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AGRUPAMENTO DE ESCOLAS PADRE ANTÓNIO DE OLIVEIRA MARTINS —

LAGOA

Nº11 Nº11— — DEZEMBRO, 20 2011 11

EDITORIAL

Notícias do agrupamento: APRENDER É CRESCER: Nós e a Natureza Nós e o Mundo Asas da Criatividade Repórter de Serviço Cantinho das Bibliotecas “RELAXÓDROMO”: O Português é divertido! Deutsch ist lustig! English is fun! El español es espetacular! O que é, o que é? Gargalhada... Sem comentários! Sabias que... Culinária? É comigo! A minha opinião conta... “À La minute”...

Olá, pessoal! De regresso para mais uma aventura, temos histó-

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rias antigas, mas sempre a tempo de serem partilhadas. Chegados ao segundo período, é importante fazer um balanço dos dias passados e melhorar naquilo que correu menos bem. Ainda haverá muito por dizer... Aproveitem bem esta edição e, de preferência, rapidamente, porque, em breve, sairá outra repleta de novidades, para os mais curiosos, e ou de lembranças, para os mais esquecidos… Nós por cá, continuamos a empenhar-nos para vos informar, formar e divertir. Até lá, caros leitores, vivam cada momento como se não houvesse outro, porque se deixarmos para depois o que podemos fazer agora, talvez não tenhamos as mesmas oportunidades!

A EQUIPA DO JORNALECO

ENTRE OUTRAS NOTÍCIAS, DESTACAM-SE... A biblioteca com emorou (pág.16)

Espanha aqui ao lado (pág.

4)

JÁ QUE ESTÁ AQUI, VISITE OS BLOGUES DA BE/CRE

Culinária

(pág.31)

A arte de navegar (pág. 11)

FICHA

TÉCNICA

Nº11—2011/12

Montagem/grafismo: Prof(s) Lívia Ferreira, Júlia Correia e Arlene Santos Tratamento de imagem: Prof. Lívia Ferreira. Tratamento de texto: Prof(s) Júlia Correia e Arlene Santos Publicação: Prof. Isabel Rosa (Blogues) e David Miranda

SEDE: ES/3º Ciclo Padre António Martins de Oliveira Escola EB 2/3 Jacinto Correia Escola EB 1 de Carvoeiro Escola EB1/JI de Lagoa AGRUPAMENTO ESPAMOL Escola EB1/JI de Porches Jardim de Infância de Carvoei-

(Site) Apoios:

BE/CRE (Prof. Isabel Rosa), Teresa Adão

(reprografia), Serviços Administrativos e Órgão Executivo. Agradecimentos a todos os que contribuem para a edição do nosso “Jornaleco”.


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Estes trabalhos foram realizados pelos alunos da turma A do 6º ano, na disciplina de História e Geografia de Portugal, quando foi estudado o tema “ A União Ibérica” O objetivo é mostrar que, no dia 1 de Dezembro, comemoramos a Restauração da nossa Independência, mas também podemos aproveitar essa data para conhecer a riqueza do património de Espanha e partilhar convosco o que aprendemos. Regiões de Espanha A Espanha é uma monarquia constitucional, localizada no sudoeste da Europa. O estado espanhol, que ocupa 85% da Península Ibérica, inclui também os arquipélagos das Baleares, no Mar Mediterrâneo, as ilhas Canárias, no Oceano Atlântico e Ceuta e Melilla, no norte de África.

A língua Espanhola

Cuba Equador

Atualmente, 329 milhões de pessoas falam espanhol como primeira língua. É a segunda língua mais falada no mundo, a seguir ao mandarim. Entre os séculos XV e XIX, com a expansão do império espanhol, o idioma foi levado especialmente para o continente americano. A língua espanhola é a língua oficial nos seguintes países:

Espanha El Salvador Guatemala Guiné Equatorial Honduras México Nicarágua Panamá Paraguai

Argentina

Peru

Bolívia

Porto Rico

Chile

República Dominicana

Colômbia Costa Rica

As Principais cidades de Espanha MADRID A cidade de Madrid é a capital de Espanha. O total de pessoas que aí habita é de aproximadamente 3 250 000. É uma cidade muito visitada principalmente no outono e na primavera. As suas temperaturas são baixas no

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inverno e há alguma precipitação no verão; as temperaturas são muito elevadas, podendo chegar a ultrapassar os 40 graus. A cidade foi edificada junto às margens do rio Manzanares, no centro do país.

A cidade é realmente encantadora, BARCELONA está cheia de igrejas fantásticas, de convenBarcelona é a capital da comunida- tos maravilhosos, de muitos monumentos e de autónoma da Catalunha, situada no nor- todo o tipo de edifícios de estilo árabe. deste de Espanha. É a segunda maior cidade de Espanha, a seguir a Madrid, com cerca de Folclore de Espanha 1 621 537 habitantes. Localiza-se a 160 quilómetros a sul O folclore é constituído das montanhas dos Pirenéus. pelos usos e tradições As temperaturas são boas e agrapopulares, transmitidos de dáveis no inverno e há muito calor no verão. geração em geração. Todos Barcelona foi sempre uma cidade os povos possuem tradimuito industrializada. ções, crendices e superstições. Estas estão vivas em lendas, contos, SEVILHA provérbios canções, danças, artesanato, jogos, religiosidade, brincadeiras infantis, mitos, idiomas, dialetos característicos, adivinhações, festas, e outras actividades culturais. O folclore de Espanha tem muitas Sevilha é a quarta maior cidade de modalidades de danças. Uma delas é o FlaEspanha. menco que é uma técnica requintada de É uma das mais importantes cida- música e de dança. des da Andaluzia. Fazem também parte desta As Sevilhanas são uma música muito alegre província, as cidades de Granada e de Mála- e leve, cantada e escrita em Sevilha, a dança é muito parecida com o flamenco. ga.

Dois dos produtos mais apreciados são o vinho e o presunto. Internacionalmente, a paella é o prato mais conhecido.

Embora a culinária espanhola difira de região para região, utiliza-se produtos e modos de confecção semelhantes, como abaixo ilustrado. Refogado com azeite, cebola, alho, tomate e ervas aromáticas.

As leguminosas (grão de bico, lentilhas e feijão) e as sopas (de leguminosas e legumes) são também característicos da culinária espanhola, bem como de toda a península Ibérica. Concluindo, a gastronomia espanhola é muito parecida com a culinária tradicional portuguesa e ambas se baseiam na gastronomia mediterrânica. Gastronomia Espanhola Verifique a receita na nossa sessão sobre culinária: “Culinária?É comigo!”

Tem mais de 3000 anos de história. É muito visitada por turistas devido ao seu A Culinária rico patriA culinária espanhola é parte da mónio hisculinária mediterrânea, embora com caractetórico. rísticas próprias. A cozinha espanhola utiliza muito azeite, especiarias variadas e muitos vegetais. Trabalho realizado por: Daniel Santos, nº7; Marta Lamim, nº 12; Tatiana Trindade, nº19; Sofia P. nº16; Sofia Araújo Bravo, nº 17; Ricardo Augusto, nº15 e Sofia P. nº16 do 6ºA.

Nós e o mundo

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Alcalar – 5000 Anos de História No dia 22 de Novembro fomos a uma visita de estudo ao museu de Portimão. Eu gostei do passeio a Portimão, porque vimos muitas coisas e gostei de fazer o desenho da coruja. Gostei de ver as gaivotas no rio a voarem atrás do barco de pesca que estava a

Propulsor: objecto de arremesso para atirar as lanças mais longe

chegar ao cais; os instrumentos no museu, como o machado, as flechas, os seixos quebra-

Ao trabalho...

dos e todos os objectos feitos de pedra, osso ou marfim. Gostei de ver como o homem primitivo fazia o fogo e também o filme sobre Alcalar e os animais pintados nas paredes das grutas, para terem sorte nas caçadas. Gostei de ver o senhor do museu a tocar a flauta, com o búzio e as conchas. Durante a viagem de autocarro, gostei de ver o Continente onde a minha madrinha trabalha e de passar pela casa dela.

Pedra de pirite, servia para fazer o fogo, pontas de lança e outros objectos cortantes.

s fin Trab alho

ais, feitos

os . pelos alun

Queijeira e outros objectos de cerâmica.

Ana Lúcia Nº3 7º G

co alcolíti íod o c va, per a 2500 a. C.) ti le o c 0 ura — 300 (s epult Tholos

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No dia 6 de Dezembro as turmas B, C, D e E do 8ºano de escolaridade, da Escola E.B. 2/3 Jacinto Correia, assistiram à peça de teatro “ Nem Muito Simples Nem Demasiado Complicado”, no âmbito do Projeto de Educação Sexual. Nem Muito Simples, Nem Demasiado Complicado é um espetáculo de Teatro Debate constituído por um prólogo e sete cenas com diferentes problemáticas ao nível dos relacionamentos e sexualidade, tendo sido apresentado na escola como consequência de uma candidatura ao projeto “Cuida-te” do IPJ. Alguns alunos foram convidados a debater e a apresentar as suas ideias, assumindo o papel de atores…

Agradecemos a toda à equipa de teatro da Usina e a todos nossos alunos que es tiv eram bastante particip ati vos e intervenientes !

Estiveram em exposição, no átrio da escola E.B. 2/3 Jacinto Correia, os logótipos do PES e GAIA, elaborados ainda no ano letivo 2010/2011 em articulação com a disciplina de Educação Visual. De todos os trabalhos realizados foram selecionados, para representar os logótipos do PES e do GAIA:

O Subdepartamento do Grupo 510-520 vai dinamizar ao longo do ano letivo a atividade “O problema do mês”. Trata-se de uma atividade lúdica que aplica conhecimentos transdisciplinares na área das ciências, quer sejam exatas ou experimentais, e tem como objetivo incentivar e desenvolver o raciocínio lógico-dedutivo, a expressão escrita e aprofundar o conhecimento científico. Destina-se a todos os alunos do

Nós e a Natureza

os A Coordenador

a da Educação par a a Saúde.

Agradecemos desde já a dedicação dos nossos alunos e a colaboração do docente Jorge Guerreiro de Educação Visual.

3º Ciclo e Secundário do Agrupamento de Escolas Padre António Martins de Oliveira. As respostas são colocadas nas caixas de respostas destinada para o efeito, localizada no interior das BE/CRE até ao dia 25 de cada mês. Participa…

Revela o cientista que há em ti!

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Hoje vou contar uma história um pouco esquisita, mas interessante. No dia 20 de Dezembro o Pai natal estava muito ocupado a ler as cartas das crianças. Uma delas dizia: “Querido Pai Natal, no Natal quero uma Barbie com muitos vestidos bonitos e brilhantes e, como não podes gastar muito dinheiro, por causa da crise, só te peço mais um Ken! David”. Quando o Pai Natal leu aquilo ficou chocado e muito indeciso se havia de dar o que o David tinha pedido. Ele pegou noutra carta que dizia: “Quando eu crescer, quero ser Pai Natal, espero bem que me dês o que eu quero! Margarida”. No Dia de Natal o Pai Natal deu uma Barbie ao David e deu a sua farda à Margarida. Patrícia Pincho, nº 22, 5ºC

No início de mais um ano escolar, foram postos aos alunos novos desafios. Os alunos do 8ºA e 8ºB tiveram que pensar um bocadinho sobre a importância dos descobrimentos portugueses. Numa época de crise..., quase todos colocaram em primeiro lugar os benefícios económicos, mas a Liliana Caldeira, do 8º A, preferiu despertar os colegas para outros aspetos. Segundo ela:

“Os descobrimentos portugueses foram importantes, porque naquele tempo, em toda a Europa, o resto do mundo era desconhecido. Portugal foi o primeiro país europeu a aventurar-se por esse mundo fora e os portugueses conseguiram passar o Cabo da Boa Esperança, chegar à Índia e ao Brasil. Assim, os portugueses permitiram que a Europa conhecesse o resto do mundo. Além disso, ficou com colónias, que muitos..., muitos anos mais tarde, tornaram-se independentes, mas ficaram com O Português como língua oficial.” (Liliana)

Vasco da Gama

Caravela Latina A caravela latina foi utilizada pelos navegadores portugueses, desde meados do século XV até princípios do século XVIII. A caravela de "Quatrocentos" era robusta e veloz, tinha entre 20 e 30 metros de comprimento, cerca de 50 tonéis de porte e envergava um pano latino triangular em dois ou três mastros. Foi com este tipo de caravela que Vasco da Gama, descobriu o Caminho Marítimo para a Índia.

É verdade..., e hoje o português é a sexta língua mais falada no Mundo, tudo graças aos navegadores portugueses, dos séculos XV e XVI!...

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Asas da Criatividade

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DEZEMBRO 2011 Tchau, Mayssa! A aluna do 7º G, Mayssa, despediu-se dos seus colegas e amigos. A Mayssa partiu para o Brasil, mas ficou nos corações dos professores e colegas. Ficam aqui as fotos da sua festa de despedida. Beijinhos e muita sorte! 7º G

No dia 16 de Outubro, «Dia Mun-

tantas tentativas, o pai acaba por fazer uma

dial da Alimentação», os meninos do Ensino

tradicional sopa de legumes, verde como é

Pré-Escolar e as dos primeiros anos do 1º

habitual, o que se revelará, de acordo com a

CEB desenvolveram trabalhos sobre o livro

imagem final do livro, a solução para todos

«A Sopa Verde», com texto e ilustrações de

os problemas.

Chico, numa edição da AMBAR.

A história “A sopa verde” Um pequeno porquinho vai ao médico que lhe receita, como forma de recuperar força e energias, uma sopa. Ao chegar a casa o porquinho vê uma sopa verde na panela e diz que não a come. Então exige estranhas e coloridas sopas alternativas, feitas de ingredientes originais, como é o caso das laranjas, dos morangos ou do chocolate. Nada feito! As sopas realizadas pelo pai de acordo com as exigências do filho revelam-se todas intragáveis. Cansado de

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A festa do Halloween foi vivida no Agrupamento com várias actividades promovidas por bibliotecas, professores e alunos. Viva a imaginação!

Asas da Criatividade

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DEZEMBRO 2011 Um problema da es

Espero que se reso lva um problema da es cola que é o bullying.

A amizade

Gonçalo Correia, nº8, 6ºA

a boa Amizade é uma cois utimos, Mesmo quando disc pre. A amizade volta sem A amizade é quando brincam, Há dois amigos que ersam. Que riem, que conv á realidade O bullying é uma m praticar, Que ningué m devia inar. E tão difícil de dom

Natal No Natal pela man hã As prendas vou ab rir Com caras contente s Vou-me divertir

Peru ou bacalhau No Natal é tradição Vinho para acompa nhar A nossa refeição

, 6ªA, Daniel Santos, nº7

Outono Outono chegou, Verão acabou, Casacos a vestir, Folhas a cair, Cachecóis a enrolar, E o frio a soprar.

Depois vem o ano novo A contagem vou fa zer, Para ver os foguetes E divertir-me a vale r! Susana Paula Silva, nº1

nº Tatiana Trindade,

8, 6ºA

19, 6ºA

Hora da brincadeir a!!!

Hoje é um dia, Amanhã é outro, Cheio de alegria E de fantasia, Com muitos Abraços para dar E muito tempo Para estudar.

Porque é que a sire ne dos bombeiros toca? R: Para assustar o fogo. Porque é que o elef ante não tem computador? R: Porque tem med o de ratos. Sofia Bravo, nº17,

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cola

6ºA Ale xandre Correia,

nº1, 6ºA

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Com a expansão dos séculos XV e XVI, novas rotas comerciais passaram a cruzar os oceanos e a ligar os vários continentes. Por essas rotas, circulava o melhor da riqueza mundial, como se pode observar neste trabalho realizado pela turma 8ºC da Escola EB 2,3 Jacinto Correia – Lagoa

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Nas semanas de 7 a 18 de Novembro, no átrio da escola Jacinto Correia, esteve presente uma exposição dedicada aos descobrimentos portugueses, tendo como tema “A arte de navegar, nos séculos XVXVI”. No âmbito da disciplina de História, os alunos das turmas do oitavo ano deram asas à imaginação e apresentaram bonitos e variados trabalhos. O Jornaleco destaca algumas imagens da exposição e um texto elaborado pela aluna do 8º A, Catarina Vitorino.

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Astrolábio

Balestilha

Carta de Marear

Bússola

Sua Majestade, Deixai-me humildemente contar-vos o estado da viagem ao Brasil. Como vós sabeis, eu e a minha tripulação partimos nesta aventura com o objectiv o de chegar às grandes riquezas do Brasil, e aí fazer comérci o. A nossa caravela transp orta uma grande quantid ade de mercadorias e homens, ce rca de uns trinta. Exist em mais cinco caravelas além da nossa , cada uma transportan do o mesmo número de homens e ma ntimentos. Houve uma tempestade e uma das caravelas afu ndou-se, restando apen as aquelas que eu referenciei anterior mente. Só conseguimos salvar cinco homens. Temos andado a navega r à bolina devido aos ven tos contrários. Já estamos com bo m tempo, mas as corre ntes são traiçoeiras. Ainda bem qu e, para nos orientarmo s, temos a bússola, o astrolábio, a ba lestilha e o quadrante. Iremos continuar a sudeste, rumo ao Brasil. Na última viagem, mu itos dos nossos homens morreram de escorbuto [uma doença causada pela falta de vit amina A]. A nossa alimentação é de ficiente, não conseguim os conservar as frutas e então elas ac abam por apodrecer. Re sta -nos apenas pescar e conservar os restos em sal. Iremos levar pelo meno s algumas semanas até chegarmos ao Brasil. Lá iremos nego ciar escravos, metais co mo o ouro ou bronze, madeiras e o qu e mais que os mercado res possuírem em troca de dinheiro ou das nossas mercadoria s. Até agora não avistám os o grande monstro Ad amastor. Nunca ninguém o viu, mas conta -se que ele engo le os barcos e toda a tripulação. É po r isso que a maior parte dos barcos que vão para alto mar nunca mais voltam. O padre está neste mome nto no convés, a celebrar a missa. A tripulação (constituída por marinheiros e ajuda ntes que tratam dos doentes ou fer idos) está a sair do porão para ir ouvi -lo. Espero ter esclarecido Vossa Majestade quan to ao estado da nossa viagem. Guardou a carta na gave ta da secretária e subiu ao convés… Catarina Vit orino, 8ºA

Na biblioteca da escola Jacinto Correia vai fic tua disposição uma bonit ar à a história inventada pe lo Pedro e o Rafael do 8º B. Não pe rcas!

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Inquirimos 102 pessoas, funcionários e alunos dos 7º e 8º anos da Escola Jacinto Correia, às quais perguntamos a idade, se fumavam, porquê, e se sim, desde quando. Das 102 pessoas: 12 fumam, ou seja, 11%; 90 pessoas não fumam, ou seja, 89%.

Dos 7 funcionários inquiridos, todos fumam, ou seja, 100%; dos 95 alunos inquiridos: 5 fumam, ou seja, 5% do total. Queremos apresentar-vos agora as resposta das 12 pessoas que responderam sim. Sexo Idade

Motivos

Porque fuma? Desde quando?

M

44

Porque apetece, desde os 20 anos

F

14

Porque sim, desde os 12 anos

M

53

Porque tenho vício

F

15

Por causa dos nervos, desde o 7º ano

Nº de Pessoas 12

Fuma ? Não

Porque não.

45

Não

Faz mal à saúde.

8

Sim

Sim, porque gosto.

M

14

Para entreter, há um ano atrás

2

Sim

É viciado.

F

52

Gosto, há 30 anos

1

Sim

Para entreter.

1

Sim

Por causa dos nervos.

F

60

Gosto, há 5 anos

2

Não

Os pais não deixam.

M

14

Gosto, há 5 anos

6

Não

Já fumou.

4

Não

Não quer.

F

37

É viciada, há 17 anos

2

Não

Não pode.

M

44

É um prazer, há 20 anos

2

Não

Não apetece.

1

Não

Cheira mal.

F

13

Adora, há 2 anos

1

Não

Porque prefere ter uma batata frita na boca.

M

38

Gosta, há 10 anos

1

Não

Não tem sabor.

1

Não

Não vale a pena.

12

Não

Não gosta.

Autoria: Stefan Sequeira Ricardo Belbute do 6ºE

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No dia 29 de Novembro na biblioteca da Espamol realizou-se mais uma sessão de escrita criativa, que contou com a participação de alunos do 9º e 10º anos. Podes ver os resultados desta atividade em:

http://mundot eca-lagoa. blogspot.com/2011/12/ resultados-da-oficina-de-escrita.html

“Sinto a brisa fria deste estranho lugar, enquanto o sinto, penso na vontade que tenho de o explorar, nunca lhe toquei, nunca o senti , pois tudo não passou de um sonho que em breve esqueci e não voltei a lembrar. Sei que era calmo, não perguntem porquê pois como poderia explicar algo que não se sabe o que é… são memórias… são o quê? São fruto do coração, pensamento que não se vê.” Igor

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Trabalho dos alunos que recebem apoio na Biblioteca!

Nos livros descobrem-se sempre coisas interessantes. Sabias que: as vitaminas e os sais minerais ajudam o teu organismo a funcionar bem e a aproveitar todos os restantes nutrientes? No século VII, os árabes divulgaram a cana de açúcar nos países do Mediterrâneo?

Cantinho das Bibliotecas

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Com den tes deste tamanho , não sei p or que vo u à mesa todo boca : do que ap tomam d a n h o , e mim co m certez a. O que so u?

Cantinho das Bibliotecas

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Muitas actividades, um mundo para descobrir. Visita a tua biblioteca e colabora nas suas actividades!

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Implantação da República No dia 5 de Outubro, comemorou-se mais uma vez a data da Implantação da República em Portugal! Na passagem do centenário desta data histórica (1910 – 2010), foi importante ver na nossa biblioteca os trabalhos realizados pelo 7º G na disciplina de Mundo Atual.

Como se escrevia antes da reforma ortográfica de 1911: Críticas à Reforma Ortográfica de 1911

Fernando Pessoa:

Tal como hoje criticamos o acordo ortográfico,

Não tenho sentimento nenhum politico ou social.

também em 1911 escritores portugueses famosos

Tenho, porém, num sentido, um alto sentimento

insurgiram-se contra as mudanças então regis-

patriotico. Minha patria é a lingua portugueza.

tadas.

Nada me pesaria que invadissem ou tomassem

Teixeira de Pascoaes:

Portugal, desde que não me incommodassem

Na palavra lagryma, (...) a forma da y é lacrymal;

pessoalmente, Mas odeio, com odio verdadeiro,

estabelece (...) a harmonia entre a sua expres-

com o unico odio que sinto, não quem escreve

são graphica ou plastica e a sua expressão

mal portuguez, não quem não sabe syntaxe, não

psychologica; substituindo-lhe o y pelo i é offen-

quem escreve em orthographia simplificada,

der as regras da Esthetica. Na palavra abysmo,

mas a pagina mal escripta, como pessoa pro-

é a forma do y que lhe dá profundidade, escuri-

pria, a syntaxe errada, como gente em que se

dão, mysterio... Escrevel-a com i latino é fechar

bata, a orthographia sem ipsilon, como escarro

a boca do abysmo, é transformal-o numa super-

directo que me enoja independentemente de

ficie banal.

quem o cuspisse.

Cantinho das Bibliotecas

Caricaturas dos nossos três últimos Presidentes da República:

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O Dia Mundial da Música foi instituído em 1975 com o patrocínio da UNESCO, com o objectivo de promover os valores da paz e da amizade através da música. A nossa biblioteca lembrou esta data com uma exposição alusiva a vários tipos de música e a várias épocas. Cada música traz-nos à memória tempos vividos, lembranças, emoções: Pobre Velha Música! Não sei por que agrado, Enche-se de lágrimas Meu olhar parado. Recordo outro ouvir-te, Não sei se te ouvi Nessa minha infância Que me lembra em ti. Com que ânsia tão raiva Quero aquele outrora! E eu era feliz? Não sei: Fui-o outrora agora. Fernando Pessoa, in "Cancioneiro"

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Semana Egípcia Na biblioteca da escola Jacinto Correia, os alunos pesquisaram sobre a civilização egípcia e começaram a elaborar os seus trabalhos. Muitos tiveram que os concluir em casa, pois o seu tempo livre na escola era pouco. Alguns contaram com a ajuda dos seus encarregados de educação. O resultado final foi uma exposição muito

bonita, que decorreu na biblioteca, no final do mês de Novembro e envolveu os professores de História do 3º Ciclo e todos os alunos do 7º Ano.

O Clube de Rádio associou-se à Semana Egípcia, divulgando música, uma entrevista a um "embalsamador egípcio" e veio também à biblioteca mostrar instrumentos, música e dança egípcia.

Cantinho das Bibliotecas

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A professora Ondina veio, à biblioteca da EB1 de Lagoa, contar mais umas histórias.

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Alunos do 4º Ano e Jardim de Infância E.B. 1/JI de Lagoa Professora Marisa Carvalho

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Cantinho das Bibliotecas CAPA

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Procura as palavras neste quadro confuso.

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Relax贸dromo... CAPA

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Sou filho de

efe! Sou a mãe ch

oro u vivo, dev to s e to n a M al Enqu passagem. a h in m à tudo o. bebo, morr

pais cantan tes, minha m ãe não tem dentes nem nenhum do s meus pare ntes, eu sou calvo e de ro sto alto. O q ue é?

ua, e hora. Foi ág a a d to a a Muda de form o ignora nde v eio, nã o e D . rá se água irá. sabe a onde mas, nunca O que é?

u e, branco o e será, v erd u q , rá e s e O qu convento, r frade sem e s e d o p , amarelo carrapato. quando não

para tomate m u iz d ! O q ue tas-me” - “Toma

o outro

? iegas, nº Vasco V

o? ra o outr a p o ã r a um tub O que diz as -me” lh - “Tubara

23, 5ºC

gas, Vasco Vie nº23, 5ºC

e vinte e uatro sílabas q m te e u q ra Qual é a palav seis letras?

ão? fritas com a m s ta ta a b m e m o Os canibais c ão! nº23, 5ºC o comem a m Vasco Viegas, ir e m ri p , o ã N -

A professora pergunta: - Por que letr a começa “h oje”? O João levan ta o braço: - Por um t, s enho - Tu começas ra professora. “hoje” com u m t? - Então hoje não é terça-f eira?

iAna Catarina es tá a rece r o h n Marreiros, nº e s O . 2, 5º C utor o d , o r n e i b r e c fe r e e p m a u e u o to d s n e a o u ã q N Um guarda-rios zanga-se: lhos s para os o , o g tar-me gota e Hei! O senhor não pode tomar ban r vis to o p ho aqui! e s s e v ti ? r o o d de - Mas eu não estou a tomar ban senh o e s , s le ho. Estou a afogar-me! imp -É muito s - Ah! Bom! Então isso é diferente, do. e d o o d la C peço desculpa Um bom dia par 2, 5º arte a si. arreiros , nº não tinha m Catarina M Ana

Ana Catarina Marreiros, nº2, 5ºC

Relaxódromo...

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ernar para hib elado g la n e o g c n o o c tivos, O sap preserva ho, o que se ivo p t e a a d s v s r m e o s u p e ti de s e lin O pr a espécie dar inteiro. am vário m óleo; forro d r m ti u is x te e is po co Ex cor untado volta a a o do tem racha, e e depois Ao long : papel de seda animal; de bor o de tais com em ervas; tripa !!!! o ar z id embeb dos para reutili a v la e eram stória do skat Mágico A origem do cubo

rados do por nove quad eno objeto forma qu bik, pe Ru o, ö gic Ern Má bo aro O Cu lo húng face, foi criado pe 80 que 19 em as en coloridos em cada ap foi , cada de 70. Porém bo de Rubik, tor na metade da dé ginalmente de Cu ori o ad do am rta ch , po do im o brinque quando foi resto do mundo, ar pelo jogo é coloc nou-se famoso no sto po pro fio sa de O s. bo ido cu Un os do e tad pelos Es no mesma fac os de cor igual lica do todos os quadrad é ainda mais comp e qu , ivo jet ob O s. ça bilipe ha s as no su me do s giran stração no de gerar muita fru mercialico a ou eg do que parece, po ch sa o isso, uma empre itando dosos. Percebend esivos coloridos im um pa cote com ad , 80 os ria colá -los de po um zar, nos an r ue alq uedo. Assim, qu . as peças do brinq que tinha vencido no objeto e fingir te en tem convenien

Relaxódromo... CAPA

Hi

anos 30, quando começa ainda nos A história do skate seus próprios am a montar crianças começar as sob pedas de patins colocad Califórnia "carrinhos" com roda s a. Os surfista da eir ad m ou l eta m s anos 50, ços de objeto no início do o m ra ota ad m també quando o mar método de treino um o m co -o do usan es sem praia. O ondas ou em cidad as bo ia ec er of o nã sidewalk suro, inicialmente, de desporto foi chamad O skateboard, ) ou terra surfing. fing (surf de calçada uito para virar febre. Foi apeou m no entanto, demor o foram criadas as rodas de uretan e qu 73 19 nas em melhorou muie qu swortly, o Na k an Fr no ica er dicais. pelo am u manobras mais ra lito ibi ss po e o çã tra to sua

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Ingredientes: 5 gemas, 4 claras, 140 grs de açúcar, 50 grs de chocolate em pó, ¼ copo de óleo, ¼ copo de água quente, um pouco de baunilha, 120 grs de farinha com fermento, 1 pitada de sal. Preparação: Misturam-se as gemas, o açúcar, o chocolate em pó, o óleo, a baunilha, a água quente, o sal e a farinha. Bate-se bem e juntam-se as claras em castelo. Vai ao forno, temperatura média, em forminhas untadas ou em formas de papel, durante 30 m.

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Ingredientes  Caldo de marisco: 2 cubos  Frango: 1  Carne de porco: 250 g  Pimento vermelho: 1  Pimento verde: 1  Chouriço: 150 g  Camarão: 300 g  Mexilhão: 150 g  Ervilhas: 150 g  Alho: 1 dente  Cebola: 1  Tomate: 4  Azeite: 10 cl  Açafrão: q.b.  Arroz agulha: 400 g  Sal: q.b.  Pimenta: q.b.

Preparação Corte as carnes de frango e de porco em pedaços pequenos. Corte os pimentos em cubos e o chouriço em rodelas. Descasque os camarões em cru. Num tacho, aqueça metade do azeite e frite o frango e a carne. Retire e guarde. Faça o mesmo ao chouriço, aos camarões e ao mexilhão. Utilize o mesmo azeite para refogar a cebola, o alho, os pimentos, os tomates e as ervilhas. Tempere de sal e pimenta, deixe cozinhar uns minutos e reserve. Leve ao lume 1,5 l de água com o caldo de marisco e deixe ferver. Noutro tacho deite a outra metade do azeite. Leve ao lume e junte o arroz, mexendo durante alguns minutos. Junte o açafrão, a água do caldo de marisco e deixe cozer. A meio da cozedura junte os ingredientes que guardou. Rectifique o tempero, tape o tacho, reduza o lume e deixe cozinhar até ficar seco. Decore a gosto e sirva. Sofia P. , nº16, 6ºA

Culinária? É comigo! CAPA

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Foi dito que, a pa

a ar, sem comprar a senh oç alm dia po se o nã o, rtir do dia 18 de Ou tubr zada. mprar senhas foi vandali

co laria, pois a máquina de Acho bem que o bufe

15m e as 15 h, pois nã te feche entre as 12 h e

mer ao bufete em essa hora, possam ir co

na pape-

oas a o acho bem que as pess

vez de ir almoçar.

rticipações. o deviam poder faz er pa nã os an ze do de s no com me E acho que as pessoas não rios pedidos que ainda vá há e qu o dit i fo já los, haja música, mas Gosto que, nos interva

foram realizados. Gosto que haja um lugar na escola chama-se PB

efonar a uma pessoa de se pode pedir para tel

on

se quiser, a esse lugar

X.

E acho muito bem have

uva.

r protecções para a ch

foi feita E para entrar na escola Es ta é a minha opinião.

uma boa solução: o cartã

o!!!

nº19, 5ºC Leonor Nunes Marcos,

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Catarina Afonso, do 6º ano e Josep Algaba, do 8º ano, representaram a nossa escola na Conferência Nacional “Vamos Cuidar de Portugal”, que se realizou em Lisboa.

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Jornaleco  

jornal do agrupamento

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