Page 1

PORTFÓLIO ISABELLA SIMÕES

PORTFOLIO

ISABELLA SIMÕES

Arquitetura e Urbanismo

Arquitetura e Urbanismo

Architecture and Urban Design


CURRÍCULO EDUCAÇÃO 2015.2 - agora

Pontificia Universidade Católica do Rio de Janeiro

2002 - 2014

Andrews // Rio de Janeiro

Arquitetura e Urbanismo

2011- 2013 . 2017 Aliança Francesa // Rio de Janeiro 2006 - 2013

EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL

Isabella Simões Lopes Soares 05/11/1996 Rio de Janeiro, Brasil. bellasimoesls@hotmail.com +5521999650049

Cultura Inglesa // Rio de Janeiro

2017.1

Desenho de Arquitetura III //Monitora//PUC-Rio

2016.2

Projeto I // Monitora // PUC-Rio

2017.2

Projeto III // Monitora // PUC-Rio

CURSOS E CERTIFICADOS 2017 .2

Ateliê de Pesquisa: Inquérito Portugal

2017

The Architectural Imagination // Harvard Online

2016.2

Certificado Acadêmico de Projeto III

IDIOMAS Nativo

Português

Avançado

Inglês // FCE e Toefl Ibt . Nota 90

Intermediário

Francês // B1 Word / PowerPoint AutoCad Photoshop SketchUp InDesign Illustrator V-Ray Render(in) Mac OS

— — — — — — — — —

— — — — — — — — —

— — — — — — — — —

— — — — — — — — —

— — — — — — — — —


ISABELLA SIMÕES 05/11/1996 Arquitetura e Urbanismo PUC Rio de Janeiro Email: bellasimoesls@hotmail.com Rio de Janeiro // Brasil


ÍNDICE: PROJETOS ACADÊMICOS: Perimetral Centro de Artes Corporais Escola Pública Galeria Movimento

CONCURSOS: Vazio Urbano // 30 horas

PESQUISA: Inquérito Portugal


PERIMETRAL 2017.2 Projeto de Revitalização Isabella Simões, Julia Frenk e Julia Pinho


NÃO É LUGAR, É ESPAÇO O cenário é o bairro de Santo Cristo e seus arredores. A área, historicamente, sofreu inúmeras intervenções, que em sua maioria foram ditadas por interesses econômicos. Interesses esses que se sobrepuseram aos sociais, gerando um exemplar de “cidade empresa”, que descaracteriza e desconsidera diversos aspectos sempre que conveniente. A sobreposição de diversos planos e ações descontínuas foram responsáveis por construir esse não-lugar, gerando diversas rupturas na paisagem e levando assim a uma crise identitária. Citando Álvaro Domingues, “Se a paisagem e as suas narrativas e representações são constitutivos poderosos da identidade, que identidade se construirá que não seja própria sensação de perda de identidade?”. Entendemos então a questão da Perimetral como um ponto central nessa discussão. Sua derrubada gerou uma sobra na cidade, um espaço mal compreendido que se perde em seu ontexto.


INTENÇÕES A análise do entorno e da história permitiu que a discussão dos tipos de decisões que seriam tomadas diante do cenário atual do processo que transbordasse para uma questão urbanística que iria se desdobrar no projeto. Então, criamos uma leitura a partir de pontos, linhas e superfícies, que se traduzem no processo projetual e no projeto em si. A partir disso, foi possível observar pontos de destaque do envolvente, com potenciais para criar conexões que geram então eixos/linhas de memória e identidade de um lugar perdido. Essas linhas se intercedem e se conflitam na área de intervenção, se tornando uma maneira de conectar esses fragmentos da paisagem, tentando assim reestabelecer um vínculo com o lugar e retomando a presença das

pessoa. Com isso, essas linhas dão lugar às superfícies para que essas apropriações possam acontecer.

As intervenções partem assim de uma tentativa de conflitos entre pontos, linhas e superfícies que tem como objetivo a mudança, uma tentativa de reverter a ordem realizada ate hoje na região.


A INTERVENÇÃO A partir da leitura destes importantes pontos, traçamos eixos de conexões, como pontes, feito por passarelas metálicas com o intuito de criar novos caminhos e costurar essas potencialidades. Passarelas que ligam pontos, porem não diretamente, sempre criando uma relação de interdependência, principalmente com o viaduto desativado. Por exemplo, no caso da rodoviária o eixo surge de dentro dela própria e se extende ate a perimetral. E essas circulações chegam ate a perimetral, que é principalmente aonde acontece o programa do projeto.


O PROGRAMA Ao percebermos esse grande esvaziamento do bairro, se tornando praticamente um bairro fantasma que não possui ligações entre suas partes vimos uma grande necessidade de criar um programa que atraísse movimento e vida para aquele local. Com isso, notamos que grande parte dos pontos de movimento do bairro surge por consequência da presença de comércios, e que esses comercias tem diminuído com as novas obras urbanas do local. Logo, identificamos que esta atividade seria a melhor opção como forma de atração de pessoas. Seria então como um mercado de bairro suspenso onde poderiam acontecer diversos tipos de serviços, tanto para moradores da região como para o público da rodoviária. Por se caracterizar como um lugar de ir e vir, sem criar, necessariamente, ligações afetivas, nos perguntamos, qual o tempo desse lugar? Quais são suas dinâmicas? Acreditamos que o programa deva refletir essas incertezas, estando aberto ao desconhecido. Com isso, não o entendemos como algo rígido e estático, e sim totalmente passível de mudança e adaptações, aberto à livre interpretações e às imprevisibilidades da vida cotidiana.


Esse mercado acontece principalmente no momento em que as linhas das circulações tocam a superfície da perimetral, como uma redução da escala 6/6m das pontes que seria quase uma escala da cidade pelas ligações que ela permite, para uma escala mais humana de 3/3m que seria onde esse programa se expande em modelos que permitem uma grande autonomia para os vendedores. Mas que também podem ser rompidos para uma liberdade ainda maior para fora desses modelos onde a liberdade é total.

Entendemos então esse espaço como um conjunto de fragmentos congelados no seu próprio tempo, que não conversam entre si, em um eterno presente, sem passado nem futuro, condicionados a um jogo de futuros abandonados. E é a partir dessa leitura que buscamos como agir. Tentamos então estabelecer relações com as estruturas construídas, em sua maioria obsoletas e abandonadas, busca do explorar as possibilidades destes artefatos. Buscamos explorar as potencialidades de se habitar essas estruturas


“A ponte se estende lépida e forte sobre o rio. Ela não junta as margens que já existem, as margens é que surgem como margens somente porque a ponte cruza o rio. É a ponte propriamente dita que faz com que as margens fiquem uma defronte da outra. É pela ponte que um lado se opõe ao outro. Tampouco as margens correm ao longo do rio como faixas de fronteira indiferentes da terra firme. Com as margens, a ponte leva o rio as duas extensões da paisagem que se encontram atrás delas. Põe o rio, as margens e a terra numa vizinhança recíproca. A ponte junta a terra, como paisagem em torno do rio.”

Martin Heidegger


CENTRO DE ARTES CORPORAIS Isabella Simões and Julia Pinho Projeto do Espaço Coletivo 2017.1 Cinelândia . Rio de Janeiro

Vemos nosso projeto como uma confluência dos centros de artes que já existem nos arredores da construção, que está localizada no centro do Rio de Janeiro. Seria o centro de integração dos artistas de diferentes tipos, um lugar de novas conexões. Assim, o projeto seria um espaço colaborativo, onde workshops, reuniões, eventos, cursos gratuitos e espaços para alugar poderiam acontecer. Devido a isso, pensamos em dois tipos básicos de espaço, os mais particulares - com um acesso mais controlado onde essas atividades ocorrem - e os espaços públicos - sem programa e gratuito, destinados a promover interações entre os artistas e o público em geral , abriu e conectouse com a cidade. Estes espaços livres se expandem em três momentos do prédio, no piso térreo, no centro - quando passa o auge do Teatro Municipal - e no terraço, formando um grande piso livre onde essa integração pode ser aumentada.


Compreendendo o prédio como um ponto de encontro cultural, o piso térreo foi pensado como um centro de aglomeração e eventos, que se expande vertical e horizontalmente - para a rua. Portanto, é criada uma estrutura que é uma subdivisão da estrutura do edifício, que sai do solo e serve de mobiliário urbano formando um campo cujo centro seria o piso térreo do projeto. Essas estruturas vermelhas servem como pontos de referência que conectam a Cinelandia e o Largo da Carioca - vistas culturais e políticas da cidade - ao nosso piso térreo, e mais tarde do térreo até o comprimento do edifício, através de uma circulação da mesma cor. Os pontos de referência marcam a presença do público e a conexão com a rua, trazendo as pessoas às áreas públicas dentro do projeto, a circulação é sempre vista de fora, já que seus fechos na fachada são feitos de vidro. Portanto, uma associação entre esses pontos visuais é criada.

A

eze de

0.0

B’

Rua Manuel de Carvalho

o

alh

Carv

A’

Maio

l de

nue

Ma

B

Rua Tr

Rua

N

Ru ze re aT de M eio


Porque acreditamos que o projeto não se limita à terra, buscamos valorizar a presença do pedestre no espaço urbano, com base em um plano urbano de Buenos Aires chamado “prioridade pedestre”, que visa otimizar o espaço público, priorizando o deslocamento e o fortalecimento do uso cultural. Assim, propõe-se remodelar a estrutura da rua, onde o espaço entre a calçada e a rua é eliminado e a calçada é aumentada e requalificada através dos móveis. Acreditamos que esta medida é possível, uma vez que a avenida tem um pouco de fluxo de carros, mas é amplamente utilizada para estacionamento. Com tal intervenção, haverá uma diminuição dos carros, uma vez que eles não poderão mais estacionar, aumentando a presença e a liberdade dos pedestres.


DETALHE DA FACHADA

Painel Multipainel wave Hunter Douglas

Basculante de vidro

Viga metálica perfil “I” Laje de concreto


MODELOS


ESCOLA PÚBLICA DE SANTO CRISTO Projeto do Espaço Coletivo Isabella Simões and Julia Pinho Santo Cristo, Rio de Janeiro

No projeto da escola municipal de Santo Cristo, foi pensado um edifício que permitisse a interação entre os alunos. Assim, pensamos em quatro módulos principais, cada um podendo conter até quatro salas de aula, dividias por divisórias móveis que pudessem ligá-las. Esses módulos são interligados por varandas e terraços que tem vista para o pátio central principal e para outros três outros pátios menores. Com isso, permite diferentes momentos de interação entre os alunos e funcionários. Todos os fechamentos såo feitos por painéis de ripas de madeiras para que a visão e o acesso sejam mais fluidos.


+7.05

+3.6 1.24 Serviço

+0.15

Corte AA’

Escala: 1/250

+7.05

+3.6 +1.24 0.0

Corte BB’

Escala: 1/250

Fachada

Escala: 1/250

Enfermaria


Perspectiva IsomĂŠtrica Explodida Escala: 1/250


GALERIA MOVIMENTO Projeto do Espaço de Trabalho 2016.2 Isabella Simões and Julia Pinho *Projeto com certificado acadêmico

O projeto da galeria e espaço de trabalho tem em vista ocupar um terreno na lapa, no qual possui duas faces que se voltam para distintas ruas. Com isso, há um desejo inicial de atração dos pedestres dessas respectivas ruas para dentro do projeto. Porém descartando uma possibilidade de atravessamento horizontal por dentro do terreno. Sendo assim, foi estabelecido um partido inicial para o prosseguimento do projeto, no qual se baseia na criação de espaços públicos de qualidade, para que haja uma ocupação de pessoas que ali circulam, gerando a atração dos mesmos para a galeria. Com esses espaços gerados há também uma intenção de fomentar os diferentes tiposde arte e de trazer os artistas para dentro desses locais, que funcionariam como uma extensão da rua, como uma espécie de galeria aberta. Ao mesmo tempo os ateliês funcionam como células fechadas para dar privacidade ao artista, mas também possuem a possibilidade de se abrir para o público, uma vez que as superfícies dessas células são esses espaços públicos de convivência, permitindo a interação do artista com as pessoas e com possivelmente outras artes.


Para o funcionamento de tal organismo, foram necessárias estratégias de circulação que permitissem a interação desses espaços, e que de certa forma todos eles interagissem e garantissem sua autonomia (galeria, ateliês, espaços públicos, área administrativa e os estabelecimentos horizontais). Sendo assim, o percurso é colocado de forma vertical, para que haja um percurso em espiral através da superfície do edifício, esse percurso em espiral é gerado pela disposição dos ateliês no terreno. Essa disposição propõe diferentes níveis e experiências, além de uma comunicação visual para quem está dentro da construção, sobre a construção e fora da construção.


Por outro lado, a galeria é o espaço resultante dessa disposição dos ateliês, um espaço negativo, que utiliza dos diferentes pés-direitos originados pelas células, além de suas projeções, como forma de integrar a galeriacomosterraçoseateliês. O acesso da galeria é feito pelo primeiro terraço que dá para a Rua Mem de Sá, passando pelo térreo todo fechado por vidro onde é possível ver através de toda a galeria porém não é possível entrar. Com isso, é necessário subir a escada, onde a pessoa que está no percurso espiral e passar por um espaço onde um dos terraços é tomado pela galeria, convidando a pessoa que está no percurso a entrar e descer para a galeria ou ela poderá continuar seguindo pelos terraços. Neste edifício, há um desejo de criar espaços “desprogramados”, como espaços criativos que permitem uma livre apropriação pelos seus usuários.


VAZIO URBANO Concurso 30 horas Grupo: Isabella Simões, Julia Frenk, Juliana Putterman e Mateus Pires.

Cinco mil imóveis estão abandonados no Rio: 300 deles somente no Centro. Esse vazio urbano poderia solucionar grande parte do déficit habitacional do Rio,que hoje atinge mais de 140 mil famílias. Criamos uma estrutura que se assemelha a um organismo que se extende para além da fachada que mascara o terreno baldio e ao mesmo tempo a permeia, gerando de certa forma uma contaminação. Nessa estrutura modulada se criam espaços com diversas formas de apropriação no intuito de abrigar qualquer transeunte. Isso porque baseando- se em conceitos do futuro primitivo de Sou Fujimoto, a modulação baseada na escala humana atenderia a uma dimensão que proporciona a definição do espaço de acordo com necessidade momentânea. Sendo assim, fazendo e desfazendo usos diversos o ambiente não possui limitações. Dessa maneira, o que se pretende é escancarar o contraste entre esse terreno baldio, que tem um vasto potencial de abrigo, e a estrutura criada, que apresenta de forma concisa e primitiva o ato de acolher. Tal ação fundamentada no intuito provocativo, como se denunciasse o problema. Acreditamos que nenhuma cidade está congelada no tempo, a efemeridade da cidade contemporânea é quase visível. Isso porque a constante adaptação as novas descobertas e as novas formas de uso e inserção do homem no espaço também são transitórias. Sendo assim, como não trazer essa transitoriedade para a arquitetura? Com isso, a estrutura criada pretende ter tal aspecto, uma vez que a modulação e o sistema de encaixes permitiria a construção ser montada e desmontada, fazendo-se e desfazendo-se, se transformando assim em um organismo nômade, podendo se inserir em qualquer área em que o problema do vazio urbano fosse identificado.


SEI QUE HÁ LÉGUAS A NOS SEPARAR TANTO MAR, TANTO MAR SEI TAMBÉM QUANTO É PRECISO, PÁ NAVEGAR, NAVEGAR CHICO BUARQUE, TANTO MAR (1975)


INQUÉRITO PORTUGAL PAISAGEM E TERRITÓRIO

INQUÉRITO PORTUGAL PAISAGEM E TERRITÓRIO

DAU PUC - RIO

Porto

Porto Coimbra

Ateliê de Pesquisa: Projeto Portugal (ARQ 1338) Professores: Ana Luiza Nobre, Antonio Coimbra Sena e Pedro Évora Monitora: Larissa Lima

Lisboa

Alunos: Bruno Bins, Esther Rosas, Gabriela Sad, Ingrid Colares, Isabela Moraes, Isabella Simões, Joana Martins, Júlia Frenk, Luyza de Luca, Matheus Amorim, Pedro Brito e Tomas de Camillis Lisboa facebook.com/InqueritoPortugal

Évora

Évora


DAU PUC - RIO

Os trabalhos aqui apresentados sãoresultados preliminares do ATELIÊ DE PESQUISA: PROJETO PORTUGAL, oferecido como disciplina eletiva a alunos de graduação do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da PUC-Rio em 2017.2. O curso visou desenvolver a capacidade do/a aluno/a para atividades de pesquisa e crítica, com base na análise pormenorizada de 4 obras selecionadas da arquitetura portuguesa contemporânea, do ponto de vista das suas relações com a paisagem e o território: Piscina das Marés (Álvaro Siza Vieira, 1966), Casa das Histórias Paula Rego (Eduardo Souto de Moura, 2009), Museu Farol de Santa Marta (Aires Mateus, 2003-7) e Musealização da Área Arqueológica da Praça Nova do Castelo de São Jorge (João Luis Carrilho da Graça, 2010). A metodologia de pesquisa incluiu, além de levantamento documental, bibliográfico e iconográfico, leitura e discussão de textos teóricos, uma viagem exploratória a Portugal (Porto, Coimbra, Lisboa e Évora), realizada em outubro de 2017, com o objetivo de conhecer, experimentar e registrar alguns de seus processos de territorialização e urbanização recentes, com destaque para os 4 objetos de estudo em foco.


As atividades foram organizadas a partir do mapeamento desenvolvido previamente no âmbito da pesquisa “INQUÉRITO PORTUGAL: ARQUITETURA, PAISAGEM E TERRITÓRIO”, cujo objetivo é atualizar as relações entre Brasil e Portugal no campo da arquitetura e investigar como os dois países tem experimentado os impulsos de “modernização” que acompanharam seus respectivos processos de redemocratização, iniciados nas décadas de 1970-80 (em Portugal com a Revolução dos Cravos, em 1974; e no Brasil com a promulgação da Constituição, em 1988). A maquete em exposição é um projeto coletivo de criação de uma paisagem ficcional que integra, articula e dá a ver as obras em estudo com base na leitura e interpretação das suas relações com a topografia, seus elementos e operações estruturantes. Um território imaginário, pronto a se expandir e transformar pela incorporação de outras obras e camadas de sentido, segundo o curso da pesquisa.


ENTREVISTA Durante a pesquisa também houve uma entrevista com o geógrafo português Álvaro Domingues (fotos ao lado). Os próprios alunos organizaram as perguntas e fizeram a entrevista depois que o geógrafo participou do semiário “Território Expandido: arquitetura e cidade em deslocamento entre Brasil e Portugal” na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, organizado pelos professores Ana Luiza Nobre e João Masao Kamita, onde também participou o arquiteto brasileiro Angelo Bucci. Álvaro Domingues é muito importante no cenário português e em muitas discussões, como o problema da identidade em Portugal e as mudanças na paisagem. Ele acaba de lançar seu novo livro “Volta a Portugal”.


Portfolio Isabella Simoes  

Arquitetura e Urbanismo PUC-Rio

Portfolio Isabella Simoes  

Arquitetura e Urbanismo PUC-Rio

Advertisement