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Oração Thomas Watson


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Algumas Citações deste Sermão “A oração é uma ordenança gloriosa, ela proporciona o relacionamento da alma com o céu. Deus vem até nós pelo Seu Espírito, e nós vamos até Ele por meio da oração.” “O que é oração? É a apresentação dos nossos desejos a Deus por coisas agradáveis à Sua vontade, em nome de Cristo.” “A oração não deve ser feita a qualquer um, mas Deus. Os papistas rezam para os santos e anjos, que não conhecem as nossas queixas.” “Podemos olhar para causas secundárias, e chorar, como a mulher fez, ‘Acode-me, ó rei meu senhor’. E ele disse: ‘Se o Senhor te não acode, donde te acudirei eu?’ (2 Reis 6:26-27). Se estamos em perigos por fora, Deus deve nos salvar desde o céu; se estamos em agonia interior, somente Ele pode derramar o óleo da alegria sobre nós; portanto, a oração deve ser feita apenas para Ele.” “Quando oramos por coisas externas, por riquezas ou filhos, talvez Deus veja que essas coisas não são benéficas para nós; e nossas orações devem se conformar com a Sua vontade. Podemos, plenamente, orar por graça: ‘Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação’ (1 Tessalonicenses 4:3). Não devemos oferecer incenso estranho (Êxodo 30:9), pois quando oramos por coisas que não são agradáveis à vontade de Deus estamos oferecendo incenso estranho.” “Orar em nome de Cristo, não é apenas mencionar o nome de Cristo na oração, mas orar, na esperança e confiança de Seus méritos. ‘Então tomou Samuel um cordeiro de mama, e sacrificouo’ (1 Samuel 7:9). Devemos levar o cordeiro Cristo nos braços de nossa fé, e assim prosperaremos na oração. Quando Uzias ia oferecer incenso sem ser por meio do sacerdote, Deus se indignou contra ele e o feriu com lepra (2 Crônicas 26:16). Quando não oramos em o nome de Cristo, na esperança de Sua mediação, oferecemos incenso à parte de um sacerdote, e o que podemos esperar, senão sermos repreendidos, e que Deus nos responda com coisas terríveis?” “A fé leva a oração a ser operosa. A fé é para a oração o que a pena é para a flecha; a fé a pena da seta da oração, e a faz voar mais rápido, e atingir o trono da graça. A oração destituída de fé é infrutífera.” “‘Oh!’, diz, um Cristão, ‘eu não posso orar com esses dons de eloquência como outras pessoas’; como disse Moisés: ‘Eu não sou homem eloquente’ [Êxodo 4:10]; Mas você não sabe chorar? Será que o teu coração não pode se derreter em oração? A oração misturada com lágrimas prevalece. As lágrimas caem como pérolas dos olhos.” “A oração sem fervor não é oração; tal pessoa está falando e não orando. Oração sem vida não é mais oração do que a imagem de um homem é um homem. Tal pessoa pode dizer como Faraó: OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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‘Eu sonhei um sonho’ (Gênesis 41:15). Ela está sonhando, não orando. Vida e fervor batizam um dever, e dão-lhe um nome.” “Oremos para que as nossas almas sejam lavadas no sangue de Cristo; pois se Ele não nos lavar, não temos nenhuma parte nele (João 13:8). Quando é que vamos levar as coisas a sério, senão quando estivermos orando pela vida de nossas almas?” “‘E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração’ (Jeremias 29:130. Ou seja, não há nenhuma promessa para orações mortas; a promessa é feita somente para as orações fervorosas.” “Sinceridade é o fio de prata, que deve estar entrelaçado através de todos os deveres da religião. A sinceridade na oração acontece quando temos santos e graciosos objetivos; quando a nossa oração não é tanto por misericórdias temporais como pelas espirituais. Nós enviamos a oração como se enviássemos um navio mercante, para que possamos ter grandes retornos de bênçãos espirituais. Nosso objetivo é que nossos corações sejam mais santos, que possamos ter mais comunhão com Deus e que cresçamos na graça.” “Na oração nós estamos viajando para o trono da graça, mas quantas vezes nós, por vãs imaginações, saímos desta estrada! Isto é errar mais do que orar.” “Em oração seja muito apreensivo da infinitude da majestade e pureza de Deus.” “O amor é um grande fixador dos pensamentos. Aquele que está apaixonado não pode manter seus pensamentos fora do objeto de seu amor. Aquele que ama o mundo tem os seus pensamentos sobre o mundo. Assim se amássemos mais a Deus, as nossas mentes mais facilmente se fixariam nEle durante a oração. Se houvesse mais prazer no dever, haveria menos distração.” “O navio sem piloto flutua mais do que navega. Que os nossos pensamentos não flutuem para cima e para baixo na oração, precisamos que o Bendito Espírito seja nosso piloto para nos orientar.” “‘Se tu preparares o teu coração, e estenderes as tuas mãos para ele; se há iniquidade na tua mão, lança-a para longe de ti e não deixes habitar a injustiça nas tuas tendas’ (Jó 11:13-14). Quando você está em pecado seu coração é endurecido e os ouvidos de Deus ficam surdos para você. É tolice orar contra o pecado, e depois pecar contra a oração. ‘Se eu atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá’ (Salmos 66:18). A magnetita perde o seu poder quando é posta junto com alho; o mesmo acontece com a oração quando está poluída com o pecado. O incenso da oração deve ser oferecido sobre o altar de um coração santo.” “A característica de um réprobo é que Ele nunca invoca a Deus (Salmos 14:4). Será que aquele que deseja receber uma esmola jamais pedirá por ela? Será que aqueles que desejam receber misericórdia jamais a buscarão?” OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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“Aquele que rejeita a oração rejeita o temer a Deus. ‘E tu tens feito vão o temor, e diminuis os rogos diante de Deus’ (Jó 15:4). Um homem que abandona a oração, torna-se apto para cometer qualquer maldade.” “Orações abrem as portas para a misericórdia. Mesmo que o teu caso seja tão triste, se você puder orar então não precisarás temer (Salmos 10:17). Portanto aplica-te à oração.”

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Oração Thomas Watson

“Mas eu faço oração” (Salmo 109:4)

Uma coisa é orar, e outra coisa é ser constante na oração. Aquele que ora com frequência, é dito ser dado à oração; como aquele que muitas vezes distribui esmolas, é dito ser dado à caridade. A oração é uma ordenança gloriosa, ela proporciona o relacionamento da alma com o céu. Deus vem até nós pelo Seu Espírito, e nós vamos até Ele por meio da oração.

O que é oração? É a apresentação dos nossos desejos a Deus por coisas agradáveis à Sua vontade, em nome de Cristo. “A oração e a apresentação de nossos desejos”; e, portanto, é chamado de dar a conhecer as nossas petições, em Filipenses 4:6. Na oração chegamos como humildes pedintes, implorando para ter as nossas necessidades atendidas. Isto é “apresentar os nossos desejos a Deus”. A oração não deve ser feita a qualquer um, mas Deus. Os papistas rezam para os santos e anjos, que não conhecem as nossas queixas. “Abraão não nos conhece”. (Isaías 63:16). É proibido adorar a qualquer anjo (Colossenses 2:18-19). Não devemos orar a quem bem entendermos, mas somente Àquele em Quem podemos crer. “Como, pois, invocarão aquele em quem não creram?” (Romanos 10:14). Nós não podemos depositar nossa fé nos anjos, por isso não devemos orar a eles.

Por que a oração deve ser feita somente a Deus? (1) Porque somente Ele ouve a oração. “Ó tu que ouves as orações” (Salmos 65:2). Nisto Deus Ele é conhecido como sendo o verdadeiro Deus, a saber, que Ele ouve a oração. “Responde-me, Senhor, responde-me, para que este povo conheça que tu és o Senhor Deus” (1 Reis 18:37).

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(2) Porque somente Deus pode nos ajudar. Podemos olhar para causas secundárias, e chorar, como a mulher fez, “Acode-me, ó rei meu senhor”. E ele disse: “Se o Senhor te não acode, donde te acudirei eu?” (2 Reis 6:26-27). Se estamos em perigos por fora, Deus deve nos salvar desde o céu; se estamos em agonia interior, somente Ele pode derramar o óleo da alegria sobre nós; portanto, a oração deve ser feita apenas para Ele. Devemos orar “por coisas agradáveis à Sua vontade”. Quando oramos por coisas externas, por riquezas ou filhos, talvez Deus veja que essas coisas não são benéficas para nós; e nossas orações devem se conformar com a Sua vontade. Podemos, plenamente, orar por graça: “Porque esta é a vontade de Deus, a vossa santificação” (1 Tessalonicenses 4:3). Não devemos oferecer incenso estranho (Êxodo 30:9), pois quando oramos por coisas que não são agradáveis à vontade de Deus estamos oferecendo incenso estranho. Devemos orar “em nome de Cristo”. Orar em nome de Cristo, não é apenas mencionar o nome de Cristo na oração, mas orar, na esperança e confiança de Seus méritos. “Então tomou Samuel um cordeiro de mama, e sacrificou-o” (1 Samuel 7:9). Devemos levar o cordeiro Cristo nos braços de nossa fé, e assim prosperaremos na oração. Quando Uzias ia oferecer incenso sem ser por meio do sacerdote, Deus se indignou contra ele e o feriu com lepra (2 Crônicas 26:16). Quando não oramos em o nome de Cristo, na esperança de Sua mediação, oferecemos incenso à parte de um sacerdote, e o que podemos esperar, senão sermos repreendidos, e que Deus nos responda com coisas terríveis?

Quais são as várias partes da oração? (1) Há a parte de confissão, que é o reconhecimento do pecado. (2) A parte de súplica, quando tanto imploramos e oramos contra algum mal, ou solicitamos a obtenção de algum bem. (3) A parte de congratulações, quando damos graças por misericórdias recebidas, que é a parte mais excelente da oração. Na petição, agimos como homens; em ação de graças, agimos como anjos.

Quais são os vários tipos de oração? (1) Há a oração mental – 1 Samuel 1:13. (2) Oração vocal – Salmo 77:1. (3) Jaculatória, que é uma súbita e curta elevação de nosso coração a Deus. “Então orei ao Deus dos céus” – Neemias 2:4. (4) Oração inspirada, quando oramos por aquelas coisas que Deus coloca em nosso coração. O Espírito nos ajuda com suspiros e gemidos – Romanos 8:26. OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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Tanto as expressões da língua quanto as impressões do coração, à medida que estão certos, provêm do Espírito. (5) Oração prescrita. Nosso Salvador criou-nos um padrão de oração. Deus prescreveu uma formula de estabelecida de bênção para os sacerdotes – Números 6:23. (6) Oração Pública, quando oramos perante outras pessoas. A oração é mais poderosa quando muitos se juntam e unem suas forças. Vis unita fortior [A união de forças é mais forte] – Mateus 18:19. (7) Oração particular, quando oramos por nós mesmos. “Entra no teu aposento” – Mateus 6:6. A oração que mais provavelmente prevalecerá com Deus é aquela que é corretamente apresentada. Esta é como um bom remédio que contém os ingredientes certos; a oração que é boa e que tem maior probabilidade de prevalecer para com Deus é aquela que tem tais ingredientes nela: [1] Ela deve ser misturada com a fé. “Peça-a, porém, com fé” (Tiago 1:6). Acredite que Deus te ouve, e no devido tempo Ele te concederá as tuas petições, acredite em Seu amor e verdade; creia que Ele é amor, e, portanto, não te rejeitará; creia que Ele é a verdade, e, portanto, não negará a Si mesmo. A fé leva a oração a ser operosa. A fé é para a oração o que a pena é para a flecha; a fé a pena da seta da oração, e a faz voar mais rápido, e atingir o trono da graça. A oração destituída de fé é infrutífera. [2] Deve ser uma oração quebrantada. “Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado” (Salmos 51:17). O incenso deveria ser triturado para tipificar o quebrantamento do coração em oração. “Oh!”, diz, um Cristão, “eu não posso orar com esses dons de eloquência como outras pessoas”; como disse Moisés: “Eu não sou homem eloquente” [Êxodo 4:10]; Mas você não sabe chorar? Será que o teu coração não pode se derreter em oração? A oração misturada com lágrimas prevalece. As lágrimas caem como pérolas dos olhos. Jacó chorou, e lhe suplicou e “e lutou com o anjo, e prevaleceu” (Oséias 12:4). [3] A oração deve ser feita com zelo e fervor. “A oração feita por um justo pode muito em seus efeitos” (Tiago 5:16). A oração fria, assim como o suplicante frio, nunca prospera. Oração sem fervor, é como um sacrifício sem fogo. A oração é chamada de “derramar da alma”, dando a entender veemência (1 Samuel 1:15). A formalidade faz a oração minguar. A oração é comparada com incenso: “Suba a minha oração perante a tua face como incenso” (Salmos 141:2). Brasas vivas deveriam ser colocadas no incenso, para torná-lo odorífero e perfumado; assim o fervor das afeições é como as brasas vivas para o incenso, isto é, faz oração subir como um perfume suave. Cristo orou com fortes clamores (Hebreus 5:7). “Clamor iste penetrando nubes” [Tal clamor atravessa as nuvens], disse Lutero. A oração fervorosa, é como um conjunto de engrenagens que abrem as portas do céu. Para orar com este santo fervor e ardor da alma, considere: OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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(1) A oração sem fervor não é oração; tal pessoa está falando e não orando. Oração sem vida não é mais oração do que a imagem de um homem é um homem. Tal pessoa pode dizer como Faraó: “Eu sonhei um sonho” (Gênesis 41:15). Ela está sonhando, não orando. Vida e fervor batizam um dever, e dão-lhe um nome. (2) Consideremos quanta necessidade temos daquelas coisas que pedimos em oração. Vamos, em oração, pedir o favor de Deus; e se não obtivermos o Seu amor no qual nos deleitamos, isto resultará em maldição para nós. Oremos para que as nossas almas sejam lavadas no sangue de Cristo; pois se Ele não nos lavar, não temos nenhuma parte nele (João 13:8). Quando é que vamos levar as coisas a sério, senão quando estivermos orando pela vida de nossas almas? (3) É somente a oração fervorosa que tem a promessa de misericórdia afixada a ela. “E buscar-me-eis, e me achareis, quando me buscardes com todo o vosso coração” (Jeremias 29:130. Ou seja, não há nenhuma promessa para orações mortas; a promessa é feita somente para as orações fervorosas. As edificações entre os Romanos, possuíam portas que ficavam sempre abertas, para que aqueles que pediam tivessem fácil acesso a eles; assim o coração de Deus está sempre aberto à oração fervorosa. [4] A oração deve ser sincera. Sinceridade é o fio de prata, que deve estar entrelaçado através de todos os deveres da religião. A sinceridade na oração acontece quando temos santos e graciosos objetivos; quando a nossa oração não é tanto por misericórdias temporais como pelas espirituais. Nós enviamos a oração como se enviássemos um navio mercante, para que possamos ter grandes retornos de bênçãos espirituais. Nosso objetivo é que nossos corações sejam mais santos, que possamos ter mais comunhão com Deus e que cresçamos na graça. A oração que deseja um bom objetivo, deseja uma boa execução. [5] A oração que prevalecerá com Deus deve ter uma firmeza de mente. “Preparado está o meu coração, ó Deus” (Salmos 57:7). Desde a Queda a mente é como o mercúrio, que não pode permanecer imóvel; possui principium motus, mas não quietus [um princípio de moção, mas não de repouso]. Por vezes, os pensamentos vaguearão e dançarão para cima e para baixo na oração, como um homem que está viajando para um determinado lugar e sai da estrada, e começa a vaguear para onde ele não conhece. Na oração nós estamos viajando para o trono da graça, mas quantas vezes nós, por vãs imaginações, saímos desta estrada! Isto é errar mais do que orar.

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Como é que vamos curar estes pensamentos impertinentes e vãos, que nos distraem na oração, e, tememos, impedem a sua aceitação? (1) Em oração seja muito apreensivo da infinitude da majestade e pureza de Deus. Seus olhos estão sobre nós em oração e podemos dizer como Davi, “Tu contas as minhas vagueações” [Salmos 56:8]. Os nossos pensamentos a respeito do que temos feito hoc agere [neste ato], nos fazem pensar no dever em que estamos. Se um homem fosse apresentar uma petição a um príncipe terreno, ele, ao mesmo tempo, poderia estar brincando com uma pluma? Estabeleça-se, quando você orar, como que na presença de Deus. Se você pudesse olhar pelo buraco da fechadura do céu, e ver quão devotada é a intenção os anjos em adorar Seu Deus, com certeza você estaria pronto para se envergonhar de seus pensamentos fúteis e impertinências vis quando você se propõe a orar. (2) Se você quiser manter sua mente fixa na oração, mantenha seu olho fixo. A ti levanto os meus olhos, ó tu que habitas nos céus” (Salmos 123:1). Muita vaidade entra pelos olhos. Quando o olho vagueia durante a oração, o coração vagueia também. Pensar em manter o coração fixo na oração, e ainda permitir o vaguear dos olhos é como pensar em manter sua casa segura, e, contudo, deixar as janelas abertas. (3) Se você deseja que seus pensamentos sejam mais constantes durante a oração ame mais a Deus. O amor é um grande fixador dos pensamentos. Aquele que está apaixonado não pode manter seus pensamentos fora do objeto de seu amor. Aquele que ama o mundo tem os seus pensamentos sobre o mundo. Assim se amássemos mais a Deus, as nossas mentes mais facilmente se fixariam nEle durante a oração. Se houvesse mais prazer no dever, haveria menos distração. (4) Implore pela ajuda do Espírito de Deus para fixar as vossas mentes, e torná-las objetivas e sérias na oração. O navio sem piloto flutua mais do que navega. Que os nossos pensamentos não flutuem para cima e para baixo na oração, precisamos que o Bendito Espírito seja nosso piloto para nos orientar. Só o Espírito de Deus pode controlar os pensamentos. A mão trêmula pode antes traçar uma linha reta do que podemos manter nossos corações fixos em oração sem o Espírito de Deus. (5) Se familiarize com santas meditações em seu curso normal da vida. Davi estava constantemente meditando sobre Deus. “Quando acordo ainda estou contigo” (Salmos 139:18). Aquele que se permite ter pensamentos vãos quando não está em oração, dificilmente terá outros pensamentos durante a oração.

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(6) Se vocês quiserem manter sua mente fixa em Deus, vigiem os seus corações, não apenas após a oração, mas durante a oração. O coração estará apto a desviar-lhe, e terá mil caprichos na oração. Lemos sobre os anjos subindo e descendo a escada de Jacó; assim em oração vocês verão os vossos corações subindo ao céu e, em um momento, descendo sobre objetos terrenos. Oh! Cristãos, vigiem os seus corações em oração. Que vergonha é pensar que quando estamos falando com Deus o nosso coração deve estar no campo, ou em nossas casas de contabilidade, ou desta ou daquela forma, pensando nas sugestões do Diabo! (7) Busquem por maiores níveis de graça. Quanto mais lastro o navio tem, melhor ele navega; portanto, quanto mais o coração está lastreado com graça, mais estavelmente ele navegará para o céu em oração. [6] A oração que mais provavelmente prevalecerá com Deus deve ser argumentativa. Deus ama que nós pleiteemos com Ele, e que usemos argumentos na oração. Veja quantos argumentos Jacó usou em sua oração. “Livra-me, peço-te, da mão de meu irmão” (Gênesis 32:11). Os argumentos que ele usou provem do mandamento de Deus: “Senhor, que me disseste: Torna-te à tua terra” Verso 9; como se ele tivesse dito: “Eu não fiz essa viagem por minha própria conta, mas segundo a Tua direção; portanto, por Tua honra deves me proteger”. E ele usa outro argumento. “E tu o disseste: Certamente te farei bem” verso 12. “Senhor, tu hás de negar a Tua própria promessa?”. Assim, ele foi argumentativo na oração; e ele obteve não só uma nova bênção, mas um novo nome. “Não te chamarás mais Jacó, mas Israel; pois como príncipe lutaste com Deus e com os homens, e prevaleceste”. Verso 28. Deus ama ser convencido com a força do argumento. Assim, quando nos aproximamos de Deus em oração por graça, sejamos argumentativos. “Senhor, Tu chamas de Ti mesmo o Deus de toda graça; e para onde devemos ir com nossa vasilha, senão para a fonte? Senhor, a Tua graça pode ser transmitida, e assim ainda não é comprometida. Não tem Cristo adquirido graça para pobres criaturas miseráveis? Cada dracma de graça custa uma gota de sangue. Porventura Cristo morreu para comprar a graça para nós, e não desfrutaremos do fruto de Sua compra? Senhor, que é Teu deleite conceder misericórdia e graça, e Tu irás limitar a Ti mesmo, e Teu próprio deleite? Tu prometeste dar o Teu Espírito de graça; a verdade pode mentir? a fidelidade pode enganar?”. Deus ama, assim, ser convencido com argumentos quando estamos em oração. [7] A oração que prevalece com Deus, deve estar associada com a reformação. ‘Se tu preparares o teu coração, e estenderes as tuas mãos para ele; se há iniquidade na tua mão, lança-a para longe de ti e não deixes habitar a injustiça nas tuas tendas” (Jó 11:1314). Quando você está em pecado seu coração é endurecido e os ouvidos de Deus ficam surdos para você. É tolice orar contra o pecado, e depois pecar contra a oração. “Se eu OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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atender à iniquidade no meu coração, o Senhor não me ouvirá” (Salmos 66:18). A magnetita perde o seu poder quando é posta junto com alho; o mesmo acontece com a oração quando está poluída com o pecado. O incenso da oração deve ser oferecido sobre

Assim, você vê viu qual é a oração que deve prevalecer com Deus. Primeira aplicação. A oração reprova (1) os tais que não oram de modo algum. A característica de um réprobo é que Ele nunca invoca a Deus (Salmos 14:4). Será que aquele que deseja receber uma esmola jamais pedirá por ela? Será que aqueles que desejam receber misericórdia jamais a buscarão? [...] Cristo ofereceu orações com fortes clamores (Hebreus 5:7). Nenhum dos filhos de Deus nascem mudos (Gálatas 4:6). (2) A oração reprova os tais que deixam de orar, o que é um sinal de que eles nunca sentiram o fruto e conforto dela. Aquele que rejeita a oração rejeita o temer a Deus. “E tu tens feito vão o temor, e diminuis os rogos diante de Deus” (Jó 15:4). Um homem que abandona a oração, torna-se apto para cometer qualquer maldade. Quando Saul desistiu de consultar a Deus ele buscou a bruxa de En-Dor [1 Samuel 28]. Segunda aplicação. Sejam pessoas constantes em oração. “Mas eu”, diz Davi, “faço oração”. Ore por perdão e pureza. A oração é a chave de ouro que abre o céu. A árvore da promessa não dará o seu fruto, a menos que seja sacudida pela mão da oração. Todos os benefícios da redenção de Cristo são entregues a nós pela oração. “Estou cansado de clamar; a minha garganta se secou; os meus olhos desfalecem esperando o meu Deus” (Salmos 69:3). (1) Deus pode nos ouvir quando não podemos ouvi-lO; assim é com a oração quando é feita, Deus ouve, embora não responda imediatamente. Um amigo pode receber a nossa carta, embora não envie-nos uma resposta imediatamente. (2) Deus pode ser tardio para responder a oração, contudo Ele não vai negá-la.

Por que Deus atrasa a resposta à oração? (1) Porque Ele gosta de ouvir a voz da oração. “A oração dos retos é o seu contentamento” (Provérbios 15:8). Você deixa o músico tocar por longo tempo antes que você o recompense com o seu dinheiro, porque você gosta de ouvir sua música (Cânticos 2:14). OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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(2) Deus pode atrasar a resposta de uma oração quando Ele não deseja negá-la, para que Ele possa nos humilhar. Ele falou anos por muito tempo em Sua palavra para deixássemos os nossos pecados, mas não quisemos ouvi-lO; portanto, Ele nos permite falar com Ele em oração e deixar parecer que não nos ouve. (3) Ele pode atrasar a resposta à oração, quando Ele não quer negá-la, porque Ele vê que ainda não estamos aptos para receber a misericórdia que pedimos. Talvez nós oramos por libertação quando não estamos preparados para ela; nossa escória ainda não está sendo purificada. Queremos que Deus esteja pronto para dar, enquanto nós somos lentos para nos arrepender. (4) Deus pode atrasar a resposta à oração, para que a misericórdia pela qual oramos possa ser mais valorizada, e para que possa ser mais doce quando recebida. Quanto mais navios do comerciante estão no estrangeiro, mais ele se alegra quando eles retornam para casa carregados de especiarias e joias; portanto, não desanime, mas siga a Deus com a oração. Embora Deus possa ser tardio, Ele não a negará. A oração vincit invincibilem [vence o invencível], ela prevalece com o Onipotente (Oseías 12:4). [...]. O Senhor foi impedido por meio da oração de Moisés como com uma corrente de ouro. Está escrito: “deixa-me, para que o meu furor se acenda contra ele”. O que fazia Moisés? Ele somente orava (Êxodo 32:10). Orações abrem as portas para a misericórdia. Mesmo que o teu caso seja tão triste, se você puder orar então não precisarás temer (Salmos 10:17). Portanto aplica-te à oração.

Sola Scriptura! Sola Gratia! Sola Fide! Solus Christus! Soli Deo Gloria!

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Fonte: ReformedSermonArchives.com | Título Original: Prayer As citações bíblicas desta tradução são da versão ACF (Almeida Corrigida Revisada Fiel) Tradução e Capa por William Teixeira | Revisão por Camila Almeida

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Uma Biografia de Thomas Watson

Thomas Watson (1620 - 1686) Watson foi um dos escritores mais objetivos, profundos, sugestivos e elucidativos dentre os célebres teólogos que fizeram da era Puritana o período dourado da literatura evangélica. Há uma união muito feliz entre a boa doutrina, a profunda experiência e a sabedoria prática evidentes em todas as suas obras. Embora Thomas Watson tenha escrito muitos livros preciosos, comparativamente pouco se sabe de sua pessoa. Seus escritos são suas melhores memórias. Ele talvez não precisasse de outras e, portanto, a providência evitou o desnecessário. É de pouca importância se teve ou não sangue azul correndo em suas veias, pois sabemos que foi de semente real redimido pelo Senhor. Alguns homens são seus próprios ancestrais e, pelo que sabemos, a genealogia de Thomas Watson não lhe atribuiu fama, mas todo o seu brilho provém de suas realizações. Teve a felicidade de ser educado no Emmanuel College, em Cambridge, que naqueles dias merecia ser chamada de a escola dos santos, a grande mãe que alimentou eruditos evangélicos. Não nos surpreende descobrir que Thomas Watson desfrutou a boa reputação de ser o aluno mais aplicado enquanto estudava em Cambridge. Os grandes autores Puritanos

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devem ter sido muito ativos na universidade, ou nunca teriam se tornado inigualáveis mestres em Israel. Em 1646, iniciou um pastorado de dezesseis anos em Londres. Neste ministério ele combinou considerável erudição com pregação popular. Em 1651 foi aprisionado com alguns outros ministros evangélicos, tendo sido liberto em 30 de Junho de 1652 e reintegrado formalmente ao púlpito de sua igreja. Obteve grande fama e popularidade como pregador até a Restauração, quando em decorrência do Ato de Uniformidade de 1662, foi expulso da igreja por não-conformismo. Apesar do rigor contra os dissidentes, Watson continuou a exercer seu ministério particularmente quando encontrava oportunidade. Os mais cultos, santos e zelosos do clero da Igreja da Inglaterra descobriram que o Ato da Uniformidade não lhes permitiria manter suas consciências puras e seus estilos de vida, por isso se submeteram a perder tudo por causa de Cristo. Thomas Watson não hesitou em relação ao caminho que deveria seguir. Não era um faccioso inimigo da realeza, nem um republicano vermelho, nem mesmo um homem da quinta monarquia. Na verdade, havia sido muito leal à casa de Stuart nos dias do Cromwell. Havia protestado contra a execução do rei e se unido ao plano de [Christopher] Love para conduzir Charles II ao trono. Embora tivesse tudo isso a seu favor, era um Puritano e, portanto, não deveria ser tolerado pelos espíritos ressentidos que dominavam o governo da época. Com muitas lágrimas e lamentos, a congregação de St. Stephen viu seu pastor ser arrancado de seu rebanho. Com corações doloridos ouviram suas palavras de despedida. Ele mesmo falando como quem está de luto do que mais deleitava seu coração, sofrendo com alegria a perda de todas as coisas, despediu-se deles e saiu “sem saber aonde ia”. Na coleção Sermões de Despedida, há três sermões do Sr. Watson. Dois foram pregados no dia 17 de agosto e o terceiro na terça-feira seguinte. O primeiro deles, pregado um pouco antes do meio-dia, foi baseado no evangelho de João 13.34: “Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros...”. O sermão enfoca muito do espírito do Evangelho, particularmente ao recomendar amor aos inimigos e perseguidores. O segundo sermão, pregado à tarde, foi baseado em 2 Coríntios 7.1: “Tendo, pois, ó amados, tais promessas, purifiquemo-nos de toda impureza, tanto da carne como do espírito, aperfeiçoando a nossa santidade no temor de Deus”. Na primeira parte do sermão, ele insiste muito nas “...ardentes afeições de um bom ministro do Evangelho para com seu povo”. OEstandarteDeCristo.com Issuu.com/oEstandarteDeCristo

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Watson termina essa primeira parte assim: Eu exerci meu ministério com vocês por quase dezesseis anos. E me regozijo e agradeço a Deus por não ter o direito de dizer de vocês que quanto mais vos amei, menos fui amado. Recebi muitos sinais que demonstram o amor de vocês. Ao passo que outras igrejas tenham mais membros que a nossa, entretanto, eu acredito que nenhuma tem tão forte afeição. Tenho observado com muita satisfação a reverente atenção que vocês têm à Palavra pregada. E esta luz alegra vocês, não por um breve momento, mas até o dia de hoje. Tenho observado em vocês o zelo contra o erro em momentos críticos, e a unidade e a harmonia que vocês têm. Essa é a honra de vocês. Se for necessária uma interrupção de meu ministério nesta igreja, visto que não seja permitido pregar para vós novamente, contudo não deixarei de amá-los e orar por vocês. Porém, por que deve haver alguma interrupção? Onde está o crime? Alguns, de fato, dizem que somos desleais e rebeldes. Amados, minhas atitudes e sofrimentos por Sua Majestade são de conhecimento de muitos. No entanto, devemos ir para o céu com elogios e críticas. E é bom que possamos chegar à glória, mesmo que lutemos contra baionetas. Eu me esforçarei para ainda mostrar a sinceridade de meu amor por vocês. Não prometerei que outra vez pregarei para essa igreja, nem direi o contrário. Desejo ser guiado pelo fio de prata da Palavra de Deus e Sua providência. Meu coração é vosso. Há, como vós sabeis, uma expressão neste último Ato de Uniformidade dizendo: “que possamos, em breve, ser como que naturalmente mortos”. Se eu devo morrer, vou deixar algum legado a vocês. O último discurso, em 19 de agosto, foi baseado em Isaías 3.10,11: “Dizei aos justos que bem lhes irá; porque comerão do fruto das suas ações. Ai do perverso! Mal lhe irá; porque a sua paga será o que as suas próprias mãos fizeram”. Após sua saída, Watson pregou esporadicamente onde pudesse fazê-lo em segurança. Multas e prisões foram insuficientes para fechar a boca das testemunhas de Jesus. Em barracões, cozinhas, casas de fazendas, vales e florestas, os poucos fiéis se reuniam para ouvir a mensagem de vida eterna. Sem dúvida alguma, as pequenas assembleias secretas eram boas ocasiões para as mentes piedosas: a Palavra do Senhor era preciosa

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naqueles dias. Pão comido em secreto é proverbialmente doce e a Palavra de Deus na perseguição é especialmente deliciosa. Após o grande incêndio de 1666, quando igrejas foram queimadas, o Sr. Watson e outros não-conformistas prepararam grandes salas para os que desejavam se reunir. Em um tempo de tolerância, em 1672, ele conseguiu uma licença para usar uma grande sala na Crosby House, no lado leste da rua Bishopsgate, que pertencia a Sir John Langham (um não-conformista). Foi uma circunstância em que o digno nobre favoreceu a causa da nãoconformidade e que tão distinta câmara estava à sua disposição. Ali, Watson pregou por vários anos. O Rev. Stephen Charnock, B.D. tornou-se seu pastor auxiliar na Sala Crosby, em 1675, e continuou até sua morte em 1680. Quando sua saúde decaiu, retirou-se para Barnston, em Essex, onde morreu repentinamente, enquanto orava em secreto. Foi sepultado em 28 de Julho de 1686. O Sr. Watson publicou vários livros sobre assuntos práticos e úteis, dentre eles podemos citar os mais importantes: Three treatises: 1. The Christian’s Charter; 2. The Art of Divine Contentment; 3. A Discourse of Meditation, ao qual foram acrescentados vários sermões em 1660. Esse volume contém, além dos três tratados, God's Anatomy upon Man s Heart, The Saint's Delight, A Christian on Earth still in Heaven, Christ s Loveliness, The Upright Man s Character and Crown, The One Thing Necessary, The Holy Longing; ou, The Saint's Desire to be with Christ, Beatitudes; ou, A Discourse upon part of Christ s Famous Sermon upon the Mount, 1660, A Body of Practical Divinity, etc., além de alguns sermões: A Divine Cordial, The Holy Eucharist, Heaven taken by Storm, etc. Porém, sua obra principal foi A Body of Divinity, uma coleção de 176 sermões sobre o Breve Catecismo da Assembleia de Westminster, que só apareceu depois de sua morte.

__________ Esta biografia é baseada nas seguintes fontes: ♦ Biografia por Charles Haddon Spurgeon no Prefácio de: A Fé Cristã: Estudos baseados no Breve Catecismo de Westminster. Watson, Thomas. 1ª edição. São Paulo: Cultura Cristã. 2009. p 7-12.

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O Estandarte de Cristo é um projeto cujo objetivo é proclamar a Palavra de Deus e o Santo Evangelho de Cristo Jesus, para a glória do Deus da Escritura Sagrada, através de traduções inéditas de textos de autores bíblicos fiéis, para o português. A nossa proposta é publicar e divulgar traduções de escritos de autores como os Puritanos e também de autores posteriores àqueles como John Gill, Robert Murray M’Cheyne, Charles Haddon Spurgeon e Arthur Walkington Pink. Nossas traduções estão concentradas nos escritos dos Puritanos e destes últimos quatro autores. O Estandarte é formado por pecadores salvos unicamente pela Graça do Santo e Soberano, Único e Verdadeiro Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, segundo o testemunho das Escrituras. Buscamos estudar e viver as Escrituras Sagradas em todas as áreas de suas vidas, holisticamente; para que assim, e só assim, possamos glorificar nosso Deus e nos deleitarmos nEle desde agora e para sempre.

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AAPrática Práticada daPiedade, Piedade,por porLewis LewisBayly Bayly––Editora EditoraPES PES Graça Abundante ao Principal dos Pecadores, por Graça Abundante ao Principal dos Pecadores, por John JohnBunyan Bunyan––Editora EditoraFiel Fiel Um Guia Seguro Para o Céu, Um Guia Seguro Para o Céu,por porJoseph JosephAlleine Alleine–– Editora EditoraPES PES OOPeregrino, Peregrino,por porJohn JohnBunyan Bunyan––Editora EditoraFiel Fiel OOLivro dos Mártires, por John Foxe – Editora Livro dos Mártires, por John Foxe – EditoraMundo Mundo Cristão Cristão OODiário Diáriode deDavid DavidBrainerd, Brainerd,compilado compiladopor porJonathan Jonathan Edwards – Editora Fiel Edwards – Editora Fiel Os OsAtributos Atributosde deDeus, Deus,por porA.A.W. W.Pink Pink––Editora EditoraPES PES Por PorQuem QuemCristo CristoMorreu? Morreu?Por PorJohn JohnOwen Owen(baixe (baixe gratuitamente gratuitamenteno nosite siteFirelandMissions.com) FirelandMissions.com) Deus é Soberano, por A. W. Pink – Editora Fiel

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10 Sermões – Robert Murray M’Cheyne Agonia de Cristo – Jonathan Edwards Carta de George Whitefield a John Wesley Sobre a Doutrina da Eleição Cristo É Tudo Em Todos – Jeremiah Burroughs Cristo, Totalmente Desejável – John Flavel Doutrina da Eleição, A – Arthur Walkington Pink Eleição & Vocação – Robert Murray M’Cheyne Excelência de Cristo, A – Jonathan Edwards Gloriosa Predestinação, A – C. H. Spurgeon Imcomparável Excelência e Santidade de Deus, A – Jeremiah Burroughs In Memoriam, A Canção dos Suspiros – Susannah Spurgeon Jesus! - Charles Haddon Spurgeon Justificação, Propiciação e Declaração – C. H. Spurgeon Livre Graça, A – C. H. Spurgeon Paixão de Cristo, A – Thomas Adams Plenitude do Mediador, A – John Gill Porção do Ímpios, A – Jonathan Edwards Quem São Os Eleitos? – C. H. Spurgeon Reforma – C. H. Spurgeon Reformação Pessoal & na Oração Secreta – R. M. M’Cheyne Salvação Pertence Ao Senhor, A – C. H. Spurgeon Sangue, O – C. H. Spurgeon Semper Idem – Thomas Adams Sermões de Páscoa – Adams, Pink, Spurgeom, Gill, Owen e Charnock Sermões Graciosos (15 Sermões sobre a Graça de Deus) – C. H. Spurgeon Soberania da Deus na Salvação dos Homens, A – J. Edwards Tratado sobre a Oração, Um – John Bunyan Verdadeiro Evangelho de Jesus Cristo, O – Paul D. Washer

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2 Coríntios 4 1

Por isso, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não 2 desfalecemos; Antes, rejeitamos as coisas que por vergonha se ocultam, não andando com astúcia nem falsificando a palavra de Deus; e assim nos recomendamos à 3 consciência de todo o homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade. 4 Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não 5 resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus. Porque não nos pregamos a nós mesmos, mas a Cristo Jesus, o Senhor; e nós mesmos somos 6 vossos servos por amor de Jesus. Porque Deus, que disse que das trevas resplandecesse a luz, é quem resplandeceu em nossos corações, para iluminação do 7 conhecimento da glória de Deus, na face de Jesus Cristo. Temos, porém, este tesouro 8 em vasos de barro, para que a excelência do poder seja de Deus, e não de nós. Em tudo 9 somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados. PerseguiViste as páginas10 que administramos no Facebook dos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos; Trazendo sempre por toda  corpo, Facebook.com/oEstandarteDeCristo a parte a mortificação do Senhor Jesus no nosso para que a vida de Jesus se 11  Facebook.com/ESJesusCristo manifeste também nos nossos corpos; E assim nós, que vivemos, estamos sempre  Facebook.com/EvangelhoDaSalvacao entregues à morte por amor de Jesus, para que a vida de Jesus se manifeste também na  Facebook.com/NaoConformistasPuritanos 12 13 nossa carne mortal. De maneira que em nós opera a morte, mas em vós a vida. E  Facebook.com/ArthurWalkingtonPink temos portanto o mesmo espírito de fé, como está escrito: Cri, por isso falei; nós cremos  Facebook.com/CharlesHaddonSpurgeon.org 14 também, por isso também falamos. Sabendo que que ressuscitou o Senhor Jesus nos  oFacebook.com/JonathanEdwards.org 15  Facebook.com/JohnGill.org ressuscitará também por Jesus, e nos apresentará convosco. Porque tudo isto é por  Facebook.com/PaulDavidWasher amor de vós, para que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar a ação de 16  Facebook.com/RobertMurrayMCheyne graças para glória de Deus. Por isso não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem  Facebook.com/ThomasWatson.org 17 exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia. Porque a nossa leve e 18 momentânea tribulação produz para nós um pesoPágina eterno de glória mui excelente; Não Parceira: OEstandarteDeCristo.com atentando nós nas coisas que se veem, mas nas que se não veem; porque as que se 19 Issuu.com/oEstandarteDeCristo  Facebook.com/AMensagemCristocentrica veem são temporais, e as que se não veem são eternas.

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