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apresenta

Diรกrio do

Maldito


DiĂĄrio do Maldito DiĂĄrio do Maldito

inspirado na vidainspirado e obra dena PlĂ­nio vidaMarcos e obra de PlĂ­nio Marcos

Criação Criação Figurinos Figurinos Teatro do Concreto Teatro do Concreto o grupo, com consultoria o grupo, com consultor de Cyntia Carla de Cyntia Carla Direção Direção Francis Wilker Francis WilkerFotos Fotos Thiago Sabino Thiago Sabino Assistente de Direção Assistente deAlexandra Direção Martins Alexandra Martins Ivone Oliveira Ivone OliveiraTatiana Reis Tatiana Reis Consultoria Artística Consultoria Artística CenotÊcnica Tiche Vianna Tiche Vianna Lisbeth Rios Dramaturgia Juliana Så

CenotĂŠcnica Lisbeth Rios

Dramaturgia Consultoria corporal Consultoria corporal Juliana SĂĄ Luciana Lara Luciana Lara

Elenco Elenco Consultoria vocal Consultoria vocal Aline Seabra Aline Seabra Daniel Pitanga Daniel Pitanga Alonso Bento Alonso Bento Gislene Macedo Gislene Macedo Celma Ioci Celma Ioci Sônia Prazeres Sônia Prazeres Gleide Firmino Gleide Firmino Jhony Gomantos Jhony Gomantos Revisão de Texto Revisão de Texto Maria Carolina Machado Maria CarolinaAndrÊ Machado Moreira AndrÊ Moreira Micheli Santini Micheli Santini Nei Cirqueira Nei Cirqueira Programação VisualProgramação Visual Rômulo Mendes Rômulo Mendes Olho de Peixe Estúdio Olho de de Design Peixe Estúdio Músicos Daniel Pitanga Janari Coelho Juliana Så Regina Neri

MĂşsicos 3Ç­ÇŞÇĽÇ ÇŻÇŞÂ&#x;ț¨Â&#x;ÂĽ›¤ª¨¼'›Šª› 3Ç­ÇŞÇĽÇ ÇŻÇŞÂ&#x;ț¨Â&#x;ÂĽ›¤ Daniel Pitanga Janari Coelho &ÇœÇ¨ÇŤÇŞ*ǭǜNJÇ&#x;Ç _06 &ÇœÇ¨ÇŤÇŞ*ǭǜNJÇ&#x;Ç _06 Juliana SĂĄ Produção local Produção local Regina Neri Anderson Lima Anderson Lima Assessoria de imprensa Assessoria de imprens Coordenação de Produção Coordenação Renata de Produção Bastos Renata Bastos Ivone Oliveira e Juliana Ivone SĂĄOliveira e Juliana SĂĄ &ǰǤǜÇ?Č•_07 &ǰǤǜÇ?Č•_07 Coordenação de montagem Coordenação Produção de montagem local Produção local e operação de luz e operação deJan luzMoura Jan Moura Assessoria de imprens Zizi Antunes Zizi Antunes Assessoria de imprensa Isa Sousa Isa Sousa Desenho de Luz Desenho de Luz *ÇŞÇ¤Č–ÇŠÇ¤Çœ_*2 *ÇŞÇ¤Č–ÇŠÇ¤Çœ_*2 Marcelo Augusto Marcelo Augusto Produção local Produção local Marci Dornelas Marci Dornelas $PELHQWD΢R&HQRJU ƊFD $PELHQWD΢R&HQRJU ƊFD ƧTMD !NH ƧTMD o grupo, com a colaboração o grupo, com a!NH colaboração Assessoria de imprensa Assessoria de imprens de Isabella Veloso ede Isabella Veloso e Leonardo Cinelli Leonardo Cinelli TĂşlio Moreira TĂşlio Moreira


Este espetáculoEste é espetáculo é dedicado a amizade dedicado e ao a amizade e ao carinho de Josécarinho Perdiz,de José Perdiz, mecanico e amante mecanico e amante das artes. das artes.


Espetรกculo Espetรกculo


lo Diário O espetáculo do Maldito, Diário que do estreou Maldito, que estreou resultado em 2006, de dois é resultado anos dede pesquisa dois anos de pesquisa a e asobre obra de a vida Plínio e aMarcos, obra deum Plínio dos Marcos, um dos poentes maiores da dramaturgia expoentes da nacional, dramaturgia nacional, orou que o tema incorporou da marginalidade o tema dana marginalidade na eira em cena textos brasileira de desconhecida em textos de desconhecida Na sua violência. obra, os Na “marginais” sua obra, são os “marginais” são comoretratados gente “nacomo boca gente de cena”, “na com boca de cena”, com z e adireito voz. A opção a vez eem a voz. falar A da opção em falar da o tornou podre “banda do mundo” podre do mundo” o tornou comoconhecido o “autor como o “autor maldito” maldito” rasileiro, do teatro jargão brasileiro, que nunca jargão o que nunca o u já que incomodou reconhecia já que na vida reconhecia dos na vida dos extensão excluídos de sua a extensão própria vida de sua própria vida prima e apara matéria suasprima histórias parae suas histórias e ns. personagens.

obra de A vida Plínio e aMarcos obra denão Plínio são Marcos o texto não são o texto iárioNƥBH@KCDDiário do Maldito, masdo umMaldito, pretexto mas um pretexto uir, com paraoconstruir, público, um comdiálogo o público, vivoum diálogo vivo mem,sobre a função o homem, da arteaefunção o papel dado arte e o papel do temporâneo. artista contemporâneo.

ulo, o No público espetáculo, é recebido o público em é recebido em de passa um bar a conhecer onde passa diversas a conhecer diversas personagens histórias que e personagens descrevem que a descrevem a ivertida trajetória e comovente divertida deeum comovente Poeta de um Poeta e dedicou que sempre sua obra dedicou à denúncia sua obra à denúncia que, social agora,mas pensa que, emagora, pararpensa de em parar de formados criar. Inconformados com a situação, com seusa situação, seus ns invadem personagens a cenainvadem para cobrá-lo. a cena para cobrá-lo.

tos: Funarte, Agradecimentos: Faculdade Funarte, de Artes Faculdade Dulcina dede Artes Dulcina de o Rocha, Moraes, TeatroNando Ritual,Rocha, Companhia TeatroPessoal, Ritual, Companhia Pessoal, nandes, Fernanda Sérgio Maggio, Fernandes, Rodrigo Sérgio Machado, Maggio, Rodrigo Machado, de teatro, Companhia EstúdioBOlho de teatro, de Peixe, Estúdio Teatro Olho Glauce de Peixe, Teatro Glauce CentroRocha Cultural UFMS, Martim Centro Cererê, Cultural SESCMartim (MT). Cererê, SESC (MT).


Um homem Um homem pela pela movido movido

paixao paixao Paulo Vieira*

Paul

Plínio Marcos foi um Plínio homem Marcos que foiviveu um homem da paixão: queaviveu d paixão pelo teatro, paixão pela cultura pelo teatro, popular, pelapelo cultura povo, popular pela liberdade depela expressão. liberdade E de depaixão expressão. em paixão, E de paixã Plínio foi igualmente Plínio um foihomem igualmente que viveu um homem da que vi compaixão pela miséria compaixão da vida pelahumana, miséria brasileira, da vida humana paulistana. Seus grandes paulistana. textos Seus são grandes como denúncia textos são com da condição subumana da condição em que subumana vive o homem. em que Navive o ho obra do Plínio, é essa obracondição do Plínio,que é essa faz condição com que que faz c suas personagenssuas sejam personagens todo o tempo sejam violentas, todo o tempo v agressivas, fechadas agressivas, num universo fechadas claustrofóbico, num universo claus sem a menor perspectiva sem a menor seja do perspectiva que seja, nem seja do que se de amor, nem de felicidade, de amor, nem nem dede felicidade, dinheiro, nem nem de dinh de nada. Elas são de o que nada. são: Elas brutais, são o violentas, que são: brutais, vio bandidas, assassinas. bandidas, assassinas.

Plínio Marcos é o poeta Plínio dos Marcos guetos é o poeta e dos bandidos, dos guetos e dos dos pobres e dos desamparados. dos pobres e dos Compreendeu desamparados. como Compre ninguém a alma dos ninguém que sofrem a alma“sem dos ter quecom sofrem quem “sem ter contar”, como no verso contar”, famoso comode noVinícius verso famoso de Moraes. de Viníciu E fez da sua, a vozEdos fezdespossuídos da sua, a voz dos do nosso despossuídos país. do n

Não foi nada fácil Não ser ofoi porta-voz nada fácil dos sermalditos. o porta-voz Nemdos ma mesmo para o próprio mesmo autor para que, o próprio de tão censurado, autor que, de tão c chegou a comentar chegou diversas a comentar vezes que diversas o cão pastor vezes que o alemão do seriadoalemão de TV, Rin-tin-tin, do seriado de trabalhava TV, Rin-tin-tin, trab mais no Brasil do mais que ele no próprio, Brasil doPlínio que ele Marcos, próprio, Plínio palhaço de circo, escritor palhaçomaldito, de circo,um escritor ator que maldito, um ato sobretudo amava sobretudo os atores. Ele amava sofreu os atores. uma das Ele mais sofreu um implacáveis censuras implacáveis que um artista censuras já sofreu que umno artista já so Brasil. Era o tempoBrasil. do regime Era o tempo militar.do Eraregime o tempo militar. Era da censura, em que daos censura, espetáculos, em que antes os espetáculos, mesmo de antes chegarem ao público, chegarem tinhamaoque público, passartinham pelo crivo que passar de um delegado da depolícia um delegado federal,da que polícia tinhafederal, o poderque t de proibir tudo e qualquer de proibircoisa, tudo desde e qualquer o texto coisa, até desde o


luz (que um efeito do seude ponto luz (que de vista do seu atentasse ponto de vista atentasse urança contra nacional). a segurança Plínio Marcos nacional). disse Plínio Marcos disse que muitas o seu papel vezesera que oo deseu escrever, papel era o o de escrever, o ensurar. da censura Então, ele censurar. escreveria, Então, a censura ele escreveria, a censura ele. Era nãoum eratempo com ele. emEra queum o teatro tempo–em e a que o teatro – e a brasileira, dramaturgia sobretudo brasileira, – viviam sobretudo sufocados – viviam sufocados como pela dizer, crise como de como se expressar. dizer, como Plínio se expressar. Plínio poetaMarcos de umfoi tempo o poeta obscuro. de umExpressou tempo obscuro. Expressou uis e tudo comooquis. que quis O resultado e como foi quis. que O resultado boa foi que boa obra parte somente da sua chegou obra ao somente públicochegou de ao público de s da abertura teatro depois do regime da abertura militar do emregime 1980. militar em 1980.

s era Plínio um homem Marcos aparentemente era um homemde aparentemente de . Entretanto, trato ríspido. por trás Entretanto, daquela máscara por trás daquela máscara tava um de durão, homem estava sensível, um homem um poeta sensível, um poeta pela arte apaixonado popular,pela pelaarte cultura popular, do povo, pela cultura do povo, elo cheiro pela cara do povo e pelo que cheiro ele retratou do povoem que ele retratou em a de sua todaexistência. a dureza de Um sua homem existência. de umUm homem de um mor fora senso dode comum. humorUm fora homem do comum. movido Um homem movido pela paixão. *PhD em teatro e professor *PhD em da teatro UFPB. e professor da UFPB. Este texto foi escrito para Este otexto programa foi escrito de para o programa de estréia de Diário do Maldito, estréia em de Diário 2006. do Maldito, em 2006.

ǬǣǦǝǘDZǩǜǝǜǩȴǥǚǠǘǘǦǪ .ǜǪǧǜǫțǚǬǣǦǝǘDZǩǜǝǜǩȴǥǚǠǘǘǦǪ ǫǜǯǫǦǪǛǜ/ǣȷǥǠǦ,ǘǩǚǦǪ ǪǜǞǬǠǥǫǜǪǫǜǯǫǦǪǛǜ/ǣȷǥǠǦ,ǘǩǚǦǪ

na Carne Navalha na Carne o de uma Canção Prisioneiro de uma Canção to e Inútil Inútil PrantoCanto peloseAnjos Inútil Caídos Pranto pelos Anjos Caídos ás Abajur Lilás

ǩǤǘǠǪǪǦǙǩǜǦǘǬǫǦǩ /ǘǩǘǪǘǙǜǩǤǘǠǪǪǦǙǩǜǦǘǬǫǦǩ iomarcos.com www.pliniomarcos.com


CrĂ­tica CrĂ­ti

“Es una gran “Es una gran experiencia teatral, experiencia teatral, una comunicaciĂłn una comunicaciĂłn “Essa força “Essa força con los espectadores con los espectadores indescritĂ­vel ĂŠ indescritĂ­vel por los cinco por los cinco capaz de comover capaz de com sentidos, una sentidos, una espectadores de espectadore inusitada capacidad inusitada capacidad distintas crenças distintas cre para expresarsepara expresarsee uni-los em e uni-los em artĂ­sticamente artĂ­sticamente torno do dramatorno do dra manejando lenguajes manejando lenguajes de personagensde personag fronterizas.â€? fronterizas.â€? invisĂ­veis Ă sociedade. invisĂ­veis Ă  s

Passa do sambaPassa do sam

—¨¢¼ŠÂ&#x;¢2—£¼¨—, —¨¢¼ŠÂ&#x;¢2—£¼¨—, contagiante doscontagiante crĂ­tico da revista crĂ­tico da revista excluĂ­dos ao silĂŞncio excluĂ­dos ao Artez(Espanha) Artez(Espanha)

devorador peladevorador morte p estúpida do índio estúpida do Galdino.� Galdino.�

“PlĂ­nio estĂĄ vivo “PlĂ­nio estĂĄ vivo +Ȣ¨Â?Â&#x;ÂĽ%—Â?Â?Â&#x;ÂĽ, crĂ­tico +Ȣ¨Â?Â&#x;ÂĽ%—Â?Â?Â&#x; M@NĆĽBHM@CN M@NĆĽBHM@CN do GJJ=AGJ9RADA=FK= do GJJ=AGJ9 Perdiz! A tessitura Perdiz! A tessitura do espetĂĄculo ĂŠdo espetĂĄculo ĂŠ precisa e todosprecisa estĂŁo e todos estĂŁo sintonizados com sintonizados com “Fiquei revigorado “Fiquei revig o espĂ­rito e a força o espĂ­rito e a força com um teatro com de um teat criativa do PlĂ­nio criativa do PlĂ­nio verdade, me senti verdade, ali, me Marcos. Muito lindo Marcos. Muito lindo no meio deles. no Ao meio del e forte!â€? e forte!â€? ĆĽM@K ETHSNL@CNONQ ĆĽM@K ETHSNL uma alegria imensa.â€? uma alegria

¨Â&#x203A;Â&#x161;%Â&#x2014;Â&#x;Â&#x2014;, um dos ¨Â&#x203A;Â&#x161;%Â&#x2014;Â&#x;Â&#x2014;, um dos autores do livro(DĆ&#x203A;FAG autores do livro(DĆ&#x203A;FAG ÂŤÂ?ÂĽ*ÂĽÂ&#x161;Â&#x2014;Š, diretor ÂŤÂ?ÂĽ*ÂĽÂ&#x161;Â&#x2014;Š, %9J;GK9;JĆĄFA;9<GK %9J;GK9;JĆĄFA;9<GK do profes IM=FĆ&#x201C;GL=ENGRIM=FĆ&#x201C;GL=ENGRteatral, professorteatral, Departamento deDepartamento Artes CĂŞnicas da Universidade CĂŞnicas da Un de BrasĂ­lia. de BrasĂ­lia.


Premios Premios

(6&ǟǪ7ǠǜǯǭǪ 3ǭȣǨǤǪ6(6&ǟǪ7ǠǜǯǭǪ )ǠǮǯǤDZǜǧ1ǜǞǤǪǩǜǧǟǠ )ǠǮǯǤDZǜǧ1ǜǞǤǪǩǜǧǟǠ Ǫ_2007 &ǜǩǟǜǩǢǪ_2007 7ǠǜǯǭǪǟǠ0ǜǞǜǫȕ_2008 7ǠǜǯǭǪǟǠ0ǜǞǜǫȕ_2008

SQHY Ş,DKGNQ SQHY Ş,DKGNQ$RODSœBTKN Ş,DKGNQ$RODSœBTKN "DMNFQ@ƥ@ Ş,DKGNQ"DMNFQ@ƥ@ Ş,DKGNQ"DMNFQ@ƥ@ Ş,DKGNQ"DMNFQ@ƥ@

as categorias Indicado nas categorias Indicado nas categorias Indicado nas categorias or e Figurino Melhor ator e Melhor Figurinoator, AtrizMelhor e Direção ator, Atriz e Direção


Outras Outras

atividades atividades


o espetĂĄculo AlĂŠmDiĂĄrio do espetĂĄculo do DiĂĄrio do , o 3Ç&#x153;Ç&#x2DC;ÇŤÇŠÇŚÇ&#x203A;ÇŚ"ÇŚÇĽÇ&#x161;ÇŠÇ&#x153;ÇŤÇŚ Maldito, o 3Ç&#x153;Ç&#x2DC;ÇŤÇŠÇŚÇ&#x203A;ÇŚ"ÇŚÇĽÇ&#x161;ÇŠÇ&#x153;ÇŤÇŚ outras atividades realiza outras com atividades com vo de promover o objetivo o diĂĄlogo de promover o diĂĄlogo tistas e grupos entre artistas teatrais e grupos teatrais ro-Oestedo doCentro-Oeste paĂ­s. do paĂ­s.

ura DramĂĄtica Leitura DramĂĄtica

AD9FLG=!FĆĽLAD(J9FLGH=DGKFBGK Em !FĆĽLAD9FLG=!FĆĽLAD(J9FLGH=DGKFBGK de PlĂ­nio9Ć&#x203A;<GK, Marcos, deum PlĂ­nio dos Marcos, contos narra um dos contos narra mos momentos os Ăşltimos da vida momentos de 25 homens da vida de 25 homens urados numa enclausurados cela de presĂ­dio numa cela e que de presĂ­dio e que queimados morrem durante queimados uma rebeliĂŁo, durante uma rebeliĂŁo, do em fato inspirado verĂ­dico. em fato verĂ­dico.

URGH*UXSRHP'HEDWH 7HDWURGH*UXSRHP'HEDWH

o com grupos Encontro de teatro com grupos locais de para teatro locais para e experiências troca de e criação experiências de estratÊgias e criação de estratÊgias ortalecimento para o do fortalecimento teatro de grupo do teatro na de grupo na Centro-Oeste. região Centro-Oeste.

elinhaseConcreto entrelinhaseConcreto

ento da Lançamento revista do 3Ç&#x153;Ç&#x2DC;ÇŤÇŠÇŚÇ&#x203A;ÇŚ"ÇŚÇĽÇ&#x161;ÇŠÇ&#x153;ÇŤÇŚ da revista do 3Ç&#x153;Ç&#x2DC;ÇŤÇŠÇŚÇ&#x203A;ÇŚ"ÇŚÇĽÇ&#x161;ÇŠÇ&#x153;ÇŤÇŚ sua primeira que na edição sua primeira aborda os edição aborda os os de criação processos de trĂŞs deespetĂĄculos criação de trĂŞs espetĂĄculos entes grupos de diferentes de teatrogrupos do DF.de teatro do DF.


Grupos de teatro que apoiam o Teatro do Concreto no Projeto#Ç Č&#x203A;ÇŠÇ ÇŚ"Ç&#x153;ÇĽÇŤÇŠÇŚ .Ç&#x153;ÇŞÇŤÇ&#x153; nas respectivas cidades

Parceiros

Grupos de teatro que apoiam o Teatro do Concreto no Projeto#Ç Č&#x203A;ÇŠÇ ÇŚ"Ç&#x153;ÇĽÇŤÇŠÇŚ .Ç&#x153;ÇŞÇŤÇ&#x153; nas respectivas cidades

Parceiros

Flor e Flo Espinho Espi

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Confraria Confr dos Atores dos At MA9:Ć&#x2018;T%,



confrariadosatores.blogspot.com confrariadosatores

SoloS Sol de Bacode Ba GAĆ&#x2019;FA9T'

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solosdebaco.blogspot.com solosdebaco.blogs


ǩǣǪ é umOgrupo )ǧǪǭǠ(ǮǫǤǩǣǪ ambiente é um social grupo que oambiente envolve social que o envolve urgiu em de 2005 teatro que e asurgiu sustentabilidade em 2005 econômie a sustentabilidade econômide ser com um coleo objetivo ca por de ser meio umdo coleteatro.ca por meio do teatro. cado àtivo producoeso, dedicado O grupo à produrealiza, para isso, O grupo realiza, para isso, o autoral, ção que de um teatro açõesautoral, em conjunto que com ações outras em conjunto com outras otencialidades investigue asentidades potencialidades de modo a interferir entidades de modo a interferir átil, pesquisade um ator versátil, na política pesquisacultural e social na política do cultural e social do s linguagens dor, e ase diversas país. Tais linguagens ações têm e contribuípaís. Tais ações têm contribuíênicas. possibilidades do cênicas. para o fortalecimento do para e de-o fortalecimento e deciedade Investiga conamocratização sociedade conda cultura, mocratização além da cultura, além abelecendo temporânea,de estabelecendo projetar o )ǧǪǭǠ(ǮǫǤǩǣǪ de projetar o )ǧǪǭǠ(ǮǫǤǩǣǪ elaçãouma entre profunda a como relação um importante entre a núcleo como um de importante núcleo de iva doautonomia ator, o criativa pesquisa doteatral ator, o no MS. pesquisa teatral no MS.

004, na cidade Surgida em QDƦDW°DRDPTDRSHNM@LDMSNR 2004, na cidade QDƦDW°DRDPTDRSHNM@LDMSNR A &ǪǩǡǭǜǭǤǜǟǪǮ$ǯǪǭǠǮ, A &ǪǩǡǭǜǭǤǜǟǪǮ$ǯǪǭǠǮ, que que ǩǡǭǜǭǤǜǟǪǮ de Cuiabá, a &ǪǩǡǭǜǭǤǜǟǪǮ morar $ǯǪǭǠǮ o contato visa aprimorar DLRT@ƥKNRNƥ@OQDF@NSD@SQN o contato DLRT@ƥKNRNƥ@OQDF@NSD@SQN como instrumento como instrumento de descoplatéia,entre transo ator e a platéia, trans- de descoaracterística formando essa bertas, característica pretende estabelecer bertas, pretende estabelecer marcantes numa dodas mais com marcantes seu público do uma relação com seu público uma relação de troca. Ao passo leva troca. Ao passo que leva rabalho grupo. a preEm cada trabalho a pre- quede quanto sença criador do atormateriais enquanto para criador que elesmateriais possam para que eles possam questionar enquanto seseres, questionar a enquanto seres, a ico é marcante, do processo se cênico é marcante, o aproximar sempre o tentando própria aproximar companhia o se transforprópria companhia se transforma ao receber deles o ma estímulo ao receber deles o estímulo lho e transforpúblico do trabalho e transfore instigador má-lo da em agente necessário instigador para da estabelecer necessário para estabelecer esse “ritual” cênico. esse “ritual” cênico. ndo sensações, pesquisa, causando sensações,

ǜǞǪŔ&ǩǬǧǦ(ǥO 6ǪǧǪ6ǟǠ%ǜǞǪŔ&ǩǬǧǦ(ǥO grupo vem desenvolvendo O grupo vem desenvolvendo ǜ$ǪǫǬǛǦǪ /ǜǪǫǜǩǛǠǪǚǠǧǣǠǥǘǩǛǜ$ǪǫǬǛǦǪ /ǜǪpesquisas como “Cultura, pesquisas Corpo como “Cultura, Corpo e Interações Artísticas”; e Interações e Artísticas”; e ǜǪ"ȴǥǠǚǘǪ ǨǬǠǪǘǪǜ"ǩǠǘȡȾǜǪ"ȴǥǠǚǘǪ foi foi de 2009 criado como em julho investigando de 2009 como aspectosinvestigando da nossa aspectos da nossa contemporaneidade econtemporaneidade concoe conconsão e Projeto Cultura de Extensão e Cultura sica e da Artes Escola Cê- demitantemente Música e Artesde Cêtradições mitantemente que de tradições que à Universidade nicas, vinculado dialogam à Universidade com a singularidade dialogam com a singularidade dos artistas que integram dos oartistas gru- que integram o grus. Coordenado Federal de Goiás. Coordenado Ms. Natássia pela professora po. Por Ms. isso, Natássia escolheu para po. Por seuisso, escolheu para seu primeiro trabalho artístico primeiro pes-trabalho artístico peso de extensão Garcia, o projeto de extensão pios: atem prepacomo princípios: quisar a história a prepa-de Santa quisar Dica a história de Santa Dica e as manifestações e as manifestações ritualísticas ara a cena; raçãoecorporal a para a cena; e a ritualísticas ocorridas em Lagolândia, ocorridas povo- em Lagolândia, povoáculoscriação Teatrais de Espetáculos Teatrais es Cênicas. e/ou Intervenções ado deCênicas. Pirinópolis (GO). ado de Pirinópolis (GO).


Teatro Teatro do do

Concreto Concreto


ǟǪ&ǪǩǞǭǠǯǪ, O 7ǠǜǯǭǪǟǪ&ǪǩǞǭǠǯǪ, criado em 2003, criado é umem 2003, é um !Q@R¨KH@ OQNETMC@LDMSDHCDMSHƥB@CN FQTONCD!Q@R¨KH@ OQNETMC@LDMSDHCDMSHƥB@CN ade ecom comaascidade possibilidades e com as possibilidades de diálogo de diálogo RHFMHƥB@CNRHLA®KHBNDQD@KONRRHAHKHS@  PTDNRDTRHFMHƥB@CNRHLA®KHBNDQD@KONRRHAHKHS@  RDTSQ@A@KGNDRSœM@QDƦDWžNRNAQD .ENBNCNRDTSQ@A@KGNDRSœM@QDƦDWžNRNAQD D@ƦHFDLNGNLDLBNMSDLONQMDN SDL@RPTD@ƦHFDLNGNLDLBNMSDLONQMDN tigação e na deinvestigação novas possibilidades de novas possibilidades de de ão dacomposição cena teatral.da Destacam-se, cena teatral.entre Destacam-se, entre ipaissuas características, principais características, a criação por a criação por rocesso meio colaborativo, do processoa colaborativo, construção a construção urgiade própria dramaturgia e as investigações própria e asem investigações em rbanos. espaços urbanos.

ǮǟǪ7ǠǜǯǭǪǟǪ&ǪǩǞǭǠǯǪ 7ǭǜǝǜǧǣǪǮǟǪ7ǠǜǯǭǪǟǪ&ǪǩǞǭǠǯǪ

4Ş 6DODGH(VSHUD 2003/2004Ş 6DODGH(VSHUD DUGDV6HQWLQHODV 2004Ş $OWDUGDV6HQWLQHODV de performances) (conjunto de performances) rboletas 2006Ş têmBorboletas Vida Curtatêm Vida Curta egança 2007Ş (exercício Chegança cênico (exercício cênico Commedia a partirDell’ da Commedia Arte) Dell’ Arte) útil Canto 2007Ş e Inútil InútilPranto Canto e Inútil Pranto os Caídos pelos(leitura Anjos Caídos dramatizada) (leitura dramatizada) as Abertas 2008Ş(intervenção Ruas Abertas (intervenção espaço cênica urbano) no espaço urbano)

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www.teatrodoconcreto.com.br www.teatrodoconcreto.com.br teatrodoconcreto.blogspot.com teatrodoconcreto.blogspot.com concreto@teatrodoconcreto.com.br concreto@teatrodoconcreto.com.br 61

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