar os datos correspondentes a unha distribución estatística, calcular os seus parámetros de centralización e dispersión e crear gráficos axeitados ás variables estudadas.

En 4º ESO empregarase o programa GRAPH para que o alumnado se familiarice coas gráficas das funcións non lineais.

Grazas ao programa GEOGEBRA deseñaranse actividades que permitan ao/á propio/a alumno/a investigar sobre diversas relacións funcionais e xeométricas.

Todos/as os/as alumnos/as da profesora dona Mª ISABEL LÓPEZ BARREDO deberán participar no blogue creado por ela, http://esasendiabladasmates.blogspot.com/, destinado á divulgación de anécdotas, curiosidades e pinceladas históricas relacionadas coas Matemáticas.

Proxectaranse algúns documentais e películas que traten temas relacionados coa Historia das Matemáticas ou cos contidos desenvolvidos na clase, procurando que resulten amenos ao alumnado e, sobre todo, que “humanicen” esta disciplina, amosando aplicacións concretas das Matemáticas a situacións en contextos reais. Os títulos elixidos serán Donald en el país de las Matemáticas (1º ciclo) e varios programas das series Universo Matemático e Más por menos, ambas dirixidas por ANTONIO PÉREZ SANZ (2º ciclo).

2.13. TRATAMENTO DO FOMENTO DA LECTURA Facendo referencia unha vez máis ao Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG do 13 de xullo de 2007), no seu Anexo V dispón que todos os centros de ensino galegos deberán incluír na súa Programación Xeral Anual un Proxecto Lector que contribuirá á favorecer a comprensión lectora e a expresión oral e escrita do alumnado. Para cumprir con esa disposición, o Departamento de Matemáticas levará a cabo distintas actividades que fomenten nos/as estudantes actitudes positivas cara ao hábito de lectura e que, ao mesmo tempo, traten de consolidalo. Estas actividades terán por un lado carácter continuo (a lectura resultará un elemento imprescindible na clase de Matemáticas) e, por outro, carácter progresivo (procurarase implicar aos/ás alumnos/as en lecturas relacionadas coa área, pero fóra da aula). A continuación, enuméranse os obxectivos que este Departamento pretende alcanzar co desenvolvemento do PROXECTO LECTOR e detállanse as medidas a adoptar para conseguilos.

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Obxectivos do Proxecto Lector do Departamento de Matemáticas Animar á lectura dende a área de Matemáticas. Mellorar a comprensión lectora coa utilización de diversas estratexias. Coñecer parte da Historia das Matemáticas e os seus protagonistas. Mellorar a actitude do alumnado cara ás Matemáticas, facéndolles descubrir a súa “maxia”. Traballar as Matemáticas en contextos diferentes aos habituais. Poñer en contacto as Matemáticas coa actualidade social. Promover a actitude investigadora dos/as alumnos/as.

Actividades incluídas no Proxecto Lector 

Para introducir as distintas unidades didácticas, o/a profesor/a esforzarase en buscar textos amenos e motivadores, cun vocabulario axeitado aos/ás alumnos/as de cada nivel, que esperten neles/as a curiosidade e as ganas de aprender. As lecturas que aparecen no libro de texto ao inicio de cada tema son unha opción a ter en conta polo/a docente, xa que nelas se trata de vincular os contidos da unidade con algún episodio histórico, anécdota ou situación da vida cotiá na que se precisa recorrer ás Matemáticas.

Axudarase ao alumnado a interpretar os enunciados de problemas ou todo tipo de cuestións que deban resolver. En todo caso, poñerase empeño en que os enunciados elixidos para as distintas situacións problemáticas sexan atraentes para os/as estudantes, fuxindo, se é posible, daqueles cuxo contexto non lles resulte familiar.

Recomendarase a lectura de libros, pasaxes ou artigos que poidan contribuír a que os/as alumnos/as coñezan mellor a Historia das Matemáticas e os seus personaxes, ou ben, daqueles textos que consigan facer ver esta área dende unha perspectiva máis lúdica, estimulándoos/as para continuar lendo e/ou escribindo. Lecturas recomendadas para 1º ciclo da ESO 

¡Ojalá no hubiera números!

Novela

ESTEBAN SERRANO MARUGÁN 

Póngame un kilo de Matemáticas

Cuentos/Curiosidades

CARLOS ANDRADAS 

Los diez magníficos

Novela

ANNA CERASOLI 

La sorpresa de los números

Novela

ANNA CERASOLI 

¡Cuánta Geometría hay en tu vida!

Curiosidades/Cuento

ROSA M. HERRERA MERINO 

Esas mortíferas mates

Problemas

KJARTAN POSKITT 

Hipatia

Biografía

FLORENCI SALESAS

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Lecturas recomendadas para 2º ciclo da ESO 

Cuentos del cero

Cuentos

LUIS BALBUENA 

¡Alucina con las mates!

Libro Informativo

JOHNY BALL 

La sonrisa de Pitágoras

Curiosidades/Historia

LAMBERTO GARCÍA DEL CID 

Los matemáticos no son gente seria

Biografías/Curiosidades

CLAUDI ALSINA, MIGUEL DE GUZMÁN 

El club de la hipotenusa

Curiosidades/Historia

CLAUDI ALSINA 

Números de buena familia

Artigo Informativo

JORGE WAGENSBERG 

Matemáticas es nombre de mujer

Biografías

SUSANA MATAIX 

El espejo mágico de M. C. Escher

Arte

BRUNO ERNST 

El diablo de los números

Novela/Historia

HANS MAGNUS ENZENSBERGER 

El curioso incidente del perro a medianoche

Novela

MARK HADDON 

Ademais dos textos mencionados, e dependendo da natureza dos grupos e do grao de desenvolvemento da programación, o/a profesor/a propoñerá a lectura obrigatoria dun libro aos/ás seus/súas alumnos/as. Os títulos elixidos en cada un dos niveis serán os que a continuación se citan: 

1º ESO :

Números pares, impares e idiotas JUAN JOSÉ MILLÁS

2º ESO:

El palacio de las cien puertas CARLO FRABETTI

3º ESO:

El señor del cero Mª ISABEL MOLINA

4º ESO:

El gran juego CARLO FRABETTI

O/a profesor/a poderá realizar as probas que considere oportunas para determinar o grao de comprensión lectora dos/as alumnos/as, as cales serán cualificadas e tidas en conta para calcular a nota numérica do/a estudante nunha avaliación.

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2.14. TRATAMENTO DOS TEMAS TRANSVERSAIS No currículo da Educación Secundaria Obrigatoria, ademais dos obxectivos e contidos propios de cada área, existen outros contidos que non son específicos de ningunha disciplina e que deben estar, na medida do posible, presentes en todas elas. Estes contidos son os seguintes: 

Educación Moral e Cívica

Educación para a Paz e a Convivencia

Educación para a Igualdade dos dous Sexos

Educación para a Saúde

Educación Ambiental

Educación Sexual

Educación do Consumidor

Educación Viaria

Tratamento e Desenvolvemento da Cultura Propia da Comunidade Galega

A relación existente entre cada área e cada tema transversal é heteroxénea, posto que non todas as áreas se implican do mesmo xeito no tratamento dun determinado contido transversal. A responsabilidade das Matemáticas no estudo deste tipo de temas vincúlase fundamentalmente aos procedementos e ás actitudes. Así, é importante a introdución ou presentación feita en cada un dos contidos matemáticos a estudar, ao igual que a elección do enunciado dos problemas e exercicios propostos e das situacións formuladas para aplicar eses contidos. Deste modo contribúese ao coñecemento e á análise cualitativa do tema obxecto de estudo. O consumo é algo cotián na vida dos/as alumnos/as; por iso resulta imprescindible tratar a educación para o consumidor dende está área. É evidente que non só coas Matemáticas se pode ser bo consumidor, pero sen elas, tampouco. Actividades sobre porcentaxes, estimación e tipos de medida, ou a interpretación de gráficas de fondo social ou económico, axudan a concienciar aos/ás alumnos/as respecto deste temas. Os contidos relativos a valores, normas e actitudes adoitan ter un claro compoñente moral. Neste sentido, o rigor, a orde, a precisión, etc., na elaboración e presentación de tarefas, a perseveranza e a participación democrática na busca de solucións, a exploración sistemática de alternativas ou a flexibilidade para modificar o propio punto de vista en función dos resultados obtidos, son actitudes que contribúen a unha sólida educación moral e cívica. Son moitas e variadas as situacións que se presentarán no desenvolvemento diario da clase para abordar outros temas transversais. Por exemplo, distintos agrupamentos de alumnos/as na execución dunha determinada tarefa favorecen unha correcta educación para a igualdade dos dous sexos; a realización de traballos estatísticos sobre temas relacionados coa protección do medio ambiente ou cos hábitos de saúde, son actividades que, á vez que permiten valorar procedementos puramente matemáticos (recollida de datos, reconto de frecuencias, construción de táboas, trazado de diagramas, etc.), contribúen a que os/as alumnos/as adopten actitudes positivas cara aos temas que son obxecto dos contido transversais.

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3. ÁMBITO CIENTÍFICO-TÉCNICO DO PDC 3.1.

INTRODUCIÓN

Os Programas de Diversificación Curricular son unha medida extraordinaria de atención á diversidade que permiten adaptar globalmente o currículo da Educación Secundaria Obrigatoria ás características e necesidades individuais de certos/as alumnos/as, co fin de que logren alcanzar os obxectivos xerais da etapa e, como consecuencia, o Título de Graduado/a en Educación Secundaria. No presente ano académico, o Departamento de Matemáticas será o encargado de impartir o Ámbito Científico-Técnico no primeiro curso dun Programa de Diversificación Curricular (PDC) de dous anos de duración. Dado que os/as estudantes matriculados/as neste Programa cursarán a área de Tecnoloxía, na configuración do currículo do Ámbito Científico-Técnico soamente se inclúen as disciplinas de Matemáticas, Bioloxía e Xeoloxía e Física e Química, tomando como referencia os contidos das mesmas para 3º ESO. As dificultades de aprendizaxe (comprensión, expresión, razoamento lóxico, cálculo) do alumnado matriculado no PDC aconsellan abordar os obxectivos xerais de etapa cunha maior conexión entre as Matemáticas e as Ciencias da Natureza, procurando presentar estas áreas globalmente, o cal permitirá aos/ás estudantes relacionar distintos tipos de problemas. Polo tanto, co desenvolvemento do currículo preténdese conseguir a funcionalidade, de tal forma que os coñecementos que se adquiran sexan útiles para aprendizaxes posteriores e para afrontar situacións problemáticas na vida cotiá.

3.2.

CONTRIBUCIÓN DO ÁMBITO COMPETENCIAS BÁSICAS

CIENTÍFICO-TÉCNICO

Á

ADQUISICIÓN

DAS

A aprendizaxe das áreas integradas no Ámbito Científico-Técnico contribuirán á adquisición das diferentes competencias básicas.

MATEMÁTICAS Competencia Matemática A competencia matemática implica enfrontarse a novos problemas e contextos, solucionar dificultades da vida diaria e asumir que con ferramentas matemáticas se poden resolver moitas delas. Todo o currículo da materia contribúe á adquisición desta competencia, posto que a capacidade para utilizar distintas formas de pensamento matemático, co obxecto de interpretar e describir a realidade e actuar sobre ela, forma parte do propio obxecto da aprendizaxe. Todos os contidos están orientados a aplicar aquelas destrezas e actitudes que permiten razoar matematicamente, comprender unha argumentación matemática e expresarse e comunicarse na linguaxe matemática, utilizando as ferramentas axeitadas e integrando o coñecemento matemático con outros tipos de coñecemento para obter conclusións, reducir a incerteza e para enfrontarse a situacións de diferente grao de complexidade.

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Competencia en Comunicación Lingüística As Matemáticas contribúen á competencia en comunicación lingüística, xa que en todas as facetas relacionadas coa ensinanza desta disciplina e, en particular, na resolución de problemas, adquire especial importancia a expresión oral e escrita dos procesos realizados e dos razoamentos seguidos, posto que axudan a formalizar o pensamento. A propia linguaxe matemática é, en si mesma, un vehículo de comunicación de ideas que destaca pola precisión nos seus termos e pola súa gran capacidade para transmitir conxecturas, grazas a un léxico propio de carácter sintético, simbólico e abstracto. Competencia no Coñecemento e a Interacción co Mundo Físico A discriminación de formas, relacións e estruturas xeométricas, especialmente co desenvolvemento da visión espacial, contribúe a profundar nesta competencia. A modelización constitúe outro referente nesta mesma dirección. En efecto, elaborar modelos esixe identificar e seleccionar as características relevantes dunha situación real, representala simbolicamente e determinar pautas de comportamento, regularidades e invariantes, a partir das que poder facer predicións sobre a evolución, a precisión e as limitacións do modelo. Tratamento da Información e Competencia Dixital A incorporación de ferramentas tecnolóxicas como recurso didáctico para a aprendizaxe e para a resolución de problemas contribúe a mellorar a competencia dixital dos/as estudantes, do mesmo xeito que a utilización das linguaxes gráfica e estatística axuda a interpretar mellor a realidade expresada polos medios de comunicación. Tamén resulta importante a interacción entre os distintos tipos de linguaxe (natural, numérica, gráfica, xeométrica, alxébrica e estatística) e a forma de ligar o tratamento da información coa experiencia do alumnado. Competencia Social e Cidadá As Matemáticas utilízanse para describir fenómenos sociais. A través da Análise Funcional e da Estatística, achéganse criterios científicos para predicir e tomar decisións. Tamén se contribúe a esta competencia afrontando os erros cometidos nos procesos de resolución de problemas cun espírito construtivo, o que permite, ademais, valorar os puntos de vista alleos e consideralos como formas alternativas de abordar unha situación. Competencia Cultural e Artística O mesmo coñecemento matemático é expresión universal da cultura, sendo a Xeometría, en particular, parte integral da expresión artística da Humanidade, ao ofrecer medios para describir e comprender o mundo que nos rodea e apreciar a beleza das estruturas creadas. Cultivar a sensibilidade, o pensamento diverxente, a autonomía e o apaixonamento estético son obxectivos desta disciplina. Competencia para Aprender a Aprender As técnicas heurísticas que desenvolven as Matemáticas constitúen modelos xerais de tratamento da información e de razoamento, e consolidan a adquisición de destrezas involucradas nesta competencia, tales como a autonomía, a perseveranza, a sistematización, a reflexión crítica e a habilidade para comunicar con eficacia os resultados do propio traballo.

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Autonomía e Iniciativa Persoal Os propios procesos de resolución de problemas contribúen de forma especial a fomentar a autonomía e iniciativa persoal, porque se utilizan para planificar estratexias, asumir retos e axudan a convivir coa incerteza, controlando ao mesmo tempo os procesos de toma de decisións.

CIENCIAS DA NATUREZA (BIOLOXÍA E XEOLOXÍA, FÍSICA E QUÍMICA) Competencia Matemática A competencia matemática está intimamente ligada ás aprendizaxes das Ciencias da Natureza. A utilización da linguaxe matemática para cuantificar fenómenos naturais, para analizar causas e consecuencias e para expresar datos e ideas, proporciona numerosos e variados contextos nos que poder aplicar os contidos asociados a esta competencia, dando así sentido a esas aprendizaxes. Pero para contribuír realmente dende as áreas de Bioloxía e Xeoloxía e Física e Química á consecución desta competencia, debe insistirse na utilidade das ferramentas matemáticas, na oportunidade do seu uso e na elección precisa dos procedementos e formas de expresión acordes co contexto, coa precisión requirida e coa finalidade que se persiga. Ademais, no traballo científico preséntanse a miúdo situacións de resolución de problemas cunha formulación e solución máis ou menos abertas, que esixen poñer en xogo estratexias asociadas á competencia matemática. Competencia en Comunicación Lingüística O coidado na precisión dos termos utilizados, no encadeamento adecuado de ideas ou na argumentación e expresión verbal das relacións, contribúe á adquisición da competencia en comunicación lingüística. Así mesmo, a adquisición da terminoloxía específica sobre os seres vivos, os obxectos e os fenómenos naturais, fai posible comunicar axeitadamente unha parte moi relevante da experiencia humana e permite comprender suficientemente o que outros/as expresan sobre ela. Competencia no Coñecemento e a Interacción co Mundo Físico Contribúese a esta competencia mediante o coñecemento e a comprensión de obxectos, procesos, sistemas e as súas aplicacións cotiás. Ao seu logro chégase a través do desenvolvemento de destrezas técnicas, habilidades para manipular obxectos con precisión e seguridade, e coa resolución de problemas. É necesario, pois, lograr a familiarización co traballo científico: discusión sobre o interese das situacións propostas, análise cuantitativa e significativa das mesmas (para poder comprendelas e acoutalas), elaboración de estratexias para obter conclusións e análise dos resultados. a partir das que poder facer predicións sobre a evolución, a precisión e as limitacións do modelo. Algúns aspectos desta competencia requiren, ademais, unha atención precisa. É o caso, por exemplo, do coñecemento do propio corpo e das relacións entre os hábitos e formas de vida e a saúde. Por outra banda, as implicacións da actividade humana no medio ambiente deberán favorecer o coñecemento dos grandes problemas aos que se enfronta hoxe a Humanidade e a busca de solucións para avanzar cara ao logro dun desenvolvemento sostible. Tratamento da Información e Competencia Dixital O traballo científico ten estratexias específicas para a busca, recollida, selección, procesamento e presentación da información, en calquera das súas formas.

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A adquisición da competencia no tratamento da información vese favorecida pola mellora nas destrezas asociadas á utilización de recursos frecuentes, como son os esquemas, mapas conceptuais, e a produción e presentación de memorias, informes, textos, etc. Á súa vez, na faceta da competencia dixital, tamén se contribúe a través do uso das tecnoloxías da información e a comunicación na aprendizaxe das ciencias, para comunicarse, solicitar información, retroalimentala, simular e visualizar situacións e para a obtención do tratamento de datos. Competencia Social e Cidadá A Ciencia xoga un papel decisivo na preparación de futuros cidadás dunha sociedade democrática para a súa participación activa na toma fundamentada de decisións. A alfabetización científica permite a concepción e tratamento de problemas de interese, a consideración das implicacións e perspectivas abertas polas investigacións realizadas e a toma xustificada de decisións colectivas. O coñecemento de cómo se produciron determinados debates que foron esenciais para o avance da Ciencia, axuda a entender mellor cuestións que son importantes para comprender a evolución da sociedade en épocas pasadas e analizar a sociedade actual. Se ben a Historia da Ciencia presenta sombras que non deben ser ignoradas, o mellor da mesma contribuíu á liberdade do pensamento e á extensión dos dereitos humanos. Competencia Cultural e Artística A Ciencia forma parte do patrimonio cultural, tanto polo conxunto de coñecementos como polos deus procesos (transmite unha visión do mundo, modos de pensar e reflexionar, unha serie de valores e actitudes e, tamén, axuda a enfrontar os problemas). O traballo científico non é a expresión dun tipo único e unívoco de racionalidade, dando importancia á imaxinación e deixando unha marxe para a creatividade e o aleatorio. Ademais, os coñecementos científicos teñen unha influencia directa nas técnicas artísticas (Composición de estruturas de obxectos, Óptica, Son, Luz, …). Competencia para Aprender a Aprender Os contidos asociados á forma de construír e transmitir o coñecemento científico constitúen unha oportunidade para o desenvolvemento da competencia para aprender a aprender. A aprendizaxe ao longo da vida, no caso do coñecemento da Natureza, vaise producindo pola incorporación de informacións procedentes nunhas ocasións da propia experiencia e noutras, de medios escritos ou audiovisuais. Esta información é asimilada polas persoas sempre que se teñan adquiridos os conceptos esenciais ligados ao coñecemento do mundo natural, os procedementos de análise de causas e consecuencias habituais nas Ciencias da Natureza, as destrezas ligadas ao desenvolvemento do carácter tentativo e creativo do traballo científico, a integración de coñecementos e busca de coherencia global, e a autorregulación dos procesos mentais. Autonomía e Iniciativa Persoal Na adquisición da autonomía e iniciativa persoal é importante o papel da ciencia como potenciadora do espírito crítico, capaz de cuestionar dogmas e desafiar prexuízos. No tocante á faceta desta competencia relacionada coa habilidade para iniciar e levar a cabo proxectos, contribuirase a través do desenvolvemento da capacidade de analizar situacións valorando os factores que incidiron nelas e as consecuencias que poidan ter. O pensamento hipotético propio do traballo científico pódese, pois, transferir a outras situacións. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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3.3.

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OBXECTIVOS 3.3.1. Obxectivos Xerais da etapa da ESO Os/as estudantes dun Programa de Diversificación Curricular, partindo dunha metodoloxía axeitada e uns contidos adaptados ás súas características, deben acadar os obxectivos xerais da etapa da ESO, os cales aparecen recollidos no artigo 4 do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007.

3.3.2. Obxectivos do Ámbito Científico-Técnico do PDC O Ámbito Científico-Técnico contribúe cos seguintes obxectivos específicos á consecución dos establecidos con carácter xeral para toda a etapa da ESO: Utilizar as formas de pensamento lóxico nos distintos ámbitos da actividade humana. Aplicar con soltura e adecuadamente as ferramentas matemáticas adquiridas a situacións da vida cotiá. Iniciarse no coñecemento, comprensión e aplicación do método científico e dos principios más xerais das Ciencias da Natureza. Comprender e expresar mensaxes científicas utilizando a linguaxe oral e escrita con propiedade, así como interpretar diagramas, gráficas, táboas, expresións matemáticas sinxelas e outros modelos de representación. Interpretar cientificamente os principais fenómenos naturais e as súas posibles aplicacións tecnolóxicas, utilizando leis e conceptos das Ciencias da Natureza. Resolver problemas empregando diferentes procedementos e recursos, analizando e interpretando as solucións e a súa validez. Desenvolver hábitos de traballo que favorezan a responsabilidade e colaboración no traballo en equipo, fomentando a curiosidade e o interese para investigar e resolver problemas coa flexibilidade suficiente para cambiar o propio punto de vista na procura de solucións. Utilizar de forma autónoma diferentes fontes de información, incluídas as novas tecnoloxías da información e a comunicación, coa fin de avaliar o seu contido e adoptar actitudes persoais críticas sobre cuestións científicas e tecnolóxicas. Adquirir coñecementos sobre o funcionamento do organismo humano para desenvolver e afianzar hábitos de coidado e saúde corporal persoal e colectiva, así como coñecer e analizar distintas condutas que poidan alteralos. Aplicar os coñecementos adquiridos nas Ciencias da Natureza para respectar o medio natural e gozar del, valorándoo e participando na súa conservación e mellora. Aplicar os coñecementos xeométricos para comprender e analizar o mundo físico que nos rodea, identificando formas e relacións no plano e no espazo e estudando as súas propiedades.

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Recoñecer e valorar as achegas da Ciencia para a mellora das condicións de existencia dos seres humanos e apreciar a importancia de adquirir unha sólida formación científica para participar de forma activa na sociedade actual e futura. Descubrir a beleza das Matemáticas nos seus diversos campos e aplicacións, realizando actividades de carácter lúdico que desenvolvan a creatividade. Entender o coñecemento científico como algo integrado, que se cumprimenta en distintas disciplinas para profundar nos diferentes aspectos da realidade. Estes obxectivos foron seleccionados tomando como referencia os correspondentes ás áreas de Matemáticas, Bioloxía e Xeoloxía e Física e Química, recollidos no Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG do 13 de xullo de 2007). Resumen, pois, os obxectivos fundamentais desas áreas e están formulados en termos xenéricos, polo que poden ser plasmados en contidos diversos e a distintos niveis. Ademais, teñen presente que as capacidades admiten varios graos de adquisición e que na práctica se interrelacionan entre si.

3.4.

CONTIDOS 3.4.1. Contidos Actitudinais Relaciónanse a continuación as actitudes que o/a profesor/a do Ámbito Científico-Técnico valorará no alumnado do primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular: Aceptación e cumprimento das normas establecidas en canto a puntualidade, asistencia e comportamento na aula. Perseveranza e flexibilidade na resolución de todo tipo de problemas. Interese por buscar estratexias persoais de resolución de problemas que faciliten a obtención dos resultados e axilicen o proceso. Confianza nas propias capacidades para afrontar dificultades e para realizar cálculos, estimacións, medicións, deducións ou calquera tipo de investigación. Disposición favorable á comprobación e revisión dos resultados acadados. Respecto polo traballo e polas opinións dos demais. Seguimento das instrucións ou pautas dadas polo/a profesor/a á hora de realizar as actividades propostas e admisión das correccións feitas por este/a ante os posibles fallos cometidos. Aceptación do traballo en equipo como o máis adecuado na realización de tarefas comúns e a repartición das mesmas como algo desexable para a consecución dun fin colectivo. Interese pola correcta planificación e realización das diferentes actividades e experiencias. Coidado do material e dos instrumentos de traballo.

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Sensibilidade e gusto pola orde e a claridade na resolución de calquera problema e por expresar os resultados nas unidades axeitadas a cada caso, valorando a importancia de utilizar sistemas internacionais de medidas. Interese por cuestionar o que non resulta evidente. Curiosidade por coñecer novos conceptos, relacións e elementos do vocabulario relacionados coas Matemáticas e as Ciencias da Natureza, así como novas aplicacións do xa estudado. Valoración da precisión e utilidade das distintas linguaxes matemáticas (numérica, alxébrica, estatística, gráfica) para representar, expresar ou resolver diferentes situacións da vida cotiá. Sensibilidade, interese e valoración crítica ante as informacións e mensaxes de natureza científica que nos chegan do redor. Apreciación das táboas de valores e das representacións gráficas para facilitar a comprensión e permitir describir claramente fenómenos físicos, económicos, biolóxicos e sociolóxicos. Valoración da Xeometría como instrumento útil para coñecer e resolver problemas do entorno. Recoñecemento e valoración das Matemáticas para interpretar, describir e prognosticar situacións incertas. Interese por interpretar, coñecer e criticar con actitude positiva as informacións dadas mediante parámetros e gráficos estatísticos. Recoñecemento e valoración crítica da utilidade dos recursos tecnolóxicos para a realización dos cálculos e para o tratamento e a representación gráfica de informacións diversas. Apreciación da influencia que as Matemáticas levan exercendo ao longo da Historia da Humanidade na Cultura, na Ciencia e na Arte. Interese por buscar información e ler textos sobre acontecementos ou persoas relacionadas coas Matemáticas e as Ciencias da Natureza ao longo da Historia. Apreciación do patrimonio natural, creando unha actitude de respecto para favorecer a súa conservación e impedir a súa deterioración. Valoración da importancia da enerxía no desenvolvemento económico, a súa consecuente repercusión en actividades cotiás, hábitos e actitudes da sociedade, e toma de conciencia da limitación dos recursos enerxéticos. Valoración crítica das diferentes fontes de enerxía, do inadecuado consumo de enerxía que se adoita realizar e recoñecemento do aforro enerxético como opción alternativa. Valoración da auga como un ben escaso e da súa importancia no desenvolvemento dos seres vivos, proporcionando unha actitude favorable cara ao aforro no seu consumo, tomando conciencia acerca da situación da auga. Recoñecemento da importancia do aire para os seres vivos, valorando a súa transcendencia na saúde e na calidade de vida. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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Recoñecemento da sexualidade como unha dimensión fundamental da persoa, de aceptación dos cambios afectivo-sexuais propios da idade. Asunción da reprodución como unha opción que se debe asumir libre e responsablemente. Potenciación de actitudes de rexeitamento a todas aquelas actividades que producen contaminación do medio ambiente. Actitude de respecto ás instrucións de uso e conservación e ás normas de seguridade no uso e manexo dos instrumentos eléctricos de medidas e de aparellos do laboratorio e do fogar. Sensibilización fronte ás agresións que sofre a sociedade actual, sobre todo, nas grandes cidades, procedente de distintas fontes de contaminación. Valoración dos distintos compoñentes do corpo humano e da función que realizan. Interese por comprender o funcionamento integral do corpo humano e a súa importancia na saúde. Desenvolvemento de actitudes solidarias ante situacións como a doazón de órganos. Interese por adquirir hábitos saudables como o non fumar, facer exercicio físico e comer unha dieta equilibrada.

3.4.2. Contidos Conceptuais Neste apartado aparecen recollidos todos os conceptos relativos ao Ámbito Científico-Técnico que os/as membros do Departamento de Matemáticas consideran que deben ser impartidos no primeiro curso dos dous de que consta o Programa de Diversificación Curricular. Para a súa elección tomouse basicamente como referencia o currículo das áreas de Matemáticas, Bioloxía e Xeoloxía e Física e Química para 3º ESO. Non se escolleron contidos relacionados con Electricidade nin Informática dado que estes se inclúen nas programacións da área de Tecnoloxía (os/as alumnos/as do PDC cursarán esta disciplina os dous anos que dura o Programa) e de Informática (esta optativa forma parte do cadro de materias que cursa o alumnado de PDC no segundo). Os contidos conceptuais do Ámbito Científico-Técnico estarán, pois, agrupados nas unidades didácticas descritas a continuación: Unidade 1.

NÚMEROS REAIS. MEDIDA DE MAGNITUDES

 Orixe e evolución dos números.  Números enteiros: – O conxunto . – Operacións elementais con números enteiros. – Operacións combinadas. Xerarquía das operacións e regras de uso das parénteses. – Valor absoluto. – Divisibilidade. Factorización de números enteiros. – Potencias de expoñente natural. Operacións con potencias.

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 Números racionais: – Significado dunha fracción. – Fraccións propias e impropias. – Fraccións equivalentes: concepto, regra fundamental de equivalencia, amplificación e simplificación de fraccións, fracción irredutible, redución de fraccións a común denominador e comparación de fraccións. – Operacións con fraccións. Xerarquía das operacións e regras de uso das parénteses. – Potencias de números fraccionarios. – Tipos de números decimais. – Paso de fracción a decimal e viceversa. Fracción xeratriz. – conxunto .  Números irracionais: – O conxunto . – Algúns irracionais moi coñecidos.  Números reais. O conxunto .  Magnitudes físicas. Medida de magnitudes. Magnitudes fundamentais e derivadas.  Unidades de medida. Sistema Internacional de unidades. Múltiplos e submúltiplos das unidades de medida.  Aproximación de números e cantidades: – Cifras significativas. – Tipos de aproximacións. – Erro absoluto e erro relativo cometidos ao facer unha aproximación. – Utilización de aproximacións na resolución de problemas da vida cotiá coa precisión requirida en cada situación particular.  Notación científica. Unidade 2.

ORGANIZACIÓN DA VIDA. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE

 Organización da vida: – Estrutura das células procariotas e eucariotas. – Obtención de enerxía. – Multiplicación das células.  Organización dos seres pluricelulares.  Os virus.  O corpo humano: – As funcións vitais. – A organización xeral do corpo humano: células, tecidos, órganos, sistemas e aparellos.  Variables estatísticas: – Variables discretas e continuas. – Frecuencias absolutas e relativas. Táboas de frecuencias.  Gráficos estatísticos: diagramas de barras, histogramas, polígonos de frecuencias e diagramas de sectores.  Parámetros estatísticos: – Medidas de centralización: media aritmética, moda e mediana. – Medidas de dispersión: rango e desviación típica. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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 O azar. Conceptos básicos.  Probabilidade dun suceso. Regra de Laplace.  Probabilidade de sucesos en experimentos compostos. Sucesos dependentes e independentes. Regra do produto. Unidade 3.

ECUACIÓNS, SISTEMAS DE ECUACIÓNS E SUCESIÓNS

     

A linguaxe alxébrica. Tradución de situacións da linguaxe verbal á alxébrica e viceversa. Polinomios: nocións elementais e operacións. Identidades notables. Resolución de ecuacións de primeiro grao. Sistemas de ecuacións lineais. Métodos de substitución, igualación e redución. Resolución de problemas en contextos cotiáns mediante a utilización de ecuacións de primeiro grao e sistemas de ecuacións lineais.  Sucesións.  Progresións aritméticas e xeométricas. Unidade 4.

NUTRICIÓN E ALIMENTACIÓN

 Os nutrientes: inorgánicos e orgánicos.  Os alimentos: – Funcións que desempeñan no organismo. – Grupos de alimentos. – Cálculos nutricionais.  O aparello dixestivo. Dixestión dos alimentos. Absorción dos nutrientes.  O aparello respiratorio. A respiración.  O aparello circulatorio. Os vasos sanguíneos e o corazón. A circulación sanguínea e o sangue.  O aparello urinario. A excreción.  Enfermidades: enfermidades dos aparellos dixestivo, respiratorio, circulatorio e urinario ou provocadas por unha alimentación inapropiada. Unidade 5.

PERCEPCIÓN, COMUNICACIÓN E MOVEMENTO

 O sistema nervioso: – Células do sistema nervioso: neuronas e células da glía. – Receptores: tacto, olfacto, gusto, oído e visión. – Anatomía do sistema nervioso: sistema nervioso central e sistema nervioso periférico. – Actos reflexos e voluntarios. – Enfermidades do sistema nervioso.  O sistema hormonal: – Glándulas endócrinas e hormonas que producen. – Enfermidades do sistema hormonal.  O aparello locomotor: – Os ósos. – Os músculos. – Enfermidades do aparello locomotor. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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Unidade 6.

       

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REPRODUCIÓN, INMUNIDADE E SAÚDE

O aparello reprodutor feminino. O ciclo menstrual feminino. O aparello reprodutor masculino. Fecundación e desenvolvemento embrionario. Crecemento e desenvolvemento. Planificación da natalidade. Métodos anticonceptivos. Novas técnicas de reprodución. Enfermidades de transmisión sexual (ETS). Saúde e enfermidade. Defensas contra as infeccións: – Defensas externas. – Defensas internas: sistema inmunolóxico. – Respostas inmunes non desexables. – Formas de axudar ao noso sistema inmunolóxico.

Unidade 7.

FIGURAS XEOMÉTRICAS

 Polígonos: – Elementos básicos. – Clasificación dos polígonos. – Área dos polígonos regulares.  Triángulos: – Propiedades. – Clasificación. – Puntos e rectas notables. – Área do triángulo. – Teorema de Pitágoras. Aplicacións.  Cuadriláteros: – Paralelogramos, trapecios e trapezoides. – Área dos cuadriláteros.  A circunferencia e o círculo. Lonxitude da circunferencia e área do círculo.  Poliedros: – Elementos característicos e clasificación. – Área lateral e área total dos prismas e pirámides regulares. – Volume dos prismas e pirámides regulares.  Corpos de revolución: – Elementos característicos e clasificación. – Área e volume de cilindros, conos e esferas.  A Xeometría no mundo que nos rodea.  Fusos horarios. Meridianos e paralelos. Unidade 8.

TRANSFORMACIÓNS XEOMÉTRICAS. DEBUXO TÉCNICO

 O plano: puntos no plano e vectores.  Transformacións xeométricas: concepto e tipos.

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 Movementos no plano: – Translacións. – Xiros. – Simetrías: central e axial.  Semellanza: – Teorema de Tales. Aplicacións. – Figuras semellantes. Homotecias. – Relación entre as áreas e volumes de corpos e figuras semellantes. – Escalas. Planos e mapas.  Debuxo técnico. Sistemas de representación.  Vistas dun obxecto. Acoutación.  Deseño gráfico por ordenador. Unidade 9.

    

A enerxía e os seus tipos. Leis de conservación da materia e a enerxía. Fontes de enerxía. Enerxías renovables e non renovables. Utilización da enerxía. Aforro enerxético. Regra das tres R. Materiais. Os plásticos e as súas aplicacións.

Unidade 10.

   

  

ENERXÍA E MATERIAIS

MATERIA E FUNCIÓNS MATEMÁTICAS

A materia. Estados da materia. A teoría cinética. Cambios de estado. Funcións: – Distintas formas de expresar unha función. – Variable dependente e variable independente. – Dominio. Táboas de valores: construción a partir de enunciados, expresións alxébricas ou gráficas sinxelas. Gráficas: elaboración a partir de enunciados, táboas de valores ou expresións alxébricas sinxelas. Estudo gráfico dunha función: – Dominio e imaxe. – Puntos de corte cos eixes. – Crecemento e decrecemento. – Máximos e mínimos. – Continuidade e descontinuidade. – Simetrías. – Periodicidade. Análise e descrición de gráficas que representan fenómenos da contorna cotiá e do medio físico.

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 Funcións afíns: – Representación gráfica. – Casos particulares: función lineal e función constante. – Pendente e ordenada na orixe da recta asociada á función afín. – Formas de expresar a ecuación dunha recta. – Posicións relativas de dúas rectas no plano.

3.4.3. Secuenciación e Temporalización dos Contidos Obviamente, non é posible afirmar con total seguridade cantas horas lectivas van ser precisas para desenvolver as distintas unidades didácticas nas que se organizan todos os contidos conceptuais seleccionados para o primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular. É evidente que os/as membros do Departamento de Matemáticas esperan que poidan ser abordados a totalidade dos temas programados ou, no seu defecto, o maior número deles que as circunstancias permitan tratar. A continuación, relaciónanse, distribuídas por avaliacións, as diferentes unidades didácticas que integran o currículo do Ámbito Científico-Técnico no primeiro curso do PDC, especificando a orde na que serán impartidas e a cantidade de horas lectivas que se prevé dedicar a cada unha delas.

1º Curso de PDC (3º ESO) 1ª Avaliación

2ª Avaliación

3ª Avaliación

1.

NÚMEROS REAIS. MEDIDAS DE MAGNITUDES (38 h)

2.

ORGANIZACIÓN DA VIDA. ESTATÍSTICA E PROBABILIDADE (45 h)

3.

ECUACIÓNS, SISTEMAS DE ECUACIÓNS E SUCESIÓNS (25 h)

3.

ECUACIÓNS, SISTEMAS DE ECUACIÓNS E SUCESIÓNS (18 h)

4.

NUTRICIÓN E ALIMENTACIÓN (35 h)

5.

PERCEPCIÓN, COMUNICACIÓN E MOVEMENTO (35 h)

6.

REPRODUCIÓN, INMUNIDADE E SAÚDE (20 h)

7.

FIGURAS XEOMÉTRICAS (25 h)

8.

TRANSFORMACIÓNS XEOMÉTRICAS. DEBUXO TÉCNICO (18 h)

9.

ENERXÍA E MATERIAIS (18 h)

10. MATERIA E FUNCIÓNS MATEMÁTICAS (28 h)

3.4.4. Contidos Mínimos Esixibles Os contidos mínimos esixibles para poder acadar unha avaliación positiva no Ámbito CientíficoTécnico do primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular son todos os relacionados no apartado 3.4.2. desta programación.

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3.5.

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METODOLOXÍA DIDÁCTICA

Ante as previsibles carencias e problemas de baixa autoestima que habitualmente presenta o alumnado que cursa un Programa de Diversificación Curricular, a metodoloxía empregada debe diferenciarse da seguida con outros grupos. Procurarase, entón, proporcionar aos/ás estudantes a seguridade de estar aprendendo algo novo e, sobre todo, útil. Así, a motivación é a clave da aprendizaxe para este tipo de alumnos/as. Na elaboración desta Programación Didáctica foron tidos en conta os seguintes aspectos metodolóxicos:  Atención Individualizada O número reducido de alumnos/as fai posible unha atención personalizada por parte do/a profesor/a, o cal permite:

Ser consciente da heteroxeneidade do alumnado no tocante aos seus coñecementos, habilidades, aptitudes, actitudes, intereses e realidades sociais.

Adecuar os ritmos de aprendizaxe ás capacidades dos/as alumnos/as, desenvolvendo as unidades didácticas con diferentes niveis de profundidade.

     

Motivar aos/ás estudantes ante a súa aprendizaxe, para que obteñan unha maior autonomía. Conseguir que os/as alumnos/as recoñezan os seus propios logros e dificultades. Revisar diariamente o traballo do alumnado. Fomentar o rendemento máximo. Avaliar axeitadamente os procedementos e non unicamente os conceptos. Saber cales son os coñecementos previos dos/as alumnos/as e relacionalos cos novos contidos a desenvolver.

 Interdisciplinariedade Os contidos das unidades didácticas abordaranse tendo en conta a relación entre as diferentes áreas que integran o Ámbito Científo-Técnico, o que contribúe a que o alumnado comprenda que as disciplinas científicas interactúan entre si, sendo necesario manexar unhas para poder comprender as outras.  Traballo cooperativo Dadas as características que presentan os/as alumnos/as do PDC, considérase fundamental que estes/as traballen habitualmente en grupos e desenvolvan actitudes de respecto e colaboración cos/as seus/súas compañeiros/as. Resulta eficaz que eses grupos sexan heteroxéneos no relativo a rendemento, capacidades, ritmos de aprendizaxe e, tamén, orixe cultural, sexo, raza, etc. Tamén é importante implicar ao alumnado en traballos de investigación sobre certos temas relacionados cos contidos estudados, tarefas que deberían ir seguidas dunha posterior exposición en público.

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 Actividades propostas O Departamento de Matemáticas, consciente do tipo de alumnado ao que van dirixidos estes programas de atención á diversidade, dá especial importancia á variedade de actividades suxeridas, as cales serán secuenciadas de menor a maior dificultade, para poder elixir as máis apropiadas para cada alumnos/a. O desenvolvemento de cada unidade didáctica comezará propoñendo aos/ás alumnos/as a realización dunha serie de actividades iniciais que permitan ao/á profesor/a determinar os coñecementos previos de cada estudante. Para lograr un mellor rendemento, a medida que se vaian explicando novos conceptos, resolveranse algunhas actividades relacionadas cos mesmos, a modo de exemplo, e unha vez rematado cada apartado dun tema, realizaranse as actividades restantes para asegurar a consolidación dos contidos estudados. Ao final de cada unidade didáctica efectuaranse, ademais, actividades de repaso para que o alumnado poida comprobar o seu nivel de coñecementos e a evolución da súa aprendizaxe.  Papel do/a profesor/a Ademais de ser o/a responsable de introducir os novos contidos e propoñer e corrixir as actividades necesarias para afianzar os mesmos, o/a profesor/a deberá levar a cabo tamén estas tarefas:

 

Prestará a súa axuda na organización do traballo individual e en grupo.

   

Achegará bibliografía e seleccionará o material axeitado para cada actividade.

3.6.

Resolverá as dúbidas que xurdan, de modo que se estas son xeneralizadas, procederá a unha posta en común. Actuará como mediador/a, animador/a e orientador/a. Ditará as normas e, se é preciso, corrixirá as condutas inapropiadas. Intentará crear na aula un ambiente de traballo grato, facilitando a convivencia entre os/as alumnos/as e o interese polos temas tratados.

CRITERIOS DE AVALIACIÓN

Os criterios de avaliación permiten valorar o grao de consecución por parte do alumnado dos obxectivos inicialmente propostos e o de adquisición das competencias básicas. Dende o Departamento de Matemáticas establécense os seguintes criterios para determinar se un/unha alumno/a acada unha avaliación positiva no Ámbito Científico-Técnico correspondente ao primeiro curso do PDC: 1. Aplicar correctamente a xerarquía operacional e o uso das parénteses e dos signos na resolución de

exercicios e problemas. 2. Elixir a forma de cálculo máis axeitada a cada caso, valorando o resultado en relación co contexto. 3. Coñecer e utilizar correctamente os conceptos de aproximación, precisión e erro. 4. Traducir á linguaxe alxébrica relacións e propiedades numéricas sinxelas. 5. Utilizar as técnicas e procedementos básicos do cálculo alxébrico.

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6. Formular problemas mediante ecuacións de primeiro grao e sistemas de ecuacións lineais, e

resolvelos utilizando procedementos numéricos e alxébricos. 7. Recoñecer, describir e representar figuras xeométricas, planas e espaciais, identificando os seus

elementos característicos e as posibles relacións existentes. 8. Realizar cálculos indirectos de lonxitudes e resolver problemas xeométricos empregando os

teoremas de Tales e de Pitágoras. 9. Interpretar as dimensións reais de figuras representadas en mapas ou planos, facendo un uso

axeitado das escalas numéricas ou gráficas. 10. Aplicar transformacións xeométricas a figuras planas sinxelas, utilizando os instrumentos de debuxo

habituais. 11. Coñecer e aplicar correctamente as fórmulas axeitadas para calcular lonxitudes, áreas e volumes en

figuras planas e espaciais. 12. Presentar e interpretar informacións estatísticas, tendo en conta a adecuación das representacións

gráficas e a representatividade das mostras utilizadas. 13. Interpretar e calcular os parámetros estatísticos máis usuais dunha distribución discreta sinxela,

empregando, cando sexa conveniente, unha calculadora científica. 14. Calcular a probabilidade de sucesos equiprobables en fenómenos aleatorios utilizando a regra de

Laplace e, tamén, de sucesos asociados a experimentos compostos mediante os diagramas en árbore. 15. Obter información práctica a partir dunha gráfica referida a fenómenos naturais, á vida cotiá ou no

contexto doutras áreas do coñecemento. 16. Determinar as características do traballo científico a través da análise dalgúns problemas científicos

ou tecnolóxicos de actualidade. 17. Describir as interrelacións existentes na actualidade entre sociedade, ciencia e tecnoloxía. 18. Explicar a unidade de estrutura e función dos seres vivos a partir da teoría celular. Enumerar algúns

feitos da vida cotiá que demostren a existencia doutros seres vivos, como as bacterias e os virus. 19. Determinar os órganos e aparellos humanos implicados nas funcións vitais, establecendo relacións

entre as diferentes funcións do organismo e os hábitos saudables. 20. Explicar os procesos fundamentais da dixestión e asimilación dos alimentos, utilizando esquemas e

representacións gráficas, e xustificar, a partir deles, os hábitos alimenticios saudables, independentes de prácticas consumistas inadecuadas. 21. Explicar a función coordinadora e equilibradora do sistema nervioso e enumerar algúns factores

que o alteran. 22. Localizar os principais ósos e músculos que integran o aparello locomotor. 23. Describir os aspectos básicos do aparello reprodutor, diferenciando entre sexualidade e

reprodución. 24. Coñecer o funcionamento dos métodos de control de natalidade e valorar o uso dos métodos de

prevención de enfermidades de transmisión sexual. 25. Razoar as vantaxes e os inconvenientes das diferentes fontes enerxéticas. Enumerar medidas que

contribúan ao aforro colectivo ou individual da enerxía. Explicar por que a enerxía non pode ser utilizada sen límites. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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26. Diferenciar entre elementos, compostos e mesturas e explicar os procedementos químicos básicos

para o seu estudo. 27. Distinguir entre átomos e moléculas. Indicar as características das partículas que integran os

átomos. Diferenciar elementos.

3.7.

PROCEDEMENTOS E INSTRUMENTOS DE AVALIACIÓN

Na avaliación de aprendizaxes do alumnado terán importancia os contidos conceptuais, pero tamén serán tidos moi en conta os procedimentais e os actitudinais. Ao iniciarse o curso académico efectuarase unha avaliación inicial co propósito de detectar o nivel de coñecemento individual e colectivo do alumnado, o cal permitirá atender adecuadamente á diversidade. A avaliación levarase a cabo dunha forma continua e personalizada, tomando como referentes os obxectivos, os contidos e os criterios de avaliación establecidos para o Ámbito Científico-Técnico do primeiro curso do PDC. A medida que se realice a avaliación continua, iranse propoñendo os axustes didácticos necesarios para intentar que o alumnado que presente maiores problemas no proceso de aprendizaxe non quede apartado deste. As medidas a adoptar serán: – Repetición de actividades e/ou traballos mal confeccionados ou nos que se observe que o/a alumnos/a presenta claras dificultades. – Proposta de novas actividades de reforzo para captar e asimilar os contidos máis significativos. – Repetición ou reelaboración de probas para conseguir o logro funcional de conceptos, procedementos e actitudes. Na convocatoria ordinaria de Xuño levarase a cabo unha avaliación final que poña de manifesto o grao de consecución dos obxectivos programados para o curso. Para que o proceso de avaliación teña realmente un carácter continuo é necesario utilizar uns procedementos que permitan levar un control diario do progreso dos/alumnos/as. Para iso usaranse as seguintes técnicas: 

Observación sistemática do/a alumno/a no tocante á súa actitude ante o traballo persoal e diario e, tamén, na forma de proceder nas sesións no laboratorio, onde amosará a súa capacidade de traballo en grupo e a súa pulcritude á hora de actuar e emitir informes.

Corrección no encerado, por parte do alumnado, das actividades propostas.

Preguntas orais e controis escritos sobre contidos explicados nas sesións anteriores.

Control do caderno de traballo, no que os/as alumnos/as deberán recoller as actividades propostas, a corrección das mesmas e as ampliacións sobre certos contidos.

Corrección das tarefas propostas diariamente para a casa sobre o traballado nas sesións anteriores.

Recollida e corrección dos traballos de investigación e dos informes sobre cada unha das experiencias que se realicen no laboratorio.

Proba escrita das unidades didácticas.

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Anotaranse os datos recollidos para cada alumno/a no “caderno do profesor”, coa fin de ter un rexistro da evolución da cada estudante e obter a súa cualificación ao finalizar cada trimestre, e de coñecer o grao de consecución das competencias básicas. Os/as alumnos/as que non superen o Ámbito Científico-Técnico tras a avaliación final ordinaria disporán doutra oportunidade no mes de Setembro, debéndose presentar, na data que determine a Dirección do centro, a unha única proba escrita extraordinaria de recuperación de todos os contidos desenvolvidos durante o curso.

Procedemento extraordinario para avaliar aos/ás alumnos/as con perda da avaliación continua No RD 732/1995, do 5 de maio de 1995, sobre dereitos e deberes dos alumnos, (BOE 2/6/1995), no seu Título IV “Normas de convivencia”, Capítulo I “Disposicións xerais”, artigo 44 , punto 2, aparece recollido: “A falta de asistencia a clase de modo reiterado pode provocar a imposibilidade da aplicación correcta dos criterios xerais de avaliación e a propia avaliación continua.” O alumnado que acumule faltas inxustificadas que representen un 15% do total das horas lectivas correspondentes ao Ámbito Científico-Técnico do primeiro curso de PDC, perderá o dereito á avaliación continua. Para tales efectos, e con carácter previo, o/a estudante e os seus pais ou titores recibirán un primeiro apercibimento cando o número das faltas de asistencia supere o 5% do total de horas lectivas nesta materia, e un segundo, ao chegar ao 10%. Nestas notificacións indicarase que o/a alumno/a perderá o dereito á avaliación continua no Ámbito Científico-Técnico no caso de chegar a acumular un 15% de faltas de asistencia con respecto ao número total das sesións desta disciplina de que consta o curso académico. Cando as faltas de asistencia acaden a citada porcentaxe, comunicarase por escrito a perda do dereito á avaliación continua. A seguinte táboa amosa o número de faltas inxustificadas que é necesario acumular para recibir cada unha das notificacións mencionadas: Nº de horas da área de Matemáticas

Nº de faltas inxustificadas para recibir un apercibimento

Nº de faltas inxustificadas para a perda do dereito á avaliación continua

Semanais

Totais no curso (sobre 35 semanas)

5%

10%

15%

9 horas

315 horas

16 horas

32 horas

47 horas

O alumnado que perda o dereito á avaliación continua realizará un exame global extraordinario no mes de Xuño, no cal se incluirán cuestións relativas a calquera dos contidos mínimos esixibles correspondentes ao Ámbito Científico-Técnico do primeiro curso de PDC.

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3.8.

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CRITERIOS DE CUALIFICACIÓN

Para cualificar a un/unha alumno/a no Ámbito Científico-Técnico do primeiro curso de PDC aplicaranse os seguintes criterios: o Un/unha estudante no/a que se observe un abandono notorio da materia (actitude pasiva, entrega de exames en branco, ausencia inxustificada ás clases) non poderá obter en ningún caso unha cualificación positiva. o Nos problemas valorarase a formulación dos mesmos, o desenvolvemento matemático e a correcta utilización das unidades. A cualificación dun problema ben formulado nunca será inferior ao 30% da súa puntuación total. o A puntuación máxima outorgada en calquera das probas específicas para avaliar o proceso de aprendizaxe do alumnado (exames, exercicios, traballos de investigación) será de 10 puntos. o Cada avaliación terá lugar un exame por cada unha ou dúas das unidades didácticas desenvolvidas no período correspondente. o Procurarase que o alumnado coñeza o baremo relativo ás diferentes cuestións que debe contestar ou resolver nun exame con antelación á realización do mesmo. o Se algún exame ou exercicio puntuable é tipo test, a cada pregunta en branco asignaráselle 0 puntos, mentres que cada cuestión cunha resposta incorrecta restará a metade do seu valor á puntuación total obtida polo/a alumno/a. o Se o/a profesor/a detecta que algún/algunha alumno/a copiou total ou parcialmente nunha proba escrita (exames, exercicios, traballos de investigación), a puntuación outorgada na devandita proba será de 0 puntos, tanto para o/a alumno/a que copiou como para o/a que deixou copiar. o As probas escritas (exames, exercicios, traballos de investigación) serán entregadas aos/ás alumnos para que comproben os criterios de corrección aplicados e reclamen posibles anomalías ou erros involuntarios que se puidesen ter cometido. Esas probas non poderán ser sacadas do centro polos/as estudantes. o Para obter a cualificación dun/dunha alumno/a nunha determinada avaliación (1ª, 2ª o 3ª) procederase do xeito seguinte: – Os exames de contidos conceptuais e procedimentais proporcionarán unha nota numérica, (A), a cal será igual á media aritmética de todas as puntuacións obtidas por ese/a estudante nos diferentes exames realizados ao longo dese período ou trimestre. – Valorarase tamén cunha nota numérica entre 1 e 10, (B), o conxunto das restantes probas escritas cualificadas polo/a profesor/a (exercicios, traballos individuais e en grupo), calculándose esta como a media aritmética das distintas puntuacións asignadas a cada unha desas actividades. – Así mesmo, a cada alumno/a lle será outorgada unha nota numérica, (C), comprendida entre 1 e 10, que estará relacionada con diversos aspectos actitudinais, tales como: puntualidade e asistencia ás clases, comportamento na aula, tolerancia, esforzo e interese amosados ante a materia, perseveranza ante as dificultades xurdidas, participación na clase, realización das tarefas encomendadas dentro e fóra da aula, presentación dos exercicios de reforzo ou de IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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ampliación nos prazos establecidos, seguimento das instrucións dadas polo/a profesor, colaboración cos/as compañeiros/as (especialmente nos traballos en grupo). – A nota numérica dun/dunha estudante nunha avaliación (1ª, 2ª o 3ª) obterase como resultado de aplicar a seguinte fórmula: NOTA = 70% de (A) + 20% de (B) + 10% de (C) – Se durante algún trimestre non houbese actividades escritas puntuables, a nota numérica dun/dunha estudante na avaliación correspondente obteríase desta forma: NOTA = 90% de (A) + 10% de (C) – Se a nota numérica dun/dunha alumno/a nunha avaliación resulta ser inferior a 5 puntos, este/a realizará os exames ou tarefas que lle sexan indicadas para recuperar os contidos correspondentes á materia explicada durante a avaliación considerada. Débese ter presente que a puntuación obtida nunha recuperación substituirá á nota asignada na avaliación asociada. o Estimarase que un/unha estudante supera o Ámbito Científico-Técnico do primeiro curso de PDC na convocatoria de Xuño se: – Unha vez feitas as posibles recuperacións, as súas puntuacións en cada unha das tres avaliacións (1ª, 2ª e 3ª) son iguais ou superiores a 4 puntos e, ademais, a media aritmética destas ten como resultado un valor igual ou superior a 5 puntos. – As puntuacións trimestrais do/a alumno/a non cumpren o requisito especificado no parágrafo anterior, pero a súa actitude ao longo do curso foi notoriamente positiva e presentou unha traxectoria ascendente no que respecta á adquisición de coñecementos, acadando, iso si, unha puntuación de 5 ou máis puntos tras ser feita a media aritmética das puntuacións relativas ás tres avaliacións. o No caso particular de que tras as correspondentes recuperacións, un/unha alumno/a continúe presentando unha única avaliación suspensa, se o/a profesor/a considera que a súa actitude fronte á disciplina foi, a pesar de todo, positiva, terá opción a realizar outra proba en Xuño, coa fin de poder recuperar a parte da materia non superada. o Todo/a alumno/a que suspenda o Ámbito Científico-Técnico do primeiro curso de PDC na avaliación Final Ordinaria de Xuño terá dereito a realizar unha proba extraordinaria en Setembro, na data que determine a Dirección do centro. Esta proba consistirá nun exame escrito sobre os contidos mínimos establecidos por este Departamento para dito Ámbito.

3.9.

MEDIDAS DE ATENCIÓN Á DIVERSIDADE

Os/as estudantes que cursan un Programa de Diversificación Curricular caracterízanse pola súa heteroxeneidade e por presentar dificultades para avanzar no proceso de aprendizaxe. Por este motivo, a atención á diversidade nestes pequenos grupos é imprescindible para que o alumnado consiga o desenvolvemento das capacidades básicas e, polo tanto, alcance os obxectivos da etapa da ESO. A ensinanza nos Programas de Diversificación Curricular debe ser personalizada, partindo do nivel en que se atopa cada alumno/a, dende o punto de vista conceptual, procedimental e actitudinal.

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NIVEIS DE ACTUACIÓN NA ATENCIÓN Á DIVERSIDADE  Programación de Aula As programacións de aula deben acomodarse aos diferentes ritmos e estilos de aprendizaxe de cada alumno/a, ofrecendo ao grupo unha gran diversidade de actividades e métodos de explicación, que vaian encamiñados á adquisición dos aspectos básicos do Ámbito e, tamén, ao desenvolvemento das competencias básicas de cada un dos/as integrantes do grupo.

 Metodoloxía Os Programas de Diversificación Curricular deben atender á diversidade dos/as alumnos/as en todo o proceso de aprendizaxe e levar aos/ás profesores/as a:  Detectar os coñecementos previos dos/as estudantes ao empezar cada unidade, para así localizar posibles dificultades na asimilación de contidos anteriores imprescindibles para a adquisición dos novos.  Procurar que os contidos novos que se expliquen conecten cos coñecementos previos.  Identificar os distintos ritmos de aprendizaxe dos/as alumnos/as e establecer as adaptacións correspondentes.  Buscar a aplicación dos contidos traballados en aspectos da vida cotiá, ou ben, en coñecementos posteriores.  Realizar actividades na aula que permitan desenvolver unha metodoloxía que atenda ás individualidades. Podemos diferenciar os seguintes tipos de actividades: – Actividades iniciais ou diagnósticas, que resultan imprescindibles para determinar os coñecementos previos do/a alumno/a. – Actividades de reforzo inmediato, que concretan e relacionan os diversos contidos. – Actividades finais, para avaliar os coñecementos que pretendemos que alcance o alumnado. – Actividades prácticas e manipulativas, que permiten aos/ás alumnos/as aplicar o aprendido na aula. – Actividades de autoavaliación, para que os/as estudantes comproben, ao finalizar cada unidade didáctica, se adquiriron os contidos tratados.

 Materiais A selección dos materiais utilizados tamén ten unha gran importancia á hora de atender ás diferenzas individuais no conxunto da clase. Os aspectos e características a ter en conta son:  Presentación de esquemas conceptuais ou visións panorámicas, coa fin de relacionar os diferentes contidos entre si.  Formulación coherente, rica e variada en imaxes, ilustracións, cadros e gráficos que nos axuden nas nosas intencións educativas.  Propostas de diversos tratamentos didácticos: realización de resumos, esquemas, sínteses, redaccións, debates, traballos de simulación, etc., que nos axuden a que o alumado poida captar o coñecemento de diversas formas.  Utilización de materiais complementarios, que permiten atender á diversidade en función dos obxectivos que nos queremos fixar para cada tipo de alumno/a. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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3.10. PROGRAMA DE TRABALLO PARA RECUPERAR AS ÁREAS PENDENTES O alumnado coas áreas de Matemáticas ou Ciencias Naturais pendentes de cursos anteriores recibirá unha serie de actividades que deberá realizar e entregar nas datas propostas ao/á profesor/a encargado/a de impartir o Ámbito Científico-Técnico no primeiro curso do PDC. Este/a docente será tamén quen faga un seguimento sobre as tarefas encomendadas, así como o/a responsable de elaborar e avaliar as diferentes probas escritas coas que os/as alumnos/as demostrarán ter alcanzado os obxectivos correspondentes a eses cursos anteriores, para así ser avaliados positivamente e superar as áreas pendentes.

3.11. MATERIAIS E RECURSOS DIDÁCTICOS Entre os recursos e materiais dos que se dispón para o desenvolvemento do currículo correspondente ao Ámbito Científico-Técnico no primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular, cabe mencionar os seguintes:  O libro de texto e o caderno de traballo, sendo aconsellable que cada alumno teña un exemplar de

ambos á súa disposición. O texto oficial proposto polo Departamento de Matemáticas e: Diversificación I. Ámbito Científico-Tecnológico Autores: Editorial:

FILOMENA GONZÁLEZ, MERCEDES SÁNCHEZ, RUBÉN SOLÍS EDITEX

 Cadernos de exercicios monográficos procedentes de distintas editoriais.  A calculadora científica, que debe aparecer durante o desenvolvemento das clases tantas veces

como o/a profesor/a estime oportuno, a fin de que o alumnado consiga unha competencia aceptable no seu manexo.  Material audiovisual (vídeos, CDs, documentais, películas) relacionado con diferentes unidades

didácticas, realizando, posteriormente á súa utilización, resumes, esquemas, cuestionarios ou ata debates.  A Aula de Informática, onde o/a profesor/a dará a coñecer estratexias de procura e procesamento

de información, ou ben, empregará algún programa informático para traballar co alumnado determinados contidos, sempre e cando a dispoñibilidade desa aula o permita.  A Biblioteca do centro, onde os/as alumnos/as terán acceso a fontes de información (xornais,

revistas, libros, enciclopedias virtuais, Internet, etc.), xa que deben aprender a buscar por si mesmos/as os datos necesarios para resolver as actividades ou traballos de investigación propostos.  O Laboratorio de Ciencias, onde os/as estudantes poderán realizar as diferentes prácticas

programadas polo/a profesor/a.

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3.12. ACTIVIDADES COMPLEMENTARIAS E EXTRAESCOLARES Os/as alumnos/as do Programa de Diversificación Curricular poderán participar cos/as seus/súas compañeiros/as do Grupo de Referencia naquelas actividades organizadas polos Departamentos de Matemáticas, Ciencias da Natureza e/ou Física e Química que non requiran ter seguido o mesmo ritmo de aprendizaxe. Deste xeito, preténdese lograr que non se sintan desconectados do resto do alumnado do seu mesmo nivel educativo.

3.13. TRATAMENTO DO FOMENTO DAS TICS Dende o Departamento de Matemáticas, a inquietude pola implantación e introdución das TICs leva aos/ás seus/súas compoñentes a programar ao longo do curso diversas actividades relacionadas con este campo, se ben é certo que a realización dalgunhas delas pode verse condicionada dun xeito importante pola dispoñibilidade das aulas de Informática do centro. As tarefas previstas para contribuír, pois, á integración das TICs no proceso de aprendizaxe do alumnado do primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular son estas: 

Uso frecuente de calculadoras científicas para facilitar os cálculos de tipo numérico e estatístico.

Posta en funcionamento da Aula Virtual incorporada á páxina web do noso centro, http://www.edu.xunta.es/centros/iesbarro/, onde se ofrecerá aos/ás estudantes un espazo interactivo para atender as súas dúbidas, orientalos/as e avalialos/as.

Utilización de páxinas web do PROXECTO DESCARTES para desenvolver certas unidades didácticas.

Grazas ao programa GEOGEBRA deseñaranse actividades que permitan ao/á propio/a alumno/a investigar sobre diversas relacións funcionais e xeométricas.

Proxectaranse algúns documentais e películas que traten temas relacionados coa Historia da Ciencia ou cos contidos desenvolvidos na clase, procurando que resulten amenos ao alumnado.

3.14. TRATAMENTO DO FOMENTO DA LECTURA A lectura é un factor fundamental para o desenvolvemento das competencias básicas. O Departamento de Matemáticas quere facer extensivo ao alumnado do primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular o Proxecto Lector que vai ser desenvolto nos catro niveis da etapa da ESO, aínda que con certas modificacións.

Obxectivos do Proxecto Lector Fomentar o hábito pola lectura de modo progresivo nos/as alumnos/as do PDC. Mellorar a comprensión lectora coa utilización de diversas estratexias. Coñecer parte da Historia da Ciencia a través dalgúns dos seus protagonistas. Inculcar a idea de que o libro é fonte de información e de aprendizaxe. Poñer de manifesto o importante papel que a Ciencia xoga na sociedade. Incitar ao/á alumno/a para que amplíe a información sobre os temas tratados nas lecturas. IES de Barro Ámbito Científico-Técnico do PDC

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Actividades previstas no Proxecto Lector 

Axudarase ao alumnado a interpretar os enunciados de problemas ou todo tipo de cuestións que deban resolver. En todo caso, poñerase empeño en que os enunciados elixidos para as distintas situacións problemáticas sexan atraentes para os/as estudantes, fuxindo, se é posible, daqueles cun contexto que non lles resulte familiar.

O/a profesor/a seleccionará lecturas do libro de texto, dalgún libro de divulgación, ou ben, de xornais, revistas, Internet, etc., para ser efectuadas polos/as alumnos/as no transcurso da clase.

Tras as lecturas farase unha análise comprensiva do texto lido, procurando extraer as súas ideas principais e consultando, se é necesario, o significado dalgunhas palabras no dicionario.

Animarase aos/ás alumnos/as para que confeccionen un glosario con todos aqueles termos que resulten descoñecidos para eles/as.

Relacionarase o contido das lecturas cos coñecementos previos do/a alumno/a ou con calquera dos contidos estudados no Ámbito Científico-Técnico.

Recomendarase a lectura de libros, pasaxes ou artigos que poidan contribuír a que os/as alumnos/as coñezan mellor a Historia da Ciencia e os seus personaxes, ou ben, daqueles textos que lles poidan resultar interesantes e motivadores en relación coas áreas que integran o Ámbito Científico-Técnico.

3.15. TRATAMENTO DOS TEMAS TRANSVERSAIS A transversalidade enténdese como coñecemento global, que impregna todas as áreas curriculares e afecta a todos os actos educativos. O Ámbito Científico-Técnico quere contribuír ao desenvolvemento dos temas transversais e para conseguilo, no primeiro curso do Programa de Diversificación Curricular abordaranse os contidos que a continuación se citan relacionados con cada un deses temas: Educación Moral e Cívica 

Respecto á autonomía dos/as demais e uso do diálogo como forma de solucionar as diferenzas.

Participación na planificación e realización en equipo de actividades, valorando as achegas propias e as alleas, en función dos obxectivos establecidos, amosando unha actitude flexible e de colaboración, e asumindo responsabilidades no desenvolvemento das tarefas.

Responsabilidade no uso dos recursos, tanto naturais como fabricados.

Sensibilidade pola limpeza e a orde nas aulas, laboratorios e demais dependencias do centro.

Recoñecemento e valoración das achegas da Ciencia para a mellora das condicións de existencia dos seres humanos.

Educación para a Paz e a Convivencia 

Valoración e respecto polas distintas culturas existentes na contorna.

Disposición á apertura a outras formas de pensamento e á convivencia con persoas doutras razas.

Rexeitamento do racismo, a xenofobia e de calquera outro tipo de discriminación ou intolerancia.

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Educación para a Igualdade dos dous Sexos 

Toma de conciencia de que as persoas, aínda que de diferente sexo, teñen igual interese e capacidade para o estudo da Ciencia.

Valoración da autonomía dos rapaces e rapazas e da capacitación de ambos grupos para desenvolverse na sociedade.

Aceptación de que as funcións que a sociedade asigna ás persoas segundo o seu sexo son convencionais, mudables e, moitas veces, interesadas.

Recoñecemento de que os prexuízos sociais impiden o desenvolvemento das capacidades de moitas persoas e impiden o avance da sociedade ao non permitir as súas achegas intelectuais.

Educación para a Saúde 

Análise e valoración dos efectos que sobre a saúde e a integridade persoal e colectiva ten o respecto ás instrucións de uso e ás normas de seguridade na utilización dos aparellos eléctricos no fogar e no laboratorio.

Recoñecemento e valoración da importancia de manter un ambiente de traballo agradable e saudable, no que reine a limpeza e a orde.

Análise dos efectos que sobre a saúde provocan algunhas actividades industriais.

Educación Ambiental 

Recoñecemento de problemas ambientais, tales como a xestión dos recursos naturais ou o control dos vertidos de substancias tóxicas.

Análise comparativo das formas de produción de enerxía, contemplando a súa incidencia no medio ambiente.

Avaliación das achegas, riscos e custos sociais e medio ambientais do desenvolvemento científico e tecnolóxico.

Adquisición de hábitos individuais de protección do medio.

Educación do Consumidor 

Valoración dos recursos do laboratorio como bens escasos e cuxa fabricación require o uso de grandes cantidades de auga e enerxía, así como de recursos humanos.

Utilización de distintas fontes de información sobre os problemas do consumo de enerxía na sociedade actual e compromiso de actuacións encamiñadas ao aforro enerxético.

Actitude responsable e crítica ante cuestións relacionadas co consumismo e a publicidade.

Recoñecemento e valoración crítica das achegas, riscos e custos sociais da innovación tecnolóxicas e científica nos ámbitos do benestar, a calidade de vida e o equilibrio ecolóxico.

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4. MÓDULO CIENTÍFICO-MATEMÁTICO I DOS PCPI 4.1.

INTRODUCIÓN

A presente Programación Didáctica para o Módulo Científico-Mmatemático I dun Programa de Cualificación Profesional Inicial está elaborada tomando como referencia as seguintes lei e orde:

LEI ORGÁNICA 2/2006, do 3 de maio, de Educación (LOE) (BOE nº 106, Xoves 4 de maio de 2006).

ORDE do 13 de xullo de 2011 , pola que se regulan os Programas de Cualificación Inicial na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG nº 140, Xoves 21 de xullo de 2011).

Os PCPI teñen como finalidade previr o abandono escolar antes da finalización da escolaridade obrigatoria e abrir novas expectativas de formación e de titulación aos/ás mozos/as en situación de desvantaxe sociolaboral e educativa. Estes Programas teñen unha estrutura modular con módulos obrigatorios (para cualificar ao alumnado para o desempeño da actividade profesional e para o acceso a Ciclos Formativos de Grao Medio) e voluntarios (para complementar a formación necesaria para a obtención do Título de Graduado/a en Educación Secundaria Obrigatoria). Á súa vez, os módulos obrigatorios divídense en módulos específicos profesionais e módulos formativos de carácter xeral. Estes últimos están orientados ao desenvolvemento das competencias básicas que posibiliten ao alumnado cursar con éxito un Ciclo Formativo de Grao Medio. O Módulo Científico-Matemático I está integrado nos módulos formativos de carácter xeral do primeiro curso de PCPI, e ten por obxecto contribuír ao desenvolvemento das competencias básicas e favorecer a transición dende o sistema educativo ao mundo laboral, axudando a interpretar a realidade mediante a identificación e a resolución de problemas habituais na interacción coa contorna.

4.2.

CONTRIBUCIÓN DO MÓDULO CIENTÍFICO-MATEMÁTICO I Á ADQUISICIÓN DAS COMPETENCIAS BÁSICAS

O obxectivo prioritario da Educación Secundaria busca desenvolver nos individuos unha serie de competencias básicas esenciais para moverse na sociedade actual. Lograr estas competencias supón un tipo de aprendizaxe que se expresa en distintos comportamentos e que ten, como factor característico, a mobilización de todo o aprendido para resolver as tarefas expostas nun contexto definido. Ou Módulo Científico-Matemático debe contribuír, xunto co resto dos módulos, á adquisición por parte do alumnado das competencias básicas que se establecen no currículo de mínimos da Educación Secundaria Obrigatoria e, por extensión, da Educación Secundaria para persoas adultas. Este Módulo deberá ter un maior peso na contribución ao desenvolvemento de certas competencias básicas, como a competencia matemática, a competencia no coñecemento e a interacción co mundo físico e o tratamento da información e competencia dixital. Con todo, moitos dos seus contidos e destrezas favorecerán o desenvolvemento do resto de competencias. Traballarase o desenvolvemento da competencia en comunicación lingüística utilizando un vocabulario específico no coñecemento científico e unha linguaxe formal matemática. Igualmente IES de Barro Módulo Científico-Matemático I dos PCPI

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exercitaranse as habilidades para valorar, extraer información, argumentar, debater e contrastar datos sobre textos científicos e de divulgación relativos a diferentes temas. Desenvolverase a competencia matemática aplicando as Matemáticas en diferentes situacións da vida cotiá relacionadas cos distintos contidos estudados no Módulo, valorando a precisión da linguaxe matemática para argumentar e coñecendo e usando diversas ferramentas matemáticas. A competencia no coñecemento e a interacción co mundo físico poderá ser adquirida a través do coñecemento científico aplicado ás relacións diarias, para buscar solucións a distintos problemas e para valorar criticamente as implicacións que determinados hábitos sociais e a actividade científica teñen no mundo actual. O tratamento da información e competencia dixital será evidentemente traballado ao buscar, obter e organizar a información de forma sistemática, utilizando diferentes linguaxes, valorando criticamente os medios que proporcionan as TICs, comprendendo os aspectos básicos do funcionamento e uso das tecnoloxías da información a nivel de usuario/a e coñecendo e usando as ferramentas de Internet, calculadoras e ordenadores. Contribuirase ao desenvolvemento da competencia social e cidadá mellorando a comprensión de diversas cuestións relacionadas cos contidos estudados nas que interveñan coñecementos matemáticos e científicos, para tomar decisións nos ámbitos persoal, laboral e social. Tamén se prestará axuda neste sentido capacitando para o traballo en grupo, fomentando a responsabilidade, a cooperación, a solidariedade, a procura de acordos e a satisfacción polo traballo en común. Un medio para adquirir a competencia cultural e artística é apreciar a importancia da expresión creativa de ideas, experiencias e emocións da investigación científica a través de fotografías, vídeos, presentacións e exposicións dos traballos. A competencia para aprender a aprender obterase grazas ao uso do método de aprendizaxe por tarefas, no que se organiza a propia aprendizaxe, xestionando o tempo á hora de adquirir, procesar, avaliar e asimilar coñecementos, destrezas e actitudes novas, en diferentes contextos propios do Módulo Científico-Matemático, potenciando a observación, reflexión e experimentación, e desenvolvendo hábitos e actitudes positivas con respecto ao traballo individual e colectivo. A competencia para a autonomía e iniciativa persoal alcanzarase potenciando o espírito crítico e a autonomía intelectual e moral, enfrontándose a diferentes cuestións, buscando as posibles solucións e asumindo as responsabilidades.

4.3.

OBXECTIVOS 4.3.1. Obxectivos Xerais dos PCPI Os obxectivos xerais dos Programas de Cualificación Profesional Inicial son os recollidos no Artigo 3 da Orde do 13 de xullo de 2011, pola que se regulan os Programas de Cualificación Profesional Inicial na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG nº 140, do 21 de xullo de 2011) .

4.3.2. Obxectivos Xerais dos Módulos Formativos de Carácter Xeral Os obxectivos xerais dos módulos formativos de carácter xeral son os recollidos no Anexo I da citada Orde do 13 de xullo de 2011, pola que se regulan os Programas de Cualificación Profesional Inicial na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG nº 140, do 21 de xullo de 2011). IES de Barro Módulo Científico-Matemático I dos PCPI

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4.3.3. Obxectivos do Módulo Científico-Matemático I Os obxectivos do Módulo Científico-Matemático I para o primeiro curso dos PCPI son os

recollidos no Apartado 3.1. do Anexo I da Orde do 13 de xullo de 2011, pola que se regulan os Programas de Cualificación Profesional Inicial na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG nº 140, do 21 de xullos de 2011).

4.4.

CONTIDOS 4.4.1. Unidades Didácticas Neste apartado aparecen reflectidos todos os contidos relativos ao Módulo Científicomatemático I que os/as membros deste Departamento consideran que deberían ser impartidos durante o presente ano académico no primeiro curso de PCPI, tomando como referencia a Orde do 13 de xullo de 2011 pola que se regulan os Programas de Cualificación Inicial na Comunidade Autónoma de Galicia (DOG nº 140, do 21 de xullo de 2011). Unidade 1.

       

NÚMEROS ENTEIROS

O conxunto dos número enteiros ( . Ordenación. Operacións con números enteiros. Operacións combinadas. Potencias de números enteiros. Operacións con potencias. Notación científica. Raíz cadrada exacta. Xerarquía das operacións e regras de uso das parénteses. Valor absoluto dun número enteiro. Aplicacións a situacións reais. Resolución de problemas.

Unidade 2.

FRACCIÓNS E NÚMEROS DECIMAIS

 Números fraccionarios. A fracción como parte da unidade, como cociente e como operador.  Fraccións equivalentes: concepto, cálculo (amplificación e simplificación), simplificación de fraccións utilizando o M.C.D., redución de fraccións a común denominador e comparación de fraccións.  Parte enteira e parte decimal dun número decimal. Significado das cifras decimais.  Tipos de números decimais.  Ordenación e representación dos números decimais exactos e as fraccións.  Aproximación de números decimais por truncamento e redondeo.  Operacións con fraccións e números decimais exactos: suma, resta, multiplicación e división.  Operacións combinadas con fraccións. Xerarquía das operacións e regra de uso das parénteses.  Potencia e raíz cadrada dunha fracción.  Problemas aritméticos con fraccións e números decimais.

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Unidade 3.

PROPORCIONALIDADE NUMÉRICA E PORCENTAXES

 Razón de dous números.  Proporcións.  Magnitudes directamente proporcionais, inversamente proporcionais e non proporcionais.  Problemas de proporcionalidade: método de redución á unidade e regras de tres simple (directa e inversa).  Proporcionalidade composta.  Porcentaxes.  Relación entre os números decimais, as fraccións e as porcentaxes.  Problemas de porcentaxes: – Cálculo directo de porcentaxes. – Cálculo da cantidade total. – Cálculo da porcentaxe correspondente a unha parte do total. – Aumentos e diminucións porcentuais. – Problemas sobre prezos, ingresos e gastos, IVE. – Interese bancario. – Reparticións proporcionais. – Mesturas. Unidade 4.

UNIDADES DE MEDIDA

 As magnitudes e a súa medida.  Sistema Métrico Decimal. Orixe e significado.  Unidades de lonxitude, masa, capacidade, superficie e volume: – Unidades de medida no Sistema Métrico Decimal. – Unidades de medida tradicionais e agrarias. – Expresión complexa e incomplexa dunha medida. – Relación entre as unidades de volume, capacidade e masa.  Sistema Sesaxesimal. Unidades de medida de ángulos e de tempo.  Instrumentos de medida na vida cotiá e profesional.  Sistema monetario.  Manexo de planos e mapas. Escalas. Unidade 5.

XEOMETRÍA ELEMENTAL

 Elementos básicos da Xeometría: punto, recta e plano.  Semirrecta e segmento. Mediatriz dun segmento.  Rectas no plano. Posición relativa de dúas rectas no plano (paralelismo e perpendicularidade).  Ángulos: diferentes significados (rexión do plano e xiro).  Bisectriz dun ángulo.  Clasificación de ángulos.  Posicións relativas de dous ángulos.  Suma e resta de ángulos.

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Unidade 6.

FIGURAS PLANAS. PERÍMETROS E ÁREAS

       

Polígonos: definición, elementos básicos dun polígono e clasificación de polígonos. Elementos fundamentais dos polígonos regulares. Triángulos: definición e clasificación. Teorema de Pitágoras. Aplicacións para o cálculo de lonxitudes. Cuadriláteros: paralelogramos, trapecios e trapezoides. Paralelogramos: tipos e propiedades. Circunferencia e círculo. Perímetros: perímetros dos polígonos regulares e irregulares e lonxitude da circunferencia.  Áreas: paralelogramos, triángulo, trapecio, polígonos regulares, polígonos irregulares e círculo.  Problemas de distancias, perímetros e áreas relacionados coa vida cotiá e profesional. Unidade 7.

    

    

Elementos básicos da Xeometría do espazo. Poliedros: definición e elementos básicos. Prismas: definición, elementos e clases. Paralelepípedos e ortoedros. Pirámides: definición e elementos dunha pirámde. Corpos de revolución: – Cilindro: definición e elementos do cilindro. – Cono: definición e elementos do cono. – Esfera: definición e elementos da esfera. Esfera terrestre e coordenadas xeográficas. Áreas de prismas, pirámides, cilindros, conos e esferas. Concepto de volume dun corpo. Relación entre o volume e a densidade. Volumes de ortoedros, prismas, pirámides, cilindros, conos e esferas. Problemas de áreas e volumes relacionados coa vida cotiá e profesional.

Unidade 8.

        

CORPOS XEOMÉTRICOS. ÁREAS E VOLUMES

A ORGANIZACIÓN DO CORPO HUMANO

Niveles de organización da vida. A célula, a unidade elemental dos seres vivos. Tipos, función e localización. Diferenzas entre células animais e células vexetais. As células especializadas forman tecidos. O medio interno, unha necesidade do organismo pluricelular. Os tecidos e os órganos. Órganos e aparellos que contribúen ao funcionamento do organismo. Funcións vitais dos seres vivos: nutrición, relación e reprodución. Os sistemas nervioso e hormonal.

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Unidade 9.

       

A saúde e a enfermidade do ser humano. A prevención de enfermidades: hábitos saudables. A dieta saudable. Exercicio físico como hábito saudable e de lecer. Enfermidades relacionadas coa alimentación. Algunhas enfermidades dos distintos aparellos do corpo humano. A saúde mental. As drogas e os seus efectos nocivos na saúde mental e física. Saúde e hixiene sexual.

Unidade 10.

     

RECURSOS NATURAIS EN GALICIA. FLORA E FAUNA

Os recursos naturais en Galicia. A flora e a fauna. Relacións tróficas e cadeas alimentarias. A contaminación. Límites dos recursos naturais. Utilización e explotación racional dos recursos.

Unidade 11.

     

O SER HUMANO E A SAÚDE

RECURSOS ENERXÉTICOS EN GALICIA

As fontes de enerxía. As enerxías non renovables: combustibles fósiles, enerxía nuclear e xeotérmica. As enerxías renovables: enerxía hidráulica, eólica, solar e biomasa. Os recursos enerxéticos en Galicia. Utilización e explotación racional dos recursos. Impacto e contaminación ambiental.

4.4.2. Secuenciación e Temporalización dos Contidos Na páxina seguinte relaciónanse, distribuídas por avaliacións, as diferentes unidades didácticas que integran o currículo do Módulo Científico-Matemático I para PCPI, especificando a orde na que serán impartidas e a cantidade de horas lectivas que se prevé dedicar a cada unha delas.

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1º Curso de PCPI 1ª Avaliación

2ª Avaliación

3ª Avaliación

1.

NÚMEROS ENTEIROS (14 h)

2.

FRACCIÓNS E NÚMEROS DECIMAIS (18 h)

8.

A ORGANIZACIÓN DO CORPO HUMANO (16 h)

3.

PROPORCIONALIDADE NUMÉRICA E PORCENTAXES (15 h)

4.

UNIDADES DE MEDIDA (10 h)

5.

XEOMETRÍA ELEMENTAL (10 h)

9.

O SER HUMANO E A SAÚDE (13 h)

6.

FIGURAS PLANAS. PERÍMETROS E ÁREAS (10 h)

7.

CORPOS XEOMÉTRICOS. ÁREAS E VOLUMES (10 h)

10. RECURSOS NATURAIS EN GALICIA. FLORA E FAUNA (10 h) 11. RECURSOS ENERXÉTICOS EN GALICIA (10 h)

4.4.3. Contidos Mínimos Esixibles Os contidos mínimos esixibles para poder acadar unha avaliación positiva no Módulo Científico-Matemático I do Programa de Cualificación Profesional Inicial son todos aqueles que aparecen escritos en cor negra no apartado 4.2.1. desta programación, aparecendo en cor marrón os considerados non mínimos. Serán precisamente os contidos mínimos os únicos que se poderán utilizar para elaborar instrumentos de avaliación de carácter global, como os exames correspondentes ás convocatorias extraordinarias.

4.5.

METODOLOXÍA DIDÁCTICA

A metodoloxía ocupa un papel importante no proceso de aprendizaxe, o cal resulta aínda moito máis evidente co grupo de alumnos/as que compoñen este Programa. A forma de ensinar será probablemente un dos factores que condicione o afastamento ou o interese do alumnado cara a súa formación. É por isto que a metodoloxía que se utilizará deberá basearse nos principios seguintes:

 

Partir dos coñecementos que os/as alumnos xa teñan afianzados.

  

Traballar con centros do seu interese.

Intentar gañarse a súa confianza para que vexan no/a profesor/a a alguén que está disposto/a a axudarlle segundo as súas capacidades.

Procurar que a aprendizaxe sexa interdisciplinar. Darlle ao proceso de aprendizaxe un enfoque funcional.

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Polo tanto, a metodoloxía caracterizarase por ser:  Individualizada Tratarase de partir da situación real de cada alumno/a e de adaptarse na medida do posible ao seu ritmo de aprendizaxe. Isto implicará realizar actividades diversas, adaptadas aos/ás diferentes alumnos/as, así como desenvolver as estratexias necesarias para elevar a súa autoestima.  Participativa Fomentarase a participación do alumnado nas clase e na busca se información.  Motivadora Para que os/as alumnos/as estean interesados na súa formación, procurarase incentivalos/as con contidos que lles sexan significativos, para o cal se debe partir das súas experiencias e centros de interese. Procurarase igualmente que ditos contidos lles sexan útiles para eles mesmos, para o seu oficio ou para os seus estudios posteriores.  Grupal Para fomentar o traballo colectivo débese aproveitar a importancia que para os/as estudantes ten o grupo de iguais .  Interdisciplinar. Na medida do posible tenderemos cara á globalización e a interdisciplinariedade,

xa que a realidade é global e non é conveniente nestes casos dividir os coñecementos en parcelas desconectadas entre si.

4.6.

CRITERIOS DE AVALIACIÓN

Os criterios de avaliación para o Módulo Científico-Matemático I serán os recollidos no Apartado 3.3 do Anexo I da Orde do 13 de xullo de 2011 (DOG. nº 140, do xoves 21 de xullo de 2011), pola que se regulan os Programas de Cualificación Profesional Inicial na Comunidade Autónoma de Galicia.

4.7.

PROCEDEMENTOS E INSTRUMENTOS DE AVALIACIÓN

Ao iniciarse o curso académico efectuarase unha avaliación inicial co propósito de detectar o nivel de coñecemento individual e colectivo do alumnado, o cal permitirá atender adecuadamente á diversidade. A avaliación levarase a cabo dunha forma continua e personalizada, tomando como referentes os obxectivos, os contidos e os criterios de avaliación establecidos para o Módulo Científico-Matemático do primeiro curso do PCPI. Na convocatoria ordinaria de Xuño levarase a cabo unha avaliación final que poña de manifesto o grao de consecución dos obxectivos programados para o curso. Para que o proceso de avaliación teña realmente un carácter continuo é necesario utilizar uns procedementos que permitan levar un control diario do progreso dos/alumnos/as. Para iso usaranse as seguintes técnicas:

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Observación sistemática do/a alumno/a no tocante á súa actitude ante o traballo persoal e diario.

Corrección no encerado, por parte do alumnado, das actividades propostas.

Control do caderno de traballo, no que os/as alumnos/as deberán recoller as actividades propostas, a corrección das mesmas e as ampliacións sobre certos contidos.

Corrección das tarefas propostas diariamente para a casa sobre o traballado nas sesións anteriores.

Proba escrita das unidades didácticas.

Anotaranse os datos recollidos para cada alumno/a no “caderno do profesor”, coa fin de ter un rexistro da evolución da cada estudante e obter a súa cualificación ao finalizar cada trimestre, e de coñecer o grao de consecución das competencias básicas. Os/as alumnos/as que non superen o Módulo Científico-Matemático I tras a avaliación final ordinaria e deban ser avaliados novamente na avaliación final extraordinaria, realizarán unha única proba escrita de recuperación na data que determine a Dirección do centro, a cal versará sobre calquera dos contidos mínimos esixibles desenvolvidos durante o curso.

4.8.

CRITERIOS DE CUALIFICACIÓN

Para cualificar a un/unha alumno/a no Módulo Científico-Matemático I aplicaranse os seguintes criterios: o Un/unha estudante no/a que se observe un abandono notorio da materia (actitude pasiva, entrega de exames en branco, ausencia inxustificada ás clases) non poderá obter en ningún caso unha cualificación positiva. o Nos problemas valorarase a formulación dos mesmos, o desenvolvemento matemático e a correcta utilización das unidades. A cualificación dun problema ben formulado nunca será inferior ao 30% da súa puntuación total. o A puntuación máxima outorgada en calquera das probas específicas para avaliar o proceso de aprendizaxe do alumnado (exames, exercicios, traballos de investigación) será de 10 puntos. o Cada avaliación, e dependendo da materia explicada, terá lugar o número de exames que o/a profesor/a crea máis conveniente. o Se o/a profesor/a detecta que algún/algunha alumno/a copiou total ou parcialmente nun exame, a puntuación outorgada no mesmo será de 0 puntos, tanto para o/a alumno/a que copiou como para o/a que deixou copiar. o Os exames serán entregadas aos/ás alumnos para que comproben os criterios de corrección aplicados e reclamen posibles anomalías ou erros involuntarios que se puidesen ter cometido. Esas probas non poderán ser sacadas do centro polos/as estudantes. o Para obter a cualificación dun/dunha alumno/a nunha determinada avaliación (1ª, 2ª o 3ª) procederase do xeito seguinte: – Os exames de contidos conceptuais e procedimentais proporcionarán unha nota numérica, (A), a cal será igual á media aritmética de todas as puntuacións obtidas por ese/a estudante nos diferentes exames realizados ao longo dese período ou trimestre. IES de Barro Módulo Científico-Matemático I dos PCPI

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– Así mesmo, a cada alumno/a lle será outorgada unha nota numérica, (B), comprendida entre 1 e 10, que estará relacionada con diversos aspectos actitudinais, tales como: puntualidade e asistencia ás clases, comportamento na aula, tolerancia, esforzo e interese amosados ante a materia, perseveranza ante as dificultades xurdidas, participación na clase, realización das tarefas encomendadas dentro e fóra da aula, seguimento das instrucións dadas polo/a profesor, colaboración cos/as compañeiros/as. – A nota numérica dun/dunha estudante nunha avaliación (1ª, 2ª o 3ª) obterase como resultado de aplicar a seguinte fórmula: NOTA = 85% de (A) + 15% de (B) – Se a nota numérica dun/dunha alumno/a nunha avaliación resulta ser inferior a 5 puntos, este/a realizará os exames ou tarefas que lle sexan indicadas para recuperar os contidos correspondentes á materia explicada durante a avaliación considerada. Débese ter presente que a puntuación obtida nunha recuperación substituirá á nota asignada na avaliación asociada. o Estimarase que un/unha estudante supera o Módulo Científico-Matemático do primeiro curso de PCPI na convocatoria ordinaria se: – Unha vez feitas as posibles recuperacións, as súas puntuacións en cada unha das tres avaliacións (1ª, 2ª e 3ª) son iguais ou superiores a 4 puntos e, ademais, a media aritmética destas ten como resultado un valor igual ou superior a 5 puntos. – As puntuacións trimestrais do/a alumno/a non cumpren o requisito especificado no parágrafo anterior, pero a súa actitude ao longo do curso foi notoriamente positiva e presentou unha traxectoria ascendente no que respecta á adquisición de coñecementos, acadando, iso si, unha puntuación de 5 ou máis puntos tras ser feita a media aritmética das puntuacións relativas ás tres avaliacións. o No caso particular de que tras as correspondentes recuperacións, un/unha alumno/a continúe presentando unha única avaliación suspensa, se o/a profesor/a considera que a súa actitude fronte á disciplina foi, a pesar de todo, positiva, terá opción a realizar outra proba en Xuño, coa fin de poder recuperar a parte da materia non superada. o Todo/a alumno/a que suspenda o Módulo Científico-Matemático I na avaliación final ordinaria terá dereito a realizar unha proba extraordinaria, na data que determine a Dirección do centro. Esta proba consistirá nun exame escrito sobre os contidos mínimos establecidos por este Departamento para dito Módulo.

4.9.

MEDIDAS DE ATENCIÓN Á DIVERSIDADE

Os PCPI constitúen en si mesmos unha medida de atención á diversidade xa que representan unha vía para conseguir unha titulación que doutro xeito o alumnado non conseguiría e, por outra banda, capacítaos para desempeñar un emprego que lles comprace e que lles prepara para a súa integración tanto laboral como social e persoal. A ensinanza nestes Programas debe ser personalizada, partindo do nivel en que se atopa cada alumno/a, dende o punto de vista conceptual, procedimental e actitudinal.

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As programacións de aula deben acomodarse aos diferentes ritmos e estilos de aprendizaxe do alumnado, ofrecendo ao grupo unha gran variedade de actividades (iniciais ou de diagnóstico, de reforzo, prácticas e manipulativas, de autoavaliación, …) e métodos de explicación, que vaian encamiñados á adquisición dos aspectos básicos do Módulo e ao desenvolvemento das competencias básicas de cada membro do grupo, no maior grao posible. Débese amosar tamén especial atención á selección dos materiais utilizados na aula, xa que teñen unha gran importancia á hora de atender ás diferenzas individuais no conxunto dos/as alumnos/as, procurando na medida do posible que teñan relación coa vida cotiá e coa actividade profesional. Terase en conta, se é necesario, que a Orde do 13 de xullo de 2011 que regula os PCPI, no seu Artigo 25, di que o alumnado con necesidades educativas especiais que curse un Programa de Cualificación Profesional Inicial incorporarase, con carácter xeral, co resto do alumnado matriculado no Programa, e que cando as necesidades de apoio específico así o xustifiquen, poderá ser autorizado para cursar o Programa de xeito fragmentado por módulos, cunha temporalización distinta á establecida con carácter xeral ou, excepcionalmente, de xeito fragmentado no tempo cunha ampliación a dous anos e mantendo a carga semanal prevista para o conxunto de módulos para cada curso académico.

4.10. MATERIAIS E RECURSOS DIDÁCTICOS Entre os recursos e materiais dos que se dispón para o desenvolvemento do currículo correspondente ao Módulo Científico-Matemático no primeiro curso do Programa de Cualificación Profesional Incial, cabe mencionar os seguintes:  Materiais de reforzo e de ampliación, tales como os cadernos de exercicios monográficos

procedentes de distintas editoriais. Por suposto, tamén se utilizará todo aquel material que a experiencia docente dos/as membros do Departamento poida achegar.  A calculadora científica, que debe aparecer durante o desenvolvemento das clases tantas veces

como o/a profesor/a estime oportuno, a fin de que o alumnado consiga unha competencia aceptable no seu manexo.  Material audiovisual (vídeos, CDs, documentais, películas) relacionado con diferentes unidades

didácticas.  A Aula de Informática, onde o/a profesor/a dará a coñecer estratexias de procura e procesamento

de información, ou ben, empregará algún programa informático para traballar co alumnado determinados contidos, sempre e cando a dispoñibilidade desa aula o permita.  A Biblioteca do centro, onde os/as alumnos/as terán acceso a fontes de información (xornais,

revistas, libros, enciclopedias virtuais, Internet, etc.), xa que deben aprender a buscar por si mesmos/as os datos necesarios para resolver as actividades ou traballos de investigación propostos.  O Laboratorio de Ciencias, onde os/as estudantes poderán realizar as diferentes prácticas

programadas polo/a profesor/a.

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5. INFORMÁTICA 5.1.

CONTRIBUCIÓN DA INFORMÁTICA Á ADQUISICIÓN DAS COMPETENCIAS BÁSICAS

Esta materia contribúe de maneira plena á adquisición da competencia referida ao tratamento da información e competencia dixital, imprescindible para desenvolverse nun mundo que cambia, e que nos cambia, empuxado polo constante fluxo de información xerado e transmitido mediante unhas tecnoloxías da información cada vez máis potentes e omnipresentes. Na sociedade da información, as tecnoloxías da información e da comunicación ofrecen ás persoas a posibilidade de converterse en creadoras e difusoras de coñecemento a través da súa comunicación con outras xentes conectadas por medio de redes de información. A adaptación ao ritmo evolutivo da sociedade do coñecemento require que a Educación Secundaria Obrigatoria dote ao alumnado dunha competencia en que os coñecementos de índole tecnolóxica se poñan ao servizo dunhas destrezas que lle sirvan para acceder á información utilizando múltiples dispositivos e sendo quen de seleccionar os datos relevantes para poñelos en relación cos seus coñecementos previos e xerar bloques de coñecemento máis complexos. Os contidos da materia de Informática contribúen en alto grao á consecución deste compoñente da competencia. O alumnado, pois, debe desenvolver a capacidade para integrar informacións, reelaboralas e producir documentos en diversos formatos, e de comunicarse con outras persoas, sexa por medios telemáticos ou convencionais. Estas actividades deben favorecer o fortalecemento do pensamento crítico ante as producións alleas e propias, a utilización da creatividade na elaboración de novos contidos e a aplicación das destrezas comunicativas en diferentes contextos. Incorporar o intercambio de contidos aos comportamentos cotiáns será posible grazas á adquisición de condutas tendentes a manter contornas seguras. Permitirá, así mesmo, proxectar cara ao futuro os coñecementos adquiridos na fase escolar e fomentará a valoración crítica dos avances tecnolóxicos e das modificacións sociais que estes produzan. Os coñecementos de tipo técnico, polo tanto, deben servir para o desenvolvemento de destrezas e actitudes que posibiliten a localización e interpretación da información, utilizándoa para comunicala, evitando a exclusión de persoas e grupos, e para acceder á crecente oferta de servizos da sociedade do coñecemento. Ademais, a materia contribúe de maneira parcial á adquisición da competencia cultural e artística, porque facilita o acceso ás manifestacións culturais e potencia a expresión do alumnado mediante algúns códigos artísticos. O acceso ás manifestacións de arte dixital e á información sobre obras artísticas non-dixitais, fisicamente inaccesibles, a captación de contidos multimedia e o seu tratamento, así como a creación de novos contidos que integren informacións en diferentes linguaxes, enriquecen a imaxinación, aumentan a creatividade e contribúen á adopción de convencións compositivas e expresivas baseadas no coñecemento artístico. A contribución á adquisición da competencia social e cidadá céntrase en que as destrezas de busca, obtención, rexistro, interpretación e análise permiten acceder en tempo real ás fontes de información requiridas para unha correcta interpretación dos fenómenos sociais e históricos que conforman a visión da actualidade. Múltiples perspectivas favorecerán a adquisición dunha conciencia cidadá comprometida na mellora da súa propia realidade social. Compartir ideas e opinións a través da IES de Barro Informática

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participación en redes sociais brinda unhas posibilidades insospeitadas para intervir na vida cidadá e acceder a servizos relacionados coa administración dixital nas súas diversas facetas. O desenvolvemento da competencia para aprender a aprender tamén se logra traballando coa Informática, pois está relacionada co acceso e a interacción en contornas virtuais de aprendizaxe, que facilita a aprendizaxe autónoma unha vez finalizada a escolaridade obrigatoria. Neste empeño contribúe decisivamente a capacidade para obter información, transformala en coñecemento propio e comunicar o aprendido poñéndoo en común con outras persoas ou grupos. Dende a Informática contribúese así mesmo á adquisición da competencia en comunicación lingüística nos aspectos relacionados coa linguaxe escrita e as linguas estranxeiras. Desenvolverse diante de fontes de información e situacións comunicativas diversas consolida as destrezas lectoras e implica a composición de textos con diferentes finalidades comunicativas e o uso funcional das linguas estranxeiras que se empregan na interacción propia das comunidades virtuais. A Informática contribúe de maneira parcial á adquisición da competencia matemática, achegando a destreza no uso de follas de cálculo para calcular, representar e interpretar datos matemáticos e para resolver problemas. Por outra parte, a utilización de aplicacións interactivas permite formular e comprobar hipóteses acerca dos cambios producidos pola modificación de datos en escenarios diversos. Á adquisición da competencia no coñecemento e a interacción co mundo físico contribúese en tanto que proporciona destrezas coas que se pode obter información cualitativa e cuantitativa para a resolución de problemas sobre o espazo físico. A interacción con aplicacións de simulación facilita a observación de procesos cuxa reprodución resulta especialmente difícil ou perigosa e proporciona unha mellor comprensión dos fenómenos físicos. Por último, esta materia contribúe á competencia de autonomía e iniciativa persoal na medida en que unha contorna tecnolóxica cambiante esixe unha constante adaptación. A aparición de novos dispositivos e das aplicacións asociadas, os novos campos de coñecemento, a variabilidade das contornas de traballo e dos contextos de comunicación obrigan á reformulación de estratexias e á adopción de novos puntos de vista que posibiliten a resolución de situacións multifacéticas progresivamente máis complexas.

5.2.

OBXECTIVOS 5.2.1. Obxectivos Xerais da etapa da ESO Os obxectivos xerais da ESO son os recollidos no artigo 4 do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007.

5.2.2. Obxectivos da Optativa de Informática na etapa da ESO Os obxectivos da optativa de Informática na etapa da ESO son os relacionados no Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007, e que a continuación se enumeran: IES de Barro Informática

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Utilizar os servizos telemáticos adecuados para responder ás necesidades relacionadas, entre outros aspectos, coa formación, o lecer, a inserción laboral, a administración, a saúde ou o comercio, valorando en que medida cobren estas necesidades e se o fan de forma apropiada. Buscar e seleccionar recursos dispoñibles na rede para incorporalos ás súas propias producións, valorando a importancia do respecto á propiedade intelectual e a conveniencia de recorrer a fontes que autoricen expresamente a súa utilización. Coñecer e utilizar as ferramentas para integrarse en redes sociais, achegando as súas competencias ao seu crecemento e adoptando as actitudes de respecto, participación, esforzo e colaboración que posibiliten a creación de producións colectivas. Utilizar periféricos para capturar e dixitalizar imaxes, textos e sons, manexando así mesmo as funcionalidades principais dos programas de tratamento dixital da imaxe fixa, do son e da imaxe en movemento e a súa integración para crear pequenas producións multimedia con finalidade expresiva, comunicativa ou ilustrativa. Integrar a información textual, numérica e gráfica para construír e expresar unidades complexas de coñecemento en forma de presentacións electrónicas, aplicándoas en modo local, para apoiar un discurso ou, en modo remoto, como síntese ou guión que facilite a difusión de unidades de coñecemento elaboradas. Integrar a información textual, numérica e gráfica obtida de calquera fonte para elaborar contidos propios e publicalos na web, utilizando medios que posibiliten a interacción (formularios, enquisas, bitácoras, etc.) e formatos que permitan a inclusión de elementos multimedia, decidindo a forma en que se poñen á disposición do resto de persoas usuarias. Coñecer e valorar o sentido e a repercusión social das diversas alternativas existentes para compartir os contidos publicados na web e aplicalos cando se difundan as producións propias. Comprender a importancia de reforzar as condutas de seguridade activa e pasiva que posibiliten tanto a protección dos datos como a persoal nas interaccións na Internet. Coñecer os paquetes de aplicacións en rede, os sistemas de almacenamento remotos e os posibles sistemas operativos na Internet que faciliten a súa mobilidade e a independencia dun equipamento localizado espacialmente.

5.3.

CONTIDOS 5.3.1. Unidades Didácticas Neste apartado aparecen recollidos todos os contidos relativos á optativa de Informática que os/as integrantes deste Departamento consideran que deben ser impartidos durante o presente curso académico 2011/2012 en 4º ESO, tomando como referencia o Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas da Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007.

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Unidade 1.

SISTEMAS OPERATIVOS E REDES

     

Partes do ordenador. Windows XP. Instalación e configuración. Explorador de Windows e Panel de control. Creación de usuarios. Redes con fíos e sen fíos. Compoñentes dunha rede. Conexión dun ordenador a unha rede local: dirección IP, porta de enlace, direccións DNS e nome do equipo.  Recursos compartidos no ordenador e na rede. Especificar permisos.  Seguridade nas redes: antivirus, cortalumes, antiespías e antispam.  O ordenador e a saúde. Unidade 2.

PRESENTACIÓN DE CONTIDOS

 Procesador de textos Writer: – Menú estándar. – Formato (funcións básicas). – Inserir imaxes, táboas e fórmulas.  Gráficas con Calc.  Deseño de presentacións con Impress: – Plantillas. – Inserir diapositivas. – Engadir textos, imaxes, vídeos, audio, debuxos e voz. – Transicións.  Compartición de presentacións na Internet con Slideshare.  Presentacións online compartidas empregando Prezi: imaxes, videos, pdf e formas. Camiño da presentación. Unidade 3.

TRATAMENTO DE IMAXES

 Captura de imaxes: cámara e escáner.  Formatos das imaxes.  Manipulación de imaxes con Gimp: axustes básicos, escalado, encadrado, fotomontaxes, retoques.  Compartición de imaxes na Internet con Slideshow.  Creación de gifs animados.  Creación de debuxos sinxelos. Unidade 4.

     

EDICIÓN DE SON E VÍDEO

Captura de son: micrófono e entrada de liña. Manipulación e mestura de sons de distinta orixe. Captura e edición de vídeo. Presentación das imaxes con son e títulos empregando Windows Movie Maker. Creación dun videotutorial e publicación na rede con YouTube. Creación de animacións.

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Unidade 5.

       

Deseño web. Elaboración de páxinas web con Kompozer, integrando texto, imaxes, audio, etc. Subida de arquivos á web. Inserir código de gadgets, mapas, vídeos, audios, slideshows, slideshare, scribds. Publicación de páxinas web. Clientes FTP. Elaboración dun blogue con Blogger: configuración, entradas e comentarios. Manexo de Gmail e Docs. Subida e compartición de ficheiros. Wikis.

Unidade 6.

       

CREACIÓN E PUBLICACIÓN DE CONTIDOS NA INTERNET

INTERNET

Historia da Internet. Estrutura da Internet. Protocolos. Comunidades virtuais: chat, mensaxeiría, foros, blogs. Protección da intimidade. Recursos e innovacións na rede: saúde, emprego, formación, etc. Administración e comercio electrónico. Seguridade. Tipo de licenzas. Canles de distribución de contidos multimedia. Descarga e intercambio de información. Respecto dos dereitos de autor.

5.3.2. Secuenciación e Temporalización dos Contidos Aínda que non sexa posible afirmar con total seguridade cantas horas lectivas van ser precisas para desenvolver as distintas unidades didácticas nas que se organizan todos os contidos seleccionados para a optativa de Informática de 4º ESO, evidentemente, dende o Departamento de Matemáticas espérase poder abordar a totalidade dos temas programados ou, no seu defecto, o maior número deles que as circunstancias permitan tratar. A continuación amósase unha secuenciación aproximada das diferentes unidades didácticas que integran o currículo desta materia optativa, distribuíndoas por avaliacións e facendo unha estimación sobre o número de horas lectivas que se pretende dedicar a cada unha delas.

1ª Avaliación 2ª Avaliación 3ª Avaliación

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1.

SISTEMAS OPERATIVOS E REDES (18 h)

2.

PRESENTACIÓN DE CONTIDOS (18 h)

2.

PRESENTACIÓN DE CONTIDOS (12 h)

3.

TRATAMENTO DE IMAXES (10 h)

4.

EDICIÓN DE SON E VÍDEO (14 h)

5.

CREACIÓN E PUBLICACIÓN DE CONTIDOS NA REDE (20 h)

6.

INTERNET (10 h)

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5.3.3. Contidos Mínimos Esixibles Os contidos mínimos esixibles para poder acadar unha avaliación positiva na optativa de Informática de 4º ESO son todos aqueles que aparecen escritos en cor negra no apartado 5.3.1. desta programación, aparecendo en cor marrón os considerados non mínimos. Serán precisamente os contidos mínimos os únicos que se poderán utilizar para elaborar instrumentos de avaliación de carácter global, como o exame correspondente á convocatoria de Setembro.

5.4.

METODOLOXÍA DIDÁCTICA E RECURSOS MATERIAIS

As directrices establecidas polo Departamento de Matemáticas en relación á forma de impartir a docencia desta optativa e ao material necesario para levar esta a cabo, resúmense nos seguintes puntos:

 

Non se empregará libro de texto.

   

O desenvolvemento das unidades será fundamentalmente práctico.

As actividades desenvolvidas polo alumnado poden ser realizadas en equipo, sempre e cando este conste como máximo de dous/dúas estudantes.

O/a profesor/a fará as explicacións oportunas e, cando o considere oportuno, repartirá apuntamentos fotocopiados, ou ben, ditaraos, para facilitar o traballo do alumnado.

As ferramentas informáticas utilizadas durante o curso serán preferentemente de software libre. A docencia impartirase por completo na Aula de Informática do centro. Cada alumno/a terá un equipo informático á súa disposición, do cal será responsable mentres dure a clase.

5.5.

CRITERIOS DE AVALIACIÓN

Os criterios de avaliación seguidos polos/as docentes do Departamento de Matemáticas para determinar se un/unha alumno/a supera a optativa de Informática de 4º ESO na avaliación final de Xuño, ou ben, na extraordinaria de Setembro, serán os recollidos para esta materia no Anexo II do Decreto 133/2007, do 5 de xullo, polo que se regulan as ensinanzas de Educación Secundaria Obrigatoria na Comunidade Autónoma de Galicia, publicado no DOG do 13 de xullo de 2007. 1. Instalar e configurar aplicacións, e desenvolver técnicas que permitan asegurar sistemas

informáticos conectados entre si. Valórase con este criterio a capacidade do alumnado para localizar, descargar e instalar aplicacións sobre diversos sistemas operativos que preveñan o tráfico non autorizado en redes. Á súa vez, trátase de comprobar se identifican elementos ou compoñentes de mensaxes que permitan catalogalas como falsas ou fraudulentas, se adoptan actitudes de protección pasiva, mediante a instalación e configuración de aplicacións de filtrado e eliminación de correo lixo, e de protección activa, evitando colaborar na difusión de mensaxes deste tipo.

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2. Conectar dispositivos móbiles con outros, sen fíos ou con fíos, fixos ou móbiles, para intercambiar

información e datos. Preténdese avaliar a capacidade de crear redes que permitan comunicarse a diferentes dispositivos fixos ou móbiles, utilizando todas as súas funcionalidades e integrándoos en redes xa existentes. Tamén se trata de verificar se coñecen os distintos protocolos de comunicación e os sistemas de seguridade asociados, aplicando o máis adecuado a cada tipo de situación ou combinación de dispositivos. 3. Obter imaxes fotográficas, aplicarlles técnicas de edición dixital e diferencialas das imaxes xeradas

por ordenador. Este criterio pretende valorar a capacidade de diferenciar as imaxes vectoriais das imaxes de mapa de bits. Céntrase na captación de fotografías en formato dixital e no seu almacenamento e edición para modificar características das imaxes tales como o formato, a resolución, o encadramento, a luminosidade, o equilibrio da cor e os efectos de composición. 4. Capturar, editar e montar fragmentos de vídeo con audio.

Con este criterio preténdese comprobar se o alumnado é capaz de instalar e utilizar dispositivos externos que permitan a captura, xestión e almacenamento de vídeo e de audio. Aplicaranse as técnicas básicas para editar calquera tipo de fonte sonora: locución, son ambiental ou fragmentos musicais, así como as técnicas básicas de edición non lineal de vídeo para compoñer mensaxes audiovisuais que integren as imaxes capturadas e as fontes sonoras. 5. Deseñar e elaborar presentacións destinadas a apoiar o discurso verbal na exposición de ideas e de

proxectos. Preténdese avaliar a capacidade de estruturar mensaxes complexas coa finalidade de expoñelas publicamente, utilizando o ordenador como recurso nas presentacións. Valorarase a correcta selección e integración de elementos multimedia en consonancia co contido da mensaxe, así como a corrección técnica do produto final e o seu valor de discurso verbal. 6. Desenvolver contidos interactivos para a rede aplicando estándares de accesibilidade na

publicación da información. Preténdese comprobar se o/as alumnos/as utilizan aplicacións específicas para crear e publicar sitios web, incorporando recursos multimedia, aplicando os estándares establecidos polos organismos internacionais, aplicando ás súas producións as recomendacións de accesibilidade e valorando a importancia da presenza na web para a difusión de todo tipo de iniciativas persoais e de grupo. 7. Participar en redes sociais virtuais como emisores/as e receptores/as de información e iniciativas

comúns. Este criterio céntrase na comprobación da capacidade dos/as alumnos/as para localizar na Internet servizos que posibiliten a publicación de contidos, utilizándoos para a creación de diarios ou páxinas persoais ou de grupo, para subscribirse a grupos relacionados cos seus intereses e para participar activamente neles. Valorarase a adquisición de hábitos relacionados co mantemento sistemático da información publicada e a incorporación de novos recursos e servizos. No ámbito das redes virtuais deberán ser quen de acceder e manexar contornas de aprendizaxe a distancia e busca de emprego. IES de Barro Informática

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8. Elixir entre produtos de software e de contidos, tanto de código aberto e comerciais, con funcionalidades semellantes, os que sexan compatibles co respecto polos dereitos de autor e que mellor se axusten aos requirimentos das publicacións e ás necesidades dos/as usuarios/as. Trátase de avaliar a capacidade para optar entre aplicacións con funcionalidades semellantes cando se necesite incorporalas ao sistema, tendo en conta as particularidades dos diferentes modelos de distribución de software. Terase en conta o respecto ás ditas particularidades e a actitude á hora de utilizar e compartir as aplicacións e os contidos xerados con elas. Así mesmo, valorarase o respecto aos dereitos de terceiras persoas no intercambio de contidos de produción allea.

5.6.

PROCEDEMENTOS E INSTRUMENTOS DE AVALIACIÓN

Referente ás técnicas e instrumentos utilizados para avaliar o proceso de aprendizaxe do alumnado na optativa de Informática de 4º ESO, o/a profesor/a terá en conta os traballos desenvolvidos na clase e, tamén, as probas escritas que se poidan realizar ao longo do curso. A relación, ordenada cronoloxicamente, de probas e traballos obrigatorios que os/as alumnos/as deberán efectuar é a seguinte: 

Un exame sobre a unidade didáctica 1.

Un traballo de presentación de contidos elaborado con Writer.

Un traballo de presentación de contidos realizado con Impress.

Un traballo de presentación de contidos en Prezi.

Un traballo con Gimp que esixa a manipulación e montaxe de imaxes.

Un traballo de edición de audio e vídeo realizado con Audacity e Windows Movie Maker.

Un traballo de elaboración de páxinas web con Kompozer.

Un traballo de creación e mantemento dun blogue con Blogger.

Un traballo colectivo de todo o alumnado para crear e administrar unha wiki.

Os/as alumnos/as que non superen a optativa de Informática tras a avaliación final ordinaria disporán doutra oportunidade no mes de Setembro, debéndose presentar, na data que determine a Dirección do centro, a un único exame extraordinario de recuperación de todos os contidos desenvolvidos durante o curso.

Procedemento extraordinario para avaliar aos/ás alumnos/as con perda da avaliación continua No RD 732/1995, do 5 de maio de 1995, sobre dereitos e deberes dos alumnos, (BOE 2/6/1995), no seu Título IV “Normas de convivencia”, Capítulo I “Disposicións xerais”, artigo 44 , punto 2, aparece recollido: “A falta de asistencia a clase de modo reiterado pode provocar a imposibilidade da aplicación correcta dos criterios xerais de avaliación e a propia avaliación continua.” O alumnado que acumule faltas inxustificadas que representen un 15% do total das horas lectivas na optativa de Informática, perderá o dereito á avaliación continua. Para tales efectos, e con carácter previo, o/a estudante e os seus pais ou titores recibirán un primeiro apercibimento cando o IES de Barro Informática

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número das faltas de asistencia supere o 5% do total de horas lectivas nesta materia, e un segundo, ao chegar ao 10%. Nestas notificacións indicarase que o/a alumno/a perderá o dereito á avaliación continua na optativa de Informática no caso de chegar a acumular un 15% de faltas de asistencia con respecto ao número total das sesións desta disciplina de que consta o curso académico. Cando as faltas de asistencia acaden a citada porcentaxe, comunicarase por escrito a perda do dereito á avaliación continua. A seguinte táboa amosa o número de faltas inxustificadas que é necesario acumular para recibir cada unha das notificacións mencionadas: Nº de horas da área de Matemáticas

Nº de faltas inxustificadas para recibir un apercibimento

Nº de faltas inxustificadas para a perda do dereito á avaliación continua

Semanais

Totais no curso (sobre 35 semanas)

5%

10%

15%

3 horas

105 horas

5 horas

11 horas

16 horas

O alumnado que perda o dereito á avaliación continua realizará un exame global extraordinario no mes de Xuño, no cal se incluirán cuestións relativas a calquera dos contidos mínimos esixibles correspondentes ao nivel da etapa no que estea matriculado/a.

5.7.

CRITERIOS DE CUALIFICACIÓN

Para cualificar a un/unha alumno/a na optativa de Informática de 4º ESO aplicaranse os seguintes criterios: o Un/unha estudante no/a que se observe un abandono notorio da materia (actitude pasiva, non realización dos traballos obrigatorios propostos, ausencia inxustificada ás clases) non poderá obter en ningún caso unha cualificación positiva. o Se o /a profesor/a o considerase oportuno, e dependendo do desenvolvemento da Programación, poderíanse realizar máis probas escritas ou co ordenador, ademais das descritas no apartado anterior, sobre as distintas unidades. o Cada exame ou traballo obrigatorio efectuados será cualificado cunha nota numérica comprendida entre 0 e 10 puntos. o Para asignar a nota numérica correspondente a un traballo, o/a profesor/a terá en conta o grao de desenvolvemento da tarefa, a presentación e o contido da mesma. Cada un deses apartados reportará 3 puntos da nota. O punto restante dependerá da autonomía no traballo amosada polo/a alumno/a e do seu comportamento. o Cando na execución das tarefas prácticas, un/unha alumno/a non respecte as normas de traballo, impedindo o normal desenvolvemento das clases, será enviado á Aula de Convivencia, onde deberá ler textos relacionados coa Informática e resolver algunha actividade sobre os mesmos. o Se un/unha alumno/a acumula 6 incumprimentos de normas, abandonará o traballo cos ordenadores e realizará unha proba escrita que será avaliada. Ademais, seranlle aplicadas as sancións correspondentes á súa conduta dispostas no RRI do centro.

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o A nota numérica dun/dunha alumno/a nunha avaliación será o resultado da media aritmética das puntuacións por el/a obtidas en todas as probas (exames e traballos) realizadas dende o principio de curso. o Durante o curso efectuaranse numerosas prácticas destinadas a afianzar os coñecementos que se vaian introducindo e a mellorar o manexo das ferramentas que se vaian estudando. Todas estas prácticas (non consideradas como traballos obrigatorios) serán revisadas polo/a profesor/a, de xeito que a súa correcta realización podería supoñer un incremento de ata 0’5 puntos na nota dun/dunha estudante na avaliación final de Xuño. o As actitudes serán valoradas tamén en base ás observacións realizadas polo/a profesor/a durante as clases e ao rexistro das incidencias que nela teñan lugar. Unha valoración negativa das actitudes dun/dunha alumno/a podería dar lugar á diminución da súa nota global en 0’25 puntos. o Todo/a alumno/a que suspenda a optativa de Informática de 4º ESO na avaliación Final Ordinaria de Xuño terá dereito a realizar unha proba extraordinaria en Setembro, na data que determine a Dirección do centro. Esta proba versará sobre os contidos mínimos establecidos por este Departamento para dito optativa.

5.8.

MEDIDAS DE ATENCIÓN Á DIVERSIDADE

Todo o alumnado matriculado no segundo curso do Programa de Diversificación Curricular de dous anos existente no noso centro cursará a materia de Informática, coincidindo nas clases cos/as seus/súas compañeiros/as do Grupo de Referencia, para os/as cales esta disciplina si ten carácter optativo. Dadas as características propias dos/as estudantes de PDC (heteroxeneidade, distintos ritmos de aprendizaxe, descoñecemento de certos contidos e/ou estratexias básicas, baixa autoestima) procurarase que as actividades propostas estean adaptadas ás súas necesidades educativas, non dando por suposto que todos/as os/as presentes na aula coñecen determinados conceptos ou ferramentas, e repetindo as explicacións e os pasos a seguir no desenvolvemento dunha tarefa tantas veces como sexa preciso. Ademais, incitarase ao alumnado para que ao realizar algún traballo en equipo, as dúas persoas que o integren non pertenzan nin ao Grupo de Referencia nin ao Programa de Diversificación Curricular. Deste xeito, será menos probable que existan excesivas diferenzas no ritmo de execución das prácticas ou tarefas programadas, polo que ninguén sentirá que vai retrasado con respecto ao resto do grupo.

5.9.

TRATAMENTO DO FOMENTO DA LECTURA

Todas as semanas dedicarase algún tempo durante as clases á lectura e comentario de noticias de actualidade relacionadas cos avances tecnolóxicos, as cales serán tomadas da prensa diaria, ou ben, da Internet.

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6. CRITERIOS PARA AVALIAR A PROGRAMACIÓN DIDÁCTICA A Programación Didáctica do Departamento de Matemáticas está concibida como un instrumento onde a peza fundamental é o alumnado: cara a el van dirixidas as metodoloxías, estratexias, obxectivos, contidos, plans de reforzo, etc. Este documento elabórase co afán de continuidade, revisándoa e cumprimentándoa cada curso académico para modificar, se fose preciso, todos aqueles aspectos susceptibles de ser mellorados. Para avaliar a Programación Didáctica analizaranse diversos criterios, referentes tanto ao proceso educativo como á práctica docente. Entre eles cabe destacar os seguintes: 1. 2. 3. 4. 5. 6. 7.

Adecuación dos contidos programados e da metodoloxía empregada para alcanzar os obxectivos propostos. Utilización axeitada dos recursos humanos e materiais. Desenvolvemento real do currículo (adecuación da secuenciación e temporalización dos contidos, así como da planificación de tarefas). Progreso do alumnado en relación á consecución dos obxectivos programados. Opinión do alumnado e grao de colaboración das familias para lograr un avance no proceso de aprendizaxe. Organización e coordinación do Departamento. Ambiente de traballo e implicación dos/as membros do Departamento.

7. PUBLICIDADE DA CRITERIOS PARA AVALIAR A PROGRAMACIÓN DIDÁCTICA A presente Programación Didáctica estará á disposición de toda a comunidade educativa na Xefatura de Estudos e na páxina web do centro, http://www.edu.xunta.es/centros/iesbarro/. Ademais, tanto os criterios de cualificación como o programa de traballo para recuperar áreas pendentes de cursos anteriores serán convenientemente difundidos entre todos/as os/as alumnos/as, expoñendo unha copia dos mesmos nos taboleiros das aulas. Tamén se informará aos/ás titores/as sobre estes dous puntos concretos da Programación, pedindo a súa colaboración para que os transmitan aos/ás pais/nais do alumnado.

IES de Barro Criterios para Avaliar a Programación Didáctica

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Lida esta programación polos/as membros do Departamento de Matemáticas, estes/as proceden a asinala, amosando así a súa conformidade coa mesma:

X Mª ANTONIA MARTÍNEZ CEDEIRA

X MIGUEL PÉREZ CARAMÉS

X Mª ISABEL LÓPEZ BARREDO Xefa do Departamento de Matemáticas

Barro, a 16 de Setembro de 2011

IES de Barro Publicidade da Criterios para Avaliar a Programación Didáctica

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Programación Didáctica do Departamento de Matemáticas (curso 2011/2012)  

Programación Didáctica del Departamento de Matemáticas del IES de Barro para el curso académico 2011/2012

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