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Os potenciais da intercompreensão românica Considerar que um indivíduo não tem um repertório de competências diferenciadas e separadas, mas uma competência plurilíngue e pluricultural que inclui um conjunto de línguas, figura como a base estrutural da intercompreensão românica. Partindo desse pressuposto, um argentino poderia se comunicar com um brasileiro sem nenhuma das partes se demoverem dos seus idiomas de origem, compreendendo-se mutuamente. A potencialidade desse recurso para além de uma convivência harmônica entre falantes de línguas próximas – atua na base dos métodos de ensino e das relações diplomáticas. Custos ligados à tradução - muito caros a blocos como a União Européia, com 23 línguas oficiais - poderiam ser praticamente suprimidos no MERCOSUL.

“A INTERCOMPREENSÃO ROMÂMICA TRABALHA ESPECIFICAMENTE SOBRE ASPECTOS PLURILÍNGUES. AS REGIÕES FRONTEIRIÇAS DA AMÉRICA DO SUL SÃO TERRENOS ESSENCIALMENTE DIVERSOS LINGUISTICAMENTE. ESSA NOVA TÉCNICA DE ENSINO PODE APORTAR SOLUÇÕES CONCRETAS NO CAMPO DA DIDÁTICA (...)” Manuel Toast

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I GELF  

Seminário de Gestão em Educação Linguística de Fronteira do MERCOSUL

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