Issuu on Google+

Historia e identidade

Fr. Lothar Hardick ofm – Karlsruhe, Alemanha

1193/1194 nascimento: O Processo de Canonização contém quatro declarações que afirmam unanimemente, em se referindo a Clara, partindo dela mesma, que teria 18 anos por ocasião de sua vestição. O cálculo nos transporta então ao ano de 1194. É para esta data que se inclina a maioria dos historiadores. É preciso todavia considerar como um fator de incerteza o fato de que o 18º ano pode ser considerado tanto ao ano transcorrido quanto ao ano em curso. A tradição mais antiga, portanto, não é unânime. É preciso acrescentar a isso um outro ponto que convida também à prudência: o dia do nascimento é designado diferentemente na tradição. Uma série de fontes indica o dia 16 de julho e uma outra, o dia 20 de janeiro. É impossível decidir com toda clareza, tanto no que concerne ao ano do nascimento, quanto ao dia e ao mês, se novos dados inequívocos não forem encontrados. Em 1210: Recusa de contrato de casamento. De acordo com uma firmação do Processo, Clara tinha então 16 anos. Como esta indicação é dada de um modo muito geral no que concerne à data, o momento exato não pode ser determinado com precisão. Quaresma 1211/1212: Encontro com Francisco. Como ressalta das reflexões citadas acima, a data do primeiro encontro não pode ser precisada com certeza. Mas, calculada a partir do dia da vestição, não se pode supor uma data anterior a 1211. 18/19 de março de 1212: Vestição de Clara na Porciúncula 19 de março 1212: Início da permanência em São Paulo. Pouco antes de 3 de abril de 1212: Fim da permanência em São Paulo e transferência para Santo Ângelo de Panço. 3/4 de abril de 1212: Entrada da irmã carnal de Clara, Inês. Fim de abril/início de maio: transferência para São Damião. Entre 1212 e 1215: “Formula Vitae”, da qual só um fragmento nos foi conservado. É preciso, entretanto, recuar ainda ao ano de 1212. Verão de 1213: Milagre do vaso de óleo. A afirmação do Processo: “foi cerca do segundo ano depois de virmos habitar no mosteiro de São Damião”, parece indicar mais 1213 do que 1214. 11/30 de novembro de 1215: 4º Concílio de Latrão Fim de 1215/ Início de 1216: Clara é tornada Abadessa. Entre dezembro de 1215 e 16 de julho de 1216: Privilégio da Pobreza de Inocêncio III. Supõe-se que o Privilégio da Pobreza tenha sido concedido entre o início de junho e 16 de julho de 1216


(chegada e morte do Papa na Perúgia). Pensa-se efetivamente que Clara tenha mesmo pedido oralmente o Privilégio. Mas, como isto tem somente o valor de uma possibilidade, é preciso manter a determinação da data num período de tempo mais largo. Março de 1217: o Cardeal Hugolino vem à Toscana como legado do Papa. Consideramos isto como a data fundamental nas relações entre Hugolino e as clarissas, porque ele como legado pontifício deve ter mostrado interesse pelos mosteiros femininos que se estavam constituído. A maior parte dos passos que ele empreendeu em relação a estes mosteiros não faz supor que ele tenha preenchido a função de Cardeal protetor cuja data não está assegurada, mas podem também ser considerada como fazendo parte das obrigações de um legado pontifício. Entre 27 de agosto de 1218 e 29 de julho de 1219: Regra de Hugolino. Na Bula do Papa Honório III, Litterae tuae de 27 de agosto de 1218, não se encontram nem palavras, nem alusão à Regra. Mas, nas atas de dispensas para os mosteiros de clarissas de 29 de julho de 1229, a Regra é mencionada; é preciso, então, transportá-la a esse espaço de tempo. 1218/1219: Dispensa de São Damião: Na Bula Angelis Gaudium de 11 de maio de 1238 endereçada a Inês de Praga, o papa assim se exprime: Primo, quia praedictam Regulam studio compositam vigilanti, et acceptatam a praedicto Sancto (isto é, Francisco), nec nom per felicis recordationis Honorium Papam Praedecessorem nostrum postmodum confirmatam dictae Clarae et Sorores, concesso ipsis ab eodem intercedentibus Nobis exemptionis privilegio, solemniter sunt professae. Ressalta disto que a dispensa foi concedida numa data que deve ter sido adiantada até se aproximar da aceitação da Regra de Hugolino. Não se pode, entretanto, precisar com mais certeza. Em 1218: O cisterciense Ambrósio, capelão do Cardeal Hugolino, torna-se Visitador das Clarissas. 1219: A irmã carnal de Clara, Inês, é enviada como Abadessa de Montecelli, perto de Florença. Na carta não datada que Inês envia a Clara – segundo Wadding ex Florentia – nós sabemos o seguinte: “satisfecit (o Papa) mihi, ut dixi, et vobis in omnibus et per omnia, secundum intentionem vestram e meam, de causa quam scitis, de facto videlicet proprii”. Ora o Papa Honório III confirmou pela Bula “Sacrosanta Romana Ecclesia” de 9 de dezembro de 1219 um escrito do Cardeal Hugolino de 27 de julho de 1219 no qual a dispensa era concedida para Montecelli. Ele escreveu: “Observantias nihilo minus Regulares, quas juxta Ordinem Dominarum Sanctae Mariae de Sancto Damiano de Assisio praeter generalem Beati Benedicti Regulam vibis volontarie indixistis, ratas habemus”. É preciso observar aqui que o Cardeal Hugolino estabeleceu Atas de dispensas, em 29 de julho de 1219 para os Mosteiros S. Mariae extra portam de Camullia em Siena e S. Mariae de Monte Lucio, assim em 30 de julho de 1219 para o mosteiro de S. Mariae de Gattaiola (Grattarola) perto de Lucca nos quais a dispensa não tem a mesma extensão que para Montecelli; falta com efeito a liberdade de escolha de um bispo para a consagração de igrejas e dos altares da mesma e para conferir as ordens sacras aos clérigos. No que diz respeito a nosso propósito, nota-se sobretudo que somente o ato da isenção para Montecelli contém o texto citado acima, no qual independente da Regra Beneditina as observâncias particulares de São Damião eram reconhecidas como de valor canônico. É preciso observar além disso que a confirmação papal desses Atos do Cardeal


aconteceu para Montecelli quase três anos antes da confirmação para os três outros mosteiro, aos quais foi dada em 19 de setembro de 1222. Pode-se completamente admitir que tanto na carta de Santa Inês de Assis como na carta do Papa para Montecelli está a questão do Privilégio da Pobreza nas passagens citadas. Inês, portanto, entrou em Montecelli antes de 09/12/1219. Para determinar melhor a data é preciso observar que a carta dirigida a Clara para Inês não pode ter sido redigida muito tempo depois de sua chegada em Montecelli, porque em vários detalhes ela expressa suas primeiras impressões depois de sua chegada como muito recente. É preciso ainda introduzir um certo período de tempo antes de 9 de dezembro porque Inês já havia pedido o Privilégio ao Papa (satisfecit mihi). Enfim, é preciso levar em consideração a tradição conservada pelas Crônicas dos XXIV Gerais e por Wadding, na qual Francisco havia ordenado o envio para Montecelli em acordo com o Cardeal Hugolino. Como Francisco partiu para o Oriente em julho de 1219, se pode admitir que sua decisão possa datar do fim de maio aproximadamente. Todavia pode-se também introduzir uma certa demora para a execução da decisão por Inês. 1219-1220: Frei Filipe exerce a função de Visitador das Clarissas. Ele não se poderia permitir exercer suas funções senão depois da partida de São Francisco para o Oriente (em junho de 1219). Ele foi destituído imediatamente após o retorno do Santo (antes de 29 de setembro de 1220). 1222-1223 – O cisterciense Ambrósio é, depois do intermédio de Frei Filipe, o novo Visitador das Clarissas. 1224: Um padre secular chamado “Brumetus filius quandam Obradi de lo Carmaniago”, é – pelos menos na Lombardia – Visitador das Clarissas. 1224-1225: Início da doença de Clara que durará até à morte. O Processo de Canonização afirma, por um lado, que a notícia do martírio dos primeiros frades menores ocorrido em Marrocos, chegou antes da doença de Clara e, por outro lado que a duração da doença foi de aproximadamente 29 anos. É preciso pois estabelecê-la muito perto de 1224. Mas como a Vida da Santa fala de 28 anos, é preciso assim levar 1225 em consideração. Antes de 13 de abril de 1226 até 1228: Frei Pacífico é o Visitador das Clarissas. Ele apresentou sua demissão antes de 18 de agosto de 1228. Em 1226: Entrada da mãe de Clara, Hortolana. No Processo de Canonização uma irmã fala de uma conversação com Hortolana que teve lugar na época em que Francisco morreu. Conforme isto, parece então ter ela já estado em São Damião. Fim de setembro/início de outubro de 1226: Testamento de São Francisco para as Irmãs de Santa Clara. A Santa fala em sua Regra: ‘paulo ante obitum suum iterum scripsit nobis ultimam voluntatem suam”. 3 de outubro de 1226: morte de São Francisco 4 de outubro de 1226: Em caminho para o sepultamento, o corpo de São Francisco é levado a Santa Clara em São Damião.


14 de dezembro de 1227: o Ministro Geral dos Frades Menores (João Parente) recebe pela Bula “Quoties cordis”, do papa Gregório IX, assim como seus sucessores a “Cura Clarissarum”. 17 de setembro de 1228: O Papa Gregório IX renova o Privilégio da Pobreza. É provável que tenha havido antes o colóquio entre o Papa e Clara relatado na Legenda, 14, entre maio e 16 de julho de 1228. 1228-1246: Frei Filipe é Visitador das Clarissas pela segunda vez. Em 1229: Entrada de Beatriz, irmã carnal de Clara. Pouco depois de 28 de setembro de 1230: Clara protesta contra a interdição do Papa segundo a qual “nenhum frade poderia visitar os mosteiros de mulheres sem sua autorização”. Trata-se aqui, sem nenhuma dúvida, da Bula de Gregório IX “Quo elongati” de 28 de setembro de 1230. Tem havido a suposição – por exemplo – F. Pennacchi – que era a bula do mesmo Papa “Etsi omnium illa” de 22 de novembro de 1236 que deveria ser levada em consideração, mas esta contém simplesmente uma confirmação das disposições tomadas anteriormente sobre o acesso aos mosteiros de clarissas e não uma interdição direta. Ela é dirigida também a todos os fiéis cristãos e não pode quase nada esta interdição, que, conforme o relato da Legenda, o Papa atenua novamente e coloca sua aplicação entre as mãos do Ministro Geral. 1232/1233: Aparição do Menino Jesus durante um sermão de Frei Filipe. Conforme uma afirmação do Processo de Canonização isto aconteceu no domingo da segunda semana depois da Páscoa, cerca de 21 anos mais cedo. Isto não permite dizer claramente se foi em 1232 ou 1233. Em 1232, o 2º domingo de Páscoa decorreu em 25 de abril e em 1233, foi em 17 de abril. 1231/1233: Cura miraculosa de Irmã Balvina de Coccorano. Com esta irmã diz no Processo de Canonização sem precisar o dia e o mês, que já havia transcorrido 20 anos, pode-se tomar em consideração tanto 1232 como 1233. Antes de 1º de junho de 1234: Primeira carta de Santa Clara a Inês de Praga. W. Seton mostrou que a data de Pentecostes (11 de junho), era a mais verosímil para a entrada da bemaventurada Inês. Seguimos sua maneira de ver. Em todo o caso, decorre da Bula do Papa Gregório IX dirigida a Inês em 30 de agosto de 1234 que, nesse momento, ela já era monja. Como é preciso contar um certo lapso de tempo antes dessa data para a transmissão da Bula, 11 de junho de 1234, pode ser considerada como uma data segura. Da carta de Clara se pode deduzir que ela foi escrita antes que Inês fosse monja. Pelo menos, a notícia ainda não chegara a Clara. 1235 ou 1237: Envio de irmãs para a Alemanha e Boêmia (Praga). Sobre a data destes acontecimentos, a tradição não é unânime. A Crônica de Glassberger indica o ano de 1235, mas o segundo apêndice desta crônica fala do ano de 1237. Entretanto, parece que as irmãs não chegaram definitivamente em Praga senão em 1237, porque em 15 de abril de 1238, o Papa Gregório IX concedeu ao mosteiro de Praga o Privilégio de Pobreza como a Bula “Pia Credulitate”.


Não se pode admitir que a bem-aventurada Inês, conforme sua natureza enérgica, não tenha certamente hesitado muito tempo em harmonizar sobre este ponto seu mosteiro com o de São Damião, antes que ela tenha aprendido pelas irmãs de Clara os detalhes sobre a vida em São Damião. Esta reflexão daria pois ao ano de 1237 a preferência como data da chegada das irmãs em Praga. Poderia, então, o ano de 1235, ficar como a data de envio das irmãs? É preciso, então, considerar um lapso de tempo correspondente à viagem. Existem possibilidades para isso? O segundo apêndice da crônica de Glassberger relata: “Anno Domini 1237 sancta Clara misit sorores aliquas sanctas virgines ad Bohemiam et Alemanniam; per Tridentum, ubi monasterium pro eis erectum est, venerunt Ulmam, ubi aliquae ex ipsis remanentes, coeperunt aedificare pauperculum quoddam monasterium”. Como o manuscrito de Berlim da Vida da Bem-aventurada Inês fala de irmãs de Trento, não se pode excluir inteiramente um período bastante prolongado nessa cidade. Do mesmo modo, não é impossível, segundo o relato citado, que as irmãs enviadas tenham permanecido todas reunidas até Ulm. Um efeito, Clara tinha dado como fim a Alemanha mais do que a Boêmia. Mas a dificuldade está em que Ulm teria feito desviar muito de sua rota as irmãs que se dirigiam à Boêmia. Consideramos então que a questão da data não está completamente esclarecida, mas preferimos, todavia, admitir a data de 1237 para a chegada em Praga. 1234-1239: Segunda Carta de Clara a Inês de Praga. Com base no conteúdo, ela foi escrita depois da entrada de Inês (1234) e antes da deposição de Frei Elias (1239). 1º de maio de 1238: Terceira Carta de Clara a Inês de Praga. Não nos enganamos, sem dúvida, admitindo que estas são as disposições sobre o jejum contidas nesta carta que o papa Gregório IX não reconheceu para Praga em 11 de maio depois de um provável pedido da bemaventurada Inês. Entretanto, na carta do papa não consta diretamente a questão de disposições sobre o jejum, mas somente grandes austeridades em geral. 8 de junho de 1238: as Irmãs de São Damião constituem Oportulo di Bernardo como seu síndico e procurador para a venda de um terreno. Vale a pena notar que 50 irmãs são nomeadas no documento. 1238: milagre da multiplicação do pão. Como se trata de pão para 50 irmãs, pode-se supor a data de 1238, assim como aparece no documento mencionado precedentemente. Setembro de 1240: Ataque dos Sarracenos. Como isto aconteceu numa sexta-feira, pode-se considerar os dois 7, 14, 21 ou 28 de setembro. 1241: A cidade de Assis é libertada das tropas de Vital d’Aversa. A tradição local de Assis conservou como data o dia 21 de junho. Em 1241: Cura miraculosa de Irmã Balvina de Cocorano. Ela aconteceu conforme a afirmação da irmã cerca de 12 anos antes do Processo. 30 de junho de 1247: Clara escapa milagrosamente do perigo da queda da porta do mosteiro caída sobre ela. Isto teve lugar, segundo as Atas do Processo uma tarde do domingo na oitava da festa dos Santos Pedro e Paulo, cerca de 7 anos antes. Isto deixa perceber que Clara não pode ter estado permanentemente acamada durante sua prolongada doença.


6 de agosto de 1247: Pela Bula “Quoties a nobis”, foi imposta a todas as Clarissas a Regra do Papa Inocêncio IV. Depois de 6 de agosto de 1247: Clara começa a elaboração da sua própria Regra. Ela queria impedir as mitigações que estavam contidas na Regra de Hugolino e, sobretudo, na Regra de Inocêncio. Em todo o caso, parece que em 1251 a Regra de Clara já estava terminada e era observada em São Damião. Em 1249: Libertação miraculosa de uma mulher possuída por cinco espíritos maus. Isto aconteceu, segundo as Atas do Processo, cerca de 4 anos antes. 6 de junho de 1250: O Papa Inocêncio IV anula pela Bula “Inter Personas”, a obrigação geral de observar sua Regra. Cerca de 11 de novembro de 1250: Doença de Clara que põe sua vida em perigo; visão de Irmã Francisca de Col di Mezzo. Setembro de 1251: Cura miraculosa de Irmã Benvinda de Madonna Diambra. A data está estabelecida sobre uma afirmação clara no Processo. Junho/julho de 1252: Cura miraculosa de Cristiana de Parisse. Na época em que em que é mencionada no Processo, cerca de um ano havia transcorrido. 8 de setembro de 1252: Visita do Cardeal Reinaldo a Clara que lhe pede a confirmação de sua Regra. 16 de setembro de 1252: Confirmação da Regra de Clara pelo Cardeal protetor Reinaldo. 25 de dezembro de 1252: Clara assiste, de modo milagroso, à liturgia divina dos Frades na igreja de São Francisco. 1253: Testamento de Santa Clara. O problema da autenticidade não pode ser tratado aqui. A Vida editada por Lazzeri relata que a redação teve lugar pouco tempo antes da morte de Clara. Início de 1253: A irmã carnal de Clara, Inês, retorna a São Damião. Ela estava, em todo caso, presente na morte de Santa Clara. Entre início e agosto de 1253: Quarta Carta de Santa Clara a Inês de Praga. 22 de abril de 1253: Chegada do papa Inocêncio IV a Assis. Pouco depois de 27 de abril de 1253: Primeira visita do Papa a Clara. Alguns dias antes de 11 de agosto de 1253: Segunda visita do papa a Santa Clara. 8 de agosto de 1253: Visão do Rei da Glória. 8 de agosto de 1253, à tarde: Irmã Benvinda de Madona Diambra teve uma visão da Mãe de Deus com a corte celeste perto do leito de morte de Santa Clara.


9 de agosto de 1253: O Papa Inocêncio IV confirma a Regra de Sta Clara pela bula “Solet Annuere” 10 de agosto de 1253: um frade menor entrega à moribunda a Bula de confirmação da Regra. 11 de agosto de 1253: Bem-aventurado trânsito 12 de agosto de 1253: Sepultamento na igreja de São Jorge em Assis. 18 de outubro de 1253: O Papa Inocêncio IV encarrega o bispo Bartolomeu de Espoleto de inquirir sobre a vida e os milagres de Santa Clara. 24-29 de novembro de 1253: Interrogação das testemunhas para o Processo de Canonização no mosteiro de São Damião e na igreja de São Paulo em Assis. 15 de agosto de 1255: Canonização pelo Papa Alexandre IV em Anagni. 1260: Transladação do corpo de Santa Clara. 30 de agosto de 1850: Descoberto o sarcófago 23 de setembro de 1850: Descoberta dos ossos. Abertura do sarcófago. 3 de outubro de 1872: Sepultamento na Capela funerária novamente edificada na Capela de Santa Clara. 1893: Descoberto o original da Regra de Clara

Extraído de Spiritualität und Geschichte em homenagem a Lothar Hardich ofm


cronologia de Santa Clara