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riças da América do Sul são terrenos essencialmente diversos linguisticamente. Essa nova técnica de ensino pode aportar soluções concretas no campo da didática, além de ser uma solução elegante para os trâmites diplomáticos”, esclarece o pesquisador. Para ele, as relações entre o bloco sul americano e a União européia - embora guarde diferenciações – podem clarificar questões concisas, principalmente àquelas concernentes aos métodos de ensino.

O programa de ensino Itinerários Românicos atua justamente nesse sentido, do estímulo ao aprendizado de línguas próximas, fazendo uso de poderoso suporte oferecido pela internet. De acordo com a justificativa do projeto “procura-se incentivar os alunos para a aprendizagem uma segunda, terceira ou mesmo quarta língua, graças à proximidade dos idiomas em questão e à possibilidade que têm de passar de uma língua para a outra, podendo recorrer, a todo o momento, àquela(s) que melhor conheçam. Deste modo, poderão descobrir que afinal sabem muito mais do que imaginavam.

Por mais que pareça ousado, o método de ensino fomentado pela União Latina quer lidar com as línguas na nova conjuntura globalizada. As redes de relacionamento se estendem para além da territorialidade física, atingindo gradações intensas do trânsito linguistico. A assimilação dos idiomas – a partir dos novos pressupostos – não se encadeiam em uma apreensão linear. Portanto, pode-se apreender mais de um língua usando suas semelhanças enquanto ponto

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I GELF  

Seminário de Gestão em Educação Linguística de Fronteira do MERCOSUL

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