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Tradução Efetivada Por The Rose Traduções Disponibilizado: Lydia Tradução: Lydia Pré-Revisão: Déia Revisão Inicial: Sabrina B. Revisão Final: Niquevenen Leitura Final: Stella, Denise Formatação: Niquevenen


Dedicatória Para os HadesHangmenHarlots! Sem o seu inabalável apoio e campanha para mais dos seus homens favoritos em couro, Heart Recaptured nunca teria existido. Aqui é para o resto da Série Hangmen... Vai ser um passeio selvagem! "Viva livre. Corra livre. Morra livre!"


Sinopse MESMO A SALVAÇÃO PODE SER OFERECIDA ATRAVÉS DO AMOR DOS CONDENADOS... A BELEZA PODE SER UMA MALDIÇÃO. A FÉ PODE SER UMA PRISÃO. SÓ O AMOR PODE LIBERTAR. Algumas semanas após ter sido relutantemente apartada do abraço reconfortante da comunidade religiosa do profeta — a única vida que ela conhecia — uma apavorada Delilah é atirada para um mundo envolto no mal e engolido pelo pecado. Firmemente devota na sua fé, e mantendo firmemente a crença que sua alma está naturalmente manchada e marcada como ‘mulher amaldiçoada de Eva’; Delilah está determinada a encontrar seu caminho de regresso a Ordem e longe do corrupto criminoso Moto Clube — The Hades Hangmen — que a mantêm isolada no seu complexo para a sua proteção — uma ‘proteção’ que ela ressente fortemente. Delilah anseia voltar para casa, convencida de que só entre o seu próprio povo, e sob a orientação divina do profeta relevado do Senhor, pode a sua alma descendente de Satanás pode ser verdadeiramente salva. Toda a sua vida condicionada a acreditar que ela é uma bruxa... uma sedutora ao longo da vida... a prostituta do diabo... Delilah cada vez mais ressente o seu belo rosto, o seu corpo bem torneado e o seu efeito sensual sobre os homens. Mas quando um homem do moto clube — um homem profundamente pecaminoso e também belíssimo — é encarregado da sua guarda, Delilah começa a ver que este perigoso pecador e sem moral do 'Exterior' pode oferecer-lhe algo que ela não sabia que realmente poderia existir: amor incondicional. Kyler 'Ky' Willis ama a sua vida: a abundância diária da irmandade, bebidas, a liberdade da estrada aberta e o melhor de tudo — a sua escolha de mulheres quentes. Criado como um pirralho de motociclista e agora VP do MC mais notório dos Estados Unidos, Ky não tem escassez de vagabundas do clube aquecendo a sua cama; uma situação que ele tira o máximo proveito... até uma certa loira que entra na sua vida... uma linda loura peregrina que ele não consegue tirar da sua cabeça... uma loura peregrina que ele e seu clube resgataram recentemente de atrasado culto religioso... e uma loura peregrina que ele foi ordenado para manter-se bem longe e as suas mãos vagabundas. Quando numa sucessão longos erros bêbados obrigam relutantemente Ky a encarregar-se da proteção da loura peregrina, ele percebe que pode haver mais com esta mulher que a aparência de supermodelo e um conjunto de monte de mamas. Ele começa a ver que ela poderia ser a mulher que poderia fazer o impossível — amansar seus modos selvagens e capturar seu coração relutante.

Mas os laços firmes do passado de Lilah são fortes, o seu 'povo' determinado, e com um novo Profeta no comando determinado em vingança, eles estão fortemente relutantes em deixá-la ir...


Nota da Autora Tal como acontece com o primeiro romance desta série, “It Ain’t Me, Babe”, “Heart Recaptured” foi inspirado nos testemunhos de ex-membros de vários novos movimentos religiosos, cultos e seitas e sobre os líderes que abusaram do poder que tinham sobre os seus membros — em especial as mulheres. A protagonista deste romance, "Delilah", vive situações inspiradas por sobreviventes de tais grupos. Este romance se centra fortemente no conceito de “lavagem cerebral”, e como a coesão persuasiva pode ter impacto na vida das vítimas. “Heart Recaptured” é uma obra de ficção e, como tal, algumas situações foram exageradas. Mas as doutrinas, práticas, técnicas de punição (muito extremas às vezes) e experiências de “Dalilah”, suas irmãs, "Salome" e "Madalena" e “A Ordem”, neste romance, são inspiradas por pesquisas acadêmicas em novos movimentos religiosos não-ortodoxos e extremos.


Glosário A Terminologia da Ordem A Ordem: Novo Movimento Religioso Apocalíptico. Crenças baseadas em ensinamentos cristãos selecionados, acreditam fortemente em um apocalipse iminente. Anteriormente liderada pelo Profeta David (que se auto-intitula um Profeta de Deus e um descendente do rei Davi), os anciãos e os discípulos. Sucedido pelo Profeta Cain (sobrinho do Profeta David). Os membros vivem juntos em uma comunidade isolada; baseada em uma vida tradicional e simples, poligamia e práticas religiosas nãoconvencionais. Acreditam que o "mundo exterior" é pecaminoso e mal. Não têm nenhum contato com os não membros. Comuna: Propriedade da Ordem, controlada pelo Profeta Cain. Onde vive a comunidade segregada. Policiada por discípulos e pelos anciãos e abastecida com armas, em caso de um ataque do mundo exterior. Homens e mulheres são mantidos em áreas separadas da Comuna. As Cursed são mantidas longe de todos os homens (Exceto os mais velhos) em seus próprios aposentos privados. A terra é protegida por um grande muro perimetral. Nova Sião: Nova Comuna da Ordem. Criada após a Comuna anterior ser destruída na batalha contra Hades Hangmen. Anciãos: Grupo formado por quatro homens: Gabriel, Moisés, Noé e Jacob. Encarregados de controlar o dia-a-dia da comuna. Segundo em Comando

do

Profeta

David.

Responsável

pela

escolaridade

das

Amaldiçoadas (Cursed). Conselho de Anciãos: Compreende quatro homens: Irmão Luke, Irmão Isaías, o Irmão Micah e o irmão Judá.


Guardas Discípulos: Os membros masculinos da Ordem. Com a tarefa de proteção das terras comunais e dos membros da Ordem. Seguem o comando dos anciãos e do Profeta David. Compartilhamento de Deus: Ritual de ato sexual realizado entre membros masculinos e femininos da Ordem. Acredita-se que é feito para ajudar o homem a se aproximar do Senhor. Realizada em cerimônias coletivas. Narcóticos frequentemente são usados para uma experiência transcendental. As fêmeas são proibidas de experimentar prazer como punição por carregar o pecado original de Eva e devem realizar o ato, quando necessário, como parte de suas funções de irmandade. As amaldiçoadas: Mulheres/Meninas da Ordem consideradas naturalmente muito bonita e pecaminosas. Vivem separadamente do restante da comuna. Vistas como muito tentadoras para os homens. As amaldiçoadas acreditam ser significativamente mais propensas a influenciar os homens no caminho da retidão. Pecado Original: Doutrina Augustina Cristã que diz que a humanidade nasce pecadora e tem um desejo inato de desobedecer a Deus. O pecado original é o resultado da desobediência de Adão e Eva a Deus quando comeram o fruto proibido no Jardim do Éden. Nas doutrinas da Ordem (criadas pelo Profeta David), Eva é acusada de tentar Adão ao pecado, assim as irmãs da Ordem são vistas como nascidas sedutoras, e devem obedecer aos homens. Sheol: Antigo Testamento, palavra que significa "o poço" ou "o túmulo” ou “Submundo”. Lugar dos mortos. Glossolalia:

Incompreensível

discurso

exibido

por

religiosos durante um episódio de religioso em êxtase. Diáspora: A dispersão de pessoas de sua pátria original.

crentes


Terminologia Hades Hangmen Hades Hangmen: Um porcento Outlaw MC. Fundado em Austin, Texas, 1969. Hades: Senhor do Submundo na mitologia grega. Mãe Capítulo: Primeira sede do clube. Localização do fundador. Um porcento: Há rumores que a Associação de Motociclistas Americana (AMA) teria dito que 99% dos motociclistas eram cidadãos cumpridores da lei. Motociclistas que não cumprem as regras da AMA nomearam-se "um porcento” (o restante, 1% não cumpridores da lei). A grande maioria dos "um porcento” pertencem a Outlaw MC. Corte: Colete de couro usado por motociclistas fora da lei. Adornado com remendos e obras de arte que exibem cores exclusivas do clube. Remendado: Quando um novo membro é aprovado para a plena adesão. Igreja: Reuniões do clube para os membros de remendados completos. Liderados pelo presidente do clube. Old Lady: Mulher com status de casada. Protegida por seu parceiro. Estado considerado sagrado por membros do clube. Vagabunda de Clube: A mulher que vem para o clube para se envolver em atos sexuais casuais com os membros do clube. Vadia: Mulher na cultura do motociclista. Termo carinhoso. Indo/Ir para o Inferno: Gíria. Referindo-se à morte / morto. Encontrando/Indo/Ir para o barqueiro: Gíria. Morrer/morto. Referindo-se a "Caeronte" na mitologia grega. Caeronte foi o barqueiro dos mortos, um demônio do submundo (Espírito). Transportando almas para


Hades. A taxa para a travessia sobre os rios Styx e Acheron para Hades são moedas colocadas em ambos os olhos ou a boca dos mortos no enterro. Aqueles que não pagarem a taxa é deixado para passear pelas margens do Styx por cem anos.

A estrutura organizacional do HadesHangmen Presidente (Prez): Líder do clube. Titular do Gavel, que é um símbolo do poder absoluto que o Presidente exerce. O Gavel é usado para manter a ordem na Igreja. A palavra do presidente é lei dentro do clube. Ele toma o conselho de membros sêniores do clube. Ninguém contesta as decisões do presidente. Vice-presidente (VP): Segundo em comando. Executa as ordens do presidente. Principal comunicador com outros integrantes do clube. Assume todas as responsabilidades e deveres do Presidente na sua ausência. Capitão de Estrada: Responsável pelo funcionamento de todos os clubes. Pesquisa, planeja e organiza corridas de clube e as saídas de passeio. Dirigente do clube, responde apenas ao presidente ou vicepresidente. Sargento de armas: Responsável pela segurança do clube, o policiamento e manutenção da ordem em eventos do clube. Relata comportamento

inadequado

para

o

presidente

e

vice-presidente.

Responsável pela segurança e proteção do clube, de seus membros e suas Prospects. Tesoureiro: Mantém registros de todas as receitas e despesas. Mantém registros de todos os membros efetivos e todas as cores do clube permitidas. Secretário: Responsável por fazer e manter todos os registros do clube. Deve notificar membros de emergência reuniões.


Prospect: Membro estagiĂĄrio da MC. Vai a corridas, mas ĂŠ proibido de assistir a Igreja.


Prólogo "Venha irmã, temos que ir agora!" Mae pediu enquanto se apressava a puxar Maddie e eu de nossa comuna dizimada, os homens do amante dela liderando o caminho à frente. "Não! Eu disse que não vou!" Eu chorei, minhas pernas tropeçando em choque quando avistei os discípulos da Ordem deitados imóveis no vasto terreno cerimonial, seus corpos dilacerados por balas e sem vida, seus olhos vidrados me dizendo que tinham morrido. "Lilah, por favor!" Mae implorou e puxou minha mão, seus olhos, azuis de gelo, suplicantes comigo para segui-la. Tentei me mover, mas os gritos de mulheres frenéticas e o medo da Ordem perfurou meus ouvidos e eu as assisti correr descontroladamente sem um caminho, não tendo mais os discípulos para orientá-las e protegê-las. Crianças solitárias de todas as idades estavam gritando no frenesi de corpos em movimento, alguns enraizado no chão, chorando por suas mães que tinham sido arrastadas na massa em pânico. Meu povo estava tentando o seu melhor para afastar os homens diabólicos vestidos de couro negro, que tinham infligido a nossa fé. Foi uma carnificina. Uma cena retirada das páginas do Apocalipse. "Lilah!" Mae gritou novamente, com a mão cobrindo meu rosto para ganhar minha atenção. Seu rosto estava focado em mim, quando ela tentou me arrastar em seu rastro. "Eu... eu não quero sair..." Eu sussurrei e olhei para Maddie, que parecia entorpecida enquanto ela seguia obedientemente atrás de Mae... como um cordeiro dispostos à matança.


"Eu sei que você não quer sair, irmã. Mas este lugar não é seguro. Precisamos sair. Temos que ir". "Pra fora?" Eu gritei, meus olhos arregalados e eu comecei a tremer. "Não! NÃO! Eu não posso ir lá fora! É o mal. Devo ficar aqui. Para ser salva eu preciso ficar aqui! Você sabe disso. Por favor, não me negue a minha chance de salvação!" Eu arranquei minha mão de Mae e comecei a recuar. "Mae! Tenha a porra da garota sob controle, precisamos nos separar!" O homem com longos cabelos loiros que havia matado o irmão Noé, meu Redentor, gritou atrás de Mae, seus olhos azuis severos em seu comando. Ele continuou me olhando, seus olhos azuis intensos. A partir do minuto em que eu tinha deixado a cela, ele tinha olhado para mim, continuava a olhar para mim ainda. O escuro amante de Mae assobiou ao lado dele e indicou para nós seguirmos com um aceno de sua mão, mas o medo tomou o meu coração, e o instinto me fez fugir. "Lilah!" A voz de Mae gritou quando corri para a multidão de irmãs aterrorizadas. Minha cabeça chicoteada de lado a lado enquanto eu tentava encontrar um lugar para me esconder e, vendo uma entrada para a floresta, levantei meus pés e fui nessa direção. Mas antes que eu tivesse movido poucos passos, um grande corpo me envolveu em seus braços e me levantou do chão, me impedindo de fugir. Eu gritava e gritava com um braço forte, inflexível folheados ou chapeados de couro em volta da minha cintura. Eu estava apavorada, com lágrimas escorrendo pelo meu rosto enquanto suas pernas pegaram velocidade e começaram a correr. "Por favor... por favor, deixe-me ir!" Eu implorei, mas uma boca de repente colocada em minha orelha cortou a minha voz, longos fios loiros de cabelo não pertencentes a mim, caindo na minha bochecha.


"Não. Você vem com a gente, docinho, então pare de mover esse traseiro sexy. Embora, eu possa assistir essa porra de traseiro de pêssego perfeito durante todo o dia depois que tirá-la daqui e nunca me cansar dele. Mas Mae quer você no clube, assim você vem para o fodido clube”. Minha respiração engatou com a forma como este estranho loiro falou comigo e eu congelei em seus braços, não ousando me mover, preocupando-me que, se eu fizesse, eu poderia conhecer o mesmo destino que os irmãos mortos no chão. Então, quando eu cuidadosamente ajustei minha cabeça, vi que ele me segurou em seus braços, carregando-me como se eu pesasse nada — o homem loiro de antes. Aquele que ficou me olhando como se eu fosse algo que ele queria devorar. O mesmo homem, que quando meus olhos encontraram pela primeira vez, uma dor pulsava dentro do meu peito. Nós nos aproximamos de Mae e Maddie, Mae olhando para mim com alívio, Maddie com simpatia. O homem loiro nunca me deixando ir, me puxando perto até que eu estava contra seu peito, e eu não queria lutar com ele enquanto eu estava sendo forçada em um grande veículo com as minhas irmãs, ele e outros homens maus rastejando por trás... os olhos azuis do homem loiro ainda fixos em mim. Um silêncio ensurdecedor reinou e eu olhei para fora uma última vez para minha casa, então tudo que eu sabia foi bloqueado por portas largas nos prendendo dentro, mergulhando-nos na escuridão. Eu lutei contra um grito e eu senti Mae pegar minha mão. Ela oferecia pouco conforto, então, ao invés, eu fechei meus olhos e comecei a cantar as minhas orações. Eu me segurei firmemente em minha fé. Prometi ao Senhor que eu não perderia o meu caminho e comecei a balançar passando minhas mãos em volta dos meus joelhos quando eu


elevei minha fé para o Senhor, sentindo o Espírito Santo me encher com seu calor. Um tempo depois o veículo parou, as portas largas se abriram e Mae levou-nos até algumas escadas e em um pequeno aposento privado, só para nos deixar sozinhas enquanto ela foi buscar alimentos. Eu não seria capaz de comer, o medo fazendo meu estômago tão mal que quase me deixou de joelhos. Maddie estava ao meu lado enquanto eu bebia no quarto estranho, sua mão lentamente deslizando na minha, agarrando-a com uma intensidade que me entregou que ela estava com medo também. "Você acha que estaremos seguras aqui, Lilah?" Maddie perguntou, sua voz quase um sussurro. Caminhando para a janela, Maddie seguindo atrás, eu olhava para os homens infiéis que assassinaram meus irmãos, rindo e bebendo no quintal, as suas vestes negras ameaçadoras e comportamentos perversos enviando arrepios enervantes pela minha espinha. "Bem, Lilah, você acha?" Maddie empurrou novamente. Virando-me para enfrentar Maddie, eu a puxei para o meu abraço e respondi: "Não, Maddie. Eu não acho que estaremos seguras aqui. Na verdade, eu acho que Mae trouxe-nos para as profundezas do inferno".


Capítulo Um Um mês depois... Ku Klux Klan Rally Austin, Texas

~Ky~ Que. Porra. É. Essa??? Agachei-me em um pedaço de terra ao lado de meus irmãos, Styx à minha esquerda e Viking à minha direita, eu observava, com a porra da minha boca aberta, como um bando de caipiras atrasadas desfilavam nas suas vestes brancas drapejadas nas profundezas da floresta da fazenda de Johnny Landry. Como algo que você veria em um filme, balançando tochas no ar quando o Klan se moveu em um círculo, um por um, cantando "Poder Branco" em direção a uma enorme cruz de madeira encharcada em querosene — fodida colônia Klan — no centro morto de uma clareira. Um cara com uma túnica vermelha avançou, sua tocha no ar. "Johnny Landry, Grande feiticeiro", Tank sussurrou de algum lugar a frente, os dentes cerrados com raiva. Landry balançou alto sua tocha alta e gritou: "Por Deus!" Os homens da Klan seguindo suas ações e gritavam de volta "Por Deus!"


"Pelo país! Pela raça! Pela Klan! Os homens da Klan da cruz de fogo!" Landry berrou e os homens gritaram de volta. Abaixando suas tochas em sincronia, todos os homens de klan os jogaram na base da cruz e, em segundo, a coisa inflamou em um incêndio, e o símbolo estava em chamas na colina mais alta da terra de Johnny Landry. Seu Grande feiticeiro finalmente saiu da cadeia. E eles estavam fazendo uma fogueira fodida para comemorar, mas se esqueceram de nos enviar o convite! Os Hangmen foram batendo, escondidos sob algumas árvores ao sul da colina. Precisávamos saber se Landry estava fora da prisão, isso significava vingança para os Hangmen. Styx matou um número de seus caras um tempo atrás, quando os filhos da puta mataram Lois e atiraram em Mae, quase exterminando ela também. Styx tem uma cicatriz suástica por causa disso e precisávamos saber se Landry representava um perigo para nosso clube por causa disto. Os homens da klan se moveram para longe das chamas, seus braços espalhados fazendo uma cruz ampla com seus corpos. Então eles pararam, todos olhando para a cruz em chamas. "Idiotas Fudidos," Tank assobiou de algum lugar abaixo e eu olhei para vê-lo apertando os punhos em seus antigos irmãos Klan, agora reforçados com carne fresca, seu rosto mostrando todo o ódio que ele estava queimando por dentro. Bull deu um tapa nas costas de Tank, Tank deu um longo suspiro e todos voltamos a assistir a fodida cena. "Jesus!", Disse Vike ao meu lado, "Mais alguém suando como um grupo de freiras em um pepino de fazenda? Como esses cabeças de cone nazistas ficam tão perto dessa cruz sem derreter está fora da minha compreensão!" Vike agarrou a gola de sua camisa, mas, em seguida, distraído, olhou para AK e Flame, e perguntou: "Você caras,


tem alguns marshmallows? Com este calor poderíamos ter passado um maldito bom tempo assando marshmallows nessa sauna!" Vike olhou para longe e murmurou para si mesmo: " Eu amo a porra dos marshmallows..." Flame, que estava ofegante como um Rottweiler raivoso diante do exército com capuz na nossa frente olhou para Viking e rosnou. Vike se afastou de nosso irmão psicopata, com as palmas para cima. "Porra, cara! Certo! Mas eu só estou dizendo, seria a porra de um desperdício de tempo mais suportável. Quem vai até uma fogueira sem marshmallows?" "Não é uma porra de fogueira, bastardo! É um campo de fogo dos bastardos da Klan!" AK disparou ao Vike. E Vike rapidamente calou a boca. Balançando a cabeça ruiva, eu vi Styx fumegando enquanto olhava na direção do irmão e eu o cutuquei para se acalmar. "Soldados! Estamos aqui hoje para celebrar a nossa nova missão: proteger nossa raça ou enfrentar a destruição!" Landry moveuse, puxando nossa atenção de volta para ele e para os homens do Klan a nossa volta, seus capuzes cobrindo seus rostos, mas seus pés balançavam de um lado para o outro pela emoção enquanto Landry pregava. "Há uma tempestade chegando, uma guerra. E o Poder Branco deve permanecer vigilante, com foco na nossa missão. Estamos construindo um exército, uma força para lutar contra aqueles que querem nos derrubar. Não mais fracassaremos. Os cavaleiros brancos do Texas serão fortes, estaremos preparados!" Tank olhou para Styx, e eu podia ver a preocupação em sua expressão. "Um novo inimigo está chegando. Então, nós vamos recrutar. Nós vamos proteger nossa raça! Preservar o orgulho branco!"


"E os nossos velhos inimigos?" Algum merdinha perguntou do círculo. "Os Hangmen mataram cavaleiros dos nossos, incluindo meu irmão. Eles precisam pagar com sangue!" Landry virou-se e caminhou em direção ao homem. "Seu irmão foi fraco. Ele foi morto. Não foi inteligente o suficiente para vencer essa luta. Ele foi testado e ele falhou. Todos eles foram. Temos que ser melhor do que eles." Os olhos de Styx se estreitaram. "Lenny morreu, porra! Esses Hangmen fudidos merecem morrer também!", o merdinha cuspiu. Landry caminhou de volta para o centro, ignorando o discurso de merda e circulando de forma a olhar para todos os homens da klan em seu caminho. "Temos uma nova missão agora e para isso precisamos de bons homens. Homens fortes. Serviremos a um propósito mais elevado, uma nova batalha que está soprando em nosso caminho. E tudo será revelado no devido tempo!" Poucos minutos depois, o Klan rompeu, deixando a cruz para queimar e saiu para comemorar mais perto da casa de Landry. Quando o último dos mantos brancos tinha desaparecido, ficamos de pé e Styx virou-se para Tank. "Você acha que eles vão nos deixar em paz?", ele sinalizou e eu expressei a pergunta em voz alta. Tank acenou com a cabeça. "Assim parece. Quando Landry dá uma ordem, ele fodidamente dá uma ordem e qualquer pessoa que vai contra

ela,

morre. Parece

que

eles têm

algo

maior na

mira.

Provavelmente, estão se preparando para a guerra racial que eles pensam que está acontecendo, mas que nunca acontece". “Então eles apenas vão embora..." Styx sinalizou, falando mais formal, mas eu o interrompi apenas para acabar com essa merda. Eu tinha uma garrafa de Jack esperando com meu nome depois disso. "Oscolombianos

irão

enviar

nova

munição

na

próxima

semana. Temos as gangues de rua voltando a negociar depois da tentativa fodida de aquisição dos malucos de Jesus. Nesse intervalo os


MC estão se mantendo fora do nosso caminho, o senador Collins vai fazer os federais manterem a porra dos seus narizes fora da nossa merda e não há nenhuma palavra sobre problemas com os Diablos", eu disse e joguei uma piscadela para o meu melhor amigo, dando um sorriso quando terminei. A mandíbula de Styx apertou-se, mas quando eu levantei minha cabeça de volta, ele indicou "Bom. Então estamos indo". Bati palmas e abri meu sorriso premiado. "Então, vamos começar a porra de volta para o clube e ficar completamente esmagados!" Eu joguei meu braço em volta dos ombros de Styx quando fomos até a colina para nossas motos, correndo para chegar longe desta porra de fatia caipira queimada do inferno! Uma hora depois nós chegamos ao clube, o lugar já repleto de gatinhas. Saltei da minha moto e me virei para meus irmãos. "Vamos foder! Há mais bocetas no clube hoje à noite do que eu posso controlar. Eu só tenho dez dedos e um pau monstruoso, não posso satisfazer a todos elas!" "Embora você iria tentar fazer essa porra!" AK gritou de volta para mim, dirigindo-se para o clube. Um coro de risadas rugiu e todos os irmãos correram para dentro para pegar sua vagabunda e veneno. Flame foi para o fundo da garagem, lâmina na mão, deixando de ser a porra do cão de guarda louco que ele tinha sido por semanas. Eu andei até Styx e lhe dei um tapa nas costas. "Você vai se juntar a nós esta noite, irmão?" Ele balançou a cabeça, seu cabelo escuro caindo na frente de seu rosto. "E-estou i-indo para um p-passeio com M-Mae”.


Em jeito de brincadeira assobiei baixo. "Foda-se homem, de novo não! Fique aqui, para beber e foder. Você não tem que ficar puto com sua cadela cada vez que a gente festeja. Styx olhou para mim. "E-ela ainda está aprendendo c-como estar no m-m-mundo exterior. É s-só... muito." Styx estava falando sobre como Mae ainda sabia pouco além da vida na comuna. Uma séria forma rígida e antiga de modo de vida. Ela ainda estava se adaptando a como a vida dava certo aqui do lado de fora e Styx estava ensinando a ela lentamente. "Tudo bem." Eu suspirei quando Styx enfiou a mão no bolso e tirou um cigarro. Uma pergunta veio de repente à mente. "Você está parando quando você for foder Mae, certo? As coisas estão uma merda séria para nós aqui no clube e não precisamos de mais problemas". Styx se acalmou e olhou para mim. Entendi; ninguém falou nada sobre Mae e ela nunca foi um problema. O filho da puta era louco sobre a cadela. Ela era fodidamente quente, toda longos cabelos pretos e olhos de lobo impressionantes por quem meu irmão era louco. Styx estava obcecado por ela. Fodidamente morreria e viveria por ela. Não havia nenhuma maneira que eu ficasse assim por causa de um pedação de boceta. As palavras de sabedoria do meu velho vieram direto à mente: bocetas devem ser bem lambidas e fodidas duro, mas nunca adoradas. Eu levantei minhas mãos e recuei. "Hey, se certifique que não haverá pequenos Styxs tropeçando nos meus pés tão cedo. Eu não estou pronto para ser um tio ainda, e com a quantidade de merda que vocês dois andam fazendo, eu apenas quero ter certeza". Styx deu de ombros, me ignorando, e meus olhos se estreitaram em suspeita. "Vocês não estão usando proteção, não é maldito idiota?"


A mandíbula de Styx apertou e ele disse, "N-não. E-e se ela ficar g-g-grávida, bom. Eu quero m-minha cadela em todos os sentidos. Eu q-quero que ela tenha meu f-f-filho." Meu queixo caiu e eu joguei minha cabeça para trás, rindo. "Porra, Styx! Batendo-a antes do casamento. Você pegou uma princesa de um culto religioso extremista, trouxe-a para ser uma old lady dos Hangmen, fazendo dela a cadela top das cadelas sob este teto, e para completar, você poderia engravidá-la antes que ela tenha um anel em seu dedo”. Os olhos de Styx se apertaram, o restante do rosto estóico, o que só serviu para me dar mais uma razão para morrer de rir. "Meu homem, você ouviu o diabo no seu ombro. Você completamente corrompeu a cadela! Se ela não estivesse indo para o inferno antes, ela com certeza está indo para lá agora, porra!". Styx pulou para frente, o punho direito cerrado, assim que a porta do bar abriu. Um segundo depois, Mae atravessou e Styx a seguiu, me lançando um olhar puto, que me disse que eu pagaria mais tarde pelo que comentei. "Olá, Ky," Mae falou, toda refinada e adequada em seu estranho sotaque do velho mundo, enquanto ela caminhava para Styx. Ele estendeu a mão para a mão dela e puxou-a em seus braços, segurou seu cabelo preto, e trouxe sua boca para a dele, me sacudindo o dedo médio pelas costas. O cara tinha estado louco sobre a cadela antes que ela fosse sequestrada por Rider, mas desde que ele tinha chegado em suas costas, ele fez dela sua propriedade, dando a ela um corte com o seu nome nas costas, e não a tinha deixado fora de sua vista por um segundo sequer. Na verdade, eles foram trancados em seu quarto pra caramba, eu tinha certeza que ele passou mais tempo transando com ela do que respirando.


"Bem, agora que você já fez toda esta situação estranha da porra, eu vou conseguir um tipo de merda" Eu disse sarcasticamente, passando perto dos dois quando Styx gemeu e começou a apoia-la contra a parede. Deixando Mae e Styx sozinhos, eu entrei no bar, segurando minhas mãos no ar quando Led Zeppelin explodiu através do estéreo e o cheiro de boceta doce encheu meu nariz. "Putas, solte suas calcinhas e molhe esses galos. Seu deus do sexo de merda chegou finalmente!". Vagabundas me rodearam como moscas na merda, rindo e arranhando meu pau, quando meus irmãos chegaram com suas bebidas. Fui direto para o bar e a atendente derramou a fonte. Antes mesmo que eu me sentasse, um copo de Jack foi empurrado na minha mão. AK e Smiler sentaram-se à minha direita e à esquerda, pegando algumas vagabundas e empurrando-as para seus colos. AK assistiu Viking trabalhando duas putas e riu de sua pouca sorte de merda. Smiler, como sempre, sentou, olhando tão miserável como a porra do pecado. Beauty e Tank vieram andando de novo. Tank e Beauty, sua loura quente old lady — basicamente a mãe do nosso clube. "Ei, querido, como você está?", Perguntou Beauty, colocando um beijo na minha bochecha. "Bem. Eu vou estar melhor em uma hora quando eu estiver vendo cinco de vocês devido a este Jack e estiver debaixo daquelas gêmeas". Beauty balançou a cabeça em advertência quando AK bateu no meu copo concordando.


"Como estão Maddie e Lilah? Não desceram do andar de cima ainda?", perguntou Beauty. Eu balancei minha cabeça. "Nah, embora eu desejasse que a loira de grandes tetas viesse em cima de mim. Eu sonho sobre o que aqueles lábios rosados me fariam sentir envolvidos em torno de meu pau”. E foda se isso não era verdade. Apenas a imagem da loira em seus joelhos quase me fazia entrar em meu jeans. Pensamento totalmente inútil. Uma aberração bíblica incondicional que não ia estar chupando meu pau em breve. Eu quero dizer, porra, meu pau teria de ser um crucifixo abençoado pelo maldito profeta, banhado a ouro para ela abrir aquelas pernas perfeitas. Mas era verdade que ela podia ser a porra do santo graal das bocetas doces! Meus dentes se arrastavam ao longo do meu lábio inferior enquanto eu imaginei seu maldito rosto lindo, e os seios... Humm... Eu quase podia sentir seu gosto na minha língua. "Ky!" Beauty gritou em desespero, me tirando da minha fantasia. "Você poderia responder a maldita pergunta sem toda a merda de sexo! Você é um porco!" "Porra, calma, cadela. Não, elas não vieram para baixo ainda. Elas ainda estão enfurnadas, observando da janela, pensando que todos os homens são do diabo, esperando para arrastar suas bundas peregrinas para o inferno". AK riu. "Então elas estão certas". Beauty suspirou e olhou para a porta que levava ao apartamento de Styx. "Coitadas. Você pode imaginar como é ser separado de tudo que você conhece e jogado aqui, de todos os lugares? Elas devem estar tão assustadas”.


Eu dei de ombros. "Mae lidou com isso e ela estava sozinha. Elas só precisam se acostumar”. Beauty me olhou nos olhos, pálpebras e lábios franzidos delineados. "Mae escolheu deixar aquele fodido culto. Ela queria sair. Estas duas cadelas no andar de cima foram abusadas toda a sua vida, mas nunca quiseram sair. Então vocês chegam todos barulhentos, armas em punho, matam o homem que acreditavam ser um deus, as arrastam aqui, contra a sua vontade, as lançam numa van que cheira a estupro e você espera que elas se acostumem com isso?" Beauty continuou com a ladainha. "Aquelas duas nunca vão se acostumar com esta vida. Elas não são talhadas para serem fora da lei. A pergunta é, o que diabos vai acontecer com elas se elas nos deixarem? Onde diabos irão? O que elas farão?" Nenhum de nós disse merda nenhuma sobre isso. Se as irmãs partissem, Mae iria desmoronar, e Styx não vai deixar que isso aconteça por nada. Por agora, se elas se mantinham ocultas ou não, as duas cadelas vieram para ficar. Nenhuma pergunta. E eu não estava reclamando. Se isso significava que eu continuaria recebendo lampejos da mais quente cadela que eu já vi, eu estava bem com isso... e meu pau de 25 centímetros. Os sons de risadas rindo em alta frequência chegaram a nós, e quando eu olhei atrás de Tank e Beauty, Tiff e Jules — minhas “somos

putas”

famosas

gêmeas

estavam

se

aproximando

rapidamente. Estas duas cadelas faziam tudo juntas, e eu quero dizer tudo. Adicionando-me na mistura, bem, isso apenas significava um maldito bom tempo. “Ky, baby", vibrou Tiff e sorriu. Beauty suspirou, exasperada. Ela revirou os olhos e bateu no peito de Tank. "Nossa sugestão para ir, querido”.


Tank sinalizou adeus com a mão, e AK e Smiler passearam fora para a festa à beira da piscina. Segurando as minhas mãos, eu puxei as duas cadelas loiras para meu peito e gemi quando a mão de Jules imediatamente foi para o meu zíper e roçou o meu pau duro. A boca de Tiff estava no meu ouvido e ela sussurrou: "Você está pronto para algum divertimento, baby? Nós estamos sentindo verdadeiro tesão”. Tomando sua mão, eu a coloquei em cima do meu pau e sussurrei para Jules: "Será que estes duros 25 centímetros mostram que estou pronto para isso?" A cadela suja lambeu os lábios vermelhos e começou a me levar para fora da banqueta e pelo corredor que levava para o meu quarto privado. Dentro de dez minutos eu estava de costas, meu pau sendo montado por Tiff, enquanto Jules montava minha cara. Eu fodidamente amo minha vida!


Capítulo Dois ~Lilah~ "Maddie! Eu não aguento mais! Essa... Essa... música! Ela é obra do diabo, eu lhe digo. O diabo! Você já ouviu falar das letras? Elas são pecaminosas, vil, hedonista! E meus ouvidos! Meus ouvidos estão sangrando por causa do volume ridículo delas!" Mudei meus olhos para uma Maddie em silêncio e pensativa, que estava sentada em sua cama, seus braços envoltos em torno de suas pernas recurvadas, enquanto eu andava no chão de madeira escuro. "Onde está Mae? Preciso falar com ela de uma vez!" Maddie suspirou exasperada e olhou ansiosamente para fora da única janela do nosso pequeno apartamento — nenhuma de nós nunca o deixou para outra coisa a não ser fazer nossas orações diárias, perto do rio, escoltadas por Mae. O apartamento de Styx estava acima deste chamado "clube de motociclistas" em que fomos encarceradas, O Hades Hangmen, o que quer que seja. O que eu sabia era que era um inferno em que tinham nos forçado a viver depois de sermos arrancadas de nossa casa, arrancadas de tudo que conhecíamos: a comuna. A Ordem. O profeta do Senhor. Com os escolhidos de Deus. Era a única forma de reivindicar nossa salvação de nascer do diabo, nascida como sedutoras pecaminosas. Em vez disso, tínhamos sido arrancadas de nosso povo e soltas neste covil do mal. Nós não sabíamos o que tinha acontecido ao nosso povo, depois destes chamados Hangmen terem disparado contra nossos irmãos e irmãs. Eles mataram nosso profeta! Tudo isso apenas algumas semanas atrás.


Eu odeio isso aqui. Odeio cada coisa sobre isso: os atos pecaminosos diários de deboche ocorrendo no térreo no bar depravado, a violência que testemunhei, as armas, e especialmente os homens. Especialmente... ele. Ky. O prostituto Hades Hangmen. O homem que sorriu para mim sempre que esteve na minha presença, lambendo os lábios dessa maneira absurdamente lasciva. Ele fez minha pele arrepiar. Ele pode ser bonito por fora, todo cabelos longos loiros e olhos de cristal azul, mas ele tem uma alma corrompida. Ele não pode ser confiável... Nenhum deles poderia ser confiável. "Ela está com Styx. Ela está sempre com Styx, Lilah”, Maddie disse, cansada, me puxando do meu pensamento sobre aquele perdedor. Indo para minha cama, eu deitei no colchão e me encolhi até que todo o meu corpo estava coberto por lençóis de seda preta. "Por que ela abraçou esta vida, Maddie? Por que ela sorri e ri, e se deita com Styx, enquanto tudo o que podemos fazer é sentir desespero pela nossa situação? Por que desperdiçar meu tempo aqui, trancada nesta cela em um quarto, dia após dia, após dia? Estamos condenadas

ao

inferno,

aqui,

Maddie...

ao

inferno!"

Maddie

gradualmente pousou o olhar em mim e encostou o rosto em cima de seu joelho. Ela olhou para mim com uma expressão melancólica. "Porque ela se apaixonou, Lilah. Ela encontrou o pedaço de sua alma ausente dentro de Styx”. Suspirando,

ela

me

lançou

um

sorriso

sem

graça

e

acrescentou: "Todos nós devemos orar ao Senhor que sejamos igualmente abençoadas. Que encontremos alguém que nos ame completamente e nos proteja do mal. Desde crianças fomos forçadas a ficar com homens que não amávamos. Você não gostaria de receber as afeições de um homem que você escolheu? Um homem que você queria mais do que apenas para uma união celestial?"


Minha boca ficou boquiaberta com sua resposta. "Não, eu não faria isso! Vamos encontrar um jeito de ficar a salvo das garras do diabo neste lugar, cheio de seus habitantes dispostos! Você sabe nossa escritura, Maddie. Nós só podemos ser absolvidas do nosso pecado do nascimento pela vontade justa do profeta do Senhor. Através dos discípulos escolhidos. Não através de um homem qualquer que rasteja como vermes entre nossas pernas! Eu tenho visto como seduzem as mulheres aqui. É nojento”. Os olhos verdes de Maddie pareceram entristecer e ela suspirou, mais uma vez lançando seu olhar para o escuro céu através da janela da nossa “cela”. Meu estômago se contraiu de medo. Ela tinha perdido a fé. Bella tinha morrido. Mae estava vivendo a vida de uma pecadora. Eu era a única que seguiu o caminho certo, a única que poderia nos manter no caminho certo. Um grande estrondo soou lá embaixo. Maddie e eu pulamos, achatando os nossos corpos na cama, com medo. O abajur no teto começou a balançar para trás e para frente. Riso estridente soou do quarto diretamente abaixo... no "submundo", como eles chamam. Levantei o lençol e estiquei até temer que o material iria rasgar, então deixei escapar um grito agudo. Semanas e semanas de frustração explodiram em meu peito. Maddie choramingou ao meu lado, se apoiando na parede. É isso! Eu pensei, perdi o contato com meu autocontrole. Fiquei de pé, endireitei meu longo vestido cinza e arrumei minha touca. Amarrando o linho grosso cobrindo meu coque apertado, eu escondi meus longos cabelos loiros. Tomando uma respiração profunda, eu marchei até a porta com um propósito.


"Lilah! O que você está fazendo?” Maddie falou alterada, em pânico. Seus olhos verdes tornando-se grandes quando ela assistiu minha determinação fortalecer. "Irei

submeter

um

pedido

para

que

suas

atividades

pecaminosas cessem de uma vez! Estou cansada, Maddie. Eu não consigo dormir com esse barulho incessante e eu não me atrevo a ir lá embaixo por medo de ser inadequadamente tocada por um dos pecadores. A maneira que eles olham para nós é lasciva, como se fôssemos o fruto proibido que eles desejam devorar! Estou cansada... tão cansada, eu apenas não aguento mais isso. Minha

cabeça dói o

tempo todo por falta de sono. Eu não posso comer devido ao meu estômago estar constantemente em nós por causa do medo absoluto do que será de nós aqui neste lugar. E meu peito, meu peito está apertando a tal ponto que eu não posso respirar. Eu estou ficando fraca e sinto que estou quebrando. Eu estou quebrada, Maddie. Eu me sinto como se eu estivesse caindo aos pedaços e ninguém entende ou se importa..." Maddie começou a sacudir a cabeça para mim. "Lilah, por favor. Deixe disso até a volta de Mae. Aqueles homens... eles são perigosos. Você viu o que eles fizeram para o nosso povo na comuna. Não incite-os a serem violentos com você também”. "Eu devo pedir-lhes para parar! Eu tenho que tentar!" Eu guinchei. "Nós não podemos mais confiar em Mae. Ela perdeu seu caminho, esqueceu os ensinamentos do profeta. Ela se tornou muito envolvida com Styx. Ela não vai ouvir a razão. Deixe-me tentar isso. Deixa-me implorar por um pouco de paz”. Maddie caiu sobre a cama e começou a morder os lábios em seu nervosismo. Ela tinha se perdido em seus pensamentos novamente. Qualquer menção de nossa fé fazia isso com ela. Eu podia ver o encolhimento da devoção para com nosso profeta em seus olhos. A maneira como ela se alegrou quando o irmão Moisés foi morto algumas


longas semanas atrás confirmou o quanto ela havia se desviado do nosso bendito chamado. A Ordem foi simplesmente seguindo a vontade do Senhor, quando os anciãos tentaram o seu melhor para nos livrar do demônio em nossas frequentes junções celestes. Apertando meus olhos fechados, eu tomei outra respiração profunda. Então eu rapidamente desbloqueei os quatro parafusos da porta e virei a maçaneta. Depois de uma contagem interna de três, eu engoli meu medo e abri a porta em um arranque, apenas para deixar sair um grito ensurdecedor quando eu tropecei, em estado de choque, minhas costas batendo na parede, perdendo o ar dos meus pulmões. Sentado em uma cadeira no corredor estreito em frente à nossa porta do apartamento estava o tatuado pagão, Flame. Eu sabia que ele estava ali sentado o dia todo, todos os dias. Eu o tinha espionado através do olho mágico na porta. Eu não sabia se ele estava lá para se certificar de que não tentaríamos fugir, como se estivéssemos presas neste lugar, ou se ele estava lá para nos proteger. Muito raramente ele deixava esse lugar. Os profundos olhos negros de Flame se concentraram em uma lâmina longa, prata na mão... uma lâmina que estava cortando na pele fortemente marcada na parte inferior do antebraço. Ele estava ofegante com entusiasmo, sua língua lambendo os lábios e, por baixo de suas calças, sua masculinidade permaneceu em pé, esticando o material a ponto de ruptura. Incapaz de me conter mais, um gemido assustado escapou dos meus lábios. Flame retirou sua atenção da faca, seu olhar perturbado perfurando os meus. Um rosnado rasgou de seus lábios ao ser interrompido, e eu me encolhi para trás com medo. Quando a faca caiu no chão, Flame ficou de pé, todos os músculos tensos. O rangido de uma tábua no chão soou atrás de mim enquanto eu tentava misturar-me à porta. Sua atenção estalou nessa direção. Lentamente exalou pelas narinas, com os punhos cerrados de Flame nas laterais do seu corpo, o sangue de seu corte no braço


lentamente escorrendo até o chão. Eu segui a trilha de sua atenção, o que me levou a Maddie, que estava igualmente focada em Flame. Ela agora estava sentada na beira da cama, os olhos verdes extasiados. Tão calma como poderia estar, seu olhar inclinado para baixo, para o sangue escorrendo; Ela engoliu em seco. Movendo-me tão lentamente quanto possível, eu fiquei de pé. Flame notou o movimento. Sua respiração tornou-se pesada quando os olhos selvagens de ônix corriam entre Maddie e eu. "Vá lá embaixo, Lilah. Faça o que ia fazer”, Maddie instruiu suavemente. "Isso vai acalmá-la, se pudermos dormir um pouco”. Eu gaguejava uma tosse. "Não vou deixá-la sozinha com ele. Você perdeu sua mente? Ele olha pronto para matar alguém!" Os ombros de Maddie relaxaram e ela olhou na minha direção. "Flame não vai me machucar, disso eu tenho certeza”. Ela encontrou seu olhar outra vez e corou. "Na verdade, Flame é o único homem com quem eu me sinto segura”. Eu virei minha cabeça para olhar para Flame, me esforçando para ver a confiança nele que Maddie claramente via. Ele estava vestido todo de preto, calças de couro, camisa apertada preta e com o colete de couro que todos eles usavam. Ele tinha armas e facas amarradas a seu peito e ele ostentava tatuagens da cabeça aos pés. Ele tinha barba e cabelos despenteados. Eu balancei em meus pés com cansaço. "Lilah. Vai! Antes de entrar em colapso com o cansaço”, Maddie ordenou e ela sentou-se novamente na cama, voltando a olhar para fora da janela. Flame encostou contra a parede até que ele estava sentado muito perto da porta. Ele selecionou uma nova faca e, sem tirar sua atenção de Maddie, retomou o corte em seu antebraço. Outra bala explodiu estridente do andar de baixo, desta vez agitando a luminária no corredor. Maddie permaneceu quieta na cama, perdida em seus pensamentos. Flame estava perdido em sua sangria, o


que me deixou para desafiar o comportamento dos animais no térreo. Cautelosamente, contornando Flame ao passar, desci as escadas para o corredor, o que levou a recepção do clube. A cada passo, o barulho aumentou, e eu estremeci quando a música pesada balançou a madeira das paredes. Eu nunca tinha sentido tanta raiva em toda a minha vida, tanto desespero para dormir. Enquanto eu estava atrás da porta de aço, que permitiria a entrada na cova do mal, eu criei coragem para enfrentar a horda infiel. Minha mão tremia quando eu estendi a mão para a maçaneta da porta. Eu me senti uma momentânea lasca de dúvida. Se eu tivesse me atrevido a desafiar um homem na comuna, eu teria sido severamente punida. Amarrada. Ferida. Marcada com a santa cruz por um ferro quente... queimada. Mas eu sabia do meu lugar lá. Eu tinha estrutura e rotina, e as mulheres nunca questionaram os homens. Mas este clube era um lugar para fazer o que quisesse, sempre que alguém quisesse, independentemente dos sentimentos ou sensibilidades de qualquer outra pessoa residente aqui. Eu sempre fui obediente, a única a ficar entre as linhas, a não empurrar os limites, ao contrário da pobre Bella e Mae. Mas após dias intermináveis sem dormir, pouca comida e o medo do desconhecido estavam empurrando-me para fazer coisas fora da norma. Assim! "Ky! Mande essa vagabunda parar de chupar seu pau e comece a foder aqui!” Gritou uma voz acima da música e meu estômago caiu. Eu tinha certeza de que o que eu estava prestes a ver não seria nada agradável. Eu tinha testemunhado vislumbres de coisas com que eu nunca poderia sonhar a partir da janela do nosso quarto. Prezado Senhor, dá-me a força para prosseguir. Dá-me forças para enfrentar tudo o que é impuro. Ouvindo o esmagamento de vidro e as vaias dos homens, eu abri meus olhos de minha oração, girei a maçaneta e segui meu caminho.


Espessa fumaça nublou o quarto e o cheiro do suor masculino, álcool e uniões sexuais encheu o ar. Eu lutei contra a náusea corajosamente e entrei no frenesi. Não demorou muito tempo para sentir medo. Mulheres meio vestidas enchiam a sala, derramando álcool na boca dos homens, algumas vezes por entre seus seios expostos. Eu queria que tivesse sido a pior coisa. Mas a visão de mulheres que tomavam homens oralmente, abrangendo suas voltas, levando-os dentro de seu núcleo, e engajando-se carnalmente com outras mulheres tinha me esquivado de desgosto. Cada única coisa que estavam fazendo era errada e pecaminosa. Eu tentei localizar Styx e Mae, mas eu não podia vê-los através da névoa espessa de fumaça. Limpando a garganta, eu respirei fundo e perguntei: "Será que vocês poderiam diminui o volume, por favor?" ninguém me ouviu. Ninguém olhou em minha direção. Endireitei meus ombros e tentei novamente. "Por favor! Alguém! Você pode, por favor, desligar a música? Estou cansada e quero descansar”. Risos vindos do canto da sala, fizeram com que minha carne amolecesse. Por um instante, pensei que o riso fosse dirigido a mim, mas nenhum olhar veio em meu caminho. Meus pedidos tinham passado despercebidos. Eu estava pensando no que fazer a seguir quando uma mão agarrou a minha por trás e apertou. Virei rapidamente, comecei a protestar quando vi uma senhora alta e loura... uma das mulheres de Ky, uma das mulheres com quem ele zombou de mim enquanto eu o observava da janela da minha cela. Afastei-me do alcance da mulher, mas ela me seguiu. Ela estava vestida com um short-saia de couro, os seios visíveis através do material preto de sua camisa. Seus olhos verdes estavam vidrados e seus lábios estavam vermelho escarlate. "Agora, não seja assim, querida. Este não é nenhum lugar para ser tímida. Você é tão bonita. Eu posso ver porque Ky não pode manter os olhos longe de você. Por que ele quer transar com você”.


Desconforto roubou minha voz quando a fêmea se aproximou novamente, seus dedos pintados de vermelho tentando livrar meu cabelo do meu coque, os seios duros pressionados contra o meu peito. Quando a renda da minha touca foi desfeita, engoli em seco e dei um passo atrás no meu estupor, freneticamente retendo a touca. Eu me virei para fugir, mas eu tinha perdido meu caminho, a fumaça obscurecendo o meu caminho de fuga. Enquanto eu corria através a multidão de homens e mulheres embriagadas, pânico agarrou minha garganta. Eu nunca deveria ter me atrevido a vir aqui. Esse realmente é um antro de pecado. Homens e mulheres estendiam a mão para pegar em mim, me ridicularizando, rindo na minha cara, e isso só serviu para abastecer meu medo. Quando eu freneticamente procurei a saída, me deparei com uma grande máquina negra que explodiu um som que feriu meus ouvidos: a origem da música. Um flash de raiva cruzou meu rosto enquanto eu contemplava o quarto, em seguida, torcendo meu corpo para alcançar, senti um cabo longo, eu puxei... duro. Em um instante a música morreu. Eu respirei um suspiro de alívio e não consegui parar um pequeno sorriso brincando em meus lábios... Então eu percebi que o quarto tinha ficado completamente silencioso. Sentindo dezenas de olhos queimando nas minhas costas, eu me virei lentamente, o cabo preto ainda seguro na minha mão. Sem a música o quarto ficou mais estranho e o silêncio ficou dolorosamente alto, minha respiração fraquejou quando os homens Hangmen deram


um passo à frente, um por um através da fumaça. Eu reconheci os líderes por seus coletes de couro. O primeiro homem tinha o cabelo mais curto, mais escuro do que o resto dos homens e um rosto inquisitivo. Não assustador, mas ainda intimidante. O segundo homem era grande, com cabelo vermelho e uma longa barba vermelha. Ele estava sorrindo para mim com intenção impura, seus dentes passando em seu lábio inferior. O próximo homem era magro, menos volumoso, com longos cabelos castanhos e olhos bondosos. Um homem calvo estava ao lado e, agarrando seu braço, com um sorriso uma senhora loura. Ela olhou como se ela quisesse vir até mim, mas a minha postura rígida deve tê-la dissuadido. Eu a tinha visto antes com Mae, da minha janela do apartamento. Ela parecia agradável. Mas eu não estava aqui para fazer amizades. Na verdade, eu não tinha a intenção de estar aqui por muito tempo em tudo. Os discípulos estariam vindo por nós em breve. Então, tudo estaria bem aos olhos do Senhor. Nós ainda podíamos ser salvas. "Cai fora do meu caminho! O que está acontecendo? Quem diabos desligou Zeppelin?" Um homem com voz arrastada gritou do outro lado do bar. Eu me preparei quando a multidão se abriu e um homem passou... um homem com familiar imponência, com longos cabelos loiros na altura dos ombros, alto de estatura, musculoso, seu rosto impressionante ostentando uma barba curta loira escura, e ele ostentava os olhos azuis mais penetrantes que eu já tinha visto. EraKy. Quando o meu olhar fixou nele, fiquei sem fôlego. Meu estômago se apertou e minhas coxas doíam pela simples visão de sua dominância. Os lábios cheios de Ky ficaram apertados com raiva quando ele avançou, mas quando ele rompeu a linha de frente de homens e


seus olhos me viram, eles apareceram suavizar uma fração, seus lábios quebrando seu selo para inalar uma respiração silenciosa. Receosa, minhas pernas batendo, devido a meus joelhos trêmulos, eu dei um passo para trás para encostar-me na máquina de música silenciosa. Ky caminhou para mim, sua camisa branca apertada sobre seu torso rígido, suas calças jeans azul rasgadas nas suas pernas. Quando ele se aproximou, ele passou a mão pelo cabelo longo bagunçado, mastigando lentamente uma pequena, fina vara de madeira presa entre os dentes. Eu não conseguia falar, não conseguia pensar, não conseguia respirar. Minha mão livre passou por trás de mim, descansando em uma prateleira para me manter em pé. O cheiro de fumaça de Ky tomou conta de mim. Meu coração estava frenético e meu sangue correu por minhas veias. As narinas de Ky queimaram quando ele se aproximou, seu olhar azul bebeu de mim em minhas modestas vestes. Ele não parou três passos na minha frente como os irmãos eram obrigados a fazer na comuna. Ele não manteve uma distância adequada, como um homem deveria fazer com uma mulher em público. Oh não, em vez disso, ele impôs sua impressionante altura sobre a minha cabeça, o peito apertando contra meus seios. Eu podia sentir seu olhar intenso. Eu apertei meus olhos fechados, com muito medo de enfrentar esse homem diabólico. Eu perdia toda a compostura quando ele estava por perto. Ele era bruto, grosseiramente promíscuo, e embora minha mente me avisasse de sua natureza maligna e sedutora, meu coração traiu minha virtude e se esforçou para tê-lo por perto. Seu belo rosto e corpo me tentando a leválo para o meu corpo. Ele era o meu próprio fruto proibido, um dos quais eu tinha que manter muito longe. "Você”. Ky suspirou. Eu senti o forte cheiro de álcool em seu hálito quando seus lábios roçaram a minha bochecha. Tentei mover a


cabeça de sua boca, mas sua mão segurou meu rosto e me bloqueou no local. "Olhe para cima, cadela. Eu quero ver os seus bonitos fodidos olhos azuis”. Eu me concentrei em tentar manter a calma, mas eu não podia deixar de sentir pânico. De repente, senti a palma da mão no meu peito e eu choraminguei. O tremor foi instintivo e amaldiçoei-me por ter vindo até aqui. Eu não estava agindo corretamente e agora eu estava pagando o preço. Deus estava me punindo por andar livremente para este inferno. "Por favor... deixe-me ir", eu implorei, ainda mantendo os olhos fechados. Ky se aproximou mais ainda e eu podia sentir seus músculos duros pressionando contra os meus seios. Eu tentei engolir o meu medo, mas não funcionou. A mão de Ky contornou o meu pescoço e os laços da minha touca. "Por que você está escondendo esse cabelo dourado, querida? É bonito pra cacete. Você é uma porra de cadela bonita", Ky raspou para fora, seu rosto mal barbeado esfregando contra a minha pele suave. Foi quando senti suas mãos removerem meu coque. Ele puxou os lados mantendo a touca de cabelo no lugar. Eu senti a ponta do meu cabelo exposto alcançar o meu ombro e Ky soltou um gemido longo, cheio de dor, enquanto meu cabelo voou livre. Lágrimas encheram meus olhos quando senti suas mãos embrulhadas em meu cabelo. Ky se inclinou e inalou, seus quadris moendo contra o meu estômago. "Foda-se, cadela. Eu tenho sonhado em fazer você vir desde a primeira vez que eu coloquei os olhos em você... Eu quero você debaixo de mim, sobre mim, envolvida apertada em volta do meu pau. Eu quero


te foder duro, ouvi-la gritar... lamber você até que você não possa aguentar mais...". Eu soltei um suspiro trêmulo, minha dor no peito ao ouvir suas palavras grosseiras. O hálito quente de Ky viajou pela minha bochecha até que senti uma umidade ao longo de meus lábios, abri meus olhos quando percebi a fonte... sua língua, sua língua provando minha pele. Minhas mãos plantadas no peito largo de Ky e, quando eu estava a ponto de afastá-lo, um apito alto, quase ensurdecedor, cortou o ar. Ky puxou para trás sua língua e sua testa descansou contra a minha quando ele suspirou, aparentemente em aborrecimento. Pés pisaram em direção a nós no piso de madeira. Então, de repente, Ky foi arrancado do meu corpo rígido e bateu contra a parede ao meu lado. Meus olhos se arregalaram quando eu testemunhei Styx segurando Ky por sua garganta. Mas Ky só tinha olhos para mim. Quando meu olhar encontrou o dele, ele gemeu e mordeu o lábio, sua mão cobrindo o abaulamento de sua masculinidade sob suas calças. Soltando um grunhido, Styx puxou a mão para trás e bateu forte no rosto de Ky. Eu tremia da cabeça aos pés e sentia a forte necessidade de sair dali o mais rapidamente possível, antes das coisas tomarem um rumo violento. Desviei meu olhar de Styx arrastando Ky em direção a uma sala privada e notei o resto do clube me olhando, até que um homem com o cabelo castanho curto conduziu a todos. Lágrimas escorriam pelo meu rosto. O que eu estava pensando quando vim aqui? Eu não estava agindo como eu. O local estava corrompendo minha alma. Obrigandome a comportamentos pouco femininos. As mulheres não tinham lugar


desafiando os homens, e eu estava aqui fazendo isso, de modo descontrolado e errático. "Lilah? Você está bem? O que você está fazendo aqui, sozinha?” Mae abruptamente mudou-se para a minha linha de visão e colocou os braços sobre os meus ombros, os olhos azul-claros preenchidos com amor e fraternal preocupação. Eu balancei a cabeça profusamente. "Eu-eu-eu estou tão cansada e confusa, e eu queria que a música alta e suja... parasse. Eu preciso dormir. Estou tão cansada, Mae. Então ele... ele... ele me tocou... soltou meu cabelo... Colocou a boca na minha pele..." Um soluço irrompeu de meus lábios e Mae me envolveu em seus braços. "Ele mostrou meu cabelo, irmã. Desonrou minha modéstia sob o olhar atento de Deus. Eu o tentei para que ele me tocasse. Eu tentei outro, Mae... Ele falou de coisas picantes... coisas que ele queria fazer comigo. Ele está sob meu feitiço. Outro, Mae. O profeta David advertiu que éramos armadilhas sedutoras, e nós somos! Ele me disse que queria transar comigo... provar-me..." Eu tremia com desgosto, incapaz de repetir tudo o que ele disse. "Shh... Lilah. Calma. Você não é o diabo como nos disseram por toda a nossa vida. Você não é uma mulher sedutora. Você é linda. Ser bonita não é um pecado”. Eu recusei suas palavras. "Você blasfema, Salome. Você está esquecendo a escritura e fala inverdades". O rosto de Mae endureceu. Eu nunca tinha visto seu olhar tão irritado. "Lilah, pare. Eu não falo inverdades. Eu estou finalmente fazendo sentido. O que nos disseram para acreditar por toda a nossa vida era mentira”. Suas mãos esfregaram meus braços. "Eu ainda estou aprendendo coisas sobre este mundo. Cada dia é uma lição. Cada dia é uma surpresa quando me ensinam algo novo. Mas você tem que tentar, Lilah. Você e Maddie devem tentar”.


"Eu não gostaria de estar nesta vida, Mae. Sou fiel à causa do profeta e nada vai mudar isso. E nós somos sedutoras. Olhe para o jeito que Ky agiu perto de mim agora!" "Primeiro de tudo, o Profeta David está morto, Lilah! A Ordem não existe mais. Quanto mais rápido você aceitar isso e tentar aprender a viver de novo, melhor para todos! E em segundo lugar, Styx está falando com Ky agora. Ky será punido por humilhar você, por te tocar contra a sua vontade. Ky está intoxicado com bebida e agindo mal. Acredite em mim, no pouco tempo que eu estive aqui, eu sei que este é o comportamento habitual para ele". Mae limpou a garganta e me olhou com cautela. "A partir do momento em que colocou os olhos em você, ele estava vencido. Eu testemunhei isso mesmo quando ele a arrastou a partir da cela para o município. E não é porque você é o demônio disfarçado ou uma bruxa atraindo-os para seus maus caminhos como o irmão Noé fez você, nos fez acreditar. É porque você é loira, esbelta e bonita, exatamente o tipo de mulher que ele acha atraente. Ky não tem nenhuma vergonha em propor uma mulher, em fazer seus avanços. Este clubeé muito parecido com a comuna que viemos” "Como assim?", Perguntei, de repente, aterrorizada por minha virtude. Mae suspirou com a minha preocupação. "Eles têm suas próprias regras e crenças que os separam do mundo exterior. Ky é o segundo no comando e isso vem com determinados privilégios". "Como o irmão Gabriel era para o profeta David?" Mae assentiu. "Sim. E por causa disso, ele também tem uma grande quantidade de energia entre os Hangmen. Ele também é muito bonito, caso você não tenha notado..." Mae estudou o meu rosto, então eu rapidamente mergulhei minha cabeça, tentando esconder o meu rubor.


Era óbvio para qualquer pessoa com olhos que eu tinha notado. Quando eu dei um passo a partir da cela abandonada, ele foi a primeira coisa que eu vi. Ele era tão... extraordinário. "Então, Ky não tem escassez de mulheres concordando em se juntar com ele". Sacudi-me dos meus pensamentos promíscuos e encontrei o olhar expectante de Mae. Pensei no Senhor e reorientei minha fé, sobre o que eu tinha sido chamada a acreditar através de suas palavras. "É errado", empurrei e os ombros de Mae cederam. "Porque se comportar de tal maneira é errado e pecaminoso, e eu não sou uma de suas mulheres, Mae. Eu não sou para ser tocada e acariciada como um cão! Devo ser pura. Apenas os irmãos e os discípulos vão ter o direito de deitar comigo, em contatos para o Senhor. Essa é a única maneira de me livrar do demônio possuir meu corpo... minha alma. Este Ky, este pagão, não é digno desse direito. Ele não é um homem de Deus! Como devo sempre ser salva se um habitante de Satanás me toca? Tudo que eu quero é ser salva... ser resgatada nos olhos do Senhor...". Lágrimas escorriam por meu rosto e eu soluçava em minhas palavras. De repente, me senti instável em meus pés, fraca também pela falta de alimentos. Os belos olhos azuis de Mae suavizaram e ela me segurou pelos braços e deu um beijo carinhoso na minha cabeça. "Shh... eu sei”, Mae me acalmou. "É por isso que Styx afastouo agora. Kyserá adequadamente repreendido por isso, eu juro”. Seguindo o olhar de Mae, eu olhei para a porta de saída que conduzia para fora, sabendo o que devia fazer. "Eu devo... Eu preciso rezar. Limpar meus pecados, lavar a luxúria, o vício e os delitos", eu anunciei. Mae estendeu a mão e gentilmente segurou meu braço. Eu recuei, encolhendo-me ao seu toque, me libertei de sua mão. "Não, Mae! Devo pagar meus pecados. Estou indo para o rio para orar! Eu me sinto imunda... Eu estou imunda... Este lugar... Como você pode viver desta forma, Mae?" Eu observava os olhos de Mae brilharem quando eu


confrontei e a deixei sem graça. "Eu vou orar por sua alma também, irmã. Vou rezar para você mais uma vez encontrar o seu caminho de volta para o Senhor". Eu tropecei para a porta sem olhar para trás e fui para a saída traseira, para a brisa fresca da noite. Eu não desejo ver a expressão de dor de Mae. Eu a amava. Eu queria que ela se livrasse de Satanás também. Éramos Malditas. Nós estávamos todas destinadas ao inferno, a menos que fôssemos salvas. Eu ainda tinha fé de que nosso povo e nosso profeta voltariam, assim como Jesus. Estava na escritura e eu podia recitar cada palavra. Corri direto para baixo do aterro verde ao lado do complexo para o pequeno rio e cai de joelhos, minha mão rente ao meu peito ofegante. Sentindo algo no meu bolso superior, eu olhei para baixo e vi os laços da minha touca. Fechei os olhos; Mae deve ter dado de volta para mim. Olhando para o agitado escuro da água, eu me concentrei em acalmar meu coração que batia muito rápido. O rio corria forte e eu só tinha que lavar o toque imundo do homem. O toque de suas mãos contaminadas e da língua... Eu tinha que lavar todo o seu erro. Recuperando minha touca e a segurando em minhas mãos, eu fixei meu cabelo em um coque apertado e amarrei o branco material de volta no lugar. Assim que a peça foi colocada, ela imediatamente me acalmou. Eu estava adequada e modesta novamente. Fechando os olhos, eu inclinei minha cabeça erguida para o céu, descobrindo o fluxo de paz dentro de minha alma e dei meu coração para o Senhor. Jesus, por favor, me salve deste lugar maldito e perverso. Leveme em seus braços amorosos e salve-me do mal que vive dentro de mim. Guarde todos do Maldito, daqueles de nós gerados pelo próprio Satanás...


Capítulo Três ~Ky~ "Saia de cima de mim, Styx!" Arrastando minha bunda bêbada por meu cabelo comprido, Styx me jogou no escritório e me deu um soco do outro lado da boca de novo, desta vez arrebentando meu lábio. Tropecei na mesa, minha palma da mão direita bateu na madeira e eu me endireitei, dando a volta para apontar para Styx com o meu dedo indicador esquerdo. Senti o sangue do meu lábio escorrer pelo meu queixo, na minha barba.Styx estava na minha frente, com os braços cruzados sobre o peito, peitorais protuberantes debaixo de sua camisa. O filho da puta era maior do que eu em peso, mas não em altura. Estávamos no mesmo patamar quando se tratava de combate. Mas eu não quero lutar contra o meu melhor amigo. Eu estava tão bêbado que não havia jeito de eu estar brigando. "Você é um, idiota. Isso é tudo o que você está fodidamente recebendo. Bata-me outra vez e veja o que acontece", eu arrastei, limpando o sangue do meu rosto com as costas da minha mão. O lábio de Styx em um sorriso arrogante viciado e ele bufou uma risada incrédula. Ele deu um passo em frente e eu me preparei para uma bunda chutada. Em vez disso, ele pegou uma cadeira de madeira e lançou-a em toda a sala, rosnei quando ele fez isso. Eu ignorei o acidente e fechei os olhos, tentando parar a fiação. Desistindo de encontrar o equilíbrio, dei um passo atrás para me sentar na borda da mesa.


Ouvindo as botas pesadas do Styx bater na minha direção pelo piso de madeira, eu lentamente abri meus olhos, vesgo quando a luz fluorescente brilhante da luminária de teto fez o meu bourbon piorar a dor de cabeça. Styx se reuniu comigo cara a cara. Eu podia ver que ele estava tentando dizer algo, mas quando Styx fica nesse estado, sua gagueira rouba sua maldita voz, daí o seu apelido: o Hangmen Mudo. O grande bastardo só poderia falar comigo, e agora com sua cadela, Mae, mas naquele exato segundo, ele não conseguia verbalizar merda nenhuma. Isso me fez sentir culpado como o inferno. Exalando uma respiração lenta e trabalhando em não soprar os pedaços no chão, eu levantei a minha mão em rendição. "Calma, porra. Concentre-se em seu discurso. Entendi. Eu fodi tudo e você está chateado comigo... novamente. Mas agora eu estou vendo dois de você, por isso, pare com essa porra!" Os lábios de Styx endureceram em uma linha, ele esfregou sua testa e ele começou a andar pela sala, tossindo e esfregando sua garganta. Eu sabia que ele estava se preparando para falar, então eu me levantei e sentei na cadeira, piscando os olhos para tentar voltar ao foco. Não. A merda não estava funcionando! Eu tive um sentimento que isso não ia ser rápido. Fechando os olhos, eu trabalhei no pensamento da merda mais doce de todas, mas eu não conseguia tirar o sabor da boceta loira peregrina da minha cabeça. A boceta peregrina pura que eu queria montar e meter meu pau como se fosse uma bolacha recheada. Foda-se, ela era quente, aqueles olhos azuis, cabelos loiros, aquela bunda dela, e aquelas grandes tetas que eu tinha pressionado contra o meu peito. Peitos duros, naturalmente empinados, que eu queria para decorar com os córregos do meu esperma e enrolar o meu pau no meio deles até eu perder a minha porra de mente obcecada em sexo. Cristo! Mesmo


pensar sobre isso estava me deixando tão duro como um pólo de aço de 25 centímetros. "K-K... Ky!!!" Sugando uma respiração, eu abri meus olhos para encontrar Styx na minha frente, olhando para mim como se ele fosse cortar minha garganta. Quando ele passou as mãos pelo seu cabelo escuro, eu percebi que eu estava esfregando meu rígido pau através do meu jeans, enquanto pensava na loira. Merda, eu estava tão fodidamente bêbado. Styx se virou e encostou-se à parede. Eu levantei minhas mãos. "Styx, eu..." "Eu-eu-eu... V-você vai ficar f-f-fodidamente longe de d-d-dela. P-p-porra! Estou or-ordenando-lhe isso como s-seu P-prez!" Styx interrompeu, gaguejando chateado através de cada palavra. Eu soltei um suspiro e exalei. "Eu sei! O que posso dizer? Eu estou fodido de Jack e eu de repente a encontro no bar, olhando para mim com aqueles olhos enormes e fodidos lábios sugadores de pau que eu não posso tirar da minha cabeça... Porra, Styx, ela é minha mulher perfeita! Eu não poderia me ajudar. Quero dizer... merda! Esses peitos! Essa bunda... Eu sou um porra de homem pego pela boceta!" "Cabeça de Boceta!"Styx rugiu. "V-v-você só p-pensa com o ppau!". Styx segurou a ponte de seu nariz, apenas para soltar sua mão e olhar para mim de novo. Tomando uma profunda respiração, ele disse, "M-Maddie e Li-Lilah n-nunca deixarão o ap-ap-apartamento. MMae está fodidamente louca s-sobre isso. Fl-Flame está sendo a-ainda mais psi-psi-psicotico que o n-n-normal, não se m-movendo de sua p-p-


porta. A última coisa q-q-que eu-eu-eu preciso é você lhes causando mmerda também”. Eu balancei a cabeça e me inclinei para frente. Styx bateu o punho contra a parede. "Eu-eu-eu não vou perder M-MAE, não a-aagora. Eu-eu-eu a perdi u-uma vez. N-não vou p-perder de n-novo, então no-nós precisamos que e-essas cadelas fiquem no andar ssuperior, se acalme com as coisas fodidas lá em-emb-baixo, p-parem de ter medo da merda da sua p-própria sombra e co-comecem a ut-utilizar o pr-presente da vida longe de-de-dessas m-maluquices de Jesus!" Sentindo-me culpado pelo meu irmão sofrendo com a idéia de perder sua old lady, eu fui falar, quando a porta se abriu e Mae marchou para dentro. Falando no diabo... Styx chutou a parede logo que ela entrou, mas ela ergueu a mão em sua direção, parecendo molhada em seu jeans preto, estilo Hangmen e colete de couro "Propriedade de Styx", e veio em minha direção. Inferno, ela tinha lágrimas nos olhos. Ótimo. Nada pior do que uma cadela chorando em uma missão para entregar minha bunda. Parando apenas alguns pés da minha cadeira, ela colocou as mãos nos quadris e fodidamente explodiu. "Como você ousa tratar a minha irmã desse jeito!", ela sussurrou, e eu peguei Styx gemendo em exasperação atrás dela, com as mãos cobrindo o rosto em perigo. "Ela fica no quarto o dia todo, todos os dias, por semanas, e não importa o que eu digo sobre o mundo fora da Ordem, tanto ela quanto Maddie não vão nem pisar fora da porta a não ser para rezar, acreditando que o mal existe e irá possuí-las assim que elas o fizerem. Lilah não acredita em nada que eu digo a ela, sem deixar ir sua fé, e Maddie, Senhor, Maddie mal fala, apenas se senta e olha para a janela a cada hora de vigília. Ela está completamente desligada e Lilah está


lentamente quebrando! Ela está caindo aos pedaços mais a cada dia, ela está separada da comuna!" Mae chicoteou ao redor para enfrentar Styx. "E você precisa falar com Flame novamente. Ele ainda está fora do apartamento, cortando a si mesmo, quando ele não está afastado em corridas para você. Lilah está petrificada dele assobiando e cortando a si mesmo. Apenas outra coisa que está inibindo o seu progresso nessa confusão esquecida por Deus”. Eu assisti Styx segurar suas mãos. "Aq-aquele filho da puta não vai fazer as m-merdas q-que eu digo a e-ele. E-ele me disse q-que es-está protegendo-as de v-você sabe q-quem enquanto e-ele f-fatia a carne. M-mas não é uma má c-coisa que ele está a-ali guardando a-aas-sua porta. N-n-niguém o-ousaria enfrentar F-Flame”. Mae suspirou e me encarou de novo, só que desta vez as lágrimas corriam pelo seu rosto. Ah, merda! "Por favor, deixe Lilah sozinha, Ky. Eu sei que você acha que você gosta dela. Ela é absolutamente de tirar o fôlego e bonita... mas ela está muito danificada, e eu quero que ela fique melhor. Eu quero que ela fique aqui comigo. Você não tem idéia de como fomos tratadas toda a nossa vida, porque ela é como ela é. Homens sádicos nos levavam frequentemente contra a nossa vontade, obrigavam-nos a fazer coisas indizíveis em nome do Senhor, e tudo o que tínhamos era uma a outra para apoio. Lilah acreditava que esses homens e suas ações estavam salvando nossas almas, porque nós éramos sedutoras de nascença. Ela ainda acredita nisso e que ela deve retornar para sua instrução, finalmente, alcançar a salvação. É o que nós fomos condicionadas a aceitar. Eu perdi minha fé. Lilah tem aprofundado-se”. Mae vislumbrou Styx e o irmão estava ereto, respirando com dificuldade. Eu sabia que ele detestava ouvir sobre o fodido que tinha violado a sua cadela a maior parte de sua vida. Porra, ele estava morto


agora, é claro, mas o fantasma dele ainda estava lá entre eles todos os dias. Mae voltou-se para mim. "Ky, uma vez que os Hangmen mataram o Profeta David e invadiram a comuna, Lilah acredita que ela está sendo punida, que ela está no inferno, porque ela deixou a nossa terra sagrada, nosso protegido Jardim do Éden. Ela ainda acredita que eu, sua irmã, estou sendo pecaminosa em juntar-me com Styx, um descrente. Ela acredita que eu estou de bom grado me juntando ao lado do diabo”. Styx lentamente veio por trás e envolveu os braços ao redor do peito, de Mae, puxou-a de volta contra o seu corpo e pressionou beijos ao longo de seu pescoço, sussurrando algo que eu não consegui entender. Mae relaxou e ela segurou seus braços, os dedos ficando brancos, quando ela sussurrou de volta, "Você é minha luz, meu amor. Você é a minha escolha”. Os olhos de Styx fecharam e ele exalou. Mae me encarou novamente. "Ky, Lilah acredita na escritura da nossa fé ao pé da letra, acredita que o que o Profeta David escreveu era completamente literal. Fomos informadas toda a nossa vida que nós — Maddie, Lilah, e eu — fomos geradas por Satanás, que nascemos como semente do diabo. Bonitas o suficiente para seduzir os homens, roubar, em seguida, servir suas almas condenadas a Satanás. Lilah sempre teve o pior desse rótulo. Ela teve uma vida diferente antes que ela fosse trazida à comuna do profeta. Maddie, minha irmã Bella, e eu tínhamos sido marcada como Amaldiçoadas desde o nascimento. "Lilah nunca falou sobre isso, mas sempre imaginei que ela tinha tido uma família fora. Mas eles deveriam ter evitado ela quando o profeta a nomeou Amaldiçoada. Eu entendo agora. No momento, Lilah daria qualquer coisa para ser recebida de volta a nossa fé... para sua alma ser salva aos olhos do Senhor. Ela acredita que tenta os homens porque ela é má, realmente má”.


Mae respirou fundo. "Ky, o seu comportamento no bar acabou reforçando essa crença. Ela pensa que o diabo está atraindo-o através dela. Ela acredita que um homem nunca vai realmente amá-la por si mesma até ela se livrar de sua maldição, de sua natureza sedutora". Outra lágrima arrastou pelo rosto de Mae. "Eu não tenho nenhuma idéia de como fazê-la e Maddie querer esta vida. Não há mais comuna, não há mais Ordem. Eu sou incapaz de ajudá-la... ajudá-las. O que acontecerá com elas se não puderem se ajustar?” Seus enormes olhos de lobo focados em mim quando Styx enxugou seu rosto com seu polegar, seu nariz queimando com protecionismo. "Eu preciso de sua ajuda, Ky. Não é para que você faça isso mais difícil. Se elas me deixarem, eu não sei... Eu não sei..." Styx virou Mae nos braços e ela chorou em seu peito. Sua mandíbula se apertou e ele olhou em minha direção. Ótimo. Ele queria me matar de novo. Passando minhas mãos pelo meu rosto, eu pulei para os meus pés e Mae levantou a cabeça em surpresa. "Vou manter minha porra longe de Lilah. Eu juro", eu prometi. Mae acenou com a cabeça, embora seu rosto permanecesse em branco. "Obrigada." Mas Styx ainda estava olhando para mim... e eu conhecia aquele olhar. Ele estava tramando algo. Eu fui deixar o quarto, quando Styx limpou a garganta, seu olhar de merda infame em seu rosto. As mãos de Styx levantadas passando pelas costas de Mae, enquanto seu rosto ainda estava enfiado em seu peito, seus braços apertados ao redor de sua cintura. "Vá procurar Lilah. Ela vai estar perto do rio ou no apartamento. São os dois únicos lugares que ela vai. Diga-lhe que você


está fodidamente arrependido de praticamente agredi-la esta noite. Certo?" Eu balancei a acordo, em vez de dizer isso em voz alta. Ele obviamente não queria que Mae ouvisse nossa "conversa". Um elevar de seu dedo me fez parar novamente, e eu assisti uma onda de sorriso cruzar seus lábios. "Eu estou colocando você no comando dela e eu não estou dizendo a Mae. Vamos chamá-la a sua... angústia por ser um filho puta fodido de merda". Revirei os olhos em sua tentativa de merda de uma piada, mas eu poderia dizer que meu irmão não estava de brincadeira. "Vigie Lilah, proteja-a, e pelo amor de Deus, que ela se acostume com essa vida de alguma forma. Eu não estou perdendo Mae e, a menos que essas cadelas venham a bordo, eu não sei o que ela vai fazer. Nós dois sabemos que a vida no clube é completamente o oposto do que elas aprenderam. Como vivemos é o completo oposto do bom cristão, mas nós temos que encontrar uma maneira de fazê-lo funcionar". Styx suspirou e pressionou sua bochecha na cabeça de Mae, mas nunca quebrou meu olhar. "Você fodidamente vai fazer a cadela loira entrar na pista, Ky. Mas não se atreva a tocá-la. Cabeça de boceta ou não, sua boceta está fora dos limites. Isso é uma ordem férrea como seu Prez. Mas você é meu melhor amigo, meu irmão, meu VP, e eu realmente preciso da porra da sua ajuda agora. Eu estou fora dos trilhos aqui”. Fechei os olhos e deixei minha cabeça cair. Esta foi a última coisa maldita que eu precisava. A Ku Klux Klan ainda era um problema potencial. Foda-se! Sabe o que mais estava vindo em nossa direção; havia sempre um novo inimigo batendo à nossa porta. O fodido Rider ainda estava lá fora. Colocando sua fodida bunda longe de alcance. Esperemos que ele tenha apodrecido em um poço em algum lugar, mas


porra, como saber se ele estava escondendo sua cabeça de traseiro por aí. O cara estava obcecado com Mae e pode tentar recuperá-la. Filho da puta. Eu ia ter que fazer essa merda de babá. Quando abri meus olhos, Styx ainda estava olhando em desespero, e meu coração afundou. Toda a sua vida, o irmão teve dificuldades. Mudo para todos menos seu velho e eu, filho do mais difícil, mais cruel filho de um cadela que já caminhou nesta Terra, herdou o martelo e com vinte e cinco anos já era o maior e mais criminoso MC foragido nos Estados Unidos. Mas tudo mudou para ele quando Mae apareceu sangrando atrás de uma lixeira; ela mudou sua vida com um olhar de seus fodidos olhos de lobo. Eu nunca o tinha visto tão feliz, e agora ele estava falando sobre crianças? Merda. O irmão merecia uma pausa; ele merecia Mae ao seu lado. Ela era um boa old lady, cansada o suficiente pela vida para aceitar como todos nós vivíamos e submissa o suficiente para nunca questionar seu velho homem. Eu ia ter que ser a babá de uma porra de cabeça de bíblia que eu não podia tocar e todo o tempo, sem dúvida, o pior caso do mundo de cegueira. Perfeito. Talvez houvesse um Deus lá em cima e depois de tudo, ele estava rindo de um dos homens do diabo estar ávido por uma prova de uma das suas filhas. "Você sabe que eu farei isso, irmão", quando eu sinalizei para trás, vi o alívio passar ao longo de Styx. Quando saí pela porta, olhei para trás para ver Mae e Styx se beijando. Sim, não ia ser divertido olhar para o coque provocação "puritana peregrina", mas é o que um irmão faz e, embora não de sangue, não havia vínculo mais estreito do que o meu e o dele. Os Hangmen eram nossa família e nós cuidamos uns dos outros. Fazendo meu caminho para o bar, o prospect olhou na minha direção. "Café," eu pedi. "Uma porra de enorme", Eu adicionei.


O prospect franziu a testa, mas foi pegar minha cafeína, sem dúvida. O resto dos irmãos deram-me um amplo espaço, pensando, sem dúvida, que Styx tinha me rasgado um novo buraco e eu estava chateado. Eles não estavam muito longe de estarem certos. "Ky, baby, você vem brincar?" A voz melodiosa me chamado a partir do corredor. Rangendo os dentes, eu me virei para encontrar Jules nua, sua boceta raspada me provocando, exibindo peitos falsos enquanto dois braços, abraçando sua cintura por trás, os dedos descendo para dedilhar seu clitóris. Aqueles dedos experientes pertenciam a Tiff. Meu pau estava duro como pedra, dolorosamente. "Sigam sozinhas", eu disse secamente. "Vocês vão ter que lamber os clitóris uma da outra esta noite". "Aww, sempre o fazemos, baby. É apenas mais divertido com você assistindo e fodendo juntos", Tiff disse quando ela levantou seus dedos e sugou os sucos de Jules em sua boca. Jules imediatamente virou-se, girando e plantou a boca sobre Tiff e, gemendo, empurrou-a para trás para o meu quarto privado. Girando minha cadeira de volta para o bar, o prospect de pé, boca escancarada pela cena, lentamente, tomei meu recipiente de café. Limpei a garganta e levantei uma sobrancelha. O garoto perturbado definido para limpar abaixo da bancada. Quando eu levantei meu café até minha boca ele perguntou com cautela "Sem ofensa, Ky, mas que inferno de negócio você tem para não ir foder com elas?". Batendo o líquido quente de volta em um gole, bati a caneca vazia em frustração, vendo como ficou em pedaços, e batendo no bar duas vezes com a palma da minha mão "Aparentemente, eu tenho que chegar mais perto de Deus e de sua top boceta virginal. Amém e Abençoado-fodido-aleluia para essa merda fodida!"


Capítulo Quatro ~Ky~ Entrando no ar quente da noite, enfiei a mão no bolso e tirei um cigarro, descansando-o entre meus lábios. Eu andei perto de Viking que estava tendo seu pau sugado por alguma vagabunda drogada ao lado da garagem, ignorando a porra de cena feia, o brilho de sua bunda pálida, e acendi meu bastão do câncer, tomando uma longa e doce tragada. Cortando a linha de árvores na parte de trás do complexo, eu segui o caminho de terra através das madeiras grossas, em direção ao som do rio. A peregrina não estava no apartamento de Styx acima do clube, e de acordo com Styx, se ela não estivesse lá, ela estaria à beira do rio. Por isso, apesar do meu fodido rosto, eu estava tentando ser o escoteiro através da madeira. Apenas para Styx... Não demorou muito antes de ouvir o barulho do rio e eu percorri à beira gramínea para ver onde minha peça de bunda bíblica favorita estaria. Tropeçando ao longo da margem do rio, eu chutei estupidamente pedras na água, quando ouvi um som de pranto estranho. Recuando para contornar ao longo da sombra da linha de árvores, eu calmamente fiz meu caminho em direção ao som, agarrando a minha 9mm da parte de trás da minha calça jeans. Quanto mais perto eu chegava, mais alto o choramingar agudo ficava. Ao clicar fora a trava de segurança, eu estourei para fora das árvores e imediatamente congelei em meus passos, a minha arma apontada para... Lilah? Que. Porra. É. Essa? Abaixando a minha arma e colocando-a de volta no cós da minha calça jeans, eu olhava para Lilah deitada no chão, lamentando alguma merda de jargão louco em um volume que fazia minha orelha


sangrar. Com um puxão violento de sua cabeça, de repente ela começou a gritar, chorar e jogar os braços no ar, balançando para frente e para trás, murmurando palavras que eu não conseguia entender. Soou como um lote de consoantes emaranhadas umas nas outras. Completo absurdo. Eu nunca tinha visto nada parecido em minha vida. Eu fiquei lá plantado como um pau, coração batendo, observando-a perder a cabeça ao lado do rio. Puta merda, ela finalmente estalou. Eu tinha piscado. Styx ia comer o couro cabeludo da minha bunda! Voltando atrás, eu me escondi debaixo da tampa pesada das árvores. Chame-me de louco, mas eu queria estar bem fora de vista desta merda de vodu possessivo. Despencando para minha bunda, minhas costas contra um tronco de árvore, eu afastei um ramo e apenas observava. O lamento e choro continuaram por um tempo da porra. Em um ponto suas ações tornaram-se tão irritantes que eu quase saltei para agarrá-la, convencido de que ela estava tendo uma maldita convulsão. Mas os lamentos de Lilah gradualmente começaram a diminuir, as mãos abaixadas, e eu percebi que eu tinha começado a respirar novamente. Eu não tinha notado que eu tinha parado. Tomando respirações longas, profundas, os olhos do Lilah se abriram; Eles estavam vermelhos e inchados com toda a tensão de seu choro e da quantidade de lágrimas que ela derramou enquanto ela tinha chutado e gritado. Eu podia adivinhar que meu rosto parecia confuso. Enquanto eu a observava se recompor, eu tinha certeza que Viking tinha me levado novamente sem o meu conhecimento e eu estava viajando como


um hippie filho da puta em Woodstock, mas depois do que pareceu uma vida inteira assistindo esse rolo de merda de Lilah em torno da grama, eu percebi que estava sóbrio... e que Lilah era uma merda de trabalho precisando ser desenvolvido. Como diabos se faz uma cadela ser tão quente e psicótica da porra? Levantando minha cabeça para o céu e passando minhas mãos pelo meu rosto, exasperado, eu me mudei para me levantar e, finalmente, fazer o que eu tinha sido ordenado, mas eu imediatamente afundei de volta para o chão, afundando na terra seca quando Lilah libertou seu longo cabelo loiro da porra da coisa branca e feia em sua cabeça e começou a desabotoar seu vestido na parte de trás. O sangue encheu imediatamente meu pau e eu assobiei por entre os dentes quando o material cinza rançoso caiu no chão, deixando a loira quente vestida somente em um conjunto branco na altura do joelho, o material transparente... porra, porra totalmente transparente. Seus dedos estenderam para pentear o cabelo dela, e eu escorreguei para fora um gemido quando ela se virou e eu avistei seu mamilo vermelho através do conjunto. Lilah de repente se virou, procurando abrigo nas árvores. Eu me acalmei e prendi a respiração, rezando para tudo o que era poderoso que ela não me visse... que ela não fizesse parar este show de strip. Quero dizer, merda! Tiff, Jules, e prostitutas não tinham merda de chance com essa cadela. Eu vi como os olhos brilhantes azuis relaxaram e ela deu um passo adiante no rio. Ela nadou lentamente através da corrente até que ela tinha a água na altura da cintura. Ela estendeu as mãos, as palmas das mãos deslizando sobre o topo da água, e ela inclinou a cabeça para trás e sorriu. Eu chupei em uma respiração cortante; Eu nunca tinha visto nada parecido com aquele sorriso em toda a minha vida. Ela era


tão fodidamente bonita, parecendo alguma sereia no rio. Ela pode ter pensado que ela era criada pelo diabo, mas ela era impecável. Eu não tinha tanta maldita certeza se havia um diabo, mas ele não tinha nada a ver com o que eu estava vendo. Isso era tudo bom, a porra de uma maldita bênção. Emoldurada

por

seu

longo

cabelo

loiro,

ela

afundou

lentamente sob a água. Mas eu endireitei quando ela não voltou para cima. As bolhas de ar subiram à superfície, mas pararam depois de um tempo, a água completamente parada. Saltando para os meus pés, eu estourei para fora da linha de árvores e corri para a beira do rio, buscando as profundezas escuras... Nada. Porra! Ela estava tentando se matar? Sem pensar muito, eu tirei minha roupa, jogando-a no chão, e corri em pleno vigor para a água, apontando para o último lugar que eu tinha visto Lilah. "Lilah! Lilah!", Gritei, agora completamente encharcado. Eu entrei na água, mas não podia vê-la, senti-la, nada. "Cadela, onde diabos você está!" Localizando outro aumento de bolhas de ar à superfície alguns pés de distância, eu mergulhei e apontei para essa direção. Abri os olhos por baixo da água, mas não podia ver merda de coisa alguma. Assim, quando eu estava prestes a subir para o ar, meus dedos capturaram algo macio... Eles sentiram como um pequeno pedaço de material. Empurrando para frente, eu encontrei o corpo quente da loira, segurando-a nos braços, empurrei-nos para subir a superfície. Quando senti o ar, eu tomei um enorme fôlego e tossi para limpar minha garganta. Assim, enquanto eu estava apertando a água dos meus olhos, um grito frenético perfurou o ar, e eu olhei para Lilah. Uma mão bateu contra a minha bochecha, os pregos afiados rasgando a minha pele.


"Foda-se, cadela!" Eu rosnei e coloquei sua bunda de volta na água fria. Lilah balbuciou e tentou se levantar, correndo em volta de mim para se arrastar para fora. Levantando minha mão ao meu rosto, eu corri para baixo, a pele arranhada... sangue. A cadela maldita tirou sangue. Girando minha cabeça ao redor, vi Lilah rasgando seu caminho até a margem do rio. "Você tirou sangue, porra, você tirou meu sangue sua cadela psicopata!" Eu gritei, estremecendo novamente quando minha dor de cabeça rachou como trovão através do meu crânio, minha maldita ressaca entrando em vigor. Lilah engasgou com minhas palavras duras e saiu correndo em direção a sua pilha de roupas. Assim, quando eu comecei a me mover para fora do rio, a ouvi gemer e minha atenção foi direto para ela. Ela tremia e falava sozinha, murmurando algo sob sua respiração. Eu não conseguia ouvir o que, mas toda a sua porra louca estava de volta em plena exibição. Avançando até o banco, eu me aproximei de Lilah, pegando um pouco do que ela estava dizendo. Por favor, Senhor, dá-me forças para suportar a dor. Ajude-me a levar minha punição com dignidade... Estendi a mão para puxá-la do que soou como uma oração e vendo minha mão estendida, ela gritou de medo e seu braço voou para proteger o rosto. Isso me parou e eu dei um passo para trás. "Lilah! Pelo amor de Deus, eu não vou te machucar!" Os enormes olhos azuis de Lilah entraram em exibição quando ela baixou os braços algumas polegadas. Mechas de seu cabelo loiro ficaram estampadas no seu rosto deslumbrante e ela piscou. "Lilah, eu..."


"Você... você não está aqui para me punir por minha rejeição a seus avanços?", Ela perguntou em uma vozinha assustada. Eu fiz uma careta. "O que diabos você está falando?" Soltei totalmente o braço dela, ela olhou por cima do ombro para mim, seus olhos grandes confusos, e disse: "Mais cedo, no... no bar você me queria e eu o empurrei para longe... Você... você lambeu minha pele e disse coisas explícitas no meu ouvido..." Ela olhou para mim, pedindo-me para compreender. "Você é quente. Eu sou gentil como um burro. E eu estou fodidamente arrependido. Soou como uma maldita perfeita sugestão naquela altura. Mas agora, docinho, eu não tenho idéia de que coisa fodida você está falando”. Ela se virou para mim totalmente, parecendo mais ousada, e explicou: "Você está aqui para me punir porque eu recusei-lhe sexo. Isso o envergonhou como um homem por eu dizer não, por não recebêlo em meu corpo". Ela endireitou-se, fechou os olhos e, voltando-se para curvar-se, com as mãos em uma pedra e bunda no ar, disse: "Por favor, eu posso pedir para que você não me cause dor?" "Eu..." Eu queria explicar que eu não ia bater nela, mas então eu olhei para ela, olhei para o que estava de frente para mim... vi que ela estava tão porra de molhada... com um deslizamento dava para ver através... Eu podia ver tudo... e porra...eu. Em seguida, as pernas abertas, a boceta nua ficando à vista, e eu gemi, meu pau duro punindo minha bunda de puto. Porra. Eu tinha me afogado. Eu tinha me afogado e este era o meu inferno. A cabeça de Lilah virou e seus olhos se abriram. Mordi o lábio inferior para manter minha boca fechada. Levou toda a minha força de vontade para não saltar para frente, jogá-la de costas, e chupar um


daqueles mamilos vermelho para caralho em minha boca através do material praticamente inexistente. Seu estômago era plano e suas pernas longas e... e sua boceta, Jesus Cristo, era perfeita! Foda-se, sua boceta era toda cor de rosa e sem pêlos, o material molhado absorvido com ela mostrando a pele, em detalhes explícitos, no ápice das coxas. Eu juro que eu ia atirar uma carga na minha calça jeans. Como a porra de um adolescente que encontrou sua primeira boceta na Playboy. Lilah de repente choramingou, rasgando-me ao me olhar fixamente. Seu lábio tremeu e os olhos cheios de lágrimas quando ela tropeçou, retornando para alcançar seu vestido descartado no chão, tropeçando em seus pés enquanto ela tentava fugir. "Lilah! Acalme-se porra!" Achei minha voz para chamar. Ela virou-se quando ela se apressou para colocar o vestido. Ela empurrou a mão, quase a esmagando em meu peito. "Não... por favor. Eu sou a única que está envergonhada. Sou uma mulher pecadora vergonhosa. Eu não tive a intenção de tentá-lo. Por favor, não me leve... por favor..." Ela estava pirando e porra eu parei. E inferno, era difícil de fazer. Eu poderia olhar para esta cadela todo o maldito dia. Mas uma mulher se lamentando e reclamando? Nah, não conseguia lidar com isso um maldito segundo de merda. "Lá, eu me transformei, não precisou de nenhuma tentação", eu disse. "Diga-me quando você estiver vestida e, em seguida, você e eu vamos conversar”. Eu não conseguia ouvir nada atrás de mim, depois de alguns minutos de farfalhar, eu fiz uma careta. "Lilah?", Perguntei novamente. Nada ainda. Cautelosamente me virei, escovando meu cabelo molhado longo do meu rosto, vislumbrei o fundo da porra do vestido cinza feio do Lilah desaparecendo na floresta.


"Porra de cadela psicótica!" Eu cuspi, pegando meu colete descartado e jogando sobre a minha camisa molhada. Partindo em um arranco, não demorou muito tempo para me aproximar dela. Ela pode ser ágil e rápida, mas ela não era mais rápida do que eu. Lançando um olhar aterrorizado para trás, ela obviamente ouviu meus passos, ela gritou quando me viu indo em sua perseguição. "Lilah!", Eu gritei, mas ela não desistiu, fazendo-me sentir como se estivéssemos em algum caipira fodido filme de terror. Ela me deixou só uma escolha: fica na frente da cadela. Se ela corresse de volta para o clube gritando e chorando, dizendo a Mae que ela ofereceu-se para mim, que eu a tinha visto nua, Styx ia me matar, com certeza, ou na melhor das hipóteses me deixar algumas cicatrizes com sua lâmina alemã. E essa merda não estava acontecendo. Eu estava muito fodidamente bem sem novas cicatrizes vermelhas feias. Lilah se voltou para o caminho de terra subindo a colina para o clube, quando a alcancei com meus braços, envolvendo-a em torno de sua cintura, nos jogando no chão, transformando-nos em uma bola de ar por isso, tomando o peso da queda. "NÃO!" Lilah chorou novamente e se debateu para ficar livre, cavando os cotovelos nas minhas costelas. Segurei firme, tentando condenadamente não prestar muita atenção as tetas dela completamente ao alcance da minha mão direita. Aproveitando-se de sua inclinação para o lado, eu nos rolei, tomandolhe o pulso e prendendo suas mãos acima de sua cabeça enquanto eu montava em sua cintura, meu peito quase tocando o dela. "Cadela, pare!" Eu pedi enquanto seu corpo apertado contorceu debaixo de mim e meu cabelo caiu para frente engaiolando seu úmido e assustado rosto. Suas pernas acalmaram, sua respiração era difícil, e seu peito subia e descia a uma velocidade louca. Seus olhos corriam de um lado para o outro, procurando uma maneira de ficar fora do meu alcance, e suas bochechas estavam vermelhas com o esforço demasiado.


Eventualmente seus grandes olhos azuis se prenderam nos meus. Então eu quase não conseguia respirar. Inalei profundamente, balancei algum sentido de volta na minha cabeça fodida de boceta e perguntei: "Você já fez?" Os lábios de Lilah franziram e ela balançou a cabeça lentamente. Meus olhos caíram para ver seu vestido cinza de volta no lugar e seu cabelo bagunçado e penteado para trás, preso sob a branca — e agora suja — touca. Meu olhar seguiu-se ao peito, sua garganta magra, suas bochechas niveladas e reorientei para os olhos. Lágrimas encheram seu olhar e ela sussurrou: "Por favor... não me machuque..." A dor atravessou meu peito com a voz quebrada, mas ela estar com medo de mim só malditamente me irritou mais. "Por que você fugiu?" Pânico atravessou seu rosto. "Por Favor..." "Responda minha porra de pergunta. Por que você fugiu?" A língua rosa molhada de Lilah espiou para fora e correu através de seu lábio inferior. Senti que lambia todo o caminho para o meu pau. Esta cadela estava me matando. A respiração dela fraquejou, mas ela conseguiu responder: "Eu estou com medo... Eu estou tão assustada com tudo... o seu mundo... de você... Eu não quero ser levada contra a minha vontade de novo... Eu estou com muito medo..." Fechei os olhos com suas palavras, sentindo uma dor no meu peito. Simpatia? Eu tomei uma respiração profunda e olhei para baixo novamente. Seus olhos azuis tímidos estavam fixos nos meus, só para cair brevemente para meus lábios e de volta novamente. Ela corou ainda mais com as coxas espremidas juntas e as pernas se contorciam embaixo de mim.


Então eu a senti. Como uma corrente elétrica passando através do meu corpo, meu pau querendo a ela... muito. Antes que eu percebesse, meus polegares começaram a acariciar a pele macia e úmida em seus pulsos e eu bebi ao vê-la deitada debaixo de mim. A peregrina loira... a fodida loira peregrina que eu tinha que consertar e tornar normal para Styx... Eu estava começando a pensar que era uma tarefa impossível. A cadela estava quase como Flame quando batia na cabeça. Como diabos você chegou até este nível de loucura? A cabeça de Lilah lentamente inclinou para trás para as nossas mãos e ela franziu a testa para o movimento de meus polegares. Eu aproveitei a oportunidade para me inclinar para baixo e coloquei meus lábios em seu ouvido. Cristo, ela cheirava bem, algum aroma de baunilha doce derramando de sua pele molhada. Isso me fez querer lambê-la, envolver minhas mãos em seu cabelo louro e comprido e beijar seus lábios. A inalação aguda da respiração me disse que ela tinha notado onde minha boca estava e eu podia sentir sua batida de coração contra o meu peito. "Ky..." ela sussurrou, e eu cerrei os dentes em sua voz ofegante. Inferno, ela era uma porra sedutora. Eu nunca tinha estado tão ligado na minha vida. Sim, eu estava no inferno. "Eu não irei te machucar, cadela, sim? Não há punição para o que aconteceu no bar. Você disse não. Isso é tudo o que você precisava dizer. Não há necessidade de ficar me importunando com essa porra", eu respondi com uma voz rouca. Eu rapidamente limpei minha garganta. "Não, ninguém vai te estuprar ou, então, tire esse medo fodido fora de sua mente confusa". Sua respiração soprou passando meu ouvido.


"Eu... eu não entendo... o que é... estupro?" "O que é estupro?", Perguntei, agora confuso para caralho. "É quando alguém força-se sobre você quando você diz não. Quando você não tem escolha. Quando você não quer porra nenhuma, mas eles fazem isso de qualquer maneira. Foda-se, sua cadela, você deve saber o significado dessa palavra". Seus olhos ficaram enormes. "Isso nunca foi feito comigo..." "Sim, nesse culto, faziam." "Não. Não era... estupro. Foram os anciãos fazendo conforme ordenado pelo profeta e Deus”. Fechei os olhos e balancei a cabeça. A cadela tinha sido estuprada por anos, mas não tinha a porra de uma pista. "Um dia, Lilah, você vai entender o que eu estou falando e perceber o quão fodido isso soa como desculpa”. Ela não disse merda nenhuma em resposta. Eu me afastei um pouco para meu rosto ficar pouco acima dela. A pele de Lilah era dourada e suave, ela tinha um nariz pequeno e bonito; aqueles lábios... sim, eles eram irreais também. Jesus, era como se ela fosse um sonho só para mim; Eu nunca tinha visto uma cadela tão perfeita em toda a minha vida. Nunca tinha pensado que uma mulher assim existisse até que Lilah se arrastou para fora daquela cela poucas semanas atrás, só para começar a me torturar e meu altamente excitado pau. "Então eu não estou em apuros?", Ela perguntou. "Aqui nos Hangmen, se uma porra de cadela diz não, então isso significa que não vai acontecer porra nenhuma. Entendeu?" Duas sobrancelhas loiras levantaram juntas, lábios rosados franziram em confusão. Lilah sacudiu a cabeça, dizendo-me que ela não entendeu.


Eu suspirei com o quão difícil essa merda de função de zelador rapidamente estava se tornando. Eu me endireitei, libertando as mãos, mas mantive-me montando sua cintura. Eu precisava dela para ouvir e ouvir bem. "É por isso que você precisa de mim, docinho. Você não tem uma fodida ideia de como viver aqui fora ou ser normal fora desse fodido culto de lavagem cerebral em que você viveu toda a sua maldita vida, acreditando que você era má porque você é a cadela mais quente que já andou pela terra". Lilah engasgou com isso; isso me fez sorrir. Seu rosto estava todo confuso e chateado. Mesmo assim ela não era nem um pouco feia. Droga. "O

que...

o

que

é

lavagem

cerebral?",

Ela

perguntou

timidamente. Eu não podia deixar de sorrir. Inclinando-me até nossos narizes quase se encontrarem, ela congelou e eu ri. "Nós vamos deixar essa discussão para mais tarde. Passos de bebê, bochechas doce, passos de bebê". Ela abriu a boca para falar novamente, então eu pressionei meu dedo indicador em seus lábios para selá-los fechados. "Cale-se. Você vai ouvir. Em seguida, você vai obedecer, e eu não quero qualquer resposta malcriada ou qualquer estranha merda de Jesus como resposta. Sim? Quanto mais cedo você agir como uma boa cadela normal, mais cedo eu posso voltar a beber Jack e transar com minha linha putas”. Não houve resposta, então eu continuei. "Eu vou colocar tudo para fora para você. Você está presa aqui conosco, com os Hangmen. A merda hippie de louca peregrina que vai casar com Jesus acabou". Ela tentou falar novamente, mas um aceno de cabeça firme e um olhar duro foram tudo o que foi necessário para calá-la. Ela era complacente, naturalmente submissa; Eu daria a ela mais.


"A sua comuna desapareceu, virou pó. Você entende isso, docinho? Não há ninguém partindo. As mulheres foram poupadas para sumirem com sua prole sem deixar rastro, abandonando a terra. Voltamos e verificamos. Todos os homens foram mortos: os guardas, os mais velhos... a porra do filho da puta vigia de cripta e falso profeta que todos adoravam. Ele levou um tiro certo entre os olhos, seu cérebro virou comida de verme no terreno sagrado de sua comuna". Lilah gritou como se sentisse dor, e vi quando as lágrimas encheram o olhar distante. Eu balancei a cabeça para ela em desgosto. Eu não tinha idéia de como ela poderia estar chateada em perder esse pedófilo filho da puta. Styx tinha me dito algumas das merdas que tinham acontecido na Ordem. Mae compartilhou algumas coisas com ele na cama e o irmão quase perdeu a cabeça sabendo que sua cadela tinha sofrido esse nível de abuso a vida toda. Inferno, eu sou um motociclista bandido imoral e até mesmo eu fiquei chocado com o seu nível de sadismo. O profeta "pequeno-violinista" David fez Charles Manson parecer como a fada dos dentes do caralho. Esquisita louca do caramba de Jesus. É melhor estar do lado de Hades, o lado do pecado. Pelo menos, então, você sabe onde você vai quando você se encontrar com o barqueiro. Não precisa viver se esforçando para ser algo que você é. E a melhor parte? Você pode ter uma porrada de diversão vivendo todos os tipos de fodidas coisas erradas, mas sente que é tão fodidamente certo! "Então é isso que vai acontecer. Eu e você, bem, nós vamos passar um tempo inteiro juntos. E eu vou te dizer agora, não se incomode em lutar contra isso. Você está no meu quintal agora, e você vai fazer o que eu digo. Sim?" Lilah assentiu instantaneamente a cabeça, e eu podia ver o medo intenso em seus olhos, sentir sua frenética respiração.


"Bom. Então a primeira coisa que está acontecendo é que você não vai tentar se matar mais. Eu não gosto de natação. É muito parecido com trabalho duro. Eu não gosto de ficar molhado. Isso fode com meu cabelo”. Eu sorri, pisquei e acrescentei: "Mas eu estou mais do que feliz por molhar você de outras maneiras, tetas de açúcar." A cabeça de Lilah balançou para frente e para trás, uma expressãodeterminada no rosto. "E agora?", Perguntei, exasperado. "Eu... eu não estava tentando tirar minha própria vida. Eu nunca faria isso. Profeta David era muito firme sobre destruir a maior criação do Senhor, a nós mesmos. É um caminho direto para o inferno. Eu pretendo estar com o Senhor em Sião quando ele assim o desejar e não um momento antes”. Revirei os olhos ao ouvir o nome daquela peça de carne derramando de seus lábios, mas sua resposta fez-me tão confuso como o inferno. "Então o que diabos você estava fazendo saltando no rio? Você segurou-se após ter uma maldita crise de convulsão no banco. Você estava gemendo e chorando como se estivesse perdendo sua maldita mente e você espera que eu acredite que você não tentou se matar?" "Convulsão? O que é uma crise? Eu não entendo suas palavras. Você é tão confuso para mim! Porque eu continuamente não consigo entender as palavras que derramam de seus lábios?" Eu ri e arrumei meu cabelo para trás com os dedos. "Eu sou confuso? Bochechas doces, assim como você pode ser um alienígena da porra eletrocutado para baixo de Marte, pelo jeito estranho com que você está sempre agindo”. "M-marte? O que é Marte? O que é um alienígena? Eu não entendo!", Ela guinchou.


Eu derrubei minha cabeça para trás e gemi, então meu olhar fixou no dela novamente. "A convulsão é quando você rola, incapaz de controlar seu corpo. Você sabe, quando algo está fodido na sua cabeça e seu boca faz espuma”. O rosto de Lilah estava em branco. E isso me fez ter certeza que eu não tinha perdido meu chamado como um médico ou um... professor para esse assunto. Eu não conseguia explicar nada certo para esta cadela. "Eu

não

estou

doente

da

mente,

nem

eu

rolei

descontroladamente, espumando pela boca. Eu estava falando a Deus". Eu me acalmei e, quando suas palavras filtraram em meu cérebro, eu não poderia deixar de rir novamente. "Bem, dizendo merdas como que você esteve falando com Deus não vai convencer ninguém que você não está voando sobre um ninho de cucos. Eu vi você rolando no chão, gritando absurdos. Meus olhos não mentem. As palavras que você estava gritando nem sequer parecem reais". Os olhos azuis de Lilah se estreitaram. "Eu estava falando em línguas, glossolalia. Essas palavras são uma linguagem pessoal sagrada entre o Senhor e eu, uma linguagem particular que você não entenderia. Eu estava cheia do Espírito Santo, com puro amor de Deus. Eu transcendi a um lugar onde eu me entreguei a Jesus. O que você viu foi a personificação da minha adoração, de minha conexão com o nosso Criador". Eu estava boquiaberto. Cheia do Espírito Santo? Que. Porra. É... "Eu estava no rio para limpar meus pecados", seus olhos perfuraram os meus "para lavar a sua ofensiva e indesejável sedução, uma sedução que foi uma praga de imoralidade sobre minha carne. Eu precisava submergir nas águas limpas, assim como quando Jesus foi batizado por João”.


Seus olhos se fecharam e uma sensação de calma estranha tomou conta de seu rosto. "Assim que Jesus foi batizado, ele subiu para fora da água. Naquele momento o céu se abriu e ele viu o Espírito de Deus descendo como uma pomba e vindo sobre ele. E uma voz dos céus disse: ‘Este é meu Filho, em quem me comprazo; com ele Eu estou bem satisfeito’”. É, eu estava perdendo meu fodido tempo. Lilah suspirou, exasperada, perdendo a aparência de calma de apenas um momento atrás. "Mateus 3: 16-17. É a escritura, Ky. Você pode rejeitar a palavra escrita de nosso Senhor e Salvador, mas eu não. Minha limpeza espiritual foi o que fui chamada a fazer hoje à noite por um poder superior, chamada a ir para o rio e lavar o pecado". Dando de ombros, eu disse: "Entendi, cadela. Você estava falando com Deus para livrar-se da minha chaga de..." Olhei para Lilah novamente e joguei meu queixo. "Como você chamou?" "Sua

praga

de

sedução

imoral",

ela

respondeu

significativamente. Eu assobiei baixo e balancei a cabeça com um sorriso firmemente fixo no meu rosto. "Sim, dessa merda assustadora, bochechas doce". Suas sobrancelhas puxaram para baixo. "Você vai me castigar?" Levantando-me, olhei para Lilah retirar as folhas secas fora de seu vestido feio e disse: "Considerando que eu não sei o que significa castigo do inferno, tenho certeza que fodidamente nunca vou saber o que fazer, docinho? Quer dizer, eu estou surpreso que um filho da puta pagão infeccioso e mal como eu tenha sobrevivido uma vida tão longa sem Deus jogar um raio para fritar a minha bunda!".


Empurrando-se do chão, Lilah estava diante de mim, a boca apertada. Ela bruscamente declarou: "Posso solicitar que você se abstenha de me chamar... docinho? Meu nome é Lilah”. Chocado com suas bolas de bronze por me confrontar, eu rastejei

para

frente,

quase

a

perseguindo.

O

rosto

de

Lilah

imediatamente perdeu sua raiva e ela congelou completamente. Quando estávamos frente a frente, Lilah deixou cair a cabeça em submissão e eu me senti como um idiota. A cadela estava completamente fodida e assustada como a merda. Inferno, ela ainda estava tremendo. Descendo, eu segurei sua mão. Ao ouvir seu suspiro, eu a puxei para transmitir tranquilidade de qualquer maneira. Eu queria ir de volta ao meu quarto, então Tiff e Jules poderiam servir meu pau. Ficar perto desta peregrina loira tinha me dado o tesão do inferno. "Vamos lá, vamos para casa antes de Styx e Mae terem a minha bunda. Eu já tenho um maldito bumbo induzido por bebida batendo na minha cabeça. Adicionar o choramingar da voz de Mae só vai torná-lo pior!" Nós cortamos pelas árvores pesadas em um ritmo rápido e eu ignorei Lilah tentando afrouxar sua pequena mão do meu aperto e ela choramingando. Eu não estava soltando; Eu não estava dando a ela uma chance de correr de mim novamente. Eu só a queria de volta trancada em cima da garagem para que eu pudesse ter um fim disso tudo de falar com Deus. Isto estava me dando urticária. À medida que quebramos a linha de árvores para o complexo, um bando de caras estava fora checando uma parte recém-construída do clube, Cowboy — um Hangmen nômade — entre eles. Cowboy não tinha partido após o ataque a comuna algumas semanas atrás. Seu melhor amigo, irmão nômade e fodida sombra, Hush, tinha ficado também.


Cowboy

era

tão

descontraído

como

o

inferno,

sempre

contando piadas. Hush, o oposto total, olhos sempre avaliando e sempre pronto para lutar. Cowboy e Hush fariam qualquer coisa por Styx. Ele os deixou ir como nômades após a vida ter tratado Cowboy com algumas más coisas graves de merda em sua vida anterior. Eles sempre vinham nos ver aqui quando possível. Na verdade, eu estava pensando que não demoraria muito até que ambos entrassem como remendados em nosso grupo fixo aqui em Austin. Esses caipiras de Louisiana pareciam ter encontrado seu lugar entre nós, os pecadores originais aqui no Estado da Estrela Solitária. E eles se encaixavam bem ao lado de Viking e Flame. Cowboy, com seus cabelos loiros, couros completos, tatuagens coloridas no corpo, biqueira de aço na ponta das botas de cowboy pretas, e couro que parecia colado à cabeça, e Hush, nosso irmão de raça mista com olhos azuis brilhantes, com sua atitude vá a merda e objetivo perfeito do caralho. Estes irmãos estavam cheios em Hangmen, legítimos, e seria bom tê-los na nossa mesa. Com mais inimigos na nossa porta do que tínhamos armas, precisaríamos de tantos irmãos de confiança como pudéssemos recrutar. Quando Viking avistou Lilah e eu cortando todo o quintal, ele assobiou para chamar minha atenção. Eu levantei minha mão em saudação. "Agora não é a porra da hora, Vike. Eu tenho que cuidar de alguma merda para Styx, e eu não preciso ouvir a merda toda da sua boca estúpida”, Eu bati. Vike bateu no ombro do AK, em seguida, sorriu para mim. "Que merda que você tem que fazer? Ou é o quem você tem que fazer? Você está se apressando para ejacular na cadela loira Amish?" Travando a gagueira chocada da respiração de Lilah, eu balancei para encará-la e vi lágrimas de dor e confusão enchendo seus olhos. Eu tomei uma respiração profunda. Eu ia matar aquele ruivo buraco de pau.


Agitando a mão frouxa de Lilah, virei-me para atacar a Viking, quando Lilah de repente agarrou meu braço, me segurando. "Por favor, não me deixe. Tenho medo aqui fora... com eles. Eu não os conheço...eu...". Respirei tentando me acalmar, eu balancei a cabeça e retomei sua mão. Eu a peguei suspirando quase silenciosamente de alívio. Meu estômago se apertou e algo estranho parecia queimar no meu peito. Eu gostava que ela parecesse se sentir segura comigo. Inferno. Eu gostei muito disso. Mas quando passei por Vike, ouvi-o murmurar para AK, Cowboy, e Hush, "Porra, ela é gostosa. O que eu não daria para foder aquela boca". Eu perdi o controle. Arrancando minha mão da de Lilah, ignorando seu grito aterrorizado, eu tomei Viking, batendo sua bunda estúpida no asfalto e dando-lhe dois golpes duros na boca de merda. Viking cuspiu sangue no meu rosto e empurrou as pernas, batendo-me para o lado. Pouco antes de o cara poder atacar de volta, eu o chutei em suas bolas com a minha bota esquerda, desfrutando de ouvi-lo guinchar e por sua vez ficar azul, contorcendo-se de dor quando ele caiu no chão. “Seu chupador de pau", eu cuspi e pulei para os meus pés, imediatamente à procura de Lilah. Ela estava entre Cowboy, Hush, e AK. AK estava segurando seu braço. Eu investi sobre meus irmãos para ver AK dando um sorriso largo para ela e Cowboy arrumando seu chapéu. Hush meio que grunhiu, e Lilah engoliu em seco. Ela parecia tão assustada como o inferno, com os olhos firmemente fixos no chão. AK chamou minha atenção e meu olhar duro em seu braço sobre Lilah. Ele imediatamente soltou e os olhos de Lilah se agitaram para encontrar os meus, suavizando então.


"Você ainda vai matá-lo?" AK perguntou, acenando com a cabeça na direção de Vike. Limpando

meus

dedos

ensanguentados

no

meu

jeans

molhado, eu olhei de volta para Vike, ainda em posição fetal no chão, segurando suas bolas. "Nah, não tenho essa maldita sorte. Aquele desgraçado poderia sobreviver a uma porra de holocausto nuclear, Vike e as malditas baratas... e ele provavelmente tentará foder com tudo que se mexer também. Idiota”. Ouvindo a fungada de Lilah eu envolvi os braços sobre o peito e derrubei minha cabeça para ela. "Vamos, bochechas doce". "Você veio de um mergulho à meia-noite, irmão?" Cowboy perguntou quando estávamos longe, cuspindo seu tabaco de mascar para o pequeno pedaço de grama ao lado de sua moto. O lábio superior de Hush levantou em diversão, com os braços vestidos de couro enrolados sobre o peito. Gemendo, eu respondi: "Não pergunte, porra". Eu podia ver AK, Hush e Cowboy olhando para uma Lilah encharcada, gotejando pelos longos cabelos loiros presos a esmo naquela coisa branca horrível que ela nunca retirou e, em seguida Cowboy olhou para mim. Minha mandíbula apertada quando ele levantou a sobrancelha em questão. Eu balancei a cabeça e todos eles sorriram. Porras do caralho intrometidos. Alcançando minha mão, eu agarrei o braço de Lilah, puxei-a para frente, e me dirigi para a porta de volta para o apartamento em cima da garagem. Quando entramos no corredor, eu peguei Flame sentado no topo das escadas. Ele olhou para baixo, seus olhos negros


loucos furando buracos em mim. Virando para Lilah por seu ombro, eu apontei para subir as escadas para o quarto dela. "Chegue lá e feche a porta”. Ela assentiu com a cabeça em silêncio e subiu as escadas, apenas para olhar para trás quando eu chamei o nome dela. "Lilah, eu vou estar aqui de manhã. Esteja pronta”. Lilah agarrou o corrimão e nervosamente perguntou: "Se eu pudesse fazer um pedido, seria que eu fosse deixada sozinha. Eu não vou deixar o meu quarto novamente. Eu não vou causar mais problemas”. Balançando a cabeça, eu respondi: "Nós já passamos por isso, bochechas doces. Eu vou ensinar você como é aqui no mundo de fora”. Eu apontei para o meu peito. "Ky, lembra? Seu porra de tutor pessoal”. Sua boca se abriu. "Eu..." "Você não tem uma escolha. Você vai fazer isso. Agora chegue lá em cima e durma". Lilah curvou a cabeça em minha ordem, o que só serviu para me irritar ainda mais. Ela deu a Flame amplo espaço e correu para dentro do apartamento, batendo a porta. Corri minhas mãos pelo meu rosto, encostei-me à parede e gemi. Esta vai ser uma porra de desastre. Eu podia sentir isso em meus ossos. A pior coisa é que eu não seria capaz de não tocá-la ou então Styx iria mandar minha bunda pra Arábia e cortar minhas mãos. Empurrei a parede, eu ouvi Flame afiar suas facas na faixa de couro amarrado a sua cintura. Eu sorri para ele, acampado do lado de fora da porta das cadelas peregrinas como um cão obediente. Flame me pegou rindo e seus olhos loucos agarraram os meus, os dentes à mostra, e eu estava certo de que eu peguei um baixo rosnado. Sua paixão com a irmãzinha de Mae era tão foda divertida. Eu sorri e gritei: "Divirta-se, Fido. Volto mais tarde para levá-lo para fora para seu passeio e para mijar!" Fui para a saída, ainda rindo, quando


uma longa lâmina voou por mim, cortando a parede ao lado da minha cabeça. "Que merda!" Eu girei para enfrentar Flame. O filho da puta ainda estava olhando para mim, afiando suas lâminas, nenhuma outra emoção, só o ódio psicótico usual em seu olhar. Fechando as portas abertas, levantei meu dedo do meio para ele por cima do meu ombro e um par de minutos depois, entrei na minha sala privada. Tiff e Jules estavam espalhadas nos lençóis adormecidas, a cabeça de Jules deitada nas tetas de plástico de Tiff. Dentro de um segundo, eu estava nu e caminhei até a cama, puxando o braço de Tiff. Ela deu um salto, esfregando seus olhos sonolentos, e Jules agitou-se ao lado dela. Quando eu rastejei na cama, os olhos de Tiff se iluminaram com excitação quando ela definiu suas vistas em meu excitado grande pau. "Porra, baby, eu nunca vi você tão longo e duro. Isso tudo é para mim?" Jules se inclinou para frente e envolveu a boca em torno dele, circulando sua língua ao redor da ponta. Eu bati minha cabeça para trás e tentei como a foda simplesmente desfrutar da puta me chupando, mas eu não conseguia parar de pensar em Lilah, toda molhada e nua sob o tecido transparente, sua boceta nua e peitos enormes que espreitavam através do pano... só para me insultar. Empurrei Jules fora do meu pau, agarrei Tiff e empurrei-a de barriga para baixo, levantando o rabo no ar. Atingindo a primeira gaveta na cômoda da minha cabeceira, peguei uma camisinha, rolei em tempo recorde, e em uma longa pressão, bati meu pênis na vagina já encharcada de Tiff. Quando eu batia meus quadris contra a sua bunda, nossa carne dando tapas juntos, eu quase podia imaginar que era Lilah abaixo de mim. Isso só me fez inchar mais e Tiff gritou de prazer. Sentindo o mergulho na cama, olhei para o lado só para ver Jules de costas, arrastando a cabeça entre minhas pernas, onde ela começou a lamber e chupar minhas bolas. Eu tinha sido feito para isso.


Inclinando meu peito para baixo, eu segurei o cabelo loiro de Tiff e bati em seu centro. Tiff gritou e eu senti sua contração de boceta; ela estava vindo, assim eu a fodi duro. Jules, ao ouvir o gritinho de prazer de sua cadela, tomou minhas bolas em sua boca, lambendo a carne enquanto esfregava freneticamente seu clitóris. Os grunhidos e gemidos eram altos, a cabeceira da cama batendo contra a parede, a pintura descascada, e quando Tiff jogou a cabeça para trás, gritando enquanto ela veio, eu explodi em sua vagina, jogando-a choramingando em suas costas enquanto uma Jules estava encharcada de suor entre as minhas pernas, tocando-se e descendo do seu orgasmo. Tiff virou a cabeça com um sorriso saciado em seus lábios vermelhos. "Porra, baby. O que quer que fez você difícil e louco, continue fazendo isso! Eu não vou ser capaz de caminhar durante dias... não que eu esteja reclamando. Você sabe que não posso ter o suficiente de seu pênis em minha boceta”. Conforme eu puxei para fora de seu buraco faminto, eu fechei os olhos, sentindo praticamente Lilah se contorcendo embaixo de mim, suado de vir e desfrutar o calor de sua vagina contra a minha coxa enquanto ela pegava uma respiração. "Oh, Ky... isso foi..." A voz da fêmea suspirou. Estalando abertos meus olhos, eu arranquei a camisinha, agarrei uma nova, e desta vez levantei Jules no ar, batendo-lhe nas costas. "Abra suas porra de pernas, cadela." Os olhos de Jules se arregalaram quando eu alinhei meu pau ainda duro como pedra. "Outra vez?", Perguntou ela, sem fôlego, em choque. "Mais uma vez. AGORA!" Eu assobiei e seus olhos se arregalaram com minha ordem. "Você tem algum problema com isso? Se assim for, saia e eu vou ter outra vagabunda do bar”. "Não... não há problema, baby", ela respondeu rapidamente, os olhos brilhantes. Ela ficou excitada pela minha agressão.


"Em seguida, afaste as pernas e não abra a porra da boca de novo", eu pedi enquanto eu martelava dentro dela e rugia. Quando Tiff de repente montou o rosto de Jules e chegou a voltar para agarrar meus dedos, empurrando-os em seu rabo apertado, eu fechei meus olhos e imaginei Lilah abaixo de mim novamente, gemendo e arranhando meus braços, quando a bunda e a boceta empurraram para cima no ar. Eu cerrei os dentes e peguei a velocidade dos meus impulsos. Fodido filho da puta golpeando na peregrina loira com lavagem cerebral... Merda!


Capítulo Cinco Nova Sião, Texas

~Profeta Cain~ Pressionando a palma da mão na bochecha macia de Mae, eu sussurrei: "Eu teria lhe dado o mundo”. Sua mão espelhando a minha e ela se inclinou para perto. "Corra, Cain. Por favor... Vai..." Eu podia ouvir armas à distância, mas minhas pernas não se moviam. Eu não podia deixá-la. Eu a amava. "Corra, por favor... Salve-se... Por mim, se você me ama, corra por... por mim..." Mae implorou. Os tiros chegaram ainda mais perto e soltando minha mão, eu fugi para a floresta, deixando para trás o meu coração e a oportunidade do meu povo de salvação... "Como está se sentindo, irmão?" Assustado por uma voz vindo de trás, eu pulei. Livrando a memória dolorosa de Mae da minha cabeça, eu me levantei, terminei com minhas orações. Judá, o meu irmão gêmeo, aproximou-se com um largo sorriso no rosto. Ele estava vestido com sua tradicional túnica branca e calças, como eu. Seu cabelo era exatamente do mesmo comprimento e cor que o meu, os seus olhos castanhos os mesmos, sua compilação e altura idênticas.


Penteei o cabelo longo para trás com os dedos, eu abracei meu irmão gêmeo, buscando consolo em seus braços familiares, e suspirei, "Eu estou bem." Judá se afastou e colocou seu braço em volta do meu ombro, me guiando no caminho decorativo no jardim de oração pessoal na parte de trás dos quartos da minha nova habitação. Embora, o nome "quartos" não parecia adequado. A minha nova morada era uma grande casa branca com colunas, com sua decoração de interiores e grande em tamanho. Ela se gabava de muitos quartos, salas de recepção, salas de estar e uma grande cozinha, todas cheias de mobiliários caros. Os jardins por trás dela pareciam sem fim, mas este pequeno jardim de oração apelou para mim, enchi com suas fontes e vegetação. Ele era um lugar que eu poderia escapar de toda essa loucura de tarde. Eu não tinha certeza que eu poderia fazer isso. Não tinha certeza do que eu poderia fazer tudo o que era esperado de mim. Inferno, eu não tinha certeza de que eu queria fazer isso. Eu não me sinto como um profeta. Senti-me como um homem que tinha acabado de ter seu coração arrancado e servido em uma bandeja. E agora eu tinha um rebanho inteiro de pessoas para liderar. Eu tinha vinte e quatro anos e tinha que levar uma comunidade inteira. Eu estava tão fora de mim mesmo. Judá apertou meus ombros, obviamente vendo a preocupação em minha expressão. "Este é a mais gloriosa das oportunidades, Cain. Não tema. Este é o ano que você vai subir para o seu lugar de direito entre os nossos povos. O ano em que será introduzido como nosso profeta escolhido, servo do Senhor na Terra... nosso redentor e salvador. Este é


o momento para o que temos nos preparado a vida inteira. Você está destinado a estar aqui”. Judá nos parou e me virou para ele quando eu fiquei em silêncio. Ele completamente acreditava em nossa missão, mas eu simplesmente não conseguia chegar até o fim. Ele deveria liderar, não eu. "Eu sou o seu braço direito. Eu estou com você a cada passo do caminho, para orientação e apoio. Você é meu irmão gêmeo; nossa ligação é mais do que meramente fraternal ou de sangue. Estávamos juntos no ventre de nossa mãe, divididos em dois pelo Senhor, que profetizou o nosso futuro de glória como seus mensageiros. Vamos governar e prevalecer juntos. Eu vou fazer o que você comandar. Eu sirvo para agradá-lo, para ajudá-lo a compartilhar o fardo de sua busca como os doze discípulos fizeram com Jesus Cristo". Judá era como um bálsamo para mim. Sempre presente para me acalmar e me lembrar de por que estávamos aqui. Mas depois de ter passado anos com os Hangmen, e depois amar Mae tão ferozmente, muitas vezes eu sentia que seus esforços foram uma causa perdida. Eu balancei a cabeça e cobri seu rosto barbudo, tentando tranquilizá-lo que eu estava bem, mesmo que eu não sentisse nada disso. "Você está realmente correto, Judá. Este é o nosso destino. Eu não vou deixar você ou o nosso povo. Eu estou pronto para cumprir a ordem do Senhor e eu sei que você vai estar lá para mim em ambos os bons e os tempos difíceis”. Judá bateu palmas e sorriu largamente enquanto eu lancei um suspiro lento. "Deus te abençoe, Cain. Deus te abençoe”. Com um tapa amigável nas minhas costas, começamos a caminhar em um ritmo calmo, virando à esquerda para seguir o caminho de paralelepípedos cinza que se transformou em uma trilha de cascalho através dos hectares e hectares de terra verde.


Judá fez um gesto para a comuna. "Então, o que você acha de Nova Sião?" O rosto de Judá pareceu nervoso enquanto esperava pela minha resposta. Ele procurou desesperadamente a minha aprovação, acreditando completamente que eu era o seu profeta. Nas duas semanas seguintes à invasão mortal dos Hangmen na comuna branca da Ordem eu tinha fugido para o pasto, a minha casa de infância em Utah. Judá estava trabalhando em volta do relógio com um conselho mais velho recém-formado para nos encontrar uma nova terra para chamar de nossa. A nova terra para a casa do nosso povo, para unir nossos seguidores, e uma nova terra para proteger o povo escolhido de Deus do mal espreitando fora das nossas portas... os homens maus que mataram nosso profeta sagrado e massacraram nossos bravos e homens santos que lutaram contra a invasão — os indesejados Hangmen, o clube de motocicleta em que eu tinha ido viver com uma nova identidade sob o pedido do Profeta David. Judá e o Conselho constantemente me lembraram que eles eram pagãos e pecadores, e eles queriam meu voto de que os perseguiria e traria a dor e destruição que tinham concedido a meu povo. Eu tinha concordado, embora eu não tivesse idéia de como sequer começar a pensar em leválos para fora. Eu estava cansado da violência e muito consumido apenas com a idéia de como até mesmo ser tudo o que o meu povo queria que eu fosse. Mas o pior de tudo, o Hangmen tinham as mulheres Amaldiçoadas de Eva. Eles tinham sua... Salome, a mulher revelada pelo Senhor ao Profeta David para salvar o nosso povo e para garantir o seu lugar no paraíso pela união de casamento. A mulher que tem de ser minha esposa. A mulher que atormentava meus sonhos todas as noites, mas ao mesmo tempo estava promiscuamente com ele, Styx. O homem que eu mais odiava. Ela era minha. Mae devia estar comigo, ao meu lado. Livrando minha mente de todos os pensamentos, eu encontrei o olhar expectante de Judá e sorri. "Irmão, é perfeito. Isso é


verdadeiramente perfeito para o que temos planejado, como um santuário para ambos os nossos povos e causa do Senhor". A expressão de Judá refletiu seu alívio, lágrimas de alegria brilhando em seus olhos. "Sinto-me humilde por ouvir você dizer essas palavras”. "Judá, não há necessidade de cerimônia comigo. Eu sou seu irmão gêmeo. Você é a única pessoa que não precisa buscar a minha aprovação. Eu preciso de você. Você é tudo o que eu tenho”. Judá suspirou e perguntou: "E seus aposentos?" "Eles são mais do que eu poderia sonhar." "Isso me agrada muito, irmão." Pelas duas últimas semanas, eu tinha sido mantido em isolamento de todos, exceto Judá e o conselho mais velho no pasto para garantir minha proteção, enquanto o novo município foi garantido. Nova Sião foi uma ex-base militar vendida para nós por um escolhido que vivia disfarçado dentro da estrutura principal da política. A base era perfeita para nova casa da Ordem. Era segura, já tinha uma massa de habitação, áreas comunais, e nós poderíamos nos tornar auto-suficientes, utilizando os muitos hectares de terra arável... mas o melhor de tudo, não era muito longe da nossa velha comuna, de todas as nossas alianças, mas longe o suficiente para ficarmos escondidos e fora do radar do público comum. "As pessoas estão se reunindo para mudar para cá agora, de todas as comunas no exterior?", perguntei, nervoso de repente, quebrando o corpo com o pensamento. "Os mais velhos estão a organizar-los como nós falamos. Eles estão todos muito ansiosos para conhecê-lo, para estar unidos, e ouvir as palavras do Senhor derramadas de sua boca". Eu lancei meus olhos para baixo para que meu irmão gêmeo não visse meu medo.


"Tenho certeza de que eles estão. Tem sido muito difícil para eles. Eles precisam de orientação e liderança forte. Eles precisam de um novo objetivo, uma nova esperança... Eles precisam do conforto que os nossos mortos serão vingados. Todos nós precisamos finalmente nos unir, sem medo do mundo exterior". "E você vai ser aquela esperança, aquele soldado para eles", disse Judá com convicção. Eu podia ver a emoção de nossa vingança queimar brilhantemente em seus olhos castanhos. Judá estava determinado a trazer a ira do Senhor sobre todos os que nos ofenderam... e eu estava bem atrás dele. "Profeta Caim? Irmão Judá? Estamos prontos. As pessoas começaram suas jornadas de longe e elas estão ansiosas para a ascensão do futuro. É um momento monumental para todos nós! A diáspora é longa; nossa unificação está aqui!" Virando-me, eu sorri para o meu conselho de anciãos quando eles se aproximaram. Eles foram escolhidos a dedo por Judá. Eles tinham antiguidade, lealdade, e o melhor de tudo, fé absoluta em nossa causa. E eu não poderia me relacionar em qualquer caminho para a maioria deles. "Irmão Luke, Isaías”, eu cumprimentei o mais sênior na idade em primeiro lugar, por respeito. Eu, então, virei-me para o discípulo. Eu conversei com a maioria e espalhei meus braços. "Irmão Micah!" Micah me abraçou e, em seguida, um passo para trás. Micah era filho do irmão Luke. Eles haviam supervisionado algumas das comunas internacionais para o Profeta David pela maioria de sua vida, mas quando Judá tinha colocado para fora a chamada para as comunas se unirem, eles tinham sido os primeiros a responder, imediatamente viajando para esta base. Eles tinham sido rochas na propositura de todos juntos. A comuna tinha sido dividida em quatro locais, com a Nova Sião ser a maior. Todos estavam perto de Sião, por isso, se alguém de


fora viesse em uma invasão do mal, nossa seita permaneceria e nossos santos soldados estariam prontamente disponíveis para lutar e defender a sua fé. "Você está pronto, senhor?" Micah perguntou e colocou uma mão no ombro de Judá. Nós três tínhamos uma idade similar, e ele tinha crescido em alguém que eu podia confiar. "Eu estou pronto para o que vem pela frente", eu respondi, mas não pude deixar de sentir-me sufocado por todos, a pressão sob meus pés. Micah me olhou estranhamente e eu entrei em pânico que ele pudesse ver minha luta interior no meu rosto, a dúvida grave que eu tinha em minha capacidade de me encaixar nesse papel. "Por favor, me dê um momento para uma oração privada. Tenho muito a preparar", eu disse e vi alívio propagando em seu rosto. Os anciãos respeitaram os meus desejos e se afastaram, como fez Judá. Beber no pôr do sol sumindo, eu estalei meus nervos e tentei assegurar-me de que eu estava certo onde deveria estar. Este sempre foi o meu destino; foi sempre o meu caminho na vida. Mas a luz nos olhos azuis de Mae passou pela minha mente e eu abaixei minha cabeça, sentindo o medo infiltrar-se em meus ossos. Eu não tinha escolha, tinha que fazer isso. Eu queria provar a mim mesmo como digno ao Senhor. Eu queria ser um bom líder. Eu não tinha outra escolha. Respirando fundo, eu caí de joelhos em oração, pedindo ao Senhor para me guiar e me encher na paixão inabalável que eu testemunhei diariamente em Judah e nos anciãos. Por dentro do próximo par de meses, o nosso povo se uniria e eu gostaria de subir para a vida do Senhor...


Em

seguida,

verdadeiramente começar.

o

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iria


Capítulo Seis ~Lilah~ Eu estava sentada em cima desta cama por quatro horas. O sono não tinha vindo para mim. Eu virava na cama, incapaz de encontrar qualquer conforto nesta sala sufocante e neste colchão demasiado mole. Na comuna, sempre vivemos apenas com o básico. Nossas camas eram colchões no chão, roupa áspera em nossa pele. Como o povo do Senhor, devemos viver como Jesus, viver como ele viveu e renunciar a todos os luxos. Este apartamento de Styx, embora não excessivamente dotado de refinamento, foi luxo além de qualquer coisa que eu já estive acostumada, do que qualquer uma das Amaldiçoadas já teve. Isso estava provando ser difícil para eu me ajustar. Mas eu confessei a mim mesma que as cobertas ricas e cama almofadada não foram a razão da minha falta de sono. Oh não, essa honra foi para o par de olhos azuis brilhantes, o chefe de longos cabelos loiros, e o físico feito para o pecado que permeava todos os meus pensamentos. Eu vou estar aqui na parte da manhã. Esteja pronta! Ele estaria aqui esta manhã, e eu tinha que estar pronta. Pronta para quê? Eu não sabia. Ele disse que ia me ensinar sobre o mundo exterior, mas eu não queria ser ensinada, não queria sair destas paredes... especialmente com ele! Eu iria ser resgatada por


meu povo. Eu só sabia disso. E confraternizar com um pecador não era o que eu queria fazer enquanto eu aguardava o resgate. Mas lá estava eu, lavada por um chuveiro mais cedo e vestida com meu vestido longo cinza, mantilha branca, sandálias, ouvindo atentamente a chegada de Ky. Nervos edificados em meu corpo enquanto eu me sentei com a compostura obediente adequada na borda da cama. Ky, o homem para me ensinar sobre o mundo, sempre olhou para mim, seus olhos encapuzados e sua língua lambendo sobre a costura de seus lábios enquanto seus dentes moíam para baixo apertando o pau pequeno e fino que muitas vezes ele tinha saindo da sua boca. Quando eu o observava da janela do meu quarto, eu estabeleci que ele só parecia se vestir de preto ou camisas brancas, soltas calças jeans preta ou azul, botas pretas pesadas de metal na parte de trás, e um colete de couro que todos os homens aqui neste lugar usavam para indicar seu acordo com Hades, o diabo. Eu nunca tinha visto homens se vestirem de forma tão casual, tão estranhamente e, pior era a maneira como ele agia com as mulheres, especificamente duas mulheres... Duas mulheres louras que ele abertamente tateava, e eu não me atrevo a mencionar os outros atos. Mas pior ainda eram como as mulheres eram bem-vindas abertamente a seus avanços e aos de outros. Eu nunca tinha visto duas mulheres serem tão livres... uma com a outra, carnalmente. Mas Ky parecia gostar do que elas faziam com ele. Na verdade, muitas das mulheres que andam por aí à noite, especialmente noites de sábado, agiam da mesma forma. O principal ensinamento do Profeta David correu pela minha cabeça enquanto eu observava os atos regulares e pecaminosos de deboche acontecendo na frente dos meus olhos. O mal está perseguindo. O mal vai pegar você. O mal vai destruir a sua própria alma.


Senhor, como as coisas chegaram nesse ponto? Irmão Noah me dizia que eu estava perto de ser salva. Que por suas lições, minha alma estava sendo purificada. Eu não seria mais uma maldita. Mas aqui, neste lugar, eu não tinha nenhuma chance de conseguir o que eu queria, só o que eu queria: não ser cobiçada por causa deste rosto criado por Satanás. "Irmã?" A voz sonolenta de Maddie me salvou do desespero e eu olhei para sua cama, seus olhos verdes cansados e bordados com olheiras. Maddie tinha sido sempre um mistério, não revelando o que tinha no seu coração. Pelas últimas semanas nós tínhamos sido as únicas ocupantes dessa acomodação. A maioria dos dias foram gastos em silêncio, tanto por nós perdidas em pensamentos e quanto por nenhuma de nós compartilhando nossos medos mais profundos. "Por que você está vestida tão cedo? O amanhecer mal quebrou", ela perguntou. Suspirando, nervosa, eu respondi: "Eu vou receber tutoria hoje. Um homem do clube foi escolhido para ensinar-me sobre esse mundo de fora”. A reação na minha irmã foi instantânea. Maddie começou a tremer e seus olhos cresceram quase desumanamente de largura. "É...?" Ela engoliu em seco. "Alguém está vindo para mim também?" "Eu acredito que sim," eu acalmei Maddie que engoliu mais ar. Eu percebi que ela não tinha respiração, esperando minha resposta. Mão em seu peito, ela se sentou, descansando as costas contra a cabeceira da cama, e perguntou: "Então, por que você deve ser educada?" Olhando fixamente para um nó de madeira em uma tábua solta, eu respondi, "Por causa de minhas ações de ontem à noite”. "Eu lhe disse para não ir lá fora, Lilah!"


"Eu sei", eu sussurrei em constrangimento. "E agora eu estou sendo punida." Elevando o lençol da cama até a parte inferior de sua garganta, Maddie perguntou: "E o que esses homens consideram como punição?" Seus olhos começaram a brilhar e ela acrescentou: "Será que eles... eles vão nos levar, nos punir como os anciãos faziam?" Coração batendo furiosamente no meu peito, eu respondi: "Não sei”. "Não", Maddie de repente disse, balançando a cabeça. "Mae não permitiria isso. Seu Styx, ele não quis deixá-los nos tratar de tal maneira”. Minha boca ficou boquiaberta com sua confiança. "Maddie, eles são pecadores. Eles abertamente adoram o diabo. Eles são capazes de qualquer coisa”. "Eu não acho que eles adoram o diabo, Lilah. Eu não tenho visto nenhuma cerimônia ou serviço por meus estudos pela janela. Eles simplesmente são rebeldes como Satanás era contra o Senhor quando ele ordenou a seu anjos se curvarem a sua grandeza”. Meus olhos se estreitaram. "Eles estão de bom grado servindo ao ocultismo vestindo o rosto do diabo em suas costas! Este é um pecado mortal, certamente não a maneira como vivemos a nossa vida. Eu não confio neles, e eu estou bastante certa que Mae perdeu seus sentidos e seu núcleo moral". Os olhos de Maddie vagueavam pelo meu corpo, e ela disse: "Se você não confia nesses homens, por que você está pronta tão cedo?" Meu estômago virou, mas eu disse secamente: "Porque eu vou fazer o que tenho de fazer para sobreviver. Vou fazer como ordenarem até que o Senhor envie seus discípulos para nos salvar”.


Maddie ficou em silêncio depois disso, seu olhar intenso em suas mãos, mexendo com a parte superior do lençol. Eu sabia que ela não queria ser resgatada. Ela preferia viver em isolamento aqui neste quarto. Mas os pensamentos de libertação ocuparam minha mente a cada segundo de cada dia. Soaram passos na escada e cada parte de mim transformouse em pedra. Ele estava vindo. Respire. Respire. Você pode ser forte. Você pode estar perto dele, eu disse a mim mesma. A

maçaneta

girou.

Eu

segurei

minha

respiração

em

antecipação... "Irmãs?" Expirando em alívio, meu corpo voltou ao normal. Mae entrou cautelosamente, vestindo aquelas imodestas vestes, e ela tinha cosméticos pintados no rosto. Ela estava segurando uma bandeja cheia de comida, e atrás dela estavam suas novas amigas, a loira e a mulher grande escura com tatuagem. Eu temia imensamente. Na comuna, só tinha gente da minha cor e raça. Eu não tinha encontrado ninguém como Letti. As três atravessaram e fecharam a porta, selando-nos. "Eu pensei que nós poderíamos quebrar o jejum juntas esta manhã", disse Mae com um sorriso amável. Eu amei minha irmã; esse lindo sorriso dela tinha me trazido para fora algumas vezes muito escuras em minha vida. Mas agora eu me sentia desconectada de Mae. Ela estava abraçando uma vida que eu não conseguia entender, amando um homem com um brilho que eu temia que poderia incinerar uma pessoa. Ela era escuro, grande, silencioso, taciturno caído anjo. Styx. O nome dele dizia tudo.


Mas Mae estava feliz. Eu não conseguia me lembrar de uma época em que ela estava sempre verdadeiramente feliz. Colocando a bandeja sobre a mesa ao lado da sala, Mae me deu um sorriso encorajador. Mergulhei minha cabeça em sinal de gratidão, embora eu tivesse certeza que eu não seria capaz de comer. Eu senti como se tivesse borboletas fazendo casa em meu estômago apenas com o pensamento de passar muito tempo sozinha com Ky. A mulher loira se aproximou e disse: "Você se lembra de mim, querida? Beauty". Ela apontou para seu peito. Eu balancei a cabeça e lhe dei um pequeno sorriso. "Por causa... por causa da sua... beleza?" Maddie perguntou em voz baixa, chocando todas nós por ter falado com pessoas que ela não conhecia. Ela mergulhou imediatamente os olhos. Mae caminhou até ela, deslizando ao seu lado na cama, e levou-a em seus braços. Embora Maddie tivesse vinte e um anos de idade, ela tinha a disposição tímida de uma criança pequena. Irmão Moisés era um disciplinador severo. Ele cumpriu seu papel como uma pessoa idosa abençoada pelo profeta David com o máximo de autoridade. A Maddie tinha sido sempre dada a mais severa das aulas. Ela tinha ficado mansa e fraca. Quando Bella morreu e Mae nos deixou sozinhas na comuna, ela implodiu, falava pouco, mal comia, similar a viver à deriva como uma alma no purgatório. Beauty brilhou para Maddie um sorriso enorme e ela riu. "Bem, meu nome é Beauty agora, querida. Eu nasci como Susan-Lee, mas quem diabos quer esse nome?". "Então você se renomeou como Beauty? Eu não sabia disso", perguntou Mae, humor em seu rosto. "Eu ainda estou aprendendo as maneiras de fora, eu acho”. Beauty deu de ombros. "Fui uma rainha de concurso toda a minha vida, cetros reais e tiaras de merda que minha mãe me obrigava


a usar. Vocês estão olhando para uma ex-Miss Texas Júnior. Quando eu conheci o Tank, foi esse o nome que ele me deu, e eu nunca fui Susan-Lee novamente. Eu tinha acabado de sair de uma competição nacional, ainda vestindo minha coroa e faixa, quando ele quase me atropelou com sua Harley, saindo de uma corrida depois de um rol com a Klan. Sai na parte traseira de sua moto e nunca olhei para trás”. Todos nós olhamos para Beauty com rostos inexpressivos. Eu não tinha idéia do que ela acabara de dizer, perdi suas referências. Beauty olhou para Letti em confusão em nossas reações em branco. Letti não disse nada, apenas deu de ombros. Beauty puxou uma cadeira e explicou: "Fora daqui, e especialmente no Texas, temos competições que o juiz julga mulheres por sua beleza, equilíbrio, talento e todas essas coisas divertidas. A garota mais bonita ganha”. Choque correu através de mim e eu vi a mesma reação espelhada nas expressões horrorizadas das minhas irmãs. "Vocês tem competições para julgar a beleza?", Perguntei com espanto. "Mas é pecaminoso. É errado! Excesso de beleza pode tornar as pessoas corruptas. Beleza excessiva é uma maldição e não uma bênção”. Beauty apontou para mim e disse: "Você está pregando para os convertidos, loira. Esses concursos são campos de tortura cobertos com glitter e spray de cabelo!" Uma alta batida na porta aconteceu de repente e meu olhar foi direto para a peça fechada de madeira. "Eu vou fazer essa porra, não é?" Uma voz masculina profunda disse, e eu reconheci de imediato quem era. "Eu estava dormindo e foi uma merda de noite longa, quando você, seu maldito filho da puta, me arrastou aqui para essa merda, então me dê uma porra de um tempo!"


Mae franziu a testa e Letti foi abrir a porta, revelando Ky e Styx, do outro lado, com seu Styx com as mãos nas costas de Ky, empurrando-o para frente. Ambos congelaram e olharam para nós, todas nós com a nossa atenção firmemente fixada sobre eles. Ky minimizou Styx, mas Styx empurrou-o para frente. "O que está acontecendo?", Perguntou Mae, a preocupação escrita em seu rosto quando ela olhou para Styx. Os olhos de Ky encontraram os meus, mas seu rosto não estava nada feliz. Dei de ombros mentalmente. Pelo menos ambos sentem o mesmo. Styx focou em Mae e suas mãos começaram a sinalizar algo. Baixei a cabeça, quebrando o olhar de Ky, até Mae ficar abruptamente de pé e sinalizar algo de volta. A mandíbula de Styx bloqueou e os pés de Mae marcharam em direção a mim. "Lilah?", Ela perguntou, e eu cautelosamente levantei minha cabeça. "Você quer ir com Ky?" Mergulhando meus olhos novamente, eu respondi: "Eu vou fazer o que é ordenado a mim”. Mae suspirou, agachando-se para se ajoelhar diante de mim, e colocou a mão em meus ombros. A tosse alta soou do outro lado da sala, e Mae virou a cabeça e viu Styx sinalizando algo novo. Mae baixou a cabeça e lentamente se levantou. "Lilah. Basta ir com Ky. Ele não vai te machucar". Eu balancei a cabeça e me levantei. Ky virou, murmurando algo para si mesmo que eu não poderia entender e passou por Styx, fugindo pelas escadas. Eu segui atrás dele até que ambos estávamos fora, a brisa da manhã imediatamente acariciando a minha pele. Ky estava de costas para mim e eu fiquei em silêncio.


"Foda sagrada", Ele murmurou para si mesmo, então se virou para mim. "O que você quer fazer?" Arregalando os olhos, eu respondi, "Eu não sei”. "Fodidamente perfeito!", disse ele e passou as mãos pelo seu cabelo loiro bagunçado. Em seguida, tomou um fino pedaço de couro do bolso de sua calça e começou a envolvê-la em torno de seu cabelo, formando um rabo de cavalo baixo. Tentei como eu poderia, mas eu não poderia puxar o meu olhar dele. Com seu longo cabelo loiro, havia perigo que ele pudesse parecer feminino, mas não Ky. Ele exalava extrema dureza como um escudo, ainda tinha um ar de auto-suficiência que você não poderia ajudar, contudo ser atraído por sua beleza. Expressando um longo suspiro, pálido e cansado, Ky deixou cair o queixo e fechou os olhos. Olhando ao redor do vasto e deserto quintal, eu perguntei: "Você está bem, Ky? Você parece estar lutando com a sua saúde". Os olhos de Ky abriram e imediatamente encontraram os meus. Por um tempo, ele apenas olhou. Em seguida, apareceram dobras nos cantos dos olhos e o sussurro de um sorriso puxou em sua boca. "Só com uma ressaca foda, bochechas doces. Eu normalmente não levanto da cama até pelo menos meio-dia”. "Meio-dia?" Eu respondi em estado de choque. "Então você perde a melhor parte do dia. O nascer do sol é do Senhor a mais perfeita criação, minha hora favorita do dia. Qualquer um deve sempre acordar todas as manhãs e ouvir os pássaros”. Uma pequena risada escorregou por entre os lábios de Ky, e ele disse, "Simples assim?" "Sim", eu respondi com toda a seriedade.


"Entendi. Faça um esforço para assistir o nascer do sol e ouvir os pássaros da porra", ele respondeu, em seguida, tomou um pau branco do bolso e acendeu-o com um pequeno mecanismo que oferecia fogo. Ky chupou a vara branca, e eu assisti fumaça derramar de suas narinas. Ele então levantou a cabeça para mim. "Vamos lá." Pegando meus pés e o seguindo, perguntei: "Onde vamos?" "Nós vamos ensinar-lhe essa merda", ele chamou por cima do ombro, e nós terminamos na frente do estacionamento, diante de uma longa fileira de motocicletas que todos os homens montavam. Mae tinha explicado o que elas eram uma vez que eu estava assistindo da janela do quarto. Para mim, elas pareciam perigosas. Ky parou em uma grande moto, toda em prata e preto. Recuperando um capacete, ele empurrou-o em minhas mãos. Eu olhei para ele sem expressão. Ky insistiu: "Coloque-o. Nós vamos dar um passeio”. "Passeio?" Eu disse, medo espalhando através de meu corpo. "Sim, passeio”, Ky respondeu, e eu comecei a balançar a cabeça. Ele queria que eu fosse na moto. Não. Era perigoso. Como eu poderia sentar sobre ela e manter minha modéstia? Eu teria de tocá-lo? "Lilah..." "Posso solicitar que nós não utilizemos esta máquina, Ky?", Perguntei, interrompendo-o. A expressão ainda humorada chocada atravessou o rosto de Ky e ele ergueu a sobrancelha loira. "Você pode pedir?" Eu balancei a cabeça, apreensiva, tentando avaliar se isso poderia irritá-lo. Mas depois de um segundo de olhos abertos, Ky de repente começou a rir em voz alta e colocou o capacete na parte traseira


da moto. Ele olhou para o meu rosto novamente e isso parecia fazê-lo rir ainda mais duro. "Pedido fodido", ele murmurou, sacudindo a cabeça. "Por que você está rindo de mim?", Perguntei em desânimo. Ky movimentou a moto para estar diante de mim e disse: "Primeira porra de lição, bochechas doces. Fora daqui, no ‘mundo do mal’", ele zombou, "quando nós não queremos fazer algo, andar em algo, então nós apenas dizemos essa porra”. Franzindo a testa, eu disse, "Eu disse isso." “Nah, cadela, você abriu aqueles fodidos lábios grossos e falou-me como a rainha da Inglaterra. De agora em diante, você vai dizer, ‘Eu não sou uma porra de motociclista, Ky’. Ou ‘Eu não vou fazer isso nem fodendo, Ky’”. Ele empurrou o queixo e deu outra tragada de seu bastão branco. "Entendeu?" Balançando a cabeça, eu levantei minhas mãos e corri os dedos sobre meus lábios. Os olhos de Ky estreitaram enquanto me observava. "Lábios grossos?", Perguntei, confusa. "Eu tenho lábios grossos?" Cegando-me com um sorriso branco deslumbrante, Ky lambeu ao longo dos lábios e se aproximou, perto demais para meu conforto. A proximidade de seu corpo grande e musculoso era enervante, e sua respiração cheirando a fumaça chegou ao meu rosto. Tomando meu queixo em seu aperto, seu polegar puxou meu lábio inferior, e ele inclinou-se para dizer, "Grandes lábios grossos e rosados. Os lábios mais fodidamente perfeitos que eu já vi". Sua voz estava mais rouca e baixa que o normal. "Sim, Li, você tem verdadeiros lábios grossos, feitos para chupar um pau".


Meu coração disparou e, de repente me sentindo inebriante, eu lancei um suspiro trêmulo. Sua conversa era bruta, mas eu tinha vindo a perceber que era apenas sua maneira. O tempo parou quando Ky e eu ficamos ali, imóveis, ambos respirando profundamente. O ar parecia crepitar ao nosso redor e a pressão dele pressionou para baixo no meu peito. De repente, dei um passo atrás e Ky pigarreou, dando uma última inspiração de seu bastão branco, depois o deixou cair ao chão, o fim ainda queimava em cinzas laranja. A pressão no meu peito imediatamente aliviou quando Ky recuou. "Você vai me fazer tomar o caminhão, não é? Vai continuar me enjaulando?" Ky não me deu tempo para responder, mas em vez pescou as chaves de um bolso e caminhou em direção a uma grande máquina preta com enormes barras de prata nas rodas dianteiras e duplas na traseira. Um estalo soou e Ky abriu uma porta. "Entre," ele ordenou, mas eu não me mexi. "Lilah, entre no caminhão, porra", ele ordenou. Hesitante, dei um passo para frente, espiando pela porta alta aberta. Profeta David e os anciãos tinham um automóvel, que eles usavam de vez em quando, mas ninguém mais na Ordem já tinha usado um, especialmente nós Malditas. Nós éramos segregadas, não tínhamos tais oportunidades. De repente, mãos agarraram minha cintura e, com um grito de surpresa, eu fui içada para o banco. Quando eu me virei para Ky, ele bateu a porta e caminhou ao redor da frente da máquina para saltar ao meu lado.


Ky empurrou as chaves em uma abertura e disse: "Cinto de segurança". Eu fiquei em silêncio, sem entender suas palavras e não querendo irritá-lo. Ky olhou para mim e repetiu, "Cinto de segurança". "O que é um cinto de segurança?", Perguntei em voz baixa. Segurando a grande roda na frente dele, Ky soltou um suspiro e inclinou a cabeça. "Isso vai ser uma porra de dia longo, hein cadela?" “Eu...” Fui responder, mas o corpo selvagem de Ky estava de repente transversalmente ao meu, peito contra peito. Ele estendeu a mão para agarrar algo acima da minha cabeça. Eu não conseguia respirar. Meus pulmões não estavam dispostos para a função. Quando o peito de Ky esfregou contra o meu, os meus seios ficaram incrivelmente pesados e eu me senti quente e agitada. Ky não parecia estar se movendo tanto, sua respiração difícil. Essa pressão sufocante de antes estava de volta. O grande espaço do veículo pareceu de repente, como uma pequena caixa. Tudo parecia muito pequeno, tudo, menos o homem deitado em mim, o grande homem que estava segurando uma faixa preta de material acima da minha cabeça... um grande homem cujos olhos encontraram os meus e quase pareciam inflamar com fogo quando ele fez isso. Seus quadris se contraíram e de repente senti uma dureza contra a minha coxa, sua dureza, e eu comecei a agitar meus nervos. Ky, em seguida, começou a se mover muito lentamente, levando o cinto suavemente em meu peito e até o meu quadril, mãos passando por meus mamilos sensíveis. Ofegante e sentindo um formigamento entre as minhas coxas, eu comecei a entrar em pânico. O rosto de Ky apareceu na frente do meu, um movimento tão fluido como o sol viaja pelo céu. Seu nariz roçou a ponta do meu. Ele


inalou a minha respiração quente. Este fim, ele cheirava a fumaça, sim, e um cheiro viciante de água corrente fria, o que me fez lembrar a limpeza do rio. Um pequeno gemido escapou da minha boca apenas quando um clique alto soou no ar, me libertando da magnética atração pulsando entre nós. "Cinto de segurança", Ky raspou para fora, seu olhar coberto caindo para meus lábios. Grande e grossos, lábios rosados. Os lábios mais fodidamente perfeitos que eu já vi. "Foda-se, cadela", gemeu Ky, então se afastou, deixando-me presa contra a sede, as mãos rígidas em meus lados. "Sim, uma porra de dia longo”. Fechando os olhos, eu recuperei meu autocontrole, primeiro relaxei meus músculos tensos. Ao ouvir um grunhido ao meu lado, eu varri a minha atenção para minha esquerda, só para ver Ky ajustando a virilha de suas calças com uma expressão de dor no rosto. Com suas mãos para trás na roda, Ky balançou a cabeça e disse: "Nós estamos indo. Eu preciso de comida para me livrar do gremlin na minha cabeça e um balde de café na boca para acordar”. Gremlin? Café? Eu não tinha idéia do que ele estava falando, mas uma coisa que ele disse enviou medo em meu coração. "Vamos sair deste complexo?", Eu perguntei, minha voz traindo a minha apreensão. Ky virou a chave do veículo, e a máquina rugiu abaixo de nós. Eu expulsei uma mensagem de surpresa e tentei encontrar algo para me segurar. "O que está acontecendo?" Eu guinchei, segurando um lugar na porta. O humor estava de volta no rosto de Ky e ele disse: "Um: Se acalme, porra. O caminhão foi simplesmente ligado. E dois: sim,


estamos deixando o complexo. Eu não cozinho, caramba, e de alguma forma, eu não acho que você vai querer que uma de minhas putas faça isso”. "Eu não quero deixar a segurança destas paredes," eu disse em resposta, tentando o meu melhor para acalmar meu frenético coração e ignorar o comentário sobre suas "putas". Ignorando-me, Ky puxou uma alavanca do lado da roda e o veículo se deslocou para frente e as portas começaram a se abrir. Ky estendeu a mão, bateu no meu joelho, e disse: "Merda resistente, bochechas doces. Lição dois, há mais na vida do que ser enjaulado em uma bolha protetora. Você esteve trancada no culto; agora você está se trancando aqui. Tem que pegar a vida pelas bolas em algum ponto e apertar esses filhos da puta com a habilidade de uma prostituta". Meu joelho formigava onde sua mão havia tocado minha pele. Não acostumada com estas reações, orei, Senhor, dá-me a força para fazer isso hoje. Dá-me a força para resistir a este homem pecado. "Então? Você vai calar a boca e agarrar as bolas?", Disse Ky, seus olhos dançando com malícia. Eu balancei a cabeça e tentei parecer relaxada. Eu não poderia dizer-lhe que o meu povo voltaria para mim, Maddie, e Mae. Eu fiquei em silêncio, pronta para observar o que estava prestes a ser revelado quando o pesado portão de aço abriu, deixando entrar o mundo exterior mal. À medida que fomos para a estrada, eu admirava as grandes árvores que rodeavam a pequena pista sinuosa. Isto é o que seria a sensação de voar, eu pensei, o veículo rapidamente ganhando velocidade, as árvores um flash de verde e marrom para os meus olhos desfocados.


O mundo começou a correr tão rápido que meus olhos não conseguiam entender o que eles estavam vendo. Quando eu absorvia a criação divina de Deus, por um momento, eu esqueci que Ky estava na máquina comigo, que eu estava longe de meu povo. Passada mais uma porção de tempo, eu esqueci... tudo. Sentada no banco, eu mantive meus olhos colados fora, antecipando o que eu poderia ver quando nós partimos desta pista do país. "Então..." Ky disse, e eu virei minha cabeça para encará-lo. Ele se mexeu desajeitadamente, como se ele estivesse desconfortável na minha presença. "Gosta da vida do lado de fora da comuna?" Meu estômago se apertou com a sua pergunta, e eu debati internamente se deveria ou não ser verdadeira. Decidida a não mentir, eu admiti: "Eu não gosto". As sobrancelhas de Ky se levantaram e ele perguntou: "Por quê?" Jogando com as minhas mãos, eu admiti, "Não é o mundo que eu conheço. Tudo o que eu fui criada para acreditar que estava errado, você — os Hangmen — parecem abraçar e desfrutar”. "É por isso que acha que todos nós somos maus? Por que nós gostamos de beber, matar e foder?" "Sim", eu respondi honestamente, encolhendo-me com o fato de que ele era tão descarado sobre o seu estilo de vida. Ele falou tão casualmente sobre matar, como se fosse uma ocorrência diária. "É tudo relativo, bochechas doces. Acho que o que você acabou de deixar era uma merda fodida e bonitamente doente da porra também", disse ele depois de um minuto de silêncio sufocante. Indignada, perguntei: "Como assim?"


"Porque mesmo para um pecador como eu, pensar em um homem que fez lavagem cerebral em centenas de pessoas e as fez acreditar que ele era um mensageiro de Deus da porra e fodeu com crianças pequenas por isso parece um bocado fodidamente errado para mim. O inferno, eu vou explicar para você, Li. Esse profeta e seu culto estavam apenas usando Deus para cobrir uma porra de rede de pedofilia”. A voz de Ky cresceu quanto mais ele me falava. “O que é um pedófilo?" O olhar chocado de Ky encontrou os meus, então ele focou na estrada. "Os homens, adultos que gostam de transar com crianças pequenas”. Eu

estava

me

tornando

ofegante,

chocada

com

suas

acusações. "Não...", eu sussurrei, meu coração disparado. "Era dever dos anciãos se juntarem a nós para nos livrar de nosso pecado original". Os olhos de Ky escureceram. "Certo. Como eu disse, fizeram uma fodida lavagem cerebral”. "Você

não

entenderia.

Você

não

tem

fé.

Basta

viver

imoralmente", eu respondi, sentindo uma doença em meu estômago com esta conversa. "Você sabe o quê? Você pensa que os Hangmen estão errados de viver fora da lei, contra o que a sociedade fodida dita. Ganhamos bourbon e bocetas depois de um duro dia de asfalto ardente para este clube e matamos só para proteger o que é nosso, assim como aqueles anciãos fodidos que mataram sua irmã, Bella, levaram Mae para forçála a se casar com um cadáver ambulante, e atiraram em meus homens quando fomos para obtê-la de volta", Ky acrescentou, em seguida, olhou para mim. "E, cadela, isso não é a porra do ensinamento cristão?"


"Sim", eu respondi. "Eu sou devota de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo... e meu profeta". "Então

o

que

diabos

aconteceram

com

‘tu

não

deve

fodidamente julgar os outros’, ‘ame a porra do teu vizinho’, e fodidamente ‘ame e perdoe a merda dos pecadores’? Porque tudo o que eu estou ouvindo derramar da sua boca agora é a porra de merda hipócrita e pregação sobre julgamento". Sentei-me, boquiaberta, quando ele acrescentou: "Sim, sem palavras, Li? Porque você está ouvindo agora como porra de falha é você e sua fé maldita”. "Minha fé não é falha!" Eu defendi. Eu não poderia ajudar, mas ponderar que alguns dos comentários de Ky podem ter substância. Eu suspirei, mexi no meu assento, e disse: "Mas...". "Mas?" Ky questionou, com um sorriso ameaçando explodir em seus lábios. "Mas você está correto. Eu não deveria julgar os outros tão livremente. Eu nunca tinha pensado em minha visão do clube como errada nesse caminho", eu admiti. Desta vez, fui premiada com um completo,

devastadoramente

bonito

sorriso

de

Ky,

e

foi

devastadoramente bonito. O formigamento voltou entre as minhas pernas e eu rezava que passasse antes que Ky notasse que algo estava errado comigo... porque havia algo errado comigo... Eu estava sendo corrompida... por Ky. As sensações que ele trouxe para fora em mim eram quase demais para suportar. Quando me acalmei, eu refletia sobre as palavras de Ky, em seguida, disse: "Perdão e julgamento de lado, você realmente deve se esforçar para não pecar por causa da vossa salvação, Ky”.


"Salvação? Você acha que eu posso ser salvo, docinho? Você se preocupa comigo me salvando?" Ele soou estupefato. "Eu acredito que todo mundo pode ser salvo”. Eu podia sentir Ky me observando. "Por exemplo, as mulheres com quem você compartilha relações com..." Eu parei, e ouvi a tosse de Ky para esconder o riso. "Você não deveria ser tão livre para se envolver com elas. Guardar a si mesmo para uma mulher com quem você quer se casar está sob a lei de Deus. Isso é um amor puro, Ky. A escritura diz que um amor como esse é como nenhum outro. Esta mulher vai ajudar a poupar ou, pelo menos, dar-lhe um lugar seguro para vir para casa”. A expressão de Ky estava ilegível enquanto ele olhava para mim. Esperança floresceu que ele tinha escutado o que eu tinha dito. Que ele poderia mudar seus caminhos pecaminosos. "Bem, Jesus transou com uma vagabunda prostituta, não foi? E essa merda parecia funcionar para ele, não é? Eu quero dizer, o inferno, vadia, eu tenho o cabelo comprido e barba e as mulheres adoram os meus pés. Talvez eu seja a segunda vinda de Jesus?" E com isso, eu me arrependi de tudo o que eu tinha acabado de dizer. Derrotada, sentei-me para trás e sussurrei: "Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor". "Oh grande, mais merda da Bíblia. Apenas o que a porra da minha ressaca batendo precisa!" Sentindo-se

irritado

e

mostrando

abertamente

sua

desconsideração pela palavra escrita do Senhor, eu murmurei, "João 4: 8. É digno de seu respeito". "Entendi", disse Ky em diversão. "Vou escrever essa merda de digno, moldá-la e pendurá-la na minha parede”. Afastando-me de seu sorriso sarcástico, lancei o meu olhar para fora da janela e de repente percebi que outros veículos estavam na


estrada e tínhamos deixado a pista isolada que abrigava o complexo. Uma casa ocasional entrou em exibição entre campos de verde, e depois de mais alguns minutos, as pessoas apareceram, o mundo exterior saltando para a vida. Eu estava fascinada por tudo: as cores, a vasta gama de pessoas diferentes, suas roupas diferentes, os diferentes veículos na estrada. No início, me enervava, mas eu me senti segura dentro do caminhão, e muito para meu desgosto, me senti segura com Ky. Eu sabia que ele era meu protetor. Eu tinha testemunhado na noite em que ele invadiu o complexo e Styx exigiu que Maddie e eu fôssemos levadas com Mae. E mesmo neste desconhecido mundo, e com tão pouco tempo gasto com ele como eu tinha tido, eu instintivamente sabia que ele iria me proteger do perigo O veículo começou a virar à direita, e nós puxamos em uma pequena área com alguns outros veículos estacionados, uma pequena casa de madeira com as palavras Maude’s Breakfast Hut no topo. Chegamos a uma parada do lado de fora. Algumas pessoas que passavam olharam para dentro do carro, cabeças inclinadas juntas, sussurrando uns com os outros. Virei-me para Ky e admiti: "Eu tenho medo de ir lá fora. Essas pessoas, eles são tão diferentes de mim”. Eu corri minhas mãos na frente do meu vestido cinza e sobre a minha mantilha branca. Eu me senti mal dos nervos. "Eu não me pareço com eles. Todo mundo vai olhar para mim, e eu detesto ser olhada. Eu não aguento mais”. Ky se aproximou no assento longo e disse: "Li, ninguém vai dizer nada para você. Você está comigo. Por essas partes, nenhum desgraçado diz uma coisa errada para nós a menos que eles queiram sentir uma carga foda de dor”. Lendo sua expressão, eu não vi nada, além de sinceridade. Ainda assim, eu estava relutante em me mover. "Posso solicitar que


voltemos para o complexo? Eu não sinto qualquer conforto em estar fora”. Ky balançou a cabeça e apertou minha mão na sua, fazendome ofegar. "Não há mais pedidos. Está na hora de tomar as bolas na boca”. Ky se aproximou de mim e abriu a porta. "Vamos." Libertando minha mão, ele me levou para fora do caminhão e seguiu atrás, arrastando-me do assento, certificando-se de que eu fazia como ele disse. Uma vez fora do veículo, sons estranhos me fizeram pular, e eu encontrei-me em voltar até que eu bati em algo duro. Girando, eu percebi que tinha batido em Ky. Seu rosto estava divertido de novo, mas sem dizer uma palavra, ele envolveu sua mão ao redor da minha e começou a marchar para o Maude’s Hut. Mantendo dois passos atrás de Ky, como era requerido ao caminhar com um homem, eu mantive meus olhos no chão e tentei bloquear os ruídos estranhos que agrediam meus ouvidos. Um sino soou quando Ky abriu a porta e o barulho de gente falando de repente parou. Eu poderia sentir seus olhares sobre Ky e eu. Ky não parecia afetado por isso. Na verdade, parecia normal para ele. Ele era bonito; talvez tenha sido sua boa aparência que tinha hipnotizado as pessoas? Soaram cliques de passos no piso de madeira, e uma mulher disse: "Bom dia, Kyler, a mesa de sempre?" "Dia, querida, e sim, a mesma mesa", Ky respondeu. Eu levantei minha cabeça apenas o suficiente para ver uma velha senhora de cabelos grisalhos vestindo uma roupa rosa estranha, sorrindo um sorriso largo para Ky.


"Não me diga que vocês estão fazendo negócios hoje. Vou ter que mudar alguns assentos para dar a todos vocês um pouco de privacidade", a mulher sussurrou enquanto nós íamos entre mesas cheias de pessoas que olhavam fixamente e andamos atrás de um muro de separação onde sentou-se em uma banqueta por conta própria. "Não tenho negócios hoje, Maude. Estamos aqui para comer e nada mais", respondeu Ky. "Oh, ok. Dê-me um minuto para atender vocês”. Houve um momento de silêncio, e eu arrisquei um olhar para cima. A mulher estava olhando para mim e balançou a cabeça, em seguida, enfrentou Ky. "Você sabe, em todos os anos que eu conheci você, e isso é toda a sua vida, caramba, eu nunca vi você aqui com uma garota”. Ky deu de ombros e corou ligeiramente, o que me fez sorrir. Ele me pegou olhando para ele e seus olhos estreitaram, fazendo-me cair meu olhar jovial. A senhora que Ky tinha nomeado como Maude se inclinou para perto, o cheiro de seu perfume forte, sufocante, e disse calmamente: "Ela não é vítima de tráfico de sexo, não é? Por que ela se veste tão estranho? Parece que ela saiu do século 17!" “Negócios do Clube, querida. Você sabe como é", Ky disse sem rodeios, sua mandíbula rígida. "Eu não tenho nenhum problema com você lidar com negócios do clube aqui, e já não tinha quando seu pai e o pai de Styx o faziam também. Vocês, rapazes, sempre olharam por mim, mas aqui há algumas coisas que eu não estou feliz em ver”. Ela fez uma pausa e acrescentou: "A menina parece que acabou de ser arrancada de Utah e daquele culto polígamo estranho. Droga de rosto bonito, no entanto. Muito bonita".


Notei que Ky tinha se tornado em pedra com as palavras de Maude, mas suas referências não faziam sentido para mim. A palavra "culto", no entanto, isso me preocupava. "Não é nenhum tráfico de sexo. Os Hangmen nunca foram e porra, nunca serão. Eu preferiria assassinar aqueles putos maus do que me juntar a suas fileiras. E de onde a cadela veio não é da sua conta. Ela está comigo, e essa é a porra da versão longa e curta dessa história". "Tudo bem, tudo bem", respondeu Maude, exasperada. Ela esfregou o braço de Ky. "Vou deixar vocês sozinhos e trazer os cardápios”. "Não há necessidade. O meu habitual para nós dois”. "Entendi!" Os sapatos de salto alto de Maude faziam um ruído estranho quando batiam no chão enquanto ela se afastava. Ky soltou minha mão e eu levantei minha cabeça. "Sente-se, docinho", Ky ordenou. Eu fiz o que foi dito. Quando eu fiz a varredura ao meu redor, percebi que estávamos sentados em uma pequena mesa redonda, uma cadeira de cada lado. Ky sentou à minha frente e imediatamente lançou um olhar avaliando ao redor da sala. As

pessoas

mais

próximas

a

nossa

mesa

caíram

imediatamente seus olhos e se viraram. Na verdade, eles pareciam aterrorizados. Uma menina em sua mesa, no entanto, não poderia quebrar seu olhar do meu. Ela tinha cerca de seis anos de idade, toda inocente e pura. Meu estômago revirou quando me ocorreu que foi assim que devo ter parecido quando jovem, quando fui mandada embora e considerada como uma Amaldiçoada. Duas mulheres novas na mesa de trás estavam olhando para Ky e vendo meu interesse por trás dele, Ky olhou para trás, piscando-


lhes um sorriso bonito. As mulheres riram e coraram. Ky me encarou novamente e as sobrancelhas dançaram. "Elas estavam olhando para você por um longo tempo", eu disse. "Sim." Ky deu de ombros. "Cadelas caem como creme de porra sobre esse rosto e corpo. É porque eu sou quentes, bochechas doces. Acontece o tempo todo”. Minha boca ficou boquiaberta com sua franqueza. Eu não tinha certeza do significado de algumas de suas palavras, mas eu entendida seu tom. "Você é muito vaidoso." "Nah, eu sou um porra de honesto. Eu sou quente para caralho e eu sei disso. Por que mentir?" Estreitei meus olhos, eu supus, "Você coloca muito valor na beleza”. Ky zombou e apontou para meu rosto. "Diz a mais bonita”. Ofendida, argumentei, "A beleza não significa nada para mim... acredite em mim”. Ky deu de ombros novamente. "Porque você é linda. Nós dois somos. Pessoas bonitas sempre dizem merda sobre não pensar que é importante. Mas, Lilah, nós dois somos fodidamente impressionantes. Não há nada novo sobre isso."Ele se inclinou para frente e balançou as sobrancelhas.

"Então, aceite. Eu o faço... frequentemente”.

Eu balancei minha cabeça, não tendo nada a dizer em resposta, e Ky sorriu vitoriosamente. Ky esticou os braços sobre a cabeça. Pegando minha atenção, ele estalou o pescoço de lado a lado, brilhou outro sorriso, e perguntou: "Você gosta de panquecas?" "Panquecas?", Perguntei, intrigada. "Você nunca comeu panquecas e bacon?"


Eu balancei minha cabeça. "Droga", ele suspirou. A partir de sua reação, eu supunha que panquecas e bacon deviam ser muito especiais. Naquele momento, Maude voltou com duas canecas e uma garrafa de algo preto em sua mão; isso cheirava encantador. Quando ela colocou as canecas para baixo, eu podia sentir o olhar pesado de Ky me observando. Maude derramou o líquido em uma caneca para Ky, em seguida, virou-se para mim."Café, querida?" Olhei para Ky por instrução. "Sim..." As sobrancelhas de Maude puxaram para baixo, e eu peguei seu olhar desconfiado para Ky. "Ela vai querer", respondeu Ky. Meus ombros caíram, sentindo alívio quando Maude rapidamente encheu minha caneca e se afastou. "Obrigada", eu disse. "Eu não sabia o que fazer. Eu não tive que responder por mim mesma antes". Colocando os cotovelos sobre a mesa, Ky balançou a cabeça em desapontamento, então e perguntou: "Você não tinha café também?” "Não. O que é isso?" Eu olhei para o quente líquido aromático, com mais do que curiosidade passageira. O cheiro era tão sedutor, mesmo intoxicante. "É uma bebida." Incapaz de conter o riso, a gargalhada derramou dos meus lábios. "Eu sei que é, Ky. Eu posso não saber muito deste mundo de vocês, mas eu posso reconhecer uma bebida quente”. A expressão de Ky mudou de indiferente, entediado mesmo, para algo mais... algo parecido com diversão. Foi sutil, mas estava lá.


Seus olhos se suavizaram e, em seguida, depois de um momento, ele sorriu de volta para mim e colocou a mão sobre a minha. Minha risada morreu quando o calor de sua pele infiltrou através de meus ossos. Quando eu olhei em seus olhos azuis, eles também estavam focados em nossas mãos. Eu deveria ter retirado a minha mão. Isso estava certo de fazê-lo e eu era pecadora por não fazêlo. Mas eu não queria e pela primeira vez na minha vida, eu não tinha ninguém para me dizer o contrário. Eu estava sob o comando de Ky neste dia e eu deveria fazer o que quisesse. Ky estava tenso. Eu percebi que ele estava chocado com a minha permissão com este toque proibido. Meu batimento cardíaco estava acelerado como as asas vibrantes de um colibri e um arrepio animado correu para cima e para baixo da minha espinha. Os olhos de Ky, em seguida, encontraram os meus, o resíduo de um sorriso ainda enfeitando o meu rosto. Ele estendeu a mão livre lentamente para tocar suavemente meus lábios e disse: "Isso é um inferno de uma boa visão, docinho”. "O que... o que é?", Eu perguntei quando sua mão caiu do meu rosto. “Que porra de sorriso deslumbrante. Eu nunca vi você sorrir em todo o tempo que você esteve no complexo”. Eu perdi meu sorriso, em seguida, respondi: "Porque eu não tenho razão para sorrir com muita frequência”. Os dedos de Ky começaram a traçar a palma da minha mão. "Então você tem uma razão, Li. Não dê desculpas para viver uma vida de merda. Não é ciência de foguetes. Você não gosta de alguma coisa, encontre algo que você goste. Não gosta de estar perto de alguém, fique distante. Quer mudar a sua vida, em seguida, desça a sua bunda, cadela e porra vá mudá-la”.


Ky deu um longo aperto em minha mão e disse: "Eu sei que você não está se sentindo viva no clube, mas você também não tem dado uma chance a qualquer um. Você se mantém enjaulada no quarto, chafurdando em luto por algo que se foi e não vai voltar. Você está fodidamente miserável, mas você nem sequer tentou fazer as coisas melhores. Nenhum dos irmãos vai te machucar, e se você se ativer a certas regras, irmãos visitantes e nômades nunca vão ter a chance. Você

a

Mae

a

merda

por

ter

as

bolas

de

deixar algo que ela sabia que estava fodido e você está fodidamente matando-a, recusando ou mesmo nem reconhecendo sua ajuda. "Eu acho que nós somos todos pecadores, mas nós somos pecadores que irão proteger vocês. Você é a irmã de Mae, ela é a old lady do Styx, e isso significa que você tem a proteção do clube. E não é assim tão mau para as pessoas que deixam entrar, Li. Assim, fodidamente apenas tente fazer esta situação melhor. Quero dizer, porra, nunca descer, amo minha vida maldita, mas olhando para você através daquela janela a cada noite, tão miserável como merda e encarando a nós como se fôssemos demônios, me faz querer mesmo cortar os pulsos. E eu vou te dizer agora, sou muito porra de bonito para morrer!". A dor surda latejava no meu estômago, como se eu tivesse recebido um pontapé áspero. Baixei a cabeça, embora eu não pudesse deixar de sorrir relutantemente com a piada que ele acabou de fazer. Ele estava certo. Ele era muito bonito para morrer. Ky puxou minha mão e me forçou a olhar para ele. "Eu não sei o que aqueles cérebros de cu fizeram para você, mas eu sei o suficiente para entender que você não tem pessoas de confiança, que você foi fodidamente programada para temer todos que o fodido profeta lhe disse para evitar, mas você tem que tentar, Li. Você apenas tem que tentar”.


Lágrimas brotaram nos meus olhos enquanto eu considerava as palavras de Ky. Eu não tinha uma resposta. Eu não acho que ele queria uma. Ele fez tudo parecer tão fácil. “Agora”, Ky disse, soltando minha mão, “prove a porra do seu café". Enxugando rapidamente meu rosto, eu expulsei um riso aliviado e coloquei minha mão um pouco trêmula para pegar a caneca. "O que tem nele?" Ky deu de ombros. "Cafeína”. Eu imediatamente coloquei para baixo a caneca e a larguei. "E agora?", Perguntou Ky, franzindo a testa. "Eu não sou de beber cafeína. É proibida. Cafeína altera a mente e leva você longe do Senhor. As amaldiçoadas já são impuras, portanto, devemos comer limpo, consumir nada, apenas produtos naturais". Ky suspirou e passou a mão pela testa. "Não é proibido aqui. Não há nenhum profeta para se preocupar. Nenhuma porra de apocalipse se você tomar um gole do que Joe vai trazer”. A mão de Ky empurrou a caneca em minha direção, e ele disse: "Basta experimentálo, Li. Apenas experimente essa porra". Olhei para o receptáculo pecaminoso. Eu estava assustada com o nível de turbulência que eu estava sentindo. Eu nunca desviei das palavras ou mandamentos do profeta David. Eu era uma verdadeira crente na causa. Mas, ao mesmo tempo, as palavras de Ky provocaram estragos na minha mente. Eu queria agradá-lo. Eu queria experimentar e viver aqui do lado de fora... pelo menos até que fosse devolvida à Ordem. Algo dentro de mim queria confiar nele, queria agradá-lo.


Apertando minhas mãos, eu tremia enquanto eu agarrei a alça da caneca e trouxe-a para os meus lábios. Cheguei mais perto, o aroma tornou-se mais forte e rico. Fechei os olhos, convencendo-me a experimentá-lo, quando uma pequena quantidade de líquido inundou minha boca. Ele era quente, amargo, rasgante... e eu adorei! Abaixando a caneca, Ky inclinou a cabeça para o lado e disse: "Bem?" Sufocando uma risada, eu disse: "É bom. Muito bom!". Ele sorriu um grande sorriso. "Estou orgulhoso de você, Li. Você pegou a vida pelas bolas". Maude apareceu naquele momento e colocou na mesa pratos cheios de comida que eu não tinha visto antes. Ky pegou o garfo e apontou para um grande item de volta no meu prato. "Panqueca". Entrei em pânico com o que foi decoro. Eu não tinha permissão para comer com os homens na comuna, era proibido, então eu esperei por outras instruções. Ky olhou para mim e suspirou, chegando para frente e me entregou a faca e o garfo. "Experimente", ele empurrou. Eu balancei a cabeça em submissão quando ele derramou um pegajoso molho castanho no topo da comida. Eu fiz uma careta, e ele disse: "Experimente, Li. Coma. Vai amar porra. Comer não é nenhuma regra para quebrar”. Eu decidi tentar uma pequena mordida de modo a não irritálo, mas meu estômago estava em nós. Eu tentei. E eu amei.


Eu realmente, realmente amei.


Capítulo Sete ~Lilah~ "Isto é... inacreditável", eu sussurrei, meu rosto quase pressionado contra a vidraça enquanto eu absorvia os pontos turísticos. Enormes edifícios ficaram lado a lado com orgulho, alguns construídos em formas estranhas, outros tão altos que eu lutava para ver o topo. O dia acabou por ser claro e ensolarado, permitindo-me ver tudo com clareza perfeita. "Downtown Austin, bochechas doces. Esta merda vai explodir sua maldita mente. Boa música, boas vibrações". "Eu... eu nunca soube que tal lugar poderia existir. Ouvimos histórias, é claro, mas minha imaginação nunca sonhou com esse espetáculo”. Pessoas de todas as raças, formas e tamanhos lotaram as ruas movimentadas. Alguns estavam vestidas pecaminosamente, alguns em roupas que eu não começava a compreender. Muitos estavam segurando máquinas que Mae tinha me falado sobre, ‘Telefones celulares’, ela os havia chamado. "Então? O que você acha?", Perguntou Ky. "Você poderia verse vivendo aqui?" Balançando a cabeça profusamente, eu respondi. "Não. Absolutamente não. É muito cheia. Eu estaria com medo de tudo, comportando-me

mal,

das

pessoas

desconhecidas”.

Respirando,


sentindo-me exausta através da super-estimulação, eu disse: "Se eu fosse residir fora do comuna..." "O que vai ter que acontecer", Ky interrompeu. "Sim, tudo bem", eu respondi. "Eu preferiria viver em algum lugar tranquilo, longe das pessoas que olhariam para mim e fariam avanços lascivos. Eu gostaria de viver sem o medo do pecado, sem muito ruído, sem muita luta”. Quando eu lancei o meu olhar para fora da janela, acrescentei: "Eu gostaria de viver livre de dor”. Ky não disse nada em resposta, mas os nós dos dedos traíram sua emoção quando eles ficaram brancos com a intensidade de sua aderência na roda. Quanto mais nós dirigimos ao redor da cidade, mais cansada me tornei. Ky apontava as coisas para mim e explicava o que eram, coisas chamadas museus que abrigavam artefatos antigos de todo o mundo, cinemas, onde as pessoas se encontravam para assistir "filmes." Claro, eu nunca tinha assistido a um filme. Ky teve que explicar o que era uma televisão. Achei que eu não poderia me relacionar com nada aqui fora. Tudo parecia tão... tão... grande para mim. Muito. Depois de horas de todas as consumidoras experiências que mudam a vida, eu me virei para Ky. "Posso solicitar que regressemos ao complexo agora? Eu fiquei cansada e eu sinto que eu tive mais do que eu posso lidar por um dia”. Ky acenou com a cabeça, claramente consciente do meu desespero, quando eu afundei nas profundezas do assento. Ele clicou em um botão no volante, música estridente de repente surgiu através do veículo. Cada espaço parecia vivo com rápidas, batidas pesadas. Coloquei minha cabeça contra a porta quando o ruído alto permeava o ar e eu respirava. Luzes brilhantes faziam a cidade brilhar


como um erro de relâmpago e o céu sem estrelas escurecendo sinalizou a chegada de muitos personagens desagradáveis nas ruas. Este lugar, eu decidi, não era para mim certamente. Eu preferia o silêncio do complexo. Eu preferia o céu iluminado pela lua do complexo, onde as estrelas eram visíveis em toda parte no céu, não afetadas pelas luzes artificiais desta metrópole. Eu preferia o consolo a pessoas, verde ao concreto e tranquilidade ao ruído. Suspirando em stress, nós paramos em um sinal vermelho, o que significa que o veículo devia parar, quando de repente, um grande prédio branco veio à tona. Um olhar e ele me tirou o fôlego. Era uma estrutura de pedra branca e imaculada, um edifício imponente que dominou as escadas altas em que se sentou, mostrando sua beleza para os moradores da cidade. Janelas coloridas em forma de arco e vigas escuras, lançando um arco-íris em seu ambiente de pedra branca. Luzes no teto alto, iluminando cada obra-prima perfeitamente esculpida. Um conjunto de grandes portas de madeira destacando na frente e no centro. Mas a mais bela de todas, uma estátua de mármore branco de Jesus Cristo se destacava na frente, o crucifixo, uma imagem serenamente poética em sua arte. "Por favor, você pode parar o veículo," eu pedi, as palmas das mãos contra o vidro da janela. "O quê?" Ky pareceu surpreso quando me virei para vê-lo, franzindo a testa. "Por favor!" Insisti. "Encoste por um momento”. Fazendo o que eu pedi, Ky parou no lado da rua. Então tudo o que eu podia fazer era olhar. "O que é esse lugar?", Perguntei em reverência. Ky se inclinou para frente, com o braço roçando o meu, e respondeu: "Uma igreja”.


"Uma... Igreja?" "Sim, você sabe, onde as pessoas como você, povo de Deus, vão para orar e cantar e toda essa porra de material aborrecido”. Choque correu através de mim como uma corrente. "Povo de Deus?", Perguntei, vendo como uma mulher carregando um bebê entrou pelas portas de madeira. "Sim, adoradores de Jesus, anormais bíblicos, pessoas como você", respondeu ele, tornando-se claramente frustrado. Olhando para o belo rosto de Ky, eu disse: "Eu não entendo. Esta é uma igreja de Cristo? Pessoas vêm aqui para adorar?" Ky balançou a cabeça lentamente, como se eu estivesse doente da mente. "Sim, o que é, não está entendendo, docinho? Igreja. Deus. Nenhuma porra de diversão”. "Não é que eu não entenda o elemento de adoração, Ky. É o fato de que esta igreja existe fora do grande muro... fora da Ordem. É isso que você está me dizendo?" "Bem, agora sou eu que não entendo", disse ele, olhando de mim, para a igreja e de volta para mim. Lutando contra o pânico, eu disse: "Profeta David nos disse que éramos as últimas pessoas na Terra que eram fieis a Deus, que todos do lado de fora eram pecadores malignos que rejeitaram o Senhor e sua mensagem. Este foi o motivo que foram segregados do lado de fora, para proteger nossas crenças daqueles que vivem para nos destruir". O rosto de Ky contorceu de raiva. "Lilah, há um milhão de fodidas igrejas através do país. Folclore religioso está por toda parte, todos os tipos de crenças. Profeta David estava mentindo através de sua enrugada boca de cu”.


"Mas como... eu..." Eu parei, desconhecendo como defender a escritura do meu profeta quando eu via a evidência de sua inverdade com meus próprios olhos. A mão de Ky afastou uma mecha de cabelo solto que tinha caído livre da minha touca e ele colocou-o de volta atrás da minha orelha. Virei o rosto em sua mão, não percebendo lágrimas deslizando por minhas bochechas. Seu gesto gentil e toque me surpreenderam. O polegar de Ky enxugou minhas lágrimas e ele disse, "Lilah, eu sei que você não está querendo acreditar, mas quase nada do que esse saco de merda disse é verdade”. "Não..." Tentei argumentar, mas os simpáticos olhos de Ky me fizeram parar. De repente, senti como se uma faca quente enfiasse em meu peito. Minha mão levantou para esfregar o esterno, mas eu não encontrei nenhum alívio. "Lilah?", Perguntou Ky, preocupado, e eu mudei de posição desconfortavelmente no meu lugar, a ansiedade tomando conta. "Eu não consigo respirar", eu disse com voz estridente. "Eu sinto que eu não consigo respirar!" "Foda-se", Ky assobiou e apertou um botão no lado de sua porta. A janela ao meu lado abruptamente começou a descer e uma onda de ar frio da noite imediatamente me acalmou. Minha cabeça caiu para o batente da porta e eu fechei os olhos... foi quando eu ouvi, os bem-aventurados sons da música do Senhor derivando da igreja. Com uma mudança completa de emoções, eu fui do sentimento de desespero para acalentar os hinos melódicos. "Lindo", eu disse abafadamente. "É o Evangelho", Ky disse em resposta. "Música Gospel, coros. É muito, muito popular por estas partes".


"Adorar a Cristo através da música", eu disse e sorri. Foi sereno, o primeiro pedaço de paz que eu senti desde que fui retirada da proteção da comuna. Mae, Bella, Maddie e eu muitas vezes ouvimos os outros seguidores cantando para o profeta, durante os serviços. Todas nós gostaríamos de cantar junto na privacidade dos nossos quartos, em que estávamos separadas do demais, como desejava o resto do nosso povo. Eu não tinha certeza de quanto tempo nós nos sentamos no caminhão, mas eu ouvia cada palavra de cada canção até que tudo ficou em silêncio e um grupo de pessoas começou a apresentação de fora da igreja, alguém finalmente saiu e trancou as portas. Vi um homem feliz, de pé, cantarolando uma canção, e Ky pigarreou. "Você está pronta para ir? Nós estivemos fora o dia todo”. Eu balancei a cabeça em silêncio e Ky puxou para a estrada agora silenciosa. A viagem de volta para o complexo de alguma forma parecia mais demorada. As luzes da grande construção vibrante gradualmente esmaecendo e deixada no fulgor da natureza. Ky e eu não dissemos nada e ele não tocou sua música. Eu era grata, pois teria contaminado as palavras líricas gloriosas de louvor que ainda ecoavam na minha mente. Minha cabeça estava uma bagunça nebulosa enquanto eu tentava entender por que o profeta David havia pregado uma falsa mensagem. Eu questionei se ele não tinha conhecimento dessas religiões além do muro, ou, pior ainda, esta igreja era um ardil e uma forma de atrair almas perdidas através das suas portas, apenas para aqueles com má intenção residindo no interior para fazer mal a um inocente. Nenhuma dessas explicações caiu bem para mim. E a música que eu tinha ouvido foi uma das mais puras dos eventos inspiradores que eu já tinha testemunhado.


Antes

que

eu

percebesse,

estávamos

mergulhados

na

escuridão sobre a antiga pista do país, e dentro de 30 minutos, o complexo quadrado de concreto dos Hangmen estava à vista. Ky recuperou uma pequena caixa preta do bolso e, clicando em um botão sobre ele, as portas começaram a abrir. Quando passamos pelos portões o pátio estava calmo e quieto. Ky desligou o motor e saiu de sua porta. Quando eu estava prestes a puxar a alça da minha porta, ela se abriu de repente e Ky estendeu a mão para pegar minha mão. Ele me olhou com cautela, quase com preocupação. Aceitando a mão, eu pulei para fora da porta, sentindo cansaço em cada um de meus ossos. Ky me acompanhou até a parte de trás do prédio, até a porta que dava para meus aposentos. Quando nós paramos, eu olhei em seus olhos, e ele perguntou: "Você está bem, docinho? Tinha um monte de coisas novas no seu caminho hoje”. Mergulhando meus olhos, eu respirei fundo e olhei de volta para ele. "Obrigada", eu disse calmamente. Ky parecia surpreso. "Obrigada por me mostrar essas maravilhas hoje. Eu sei que não era o que você queria fazer com o seu tempo, mas significou muito para mim. A igreja era..." Eu não conseguia encontrar qualquer palavra para fazer justiça a experiência. Ela havia chamado por mim, agitado algo adormecido dentro da minha alma. Ky mexia no local e deixou cair sua mão. Abrindo a porta, ele parou junto a me ver passar, não disse uma palavra, mas quando eu subi as escadas, eu perguntei: "Será que vamos fazer isto novamente, amanhã, eu quero dizer?"


Eu podia sentir o calor do meu rubor queimar meu rosto, envergonhada de estar diante deste homem pedindo por mais. Mas hoje foi a primeira vez que eu senti... a primeira vez que eu senti qualquer coisa... em um tempo tão longo. Um incrivelmente belo sorriso iluminou seu rosto e meus joelhos fraquejaram. Ky inclinou a cabeça e perguntou: "É um pedido? Ou será que é porque eu sou uma porra quente que você não pode esperar para saber mais de mim?" Sua piscadela imediata me disse que ele estava brincando comigo, então eu devolvi o sorriso, realmente lutando para o sorriso e, nesta ocasião, o assisti tornar-se nervoso. "Sim, eu acredito que seja." Os olhos de Ky estreitaram como se procurasse alguma coisa no meu olhar. Em seguida, ele passou as mãos pelo seu cabelo e disse: "Eu estarei de volta para você de manhã." Excitação corria em minhas veias, e eu abaixei a cabeça em agradecimento. "Eu vou estar pronta." Tomando a minha licença, eu subi as escadas. Quando eu cruzei na frente do quarto de dormir de Flame, seus olhos se abriram e seu corpo ficou rígido. Vendo que era eu, ele relaxou, e eu rapidamente entrei no meu quarto. Eu nunca temi tanto um homem como eu temia Flame. Se eu fosse Maddie, eu não seria capaz de dormir com a preocupação de sua estranha afeição por mim. "Lilah!" Uma voz chamou do sofá, e Mae chegou, Maddie a seguindo atrás. "Vocês retornaram", disse ela com evidente alívio. "Sim. Estou de volta, irmãs." Mae olhou para mim e, hesitante, perguntou: "Você está bem? Você aproveitou seu dia?" Movendo-me para a beira da cama, sentei-me e comecei a retirar minha touca, agora que eu só estava na presença de mulheres.


Libertei o meu cabelo comprido dos grandes alfinetes que mantinham a massa loira para trás, esfreguei o meu couro cabeludo e respondi um simples "Sim". Mae franziu a testa e se ajoelhou diante de mim, avaliando minha

expressão.

"Você

tem

certeza?

Ky

não

tentou

nada...

desagradável?" Baixando os olhos, eu balancei minha cabeça. "Não. Ele esteve bem”. "Onde... onde você foi?", Perguntou Maddie, seus olhos verdes enormes, nervosos com interesse. Por alguma razão, eu encontrei-me a querer manter os detalhes para mim mesma. E foi nesse momento que eu percebi o que hoje tinha realmente significado para mim. "Fomos a cidade. Nós comemos comida. Foi um dia bastante estranho, mas bom, eu acho." "Um bom dia?", Perguntou Mae surpresa. "Você teve um bom dia com Ky?" Dando a Mae um sorriso tranquilizador, eu balancei a cabeça. "Sim, irmã. Ele foi paciente e informativo, embora um pouco bruto, às vezes." "E agora?", Perguntou ela em puro espanto, Maddie também ouvindo atentamente, sua boca escancarada. "Vamos sair de novo amanhã e ele irá mostrar-me mais do mundo exterior." Mae caiu para trás e com descrença, perguntou: "E você está realmente bem com isso? Você realmente deseja passar mais tempo na companhia de Ky?"


"Sim", respondi, e ao ver uma emoção feliz voar pelo rosto de Mae, algo que Ky disse passou pela minha mente. Você dá a Mae merda por ter a coragem de deixar algo que ela sabia que estava fodido, e você está porra a matá-la, recusando ajuda ou reconhecendo qualquer de sua ajuda. Curvando-me e tomando a mão de Mae na minha, eu notei as sobrancelhas unidas, confusas em meu show de afeto. "Eu não te disse isso, irmã, mas eu quero que você saiba que eu te amo." Eu olhei para Maddie também. "E você também, Maddie." Foquei mais uma vez em Mae. "Muito. Eu sei que não fiz esta transição fácil. E eu entendo que você só queria me salvar... salvar-nos de uma vida que você acredita que estava errada”. Os olhos azuis de Mae ficaram excepcionalmente coloridos por estares cheios de lágrimas quando eu acrescentei: "Eu quero que você saiba que eu realmente aprecio tudo o que você já tentou fazer por mim." As

lágrimas

de

Mae

corriam

grossas

e

fortes.

Ela

abruptamente me esmagou em seu peito. "Obrigada", ela sussurrou em meu cabelo. "Isso é tão especial para eu ouvir." Um minuto depois, ela me soltou e perguntou novamente: "Agora, você tem certeza que quer sair amanhã... de novo... com Ky?" "Sim, tenho certeza", eu disse, rindo do jeito que ela disse o nome de Ky. Eu estava absolutamente certa que eu queria sair amanhã com Ky.


Capítulo Oito ~Ky~ O sol estava brilhando através da janela quando eu abri os olhos, e eu estremeci. Foda-se, minha cabeça estava me matando... de novo. Que diabos aconteceu ontem à noite? Fechando os olhos de novo, eu tentei pescar memórias através da minha névoa induzida por Jack Daniels. Uma passada no bar, meu pau doía ao ponto que eu pensei que fosse desmaiar. A causa é uma peregrina loira. Uma loira peregrina que só me deu um sorriso de agradecimento — um que retirou o ar dos meus pulmões e quase me bateu na bunda. A cadela tinha me matado ontem. O rosto dela, o jeito que ela olhava para mim sob aqueles longos cílios, olhos de Bambi inocente. O rosto dela quando ela viu o centro de Austin pela primeira vez. Seu nariz franzido quando ela tinha se debatido sobre a tentativa de provar o café. E aquele olhar de porra de pura felicidade quando viu a igreja, lágrimas nos olhos quando ouviu o coro gospel cantar. Porra, eu a queria. Mais do que eu já quis uma cadela antes. Ela nem soube o que estava fazendo para mim todo o maldito dia, mas minuto a minuto, ela estava rastejando sob a minha pele, fazendo a porra do meu peito machucar fora com a necessidade louca de protegêla. Inferno, ela nem tinha percebido que ela tinha sido abusada toda a sua vida. E então, quando estávamos na entrada para o apartamento de Styx e ela me pediu para levá-la novamente amanhã... eu, porra, virei pó.


E eu tinha concordado. O idiota em mim estava acordado. E eu estava proibido de tocá-la, mas estava atraído como um inseto para a luz, porra, eu não poderia manter-me afastado. Levou tudo que eu tinha para não pegar suas bochechas e beijar a porra da sua boca apenas para que eu soubesse como era seu gosto. Enquanto eu caminhava até o bar, Styx, Tank, Cowboy e Hush estavam sentados em torno de uma mesa. Styx me viu chegando e imediatamente se levantou. "Você ficou fora o dia todo?", ele sinalizou. "Sim", eu disse. Suas sobrancelhas escuras puxando para baixo. "Onde você estava?" "Com Lilah." "Todo esse tempo?", Ele sinalizou, com o rosto desconfiado. "Sim, todo esse tempo. Levei-a para um café, levei-a pela cidade, em seguida a trouxe de volta”, eu expliquei, vendo um olhar de surpresa no rosto do meu irmão. Ele inclinou a cabeça. "E ela estava bem? Não a assustou ficar fora com você?" Eu dei de ombros. "Não gostou no início, então isso passou e ela fodidamente aproveitou. Isso me surpreendeu pra porra, realmente”. Styx soltou um longo suspiro, em seguida, fechou os olhos. "Obrigado, irmão", ele sinalizou, em seguida, abriu a olhos. "Não há problema", eu disse. "Farei novamente amanhã." A expressão calma de Styx logo endureceu. "Por quê?" Apertando a mandíbula, eu respondi: "Porque ela pediu."


Styx olhou e sinalizou, "Não brinque com ela, irmão. Ela não é uma de suas putas". Pisando mais perto do meu melhor amigo, eu disse, "Prez, você fodidamente me amarrou para esta merda, e eu estou fazendo isso. Ela queria que eu a levasse novamente. Eu disse que sim por sua causa. Assim você não perde Mae. Essa é a fodida confiança que eu obtive da sua bunda". "E essa é a única razão pela qual você está saindo com ela? Porque eu sei que você fica duro pela cadela”, ele sinalizou. Eu só levantei uma sobrancelha, não querendo mentir para a única pessoa que eu poderia confiar, e balancei a cabeça para Styx, exasperado. Finalmente sorrindo, ele jogou o braço em volta do meu ombro. Caminhamos para o bar, então eu fiquei fodidamente bêbado e, em seguida, a brigada puta chegou. A música dobrou alto, mais irmãos mostraram o rosto, e a porra de uma verdadeira festa começou. Tropeçando para o meu quarto, bêbado como o inferno, eu tinha notado Tiff e Jules esperando na cama... só que elas não estavam muito parecidas com Tiff e Jules. Suas saias curtas e transparentes tinham sido trocadas. Ambas sentaram vestindo vestidos cinza familiares, suas longas pernas bronzeadas escondidas e ambas estavam vestindo toucas, o tipo que Lilah sempre usava, seu cabelo loiro preso em um coque... assim como Lilah. Foda-se, um olhar para essas coisas horríveis e meu pau ficou em rocha sólida. Eu estava ficando excitado pela coisa mais feia na Terra. Tiff sorriu largamente quando entrei, jogando com a longa faixa da touca, enrolando-a em torno de seu dedo. "Ky, baby", ela choramingou. "Nós estivemos esperando por você." "Sim?", Perguntei, fechando a minha porta e derramando meu corte e botas.


Jules pulou da cama e ficou na minha frente balançando, mergulhando a cabeça e disse: "Sim, baby, fomos para a igreja, mas fomos expulsas por sermos más meninas”. Eu não queria ficar excitado por elas agindo assim, mas eu porra estava, muito frustrado por ficar perto de Lilah durante todo o dia, os lábios grossos e olhos azuis roubando a porra do meu fôlego em cada turno. Jules estendeu a mão e, segurando o fim da minha camisa, puxou-a sobre a minha cabeça. Se eu piscasse a cadela quase poderia se passar por Lilah, enganando minha mente em acreditar que ela estava aqui, comigo, fodidamente molhada e querendo meu pau. "Onde você conseguiu essas roupas?" Eu arrastei, puxando os laços. Tiff juntou-se com Jules e desabotoaram meu jeans, e ela disse, "Sex shop. É incrível como muitos homens tem fetiche na aparência Amish. Sentem a fome por bocetas virgens que eles sabem que nunca vão tocar”. Não fiquei surpreso que era popular. Eu estava louco por uma boceta virgem. Eu era um daqueles doentes que queria foder alguém naquelas roupas horríveis de merda. Eu sonhava todas as noites com a imagem de Lilah chorando meu nome, seu vestido solto envolvido em torno de sua cintura e a porra da boceta depilada em meu rosto e toda na minha boca. Agarrei a touca de Tiff e a puxei para frente e caí meus lábios nos dela, quase causando hematomas com a força, só para empurrá-la de volta, plantar a palma da mão em sua cabeça, e forçá-la a seus joelhos. "Chupa meu pau, Lilah," eu pedi, sibilando quando a boca quente me sugou, meu pênis batendo no fundo de sua garganta. Eu


tirei mais rápido do que nunca, vindo como uma fonte maldita quando eu imaginei Lilah lá, porra, solicitando a engolir minha porra... Os detalhes depois não eram claros, mas eu sabia que eu tinha fodido essas falsas Lilah em cada buraco até que eu não poderia mesmo ficar duro mais. Talvez eu tenha fodido Tiff e Jules, mas na minha cabeça tinha sido Lilah. Todas tinham sido Lilah. E aquelas cadelas sabiam disso também, putas manipuladoras. Correndo a mão pelo meu estômago, agarrei meu pau duro e comecei a acariciar meu punho para cima e para baixo, ignorando as duas putas dormindo ao meu lado. Nunca antes tinha uma cadela ficado sob a minha pele como esta. Nunca tinha imaginado essas vagabundas como qualquer outra pessoa. Sentindo mãos leves cobrirem a minha, eu vi os olhos cansados de Jules injetados de sangue olhar para cima, o fodido coque ainda em sua cabeça. A mão dela cutucou a minha fora, sua boca fazendo a festa em minhas bolas. Lilah... Lilah... Assisti ela chupar meu pau para cima e para baixo. Cedi a minha fantasia doente, eu fechei meus olhos enquanto Jules trabalhava em mim, até que, em um rugido alto, eu vim por todo o meu estômago, de modo fodidamente duro que eu quase desmaiei. Merda, eu pensei quando eu peguei a minha respiração. A cadela tinha me dado um fetiche bagunçado para as roupas Amish.

Quatro semanas mais tarde...


"Temos corrida amanhã. Ky, você conduz o negócio com os chechenos em Houston. Tank, Bull, Smiler, AK. Flame e você podem ficar aqui e assistir o complexo. Hush e Cowboy, estou lhes enviando para San Antonio. Sandman, o prez de San Antonio está cortando um acordo paralelo com os italianos, alguma coisa de lavagem de dinheiro. Vocês nômades já lidaram com Marcello. Preciso de você lá para mostrar apoio para nossos irmãos do Texas”. Eu traduzi tudo que Styx estava sinalizando, e os irmãos assentiram. Styx tossiu, e vi suas mãos. "Eu vou em três dias. Tenho merda pessoal para resolver. Qualquer problemas, Ky irá ser o prez”. Assim que eu traduzi, eu encontrei os olhos de Styx, que, embora olhasse para mim, não ofereceu nenhuma explicação mais sobre onde diabos ele estava indo. "Entendido?", Sinalizou Styx. Os irmãos disseram "Sim" e Styx bateu o martelo. Todos desceram, mas eu fiquei para trás. Styx esperava. Meu melhor amigo permaneceu sentado, esperando por mim para falar. "Onde você vai que você não me contou?" "Vi-viajar", ele gaguejou, dando de ombros. Eu levantei minha sobrancelha. "Mae vai? Ele balançou a cabeça. "Mais alguém?" Ele balançou a cabeça. Eu sorri. "Vá. Leve a sua cadela para longe. Eu cubro as pistas".


"F-feito", disse Styx e se levantou. "L-l-licença hoje a n-nnoite. V-v-volto em alguns d-dias”. Styx saiu e eu andei pelo corredor, subi a escada de volta para o apartamento de Styx, e bati na porta de Lilah. Para os Hangmen, as últimas quatro semanas tinham passado sem intercorrências. Ofertas foram atingidas; as finanças do clube estavam bem. A garagem e os nossos outros negócios legítimos estavam dando lucro. Mas a minha vida? Fodidamente todo dia era o “Dia da Marmota”1. Ensinar Lilah sobre a vida, o tempo todo querendo sua vagina. Ficando fodidamente bêbado a cada noite porque eu tinha passado toda a porra do dia querendo sua vagina. Fodendo as bundas de Tiff e Jules a cada noite, fingindo que eram Lilah, porque eu tinha passado toda a porra do dia querendo sua boceta! Ouvindo Tiff e Jules fodendo putaria para mim cada maldita vez “Finja que eu sou a Lilah, porra!” Eu estava prestes a matar as putas. Elas não chegavam aos pés da peregrina loira de qualquer maneira. Melhor de tudo? Lilah estava definitivamente ficando melhor em se adaptar à vida de motociclista, se afastando da vida de manipulação da mente desses fudidos cretinos, sádicos, aberrações de Jesus. Mostrei-lhe cada parte de Austin que eu poderia pensar. Mas ela nunca saiu do caminhão. A cadela recusou-se a andar na minha moto. Recusou drasticamente qualquer mudança de guarda-roupa. Não tirou essa maldita touca... a porra da touca com que comecei a sonhar. Referência ao filme “O feitiço do tempo”, onde o personagem principal vive o mesmo dia repetidamente. 1


Fodido doente que eu sou. Mas ela estava fazendo progressos. Ela não estava balançando como uma psicopata em um canto e citando a Bíblia 24 horas por dia. Ela não estava trancada em seu quarto, gritando quando alguém vinha até a porta. Ela estava gradualmente tentando coisas novas comigo... mas só comigo. Só me fodendo. Eu estava malditamente viciado na cadela. Um segundo depois, Lilah abriu a porta, toda uma porra de sorriso para mim. E sim, como sempre, eu perdi a minha maldita respiração. "Olá, Ky", ela cumprimentou, movendo-se através da porta para me seguir pelas escadas. "Olá bochechas doces", eu disse, encontrando minha voz. "O que vamos fazer hoje?" Eu parei e olhei para ela, tão rápido que Lilah esmagou direto contra meu peito. Quando eu apoiei seus braços, sua respiração era difícil. Os olhos azuis de Lilah encontraram os meus, e eu juro que a porra do mundo parou. Sua língua lambeu ao redor dos lábios, seu olhar caiu para os meus lábios, e ao mesmo tempo, eu estava dolorosamente duro. Eu sabia que era hora de fechar esta merda de novo. "Amanhã vou a uma corrida. Assim, vou ficar fora daqui". "Quanto tempo você vai ficar fora?", Perguntou Lilah, e eu queria sorrir quando eu peguei a decepção em sua voz. “Poucos dias, talvez mais. Depende de quão fácil a merda vai ser”. É pra ser fácil, basta uma simples corrida de pagar os federais e recolher o dinheiro das equipes de rua distribuindo nossas armas.


"Tudo bem", disse ela em voz baixa, e desta vez nada estava me impedindo de sorrir. Tomando-lhe a mão, eu a puxei para baixo das escadas e para o clube. "Vamos lá. Eu preciso de comida. Hoje é um dia tão bom quanto qualquer outro para mostrar-lhe a cozinha”. Lilah seguiu obedientemente, mantendo a cabeça baixa em caso de passarmos por qualquer irmão. Não houve irmãos em nosso caminho, mas eu porra amaldiçoei quando Tiff e Jules vieram rindo ao virar a esquina, todas tetas, pernas e bundas. Seus olhos imediatamente agarraram a Lilah e eu, e suas malditas caras caíram. Vagabundas com ciúmes. Jules desfilou em frente a nós no seu vestido vermelho apertado e passou a unha no meu peito. A mão de Lilah apertou a minha. Em seguida, ela tentou retirá-la. Isso não estava acontecendo. "Ky, baby. Você quer vir com a gente?" O dedo de Jules continuou correndo para o sul até que ela segurou meu pênis em sua mão coberta. Batendo e afastando sua mão, eu disse: "Foda-se, Jules. Vá chupar Vike se você está desesperada por um pênis”. Os olhos de Jules estreitaram para mim e ela se afastou. "Ahh... muito ocupado com o seu pequeno animal de estimação, Ky? Jogando-nos de lado pela boceta virgem... de novo?" Lilah inalou e eu dei um passo adiante, fervendo na vagabunda. Tiff puxou Jules de volta, vendo a minha expressão de fúria. A mão de Lilah começou a relaxar na minha. Putas idiotas do caralho. Cadelas — nada além da porra de problemas.


Eu esmaguei pelas portas da cozinha. Hush e Cowboy estavam sentados ao redor da mesa. Levantando suas garrafas de Bud em saudação, depois viram Lilah. "Lilah," Cowboy disse com um sorriso enquanto ele batia em seu chapéu. "Muito bom te ver, querida." Lilah baixou a cabeça e corou. Ela provavelmente não iria falar agora que eles estavam aqui e ela só tinha acabado de enfrentar as cadelas gêmeas. Mas eu já tinha trabalhado na garagem durante todo o dia e eu estava porra de pronto para comer uma vaca, então ela precisava acabar com essa merda agora. Virando-me para Lilah, eu disse: "Ok, docinho, esta é uma cozinha." Eu olhei ao redor, mão no quadril, e só comecei a apontar para a merda. "Mesa. Assentos. Facas. Pratos. Cadeira... er..." Seus

olhos

estavam

seguindo

cada

movimento

meu.

Curvando-me, eu abri uma gaveta e tirei algumas coisas redondas, planas, com uma alça. Eu a levantei no ar e olhei para a maldita coisa. "E isso," eu disse, olhando para a coisa de novo. "Você usa para bater fora a porra de alguém que não faz o seu bife cozido rápido o suficiente”. Descartando o ferro seja qual for essa porra de merda na bancada, eu me virei para ver Hush e Cowboy olhando para mim como se eu fosse estúpido, então peguei o rosto de Lilah, os espasmos em seu lábio, e antes que eu percebesse, ela começou a porra de rir. "Merda, Ky! Você já cozinhou uma refeição em sua vida?", Perguntou Cowboy. "Nunca, então cale a boca!" Eu bati. Então eu peguei a coisa pesada preta novamente. "Que porra é essa?"


Uma pequena mão segurou em volta do meu punho e eu olhei para baixo para ver Lilah sorrindo para mim. "É uma frigideira de ferro fundido." "Você sabe o que é toda essa merda? Culinária e tal?" Ela assentiu com entusiasmo. "Eu sou uma boa cozinheira". "Você é?" Ela riu novamente. "Sim. É dever de uma mulher preparar a comida. Eu fui treinada desde criança para atender a um homem em todas as necessidades". "Droga. Porra de cadela perfeita”, Eu ouvi Hush dizer sob sua respiração. Ele recostou-se na cadeira, observando Lilah, esperando para ver o que ela faria a seguir. Lilah ouviu o comentário de Hush e, vendo sua atenção, abaixou a cabeça. Hush levantou a mão quando ele me pegou gritando. "Não faça um movimento, estava apenas dizendo que ela é uma boa cadela, então encerre seu maldito grito de volta, irmão”. Assustado por um toque no meu braço, eu olhei para baixo para ver Lilah com a chapa ao peito. "Você tem ingredientes frescos?" "É..." Eu virei para Hush e Cowboy. Cowboy apontou para a geladeira. Os olhos de Lilah se agitaram e eu sabia que ela estava nervosa. Segurei-lhe o queixo entre meu dedo e polegar, forçando-a a olhar para mim. Respirando, ela perguntou: "Posso cozinhar para você?"


"Você quer cozinhar para mim?", Perguntei em estado de choque. Ela assentiu com a cabeça. "Sim, e muito. Eu absolutamente gostaria de cozinhar. É a minha melhor habilidade”. Ela estava ficando vermelha e, e eu não tinha idéia do por que. "Então, porra o faça, docinho", eu disse, vendo aquele olhar em seu belo rosto amoroso. Ela olhou nervosamente para Hush e Cowboy, que estavam nos observando como se estivéssemos em algum reality show fodido. "Será que... vocês gostariam de comer também? Eu... eu estou acostumada a cozinhar para muitas pessoas. Eu não sei fazer receitas de menor quantidade”. Hush e Cowboy olharam para mim, e eu sacudi meu queixo, dizendo-lhes que eles poderiam ficar. Esta foi a primeira vez que ela realmente tinha falado com alguém a não ser eu. Seria bom para ela se acostumar com meus irmãos. Cowboy lançou-lhe um sorriso agradecido. "Claro, querida. Eu poderia comer”. Hush inclinou o gargalo da cerveja em agradecimento. Lilah colocou a frigideira na bancada de aço e começou a trabalhar em uma porra de um surto de atividade. Hush me jogou uma cerveja, então me juntei a meus irmãos na mesa. Eles tentaram falar comigo, mas eu não conseguia ouvir, observando o rosto de Lilah. Ela adorava essa merda. Foi a primeira vez que ela não estava jogando com sua mão, apertando seu coque ou passando sua língua em torno de seus lábios. Uma hora mais tarde, nós nos sentamos para bife, batatas e molho — obras de Lilah, que se sentou ao meu lado, de mãos vazias.


"Onde está sua comida?", Perguntei. Sua cabeça disparou. "Eu não posso comer com você." Hush e Cowboy pararam de encher a boca e olharam para ela. Seus olhos estavam baixos novamente. "Porque você não pode comer, querida? Não faz sentido quando você passou todo esse tempo preparando-o”. Perguntou Cowboy. "As mulheres não comem com os homens. Devemos comer mais tarde, sozinhas. Mae prepara comida para Maddie e eu. Nesse meio tempo, vou ter certeza de que vocês tenham tudo de que precisam". "Você comeu no jantar comigo todos esses dias atrás," eu disse, confuso. "Não, eu dei uma mordida. Eu estava com medo que eu seria punida se não o fizesse. Não é adequado para eu acompanhá-lo”. O bater dos meus talheres ecoou pelo grande cozinha, e Lilah endureceu e fechou a olhos, murmurando uma oração silenciosa. "Lilah?" Eu disse com força, minha voz afiada como uma lâmina. Ela vacilou, e eu quase perdi a merda. Eu odiava quando ela fazia isso. "Lilah!" A cabeça de Lilah se virou lentamente para encontrar meu olhar. "Vai pegar um prato." "Mas..." "Lilah! Vá pegar a porra de um prato!"


Lilah deslizou imediatamente fora de seu assento e pegou um pouco de comida. Uma estupidamente pequena quantidade, mas, pelo menos era algo. Quando ela se sentou, seus olhos focados no prato. As mãos juntas e a cabeça curvada, ela murmurou uma oração em voz baixa e rapidamente começou a comer. Eu me senti como uma merda olhando para ela parecendo tão pequena, mas cada vez que eu pensei que eu estava entendendo alguma coisa sobre de onde ela veio sob aquele pau enrugado de profeta, ela fazia outra coisa que tinha me deixado louco, e eu não gostaria de ficar chateado e assustar a porra da cadela mais uma vez. Eu senti como se nós nunca tivéssemos feito progressos. Esse culto, sua lavagem cerebral completa sempre a puxando de volta. O silêncio em torno da mesa era ensurdecedor. Cowboy limpou a garganta e disse: "Lilah, esta porra é incrível. Pode trazer sua bunda linda para cozinhar novamente em breve”. Lilah olhou para cima como se estivesse em estado de choque. "Sim, mulher, o melhor filé que já tive," Hush acrescentou. Lágrimas estavam se construindo nos olhos do Lilah e seu lábio inferior começou a tremer. "Bochechas doces?" Lilah finalmente olhou para mim e eu levantei meu garfo cheio. "Você quer cozinhar novamente para Hush e Cowboy?" "Sim", ela sussurrou. "Bom. Mas porra, você tem que comer com a gente também", eu disse, e eu vi uma lágrima finalmente derramar pelo seu rosto. "Obrigada", disse ela tão baixinho que eu quase perdi.


Meu intestino apertou e eu queria mais que a porra de pegá-la no colo e levá-la para a minha cama. E não para sexo. Porra de choque de horror. Eu só queria que ela se sentisse digna. Quero dizer, porra, ela estava mais que cagando dignidade, era deslumbrante, uma maldita beleza e ela poderia cozinhar como Paula Dean2. Hush se levantou de seu assento e foi até a geladeira, puxando uma Bud. Ele apareceu no topo, em seguida, bateu com ela na frente de Lilah. Lilah olhou para a garrafa, obviamente confusa. "Cerveja", disse Hush. "Vai porra de perfeita com bife." Ela olhou para mim, e eu disse, "Pegue as bolas, Li. A vida pelas bolas”. Ela ofereceu um sorriso tímido, ergueu a garrafa aos lábios lentamente, tentou a cerveja, cuspiu, riu sobre isso, malditamente perto de esmagando meu coração. Ela tentou fazê-lo. Odiou. Mas porra, ela pegou a vida pelas bolas.

Lilah limpou a última das bancadas com Lysol, em seguida, virouse para mim. Ela tinha estado muito quieta durante toda a noite, mas tinha respondido Hush e Cowboy quando falaram com ela, ouviu e riu de coisas que eles disseram. Essa era a coisa mais normal que tínhamos feito desde que eu comecei a ensiná-la esta merda de vida. “Você quer ir dormi”?Perguntei, vendo que era muito tarde. Culinarista americana que tem um programa de TV famoso nos Estados Unidos, no estilo do “Mais você.” 2


"Posso ir ao rio para orar antes?", Perguntou ela, esperançosa. Eu balancei a cabeça. Caminhando para a saída, Lilah seguiu atrás. Rezar no rio de merda. Fazia isso a cada noite. Ela foi lá todas as noites, atirando-se sobre o chão, falando em línguas, e todas as noites, eu assisti do banco quando ela entrou na água — totalmente vestida — e quando ela saiu, ela sempre estava mais calma, mais feliz... limpa, ela dizia. A fé da cadela era tudo para ela. Nada ia mudar isso. Nós caminhamos até o rio em silêncio. Sentei-me, minhas costas encostadas a uma rocha, e tirei um cigarro. Eu apontei para o pedaço de terra em que ela sempre rezou. "Fique à vontade, bochechas doces. Vou esperar aqui”. Normalmente, Lilah iria direto para lá, mas esta noite ela pairava. Iluminada pelo meu fumo, olhei para ela, sobrancelha levantada. "Posso me sentar?", Perguntou Lilah e apontou para meu lado. Eu balancei a cabeça. Dobrando o vestido, ela se sentou ao meu lado, seu cheiro de baunilha batendo fora do fumo e enchendo meu nariz. Por que diabos ela sempre cheirava a baunilha? "Você está bem, Li?" Eu perguntei quando ela não fez nada, a não ser ver o fluxo do rio, apenas levantando a cabeça para observar as estrelas. "Você me deixa comer com você", ela silenciou com uma voz pequena. Puxando duro no meu fumo para parar um edifício de um nó na garganta, eu o traguei lentamente, tentando fazê-lo durar. "Você cozinha, você se senta com a gente, e você come com a gente. Fácil."


"Mas você me deixa comer com você", ela enfatizou, e eu vi mais lágrimas caírem pelo rosto. Ela estava olhando para mim como se ela nunca tivesse me visto antes. Como se eu fosse algo especial e não algum homem vagabundo forçado a cuidar dela. "Ky..." Ela continuou. "Nenhum homem jamais me deixou fazer isso antes." Dei uma tragada profunda no cigarro, agarrei a porra da coisa e joguei o cigarro arruinado ao chão. "Li, você não está nesse lugar agora. Você faz o que diabos você quiser”. Sua atenção caiu a seus pés. "Você elogiou minha comida. Você... você disse obrigado a mim por preparar sua refeição." "Cristo, Lilah..." Sua mão cobriu a minha na grama, e nossos olhares se enfrentaram, sentindo a porra da eletricidade que sempre cantarolava entre nós. "Você me fez sentir como um igual, esta noite, Ky. Como se eu fosse uma mulher que valesse a pena." "Lilah..." Eu disse, exasperado. "O que esses filhos da puta fizeram com você? Como diabos eles fizeram de você uma amaldiçoada? Porque toda essa merda auto-depreciativa é difícil de aceitar”. Lilah olhou para a grama e disse: "Eu tinha uma família uma vez... anos atrás..." Minha sobrancelha levantou-se. "Você tinha?" Ela assentiu com a cabeça, mas não disse mais nada. "Então me diga," Eu empurrei, e o olhar preocupado de Lilah encontrou o meu. Caindo pelos ombros, sua voz quase inaudível, ela disse: "Tudo aconteceu quando eu tinha seis anos..."


Capítulo Nove Dezoito anos atrás Comuna da Ordem Localização desconhecida

~Lilah~ "Criança. Vá brincar com Micah no quarto dos fundos. Tenho negócios a discutir com o irmão Luke". Eu balancei a cabeça, obedientemente obedecendo meu pai, e saltei para o corredor, girando minha longa saia azul quando eu fiz isso. Estava quente fora, mas como uma criança, eu tinha que usar o vestido azul longo de pureza, de mulheres modestas. Eu amava o meu vestido. Fez-me sentir bonita. Cantarolando

uma

melodia

graciosa

para

mim,

fiquei

distraída. Assim quando eu estava prestes a passar o banheiro à minha esquerda, a porta se abriu. Eu imediatamente parei de cantar, parei imediatamente de girar minha saia, e baixei a cabeça em obediência. Ouvi passos familiares baterem forte, lentamente no chão de madeira e, mantendo meus olhos baixos, botas pretas roçando pararam na minha frente. Minha respiração entrou em pânico e deslizou pelos meus lábios e minhas mãos começaram a tremer. Eu podia sentir meu coração batendo freneticamente na minha garganta, e eu mordi minha língua. Profeta David pregou que as meninas não deviam agir alegremente; elas tinham que mostrar contenção do pecado no


comportamento, para exibir uma disciplina em todos os momentos. Eu soube imediatamente que eu tinha falhado com o profeta com minha dança, cantarolando, e desfrutando do dia. Mas pior, eu tinha sido pega. Percebendo uma mão levantada com o canto do meu olho, eu me preparei para a punição inevitável; elas ocorriam com frequência. Mas o golpe não veio. Em vez disso, a mão escorregou suavemente por meu manto branco obrigatório, libertou meus cachos loiros, e correu seus dedos pelo meu cabelo comprido, me acariciando. Em seguida, um polegar áspero atropelou os meus lábios. "Rapunzel, Rapunzel, Rapunzel," a voz profunda ressoou em uma melodia cantada quando a mão repetidamente acariciou meu cabelo, meu rosto, mais e mais e mais. "Tal beleza em alguém tão jovem." A voz profunda era tensa, parecendo quase... dolorosa? Claro, eu imediatamente reconheci a voz do irmão Luke. Ele era um dos anciãos da Ordem. Um dos discípulos de maior confiança do profeta David. Ele liderava a comuna em que residia. Ultimamente, meu pai começou a trabalhar com o irmão Luke, o que me pareceu ser um grande negócio. Meu pai era um escritor, um artista, o mais surpreendente dos contadores de histórias, e agora meu pai estava ajudando Profeta David a anotar suas revelações diretas do Senhor, para todo o povo do Profeta David ler e seguir. Juntos, meu pai e o profeta David estavam criando um livro dedicado a Santa causa da Ordem, a nossa própria bíblia, que continha o final, a não falseada e a infalível palavra de Deus. Foi uma verdadeira honra gravar as reveladas e santíssimas palavras do Senhor. Meu pai tinha insistido em que esta grande honra tinha sido concedida a ele então todos os seus filhos e filhas deviam ser um exemplo vivo para as outras famílias da comuna. Devíamos ser os


seguidores perfeitos do Profeta David. Portanto, nunca deveríamos nos submeter a formas impuras ou pecaminosas. Esforcei-me todos os dias para ser a filha que meu pai poderia se orgulhar. Os dedos do irmão Luke deixaram meu cabelo e, de repente, ele se agachou diante de mim. Esses mesmos dedos arrastaram lentamente pela minha bochecha e pararam embaixo do meu queixo. Meus olhos, por um momento, se desviaram para seus olhos, que brilhavam com algo que eu realmente não podia decifrar. Eu imediatamente lancei meu olhar para o chão. Irmão Luke tinha me olhado como meu irmão, Peter, olhava para um chocolate. "Levante seus lindos olhos azuis, minha pequena Rapunzel". Irmão Luke sempre me chamava de sua "pequena Rapunzel." Eu não tinha idéia de quem ou o que era uma Rapunzel, mas cada vez que ele disse isso, ele parecia excitado. Sua voz reduziria no tom e seu peito ofegava. Irmão Luke me fazia sentir muito, muito desconfortável. Meu estômago rodava sempre que ele estava por perto, mas eu supunha que era porque ele era um homem tão especial. O Senhor o havia identificado como seu apóstolo. "Faça como eu digo, minha pequena Rapunzel. Levante a cabeça para que eu possa contemplar o seu rosto bonito, os olhos brilhantes”. Eu não podia ter certeza se isso podia ser um teste, então eu mantive minha cabeça baixa, demonstrando minha humildade como uma menina em direção a esse ancião da Ordem. Irmão Luke se inclinou para frente, e eu podia sentir sua respiração quente cheirando meu cabelo. Segurando minha respiração, eu levantei minha cabeça lentamente. A longa barba do irmão Luke fez cócegas na minha bochecha quando ele sorriu. Ele sorriu tão


grandemente para mim, tão grandemente que eu podia ver todos os seus dentes. Depois suspirou. "Ah, lá está ela. A beleza jovem com longos cabelos dourados”. Sua cabeça inclinada para o lado. "Diga-me, criança, quantos anos você tem agora?" "S-seis, senhor. Eu tenho seis”. Seus olhos castanhos queimaram; a língua espiou para fora e lambeu ao longo de seus lábios. "Está quase na idade mágica, minha filha. A idade mágica onde todos nós começamos a compartilhar sua beleza. O dia que o Senhor vai chamá-la em seu abraço, o abraço de seu eterno amor. Que mais glorioso dia." Minhas sobrancelhas como setas para baixo com a pergunta. "Dia mágico, senhor? Eu não sei disso", eu sussurrei. Irmão Luke sorriu para mim; ele plantou as mãos sobre o topo dos meus braços, seus polegares correndo para cima e pelo meu peito. Eu não gostei desse sentimento e eu vacilei com cada toque, apertando meus olhos fechados em resposta. Irmão Luke colocou seus lábios na minha orelha. "Sim, filha. O dia que você se dará totalmente ao Senhor. Profeta David irá revelar o dia exato para nós em breve, através da revelação do Senhor, mas ele não vai demorar muito... e eu espero que eu seja o irmão a apresentá-la para o amor celestial de Deus. É algo que eu já pensei várias vezes... Você é tão bonita." "Irmão Luke!" Abrindo meus olhos, eu chicoteei minha cabeça para olhar atrás de mim. Lá estava o meu pai no final do corredor, um olhar irritado em seu rosto. "Irmão Isaiah," Irmão Luke respondeu secamente e se levantou. Mais uma vez, ele estava elevando-se sobre mim. Ele


continuou olhando para mim, quase como se puxando de um transe. Um rubor irritado espalhou-se por suas bochechas e ele inclinou a cabeça para o céu. Irmão Luke começou a mover seus lábios enquanto ele formulava uma oração ao Senhor. Eu peguei o fim de sua oração e prendi a respiração quando ouvi meu nome. "Estou grato que você me tirou a atração desta criança. Eu estava tentado por seu rosto adorável. Pela sedução inata que brilha de dentro de seus grandes olhos azul..." Irmão Luke finalmente baixou a cabeça e esfregou os olhos. Com um suspiro profundo, ele olhou rapidamente para meu pai. Então ele olhou na minha direção. "Sua beleza é excepcional, criança. Faz-me suspeito.

Você

é

tentadora

minha

pequena

Rapunzel...

quase

demasiada tentadora." "Irmão Luke, deixe minha filha em paz." A voz do meu pai era dura, inflexível. Havia raiva em sua voz, a mesma que ele usava em meus irmãos e irmãs... mesmo para minhas muitas mães em certas ocasiões. Eu senti medo intenso por meu pai porque ele estava falando de tal forma a um de nossos líderes. "Fique tranquilo, irmão Isaiah. Rapunzel e eu estávamos simplesmente fortalecendo nossa amizade. Venha, vamos falar de negócios. Profeta David tem mais sugestões para o nosso livro e também para a nossa literatura infantil. Ele recebeu hoje uma nova revelação, que vai trazer o nosso povo muito mais perto do santo amor do Senhor”. Minha atenção desviou para frente e para trás entre meu pai e o irmão Luke. Meu pai ainda não tinha respondido ao irmão Luke e eles estavam encarando um ao outro em silêncio. Eventualmente, o irmão Luke andou para frente, passando por meu pai. Nervoso, meu pai veio até mim e se abaixou. Ele apertou suas mãos quentes no meu rosto e seus olhos pareciam suavizar com


tristeza. "Filha", ele sussurrou. "Você deve ir para a sala de volta com o jovem Micah. Não saia até que eu diga, entendeu?" "Eu entendo, Pai," eu respondi, ainda sentindo a sensação de medo no meu estômago. Meu pai suspirou. "Você é muito bonita, filha. Meu coração se preocupa que o diabo esteja dentro de você. Que você seja uma amal... Argh! Eu não posso obrigar-me a falar a palavra. Eu não quero admitir que você pode ser um deles”. Chupei uma respiração chocada. Um dos quais? De repente, meu pai levantou-se. "Seu julgamento será permanecer pura. Estou orando a Deus que ele não vai nos abandonar. Vamos todos rezar para que você não se torne uma irmã caída”. Engoli em seco. Caída. Eu sabia o que era aquela palavra: uma mulher que tem relações com o diabo. "Vá para Micah. Agora". Abaixando minha cabeça em obediência, eu corri pelo corredor de madeira, cada passo em sincronia com meu coração batendo. Eu irrompi no quarto no final. Micah, meu amigo, estava sentado no meio do quarto, entretido com um de seus livros para colorir. Ele virou a cabeça dele para mim e sorriu. "Saudações, irmã." Eu fiz a minha maneira de Micah e sentei-me ao lado dele, imediatamente olhando para o que ele estava colorindo. Eu engasguei em estado de choque. Micah olhou para mim e franziu a testa.


"O que você está colorindo, Micah?" Eu disse, verificando que a porta do quarto estava fechada. As fotos eram pecadoras. Rudes. Proibidas. Micah colocou a mão no meu ombro. "Tenha calma, irmã. Estou frequentando a Escola Celestial agora. Os discípulos do profeta me ensinaram sobre a nova escritura da Ordem. De nossas novas funções como povo escolhido de Deus. De como abraçar o amor de Deus." Inclinando-me, estudei o contorno preto e branco da cena no livro de Miquéias. Era um jovem menino tocando uma menina... em seu lugar

proibido.

Ambos

estavam

sorrindo.

A

boca

da

jovem

caiu aberta e seus olhos estavam bem fechados. Eu pulei quando senti a mão de Micah lentamente levantar a saia longa do meu vestido, e eu afastei sua mão. "O que você está fazendo?" Eu disse com medo, retirando meu olhar do livro. Os lábios de Micah apertaram juntos para formar uma linha apertada. "Fomos ensinados na escola como devemos começar a tocar os outros... de como devemos começar a tocar meninas. O Senhor quer que cresçamos perto Dele através do nosso amor compartilhado... através de nossos corpos. Através de tocar uns aos outros nos lugares proibidos. Supõe-se que seja bom. Profeta David ordenou-nos a fazer isso." Micah de repente pulou em cima de mim e me segurou no chão por meus braços, abrangendo minha cintura, uma concepção de ar frio me informando que meu vestido tinha subido para minhas coxas, expondo minha modéstia. Micah tinha nove anos de idade e era muito mais forte do que eu. Eu tentei lutar com ele, mas não consegui. Sua boca de repente esmagou contra meus lábios e sua língua invadiu


minha boca; estava molhado e desleixado, e eu odiava. Eu rapidamente virei minha cabeça e as lágrimas se formaram nos meus olhos. "Micah, por favor!", Eu sussurrei. "O que você está fazendo? Você está me assustando." "Relaxe, irmã, eu vejo meu pai fazer isso com muitas mulheres e, uma vez que o novo profeta revelou, com as raparigas. Parece que eles o pareciam; algumas não são muito mais velhas do que você. Traznos a todos mais perto do Senhor. Você já viu as fotos no meu livro de colorir. Profeta David quer que estejamos mais perto uns dos outros, a proximidade traz uma unidade com o Senhor. E você é tão linda... tão tentadora. Eu quero tocar em você como o menino toca a menina na foto. Meu estômago e abaixo ficam com uma sensação engraçada quando eu vejo você. Eu não consigo parar de te observar. Eu penso em você o tempo todo, mesmo nos meus sonhos. Todos os meninos na escola conversam sobre você". "Micah!" Uma voz alta e zangada soou da porta. Em um instante, Micah e eu congelamos. Pés pesados pisaram no quarto e quem estava acima de nós eram meu pai e o irmão Luke. Irmão Luke pegou Micah pelo colarinho de sua túnica, e Micah começou a gritar. Irmão Luke deu um tapa em seu rosto. Micah acalmou, chorando baixinho para si mesmo. "Você criança insolente! Ela ainda não foi aprovada para compartilhar do Senhor, pelo profeta! Você sabe o que isso significa? Você vai ser punido! Devo informar que você ajuda o profeta. É a vontade de Deus! Você é estúpido, garoto estúpido! Você deve praticar o autocontrole!" Fixei meu olhar na longa saia do meu vestido e ignorando a reprimenda de Micah pelo irmão Luke, eu fiquei de pé com as pernas trêmulas. Corri para o meu pai para o conforto. Mas quando me


aproximei, ele estendeu o braço, uma expressão assustadoramente fria no rosto. Eu parei. "P-Pai?" Eu sussurrei. Ele só olhou para mim. E olhou. E olhou. O medo tomou conta de mim. Foi horror que vi ou... nojo? "Eu disse que eu sentia Satanás vivendo dentro dela, Isaiah. Ela é uma mulher sedutora para todos nós. Seus olhares são... pecaminosos. Aqueles olhos azuis, o cabelo louro longo. Diga-me, ela tem tentado até mesmo você?" A voz do Irmão Luke era calma... não, acusatória. Meu pai baixou a cabeça e uma lágrima caiu de seu rosto. "Sim. Ela tem me tentado. Eu tenho... Eu pequei com ela, irmão Luke... Eu tenho feito coisas... em momentos de fraqueza. Eu..." Meu pai caiu em lágrimas. Minha testa franzida. Que coisas? Meu pai sempre foi mais gentil comigo do que os meus irmãos. Eu era sua favorita. Muitas vezes ele entrou no meu quarto e dormiu ao meu lado, sempre me abraçou e me mostrou seu amor. Mas por que isto era errado? "Profeta David tem regras estritas para as mulheres como ela, Isaiah. Seu conselho deve ser procurado. Em uma hora a sós, ela tem tentado a mim e ao meu filho para o caminho do mal, para levá-la carnalmente sem o profeta declarar que era hora de fazê-lo. Nós certamente deveríamos ter sido punidos por causa de sua... se o senso comum não estivesse intervindo. Ela é obra do diabo. Eu posso senti-lo viver em sua carne. Você sabe que tenho uma aguçada capacidade de detectar quando e onde o mal espreita". Ombros de meu pai enrijeceram. "Mas..." Irmão

Luke

olhou

significativamente

para

o

meu

pai,

cortando-o, enquanto ele recitou estas palavras frias. "Quando tentado,


jamais deverá dizer: Deus está me tentando. Pois Deus não pode ser tentado pelo mal, nem ele tenta ninguém; mas cada pessoa é tentada quando elas são arrastadas pelo seu próprio mal desejo e seduzidas. Em seguida, após a concupiscência concebida, dá à luz ao pecado; e o pecado, quando é incentivado, gera a morte." A cabeça de meu pai mergulhou lentamente para baixo e ele exalou bruscamente. "Tiago 1:13-18." Andando para frente, eu puxei a barra da longa túnica branca do meu pai. "Pai, o que eu fiz errado? Por que você está recitando essa escritura?" Não houve abraço dele, nenhuma simpatia, apenas um olhar glacial quando ele bateu a minha mão. Ele me machucou e eu imediatamente a embalei para o meu peito. Curvando-se, ele olhou-me em cheio nos olhos e desenhou o sinal da cruz na testa, seu rosto ficou vermelho quando ele gritou, "Eu lanço a ti fora, Satanás! Sua tentação não deve florescer aqui no Eden do Senhor na Terra. Pequei o suficiente por causa de você! Eu renuncio a você como minha filha. Você não é da minha carne, nem do meu sangue. O soldado de Belzebu, você é a encarnação viva do pecado!" Meus olhos se arregalaram, minha respiração desacelerou, e eu comecei a tremer incontrolavelmente ao ouvir as palavras do meu pai. Eu tinha... nascido do diabo? Senhor... por favor... por favor... me ajude!

"Entre lá e não se atreva a sair!"


Eu balancei a cabeça em obediência, afastando-me do irmão Luke, e, tremendo, caminhei até a pequena cama no meu quarto. Meu pai e irmão Luke tinham me arrastado para casa sem uma palavra de discussão e trouxe-me a esta sala. Eu estava apavorada. Eles estavam me tratando como se eu tivesse pecado, mas eu não entendia o que eu tinha feito. Caindo sobre a cama, puxei minha saia longa sobre meus joelhos dobrados e solucei. Eu não sei quanto tempo eu tinha ficado no meu quarto, olhando para o teto. Eu podia ouvir portas abrindo e fechando, o baixo timbre de vozes masculinas conversando na sala, gritos femininos vindo de quartos adjacentes. Através das paredes grossas, eu não podia ouvir claramente o que estava sendo dito. Mas o tempo passava e as vozes desapareceram e a casa ficou em silêncio. A noite chegou, como fez em sua escuridão, iluminada apenas pela lua, seus raios de prata estreitos perfurando uma única janela pequena na parede norte. Enquanto eu estava deitada na cama, exausta e confusa, eu percebi quando a maçaneta da porta do meu quarto começou a virar. Segurando minha respiração, perguntando quem iria entrar, eu exalei um

suspiro

aliviado

quando

Febe,

minha

irmã,

apareceu

completamente. "Irmã?", Ela sussurrou e na ponta dos pés em silêncio para a minha cama. Sentei-me instantaneamente e sorri. Eu amava minha irmã. Ela era minha melhor amiga, mais velha por alguns anos; tivemos diferentes

mães

meu

pai

tinha

muitas

compartilhávamos a mesma personalidade devota.

esposas,

mas


Quando os olhos de Febe conectaram com os meus ela congelou. Um olhar ansioso tomou conta de seu rosto bonito e ela colocou o cabelo vermelho vibrante atrás das orelhas. Ela estava vestida com uma longa camisola branca e seu cabelo fluiu livre. A noite era o único momento que tínhamos autorização para nosso cabelo estar fora dos nossos coques. "Febe? O que está acontecendo?", Perguntei, temor novamente rodando no meu estômago. Febe olhou para a porta antes de se aproximar. "O pai..." Ela fez uma pausa, em seguida, tomou uma profunda respiração. "O pai disse que você não é minha irmã." Sentindo como se uma lâmina tivesse esfaqueado através do meu coração, eu mexi para trás na cama em choque. Febe assistiu a minha reação e as lágrimas encheram seus olhos. "Irmã...", disse ela com um suspiro de dor. "P-por quê? O-O que foi que eu fiz?", Perguntei, uma cascata de lágrimas correndo pelo meu rosto. Febe sentou-se com cautela no final da minha cama e estudou o meu rosto. Eu podia ver seus olhos azuis curiosos à procura de algo e um olhar repentino de alívio suavizou suas feições apertadas. "Eu não vejo isso." Eu fiz uma careta. "Vê o que?" "O diabo em você." Eu coloquei minha mão sobre a boca para abafar um soluço e eu balancei minha cabeça. A mão estava no meu ombro, e eu olhei para cima para ver minha irmã me olhando com tristeza. "Eu não sou o diabo, Febe. Você tem que acreditar em mim!" Puxando minha mão, Febe me embalou nos braços, me balançando para frente e para trás. "É a sua beleza, Irmã. Você é muito


tentadora, assim como Eva foi para Adão. Assim como Eva, você enfeitiça os homens a fazer o que você exige; eles não podem forçar-se longe de sua sedução. Os mais velhos... e o pai", Eu enrijeci ao ouvir estas palavras: "eles acreditam que, como Eva, você é seduzida pelo diabo, ou mesmo..." Febe sumiu. Eu olhei para o rosto triste e engoli em seco. "Mesmo o quê?", Perguntei, nervosa. Febe me segurou mais apertado. "Que o diabo está dentro de você. Que o diabo controla você... que você é sua isca, tentando os homens a pecar contra o Senhor e sua carne". Minha cabeça balançou frente e para trás. "Não, não, não... Febe!" As mãos de Febe seguraram minhas bochechas úmidas. "Você deve ser forte e obediente, irmã. Qualquer ensaio ou teste que eles colocarem em seu caminho, você deve passá-lo. Você deve se esforçar para ser boa. Se o mal está na sua carne, você deve combatê-lo. Se os homens caírem aos seus pés, não sucumba aos seus encantos”. As mãos de Febe apertaram em torno de meu rosto, seus olhos focados em meus olhos. "Eles vão levá-la embora. Ouvi Irmão Luke falar com o pai algumas horas atrás. Um homem muito importante está chegando para buscá-la na primeira hora da manhã. Ele vai levar você da família para testar sua fé. Ele é um dos mais próximo confidentes do Profeta David". "Não!" Eu chorei e prendi os pulsos de Febe. Febe deu um beijo na minha cabeça. "Não entre em pânico. Este é um teste do Senhor. Não importa quanto tempo levar, ou o que eles colocarem em você, você deve triunfar. O Senhor vai derrotar o diabo dentro de você se você provar sua devoção. Será salva. O Senhor irá salvar sua alma”.


"Eu não quero ir. Eu não quero deixá-la... Eu tenho muito medo”, eu silenciei com uma voz quebrada. O medo tinha-me em suas garras e eu senti que eu não conseguia respirar. "Você vai passar por isso. Sua fé no Senhor pode vencer o mal". “Vou sentir saudades, Febe”. Febe começou a chorar. "Nós vamos nos encontrar de novo, irmã. Fique forte, e se você desviar do justo caminho, pense em mim e você vai encontrar o seu caminho de volta para casa”. Febe me empurrou um pouco para trás, com a lateral do rosto. "Faça-me esta promessa agora. Não importa o que aconteça, você vai encontrar o seu caminho de volta para a Ordem, para o nosso profeta, para sua casa." "Eu prometo", eu jurei com uma voz trêmula. Febe me deitou e eu dormi. Quando amanheceu, um grande homem barbudo vestido todo de preto entrou no meu quarto e me levou dos braços da minha irmã, sem uma palavra. Eu não lutei, nem protestei. Nenhum membro da minha família estava lá para dizer adeus para mim. Eu entendi; Eu estava sendo evitada. O homem assustador agarrou meus braços, colocou um pedaço de material sobre meus olhos, fechando-os para o mundo, e depois de uma dor aguda no meu braço, encenei para o lado e caí para trás na escuridão.

"Acorde!" Eu gradualmente acordei, solicitado por alguém cutucando meu braço. Minha visão turva eliminando-se lentamente. A mão


agarrou meu braço e me puxou em pé. Náuseas enroladas em torno de meu estômago enquanto eu lutava para limpar minha cabeça. "Venha. Estou levando-a a seus novos aposentos”. Levantando os olhos, o meu olhar embaçado caiu sobre um homem barbudo vestido todo de preto. Em outra observação, eu percebi que ele não era muito velho, mas seus olhos escuros eram duros. Ele olhou para mim como se eu fosse o mal encarnado. Ele tinha me levado a algum lugar... Eu lancei um olhar ao redor da sala e meu coração começou a bater furiosamente quando não reconheci nada familiar. O quarto era todo branco. O ar parecia quente e espesso. Senti que não podia respirar. E o calor, Senhor, o calor era sufocante e meu vestido longo era muito quente de suportar. "O-onde eu estou, senhor? Onde está minha família?", Eu perguntei nervosamente, tentando me acalmar. O homem correu um dedo no meu rosto e sorriu. "Você está na comuna do profeta. Você está sob a estrita fiscalização do mensageiro do Senhor agora, prostituta de Satanás. O diabo não deve triunfar em você. Eu vou ter certeza disso”. Tudo que eu podia fazer era engolir nervosamente. "Vem". Ele me puxou para cima a partir da pequena cama, duro e me arrastou ao outro lado da sala, para fora em um enorme de descampado, uma grande aldeia cercada por árvores frondosas longas e hectares de pasto verde. As pessoas estavam trabalhando, com foco em suas tarefas, mas todos eles pararam para olhar para mim enquanto eu passava. As mulheres estavam modestamente vestidas como eu e os homens usavam suas túnicas brancas familiares.


Quando passei, algumas das pessoas recitaram as escrituras, pedindo ao Senhor para salvar minha alma. Outros cuspiram no chão a meus pés descalços, desejando-me queimar no inferno. "Tentadora! Meretriz! Rameira!" Muitos gritaram. Eu encolhia minha cabeça e lágrimas quentes queimaram meus olhos. O homem que eu estava seguindo os ignorou, continuando a me levar em frente pelo vasto campo na direção de um pequeno aglomerado de casas. Puxando-me mais rápido, eu tropecei em uma pedra, choramingando quando meu pé latejava de dor. Não havia piedade no homem. "Eu disse venha!", O homem retrucou, e eu chorei, deixando lágrimas caírem por meu pai, minha mãe, minhas irmãs, minha Febe e... a minha alma má. Mas confesso que não me senti má. Não senti Satanás vivendo dentro de mim. Mas ele tinha que estar. A maneira que eu estava sendo tratada por todos. Oh Senhor... oh Senhor tem que ferir. Perdoar-me como sua filha. Entrando em um corredor estreito, o homem acenou para três homens relaxando ao redor de uma mesa. Eles também estavam vestidos de preto com grandes botas pesadas. Eles eram todos maiores e mais assustadores do que os homens do lado de fora, parecendo diferente de alguma forma. Quando me viram, seus olhos se iluminaram com interesse. Eles imediatamente me assustaram, então eu mantive minha cabeça baixa, mostrando minha obediência. Eu precisava provar para eles que tudo tinha sido um erro. Que eu era uma boa garota que amava Deus. Eu não era uma filha de Satanás. Eu tinha que passar seus testes como Febe tinha dito... Como Jesus no deserto.


Quando chegamos a uma grande porta de madeira, o homem empurrou-a e arrastou-me para dentro. Três meninas de cabelos escuros imediatamente levantaram-se de pequenos berços e caíram no chão, com as mãos para fora na frente delas e suas testas na pedra fria. "Saudações, irmão Noah", disseram em uníssono. O nome do homem era irmão Noah. "De pé! Imediatamente!" Irmão Noah latiu alto, fazendo-me recuar e me esconder. Todas as três meninas se esforçaram para os seus pés, e eu estava instantaneamente surpreendida por sua beleza. Todas elas tinham longos cabelos escuros, olhos enormes, e lábios cheios rosados. Uma parecia mais velha do que eu, uma tinha a minha idade e uma era mais jovem. A mais jovem tinha os maiores olhos verdes que eu já tinha visto. "Jezebel, Salome, Madalene, esta é Delilah" Irmão Noah anunciou. Olhei para trás. Quem era Delilah? As

três

morenas

fizeram

uma

reverência

e

me

cumprimentaram todas juntas. "Bem-vinda, irmã Delilah". Todos os olhos estavam então em mim. "Desculpe-me, irmão Noah, você está enganado. Meu nome é..." Fui empurrada para frente com um golpe duro, eu tropecei para o quarto, onde a mais velha das meninas pegou-me antes de eu cair, a ação cortando minhas palavras. Sua mão instantaneamente envolvida em torno da minha.


Eu encarei a mão fechada e imediatamente me senti confortável em sua presença, o primeiro pedaço de segurança que eu tinha sentido em dias. Irmão Noah mudou-se para sair pela porta, deixando-me sozinha com as meninas de cabelos escuros, mas não antes de olhar para mim e declarar: "Agora você está onde merece ficar, pecadora. Vocês já não são dignos de ostentar o seu nome anterior. Seu homônimo era uma mulher pura, uma mulher que merecia ser filha de Isaac, uma mulher em favor do Senhor”. Engoli em voz alta, e a menina ao meu lado apertou minha mão com mais força. Enquanto eu olhava para o irmão Noah, ele sorriu friamente e seus olhos castanhos queimaram quando ele pronunciou: "Deste dia em diante, você será chamada Delilah. Você é satânica, nascida do mal e uma irmã caída... Você, Delilah, é maldita”.

~Ky~ "E é assim que eu me tornei irmã de Mae e Maddie. Esse foi o dia em que eu comecei a meus estudos sob a tutoria celestial do irmão Noah. Foi o dia que eu aprendi a ser obediente e... aceitar que eu era menos que todos os outros". Sentindo a maior dor no meu peito, como se uma jibóia estivesse sufocando a porra do meu coração e pulmões, eu lancei a minha mão e agarrei a mão de Lilah. Segurando sua mão eu não podia ajudar, mas a puxei para perto de mim. Ignorando o rosto chocado quando ela caiu no meu peito, eu envolvi minha mão em torno da parte de trás do seu pescoço. Nossos rostos mal estavam separados.


Enquanto eu acariciava meu polegar ao longo das bochechas, olhos de Lilah encapuzados ao toque e seu hálito quente começou a acelerar. "Você me escute, mulher, e você me escute bem. Você não é inferior a mim ou a qualquer outro filho da puta apenas porque algum filho da puta pedófilo da porra queria mantê-la presa naquele culto. Só porque o seu velho tocou você, seu amigo tocou-lhe, em seguida, um estúpido de um garoto fodido teve seu primeiro tesão e perdeu a cabeça. Você vale a porra de um monte, Li, mais do que qualquer irmão ou puta aqui. Você come comigo, caminha comigo, não a porra de dois passos atrás, e você nunca vai voltar a fazer o contrário. Você não é uma cadela amaldiçoada neste clube. Você entende isso, docinho?" Os olhos azuis de Lilah estavam enormes enquanto eu falava. "Sim", ela respondeu. Eu deveria ter me contido, mas eu não podia. Em vez disso, eu avancei meus lábios para frente, ouvindo a ingestão aguda da respiração dela, os olhos bem fechados espremidos. Ela não estava pronta. Ela estava tão porra de frágil. Tão frágil que tudo que eu queria fazer era proteger ela, nunca mais deixá-la fora da minha vista. Foda-se, mas ela tinha me encantado. Eu estava comendo, dormindo e respirando para esta muito bonita, mas muito quebrada cadela. Movendo-me a partir da direção de sua boca, eu corri os meus lábios sobre sua bochecha, meu lábio inferior arrastando sua pele macia. Lilah perdeu completamente o controle de sua respiração e sua pele estava quente ao toque. Quando um gemido escapou de sua boca, eu pressionei um rastro de beijos até o queixo, os lábios roçando os dela. "Porra, Lilah," Eu raspei para fora, meu peito arfando, todo o meu controle perdido.


Os olhos de Lilah se abriram e ela se acalmou. Sua língua rodou em torno de seus lábios, e eu cambaleei ao me encaminhar para prová-los, mas Lilah puxou para trás, soltando minha mão na parte de trás de sua cabeça. "Eu devo... Eu devo orar." Lilah tropeçou em seus pés, partiu para o aterro, e caiu de joelhos, espalhando seus braços bem abertos, e cinco minutos depois, a cabeça jogada para trás, ela estava em fluindo, murmurando aquela besteira de "linguagem com Deus." Acendendo outro cigarro, sentei-me de volta contra a rocha e olhei, ainda saboreando sua pele baunilha em meus lábios.


Capítulo Dez Nova Sião, Texas

~Profeta Cain~ Meu povo estava aqui em seus milhares quando eu andei pelo corredor até o altar cerimonial. Homens, mulheres e crianças todos se curvaram para o chão enquanto eu passava, abençoando meu nome e falando em línguas quando o Espírito Santo encheu-os com o seu amor. Eu segurei minha respiração tentando desesperadamente não mostrar meu nervosismo. Judah andou atrás de mim, louvando a devoção do povo com a mão sobre a cabeça, e os anciãos seguiram fazendo o mesmo. Aproximei-me

da

fase

em

que

três

jovens

mulheres

atraentes

aguardavam. Elas mergulharam suas cabeças quando eu estava diante delas. Colocando minha mão no topo de suas cabeças, eu abençoei cada uma. "Levantam-se," eu instruí. Elas imediatamente fizeram como eu pedi. Uma mulher de cabelos vermelhos se adiantou e gesticulou para o púlpito e microfone. Eu vi Judah acenar sua aprovação e declinar um sorriso. Judah tinha me dito que ele estava interessado em uma fêmea. Eu assumi que era essa. "Seu nome, irmã?", Perguntei, e seus olhos se arregalaram de surpresa. Isso ainda me lembrou por sua reação como as pessoas estavam ao meu redor. Eles me elogiavam, me adoravam, e eu me sentia completamente indigno de tudo. Um impostor.


"Febe, senhor", respondeu ela com um leve tremor em sua voz. "Obrigado, irmã Febe," eu disse, sorrindo. Quando um rubor rastejou até seu rosto, ela secretamente lançou um olhar sobre Judah. Ele indicou com um mergulho do queixo que ela tinha feito bem. Irmã Febe tremia de alegria. Girando lentamente, eu enfrentei minha congregação e quase perdi o equilíbrio. O mar de olhos olhando para mim foi surpreendente; as fileiras de meus seguidores pareciam ir por milhas. A gravidade, a dimensão da importância do meu chamado para essas pessoas de repente bateu em mim, e eu, puxei uma respiração profunda, caminhei até o microfone para fazer o que eu tinha sido treinado para fazer. A cada passo minhas pernas tremiam, minha respiração gaguejou e um poço de mal-estar correu em minhas veias. Pensar o discurso que o meu conselho me ajudou a construir, eu estalei meus nervos e resolvi meu destino, atuei o papel que eu era esperado para cumprir. "Meu povo, meu coração está preenchido com a maior alegria quando eu olho para vocês esta noite. Estamos todos aqui reunidos esta noite para marcar o nosso novo começo, a nossa gênese, aqui em nossa nova casa... nossa prometida terra... a nossa Nova Sião!" As pessoas começaram a acenar e sorrir. Condicionados a não se sentar até que o profeta chamasse para a celebração, eles obedientemente mantiveram a calma e esperaram por mim para falar. "Os últimos meses, foram muito difíceis. Nossa fé foi testada e esticada à beira da nossa sanidade coletiva. Muitas vidas foram perdidas. Nosso sagrado primeiro profeta foi morto enquanto praticava seu dever para nos trazer novas revelações de Deus”. Os homens e mulheres estavam abertamente em pranto; Choro e gritos cumprimentaram minhas palavras. Estranhamente, essas ações trouxeram com eles um senso de poder, e eu senti uma sensação de aceitação que eu nunca tinha sentido antes revolver dentro


de mim. Essas pessoas estavam perdidas. Eles precisavam da minha ajuda. Alimentado pela adrenalina, eu continuei. "Mas não chorem. Não chorem por nosso líder caído. Ele foi o primeiro mensageiro enviado a nós pelo Senhor, para nos ensinar o caminho para a justiça. Ele está com o Senhor agora, no paraíso, que é verdadeiramente um lugar abençoado para estar. Um lugar em que nós todos um dia estaremos”. Os gritos suaves pararam, e eu olhei para Judah e os anciãos. Suas

expressões

me

garantiram

que

eu

estava

fazendo

isso

corretamente. Muitos pensamentos passaram pela minha mente quando minhas mãos tremiam de excitação. Talvez aqui fosse onde eu deveria estar? Aqui neste altar, vestido em vestes cerimoniais e pregando as palavras do Senhor. Uma mulher em frente me chamou a atenção. Uma mulher que estava olhando para mim como se eu fosse a resposta a suas orações. Isso me fez sentir forte... isso me fez sentir diferente. Fez-me sentir vivo. "Fomos pegos de surpresa e atacados pelo mal, por agentes de Satanás na Terra. Mas como todos os profetas de Deus — Moisés, Noé e Abraão — essas provações e tribulações asseguram ao Senhor da nossa inabalável devoção. Estes desafios na Terra serão recompensados no futuro”. Meu povo se tornou impaciente, alguns jogando a cabeça para trás em oração e outros segurando suas mãos no ar de acordo com o meu sermão. Eu me senti chocado quando percebi que eu era a causa de seu arrebatamento. Eu estava fazendo isso para eles. Minhas palavras... elas eram poderosas... dignas... Eu sorri e de repente me senti preenchido com uma força poderosa, que parecia eliminar qualquer nervo residual. Eu fiquei cheio com a convicção de nossa causa, meu coração disparado enquanto eu me sentia renascido.


Eu estava fazendo isso para eles... eu! Eles se inclinavam perante mim! A lavagem da brisa sobre a minha pele parecia como a limpeza de um rio. Como quando eu estava sendo batizado. Renascido. Eu estava renascendo, e meu povo testemunhou este ato. Deus designou o ato. Rider, o homem que estava perdido, ferido e rejeitado pela mulher que amou, queimado pelos irmãos que ele querida ajudar se afastou na brisa e Cain, o homem que eu tinha sido preparado para ser desde o nascimento, deu um passo diante. Pisquei, me sentindo rejuvenescido, eu preguei "Hoje à noite, eu subo como seu profeta, como vaso de Deus para seus seguidores devotos. E ele falou comigo, me orientou, e revelou a ação que devemos tomar”. Um silêncio caiu sobre o município, e eu esperei o momento perfeito para continuar. Um vento suave soprava, sacudindo as árvores, e eu sorri. Isso de alguma forma parecia... certo. Destino. Profetizado. "Nosso Senhor nos chamou para nos unir, para que se unam contra o mal, contra aqueles que tentam destruir nossa fé, contra aqueles que distorcem a palavra infalível e perfeita de nosso criador". Meu povo se inclinou para frente, pendurado em cada palavra minha. Quando olhei para a minha direita, Judah e os anciãos estavam fazendo o mesmo. Eu os tinha na palma da minha mão. "O diabo anda entre nós, e eu sei que isso é verdade. Eu vivi com seus habitantes, caminhei ao lado deles, e testemunhei suas práticas pecaminosas. Ela não pode ser tolerada e tem de ser interrompida. Nós, povo escolhido de Nova Sião, recebemos uma cruzada para nos vingar daqueles que nos ofenderam, aqueles que mataram nossos irmãos. Marque esta noite como a história de nosso


povo. Esta noite eu a chamarei de Bellum Sanctum... uma guerra santa contra Hades e todos aqueles que o defendem, todos aqueles que espalham sua imoralidade e maldade como uma praga". Desta vez, o meu povo não pôde conter-se e puseram-se de pé, louvando ao Senhor, sinalizando o seu acordo. Eu observava a cena e um fogo correu por minhas veias. Um parafuso de adrenalina percorreu meu corpo, e eu senti minha alma se fundir com o divino. Cada célula do meu corpo vibrou com força bruta, minha mente expandida com um novo conhecimento entregue espiritualmente do próprio Todo-Poderoso. Senti onipotente e onisciente, um verdadeiro deus entre os homens. Eu era o... Senhor! Eu tinha me tornado o Messias! Quando olhei para o meu povo, meus olhos queimaram com entusiasmo. Eles me elogiaram, gritando e arrebatados em sua devoção. Meu povo estava unido. Nós não poderíamos ser interrompidos. Meu povo estava alimentado com a vingança da ira do Senhor, um exército de soldados puros de alma, sedento para o meu comando. Segurando minhas mãos, eu gesticulei para a congregação se acalmar. Um silêncio caiu sobre a multidão quando meu coração trovejava no meu peito. "Vamos dedicar todo o nosso tempo para a nova cruzada. Homens se tornarão soldados especializados, guerreiros ferozes contra o pecado. As mulheres vão fazer o seu dever como irmãs, como filhas celestiais, e partir o amor de Deus da melhor maneira que sabem. Elas vão aliviar o fardo que os homens terão de enfrentar, cuidarão deles, farão seus caprichos. Nós prevaleceremos como um só povo. Estaremos em nossa abordagem discreta; vamos atacar sem aviso prévio quando o Senhor revelar que é a hora. Vamos tornar-nos uma praga para o mal, uma praga de pura luz que destrói as trevas do pecado e delito em toda a humanidade preciosa de Deus. Assim como o Senhor mandou pragas sobre os egípcios, libertando seu povo, nós também seremos vitoriosos nessa luta!" Eu levantei minha voz e a congregação balançou e caiu no chão em louvor.


Espalhando meus braços, eu berrava: "EU SOU o Profeta Cain! Eu sou o caminho. Eu sou a luz. Eu sou seu novo pastor. Meus irmãos, minhas irmãs, se juntem a mim na busca de Deus para finalmente livrar este mundo de seus demônios malévolos, do plano de Hades para mergulhar este mundo em um inferno vivo. Subam comigo. Lutem comigo. Porque eu sou a porta ao céu... EU SOU a chave para a nossa salvação!" O povo perdeu o controle, tomado pela emoção. O Espírito Santo assumiu seus corações e levantou-os a uma alta celeste. Eu assisti e regozijei-me que haviam crido em cada palavra que eu tinha dito. Tudo que eu podia fazer era olhar e olhar para a multidão extasiada. Se

o

Senhor

falou

através

de

mim?

Eu

era

o

seu

intermediário? Eu era a palavra... Eu era realmente um profeta de Deus? Poderia ser verdade? Uma mão pousou no meu ombro e apertou. Virei-me para encontrar Judah ao meu lado. Ele abriu a boca, as lágrimas escorriam pelo seu rosto. Em seguida, ele balançou a cabeça quando ele se engasgou com suas palavras, também emocional demais para falar. Eu pressionei minha testa na dele e pus as palmas das mãos em suas bochechas. Meu gêmeo claramente acreditava que eu era o novo Profeta e nós saboreamos este momento. Eu sabia que esse dia iria mudar tudo. Tínhamos esperado tanto por este dia, toda a nossa vida, mas a realidade de estar aqui era quase muito a tomar. "Irmão..." Judah respondeu asperamente e me segurou com força. "Você vai salvar a todos nós." Seus olhos se encontraram com os meus e ele beijou minha bochecha. "Você vai salvar a todos nós..."


Segurando meu irmão, eu olhei para o céu, fechei os olhos e rezei, Senhor, por favor, me dê a força para ver isso. Vou fazer o que você comandar de mim. Eu me submeto a você...


Capítulo Onze ~Lilah~ Depois de estacionar perto da garagem, eles desmontaram e se juntaram ao churrasco. Eles sorriram quando eles fizeram seu caminho no meio da multidão, abraçando as mulheres e apertando as mãos com os homens. Eles também tinham ido a uma "Corrida", fazer negócios para o clube no mundo exterior. Uma corrida diferente de Ky, mas de acordo com Ky, eram "negócios do clube", portanto, eu nunca saberia o que tinham feito. Uma parte de mim não queria saber. Eu tinha começado a confiar nestes dois homens, e, claro, Ky. Isso foi meu milagre, e eu não ligava para a realidade de seu trabalho para desperdiçá-la. O som da risada estridente soou no meio da noite, e minha atenção foi direto para duas escassamente vestidas loiras: Tiff e Jules. Quando saíram do pátio para o bar, Jules olhou para mim novamente e me jogou uma onda de zombaria. "Por que ela está fazendo isso para você?" Maddie perguntou, subitamente se juntando ao meu lado. Balançando a cabeça na confusão, eu respondi, "Eu não sei. Eu nem a conheço”. “Ela costumava estar com Ky, não?", Disse Maddie e meu estômago revirou com o pensamento de como ele tateou as duas mulheres e as tocou em locais inadequados. Uma torção horrível no estômago me fez sentir doente, e eu percebi que eu não podia suportar a idéia de Ky com mais ninguém. Tentando sacudir a náusea, eu assisti como o Cowboy passou um braço


em volta dos ombros de Hush e levou-o a um banco isolado, onde os dois se sentaram, abrindo garrafas de cerveja. "O que você acha que eles fazem em suas corridas? Alguma coisa ruim?", Perguntou Maddie e apontou para Hush e Cowboy. "Eu não tenho idéia", eu respondi. "Mas Hush e Cowboy são bons homens. Eles sempre foram tão bons comigo." "Você... Hush e Cowboy foram bons para você, porque eles querem você carnalmente? Você os tenta?" Perguntou Maddie. Meu estômago caiu com o pensamento. Eu lancei o meu olhar sobre eles sentado naquele banco, agora falando em voz baixa, e disse: "Eu espero desesperadamente que não. Eles parecem sinceros. Isso me devastaria se eu descobrisse que eu os tinha seduzido”. Eu não sabia o que era, mas eu sinceramente não acho que eles me viram de tal forma. Eu preferia acreditar que eles gostaram de falar comigo, de mim, não minha aparência. "É...?" Maddie baixou a cabeça e olhou melancolicamente para a saída do nosso quarto. "É possível que um homem goste ou... queira a nós a não ser devido a nossa beleza?" Respondendo sim estava além do que eu podia, a pergunta de Maddie, eu respondi, "Eu não sei, irmã. Mae parece pensar assim”. Eu assisti seus olhos verdes suavizarem com alívio... excitação, talvez? E acrescentei: "Existe uma razão para a sua pergunta?" Maddie suspirou e esfregou em nossos pulsos tatuados, as tatuagens forçadas em cima de nós como filhas: Apocalipse 21:8, a marca do nosso povo. "Nenhuma razão. Eu só... Só que um dia... Bem, seria adorável pensar que um certo homem... um homem protetor e forte que


eu confie, possa me ajudar a saber o que é amar. Como é para eu me sentir segura... com ele, por causa dele e talvez... talvez..." "O que, irmã?", Perguntei, chegando perto para segurar sua mão. Seus

olhos

redondos

grandes

piscaram

furiosamente,

tentando afastar as lágrimas. Em seguida, ela sussurrou: "Talvez eu pudesse fazê-lo se sentir seguro também”. Eu não tinha palavras. Em vez disso, eu apertei a mão em apoio. Eu desejei fortemente o futuro para minha quebrada, danificada Maddie... e o homem que a fez considerar tais coisas. "Lilah?" "Sim?" "Será que Ky faz você se sentir assim? A maneira como vocês olham um para o outro... É...é..." Ela sorriu. "Lindo". "Lindo?" Eu ecoei as palavras de Maddie se abatendo para roubar meu fôlego. "Desde que ele começou a ensiná-la, ele mudou. Eu vejo as pessoas de perto, irmã, do meu lugar pela janela. Eu sei que eu sou como uma sombra, não fazendo muito, mas olhando para o mundo exterior, enquanto eu me escondo na distância aqui como uma criança assustada. Mas eu não estou pronta para me aventurar fora ainda. Até esse dia, eu assisto, e eu aprendo como me comportar para sobreviver fora das regras rígidas da Ordem. E irmã, eu assisti Ky muito de perto”. Engoli em seco, esperando por mais informações. Meu coração batia em um ritmo estonteante em antecipação. “Quando cheguei aqui, ele estava feliz, parecia gostar de mulheres e sua vida, mas o seu sorriso não alcançava seus olhos". "Vá em frente," Eu solicitei, inclinando-se mais perto.


Maddie passou as mãos através das extremidades de seu cabelo preto longo e continuou. "Mas agora, quando ele sorri para você, seus olhos sorriem também". "Eles o fazem?" Os lábios de Maddie enrolaram em felicidade. "Ele não olha para outras mulheres, embora com intenção impura, olham para ele. Ele observa somente você. Só vê você. Sorri só para você... Eu acho que, para ele, você é a estrela mais brilhante em seu céu, apagando aquelas que vieram antes”. Meu coração queria explodir com o calor que essas palavras inspiraram dentro de mim. A mão macia de Maddie de repente caiu sobre a minha e o simples gesto de conforto da minha irmã quase me fez chorar. "É bonito", ela afirmou, com sinceridade. "Mas Maddie, ele não é da nossa fé, não é? Seria errado... retornar sentimentos por ele também, para querer ele, não seria?", perguntei, por uma vez, colocando meu coração guardado na minha manga. Maddie puxou minha mão e me levou para frente, só para me envolver em seus braços magros. O conforto da minha irmã geralmente distante fez meu coração inchar e, por uma vez, deixei-me apenas sentir meus verdadeiros sentimentos, e eu sabia naquele momento que Ky foi a estrela mais brilhante no meu céu também. A mão suave de Maddie correu por meu cabelo e ela disse: "Eu acho que o amor é amor, não importa as falhas, ou a fé da pessoa que você escolher para dar o seu coração. Estamos todos caídos de alguma forma, Lilah, nenhuma de nós é perfeita, mas sentir por alguém amor incondicional, certamente é tudo o que importa no final." Fechei os olhos, sentindo-me tão cheia de esperança que eu senti que irradia dos meus poros. Pressionando um beijo no topo da cabeça de Maddie, eu fui falar, quando as luzes de repente queimaram


na estrada distante iluminando o quarto, cortando a minha frase, e o rugido familiar de motores encheu o ar da noite. Meu coração instintivamente correu e excitação percorreu meu corpo. Ele estava de volta. Vi pela janela com muita atenção como as motos chegaram mais perto e as portas começaram a abrir. Uma a uma as motos rugiram a vista, e eu reconheci Ky na frente, o cabelo louro e comprido amarrado de volta com uma corda de couro e seu largo corpo tenso sob sua camisa branca suja da estrada. Reconheci os homens depois dele, o Viking, AK, Smiler, Tank e Bull. Ky tirou o capacete, passando para trás seu cabelo bagunçado e as pessoas se aglomeraram em volta dele, acolhendo-o para casa. Movendo-me da janela, corri para o banheiro e recuperei minha touca. Amarrando-a em seu lugar, eu ajeitei o vestido e me dirigi para a porta. "Onde você está indo?", Perguntou Maddie, movendo-se da cama para ficar diante de mim. "Devo cumprimentar Ky de sua viagem." Estendi a mão para a maçaneta da porta, mas Maddie pegou minha mão. "Lilah, você sabe que devemos ficar longe do andar de baixo quando há pessoas aqui. As regras são que você esteja com um irmão para a proteção ou você se expõe ao perigo. Temos visto o que acontece com as mulheres não acompanhadas por um irmão Hangmen. Elas são tratadas como lixo”. Sua voz tremeu. Ela estava com medo por mim. Intensificando a sua pequena altura e colocando uma mão no ombro dela, eu disse: "Eu estarei com Ky momentaneamente. Ele vai me proteger. Eu confio nele." Maddie me deu um sorriso de alívio, tímido e voltou para a cama, retomando ao seu lugar de costume na janela, observando o mundo exterior, aprendendo a sobreviver.


Saindo pela porta, eu senti uma onda de alívio que tinha deixado seu posto, e eu tranquei a porta, assegurando a segurança de Maddie. Com um coração apressado, eu corri para baixo e me dirigi para o quarto privado de Ky. Eu não, nunca iria me aventurar no quintal; que ainda é muito intimidante para mim, também aberto a esta vida, por isso eu planejei esperar por ele em seus aposentos pessoais, fora de sua porta. Abri a porta de entrada para o corredor, indo na direção de seu quarto. Então eu ouvi a porta do corredor se fechar atrás de mim. Um alto, ameaçando chiado encheu o corredor vazio. Congelei no local, calafrios correram até o comprimento da minha espinha. Alguém estava aqui. "Bem, Olá linda", uma voz feminina disse e eu reconheci de imediato, a quem pertencia. Incapaz de reunir força, meu corpo não podia virar, correr, fazer qualquer coisa, mas ficar enraizado a este local. Dois pares de pegadas de salto alto se aproximaram de mim e, a cada passo, a minha boca se tornou mais seca. O cheiro de perfume forte misturado com licor flutuou por cima do meu ombro e um dedo correu nas costas do meu pescoço. Apertando os olhos fechados, eu tentei lutar contra o pânico, mas eu estava totalmente sem êxito. Molhados, lábios macios circularam as bordas do meu ouvido, quando outra começou a acariciar o lado da minha garganta. "Por que ele quer que você tanto? O que há de tão especial sobre você?" Uma voz feminina diferente perguntou e eu quase vomitei de medo. Dedos de repente apertaram meu pescoço, e eu gritei quando unhas afiadas como facas rasgaram minha pele. "Por favor! Não me machuque..."


“Por que ele quer você acima de nós? Você é uma boceta virgem, vamos fazer qualquer coisa que ele queira. Por que ele é tão atraído por você?" "Ele não é... ele não me quer..." Eu sussurrei quase inaudível. A mão lançou seu aperto no meu pescoço por um momento, mas, em seguida, apertou mais duro do que antes. "Talvez a gente só tenha que descobrir por nós mesmas", disse a voz. Uma mão me empurrou ao redor do meu ombro, quase o rasgando de seu soquete. Tiff e Jules foram antes de mim, seus rostos lívidos e seus olhos estavam desfocados e envidraçados. Elas estavam intoxicadas, muito intoxicadas. Isso só alimentou o meu medo. O aperto firme de Jules agarrou meu rosto, e ela me forçou a voltar para o quarto de Ky, Tiff abriu a porta e a fechou quando estávamos completamente dentro. Eu consegui puxar o controle apertado de Jules e recuar até a porta, mas Tiff balançou a mão e me atingiu na boca e eu caí em cima da cama, as duas mulheres se aproximando. As luzes dançaram em meus olhos com força e eu tentei me concentrar. "Nós vamos gostar de você, Lilah. Nós vamos mostrar-lhe como ter um bom tempo. Nós queremos mostrar a Ky que ele pode ter todas nós." "Nós vamos mostrar-lhe por que Ky costumava vir para nós. Antes que você viesse e fodesse tudo. Você vai se divertir, baby. Você vai gozar tão forte". "Não!" Eu chorei, meu corpo torturado com medo quando Tiff se ajoelhou na cama em minha cabeça e Jules aos meus pés. Os olhos


embaçados de Jules se estreitaram e, lentamente, ela me olhou de cima a baixo. "Estou doente de ver estas porras de roupas feias." Ela se abaixou e começou a puxar meu longo vestido, enquanto Tiff pegou minhas mãos e segurou meus pulsos acima da minha cabeça. Eu gritei, degustando o sangue na minha boca por Tiff me acertar no ar e bater as pernas expostas, e Jules e Tiff apenas riram, parecendo gostar da minha dor. "Eu imploro, por favor. Não faça isso!", Eu sussurrei, mas a mão de Jules continuou a levantar meu vestido até que o recolheu a minha cintura. Dedos seguraram para o lado das minhas roupas de baixo e, em segundos, Jules as estava jogando no chão. "Mmm, Tiff, você gostaria de ver essa bonita boceta” Jules disse arrastada, e seu dedo pousou no meu joelho e lentamente rumo ao norte. Eu esfolei meus pés tentando jogá-la fora, mas Tiff pressionou com mais força nos meus pulsos e segurou minhas bochechas em sua mão com uma força quase suficiente para causar hematomas. Eu solucei e eu chorei, mas elas não se importavam. E então o dedo de Jule atingiu o ápice das minhas coxas e eu gritei em pânico quando a ponta do dedo correu ao longo da costura das minhas partes privadas, minhas pernas enrijecendo quando lágrimas derramaram pelo meu rosto. O dedo de Jules tornou-se implacável, quando ela circulou e me acariciou, movendo-se em cima de mim para pressionar os lábios no meu rosto. "Você é tão molhada, baby," Jules murmurou em meu ouvido, seu dedo aumentando na velocidade. "Você está molhada para mim, baby? Você gosta de mim acariciando essa bela boceta?" Eu olhei para o teto, minha mente se tornando dormente.


"Você é tão bonita. Tão linda, baby..." Eu odiava a sensação dela me tocar, esfregando minha protuberância. O rosto de Tiff de repente entrou em vista de cima de mim. Ela levantou a mão e arrancou a touca de minha cabeça, meus cabelos loiros caindo derramados sobre a roupa. Então ela estendeu a mão e desabotoou a frente do meu vestido, arrancando-o em parte, os meus seios ficando à vista. Os olhos de Tiff iluminaram com fogo enquanto inspecionava meu corpo. Arrastou o dedo no meu rosto e ao longo da frente da minha garganta. "Não!" Eu gritei, mas Tiff ignorou meus desejos e se inclinou para baixo, pressionando-se contra o meu peito, a mão segurando meu peito, os dedos apertando ao redor do mamilo. Eu gritei ao sentir uma dor forte. "Olhe para você, baby. Você está fodidamente linda. Aquele corpo... merda! Não é de admirar que Ky não possa manter seu pau longe de você." "Por favor", eu sussurrei, lágrimas ardendo meus olhos. "Por favor, deixe-me ir." A mão de Tiff congelou no meu peito. Quando ela recuou, eu me permiti expirar. Mas eu não devia ter relaxado, pois quando eu relaxei, ela levantou a mão em grande velocidade e me bateu tão forte em todo o meu rosto que um zumbido estridente soou em meus ouvidos. O gosto de sangue acobreado preencheu ainda mais a minha boca e tudo parecia ir mais devagar. Eu rolei minha cabeça pesada para trás para olhar para ela. Tiff pegou meu olhar instável e se inclinou para frente até que estávamos nariz com nariz. "Nós vamos foder você, baby. Vamos ver o porquê Ky despejou nossas bundas por você." A dor atravessou minha metade inferior quando Jules ficou muito áspera. Eu fiquei tensa nesta profanação de meu corpo e eu gritei de medo. Estava acontecendo de novo! Assim como Profeta David dissera. Eu tinha tentado novamente. Tiff e Jules foram levadas à loucura pelo desejo satânico de me devorar, me possuir... me ensinar


uma lição para possuir este corpo amaldiçoado e roubando-lhes o homem que guardaram tão bem. Eu estava sendo punida. Eu estava sempre a ser punida! Senhor! Eu tinha baixado a guarda com o retorno de Ky. Deixei meu desejo pecaminoso de vê-lo ultrapassar a minha sensibilidade. O diabo estaria dançando. A mão de Tiff moveu sobre meu peito e sua mão continuou a agarrar meus seios enquanto eu olhava fixamente para o teto. Eu tive que fechar-me fora. Eu tive que fechar-me para tudo. Lembrei da comuna e minhas muitas horas de estudo pelo irmão Noah, eu reverti para meu mecanismo de enfrentamento velho e desliguei, levando-me mentalmente longe deste lugar horrível, até... "QUE. PORRA. É. ESSA?" Ouvindo um rugido ensurdecedor vindo da porta, vi um homem entrar no quarto... e meu coração subiu com esperança. Ky. Eu soluçava em gratidão e alívio. Seu rosto bronzeado irregular foi inundado com horror quando seus olhos azuis viram a cena. Em seguida, sua expressão escureceu para uma de fúria assassina. Atrás de mim, Tiff congelou me machucando, carne nua, então recuou, deixando meu corpo exposto no show. Os dedos de Jules caíram de entre as minhas pernas e ela avançou sobre o colchão para se juntar a Tiff. Tentei me mover, mas eu estava congelada no lugar. Cada parte de mim gritava de dor e medo, me rendi sem resposta. Quando Ky olhou para mim, eu vi o mesmo medo refletido em seus olhos. Não era medo por si mesmo, mas medo por mim. Atrás de Ky, a porta quebrou aberta novamente. Hush e Cowboy surgiram no meio. "Merda!" Cowboy cuspiu quando ele me viu na cama com lágrimas amargas escorrendo pelo meu nariz. "Merda! Lilah!"


Ky de repente deu um soco na parede e isso era todo o aviso que Ky deu quando ele carregou para frente como um animal, fúria irracional em seu olhar. Ele rasgou uma longa faca fina de sua corte. Tiff e Jules começaram a gritar e se abraçaram com medo. Chocada com esta ação repentina, eu subi na cama, me curvando em uma bola contra a cabeceira. "Foda-se!" Cuspiu Hush e correu para Ky, envolvendo os braços ao redor da cintura, parando-o em seus trilhos. Ky lutou contra o irmão, tentando ficar livre para enfrentar Tiff e Jules. "Cowboy, leve-as para fora daqui, porra. Segure-as no bar!" Hush ordenou. Cowboy passou correndo por um lívido Ky e Hush, agarrou Tiff e Jules pelos braços e as arrastou para fora do quarto. "Ky, se acalme, porra!" Hush disse tentando acalmar Ky. Ele soltou o braço e virou Ky, empurrando-o contra a parede do quarto. "Elas a atacaram!" Ky berrou, seus punhos segurando firmemente a camisa de Hush. "Aquelas vagabundas da porra atacaram a minha cadela!" Foi tudo muito rápido. Eu estava dolorida, machucada e, mais do que isso, com medo da raiva de Ky. Deixando cair a minha cabeça em minhas mãos, eu gritei. Eu gritei até que minha garganta estava em carne viva. Eu gritei até que eu não poderia gritar mais. Virei a cabeça para a parede, cobrindo os ouvidos com as mãos e choramingando. Cada parte de mim doía, minha mente segurando a imagem de Tiff e Jules me mantendo presa. Senhor! Por favor, salve-me! Por favor, deixe-me esquecer o que acabo de suportar. "Porra, Ky!" Eu ouvi Hush dizer. "Ela está surtando. Sua cadela está louca, foda-se! Faça alguma coisa!"


Poucos segundos depois, uma mão tocou meu ombro. Eu pulei fora da minha pele, olhos correndo com medo. Ky estava ajoelhado ao meu lado, com o rosto contorcido. "Eu preciso limpar você, Li." Vendo a raiva ainda evidente no belo rosto de Ky, mais lágrimas jorraram dos meus olhos. Quem era este Ky? Este Ky me assustou. Tiff e Jules tinham me atacado... me tocado ... empurrandose em mim... Ky baixou a cabeça perto dos meus pés descalços e suspirou. "Eu não vou te machucar, baby. Sou eu, Ky. Você pode confiar em mim. Por favor..." Eu não acreditei nele. Ele havia batido em Tiff e Jules. Ele estava indo prejudicá-las em meu nome. Minha cabeça tremia quando ele estendeu a mão para mim, e eu tentei me fundir com a parede. "Li! Sou eu, Ky! Volte para mim." Sua voz soou-me como lâminas de barbear. Quando eu vi seus olhos, eu vi apenas desolação. “Eu preciso te segurar, baby. Verificar se você está bem com as minhas mãos, a porra dos meus olhos”. Quando

seus

braços

empurraram

para

frente,

eu

instintivamente me encolhi para trás. O rosto de Ky caiu, e ele disse: "Li, por favor. Eu não vou continuar perguntando. E eu não vou te machucar”. Ky olhou para o lado e viu Hush calmamente deixando o quarto, mas disse em voz baixa: "Eu fodidamente perdi você, baby. Eu senti sua falta. Eu, Ky! E eu vim aqui e vi essas putas... Eu tenho que tocar em você, baby. Eu não vou perguntar de novo”. Abaixando minha cabeça, eu tentei relaxar. Em seguida, Ky rastejou sobre a cama, enrolado seus braços fortes sob as minhas pernas e costas. Cuidadosamente Ky me levantou contra o peito arfante suado. Ky me balançou para trás e para frente e disse: "Sinto muito, baby. Eu... não sabia que elas iam fazer algo assim. Eu sabia que elas


estavam putas, mas vir atrás de você... Elas são fodidas cadelas ciumentas. Eu as dispensei algumas noites atrás. Elas não levaram isso muito bem." Meu lábio inferior tremeu. O choque estava passando e Ky murmurou algo sob sua respiração. Ky cobriu-me com meu vestido rasgado e ensanguentado. Ky acariciou meu cabelo para trás e disse: "Porra, Li," com uma voz triste. Eu não podia falar. Meu estômago estava em nós e meu tremor constante era insuportável. Ky deu um longo suspiro e perguntou: "Será que elas te tocaram, Li? Eu cheguei muito tarde, porra?" Gerenciando para acenar a cabeça para indicar sim, a raiva de Ky era palpável. Então ele se levantou abruptamente e foi para o banheiro. Poucos segundos depois, ele saiu com uma toalhinha branca molhada. Sentado na borda da cama, Ky começou a limpar as minhas lesões da forma mais delicada. O gosto de sangue agora parecia normal na minha boca. A expressão de Ky era pedra. Com cada nova lesão que ele encontrou, ele se tornou mais tenso. Quando ele apertou o pano no meu rosto machucado, eu vacilei. Ky perguntou firmemente, "Lilah, por que diabos você estava aqui embaixo esta noite? Eu disse as regras. Eu lhe disse para não vir para baixo sem mim. Que era perigoso". Ky me implorou para responder com seu olhar severo. Usando as minhas mãos para mudar mais acima na cama, eu reuni meu juízo e, sentindo-me bastante tola, eu disse, "Eu... eu estava procurando por você."


As sobrancelhas de Ky puxaram para baixo e de repente sua expressão se suavizou. Seus dedos encontraram a minha testa e ele empurrou meu cabelo para trás. "Você estava procurando por mim?" "Sim", eu sussurrei, meu foco agora sobre a roupa de cama. "Eu vi você voltar para casa e eu queria tanto cumprimentá-lo. Eu vi você entrar no quintal e senti... senti uma enorme sensação de emoção por vê-lo novamente." "Você sentiu?" Ky raspou para fora, e meu olhar bateu o seu. "Baby..." Eu o assisti tomar uma profunda respiração, e ele levantou minha mão, dando um beijo para a pele na parte de trás. Minha respiração gaguejou e meu coração acelerou no meu peito. "Mesmo assim, docinho, você não deveria ter estado aqui sozinha. Não é seguro para uma cadela estar desprotegida." "Sinto muito", eu disse e comecei a chorar. "Tiff e Jules me seguiram para seu quarto e me atacaram. Elas disseram que queriam descobrir por que você gostava de mim mais que delas, porque você as deixou por mim... então elas me tocaram, me tiraram das minhas roupas e me diziam que eu era bonita quando elas me tocaram contra minha vontade..." A temperatura na sala caiu cinquenta graus quando o rosto de Ky tornou-se glacial. "Aquelas putas malditas fizeram o quê?", ele exclamou com os dentes cerrados. "Ky." Eu me preocupei quando eu vi aquele brilho de retorno da raiva brilhando em seus olhos. Mas Ky não poderia ser aliviado ou domesticado. "Eu vou fodidamente matá-las!" Saltando da cama, ele marchou para a porta e invadiu o corredor. Agarrando a roupa em minhas mãos, eu me arrastei para fora da cama, lutando para respirar no desconforto do meu rosto. Enrolei o


lençol em torno de mim, cobrindo minha pele nua, e rapidamente segui para o bar depois de Ky. Ao vê-lo invadir o corredor e escancarar a porta, peguei o meu ritmo e entrei apenas a tempo de ver Ky espalhando homens e cardápios fora do caminho. Eu segui a trilha de destruição. Em sua vista estavam Tiff e Jules, sendo fortemente guardadas por Cowboy e Hush. "Vocês porras de putas!" Ky gritou em um volume assustador, atraindo a atenção de todos na sala de estar. Seus olhos aterrorizados caíram em um Ky fervendo, batendo em direção a elas, elas tentaram recuar com medo óbvio. "Eu vou fodidamente matar vocês!" Ky ameaçou. De repente AK agarrou Ky por trás, segurando-o. "Saia de cima de mim, irmão!", Ele rugiu para AK quando Smiler pulou ao lado de Ky, ajudando AK a mantê-lo em seu aperto. "Acalme-se, irmão. O que diabos as gêmeas lambedoras fizeram para você? Morderam seu pênis ou alguma merda?" Viking perguntou, olhando para trás e para frente, entre Ky e as mulheres. Ky se acalmou, em seguida, trovejou, "O que elas fizeram?! Elas apenas atacaram Lilah, porra! Prenderam-na na cama e tiveram seus dedos por todos os seus peitos e boceta enquanto ela gritava!" Desta vez, a sala inteira acalmou e todos os Hangmen se acalmaram, percebendo a gravidade da situação. Ky tentou se libertar de AK e Smiler, gritando, "Eu vou fodidamente matar vocês duas, vocês suas malditas vagabundas fodidas! VOU MATAR VOCÊS!" Tiff estava petrificada com a ira de Ky, tremendo o lábio inferior, mas o rosto de Jules se contorceu em uma expressão de amargura. Ela ergueu o queixo em desafio. "Ela mereceu, porra!" Jules disse, uma ponta em sua voz. Minha respiração vacilou em suas palavras. "Temos servido seu pau por anos e nunca nenhuma vez você falou sobre fazer uma ou ambas


suas old ladies. Nenhuma fodida vez, mesmo quando você usou nossas bocetas a qualquer hora, em qualquer lugar, de qualquer maneira! Mas então ela vem, do inferno, todas essas três cadelas do culto e todos os irmãos soltam suas fodidas bocas abertas cada vez que elas passam, como se vocês estivessem sob a porra de um feitiço. E você...” Ela cutucou o queixo para Ky. "Você chamou o nome da cadela loira enquanto enterrava na minha bunda, desejando que eu fosse ela, a cada vez! Ela é como uma maldita bruxa vodu, ou alguma merda, fazendo com sua boceta sua maldita porra de fantoche!" De repente, me senti doente com suas palavras. Ela é como uma maldita bruxa vodu, ou alguma merda... sua maldita porra de fantoche. Eu não queria imaginar Ky com aquelas duas mulheres, levando-as de tal sedutoras maneiras. Na verdade, se eu fosse completamente sincera, eu não queria pensar nele com qualquer outra mulher apenas eu, e ponto final. Mas eu sabia que nenhum homem jamais poderia amar verdadeiramente uma mulher Amaldiçoada de Eva. E nenhuma mulher de Eva poderia ter o amor de uma alma pura. Profeta David fez com que eu entendesse a verdade desde criança; memorizando a escritura, no caso de eu esquecer meu papel nesta vida. Ky sorriu um sorriso sarcástico e sem humor. Jules observou a ele com olhos desconfiados quando Ky assobiou, "Porque vocês são fodidas, vagabundas abatidas e sujas! Lilah é tão fodidamente pura e nunca iria foder um homem apenas para poder foder um Hangmen, recebendo dinheiro para chupar um pau e ice3 e qualquer outra coisa que você pode aspirar por seu nariz ou esfregar em suas gengivas malditas! Nah, cadela. Eu não vou nunca fazer uma prostituta como minha old lady. Você é boa para foder, porque não tem nenhum limite, mas você não é boa para qualquer outra coisa, sua cadela estúpida”. Jules empalideceu e Tiff, que agora estava chorando, puxou Jules de volta para o peito. Mas Ky não podia parar. Ele estava lívido.

3

Cristal Meth


"Vocês foram foda de baratas, nada mais. Eu aguentei vocês por

suas

bocetas

molhadas,

mas

vocês

apenas

tocarem

Lilah

fodidamente me quebrou. Eu quero machucar você. Eu quero que vocês sintam a porra da dor que fizeram Li sentir quando a prenderam na cama, batendo em seu rosto perfeito e rasgando as fodidas roupas dela, SEUS DEDOS SUJOS esfregando a porra da boceta dela!”. "Irmão, acalme-se", disse AK, lutando para manter a preensão de Ky, o discurso de alto desdém de Ky ainda tocando no meu ouvido. "E fodidamente fale para nós. Que porra foi essa?” Mas Ky não quis ouvir a AK. A situação foi num espiral fora de controle, e eu não queria mais violência. Eu não queria a violência sendo realizada, ainda mais em meu nome. Era a minha maldição. Deixar homens loucos com a luxúria, o diabo jogando seu jogo com seus peões para suas próprias diversões doentes. E Ky estava se tornando mais uma vítima, sacrificando tudo o que sabia e as pessoas ao redor para me defender. Então, tentando ser corajosa, eu decidi entrar no bar e parar a loucura, meu pé pressionando um piso rangendo. Ao som da madeira envelhecida sob meus pés, um mar de olhos se viraram para mim. Todos os irmãos ficaram tensos quando eles me viram. Eu não tinha visto meu rosto ferido, mas podia adivinhar seu estado angustiado. Eu podia sentir o seu estado. Os irmãos também nunca me viram sem minha touca, meus cabelos loiros para fora em exibição, minha mulher sedutora olhava em pleno efeito. E eu estava envolta em linho. Eu estava cada polegada de prostituta. AK

balançou

Ky,

murmurando

algo

em

seu

ouvido.

Eventualmente, Ky retirou sua atenção das duas mulheres trêmulas, quase enterradas na parede, e focou em mim. "Lilah! Que porra é essa, baby", ele disse, exasperado, puxando seus braços longe de AK e Smiler.


Eles agora não tinham escolha a não ser deixá-lo ir. Ky veio diretamente para mim, me pegando por cima nos seus braços, sem tempo para eu protestar. Seus lábios roçaram contra a minha testa e sua forte influência fez-me sentir segura. A preensão de Ky era quase dolorosa quando ele agarrou minhas pernas. Alguém tossiu por trás, e quando eu olhei para o lado, Letti estava andando com Bull, Tank e Beauty não muito atrás. Eles estavam na parte de trás da sala. "Deixe-me cuidar delas, VP", disse ela com seu sotaque estranho. O rosto tatuado de Bull brilhou orgulhoso quando ele pairou atrás de sua mulher, seus braços gigantescos cruzando com força sobre o peito. "Você nunca vai ter que vê-las novamente. Elas não se atreverão a voltar. E graças a foda para isso, porque eu estava ficando realmente doente com elas sempre balançando suas bocetas rançosas para fora para os homens. Eu não tive nenhum divertimento em um tempo, então mexer com sua caras vai fazer o meu maldito dia. Elas fodidamente tocaram Lilah. Elas nunca vão fodidamente chegar perto dela novamente". Ky parou por um momento, mas eventualmente disse "Faça essa porra realmente lenta, Lett. Faça as putas sofrerem”. Girando nos calcanhares, Ky marchou para fora da porta e de volta para seu quarto. Sentando-se na borda da cama, ele me manteve em seus braços e disse: "Nós vamos ter você limpa. Então eu estou tirando você daqui". "Para onde vamos?", Eu sussurrei chocada, ainda me recuperando de toda a violência. Eu não podia levá-la. Eu queria fugir deste lugar. Tudo o que eu podia ver era Tiff e Jules prendendo-me para baixo. Tentadora... sempre tentando pessoas... "Longe por alguns dias. O clube não tem negócios até a próxima semana. AK, Tank e Bull podem manter tudo em ordem até estarmos de volta. Eu não posso ter você aqui quando eu estou me


sentindo assim. Eu vou matar alguém se eu o fizer. E eu não quero você me olhando como se eu fosse te machucar nunca mais". "Sem mais violência", eu implorei. "Se eu posso pedir isso a você." Ky suspirou, exasperado. "Li, é a vida que eu estou dentro e o homem que eu sou. Mas sim, se nós ficarmos longe, não haverá mais derramamento de sangue... hoje à noite. Mas é assim que é nesta vida, baby. Você tem que aprender a lidar com essa merda." Tudo o que eu sentia era alívio. E eu não queria estar aqui neste complexo agora. Tudo estava tornando-se muito. Minha maldição não estava diminuindo. Ela parecia estar ganhando força. "Ok", eu concordei. Ky se levantou e gentilmente baixou-me para os meus pés. "Eu preciso fazer a merda de uns arranjos. Tome um banho. Vou pegar sua roupa. Nós vamos sair em trinta minutos". "Ok", eu disse, mas quando Ky se virou, eu perguntei, "Ky?" Ele parou e olhou para mim. "Posso... posso pedir para você poupar Tiff e Jules? Eu não acho que seja certo que elas sejam prejudicadas. Deixe que o Senhor julgue seus pecados”. Ky colocou a mão na maçaneta da porta e, sem olhar para trás, disse, "Não é uma porra de maldição. Essas putas abusaram de você porque elas são cadelas ciumentas. As duas podem apodrecer no Tártaro por tudo que eu me importo. Eu sou seu juiz, júri e carrasco agora. Elas foderam com o irmão errado. Elas vão morrer, e elas vão morrer bem devagar”. Eu balancei a cabeça em sinal de protesto, sentindo medo no meu estômago. "Não, por favor. Eu não quero sangue em suas mãos por minha causa!"


Ky permaneceu impassível. "Eu já tenho um monte de sangue do inferno em minhas mãos de qualquer maneira, docinho. Elas morrem, porra. Fim. Ninguém anda em Hades e puxa essa merda na minha mulher!" Com isso, ele fechou a porta, trancando-a em seu caminho para fora. Tomei um banho, tentando simplesmente bloquear tudo. E 30 minutos depois, estávamos em seu caminhão e na estrada para eu não sabia onde.


Capítulo Doze ~Ky~ Beauty havia concordado em ficar com Maddie. Depois que Flame ouviu o que tinha acontecido com Li, por que eu estava partindo, eu sabia que o irmão não ia dormir para proteger a jovem cadela. Maddie era a mulher mais segura do maldito planeta agora. Estávamos no nosso caminho pelo país, o meu rancho. Eu nunca tinha trazido ninguém aqui antes. Ninguém sabia que eu mesmo era o dono, além de Styx, é claro. Houve uma boa razão. A razão que Lilah iria aprender sobre em cerca de quarenta malditos minutos. Lilah estava em silêncio a maior parte da viagem, com a cabeça pressionada contra a janela da porta do passageiro. Eu não conseguia manter meus olhos nela, com o rosto todo machucado e ela usava novamente outro vestido longo, cinzento. Seu coque firmemente cobrindo seu cabelo, e eu não podia fazer nada para melhorar as coisas. Ela tinha acabado de ser atacada por minha causa. Eu não tinha certeza que eu poderia ver em seus olhos. Estava me deixando louco que eu não sabia o que ela estava pensando. Passando rapidamente a partir de uma estação de rock para a próxima, eu deixei no Judas Priest e perguntei: "Você está bem, Li?" "Sim, obrigada", ela respondeu sem virar a cabeça. Minhas mãos apertaram no volante, eu cerrei os dentes, pressionado sobre o gás, e nos trouxe para o rancho o mais rápido que pude. Trinta milhas depois, eu vi o sinal para o rancho e virei na estrada de terra. Lilah olhou para frente e arrastou para o final do


assento, os olhos no celeiro de madeira, os campos circundantes e os estábulos para a esquerda da casa de madeira. Eu amava este lugar. As luzes estavam acesas na cabana de madeira e eu estacionei o caminhão ao lado de um velho Chevy. Lilah se voltou para mim. "Esta é a sua casa?" Eu abri minha boca para responder, quando a porta da frente se abriu e Elysia pisou na varanda, ela com seus cabelos loiros encaracolados arrastando pelas costas em uma trança. Ela estava em seus jeans habituais e camisa xadrez. Eu pulei fora do caminhão e corri para a varanda, observando-a iluminar seu rosto quando me viu. Balançando um braço em torno do ombro, eu a puxei para o meu peito e beijei sua cabeça. "Como você está, Sia?" Espremendo os braços em volta da minha cintura, ela respondeu: "Eu estou bem. Bonnie entregou um potro na noite passada, então perdi o sono” Saindo do meu abraço, Sia ia voltar a falar, mas parou e franziu a testa para algo sobre o meu ombro. "Erm... Ky?" Sia apontou atrás de mim e levantou uma sobrancelha em questionamento. Virando-me, eu vi Lilah iluminada por uma luz, com o rosto branco, mas com os olhos arregalados enquanto ela me observava com Sia. Ela provavelmente estava com medo de que eu a trouxe para outra mulher estranha. Eu acenei minha mão, sinalizando para Lilah vir, mas seu rosto caiu e ela não se moveu. Eu podia ver o medo escrito em todo o seu rosto. Suspirando, eu me virei para Sia, que estava me observando realmente estranho e eu caminhei até Lilah, inclinando-me na porta. "Lilah, baby, venha para fora. Eu tenho alguém que eu quero que você conheça”.


"É essa a sua mulher?" Lilah me perguntou nervosamente. "Ou outra de suas mulheres?" Eu quase me recusei a isso, mas em vez disso, comecei a rir. "Não, docinho, ela não é minha maldita mulher. Agora vamos lá”, joguei-lhe uma piscadela, “tire seu traseiro loiro do caminhão." Tomando minha mão, Lilah veio nervosamente para fora e eu tive que arrastá-la até Sia, cujo olhar estava colado em nossas mãos unidas. Quando estávamos nos degraus para a varanda, coloquei minhas mãos nos ombros de Lilah, sentindo-a enrijecer. Dobrando para baixo para colocar minha boca em seu ouvido, eu disse, "Lilah, quero que conheça minha irmã mais nova, Elysia." Lilah respirou fundo e disse: "Irmã?" Ela olhou para mim em confusão. "Você nunca mencionou que tinha uma irmã”. "Muitas pessoas não sabem. Agora você sabe", eu respondi. Um passo à frente, Elysia estendeu a mão. "Prazer em conhecê-la, Lilah." Lilah olhou para a mão estendida de Sia e timidamente levantou a mão, colocando-a na de Sia, obviamente sem saber o que fazer. Sia sorriu e balançou-as levemente, arriscando um olhar confuso para mim. Eu balancei a cabeça, dizendo-lhe para não perguntar agora. "Prazer em conhecê-la também", disse Lilah calmamente, tomando de volta sua mão e olhando para a palma da mão como se Sia a tivesse queimado. "Por que não vamos todos para dentro?", Disse Sia e se dirigiu para a porta. "Você vai com Sia. Eu pego a bagagem", eu pedi e, nervosamente, Lilah se juntou a Sia para entrar na cabana.


Eu não tinha dito a Sia sobre Lilah, não tinha idéia de como dizer a ela de qualquer maneira. Eu peguei as malas e atravessei a porta, vendo Lilah sentada junto à lareira, brincando com suas mãos. Ela sorriu de alívio quando eu entrei. Eu bebi na visão dela e suspirei. Os hematomas em seu rosto estavam realmente começando a aparecer. Coloquei as malas no chão, andei até Lilah e me agachei para inspecionar seu rosto, meu dedo percorrendo sua bochecha. "Como você está?" "Estou cansada, mas estou bem", disse Lilah, aninhando-se em minha mão. Meus pulmões de porra se contraíram quando ela o fez. Levantando minha outra mão, eu corri meu polegar para baixo em sua bochecha, seus grandes olhos azuis fixos nos meus, seus lábios separando um pouco com meu toque. Uma tosse soou ao meu lado, e Lilah pulou para trás, quebrando o toque. Sia estava nos observando com uma expressão incerta no rosto. Ela perguntou: "Você gostaria de um chocolate quente, Lilah?" Lilah franziu a testa e olhou para mim. "Eu não sei o que é. Ky, vou experimentar?" "Que tal você ficar aqui perto do fogo e meu irmão mais velho pode me ajudar a pegar as bebidas?" Sia sugeriu, com entusiasmo. Lilah assentiu com a cabeça e se acomodou no sofá, seu olhar indo direto para o fogo. Sia agarrou meu braço e me puxou para a cozinha, passando na minha frente. "Que porra está acontecendo, Ky?", ela sussurrou com raiva. "Porque de repente eu recebo uma palavra que você está vindo por alguns dias, e você aparece com uma garota parecendo que ela pertence


a época de cavalos e charretes na Pensilvânia, pedindo permissão para beber e sem saber o que é a porra de chocolate quente?!" Seus olhos castanhos se arregalaram e sua mão foi para sua boca, o sangue escorrendo de seu rosto. "Oh! Ela não está sendo traficadas ou algo desse tipo, não é? É por isso que ela está aqui?" Eu gemi. "Por que diabos todo mundo fica me perguntando isso!" Passando os dedos no pulso de Sia, retirei a mão de sua boca e disse: "É um negócio do clube, Sia. Você sabe o código. Mas ela não é nenhuma cadela traficada”. Eu verifiquei atrás de mim para ter certeza que Lilah não estava perto e me inclinei para dizer: "Nós a salvamos de um ataque a um fodido culto de sexo há dois meses e ela não tem se adaptado bem à vida fora." Os olhos de Sia ficaram anormalmente grandes. "Merda! E os hematomas em seu rosto?" Lutando contra uma onda de raiva por Tiff e Jules, eu disse: "Atacada no clube. Por um par de cadelas que eu tinha e que porra, ficaram com inveja dela e merda a agrediram. A trataram como uma filha da puta de boceta disponível." "Ela não é?", Perguntou Sia, me observando de perto. "Não, ela fodidamente não é", eu disse, minha voz, até mesmo para mim, parecendo mortal. "Você a viu, ela é porra de linda, perfeita, ela não é como aquelas vagabundas. Em nenhum lugar fodido". "Então finalmente sua vida de homem vagabundo te mordeu na bunda? E aquela pobre cadela tinha que sofrer por isso?" A raiva me fez vê-la em vermelho. "Não me lembre dessa porra, Sia. Levou tudo que eu tinha para não rasgar essas vagabundas fora. Prenderam-na a cama e a tocaram, bateram nela. Eu nunca bati


em uma mulher na minha vida, mas eu quase o fiz esta noite. Eu não posso suportar que ela foi atacada por minha causa". "E as putas?" "Elas estão mortas agora. Elas fodidamnete mexeram com a cadela errada". Sia balançou a cabeça lentamente, sabendo das regras da vida no clube, em seguida, caiu de costas contra a madeira da bancada. "Eu não posso... Eu não posso acreditar nisso." Juntando-me a ela contra a bancada, eu disse: "Sim, eu sei. Consideravelmente uma porra de história rebuscada, hein? Quer dizer, uma porra de culto! Minha cadela sendo atacada por ciúmes de sua boceta no clube!" Sia bufou uma risada em resposta. "Bem, sim, é loucura, mas isso não é o que é inacreditável, irmãozão". Franzindo minhas sobrancelhas, eu perguntei, "O que?" Ela me cutucou com o cotovelo. "Eu não posso acreditar que o rico e poderoso Kyler Willis, com seus vinte e sete anos, se apaixonou!" Cada parte de mim congelou e meu queixo caiu. "Foda-se, Sia," eu consegui responder. Mas meu coração estava trovejando no meu peito e minhas mãos suavam. Foda-se, eu estava com febre ou alguma merda? Sia começou a rir de mim. Eu chequei minha cabeça com a minha mão. Ela puxou meu braço e revirou os olhos dela. "Ky", ela disse, "Você não está doente." "Não? Então, por que eu sinto que eu estou prestes a cair morto?"


Sia riu de novo, o que estava realmente começando a me irritar, e ela disse: "Porque você nunca quis uma old lady. Nosso pai não era exatamente o tipo da mãe. Você viu essa merda e jurou nunca mais ter uma mulher... Então, você viu o que aconteceu comigo”. A voz de Sia engatou a isso. Uma dor cortante atravessou meu coração pelo que minha irmãzinha tinha passado. "Si..." Sia ergueu a mão, não querendo que eu falasse do passado e, ao invés acrescentou: "Mas o destino obviamente, discordou”. Sia caminhou na minha frente e colocou a mão no meu rosto barbudo. "Você passou anos fodendo tudo que se move, mas eu nunca vi você cuidar de uma mulher. Eu nunca vi você olhar para uma mulher como você apenas olhou para ela. E eu não culpo você, por sinal. Aquela garota lá dentro é foda de bonita, Ky, ela é linda de morrer." "Eu sei. Ela é incrível", eu disse, meus olhos olhando para a parede como se eu pudesse ver Lilah através dela, encolhida no assento ao lado do fogo. "Mas, Sia, ela está fodida. Seu passado, eu não tenho nenhuma idéia de como levá-la para longe dele. Ela está praticamente casada com Jesus, e ela não vai querer um pecador como eu". "Ela veio aqui com você, não foi?" "Sim, mas o que isso tem a ver?" Sia inclinou a cabeça redonda no batente da porta, e eu segui seu olhar. "Essa menina sentada ali em um vestido Amish, machucada de ser atacada, que não sabia o que um aperto de mão era, veio com você para um rancho em um lugar remoto, permite que você coloque o seu braço ao redor dela, e está sentada naquela sala, esperando por você voltar com uma bebida que ela não sabia que existia, mas ela está tentando porque você disse que ela deveria". "O que você está dizendo?"


Sia caminhou até a geladeira, pegou uma caixa de leite e chocolate, derramou-o em uma panela, e esperou ferver. "Eu estou dizendo que mesmo que eu não conheça Lilah, eu sou uma mulher. A última vez que confiei em um homem assim, eu estava loucamente apaixonada por ele." "Sim, docinho, e olha como isso terminou", eu disse logo, odiando qualquer lembrança do filho da puta sádico. "Mas esse cara não é você. Você não vai machucá-la”. Eu ia discutir, mas Sia estava certa. Lilah era a única cadela, fora Sia, com quem eu me importava uma merda. Essa merda falou alto. Sia sorriu para minha falta de resposta e começou a servir as bebidas. Entregando-me duas canecas, ela disse: "E você a trouxe aqui para me conhecer. É assim que eu sei que você a ama, confia nela implicitamente. Ninguém sabe sobre mim por causa dos homens que ainda querem me ver morta. Mas ela estava ferida e você não hesitou em trazê-la aqui. Isso me diz tudo sobre como você se sente por ela, mesmo se você nunca o confessar." Sia saiu para a sala de família e me deixou para trás. Eu assisti como Sia sentou ao lado de Lilah e começou a falar, toda sorrisos. Lilah corou, pequenos sorrisos agradecidos passando por seus lábios em troca. Sentindo-me como se eu tivesse levado um soco no plexo solar, eu perdi minha respiração maldita. Porra, Sia... apenas maldita...

"Você está pronta para ir para cama?", Perguntei a Lilah quando ela bocejou pela quarta vez nos últimos cinco minutos. Sia tinha feito perguntas a ela a noite toda. Lilah não disse muito em troca,


mas eu sabia que ela se sentia confortável com a minha irmã, após as primeiras horas. Elas não eram muito diferentes, jovens e ambas com um passado terrível de porra. Ambas loira, bonitas e fodidas por homens. Lilah piscou para mim e acenou com a cabeça. Virando-se para a minha irmã, ela disse, "Obrigada pela hospitalidade, Elysia. Tem sido um prazer conhecê-la”. Sia levantou-se e jogou os braços em volta do pescoço de Lilah. Lilah endureceu, seus olhos azuis em pânico buscando os meus, mas depois de um segundo, ela relaxou e abraçou desajeitadamente Sia em troca. "Feliz em conhecer você também, garota. Nós vamos conversar um pouco mais amanhã”. Lilah se moveu ao meu lado e eu me inclinei para beijar o rosto de Sia. "Obrigado", eu sussurrei em sua orelha, e ela se afastou, dando-me um olhar significativo. Tomando a mão de Lilah, eu a levei para as escadas e ao segundo quarto. Eu fechei a porta e assisti Lilah beber das paredes de madeira do quarto, uma enorme clarabóia no teto, piso de madeira e um grande banheiro ao lado. E no meio, uma enorme cama king, cada polegada coberta com a manta vermelha favorita de Sia. "É lindo", disse Lilah e se virou para mim, sorrindo. "Onde você vai ficar?" Eu andei mais para dentro do quarto, derramando meu corte e jogando-o na cadeira vermelha no canto. "Aqui." "O quê?" Lilah suspirou. Eu me virei. "Há apenas outro quarto na cabana, docinho." "É imoral". "Bem, eu não vou dormir na porra do piso de madeira, por isso vai acontecer."


A boca de Lilah abriu e fechou, e eu levantei minha camisa sobre a minha cabeça, adicionando-a à cadeira. Os olhos de Lilah focaram no meu peito e torso quando eu fui para o banheiro me limpar. Quando eu saí, Lilah estava sentada na beira da cama, mordendo o lábio. Eu caí para me ajoelhar na frente dela, e seus olhos se arregalaram quando eu peguei a mão dela. "Lilah, eu vou tomar um lado da cama. Você pega o outro. Eu não vou tocar em você se você não quiser. Ok?" Ela parou por um momento, então, relutantemente, acenou com a cabeça. Eu coloquei minha mão em seu rosto e disse: "Eu não posso tirar o que essas vagabundas fizeram da minha cabeça. A imagem de você na cama, seu dedo em sua boceta. Esta fodidamente me tornando tão possessivo como todo o inferno por você, e para ser honesto, eu não sei como lidar com isso." "Ky...", disse Lilah em um tom abafado e acariciou meu cabelo. "Você me salvou de novo. Você sempre parece me salvar”. Ela respirou fundo e disse: "Se temos de partilhar uma cama, então é isso que vai ter que acontecer." Eu não podia evitar o sorriso que se espalhou no meu rosto. "Você está animada com a idéia de dormir ao meu lado, docinho? A maioria das cadelas estaria pulando para pegar a chance de um pedaço desse corpo!" Um sorriso tímido passou nos lábios e ela confessou: “Não é a coisa mais terrível, suponho... se você mantiver distância. Isso vai fazerme sentir segura, saber que você está perto”. Eu estava rindo. "Vá e se apronte para dormir, Lilah”. Enquanto ela estava no banheiro, eu debati sobre tirar os couros. Pensei melhor com meu pau duro como granito. Ela já estava nervosa sobre dormir ao meu lado e meus 25 centímetros de tesão não iam fazer essa merda melhor.


Deitado na cama, as mãos atrás da cabeça, olhando para o teto, eu ouvi a porta do banheiro abrir. Olhei para Lilah, que estava pairando perto da porta. FODA-ME. Seu cabelo estava solto, abaixo da bunda. E ela derramou sua porra de vestido cinza feio e vestiu alguma camisola branca à moda antiga, com mangas, mas ela poderia muito bem ter vestido uma tira de couro, sapato de salto alto e bolas nos mamilos, ela parecia tão bem. E não estava fazendo merda para esvaziar o meu tesão. Enfiando o cabelo atrás da orelha, ela mergulhou de volta para dentro do banheiro, em seguida, saiu segurando uma tigela pequena em suas mãos. Ela começou a andar ao meu lado da cama. Eu não conseguia respirar com surpresa de como impressionante do caralho ela parecia. Lilah colocou a bacia no chão e sentou-se sobre os joelhos. Girei minhas pernas para fora da cama, todo confuso sobre o que diabos ela estava fazendo. "Lilah?" Sua cabeça levantada ela perguntou: "Posso lavar seus pés?" Eu fiz uma careta. "Você quer lavar os meus pés?" Seus olhos azuis cresceram mais amplos quando ela balançou a cabeça. "Sim." Não entendendo o porquê, mas vendo que ela realmente queria, eu disse: "Fique à vontade, docinho." Lilah baixou a cabeça como se eu tivesse acabado de lhe dar o mundo, levantou meu pé esquerdo, e colocou-o na água morna. Os cabelos longos loiros platina de Lilah tocaram o chão; era tão longo. Era


grosso, e eu só estava morrendo de vontade de colocar minhas mãos nele. Mergulhando as mãos na água, Lilah começou escavar a água sobre os pés, massageando a pele, eu me senti incrível. Um zumbido baixo veio de sua boca enquanto ela fazia isso, e eu não conseguia tirar os olhos. Percebi depois de um par de minutos que ela estava cantarolando a melodia de uma canção. Ela estava feliz. Essa dor familiar de mais cedo tomou conta do meu peito e me lembrei das palavras da Sia. Eu não posso acreditar que o rico e poderoso Kyler Willis, aos vinte e sete anos de idade, se apaixonou. Lilah levantou meu pé direito na bacia e começou a lavá-lo também. Arrepios da porra correram por meu corpo. Eu amava sexo, porra, amava bocetas. Eu adorava lambê-las, batendo-lhes, fodendo, dedilhá-las até que meu braço estava encharcado com suco, mas Lilah cantarolando no chão, coberta da cabeça aos pés e lavando meus pés, era a porra do momento mais quente da minha vida. Porra, foi fácil. Foi essa intimidade entre duas pessoas que destruiu meu coração para que não conseguisse ver mais nada, a não ser a cadela na minha frente, dando-me algo que eu nunca soube que precisava. Tomando meus pés da tigela, Lilah os pôs sobre a toalha que havia trazido para fora do banheiro, em seguida, fez algo que eu realmente não entendi a porra. Tomando as pontas do cabelo dela, ela começou a secar os pés. Eu assisti com muita atenção e uma porrada de confusão enquanto ela limpava a água de meus pés. Então eu estava muito confuso depois que meus pés estavam secos quando Lilah inclinou a cabeça como se orando e começou a beijar meus pés.


Eu não podia me mover. Não conseguia respirar. O que diabos estava acontecendo comigo? Ajuntando minhas mãos pelo cabelo de Lilah, eu gemi. Era tão suave como eu sempre soube que seria. A cabeça de Lilah levantou, e eu olhei cada parte de seu rosto machucado. Foda-se, esta cadela poderia ser cortada, raspar a cabeça, e ela ainda seria a melhor mulher que eu já tinha visto. Tudo o que era bom apenas saindo dela em ondas. Recusando-me a retirar as minhas mãos de seu cabelo, eu perguntei, "Baby, por que você lavou meus pés?" Corando, Lilah pegou algo atrás dela e tirou um frasco pequeno com um pouco de óleo. Ela abriu o topo, e eu fui batido com seu aroma de baunilha. Era o que ela devia sempre colocar em sua pele. Mergulhando os dedos no óleo, ela começou a esfregar-lo em meus pés. "Certa vez, Jesus foi para a casa de um fariseu para uma refeição", explicou calmamente Lilah quando comecei a passar meus dedos por seus cabelos. "Quando uma mulher que viveu uma vida de pecado na aldeia ouviu que Jesus estava lá, ela foi a sua casa com um frasco de perfume. Quando viu Jesus, ela estava tão abalada que ela começou a chorar. Suas lágrimas caíram sobre seus pés e ela as enxugou com seu cabelo longo. A mulher pecadora, em seguida, beijou seus pés e lhe ungiu a pele com perfume. "O

fariseu,

criticou

Jesus

e

disse

que

se

ele

fosse

verdadeiramente um profeta, saberia que a mulher era uma pecadora e, portanto, nunca a deixaria tocá-lo com as mãos pecaminosas. Jesus disse ao fariseu a lição de um agiota que emprestou dinheiro a dois homens, a um muito e a um, um pouco. Ambos os homens não podiam pagar de volta o dinheiro. O agiota perdoou a ambos e livrou-os de suas dívidas para com ele".


Lilah parou de esfregar a baunilha em meus pés e olhou para mim. "Quem vai adorar o agiota mais?" Dando de ombros, eu respondi, "Aquele com a dívida maior". Lilah sorriu uma porra de sorriso bonito para mim. "Isso está correto. Por conseguinte, Jesus disse que a mulher pecadora tinha muitos pecados contra ela, mas por perdoar seus pecados, ela iria amá-lo mais”. Lilah sorriu e disse: "Eu amo esse pedaço da escritura." "Sim, por quê?", Perguntei, minhas mãos ainda em seu cabelo. Lilah fechou os olhos e respirou fundo, só para abri-los novamente e dizer: "Porque eu sou uma Maldita. Eu sou uma mulher pecadora, uma mulher extremamente pecaminosa, mas um dia os meus pecados serão perdoados”. Minhas mãos se acalmaram em seu cabelo, e eu tinha que falar baixo ou ia enlouquecer. "Então por que lavar os meus pés, baby?" Lilah subiu de joelhos e vendo um pente sobre a mesa ao lado da cama, perguntou: "Posso pentear seu cabelo?" Porra. Esta cadela ia me matar. Essa foi a mais lenta, as preliminares mais dolorosas. "Sim, faça o que você quiser de mim, Li." Ela estendeu a mão para o pente e com as mãos trêmulas ela começou a correr pelo meu cabelo. Eu instintivamente coloquei minhas mãos em sua cintura fina, e Lilah tropeçou em estado de choque. Nossos olhos se encontraram, mas ela não e afastou. Lilah pareceu sentir isso e continuou vasculhando meu cabelo, as mãos como porra de ouro na minha cabeça. Seu pente de repente ficou imóvel, e ela disse: "Eu lavei seus pés para ganhar o seu perdão."


Levantando minha mão, eu tomei a dela e puxei o pente do meu cabelo, encontrando seus olhos. "Que porra é essa que você fez que precisa ser perdoada?" "Porque minha maldição como uma mulher sedutora atraiu as mulheres para mim hoje à noite e você teve que matá-las. Você tem sangue em suas mãos. Eu imploro seu perdão”. Tomando o pente de suas mãos, eu o joguei pelo quarto e a levantei do chão, trazendo-a para a cama, onde eu me joguei em cima dela. "Ky!", Ela respirou em pânico, e minhas mãos plantaram em seu rosto. "Entenda isso agora, baby. Eu não sou digno de dar-lhe perdão. Eu sou um pecador, e eu amo isso. Esta é a minha vida. A morte é apenas a maneira que temos de resolver alguns problemas como Hangmen. Essas putas mereciam morrer por tocar em você. Eu nem sequer pensei sobre as consequências disso. Isso é o quão pouco doente o assassinato dessas filhas da puta ciumentas significa para mim". Lilah engoliu em seco e, chegando perto, eu disse: "Mas você. Por você, eu mataria cada filho da puta no mundo se eles fossem uma ameaça. Essas cadelas morreram porque tocaram em você, Li. Eu tenho que protegê-la. Tenho que manter você segura." A mão trêmula tocou minha bochecha, e Lilah disse: "Eu me sinto segura com você." Olhei para Lilah, o cabelo em torno dela sobre o travesseiro como um halo de maldição. "Baby", eu disse asperamente, “você parece como a porra de um anjo agora. Eu não vejo qualquer evidência de uma mulher má e pecadora”.


A mão de Lilah caiu. "Esse é o disfarce. O diabo é lindo depois de tudo." "Então eu quero o fodido diabo, Li... eu quero você." O silêncio se estendeu entre nós, e os olhos de Lilah baixaram. Mas quando ela levantou a cabeça de novo, eu poderia ver a fome lá. Um dedo de repente correu para baixo do meu esterno, e um silvo escapou dos meus lábios. Porra! Lilah olhou para mim por um longo tempo antes que ela molhasse os lábios com a língua, deixando cair seu olhar aos meus lábios. Meu pau endureceu e seus olhos dispararam para os meus, suas bochechas corando vermelhas. Lilah mexia nos meus braços e inclinou-se, sua mão alcançando a parte de trás do meu pescoço. "Eu desejo... beijar você agora." Minha sobrancelha levantou em surpresa, e Lilah apertou sua espera. "Eu... Eu nunca fui beijada antes, não desde que eu era uma criança pequena e isso foi forçado em mim. E na minha casa... quando fui levada na Partilha do Senhor pelo irmão Noah, nossas bocas não se encontravam. Irmão Noah se preocupava que eu iria roubar sua alma porque a minha alma estava escura e impura". Minhas mãos fecharam e eu lutei contra a vontade de não perder minha merda por causa da declaração deste fodido. Minha cadela tinha vinte e quatro e nunca tinha sido beijada por causa de alguma besteira, alguma justificativa de merda em que ela acreditava. Se eu pudesse desenterrar aquele filho da puta barbudo e matá-lo novamente, eu iria... repetidamente. "Tenho observado Styx e Mae fazê-lo muitas vezes." Seus cílios tremularam quando ela olhou para mim novamente.


"Parece bem... íntimo." Acariciando uma mecha de cabelo do rosto, deixei minha mão no lado da cabeça dela e puxei-a, sua respiração endurecendo, a respiração ofegante no peito. "Ky...", ela disse, em pânico. "Sem falar, baby", eu sussurrei enquanto meus lábios fecharam nos dela. "Eu vou te beijar agora e eu vou mostrar-lhe como porra é bom. Sim?" Eu peguei a ingestão aguda de ar de Lilah apenas quando meus lábios roçaram os dela. Seus lábios cheios estavam apertados e imóveis no início, mas quando eu corri a ponta da minha língua ao longo da costura, um gemido rasgou da garganta dela e sua mão segurou meu cabelo. Quando Lilah instintivamente abriu a boca, o meu beijo tornou-se mais firme e a minha língua jogou contra a dela, a nossa necessidade cada vez mais desesperada. Ela se provou tão doce como mel que tinha sido mergulhado em baunilha. Foda-se, seu aroma e sabor estavam me deixando louco. Eu rompi em um suspiro quando meu pau latejou e os olhos do Lilah abriram lentamente. Eu congelei esperando o que ela estava prestes a dizer, em seguida, sua língua percorreu o lábio inferior enquanto ela olhava para o meu e ela sussurrou: "Eu não sabia... era..." Eu sorri para Lilah quando ela não podia formar as palavras dela, e seu rosto de repente se tornou nervoso. "O que, baby?" "Será que... você gostou? Será que eu fiz corretamente?" Mergulhando para frente, eu pressionei minha testa na sua testa. "Você não podia ferrar se você tentasse com aqueles lábios carnudos perfeitos". Eu parei meus lábios em sua bochecha, e Lilah envolveu suas mãos no meu cabelo, me puxando para sua boca. Ela estava mais segura de si neste momento, os lábios empurrando contra a meus, seus


seios escovando contra o meu peito. Mas, em seguida, sua língua empurrou para trás na minha boca e encontrou a minha e eu puxei de volta. "Lilah", eu falei com a mandíbula tensa. "Se nós não vamos foder, eu preciso que você pare, baby." Lilah afastou as mãos do meu cabelo como se pegassem fogo e eu deixei cair minha cabeça para seu peito, tentando me controlar. Seu cheiro de baunilha não estava ajudando nem um pouco nessa maldição. "Eu sinto muito, Ky. Eu..." Deslizando para o lado de Lilah, eu disse: "Não ouse estragar essa porra, mulher. Não se desculpe. Isso foi fodidamente incrível”. Aproximando-me mais do corpo rígido de Lilah, eu apaguei o abajur ao lado da cama e me mudei de volta para o meu lado. Enrolei minha mão em torno da cintura de Lilah e trouxe-a para o meu peito. "Ky! O que..." "Você pode não querer foder ainda, baby, mas você me deixou tocar você, ter sua boca na minha e agora eu nunca vou parar de tocar em você e te beijar. Sim?" "Tudo bem", disse Lilah, fingindo um suspiro derrotado. Eu sorri em seu longo cabelo, meu nariz farejando os fios longos e minha mão em torno de sua cintura, rígida quando eu beijei ao longo de seu pescoço exposto. A mão de Lilah estava em cima da minha, e eu senti seu corpo relaxar. Fechei os olhos, o mais confortável que eu já estive em minha vida, quando outra rajada de baunilha encheu minhas narinas. "Você sempre cheira a baunilha." "Você gosta?", Ela perguntou nervosamente. "Eu fodidamente amo”. O dedo de Lilah começou traçando padrões na parte de trás da minha mão.


"Por que você sempre cheira a baunilha?" A mão de Lilah parou, e eu sabia que tinha feito a pergunta errada. "Nós devíamos... estar sempre com os cabelos presos e ungidos com óleo de baunilha. As amaldiçoadas tinham que ser puras. Nós tínhamos que ser o mais limpa possível para sermos tomadas pelos anciãos. É uma rotina, um hábito que eu não posso quebrar. Estou sempre lutando para ser tão pura como possível". Sim. Eu desejei que eu nunca tivesse perguntado. Puxando Lilah mais perto no meu peito, eu pressionei um beijo em seu cabelo e disse: "Vamos dormir, baby." O silêncio encheu a sala até que ela disse: "Obrigada, Ky... por tudo..." Porra.

~Lilah~ O sol nascente rompeu a escuridão do quarto, e eu tive que piscar várias vezes para reunir meus pensamentos. Paredes de madeira, roupa xadrez... forte braço em volta da minha cintura. Rancho de Ky. Sentindo meu coração inchar com Ky me segurando em seus braços, eu rolei com muito cuidado e estudei seu rosto dormindo. Ele era tão bonito. As coisas tinham mudado para mim de forma tão drástica em relação a este homem. Meus sentimentos eram tão fortes que eu quase não aguentava. Ele estava se tornando o centro do meu mundo.


Ele estava mudando completamente a minha vida. Pela primeira vez na minha vida, quando eu estava com Ky, eu não me sentia como Delilah, uma irmã amaldiçoada de Eva, simplesmente Lilah... uma garota comum que finalmente tinha sido beijada por um rapaz. Vendo o quarto recorrer da escuridão azul da noite para o brilho laranja do amanhecer, eu deslizei embaixo do braço, dei um beijo suave contra os lábios ligeiramente entreabertos, sentindo uma força cheia de borboletas no meu estômago e fiz meu caminho para fora da porta, descendo as escadas para o envolvente alpendre da cabana. Sentei-me em uma cadeira de balanço de madeira e suspirei no ambiente bem-aventurado. O ar da manhã foi nítido, os pássaros cantavam nas árvores, e o sol estava nascendo no leste. Era lindo aqui fora. Eu poderia sentar aqui por horas apenas observando a criação do Senhor. "Bom dia, Lilah!" A voz de Elysia chamado para fora de todo o campo, e eu a vi caminhando de volta em minha direção dos estábulos, calças jeans em suas pernas e uma camisa xadrez por cima. Levanteime da minha cadeira, envergonhada que eu não estava vestida. Eu não esperava que ninguém estivesse de pé e ainda estava envergonhada que eu parecia tão despenteada. Elysia saltou para a varanda e deixou cair um monte de cordas que estava segurando. "Inferno, menina, sente-se." Elysia gesticulou, e fazendo o que ela disse, eu sentei na cadeira de balanço. Elysia sentou ao meu lado. "Eu não esperava ver vocês até mais tarde." "Eu sempre assisto ao amanhecer. Eu tenho feito isso toda a minha vida e é um hábito que eu ainda tenho que quebrar. Além disso, eu amo ver o sol nascer e ouvir os pássaros. Isso sempre me faz sentir melhor."


Elysia sorriu. "Eu sou do mesmo jeito, menina. Mas eu tenho um potro nascido há poucos dias atrás, então eu vou me levantar a todos os momentos da noite”. Eu assisti Elysia e me perguntei por Ky não tinha mencionado que ele tinha uma irmã antes. Ela deve ter cerca da minha idade, vinte e quatro anos, possivelmente mais jovem, e ela morava aqui sozinha? Elysia me pegou olhando, e eu mergulhei minha cabeça com vergonha. “Você está se perguntando por que ele me mantém um segredo", afirmou Elysia. Balançando a cabeça, eu disse, "Eu... eu..." Elysia acenou com a mão. "Está tudo bem, Lilah. Eu me perguntava o mesmo sobre você." Elysia suspirou e olhou para o nascer do sol, como eu fiz. "Algo aconteceu comigo anos atrás, quando eu tinha dezessete anos, que me colocou em perigo. Eu tenho vivido aqui desde então”. "Eu sinto muito em ouvir isso", eu disse sinceramente. Eu poderia dizer pela expressão em seu rosto bonito que seja o que fosse ainda estava acontecendo em sua mente. "Obrigada", respondeu calmamente Elysia. "Por que você não vai para o complexo?", Perguntei. Elysia olhou para mim e disse: "Ky e eu tivemos educação diferente. Estou meio separada dessa vida. Inferno, ninguém sabe sobre mim, a não ser Styx." "Diga-me. Por favor..." Eu perguntei, desesperada para saber sobre o passado de Ky e Sia olhou para fora até o amanhecer.


"Nossa mãe se separou do nosso pai quando ela tinha apenas descoberto que ela estava grávida de mim. Nenhum dos outros irmãos sabia. Ela estava cansada de ser enganada, da infidelidade do pai com uma sequência interminável de vagabundas do clube, então um dia ela levantou e saiu. Mas meu pai descobriu que ela o estava deixando e não iria deixá-la levar seu filho. Ele disse que Ky precisava ser educado em torno do clube. Disse que Ky era necessário para comer, dormir e respirar a vida de um Hangmen. "Minha mãe mudou-nos para fora da cidade, não muito longe daqui, e nove meses depois, ela me teve. Meu pai concordou em deixar minha mãe me manter, mas longe do clube. Os Hangmen estavam sempre em guerra com alguém e ele queria nos manter seguras. Isso significava não contar a ninguém de nossa existência. Ky sabia, é claro, e vinha quando o nosso pai saía em corridas, mas com o tempo foi diminuindo suas visitas, eu vi menos e menos meu irmão mais velho. Ele estava ficando mais e mais fundo com o clube. Mais parecido com eles". Elysia baixou a cabeça e eu prendi a respiração, sabendo que o que ela iria dizer a seguir ia ser difícil de ouvir. "De qualquer forma, minha mãe ficou doente de não ver seu filho e um dia, quando eu ainda era apenas uma criança, me deixou com um amigo para que ela pudesse enfrentar meu pai. Mas um inimigo antigo da prisão de uma gangue rival do meu pai estava esperando do lado de fora, e quando ela veio até o portão, ele disparou um tiro. Ele bateu em minha mãe e ela foi imediatamente morta. "Aquele homem era um Diablo, um rival motociclista, e parece que, por anos depois, os dois clubes estavam em guerra. Eu fui criada longe do clube com uma tia na cidade, e Ky vinha me visitar de novo, tornando-se o irmão que eu sempre sonhei”. Elysia sentou-se para frente e pressionou seus dedos na cabeça. "Algo ruim aconteceu comigo há algum tempo atrás. Eu estava


em um relacionamento com um cara e... desculpe-me, mas eu não posso falar sobre isso". "Por favor, não se desculpe", eu respondi. "Eu sei como é isso." Elysia me lançou um sorriso agradecido e disse: "De qualquer forma, Ky e Styx ajudaram a me levar de volta sem envolver qualquer outro Hangmen. Mas eu estava em um mau caminho e algumas pessoas perigosas ainda estavam procurando por mim... ainda estão procurando por mim". Meus olhos se arregalaram e eu respirei. Elysia percebeu e fez um gesto para o rancho. "Ky me comprou esta fazenda, onde ninguém iria me encontrar, e eu estive aqui desde então”. "E seu pai?", Perguntei. Elysia deu de ombros. "Ele e o velho prez, o pai de Styx, foram mortos no ano passado em mais uma guerra com os Diablo. De certa forma, suas mortes, juntamente com a do prez dos Diablo e VP, produziram uma trégua entre os novos oficiais dos clubes”. Elysia recostou-se na cadeira e começou a balançar. "Há apenas eu e Ky agora. Ele tem o clube; Eu tenho este lugar, a criação de cavalos é meu rancho na solidão”. Eu balançava no meu lugar, recuperando o que Elysia tinha me dito. Pobre Ky e pobre Elysia, lidar com tantas perdas. "Meu pai, o pai de Ky, não era um grande homem, Lilah", Elysia disse abruptamente, lançando um olhar para trás dentro da cabana, eu deveria verificar se Ky não estava por perto. Feliz que tudo estava quieto, ela acrescentou, "Ele trouxe Ky para essa vida fora da lei e encheu sua cabeça com ‘ideais’ que eram estúpidas. A maior delas sendo que as mulheres eram nada mais do que buracos para serem fodidos”.


Eu engasguei com a crueza e Elysia se encolheu. "Foda, não é? Mas isso era o Grande Pai Willis. Bocetas são boas para serem lambidas e fodidas duramente, mas nunca adoradas, e eu tenho medo de dizer, mas Ky viveu exatamente esta vida. Eu pensei que ele ainda estava vivendo essa vida..." Elysia se inclinou e tocou minha mão, meus olhos fixos nos dela. "Até que ele a trouxe aqui ontem, e eu vi como olha para você". Meu estômago virou com o que Elysia estava dizendo. "Você é diferente para ele, e eu estou assim fodidamente feliz com isso." "Você está?" "Sim, querida, eu estou. Ky tem esta atitude de viver a vida ao máximo, mas eu sabia que ele não ia ficar sempre desse jeito. Na vida fora da lei, sem uma boa mulher ao seu lado, você se torna cansado, amargo, e no final, porra miserável ou morto. Eu nunca quis isso para o meu irmão. Mas eu me preocupei que ele não ia sossegar”. Elysia libertou minha mão e começou a balançar mais uma vez. "Esta manhã foi a primeira manhã que eu acordei e não senti a sensação imediata de pavor me perguntando se ele estava bem." Ela lançou-me um sorriso. "Isso é porque eu sei que ele tem você agora". Calor se espalhou pelo meu corpo e eu podia sentir meu rosto corar. "E quem você tem?" Eu perguntei timidamente. Elysia perdeu o sorriso. "Ainda não tenho ninguém e talvez não tenha por um tempo, mas um dia, espero ter um homem que me ame e me proteja. Faça-me sentir segura”. Quando Elysia disse isso, cada uma dessas palavras, amor, proteção e segurança, Ky imediatamente me veio à mente. Eu tinha


encontrado Ky. Eu tinha experimentado o que Elysia realizava como ideal. "Até então, eu tenho o meu rancho, um bom vibrador e uma bateria carregada”, ela brincou. Eu sorri, mas não tinha ideia do que ela estava falando. Eu vi, no entanto, vi o anseio por um amor próprio em seus olhos suaves. Passos de repente bateu no chão da cabana e em poucos segundos Ky irrompeu pela porta, sem camisa, ainda vestindo apenas seus couros. Seu rosto estava apertado quando ele procurou pela varanda, então seus olhos relaxaram quando ele me viu. "Baby, você está aqui”. Ele deu um suspiro de alívio. Só de ouvir esse derramamento de carinho de seus lábios me fez sentir tão viva e meu coração começou a correr. "Eu vim ver o nascer do sol e ouvir os pássaros cantar," eu disse, e ele balançou a cabeça, sorrindo, andou em linha reta para mim, me pegando em seus braços, pressionou um beijo de posse em meus lábios e me sentou em seu colo. Eu endureci em choque com o gesto ousado, mas Ky não o sentiu ou simplesmente ignorou. Suas mãos imediatamente foram para o meu cabelo e ele apertou os lábios para o lado do meu pescoço. Eu precisei cerrar minhas coxas juntas com os sentimentos explícitos que seu toque agitou em meu núcleo. Ky deve ter percebido minha reação, pois suas narinas farejaram e nossos olhos se encontraram, a mesma atração magnética evidente entre nós. Uma tosse soou e ambos encontramos os olhos com Elysia. "É bom ver uma cena dessas, grande irmão, mas lembre-se que eu sou sua irmã e não preciso de tantos detalhes!" Ky a saudou e minha cabeça caiu para seu peito. Eu não poderia deixar de lembrar a vida que Ky tinha vivido, a perda de sua


mãe, sendo levado a acreditar que ser amoroso com uma mulher era errado. Roubaram sua infância, sua vida estava cheia de violência e guerra. Percebi, nestes aspectos, que não éramos tão diferentes depois de tudo. Eu me senti ainda mais perto dele esta manhã, descobrindo aspectos de sua vida, ele me segurando em seus braços e nunca me deixando ir. Sem pensamento consciente, me abaixei e peguei a mão dele na minha. Eu podia sentir o choque em Ky no meu gesto, mas ele simplesmente colocou seus dedos ao redor dos meus. Eu poderia me acostumar com isso, pensei. Eu poderia me acostumar muito com isso. Um senso de tempo limitado encheu-me de mal-estar e os ensinamentos do Profeta David tentaram quebrar através dele. Mas eu me recusei a usar o dia de hoje para isso. Eu simplesmente queria ser abraçada e amada pela primeira vez na minha vida. "Então o que você quer fazer nesses próximos dias?", Perguntou Elysia. Ky deu de ombros e olhou para mim. "Apenas ficar aqui", eu disse. “Apenas ficar aqui”. Ky sorriu para mim e piscou e eu não pude deixar de sorrir de volta. Eu não podia acreditar no que eu estava sentindo sobre ele. Calor. Havia uma sensação extrema de calor em meu corpo. Sia exalou um longo suspiro ao nosso lado e se levantou de seu assento. "Eu não consegui pregar o olho a noite passada no mesmo celeiro, então eu vou para cama por algumas horas". Sia se encaminhou para dentro da casa, mas colocou a mão no ombro de Ky. "Leve Lilah para o celeiro para ver o potrinho. Ele é tão bonitinho”. Ky acariciou a mão de Sia, e sua irmã entrou na casa, fechando a porta atrás dela.


"Ela gosta de você", disse Ky, e me segurou mais perto ainda. "Eu gosto dela," eu disse e fiquei de pé. Virando-me para um Ky sem camisa, eu mergulhei minha cabeça para esconder o meu rubor em seu torso musculoso e tentador, e segurei sua mão. "Você vai me mostrar o cavalo?" Ky levantou-se e enfiou as mãos nas minhas, me guiando a partir da varanda. Assim que eu desci o último degrau, Ky girou, e pressionou sua boca contra a minha. Eu gemia contra sua boca enquanto ele me pegou de surpresa e eu engasguei quando ele se separou muito cedo. A cabeça de Ky derrubou para o lado, os olhos azuis nos meus lábios e ele correu o polegar sobre a minha boca. "Perfeitos lábios de maldição." Puxando-me de volta para o caminho, nós fomos a um grande celeiro vermelho, e uma vez dentro, Ky me levou para uma barraca. Atingindo mais a porta, minha mão voou para a minha boca vendo um potro novo que estava perto de sua mãe e meus olhos se encheram de lágrimas. "Ele é tão bonito", eu sussurrei, estendendo minha mão, correndo os dedos sobre seu castanho suave e branco pêlo. Ky não disse nada, apenas passou os braços em volta da minha cintura por trás, o queixo apoiado em meu ombro. Estar aqui, neste rancho, nesta estabilidade, quase fez o ataque de ontem parecer apenas um pesadelo. "Você está bem, baby?" Perguntou Ky com sua quente respiração no meu rosto. "Sim", eu respondi, e sorri enquanto o potro começou a se alimentar a partir de sua mãe. A ação fez-me pensar na conversa que eu tive com Sia, e coloquei minhas mãos em cima das suas.


"Sia me contou sobre sua mãe e seu pai, esta manhã," eu disse calmamente, sentindo Ky tenso atrás de mim. "Sim?" Ele murmurou, e eu detectei a dor em sua voz. "Eu sinto muito que você perdeu os dois em tais formas de violência. Sobre a forma como você e Sia foram forçados a se separar”, eu disse a ele sinceramente. "Baby...", ele sussurrou, sua testa substituindo o queixo no meu ombro. Eu segurei seus braços firmemente, e eu realmente queria dizer alguma coisa. Virando-me para enfrentar Ky, minhas costas apoiadas na porta do estábulo, os olhos tristes de Ky encontraram os meus. "Você é um bom homem, Ky. Um homem muito bom. Sua mãe ficaria orgulhosa de você, de como você se importou com Sia”. Ky desviou o olhar, mas depois bufou uma risada sem humor. "Eu sou exatamente como meu velho, Li. Minha mãe iria se revirar no túmulo dela se ela pudesse ver o quanto eu sou como ele”. "Não..." Eu fui argumentar, a minha mão em seu rosto, mas Ky me cortou. "Eu sou um prostituto, Li. Eu fodo. Eu tive tanta boceta que uma puta que eu fodi poderia ficar bem na minha frente e eu nem sequer reconhecer seu rosto. Eu sou o vice-presidente de um clube fora da lei de motociclistas, e eu sou um cruel bastardo, exatamente como meu velho. E não sou bom para ninguém. Porra! Eu sou o meu velho!" Meu coração se partiu quando essas palavras derramaram de seus lábios. Foi a primeira vez que eu já tinha visto este duro homem parecer vulnerável. Ky Willis, de repente tornou-se um pouco mais transparente em suas ações. E eu poderia finalmente entender por que ele se comportava como ele fazia... ele estava simplesmente perdido também. Outro quebrado filho das circunstâncias.


"Mas você não é assim comigo", eu o tranquilizei e Ky se acalmou, as sobrancelhas puxadas para baixo. "O quê?" Respirando fundo, eu repeti, "Você não é desse jeito comigo. Você está cuidando de mim. Você está amando. Você é meu professor, meu protetor. Você me mantém a salvo. Ky, você é a minha segurança." A boca de Ky abriu, mas, em seguida, rapidamente fechou novamente. Ele olhou nos meus olhos e eu poderia ver uma tempestade de emoções piscarem através de seus olhos claros. E, em seguida, Ky pressionou seu corpo contra o meu, com as mãos segurando os lados do meu pescoço. Ele procurou meu rosto para alguma coisa, eu não sabia para quê. Seus olhos se fecharam e sua testa caiu para a minha. "Porra, baby... Não com você..." foi tudo o que ele disse antes de tomar sua boca com a minha, seu terno beijo me dizendo mais do que qualquer palavra poderia... ele me adorava. Eu adorava-o de volta.

Os próximos dois dias foram os mais felizes da minha vida. "Foi um prazer conhecê-la", disse Sia quando ela me abraçou dizendo adeus. Senti-me triste que eu estava deixando minha nova amiga. "Você vai me ver logo, Lilah," Sia disse com um sorriso. "Você pode contar com isso." Sia virou-se para Ky e ele levantou-a do chão, segurando-a com força. Sua boca foi para o seu ouvido e eu a ouvi dizer: "Você a encontrou,


Ky. Você encontrou a pessoa certa para você. Proteja-a, e não foda isso. Lembre-se, você não é nosso pai”. Ky beijou a bochecha dela e entramos no caminhão, puxando a faixa de terra e deixando o consolo do rancho para trás. Não demorou muito para chegarmos ao complexo, para o lugar onde Tiff e Jules tinham me atacado, para o lugar onde meus aposentos pareciam como uma prisão, e para um lugar cheio de pecadores que me lembravam todos os dias da mulher maldita que eu era.


Capítulo Treze ~Ky~ "Como está a sua mulher?" Hush e Cowboy sentaram-se ao meu lado no banco, e eu passei-lhes a cada um, uma cerveja da minha caixa. Dei de ombros e olhei para o resto dos irmãos que bebiam e fodiam ao redor com putas. Como eu costumava fazer. Mas minha mente e meu pau, pareciam só ter tempo para uma cadela hoje em dia. "Ela está machucada, com medo de merda. Não vai sair de seu quarto de novo... Estamos de volta à estaca zero. Sim, ela está malditamente apavorada”. Hush suspirou e Cowboy me deu um tapa nas minhas costas. "Ela é uma boa cadela, Ky. Eu tenho tempo de sobra para essa mulher”. Fixei minha atenção em Cowboy e rosnei, meu lábio superior ondulando como posse ciumenta me fez perder o controle. Cowboy sorriu e tirou a mão das minhas costas. "Não se preocupe, irmão. Eu não sou uma ameaça para a sua menina." Eu fiz uma careta para o irmão, apenas fazendo-o se contorcer. "Ky?", Disse Hush, mas eu levantei a minha mão o parando. Eu não queria ouvir qualquer defesa de seu amigo. "Calma, calma, eu não vou prejudicar o seu namorado", eu disse, tomando um gole da minha cerveja. Hush cerrou o punho e colocou um soco sólido no meu braço. Eu sorri, e ele balançou a cabeça.


"Foda-se, idiota", ele cuspiu. "Eu apenas pensei que você gostaria de saber que sua cadela apenas atravessou a porta de trás como se ela tivesse acabado de entrar pelas portas do inferno". Virei rapidamente minha cabeça na direção da saída, meu coração explodiu fora do meu peito quando eu vi Lilah muito nervosa na porta

dos

fundos.

Seus

longos

cabelos

loiros

estavam

soltos,

escondendo a contusão na bochecha e o lábio cortado enquanto ela balançava em seus pés. Inferno. Ela havia tirado a touca em público. Isso significava algo grande? Seria algum tipo de avanço peregrino? Eu não sabia, porra. Saltando fora do banco, eu empurrei através dos irmãos para chegar a minha menina, jogando qualquer um no meu caminho para o solo. Ouvindo a comoção da minha lavoura atrás dele, Viking virou, e eu bati na parte direita em seu peito. Rangendo os dentes em sua barricada, mudei-me para a direita, depois à esquerda, e toda a vez ele sombreava meus passos. "Nós vamos dançar, porra?", Ele perguntou, franzindo a testa. "Mexa-se!", Gritei, esticando minha cabeça por cima do ombro para manter o foco na minha cadela. O peito musculoso de Vike pressionado contra o meu, me forçando a olhar para seu rosto feio sorrindo. Ele colocou um maldito beijo molhado em meus lábios, puxou de volta, e disse: "Foda-se, menino bonito. Você tem que me levar para o baile, eu comprei um vestido de babados, e eu porra quero dançar antes de eu colocar para fora o seu rabo apertado na parte traseira de meu caminhão!" Vike envolveu seus enormes braços em volta de mim, me levantou do chão, e me virou. Riso e vaias eclodiram em torno de nós, mas a minha urina estava fervendo no saco. Com o objetivo apenas


para a direita, eu tirei minha cabeça para trás e bati minha cabeça em seu nariz, sentindo-me bem quando ouvi o barulho de osso rachando. "Ky, que porra é essa?" Viking gritou quando caiu no asfalto. Eu ignorei seus resmungos quando ele se inclinou segurando o nariz, e eu fechei em Lilah, pegando a mensagem de Vike: "Você não está convidado para minha boceta virgem agora!" Respirar. Um, dois, três, quatro... Os olhos de Lilah estavam arremessando em todos os lugares, com as mãos atrás dela para alcançar a maçaneta da porta. Ela ia correr novamente. Ninguém havia realmente notado que ela estava aqui fora, todos muito ocupados rindo suas bundas por Vike sangrando no chão. Quando eu estava apenas alguns passos de distância, o olhar assustado de Lilah encontrou o meu, e o alívio em sua expressão quase me derrubou. Estando perto, eu escovei seu cabelo longo de seu rosto e segurei seu rosto. "Baby, você está bem? Você veio aqui para me ver?" Ela assentiu com a cabeça e baixou a cabeça. Eu a levantei de volta, com a minha mão ainda em seu queixo. "Não. Não se esconda de mim, porra. Mostre-me esses olhos azuis bonitos e doces”. As lágrimas encheram seus olhos e seu lábio inferior tremeu. "Eu... eu estou tão envergonhada. Meu rosto... Eu deveria nunca sair do quarto... eu..." Inclinando-me para detê-la, eu pressionei meus lábios em sua bochecha boa, ouvindo uma inspiração rápida. Em seguida, mudei-me para a testa dela, saboreando sua pele baunilha doce. Arrastando meus lábios pelo rosto, sentindo-a tremer sob o meu toque, eu corri minha língua ao longo do lado ileso de seus lábios, permanecendo lá por um momento muito longo para respirá-la. Eu lutei contra um gemido


quando meu pau foi preenchido com sangue. Lilah soltou um gemido tranquilo quando eu encontrei-me empurrando-a contra a porta. Suas mãos agarraram minha cintura. "Lilah", murmurei contra sua boca, pressionando um beijo longo e preguiçoso em seus lábios carnudos, também beliscando pelo seu queixo até que eu fui para o seu pescoço, acariciando a pele macia. Alguém quebrou uma garrafa atrás de mim. Lilah pulou com o som, fazendo-me parar. Seus cílios vibraram enquanto ela conheceu meu olhar, e eu pressionei minha testa contra a dela. "Você está fodidamente bonita, docinho. Não é um pouco de roxo que vai arruinar isso. Eu sou um porra de caído por você, pode perguntar a qualquer filho da puta aqui, isso é um milagre maldito. Você tem algum tipo de magia na sua boceta. Eu estou sob o feitiço da sua merda”. Lilah se encolheu e apertou a boca, os olhos caindo para olhar para seus pés. Foda-se, eu tinha empurrado longe demais, disse muito, e a assustei com essa merda. Levantando o queixo novamente, eu perguntei,

"Você

está

pronta

para

participar

do

seu

primeiro

piquenique? Prevejo churrasco na grelha". "Você não vai me deixar, você vai?" Seus olhos azuis arregalaram quando ela olhou para as pessoas no quintal. "Há tantos homens. Eu não gosto de estar em torno de tantos homens. Talvez eu devesse ir para meu quarto... deixá-lo sozinho”. Rangendo os dentes em sua timidez, eu conectei meu braço em volta dos ombros e a coloquei ao meu lado, uma onda de protecionismo tomando conta do meu corpo. "Você sabe que eu nunca vou deixar você. Ninguém ousaria tocar em você. E se você não quer falar com eles, você apenas deixe-me saber e eu vou dizer-lhes para se foder ou correr o risco de meu punho em seus rostos”.


Lilah assentiu com a cabeça e olhou para mim com um sorriso agradecido. Senti sua pequena mão suavemente sobre meu peito. Ela estava tremendo e ela agarrou a borda da minha camisa quando nós começamos a nos mover. Os irmãos de repente acalmados, todos os olhos atraídos para Lilah. Apertei sua mão e eu podia sentir seu hálito quente contra o meu lado onde ela virou-se para evitar os olhares pesados. Alisando e segurando a minha cabeça erguida, eu nos guiei até o banco onde Hush e Cowboy estavam sentados. Olhares de morte de alerta eram mostrados para qualquer um cujo olhar se demorou em nós por muito tempo. Lilah gostava de Cowboy e Hush; ela se sentia confortável em sua presença. Hush e Cowboy viram nossa abordagem e mudaram-se para o lado para dar espaço para a minha garota. Hush disse. "Ei, loira. Como está?" Lilah espreitou a cabeça em volta da minha cintura e corou. Eu a cutuquei com um aperto de meu braço para responder. "Eu... Eu resolvi tomar um pouco de ar fresco. Tem sido um tempo desde que eu me atrevi a me aventurar aqui fora”. Cowboy bateu no banco e inclinou o chapéu. "Sente essa bunda puritana aqui do meu lado, querida." Lilah agarrou em mim mais apertado, ainda pirando, então eu me virei e a sentei no meu colo, ignorando o endurecimento de seu corpo com essa ação. Virei-me para Cowboy. "Agora você tem a minha bunda puritana ao seu lado. Porra de certo, querida?" Cowboy riu e levantou a cerveja, tomando um gole. "Sortudo fodido!"


Lilah suspirou e sua cabeça inclinou para olhar para cima para a janela do apartamento. Eu peguei seu sorriso e, quando eu olhei para cima, Maddie estava na janela sorrindo de volta para ela, sua mão plana contra o vidro, como se ela quisesse estar aqui também. Pobre cadela. "Lilah?" Lilah deixou cair a cabeça, ao mesmo tempo em que eu quando chamaram seu nome. Mae veio correndo através dos irmãos com a boca aberta, lágrimas nos olhos. Ela e Styx devem ter acabado de voltar de sua viagem. "Lilah!", Ela gritou e jogou os braços em volta do seu pescoço. "Você está fora! Eu não posso acreditar!" Lilah abraçou Mae em troca, enquanto eu estava ocupado ficando esmagado embaixo. Mae puxou para trás, mas se recusou a soltar a mão de Lilah, segurando-a firmemente na dela. Mae tentou ver o rosto de Lilah, mas Lilah manteve a cabeça firmemente para baixo. Eu vi o flash de pânico correr pelo rosto de Mae. "Você está bem, irmã?" Lilah assentiu docilmente. "Sim... eu estou bem." Mae ajoelhou-se no chão quando Lilah não conseguiu levantar a cabeça novamente. "Lilah, por favor... olhe para mim. Por que você não olha nos meus olhos? Tenho injustiçado você? Você está descontente comigo por sair?" Eu esfreguei as costas de Lilah, e ela se virou para mim, seu cabelo longo ainda bloqueando Mae de ver seu rosto. Olhei em seus olhos e acenei para ela mostrar a si mesma. Eu peguei a carranca de Mae por trás de Lilah e o olhar de merda que ela me lançou quando seus olhos se estreitaram e ela apertou seus lábios carnudos.


Honestamente, eu não dava uma orra. Mae não sabia como era entre Lilah e eu agora. "Olhe para a sua menina, docinho", eu disse e, tomando uma respiração profunda, confessei: "Ela vai saber mais cedo ou mais tarde”. Lilah também respirou fundo e olhou para a irmã. Mae engasgou e lágrimas se formaram em seus olhos. "Lilah..." ela sussurrou. Lilah soltou sua mão e segurou o rosto de Mae. "Eu estou bem, irmã. Não é pior do que eu, do que nós duas já sofremos antes”. "Quem fez isso com você?", Ela perguntou, ficando muito chateada. "Tiff e Jules. Elas ficaram com inveja e raiva do tempo que Ky gasta comigo. Elas queriam se juntar comigo... tentaram forçar suas atenções em mim...” Mae respirou fundo e teve que desviar o olhar. "Ky... Quero dizer, Letti... as castigou sob as regras do clube. Está resolvido agora. Podemos discutir isso em outro momento. Mas nós duas sabemos por que elas fizeram isso..." Lilah esvaneceu. Aquilo me fez ficar em guarda. Eu não tinha idéia de que fodida merda ela estava falando. Que porra de tipo de coisa que ela estava pensando que tornaria compreensível que Tiff e Jules queriam chupar seus peitos e se meter em sua boceta? O rosto de Mae ficou triste e ela pressionou beijos na palma da mão de Lilah. "Você sabe que eu não acredito nisso, irmã". Lilah apenas deu de ombros. Mae

se

inclinou

para

trás

e

levantou-se;

Styx

automaticamente moveu-se por trás dela e envolveu um braço ao redor de seu peito. Seus olhos estavam apertados, a boca dura. Com um


olhar, eu sabia o que ele estava dizendo para si mesmo. Que porra aconteceu no meu clube enquanto eu estava fora, e por que diabos eu estou escutando sobre isso só agora? Eu levantei minha mão para sinalizar, eu diria a ele sobre isso mais tarde. Ele apertou a mandíbula e tomou um longo gole de cerveja. Styx se inclinou para Mae e sussurrou algo em seu ouvido. O olhar de Mae bateu de volta e ela balançou a cabeça em recusa a tudo o que ele estava dizendo. O olhar de Styx endureceu ainda mais e ele olhou para mim, estalando os dedos. "Traduza", ele sinalizou. Mae mastigou nervosamente seu polegar, seu olhar preocupado sempre em Lilah. Styx lançou a Mae para virar seu rosto para os irmãos e assobiou por entre os dedos até que todos olhavam para nós. Styx olhou para trás e acenou para mim para ficar ao lado dele, trazendo Mae para ficar na frente dele. Encostando meus lábios no ouvido de Lilah, eu disse: "Estarei de volta em um minuto, docinho. Sente-se ao lado do Hush e Cowboy enquanto eu traduzo para o prez”. Levantei Lilah, coloquei-a no banco, e ela sorriu timidamente para meus irmãos. A porra do meu peito expandiu. Ela estava gradualmente saindo de sua concha. Rezei para nada mais acontecer para mandá-la de volta ao que ela era antes. Tiff e Jules, as putas, quase

tinham

arruinado

tudo.

Pelo

menos

agora

elas

estavam queimando no inferno. Letti tinha cortado suas gargantas e as enviado para o barqueiro — sem moedas em seus olhos. — Lilah não sabia dessa parte da informação, e nunca o faria. "Você está pronto?", Perguntei a Styx. Ele libertou as mãos de Mae. "Nós vamos fazer isso rápido", Styx sinalizou, e eu verbalizei suas palavras. Os braços do irmão foram para os ombros de Mae, as


mãos ainda livres quando ele disse "eu pedi a minha mulher para se casar comigo. Ela disse que sim. Pensei que vocês deveriam saber que vai haver um casamento Hangmen." Eu traduzi sem realmente tomar as palavras, muito ocupado assistindo Lilah. Mas quando o lugar entrou em erupção em uivos e garrafas quebrando... Eu lancei um olhar duas vezes na direção de Styx. Ele já estava olhando para mim, esperando minha reação, e ele deu de ombros e sinalizou: "Sempre foi a cadela com os olhos de lobo atrás do muro. Agora eu estou fazendo isso legítimo”. Genuinamente feliz e radiante, uma porra de enorme sorriso surgiu no meu irmão, eu o puxei para o meu peito. "Outro morde a poeira, hein, filho da puta?" Styx

espetou-me

no

estômago,

em

seguida,

olhou

interrogativamente para Lilah ainda sentada no banco, parecendo em estado de choque, e, em seguida, olhou para mim com uma sobrancelha levantada. Meu rosto de pedra lhe disse claramente para não empurrar tudo o que ele queria dizer, e ele se afastou para puxar Mae longe de Beauty e Letti que estavam interrogando sua mulher. Virando, eu olhei para baixo para Lilah, que estava branca como um maldito fantasma; ela estava sentada desajeitadamente entre Cowboy, Hush, e agora AK, segurando o peito e sua mão esfregando seu esterno. Ajoelhei, eu levei as mãos postas de Lilah entre a minha e sacudi a cabeça para meus irmãos sumirem. Fazendo como eu pedi, Lilah e eu fomos deixados sozinhos. Ela estava mordendo o lábio, seus olhos olhando fixamente em nenhum lugar, brilhante com pânico. "O que está acontecendo nessa cabeça, docinho?"


Tomando uma respiração irregular, Lilah balançou a cabeça, os olhos agora focados em Mae e Styx quando eles estavam sendo parabenizados pelos irmãos e old ladies dos Hangmen. As lágrimas encheram seus olhos. Olhei até nossas mãos unidas. As dela tremiam. Puxando-a mais perto, eu perguntei, "Lilah, o que diabos está acontecendo? Por que diabos você está tremendo? Fale comigo”, eu empurrei calmamente, não querendo chamar a atenção de qualquer outra pessoa no quintal. Os grandes olhos azuis de Lilah presos nos meus, e ela começou a tremer a cabeça para trás e para frente, lágrimas lentas caindo por suas bochechas pálidas. "É a terceira sedutora nascida amaldiçoada da Ordem prestes a contrair o santo matrimônio, como o profeta revelou ao Senhor. Sua alma maculada pelo diabo será purificada, livre do pecado original, assim como todas as filhas de Eva decaídas. Esta sagrada união da esposa do profeta deve sinalizar o fim dos dias, o triunfo da luz sobre as trevas, da força de Deus sobre Satanás". As mãos de Lilah apertaram a minha com cada linha que ela falou. Eu fiz uma careta, sem entender a merda derramando de sua boca. "Lilah, se acalme, porra", eu sussurrei asperamente e olhei para trás para me certificar que sua bobagem louca não estava sendo ouvida. Eu bati imediatamente olhares com Mae, cujos olhos foram para Lilah; medo e desapontamento brilharam em suas profundezas. Lilah começou a balançar, repetindo essas palavras repetidas vezes, sua voz ficando mais alta, começando a puxar o foco dos meus irmãos e suas cadelas. A minha atenção de volta para Lilah, eu coloquei seu rosto e seus olhos torturados nos meus, sua voz assumindo um tom de pânico.


Seu

corpo

começou

a

tremer

tanto

que

quase

convulsionou.

Mae apareceu de repente ao nosso lado, e Lilah saltou do banco para seus pés quando tocou a mão de Mae. O resmungar parou e Mae andou para frente. "Lilah, por favor..." Lilah cambaleou para trás, quase caindo plana na bunda dela quando Mae tentou alcançá-la. "Não!" Lilah sussurrou, tomando distância para o centro do pátio. "Mae, deixe-a sozinha porra!" Eu gritei e tentei chegar a Lilah. A respiração dela tinha ficado estranha e ela parecia tão branca. Mas Styx apareceu ao meu lado, segurando o ombro da minha corte, me segurando de volta quando eu tentei saltar para frente para parar o avanço de Mae em minha cadela. Foda-se, o que diabos estava errado com ela? "Lilah, por favor, eu o amo!" Mae gritou, e Lilah balançou a cabeça várias vezes, suas pernas balançando como uma porra de cervos bebês lutando para andar. Mae parou há alguns passos de Lilah, e Lilah finalmente olhou para Mae, lábios trêmulos. "Você não pode casar Styx. Você sabe os ensinamentos. Você vai condenar todas nós! Você sabe o que deve ser feito para salvar nossas almas condenadas!" Mae avançou mais para frente e estendeu a mão em nossa direção, claramente nos dizendo para não avançar. "Irmã, não estamos mais na Ordem. Não há mais profeta, nenhuma escritura para controlar o nosso destino. Somos livres, irmã. Somos livres para amar quem quisermos." "Não!", Gritou Lilah. Ela agarrou ambos os lados de sua cabeça, como que para não ouvir as palavras de Mae. "Eu ainda acredito! E nosso povo é o escolhido, irmã. O Senhor nos reconstruirá. Eles vão voltar por nós e nos salvar".


Mae suspirou e segurou a ponte de seu nariz. "Lilah, nada que nosso povo disse é verdade! Todos eles — Profeta David, os anciãos, os discípulos — tudo o que pregavam era falso! Profeta David era um falso profeta! A Bíblia adverte sobre isso. Cuidado com os falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores — Mateus 7:15. Porque surgirão falsos cristos e falsos profetas se levantarão e executarão grandes sinais e prodígios, de modo a enganar, se possível, até os escolhidos. Mateus 24: 23-24. Fomos enganadas, irmã. Nós vivemos uma mentira. Você ainda está vivendo essa mentira!" "Isso é o que é falso! Olhe para nós! O que o Profeta David e os anciãos disseram sobre nós era verdade! Olhe para meu rosto”. Lilah apontou para seu rosto espancado e estremeceu quando ela apertou o dedo contra sua bochecha contundida. "Foi feito por mulheres que não poderiam me resistir. Eu não posso continuar vivendo dessa maneira, Mae. Eu quero ser livre. Eu quero ser salva! Eu procuro salvação. Tenho visto muita evidência de nossa maldição sobre homens para saber que nosso profeta estava realmente correto. Não estou corrompido. Eu sou inerentemente má, como é você!" Mae apertou sua mandíbula e disse: "Você confia tanto na escritura, irmã. Você confia nas palavras do Profeta David tanto que você é cega. Abra os olhos e veja as suas mentiras, se liberte de seus títulos controladores... viva! Você está livre!" Lilah ofegava com o esforço de sua angústia e sacudiu a cabeça. Mae olhou para Styx, uma expressão dolorosa no rosto. Voltando-se para Lilah, Mae disse: "E o Senhor disse-me: os profetas profetizam mentiras em meu nome. Eu não os enviei, nem lhes ordenei ou falei com eles. Eles vos profetizam uma visão que representa adivinhação, vaidade e o engano de suas próprias mentes..."


Lilah congelou, lágrimas caindo livre, e olhou para Mae. "Não, você está errada. Você tem que estar errada!" Lilah sussurrou, devastação evidente em sua voz tímida. "Eu nunca vou voltar para aquela vida, Lilah. Eu tenho a verdadeira liberdade com Styx. Eu tenho uma vida com Styx!" Lilah começou a soluçar. "Lilah..." Mae chorou, mas Lilah enxugou as lágrimas e levantou as mãos. Uma calma estranha veio sobre ela. "Às vezes eu nem sequer a reconheço como uma irmã mais." Mae chupou em uma respiração afiada e seus olhos se encheram de água. Eu podia ver a raiva de Lilah imediatamente cair e, quando Mae girou nos calcanhares e começou a correr para a entrada do clube, Lilah rapidamente a seguiu. Styx me liberou e correu para seguir Mae, mas desta vez eu o puxei de volta. "Pare. Deixe as cadelas trabalharem essa merda por si próprias. Lilah não está ouvindo nenhum filho da puta sobre o Profeta David ou A Ordem de merda. Mae precisa definir seu ponto. Às vezes eu acho que eu a tenho. Então algo acontece para colocá-la fora rolando no chão, jorrando rabiscos ou apenas falando estranho e pirando. Nós dois sabemos que isso tudo ia chegar em algum ponto. A lavagem cerebral de merda de Lilah só pode ser tirada por Mae, não importa o quanto elas parecem irritar uma a outra”. Styx suspirou, mas me deu um tapa nas costas de acordo. "Mae! Pare!" Lilah gritou enquanto corria atrás da irmã. Mae virou para encará-la, ambas no centro livre no quintal, a luz da garagem como um holofote sobre as duas. "Qualquer um tem óleo? Ou uma porrada de lama? Estas cadelas quentes estão prontas para lutar, e eu quero estar na primeira


fila! Eu vou apenas observá-las deslizar uma sobre a outra e liberar seus peitos... ou foda-se, alguém dê a essas cadelas uma tesoura!" Styx e eu viramos para enfrentar Vike, que estava descarado como todo o inferno com tecidos presos no nariz de onde eu quebrei. Styx rosnou uma advertência, tirando a faca alemã de sua bota e lambendo a lâmina. AK arrastou Vike de volta pelos ombros através do círculo de irmãos e cadelas e levou-o para fora de nossa vista. "Eu vou assassinar aquele filho da puta", eu cuspi, uma onda de ciúme criando raízes. Vike não falaria sobre Lilah dessa maneira. “Você terá que passar por mim primeiro", Styx sinalizou, me fazendo sorrir. "Lilah, por favor, me deixe em paz", disse Mae, desanimada, puxando a atenção de todos em volta delas. "Eu não tenho nenhuma idéia do que fazer para você. Você vir aqui fora me deu uma fé viva; é a única coisa que temos. Não temos nada; eles nunca nos deram nada que fosse de substância. Eu fiz tudo ao meu alcance para deixá-la confortável,

como

tem

feito

Styx,

Ky,

Beauty,

Letti,

todos

os

irmãos, mas eu estou perdendo a esperança agora." Mae chegou até seu rosto com a mão e afastou as lágrimas. "Eu pensei que eu estava protegendo você por levá-la da comuna, o lugar em que fomos despojadas de nossa infância e em que nos disseram repetidamente que éramos más. Nós duas assistimos Bella morrer na cela fria e que ambas sabíamos que ela estava sob o comando das mãos sujas e sangrentas do Irmão Gabriel, mas você está determinada a voltar aquele lugar. Eu disse a você um milhão de vezes, irmã. Não há nenhum lugar e ninguém mais para quem retornar." Mae deu um passo mais perto de uma ainda muito abalada Lilah e, colocando sua mão em seu rosto, disse: "Eu não sou sua carcereira. Eu não vou mantê-la aqui contra a sua vontade. Eu te amo mais do que a minha vida e eu só quero que você seja feliz".


Lilah fungou e eu sabia que ela estava chorando de novo, a sua atitude de jumenta teimosa a vapor. Meu instinto estava apertado quando eu esperei por sua resposta. Será que ela queria deixar a gente? Porque de nenhuma maneira na terra ela vai a lugar nenhum. Eu não iria porra permitir isso. A cadela era minha, agora, se ela sabia ou não; ela era minha para manter. Erguendo a cabeça para enfrentar Mae, Lilah abriu a boca, e eu parei de respirar. "Eu..." De repente, por trás do portão, luzes brilhantes soaram e uma enorme explosão soou. O portão de metal soprou fora de suas dobradiças, chamas e escombros estouraram no ar. "Obtenham proteção, porra!" Alguns irmãos gritaram e eu percebi que eram Tank e Bull, ordenando para todos buscarem proteção. "MAE!" Gritou Styx, sem gaguejar. Eu também só tinha um pensamento: Chegar a Lilah. Gritos de dor e choro estavam vindo de todo o quintal. Pessoas ficaram feridas. Foda-se, talvez alguns foram mesmo mortos. Empurrando para cima em meus braços, eu vi Lilah e Mae amontoadas no chão, Lilah lutando para levantá-las, o rosto golpeado com medo. O portão caído tinha bloqueado o nosso caminho, o metal pesado entalado contra a porta da garagem, nossas cadelas presas embaixo. A mão de Styx agarrou meu corte e ele me arrastou para os meus pés, minhas orelhas surdas, devido ao volume da explosão. Nós dois lançamos um olhar ao redor do pátio, vendo o sangue e as pessoas


espalhadas por todo lugar como a porra de “confete”. Tank, Bull, Cowboy, AK, Smiler, e Viking todos levantaram, segurando suas armas, não lesionados, exceto por cortes e contusões. "Ky!" Lilah gritou e, quando olhei para ela, ela estava segurando uma Mae mole em seus braços. "Não!" Styx rugiu e correu para onde elas estavam confinadas. "Movam o portão, agora!" Eu pedi aos irmãos, e vendo Styx e eu no portão, todos eles correram, segurando o metal, e nós levantamos tão alto quanto pudemos. "Ky, ela não está se movendo!" Lilah gritou, e eu peguei seu balanço segurando Mae nos braços. "Sua cabeça está sangrando!" "E-e-ela está, ela está r-respirando?" Styx conseguiu empurrar para fora, e os olhos chocados de Lilah golpearam os dele. "Lilah, baby, ela está respirando?" Eu empurrei suavemente quando o portão começou a levantar do chão. Lilah se abaixou e uma expressão de alívio atravessou seu rosto. "Sim. Ela está respirando”. Styx exalou ao meu lado, e eu olhei para meus irmãos. "Precisamos obter esta merda fora delas. Pronto, um, dois, três!" Todos nós empurramos o portão para cima, inclinando-o para a direita. "Ela está se movendo!" Lilah gritou, e nós congelamos. As mãos de Mae estavam se movendo e um gemido aflito escorregou de seus lábios. "Ela foi nocauteada" eu disse a um Styx ofegante. "Ela deve ter pego o rebote da explosão”.


O irmão estava prestes a perder a merda da cabeça se ele não chegasse a sua cadela em breve. "Mais uma vez! Vamos passar este pedaço de merda!", Eu gritei para os irmãos e em uma contagem de três, nós levantamos a porta até que elas estavam quase livres. O rugido de um motor e o guincho de pneus de repente soou, fazendo com que todos nós virássemos nossa atenção para frente do complexo. "Estão vindo!" Hush gritou. Eu olhei para um dos vigias, onde Hush estava vigiando ao longo da estrada, uma AK-47 firmemente segura nas mãos. "Um caminhão, homens na parte de trás!" "Traga o fogo!" Bull ordenou. "Tomem quantos dos filhos da puta vocês puderem!" Hush alinhou seu rifle, choveu balas sobre os putos, quem quer que fossem. Com um último suspiro, conseguimos inclinar o portão

suficiente

para

Beauty

rastejar

debaixo

e

chegar

a

Lilah e Mae. Smiler a seguiu. O irmão pode não dizer muito, especialmente desde que seu irmão especialista de estrada, Rider acabou por ser rato, mas ele era ex-forças especiais como AK e poderia consertar cortes se necessário. Um apito alto cortou o som de fogo de Hush e eu sabia que era Styx. "Mande os irmãos para suas posições! Eu quero esses desgraçados para o barqueiro”. Styx sinalizou e eu trovejei sua ordem, os irmãos caindo de volta para a garagem para recuperar fuzis e Uzis, em seguida, tomar seus lugares. Em poucos segundos, um caminhão entrou em exibição. Vários homens saltaram do Ford F-150, puxando para fora rifles de baixo de uma lona, e começaram a abrir fogo.


Uma tempestade de balas dos Hangmen perfurou seu caminhão. Ouvi o que parecia um maldito grito de guerra atrás de nós, Flame veio de outro ponto da sede do clube, dois M16 em seus braços. O filho da puta psicopata correu em direção ao caminhão, nenhuma proteção em seu torso nu, coberto apenas por seu corte, as pernas cobertas por seus jeans. O caminhão deu uma guinada quando Flame bateu em alguém

na

cabine,

estilhaçando-o

no

pára-brisa.

Descobriu-se,

derrapando no asfalto quando ele tentou acelerar para longe. Ouvindo um grito feminino, olhei para trás para ver Lilah rastejando para fora do portão com Smiler e Beauty correndo para o clube com Mae. Balançando a meus pés, eu corri em direção Lilah apenas quando Tank gritou: "Retire o filho da puta no telhado. Eles têm um atirador!" Lilah congelou, sua atenção focada em uma coisa sobre meu ombro. Quando olhei para trás, o franco-atirador tinha feito mira diretamente nela. Como em algum filme de guerra fodido, tudo parecia lento quando o puto atirou... à direita de Lilah. Correndo o mais rápido que pude, eu mergulhei para ela, esmagando-nos para o chão, rolando para salvá-la do impacto. Lilah agarrou meu corte, com o rosto enterrado no meu peito, e eu segurei-a com força, rezando para o cara de bunda no telhado ter sido morto. Ouvi Flame trovejar um grito e então de repente o disparo parou. Tudo o que eu podia ouvir era Lilah ofegando asperamente contra a minha pele e o murmúrio de vozes e de armas carregando em segundo plano. Eu não sei quanto tempo fiquei lá com a minha cadela em meus braços, ouvindo meu batimento cardíaco batendo em meu ouvido. Então, alguém gritou: "Limpo!" Eu exalei um suspiro de alívio enorme e comecei a procurar por lesão em Lilah, tentando não perder a minha


merda por ela choramingando constantemente. Ela estava bem. Obrigado foda, ou eu estaria louco para matar. Pés bateram perto da minha cabeça. "Ky! Você foi ferido?" Levantando em meus cotovelos, Lilah ainda enrolada em uma bola ao meu lado, eu vi AK, Cowboy, e Hush de pé em cima de mim. "Nah." "É a sua cadela?", Perguntou Hush. "Ela está bem." AK suspirou e eu o peguei verificando em torno do estaleiro. Movendo-me para ficar de pé, Lilah agarrou-me apertado e Cowboy me ofereceu para ficar. Mantendo Lilah colada ao meu lado, eu perguntei, "Que diabos foi isso?" Tank, Bull, Viking, Flame e os restos dos irmãos correram. Styx seguiu atrás, um maldito olhar assassino no rosto. Claro, Flame começou

a

andar,

seus

M16s

amarrados

às

costas,

lâmina

na mão. Tank deu um passo adiante. "Foi a Klan, no caso de vocês não terem pegado seu maldito estandarte. IED caseiro para o portão. Eles são cabeças quentes de classificação mais baixa, se eu adivinho certo. Os filhos da puta eram soldados de merda. Se fossem os oficiais, estaríamos comprando sacos de cadáveres de merda. Uma coisa é certa. O poder branco queria que soubéssemos que eram eles atacando”. "Foda-se!" Styx sinalizou, e eu expressei sua palavra em voz alta. Ele olhou ao redor do pátio. "Quantos feridos?" "Duas vagabundas do clube e um irmão morto. Todos os outros têm ferimentos superficiais", AK relatou.


"Eu vou fazer os caras do necrotério virem discretamente o mais rápido possível. Elimine-os rápido e limpo." Flame repentinamente empurrou para frente e ficou na cara de Styx. "Deixe-me ir atrás dos paus no saco do poder branco. Eu preciso de sangue. Eu preciso ver o sangue correr como um maldito rio aos meus pés." Styx olhou para mim, silenciosamente pedindo a minha opinião, e eu balancei minha cabeça. Os nazistas queriam que nós os seguíssemos e isso era cair diretamente em uma armadilha. Por que mais eles nos atacariam face a face? Precisávamos de um plano. Então nós deixaríamos o psicopata solto. Eu sabia que Styx tinha percebido pelo olhar em seu rosto. Ele balançou a cabeça para Flame, então se dirigiu a todos os outros. "Quero este lugar limpo. Bloqueiem o portão bom. Vamos usar a saída dos fundos a partir de agora. Igreja em uma hora. Precisamos colocar essa merda na mesa”. Ele se virou para Flame. "Você vai ter suas mortes, irmão, mas temos de esperar esta merda. Eu não vou perder irmãos porque não pensei sobre isso." Flame estremeceu, seus dentes rangendo juntos, os músculos com fio em seus braços por esforço. Ele deu um passo para cima para Styx, e eu me preparei para tirar o porco imundo de cima do nosso prez. "Ela estava gritando, porra!" Flame assobiou, seus olhos negros loucos selvagens e seus dentes cerrados juntos tão forte que eu tinha certeza de que sua mandíbula ia quebrar num piscar de olhos. "A explosão do fodido a fez cair da cama e ela estava gritando! As balas estavam vindo através da janela e Ela. Estava. Fodidamente. Gritando! Eu não posso ouvir os gritos! Eu não posso ouvi-la gritar!" Lilah se esticou e sua cabeça inclinou para um lado. "Maddie? Maddie está bem?" Flame assobiou e girou para enfrentar Lilah. Eu a empurrei para trás de mim e encarei os olhos psicóticos de Flame.


"Ela estava gritando!", Ele gritou. "Eu não podia tocá-la. Eu não podia tocá-la! Ela estava gritando e olhando para mim! Ela. Estava. Gritando!" "Flame, ela está bem?" "Ela está no chão, escondendo-se. Sem sangue. Sem danos. Ela não está machucada”. Lilah deu um suspiro de alívio. Flame tirou sua faca e começou a rasgar a sua pele. Eu olhei para baixo para ver Lilah observando-o com os olhos enormes. "Eu tenho que matá-los. Tenho que parar seus gritos”. AK deu um passo adiante. "Flame”. Flame virou os punhos cortados para AK. O irmão nem sequer pestanejou. AK e Vike tinham conhecido Flame por anos. Eles eram os únicos filhos da puta que podiam entendê-lo. "Eles poderiam tê-la matado. Por isso, eles vão morrer! Eles poderiam tê-la levado de mim. Eles poderiam tê-la levado de mim! E ela estava gritando, mas eu não podia tocá-la!" Ele soltou AK e vaiou quando o sangue caiu para a sujeira. "Eu preciso matar." "Em breve, Flame", disse AK. "Em breve". Flame rosnou e marchou de volta para a entrada do apartamento de Styx. O irmão tinha que ter certeza de que Maddie estava a salvo. Styx pigarreou, sinalizando para a minha tradução. "Uma hora até a igreja. Eu preciso ver Mae”. Styx correu para o clube e os irmãos dispersaram, limpando e se preparando para a guerra. Alcançando ao redor, eu peguei a mão de Lilah e a trouxe a minha frente. Ela estava coberta de sangue e agitação. "Você está bem, docinho?"


Ela foi acenar com a cabeça, mas no último minuto, ela balançou e ela escondeu o rosto no meu peito, chorando seu coração fora, porra. Meu peito apertou e eu lutava para respirar. Pressionando um beijo para o topo da cabeça, eu a guiei até a entrada do clube. Quando entramos, o lugar estava ficando louco. Cadelas e vagabundas estavam limpando o bar e qualquer outro lugar que havia sido atingido por balas perdidas ou o impacto do IED. "Podemos ver Mae?", Perguntou Lilah, sua boca abafada no meu corte. Eu balancei a cabeça e caminhei pelo corredor para o quarto privado de Styx, a alguns metros do meu. Mae estava encostada na cama, Styx deitado ao seu lado enquanto Smiler costurou sua cabeça. Styx me viu chegar. Então seus olhos caíram para Lilah que espreitava em torno da minha cintura. "Aqui, eu terminei", disse Smiler e recuou. Mae deu um suspiro de alívio, depois olhou para Styx, seguindo seu olhar para Lilah. Lágrimas encheram os olhos de Mae e ela estendeu a mão. "Irmã..." ela sussurrou. Lilah soltou minha cintura e correu para Mae, envolvendo cuidadosamente os braços ao redor da cintura dela. "Sinto muito. Eu não deveria ter falado com você daquela forma", Lilah falou em voz baixa. "Quando eu segurei você, imóvel, em meus braços, eu temia que eu nunca fosse falar com você de novo e eu não conseguia respirar." "Calma, está tudo bem. Eu estou bem”. Mae guiou Lilah de volta e segurou o rosto com as palmas das mãos. "Nós todas vamos ficar bem. Nós vamos encontrar uma maneira de você se afiliar a este mundo estranho”.


Lilah assentiu com a cabeça e sussurrou: "Eu suponho que eu devo finalmente aceitar que a Ordem acabou. Eu só... só não sei como fazê-lo..." Mae assentiu com a cabeça e estremeceu ao movimento, mas respondeu: "Sim, você deve. Vai ser difícil, mas eu me esforço também, irmã. Estou tentando encontrar meu caminho também. Podemos fazer isso juntas. Eu prometo”. Uma batida leve na porta soou atrás de mim e Beauty apareceu, seu rabo de cavalo loiro saltando. Styx, Mae, e Lilah olharam em sua direção. "Eu verifiquei Maddie. Ela está bem. Há poucos danos de bala no apartamento. Perguntei a Maddie se ela queria descer como você pediu, Mae, mas ela disse que não. Ela disse que queria ser deixada sozinha no quarto. Flame está do lado de fora da porta. Ela está segura”. Mae baixou a cabeça e Styx levantou-se da cama e olhou para mim. "Eu quero estar sozinho com Mae. Leve Lilah para se limpar, e ninguém me perturbe até que estejamos na igreja”. "Bochechas doces?" Eu disse, e Lilah se voltou para mim. "Vamos limpar você e descansar". Ela assentiu com a cabeça e se virou para Mae. "Estou realmente feliz por você e Styx, por seu noivado. Eu posso ver que Styx faz com que você seja muito feliz. Eu estava errada em colocar o nosso destino em seus ombros". Mae beijou a bochecha de Lilah e, em seguida, estendeu a mão para Styx, que estava assistindo em silêncio ao lado do leito. Ele pegou a mão dela e se arrastou ao lado dela, beijando seu rosto e puxando-a em seu peito. Todos nós deixamos o quarto, mas eu notei Lilah observando o casal através da pequena abertura na soleira da


porta, um olhar estranho em seu rosto. Inveja? Ciúme? Eu não sabia. Tomando-lhe a mão, eu puxei para mim, e ela inclinou a cabeça de vergonha. "Vamos," eu pedi. Lilah franziu a testa. "Meu apartamento é desse lado". Ela apontou para as escadas. Eu a puxei para mim até que ela caiu no meu peito. "Você não está indo para o apartamento. Você vem para o meu quarto”. Sua cabeça se voltou em surpresa e sua boca abriu. "Eu..." Andei para frente, eu pressionei minha testa contra a dela, minhas mãos em seu cabelo e reiterei: "Você vem comigo para o meu quarto, onde eu possa te proteger e eu sei que você está segura. Você não tem escolha”. "B-b-bem," ela sussurrou, e eu finalmente me deixei relaxar. Eu peguei a mão dela e a puxei para meu quarto, fechandonos e trancando a fechadura. Lilah ficou sem jeito no meio do quarto, a cabeça baixa, olhando para seus pés. Ela era uma deslumbrante cadela... minha peregrina loira. "Tome um banho, Li", eu disse, apontando para a porta do banheiro. "Você precisa se limpar, tirar a sujeira, graxa e sangue fora de sua pele". "Ok. Obrigada", disse Lilah e seguiu para o banheiro, me lançando um pequeno sorriso sobre seu ombro antes de se trancar. Coloquei minhas mãos na parte de trás da minha cabeça, soltei um longo suspiro e cai para o lado da cama. Quando eu pensei no momento que eu vi Lilah presa sob o portão, então aquele filho da puta nazista mirando em sua cabeça e que se eu não tivesse pulado no caminho ela teria sido atingida, me senti mal do estômago.


Caindo para trás no colchão, eu olhei para o teto e apertei meus olhos fechados enquanto eu ouvi a água ligar. O meu velho sempre me disse para foder tantas bocetas quanto eu pudesse, mas nunca me contentar com uma. Foder com as putas, emprenhá-las com um par de crianças para levar o nome Willis, mas nunca dar-lhes o meu remendo, nunca fazê-las minhas. Mas, pensando agora, a cadela no chuveiro me tinha virado de cabeça para baixo. Eu não queria foder nenhuma puta quando ela estava por perto. Inferno, até quando ela não estava! Eu só queria uma boceta... a dela, mesmo que a cadela pertencesse em algum outro nível de algum tipo de loucura. Ela agitou coisas em mim que eu nem sequer sabia que existia, me fez pensar coisas sobre os cortes de propriedade e colocar minhas cores do clube em suas costas. Meus olhos se abriram para esses pensamentos, e eu sabia uma coisa. Eu fodidamente amava a cadela. Eu estava porra apaixonado pela peregrina loira louca que estava tomando a porra de um banho no chuveiro do meu banheiro agora... nua. Porra! Sangue viajou para o meu pau e eu quase vim apenas com a visão de tomá-la. Eu nunca tive que trabalhar por uma cadela, sempre que estalei meus dedos as vagabundas vinham correndo. Esqueça que eu era bonito como sou. Só de estar no clube elas já se deitariam comigo. Inferno, eu poderia ser o filho da puta mais feio a enfeitar o planeta e eu ainda teria uma vagabunda chupando meu pau. Mas Lilah era mais; ela não o fez uma armadilha de boceta com seu sorriso, não caiu na minha cama e abriu as pernas, não estava impressionada com o clube. Merda, o oposto era verdade. Talvez seja por isso que ela era diferente. Sentando-me, eu comecei a tirar minha roupa, minha camisa e minha calça e puxei alguns pesos. Eu normalmente o fazia nu, mas


eu não queria assustar Lilah, nu, ostentando um tesão do inferno. Eu precisava tomar um banho também, lavar o cheiro de merda de escória nazista da minha pele. Quando eu olhei para o relógio na minha parede, eu percebi que Lilah estava no banho há um tempo. Vinte minutos haviam se passado, a água ainda estava correndo, mas eu não podia ouvir merda de Lilah. Caminhando para a porta, eu pressionei meu ouvido contra a madeira, mas não ouvi nada, apenas água caindo. Bati à porta e perguntei: "Lilah, você está bem?" Nenhuma resposta veio, e meu coração começou a correr. "Lilah? Diga alguma coisa”. Mais uma vez, foda mais doce que tudo, então eu tentei a maçaneta da porta; ela estava trancada. "Lilah, diga algo agora ou eu vou arrombar”, eu avisei. Quando ainda não ouvi nada do outro lado, eu me mudei de volta, em seguida, usando toda a minha força, despedacei meu ombro contra a porta, estilhaçando a madeira quando a porta se abriu. O vapor do chuveiro nublou o quarto e eu mal conseguia ver minha mão diante de mim. "Lilah? Onde diabos está você, baby" Eu peguei um fungado do chuveiro e segui o som, o vapor limpando um pouco através da porta aberta, permitindo-me ver uma Lilah nua amontoada no chão, seus braços em volta de suas pernas. "Lilah!" Eu gritei e abri a porta do chuveiro, desliguei a água, e caí de joelhos. Lilah estava encharcada. Eu a verifiquei com meus olhos, não vendo qualquer vestígio de sangue ou lesão.


"Lilah? Fale comigo!" Eu pedi. "Eu não posso me levantar", ela sussurrou, sua cabeça ainda para baixo. Mudei-me para frente e procurei feridas em suas pernas — nada. "Porque você não pode levantar-se?" A cabeça de Lilah ergueu e ela olhou diretamente para mim. Seu rosto estava pálido, tinha anéis vermelhos ao redor dos olhos de tanto chorar e seu cabelo loiro molhado até a cintura estava preso ao seu rosto. "Eu... eu comecei a limpar, mas eu fiquei pensando sobre o que aconteceu há pouco, as armas, Mae... Nenhuma Ordem mais... tudo, e eu me deixei cair no chão. Agora eu não posso voltar para cima”. "Baby..." Eu parei e corri o dedo por sua bochecha. Meu estômago se apertou enquanto eu olhava para ela. Eu tinha essa enorme necessidade de protegê-la. Minhas entranhas foram quase rasgando com a necessidade de abraçá-la, porra, de tê-la perto, para impedi-la de tremer, para parar o medo. "Eu... não posso me mover", ela silenciou fora e abaixou a cabeça. "E eu sou indecente... Sou complicada para você. Eu sou pecadora, fraca..." Ignorando-a auto-aversão, eu peguei o corpo de Lilah em meus braços e a levei para fora do banheiro, minha cadela ainda enrolada em uma bola. Seu nariz enfiado em meu pescoço, a mão esquerda levantada e liquidada na minha bochecha. Olhei para baixo, chocado com a ação quando seu dedo começou a traçar a forma de meus lábios. Eu tinha matado, a sangue frio, mais pessoas do que eu poderia contar. Eu tinha enfrentado a morte rindo, fui baleado, esfaqueado e fatiado... mas eu nunca senti medo como eu estava sentindo neste momento quando eu olhei para a


cadela mais impressionante que já existiu, medo de que eu poderia ter perdido ela, temor que eu poderia perdê-la ainda. Sentado na cama, eu a mantive em meus braços, puxando o cobertor para fora da extremidade do colchão e o envolvi em torno de sua pele molhada. “Está com frio?", Perguntei, minha voz soando muito baixa. Ela balançou a cabeça, a mão ainda no meu rosto, os olhos ainda fixos nos meus. "Você me salvou", ela sussurrou, e meu estômago virou. "Você... pulou na frente de uma bala por mim." "Sim", eu disse asperamente, olhando-a no rosto, água brilhando em seus olhos. "Você me salvou... Você salvou minha vida." Sentindo uma emoção muito forte entre nós, eu a segurei mais apertado, sentindo sua pele quente nua nos meus braços. "Não há nenhuma maneira de você estar morrendo perto de mim, docinho." O dedo de Lilah deixou meus lábios para acariciar embaixo do meu queixo. "Por que eu sou tão importante para você? Sou uma carga imposta a você". Segurando seu dedo, eu a trouxe para meus lábios e a beijei, meu peito quase explodindo quando eu confessei: "Porque eu te amo, porra, Li... Eu sou um porra de louco por você. Você não é nenhum fardo." Lilah respirou fundo e seus olhos se arregalaram. "Ky... por quê?" Eu bufei uma risada. "Pergunta estúpida de merda, docinho", eu respondi. "É como me perguntar algo impossível. Eu só estou. Eu fodidamente amo minha teimosa peregrina louca".


Lilah olhou para mim por um longo tempo antes que ela molhasse os lábios com a língua, deixando cair seu olhar aos meus lábios. Meu pau endureceu e seus olhos dispararam para os meus, suas bochechas corando vermelhas. "Realmente fodidamente te amo", eu acrescentei. Lilah estendeu a mão, e com lágrimas enchendo seus olhos, pressionou seus lábios nos meus. Minhas mãos prenderam em seus longos fios de cabelo, e eu aprofundei o beijo, minha língua lambendo contra a dela. Minha mão esquerda deixando o cabelo dela para contornar lentamente seu braço nu e sobre o cobertor para segurar a parte de trás de sua coxa. Nossas bocas entraram em confronto com mais fúria, e meu pau ficou mais duro, tão duro, foi muito doloroso. Lilah se afastou, suas pálpebras meio fechadas da porra do nosso beijo. Estávamos ambos ofegantes e eu estava trabalhando em me acalmar, mas com seu corpo apertado contorcendo no meu colo, não estava realmente acontecendo como planejado. "Ky..." ela gemeu, e eu escovei minha bochecha contra a dela. Sua voz sussurrada quase me desfez, para não mencionar que eu podia sentir a sua boceta quente ficando mais úmida sobre meus punhos. "O que, baby? Diga-me o que você fodidamente necessita”. Intitulando a cabeça para trás, seus grandes olhos azuis perfuraram os meus e ela disse: "É errado, pecaminoso e depravado. Mas eu quero sentir você... você todo. Eu quero sentir você se juntar comigo. Eu quero que você me mostre como se sente ao se juntar com você... em cada maneira possível." E isso foi quando minha respiração parou.


Capítulo Quatorze ~Lilah~ Os olhos de Ky se arregalaram e eu senti seu tamanho duro contra o meu traseiro nu através do material fino de sua roupa de baixo, quando eu disse essas palavras proibidas em voz alta. Os anciãos e o Profeta Davi já me declararam uma prostituta, mas agora, era um título que eu estava contente de possuir. Ky olhou para mim, com uma expressão no rosto que eu não conseguia decifrar. Todos os seus traços estavam afiados e tensos, uma linha em seus lábios adoráveis, a cabeça com cabelos longos selvagens de indomável ouro. A mão de Ky caiu no meu rosto e seu toque áspero, mas suave era quase transcendente, em transe. Meu rosto instintivamente se aninhou em sua mão quente enquanto esperava sua resposta, à deriva sobre a bem-aventurada onda de sua afeição. Curvando a cabeça na pele nua em seu peito, eu pressionei meus lábios nervosamente contra a carne de seu ombro, sobre suas tatuagens coloridas, hipnotizada quando ele estremeceu e empurrou debaixo da minha boca. A mão de Ky passou pelo meu cabelo e ele tomou uma respiração longa, irregular. "Lilah..." ele sussurrou baixinho, o punho apertado no meu cabelo molhado. Eu arrisquei um olhar para o rosto dele para ver a cabeça inclinada para trás, com os olhos bem fechados, e seus dentes correndo sobre seu lábio inferior.


Apertando as mãos na enormidade do que eu estava prestes a fazer, eu encontrei a borda do cobertor sem quebrar meu olhar sobre Ky e empurrei o material grosso para o chão, meu corpo nu revelado e em plena exibição. Ouvindo cair o cobertor, Ky inclinou a cabeça para baixo, seus belos olhos azuis abertos e queimando com paixão inconfundível quando ele bebeu diante de minha nudez. Eu penteei minha mão pelo cabelo louro longo e fixei meu olhar em seus braços salientes, os músculos tensos e definidos. Levantando cuidadosamente as minhas pernas de seu colo, eu consegui ficar em pé, trêmula diante de Ky. Alisando meu cabelo comprido por cima do meu ombro esquerdo, as mechas úmidas deitadas sobre meu peito esquerdo, eu respirei, me fortalecendo e me virei lentamente, mantendo meus olhos firmemente no chão, em reverência mansa, como uma mulher deve ser em direção a um homem. Eu não tinha estado totalmente nua para qualquer homem, apenas para o irmão Noah antes deste dia, e estava tomando toda a minha força não fugir e cobrir minha carne. Minha mente e meu coração guerrearam sobre a proteção da minha virtude. A Escritura correu pela minha consciência. Fujam da imoralidade sexual. Qualquer outro pecado que uma pessoa cometa é fora de seu corpo, mas a pessoa que peca sexualmente, peca contra o seu próprio corpo. Profeta David ensinou que se juntar com alguém fora da ordem era como ir para a cama com o próprio Satanás. Quando uma Maldita se juntava com alguém que não era um servo escolhido a dedo e abençoado de Deus, um ancião escolhido, era imperdoável, punível no fogo do inferno.


Minha cabeça me disse para manter minha fé, que este era um teste de Deus, que Ky era a minha tentação, e para resistir a salvação de meu povo. Mas o meu coração disse-me que eu deveria estar com ele, que estava correto. Mae e a Ordem e meu profeta não existiam mais. Ky, à sua maneira, tinha provado uma e outra vez que ele poderia ser forte e me proteger, começando com por abater o irmão Noah, um homem que ele pensou que iria ser melhor livrar esta terra dele — Ky não sabia que o irmão Noah tinha sido essencial para a minha salvação. Quando eu pensei no alto, bonito homem atrás de mim, o meu núcleo ficou quente e minhas coxas se apertaram com a necessidade. Ele me protegeu, evitou outras mulheres para ficar comigo. Necessidade insaciável de me juntar com ele me levou, neste exato momento. Era singular e completamente contra tudo que eu achava ideal, mas eu o queria... Eu ia ceder. Sentindo um fantasma de formigamento provocante na minha espinha, engoli em seco e virei-me para encontrar somente a mão de Ky estendida, seu dedo no ar. "Porra, Lilah..." ele assobiou e esfregou ao longo de sua masculinidade quando ele deixou seus olhos apaixonados passearem a partir do topo da minha cabeça até as pontas dos meus dedos. Eu balançava levemente sobre os meus pés enquanto sob seu escrutínio, até seu olhar encontrar o meu novamente. Ele estendeu a mão; Eu aceitei. Ele me puxou para o seu peito, pele contra pele, o coração disparado contra coração acelerado. Mergulhando a mão na massa do meu cabelo, Ky me empurrou para frente, um gemido aflito rasgando de sua garganta, e seus lábios contra os meus, sua língua arremessando em minha boca. Uma mão firme agarrou minha cintura, em seguida, correu até a minha bunda,


amassando a carne, um longo gemido escorregou de seus lábios ocupados. Ky rasgou sua boca longe. Seus lábios e dentes chuparam e mordiscaram o lado do meu pescoço, meus olhos revirados de volta, à roda intensa no estômago, sentindo um insuportável calor e pressão em meu núcleo e em meus seios. A boca quente de Ky mudou-se para o meu peito, e eu senti o dedo inferior em direção ao meu calor. Eu de repente gritei quando a ponta correu ao longo da abertura, circulando e esfregando contra algo que estava enviando relâmpagos de prazer pelo meu corpo. "Ky!", Eu gritei e meus olhos encontraram os dele. "Eu não posso... O que é...? Que se sente... sente..." "Perfeitamente fodido, baby. Você está tão molhada... Eu preciso foder você... Eu preciso sentir você envolvida em torno de meu pau”. Puxando de suas mãos, eu abaixei a cabeça em submissão e mudei-me para a cama. Rastejando no colchão, Ky saltou para fora da borda e me observava como um falcão quando ele enfiou os dedos no lado de sua roupa e começou a puxá-la para baixo, liberando sua grande, ereta masculinidade de seus limites. Engoli em seco enquanto eu olhava com intenção impura para Ky, nu e muito pronto. Ele era perfeito. Ele era incrivelmente belo, e ele estava olhando para mim com um olhar que fez meu coração disparar aos céus. Nada nele parecia pecaminoso ou condenado neste exato momento. Nada sobre me juntar com ele parecia errado ou imoral. Irmão Noah nunca olhou em cima de mim de tal forma; nunca houve amor ou sensualidade em seus olhos quando ele me levou de forma tão brutal, tão agressivamente.


Mas Ky, eu vi tudo dentro de Ky. Juntar-me com ele carnalmente estava chamando por mim, tão fortemente como fui chamada para minha fé. Ele me queria como nenhum outro homem jamais quis... incondicionalmente. E eu ansiava para sentir, mesmo que apenas por um breve momento, o que Mae sentia com Styx. Ky veio para frente, seu corpo duro, ágil e esculpido. Esperei por ele nas minhas costas. Fechando os olhos, eu prendi a respiração, esperando o momento que as mãos de Ky iriam tocar minha pele. Eu poderia não tolerar a espera, fortes desejos desconhecidos me livrando dos meus medos. "Lilah", Ky rosnou em voz baixa, e eu fiquei tensa. A mão de Ky, em seguida, pousou no meu peito, e com a seu ponta dos dedos, ele acariciou para baixo entre meus seios com o toque de uma pena. Eu não poderia ajudar, mas abri meus olhos. Eu precisava vê-lo... vê-lo. Inclinando-se para frente, Ky deu um beijo na minha bochecha. Eu inalei... Cigarro e o sussurro de petróleo e couro. Era o cheiro de conforto para mim. Os lábios de Ky beijaram todo o meu rosto, até que correram suavemente sobre os meus. Pressionando-se mais contra meu corpo, os dedos, à deriva para o norte para afastar o cabelo do meu rosto e ele se inclinou para trás, se separando da minha boca, sua atenção firmemente em mim. O ar estalava, como a eletricidade estava entre nós. Meus quadris rolaram com uma sensação desesperada que inundou entre as minhas pernas e as costas arqueadas, um gemido deixando meus lábios.


Arrastando os dentes no lábio inferior, Ky usou sua força enorme para me rolar sobre minhas costas e ele pairava sobre mim, seu rosto apenas um milímetro do meu, seu hálito quente e doce soprando contra a minha bochecha, fazendo-me sentir seu domínio até meus ossos. “Eu vou tratá-la realmente bem, mostrar-lhe como é estar com um homem. Não, não é um homem qualquer, como é estar comigo", enfatizou. Cutucando minhas pernas e colocando seu corpo grande entre elas, seu quadril empurrado contra o meu. Eu engasguei com este sentimento estranho. A mão de Ky correu até minha cintura e gentilmente segurou meu peito, lambendo sua boca e mordiscando a carne antes que ele puxasse meu mamilo em sua boca, e enviasse choques de calor para o meu núcleo. Gemendo, eu apertei seu cabelo quando eu senti agitações lá embaixo, uma pulsação, latejante de necessidade. Ky trabalhou seu quadril contra o ápice das minhas coxas e meus olhos se arregalaram quando senti sua longa e dura ereção contra mim. "Porra, Lilah, esses peitos são fodidamente perfeitos, grandes, firmes e porra de enormes... perfeitos. Eu tenho sonhado com eles... O gosto melhor do que eu imaginava". Gemendo, Ky começou a se mover para baixo, sua língua lambendo cada polegada de minha pele úmida — meu torso, meu estômago e para baixo sobre meu quadril. Choque sobre onde ele estava indo me fez arquear fora do colchão e a palma de sua mão estendeu para segurar meu peito, mantendo-me para baixo, exatamente onde ele me queria.


"Ky, por favor, o que você está fazendo?" Eu implorei, fora da mente com a necessidade. Sua cabeça levantou apenas uma fração, o suficiente para seus olhos se encontrarem com os meus, e ele perguntou: "Você já gozou, baby?" Meu coração batia mais rápido quando o dedo de Ky correu pela fenda do meu núcleo. Eu me senti úmida e quente e uma massa de arrepios cantou ao longo da minha pele. "Eu não entendo o seu significado..." Eu consegui falar, embora minha voz tremesse quando ela sumiu. "Quando os putos do culto foderam você, você já gostou?" Sentindo a picada de lágrimas brotando nos meus olhos, eu balancei a cabeça e tentei em vão não baixar a cabeça. Eu não precisava ser lembrada dessas vezes, especialmente quando eu estava nesse lugar sagrado com Ky. Isto foi diferente para mim. Eu não desejava fantasmas nessa cama. As narinas de Ky queimaram e ele pressionou um rastro de beijos ao longo do meu quadril para baixo da minha coxa, mas vendo claramente meu tumulto, ele parou. Apoiando-se em seus braços fortes, Ky deslizou pelo meu corpo até que seu rosto estava pairando acima do meu. "Baby, me ouça e escute bem." Eu funguei de volta a emoção ameaçadora e dei-lhe o que ele queria: a minha atenção. Seu olhar suavizou e ele colocou meu cabelo atrás da minha orelha com o dedo, sua barba loira fazendo cócegas na pele do meu peito. "Eu não sou como eles. Sim, eu sou um prostituto. Isso não é nenhum segredo. Eu dei uma volta com uma longa e fodida linha de vagabundas. Mas eu não tenho feito isso. Eu nunca dei a mínima para uma vadia como eu ligo para você. Eu nunca esperei por uma boceta como eu esperei por você. Eu mataria por você, baby.


Qualquer um que chegar perto de tentar levá-la para longe de mim e eu vou cortar a sua porra de garganta. Você pertence a mim, você é minha, e agora, nesta cama, eu vou fazer algo mais pela primeira vez. Nós dois vamos". Prendi a respiração, com muito medo que se eu exalasse, eu iria arruinar o momento e nunca saberia o que ele iria revelar. "Eu vou fazer amor com você, Lilah. Eu vou levá-la como minha, possuí-la. Porque não existe ninguém lá fora... mais ninguém que poderia fazer isso comigo, apenas você." "Ky..." Eu falei abafada e desta vez agradeci as lágrimas quando elas caíram pelo meu rosto. Elas eram a prova de que Ky deveria saber que eu queria tudo com ele também. Ky suspirou e beijou uma gota salgada longe de cada bochecha. Pressionando sua testa contra a minha, ele inalou uma respiração irregular e murmurou, "Eu te amo porra, Lilah. Isso, nós, baby, é mais do que apenas foda. Você consegue sentir isso, sim?" As

minhas

inibições

evaporaram

naquele

momento.

Segurando as mãos em seu rosto, eu esmaguei meus lábios nos dele e confessei: "Eu também te amo, muito, muito. Você me faz sentir segura... Eu sou destemida quando estou com você. Você não sabe o quão especial este sentimento é para mim". Um sorriso deslumbrante enfeitou seu belo rosto e ele começou a engatinhar furtivamente pelo meu corpo, só para apoiar-se no meu âmago, seu hálito quente soprando fortemente em meu núcleo. "Eu vou fazer você se sentir bem. Ok, docinho?" Eu balancei a cabeça, apreensiva. De repente, a língua de Ky entrou ao longo da costura do meu núcleo e meu quadril levantou-se da cama.


"Ky!" Eu gritei, muito sobrecarregada por essa sensação estranha. Mas Ky não parou, sua língua passando rapidamente incansavelmente no meu âmago, seus braços fortes segurando minhas coxas, e os grunhidos de prazer de sua boca vibrando até minhas costas arqueadas e eu segurando os lençóis. "Ky, algo está acontecendo!" Entrei em pânico, sentindo-me fora de controle, mas Ky não parou. Sua língua trabalhou ainda mais e, de repente, o dedo circulou minha entrada e, com um golpe suave, ele me penetrou. Uma intensa sensação oprimiu meu corpo. Meus olhos fechados enquanto eu flutuava em uma onda de prazer... muito prazer para que eu pudesse conter o grito que subiu para fora da minha garganta e encheu a tranquilidade. Eu estava além de fôlego enquanto eu lutava para recuperar uma aparência de racionalidade. Eu mal notei Ky mudando de posição em meu corpo. Mão no peito, abri os olhos para encontrar Ky me observando, fome em seu olhar azul intenso. "Ky... o que foi isso?", Perguntei. Inclinando a cabeça para frente, ele esfregou o lado do meu pescoço, suas mãos apertando e esfregando meus seios. "Isso não é nada, querida”. Ele levantou a cabeça e, lentamente, lambeu os lábios. "Eu preciso te foder, Li. Preciso transar com você agora." Minha respiração engatou e eu senti um fluxo de umidade fugindo de meu núcleo com o pensamento. "Eu desejo isso também". Gemendo em antecipação, Ky passou por mim para uma gaveta ao lado da cama. Ele pegou um pequeno pacote e vi quando ele rasgou a folha em duas, puxando algo fora, e começou a rolar isso sobre sua ereção.


Colocando minhas mãos em suas coxas grossas, eu corri para cima e para baixo, tentando acalmar meus nervos, apreciando a dureza de seus músculos grossos sob minhas palmas. Ky exalou e caiu para frente, olhando para mim tão excitado que eu me contorci sob sua atenção. Tomando conta da minha cintura, Ky nos rolou, então eu estava em cima dele, montando sua cintura musculosa e tatuada. Assustada e me sentimento exposta, eu abaixei o meu peito, passando os braços em torno dele, o peito de Ky contra os meus. O baque de seu coração batendo em meus ouvidos e eu agarrei-o mais apertado, alívio inundou minhas veias quando seus braços passaram em volta de mim. Deslocando para baixo, eu tracei o contorno de uma grossa corda amarrada em um laço no peito, correndo sobre o seu ombro com a minha boca. Eu, então, mudei minha boca para sua orelha e sussurrei: "Leve-me." Com um grunhido gutural, Ky nos girou até que eu estava abaixo dele e com uma ternura que eu não esperava, ele alisou a mão na minha perna, levantando-a ligeiramente até que sua masculinidade estava apoiada na minha entrada. Sem quebrar o contato visual, ele empurrou para dentro de mim tão lentamente, que eu sentia cada parte dele dentro de mim. Contra a minha vontade, minhas unhas arranharam as largas costas de Ky, mas a ação parecia excitá-lo, e perdendo o controle, ele empurrou com força, enchendo-me completamente. "Porra!" "Ky!" Nós gritamos em uníssono e Ky congelou, seu hálito quente abanando minha bochecha enquanto colocava a cabeça dentro da fenda entre meu pescoço e o ombro.


"Você... você está bem?" Ky conseguiu perguntar através de sua respiração ofegante. "Sim", eu respondi com uma voz calma, ansiosa para ele se mover. "Por favor... me leve." Ky começou a rolar seus quadris em um movimento lento e constante, e minhas mãos correram em seu cabelo, segurando os fios. Os lábios de Ky viajaram até meu pescoço, na minha bochecha, e terminaram na minha boca. Seu beijo era macio e suave no início, mas quando seus impulsos aumentaram, causando longos gemidos vindos de meus lábios, seu beijo tornou-se febril, sua língua lutando contra a minha. Eu me submeti livremente, deixando-o tirar de mim o que ele queria. Rompendo com a minha boca em um suspiro, Ky olhou nos meus olhos, uma emoção invisível brilhando de suas profundezas... tão bonito que as lágrimas ameaçavam cair. Esta união não foi como nada que eu pudesse ter imaginado ou sentido, íntima, e preenchida com mais amor do que eu imaginava que era possível. Nossa carne tornou-se úmida e quente. Algo parecia encaixar dentro de Ky quando seus quadris se sacudiram e ele empurrou mais e mais rápido. Minha cabeça girava com a sensação incrível. "Pegue minhas mãos", Ky ordenou, e eu imediatamente obedeci. Enfiando os dedos pelos seus, ele levantou nossas mãos entrelaçadas sobre a minha cabeça e trancou seu olhar no meu. Nenhuma palavra foi falada; elas não precisavam ser. Tudo o que precisava ser falado era transferidos através da pequena tensão dos nossos olhos, a respiração pesada de nossas bocas, os gemidos, os pequenos gritos de prazer escorrendo de nossos lábios. Isto era fazer amor. Isto não foi um ritual e programado de união.


Isto foi real. Isto foi lindo... e precioso. Os dedos de Ky tornaram-se implacáveis. Ele apertou meus dois pulsos dentro de uma de suas mãos, sua mão livre viajando para baixo. Ele descansou no meu núcleo, dedos rolando e brincando com meu broto. "Foda-se, baby, eu preciso deixar ir", Ky asperamente. "Sim, sim!" Eu gritei quando a pressão aumentou entre as minhas pernas. O comprimento de Ky pareceu inchar e bateu em um lugar dentro de mim que me fez perder todo o pensamento racional. O peito duro de Ky esfregou contra meus seios e, batendo os quadris com uma enorme energia, minha respiração engatou quando meu prazer cresceu. Eu gritei, apertando meu canal, meu núcleo pulsante. Derrubando as costas, Ky rugiu sua libertação, empurrando e empurrando para dentro de mim em impulsos longos e duros. Nossa respiração aliviou quando nós flutuamos suavemente para baixo de nossa libertação mútua. Ky lançou meus braços, seu comprimento contraindo-se dentro do meu canal, fazendo-me gemer quando as sensações se tornaram demais para meu núcleo sensível. Ky espanou beijos em meu rosto machucado, cuidando para não pressionar muito duro, e eu envolvi minhas mãos em volta do seu pescoço. O nariz de Ky esfregou pela minha bochecha e a testa pressionou contra a minha. Seus olhos fechados enquanto sua respiração se acalmava. "Eu amo você, Li. Cristo, eu fodidamente te amo", confessou. Eu podia ouvir a descrença e choque atado em sua voz. Meu coração inchou e eu comecei a pensar em uma vida com ele. Uma vida longe de tudo o que eu tinha sido ensinada que era verdade, mas minha alma estava ligada à sua... e se juntou, fundiu com a dele. Isto era sagrado. Isso poderia ser...


"Você está bem, baby?" Eu balancei a cabeça timidamente, e Ky lentamente retirou-se do meu núcleo. A sensação de vazio instantaneamente liquidou dentro do meu peito, mas depois de ir ao banheiro, Ky se reunir comigo na cama, me pegando em seus braços. Eu me senti tão segura. Eu rapidamente percebi que eu poderia estar para sempre em seus braços, assim como agora, aqui mesmo, agora. "Eu nunca pensei que me sentiria assim sobre uma cadela, Li, mas você fez isso. Você entrou sob a minha pele e me mudou", Ky finalmente falou. "Eu entrei?" Senti o aceno com a cabeça de Ky contra o topo da minha. "Como?" Dedos hábeis começaram a vasculhar o meu cabelo, me acalmando e embalando-me a relaxar. "Baby, a partir do minuto em que você se arrastou fora daquela cela todas aquelas semanas atrás, eu estava perdido. Perdido pelo seu belo rosto, retirado da porra de um quadro, aqueles olhos, aqueles lábios... Merda, eu me lembro de ter visto você ao lado de Mae toda com medo e merda, e como um raio, eu estava golpeado. Fiquei impressionado" Eu gelei ao ouvir suas palavras. Eu tinha me perdido... pelo seu

belo

rosto...

Como

um

raio,

eu

estava

golpeado.

Fiquei

impressionado. "R-realmente?" Eu comentei, rezando para tudo que era santo para ele continuar. "Sim, Li. Eu sonho com você na minha cama, na parte traseira da minha moto. Imagino como porra deslumbrante você estaria montando meu pau, usando meu corte. Cada irmão neste clube, exceto Styx e, provavelmente, Flame, querem você. Você é a cadela mais quente que eu já vi. Você tem cada um desses paus neste MC extasiados, Li, inclusive eu... especialmente eu. Você me colocou sobre


algum maldito feitiço vodu como nenhuma outra cadela jamais foi capaz de fazer." Meu coração pulou uma batida e um pânico profundo invadiu meu peito. Eu senti como se não pudesse respirar... Eu não podia respirar! Minhas mãos começaram a tremer e as palmas das mãos suavam. Rezei para que Ky não tivesse notado que alguma coisa estava errada. Suas mãos me seguraram mais apertado, e eu parei. "Li, eu quero saber se..." "Ky! Traga a porra da sua bunda para a igreja agora! Styx está pronto para cortar sua garganta!” Gritou alguém a partir do corredor e bateu fortemente na porta trancada. "Merda!" Ky cuspiu e pulou da cama, puxando as calças e camisa em rápida sucessão. Alcançou seu corte no chão, Ky empurrou para trás seu cabelo bagunçado com os dedos e saiu em direção onde eu estava deitada na cama. Ele sorriu, seus dentes mordendo seu lábio inferior quando ele olhou para mim. Colocando um joelho no colchão, Ky se inclinou e caiu seus lábios contra os meus. Eu poderia provar o meu perfume em seus lábios, e as lágrimas encheram meus olhos quando eu deixei-me desfrutar de seu toque, sua boca macia. Fugindo, Ky suspirou e segurou meu queixo, obrigando-me a encontrar o seu olhar. "Porra, Li, o que a diabos você está fazendo comigo?", ele disse e caminhou até a porta, me lançando um último olhar. Ele balançou a cabeça e murmurou, "Caído, cem porcento caído por você." Com isso, ele saiu do quarto, levando meu coração e toda a esperança com ele.


Tinha acontecido de novo... só que desta vez eu tinha perdido meu coração para a vítima. Eu tinha levado Ky para o mal. Eu tinha tomado um homem sem desejo de dar seu coração e meus feitiços o tinham preso. Eu o tinha seduzido para ele acreditar que ele me amava... mas era tudo uma ficção. Ele não me amava. Ele está sob meu feitiço. Senhor! Tudo que o Profeta David disse estava certo. Eu era uma prostituta, um diabo disfarçado. Eu cometi adultério, deitando-me com um estranho. Minha punição foi seu falso amor. Um grito de dor rasgou a partir de minha garganta. Joguei o lençol do meu corpo nu e pulei para meus pés. Correndo para o banheiro para pegar meu vestido descartado e touca, eu peguei um olhar de meu reflexo no espelho e não pude deixar de olhar. Meu rosto estava brilhando, meu cabelo bagunçado e devasso, e meu corpo estava úmido de suor, de onde nossos corpos se juntaram. As lágrimas agora escorrendo pelo meu rosto. Eu odiava esse inferno! Odiava que eu nasci assim, de Satanás. Eu odiava esses olhares,

odiava

que

o

homem

por

quem

eu

tinha

caído

tão

profundamente de amor não estava apaixonado por meu coração, minha alma... por mim! Mas por esta aparência sedutora, esta sexualidade de bronze, que derramava de cada polegada do meu corpo. Com joelhos batendo, eu me vesti rapidamente, levantando meu cabelo em um coque casual, e garantindo a minha touca no lugar. Andei para trás e para frente no chão do banheiro, meu coração despedaçando, quebrando em pedacinhos. Ky não me ama realmente. Ele estava sob meu feitiço. Ele disse isso a si mesmo, de seus próprios lábios. Era uma ilusão. Eu tinha arruinado minha pureza, minha virtude, para um


homem aprisionado por minha sedução. Eu tinha roubado sua liberdade... Eu era a pecadora, não ele. Eu era a maldita, e não os homens no clube. O que você está fazendo comigo? Eu tinha me perdido... por esse belo rosto... Como um raio, eu estava golpeado. As palavras de Ky atormentavam minha mente. O que você está fazendo comigo? Foi a minha face. Ele amava esse rosto, mas não a mulher embaixo. Ele só poderia amar esse rosto. Eu não podia respirar... Eu não podia respirar! Agarrei meu peito, me concentrei em inalar ar em meus pulmões fechados pelo pânico, mas o quarto estava tão sufocante. Eu estava imunda. Eu precisava me limpar, para orar. Eu precisava arrepender-me, buscar o perdão do Senhor, tentar lutar de volta pela minha alma das garras do diabo. Rastejando para a porta fechada, eu pressionei meu ouvido contra a madeira, tentando ouvir qualquer som. Não havia nada. Girando a maçaneta com cuidado, eu abri a porta apenas uma fração para verificar o corredor. Vozes derivaram através de aberturas a partir do salão, mas juntando minha coragem, entrei no corredor, fechando a porta atrás de mim, e fui na ponta dos pés até a saída. Eu tinha que ir para o rio. Eu não sabia mais o que fazer. Alcançando a porta de saída, eu empurrei a alça e imediatamente me senti melhor quando o ar da noite beijou minha pele quente. Verificando em torno de mim, eu não vi ninguém. Barulhentos sons de perfuração vieram da direção do portão da frente, mas eu corri pelo quintal invisível e rapidamente alcancei a cobertura das árvores. Com cada passo que eu dava, a escritura derramado de meus lábios, recitando minha vergonha. Vergonha da minha fornicação, adultério minha... minha prostituição. "Provérbios 5: 3-20. ‘Porque os lábios da mulher adúltera gotejam mel, e mais suave do que o azeite é o seu


discurso; Mas no fim é amargoso como o absinto, agudo como a espada de dois gumes. Os seus pés descem à morte, Seus passos seguem do Seol.’" Ramos bateram no meu rosto, cortando na pele. O solo duro, seco rasgado na sola dos meus pés, mas eu me mantive correndo para o rio. A água de limpeza iria me livrar da sujeira e do pecado. As águas de limpeza fariam sair o imundo. Estourando para a clareira, eu corri para a margem do rio, rasgando os laços da minha touca, e deixei imediatamente perder o meu cabelo. Minha visão estava turva pelas lágrimas não derramadas e eu cegamente estendi a mão para o zíper no meu vestido. Eu estava tão preocupada com ficar limpa que eu não consegui ouvir o farfalhar das árvores atrás de mim. Fracassei em ouvir as batidas de seis conjuntos de botas triturando através dos galhos e folhas caídas. Falhei em ouvir seis homens entrar na clareira, me cercando, homens com armas. "Rapunzel, Rapunzel, jogue para baixo seu cabelo, para que eu possa subir a escada de ouro". Minhas mãos congelaram no zíper quando eu ouvi um homem falar. Girando lentamente ao redor, eu engasguei com um grito quando fui confrontada por seis homens vestindo coletes brancos e calças jeans. O homem na frente deu um passo adiante, um homem mais velho com um estômago e barriga uma barba que cobria a pele vermelha áspera marcada por bexigas. "Precisa de ajuda com zíper, querida. Eu ficaria muito feliz em ajudá-la com isso". Eu tropecei para trás, o coração na minha garganta. Eu procurei na linha de árvores, à procura de uma fuga, mas os homens tinham fechado um círculo em mim, suas grandes armas apontadas para baixo, mas suas mãos firmemente agarrando nas alças, prontos para mirar e atirar.


"Caramba! Eles me disseram que você era uma cadela quente, mas não chegaram a dizer que era carne de primeira que eu levaria. Você é fodidamente incrível Rapunzel”. O homem sentiu ao longo de seu comprimento e lambeu os lábios. Vômito subiu na minha garganta. "Eu posso mesmo ter que provar um gosto quando a gente tiver você amarrada agradável e apertada." "Meus... meus a-amigos estarão aqui em breve," Eu tentei ameaçar, mas o homem na frente simplesmente sorriu, e os restos dos homens riram em coro. "Agora nós dois sabemos que não é a verdade, não é mesmo, querida?" "Eles vão, estejam assegurados." Os homens caíram na gargalhada, e eu entrelacei minhas mãos trêmulas. "Nenhum filho da puta vai vir dos Hangmen, docinho. Criamos um pouco agradável de distração para fazer os bastardos se trancarem em sua "igreja” ou qualquer merda que eles chamam. E eles vão estar lá um bom maldito tempo. Íamos entrar por você, menina, tudo tranquilo e em discrição, mas quando vi você correr para baixo aqui, bem, você só fez a nossa noite muito mais fácil, agora não é?" Eu respirava através minhas narinas quando ele disse: "Então, eu vou dizer-lhe o que está prestes a acontecer." Meus olhos se arregalaram quando ele se aproximou. Meu nariz picado quando peguei seu cheiro, uma mistura de odor corporal, tabaco e álcool. Quando ele chegou a mim, ele levantou a mão e passou os dedos pelo meu cabelo. Meus olhos se fecharam, e eu fiquei paralisada pelo medo.


"Fodidamente linda, querida. Pura ariana também, cabelo loiro e olhos azuis, a porra da puta ideal de Hitler. Vivendo o sonho molhado de Klan, irmão. Inferno, se eu não estivesse sendo pago uma carga de dinheiro para entregar-lhe ilesa para aqueles anormais, eu estaria levando-a de volta para o rancho comigo, mostrando a você o que é ser fodida pela raça pura." Quando ele deixou cair meu cabelo, pânico alimentou minhas pernas e eu corri para a floresta. "Pegue-a!" O homem encarregado gritou, e eu ouvi a corrida de pé no meu despertar. Eu empurrei minhas pernas mais rápido, rezando que eu pudesse fazê-las ir ao clube para obter ajuda, para obter Ky, mas quando eu estava prestes a romper a entrada para a floresta, mãos ásperas agarraram meus ombros e me empurraram para baixo, para o chão. Minhas costas bateram na sujeira dura com um baque pesado, o impacto roubando todo o ar em meus pulmões. Meus braços estavam riscados com os galhos e folhas, e todo o meu corpo doía. Eu lutei e lutei para me libertar, como Ky tinha uma vez me dito para fazer, mas o grande homem acima de mim levantou o braço e chicoteou as costas de sua mão no meu rosto. Minha visão ficou turva e o mundo pareceu inclinar para o lado. "Ponham-na no chão!", Uma voz fraca ordenou, e os meus braços e as pernas de repente pareceram chumbo. Uma folha fluindo jusante no rio chamou minha atenção, pulando por pedras e pedregulhos. Por alguma estranha razão, eu não poderia puxar minha atenção. Parecia tão simples, tão livre, em sua própria viagem para o desconhecido. "Você tem, Jep?", Perguntou uma voz baixa. O homem acima de mim grunhiu em resposta quando a folha se manteve flutuando em direção ao sul.


Mãos brutas seguraram meu rosto, e ele arrancou minha cabeça ereta. Algo foi colocado sobre minha boca, sufocando-me, mas eu estava muito atordoada para combatê-lo. Seu cheiro era forte; quanto mais eu respirei, mais sonolenta eu me tornei. "Ela está fora ainda?", Alguém perguntou da minha esquerda, e eu revirei minha cabeça em direção ao som. Um par de botas pretas perto da minha cabeça, mas tudo que eu vi foi a folha solitária no rio, à deriva pacificamente ao redor da curva e fora da vista. Eu nunca descobri o destino daquela folha, e o mundo em volta de mim começou a ficar preto. Tão profundo pânico atravessou meu corpo, uma imagem final correu para frente da minha mente, me trazendo uma esmagadora sensação de paz: o belo rosto de Ky. Seus olhos azuis brilhando, sua suntuosa boca sorrindo, seu longo cabelo loiro sujo e despenteado. O melhor de tudo, ele olhou para mim com pura adoração e amor. O rosto amável do meu Ky me manteve segura quando eu fui puxada para baixo para um abismo. Ele sempre me manteve segura. Ele sempre teria meu coração... mesmo que eu nunca pudesse ter o seu.


Capítulo Quinze ~Ky~ "Eu digo para carregar tudo o que temos e foder uma tempestade de porra para fora do rancho. Traga uma porra de um massacre nesses pintos fascistas de capuz pontudo!" Viking cuspiu e martelou com o punho na mesa para enfatizar suas palavras. Tank balançou a cabeça. "Esta não é a mesma Klan com que estávamos lidando alguns meses atrás, Vike. Johnny Landry está fora. Ele está organizado, um fodido gênio. Ele vai estar nos esperando”. Tank desviou o olhar de Viking e focou em Styx. "Ele veio aqui esta noite, soprando o portão da frente e atirando nas vadias em volta, mas em nenhum dos irmãos, é malditamente estranho. Se ele queria que nós fôssemos para Hades, ele não poderia ter conseguido todos nós, mas sua mira com uma arma é inigualável. Estamos todos ainda aqui, vivendo e respirando outro dia — essa merda foi planejada." A expressão de Styx escureceu. "Esses filho da puta acertaram a minha mulher, me fizeram louco quando eu pensei o pior. Só por isso eles vão encontrar o barqueiro... devagar, depois que eu esculpir uma porra de H no seu peito e prender-lhe um sorriso permanente”. Eu verbalizei as palavras de Styx para Tank, mas minha mente estava em outro lugar... no meu quarto com Li, meu pau enterrado profundamente na sua boceta apertada, observando que porra de cara impressionante dela sob mim. Olhos fechados, a boca ligeiramente aberta enquanto ela gemia meu nome em sua voz ofegante, provocando meu pau. Ky... Eu te amo... Ky... Ky... "Ky!" Alguém gritou, me pegando olhando para o porra do espaço, sonhando acordado.


Eu segui a voz para encontrar Bull e seu rosto totalmente tatuado no estilo Maori olhando para mim, com os braços bombados cruzados sobre o peito. Ele acenou com a cabeça na direção de Styx. Quando eu enfrentei o meu melhor amigo, ele estava fodidamente

para

me

assassinar

com

os

olhos.

Eles

estavam

suspeitando também, e meu estômago caiu. Ele vai cortar o meu pau com uma lâmina sem corte quando ele descobrir que eu tinha fodido Lilah. Tank tossiu e disse: "Como eu estava dizendo, algo maior está vindo. Isso de IED no portão era uma distração”. Styx estalou os dedos, e eu segui suas mãos. "Você já fez esta merda com eles quando você estava com a irmandade. O que eles estariam fazendo? E o que diabos eles querem de nós? Pensamos que Landry não queria vingança por tirar seus homens alguns meses atrás?" Tank balançou a cabeça. "Não acho que ele queira. Esses idiotas eram garantia, soldados de nível inferior. Landry não dá a mínima por o enviarmos para Hades, você ouviu tanto quanto eu no comício. O idiota provavelmente pensa que nós salvamos seu emprego. Ele limpou o Klan, tanto quanto o meu contato diz. Livrou-se de todos os pescoços vermelhos e recrutou verdadeiros soldados". "Soldados de verdade?", Perguntou Smiler. Tank assentiu. "Coloque desta maneira; como Hitler, ele usou seu vândalos, camisa pretas idiotas para levá-lo a ser o Grande feiticeiro, tirando qualquer um em seu caminho, e agora ele está eliminando-os, matando-os a sangue frio, assim como Hitler fez, e ele está trazendo uma ordem superior de camisas pretas..." Todos olharam para ele como se ele fosse estúpido. Eu nunca prestei nenhuma atenção a história européia na escola, estando muito ocupado sendo conduzido pelo meu pau e aprendendo a ser um Hangmen.


Tank suspirou. "Filhos da puta da SS — escalpeladores, vidrados em morte — os bastardos realmente sádicos que parecem e acreditam nesse maldito mundo ariano. Assim como os que não tinham problema em torturar e assassinar judeus e qualquer outro filho da puta de que não gostavam na Segunda Guerra Mundial, os soldados vão fazer tudo o que diz Landry. Landry, para eles, é o seu Führer. Estamos falando de ameaça real para o clube aqui, Styx. Esta nova Klan que Landry está fazendo realmente poderia foder com a gente... se já não tiverem começado". Houve um silêncio em torno da mesa como as palavras de Tank. Mais ameaças. Fodidamente grande. "Então por que toda essa teatralidade do caralho? Por que o IED? Por que a distração?" Eu perguntei e me inclinei para frente, observando quando Tank passou a mão sobre sua cicatriz em haste. Landry tinha ordenado que ele fosse marcado quando Tank perdeu a fé no Reich e quis sair. "Algo maior está vindo. Eles nos querem chateados. Eles querem que a gente vá por eles. Parece como se eles estivessem se preparando para começar uma guerra." Uma cadeira derrapou no piso de madeira, batendo contra a parede. Flame levantou-se, com os punhos cerrados, novos cortes em seus braços. "Então vamos para a fodida guerra! Eu não poderia dar uma foda voando sobre aqueles filhos da puta assassinos de judeus. Eu vou fodidamente matá-los todos, eu mesmo. Deixe-os tentar pegar os Hangmen distraídos. Eles foderam com o meu clube... meus irmãos... minha Madd...". Flame congelou, cortando suas palavras antes que pudesse dizer mais, seus olhos negros loucos muito abertos. Seu pescoço tatuado ficou tenso e seu rosto ficou um vermelho carmesim antes que


ele soltasse um grito alto da porra e alcançasse suas botas, tirou uma lâmina e jogou-a contra a parede. Vike e AK se levantaram e foram ficar perto de um Flame ofegante, um de cada lado, flanqueando-o em apoio. Cowboy e Hush seguiu, os cinco fodidos fervendo de sede de sangue nazista. Eles eram um maldito quinteto psicótico agora? Styx levantou-se e bateu com o punho na mesa; todos os olhos dispararam em linha reta no prez. Seus olhos brilharam para mim, e eu esperei ele sinalizar. "Recebo que vocês estão prontos para lutar. Eu estou com vocês, irmãos. Vamos começar nossa vingança contra os nazistas, mas agora, eu estou com Tank e eu digo que vamos esperar. Ver o que diabos os neonazistas estão fazendo. Obter informação, planejar, em seguida, esmagá-los ao pó quando for a hora." Tank, Bull, e Smiler todos assentiram em acordo, e o pior, sem dúvida, o garoto mais fodido do bando no mundo, sentou se acalmando. "Tank, o que me diz desse contato que você tem? Por que ele está desistindo da Klan? Você acha que ele está jogando conosco? Alimentando-nos com merda?" Styx sinalizou quando me dirigi a Tank. Tank balançou a cabeça. "Nah, ele é legítimo, prez. O irmão encontrou uma cadela, a quer, e ela não há nenhuma porra Ariana. Se Landry descobrir que um de seus oficiais está com uma latina, uma maldita princesa do cartel, ele está morto. Ele fará qualquer coisa para ver esses filhos da puta derrubados... não. Temos uma linha quente de informação, enquanto ele mantém sua merda pessoal escondida". "Princesa do Cartel?" AK questionou. Tank deu de ombros. "Nunca tive mais detalhes do que isso. O irmão não é de compartilhar, mas, sim, ela é princesa de um cartel, ou


alguma merda. A porra do Nazi e uma mestiça. Merda como conto de fadas real, hein?", Disse ele sarcasticamente. Styx se recostou na cadeira e suspirou, olhos no teto. Os irmãos e eu a assisti-lo, à espera de instruções. Finalmente, ele se inclinou para frente, com os cotovelos sobre a mesa. "Tank, entre em contato com seu irmão neonazista e descubra porque diabos não temos um portão da frente e três cadáveres do caralho em nossas mãos. Vamos esperar, planejar o fim do jogo e, em seguida, tomar esses bastardos mortos. Sim?" "Sim," eu prometi, juntamente com todos os irmãos, indo ao redor da mesa, um por um. "Hoje à noite nós tomamos turnos para proteger o complexo. Levem suas cadelas para o clube. Estamos no bloqueio até que nós saibamos onde estamos. AK, Cowboy, Vike, e Hush, vocês tomam o primeiro turno. Flame”. Styx pausou em Flame e balançou a cabeça lentamente. Styx suspirou. "Você vigia Maddie." Flame relaxou e olhou para a porta. O irmão estava ansioso para voltar a ficar de guarda do lado de fora do apartamento de Styx. Styx martelou o martelo sobre a mesa e os irmãos se mudaram, Tank com seu celular para sua orelha, pedindo informação. Eu pulei da minha cadeira tão rápido quanto possível e me virei para a porta, mas as mãos de Styx agarraram meu corte por trás e eu fui arremessado contra a parede. "Que porra é essa!", Gritei. Styx estava louco da porra de chateado, seus olhos loucos. "EE-Eu disse p-p-para v-você p-p-permanecer com s-seu p-pau fora da cc-cadela! V-você fez de-dela sua p-prostituta, p-p-porra!"


Prostituta? Essa raiva passou por mim, e eu empurrei o peito de Styx, batendo-o contra a mesa. Em segundos, eu estava em cima dele, minhas mãos segurando a borda de seu corte. "Irmão ou não, melhor amigo ou não... prez ou porra de não, se você falar sobre Lilah assim novamente e eu vou te esfaquear através do seu coração, porra!" Styx olhou para mim, e eu me preparei para uma luta, mas, em seguida, um sorriso de sacana se espalhou no seu rosto e eu recuei em confusão. "Que porra você está sorrindo? E o que diabos foi aquilo?!” Eu bati. Styx se levantou e veio ficar bem diante de mim. "V-você fodidamente a-ama a c-c-cadela." "Cale a boca, Styx", eu respondi, o meu peito tão apertado como uma boceta virgem. Styx riu. "M-merda. V-você a a-ama. N-nunca pensei que v-veria esta porra de d-dia”. Caminhando de volta, eu descansei minhas costas contra a parede, os braços cruzados sobre o peito. Olhei para cima para Styx, que estava olhando para mim como se eu fosse uma aberração. "Tudo bem, eu fodidamente amo a cadela peregrina. Você está feliz? Não posso mantê-la fora da minha cabeça. Não posso ver ninguém, apenas ela”. Eu ri com descrença e corri minha mão para baixo pela minha barba. "Ela fez a porra de uma lavagem cerebral em mim, sem dúvida ama a Jesus mais do que eu. Aleatoriamente atira-se no chão, gemendo alguma merda religiosa que eu não consigo entender o sentido. Ela se veste e fala como se ela apenas tivesse fodidamente saído do filho da


puta do Mayflower4. Mas essa cadela brilha assim fodidamente brilhante para mim eu não posso cair fora dela. Ela está sob minha pele, prez. Eu estou assim tão fodidamente caído pela cadela que eu vou enlouquecer se eu não estiver perto dela. E agora que eu estive dentro dela, eu estou acabado”. Styx ergueu as sobrancelhas e deixou cair o sorriso. "E-ela fez amor com v-você?" "Sim", eu respirei e passei a mão pelo meu cabelo, rindo. "Sim, ela fez. Porra... ela me ama." Styx assentiu e pôs a mão no meu ombro. Encontrei seu olhar. "Como diabos isso aconteceu? Eu amo ela, Styx. Ela é a porra da minha dona. Eu! O meu velho deve estar se revirando no túmulo frio". "M-Mae me detém, i-irmão. F-Foda c-com o-o q-qu-que nossos pais disseram ou f-fizeram. Eu não m-mudaria estar com M-Mae por ne-nenhuma m-merda". Segurando de volta a minha cabeça, eu suspirei e disse: "No amor com uma cadela assim, retirados desta vida, não é engraçado? Como ela nunca vai ser uma old lady... Estamos condenados, Styx; ela está buscando ser salva. Ela não vai encontrar nenhuma salvação com Hades". "M-Mae a-a-achou. M-melhor com a gente do que com o-o cculto. E-ela vai lidar c-com i-isso". "Mae é diferente de Lilah. Ela correu. Li queria ficar. Mae tentou aprender esta vida, queria por você. Li está com medo de sua própria sombra maldita. Mae não tem sua fé mais, Styx. Li ainda vive para essa merda, brotando palavras da escritura como um pastor."

4

Navio com os peregrinos para os Estados Unidos em 1620.


"E-ela

precisa

de

t-tempo.

E-ela

vai

v-vir

a

n-nós

eventualmente", assegurou e me deu um soco no braço. "V-vai estar com e-ela. N-Nós temos v-vigia em um p-pouco de tempo." "Sim", eu respondi e empurrei para fora da parede. Styx, de repente virou-se. "N-não f-foda ela m-mais", alertou. Minha mandíbula apertada. "Foda-se, Styx." Ele sorriu novamente e disse: "Puto-fodido!", em seguida, o porra saiu. Se eu não quisesse foder a minha mulher de novo tanto, eu teria ido atrás do puto apenas para enfiar meu punho na sua boca de chupar pau. Quando entrei no bar, o lugar estava ficando ocupado, irmãos e cadelas em todos os lugares. Todos seguros, o que é uma porra de deleite. Praticamente correndo para o meu quarto para chegar a Li, eu irrompi pela porta. "Baby, eu estou de volta. A tempo para foder sua bunda nua de novo!" Fechando a porta, virei-me para a cama, mas Lilah não estava lá. Os lençóis estavam por todo o maldito lugar onde tínhamos feito amor, mas ela não estava à vista. "Li? Você está no banheiro?" Eu gritei para a porta parcialmente fechada. Sem resposta. Franzindo a testa e com uma sensação de aperto começando a enrolar no meu peito, eu caminhei para o banheiro e empurrei a porta. Nada. As roupas de Lilah, que ela tinha deixado no chão, tinham desaparecido — o vestido terrível e a porra da touca.


Mae. Ela estaria com Maddie ou Mae. Corri fora da porta, pelo corredor até o quarto de Styx, martelando na porta. Eu poderia ouvir gemidos e grunhidos vindos de dentro, então os palavrões de Styx invadindo até a porta. A porta se abriu e Styx estava abotoando a braguilha. "O-o que?", Ele rosnou para mim, uma expressão puta em seu rosto. "Lilah está aqui?", Perguntei. Styx franziu a testa e balançou a cabeça. "Ela não está no meu quarto”. “Voltei e ela não estava na cama e suas roupas sumiram. Eu pensei que ela estaria com Mae”. A carranca de Styx virou-se para preocupação, e de repente Mae estava na porta, envolta em um lençol, seu cabelo preto bagunçado e seu rosto corado. "O que está errado? Onde está Lilah?" Mae perguntou, em pânico. Passando minhas mãos pelo meu rosto, eu olhei para cima e para baixo no corredor e disse, "Maddie?" Mae assentiu nervosamente e agarrou o braço de Styx. "Você vai e olha lá agora, Ky, e nós vamos nos vestir e vamos em seguida". Eu não demorei um segundo a mais e parti para a escada. Esmagando através da porta de metal, eu dobrei as escadas para ver Flame sentado em sua cadeira no topo. Ao ouvir a minha abordagem, ele saltou de sua cadeira, suas lâminas ao seu lado, prontas para atacar. "Calma, porra. Sou eu”, eu disse e subi as escadas de dois em dois. Quando cheguei ao topo, eu disse, "Lilah esta lá com Maddie?"


Flame olhou para a porta como se ele pudesse ver através dela e disse: "Não que eu saiba." Girei e bati na porta. "Maddie! É Ky. Abra". Flame moveu atrás de mim até que ele estava praticamente nivelado contra minhas costas. "Flame, se afaste porra. Eu não tenho tempo para a sua loucura agora”. “Eu não estou me movendo para nenhuma parte, filho da puta. Certifique-se de que você não vai assustar a cadela”. Flame girou a lâmina em suas mãos perto do meu rosto. "Ela grita, eu vou fazer você gritar." Rangendo os dentes, eu me mudei para enfrentar Flame, mas passos na escada puxaram minha atenção. "Flame! Por favor, saia!" Gritou Mae, subindo a escada vestida com seu traje de costume, camisa preta e calças de brim, Styx seguindo atrás. "Maddie não vai abrir, e eu estou a ponto de matar esse boceta se ele não voltar a se foder no seu lugar!" Eu assobiei, nunca quebrando o olhar de Flame. "Flame! Eu preciso chegar lá para Maddie e Lilah. Por favor, deixe-me passar!" Gritou Mae. O psicótico grunhiu em resposta e deu um passo para trás, batendo as costas na parede. Mae girou a maçaneta e empurrou. Maddie estava no meio da sala, olhando timidamente em direção à porta. "Maddie! Lilah está aqui com você?", Perguntou Mae. Maddie balançou a cabeça, seus olhos verdes enormes enquanto ela olhava para o grupo reunido no corredor.


Mae olhou para nós e ela ficou branca. "Styx?", Ela sussurrou, a porra de uma desolada expressão em seu rosto. "Irmã?" Maddie sussurrou seu lugar atrás de Mae, vestida como Lilah em seu vestido longo cinza. Mae olhou para Maddie. "Sim?" Mae engoliu em seco e lágrimas apareceram em seus olhos. "Onde está Lilah? Aconteceu alguma coisa com ela?" A respiração de Maddie engatou e ela tropeçou para trás. "Eles estão de volta para nós? O Profeta David retornou e veio nos levar de volta para sermos salvas?" A voz dela cresceu em volume e ela chorou. "Eles pegaram Lilah? Eles recapturaram Lilah?" Mae saltou para frente e segurou uma Maddie balançando em seus braços. "Não! Eles não retornaram. Eles se foram, irmã”. Maddie puxou para trás e balançou a cabeça. "Não! Profeta David disse que voltaria se fosse morto. Ele estava para ser ressuscitado para buscar vingança sobre aqueles que o enganaram! Ele retornou, Mae! Eu sei, e ele tomou Lilah! Mae, eles vão matá-la. Eles farão um exemplo de sua deserção!" Maddie estava quase gritando agora, e Flame estava perdendo a merda atrás de nós, andando, um constante e fodido grunhido baixinho. Eu não estava muito atrás, ouvindo a merda que vomitava da boca de Maddie. Esse culto tinha fodido completamente a cabeça dessas cadelas. Mae virou a cabeça para olhar para nós enquanto ela tentava acalmar Maddie em seus braços. "O rio. O único outro lugar que ela poderia estar é o rio”. Eu estava descendo as escadas antes de Mae terminar a frase, Styx me seguindo. Esmaguei através da saída e corri pelo quintal. AK, Vike, Cowboy, e Hush tiraram suas Uzis.


"Porra! Nós quase atiramos em vocês!" AK gritou, mas Styx e eu não paramos. "Onde você vai?", Ele gritou, mas eu estava muito ocupado rompendo a linha de árvores, o meu coração fodido correndo mais rápido com cada passo. Por que diabos ela viria para o rio quando tinha acabado de ser atacada? E se alguma coisa tinha acontecido? Eu quase tropecei quando eu entrei em pânico que poderia ser porque nós fizemos amor. Merda! Eu podia ouvir vários conjuntos de pés me seguir agora enquanto eu corria pela floresta, ignorando os galhos chicoteando e arranhando meu rosto. Eu continuei para o caminho de terra que conduz ao rio, empurrando minhas pernas para se moverem mais rápido, quando ouvi o ruído da água na distância. "Lilah!", Eu gritei quando eu rompi a linha de árvores à margem do rio. Mas não havia nada. Corri para a extremidade, olhando para baixo, dentro da água, a corrente áspera e forte. "Foda-se!" Eu gritava, minhas mãos sobre minha cabeça. Styx agarrou meu braço e me puxou para perto. Eu sabia que seu olhar estava questionando. "Ela porra vem aqui para rezar, em seguida, vai limpar-se ou alguma merda." A expressão de Styx endureceu e ele me liberou para começar a procurar pela água. Corri cerca de vinte e cinco jardas e reconheci a ladeira onde Lilah colocava suas roupas. Olhos para o chão, eu procurei cada polegada... e meu coração caiu quando eu vi um pedaço branco de material escondido debaixo de uma pedra. Curvando-me, eu puxei o material, libertando-a da rocha e eu peguei a touca de Lilah.


"Não!" Eu gritei, cabeça inclinada para trás em fúria, e apertei o material em minhas mãos. AK, Vike, Cowboy e Hush se aproximaram, Uzis altas enquanto eles vasculharam a área. Meus joelhos estavam fracos, e antes que eu percebesse, eu estava no chão, a porra da cabeça entre os joelhos. Styx ajoelhou-se diante de mim e colocou a mão no meu ombro. Olhei para cima e estendi a touca. Falei com voz áspera "Ela estava aqui, prez. Ela estava aqui, porra”. Senti o material em minha mão e olhei para o rio. "E se ela fodidamente se afogou?" Tudo o que eu podia sentir era um enorme buraco no meu peito onde meu coração deveria estar. Eu me senti como se eu não pudesse respirar. Lilah, minha Lilah, a porra da minha peregrina loira... A minha old lady, se foi. "Ky!" Alguém gritou, e eu vi Styx virar a cabeça nessa direção. Mas tudo que eu podia fazer era olhar naquele maldito rio e pensar sobre a minha cadela. Lilah... baby... Um apito familiar me chamou a atenção. Olhei à minha esquerda para ver AK agachado em outro caminho de terra, que levava para a estrada. Styx sinalizou para eu me aproximar. Pulando para cima, eu corri para onde todos estavam reunidos. AK olhou para cima e apontou para a sujeira. "Pegadas. Um monte delas". Inalei uma respiração irregular, AK se levantou, seus olhos se estreitaram. "As pessoas estavam aqui embaixo, Ky. Parecem ser cerca de cinco ou seis homens, a julgar pelo tamanho das pegadas". "Como você sabe tudo isso?", Perguntou Hush. “Seis viagens turísticas pelas forças especiais", AK respondeu.


"Quem quer que seja não é inteligente o suficiente para cobrir as pistas”. Ele se ajoelhou novamente e inclinou a cabeça. "Porra!" "O quê?" Eu bati. AK olhou para mim. "Dois pares de pegadas são mais profundas." Ele se levantou e, furando as bordas do caminho, aproximou-se cerca de dez jardas para as árvores. Ele balançou a cabeça para si mesmo, em seguida, disse: "Eles estavam carregando algo para lhes dar mais peso”. AK encontrou meus olhos e exalou. "Algo que pesava cerca de 45 kg eu diria”. "Lilah", eu sussurrei. "Os filhos da puta a levaram." Um rugido zangado dividiu o silêncio da margem do rio. Virando-me, eu vi Styx fodidamente furioso, boca e músculos tensos. Fixei minha atenção de volta para AK, eu tentei manter a cabeça no lugar e perguntei: "Há qualquer outra coisa que você possa ver?" AK franziu a testa enquanto ele estudou as pegadas, em seguida, sua expressão mudou e sua cabeça se levantou. "Botas militares. Algumas botas militares pesadas. E cigarro”. AK pegou um cigarro meio fumado e balançou a cabeça. “Ainda quente, mas frio o suficiente para me dizer quem quer que seja está muito longe com Lilah.” "Quem diabos estaria vestindo botas assim por aqui?", Perguntou Cowboy. "N-N-nazistas", uma voz soou do lado. Todos nós olhamos para Styx em estado de choque. Ele tinha falado novamente. É assim que o irmão estava chateado. Seu medo de falar foi ultrapassado por pura raiva. "Ele está certo. Todos os fodidos do caralho estavam com ela", disse Vike, e eu fechei os olhos.


"A distração", eu disse, tudo agora fazendo uma porrada de sentido. Todos os olhos se viram a mim. "Foda-se!" Gritou Viking. "Tank. Eu preciso falar com Tank”, eu disse e parti correndo pela floresta. Assim quando eu quebrei através de o quintal, Tank, Bull, e Smiler já estavam vindo para nós, rígidos como pedras. "Tank!" Eu gritei. "Fascistas. Esses filhos da mãe levaram minha cadela!" Tank empalideceu e jogou a cabeça para trás. "Porra!" Todos os irmãos começaram a se reunir no pátio, todos olhando para Tank, à espera de informação. Minha pele estava em fogo com a necessidade de perseguir a cauda e pegar minha mulher de volta em meus braços, onde ela pertencia, mas eu não tinha porra de idéia de por onde começar. E o que diabos a Klan quer com ela? Como diabos eles sabiam que ela estava aqui? "Minha fonte, Tanner, ouviu Landry encomendar o último de seus adeptos de porra de pescoço vermelho para se moverem contra nós, para nos distrair com o IED, em seguida, extrair a cadela bonita" Um Tank hesitante olhou para Styx, que tinha se mudado ao meu lado, e seus olhos se encolheram. Styx empurrou o queixo em Tank, sinalizando para ele continuar. Tank suspirou. "Para tirar a old lady do Styx. Eles foram informados de que saberiam quem ela era porque ela parecia uma supermodelo maldita. Mae era o alvo. Ele não sabia mais do que isso”. Minha mente correu e adrenalina bombeou através de minhas veias. Foda-se, isto deve ser o que Flame sente 24 horas por dia. Eu


queria matar, assassinar cada bastardo que fodeu com a minha mulher. Styx era uma estátua ao meu lado, mas eu sabia que ele estava oscilando à beira de perder a sua merda, pronto para ir apanhar e fatiar os nazistas. "O que eles querem com ela? O que ela significa para Landry?" Tank balançou a cabeça. "Tanner não sabia. Ela não seria levada para a sede da Klan, isso é certo. Parece que foi uma corrida por dinheiro. Veio de fora. Alguém a queria e, sem dúvida pagou uma tonelada de merda para a Klan para realizar o trabalho sujo. Quem quer que fosse não queria que soubéssemos que eram eles”. Eu dei um passo para frente, rapidamente perdendo meu último pingo de paciência. "Precisamos de um nome, um local, algo para sair. Nós vamos conseguir isso, nem que eu tenha que foder todo o problema indo para a sede da Klan com um filho da mãe de um lança-chamas na mão e um arsenal de semi-automáticas para rasgar a porra do lugar”. Tank passou a mão sobre sua cicatriz, olhos no chão, quando ele pensou nessa merda completamente. Eu nunca quebrei meu olhar sobre o irmão, pensando em algumas maneiras criativas de cortar as gargantas dos malditos nazistas. Tank finalmente levantou a cabeça e dirigiu-se a Styx. “Tanner nos dá essa informação e ele está morto. Temos que dar-lhe a nossa proteção. Inferno, nós vamos ter que mantê-lo escondido aqui. Eles vão linchá-lo se eles descobrirem que ele desistiu de seus negócios, e conhecendo Landry, ele vai descobrir. Eu não vou perder um dos meus melhores amigos sem fazer tudo em meu poder para cobrir sua bunda em primeiro lugar." "Ele pilota?", Perguntou Bull.


"Como um morcego filho da mãe fora do inferno," Tank respondeu. "O bastardo é muito forte e um gênio da porra. Pode cortar qualquer coisa, obter informação de qualquer um, a qualquer hora. O irmão tem habilidades... habilidades que poderíamos usar. Temos mais inimigos em nossa porta do que podemos contar. Tanner poderia ser um “ativo dourado” da porra”. "Por que alguém foda assim está na Klan?", Perguntou Smiler, a pergunta que eu tenho certeza que todos nós queríamos fazer. Os olhos de Tank se estreitaram quando ele olhou para cada irmão. "Seu velho levou-o até o Poder Branco e a odiar cada filho da puta. Ele está profundamente enraizado no Texas Klan, nunca conheceu nada diferente. Não tenho certeza que como todos eles ficariam fodidos se ele os deixasse. Ele é o seu maldito filho de ouro." "Quem é o velho homem, Hitler?" Vike tentou brincar, mas a mandíbula de Tank apertou e ele balançou a cabeça. "Sua linha de família não é do conhecimento público e é como ele gosta." Styx saiu de sua posição congelada e andou para frente, sinalizando, "Primeiro: Você é um Hangmen amigo deste foda racista; Segundo: então é melhor você começar a compartilhar. E irmão, isso não é um pedido." Foi a primeira vez que eu tinha visto Tank chateado com Styx, mas sabendo que Styx não estava a fim de falar besteira, ele respondeu. "Às vezes você é uma puta merda, Styx. Uma boceta maldita! Eu jurei que nunca ia contar! O cara fez uma tonelada de merda para mim quando eu queria sair da Klan, e se não fosse por ele, eu teria ficado com o barqueiro e agora queimaria no inferno”, Tank assobiou. Styx permaneceu estóico e cruzou os braços sobre o peito, uma expressão dura e expectante em seu rosto. Ninguém no clube fodido discutiria com o Hangmen Mudo.


"Porra! Bem! Seu velho é... o governador Ayers”, Tank cuspiu friamente. "O governador Ayers é um nazista?", Perguntei com força, os olhos de Styx aumentando. Aquele cara controlava todo o Texas. E nós pagamos-lhe uma tonelada de merda verde anualmente para ignorar nossos negócios. Inferno, nós fomos para a guerra com o Poder Branco, temos federais e policiais de repente vindo em nossa direção de todos os ângulos da porra. "O maldito controlador de todo o fudido Texas", disse a Tank. "O cara é um dos líderes para todos os Estados Unidos" "Foda-se!" Vike cuspiu, e os ombros de Tank caíram. "O quê?", Eu perguntei a Tank. "Isso não é tudo." "Então, porra fale!" Styx sinalizou, toda a sua paciência se foi, e eu jurei que Tank estava realmente tentando enviar o prez ao barqueiro. Bull colocou a mão no ombro de Tank, segurando-o de volta quando Styx sorriu, provocando o irmão para sequer tentar. Algum filho da puta queria sequestrar Mae. Styx não estava para ser fodido agora... e nem eu. Eu estava com Styx por todo o caminho. Esses filhos da puta da Klan levaram a minha cadela. "O irmão caçula do governador Ayers é Johnny Landry... Landry é tio de Tanner. Uma porra real de assunto de família". Os irmãos divididos entre ficar incrédulos e crises de xingos, mas cansado dessa merda, eu empurrei Styx e enfrentei Tank. "Chega dessa besteira! Obtenha este irmão fascista aqui... agora! Recebemos a informação que precisamos. Em seguida, atacamos os bastardos. Parte de nós busca Lilah, outra protege Mae e Maddie, então lidamos com as consequências mais tarde. Temos mais ligações do que a porra terá. Os Hangmen não são apenas de âmbito nacional; nós somos a porra


internacional. Temos milhares de conexões que o Governador só poderia sonhar. Esse pau precisa nos temer. Somos a mãe porra dos Hangmen!" Os irmãos em torno de mim balançavam de um lado para o outro, murmurando o seu acordo, cerrando os punhos eles estavam chateados e eles estavam comigo. Olhei por cima do meu ombro para Styx. "Prez? Você vem?" Os olhos de Styx queimaram como fogo, e ele concordou. Eu fui em torno de cada um dos meus irmãos, todos assentiram a cabeça em concordância. Flame estava na parte de trás, o irmão tinha acabado de sair para o quintal. Ele já estava andando, sedento de vingança, todos os músculos empilhados em seu corpo apertado com fúria. O sorriso de gelar o sangue — as gengivas onde se lia DOR — que espalharam em seu rosto quando eu olhei para ele por uma resposta que disse-me o que eu precisava saber. Mas então eu peguei alguém atrás de Flame, alguém com cabelo preto e um par de olhos de lobo... uma pequena cadela cujo coração estava fodidamente quebrado. "Mae", eu disse, exasperado. "Não é possível estar aqui fora. Você sabe disso. Negócios do Clube". Styx, depois de ouvir-me dizer o nome de Mae, passou através dos irmãos para levar sua cadela em seus braços. Seus olhos enormes e cheios de lágrimas olharam para ele. "Alguém tomou Lilah?", Ela perguntou, devastação em sua voz. Senti meu coração rachar junto com o dela, bem no meio. Merda. Era por isso que as old ladies eram mantidas afastadas. Elas não precisam saber de merda até que não houvesse uma merda para que elas soubessem. Styx assentiu com a cabeça em direção a sua old lady apreensiva, e eu o assisti sinalizar, "Nós vamos trazê-la volta, e nós


vamos matar os putos responsáveis. Baby, eu juro, nós vamos obter a sua irmã de volta." Mae engoliu com medo ao ver seu homem tão chateado. Ela desviou o olhar. Então, seu olhar encontrou o meu. Mais lágrimas caíram por suas bochechas, e ela estendeu a mão, gesticulando para eu ir com ela. Styx observava com uma carranca e agudamente empurrou o queixo para eu me aproximar. Limpando minha garganta de um enorme pedaço de porra de entupimento da minha traquéia, eu lentamente passei à frente e tomei a mão de Mae apertado, lambendo meus lábios enquanto eu criava coragem para olhar nos olhos dela. Todos os irmãos ficaram em silêncio... mesmo Flame. Ky, recomponha-se, porra, eu disse a mim mesmo. Mantenhase inteiro para a sua mulher. Vai recuperá-la. Nada de ruim aconteceu com ela. "Ky?", Disse Mae baixinho quando eu esperava que ela me rasgasse de novo. "Traga-a de volta para nós. Para mim, Maddie... para você..." Ela parou de falar, e eu pensei que o inferno deve ter congelado ou alguma merda. Mae tinha me avisado para me afastar de Lilah mais vezes do que eu poderia contar, mas aqui ela estava me dando sua bênção? Que, porra... Um triste e esmagado sorriso brincou nos lábios trêmulos de Mae. "Você a ama." Não era uma pergunta, e todos nós sabíamos que era a verdade, porra. Sim, eu tinha no clube uma porrada de bocetas de vagabundas. Inferno, apenas essa fodida entrou sob a minha pele... uma mulher prendendo-me para baixo e realmente ficando em mim para mais do que apenas o meu pau.


"Sim, eu fodidamente a amo", eu disse asperamente. "Mais do que a minha vida maldita. Aquela vadia é tudo. Cada fodida coisa". A mão de Mae apertou a minha e ela deu um suspiro trêmulo de alívio. "Ela ama você também." Meu porra de peito ferido tão apertado que eu não poderia respirar. Ela me amava. Ela me amava. Ela me amava. "Você a salvou, Ky. Dia após dia, você estava salvando-a. Eu vi. Eu não gostava no começo, pensei que você acabaria por magoá-la, mas não o fez. Na verdade, você estava realizando o impossível”. De repente, ela engatou uma respiração, e sugando um pouco de força de algum lugar, ela acrescentou, "Lilah precisa de você para salvá-la de novo agora, Kyler. Ela precisa de você para salvar a vida dela... Nós todas precisamos”. Os olhos de Mae caíram e ela sussurrou: "Eu te imploro para salvá-la". Descendo, eu dei um beijo na parte de trás da mão de Mae e disse: "Eu prometo a você, docinho. Eu vou salvar minha mulher... ou eu vou fodidamente morrer tentando."


Capítulo Dezesseis ~Lilah~ "Acorde, acorde, loira!" Acordei com um sobressalto. Um forte cheiro de amônia encheu minhas narinas, forçando-me a sentar para evitar o odor pútrido. Cada parte de mim doía. Minha cabeça doía, eu me esforcei para abrir meus olhos, mas eu era incapaz de mover meus braços e pernas, porque eles estavam amarrados com corda. Meus olhos abertos, meu coração começou a correr pelos homens estranhos do rio assentados diante de mim, sorrindo provocantes, enquanto eu me sentei junto com eles em uma caixa escura. Aquele com cabelo marrom gorduroso, estendeu a mão e passou as mãos ásperas e secas pela minha perna. Lágrimas encheram meus olhos. De repente, uma batida forte soou na parte traseira da caixa metálica, e eu percebi que estava em uma van. “Fiquem prontos. Os compradores estarão aqui em dois minutos”. Compradores? Franzindo a testa voltei minha atenção para os homens sentados diante de mim. O homem que estava acariciando minha perna suspirou pesadamente e puxou seu toque. Eu exalei lentamente,


aliviada quando ele sinalizou para seus homens para mover para fora da van. As portas se abriram e imediatamente se fecharam, prendendome no veículo escurecido. Eu freneticamente tentei pensar o que fazer. Quem eram os homens? O que eles querem de mim? Qual seria meu destino? Apertando os olhos fechados, eu tentei suprimir o soluço viajando até minha garganta, mas não consegui quando um grito deslizou pelos meus lábios e a água começou a derramar como uma cachoeira dos meus olhos. Eles iam me matar? Ou... levar-me contra a minha vontade? O rosto de Ky passou diante dos meus olhos, e outro soluço rasgou livre. Ele estaria procurando por mim? E Mae e Maddie, elas estariam assustadas? Será que qualquer um dos Hangmen saberia onde procurar? Será que eles sabem a identidade dos meus captores? Eles não o faziam, não é? Eu estava perdida para eles. Eles não sabiam que eu tinha ido ao rio para orar. Ky... Ky pensaria que eu fugi... De repente, com o rangido alto de moagem de metal contra metal, as portas duplas na parte de trás da van abriram, e o homem de cabelos castanhos que tocou minha perna esticou o braço forte e apertou sua mão em torno da corda aos meus pés. Eu mexi tentando fugir, mas não havia nenhum lugar para ir. Com um puxão todopoderoso, o homem arrastou a minhas pernas para frente, então agressivamente me levantou fora da van, me liberando uma vez passadas as portas. Eu bati no chão de cascalho com um baque, meu rosto arranhando a sujeira. "Aqui, uma cadela bonita encontrada no complexo Hangmen," meu captor disse secamente. Ouvindo o arrastar de pés por minha cabeça, eu olhei para cima para ver vários homens me cercando, mas da minha posição, eu


não podia ver quem. Sentindo uma mão correr sobre o meu cabelo, eu endureci. "Esta não é ela!" Alguém agarrou. "Você foi para recuperar uma mulher com cabelo preto, a mulher que pertence ao Styx, o presidente!" Medo correu por meus membros. Mae? Os captores foram tentar pegar Mae. "Nossas instruções eram para levar a cadela mais quente no complexo. Todos nós concordamos que era ela. A cadela fez sua captura fácil também. Lá no rio, brotando toda merda de tipo religioso, apenas esperando por nós para mostrar-se." Dedos fortes enrolaram no meu bíceps e eu fui arrastada para ficar de pé. Deixando um lamento doloroso deixar minha boca, eu apertei meus olhos fechados no tiro de agonia através do meu braço. Eu balançava incerta enquanto eu lutava por meu equilíbrio com pés amarrados. Um silêncio tomou conta de mim, ouvi corujas vaiando e grilos cantando. Minha respiração pesada soando como um furacão na quietude. Eu bravamente abri meus olhos e todo o ar dos meus pulmões batendo do meu peito, deixando-me vazia, assustada... em estado de choque total e absoluto. Cinco caras me encararam. Cinco homens vestidos com túnicas brancas sagradas, todos com cabelos longos e barbas de várias cores. Cinco rostos que eu reconheci, suas identidades gravadas em minha mente. Mas dois deles eram idênticos... Eu estava tão confusa. Meus

olhos

abaixaram

e,

com

uma

voz

cumprimentei: "Pai, Irmão Luke, irmão Micah, irmão..."

trêmula,

eu


Eu parei, sem saber o que dizer em saudação aos outros dois homens. Um dedo deslizou abaixo do meu queixo e levantou meu rosto. Eu estava reunida com os olhos castanhos do irmão Cain. Mas esses olhos pareciam mais duros do que da última vez que o vi todos esses meses atrás. Sua boca parecia dura. Ele parecia mudado. "I-irmão Cain...", eu sussurrei. Irmão Cain balançou a cabeça e mostrou os dentes. "Eu sou o irmão Judah, prostituta”. Ele apontou para trás — o outro homem, o outro era o irmão Cain. "Esse é o seu novo profeta, meu irmão gêmeo... Profeta Cain." Deixando

escapar

um

suspiro

afiado,

meus

olhos

se

arregalaram. Profeta Cain havia subido? Profeta Cain tinha... sobrevivido? Nós todos acreditávamos que ele tinha morrido. Profeta Cain avançou, interrompendo meus pensamentos. Seu rosto parecia menos duro do que o de seu irmão gêmeo, mas eu não estava enganada. Mae me contou sobre Cain, um homem que ela cresceu conhecendo como Rider. Profeta Cain colocou a mão no ombro do irmão Judah e Judah deu um passo atrás. Profeta Cain virou-se para mim e perguntou: "Você se lembra de mim, irmã?" Baixei os olhos e respondi: "Sim, meu senhor. Embora eu só o encontrasse uma vez, eu me lembro de você." "Você é uma maldita? Você é Delilah? Estou correto?" Estremecendo com esse nome, eu relutantemente concordei com a cabeça.


"Sim, meu senhor. Eu sou uma mulher sedutora, uma mulher pecadora de Eva”. "Vocês

conhecem

essa

mulher,

irmãos?"

Profeta

Cain

perguntou aos homens atrás dele. Pavor percorreu minha espinha, e de repente eu senti náuseas esperando as respostas. "Nós o fazemos, Mestre", alguém respondeu. Uma tosse soava quando o orador pigarreou. "Ela era anteriormente a minha filha, até que ela tentou irmão Luke e Micah e o profeta David proclamou que ela era uma amaldiçoada. O diabo estava com sua mãe em seu sono. Nós não sabíamos isso até que ela tinha seis anos. Ela é o pecado personificado." "Uma Rapunzel prostituta." Irmão Luke disse cruelmente. "Irmãos, calma," Profeta Cain, disse, parecendo irritado com o tom dos irmãos, antes de voltar para mim e estendendo a mão. "Venha, irmã. É melhor você retornar com a gente para se juntar a seu povo em sua nova casa”. Incapaz de esconder a minha surpresa, minha cabeça levantou-se para atender aos olhares dos irmãos. Eu perguntei: "O nosso povo? Eles sobreviveram? Nós ainda temos uma comuna? Fui levada a acreditar que todos tinham morrido”. Irmão Judah se aproximou e agarrou meu cabelo louro longo. Eu resisti a gritar em voz alta. Eu estava sendo punida. Eu tinha falado fora de vez, com um ancião, e eu estava sendo punida. "Você me escuta, puta! Nosso povo sobreviveu e somos mais fortes do que nunca. O Senhor trouxe você de volta para nós e longe daqueles homens impuros com quem você tem vivido em pecado. Sua


alma só pode ser salva pelo Senhor e seu povo escolhido. Nós, o seu povo, estamos unidos e fortes e em uma cruzada para o Senhor". Micah, ele tinha mudado tanto. Aquele menino que eu chamava de amigo se foi. Em seu lugar estava este homem brutal e odioso. Mas eu não iria falar. Mae e Maddie... Eu tinha que proteger as minhas irmãs. Fogo aceso nos olhos do Profeta Cain quando ele olhou para Micah, e ele desviou para enfrentar o irmão Judah. "Nós vamos levá-la de volta para Nova Sião e vamos rever os planos para levar Salome e Madalene. A revelação deve ser cumprida! Para nos salvar, deve ser cumprida!" Profeta Cain, em seguida, enfrentou os outros irmãos. "Não bata nela novamente. Ela irá cooperar mais se ela não for atingida por você." Irmão Luke acenou para Profeta Cain, em seguida, pulou para frente e levou-me pelos meus pulsos amarrados, arrancando-me para frente. Meu pai se juntou a mim no meu outro lado e a ferida doía no meu coração. Ele era meu pai; ele tinha me renunciado. Agora ele estava olhando para mim como se ele estivesse olhando para o diabo em pessoa. Eu não significava nada para ele. Eu não era nada para ele. Ele tinha realmente me renunciado, e uma profunda caverna de rejeição enterrou no meu estômago. "Hey! E o nosso dinheiro?", Uma voz masculina gritou atrás de nós quando meu pai e o irmão Luke começaram a me puxar em uma densa floresta, arrastando meus pés, ainda amarrados, ao longo do chão. Vi o irmão Judah passar em direção a eles e sinalizar algo para o irmão Micah. Irmão Micah alcançou em sua túnica e tirou uma arma de fogo e abriram fogo contra os seis homens que me capturaram, os seus corpos rasgando com balas e sangue enquanto eles caiam no chão, mortos.


Eu gritei enquanto eu observava os homens cair um a um. Irmão Luke envolveu sua mão sobre a minha boca. "Silêncio

Rapunzel

Prostituta!

Aqueles

homens

eram

pecadores e mereciam morrer. Foi a vontade de Deus”. Profeta Cain ficou ao nosso lado, com o rosto em branco, mas eu peguei um ligeiro aperto dos seus olhos, mostrando-me que a execução dos homens podia tê-lo incomodado. Irmão Judah e Micah nos alcançaram. "Informe Landry que os homens foram eliminados e ele vai receber o pagamento no prazo de uma hora”, Irmão Judah disse ao irmão Micah. Irmão Micah assentiu e correu à frente para a floresta, mas parou para olhar para trás e perguntar: "Meu senhor, com sua permissão, eu gostaria de ser o mais velho nomeado para a amaldiçoada Delilah. Eu gostaria de continuar onde o irmão Noah parou”. Não, não, não! Meus olhos dispararam ao Profeta Cain, que me observava, seus olhos se estreitaram. Ele esperou para responder, como se ele estivesse ponderando sobre isso em sua cabeça. Eu estava implorandolhe com os meus olhos para dizer não, mas o irmão Judah mudou ao lado dele. "Irmão, ela é uma amaldiçoada. A revelação do Profeta David disse que ela deve ter um ancião para instruir sua salvação. Irmão Micah é um ancião. Você tem que deixá-lo assumir este papel”. Meu pai, o irmão Luke e o irmão Micah observavam com olhares curiosos e eu pude ver que Irmão Judah estava inquieto com o atraso do Profeta Cain em sua resposta. Judah sussurrou algo no ouvido do Profeta Cain e o profeta olhou para mim, em seguida, lançou os seus olhos para baixo.


Eventualmente, ele acenou com a mão ao irmão Micah. "Concordo, Micah. Ela precisa ser purificada. Você será o seu guardião". Irmão Micah suspirou em gratidão. Quando ele olhou para mim, sorriu. "Obrigado, Mestre. Eu vou dedicar todo o meu tempo para a sua salvação”. Minhas pernas ficaram fracas e minha cabeça ficou tonta. Não! Irmão Micah continuaria de onde o irmão Noah parou. Irmão Micah seria meu tutor. Ele estaria tomando-me em partilhas do Senhor... Não, não! Eu não podia... eu não queria que ele me tocasse. O medo tomou conta e eu tentei fugir, mas as mãos do meu pai e do irmão Luke permaneceram fortes. "Não! Por favor!" Eu implorei. Profeta Cain estava de repente diante de mim. "Chega!", Ele mandou, então respirou fundo, fazendo com que meus gritos travassem na minha garganta. "Você vai voltar com seu povo agora, Delilah. Você não deseja que sua alma seja salva? Este é o único caminho. Você não consegue ver isso?" Enquanto eu olhava para Profeta Cain, eu podia ver a sinceridade e convicção em seus olhos. "Profeta Cain, não ceda a ela. É seu mal inato tentando seduzi-lo", disse meu pai e eu senti como se eu tivesse sido esfaqueada nas costas. Profeta Cain levantou a mão para parar o seu protesto. "Bom, não é?" Profeta Cain empurrou. "Você gostaria de continuar a viver como uma alma condenada ou quer se juntar com o Senhor? Ser liberada de seu mal, resgatar seu nome e ser livre?" Um suspiro trêmulo escapou de mim e eu assenti. Porque eu queria. Eu queria mais do que qualquer coisa que minha alma fosse


livre. Eu queria um homem que me quisesse e não a minha aparência. Meu coração se encheu de esperança quando eu pensei no meu maior desejo... que Ky me amasse, não o cabelo louro, os olhos, e minha boca... Eu queria que ele me quisesse, sem a magia fascinante que ele estava sob. "Sim", eu sussurrei para Profeta Cain. "Eu gostaria que a minha alma gerada por Satanás fosse salva." Profeta Cain assentiu, triunfo em seus olhos castanhos. "Então você deve ser como uma mulher deveria. Você deve ser obediente, mansa e submissa. E você deve respeitar as instruções do irmão Micah e se esforçar para livrar-se do pecado de Satanás."

Era como nada que eu jamais poderia ter imaginado. Pessoas e edifícios foram espalhados por toda parte. Altas estruturas, campos agrícolas e casas estavam por toda parte. Tanto quanto o olho podia ver. Se a comuna do Profeta David era uma pequena aldeia, Nova Sião era uma vasta cidade. Se os anciãos e os discípulos de comuna do Profeta David eram guardas, os milhares de homens mantendo vigília nos limites da Nova Sião eram um exército. Tornou-se claro que o que eu estava habituada ficou no passado. Esta muito organizada, muito opulenta, Nova Sião estava carregando meu povo para frente. Profeta Cain estava preparando os escolhidos do Senhor para o apocalipse. Quando o irmão Luke e meu pai levaram-me através da linha de árvores no município, o local tornou-se alvoroçado. Pessoas, altas e baixas, gordas e magras, jovens e velhos, levantaram-se para me ver, boquiabertos, olhos apertados, bocas caíram quando eu estava sendo transportada através do pano de fundo de suas tarefas.


Sussurros derivaram de suas bocas na brisa e conheci meus ouvidos. "Olhe! Uma Maldita! Tenho ouvido as histórias, mas nunca vi uma em carne e osso”. Mães ralhavam com seus filhos adolescentes. "Não olhe em seus olhos, meu filho. Ela vai tentar você. Ela dará a sua alma a Satanás após seduzir você com sua aparência”. Os membros mais velhos fizeram uma careta em minha direção, estendendo as mãos para os céus em uma tentativa de salvar minha alma. Todo o tempo, o profeta Cain caminhava ao meu lado, orgulhoso de sua captura, abençoando seus seguidores, sorrindo enquanto todos comemoravam e atiraram-se aos seus pés. Eles estavam louvando ao Senhor e falando em línguas, prostrados no chão. Quando eu me lembrei da minha antiga casa, uma sensação de vazio me encheu. Eu estava confusa. Isso era o que eu sempre quis, estar em contato com o meu povo e ser salva dos meus modos sedutores inatos. Eu queria viver em paz na comuna, longe do mundo exterior pecaminoso, longe dos habitantes de Satanás que ocuparam as terras. E eu queria viver debaixo da mão do profeta do Senhor. Eu queria ser salva quando o fim dos dias veio, para ser abraçada pelo Senhor e viver para sempre ao seu lado no Céu. Mas, quando eu fui arrastada pelas pessoas do meu povo, que olhavam para mim com desgosto ou mesmo medo como se eu fosse abominável, me senti como uma estranha, uma estrangeira neste solo sagrado. Percebi que do lado de fora eu nunca fui julgada ou forçada a ser alguém que eu não era. Ninguém queria me mudar; em vez disso, eles queriam para fazer feliz. Ky, Mae, Styx, AK, Cowboy, Hush, mesmo Viking. Eles queriam que eu me sentisse em casa. Todo o tempo eu pensei que eles estavam tentando me corromper. Algo além de mim questionou a minha anteriormente crença inabalável. Nunca me senti tão sozinha em minha vida como eu estava agora. Nunca estive mais confusa. Eu queria voltar para o meu povo e o


profeta, mas agora que eu estava aqui, eu ansiava por estar envolvida nos braços de meu Ky. E

essa

era

a

triste

verdade.

Pensei

que

o

homem

devastadoramente bonito, protetor, ainda que pecaminoso como eu mesma. Ele tinha levado um pedaço da minha alma maculada... do meu coração... e fez-se uma parte de mim. Ele estava em cada célula minha, a minha consciência. Ele era simplesmente parte de mim. Abaixando minha cabeça na tristeza que eu não poderia dissipar e desinteressada em ver meu povo continuar a me olhar com desaprovação nos olhos, eu olhava para a grama longa correndo abaixo dos meus pés, até que a grama verde se transformou em cinza, pedra de calçada, até que a pedra de calçada transformou-se no piso de madeira da minha nova habitação. Irmão Luke e meu pai pararam abruptamente em um quarto escasso e me jogaram para baixo em uma cama. Eu bati no colchão macio e lutei para me sentar, mostrando minha obediência aos mais velhos. Quando eu levantei meus olhos pesados, eu testemunhei o irmão Luke e meu pai olhando para mim. Eles estavam lado a lado, ambos tinham envelhecido consideravelmente. Ambos com cabelos grisalhos, agora apresentando linhas em seus rostos que não estavam lá quando eu era uma criança. Ambos tinham ganhado peso. Os olhos do meu pai tinham um ligeiro matiz leitoso, ocultando o brilho do azul que existiu uma vez. Irmão Luke balançou a cabeça e colocou um braço em volta dos ombros do meu pai. "Bem, Isaiah, nós não poderíamos ter estado mais certos. Esta prostituta... é certamente uma amaldiçoada. Aqueles grandes olhos, a boca suntuosa. Ela é sedutora além da medida. Na verdade, eu estou lutando contra o desejo de unir-me a ela enquanto falamos”.


Um grito de medo escapou dos meus lábios e eu corri de volta para cama. Irmão Luke balançou a cabeça e xingou. "Eu tenho que sair antes que eu não resista" foi tudo o que disse, fugindo do quarto e fechando a porta. Meu pai ainda olhou para mim, e eu não podia ajudar, mas acho que de todas as vezes que ele sorrateiramente foi a minha cama quando eu era uma criança, me pegando em seus braços e acariciando a minha pele. Não podia ajudar, mas acho que de todas as vezes que ele me sentou no seu colo, fechando todos os meus outros irmãos fora da sala, correndo os dedos pelo meu cabelo e eu não podia deixar de pensar no tempo que ele me disse para lavar-me com ele no banho, onde tomou minhas mãos e me olhou e uma onda de raiva me envolveu. Ele levantou as sobrancelhas, claramente pegando a minha mudança de expressão, quando eu sussurrei: "Que tipo de pai faz sua filha de seis anos de idade tocá-lo... intimamente? Que tipo de pai afaga sua filha de formas obscenas?" Os olhos do meu pai se arregalaram em choque com as minhas palavras e toda a cor desapareceu de seu rosto. "Como você se atreve?", ele chiou, mas eu balancei a cabeça, rezando para as lágrimas ameaçadoras nos meus olhos não desabassem nas minhas bochechas. "Como. Você. Pôde!", Eu repeti suas palavras com uma força na minha voz que eu não esperava. "Você fez sujo um relacionamento puro. O que você fez para mim era errado e imundo!" Com um grunhido movido pela raiva, meu pai saltou para frente

e

me

golpeou

em

meu

rosto,

minha

boca

preenchida

instantaneamente com sangue. Eu segurei seu olhar enquanto ele retrucou, "Você realmente é o mal, Belzebu! Você tentou-me, entrou em meus sonhos, e entortou minha mente para pensar só em você, para levá-la apenas como um homem deveria tomar uma mulher."


Meus punhos cerrados com a frustração em minhas mãos amarradas. "Não, pai, eu não o fiz. Você estava errado. Você me fez pensar do jeito que você me tratou era como qualquer pai deveria tratar sua filha. Mas eu aprendi que não era! Foi pecaminoso... moralmente errado!" O rosto de meu pai lavou-se com carmesim e, retirando-se do quarto, ele anunciou: "Estou ansioso para Micah começar a exorcizar seu mal. Esse demônio, essa maldade perversa vivendo dentro de você deve ser expulsa de sua alma de uma vez por todas. Se isso falhar, Delilah, você deve passar para a próxima vida para o Senhor julgá-la, assim como sua mãe fez por dormir com Satanás e criar você!" Sangue escoou do meu rosto, e eu comecei a tremer involuntariamente. "Minha... minha mãe?" Eu perguntei e eu vi o triunfo claramente expresso na expressão do meu pai. Agarrando

a

maçaneta

da

porta,

com

os

olhos

queimando. "Sua mãe foi julgada e considerada culpada de bruxaria e habitação com o senhor das Trevas. Ela congratulou-se com Satanás em sua cama, e ela se juntou com ele para produzir você. Ela foi considerada culpada de heresia e pagou o preço final. Ela agora está queimando no inferno por toda a eternidade”. Ele abriu a porta e olhou para trás. "Você pode ter deixado esta comuna uma vez, Delilah, mas não haverá escapatória para você novamente. Nova Sião é uma fortaleza,

uma

fortaleza

mantendo

o

povo

do

Senhor

seguro

dos malfeitores malévolos para além dos nossos grandes portões. Você é uma Maldita e, como tal, você pertence aqui com a gente para o bem da sua própria salvação. Não vai demorar muito para que o Senhor volte para nós. O profeta Cain revela que é assim, e quando o faz, é melhor rezar para irmão Micah ter tido sucesso na purificação de seu núcleo contaminado." Quando a porta se fechou, eu tremia de medo. As cordas estavam queimando minha pele, fortemente ligando em torno de meus


pulsos e pés. Lançando um olhar ao redor da sala, nada parecia familiar. Estes quartos eram melhores do que eu tinha compartilhado com Bella, Mae e Maddie. As paredes eram de um tom de branco; havia cortinas de gaze nas janelas largas, longos pisos de madeira de cerejeira abençoando meus pés. Eu me sentia como uma prisioneira em uma cela de luxo. Encolhendo-me no linho branco que cobria a cama, eu deixei as lágrimas caírem. E elas caíram. Eu estava tão confusa, tão dividida. Eu queria Mae e Maddie. Eu queria falar com elas, rir com elas, mas, acima de tudo... Eu queria Ky. Amaldiçoei-me por correr para o rio hoje à noite depois que fizemos amor, depois que ele declarou seu amor por mim. Eu me amaldiçoei por não lutar com meus captores mais duro. Por não gritar, alertando os Hangmen a minha presença. Mas mesmo agora, enquanto eu estava aqui nesta cama estranha, nesse estranho quarto, nesta nova e estranha comuna, mergulhou um punhal em meu coração. Eu amava Ky e era um amor puro, mas seu amor era um ardil, um feitiço, a consequência de eu ser assim? Por mais difícil que fosse para eu aceitar, eu sabia estar aqui entre o meu tipo, meu povo... os meus salvadores... era o lugar que eu tinha que estar. Por mais que meu coração se partiu, segundo meu povo eu devo estar aqui em Nova Sião... Eu tinha que ser salva do pecado. Só então eu saberia se Ky realmente poderia amar por baixo da menina perdida.


Capítulo Dezessete ~Ky~ Parado na frente do complexo, peguei um cigarro e dei uma longa tragada enquanto eu observava o portão de trás como um falcão filho da puta. Alcancei o bolso das calças de brim, verifiquei a hora no meu celular. Quatro horas se passaram, quatro porra de horas desde que aqueles bastardos levaram a minha mulher e não tínhamos idéia de para onde. O amigo fascista de Tank estava chegando a qualquer momento com a informação, e assim que conseguíssemos o que queríamos, eu ia rasgar alguns babacas, arrancar seus membros e nos divertir com os filhos da puta. Eu posso ser um menino bonito bastardo de boa aparência, mas eu era um bastardo de boa aparência com zero de remorso e uma nítida falta de moral fodida. Uma tosse soou ao meu lado e eu vi Styx. Ele puxou um cigarro e ficou observando o portão comigo. "V-você está bem?", Ele perguntou, soprando para fora o cigarro e tomando outra longa tragada. "Eu vou estar melhor quando este desertor da Klan chegar aqui e me disser para onde eles levaram minha cadela”.


Styx assentiu e ouvimos a estrada em silêncio, sem uma alma nesta estrada rural no meio do nada de Austin. Eu chequei meu celular de novo; apenas cinco minutos tinham passado. Porra. Eu não conseguia resolver, não conseguia lidar com esta merda. E se esses filhos da puta estivessem estuprando minha cadela? E se eles a estavam levando mais e mais, gritando, tornando difícil seu medo... Ou se eles a tivessem matado. E se tudo o que queriam fazer era enviar uma mensagem para os Hangmen, enviando uma das nossas cadelas para o barqueiro justo para nos foder? Será que eles querem uma guerra? Será que eles querem o nosso território? Eles estavam planejando entrar para o comércio de armas? Drogas? "V-você-tem pensado m-muito, irmão," Styx gaguejou. "N-não vá la-lá." Correndo a mão pelo meu cabelo comprido, eu joguei meu cigarro no chão e acendi outra vara de câncer. "Então me diga o que diabos pensar, irmão. Porque nesta porra agora, eu estou ficando louco. Eles têm a minha mulher, Styx, minha mulher, porra. Eu não amei uma mulher toda a minha vida, exceto minha mãe e minha irmã. Eu nunca pensei que eu iria tomar uma old lady. Pensei que você, Tank e Bull eram apenas filhos da mãe chicoteados por uma boceta, que tinham feito a escolha errada, dando-se para uma boceta que se pavoneou por este lugar”. Eu dei outra tragada, sentindo Styx e acrescentei: "Eu a fodi como uma puta, como uma lambe clitóris, como uma porra de brinquedo sexual, e podia foder por horas, Styx, horas. Você sabe que os nossos velhos eram fodidos, mas eu sempre concordei com eles em uma coisa. Bocetas são para ser lambidas bem, fodidas duramente e nunca adoradas. Mas foda, homem, Lilah, a porra da minha peregrina loira, inocente e louca, bateu toda essa merda fora do parque.


“Inferno, construam um santuário fodido para aquela vadia e eu vou adorá-la. Ela fodidamente me enfeitiçou, Styx, e não são apenas aqueles olhares. É apenas ela”. Minhas costas bateram na parede e pensei que meu peito ia explodir com a pressão rasgando meu esterno. Styx encostou-se à parede oposta, e eu pude ver em sua expressão, o irmão estava sofrendo muito, por mim, por sua mulher, inferno, pelo clube. Essas três cadelas loucas tinham vermifugados seu caminho em todos os corações dos irmãos. Olhando para a porta, minha visão ficou turva, e eu disse: "Pela primeira vez em meus vinte e sete anos nesta terra esquecida por Deus, eu me preocupo com algo mais do que o clube, a liberdade da estrada, e meus irmãos. Agora algum filho da puta pode ter rasgado tudo isso, antes de mim e minha old lady termos a chance de ir em frente." Styx ergueu a sobrancelha. "o-old l-l-lady?" Meus olhos se abriram quando eu percebi o que eu tinha acabado de dizer. Meu olhar bateu para Styx e foi como se o irmão pudesse ver através de mim. "Sim... porra!" Eu disse asperamente. "Ela é, Styx. Eu quero Li, toda ela, na minha cama, na minha moto, na porra do meu coração, Merda, eu me juntei ao seu fodido clube de perdedores sentados nas fileiras!" Eu tentei brincar, mas a porra do medo por Lilah tirou qualquer humor. Styx apagou o cigarro no chão e deu três passos para frente para ficar bem na minha frente. Eu olhei para o meu irmão — meu melhor Amigo — nos olhos, e vendo claramente a devastação escrita em minha cara, ele passou a mão na minha cabeça e me puxou para o seu peito. Eu fodidamente quase quebrei como uma puta.


Empurrando-me para trás, Styx segurou minhas bochechas e me soltou apenas para sinalizar, "Eu fodidamente pedi para você assistir Lilah para que você pudesse conhecê-la por mais que sua aparência. Eu vi o jeito que você olhou para a cadela e eu vi o jeito que ela olhou para você também. Eu vi a centelha, mas sabia que você era muito uma porra de prostituto para desejá-la por mais que uma foda. Eu não podia deixálo fazer isso com ela, irmão". "Então o que diabos mudou?", Perguntei. Ele deu de ombros e esfregou sua mandíbula antes de sinalizar, “pensei que se eu jogasse vocês juntos, você obteria uma pista rápida. E você o fez, irmão; a cadela tinha você na palma da mão, em um momento, assim como Mae me tinha. Mas quando você desistiu das putas do clube que você fodia tanto e que suas fodidas orgias chegaram ao fim, eu sabia que Lilah era para você. E eu quero tudo o que eu tenho com Mae para você, Ky. Você merece estar com uma boa mulher. Nesta vida, uma boa mulher ao seu lado e na parte traseira de sua moto muda tudo quando merda fica áspera. Acredite em mim, Mae é a minha porra de tábua de salvação nesta fossa em que vivemos. Ela é a porra toda". As lágrimas nublaram meus olhos, e eu agarrei o corte de Styx. "Eu preciso dela de volta, prez. Não sei o que eu vou fazer se ela for perdida. Eu estou mudado; ela me mudou. Estou sob seu feitiço maldito e eu tenho certeza como a merda que vai acontecer". Styx suspirou e segurou meu pulso. "Eu-eu-eu pr-prometo. Estamos t-trazendo ela-de v-v-volta". Minha cabeça cruzou e eu chupei uma respiração enorme quando, de repente, o rugido do motor de uma Harley veio cortando abaixo da estrada. "Entrando!" A atendente gritou e começou a abrir o portão. Segundos depois, três motos puxaram e estacionaram: Tank, Bull e o que eu assumi que era o nosso novo cavaleiro sob custódia da


porra da Ku Klux Klan. Pelo menos ele dirigia uma moto grande; o que comprou-lhe alguns pontos extras. Tank desmontou e caminhou em nossa direção com o Bull no reboque e o neonazista fugitivo na parte traseira. O cara era forte, tinha a cabeça raspada e mais suástica em seu corpo do que Hitler tinha na bandeira. Quando Tanner Ayers se aproximou, olhando Styx e eu como um caçador que vê sua presa, eu percebi que o homem era uma unidade da porra. Pelo menos, 1,90 e não menos de 100 quilos. Tank ficou na parte inferior da escada, segurando uma mochila. Tanner também tinha uma. Tank apontou para Tanner. "Prez, Ky, este é Tanner." Tank enfrentou Tanner. "Tann, este é o Hangmen prez Styx e nosso VP, Ky." Tanner deu um passo adiante, todos os músculos e rosto severo, usando um batedor justo e jeans. Ele era um filho da puta de aparência dura. Styx empurrou o queixo em saudação, e Tank olhou para Tann. "Ele é mudo. Não fala com ninguém, apenas com sua old lady e Ky". Tanner assentiu bruscamente, o sinal de um homem que tinha vindo a seguir ordens por toda a sua vida. "O Hangmen Mudo", disse ele, apontando para Styx. Descendo as escadas, eu enfrentei o cara nazista. Ele não se encolheu quando puxei um fumo para fora, coloquei-o entre meus lábios, o acendi, em seguida, soprei a fumaça na cara dele. Agarrei o cigarro com meu polegar e o dedo indicador e perguntei. "Então, nazista, diga-me. Você tem algum problema com Bull, meu homem aqui?"


Tanner apertou a mandíbula, seus olhos azuis chatos em mim, e ele cerrou os dentes. "Não." Olhando por cima do meu ombro para Bull, o meu olhar apertado. Bull era o melhor amigo de Tank, mas agora, ele estava tão rígido com este fodido presente. Seus enormes braços tatuados de tribais cruzados sobre o peito e todo o seu corpo tenso. Intensifiquei meu olhar em Tanner, meus dedos encontraram os dele, e eu disse, "Bull é Maori. Não tem um pingo de ariano em seu sangue. Não há cruzes de fogo ou branco anglo-saxão mexendo em suas veias. Então, eu vou perguntar de novo. Tem certeza de que não tem um problema com nosso irmão tribal de pele escura?" Eu peguei Tank expirando atrás de Tanner, mas Tanner não se encolheu. "Eu não tenho nenhum problema com Bull. Eu não tenho nenhum problema com qualquer um dos seus irmãos." "Sério? Porque todas aquelas suásticas bonitas, as bandeiras de poder da Fraternidade Branca, caveira e ossos cruzados, e sua maldita insígnias SS dizem o contrário”. Tanner deixou cair a mochila a seus pés e abriu os braços. "Fui educado para esta vida. Acreditei por um longo tempo que não éramos todos iguais, que não devíamos nos misturar, e que tudo o que era importante era a raça branca e cristã, mas não mais. Tenho vinte e oito anos, sou herdeiro de uma das maiores da Klan dos Estados Unidos, e encontrei-me fodidamente obcecado com a porra de uma cadela mexicana. Vamos apenas dizer que eu não sou o garoto propaganda mais, não quando eu estou ficando duro por uma boceta mexicana”. Bull pareceu relaxar um pouco e Tank deu um passo adiante, encontrando Styx sobre os passos para o complexo. "Eu sou a porra da garantia de Tanner, prez. Qualquer merda que ele faça eu respondo por ela”.


Voltei a olhar para Styx e o irmão encontrou meus olhos. Parece legítimo, disse ele com seu olhar. Eu dei de ombros. Então Tanner falou. "Escolha confiar em mim ou não. Você vai ver ao longo do tempo que eu não sou nenhum rato. Mas eu tenho uma merda para informá-lo sobre a cadela que tem sido levada e eu estou esperando que você saiba alguma coisa sobre o absurdo que pagaram para entregar as cadelas. Porque eu não tenho nenhuma maldita ideia de quem estes caras de cu são, e honestamente, eu nunca vi uma configuração como essa antes. Eles têm proteção de estado, mas que parece que é meu velho. Eles, obviamente fizeram um acordo com a Klan. Eu segui uma tonelada de merda de dinheiro indo para várias contas. Estes putos têm mais do que proteção governador também. Poderiam ter proteção ou mesmo alguém superior em Washington." A adrenalina subiu no meu sangue quando a informação foi escorregando de seus lábios. "Então é verdade que você é um merda de gênio técnico ou alguma merda?" Tanner assentiu e pegou sua mochila. "Ex-comunicações do exército, em seguida, assumi a lavagem para a Klan, as empresas. Não há muito que eu não posso forjar, crackear ou quebrar." Styx estalou os dedos e sinalizou, "Prazer. Agora vamos descobrir quem levou a sua mulher”. Traduzi em voz alta e nos dirigimos para a igreja, só para virar para Tanner e dizer: "Você encontra os filhos da puta que tomaram a minha cadela e nós vamos estar bem". A expressão de Tanner virou-se para alívio e ele respondeu: "Eu já sei para onde ela foi levada. Eu só tenho que descobrir quem eles são e como recuperá-la”.


"Eu consegui quebrar em meu e-mail a conta bancária pessoal do tio Landry e encontrei dois contatos relacionados. Alguém ordenou a Klan para atacar o complexo e arrebatar uma de suas cadelas, e pagaram em torno de cem mil dólares para fazer isso", Tanner nos informou, ligou seu laptop e trazendo à tona alguns arquivos. "Cem mil? Quem diabos queria tanto Lilah e mais para o ponto, quem diabos sabia que ela estava aqui?" Smiler perguntou, inclinando-se para olhar para a tela do Tanner. "As instruções foram curtas, mas precisas. Recuperar uma mulher vivendo com os Hangmen. Ela seria reconhecível porque ela era incrivelmente linda, tinha longos cabelos negros e estranhos olhos azuis. Os homens deveriam levá-la intacta a um ponto de encontro e entregá-la. Parece que os idiotas não podiam seguir até mesmo a mais simples das ordens”. Meus dentes cerraram enquanto eu ouvia essa merda, e o punho de Styx bateu em cima da mesa. Os desgraçados queriam Mae. Nenhuma menção ou descrição de Lilah, ou Maddie para esse assunto. O alvo tinha sido Mae. E eles tomaram a porra da cadela errada. "Consegui rastrear o site", disse Tanner. Então Tank cortou. "E os homens que a levaram? Quem são eles?" Tanner olhou para Tank. "Descartáveis de baixo nível. Últimos dos merdas de Landry”. "Merda!" Tank cuspiu. "O que diabos isso quer dizer?", Perguntou Viking. "Eu juro que se vocês começarem a vomitar alemão, eu vou quebrá-los!"


Tank atirou a Vike um olhar sombrio e AK bateu-lhe na cabeça. "Tank? Explique," eu pedi, verbalizando os sinais de Styx. "Os homens que tomaram Lilah já estão com Hades. Landry enviou os fodidos simplórios, os mais dispensáveis da Klan. Eles a entregaram, em seguida, foram eliminados... É o padrão". "Mas nós temos o site?", Perguntei. Tanner começou a bater rápido em seu laptop, em seguida, segundos depois, virou a tela para mim e Styx, um roteiro com um enorme ponto vermelho de merda em que o site tinha sido suspenso. Inclinando-me estudei o mapa. "No meio da porra de nenhuma parte, 40 milhas daqui". Tanner desviou de volta o laptop e trouxe algo mais para cima. Quando ele se virou para trás da tela, o mapa desta vez foi militar, mostrando uma enorme base onde o ponto vermelho tinha estado. "Militar", AK sussurrou. "Propriedade do governo?", Perguntou a Tanner. Tanner abanou a cabeça. "Comprada meses atrás por um comprador privado. Do que eu posso dizer, foi um negócio sigiloso. A exclusão da zona aérea e das câmeras de vigilância foi parte do negócio. Quem comprou este lugar não quer ser encontrado. E aquelas pessoas que não querem ser encontradas parecem ter sua menina". Sentei-me e fiz uma careta, quebrando a cabeça cansada sobre quem diabos queria enviar uma mensagem. Os militares? Concessionárias de munição talvez? Eu expressei a minha idéia em voz alta, e Styx deu de ombros e sinalizou, "Talvez."


Tanner escreveu furiosamente no laptop com AK guiando-o, quando de repente Tanner recostou-se, sobrancelhas franzidas. "Eu tenho um nome", disse ele. "O quê?", Perguntou Cowboy. "Eu tenho o nome do comprador. Tomou um tempo fodido, mas AK aqui me deu uma idéia de onde procurar." "E?" Eu empurrei, inclinado para frente. Toda a cor sumiu do rosto de AK e ele se acalmou. "O quê? Quem diabos é?", Eu gritei, perto de perder minha merda. Tanner olhou para AK, e eu fiz uma careta. "Tanner, eu estou te dizendo agora para falar!" Tanner olhou para a tela e disse: "Judah David". Olhei para AK e dei de ombros. "Por que você está agindo assim? Quem diabos é Judah David?" AK olhou para mim e, em seguida, para Styx. "Veja o fiador", disse ele, e Tanner procurou a tela. "Bem?" Eu empurrei. "O fiador é... Sim. O fiador tem o nome de Cain, Cain David." Todo o ar da porra saltou fora dos meus pulmões e cada único irmão em torno da mesa congelou. Cain. Cain? FILHO DA MÃE CAIN!!!!


"Rider" Eu assobiei, e bati meu olhar para Styx. Styx estava queimando de raiva em silêncio, todos os nervos de seu pescoço esticados e os olhos esbugalhados de raiva. Perdendo a merda da sua cabeça, Styx saltou de sua cadeira, pegou a filha da puta, e lançou-o contra a parede, lascas de madeira se quebrando em pedaços no chão. De pé, meus punhos bateram em cima da mesa e eu gritei, "CAIN!" Flame começou sua estimulação psicótica, rasgando sua pele com as unhas, e eu agarrei em meu cabelo. Caim fugiu. Esse rato fodido fugiu e agora ele tem a minha menina. Cada osso do meu corpo trancado. Cain era o herdeiro daquele lugar fodido, e AK tinha tirado Profeta David... Isso significava... “Ele é o profeta agora", eu disse em voz alta. "O quê?", Perguntou Viking. Meus olhos encontraram Styx, que estava olhando para mim em choque. "Rider — Cain, — ele era herdeiro da Ordem, certo?" Styx assentiu com a cabeça e vi a realização batendo. "AK meteu uma bala através da cabeça de boceta velha de David, o que significa..." "Cain se tornaria o profeta se ele sobrevivesse... e Mae o deixou ir. Esse rato fodido escapou e agora ele é o líder, porra!" AK cuspiu. "Todo mundo sente, porra", Styx ordenou através do sinal, e todos nós fizemos o que ele disse. Eu estava fervendo, contraindo-me, ficando louco. Rider... Cain... A Ordem... Foda-se!


As palavras de Maddie circularam em minha cabeça. Profeta David disse que voltaria se fosse morto. Ele estava para ser ressuscitado para buscar vingança sobre aqueles que o enganaram! Ele voltou — Eu só sei, — e ele tomou Lilah! Eles vão matá-la. Eles vão fazer um exemplo de sua deserção! Ela

sabia.

Essa

cadela

tinha

acreditado

que

aqueles

desgraçados do fim dos dias voltariam. E eles tinham Lilah. O que diabos eles estavam fazendo com ela? Uma mão apertou o cerco contra meu ombro, e Styx empurrou o queixo. Eu entendi que ele estava perguntando se eu estava OK. Eu balancei a cabeça e acenei para ele falar. "Precisamos chamar os capítulos novamente. Mesmo plano da última vez. Entramos e matamos todos os que vivem lá... mas Rider é meu", ele sinalizou. "Nós precisamos matar esses caras de cu de uma vez por todas." Todos os irmãos murmuraram seu acordo, e eu peguei meu celular, pronto para trazer a cavalaria. Mas, assim que eu estava prestes a iniciar as ligações, AK ergueu a mão para eu esperar, com os olhos fixos no tela do laptop. "O que é isso?", Perguntei, perdendo a paciência. Os olhos de AK estreitaram no mapa na tela. "Isto não é nada como da última vez. Este lugar, é uma porra de fortaleza. A última comuna estava aberta, mal protegida. Aqueles homens posando como guardas não foram treinados. Por isso foi fácil para nós irmos e rasgar a carne”. AK apontou para o mapa, e eu podia ver sua mente mais típica. "Este lugar tem mais terra, é fechado, tem vários edifícios, todos os quais são de paredes espessas, destinada a resistir a um ataque. Um lugar como este, provavelmente, tem bunkers5

Em arquitetura militar, é uma instalação fortificada fechada, independente ou integrada numa fortificação maior, à prova dos projéteis inimigos. O termo é utilizado de um modo bastante 5


subterrâneos”. AK olhou para Styx. "Um jogo totalmente novo da bola, prez. Não sabemos quantas pessoas estão lá, quão bem isso está guardado. Mas depois do que aconteceu com a última comuna, seria estúpido se eles não se preparassem para um ataque semelhante”. AK balançou a cabeça. "Nós todos conhecemos Rider, prez. Esse cara não é estúpido. Na verdade, ele era o oposto. Meu palpite é que ele reconstruiu, reforçou e está pronto para um assalto Hangmen". "Está dizendo que não podemos vencer aqueles anormais de Jesus?" Eu bati. O olhar de AK encontrou os meus. "Eu estou dizendo que se formos em armas, nem todos de nós vão voltar". "Smiler, AK... Tanner," Styx sinalizou, e os irmãos todos pareciam a caminho, Tanner estava chocado ao ser incluído. "Vocês são ex-forças armadas. O que vocês estão pensando?" Smiler olhou para seus irmãos e disse: "Nós não vamos a lugar nenhum até que saibamos com o que estamos lidando. Precisamos de vigilância, número de pessoas, lista de munição, agendas e projetos dessa base." AK assentiu. "Concordo. Entramos as cegas, morremos. Tenho que lembrar que aqueles filhos da puta acreditam em morrer por sua causa. Nada pior do que ir acima de encontro a quem não tem medo de morrer. Eu estive lá e feito no Afeganistão... Eu era o único filho da puta que conseguiu sair vivo". Eu estava sentado aqui fervendo, como uma panela em um fogão de ferro do caramba, e quando eu vi as expressões de acordo em torno da mesa de meus irmãos, eu fiquei de pé. Toda a atenção focada em mim. Styx fez sinal para eu me sentar, mas eu simplesmente não conseguia.

genérico, podendo designar instalações de vários tipos e tamanhos, normalmente construídas em concreto.


"Entramos...

AGORA!"

Eu

assobiei

através

de

dentes

apertados. AK suspirou e foi falar, mas eu o interrompi. "Não! Minha maldita mulher está naquela prisão, e eu vou dizer a vocês agora; vocês ainda não ouviram a metade da merda sádica que esses paus fizeram a essas cadelas... a Maddie, Mae... a porra da minha old lady!" "Old lady?", Perguntou Vike. "Desde quando?" "DESDE SEMPRE, PORRA!" Eu gritei, e Vike ergueu as mãos. "Lilah, minha fodida old lady, foi tomada e vocês querem sentar como a porra de donas de casa no café e discutir táticas? Então deixe-me dizer-lhe o que esses putos são. Eles fodidamente estupram crianças. Eles violaram a minha mulher por anos, a forçaram a tomar um pau que ela não queria, fizeram nela lavagem cerebral para pensar que ela é má porque ela é a porra de deslumbrante. Disseram-lhe que ser fodida por um ‘discípulo de Deus’ iria ajudar a salvar sua porra de alma má! E o melhor de tudo, ela foi abusada por seu pai... seu pai da porra, porque ele disse que ela tentava ele! Ele não podia resistir a ela e a fez acariciar seu pênis quando ela tinha seis anos! Mas a pior parte é que ela ainda acredita nisso tudo... ainda não vê como fudido tudo isso é porque é tudo que ela já conheceu." "Merda!" Bull cuspiu. Virei-me para Styx. "Eu sei que Mae passou por algo semelhante, e eu entendo que você não quer que essa merda seja tornada pública, mas eu garanto direito a porra agora que se Mae tivesse sido tomada por estes bastardos, você estaria invadindo a porra da base, matado e mijando nos crânios!" Tanner de repente levantou-se da cadeira, atraindo minha atenção.


"Que porra é essa que você quer, Nazi? No caso que você não tenha notado, esta é a porra de uma igreja dos filhos da puta dos Hangmen, não um comício Klan, Príncipe da porra dos cavaleiros brancos!" "Ky! Chega!" Tank cuspiu quando ele pulou de seu assento, me olhando. Uma cadeira raspou no piso de madeira, e de repente Flame estava ao meu lado, a porra da raiva em seus olhos era assustadora, algo como eu nunca tinha visto antes. Segurando meu braço, Flame me girou. "Toda essa merda de abuso... Maddie... estupro... crianças" Ele ressoou um grito. Em seguida, seus olhos negros e loucos de porra encontraram os meus. "Será que esses idiotas da Bíblia fizeram essa merda a Maddie? O que eles fizeram para Mae e Lilah, fizeram fodidamente a Maddie?" Suspirei e balancei a cabeça relutantemente. Flame arrancou a maior lâmina que eu já vi. Cortando limpo em seu peito, o sangue escorrendo em suas tatuagens, enfrentado por demônios fodidos em todo o esterno. "O pior foi feito a ela, irmão. Seu fodido tutor, o irmão Moisés, era um doente, filho da puta imaginativo". Todo o corpo de Flame ficou tenso, uma porra de assustador ruído de merda arrancou de sua garganta, e ele cresceu para fora, "Ela não é desse irmão de porra Moisés! Ela é fodidamente minha!!!" Flame agarrou a borda da mesa. Todos os irmãos saltaram de suas cadeiras na hora certa para ele derrubar a mesa. O irmão estava lá no meio da sala, pingando sangue e suor, punhos cerrados, e ofegando como uma porra de pit bull raivoso depois de uma briga de cães. Olhando fixamente para Styx, ele rosnou. "Nós vamos agora, porra. Estou com o meu irmão Ky. Porque se qualquer um daqueles


putos abusivos vier por minha Maddie, Mae, ou fizerem qualquer coisa para ferir Lilah, não vou ser responsável pela carnificina que eu vou fodidamente provocar. Eu vou fodidamente trazer uma espécie de mal que aqueles malucos de Jesus nunca sequer pensaram ser possível!" AK e Viking caminharam para Flame e tentaram acalmá-lo, mas desta vez o irmão lançou os dois de volta, sua força louca os batendo no chão. Styx bateu a frente e ficou cara a cara com Flame. "Maddie e Mae não estão indo a lugar nenhum, e quanto a Lilah, vamos trazê-la de volta. Mas, irmão, nós temos um tiro com isso, e nós não queremos acabar com isso. Não significa que você não terá que sangrar alguns babacas. Apenas significa que devemos começar esta merda planejando". Styx olhou um duro, tomar no cu olhar e encontrou o meu, e eu sabia que ele estava me dirigindo. Porra! Tanner de repente deu um passo adiante e dividiu sua atenção entre Styx e eu. "Eu posso conseguir as cópias das plantas. E eu posso obter as coordenadas para a base." "Sim, e como diabos você vai conseguir isso, American History X?", Perguntei. De repente eu não confiava neste filho da puta. "Eu vou até a sede da Klan e vou pegá-la a partir do fodido escritório. Eu sei onde Landry mantém sua merda pessoal. Eu sou o herdeiro da porra e tenho mais acesso do que qualquer um dos assistentes sabe. Eu sou o orgulho do meu velho e sua alegria, e ele me ensinou a ser um filho da puta sorrateiro. Você mesmo disse, Loirinho. Eu sou o príncipe dos fodidos cavaleiros brancos do Texas da KKK!", Ele disse sarcasticamente, me encarando sem sequer pestanejar. "Eu sei mais merda neste estado que o presidente do fudido Estados Unidos. Todos ao redor dos policiais aqui são Klan."


Tank bateu a frente e girou em torno de Tanner. "Você faz essa merda e se for pego, você está morto", ele assobiou baixinho. Tanner deu de ombros, seus ombros musculosos juntos. "Eles descobrem que eu caí pela Adelita e eu estou fodido de qualquer maneira. Pelo menos assim eu posso provar para seu irmão bonito aqui o que eu quero de uma vez por todas". Tanner deu um passo mais perto de Tank e disse: "Eu não posso estar nessa merda de lugar mais um dia. Eu não posso ficar e pregar sobre a pureza da raça branca e cristã, quando a única cadela que eu sempre quis e não posso ter é marrom e católica de merda. Nah, cara, deixe-me fazer isso”. Tanner olhou para Styx e eu. "Consigo essa informação. Associo-me aos Hangmen. Eu tenho uma porrada de coisas para trazer a este clube, e você pode confiar em mim." "Confiar em você?" Eu ri com humor. "Nós nem sequer conhecemos você, porra. Você está deixando o Klan que é fornecido para você toda a sua vida por alguma besteira de Romeo e Julieta Mexicano/Nazista. Por que confiar em você agora?" Tanner disparou para frente e me encontrou nariz com nariz. "Porque a maneira como você se sente sobre sua cadela é o que eu sinto por essa princesa de cartel. Eu quero que ela seja minha; é por isso. E eu faria qualquer coisa para fodidamente protegê-la... incluindo dar a minha herança e minha filha da mãe liberdade." "Você linchou quaisquer negros?" Essa questão veio do fundo da sala, e Hush adiantou vestido todo o couro, Cowboy em suas costas. Os olhos azul-claros de Hush entediados em Tanner. Tanner baixou a cabeça. "Sim", respondeu asperamente. "Lembra-se quando os negros, “ticanos”, amarelos, judeus, gays, adoradores do papa tiveram seu nome de porra pendurado, desenhado


e foram esquartejados, em seguida arrastados atrás de caminhões até que não houve nada além de seus torsos", ele respondeu honestamente, e eu tive que dar crédito ao bastardo; ele tinha bolas. Hush, nosso mestiço, irmão de cabeça raspada estava tremendo. Verdade que o irmão era mais branco do que preto, o produto da aparência escandinava de sua mãe sueca, mas para um nazista ele era um negro. Era como misturar água e óleo. "Mas isso não é comigo, não mais", disse ele quando Cowboy colocou o braço revestido de couro em torno do pescoço de Hush e obrigou-o de volta, a boca em seu ouvido, sem dúvida, falando para não cortar a garganta de Tanner. A sala ficou em silêncio, e eu disse: "Você consegue a informação da porra e vamos ver se você pode rolar com a gente." Um apito alto atravessou a sala, e todos os olhos caíram sobre Styx. Seu rosto era de pedra. Ele apontou para Flame. "Você, pegue essa porra de mesa e limpe a bagunça que você fez e corte a merda psicótica fora. Maddie não é sua. Você não possui essa merda, então as canalize e foda-se!" Em seguida, ele apontou para Hush e sinalizou, "Você é nosso irmão. Você vem em primeiro lugar antes de qualquer civil, com informação ou não, certo?" Hush assentiu e largou as costas contra a parede, olhando furiosamente para Tanner. Styx finalmente apontou para mim. "E, Ky, a última vez que eu chequei essa porra, eu usava o remendo do presidente e eu fodidamente levo este clube, não você. Não ache que porque você finalmente encontrou uma cadela que você quer mais do que um maldito segundo que você começa a chamar para o ataque. Você não pode. Você não está pensando em linha reta e fazendo uma porra de merda de show dessa igreja, então acalme-se, porra, antes que eu o leve para fora do plano para obter Lilah de volta". "Você não iria ousar, porra", eu assobiei.


Styx estalou os dedos, em seguida, sinalizou, "Tente-me, irmão. Eu tenho que proteger este clube. Meu VP atuando como uma puta maldita choramingando não está ajudando em merda nenhuma. Eu preciso que você me apóie, e não cause mais problemas”. Rangendo os dentes, eu peguei uma cadeira caída e sentei minha bunda e fechei minha boca de puta chorona. Styx sinalizou para Tank traduzir e ele enfrentou Tanner. "Quanto tempo você vai precisar para ter as cópias das plantas?" Tanner ouviu Tank e falou com Styx. "Cerca de duas horas. Se eu não estiver de volta nesse tempo, eu não vou voltar”. Styx observou Tanner, e eu sabia que ele estava decidindo o quanto o novato poderia ser confiável. Finalmente, ele empurrou o queixo e sinalizou, "Faça isso."


Capítulo Dezoito ~Lilah~ Durante toda a noite eu tinha caído dentro e fora de um sono profundo, os ruídos externos a meus aposentos muito quietos. Eu estava acostumada a ouvir os motores roncando, garrafas quebrando, as pessoas rindo, as pessoas brigando, e surpreendeu-me que eu senti falta. Eu não conseguia parar de pensar nos meses que eu tinha vivido fora. Eu queria por tanto tempo estar de volta aqui com o meu povo. Eu havia orado repetidamente que o meu povo sobrevivesse e voltasse para mim. Mas agora eu estava aqui, e me senti estranha. O único lugar que eu já tinha pertencido era estranho para mim. Sentando-me na cama, as cordas apertadas e inflexíveis ainda em torno de minhas mãos e pés, eu tentei manter a calma. O sol da manhã estava filtrando pela janela, inundando a sala com um escasso e amarelado fulgor. Quase poderia ser sereno, bonito mesmo, se eu não estivesse sendo mantida em cativeiro. Soaram passos fora da minha porta e sombras dançaram por baixo da porta. Minha respiração acelerou e eu fiquei dura, à espera de quem estava prestes a entrar. A maçaneta da porta começou a girar, e um segundo depois, uma mulher entrou vestindo um longo vestido branco, seu cabelo


vermelho vibrante caindo no meio das costas, a frente protegendo o rosto. "Saudações", disse ela, de costas para mim enquanto ela fechou a porta. "S-s-saudações", obriguei-me a responder. Esta mulher deve ser a minha nova cuidadora, assim como a irmã Eve tinha sido para a maioria da minha vida. Eu mantive meus olhos no chão e de repente a sandália da mulher veio à tona. "Olhe para cima," a mulher ordenou, e fazendo conforme solicitado, eu olhei para cima. A mulher tinha algo como a minha idade, bonita... e ela estava sorrindo para mim. Eu não entendia o seu afeto. Eu era uma Amaldiçoada. Eu não era alguém com quem pode ser simpática. Eu não devia interagir com ninguém, nem mesmo por aqueles encarregados de meus cuidados. A mulher levantou a mão, e eu acalmei enquanto um dedo acariciava minha bochecha. "Você não me reconheceu, não é?" disse a mulher, e ela me levou a estudá-la ainda mais. Seus olhos eram de um tom deslumbrante de verde, suas curvas de mulher em todos os lugares certos. Ela era sedutora. Ela estava sorrindo... Ela era "Febe?", Eu sussurrei, meu pulso correu. "Minha Febe?" Os olhos da mulher se encheram de lágrimas felizes e um sorriso deslumbrante iluminou seu rosto enquanto ela caiu para ajoelhar-se no chão diante de mim. "Rebeca. Minha doce, doce pequena Rebeca”.


Meu mundo parou de girar ao ouvir esse nome... o meu nome de nascimento, meu nome abençoado atribuído a mim pelos meus pais... antes que eles percebessem que o diabo vivia dentro de mim, antes que eu fosse rasgada longe daqueles que eu amava, evitada e enviada para ser salva. "Não diga esse nome, por favor", eu implorei, e Febe perdeu o sorriso. Sua mão acariciou meu cabelo emaranhado do meu rosto e disse com tristeza: "Eu sei o que você é e eu sei que mal é executado em suas veias. Mas você sempre foi minha preciosa bonita irmãzinha. Minha Rebeca que iria esgueirar-se em minha cama à noite e me permitir trançar seu cabelo, me permitir cantar seus hinos e esperar ansiosamente para eu recitar as escrituras”. Seus olhos verdes me olhavam e ela acrescentou: "Você se lembra, minha irmã? Você se lembra daqueles preciosos momentos que compartilhamos antes que fosse levada?" Memórias inundaram de volta. Momentos felizes compartilhados com Febe engolfaram minha mente, memórias que eu tinha bloqueado. Ela cuidou de mim, riu comigo, sorriu comigo, fez tarefas comigo, cantou para mim, leu para mim... me amou. Eu não poderia me lembrar de ninguém me amar além de Bella, Mae e Maddie... e agora Ky, embora eu entendia que ele estava encantado com um feitiço. "Salmo vinte e três", eu sussurrei depois que Febe tinha deixado cair os olhos, uma expressão decepcionada consumindo seu rosto bonito. "Gostaria de cantar o Salmo vinte e três." Febe engasgou e as lágrimas encheram seus olhos. "Você se lembra..."


Nós duas nos olhamos, duas raparigas crescidas agora. Vidas vividas, mas não juntas. Cicatrizes, mas não infligidas uma pela outra. Duas meninas ligadas, mas não mais do que estranhas. Passados entrelaçados, mas futuros desgastados e solitários. A cabeça de Febe desviou para o lado. "Você é a coisa mais linda que eu já vi. Os rumores de sua beleza não são exagerados”. Um

arrepio

percorreu

minha

espinha.

"Eu

sou

uma

amaldiçoada, Febe. Sou nascida de Satanás”. Os olhos de Febe abaixaram. "Isso eu sei." "Minha mãe..." Eu falei abafada. Febe assentiu tristemente. "Eles vieram por ela, a julgaram como uma herege. Na primeira, ela negou suas reivindicações de que ela tinha ficado com Satanás e deu à luz a seu filho amaldiçoado. Mas depois de dias de ensaios, ela enfraqueceu e confessou. Ela foi executada rapidamente e dado um enterro apropriado para seu arrependimento". Senti uma fatia de dor física através do meu coração para a mulher que me deu a vida. Eu vagamente me lembrava dela, mas eu não a conhecia bem. Minhas memórias foram vislumbres fugazes de sua escovação de meu cabelo e prendendo-o na minha touca para esconder sua cor loira e seu comprimento. Lembro-me dela aparando meus longos cílios escuros com uma tesoura para que meus olhos não chamassem atenção. Um creme branco seria esfregado sobre minhas bochechas para garantir que eu estava pálida, e um pó escuro seria limpo debaixo dos meus olhos, para eles parecerem afundados e cansados. Meus dedos trêmulos tinham levantado para o meu rosto e estavam circulando a pele sob os olhos. Febe levou minha mão na dela e baixou-as aos nossos joelhos.


"Eu me lembro dela fazendo coisas estranhas para mim, quase escondendo quem eu era." Uma única lágrima caiu de olho de Febe. "Ela tentou disfarçar sua beleza incrível. Ela não queria que você puxasse a atenção dos discípulos... do irmão Luke”. A realidade e as tentativas apavoradas de minha mãe bateram em mim e eu sacudi meu corpo profusamente. Febe notou e colocou a mão no meu joelho. "Então é verdade," eu disse em uma voz trêmula. "O quê?" "Que a minha mãe se juntou com Satanás... e juntos eles me fizeram." Febe respirou, mas relutantemente concordou. "Sim." "Então, tudo é verdade sobre mim, irmã? Eu realmente sou má". Febe mergulhou os olhos, em seguida, olhou para mim através de seus cílios. "Mas você está aqui em Nova Sião e será salva agora, Delilah". Eu balancei a cabeça entorpecida, mas por dentro eu estava quebrada. Febe, vendo que eu não tinha vontade de falar mais, caminhou até uma bandeja sobre uma mesa de cabeceira que ela deve ter trazido. Caminhando em direção a mim, ela segurou um par de tesouras em suas mãos. "Eu vou livrá-la de suas obrigações." Segurando as minhas mãos e os pés, Febe cortou a corda, e os meus ossos queimados onde a corda tinha esfregado na carne, a pele brilhante vermelha e empolada. Mas eu não senti a dor, estava lavando fora todo esse sentimento.


Ky e Mae tinham tentado me convencer de que eu estava errada sobre ser uma mulher sedutora, que o profeta e os anciãos me convenceram desta verdade para me controlar, continuar me deixando a seu lance. Mas ouvir que minha mãe tinha realmente se juntado com Satanás, havia sido julgada e procurou arrependimento, contou-me tudo o que eu precisava saber. Eu, Delilah, era uma maldita... e que tinha sido influenciada pelo mundo exterior. "Você

pode

andar?",

Perguntou

Febe,

e

eu

acenei

automaticamente minha cabeça. "Então vamos dar um passeio. Estou certa de que você está ansiosa para ver sua nova comuna. Profeta Cain reuniu todas as comunas e as trouxe aqui". Isso chamou a minha atenção. "Todas as comunas?" Febe estendeu a mão para me levar e me puxou para os meus pés. Eu cerrei os dentes na dor dos meus tornozelos, mas a dor desapareceu quando minha curiosidade cresceu. "Sim, todas as comunas. Havia centenas em todo o mundo. Após o ataque e a morte do Profeta David, Profeta Cain subiu e junto com o conselho de anciãos, trouxeram-nos aqui”. O olhar confuso na minha cara deve ter alertado Febe do meu choque. "Você não sabia disso, Dalilah?" Eu balancei minha cabeça. "Então, onde é que você acha que vivia antes de ser levada pelo profeta como uma Maldita?" Minha frequência cardíaca aumentou. "Eu... eu sempre pensei que eu estava em outra parte da mesma comuna. Mas eu não me lembro muito da minha infância, então eu nunca pensei nisso. Toda a minha vida, nós, as Malditas, fomos mantidas separadas de todos os outros. A interação com os outros escolhidos era proibida. Era muito perigoso para suas almas serem expostas a nós mulheres prostitutas."


Febe assentiu em entendimento, ainda me puxando para a porta. Puxei meu braço para trás. "Espere! Duvido que o Profeta Cain mudou as regras para mim. Estou proibida de deixar esses aposentos". Febe olhou para a porta. "Vamos continuar com o caminho isolado. Nós não seremos vistas. Temos cerca de uma hora até que o irmão Micah virá para você. É a adoração da manhã agora e só eu estava autorizada a ver você." "Por que você?", Perguntei. Febe sorriu e um rubor subiu por suas bochechas. "Eu sou uma irmã decorada..." Minhas sobrancelhas franzidas, Febe sacudiu o cabelo para trás. “Eu também sou a consorte do irmão de nosso profeta, Judah. Eu tenho um status elevado entre as mulheres." Febe parecia tão orgulhosa e muito honrada de estar ao lado de Judah, mas a única vez que eu tinha encontrado o homem, tudo o que eu sentia era frieza. "Venha. Há muito para ver", disse Febe animadamente, me puxando pela porta e para o sol da manhã.

A voz familiar do Profeta David jogou através de grandes oradores no círculo de medo, e eu não podia acreditar nos meus olhos. Pisquei furiosamente, acreditando que eu estava vendo inverdades. Minhas mãos tremiam e minha respiração tornou-se lenta. Eles


estavam por toda parte, centenas e centenas de pessoas... livres de roupas e se contorcendo em torno de prazer na grama. Homens que se integravam para deitar com as mulheres; mulheres que se uniam carnalmente com mulheres. Foi hedonista e explícito. Ruídos de prazer perfuraram o ar da manhã. Eu nunca tinha visto nada parecido. Este não era um compartilhamento do Senhor que eu já tinha testemunhado. Isto era pecado, errado. Eu olhei para o palco elevado e lá estava o Profeta Cain. Ele estava sozinho, vestido todo de branco, acenando para o seu povo. Embora a partir daqui ele parecesse desconfortável, não se envolveu no ato, seus olhos olhando para o chão, e não sobre os corpos contorcidos em massa. Onde quer que eu olhasse havia pessoas fazendo sexo. Eu não entendia isso. Isto não era o que eu tinha sido ensinada, não como eu tinha sido levada. Um suspiro escapou feliz da boca de Febe, e ela se virou para mim. "Não é glorioso, irmã?" Meus olhos se arregalaram com suas palavras. "Eu não entendo. Por que essas ações têm lugar no Solo sagrado do Senhor?" "Esta é a mensagem do profeta, Delilah. Este tem sido sempre o caminho. Nós celebramos que o Senhor ama nossos corpos, ‘Carne de sua carne’”. Minha cabeça balançou profusamente. "Não! Temos de ser puros. Contidos. Devemos suprimir o prazer, de modo a não convidar o mal em nossos corações e almas." Febe colocou a mão no meu ombro. "Não, irmã. Esse é o caminho dos Malditos. Você deve suprimir o prazer de modo a não convidar mais mal em sua alma já enegrecida. Você deve permanecer pura, a não ser para o ancião bendito que vai ajudar você a atingir a


salvação. Como escolhidos do Senhor, oramos através do nosso prazer. O Senhor nos fez sexuais para sentir seu amor”. Meu lábio tremeu quando me lembrei do primeiro dia, o irmão Noah me levando em um compartilhamento do Senhor como uma criança... "Delilah, hoje você vai aprender a obediência, a obediência deve vencer o mal”. Sua cabeça inclinada para o lado. "Você deseja que sua alma satânica seja salva, não é?" "Sim, senhor, desesperadamente. Eu não quero ser caída, nem uma mulher sedutora”. Irmão Noah sorriu, e meu estômago virou. Não parecia puro e sincero, mas sim lascivo e animado. "Então venha. Vamos para o grande salão

onde

todos

os

outros

pecadores

eMalditos

precisam

ser

convocados”. Baixei a cabeça em submissão, colocando minha mão pequena dentro da dele. "O que vai acontecer quando estivermos lá?", perguntou minha voz de oito anos de idade. Irmão Noah abaixou-se, acariciou seu dedo na minha bochecha, e disse: "Eu vou levá-la, Delilah. Purificá-la com a minha semente. E você não deve lutar contra isso. A luta só vai atrasar a sua salvação. Você quer ser posta em liberdade, não é verdade? Você quer estar com o Senhor quando o Dia do Juízo chegar?" "Sim, senhor, é meu maior sonho." "Então não lute. Sua irmã, Bella, lutou com irmão Gabriel em sua primeira partilha. Ela ainda é uma filha obstinada e pecaminosa. Sua alma ainda está escura. Você não quer isso, não é, Delilah?"


Eu balancei a cabeça vigorosamente. Eu não queria nada disso. Eu estava com medo que eu estava despida de minha veste. Eu estava com

medo

quando

eu

fui

colocada

de

quatro,

minha

cabeça

pressionada no chão e as mãos colocadas atrás das minhas costas. Não houve dor, desconforto, mas mais do que isso, a rendição que eu fiz com o irmão Noé e o Senhor. Era assim que eu deveria ser salva. Eu me senti instável em meus pés. "Delilah?", Disse Febe quando ela me olhou com cautela. Eu olhei para a garota que uma vez foi minha irmã e não senti nada, apenas confusão. Passei meu calcanhar e corri de volta pelo caminho para meu novo quarto, ouvindo o ruído surdo dos pés de Febe atrás de mim. Eu não parei. Minha mente era um labirinto de perplexidade, um caos de zumbido tumultuado, enganos, e equívocos. Quando entrei no meu quarto novo, andando o espaçoso apartamento, Febe correu e pediu, "Delilah, qual é o problema? Por que você está agindo assim?" Ajuntando meus dedos pelo meu cabelo, eu perguntei: "Você participa de tais serviços? Todos participam?" Ela me olhou como se eu fosse doente mental. "Por favor, Febe! Eu preciso saber!" "Sim, eu participo nestes serviços. Eles são essenciais para a nossa fé... para a causa. É o que todos nós somos chamados a fazer. O apocalipse está próximo, e o Profeta Cain irá garantir nossa ascensão ao paraíso através suas revelações." "É por isso que você é uma irmã Sagrada? Como você ganhou esse título? Eu nunca ouvi falar dele antes". Febe sorriu. "Profeta David revelou que devemos recrutar mais membros. Eu fui uma das irmãs escolhidas da nossa comuna anterior para ir para o mundo exterior e converter mais discípulos”.


Minhas pernas ficaram fracas e eu desabei sobre a cama. "Você... você foi para o exterior? Você deixou a comuna?" "Sim. Devemos pregar e assumir a missão para espalhar as palavras do Senhor, assim como Jesus e seus discípulos fizeram". "Como? Como você converte?" Febe caminhou cautelosamente para mim e se juntou a mim na cama. Ela segurou minha mão e confessou: "Nós compartilhamos o amor do Senhor. Mostramos aos homens e mulheres que podem viver uma vida livre de contenção, mostramos como a vida pode ser se eles abraçarem o amor do Senhor e comprometerem-se totalmente à causa do profeta David e agora ao Profeta Cain”. Eu não acho que Febe poderia dizer ou mostrar-me qualquer outra coisa esta manhã que me chocaria mais do que o Círculo Sagrado. Eu estava ficando dormente. Tudo o que eu acreditava estava sendo questionado; minhas crenças estavam sendo rasgadas; não, feitas em pedaços. Toda a minha vida e crenças estavam desmoronando diante de meus olhos! Eu não podia ver tudo. Eu queria Mae. Eu queria Maddie. Eu queria segurar Ky, para ele me acalmar e confortar-me, para me dizer que tudo ia ficar bem. Eu era uma estranha nesta comuna. Sem saber. "Você... você se junta a eles... carnalmente para trazê-los para cá, para o paraíso do Senhor... essa Nova Sião?"


Febe sentou reta, quase orgulhosa. "Sim. E eu trouxe de volta a maioria dos nossos adeptos. De que outra forma você acha que obtivemos novos membros?" "E... Judah? Você está agora com Judah?" Febe sorriu e pude ver o carinho que ela tinha pelo irmão gêmeo de nosso profeta. "Eu estou. Ele conta-me que eu sou digna de estar ao seu lado. Eu sou um exemplo para as nossas mulheres de como usar a mensagem do Senhor e mostrar às pessoas ímpias o verdadeiro caminho”. Eu não conseguia respirar. Meus pulmões estavam constritos, meu peito estava ficando apertado, e eu não podia respirar! "Delilah?" Febe caiu de joelhos e senti minha cabeça úmida. "Você está bem?" "Sim", eu consegui dizer. "Por favor, eu preciso descansar. Estou cansada." Febe suspirou e rapidamente saiu do quarto, deixando-me sozinha. Eu devo ter adormecido na cama, quando eu ouvi alguém caminhar através da porta, eu fui sacudida para acordar com um suspiro. O quarto estava no escuro. Eu percebi que devia ter dormido o dia inteiro. Minhas costas encostaram-se à entrada, mas quando passos pesados se aproximaram de mim, meu instinto me disse para correr para a cabeceira da cama. "Pequena Rebeca, oops! Não, é Delilah agora, não é?" Uma voz profunda disse e o irmão Micah caminhou para a pobre luz do dia espremida através da janela.


Eu inalei uma respiração com medo. Sua estrutura era formidável. Seu cabelo castanho nas costas, uma longa barba que fluía abaixo de seu peito. Seus olhos castanhos eram pequenos e estreitos, com o rosto parecendo adotar uma carranca permanente. Ele era alto e parecia mau... Ele era o homem para me salvar? Irmão Micah se aproximou e se elevou sobre a cama. "Você é linda, Delilah, uma verdadeira visão." Observei-o atentamente, vi seus lábios apertados. Irmão Micah virou as costas e começou a levantar sua túnica. Eu não me atrevi a olhar quando sua pele começou a mostrar. Então eu não conseguia desviar o olhar quando seu traseiro inteiro foi revelado, incapaz de conter minha respiração e um suspiro chocado. Micah olhou para trás. "Você vê o que a sua tentação de prostituta fez para mim, Delilah?" Marcas da largura de barras marcavam suas costas. Elas estavam por toda parte, a partir do fundo de seu pescoço para baixo de sua espinha. Ele havia sido açoitado, atacado... apenas como Jesus tinha sido. Micah se virou e olhou para mim. "Você se lembra daquela noite, Dalilah? A noite que você entrou no meu quarto e me provocou com seu sorriso doce. Tentando-me com aqueles olhos azuis. Eu estava arrebatado por sua aparência. Profeta David tinha acabado de pregar sobre como tocar e agradar uma garota, sobre como nossos guardas começariam a tocar-nos para introduzir-nos ao amor do Senhor. Eu tinha te amado por anos, durante o tempo que eu poderia lembrar. E não era apenas uma paixão da infância. Você me consumiu, todos os meus pensamentos, meus sonhos, cada fibra do meu corpo. Eu pensei sobre você incessantemente, sobre como você poderia ser como uma daquelas meninas nos livros de colorir”.


Os olhos de Micah encapuzados e vi quando ele se abaixou para sua virilha, revelando sua excitação. Ele deu um passo para a frente, depois outro, até que os joelhos bateram no colchão no final da cama. Sua mão começou a acariciar acima e para baixo de seu comprimento e náuseas surgiram em meu estômago, vômito afiando sua caminho até minha garganta. Não... por favor, Senhor, por favor, salve-me... poupe-me da ira de Micah, eu orei. "Aprendi a tocar-me com sua imagem. Aprendi a trazer o prazer e transcender para ficar mais perto do Senhor... todos esses lindos olhos e lábios cheios”. As palmas das mãos de Micah bateram no colchão, seguindo pouco depois por seus joelhos. Eu não tinha para onde ir; Eu estava presa. O medo me manteve prisioneira na cama. Mas, então, os olhos vidrados por outra coisa, algo que eu não conseguia decifrar. "O diabo dentro você falou com minha alma inocente e temente a Deus. E você, com seu belo rosto, pecaminosamente me atraiu. Você me fez cair da graça. Eu estava tentado e eu era fraco!" Micah trabalhou sua mão com mais força contra o seu comprimento, sua respiração ofegante, suor surgindo em seu peito. Liberou o aperto por um instante, ele se arrastou para frente, forçandome nas minhas costas até que ele pairava acima de mim, segurando seu pênis novamente. "Depois que meu pai nos pegou, você foi tirada por causa da bruxa que você é. E eu, eu fui punido por não resistir. Você tinha tentado o meu pai e ele prevaleceu. Mas eu não. Eu sucumbi a você. Eu tinha sucumbido ao mal. Para uma prostituta de Hades”. Eu não conseguia falar, incapaz de fazer qualquer coisa quando Micah inclinou-se, sua respiração lavando o meu rosto.


"Fui levado para o morro da perdição, meus braços amarrado entre duas árvores e minha túnica rasgada para baixo do centro. Meu pai pegou um chicote e me premiou com trinta e nove listras, assim como Jesus Cristo". "Eu... Eu sinto muito", eu sussurrei, meu terror rastejando em minha voz. Micah fez uma pausa em sua auto-gratificação. Uma gota de suor salgado caiu na minha bochecha. "Sente muito? Eu não quero, nem preciso do seu pedido de desculpas, prostituta. Com cada chicotada eu livrei minha mente encantada de seu feitiço. Com cada explosão de dor, eu prometi ao Senhor que eu nunca iria cair novamente. Eu tomei todos os golpes e prometi a mim mesmo que se o Senhor me permitisse o ajuste, que me colocasse em seu caminho depravado novamente, gostaria de tornar-me um soldado de Cristo e lutar por sua alma com Satanás". Um grito rasgou do meu peito quando a mão do irmão Micah começou a levantar meu vestido longo. Seus dedos não impediram de rastejar acima de minha coxa até que eles seguraram em volta das minhas roupas e puxou para baixo de minhas pernas, para descartá-las no chão. "Suporte", Micah ordenou. Eu fiz conforme solicitado. Eu não era uma estranha a esta situação. Na verdade, ele poderia ter sido o irmão Noah acima de mim; Eu tinha vivido neste momento mais de mil vezes. De pé em pé incertos, eu abaixei a cabeça em obediência. "Retire o vestido”. Tremendo, eu levantei meus braços e puxei para baixo o zíper, meu vestido cinza caindo para uma pilha no chão. Eu estava nua.


Eu estava nua. Eu estava de volta. Depois de um farfalhar dos lençóis, Micah ficou na frente de mim, abaixando a cabeça para que ele pudesse olhar para meus olhos. "Olhe para mim, Delilah", disse ele, e tão natural quanto respirar, eu fiz como ordenado. Micah passou a mão pelo meu cabelo, em seguida, falou as palavras que eram muito familiares para mim. "Eu estou aqui para levála, Delilah. Purificá-la. E você não deve lutar contra isso. Pois a luta só vai atrasar a sua salvação. Você quer ser livre, não quer? Você quer estar com o Senhor quando o Dia do Juízo vier?" Flashbacks de ser criança e ouvir aquelas palavras exatas escorregando dos lábios do irmão Noah invadiram minha mente consciente, me tornando imóvel. Eu tinha me tornado a menina com oito anos de idade novamente. Eu era só uma alma perdida novamente. Balançando a cabeça, eu encontrei-me dizendo: "Sim, senhor, é meu maior sonho." "Então não lute," Irmão Micah ordenou. "Porque eu tenho o poder de salvá-la. Eu sou abençoado pelo Senhor para trazer-lhe em seu abraço". Irmão Micah mudou-se para o lado e fez um gesto para a cama. Eu andei para frente três passos, me ajoelhei, pressionei minha testa no colchão, e apertei minhas mãos atrás das costas. À medida que o colchão mergulhou. Irmão Micah apoiou na minha entrada e começou a empurrar o seu comprimento para dentro. Eu fechei os olhos e imaginei o único homem que eu amava. O homem que eu amava e que nunca iria me levar como este. Ele condenou aqueles que o tinha... O homem que fez amor comigo...


"Baby, me ouça e ouça bem". Os olhos de Ky suavizaram e ele colocou meu cabelo atrás da minha orelha com o dedo, sua barba loira fazendo cócegas na pele do meu peito. "Eu não sou como eles. Sim, eu sou um prostituto. Isso não é nenhum choque. Eu dei uma volta com uma linha longa da porra de vagabundas. Mas eu não tenho feito isso. Eu nunca dei a mínima para a cadela como eu faço com você. Eu nunca liguei para uma boceta como eu ligo para a sua. Eu mataria por você. Qualquer um que chegar perto para tentar levá-la para longe de mim e eu vou cortar a sua porra de garganta. Você pertence a mim, você é minha, e agora, nesta cama, eu vou fazer algo mais pela primeira vez. Para nós dois..." "Eu vou fazer amor com você, Lilah. Eu vou levá-la como o minha, possuí-la. Porque não existe ninguém lá fora... mais ninguém que poderia fazer isso comigo, apenas você." "Ky..." Eu falei abafada e desta vez agradeci as lágrimas quando elas caíram pelo meu rosto. Elas eram a prova de que Ky deveria saber que eu queria tudo com ele também. Ky suspirou e beijou uma gota salgada longe de cada bochecha. Pressionando sua testa contra a minha, ele inalou uma respiração irregular e murmurou, "Eu te amo, Lilah. Isso, nós, baby, é mais do que apenas foda. Você consegue sentir isso, sim?" As minhas inibições evaporaram naquele momento. Segurando as mãos em seu rosto, eu esmaguei meus lábios nos dele e confessei: "Eu também te amo, muito, muito. Você me faz sentir segura... Eu sou destemida quando estou com você. Você não sabe o quão especial este sentimento é para mim". Agarrei-me à imagem daquele rosto. Kyler Willis, meu lindo amor verdadeiro... Eu te amo, Ky... Você vai sempre manter o meu coração...


~Ky~ “Nós vamos ter que fazer um reconhecimento. Nós somos fodidamente estúpido se formos neste lugar às cegas", disse AK. Smiler e Tanner o apoiaram. O filho da puta nazista tinha puxado através e conseguiu voltar com os modelos na mão. E sim, a nova comuna era uma porra de fortaleza. Um milhão de hectares de proteção escondidos por uma proteção militar top. Ela era como uma porra de Fort Knox Não tínhamos idéia de quantos malucos estavam lá, mas pelo que Tanner pode conseguir de informação, poderiam ser milhares. Os Hangmen poderiam levar semanas para obter os números desse tipo juntos, então Styx tinha concordado em deixar AK e Smiler entrar e alcançar o lugar, ver se poderíamos fazer o resgate abaixo do radar dos fodidos. Isso foi um dia atrás. Eu não tinha as habilidades necessárias para essa etapa, então eu achei que era mais produtivo sentar no bar, uma garrafa de ‘remédio’ do fodido Jack Daniels. Dois dias que minha cadela tinha sido levada, dois miseráveis e fodidos longos dias, e eu não era um idiota. Mae tinha dito o que esses caras de cu fariam, mas eu não podia me deixar ir lá, não podia imaginar algum puto sádico estuprando minha mulher. Foda-se, ela estaria tão assustada. Minha old lady era tímida, assustada por passar por lavagem cerebral toda a vida. Mae e Maddie eram um desastre de trem de maldição, escondidas no apartamento de Styx, entorpecidas para caralho, e olhando fixamente para o espaço a maior parte do tempo de porra.


"Como está indo, irmão?" Hush sentou ao meu lado, me puxando de meus pensamentos escuros, e como sempre, Cowboy não ficou muito atrás. Eles eram como sombras de cada um, os malditos. "Ky," Cowboy cumprimentou, derrubou seu chapéu e sinalizou para uma cerveja, tomando um assento ao lado. Nós três não conversamos. Que diabos havia para dizer? Horas se passaram e um por um dos irmãos entraram no bar: Tank, Bull, Vike, Flame e Tanner mostraram seus rostos e, eventualmente, Styx. Estávamos todos à espera de informação, as old ladies lá em cima com Maddie e Mae. Alguém cutucou meu braço e Styx sentou ao meu lado. Ele não disse que merda queria. O rugido de Harleys soou fora, e eu pulei fora da minha banqueta, pronto para correr para a porta, mas Styx me segurou. Minutos depois, AK e Smiler entraram no bar, olhando o cabelo longo cansado e despenteado e gorduroso de Smiler, amarrado para trás, sujeira por todo o couro e pele. Bati na direção deles quando eles caíram nos sofás e estava diante deles. Ouvi o apito de Styx para que todos fossem se reunir ao redor. "Bem?", Eu solicitei. AK levantou a cabeça e passou as mãos pelo rosto. "Eles têm um maldito exército." Soltando um longo suspiro, eu cruzei meus braços sobre o peito, e Hush perguntou: "Com o que estamos lidando?" "Guardas patrulhando com AK-47s todo o perímetro, e não qualquer guarda. Esses caras sabem o que estão fazendo. Tem dois turnos, dia e noite", revelou Smiler.


"De todas as áreas, tem alguma fraca?", Perguntou Tank. "Não

muitas.

Mas

eles

não

estão

suficientemente

aprofundados quando garantiram o perímetro externo e encontramos um caminho no sudoeste da propriedade. Não muito, mas há colinas e campos lá, cerrados. É o mais fraco local, em qualquer outro lugar, nós estaremos olhando para quatro profundas cercas elétricas, câmeras e patrulhas a cada hora". AK, em seguida, olhou para mim e Styx; o prez tinha se movido ao meu lado. "Não sei de onde diabos todos eles vêm, mas posso dizer a vocês agora, esses filhos da puta que matamos meses atrás, esses fodidos anciãos e profetas de merda, aqueles irmãos que tinham Mae, Li, e Maddie, eles não eram nada. Esse lugar não é como nada que eu tenha visto antes. E a munição que eles usam é como top, a verdadeira merda israelense. E eu tenho que dizer, prez, que é melhor do que o que está transportando merda". Styx me cutucou, e eu assisti automaticamente seu sinal da mão e traduzi. "O que diabos é isso? O que estão fazendo lá?" Smiler realmente sorriu porra, sem humor, no entanto. "Parece uma cruzada maldita, como uma Jerusalém fortificada ou alguma merda. Aqueles malucos religiosos parecem que estão se preparando para o fodido Armageddon". Styx jogou a cabeça para trás e gemeu, depois olhou para Bull. "Qualquer palavra sobre novos vendedores de armas no nosso território?" Bull balançou a cabeça. "Nada. Está tudo bem”. "Eles estão ganhando tempo", eu disse e encontrei os olhos de Styx.


"Nós todos conhecemos Rider. Ele é novo. Ele vai precisar colocar as coisas em ordem antes que ele ataque. Mas depois disso... bem, ele está chateado e ele vai trazer a chuva maldita". "Nós entramos, na periferia, mas nunca muito profundo", disse Smiler. "E Lilah? Você viu minha mulher?", Perguntei, um poço de porra no meu estômago. AK e Smiler olharam um para o outro, parecendo se debater sobre o que no inferno compartilhar. Eu pisei para frente, chamando a sua atenção, e disse: "Tudo o que vocês têm que dizer, irmãos, é melhor vocês começarem falando." AK sentou-se no sofá e disse: "Nós vimos alguma coisa, mas não, nós nunca vimos Lilah." "O que você viu?", Perguntou Hush. "Temos que saber tudo, se vamos lá". As sobrancelhas de Smiler franziram e ele disse: "Nós estávamos bem para trás, mas ouvimos alguma merda louca de Bíblia sendo canalizada através de enormes alto-falantes”. Eles olharam um para o outro novamente, o que só serviu para me irritar. "Pare de porra de olhar nos olhos um do outro e me diga o que diabos você viu!", Gritei, pegando AK com dentes cerrados. "Você quer saber o que vimos? Vimos uma orgia maldita. Uma porrada de porra de fodidos enorme pedaço de grama, bocetas e paus em todos os lugares, fodendo uns aos outros em todos os buracos que podiam encontrar, enquanto gritavam alguma loucura numa língua que eu não entendia." "Nunca vi nada assim", acrescentou Smiler.


Cada parte de mim congelou, e AK se levantou, colocando a mão no meu ombro. "Era como um louco culto de sexo, irmão. Nenhum de nós pegou Lilah, mas isso não significa que ela não estava lá”. Flame visivelmente se abalou e olhou para Styx. "Quando a gente vai entrar?" Styx olhou para Smiler e AK e ergueu as sobrancelhas, silenciosamente fazendo a pergunta. "Nós estávamos pensando no anoitecer", respondeu Smiler. "Temos uma boa idéia do que nós vamos ver no primeiro par de milhas, mas vai ser tudo surpresa a partir de então. A escuridão nos dará a cobertura extra que vamos precisar para rastrear Lilah. E o irmão..." Smiler virou para mim. "Vamos regatá-la a qualquer... custo. Mesmo se eu não gostasse da cadela, sua permanência naquele lugar fodido não iria ser certo para mim". "E as armas?", disse Bull. "Temos que saber o que estão estocando. Esses filhos da puta ainda estão apenas do lado de fora de Austin. Eles vão trazer a porra do jogo para o nosso território. Isto poderia significar uma porra de uma guerra com os putos. E agora eles estão com o KKK? Essa merda não está indo bem". "Todo mundo está bem em ir ao cair da noite?" Styx sinalizou, acenando para o que Bull tinha dito. Uma rodada de ‘sim’ soou, e eu disse: "Quem é que vai? Porque eu vou e eu não quero ouvir nenhuma merda sobre isso”. Styx assentiu com a cabeça e apontou para AK, Smiler, Cowboy, Hush, ele e eu. "Nós seis vamos, mas, Ky?" Eu observava as mãos do meu melhor amigo. "AK e Smiler comandam, certo?"


Meu queixo apertou com tanta força que a porra doía, mas eu respondi, "Certo." "Tank, Bull, Flame, Vike, vocês vão proteger o clube. Nenhum filho da puta entra." Eles todos empurraram seu queixo em acordo, mas Flame rosnou. "Eu vou," Flame cuspiu, olhando tão louco como merda em suas calças de couro, sem camisa, e apenas seu corte na parte superior. "Não se atreva a me deixar fora dessa merda. Eu vou”. AK foi até Flame. "Irmão, esta é uma missão de entrar e sair. Se alguns desses porras nos pegarem vão nos crucificar. Isso não é uma porcaria hippie ou fodida boceta com que estamos lidando. Esta versão do culto é fodidamente trancada e encarregada de tomar qualquer desgraçado que cruzar seu território". Flame encarou AK como se ele não estivesse ouvindo, mas ele disse: "Eu ainda vou. Eu vou calar a boca”. Flame sorriu e ele apenas olhou como a porra de assustadora aberração. "As maneiras que eu posso matar não precisam ter som". Eu vi a apreensão em todos os rostos dos irmãos, mas eu pelo menos me sentia melhor sabendo que esse louco bastardo está em minhas costas. "Então nós vamos hoje à noite", sinalizou Styx. "Descansem. Vocês vão precisar." Cada irmão me deu um tapinha no ombro, enquanto eles deixaram o bar para ir para seus quartos, deixando-me com Styx. Eu lancei-lhe um empurrão do meu queixo e fui arrumar minha bagagem quando ele me parou com um aperto no meu braço. Ele soltou e sinalizou "Se esse culto sob Rider tem feito pior do que foder nossas cadelas e a forma como foram criadas, você precisa se preparar, irmão”.


"Ela só foi sua parceira por um dia. Vamos retirá-la antes que esses babacas a machuquem" Eu respondi, mas eu sabia que eu estava enganando a mim mesmo, como o fazia Styx quando sua expressão lamentável da porra apareceu. Assim que Lilah voltou para essa comuna, ela ia ser rebocada em reclusão por aqueles bastardos para "salvá-la." Ela me disse isso sobre si mesma. "Vá ficar com Mae" eu disse e quase corri para o meu quarto. Batendo a porta, minhas costas bateram na madeira, e eu deslizei para o chão, minha cabeça caindo em minhas mãos. Foda-se, Li... por favor, esteja bem porra.


Capítulo Dezenove ~Lilah~ Folhas de uma árvore fora da janela dançaram como sombras projetadas contra a parede do quarto. Estava escuro fora e um silêncio mortal dominando a noite. Não foi uma visão agradável, aquelas folhas. A escura forma se unindo, cruzando, e sacudindo quase pareciam demônios rastejando ao longo da parede, perseguindo-me... me provocando. Apertei meus olhos fechados para escapar aos olhos do assombro. Minhas pernas estavam dormentes. Eu tentei movê-las para uma posição diferente, mas estremeci quando uma dor sacudiu através do meu corpo, do meu núcleo. Eu estava dolorida. Micah era áspero, fazendo com que o sangue manchasse minhas coxas, suas sementes secas pelas minhas pernas. Eu tinha perdido a conta de quantas vezes ele tinha me levado, a cada vez recitando escritura, a minha alma reagiu, me sacudindo a partir de dentro, os olhos rolando para trás, e um apelo pessoal ao Senhor fluindo da minha boca. "Sujeitai-vos, portanto, a Deus. Mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós", Irmão Micah gritava a cada estocada de seus quadris, cada puxada

em

meu

cabelo

em

volta

do

seu

punho,

e

cada

inundação de sua semente derramada em meu ventre. Exausto de sua tarefa árdua, Micah tinha ido, deixando-me imóvel na cama, mas prometeu voltar amanhã. Eu não quero que amanhã chegue. Eu nunca tinha me sentido assim... suja, sendo utilizada assim antes. No final de cada compartilhamento do Senhor no passado, eu aceitava que eu estava a um passo da salvação. Mas o irmão Micah não tinha me levado para me


salvar; não, ele estava me punindo por suas marcas, rasgando meu cabelo, propositadamente me causando dor quando ele entrava em mim seca. Ele coçou e cravou os dentes no meu ombro, machucado meus quadris com seu aperto implacável, e marcado meu pescoço quando ele me prendeu, quase me sufocando. Eu só tinha sido tomada pelo irmão Noah toda a minha vida. Eu não sabia o que era fazer amor, sentir prazer em um toque carnal... até Ky. Seu toque havia me mudado; seu amor tinha fundamentalmente transformado algo dentro de mim. Ele tinha me mostrado que essa união era... errada. Pisquei uma vez. Duas vezes. Esta união é errada! Todo esse lugar é errado! Lábios trêmulos, eu usei minhas mãos para me empurrar para fora do colchão e manobrar-me em outra posição. Uma energia desconhecida corria dentro de mim. Antes que eu soubesse o que eu estava fazendo, eu tropecei em meus pés, endireitei o meu vestido sujo com sangue e semente, e cambaleei até a porta. Pressionando o ouvido na madeira, eu não podia ouvir qualquer coisa fora. Abrindo lentamente a porta, verifiquei que o corredor estava claro e na ponta dos pés fui para fora. Vozes derivaram de um quarto no fim do corredor. Eu achava que era a sala onde os guardas residiam. Foi apenas uma curta viagem para a porta de saída, de modo mais silencioso possível, eu fiz o caminho em direção a ele e fora para o ar da noite. Sentindo-me tonta, eu segui o caminho e ele me levou à beira da floresta. Eu não tive qualquer pensamento consciente, mas simplesmente segui os meus pés quando eles pegaram o ritmo e tentei sinceramente correr. E eu corri. Eu avancei pelo meio da cobertura de árvores e corri. Corri o mais rápido que minhas pernas enfraquecidas me permitiram. Eu não tive nenhuma idéia de onde eu estava ou para onde eu estava correndo,


mas eu não me importei, visualizando Ky em mente. Sua imagem me manteve forte. Devo deixar... Eu não podia acreditar que eu, Delilah, uma devota seguidora do profeta, estava tentando fugir para o exterior. Minha respiração soou oca. Eu tropecei em um galho caído. Eu estava exausta, meu corpo precisava de descanso. Quando as palmas das mãos e joelhos bateram no chão, eu tentei levantar, mas eu não podia. Com minha bochecha para as folhas secas, ouvi vozes altas se aproximando, uma só voz, em particular, mais perto — irmão Micah. "Aqui! Ela está aqui!", Ele gritou, e em questão de segundos, os guardas me cercaram. Braços me pegaram. Atordoada, eu encontrei meus olhos olhando para o irmão Micah. Seus lábios estavam apertados e seu olhar furioso. "Você estava tentando escapar, prostituta? Você estava abandonando seu povo outra vez... o seu profeta?" Eu não disse nada em resposta. Eu sabia a consequência de ser uma desertora, e eu duvidava que qualquer coisa que eu tinha a dizer seria considerada. Os olhos do irmão Micah iluminaram com vingança e ele disse: "Vamos levá-la para o profeta. Esta prostituta criada por satanás está além de salvação, além da redenção. Ela é má desde o núcleo. Profeta Cain não vai tolerar sua tentativa de fugir de volta a esses homens maus". Eu não me importava mais. Deixei me fazerem o que quisessem. Eu não poderia viver dessa maneira. Se minha alma não poderia ser salva, Ky nunca poderia me amar puramente. Eu preferiria morrer a ter o seu amor sob um feitiço... e eu preferia morrer do que continuar a viver sob o domínio do profeta. Esta comuna não era o que eu considerava sagrado. Sexo utilizado de forma imoral. As cicatrizes estavam sendo empurradas sobre

as

almas

relutantes.

Saudei

a

acusação

de

deserção.


Pela primeira vez na minha vida, eu me congratulei com o alívio final deste mal que vive dentro de mim.

"Profeta, você deve fazer um exemplo dela. Ela é uma Maldita, além do que nós, como seguidores do Senhor podemos fazer. Os homens com que ela residiu corromperam sua alma, alimentaram a influência do diabo". Minhas mãos amarradas novamente, eu estava sentada no chão duro da habitação do Profeta Cain. Profeta Cain ficou em minha frente, rodeado por Judah e o conselho de anciãos. Irmão Micah estava implorando o seu caso. Os olhos de profeta Cain me observavam e parecia que a indecisão brilhou em suas profundezas. Andando dois passos para frente, Profeta Cain se abaixou e disse, "Delilah... Ouvi falar muito de você." Revirei os olhos para encontrar os dele e fiquei impressionada com sua beleza. "Diga-me, Delilah, por que você estava fugindo de seu povo?" Eu não dei uma resposta. Eu sabia que o que eu diria cairia em ouvidos surdos. Profeta

Cain

suspirou

e

disse

calmamente:

"Delilah,

arrependa-se e concorde em pagar seus pecados pelos escritos do Profeta David e você será salva de um julgamento”. Baixei os olhos e o Profeta Cain levantou meu queixo. "Olhe para mim", ele ordenou. Ele olhou para os meus olhos, e, em seguida, lançou o que parecia ser um olhar ansioso em torno dos anciãos. "Deixe-nos," Profeta Cain ordenou a seu conselho, e com relutância, todos eles ficaram de pé.


Todos, com exceção do Irmão Judh. Profeta Cain se levantou e enfrentou seu irmão gêmeo. "Você também, Judah. Eu preciso falar com ela a sós." O rosto de Judah endureceu quando ele se levantou do assento e saiu da sala. O rosto de Judah, embora idêntico em todos os sentidos, era mais duro do que o do profeta. Os olhos de Judah estavam sempre avaliando, e ele via todo mundo como um inimigo. Os olhos do profeta Cain, na verdade, pareciam como, às vezes, preocupado com os outros. Mae tinha me dito que ela uma vez lhe tinha considerado um amigo. Às vezes, talvez eu pudesse ver o por que. Quando todos saíram da sala, Profeta Cain andou até mim e se ajoelhou. "Delilah, ou é Lilah? Quando Mae falava de você, ela sempre a chamava de Lilah”. Eu mantive meus olhos para o chão de azulejos, sem dizer uma única palavra. Dormente demais para sequer reunir uma resposta. Profeta Cain se sentou no chão e passou os braços em volta dos joelhos, olhando do lado de fora da janela. Seu cabelo castanho solto pendurado em suas costas e sua barba estava crescendo pela primeira vez. Eu o tinha visto todos esses meses atrás, quando ele tinha voltado para Mae se casar com o Profeta David. "Como ela está?", Disse o Profeta Cain, alguns minutos depois, piscando de surpresa. Eu não respondi, e ele virou seu olhar para mim. "Ela está feliz? Será que... ela fala sempre falar de mim?" Uma expressão de tristeza atravessou seu rosto e ele baixou a cabeça, suspirando, como se ele estivesse lamentando ou mesmo pedindo. Ele olhou para a porta de relance, voltou a olhar para mim e disse: "Você deve se arrepender Lilah. Se você não fizer isso, eu não posso te salvar. Cada movimento que eu faço está sendo vigiado, cada serviço de oração que eu dou está sendo julgado e eu estou tentando fazer esta comuna prosperar para o bem do nosso povo. Eu preciso que as pessoas acreditem em mim para que eu possa levar-nos a grandeza.


Eu ainda acredito na mensagem do Senhor, na mensagem do Profeta David. Eu ainda quero que todos nós sejamos salvos. E para isso precisamos de Mae, precisamos obter todas as Malditas de volta a Nova Sião. A profecias deve ser cumprida!" Minhas mãos começaram a tremer quando eu ouvi a verdade, a vingança em suas palavras. Eu também queria que nós — amaldiçoadas — fôssemos salvas, mas quando pensei em Mae sorrindo e feliz com Styx em minha mente, eu sabia que ela não podia se arrepender. Quando pensei na tranquila Maddie olhando pela janela e vendo o mundo com contentamento, eu sabia que não podia me arrepender. E quando eu pensava em ser acariciada e adorada por Ky, dele cuidando de mim com tanto cuidado, eu sabia que não podia me arrepender. Eles tinham que ser protegidos. Profeta Cain inclinou-se e levantou meu queixo com o dedo. "Eu nunca iria machucá-la. Ela seria a minha única esposa. Eu a amo. E porque eu a amo, ela precisa ser libertada do diabo, Styx. Vocês todas precisam. Vocês todas precisam estar aqui. E porque eu a amo, e sei que ela te ama, eu preciso que você se arrependa. Eu não posso parar o castigo que você irá enfrentar se não se arrepender. Vou poupá-la de um julgamento, se você confessar as suas tentadoras maneiras. Porque, Delilah, você não quer ser julgada". Eu abri minha boca para falar e Profeta Cain parecia suspirar de alívio que eu estava cooperando. O que não durou muito tempo, quando eu fechei meus lábios de volta. A mandíbula do profeta Cain apertou e sentando-se, ele retrucou: "Então eles tem você também? Os Hangmen corromperam outra alma de amaldiçoada? Você nega a salvação do seu povo para protegê-los? O quê? Você se apaixonou por um deles também?" Ele riu, incrédulo. "Você fez, não é?" Seus olhos anteriormente amáveis tornaram-se foscos com amargura. "Então eles apenas condenaram você a uma eternidade no inferno.”


A porta do quarto se abriu de repente e o irmão Judah entrou, seguido por meu pai, Micah e o irmão Luke. "Bem?", Perguntou Judah, e eu podia sentir os olhos do Profeta Cain em mim, implorando-me para confessar. Eu permaneci quieta. Eu simplesmente não ligava para o que eles fariam para mim. Com julgamento ou sem julgamento, com o que fizessem com tudo, com esta beleza que atraiu homens como Micah para me estuprar. Por agora eu sabia que o que eles disfarçavam como um ‘Compartilhamento do Senhor’ era estupro. Agora eu entendia o que era estupro. Profeta Cain suspirou em derrota. Levantando-se, ele olhou para o irmão. "Você é o Inquisidor, Judah. Lavo as mãos no caso dela e não quero participar em sua doutrinação”. Profeta Cain olhou para Micah e disse em uma voz de corte, "Talvez você esteja certo, afinal, irmão. Talvez ela esteja além da salvação". Profeta Cain saiu e subiu um grande conjunto de escadas, desaparecendo de vista, mas eu fiz uma careta quando vi seu reflexo na janela oposta. Ele ficou de costas contra a parede, inclinou a cabeça para trás, virou-se e enviou seu punho contra a parede branca. Sua explosão de raiva me assustou, mas eu não tive muito tempo para pensar sobre isso. Irmão Judah, irmão Luke, irmão Micah, e mais doloroso de tudo, meu pai apareceram e todo meu corpo enrijeceu. Embora, eu tinha percebido que este homem não era um pai para mim. Ele não tinha nenhum cuidado em sua alma por mim. Irmão Judah olhou para Micah. "Reúna o povo. Eles devem testemunhar como a Ordem pune uma prostituta disposta de Satanás. Vamos levá-la ao círculo. Vamos testar para mostrar a bruxa que ela é”.


A multidão estava de pé enquanto eu estava amarrada pelos meus pulsos, cada braço afastado e preso a um poste. Eles estavam gritando coisas para mim, o rosto vermelho irritado de Judah e Micah me apresentaram como uma desertora. "Esta mulher amaldiçoada de Eva foi encontrada esta noite, fugindo da Ordem, depois de ser salva pelo irmão Micah”. Suspiros de choque ecoaram ao redor da clareira. Homens e mulheres de todas as idades e tamanhos olharam para mim, adultos protegendo os rostos das crianças de mim. "O diabo que está dentro dela a convenceu e como uma mulher fraca, ela foi influenciada para abandonar a luz oferecida por Deus. Em vez disso, ela escolheu o caminho da escuridão". A atenção do povo foi arrebatada em Judah quando ele se ajoelhou ao meu lado, o irmão Micah segurando meu cabelo assim que meu rosto estava visível. "Esta é uma Amaldiçoada. Observem seu rosto, projetado para que os homens caiam a seus pés”. Judah passou o dedo sobre a minha testa. "Suas feições perfeitas o suficiente para seduzir qualquer homem. Sua testa tem o tamanho perfeito, os olhos grandes, moldados com espessos cílios negros e longos. As maçãs do rosto são elevadas, mas não demasiado definidas. O queixo é pequeno, dando uma aparência mais suave, e seus lábios são cheios e carnudos, apesar de sua boca não ser muito grande. Os homens serão levados à loucura por este rosto." Judah chegou a seus pés, puxando meu cabelo, então eu me levantei. Irmão Micah moveu-se atrás mim e imediatamente cortou a parte de trás do meu colete, por isso tudo o que estava cobrindo minha modéstia era minha combinação branca. Agarrei a combinação na parte de trás, o material se agarrou a minha forma. Homens na multidão olharam para mim com olhos concupiscentes, alguns chegaram mais para frente, mais perto do palco.


"Ah, meus irmãos, eu vejo o apelo de sereia puxando vocês. Pois seu corpo foi criado para causar luxúria nos corações dos homens." A mão de Judá começou em meus ombros, então lentamente caiaram. "Seus ombros são femininos, gentis. Seus seios fartos e atrevidos”. Eu lutei contra a bile quando a mão de Judah segurou meu seio direito, amassando a carne, beliscando meu mamilo. Sua mão, em seguida, caiu para minha cintura. "Sua cintura é pequena, seu estômago perfeitamente plano, levando a quadris que se alargam para acolher um homem entre suas coxas”. Judah me soltou, e eu caí para o solo, a corda queimando meus pulsos. "Muitos foram tentados por essa mulher, essa prostituta”. Judah olhou para trás, para os anciãos. "Passo em frente se esta mulher lançou seu feitiço sobre você”. Irmão Micah deu um passo adiante, então o irmão Luke e, finalmente, meu pai. As bancadas ficaram caladas dos anciãos admitirem sua fraqueza. Judah subiu os degraus para a borda mais elevada do palco. "E os irmãos que contemplam essa mulher agora. Passo em frente, se estiverem olhando para esta Amaldiçoada, desejando poder juntar-se com ela, prová-la, tocá-la". Tremendo, eu levantei meu queixo apenas para testemunhar muitos homens, dezenas e dezenas de homens, dando um passo a frente. As lágrimas que eu estive muito dormente para produzir caíram pelo meu rosto. Amaldiçoem esse rosto! Amaldiçoem esse corpo! Judah abriu os braços. "Hoje à noite vamos livrar essa mulher de seu mal para sempre!"


Irmão Micah apareceu nas minhas costas novamente e arrancou minha combinação, deixando-me nua para a multidão. Alguns dos homens se tornarem loucos com luxúria enquanto olhavam para o meu corpo nu. "Irmão Micah! Pegue o chicote!" Judah ordenou, e eu ouvi o irmão Micah pegar algo do chão. O hálito quente estava de repente no meu ouvido, e Micah disse, "Esta é a minha retribuição, Delilah. Você também deve ser marcada... se você não morrer primeiro”. Eu não senti medo, como eu deveria. Muito pelo contrário. Eles me queriam apavorada, repugnante... não ser considerada como perfeita. Eles queriam que eu me arrependesse, admitisse o mal dentro de mim. Mas eles não teriam sua chance. Eu queria morrer se fosse uma escolha entre isto ou residir aqui na comuna. Eu só queria ser livre deste estigma do mal. Um sorriso se espalhou no meu rosto, e eu assisti quando o irmão Judah franziu a testa para a minha resposta. Um rubor vermelho ensombrou seu rosto quando a raiva em minha petulância o pegou. Abaixando minha cabeça, eu fechei os olhos. A primeira rachadura do chicote cortado em minha carne e uma chama incandescente de pura dor acumulou em meu corpo. Um grito involuntário explodiu de meus lábios, e eu olhei para cima a tempo de ver Judah sorrindo triunfante. Eu me preparei para a próxima chicotada, aquela depois disso... e aquelas que se seguiram. O suor escorria pelo meu rosto, reunindo-se no chão de madeira onde minha cabeça baixava. Mesmo a brisa leve eu sentia como navalhas de corte nas minhas costas. Quando as chicotadas pararam, minhas costas cederam com fraqueza, e Judah ajoelhou-se, acalmando a multidão volumosa. "Você se arrepende de seus caminhos tentadores?"


Forçando minha boca para permanecer fechada, eu virei meu olhar para Judah. Balançando a cabeça, ele colocou sua atenção atrás de mim. "Desatem-na" Alguém cortou as cordas em meus pulsos e meu corpo caiu no chão. "Segurem-na!" Judah ordenou, e mãos ásperas pegaram meus braços e me arrancaram do chão. Alguém puxou meu cabelo, e eu encontrei-me a olhar para os rostos da multidão. Pareciam borrar em um só, não havia feições definidas, sem roupas distintivas. Mas então eles começaram a participar, irritados por alguém abrindo caminho para frente. Um flash de vermelho foi a primeira coisa que eu vi, um gemido soou em segundo plano, e um momento depois, meus olhos clarearam o suficiente para ver Febe colocar os olhos em cima de mim e cobrir a boca com a mão. Eu mantive meus olhos em minha irmã quando Judah se dirigiu à multidão. "Jesus Cristo morreu na cruz para pagar os pecados da humanidade... mas alguns pecados não podem ser limpos. Estar com Satanás é um pecado mortal”. Judah estendeu a mão e uma haste de metal de espessura foi colocada na mesma. "Este gentios escolhidos pelo Senhor, vestindo a marca de Cristo para o nosso Senhor, sabem que tudo foi feito para salvar sua alma maculada... infelizmente em vão". Eu podia ver lágrimas caindo dos olhos de Febe, enquanto observava

os

irmãos

Luke

e

Micah

segurarem

meus

braços,

desnudando minha frente nua para o povo de Nova Sião. Um barril do lado do palco foi aceso por meu pai com um fósforo, as chamas subindo altas, o calor demasiado quente para o meu


rosto exposto. Tomando a vara, Judah colocou-a no fogo, a vermelhidão final com calor contido. Levantou a vara e andando na minha direção, colocou-a na vertical sobre o meu estômago, pressionando para baixo, o metal fervente e escaldante em minha pele. Se eu quisesse ou não, fraca ou não, um grito rasgou da minha garganta, e os olhos de Judah brilharam com satisfação. Cada músculo do meu corpo estava tenso, sem ar, eu poderia inalar... "Esta prostituta deve sempre suportar o sinal de Cristo, o Redentor, nosso Salvador. A cruz deve manter o diabo vivendo dentro dela, na baía!" Imergindo a haste no barril de fogo, Judah tirou-a das chamas e segurou alto. Fechando meus olhos, eu me preparei para a próxima laceração... e ela veio, queimando minha carne, o cheiro pútrido da sua marca batendo minhas narinas. Com a vara posta no chão, Judá me olhou nos olhos, a minha consciência desaparecendo, e perguntou: "Para o tempo final, Delilah, prostituta de Satanás, você se arrependeu de seus caminhos de pecado?" Eu sabia que era isso, no momento em que eu escolhi o meu destino. Piscando o meu olhar para o céu à noite, eu encarei a lua solitária e orei: Senhor, ajude a me manter forte. Veja-me através deste julgamento, pois quero livrar-me desse mal... Eu quero ser salva pela morte. Judah cuspiu no chão aos meus pés e proclamou, “Por isso você deve queimar no fogo. Pelo sangue fervendo você será purificada de seus pecados" Um grito doloroso veio da multidão, e Febe caiu de joelhos. Os olhos de Judah se estreitaram para ela em desprazer. Em seguida, ele se dirigiu a meu pai e irmão Micah. "Irmão Micah, Irmão Isaiah, levem Delilah para o morro da perdição. Vocês sabem o que fazer”.


Meu pai tomou lugar ao lado do irmão Luke e junto com o irmão Micah, arrastaram-me para fora do palco, meus dedos perdendo a sua pele na madeira áspera. Devo ter perdido a consciência depois disso, pois a próxima coisa que eu lembrava era de ser acordada pelo Irmão Micah empurrando sua masculinidade no meu núcleo. "Senhor, Senhor, perdoa-me," ele ofegou enquanto empurrava para mim mais duas vezes. Eu nem sequer o senti. Removendo a cabeça do bandido entre meu pescoço e ombro, ele recuou e seus olhos encontraram os meus. "Delilah, você realmente é a criatura mais bela nesta terra. Eu nunca quis uma mulher como eu queria você..." Ele suspirou e esfregou sua bochecha contra a minha. "Esse rosto... esse belo rosto me leva a loucura." "Irmão Micah! Temos que continuar!" Eu procurei a fonte da voz e vi meu pai com uma tábua de madeira. "Eu vou perder esse rosto, Delilah”, Micah disse baixinho e puxou-se para fora de mim, só para agarrar minhas pernas e fixá-las para baixo em linha reta, amarrando em torno de meus tornozelos. Eu instintivamente tentei mover meus braços, mas eles foram levados para cima da minha cabeça, amarrados a um longo pedaço de madeira. Eu estava em uma estaca... Eu estava presa a uma estaca! Eu imediatamente comecei a lutar quando meu pai empilhou madeira aos meus pés. Pelo fogo você queimará. Pelo sangue fervendo você será purificada do seu pecado! As palavras do irmão Judah de repente fizeram sentido. Eles iam me queimar como uma bruxa! Irmão Micah garantiu minhas pernas, em seguida, foi ajudar meu pai. Pânico sobre minha


situação me bateu e eu gritei em frustração, incapaz de libertar-me das minhas restrições. "Por favor!" Eu implorei. A dor a minha volta me fez delirar, a pele queimada no meu torso cru e agonizante. Eu estava sedenta, minha boca seca por falta de fluidos. Eu procurei na área circundante, mas não havia nada em vista, apenas campo no campo, um vasto manto de verde e um pequeno caminhão estacionado na parte inferior do morro que deve ter nos trazido aqui a este lugar isolado. Tomando um jogo de um pequeno saco de linho, o meu pai acendeu a pedra na parte inferior e eu assisti as toras acenderem lentamente, uma pequena chama começou a lamber a madeira. "Não, por favor!", Gritei, quando comecei a sentir o calor em meus pés. O irmão Micah e meu pai caíram de joelhos, olhos fechados, e seguraram suas mãos para o Senhor. "Apartai-vos de mim, vós que sois amaldiçoados, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos." "Mas, quanto aos tímidos, e aos incrédulos, aos abomináveis, aos assassinos, os imorais, os que praticam feitiçaria, os idólatras e todos os mentirosos, o seu lugar será no lago ardente de fogo e enxofre. Esta é a segunda morte." "Eles serão punidos com a destruição eterna, a separação da presença do Senhor e da majestade do seu poder". A Escritura escorregou de seus lábios. Mateus, Apocalipse, Tessalonicenses...


Eles estavam conversando com o Senhor, também perdidos na Glossolalia para ouvir meus gritos. As chamas cresceram mais altas e qualquer esperança de ser salva dessa morte horrível partiu. Fechei os olhos e orei que fosse rápido.


Capítulo Vinte ~Ky~ "Pronto?" Smiler virou-se para AK e começou a desparafusar a caixa de fusíveis para quebrar o funcionamento da corrente elétrica da cerca. O resto de nós — eu, Styx, Flame, Cowboy, e Hush — sentamos em volta à espera, mas eu estava desesperado para entrar. AK e Smiler não tinham sido fodidos mentindo; este lugar era uma

fortaleza

militar

de

maldição.

Paredes,

cercas,

e

vigias

estacionados em todos os lugares. Até agora, dois guardas foram levados para baixo, um por Styx e um por mim. Os filhos da puta não tinham sequer ouvido falar que viríamos, o que era perfeito para surpreender esses burros estúpidos, atirando uma bala bem entre os olhos, os supressores sobre nossas Uzis não fazendo um som de maldição. "Não!" Smiler sussurrou, jogando a porta da caixa de fusíveis no chão. Tomando sua Uzi, ele atirou a "coisa” fodida em pedaços. Tomando a coronha de sua arma, AK testou a cerca — nada. Hush avançou com os cortadores de fio, rasgando o suficiente do enorme muro para permitir-nos passar. Um por um, nós atravessamos a linha de cercas em um grande campo ferrado. Atendo-se a linha de árvores, AK nos guiou pela floresta. "E agora?", Perguntou Cowboy. "Nós vamos para o norte", respondeu Smiler. "Os mapas mostraram que a maioria dos edifícios ficam nessa direção."


"Você lidera. Nós vamos seguir", Styx sinalizou, e nós seguimos. Furar a cobertura das madeiras escuras, tínhamos viajado um par de milhas quando o som de vozes me chamou a atenção. Congelando, eu levantei a minha mão, os irmãos pararam como mortos em suas trilhas. Ouvi mais atentamente quando todos os olhos caíram sobre mim. "Você ouve essa merda?" Eu falei sussurrando. AK franziu a testa. "Não há nada aqui fora. Campos e merda”. As vozes ficaram mais altas, e recuaram, seguindo a direção dos sons, eu vi o que parecia como chamas não muito longe na distância. "Parece um incêndio", eu disse, e os irmãos se reuniram para olhar. "Por que diabos haveria um incêndio aqui?" AK virou-se para Smiler. "Precisamos verificar esta merda. As plantas podiam estar erradas". Mas, em seguida, um grito tão alto cortou os murmúrios estranhos baixos, um grito que enviou gelo através das minhas veias. Meu peito ficou apertado, e quando o ouvi novamente, eu parti correndo, ignorando meus irmãos atrás de mim. Aquela voz... aquela porra de voz... Quando soou outra vez, eu não tinha dúvida de a quem porra ela pertencia. LILAH! Empurrando minhas pernas tão rápido quanto elas poderiam ir, eu apontei para as chamas, o murmúrio profundo e assustador tornando-se mais claro. Não demorou muito tempo para perceber que era a porra daquele jeito bíblico estranho de falar merda que Lilah fazia. Ao ouvir passos atrás de mim, olhei em volta para ver Styx e Flame no meu caminho. O rosto de Flame estava iluminado com entusiasmo, de Styx com preocupação.


Levantando minha Uzi aos gritos de Lilah, eu finalmente quebrei através das árvores e congelei. Dois homens estavam no chão, rolando e balbuciando uma linguagem que nenhum filho da puta poderia entender... na frente de um fogo... uma fogueia... uma fogueira fodida com uma Lilah nua... gritando... Com dor. "Lilah!", Gritei, rasgando a frente, ouvindo o rugido de raiva de Flame e maldições amarrando das bocas dos irmãos. Os homens no chão nem sequer me preocuparam. Lilah, tudo que eu podia ver era Lilah, chamas lambendo-se numa pilha de madeira, quase a seus pés. Olhando em volta, vi Cowboy e Hush fodidamente empalidecendo com a vista. "Cowboy, Hush! Vocês vêm comigo". Ambos os irmãos me seguiram em direção ao fogo. Os olhos de Lilah estavam fechados, um crucifixo maldito queimado em seu torso nu. Ela apanhou, estava ensanguentada. Olhei para baixo em seu corpo quando Hush e Cowboy correram atrás da estaca e, um de cada lado, começaram a cortar a corda ao redor de seus pulsos e pés. Sabendo que Cowboy e Hush tinham as cordas, eu comecei a chutar a madeira ao redor de seus pés. AK e Smiler se juntaram a mim até que um caminho tinha clareado o suficiente para que eu pudesse alcançar minha mulher. "Lilah!" Eu chamei quando me aproximei, mas sua cabeça estava pendurada de lado. Foda-se, ela não estava morrendo. "Ky, irmão," Hush chamou. "A amarraram toda a esse inferno, fizeram uma fodida crucificação de Jesus de merda".


Eu estava visivelmente tremendo de raiva, e quando Hush e Cowboy sinalizaram que as cordas estavam livres, eu levantei e fui para Lilah, seus olhos azuis abertos. "Ky? Meu Ky... você está aqui... mas você não me ama realmente. Foi tudo uma mentira... Eu sinto muito... Sinto..." Os olhos de Lilah de repente rolaram para trás e ela perdeu a consciência. "Lilah! Lilah!", Gritei, confuso para caralho, mas ela não iria acordar. Retirando-a do caminho de chamas, me abaixei, verificando-a. Havia sangue por toda parte. Queimaduras, cicatrizes, contusões, chicotadas e... Não... porra NÃO! Sangue manchando sua vagina... Fodidamente marcas por fora de sua boceta. Eles

a

tinham

estuprado...

Aqueles

filhos

da

mãe

a

estupraram! Punhos cerrados, eu coloquei Lilah na grama, uma porra de névoa vermelha inundando meus olhos. Arrancando meu corte, eu coloquei-o sobre seu corpo e me virou para os bastardos que vomitavam essa merda psicopata. Styx prendeu algum filho da puta velho em seus braços, o bastardo quase cagando enquanto olhava para nós. Mas Flame, Flame estava segurando a espada na garganta de um homem, seus olhos castanhos do tamanho do de um porco me assistindo com a minha cadela, minha cadela que ele tentou queimar, filho da puta. Flame estava sussurrando algo em seu ouvido, algo que eu não consegui entender. Mas o pau otário em seus braços estava ouvindo, empalidecendo e perdendo todo o sangue de seu rosto com o que o nosso irmão psicótico estava falando.


Decidido a começar com ele, fui direto até seu rosto e, jogando todas as minhas forças por trás, lhe dei um soco limpo em toda mandíbula. Flame jogou a cabeça para trás e riu quando o sangue jorrou da boca desse Jesus do que quer que seja. Mas o filho da puta se recuperou. "A alma que pecar, essa morrerá. O filho não sofrerá por causa da iniquidade do pai, nem o pai por causa da iniquidade do filho. A justiça do justo ficará sobre ele, e a impiedade do ímpio cairá sobre si mesmo". Seus olhos queimados quando ele cuspiu a Bíblia. Agarrei seu rosto, meu rosto e o dele se encontraram. "Nah, a alma que peca vai para a porra se estraçalhar e mandá-la para Hades, filho da puta." "Então, a morte e o inferno foram lançados para dentro do lago de fogo. Esta é a segunda morte, o lago de fogo." “Fodidamente o mate, Ky. Mate-o ou eu vou", Flame assobiou, sua lâmina pressionando com tanta força que começou a desenhar sangue. "Ela é uma mulher sedutora, uma prostituta! Ela deve queimar. Ela deve se arrepender!" Virando a atenção para o velho foda detido por Styx, eu bati até onde ele estava, com o rosto todo alto, poderoso e orgulhoso. "Você tem algo a dizer, vovô?" Seu rosto enrugado avermelhou e ele disse: "Ela é nascida do diabo! Ela tenta todos em seu caminho. Ela deve morrer! É a única maneira de salvar sua alma da danação!" "Talvez você precise morrer, porra", eu cuspi de volta e voltei minha atenção ao outro. Ele era o que tinha ferido minha cadela, e ele era o único que ia morrer primeiro. "Ela foi uma vez a minha filha! E ela ainda me tenta!"


Acalmando, eu lentamente virei-me para o velho. Raiva como eu nunca tinha sentido antes tomou conta de mim. Alcancei minha bota, retirei minha lâmina, marchei até onde Styx o segurava, e cortei sua garganta. Styx baixou a bunda do quase-morto no chão, e eu me ajoelhei e disse: "Você é um pedófilo pedaço de merda. Você tocou sua própria filha e, em seguida, a culpava. Diga oi a Hades, porque esse é o único lugar para onde você estará indo”. Quando ele borbulhava em seu sangue, eu estava me acalmando, mas não antes de esmagar suas bolas e sua porra de pau com a minha bota, sorrindo quando ele gritou, o movimento cortando sua garganta mais longe. Choque propagou em suas características quando o sangue escorria pelo seu peito. Eu deixei o filho da puta molestador de lado. Ele merecia morrer... lentamente. "Ky!" Flame gritou. Eu puxei meu queixo para o meu irmão, e sua mão estava tremendo. "Eu quero matá-lo. Eu quero derramar o seu sangue... lentamente. Eu quero fodidamente me banhar na merda”. Os loucos olhos negros de Flame foram sobre o Jesus em seu aperto. Caminhando de volta para o discípulo, eu olhei-o nos olhos e disse: "Você fodeu minha cadela? Você a chicoteou, a queimou, e a amarrou nessa porra de jogo como se você fosse um cardeal na Inquisição Espanhola?" Ele tentou não responder, mas alargou os seus olhos e narinas ligeiramente. Isso era toda a confirmação de que eu precisava. "Flame",

eu

disse,

"tire

esse

homossexual branco que ele está usando”.

porra

de

fodido

vestido


Flame franziu a testa, mas empurrando o fodido para frente, ele arrancou aquela porra horrível de túnica e o estendeu. Olhando atrás de mim, vi Cowboy e Hush com Lilah e disse: "Cowboy?" "Sim?" "Vista isso em Lilah. Cubra-lhe e de modo nenhum vocês vão olhar para a sua boceta". Cowboy tomou a túnica, e eu voltei para o discípulo barbudo. "Então você fodidamente estuprou minha mulher?", perguntei com força, sentindo a porra doente da imagem. Senti como se meu sangue estivesse fervendo, fodidamente borbulhando sob a minha pele. "Ela é uma mulher sedutora e eu sou um ancião abençoado encarregado de seus cuidados... Eu estava salvando a sua alma negra!" Apontando minha Uzi em sua perna, eu atirei em linha reta em sua coxa. Ele gritou, mas Flame colocou a mão enluvada sobre a boca para calá-lo. Em seguida, eu visei seu ombro direito e enviei outra bala em sua carne. Enfiando minha Uzi na parte de trás das minhas orelhas, eu retirei a minha faca serrilhada. "Flame, despoje-o". O estuprador no chão começou a se debater, tanto que eu quase podia sentir seu medo. Boceta. Isso foi até que Flame tomou sua arma e deu um tapa na parte de trás de sua cabeça. Flame cortou para baixo as calças, deixando os “bens” do discípulo a mostra. "Ky!" Smiler gritou, e quando me virei, ele estava pairando sobre Lilah. "Ela está em choque, sangrando muito. Precisamos chegar em casa antes que ela seja infeccionada. Mate a boceta e vamos embora”. Meus olhos se encontraram com os de Flame. "Corte seu pênis fora, lentamente, e fodidamente sufoque-o com ele. E não pare até que ele esteja morto. Ele não pode sobreviver machucando minha cadela."


Os olhos de Flame iluminaram como se fosse Natal, e eu me inclinei para o discípulo para dizer: "Você fodidamente que diz amar tanto seu Deus, vai porra encontrá-lo". Levantei-me e invadi através da clareira para recuperar minha cadela. Ouvir Flame rasgando a facadas o pinto e os gritos de dor do discípulo fizeram todos nós irmãos estremecermos. "Porra, Ky!", Disse Cowboy. "Você tem que ser assim tão fodidamente descritivo?" Os gritos logo ficaram em silêncio e Flame fez com que o filho da puta sufocasse com seu pau. A pulverização catódica e os engasgos continuaram por um tempo de porra até que Flame rugiu de repente como se o irmão tivesse apenas gozando em uma cadela, e todos nós sabíamos que o discípulo estava morto. Passando rapidamente para fora sua lâmina alemã, Styx caminhou ao discípulo, pairou sobre o peito, e começou a esculpir um enorme H em seu peito — a sua assinatura dos Hangmen. Ele, então, fez o mesmo com o pai de Lilah. O profeta de foda Cain iria olhar e saber quem matou seus homens pedófilos. Mas eu suponho que o irmão traidor teria sabido de qualquer maneira. Ele tinha que saber que se ele nos atacou, toda uma carga do que profetizou sobre o mal que ele pregava seria despejada em seus santos fodidos ombros. Guerra estava por vir. Não agora... mas em breve, e eu estaria pronto. "Vamos", sinalizou Styx. Limpando o sangue de sua faca sobre a grama seca, ele a colocou de volta na bota. Eu peguei Lilah em meus braços, o sangue de seus ferimentos escorrendo através da túnica. Mesmo neste estado, ela estava tão fodidamente atordoante que meu peito doía, literalmente, com o quanto eu sentia falta dela. Mas foda, o que esses bastardos tinham feito a ela, seu corpo deslumbrante todo cortado.


A mão de Styx plantada no meu ombro. "Nós vamos chegar a nossa maldita vingança mais tarde. Obtenha sua mente em sua cadela e deixe-me preocupar com o resto”. Flame se juntou a nós, limpando o sangue de suas mãos em suas calças de couro, o irmão parecendo mais calmo, e nós corremos para a cerca. Um suspiro parou nossos passos. Quando se transformaram como um, uma cadela ruiva estava olhando para nós, o medo puro gravado em seu rosto. Ela correu sobre o monte da direção da base. AK deu

um

passo

adiante

e

ela

tropeçou

para

trás

com

medo,

choramingando quando ela viu os dois corpos no chão. "Não!", Ela gritou. "Vocês... vocês são os demônios sobre quem o Profeta Cain alertou. Um exército vivo de Hades vestidos de couro preto e matando nosso povo sem remorso. Vocês nos livram de nossas almas puras e as enviam direto para o inferno." "Porra! Olhe para isso. Estamos ainda famosos na porra do ‘Jardim do Éden!’", Disse secamente Hush, nenhum pouco de maldito humor em seu rosto. "Merda!" Cuspiu AK e encontrou os olhos com Styx. "Eu não posso matar mulheres, mas não podemos deixá-la ir correndo de volta para a aberração chefe de Jesus". Styx passou a mão pelo rosto. A cadela desviou o olhar dos dois cadáveres no chão, em seguida, definiu suas vistas em Lilah. "Ela está viva?", ela sussurrou, e seu rosto parecia desabar em medo. Mas o medo não era de nós, era medo por Lilah. Franzindo a testa, eu segurei mais apertado Lilah e estudei a ruiva peregrina. "Por que diabos você se importa?" Chegando a seus pés, seus enormes olhos verdes percorreram mais de meus irmãos, e ela disse: "Ela... ela é minha irmã".


"Ela não tem nenhuma irmã nesta merda. Suas irmãs estão lá fora, longe deste fodido inferno pedófilo e sob a proteção de Hades". Os olhos dela ficaram enormes com a menção de Hades, mas ela rapidamente puxou-a merda e começou sacudindo a cabeça. "Não... Eu sou seu sangue. Eu sou sua irmã, Febe”. Ela levantou a mão e apontou para o velho no chão, se afogando em seu próprio sangue. "Este... ele era o nosso pai... Você matou nosso pai." AK bateu para frente e agarrou-lhe o braço, colocando o cano da arma na cabeça dela. "Ele era um fodido pedófilo e merecia atender o barqueiro. E agora você também. Você não deveria ter vindo olhar, menina bonita. Agora você tem que morrer." "Não, por favor!", Ela gritou. "Eu estava vindo ajudar a minha irmã. As coisas que eles fizeram com ela esta noite... meu povo... Senhor! Eu não posso suportar isso. Seus gritos não saem da minha mente. Sua respingos de sangue a partir das chibatadas são tudo que eu posso ver..." Meu estômago revirou com suas palavras e a devastação de merda em sua voz. Segurei minha mulher mais apertada em meus braços e estudei a ruiva. Ela não se parecia com Lilah, longe de ser tão linda, mas ela era meio bonita, e ela se importava claramente com minha mulher. "Você tem que levá-la", disse ela para mim, ignorando AK. "Você tem que levá-la embora e nunca deixá-los chegar a ela novamente. A proteja..." AK encontrou meus olhos sobre sua cabeça, e eu balancei a cabeça, dizendo-lhe para não matá-la. Cristo! Eu estava me tornando uma boceta sensível.


AK travou o pino de segurança de sua 9 milímetros e colocou a boca na orelha de Febe. "Ouça, cadela, vamos amarrá-la para que você não possa ir correndo de volta para o idiota do Profeta fodido dizerlhe que estávamos aqui. Sim, entendeu através de seu pequeno cérebro fodido?" Os olhos de Febe se fecharam e eu podia ver suas mãos tremendo, mas ela balançou a cabeça. "Apenas... por favor, levem-na para longe e segura. Da próxima vez, os anciãos não deixarão de matá-la, em verdade". AK, lançou um olhar confuso para mim, marchou com a cadela em direção a uma árvore partiu para o lado da fogueira, hesitante

quando

a

cadela

cravou

os

calcanhares

no

chão

e

educadamente perguntou: "Posso dizer adeus a ela?" Eu puxei meu queixo para AK. Ele arrancou a ruiva na minha direção, e eu vi as lágrimas caindo de suas bochechas pálidas. Chegando lentamente para fora, ela correu as costas da mão suavemente sobre o rosto de Lilah e disse: "Sua a vida não tem sido fácil. Eu costumava rezar para que ela tivesse sido levada para um lugar melhor, mas estavam sempre falando sobre histórias das Malditas e de seus doutrinamentos. E quando eu a vi novamente, eu sabia que a sua vida tinha sido uma de miséria e dor”. A cadela se encheu de lágrimas e falou abafada, “Fique em paz, minha Rebekah. Seja feliz. Nós nos encontraremos novamente algum dia, seja nesta vida ou na próxima”. Quando ela deixou cair sua mão, eu disse: "Do que você a chamou?" Febe olhou para mim e disse nervosamente, "R-Rebekah. Seu nome de nascimento era Rebekah. Mas eles a levaram de mim, de nossa casa, como uma criança e eles a renomearam como Delilah, uma mulher sedutora de nome, um nome adequado para uma mulher


Amaldiçoada de Eva”. Os olhos da cadela caíram sobre Li e ela disse: "Eles disseram que ela era má. Eles mataram sua mãe pelo fogo por se juntar com Satanás e produzir um filho do pecado com o próprio Hades. Deram-lhe ao profeta para ser educada e salva... mas mesmo assim, ela sempre foi a minha pequena Rebekah”. "Eu nunca a vi depois daquele dia até que ela foi trazida de volta aqui. E eu nunca poderia me obrigar a odiá-la como todos os outros fizeram. Embora ela fosse evitada e renunciada por minha mãe e pai, eu orei para ela voltar". Os olhos desconfiados de Febe encontraram os meus. "Mesmo que você seja um demônio que respira, parece que você se importa com ela, e talvez seja onde ela pertence, com as pessoas das trevas... para ela é pecado também. Peço-lhe para dar-lhe o verdadeiro amor. Minha Rebekah merece ser amada". Meus olhos caíram para a minha mulher belamente quebrada, e eu sussurrei, "Rebekah..." Seus olhos vibraram com aquele nome e um gemido passou por seus lábios. O nome lhe convinha — de cabelo louro e de olhos azuis como Rebekah. "Temos que ir", disse Smiler. "Como a porra de ontem. A próxima patrulha será em 30 minutos, e eu não sei quanto a vocês, mas eu não quero assumir um exército com mil malditos guardas jihadistas de um maldito culto quando há apenas seis de nós Hangmen!" Quando partimos em uma corrida, o olhar da ruiva nunca deixou sua irmã que eu segurava em meus braços. Quando AK a rebocou e a prendeu numa árvore. Eu tinha uma necessidade de levar minha mulher de volta segura para o complexo. Eu vi AK olhando para a cadela ruiva, e eu sabia que ele não queria deixá-la. Mas não havia tempo para simpatias e boa consciência nesta vida de fora da lei, irmã ou não. Pelo que


sabíamos, ela poderia estar mentindo, tentando nos enganar em pensar que ela se importava... enganando Lilah também. Lilah era a minha mulher e todo mundo podia ir se foder. Como uma unidade, uma irmandade da porra, voltamos para a cerca e nunca olhamos para trás. Setenta minutos mais tarde, entramos pelas portas do complexo e, segurando o corpo mole de Lilah ao meu peito, eu corri direto para o meu quarto. Smiler foi imediatamente para o saco médico, assim como Mae, segurando Maddie, Beauty e Letti vieram correndo pelo corredor. Minha mente trabalhou o suficiente para ver que Maddie tinha realmente fodidamente deixado o apartamento. Tomando uma olhada na minha old lady, Mae e Maddie caíram de joelhos, gritos de dor derramaram de suas bocas. Deitei Lilah na minha cama, senti um alívio que minha cadela estava de volta em meus braços, minha cama, mas eu sabia que, quando ela acordasse, não ia ser bom... Nada com isso de merda de tortura confusa de bruxa era bom. Essa coisa toda era uma porra fodida... A porra maldita dos filhos da puta...


Capítulo Vinte e Um ~Lilah~ "Smiler disse que ela vai ficar bem. Só vai levar tempo. Foi costurada, a febre baixou". "E o que dizer dos homens que fizeram isso com ela? Qual dos homens foi responsável?" "Temos dois deles enviados para Hades. Seu porra de pai era um deles, Mae". "E... e o profeta?" "Em nenhum lugar à vista. Ela estava em algum tipo de julgamento de bruxa, para fora, em uma colina no meio do nada". "Eu não posso acreditar que ele iria permitir que isso fosse feito com ela... os cílios de Cristo, a queimadura na lateral com o crucifixo" "Ela foi a porra de estuprada! Várias vezes estuprada!" "Por favor... não diga isso... Eu não posso suportá-lo..." "Sim, bem, o fodido não é a pessoa que você conhecia. Ele é um idiota iludido com um complexo de Deus que vai morrer... verdadeira morte de porra em breve”." Minha garganta estava apertada e seca. Falavam em torno de mim e eu oscilava dentro e fora da minha consciência, mas eu não conseguia entender o que estava sendo dito. Onde estou? Minhas costas sentiam como se estivessem em chamas, meu estômago apertado demais para me mover. O pânico começou a crescer


no meu peito, meu coração trovejando, minha respiração vindo em curtas alças afiadas. Nova Sião... Eu estava em Nova Sião... Fogo, houve fogo. A minha carne muito quente e as chamas lambiam minhas pernas. Tentei mover minhas pernas, mas elas estavam amarradas, minhas mãos contidas sobre minha cabeça. Meu pai e irmão Micah estivam recitando escrituras aos meus pés, suas vozes cada vez mais altas quando a sua língua alterou para o medo do nosso Senhor. Eu estava condenada, queimando no fogo do inferno, a minha alma sendo purificada a partir da temperatura de queima do meu sangue. Um grito construído em meu estômago, e sendo incapaz de tomar o calor do fogo, eu o deixei solto. "Lilah!" Uma voz feminina chamou. Mãos pesadas me prendendo quando a dor do meu corpo se debatendo cresceu em intensidade. "Não, por favor!" Eu implorei. "Não me mate assim... não pelas chamas! Qualquer outro caminho, mas não pelo fogo!" "Lilah, baby, se acalme, porra." Aquela voz... aquela voz... me centrei, me aterrando. Meu corpo congelou e algo áspero, mas suave correu na minha testa e pela minha bochecha. "Lilah, acorde. Abra os olhos, bochechas doces”. Fazendo como me ordenou, minhas pálpebras pesadas se abriram e eu pisquei furiosamente, tentando ver claramente. Escuras sombras jogadas diante dos meus olhos, até que se revelou um rosto... Era um rosto familiar; Eu conhecia esse rosto bonito. "Lilah? Você esta aí, baby?" Seu sotaque do sul profundo.


Corri minha atenção em torno do quarto, paredes escuras, pisos de madeira... Ele era familiar; Eu conhecia esse quarto. Minhas mãos sentiram ao longo do lençol. Este lençol era familiar; Eu conhecia esse lençol. "Baby?" Meus olhos viram um par de olhos azuis. Eles eram familiares; Eu conhecia aqueles belos olhos. Eu não estava no fogo... eu não estou no fogo! "Ky?" Eu disse asperamente, o som através de minha garganta como lâminas de barbear. Minhas mãos cobriram a pele do meu pescoço como se pudessem acalmar a carne dentro. "Aqui", disse uma voz feminina suave ao meu lado, um copo de água em movimento até minha boca. Longo cabelo preto e um par de olhos azuis estranhamente coloridos vieram à tona. "Mae", eu disse, e ela sorriu para mim, embora a ação parecesse triste. "Irmã, eu sinto muito... Eu estou tão, tão triste...", ela gritou. Eu não podia falar. Dormente demais para sequer mover meus lábios. "Eles queriam a mim", gritou Mae. "Eles receberam ordens para me levar... Rider... o Profeta Cain." "Quer todas nós de volta”, uma voz calma a minha esquerda disse, e eu senti os dedos pequenos envolverem em torno dos meus. "Isso é verdade, não é, irmã? Eles querem que nós três voltemos a compartilhar com o nosso povo". Maddie. Minha Maddie estava comigo nesta sala. Eu queria sentir alegria, mas me faltava emoção. Algo tinha acontecido comigo. Alguma coisa tinha me deixado indiferente. Maddie tomou meu silêncio como um "sim" à pergunta dela. E ela deveria. Era verdade.


Ky sentou-se na cama e empurrou os longos fios de cabelo da minha testa. "Baby..." Ele parou e eu vi uma onda de dor como fantasma em seu rosto. "Aqueles pervertidos... o que fizeram com você..." Levantando minha mão para cobrir a sua, eu a trouxe para meus lábios. Ky olhou para mim por um longo tempo. Então suas mãos seguraram e puxaram das minhas quando ele ficou de pé. "PORRA! Eu não posso lidar com isso!" Maddie saltou da cadeira ao meu lado. Tremendo, ela fugiu para a porta. Observei-o, quando seu rosto se contorceu de raiva e ele tentou sentar-se. Uma dor quente cortou pelas minhas costas, e eu cerrei os dentes. "Eles fodidamente bateram em você, atacaram você... ELES FODIDAMENTE VIOLARAM MINHA CADELA! Minha cadela, e eu não estava lá para fazer porra nenhuma sobre isso!" Expulsei um gemido, estremeci com a raiva de Ky. Ouvindo meu espanto, ele parou no meio da etapa e seu rosto caiu. "Baby, isso fodidamente me arruinou! Olhe para você, seu corpo bonito... Eles porra, merda marcaram sua pele perfeita!" Ele deu três passos rápidos para o lado da minha cama, e eu o assisti quebrando, mas não consegui livrar-me de suas palavras. Olhe para você, seu corpo bonito... Eles porra marcaram sua pele perfeita... "Eu amo você", eu consegui sussurrar, a necessidade de dizer essas palavras em voz alta.


Ky deu um beijo firme em meus lábios e disse: "Porra, baby. Eu também te amo”. Eu vi seu rosto procurando por algum sinal de mentira. "Eu fodidamente o faço, baby. Merda, você está em toda parte, na minha mente, na minha porra de coração”. Inclinando-se para frente, ele pressionou beijo após beijo no meu rosto. Borboletas circularam no meu estômago com cada carícia suave, mas tudo se transformou em gelo quando ele disse: "Esta porra de rosto, Lilah, esta porra de rosto bonita. Eu não podia suportar quando você se foi. Tudo o que eu me mantive pensando eram aqueles fodidos olhos azuis, como era beijar aqueles lábios, esse cabelo louro impressionante, a sensação de sua boceta asfixiando meu pau. Isso estava me deixando louco, não ter você por perto, estando comigo... minha mulher." Meu lábio inferior tremeu, e Ky passou o polegar em meus lábios. "Não chore, bochechas doces. Eu não posso suportá-lo". "Eu... eu estou cansada," Eu resmunguei, minha voz rouca e seca do calor do fogo. Baixei os olhos de medo dele sentir minha decepção. "Ok, baby", ele respondeu e se levantou. "Eu tenho que ir falar com Styx de qualquer maneira. Volto para verificar você mais tarde. Apenas durma”. Permiti-me assistir suas amplas costas musculosas sob seu corte, o seu bagunçado longo cabelo loiro amarrado baixo nas suas costas

e

as

pernas

grossas

sob

suas

calças

jeans.

Ele

era

verdadeiramente perfeito, mas eu não era para ele. Eu não deveria me apaixonar por ele.


Quando a porta se fechou, eu dobrei minha cabeça no travesseiro e deixei as lágrimas caírem. Era tudo uma farsa. Ele perdeu meus olhos, os meus lábios... Senhor, eu odiava esse rosto! Um homem tão forte e bonito como Ky nunca poderia gostar de mim. Neste momento, gostaria de ter perecido na fogueira, pois este sentimento agora era pior do que qualquer queimadura na minha pele... qualquer cicatriz nas minhas costas. Devastação passou por mim e o último fio de esperança que eu tinha se apagou como uma vela. Tudo que eu já fui era uma mulher sedutora. Faça como eu digo, minha pequena Rapunzel. Levante a cabeça para que eu possa contemplar o seu rosto bonito, os olhos brilhantes... Não! Não, não, não, eu pensei enquanto as lágrimas frias vieram grossas e rápidas. Você já viu as fotos no meu livro de colorir. Profeta David quer que sejamos mais próximos uns dos outros. E você é tão bonita, Rebekah... tão tentadora. Eu quero tocar em você como o menino toca a menina na imagem. E meu pai, meu próprio pai... Ela me tentou. Eu... eu pequei com ela, irmão Luke. Tenho feito coisas em momentos de fraqueza... E Ky, meu Ky... Baby, a partir do minuto em que você arrastou fora da célula todas aquelas semanas atrás, eu tinha me perdido. Caí por seu lindo rosto, retirada da porra de um quadro, aqueles olhos, aqueles lábios... Merda, eu me lembro de ter visto você ao lado de Mae todas com medo de merda, e como se fosse atingido por um relâmpago, fiquei impressionado. Era falso... o nosso amor, tudo falso... Foda-se, Li, o que diabos você está fazendo comigo? O que diabos você está fazendo comigo?


Eu mantive meus olhos fixos no teto, respirando... apenas respirando. Mas não era bom. Devo me limpar. Minha pele estava rastejando com impureza e pecado. Devo me limpar... Eu deveria me limpar... Levantando de volta a roupa que me cobria, eu coloquei meus pés no chão de madeira, apertando meu queixo quando eles dobraram. Usando a mesa de cabeceira para me equilibrar, eu caminhei lentamente até o banheiro, acendendo a luz quando entrei. Estremecendo enquanto eu caminhava para o chuveiro, cheguei ao box e virei a maçaneta para a água, tornando a temperatura Escaldante... Eu estava tão fria... Entrando no chuveiro, eu apreciava a sensação da água picando meus cílios costurados, o vermelho cru da cruz queimada no meu estômago. A dor foi o único sentimento que permaneceu. Quinze minutos depois, saí da água de limpeza, mais uma vez sentindo-me contaminada e suja quando o ar beijou minha pele. O vapor subiu e embaçou o banheiro. Pingando do chuveiro, não cuidei de cobrir o meu corpo nu, eu cambaleei para o espelho e congelei, olhando sem ver no enevoado espelho. A dormência me envolveu, paralisando toda a minha jogada. Tudo o que tinha acontecido ao longo dos últimos meses tinha me quebrado completamente. Isso me assombrava, me fez questionar minha fé inabalável anteriormente, e me revelou para o que eu era, uma prostituta, uma sedutora, uma mulher incapaz de estar em contato com Deus. Uma mulher que, desde o nascimento, foi um produto do diabo,

uma

obra-prima

esculpida

com

perfeição

pelas

garras

manchadas de Satanás. Levantando a mão trêmula, eu freneticamente limpei o espelho úmido até que meu reflexo pecaminoso ondulou à vista.


Eu olhei para a menina no vidro, meu lábio enrolado em desgosto. Ela era bonita: pele dourada impecável, cabelos loiros, olhos azuis... um disfarce impressionante. A criação extrema do mal. Cada fio de cabelo loiro platinado atado com o pecado, cada grão de safira em seus olhos acesos com imoralidade, e cada cor nas bochechas floresciam com a impiedade. Homens reuniram-se a seu lado sempre que ela estava perto, atraídos pela armadilha indescritível de Satanás. Eles queriam a tomar, se juntar com ela da forma mais carnal, levados à loucura pela sedução de seu corpo curvado, seus seios grandes, e sua boca rosa suntuosa. Todos os pensamentos racionais evaporavam de suas mentes com apenas um olhar. Apenas um curso permanecia, o que levava a luxúria: um insaciável desejo de estar com ela. Como mariposas atraídas para uma chama, que se deliciava em sua beleza, e todo o tempo o diabo se regozijou dentro dela, recolhendo mais uma alma para queimar no inferno por toda a eternidade. Palavras profetizadas pelo Profeta David rodaram pela minha mente, me atormentando, esmagando a minha alma; "Cuidado com as Malditas. Um olhar em seus olhos sem alma e você vai ser preso em luxúria. Um toque de suas bocas em sua carne e você terá sede para os seus corpos com uma insaciável sede carnal e pecaminosa necessidade. Sua intenção sedutora irá encantar você, prendê-lo para fazer o seu lance condenável, em seguida, arrastá-lo até o enxofre, onde você arderá eternamente. "Nenhum homem pode amar verdadeiramente uma mulher Amaldiçoada de Eva. E nenhuma mulher de Eva nunca vai ter o amor de uma alma pura”. Quando eu pisquei as lágrimas e olhei para a menina, a mulher Amaldiçoada de Eva de quem o Profeta David pregava, a realização me atingiu. Será sempre assim. Eu não seria salva pelo Senhor, não importa o quão duro eu tentasse. Eu nunca iria alcançar


meu objetivo de salvação. Talvez a única maneira para ser salva fosse enfrentar o diabo de cabeça? Eu não iria, não poderia, ser salva até que os homens parassem de me definir como tentadora e não tivessem vontade de me levar... Havia apenas uma coisa para eu fazer — aproveitar esta beleza venenosa dada por Satanás e torná-la feia, repugnantemente feia, feia... repulsivamente feia o suficiente para me libertar da minha maldição. Com determinação no meu passo e tendo uma visão quase transcendente de mim mesma a partir de cima, eu abri a porta do banheiro e entrei no quarto. A cama estava amarrotada onde eu tinha sido colocada, sangue aguado na roupa das feridas em minhas costas. Movendo-me para o sofá, eu peguei a túnica branca descartada suja e coloquei-a sobre a minha cabeça, nem mesmo sentindo o material arranhado esfregando minha carne aberta. Balançando instável e meu cabelo comprido pingando no chão, eu consegui ficar de pé e dirigi para a porta. Quando passei a única pilha de gavetas, a arma de Ky estava tranquila no topo. Varrida por uma ofuscação e sem pensar, eu recuperei a arma e coloquei-a no bolso de minha roupa. Quando virei a maçaneta da porta para o corredor, música alta desviou para mim a partir do bar, chamando-me como um farol. Eu não sabia onde eu estava indo, o que meu destino seria então, olhei para a bloqueada porta de aço, o corredor. Seguindo o pesado ritmo de tambores, os meus pés pisaram em uníssono ao ritmo do transe, minha visão perdendo o foco com o cansaço, com a gravidade da minha situação. A cada passo, meu coração trovejou, me provocando, chamando meu nome pecaminoso... Mulher sedutora — tum — prostituta — tum — prostituta — tum — Delilah — tum — Delilah — tum — Delilah, Delilah, Delilah... os dedos dos pés descalços batendo na porta de aço, que levava para a sala de estar, eu girei a maçaneta, e


uma onda de fumaça de cigarro e música me envolveu. Corpos estavam por toda parte. Homens em cortes de couro estavam bebendo, turbulentos e barulhentos. Mulheres soltas estavam penduradas em torno de seus pescoços, os corpos a mostra, as mãos fazendo atos pecaminosos na carne dos homens. E eles estavam todos rindo. Mas o que havia ali para ser feliz? Andando pelo calor dos corpos, eu passei por Flame. Suas amplas costas tatuadas me enfrentaram, mas eu vi uma faca na sua mão, a lâmina afiada cortando sua pele, estragando sua pele, arruinando sua pele, tornando-o feio... Feio... Feio... Feio... Vendo uma programação de lâminas na mesa à sua esquerda, os dedos percorreram a massa de metal frio, agarrando a última e mais nítida. Continuei a andar, lâmina para baixo, ninguém me notou. Eu gostava de ser ignorada. Ser feia para ser ignorada... Eu já não queria ser a mulher sedutora. Avistando uma lareira, fui atraída para as chamas. Fogo... limpa pelo fogo... Pela ebulição do sangue que iria purificar a alma. Meus pés me levaram à lareira e notei que meu reflexo piscando no espelho na parede. Eu olhei para o rosto pela última vez, aquele rosto, aquele rosto perfeito... que rosto pecaminoso. Feio... Feio... Feio...


Destruir a criação do diabo. Inalando uma respiração profunda e segurando a lâmina firmemente no meu punho, eu levantei a minha mão lentamente, recolhendo meus longos cabelos loiros na outra. Com um poder sobre a faca afiada, tão calma como a brisa de verão, eu sorri para o meu reflexo e... "BABY! NÃO!"


Capítulo Vinte e Dois Vinte minutos mais cedo...

~Ky~ Eu entrei no bar, meus irmãos todos celebrando. Bocetas estavam em toda parte, putas no clube fazendo seu jogo para os irmãos, algumas já tomadas. Tomando um cigarro do bolso de meu colete, eu o coloquei na minha boca, acendi e levei uma porra de uma tragada. Empurrando irmãos fora do caminho, eu fiz o meu caminho para o bar, Vike prendendo alguma puta de cabelos crespos gordurosos sobre uma mesa, porra, lambendo a cadela até a bunda. Ignorando a cena feia da porra, eu martelei na bancada, me trouxeram um copo. Eu balancei a cabeça. A atendente franziu a testa. "Basta passar a garrafa, porra!" Eu bati, me sentindo como uma merda de estrangeiro em minha própria pele. Tudo o que eu ficava vendo era minha cadela queimando na fogueira. Vendo Smiler limpar aquelas porra de marcas de chicotadas ocupando tudo a sua volta... e aquele crucifixo para sempre gravado em sua pele. Mas mais do que tudo isso, era a dormência de Lilah, sua porra de indiferença a tudo, que estava me incomodando. Seus olhos azuis maçantes olhando para o espaço em nada, sua pele pálida, e a porra do silêncio. Ele estava me matando. Ela havia sido estuprada. Minha porra de mulher havia sido estuprada. Eu não conseguia tirar essa imagem da minha cabeça. Eu queria tirar uma lâmina maldita e cortá-la do meu cérebro.


Um apito cortou através do Black Sabbath "NIB" e eu vi Styx, Cowboy, Hush, Smiler e AK sentados em um sofá. Mae estava no colo de Styx, com o rosto enfiado no pescoço enquanto ele levava um cigarro e uma garrafa em sua mão. Meu prez e melhor amigo estava olhando para mim. Ele e meus irmãos formando uma porra miserável de imagem, refletindo como eu me sentia. Fui até eles, peguei de volta meu Jack, em seguida, tomando outra tragada. Tank e Bull foram ao lado da sala com a Beauty e Letti, um monte deles olhando para mim quando eu passei. Nenhum deles sabia como porra isso era... Nem mesmo Styx que teve sua mulher estuprada e torturada. Nenhum deles sabia o que essa porra de inferno era. Vendo alguns Hangmen ao redor com suas putas feias, sentei na cadeira ao lado do sofá, eu limpei minha bota em sua cabeça, agarrei seu cabelo e atirei sua bunda rançosa no chão. Virando-me

para

o

motociclista

João

ninguém

que

provavelmente andava de moto esporte vermelho, inclinei-me e disse: "Você tem dois segundos para tirar a porra da sua bunda da minha cadeira antes de eu cortar sua garganta”. O cara não desperdiçou nenhum tempo e, ignorando a vagabunda no chão, correu fora do clube. Sentando, eu olhava para as chamas rugindo no fogo do outro lado da sala. Eu podia sentir os olhares dos irmãos em mim, mas eu continuei a drenar meu Jack, o bourbon tirando um pouco da dor maldita em meu peito. "Como está Lilah, irmão?" Focando meus olhos para longe do fogo, eu olhei para o sofá para ver que a pergunta veio de Cowboy. Retirando outra tragada, acendi o meu cigarro e enchi meus pulmões.


Mae levantou a cabeça do ombro de Styx, com os olhos vermelhos de tanto chorar. Seus olhos de lobo encontraram os meus, mas eu me virei e olhei para o fogo novamente. Não importa o que eu disse para Li, ela não respondeu. A única cadela que eu já amei e ela não iria responder. Que merda eu fiz? Será que ela me culpava? Será que ela porra me culpava por ser levada? Raiva me enchia de novo quando eu pensava em como ela quase morreu. Essas fodidos do merda quase a levaram de mim. Eu não poderia suportar isso, porra. Um apito soou novamente e eu chicoteei a cabeça para enfrentar Styx. Seus traços escuros estavam apertados e, colocando a bebida na mesa diante dele, ele sinalizou, "Ela vai passar por isso. Nós vamos ajudar”. Ver essas palavras jogar nas mãos de Styx fez mal ao meu estômago. Colocando meu fumo entre os meus lábios, e o Jack entre as minhas pernas eu sinalizei, "Ela mudou. Ela não é a mesma Lilah. Algo nela está desligado." "Ky." Alguém chamou meu nome, mas eu estava muito ocupado olhando para Styx. "Ky..." Alguém tentou novamente, mas minhas mãos estavam correndo pelo meu rosto. Eu estou a perdendo, porra. "KY!" Alguém gritou, fazendo com que a voz de alguém cortasse a música. "O QUÊ?" Eu gritei de volta, jogando a garrafa de Jack no chão, o licor esmagando contra a madeira. Cowboy, Hush e AK estavam de pé, Smiler foi aquele que gritou. Lilah?


Saltei fora da cadeira, Styx e Mae se juntaram a mim, pois vimos Lilah, vestida com a túnica branca ensanguentada daquele discípulo, ao lado da lareira, olhando para o espelho, agarrando seu cabelo em uma mão e uma lâmina afiada fodida na outra. Sua mão direita levantada no ar, se preparando para atacar. "BABY! NÃO!" Eu soei apenas quando a mão martelou para baixo, o corte fora de uma lâmina fodida e o gotejar do cabelo molhado. As marcas de chicote em torno de nós, os olhos azuis de Lilah estava enormes, lágrimas escorrendo pelo seu rosto. Ela não parou; em vez disso, ela continuou cortando seu cabelo. Eu tentei correr para frente, mas ela estendeu a lâmina, apontou direto na porra do meu peito. "Não me pare! Pois isso deve ser feito!", Ela sussurrou, e eu me afastei, com as mãos no ar. Seu lábio inferior tremia, Lilah cortou seção por seção de seu cabelo até que apenas algumas polegadas de loiro permaneciam em sua cabeça. "Baby", eu sussurrei, ouvindo Mae chorar nos braços de Styx ao meu lado, como se estivesse com dor. Seu olhar azul encontrou o meu. "Deve ser feito, Ky. Para libertá-la, deve ser feito. Não há mais magias... não há mais feitiços." Lilah olhou para o fogo, a lâmina crescente em sua mão. Com a mão livre, ela ergueu as mangas da túnica, com os olhos vidrados. "E algumas mulheres que haviam sido curadas de espíritos malignos e de enfermidades: Maria, chamada Madalena, da qual tinham saído sete demônios”. Lilah começou a murmurar alguma merda bíblica quando ela colocou a lâmina no braço dela e começou a cortar sua carne. "Eis que eu expulso os demônios e faço cura, hoje e amanhã..."


"Lilah!" A cabeça de Lilah chicoteou em direção do corredor, e Maddie veio através. "Lilah!" ela gritou, com lágrimas escorrendo de seus olhos. "Você sumiu do seu quarto!" Mantendo a cabeça baixa, Maddie empurrou a multidão silenciosa. Um rugido profundo soou atrás dela e Flame apareceu em suas costas, empurrando as pessoas longe da irmã mais nova de Mae. Maddie parou próximo a Mae, seus olhos verdes arregalados de medo. "Por favor, Lilah... Pare", Maddie implorou, Flame atrás dela, os braços a protegendo. Lilah balançou a cabeça, seu curto cabelo molhado na testa. "Eu não posso... Eu não posso viver com este pecado. Eu preciso ser salva... Todas nós devemos ser salvas..." Tomando a lâmina, Lilah cortou para baixo sua túnica, revelando seu peito nu. Tomando a ponta da lâmina, ela apertou-o contra a pele, rangendo os dentes quando ela cortou-se de um lado ao outro. A dor do choro arrancada de sua boca, o sangue que corria para as seios dela. Mae caiu no chão, as palmas das mãos planas da madeira. Ela começou a jorrar alguma oração, seu corpo balançando para trás e para frente. Styx olhou para ela com horror, então Lilah levantou a faca, olhando para o sangue pingando da lâmina. "Se você confessar com a sua boca que Jesus é o Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Pois é com o coração que se crê para justiça, e é com a boca que se faz a confissão para a salvação". Aproveitando-se de sua atenção em outros lugares, me comuniquei com os meus irmãos que eu iria derrubá-la.


Mas, quando uma tábua de chão rangeu abaixo do meu pé, Lilah estalou seus enlouquecidos olhos para mim, cavou a mão livre em seu bolso, e tirou minha arma. "Merda!" Eu ouvi Hush cuspir quando Lilah ergueu a arma, clicando fora a trava da segurança. "Não me pare, pois deve ser feito para alcançar a salvação!" "Lilah! Coloque a merda da arma para baixo!" Eu pedi, mas em vez disso, ela direcionou a arma em mim, sua mão tremendo como uma folha. Levantando a faca de novo, Lilah ergueu-a para o rosto dela, e eu senti cada gota de sangue que eu tinha deixar a minha face. "Baby, o que você está fazendo?" A arma tremendo, grossas lágrimas caíram pelo rosto, pingando em seu cabelo cortado. "Eu te amo. Eu nunca pensei que seria possível para eu sentir esta emoção... mas eu amo... você com todo o meu coração". Reprimindo um enorme pedaço de merda na minha garganta, minha respiração esmagada com a minha mulher quebrada com esta, eu tossi e disse: "Eu também te amo, baby... Por favor, não faça isso! Eu fodidamente te amo também!" Estremecimento atormentou o peito de Lilah e, entre soluços, ela disse: "Eu tenho que... para libertá-lo. Eu o amo demais para ser sua prisão... para ser o seu caminho para o inferno!" Olhei para Mae e Maddie, mas tudo que eu podia ver era sua confusão. Em seguida, tropeçando e apontando seu dedo para frente, Maddie gritou, forçando-me a olhar para minha mulher, só para vê-la pressionar a lâmina em seu rosto e empurrar a ponta em sua carne. Tudo aconteceu tão rápido que eu mal tive tempo para registrá-lo.


Maddie, ao ver Lilah com a lâmina, correu para frente. Lilah, assustada com sua irmã, gritou e apontou a arma para Maddie. Seu dedo escorregou e Lilah puxou o gatilho, mas correndo para frente, Flame agarrou Maddie para fora do caminho e levou um tiro bem no pescoço. "Flame!" Maddie gritou, vendo o irmão bater no chão. AK e Vike mergulharam para Flame, Mae se arrastou até Maddie, e eu virei a tempo de ouvir Lilah gritar: "Arrependei-vos e sede batizados, cada um de vocês, em nome de Jesus Cristo para o perdão dos os vossos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo”. Ela arrastou a lâmina para baixo em sua bochecha e para sua mandíbula, a faca escorregando de sua mão e fazendo barulho no chão. A minha mulher começou a convulsionar, vômito derramando a partir do lado de sua boca enquanto ela caiu no chão, com o corpo em estado de choque. "LILAH!" Eu gritei, o lugar uma comoção, porra. Irmãos estavam reunidos em torno da Flame. Styx, Tank, e Bull abrindo espaço. Tomando minha cadela em meus braços, meu estômago revirou em seu rosto aberto, os olhos pendurados em torno de sua cabeça. Ela era uma bagunça do caralho, sangue escorrendo de seu corpo marcado com uma tonelada de merda de cortes. Balançando-a frente e para trás, a trouxe para o meu peito, eu sussurrei, "Baby... que merda você fez?" Dedos correram pelo meu rosto e os olhos aturdidos de Lilah encontraram os meus e ela tentou sorrir. "Não há mais tentação. Você está livre da tentação... você está salvo de... do meu mal”. Os olhos de Lilah reverteram e ela desmaiou. Cowboy e Hush caíram de joelhos ao meu lado e como um cão raivoso da porra, eu aumentei minha proteção.


"Irmão, faça essa merda fora. Precisamos levá-la ao hospital. Smiler não vai ser capaz de resolver essa bagunça da porra", Hush disse, tomando nenhuma merda de mim. "Flame já foi levado. AK e Vike o levaram no caminhão. Ela pegou bem no pescoço, porra. O porra louca estúpido levou uma bala pela pequena de olhos verdes por quem ele está obcecado". Retirando meu corte, mas nunca deixando de lado a minha mulher, eu o envolvi em torno de Lilah e cambaleei para ficar de pé. Styx correu para frente. "Leve-a para o hospital, AGORA!", Ele sinalizou, olhando para Maddie tremendo, pálida como um fantasma e balançando nos braços de Mae. "Eu dirijo. Vamos”, Cowboy disse e nós três corremos para a saída, Tank e Bull nos transportaram fora da porta. Saltando no caminhão, Cowboy ligou o motor enquanto eu segurava Lilah em meus braços, ajuntando seu cabelo irregular curto fora do ferimento na bochecha. Mergulhando minha cabeça para baixo, eu dei um beijo na testa da minha mulher, seu rosto ainda impressionante da porra, mesmo cortado até o inferno. E, pela primeira vez em um longo tempo de porra, eu comecei a chorar.

O relógio marcou lentamente no longo corredor estéril. Os Hangmen estavam todos aqui, alinhados com couro no piso de linóleo. Lilah e Flame estavam em cirurgia, Flame fodidamente louco por ter sido trazido para cá e, pior, ser tocado que ele teve de ser sedado na chegada, tudo para que eles pudessem avaliar os danos e levar sua bunda psicótica para a emergência.


Lilah imediatamente foi tomada de minhas mãos, os médicos e enfermeiros todos parecendo me querer longe dessa merda. Os filhos da puta deram uma olhada em nossas cores e cortes e imediatamente pularam para a conclusão de que eu tinha cortado a minha cadela. Levou toda a minha força de vontade para não enfrentar a porra da sua desaprovação, mas a minha mulher precisava deles mais do que a minha raiva naquele momento. A viagem inteira ela não tinha acordado e eles a tinham levado para a cirurgia para costurá-la sem perder tempo. Styx e Mae, Bull, Tank e Tanner chegaram logo depois. Beauty e Letti ficaram para trás para lidar com uma totalmente fechada e chocada Maddie. O que me trouxe para cá, esperando e ficando insano, repetindo as últimas palavras de Li na minha cabeça. Não tem mais tentação. Você está livre da tentação... e minha alma agora está salva. Seu rosto cortado sorrindo. Foda-se, ela tinha completamente se perdido. Botas de couro pesadas guincharam no chão ao meu lado e um segundo depois Styx desabou ao meu lado, sua bunda batendo no chão com um baque. Suas mãos pendiam sobre as pernas, e ele sinalizou "O xerife apareceu. A segurança informou um tiro e que os Hangmen estavam trazendo cadelas sangrando”. Suspirando, eu corri minhas mãos pelo meu rosto e disse: "Fodidamente perfeito." "Tank e Bull pagaram o suborno e eu garanti um bônus para manterem sua boca fechada". "Obrigado, irmão", eu disse. "A última coisa que precisamos é de policiais rastejando sobre o nosso negócio”. A mão de Styx pousou no meu ombro e ele a deixou lá. A porra de gesto do meu melhor amigo quase me quebrou. Desde que os nossos velhos encontraram o barqueiro, tudo que tivemos foi um ao


outro. Então ele teve Mae. Essa cadela tinha sete tons para ser fodida... Mas nada parecido com o nível da minha mulher deitada em uma mesa de operação, tendo a boca costurada. "Nós vamos ajudá-la", sinalizou Styx. "Vamos? Através do que? O que passava pela cabeça dela para fazê-la mutilar a si mesma, ou pior ainda, por que diabos eu não vi isso?" "Nenhum de nós viu isso", disse uma voz calma. Levantando minha cabeça, eu vi Mae diante de nós, seus braços embrulhados sobre o peito. Styx estendeu a mão, levando-a, Mae permitiu que Styx a puxasse para seu colo. Bochecha em seu peito, seus olhos nunca deixaram os meus. "Lilah sempre foi a que tomou aos anciãos... a doutrinação melhor. Ela era a mulher perfeitamente obediente, e ela detestava o nosso título, a nossa segregação, detestava ser amaldiçoada... Eu acho... Eu acho que ela não queria mais ser bonita... não mais um sedutora”. "Foda-me,

Mae.

Será

que

esses

desgraçados

do

culto

realmente têm um poder tão grande sobre vocês?", Perguntei, porra tentando encontrar alguma explicação nessa confusão de merda. Antes de Mae aparecer em nosso quintal, sangrando, eu nunca tinha ouvido falar que cultos existiam, muito menos o quanto eles poderiam foder a sério com a cabeça das pessoas. "Sim", ela respondeu, lutando contra as lágrimas. "É tudo que nós já conhecemos. É difícil para nós abandonar os ensinamentos que temos de mais sagrados”. Styx envolveu a mão no cabelo preto de Mae e beijou o topo de sua cabeça. Derrubando minha cabeça para trás, eu brevemente


capturei nossos irmãos olhando para nós e ouvindo a nossa conversa, antes de fechar os olhos e apenas tentar respirar. Minutos depois, uma tosse soou, e eu abri os olhos. Um médico de meia-idade estava desajeitado na extremidade do corredor. "Você são os homens que trouxeram a mulher e um homem baleado?" Todos nós imediatamente ficamos de pé. Eu dei um passo para frente. "A cadela, ela está bem?" A porra do médico olhou pra mim com olhos cheios de julgamento e ele falou baixo: "Se você está se referindo a jovem que foi trazida cortada e sangrando, então sim, ela está fora da cirurgia e está em recuperação". "Leve-me para ela," eu pedi, e o médico deixou cair a prancheta. "Nós temos um nome para a mulher?", Ele perguntou, e eu juro que levou tudo que eu já não tinha para não enfiar aquela prancheta em seu rabo apertado. "Lilah", Mae falou atrás de mim. "O nome dela é Lilah." O médico começou a rabiscar alguma merda e ele perguntou: "Sobrenome?" Mae franziu a testa. "Ela não tem um." Os olhos do doutor se estreitaram. "Ela não tem um?" Ele riu sem humor e balançou a cabeça. "Uma jovem mulher, sangrando por corte de faca em seus braços e face, frescos, o que parecem feridas de chicote em suas costas e um crucifixo gravado em seu torso, trazida por um... um notoriamente famoso clube da motocicleta nefasto, e agora você está me dizendo que ela não tem nome completo. Sem nome legal, não há registros médicos, nenhuma história em nosso sistema. E pouco


antes, um de seus homens é admitido, uma bala enrolada em seu pescoço, um homem tão perturbado que ele teve de ser sedado, e que se chama ‘Flame’. Nenhum nome completo fornecido para ele também". Quando eu andei para frente, o rosto do médico empalideceu e eu arranquei a prancheta de sua mão e a lancei contra a parede. O médico ficou rígido. "Ouça aqui, doutor. Vamos esquecer tudo o que você acabou de dizer”. Eu rasguei o crachá com seu nome do seu casaco branco e joguei de volta para Vike. "Hey!", O doutor chamou e eu olhei direto para seu rosto, seu corpo congelando. "Cala a porra da boca e ouça-me”. O médico engoliu em seco, e eu disse: "Agora você vai cuidar do meu irmão e da minha mulher com uma porra de sorriso em sua cara feia, ou eu vou deixar meu irmão, Vike, aqui, executar uma verificação de antecedentes sobre sua família, em seguida, mostrar-se no meio da noite e apunhalá-los em seus fodidos corações. Você entendeu, babaca?" "S-sim," ele gaguejou, e eu coloquei minha boca perto de seu ouvido. "Os Hangmen mandam nesta cidade, não a polícia ou os federais ou qualquer outra autoridade que você pode pensar em chamar. Você pode se lembrar disso se estiver pensando em me impedir de ver minha mulher. Porque nada menos do que o maldito apocalipse vai me parar ou me impedir de ficar ao lado da minha cadela". Vike veio perto de mim, girando o emblema do médico em suas mãos.


"E aí, doutor?" Ele fez uma pausa. Em seguida, uma enorme porra de sorriso apareceu em seus lábios. "Eu estava fodidamente morrendo de vontade de dizer isso." Eu olhei para ele e cerrei os dentes. Vike rapidamente perdeu seu sorriso e disse: "Você vai fazer o que ele disse ou eu vou ter a chance de jogar com os seios de sua mulher?" O médico recuou. "Não, eu vou cumprir. Só não firam a minha mulher." "Boa escolha", eu disse firmemente, então, perguntei: "Onde estão Lilah e Flame?" "Lilah está no quarto oito. Flame está na sala de recuperação B. Ele vai ser transferido para um quarto privativo em breve". O doutor girou nos calcanhares e quase correu para fora de vista. Mae tentou passar por Vike e eu para chegar à sala de Li, mas Styx segurou seu braço, deixando um para sinalizar, "Baby, vamos deixar Ky vê-la primeiro. Deixe-o ficar com sua mulher. Vamos mais tarde." "Não!" Mae estalou. "Ela é minha irmã. Ela vai me querer... Ela vai precisar de mim." Deixando cair a minha cabeça, eu enfrentei Mae e disse: "Mae, por favor. Apenas deixe-me estar com ela um pouco. Eu fodidamente preciso disso. Eu preciso dela”. Lágrimas encheram os olhos de Mae, enormes anéis de cansaço embaixo dos olhos. "Ok", ela sussurrou. "Basta deixá-la saber que eu estou aqui para ela se ela precisar de mim”. Secamente empurrando meu queixo, eu fui para o corredor em direção ao quarto oito. Eu podia sentir os olhos observando-me do


pessoal da equipe, dos visitantes e dos pacientes. Eu ignorei a porra de um monte de olhares e me encontrei fora de uma sala privada. Virando a maçaneta da porta, empurrei completamente, imediatamente vendo Lilah dormindo na cama. Meu peito apertado como se eu tivesse pulmões de ferro. Seu cabelo curto foi escovado para trás e tiras de gaze branca cobriam seu corpo, o maior deles escorrendo pelo seu rosto. O movimento a minha esquerda me chamou a atenção, e uma enfermeira encontrou meu olhar, congelando seu passo. "Você terminou?" Eu perguntei. Ele balançou a cabeça e foi falar, mas eu o interrompi. "Dá o fora e não volte até que eu diga a você". "Mas..." "Apenas fodidamente faça isso!", Gritei e batendo as costas para o carrinho médico, a enfermeira correu como o inferno para fora. Assim que a porta se fechou, tranquei e caminhei lentamente para Lilah. De pé ao lado da pequena cama, notei a intravenosa em sua mão, o cheiro de anti-séptico saindo de sua pele. Corri meus dedos sobre o dorso de sua mão, ouvindo sua respiração suave. Seu rosto parecia tão calmo, tão tranquilo. Ela era tão linda, tão linda, porra. Sentado na beira da cama, eu me sentei, pressionando um beijo em seus lábios macios, então passei meus braços sob suas costas e a mudei para o lado, tomando cuidado com a intravenosa. Retirei minhas botas com um pontapé, deitei-me ao lado dela, respirando seu perfume doce de baunilha. Envolvendo sua mão na minha, eu coloquei minha cabeça no travesseiro ao lado dela e acariciei os cabelos curtos.


"Eu amo você, baby. Nós vamos lidar com isso, porque, porra, você merece mais da vida além de sofrimento. Você merece ser feliz comigo."


Capítulo Vinte e Três ~Lilah~ Ao ouvir o gotejar rítmico constante de água, eu lentamente abri meus olhos e fui imediatamente confrontada com um teto de azulejos brancos. Desorientada, tomei uma respiração profunda e enchi os pulmões de ar. Meu corpo inteiro estava rígido, minhas costas coçavam, então eu gentilmente rolei para o meu lado direito e imediatamente me acalmei. Ali, diante de mim, havia um espelho em uma parede, um espelho que refletia uma mulher em uma cama. Uma mulher em uma cama coberta de ataduras, cabelo curto loiro bagunçado, e uma grande atadura branca no rosto. Olhos azuis arregalados e chocados olharam para mim, e por um momento, eu esqueci como respirar. Esta era eu? Esta era eu... Flashbacks lotaram a minha consciência, a faca, o torpor, os cortes, a extinção da maldição do diabo... a libertação da minha beleza. Inalei uma respiração cuidadosa, eu imediatamente franzi a testa. Não houve torção do meu estômago enquanto eu percebia o que eu tinha feito. Não havia nenhum demônio na minha mente, me atormentando, me dizendo que eu era uma pecadora, que eu estava destinada ao inferno. Tudo o que eu sentia era uma calma, uma paz divina que eu nunca tinha experimentado antes.


Eu não era mais bonita. Esta menina olhando para mim era... menos. Menos atraente, menos pecaminosa. Esta menina seria inexistente nos olhos dos homens. Para mim, essa garota era meu tipo de perfeição. Enquanto eu olhava para essa garota, eu percebi que havia verdadeira beleza na feiura. Eu tentei sorrir, sorrir de puro alívio, mas o lado ferido do meu rosto não levantou, a cicatriz muito profunda, afetou os músculos, a sensação do movimento estranho e desconhecido. Levantando minha mão para sentir ao longo do meu novo rosto, eu peguei o fio cutucando da minha pele, e mais lembranças vieram à minha mente. A arma que eu tinha agarrado e puxado o gatilho, Maddie correndo para frente, Flame empurrando-a para fora do caminho do mal... E Ky, Senhor, Ky me segurando em seus braços, seus olhos torturados e com medo. "Baby... que merda você fez?" Eu tinha levantado meus dedos para sentir o rosto perfeito de Ky. Sua cabeça se afastou e sua impressionante beleza quase bateu o ar dos meus pulmões. Ele era um bom homem, merecedor de um amor verdadeiro. Eu sorri para a liberdade que ele teria agora. "Não há mais tentação. Você está livre da tentação... e a minha alma pode agora ser salva." A lâmina, minha bochecha, perdendo o meu apelo mal... Em seguida veio a dor, porque eu sabia que eu o tinha perdido. Ky não estava sob nenhum feitiço mais; sua atração por mim estava quebrada. Eu tinha perdido meu amor, mas embora ferida, eu sabia que era a coisa certa a fazer. Eu senti o aperto na minha bochecha, a picada de cortes no meu corpo, mas eu também senti o peso do mundo tirado dos meus ombros.


Eu não era mais bonita. Eu tinha lutado com o diabo e vencido. Eu deixaria de seduzir os homens. Eu poderia finalmente alcançar a salvação. De repente, um suspiro baixo soou ao meu lado e eu congelei. No reflexo eu não vi qualquer outra pessoa no quarto, mas quando outro baixo ruído encheu o silêncio, eu sabia que não estava sozinha. Virando o meu corpo pesado para a esquerda, o cheiro do tabaco e do óleo de motor imediatamente caíram em cima de mim e meu coração começou a bater. Cabelo loiro brilhante amarrado para trás em um rabo de cavalo bagunçado estava no travesseiro ao meu lado. Ky. Meu Ky, dormindo ao meu lado. O que ele estava fazendo aqui comigo? Ele estava livre agora, o meu feitiço sobre ele foi quebrado... Lançando os olhos em torno de um quarto estranho, eu entrei em pânico quando notei as estranhas máquinas reunidas em torno de mim. Eu não sabia onde eu estava. Minha mente grogue, porém, estava começando a clarear. Minhas mãos começaram a tremer e quando eu fui mover a minha mão esquerda, algo estava enrolado em volta dela. Olhando para baixo, eu encontrei a mão firme de Ky entrelaçada com a minha. E ele estava agarrando-a com força, como se não pudesse obrigar-se a deixá-la ir, mesmo no sono. Então, no momento eu esqueci que estava em um lugar desconhecido, só focando no fato de que Ky estava aqui. Eu não era mais bonita, mas ele estava aqui. Minha pele estava arruinada, meu cabelo se foi e meu rosto estava desfigurado... e ele ainda estava aqui, protegendo-me, encontrava-se ao meu lado. Por quê? Meu polegar correu sobre a pele áspera na parte de trás de sua mão e ouvi uma agitação, eu virei meus olhos para cima


para encontrar os seus. Eu segurei minha respiração enquanto seus olhos azuis recém-despertos vagueavam em cima de mim, olhando para minha face. Era isso. Este era o momento em que eu iria perdê-lo. Meus pulmões desligaram enquanto eu esperava o que ele diria, mas então eu quase chorei. "Baby", Ky respirou de alívio amoroso e ele lentamente se inclinou para frente, liberando a sua mão da minha e cuidadosamente escovando meu cabelo para trás. Fechei os olhos, saboreando seu toque, mas a minha mente podia não parar de perguntar a mesma pergunta. Por que ele não saiu ainda? Ele agora está livre. A mão amorosa de Ky caiu por meu pescoço e pelo meu braço e eu, relutantemente, abri meus olhos, tentando conter as lágrimas. Ky estava olhando para mim com a maior expressão de adoração que eu já tinha visto, mais do que quando eu era perfeita, mais do que eu já tinha visto em seu rosto incrivelmente bonito antes. Então, se preparando para a minha reação, ele baixou a cabeça e roçou os lábios tão suavemente contra os meus. Eu estava atordoada. Eu não sabia o que pensar. Eu tinha sacrificado a minha beleza para fazer meu amor livre, mas ele ainda estava aqui. Eu não conseguia entender por que ele ainda estava aqui! Os lábios de Ky continuaram a acariciar a minha boca e, a princípio, minha boca ficou imóvel, muito chocada por esse belo homem estar me beijando... o meu rosto... feio. Mas Ky continuou me perseguindo, sua língua lentamente lambendo ao redor dos meus lábios


até que eles se separaram em um suspiro e sua língua mergulhou dentro. Sentindo o seu gosto viciante, eu estava perdida nele. Então, ele estava em todo lugar em minha boca, sua cautelosa mão no meu cabelo curto... sua alma no meu coração. Puxando para trás, os olhos de Ky estavam brilhantes, no começo eu pensei que era com luxúria, mas quando a cintilação de uma lágrima escorreu do canto dos olhos cansados e escorreu pelo seu rosto, meu coração virou pó. "Ky", eu chorei. Inclinando-me para frente, estremecendo com o desconforto, eu beijei a afastada gota salgada. "Por favor, não chore..." "Não faça uma merda assim de novo, baby", ele interrompeu com uma voz rouca, ferida. Não havia raiva em sua voz, só um tom desolado. "Porque eu não quero ficar sem você. Você me ouviu? Você é minha mulher, porra. Nós montamos esta estrada juntos, não importa o que fica no nosso caminho”. Piscando furiosamente, tentei formular uma resposta, mas eu só podia piscar um pouco mais. Os dedos de Ky correram ao redor da borda do curativo na minha bochecha, seus olhos doíam, e ele disse: "Eu vou perguntar de novo, Li. Você está me ouvindo?" Seu olhar amoroso me implorou para dizer alguma coisa. "Eu... eu não entendo o que está acontecendo", eu sussurrei, olhando de Ky para o lado enquanto ele me estudava. Ele enxugou seu rosto com as costas da mão e se recompôs. "O que, baby? O que você não entende? Que porra está acontecendo na sua cabeça?", Perguntou ele, sua voz ainda mostrando a emoção.


Acariciando a barba curta, eu perguntei, "Por que... por que você ainda está aqui? Eu não entendo por que você está aqui, ao meu lado”. O rosto de Ky apagou e, em seguida, todos os seus músculos apertaram, pequenas linhas enrugando em torno de seus olhos. "Onde diabos mais eu estaria se não com a minha mulher? Minha mulher quebrada. Você cortou-se na frente do meu clube, baby, atirou em um irmão, enquanto estava em uma porra de transe do culto e você tinha que vir para o hospital. Eu não estaria em porra de nenhum outro lugar, a não ser na merda da cama com você, me certificando de que você estava bem." "Sua mulher?", Perguntei em choque completo, e desta vez o meu coração trovejou em... esperança? Poderia ele...? Poderia KY...? Não... era impossível! "Lilah, baby, você tem que começar a fazer algum sentido, porque eu estou uma porra de perdido agora”. Ele se inclinou perto, sua língua lambendo ao longo de seus lábios perfeitos. "Você é minha mulher. Você tem sido minha porra de mulher desde que eu te vi pela primeira vez. Você não entendeu isso?" As lágrimas nublaram minha visão e um soluço incrédulo escapou dos meus lábios. As mãos de Ky foram para os lados da minha cabeça e seu rosto suavizou a minha reação. "Eu amo você, Li. Você é minha. Minha mulher. Minha propriedade. Minha porra de old lady... e minha para sempre." "Mas... mas já não sou perfeita. Eu te libertei do demônio dentro de mim. Eu não posso tentá-lo a falso amor novamente".


Confusão nublou seus olhos, em seguida, a confusão se transformou em raiva frustrada. "Foi por isso que você fez toda essa merda? Você pensou que eu estava sob alguma porra de feitiço? Você acha tão pouco de você mesma, Li? Porra de amaldiçoada?" Com os lábios tremendo, eu disse: "Não foi só por sua causa. Foi por todo e qualquer homem que me quis, mas iria ser enfeitiçado pelo... meu corpo. Eu fui tomada contra a minha vontade desde que eu era uma criança. A cada toque colocado em cima de mim me foi dito que era devido ao meu rosto mal e pecaminosamente bonito. Eu fui tomada e tocada porque os homens não poderiam resistir. Fui educada e tomada quando criança pelo irmão Noé, porque assim eu seria salva". Eu podia ver a raiva fervendo no rosto de Ky, assim que tomei fôlego, acrescentei: "Mas, ao contrário dos homens, homens que eu queria manter longe, eu amava você. E porque eu te amo tanto, eu quero que você seja feliz. Eu não poderia mantê-lo comigo sob falsos pretextos”. Lutando contra todo o meu medo, eu disse: "Eu não poderia voltar a viver assim mais um dia. Toda a dor que os anciãos me infligiram nestes últimos dias, o fogo, a união involuntária a que fui forçada aderir e suportar com o irmão Micah... Eu só queria me livrar da causa de tudo isso. Minha beleza, meu apelo aos homens sempre foi a causa da minha dor e luta. Segregada por causa do meu cabelo loiro e olhos azuis que os discípulos não conseguiam ver além. Evitada por minha família por tentar homens mais velhos em pensamentos lascivos”. Lágrimas escorriam pelo meu rosto enquanto eu acrescentei. "Eu quero ser despercebida. Eu quero não existir aos olhos dos homens. Tenho a certeza que aconteceu. Eu quero ser inexistente."


Ky sentou-se na cama, balançou as pernas para fora e arremessou a cabeça para frente, virando o branco de volta para me cobrir. Eu vi seus músculos tensos e seus ombros tremendo. Usando o pouco de força que eu tinha, eu me levantei para a posição sentada e coloquei minha mão em suas costas. O rosto lindamente torturado de Ky virou-se para o meu, o seu perfil régio e forte. "Mas é aí que você está errada, Li. Porque com cicatrizes ou não, o cabelo cortado fora ou não, marcas de chicote em suas costas, a porra de uma cruz gravada em seu estômago ou não, você é perfeita para mim. Você sempre vai ser perfeita para mim. E nada do que você fez para si mesma não funcionou porque você sempre será a mais bela cadela que eu já vi. Você sempre será a única cadela que eu vou ver, ponto". "Ky, eu..." Ele me prendeu em seus braços enormes, seu corpo grande pairando acima meu. "Não, Li, você precisa me ouvir. Vocês foram arrastadas em uma vida horrível, mas você não fez nada errado. Inferno, nenhuma porra de erro. Eles abusaram de você sem parar, estupraram você, te fizeram achar que tudo de bom que você tem dentro ou fora era porra de mal. Foram aqueles fodidos doentes que pensam que são discípulos de Deus que fizeram você se sentir como merda para poder enfiar seus paus pedófilos em você! Eu não tenho nenhuma fé. Não pense que eu vou chegar a porra dos portões perolados, mas eu sei que se existe um Deus, nada do que aqueles malucos estão fazendo é o que ele quer. Ele iria te amar, não por sua beleza, porque, cadela, quem não gostaria de você?" Ky acariciou meu cabelo e deu um beijo na minha bochecha machucada. "Vou te amar com todas estas cicatrizes, com este cabelo curto sexy como a porra. No entanto, foda-se como você parecer,


vestindo um saco maldito se você quiser. Eu estou nessa com você até o fim." Passando meus braços em volta do pescoço, uma onda de amor... amor incondicional inchou através de mim, e eu disse: "Eu não posso lamentar." "Lamentar o quê?" Estudei seu rosto perfeito, eu estava sobrecarregada com a felicidade. "Eu não posso me arrepender do que fiz para mim mesma. Sinto que fui libertada". Ky suspirou em exaustão e sua testa tocou a minha. Fechei os olhos, valorizando este milagre. Este milagre deitado ao meu lado. "Eu não posso acreditar que você me ama... assim" Eu falei. "Você é o meu sonho inatingível que virou verdade”. Ky se deslocou para o lado e, com cuidado para não tocar minhas lesões, me puxou para ele até que eu estava envolvida sobre seu peito, os seus quentes e protetores braços envolvendo em torno de minhas costas. Eu podia ouvi-lo tentando falar, mas ele não conseguia pronunciar as palavras. Fechando os olhos, minutos se passaram, e eu inalei o cheiro reconfortante de Ky. Eventualmente, ele apertou um beijo para minha cabeça e disse: "Eu vou fazer você se sentir bonita, baby. E você nunca vai se sentir menos do que ninguém, nunca mais." Uma onda estrangeira da paz encheu minha alma quando Ky preguiçosamente correu os dedos pelo meu cabelo curto. "É assim com todos?", Murmurei, perdida na sensação de seu toque. "Assim como, baby?"


"Isto, como é entre mim e você. Como nos sentimos um pelo outro. Isso é normal?" Ky inalou uma respiração cortada e sua mão em meu ombro me segurou apenas um pouco mais apertado. "Nah, baby", ele silenciou, adoração clara em seu timbre rouco. "Não é assim para todos." Suspirando de contentamento, uma realização me bateu. "Então

tudo

valeu

a

pena",

eu

admiti

e

realmente

verdadeiramente quis dizer isso. "O que foi, Li? O que valeu a pena?" "Tudo o que..." Eu sussurrei, minha vida cheia de dor intermitente pelas mentiras e tortura, a perda, a segregação, o abuso... os estupros. Eu me aninhei em seu torso e continuei. "Cada segundo de minha vida... porque, eventualmente, levou-me a você. Levou-me a cair tão profundamente apaixonada por você, Ky... o homem que recapturou esse coração machucado e surrado”.


Capítulo Vinte e Quatro ~Ky~ "Ky? Onde estamos indo? O complexo está do outro lado". Faz exatamente duas semanas desde que Lilah tinha se cortado. Hoje, ela estava vindo para casa. E graças a foda, porque eu não poderia lidar com mais uma noite dormindo naquela cama estreita de merda. Minha mulher estava melhor. Sua bochecha estava curando. A cicatriz ainda estava vermelha e fresca, mas minha mulher estava melhorando. Muito bem. Ela foi alterada. A liberação de ser bonita, sendo agora marcada, de alguma forma a libertou, e eu adorava a porra da cadela como ela estava agora. Lilah me encarou toda confusa quando me virei para uma estrada que corria de volta para a terra velha que Styx e meu velho possuíam por trás do complexo. Seus olhos azuis se estreitaram, seus lábios carnudos franzidos. Seu corte de cabelo curto e loiro — cortesia de Beauty — era tão bonito como o inferno, e eu nunca tive coragem de dizer a ela, mas o corte a deixou ainda mais bonita do que era antes. "Vamos a algum lugar novo, docinho", eu disse. Lilah se virou para olhar para fora da janela. "Não pode ficar mais no complexo, não mais. Merece estar em outro lugar”. As sobrancelhas franzidas, os olhos de Lilah bloqueados para mim. Eu não podia deixar de sorrir, realmente sorrir. Duas milhas na estrada, eu virei o caminhão para a esquerda e em uma pequena clareira, que contava com uma recém-remodelada cabana rústica de madeira no meio.


Lilah suspirou. Quando eu parei, ela pulou para fora do caminhão e correu para ficar na frente da cabana. Saí e fui atrás dela, passei meus braços em torno de sua cintura, e descansei meu queixo na cabeça dela. "É como o rancho," Lilah exclamou, toda impressionada de merda. "Era utilizado pelo meu velho. Styx a reformou mais cedo, este ano." "Para eles?" Lilah consultou. Libertei as mãos de sua cintura, Segurei a mão de Lilah e caminhei com ela em volta. Apontando para uma estrada acima de um monte, eu disse, "Styx e Mae estarão vivendo a poucas milhas acima desse monte”. "Styx e Mae vão mudar do clube?", Ela disse com um largo sorriso. Eu balancei a cabeça. "Sim, dessa vez não apenas para uns dias, mas as cabanas serão usadas para o que elas foram construídas para; o Prez e o VP." "Alguém mora perto do clube?" "AK, Vike e Flame vivem cerca de cinco milhas ao sul daqui, perto do rio. Cabanas separadas, mas perto o suficiente para serem vizinhos”. Acariciando as bochechas de Lilah, eu disse: "Mas Styx, Mae, Flame, AK e Vike, não estarão vivendo perto de mim". "Eu... eu não entendo." Olhei em seus olhos e disse: "Eles vivem perto de nós."


Os olhos de Lilah se arregalaram em choque. "Você deseja que eu viva com você?" "Lilah, não existe uma escolha. Você não vai ficar no clube, não mais. Não é um lugar para a minha mulher. Você merece um verdadeiro lar. Nossa casa. Você amou o rancho de Sia, este é similar”. Lágrimas encheram os olhos do Lilah e esmaguei meus lábios contra os dela. Ela gemeu em minha boca. Dentro de segundos, o beijo se tornou algo mais. Meu pau ficou realmente duro e Lilah envolveu suas mãos sobre a borda do meu corte, pressionando os seios duros contra meu peito. Eu perdi isso. Eu não tinha tido Lilah desde a noite em que ela foi levada, e eu tinha essa necessidade esmagadora de levá-la, transar com ela, estar dentro dela e fazê-la minha, de uma vez por todas fodidas vezes. Passando minhas mãos para baixo de seu vestido, eu segurei a parte de trás de suas coxas, levantando-as e envolvendo-as na minha cintura, correndo para a cabana, os lábios de Lilah ainda feitos para foder. Agarrando a maçaneta da porta da frente, chutei-a aberta, Lilah nem sequer se preocupou em olhar para a sala de televisão ou a cozinha, sem levantar a cabeça quando subimos as escadas, nem mesmo quebrei nosso beijo quando entramos no quarto. Largando-nos na cama, eu puxei minha boca de Lilah para olhar para seu rosto corado. Seus olhos estavam fechados e eu pude ver que ela me queria tanto quanto eu a queria. "Ky, por favor...", ela implorou. Ajoelhado sobre a cama, eu arranquei minha camisa sobre a minha cabeça e estalei o botão do meu jeans. Os olhos azuis de Lilah queimando enquanto ela olhava com fome em meu jeans semi-aberto. Curvando-me, eu levantei a bainha de seu vestido longo, não o cinza, graças a foda, um branco sem mangas que Mae tinha trazido. Suas


pernas bronzeadas sem pêlos saltaram à vista e o cheiro do óleo de baunilha que ela passou em sua pele bateu no meu nariz. Eu juro que eu rosnei baixo em minha garganta, meu pau agora tão duro que estava quase pulando fora meu jeans. Lilah se contorcia sobre o colchão enquanto eu corria o meu dedo indicador até a sua boceta, correndo a ponta em seu corpo, em torno de seu clitóris. Eu amei ver seus olhos se arregalarem, os lábios vermelhando e seu corpo se contornando na cama. "Porra, baby, eu vou vir apenas observando você." Deixando sua boceta, eu empurrei sua roupa sobre seu estômago, mantendo um controle sobre a minha fome enquanto ignorava a queimadura de crucifixo que esses fodidos doentes tinham marcado em minha cadela. Sentindo a mão de Lilah em minha barba, eu olhei para cima para vê-la me observando. "Eu amo você", ela sussurrou, e bam, eu estava em cima dela, puxando o vestido pela cabeça, suas tetas grandes empurrando para fora, para minha boca. Baixando, a minha boca fechada em um mamilo vermelho apertado. Foda-se, ela tinha gosto de framboesa ou morango... alguma coisa. Seja qual for! Ela estava transando perfeito. As mãos de Lilah bateram no meu cabelo e começaram a arranhar minhas costas, puxando forte, fazendo-me enlouquecer. Ela estava adorando. Amando minha boca por todo o corpo. Minha mulher era livre, nada em seus olhos, apenas luxúria. Nenhum bloqueio, nenhum profeta estúpido em sua cabeça dizendo que ela estava forçando-me a pecar. Só eu e ela e nossa porra de cama. Corri minha mão pelo seu estômago, eu a coloquei em sua boceta molhada, meu dedo pressionando o clitóris, um gemido alto rasgando de sua boca. Deslizando os dedos para baixo para sua fenda,


eu mergulhei o meu dedo dentro enquanto eu chupava seu mamilo mais duro, sentindo sua vagina em volta do meu dedo, com fome do meu pau. Trabalhei seu clitóris, esfreguei os dedos contra seu ponto G, a respiração de Lilah me mostrando que ela estava perto. Sua vagina começou apertando ao redor dos meus dedos. Um rubor rastejou até sua pele, sua respiração parou, sua boca caiu, e seu corpo ficou imóvel. "Ahhhhhhhh!" Lilah chamou, o gemido soando como a porra do céu quando ela veio, com as mãos quase arrancando meu cabelo como o primeiro de muitos orgasmos que hoje percorriam seu corpo. Trabalhando meus dedos mais lentamente, eu a trouxe para baixo, o peito arfando agora. Fora de respiração, abri os olhos lentamente, um sorriso envergonhado em sua boca perfeita. "Sente-se bem, baby?", Perguntei. Lilah assentiu com a cabeça. Eu puxei meus dedos para fora e lentamente, certificando-me de que eu ainda tinha a atenção de Lilah, os coloquei em minha boca, lambendo sua umidade. As coxas de Lilah se apertaram enquanto ela me observava. Então, de repente, ela levantou-se de joelhos, puxando meus dedos da minha boca, pressionando seus lábios contra os meus, sua língua empurrando para dentro para lutar contra a minha. Estendendo a mão, eu envolvi minhas mãos em seu cabelo curto, assim que a mão trêmula cobriu meu pau enrijecido sob o jeans. Lilah engoliu um gemido da minha boca enquanto seus dedos macios como a foda puxaram para baixo o meu zíper, meu pau batendo contra meu abdômen. Fugindo, eu recuei para fora da cama, e num piscar de olhos, os meus jeans estavam fora e em uma pilha no chão. Lilah estava ajoelhada, me olhando e lambendo esses malditos lábios. Sua pele macia estava coberta de cicatrizes, queimaduras e essa cicatriz da


mordida da porra de Micah. Apesar de toda essa merda, ela permaneceu minha porra de mulher bonita. Fui até a beirada da cama, o cabelo caindo sobre o meu ombro, e eu segurei meu pau. Lilah veio para frente, parecendo nervosa e eu penteava minha mão pelo cabelo. "Posso... posso tocar em você?" Lilah solicitou, com a voz entrecortada enquanto envolvia em torno de mim, puxando-me. Deixando de lado o meu pau, eu deixei cair a minha mão quando Lilah chegou timidamente, envolvendo seus dedos em torno do eixo, incapaz de encontrar. Sua mão apertou suavemente e começou a se mover. Jogando minha cabeça para trás, eu tive que cerrar os dentes para parar de rugir o nome dela. Senti-me bem por isso, bem para caralho. Em seguida, a mão reduziu e eu senti uma boca quente deslizando suavemente sobre meu pacote. Eu juro que quase gozei ali, naquele momento. Abrindo meus olhos, eu encontrei os de Lilah presos nos meus enquanto ela movia a boca abaixo, a língua circulando a ponta do meu pau. "Foda-se, baby, isso está fodidamente bom," Eu disse asperamente. Lilah, com cuidado, timidamente, começou a mover a língua cada vez mais rápida e mais rápida até que eu não poderia enfiar mais. Agarrei seu queixo e olhei para Lilah com meu pau, a boca toda cheia e fazendo toda a fodida sucção perfeita de filha da puta. "Deite-se de costas, baby," eu pedi, e sorrindo, Lilah fez o que eu mandei, suas curvas insanas se mostrando completamente, olhar sua boceta nua era algo demasiado malditamente difícil de resistir.


Rastejando sobre a cama, eu pairei sobre Lilah até meus lábios roçarem os dela e meu pau correu para sua boceta molhada. "Eu quero te levar sem nada, Li", eu disse. "Eu fui verificado esta semana. Estou limpo. Seu sangue voltou do hospital tudo claro, e deram-lhe uma dose de controle de natalidade. Eu quero sentir sua boceta estrangulando o meu pau. Sim?" Lilah ergueu a mão em torno da volta do meu pescoço e me trouxe para seus lábios. Seus quadris começaram a mover-se. Eu rompi quando eu estava sobre a memória de meu pau em sua quente, boceta molhada. "Sim, Ky, por favor me leve. Tudo de mim... sem tentação". Isso era tudo o que eu precisava para permissão, segurei o cabelo de Lilah, alinhei meu pau e o enfiei na boceta dela, enchendo-a ao máximo. Um gemido estrangulado passou pela boca de Lilah. Suas mãos apertadas em minhas costas e começaram a arranhar minha pele. Cristo, era bom, quente e úmido, e porra perfeito. Meus quadris começaram a se mover, o sentimento de seu aperto em torno de meu pau me deixando louco. Pescando minha cabeça, eu pressionei meus lábios contra os dela e bombeei ainda mais duro em sua boceta. Minha língua mergulhou em sua boca, e eu engoli cada um de seus gemidos. Eu queria empurrar tão profundo como possível, queria marcá-la, tê-la como minha, para substituir qualquer traço de merda daquele bastardo Micah. "Ky..." Lilah gemeu quando seu quadril trabalhou em sincronia com o meu. Mas eu queria mais, eu precisava vê-la vir, tinha que assistir seu belo rosto. Rolando nas minhas costas, Lilah engasgou enquanto ela montou meus quadris, eu enterrando ainda mais profundamente dentro. Sua mão plantada no meu peito e seus olhos azuis olharam para mim em choque.


"Leve-me, baby." Rosnei meu comando quando eu levantei minhas mãos para agarrar em seu quadril com força. A cabeça de Lilah inclinada para trás quando eu empurrei dentro dela. Seus mamilos estavam tão duros, suas tetas grandes saltando em ritmo. "Ky, isso parece..." murmurou ela, sumindo em um gemido longo, a língua dela lambendo em torno de seus lábios, suas unhas arranhando meu peitoral. O quadril de Lilah começou a rolar mais duro, fodendo, instinto tomando conta, e eu olhei para seu rosto corado. Seus olhos fechados e eu gemi quando minha mulher me montou ainda mais duro, ganhando velocidade a cada segundo. Deslizando uma mão de seus quadris, eu agarrei sua boceta, circulando seu clitóris com meu polegar. Os olhos de Lilah estalaram abertos. Ela começou a tremer. Seus quadris se sacudiram e da forma como sua boceta apertada estava apertando meu pau, eu sabia que ela estava prestes a vir. Meu polegar circulou mais rápido. Um rubor fez sua pele brilhar, e eu bombeei meu pau ainda mais duro. A cabeça de Lilah atirou para trás e ela gritou meu nome, sua boceta apertada como um punho, bloqueando meu pau, então eu não podia ver direito. Eu vim tão forte. Lilah ofegou duro quanto nós dois acalmamos e nossos olhares se encontraram. Eu nunca vi nenhuma cicatriz no seu rosto. Tudo o que eu via era minha mulher, minha old lady... minha porra de vida. Agarrei o pulso dela, puxei-a para frente até que as mamas dela bateram no meu peito. Meu polegar esfregou ao longo de sua cicatriz na mandíbula. A expressão de Lilah ficou em guarda. "Eu fodidamente te amo", eu disse, e as lágrimas encheram os olhos de Lilah.


"E eu te amo, Kyler." Eu bebia em cada uma de suas características e sussurrei: "Rebekah..." Lilah se acalmou e os lábios começaram a tremer. "Como... como você sabia para me chamar assim?" "Eu conheci sua irmã, quando eu salvei você. Ela me disse seu nome real.” "Febe?" Lilah sussurrou, lágrimas agora em pleno fluxo. "Sim, ela queria que eu a salvasse". Lilah desviou o olhar. Ela não disse mais nada sobre o tema de sua irmã. Quando ela me encarou novamente, ela disse: "Por favor, não me chame por esse nome, Ky." "Por quê?" A cabeça de Lilah veio para o meu peito e ela deu um beijo na minha pele suada. "Porque eu não conheço a menina com esse nome. Embora eu tenha vivido no corpo de Delilah, a Maldita toda a minha vida, você apenas me conheceu como Lilah. Eu sou Lilah agora. Rebekah morreu quando ela foi levada ainda criança”. Meu coração caiu como uma pedra da porra com a dor eviscerada na voz dela. Mas eu a puxei para a minha boca e murmurei, "Lilah. Minha old lady”. Lilah afastou seu rosto e piscou sorrindo, eu passei a mão pelas costas dela e, em seguida, por seu rabo apertado, apertando a carne. "Vista-se," Eu pedi. Lilah franziu a testa. "Por quê?"


Ela abaixou a cabeça, seu dedo traçando o laço tatuado no meu peito, e disse: "Estou muito contente aqui, com você. Não me importo de ficar aqui nessa cama com você por mais algum tempo." "Por que eu sou um puto bom de foda?" Eu brinquei. Lilah

corou

e

disse:

"Você

sabe

que

você

é

bonito.

Incrivelmente... e muito hábil...” Rindo e jogando a Li uma piscada, eu agarrei sua bunda, levantei-a para fora da cama e disse: "Se vista. E em calças". Lilah balançou a cabeça. "Eu não posso. Uma mulher não deve vestir roupas masculinas, nem um homem vestir das mulheres o vestuário, porque o Senhor vosso Deus detesta qualquer um que faz isso. Deuteronômio 22:5”. Soprando uma respiração exasperada fora da minha boca, eu disse: "Li, você não está fazendo isso de novo." "Ky, embora fora da Ordem, não posso negar quem eu sou. Eu não posso negar a minha fé”. Caminhando

para

a

minha

mulher,

recebendo

merda

verdadeira ligada ao assistir meu esperma escorrendo de suas coxas, Eu segurei seu rosto e disse: "Então, use um vestido, mas você precisa usar couros embaixo. Beauty encheu seu armário. Haverá algum lá dentro”. A boca de Lilah se abriu em choque. "Eu tenho um closet, aqui?" "Yeah, docinho, você tem. Então use. E só para você saber, eu não estou querendo que você se vista como um cara. Eu gosto que minha mulher se pareça como uma maldita mulher, não um irmão. Eu não vou ficar com um pau”.


Lilah lutou contra um sorriso e acenou com a cabeça. "Vou usar couros sob um vestido." "Bom", eu disse com firmeza e me vesti. "Porque eu finalmente estou começando a ver você na parte de trás da minha moto. Desta vez, isso vai acontecer”. Eu ouvi o suspiro nervoso de Lilah. Mas eu ignorei.

"Pronta?", perguntei quando os braços de Lilah passaram em volta da minha cintura. Ela assentiu com a cabeça nas minhas costas e seu aperto aumentou no meu corte. "Sim." Girando o suporte de apoio, o motor da minha Harley rugiu e nós rodamos pela estrada de terra e fora na estrada rural que passava pelo complexo. As mãos de Lilah eram de ferro quando elas se agarraram a minha cintura, mas eu não podia conter o sorriso de depravado da porra do meu rosto. Eu tinha minha old lady na minha moto, vento no meu rosto, a liberdade da estrada, e duas rodas queimando o asfalto. Esta era a vida que eu queria agora, e eu nunca tinha sido tão feliz do caralho. O som de uma risada soprou no meu ouvido. Olhando para trás, vi Lilah pelo meu espelho retrovisor, o rosto deslumbrante sorrindo. A cabeça jogada para trás, ela estava rindo alto. Ela estava adorando. Ela também estava degustando a liberdade. Nós dirigimos por horas, até que nós nos encontramos em McKinney Falls State Park. Os Hangmen vinham aqui o tempo todo.


Lilah caiu imediatamente por amor por ele. Parando ao lado da água, eu virei no banco e Lilah enrolou as pernas nas minhas coxas. Agarrei sua bunda, eu a puxei para mais perto. Lilah sorriu tanto quando ela colocou os braços ao redor do meu pescoço. "Você gostou, baby?", Perguntei. "Sim. Sim, muito," Lilah respondeu, então, pressionando a testa na minha, disse: "A melhor parte foi segurar em você, compartilhando algo que você ama". "Traga esses fodidos lábios nos meus, baby", eu exigi, e Lilah veio, esmagando seus lábios nos meus. Eu quebrei a partir de sua boca, beijando ao longo de seu delicado queixo, em seguida, para baixo em seu magro pescoço. Baunilha. Toda baunilha. "Ky", ela sussurrou, e eu puxei de volta antes que eu acabasse transando com ela sobre esta moto. A cabeça de Lilah caiu no meu peito e ela olhou para a água, suspirando. Senti sua mudança de humor, então agarrando-a mais forte, eu perguntei, "Você está bem?" Lilah permaneceu em silêncio por uns dois minutos antes de ela perguntar: "Você acredita em Deus?" Essa pergunta me bateu para trás na minha bunda. Eu fiz uma careta, me perguntando onde diabos ela estava indo com isso. "Não sei, baby", eu respondi honestamente. "Mas eu acho a religião fodida. Pessoas matando em nome de um Deus que poderia ser tão real quanto o merda do Papai Noel. Folks julgou a causa dos outros que eles não acreditavam ser iguais, e putos como o Profeta David e Cain a usam para obter poder e controle sobre as pessoas”. Eu suspirei, tentando não perdê-la. "Mas Deus, não faço porra de idéia."


"Eu acredito", ela sussurrou. "Apesar de tudo, eu ainda acredito que há um Deus que ama o seu povo”. Eu não sabia o que dizer, mas eu senti uma enorme onda de medo correr através de mim. Eu só tenho a minha mulher de volta, minha mulher que tinha sido destruída por esse culto pedófilo. Pensei que estávamos seguindo em frente, começando a viver a nossa vida, mas ela ainda acreditava? Ela me fez sentir muito medo do caralho, porra tremendo em minhas botas. Nenhuma mulher vai me querer nesta vida quando ela está ligada com Deus, pensei. "Mae e eu conversamos quando eu estava no hospital. Ela me contou como Profeta David mudou a Bíblia para nos fazer acreditar em sua mensagem. Ela me contou como ele mentiu. Contou-me como ele usou seu poder para fazer coisas más para as crianças... para mim", disse ela calmamente. Eu encontrei-me agarrando-a com mais força, como se eu pudesse de alguma forma protegê-la do passado. Lilah se aninhou no meu peito e suspirou feliz. "Mas ela também me deu uma Bíblia, uma Bíblia real, e suas revelações me surpreenderam. Ela era cheia de perdão, de boa intenção, e parábolas pregando a paz e o amor à humanidade. Eu me apaixonei por essas palavras... Eu caí por amor com a sua mensagem. Ela me renovou, me encheu de esperança, e deu-me a graça". Um nódulo bloqueou minha garganta enquanto eu ouvia Li. O que ela estava dizendo não se encaixava com os Hangmen, não se encaixava com ela e eu. Sentindo uma umidade no meu peito, eu cutuquei Lilah com meu ombro e vi seu rosto cheio de lágrimas. "Baby..." Eu falei, enxugando suas bochechas. Ela balançou a cabeça e, segurando minhas mãos, apertou um beijo após beijo no meu pulso.


"Eu não quero que você pense que eu não estou feliz, ou que eu não te amo. Porque eu o faço, mais do que eu posso explicar. Salmos são poemas; você é meu. Você é a personificação de toda a palavra divina que poderia escapar de meus lábios. Eu amo você, Ky. Eu não posso mais imaginar minha vida sem você nela. Você é minha pomba branca. Você me enche de amor, paz, e devoção". Meu peito doía, e eu corri meu polegar pela bochecha cicatrizada. "Baby..." Lilah

ergueu

o

vestido,

seus

couros

perfeitamente

enquadrados em suas pernas e ela me mostrou seu espartilho, traçando uma de suas cicatrizes de tortura, presente permanente da seita. "Esta cruz foi marcada na minha barriga por homens vis e dolorosos, mas eu também tenho esse símbolo em meu coração, metaforicamente, é claro, como a marca de uma criança marcada pelo Senhor Cristo, a quem eu amo e tenho amado incondicionalmente." Fechando os olhos, eu respirei fundo e me senti doente. Quanto mais ela falava, mais eu podia senti-la se afastar. Eu sabia que nós estarmos juntos ia ser difícil... Eu não acho que seria do caralho impossível. Eu era um assassino. Um fora da lei. Não há tempo para a religião quando você segue Hades. Lilah deixou cair seu vestido e seu rosto se contorceu como se em dor. "Toda a minha vida tem sido em serviço ao Senhor”. Seus brilhantes olhos azuis encontraram os meus e ela disse: "Ky... eu não sei quem eu sou sem minha fé". Ela parecia tão desesperada, como eu queria dar uma resposta do caralho, mas eu não tinha porra nenhuma a dizer em resposta. Lilah chorou um rio no meu peito. Em pouco tempo, ela se cansou, ela ainda estava se recuperando de seus ferimentos. Sem dizer


uma palavra, voltamos para casa, onde eu a levei para a cama. Nós fodemos lentamente. Então ela adormeceu no meu peito. Eu não dormi nada. Minha cabeça cheia demais com o que ela disse. Você é a minha pomba branca. Você me enche de paz, amor e devoção. Mas ela não sabia quem ela era, sem a sua fé... Engraçado, porque eu não sabia quem diabos eu era sem ela. A cadela tinha me mudado. Levou-me de não dar a mínima para as mulheres, a adorar o solo sagrado onde a maldita pisa. Conforme eu puxei Lilah mais perto do meu peito, eu respirei seu perfume de baunilha e a segurei firme, porque eu não tinha certeza que ela ia ficar comigo para sempre. Na verdade, eu tinha uma muito foda certeza de que eu ia perdê-la completamente. Mas, minha mulher, a cadela que eu amava como um louco, merecia que isso fosse feito. Ela finalmente merecia alguma felicidade, mesmo que isso significasse sacrificar a minha própria.


Capítulo Vinte e Cinco ~Ky~ "Você a-a-acha que isto v-vai funcionar?" Apoiando-me contra a caminhonete de Styx, eu dei de ombros, e ambos levamos longas tragadas de nossos cigarros. "Eu não estou certo de nada. Tudo o que sei é que os últimos dias desde que eu trouxe a minha mulher para casa, ela tem estado tranquila e pensando o tempo todo. Ela quer isso. Ela precisa disso”. Eu olhei para Styx. "Ela precisa de suas irmãs também. Elas são as únicas que entendem. Inferno, por tudo que sabemos, elas se sentem da mesma maneira”. Styx jogou a fumaça para o chão e as botas rangeram sobre o cascalho aos nossos pés. Ele ficou na minha frente, o rosto sombrio e severo com preocupação. "Eu... eu n-não v-vou perder M-Mae por iisso." Olhei para minha cabana e suspirei. "Mae escolheu esta vida. Ela escolheu você. Você não está em nenhum perigo". Styx colocou a mão no meu ombro e levantou-o para tocar meu rosto duas vezes. Ele não precisava falar. Eu conhecia meu irmão bem o suficiente para ter certeza de que ele sabia que eu ia ter que desistir de quem eu era. "N-n-nunca o vi a-as-assim a-antes, i-irmão", disse Styx, entregando-me outro cigarro. "Nunca tive nada a perder antes, Styx. Nunca tive nada que poderia me destruir, como perder Li faria". A cela de Styx começou a tocar, sinalizando que Mae tinha Maddie. Maddie não tinha deixado o


apartamento em meses, além da verificação de Lilah após o rapto do culto. Isso e o dia em que Maddie encontrou Lilah cortando-se no bar. Depois disso, Maddie nunca se atreveu a sair. Mas ela vivia com Styx e Mae agora, em sua cabana e Mae tinha, obviamente, de alguma forma convencido Maddie a vir com a gente hoje. Styx abriu a porta do caminhão e disse: "Eu-eu e-encontro você l-lá." Eu empurrei fora do caminhão e entrei na cabana. Lilah estava limpando, cantarolando para si mesma, vestindo um vestido branco

de

mangas

compridas.

Era

mais

coberto

do

que

ela

normalmente usava; ele mostrava seu corpo impressionante. E ela estava chutando botas de motociclista até os tornozelos em seus pés. Seu cabelo loiro curto estava confuso, mas porra legal, e ela estava limpando ao longo das bancadas. Mas o melhor de tudo foi o que vi em suas costas, seu colete de couro orgulhosamente afirmando que ela era "Propriedade de Ky". Meu coração se afundou enquanto eu a assistia. Gostaria de saber se esta seria a última vez que ela estaria comigo assim. Sugando uma respiração e ouvindo o caminhão de Styx passar pela nossa estrada de terra, eu sabia que era hora de descobrir. Caminhando para Lilah, eu passei meus braços em torno de sua cintura, e ela saltou, derramando seus produtos de limpeza. "Ky!" Ela riu, girando e envolvendo os braços em volta do meu pescoço. Ela pressionou seus lábios nos meus e depois se aninhou em meu pescoço. "Mmm... você cheira bem. Como o óleo e fumaça”. "E isso é bom?" Eu perguntei bruscamente. "Muito bom", ela sussurrou. "Faz-me sentir segura." Meu estômago revirou e eu a segurei bem perto. Lilah prendeu a respiração, então olhou nos meus olhos, e perguntou: "Você está bem, Ky?"


Segurando seu rosto, eu a empurrei de volta contra a bancada. Meus lábios bateram contra ela, e dentro de segundos, eu tinha o vestido fora, a calcinha rasgada em dois e empurrava meu pau liberado dentro dela. "Ky..." Lilah gemeu, agarrando no meu cabelo, sua bunda no tampo de granito. Eu não lhe dei uma chance de dizer muito mais enquanto eu batia nela, sua boceta encharcada e começando a apertar meu pau. "Amo fodidamente você, baby", eu raspava quando minhas estocadas ficaram mais rápida e eu podia sentir-me perto. "Eu também te amo", disse Lilah pouco antes de sua boceta apertar meu pau, me revestindo com sua umidade e drenando meu gozo de tudo que eu tinha. "Foda-se!", Eu gritei quando eu vim, minha cabeça em seu ombro enquanto eu peguei minha respiração. O quadril de Lilah rolou lentamente, empurrando o último fora. Então ela levantou a cabeça, com os olhos em causa. "O que está errado?" Eu rapidamente pressionei meus lábios nos dela e a puxei de volta, meu pau deslizando para fora de sua boceta gotejante, e eu fechei o zíper da minha calça. "Vá se limpar e colocar seus couros. Nós vamos sair". "Vamos?", Ela perguntou. "Sim, baby. Tenho um lugar que temos que ir". Lilah me olhou com desconfiança, mas fez o que eu pedi. Cinco minutos depois, íamos passear pela estrada, no sentido do centro. Lilah se apertou contra mim e eu fiz tudo o que eu podia para não perder minha mente.


Eu parei atrás do caminhão de Styx, e eu senti os braços de Lilah apertarem em torno de mim com surpresa. "Ky?", Ela questionou. Desligando o motor eu sentei lá por um minuto. "Tão bonito", ouvi Lilah murmurar atrás de mim. Obriguei-me a olhar para a igreja. Essa igreja branca que ela estava tão envolvida todos esses meses atrás. "Fora, docinho," Eu pedi, e Lilah jogou as pernas para fora do assento. Segui depois e vi a cabeça dela inclinar para trás enquanto bebia na visão da igreja. "Tão, tão bonito", ela sussurrou novamente. "Exatamente o que eu estava pensando", eu disse baixinho, mas eu não estava olhando para nenhuma pedra branca ou vitral. Eu estava olhando para os olhos da minha mulher, olhos brilhantes de emoção. Virando-se para mim, Lilah perguntou: "Ky, o que estamos fazendo aqui?" Olhei para o caminhão, vendo que ele estava vazio, e eu passei a mão debaixo do meu nariz. "Você disse que não sabia quem você era, sem a sua fé". Os olhos de Lilah se arregalaram e ela tomou uma respiração irregular. "E... e você me trouxe aqui?" "Sim, baby. Eu trouxe. Organizei com o pastor para mostrarlhe os arredores, mostrar-lhe como ter uma religião que não está sendo


abusiva com você ou a obriga a fazer a merda de algo que você não quer fazer." Os olhos de Lilah se encheram de lágrimas e ela balançou a cabeça. "Eu não... Eu não entendo" "Lilah, baby, eu fodidamente amo você..." "Eu também te amo", ela interrompeu, mas eu levantei a minha mão para ela esperar. Uma lágrima caiu da sua bochecha, e eu limpei. "Eu fodidamente te amo, mas eu sei que sem tudo isso" — eu apontei para a igreja atrás de mim — "Você não se sente completa. Não têm nenhum senso de propósito. Mas acima de tudo, você acredita em Deus, baby, e isso é a que tudo se resume". A mão de Lilah correu ao longo da borda do meu corte, e eu não poderia encontrar seus olhos. Como uma puta chorosa, eu não poderia encontrar seus malditos olhos. "Ky," Lilah silenciou-se quando o dorso de sua mão correu pela minha bochecha. Olhei para cima para ver uma triste expressão em seu rosto. "O que está errado? Por que você está fazendo isso?" "Porque é certo que você tenha isso. Mandaram você fazer coisas toda a sua vida. Você disse que nunca teve algo que você ama, que você fosse dona, nada”. Eu apontei para a igreja atrás de mim e disse: "Você precisa deste lugar, docinho." "Mas por que você está triste?", Ela empurrou novamente. Eu dei um passo para frente e pressionei minha testa na dela. "O que você acredita e como eu vivo são pólos opostos, Li. Os Hangmen não vivem uma vida moral. Vivemos fora da lei, fazemos nossas próprias regras, nenhuma das quais casa com a sua fé. E eu


entendo isso”. Eu apaguei um suspiro e disse: "Eu só quero que você seja fodidamente feliz. Eu...” O som de uma porta se abrindo atrás de mim me chamou a atenção, e ignorando a evisceração da expressão de Lilah eu me virei para ver o pastor de pé na porta, junto com Mae e Maddie. Ambas estavam sorrindo largamente para minha mulher. Mae pediu a Lilah para se juntar a elas com um aceno de sua mão. Maddie parecia calma, mesmo feliz. Lilah hesitou e seus olhos azuis encontraram os meus. "Ky...", ela disse com tristeza, mas eu podia ver nos olhos dela que ela queria ir. "Vá, Li. Vá descobrir quem você é”. Lilah se inclinou para frente e pressionou os lábios na minha boca. "Obrigada," ela sussurrou, e eu quase quebrei. Lilah

andou

calmamente

até

as

escadas,

timidamente

apertando a mão do pastor. Eu assisti como o pastor as levou ao interior. Lilah seguiu sem olhar para trás. Olhei para as portas de madeira fechadas pelo que parecia ser uma eternidade e eu pensei que o meu peito tinha desabado. Eu sabia que eu a tinha perdido. Como diabos eu poderia competir com Deus? Eu era um bem apessoado maldito bastardo com um corpo perfeito para combinar, fora isso eu não tinha nada de divino. Um apito soou à minha direita e Styx trouxe dois cafés. Debrucei-me contra o seu caminhão, de cabeça baixa, quando ele me entregou um copo.


Styx estava ao meu lado. Ele não disse nada, e depois de tragar a metade do meu café, eu disse: "Tenho certeza da porra que eu a perdi, homem". Styx suspirou e colocou a mão no meu ombro. "Foda-se!" Eu cuspi e joguei o copo de café no chão, ignorando as pessoas ao redor. Corri minhas mãos pelo meu cabelo e respirei fundo. Styx assistiu. Mas sua mandíbula estava cerrada fechada e seus olhos se estreitaram. Eu poderia dizer que ele estava chateado com simpatia por mim, mas eu não podia olhar para ele, não poderia lidar com ver sua pena. "Eu tenho que passear", eu disse e marchei em direção a minha moto. Parando ao lado Styx, eu disse: "Certifique-se de que ela volta em segurança, ok?" Ele balançou a cabeça. Eu tirei minhas chaves ao mesmo tempo em que o som das portas da igreja se abriu rangendo atrás de mim. Passos bateu nos degraus de mármore. "Ky! Ky!" Virando-me, capacete e óculos na mão, vi Lilah correndo descendo os degraus da igreja, acenando para eu parar. Preocupado de que algo estivesse errado, eu deixei cair meu capacete e óculos no assento e corri para ela. "O que há de errado, porra?", perguntei, procurando seu rosto, preparando para chutar alguns traseiros pastorais. "Alguém lá machucou você?” Mas Lilah não parava de se aproximar. Ela correu em linha reta para mim, envolvendo os braços em volta do meu pescoço. Ela agarrou com força, enfiando a cabeça no meu pescoço.


"Baby?

O

que

de

errado?",

Perguntei

novamente,

segurando seu cabelo curto. Lilah me olhou com olhos cheios de lágrimas. "Ky..." ela sussurrou, e cada parte de mim ficou tensa. "Qual deles te machucou? Eu vou fodidamente matá-los!" Lilah pressionou a mão contra a minha bochecha. "Não, Ky. Você não entende”. Eu congelei. Lilah sorriu largamente da porra, me cegando. "É tão maravilhoso, Ky. As coisas que eles ensinam, como eles adoram... a vida pura que levam...". Decepção rasgou através do meu estômago, e eu acariciei uma mecha de cabelo do rosto de Lilah. "Isso é bom, baby?" Ela assentiu com a cabeça, uma risada feliz estourando de seus lábios. "Sim... sim, eu adoro isso. Tudo o que fazemos. Eu sinto que eu pertenço". "Bom baby. Isso é muito bom", eu disse asperamente, confuso como o inferno sobre porque ela voltou para fora. Para me torturar? Para tornar isso ainda mais difícil da porra do que já foi? "Ky?" Lilah questionou, forçando-me a olhar para ela. Eu encontrei seus os olhos e respirei bem devagar. "Você me salvou. Você me salvou", ela gritou, tremendo o lábio inferior. Meu coração trovejou no meu peito. "Eu... Porra, Li," foi tudo que eu consegui dizer. "Você me devolveu minha fé, uma fé pura, uma sem condição. E eu tenho você..."


"Eu sou um pecador maldito, baby. Por que diabos você quer ficar comigo quando você tem uma fé tão forte como esta?” Eu apontei para a igreja atrás de mim. Lilah inclinou a cabeça para o lado. "Mesmo a salvação pode ser encontrada através do amor dos condenados”. E ali estava feito. Ela não estava fugindo. Ela estava na minha cama, na minha moto, e porra para sempre ao meu lado. A mão de Lilah acariciou minha bochecha. "O amor é vida, e você é meu amor... Você é a minha vida inteira". Enquanto eu olhava para minha mulher, porra, me dizendo que eu era a vida dela, eu sabia que havia apenas uma maneira de fazer isso direito. Impedi-la de me deixar novamente. Colocando as mãos na parte de trás da cabeça de Lilah, eu soltei, "Então se case comigo, Li." Lilah congelou em meus braços e ela engasgou. "O quê?", Ela sussurrou, chocada. "Case-se comigo. Você quer fazer tudo isso certo, merda. Então, se case comigo." "Sob a lei santa de Deus?", Perguntou ela. Eu dei de ombros. "Sob a lei de uma porra de unicórnio rosa por tudo que eu me importo, eu não dou a mínima." "Você faria isso por mim?" "Baby, eu mudei completamente por você. Pode também acorrentar-me a você para a vida também”. Lilah riu, jogando a cabeça para trás. "Então, sim, Ky! Minha resposta é sim!"


Eu esmaguei meus lábios nos dela e pensei que meu coração fosse explodir, porra. Meu velho tinha errado e eu inclinei-me para a mulher em meus braços. Uma tapa nas minhas costas me fez virar. Styx estava sorrindo realmente, sinalizando, "O inferno vai congelar se você está ficando amarrado! Bem-vindo à irmandade dos chicoteados por uma boceta, Ky." "Meu velho estava errado. Bocetas devem ser lambidas bem, fodidas duramente e sempre adoradas" Eu sinalizei. Styx riu. "Amém para a verdade, irmão." “Pau no saco Styx. Sempre será para esta peregrina loira que meu pau bateria.”


Capítulo Vinte e Seis ~Lilah~ Eu me casei com Ky ao nascer do sol, quatro dias depois, aquecendo-me na beleza da criação do Senhor, pombas voando alto no céu. Eu usava um vestido branco simples com guirlandas no meu cabelo, e Ky usava calças de couro, seu colete Hangmen no lugar. Mae e Maddie ficaram comigo enquanto eu me vestia, Mae não conseguia parar de chorar, Maddie assistindo com um sorriso feliz... "Você está tão bonita, Lilah", disse Mae quando ela colocou a guirlanda na minha cabeça. Seus olhos azuis brilhantes encontraram os meus e ela apertou minha mão. "Você merece esse amor, Lilah. Você merece ser feliz." "Obrigada, irmã," Eu disse através de uma garganta grossa enquanto eu pressionei minha testa contra a dela. Eu ainda achava difícil acreditar que aquilo estava acontecendo. Eu estava casando com Ky, declarando meu amor por ele sob os olhos de Deus. "Vamos compartilhar uma oração?" Maddie perguntou atrás de mim, e eu me virei para vê-la oferecendo as mãos para Mae e eu. Virando, eu apertei suas mãos, como fez Mae, e Maddie levou-nos na oração do Senhor. Quando ela terminou, nós três nos olhamos, e não havia palavras que precisassem ser ditas. Nós três tínhamos sobrevivido. Estávamos unidas. E nós tivemos uma nova fé e a esperança de uma vida nova, livre da dor. Estávamos gradualmente rompendo com nossa maldição...


Pastor James Elsie realizou a cerimônia na frente dos irmãos de Ky, suas old ladies, minhas irmãs que atuaram como minhas damas de honra no bonito jardim da nossa cabana. Mesmo Elysia, a irmã oculta de Ky participou, para o choque do clube. Ela disse que correria o risco de ser exposta para ver seu único e "prostituto reformado" irmão se casar. Mas, eu sabia que ela queria estar aqui para a sua única família neste dia especial, e eu pude ver o quão feliz foi para Ky ver Sia, virada com lágrimas orgulhosas em seus olhos. Ky e eu trocamos anéis. Ky me deu um anel de ouro simples, deslizando-o em meu dedo quando a mais perfeita cerimônia chegou ao fim. Nós dissemos ‘aceito’, e quando o sol alcançou seu pico, eu torneime oficialmente "Propriedade de Ky". Pastor James nos declarou marido e mulher e Ky virou-se para seus irmãos e cimentou a nossa união gritando: "Viva livre. Corra livre. Morra livre!" Quando nós caminhamos através da família MC, dava para sentir os ecos de felicidade. Eles receberam-nos como marido e mulher. Mais tarde naquele dia, estávamos sentados na nossa varanda, eu no colo de Ky, circulando o anel de ouro no dedo e eu não consegui parar de sentir uma incrível sensação de contentamento. Ky levantou minha mão para a boca e perguntou: "Você está bem, baby?" Deitando minha mão no peito do meu marido e vendo minha nova família e eu ri no meu jardim, eu disse as palavras mais verdadeiras que eu já tinha falado. "Meu coração está completo. Sem a minha beleza, mas abençoada com seu amor incondicional. Pela primeira vez na minha vida, estou contente”. Ky suspirou. Reconheceu e sinalizou seu acordo.


Styx e Mae estacionaram suas motos no quintal, depois de escoltar Maddie à igreja. Minha irmã tinha encontrado o seu lugar entre as quatro paredes brancas da Igreja de Nosso Salvador. Ela havia encontrado a paz em um lugar sem julgamento e dor. Ela iria se sentar por horas aos pés de um Cristo de mármore branco, protegido sob o olhar atento do Pastor James. Eu sabia que ela não iria ficar na minha festa. Ela ainda estava desconfortável em torno de pessoas. Mae se aproximou de nós, sorrindo e se inclinou para colocar um beijo na minha cabeça antes de se sentar no colo de Styx na cadeira de balanço ao lado de nós. Cowboy e Hush estavam ao nosso outro lado, conversando com Elysia. Ela e Cowboy estavam engajados em uma conversa sobre cavalos e rodeios. Hush incapaz de manter os olhos longe dela também, os três pareciam ter gostado imediatamente uns dos outros. Eu não poderia ajudar, mas ri da carranca super-protetora de Ky, mas eu adorava ver Sia tão feliz e relaxada. Meu coração acelerou em felicidade. Eu tinha outra irmã para amar. "Eu acho que eles gostaram dela", eu sussurrei para Ky. "E eu acho que ela pode gostar deles também". O olhar que ele me deu me informou que ele estava descontente com o fato. Rindo dos olhos apertados de Ky, enquanto observava os três falarem, eu me virei para Mae. "Como esta Maddie? Ela pareceu gostar da cerimônia." "Ela gostou", disse Mae. "E ela está melhorando. Embora eu não saiba o que pode ser feito para realmente fazê-la se sentir feliz e segura”. Eu enviei uma oração silenciosa ao Senhor para ajudar Maddie a encontrar seu caminho.


"E vejam o retorno do psicótico!" Olhei para uma comoção na entrada da nossa propriedade. AK e Viking tinham estacionado seu caminhão em nosso quintal. Flame pulou para fora da porta de trás, seus irmãos caminhando para recebê-lo de volta. Flame tinha estado no hospital se recuperando de sua lesão no pescoço o tempo todo. AK e Viking tinham sido enviados para recuperá-lo, por isso, como ele estava cheio de drogas calmantes, ele pôde sair do hospital e não faria mal a ninguém em seu caminho. Hush e Cowboy ficaram de pé e cada um lhe deu um tapa nas costas, cumprimentando-o para casa, e os dois homens me fizeram sorrir.

Eles

iam

oficialmente

ficar

aqui

com

a

gente

e

eram

"remendados" de Austin, como Ky tinha explicado. Quando olhei para Sia a observá-los com um rubor em seu rosto, eu me perguntava se nós poderíamos estar vendo mais de Sia também. Tanner, amigo de Tank, também tinha se mudado para o complexo. Ele era geralmente tranquilo e se mantinha quieto. Eu sempre tenho a sensação de que ele estava carregando uma enorme quantidade de tristeza em seu coração. Ky me disse que não tinha sido amante do homem no início, mas depois que Tanner arriscou sua vida para ajudar a me resgatar ele agora tinha seu respeito. A cabeça de Flame se contorcia de lado a lado e seus olhos negros percorriam o quintal como um animal buscando presas. Uma garrafa de cerveja foi empurrada para ele por Viking, mas Flame jogou-a no chão e continuou sua pesquisa. Ao nos ver sentados na varanda, Flame se aproximou, seus braços e músculos do peito cheios de tatuagens. Ele usava um corte,


mas sem camisa, e calças de couro e botas pretas pesadas. O lado de seu pescoço foi costurado, a cicatriz vermelha onde minha bala roçou seu pescoço. Vendo a ferida me enchi de culpa. "Onde ela está?" Flame disparou em Styx antes que eu tivesse a chance de pedir desculpas pelo que eu tinha feito para ele. Os olhos de Styx se estreitaram, mas ele permaneceu em silêncio. Flame olhou para Ky. Desta vez, sua voz era como vidro quebrado. "Onde. Ela. Está?" Ky olhou para mim, ajustando minha posição em seu colo, e disse: "Calma, porra, irmão. Você só acabou de voltar, e é a minha porra de dia do casamento no caso de você não ter notado!" Flame irradiava fúria e seu rosto ficou vermelho, ele gritou: "Onde diabos ela está?" "Nosso

Salvador,"

eu

disse

rapidamente.

Os

olhos

atormentados de Flame perfuraram os meus. Sentando de frente, eu disse: "Em primeiro lugar, Flame, eu quero pedir desculpas por ferir você. Nunca foi minha intenção. Eu estava... Eu não estava em um bom lugar”. Flame ficou tenso com o meu pedido de desculpas, mas secamente acenou com a cabeça, e eu sabia que era tão longe quanto essa conversa iria. "Maddie?",

Ele

empurrou,

seus

intensos

olhos

negros

completamente irritantes. "Maddie está na igreja de Nosso Salvador" eu revelei. "Ela tem estado lá por um tempo agora. Todas nós temos”. Flame cambaleou para trás como se tivesse levado um soco no estômago e seu rosto ficou contorcido de dor.


"Não..." ele sussurrou, olhando de Styx para Ky, buscando confirmação. Ambos assentiram com a cabeça, suas expressões calmas. Flame fechou suas mãos e seu corpo tremia fisicamente com raiva. "NÃO!", Ele gritou, me fazendo saltar e segurar em Ky. Flame começou a pegar cadeiras espalhadas ao redor do quintal, quebrando-as no chão. "Ela não pode estar lá! Por que diabos você levou ela lá?", Ele gritou. Todos os irmãos deram-lhe espaço, observando-o com olhos confusos e preocupados. Sacando sua faca de corte, Flame começou a cortar a pele de seu braço, o acúmulo de sangue a partir dos cortes. Ele estava balançando a cabeça profusamente e resmungando para si mesmo. "Eles não podem. Ela não pode estar Lá. Machucar. Ela vai se machucar. Eles vão machucá-la. Ela vai gritar. Eu não posso ouvi-la gritar. Maddie. Minha Maddie. Maddie. PORRA. Minha MADDIE!" Jogando

a

cabeça

para

trás,

Flame

soltou

um

grito

ensurdecedor de gelar o sangue, em seguida, enterrou a lâmina em uma árvore próxima, virou-se e correu para baixo do morro. "Foda-se!" Ky cuspiu. AK e Viking olharam para ele e Styx. Ky estava comigo em seus braços e ordenou, "Vão atrás dele e não o deixem matar ninguém na porra da igreja!" AK e Viking correram atrás dele, o "trio psico" mais uma vez batendo a estrada como Ky tinha recomendado. Ky olhou para Styx e disse: "Mais drama da porra, prez. E qual é o problema que Flame têm com uma igreja, porra?"


Styx sinalizou alguma coisa em resposta e ambos bufaram uma risada sem humor. "Será que Maddie vai ficar bem?" Perguntou Mae a Styx. "Vike e AK vão estar com ele primeiro e acalmá-lo", disse Ky e Mae cautelosamente acenou que ouviu. Estranhamente, eu não estava preocupada com Maddie. Porque, assim doente na cabeça como Flame parecia, ele estava completamente encantado com a minha irmã, e se eu tivesse julgado certo, vi Maddie olhar Flame diferente do que para o resto da população masculina com os quais ela estava tão intensamente apavorada. Eu tinha aprendido tarde que alguém que parece perverso do lado de fora pode realmente possuir a alma mais gentil de todas. Flame projetava violência e ódio, mas quando ele olhava para Maddie, você podia ver nada, exceto adoração em seu olhar. Só o tempo dirá, eu pensei para mim mesma. Nós comemos, os homens bebiam, e ao cair da noite estávamos prontas para ir para a cama. Quando todos saíram do nosso quintal, Ky me pegou em seus braços e me levou para o nosso leito conjugal, o tempo todo olhando para mim com aqueles belos olhos azuis, adorando. Quando ele me perguntou se eu era feliz com minha nova vida, eu só podia responder com a verdade. "Ky, meu coração... ele bate para você. Meus pulmões, respiram para você. A minha alma..." Os olhos de Ky cheios de emoção enquanto eu falava. "O que, docinho? Diga-me", ele perguntou, uma pitada de desespero em sua voz. "A minha alma... pertence a você. Você me salvou, baby. Você me queria pelo que sou por dentro. Mesmo parecendo assim, você me faz acreditar que eu sou o suficiente".


"Porra, baby", Ky sussurrou, segurando a parte de trás da minha cabeça, esmagou seus lábios nos meus. Depois que tinha mergulhado em uma pilha sensual, exploramos o corpo do outro, desta vez sob a sagrada bênção do Senhor, eu percebi que o Profeta David esteve errado o tempo todo. Ele

pregou

que

nenhum

homem

poderia

amar

verdadeiramente uma mulher amaldiçoada de Eva. E nenhuma mulher de Eva jamais iria ter o amor de uma alma pura. Mas eu, Delilah, uma mulher Amaldiçoada tinha o amor imaculado e a alma pura de Kyler ‘Ky’

Willis

para

me

proteger,

inabalável

em

sua

devoção,

verdadeiramente me amando sem condições. E eu, Dalilah, uma mulher Amaldiçoada de Eva tinha encontrado o que eu sempre sonhei. Eu finalmente tinha sido salva. Eu não deveria me apaixonar por ele, mas o amor proibido que eu encontrei com o Hades Hangmen VP acabou por ser a chave para a minha salvação.


Epílogo ~Ky~ Eu estendi minha mão para o lado de minha mulher na cama, querendo meu bebê perto. Tudo o que eu recebi foi um lençol frio sob a palma da mão, não o punhado de tetas quentes que eu estava procurando, meu pau duro se juntando a mim na minha decepção que minha mulher tinha saído da cama sem me dizer. Abrindo meu olho, o nascer do sol inundou a cabana com a luz ofuscante, fazendo-me estremecer. Porra, eu odiava a manhã. Mas meu bebê adorava. Que hora de porra é essa mesmo? Eu pensei enquanto eu rolei para ver o relógio na parede para ler cinco horas da manhã. Sentando-me na cama, puxei um cigarro da minha mesa de cabeceira e balancei as pernas fora da cama, meus pés batendo no chão de madeira. Escorregando no meu jeans, eu saí da sala para a cozinha e parei na porta de trás, sabendo exatamente o que eu iria ver através da janela. E lá estava ela, Lilah, sentada na beira do jardim vendo o sol nascer sobre o monte à distância. Ela estava vestida, como sempre, em uma longa camisola branca, mas esta era sem mangas, pescoço baixo e amarrada — uma melhoria em relação a que ela costumava usar. Na verdade, eu tinha queimado as filhas da puta, eles não dão acesso suficiente. Desde que se tornou minha esposa um par de semanas atrás, ela tinha gradualmente se aberto mais para mim sobre seu passado, seus medos. E ela estava finalmente tornando-se feliz consigo mesma.


As cicatrizes em seu rosto a haviam libertado de seus demônios. Ela achava-se feia. Eu achava que ela era a coisa mais linda que eu já vi na minha vida. Abrindo a porta e saindo para a varanda, fui até Lilah, com a cabeça inclinada para trás quando ela bebeu do sol, um sussurro de sorriso em seus lábios. Dando uma tragada final no meu cigarro, eu joguei-o no chão e silenciosamente, ajoelhei-me, pressionando meus lábios na boca franzida de Lilah. Tomando-a de surpresa, Lilah suspirou, pousando as mãos no meu rosto em choque. Aproveitando de sua boca recéminaugurada, eu escorreguei minha língua e Lilah imediatamente gemeu quando a minha língua encontrou a dela. Baixei o beijo e fiz meu caminho através da cicatriz longa em seu rosto e eventualmente, parei para olhar em seus grandes olhos azuis, seus cílios negros parecendo enorme quando eles vibraram contra sua bochecha. O rosto de Lilah estava vermelho e ela estava sem ar, mas um sorriso enorme pairava sobre a porra de lábios bonitos e carnudos. "Bom dia, docinho," eu a cumprimentei, piscando-lhe um sorriso e dando-lhe uma piscadela. Sentei-me na grama orvalhada ao lado da minha old lady, imediatamente deitando de costas, colocando minha cabeça em seu colo. A mão de Lilah ergueu e penteou para trás o meu cabelo com os dedos, enquanto ela sorriu para mim. "Bom dia, baby", disse ela em voz baixa, em seguida, desviou o olhar, inclinou a cabeça e pressionou os dedos sobre os lábios me dizendo para ficar quieto. Eu levantei minhas sobrancelhas quando tudo ficou em silêncio, então pássaros de repente começaram a cantar e Lilah fechou seus olhos, apenas ouvindo o barulho.


A expressão serena iluminou seu rosto, e seus olhos se abriram e olharam nos meus. "Tordos", ela sussurrou, como se o som de sua voz fosse perturbar a sua canção. Você deve sempre acordar de manhã e ouvir os pássaros. Flashbacks de algumas de suas primeiras palavras para mim correram pela minha cabeça. Eu não podia acreditar que estava aqui agora, como estava... porra... casado, feliz para caramba. Meu peito começou a doer com o quanto eu amava essa mulher, e eu estendi a mão, puxando Lilah em cima de mim. Lilah gritou uma risada quando ela pousou no meu peito, suas mãos segurando meu bíceps. "Ky!", ela gritou rindo, envolvendo minhas mãos em seu cabelo curto, eu forcei ela para baixo para meus lábios, desta vez querendo mais do que apenas a porra de um beijo. Usando minha mão livre para tirar a camisola de Lilah, eu levantei a parte inferior e trouxe-a até a cintura, expondo sua bunda nua, antes de deslizar os dedos de volta para baixo da sua bunda perfeita, passando sua boceta e encontrando seu clitóris. Lilah rompeu com o beijo com um gemido e olhou nos meus olhos, os olhos fechados quando o quadril começou a trabalhar contra os meus dedos, seu quadril acariciando meu pau. "Eu não gostei de você não estar na cama esta manhã, baby. Não gostei de acordar sozinho", eu disse enquanto puxei as alças da camisola, seus peitos perfeitos agora expostos. Inclinando-me para frente, eu tomei um mamilo em minha boca e o lambi, o bico já estava enrubescido. Sentindo sua boceta encharcar, eu tirei sua teta da minha boca e nos rolei até que eu estava deitado em cima dela. Fazendo uma merda de trabalho rápido abri os botões do meu jeans, retirei meu pau


e envolvendo a perna de Lilah acima do meu ombro, afundei em linha reta em sua boceta molhada. "Cristo!" Eu assobiei por entre os dentes quando eu enchi minha mulher com meu pau e comecei imediatamente a trabalhar meus quadris, sua boceta apertada fazendo isso bom para caralho. Envolvendo os braços no meu pescoço, os olhos de Lilah fecharam quando me abaixei e circulei seu clitóris com o meu polegar. Vi quando minha mulher lambeu os lábios, seus longos gemidos ficando cada vez mais alto, mais rápido eu empurrei dentro dela. Sentindo minhas bolas apertarem, eu cerrei minha mandíbula e respirei pelo nariz tentando manter o controle. "Porra, baby", eu disse, "Você é tão malditamente apertada... então, porra, linda..." "Ky!" Lilah gritou e empurrou quando sua boceta começou a apertar meu pau. Suas unhas cravaram em meu pescoço e seus dedos puxaram meu cabelo comprido, fazendo-me gemer. "Eu estou perto... Eu vou... ah!" A cabeça de Lilah foi para trás e as costas arquearam quando ela gozou. Eu empurrei mais três vezes, mantendo sua perna segura por cima do meu ombro e gritei quando eu vim tão forte que minhas pernas realmente balançaram. Sem fôlego, eu envolvi a perna de Lilah frouxamente ao redor da minha cintura e deixei cair meu peito sobre ela, aninhando em seus peitos moles. "Mmm..." eu murmurei, lambendo sua pele úmida, "agora sim essa é uma maneira boa da porra de acordar." "Sim", Lilah disse, sem fôlego. "As manhãs são certamente minha hora favorita do dia."


Rindo de sua tentativa de uma piada, eu levantei minha cabeça e esmaguei meus lábios contra os dela, apenas nos separando para dizer: "Te amo, linda." Lilah corou, mesmo depois de todo esse tempo e segurou meu rosto. "Eu te amo. E você é lindo também”, ela disse timidamente. Eu balancei minhas sobrancelhas. "Oh, eu fodidamente sei disso, baby. Esta cara não poderia ser mais perfeita. Meu corpo é como o de um deus grego, e o meu pau é tão longo..." Lilah empurrou a mão sobre a minha boca, e riu, um lado de sua boca não tão alto quanto o outro, devido à sua cicatriz. Mas isso só fez seu riso parecer mais bonito para mim. Os olhos azuis de Lilah se suavizaram e ela soltou um suspiro. "O que foi, baby?", perguntei acariciando meu dedo sobre o máximo de seu corpo que eu pude. "Estou tão incrivelmente feliz. Antes eu estava vazia de amor. Agora estou completamente preenchida. Antes eu vivia sem esperança. Agora estou inspirada. Antes eu estava quebrada. Agora eu estou inteira". "Lilah", eu disse asperamente, lutando contra a porra de um caroço na minha garganta com suas palavras. Bati no meu coração com meu punho e disse: "Você está aqui, Li. Você está fodidamente sempre aqui". Lilah estendeu a mão para um beijo, e depois de um tempo, eu finalmente me afastei. Sorrindo para a minha mulher, eu tirei meu pau de dentro dela, levantei-me e estendi minha mão. "Vamos comer." Lilah tomou minha mão quando eu a puxei para ficar de pé e envolvendo meu braço em volta dos seus ombros, levei-a para a cabana.


Assim que entrou na cozinha, Lilah foi até os armários decidida a fazer comida. Ela ainda gostava de cozinhar, de fato, ela o fazia em qualquer chance que ela tivesse sem ouvir nenhuma maldita queixa minha. Sentei-me à mesa e só a vi andando pela cozinha, cantarolando canções da igreja e me perguntei como diabos eu vivi sem ela antes? Dentro de 15 minutos, Lilah tinha feito panquecas, bacon e café para nós dois: o nosso habitual. Minha Old lady trouxe tudo para a mesa, sentou-se ao meu lado, segurou minha mão na dela e começou comer sua comida... E nem uma vez me pediu permissão para fazê-lo.

Nova Sião, Texas

~Profeta Cain~ Andei pelo chão da sala de reuniões onde Judah, o irmão Luke e eu estávamos em reunião com a Klan. Não era qualquer Klan. Johnny Landry e Governador Ayers, o Grand e o Mago do famoso Texas KKK. Era a porra de um Klan. Meu conselho empobrecido ficou enlouquecido sobre o último ataque. "Queremos

esses

adoradores

do

diabo

exterminados.

Queremos eles mortos, mortos, e seus corpos empalados em pontos que qualquer outro homem ameaçando esta comuna possa ver, para não foder com o povo escolhido do Senhor!" Judah vaiou e eu levantei a mão para falar. Semanas se passaram desde que os Hangmen tinham tomado Delilah e matado dois dos meus membros do conselho no processo, inferno, não matado, mutilados e marcado com uma enorme porra de


H! Eu precisava lidar com tudo isso. Os idiotas estavam estragando tudo para mim aqui na comuna. Meu povo tinha começado a duvidar da minha liderança e eu ainda tinha que receber uma revelação do Senhor. Nada estava indo como planejado. Nada do que estava destinado para mim estava se tornando realidade. E agora meu povo queria sangue. Eu precisava recuperar a sua fé. Eu precisava ser o profeta que eu estava destinado a ser. Eu não tinha outro lugar onde ir. Nada mais a fazer. Isso era tudo que eu tive na minha vida! Enfrentando os líderes Klan, eu disse: "Eu quero as Malditas de volta, de forma que elas nunca vão escapar para o mundo lá fora novamente. Então eu vou me casar com a irmã amaldiçoada e cumprir a profecia do profeta David. Eu devo casar com Salome e juntar-me com ela na partilha do Senhor. Eu preciso que ela volte, não importa o custo. É essencial para o futuro do meu povo." Batendo minhas mãos na mesa, eu olhava nos olhos de Landry e Ayers. "Seus fodidos. Alguém vazou a localização de Nova Sião. Se supunha que este lugar era secreto, fora de todos os registros, destinado a ser impenetrável! Apenas um infiltrado poderia ter revelado esta informação para os Hangmen". Landry olhou para Ayers, e Ayers sentou mais para frente, apoiando o queixo levemente nas mãos enluvadas, olhando cada polegada como o político que ele tinha sido treinado para ser. "Você está correto, Cain" "Profeta Cain!" Judah e o irmão Luke enfatizaram em uníssono, interrompendo o governador, censurando sua falta de respeito por um mensageiro do Senhor. O filho do irmão Luke, Micah havia sido morto da maneira mais abominável, de forma que apenas cheirava a Flame. E ele estava além de chateado.


Ayers ergueu as mãos e sorriu. "Profeta Cain. Me desculpe”. Landry sorriu para Ayers e cruzou os braços, seu humor logo desaparecendo. "Temos um suspeito, um desertor entre nossos altos oficiais que, acreditamos, roubou informações vitais do escritório de Landry. E nós temos razão para acreditar que ele se esconde entre os Hangmen. Ele não foi visto desde o dia do ataque, isso nos leva a concluir que ele uniu forças com eles”. Meus punhos cerrados até que doíam. "Então ele deve ser capturado e tratado!" Ayers levantou as mãos novamente. "Profeta Cain, tenho conhecimento dos Hangmen por muitos anos, sob muitos presidentes, eu poderia acrescentar. E eu vou te dizer isso agora, estes homens são poderosos. Você viveu com eles por cinco anos, para que você saiba disso. Eles têm um alcance internacional. Eles têm mais conexões que eu e toda a Klan. Inferno, mais do que o presidente dos malditos Estados Unidos e eu estou supondo mais do que qualquer um de vocês. Portanto, temos de ser cuidadosos em nosso planejamento, meticulosos com a nossa atenção para os detalhes. Temos que evitar deixar qualquer pista. "Vai levar tempo. Mas eu continuo acreditando que no final, vamos prevalecer. Com o fornecimento de seu braço de negócios de armas da minha Klan, sem dúvida nosso relacionamento será forte. O sonho branco cristão do Senhor será realizado." Olhei para Judah e ele deu de ombros. Eu poderia dizer que ele concordava com eles. Ayers obviamente pegou isto e disse: "Esta é uma maratona, Profeta Cain, não uma corrida. Vamos garantir que todos os nossos ativos estejam em vigor antes de agir... E nós vamos atacar. E vai ser destrutivo para o MC." Eu me mudei para a janela do escritório, olhando para a minha comuna e respirando. Pode não ser agora, pode não ser amanhã,


mas em pouco tempo, terei a Maldita de volta, de volta onde ela pertence e na minha cama. E os Hangmen? Queimando no inferno do caralho.

2 heart recaptured tillie cole  
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