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Os noruegueses são um povo muito desportista e competitivo. Durante o inverno o esqui é o desporto favorito dos nórdicos, enquanto que no verão treinam intensamente para participarem em corridas de bicicleta. Experimentámos um pouco dessa competitividade entrando para a corrida do “sol da meia-noite”, percorrendo 57 km de bicicleta pelas montanhas. Terminámos em último lugar, mas o importante é que concluímos a etapa. Algo que nos custou a habituar foram as rotinas. Acordam cedo, muito cedo, e o almoço é às 11:30h. Em contrapartida, por volta das 16:00h, as pessoas vão todas para suas casa, disfrutando o tempo livre com a família. O nível de vida é caro, contudo existem produtos acessíveis em que o preço não é muito diferente dos supermercados portugueses. Os salários noruegueses são adequados ao custo de vida do país, sendo bons salários comparativamente com os de Portugal. Efetuam grandes descontos no ordenado, em compensação a

educação é gratuita (incluindo a superior) e as idas aos hospitais são facilitadas. No geral, a sociedade tem um enorme respeito pelo espaço e o trabalho de cada pessoa. A Noruega é um país muito igualitário, na medida em que o homem não é mais que a mulher, o patrão não é mais que outro trabalhador. Não existem títulos académicos, trata-se tudo pelo nome e não é por isso que deixa de haver respeito. Ao realizarmos um período de mobilidade Erasmus conseguimos distinguir o quanto Portugal tem de bom e de mau. Tem sido uma experiência única e gratificante, tanto a nível pessoal como profissional. Conhecemos pessoas de todo o mundo e convidamos todos os que gostam de aventura, natureza e desporto a visitar a Noruega.

Polistécnica  

Boletim Informativo do Instituto Politécnico de Viseu

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