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25 de fevereiro de 2012

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índice FAMÍLIAIPP

Uma publicação mensal da Igreja Presbiteriana Paulistana http:///ippaulistana.org

2 » A soberania divina no habitat humano 3 » Um propósito com finalidade 5 » A importância da adoração congregacional 6 » Eventos | Notícias


A soberania divina no habitat humano Dr. Heber Carlos de Campos

E o Senhor Deus lhe deu esta ordem: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal não comerás; porque, no dia em que dela comeres, certamente morrerás. (Gênesis 2.16, 17) Deus coloca o homem santo em um lugar santo e, então, submete-o a uma prova. Em sua soberania, Deus expõe sua criatura a um teste, já que lhe dá liberdade com responsabilidade. A liberdade de Adão está vinculada à sua natureza; a responsabilidade de Adão está vinculada à ordenação divina. Em seu habitat, o homem foi confrontado com a soberania divina

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A responsabilidade do homem como ser moral tem base no fato de seu Criador ser também um ser moral e, além disso, um ser moral que impõe soberanamente suas exigências morais. Deus não é somente um ser bondoso, benfeitor, sábio, santo, poderoso, mas também soberano. Ele impõe todas as regras no seu domínio como Legislador e Governante. Esse soberano governante pôs Adão debaixo de suas ordens. Deus ordenou não somente que o homem não ficasse ocioso em seu habitat, mas também prescreveu que fizesse as coisas da forma que ele, Criador, queria. Impôs as regras ao dar ao homem o domínio sobre a criação e as criaturas e ordenou que tivesse um comporamento moral responsável. 1) Soberanamente, Deus estabeleceu um pacto com Adão. No seu estabelecimento, fez todas as estipulações. Deus colocou Adão como uma pessoa pública, que seria representante de toda a raça humana, agindo no lugar de todos, de forma que os atos dele seriam considerados por Deus como sendo atos de todos. As regras de vida no Éden não foram estabelecidas em um acordo comum entre Deus e o homem, com a participação igualitária de ambos os lados, como acontece nos pactos humanos. Deus tomou a iniciativa de ordenar tudo. Pois, na verdade, os dois pactuantes não eram iguais em natureza; não tendo, portanto, direitos iguais de exigências e responsabilidades. Deus estabeleceu um pacto soberanamente, no qual ele impôs todas as regras. Esse status quo pode ser resumido da seguinte maneira: “Eu mando, você obedece”. Pode não parecer simpático esse resumo, mas é assim que as coisas necessariamente acontecem no estabelecimento de um pacto em que um dos pactuantes é soberano. 2) Deus deu ordens soberanamente a todas as suas criaturas, de acordo com a capacidade delas. Aos animais da terra, às aves do céu e aos peixes 25 de fevereiro de 2012

do mar, deu leis fixas da natureza, de forma que eles haveriam de se guiar por seus respectivos instintos. Mais tarde, mesmo depois do Dilúvio, Deus estabeleceu novas leis que incluíam não somente os seres viventes, mas toda a criação física, leis essas que não foram alteradas, e toda a massa criada segue essas leis infalivelmente. Apenas dois exemplos de leis fixas que regem a natureza: Puseste às águas divisa que não ultrapassarão, para que não tornem a cobrir a terra. (Salmos, 104.9) E os estabeleceu para todo o sempre; fixou-lhes uma ordem que não passará. (Salmos, 148.6) No entanto, no habitat original, Deus impôs soberanamente ao homem leis morais para que fossem obedecidas, assim como leis que em teologia são comumente chamadas de “mandato cultural”. A autoridade da soberania divina se vê no fato de o homem não haver discutido as ordens divinas, porque, em princípio, este reconheceu o direito de Deus governar e também reconheceu suas obrigações diante das normas divinas. Ao colocar o homem em seu habitat edênico, Deus não permitiu que o homem se colocasse em competição ou em pé de igualdade com ele. Afinal de contas, Deus era Deus, e o homem, apenas criatura; um era o soberano, e o outro, súdito. Portanto, a distância era muito grande entre eles! ▴ Texto extraído do capítulo 7 do livro O habitat humano - o paraíso criado: estudos em antropologia bíblica. O livro está disponível através do site da Editora Hagnos: http://www.hagnos.com.br


Um propósito com finalidade Rev. Wadislau Martins Gomes

Um homem cai de um prédio e se estatela na avenida. Um transeunte corre para prestar ajuda, e pergunta: “O que aconteceu? Atordoado, o vitimado responde: “Não sei. Acabei de chegar”. Esse é o tipo de resposta que a maioria dos crentes daria à pergunta: “O que é a igreja?” E, se as indagações continuassem: “para que ela existe?” ou “aonde quer chegar?”, as respostas viriam às tontas. A mais honesta seria um titubeante: “Para que a gente tenha o que fazer aos domingos?” Dado que o dito pareceria tolo, o páraquedista teológico tentaria um pouco mais: “Para louvar?” ou “Para evangelizar?” “Afinal, a igreja deve ter algum propósito!” Entretanto, até mesmo esta expressão da moda, “igreja com propósito”, parece ter despencado de algum lugar e também não explica o que está acontecendo. Para evitar acidentes como esses, de trombada de perguntas e respostas, é preciso que as palavras tenham significados claros e elásticos, e jamais fechados. Palavras são sinais que apontam para alguma coisa e, se lhes atribuímos significados fixados em nosso próprio entendimento, poderemos indicar a coisa errada. É sobre isso que fala Salomão: As palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados as sentenças coligidas, dadas pelo único Pastor (Eclesiastes 12.11). Permita-me ilustrar. Decidido a fazer uma mesa daquelas dos tempos do meu avô, escolhi a melhor madeira à mão; armei-me de uma ideia, esquadro, lápis,

serrote, martelo e pregos, e fui à luta. Medi, marquei, serrei, juntei – e tudo parecia ir bem, até chegar a hora de pregar as partes. O prego de aço tinia sob as pancadas do martelo quando, súbito, um estalo, e a madeira rachada expôs um erro clássico – que aprendi a solucionar recorrendo a um manual de marcenaria: a escolha dos pregos. Madeira dura deve ser pregada com pregos flexíveis que acompanhem os veios das peças. O que é que quero dizer? A palavra pregação (do evangelho) vem do costume antigo de pregar um édito ou notícia em lugar público. Paulo escreveu aos gálatas sobre o evangelho de Cristo recebido por revelação divina e pregado aos homens. Trata-se de um evangelho que agrada a Deus e que não pode ser pregado para agradar a homens – pois não há outro evangelho que nos desarraigue deste mundo perverso, para a glória de Deus segundo seu propósito (Gálatas 1.3-4). Quando tentam agradar a homens e não a Deus, indivíduos e igrejas tornam-se legalistas e rígidos em seus métodos para produzir sua própria glória. A fim de atingir o alvo do poder, as pessoas tomam a proclamação do evangelho como um fim em si mesmo, como prego de aço em madeira dura. Mas quando o propósito do evangelho pregado é o da glória de Deus, somos como pregos flexíveis, conscientes de nossas fraquezas e fragilidade, prontos para penetrar as profundidades de Cristo e a dureza dos corações dos homens. Não ensaiamos qualquer outro propósito para existir e

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crescer, senão a Jesus Cristo e este crucificado (1Coríntios 2.2). A palavra propósito, tal como vem sendo utilizada, difere daquela dada pelo único Pastor, pois acha finalidade em si mesma. Acaba sendo um propósito de ter propósito. Hoje, quando alguém pensa em “igreja com propósito”, imagina uma estrutura de organização e uma estratégia de administração mais baseadas em uma visão de mercado do que no propósito de Deus. Em vez de fixar a vista em Deus, ela encheu os olhos com as possibilidades do mercado, isto é, os potenciais compradores do seu produto. O culto passou a ser centrado no cliente e não na adoração de Deus. Nada poderia ter sido pior para a igreja. Em função da falta de discernimento entre propósito e finalidade, a igreja presumiu ser ela mesma responsável por seu crescimento e, por decorrência, a salvadora dos homens. É certo que o termo finalidade poderá ser usado como sinônimo de propósito – mas nem sempre. Esse “prego” tem de ter certa flexibilidade, mas o madeiro do evangelho continua o mesmo. Às vezes, a primeira palavra poderá significar um desígnio, uma decisão, isto é, um o quê e, a segunda, um ponto a ser alcançado, ou, um para quê. Isso faz muita diferença na construção da igreja. O termo propósito terá de ser entendido de modo flexível. Não bastará haver um propósito, por melhor que nos pareça. Nem bastará firmar um propósito, ainda que citando a Bíblia, se ele for humanamente motivado. O único propósito que agrada a Deus, e que prospera para a finalidade designada, é seu propósito eterno (Romanos 8.28). Os mestres reformadores que elaboraram os Catecismos, Maior e Breve, usaram sabiamente as palavras, fazendo uma diferenciação na resposta à primeira pergunta: P. – Qual é o fim principal do homem? R. – glorificar a Deus e gozá-lo para sempre. A igreja, formada por tais homens e mulheres, existe para a finalidade de espelhar (glorificar) o caráter de Deus e para o propósito de, no processo, usufruir tal glorificação na edificação do seu próprio caráter. Em Efésios, o apóstolo Paulo trata o tema do propósito de Deus a partir de uma perspectiva tríplice, como pregos bem fixados: da Criação, da Queda, e da Redenção. (1) Com relação à Criação: Deus já nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais em Cristo. Ou como disse Pedro: Deus já nos tem provido de todas as coisas que conduzem à vida e à piedade (2Pedro 1.3). Mesmo antes da fundação do mundo, Deus já havia decretado seu propósito de fazer convergir todas as coisas no Filho, para louvor da glória de sua graça, que ele nos concedeu gratuitamente no Amado. Nele, fomos escolhidos para sermos santos e nele fomos predestinados para a adoção de filhos (Efésios 1.3-6). (2) Com relação à Queda: todos estávamos mortos em delitos e pecados, em função do pecado em que incorreram nossos primeiros pais – e que todos nós corroboramos. Vivíamos inclinados ao reino das trevas, obedecendo à nossa própria vontade e pensamentos, 25 de fevereiro de 2012

e passíveis da ira de Deus. Por isso mesmo Paulo disse em outro lugar: todos pecaram e carecem da glória de Deus (Romanos 3.23). Aos efésios, ele ainda diz: naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo (Efésios 2.12). Estávamos desprovidos de toda a riqueza dos atributos de Deus e do seu propósito de comunicá-los aos que são refeitos à imagem de Cristo. (3) Com relação à Redenção, ele diz que é parte do propósito de Deus manifestar sua graça por meio de Cristo e através dos escolhidos, chamados para serem herdeiros da salvação e tornados povo de sua herança (Efésios 1.11,14). Assim, somos herdeiros da obra completa de Cristo, da sua Palavra e vontade, e somos sua própria herança mediante a habitação do Espírito, com toda a riqueza da sua força e poder – em louvor da sua glória (Efésios 1.14c). Porque Deus, que disse: Das trevas resplandecerá a luz, ele mesmo resplandeceu em nosso coração, para iluminação do conhecimento da glória de Deus, na face de Cristo (2Coríntios 4.6). O propósito de Deus ao criar a igreja – raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, com a finalidade de proclamar as virtudes daquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1Pedro 2.9) – se presta à finalidade de conceder aos homens a graça de participar no louvor de sua glória. Utilizando a figura da herança, acima, somos herdeiros das riquezas do propósito de Deus para a finalidade de sermos feitos riqueza dele, e por meio dele, e para ele (cf. Romanos 11.36). Sobre isso, o apóstolo ora, rogando ao Pai que nos conceda o conhecimento de Cristo em toda sabedoria, iluminando os olhos do nosso coração para que saibamos (a) qual a esperança da nossa vocação (b) qual a riqueza da sua herança “nos santos”, e (c) qual a eficácia do seu poder para transformar nossas vidas e as de quantos mais ele chamar (Efésios 1.15-23). Em que estas coisas orientam a igreja? Em primeiro lugar, põem o foco do trabalho em Deus. Isso significa que a igreja é receptora criativa (e já recebeu) de todas as bênçãos e coisas necessárias à vida e à piedade. Da mesma maneira, a igreja é ativamente redentiva, no sentido de receber a obra de Cristo para a vida eterna (justificação) e aplicá-la, dia a dia, a todas as áreas da vida (santificação). Em segundo lugar, com maior importância e consequente do primeiro, a visão da igreja entende o culto individual, familiar e público, como sendo a base e o ápice do trabalho. Em terceiro lugar, a igreja pretende exibir a verdade, o amor, e a beleza do evangelho (beleza da verdade e beleza do amor). Para isso, ela entende que o comportamento digno (Efésios 4.1) e a proclamação do evangelho (Mateus 28.18-20) seguem juntos de maneira que a coerência entre o evangelho pregado e o evangelho vivido, a qual frutifica em operoso serviço, seja o elemento chave para o crescimento do indivíduo e da igreja (qualitativo e quantitativo – 1Coríntios 3.6: Eu plantei, Apolo regou; mas o crescimento veio de Deus). ▴


A importância da adoração congregacional Rev. Robert C. Anderson

No livro The effective pastor, o Rev. Anderson realça a posição da pregação no culto público. Comentando as orientações de Paulo a Timóteo e Tito sobre a importância da exortação do povo crente e da refutação do erro, ele diz: “Uma vez que o culto dominical quase sempre atrai maior audiência, aí está nossa maior oportunidade para exercer o ministério de pregação e ensino”. Isto posto, ele trata, mais adiante, do próprio culto público. Por causa da ênfase no ensino da Bíblia, em um bom número de igrejas evangélicas, o período do culto tem sido negligenciado. Recentemente, um amigo meu, comentando sobre sua igreja, disse-me: “Mal posso esperar que passem os ‘preliminares’, para que eu possa ouvir o sermão. É para isso que vou à igreja”. Sua declaração trai o fato de que a igreja tem perdido de vista a maior razão pela qual a igreja se reúne aos domingos. Uma grande parte da celebração cristã dominical deveria focalizar a adoração corporativa do Altíssimo Deus. Certamente, uma pessoa está habilitada para adorar a Deus, sozinha. Mas isso não é o mesmo

que a adoração do corpo de Cristo reunido para o culto congregacional, expressando uma combinação de louvor e adoração a Deus. Embora cada cristão seja uma parte integrante da igreja, ele, sozinho, não constitui a igreja. Somente quando os particulares indivíduos estão reunidos é que o culto corporativo tem seu lugar. Assim, nas igrejas que têm permitido que o período de ensino ou pregação assuma o tempo todo do culto, pouco ou nenhuma adoração é efetivada – com distinta perda para a igreja. A adoração de Deus, pública e corporativa, é uma honrada tradição que atravessa os tempos, desde o Antigo Testamento, e praticado na igreja do primeiro século. Não apenas atende a uma necessidade humana singular, mas tem também um suave sabor para Deus. O culto corporativo, portanto, jamais deveria ser considerado desnecessário, preliminar ou introdutório ao sermão. Por mais que seja desafiador ou instrutivo, o sermão não é um substituto da adoração. ▴

“O culto corporativo...jamais deveria ser considerado desnecessário, preliminar ou introdutório ao sermão.” Robert C. Anderson

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NOTÍCIAS

CONHEÇA A IPP

• Pedro Paulo Mendes de Matos, filho do Dr. Alderi e Cíntia, nasceu no dia 24/11/2011, acabando de completar três meses de vida. Os pais agradecem os que os visitaram na maternidade e em casa, e os que têm orado pela família. • No dia 02/02/2012 a COMEV (Comunicações Evangélicas) completou 40 anos de ministério. A celebração ocorreu na Igreja Internacional do Calvário, no Campo Belo. Nosso irmão Marcelo Valim é Superintendente Executivo da COMEV. • Em 03/02/2012, nossa irmã Tânia Cavalcante Roca Pires graduou em enfermagem pela Universidade Paulista (UNIP). • Suas contribuições com notícias, informações e fotos para o Família IPP podem ser enviadas para o editor, David Portela, através do email: david@ippaulistana.org.

A IPP é uma aliança de remidos de Cristo, implantada no coração de São Paulo e comprometida com a instrução da Bíblia, a comunhão com Deus e com seu povo, a adoração do seu nome e as realizações do seu serviço. Cremos que as Escrituras do Antigo e do Novo Testamento são a Palavra de Deus, escrita por homens inspirados pelo Espírito Santo – revelação verdadeira e infalível da lei de Deus e de seu plano redentor, e regra clara e suficiente de fé e prática para os que são chamados para salvação. A IPP é federada à Igreja Presbiteriana do Brasil, orientada pela exposição das Escrituras tal como exposta na Confissão de Fé de Westminster e nos Catecismos Maior e Breve. É governada por meio de presbíteros (homens experientes na fé) docentes (ordenados pelo presbitério) e regentes (ordenados pela igreja local) que, como pares e em colegiado, recebem de Deus o encargo de pastorear o rebanho de Jesus Cristo. A IPP é mantida por meio de ofertas voluntárias, segundo a gratidão devida a Deus. Rogamos de Deus que cresçamos em tudo, refletindo a excelência de Cristo.

EVENTOS

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• 27/02-02/03 - Dr. Alderi lecionará o curso “Confissão de Fé de Westminster” no Centro Prebiteriano de PósGraduação Andrew Jumper (CPAJ). • 02/03 - Palestra do Pr. Mark Dever no Mackenzie: “O que é uma igreja saudável?”. Auditório Rui Barbosa, 19h30. Entrada gratuita. • 05-09/03 - Rev. Wadislau dará aula no curso de Revitalização e Multiplicação de Igrejas do CPAJ. Dr. Heber ministrará a disciplina “Teologia da Revelação”. • 07-08/03 - Dr. Davi, Dr. Heber, e Dr. Alderi participarão dos eventos de lançamento do Centro Jonathan Edwards (CJE), no CPAJ. Dr. Heber é o coordenador do CJE, e o Dr. Davi é o Diretor do CPAJ. O trabalho é fruto de uma parceria entre o CPAJ e a Universidade Yale. Palestras do Adriaan Neele, diretor do JEC na Yale. (Auditório João Calvino) • 10/03 - Rev. Wadislau pregará na Igreja Presbiteriana de Araras (SP). • 11/03 - Batismo do filho do Dr. Alderi e Cíntia, Pedro Paulo Mendes de Matos, na IPP. • 16/03 - Dr. Davi será o preletor no Congresso Vida Nova de Teologia, em Águas de Lindóia, SP. • 19-23/03 - Dr. Heber lecionará o curso “Antropologia Bíblica”, do CPAJ, em Brasília. • 20/03 - Palestra do Dr. William Lane Craig no Mackenzie: “Verdade e Pluralidade”. 19h. • 25/03 - Dr. Heber pregará à noite na Igreja Presbiteriana da Gávea (RJ). • 26-30/03 - Dr. Alderi (Historiador Oficial), Rev. Wadislau (Secretário Geral de Apoio Pastoral), e Dr. Davi (Presidente da Comissão de Relações Inter-eclesiásticas) participarão da reunião da Comissão Executiva do Supremo Concílio da Igreja Presbiteriana do Brasil. 25 de fevereiro de 2012

Runimo-nos aos domingos às 10hs: Hotel Intercontinental Alameda Santos, 1123 ippaulistana.org

ANIVERSÁRIOS 03/03 - Carol Tápias Rossetto Lotti 07/03 - Davi Charles de Freitas Martins Gomes 10/03 - Marcella Rezende Galeotti 12/03 - Raquel Magalhães Reis 17/03 - Daniel Rúbio Lotti

ESTUDOS Nossos estudos bíblicos ocorrem nas noites de segunda e terça. Mais informações podem ser obtidos com o Rinaldo Lotti Filho: rinaldo@ippaulistana.org.


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