__MAIN_TEXT__
feature-image

Page 1


A VOZ DA GRADUAÇÃO - Ano 4 - 7ª Edição

SUMÁRIO

Pg. 03 – Editorial | A Voz da Graduação: espaço de diversidade Pg. 05 a Pg. 08 – A voz do mestre Pg. 09 a Pg. 12 – Reflexões Pg. 13 a Pg. 14 - Momento Literário Pg. 15 – Cantinho da Arte Pg. 16 - Aconteceu no IPOG | Semana de Integração Com o tema Diversidade em prol da aprendizagem, o evento trouxe à discussão e debate o impacto que essa diversidade traz para as instituições e os desafios que essa riqueza impõe à Administração. Pg. 17 – Aconteceu no IPOG | XI Semana Acadêmica O evento, em maio de 2015, contou com a participação de vários convidados, alunos e docentes e teve a Sustentabilidade como tema de estudos e debates. Pg. 18 a Pg. 19 – Galeria de Fotos | XI Semana Acadêmica Pg. 20 a Pg. 21 – Curso de Extensão Pg. 22 – Aniversariantes


EDITORIAL

3

A Voz da Graduação: espaço de diversidade Por: Profª Drª Eunice Lopes de Souza Toledo

Eis a 7ª Edição de A Voz da Graduação, jornal projetado, desde o primeiro semestre letivo de 2012, para ser mais um espaço pragmático de reflexão, informação e criatividade de alunos do Curso de Administração do IPOG, que participam de um Curso de Extensão em Língua Portuguesa, o qual se abre, no presente ano, para o seu terceiro título, devido à diversidade que tem conquistado, a cada semestre, em termos de participantes. Nas duas primeiras edições, o curso recebeu o nome de Língua Portuguesa aplicada a negócios e levou ao jornal matérias escritas apenas por seus participantes; nas quatro últimas, sob o título Língua Portuguesa: do coloquial ao empresarial, contou com matérias escritas também por convidados, dentre alunos e professores . Na presente edição, a equipe do Língua Portuguesa: do coloquial ao organizacional teve o prazer de contar com textos de três professores (Profª Drª Silvana Arrais, Prof. Dr. Ademir Schmidt e Prof. Ms. Leandro Somma) na seção A Voz do Mestre, discutindo os temas: O AMOR NA VIDA PESSOAL E PROFISSIONAL; MESTRE... AQUELE QUE INSPIRA E É INSPIRADO e A QUESTÃO INSUSTENTÁVEL DA SUSTENTABILIDADE, respecti-

vamente. Na seção Reflexões, contou com uma instigante matéria escrita pela Psicopedagoga Aline Teixeira, responsável pelo Núcleo de Apoio Psicopedagógico (NAP), da Instituição, refletindo sobre valores da sociedade contemporânea. Na mesma seção, duas matérias foram produzidas em coautoria por quatro alunos do Curso de Graduação em Engenharia Civil, o qual teve início no primeiro semestre do presente ano. Encontramos, também em Reflexões, uma matéria de tema livre, escrita pelo aluno egresso do Curso de Administração, Júnior Arruda. Nas seções Momento literário e Cantinho da Arte, respectivamente, poesias, pensamentos e

gravuras são apresentadas por Carla Hagemann e Lia Andrade, para nos acalentar a alma, sendo, também elas, alunas egressas do Curso de Administração. Em Aconteceu no IPOG, o leitor encontrará matérias sobre os dois mais importantes eventos de cunho científico que envolvem, semestralmente, toda a comunidade: a Semana de Integração e a Semana Acadêmica, bem como matérias escritas pelos alunos do Curso de Extensão sobre alguns dos temas refletidos e debatidos, pela oralidade e pela escrita, em sala de aula. Vale ressaltar que aqui também o aluno Júnior Arruda se faz presente com sua sempre rica e sensível participação, já que a Extensão no IPOG é aberta, igualmente, à comunidade extramuros, o


4 que nos dá a oportunidade e o prazer de continuar convivendo com nossos ex-alunos e acompanhar de perto a dimensão e repercussão de sua atuação no mercado de trabalho. Finalmente, na seção Aniver-

sariantes do Semestre será possível recordar a data de aniversário daqueles diretamente ligados à graduação do IPOG, sendo eles alunos, professores e colaboradores, tanto do Curso de Administração como

de Engenharia, com os mais sinceros votos de FELICIDADES e GRANDES REALIZAÇÕES de toda a equipe. Boa leitura!

Expediente A Voz da Graduação é um informativo produzido pelos alunos do Curso de Extensão IPOG “Língua Portuguesa: do coloquial ao organizacional”. Professora Responsável: Dra. Eunice Toledo Diretoria de Graduação: Carlo Guizelini Coordenação Pedagógica: Dra. Silvana Arrais Jornalista Responsável: Maraísa Lima Diagramação: Francinne Menezes Fotos: Divulgação


A VOZ DO MESTRE

5

O amor da vida pessoal e profissional Profª Drª. Silvana Arrais

Falar de amor nos remete à necessidade primordial da vida. O amor nos enobrece e facilita a caminhada. É fio condutor que permite estabelecer trajetórias coerentes e sólidas. É, como dizia Luís de Camões, “...fogo que arde sem se ver....”, e é desse fogo que precisamos para fazer a vida pessoal e profissional ter sentido. O fogo que arde para estabelecer ações que aquecem a alma e nos tornam seres mais completos e repletos de luz e paz, porque o amor também acalenta.... No amor se compartilha, se compadece, simplesmente porque se amo respeito, cuido, entendo, mesmo que não concorde. Sem amor tudo é em vão, tudo se perde no espaço, enquanto que com amor tudo é valoroso, vigoroso e produz frutos mil. O amor precisa ser verdadeiro, de alma, na gratuidade do servir. Servir para que o outro cresça e se fortaleça..., e aí fica a felicidade de poder vê-lo amado e feliz. Se na vida pessoal amo, o outro cresce, desenvolve e cria asas para voar novos rumos e conquistar novos espaços. Se na vida profissional amo, permito ao outro criar o seu próprio caminho, com mais confiança... e o que era um ser tornou-se mais que um na multiplicação de novos profissionais, que poderão fazer das organizações lugares mais saudáveis e frutíferos, porque é fruto do amor. Por isso, alguns fazem muito e se multiplicam. Com amor podemos contribuir para a evolução pessoal e profissional!!!!!!


A VOZ DO MESTRE

6

Mestre... aquele que inspira e é inspirado! Prof. Dr. Ademir Schmidt - Professor e pesquisador universitário

neste modo de ser e agir, um exemplo a ser seguido. Esse efeito vai além dos resultados esperados e podem ser obtidos ao final do semestre letivo ou de uma prova específica, mas perduram para a vida toda e transformam pessoas. Mestre é aquele que ensina, aprende e se reconstrói juntamente com os seus alunos. Diversos são os papéis exercidos pelo Mestre, alguns de forma mais direta, outros indiretamente. Refletindo sobre esses diferentes papéis, talvez gerando estranheza para muitos, percebo que o mais importante deles se apresenta ou se desvela apenas indiretamente. O Mestre que pensa em curto prazo tem seu foco no ato de ensinar a seus alunos um conteúdo específico, compreendido em um determinado período e semestre durante a formação acadêmica. Ver esse resultado atingido pode até gerar satisfação profissional, uma sensação de dever cumprido. Por outro lado, o Mestre que não atua com esse foco imediatista, não raro, percebe que seus alunos de alguma forma se transformaram em seus “discípulos”, não por reproduzirem ou replicarem seus ensinamentos, mas porque se inspiraram em ações indiretas e encontraram

O verdadeiro Mestre é aquele que inspira seus alunos para além dos conteúdos ministrados em sala de aula, formando-os para a vida. E nesse sentido, o ato de inspirar é recíproco, já que o discípulo inspirado acaba por retribuir ao Mestre com igual inspiração, energia vital para que o processo seja contínuo... Esse é um círculo virtuoso capaz de proporcionar as reais mudanças que tanto precisamos ver no mundo contemporâneo. Precisamos, mais do que nunca, de Mestres dispostos a investir com amor e paixão o seu tempo e esforços em inspirar vidas; que acreditam que a mudança e a transformação são sempre possíveis. Para fazer sentido,

a vida do ser humano precisa de significado, e este pode ser encontrado ou desvelado quando se inspira alguém a se transformar naquilo para o qual tem potencial, embora ainda não o saiba. Está aí, portanto, o maior e o mais importante papel do Mestre : proporcionar aos seus alunos a inspiração, a reflexão e a transformação necessárias para desenvolver os seus verdadeiros potenciais.


A VOZ DO MESTRE

7

A questão insustentável da sustentabilidade Prof. Ms. Leandro Somma Silva

Tenho observado o desenrolar de uma discussão antiga acerca de desenvolvimento sustentável. Apesar de parecer um tema recente, o que não é, o assunto aparentemente não foi plenamente entendido e o pior, foi desgastado antes mesmo que as proposições de solução e convivência pacífica entre homens e meio ambiente fossem plenamente possíveis. É um assunto que não gera audiência, não rende votos em urnas, não figura como pauta de reunião e discussão na maioria das empresas, não gera status em conversas de botequim, mas afeta seriamente a vida de todos os atores envolvidos no processo. Muito já se escreveu sobre o assunto, mas muito pouco também se fez em busca de uma solução para os diversos problemas gerados pela relação “antrópica” – aquela desenvolvida entre o homem e o meio ambiente.

que a regulamentação, a fiscalização e a punição caminham a passos lentos, enquanto a devastação e a poluição avançam a passos largos, num ritmo frenético, quase que ininterrupto. Neste contexto, torna-se difícil responder algumas perguntas inevitáveis: até quando o planeta aguenta? O que é preciso acontecer para que haja um verdadeiro movimento coletivo em prol do meu, do seu, do nosso espaço, ecologicamente equilibrado, que poderia ser chamado de relação sustentável?

Ao avaliar o sistema de produção de grande parte dos produtos, podemos perceber uma infindável coleção de ações que culminam em resultados insustentáveis. Por mais que se tenham boas práticas de produção ou manipulação, esbarramos na ingerência dos processos “fim de linha”, ou seja, ao invés de se adotar práticas limpas de fabricação, investe-se tempo e recursos para tentar dar fim aos resíduos gerados durante essas atividades. Desse modo, resta-nos discutir a inviabilidade desse pensamento, uma vez que são considerados como medidas paliativas insustentáveis e pouco eficientes para resolver os inúmeros problemas ambientais a que estamos submetidos, Em alguns setores da econo- em função da ótica pervertida mia, a impressão que se tem é de lucro a qualquer custo.

Afim de não se criar uma imagem generalizada, preciso ressaltar que um número crescente de empresas sustentáveis tem feito a tarefa de casa. Desde a seleta entrada de insumos, passando pelo desenho de processos industriais adequados e com uma preocupação muito grande no aproveitamento de seus resíduos industriais, tem mostrado ao mundo corporativo que é possível conciliar o lucro com uma atuação sustentável. Mas assombra-me o fato de que, por mais que elas tenham se esforçado para criar uma cultura organizacional corporativa de proteção e boas práticas ambientais, nossos aterros sanitários, considerados como o fim inevitável de todo resíduo, não estão preparados conforme prescrevem as normas brasileiras, planos municipais de gerenciamento e manejo de resíduos, para tratar e destinar de modo correto todo o resíduo que chega para disposição final. Há de se ressaltar que não é por falta de documentação ou regulamentação que tal fato ocorre. Há um descaso por parte de quem orienta a regulação do processo em resolver efetivamente o grande problema que impede que o ciclo da sustentabilidade se feche: o reaproveitamento do material considerado inservível pelo consumidor ou gerador. Mate-


A VOZ DO MESTRE

8 rial este que possui inúmeras aplicações já comprovadas e que poderiam gerar renda para cooperativas e organizações. A receita é muito simples e pode seguir vários direcionamentos, dependendo simplesmente da vontade de fazer: 1. Se não podemos ou consideramos muito complexo e demorado reeducar as pessoas para um consumo consciente, faz-se necessário que as empresas alterem a composição física ou química de tudo o que for possível em suas linhas de produção. Desse modo, os resíduos e embalagens deixariam de se tornar problema, uma vez que seriam absorvidos pelo meio ambiente de forma mais rápida. 2. Profissionalizar a gestão de aterros sanitários, de modo que haja separação e consequentemente, aproveitamento do máximo possível dos resíduos. Somente o material considerado realmente inservível seria depositado de modo correto para guarda permanente. Essa medida aumentaria em muito a vida útil dos aterros. 3. Ao invés de aplicarmos somente o conceito de poluidor-pagador (processo pelo qual o gerador de resíduos paga uma taxa pelo processo de poluição), primeiro seria criado um programa de isenção fiscal gradativa, redução de impostos ou renúncia fiscal por parte do governo em prol das empresas que desenvolvessem programas de gestão ambiental ao longo de toda a sua cadeia de produção (e não apenas

controle de fim de linha), comprovando por meio de práticas documentadas que a sustentabilidade foi aplicada. Caso não houvesse adesão, aí sim seria aplicado na íntegra o conceito de “quem polui, paga”. A renda obtida com a aplicação das punições seria revertida para financiar/apoiar programas de ação ambiental coletiva. Quando falamos sobre sustentabilidade, diversos conceitos nos vem à mente. Um deles, talvez o mais aceito, versa sobre “a capacidade de atendermos aos nossos anseios presentes sem comprometer as capacidades de as futuras gerações satisfazerem suas próprias necessidades”. A partir desse conceito, como podemos dizer que estamos dentro de processos produtivos sustentáveis se não conseguimos sequer colocar em prática o conceito de logística reversa, em que o produtor se responsabiliza em recolher as embalagens de seus produtos? O caminho é longo, tortuoso mas nunca impossível. Temos vários exemplos ao redor do mundo de iniciativas muito bem sucedidas e a Alemanha talvez a mais bem sucedida de todas. A fábula do pai que cobra mas antes dá o exemplo pode ser aplicada naquele país. O estado alemão cumpre a sua par-

te, portanto tem moral para cobrar e submeter população e empresas a um rigoroso sistema de gestão ambiental, que garante mais qualidade de vida às cidades e ainda mostra o verdadeiro conceito de sustentabilidade. Sinceramente, não sei se pela vasta extensão territorial do Brasil (o que pode dar a falsa sensação de que tudo podemos porque temos espaço) ou se pela cultura de se “levar vantagem acima de tudo”, o certo é que me parece que o senso de premência brasileiro para a questão ambiental ainda está em letargia. Será que as pessoas ainda acham que temos tempo? Ou que vai surgir alguma tecnologia inovadora que revolucionará a conversão de lixo em solução instantânea? A verdade é uma só: sofreremos os impactos da segunda lei de Newton “para toda ação uma reação, em igualdade de força só que em sentido contrário”. Minha opinião? Acredito que a reação da natureza será devastadora, com uma força incrivelmente mais forte do que toda ação de desrespeito exercida pelo homem. Aqueles que sobreviverem com certeza se engajarão em torno da questão ambiental não mais como mera obrigação, mas como condição de existência. Pense nisso!


REFLEXÕES

9

É preciso “Ser” ou “Ces”, para ser feliz? Por Aline Roberta Marques Teixeira - Psicopedagoga responsável pelo NAP/ IPOG

“Cada um de nós compõe a sua história Cada ser em si Carrega o dom de ser capaz E ser feliz” Trecho da música Tocando em frente/ Almir Sater

Num contexto em que a busca pela felicidade vem sendo associada à perfeição estética e à exibição dos “Ces” (corpo, cabelo, casa, carro, celular, companhias), as quais dominam os meios de comunicação, quase sempre acompanhadas de uma receita mágica para alcançá-las, parece natural que se tornem, também, objeto de desejo para grande parte da sociedade. Porém, para se alcançar a tão sonhada felicidade, faz-se necessário compreender qual o real sentido de “batalhar” por algo em que o prazer de demonstrar e ostentar o que se tem supera o prazer de “Ser” alguém reconhecido pelas suas virtudes morais. Quando observamos o cenário externo parece não haver saída, como se uma “força” inexplicável nos conduzisse e determinasse o que devemos comer, quanto devemos pesar, quanto precisamos ganhar e que o céu deve ser o limite para o cartão de crédito, visto que somos

induzidos a pensar que não dá para viver sem os diversos objetos e produtos que nos são incansavelmente oferecidos. Estamos expostos a um bombardeio de propagandas que nos perseguem por todos os lados, salta aos olhos enquanto fazemos qualquer atividade que utilize internet, e vão sendo naturalmente incorporados por grande parte das pessoas. De acordo com estudos mais recentes, baseados nas teorias comportamentais, não se pode desconsiderar a importância do contexto social para o surgimento de determinado comportamento, além do fato de que muitas aprendizagens importantes ocorrem de forma indireta, o que é chamado de aprendizagem observacional, em que os indivíduos aprendem a imitar determinado comportamento ou modelam-se de alguma forma de acordo com os outros. Sendo assim, não dá para pensar em mudança de comportamento se não houver um meio favorável para que a mudança permaneça, uma vez que somos seres sociais e como tal precisamos considerar os modelos de comportamento que nos são oferecidos

e os valores que sutilmente ou escancaradamente estão sendo incentivados e cultivados. As expectativas para o futuro parecem desanimadoras se o foco ficar no coletivo e desconsiderarmos um fator importantíssimo, o poder de escolha de cada indivíduo. Cada um de nós tem o direito de escolher suas prioridades na vida, aquilo que quer deixar como legado e a partir daí deixar de ser vítima das circunstâncias e passar a ser autor de sua própria história, entendendo que somos livres para escolher, porém escravos das consequências, como bem disse Pablo Neruda. Identificar e potencializar os recursos que favoreçam o florescer do potencial humano e lhe tragam bem-estar e qualidade de vida tem motivado muitas pessoas a buscarem ajuda profissional. A psicologia neste cenário dedica atenção especial ao estudo dos recursos necessários para que o indivíduo consiga atingir e desenvolver todas as suas potencialidades e, principalmente, alcançar a felicidade a partir de escolhas bem feitas que garantam satisfação e orgulho a curto, médio e longo prazo.


REFLEXÕES

10

Engenharia: Crises x Oportunidades Por Lucas Aragão e Kamilla Silva

Há muitos anos temos ouvido dizer que o Brasil necessita gradativamente de mais profissionais de Engenharia, seja ela Civil, Mecatrônica, Aeronáutica, entre outras. Com a abertura de novas instituições de ensino e com o incentivo financeiro do Ministério da Educação - MEC ao ensino superior, o mercado ganhou um número significativo de novos profissionais. O desenvolvimento brasileiro, desacelerado em comparação aos últimos 10 anos, em que muitos afirmam ter acontecido o “boom da engenharia”, prevê a perda de milhares de empregos na área da engenharia civil, podendo desmotivar novos ingressantes nos cursos oferecidos por diferentes instituições em todo o país. No entanto, o Instituto de Pesquisa Aplicada - IPEA - gerou um relatório sobre estes desafios em um estudo publicado no boletim RADAR 12, que faz uma análise sobre a mão de obra e formação de pessoal nas áreas técnicas e científicas. O estudo do IPEA indica que o Brasil não será capaz de atender à demanda do mercado até 2020 se o crescimento do país conseguir atingir 4,5% anuais. Outro dado que o estudo apon-

ta é o desvio ocupacional desses profissionais, já que apenas 38,9% dos formados em 2009 se encontram em cargos próprios da área. Se o crescimento da economia do país for superior aos 4,5% anuais, podemos ter grandes dificuldades nas áreas de petróleo, gás e mineração. Dessa forma, surgem oportunidades de formação para os que estão no começo da jornada. Soluções que podem ser alcançadas em médio e curto prazo seriam: evitar o desvio ocupacional, aumentando os salários; segurar profissionais que se encontram perto da aposentadoria; e investir em capacitação e treinamentos. A longo prazo, o que se espera são investimentos em educação básica de qualidade e ampliação de oferta no sistema de educação superior. Uma medida anunciada recentemente pelo MEC, dando prioridade a cursos como engenharia, medicina e formação de professores, vem salientar a necessidade do país na forma-

ção, que na realidade, precisa ser competente, para que a engenharia tenha cada vez mais seu lugar de destaque tanto no cenário nacional quanto internacional. Mas e a crise? Ao contrário do previsto, a crise econômica que vivemos, provavelmente, não terminará em 2015, mas se arrastará por anos. Com câmbio oscilante, juros altos e inflação subindo, necessita-se de equilíbrio econômico, uma vez que a insegurança na economia afeta gravemente vários setores da Engenharia, em especial, a Civil. O Brasil vive um cenário diferente quando do término do regime militar, em que houve uma explosão de obras e novas construtoras, período esse em que havia poucas opções de empresas na área da Engenharia Civil, a qual até hoje é responsável pelo desenvolvimento do país, pois ainda há muito o que se fazer em termos de infraestrutura e habitação.


REFLEXÕES

11

Fantástico Por Douglas dos Santos e Patrícia Costa convite ao entendimento de como o mundo se comporta à ótica da engenharia. Percebemos uma vontade, por parte do IPOG, em nos lançar no mercado com o mais completo gabarito, consciência e determinação para desempenhar nossa função de engenheiros de maneira ética e responsável em nosso meio É assim que temos visto o Cur- social, econômico e cultural. so de Engenharia Civil, que teve início no primeiro semestre de Não estamos apenas cursando 2015, no IPOG, e o efeito que engenharia, estamos inseridos tem nos proporcionado no dia num projeto de expansão da a dia: um universo que se abre IES, que é tão desafiante para após esta inicialização com no- nós quanto para o IPOG; e poder vos amigos, um novo ambiente; celebrar a vitória daqui a ciné mais que um desafio; é uma co anos nos trará uma alegria opção de vida, pois a engenha- imensurável. Fazer parte desta ria vai além da academia e a primeira turma nos traz muita busca pelo conhecimento não responsabilidade e também um cessará. prazer indescritível!

grande, não só da Instituição, como também da sociedade que espera uma formação diferenciada destes profissionais que daqui do IPOG sairão. É visível a preocupação e empenho da Direção, Coordenação e Professores do curso em nos preparar tecnicamente para as inovações do mercado, como, por exemplo: quando é que se vê num curso de engenharia a Instituição fazer um treinamento sobre Plataforma BIM e já no primeiro período colocar uma turma inteira aprendendo programação em C++? Enfim, acreditamos que teremos condições e grandes chances de competir no mercado de trabalho com uma formação de qualidade.

Fazer parte desta primeira turma de Engenharia do IPOG é realmente FANTÁSTICO! Para Os conceitos a nós apresenta- Por outro lado, também nos é nós, representa um verdadeiro dos até o momento trazem um cobrado uma seriedade muito projeto de vida.


REFLEXÕES

12

Deus Jano para microempresários Por Júnior Arruda dos Santos

Diz-se que o deus romano Jano tem duas faces, uma olhando para a frente e outra para trás. Por isso, ele é saudado como a divindade da mudança e, simultaneamente, a divindade da tradição. No local onde ele é regente, região da Itália Central, é tido como o ser divino que trouxe a moeda. Não por acaso, seu nome está intimamente associado às trocas. Com todos esses atributos, ele bem que poderia se tornar o patrono das microempresas brasileiras. Explica-se. As altas taxas de crescimento das microempresas (ME) tornam-nas as grandes responsáveis pelo aumento dos postos de trabalho em todo os país, bem como uma das maiores beneficiárias dos incentivos governamentais. Este é o rosto progressista de Jano, que olha para a frente. Infelizmente, a face antagônica não demora a aparecer. Está no fato de que a taxa de mortalidade das ME, já no primeiro ano, chega a 27%. Após cinco anos, apenas 5% sobrevivem.

Temos mais a aprender com a biografia desse potencial padrinho das ME. Com seu olhar voltado tanto para o passado quanto para o futuro, Jano é, também, o deus das decisões e escolhas. Perfeito! Diferente de alguns personagens mitológicos, as microempresas não estão destinadas a um fim trágico. Algumas causas do fracasso estão bem documentadas, são bem conhecidas. Neste pequeno texto, nos limitaremos a apontar alguns motivos da ruína empresarial no campo das finanças, calcanhar de Aquiles (outro bom personagem da mitologia) de qualquer negócio, principalmente das pequenas empresas, cabendo aos gestores decidirem evitá-los e escolherem a melhor estratégia para o sucesso do empreendimento.

Seguindo o roteiro do consultor Sidney Shiroma, diretor da Fagus Consultoria, citaremos os dez principais erros financeiros cometidos pelos microempresários: não fazer uso da poderosa ferramenta chamada plano de negócios; misturar as finanças empresariais e pessoais; não contratar as pessoas adequadas para o negócio; não estabelecer metas e prazos para as pessoas; decidir sem informações precisas, principalmente informações financeiras; pagar despesas operacionais com empréstimos, sem plano de recuperação; não tomar decisões no momento em que isso se fizer necessário, novamente, principalmente na área financeira; perder o comando, a comunicação e o respeito das pessoas; cair vítima da dependência de funcionários, fornecedores ou clientes; e acreditar que se é onisciente e onipotente, ou seja, que se sabe tudo e que não se precisa da ajuda de ninguém. Diz-se, também, que Jano tem poder sobre todos os começos. Assim, se estes poucos erros, aqui apontados, forem evitados, pode significar o início de um negócio próspero a todos aqueles que, embora atentos a sua história, não se esqueçam que é no futuro que está nossa morada.


13

MOMENTO LITERÁRIO Por Carla Hagemann

A Deus! ...e quando Te sinto saudade meu mundo não tem nome, mas infinitos; Cores e sons que são de longe Se desenham em nuvens, em figuras de bruxas narigudas E, tão logo penso... São ursinhos de algodão, Branquinhos como o delicado lufa-lufa de um talco pompom. Um pássaro me conta histórias do horizonte e coleciono aquarelas do céu; Tenho um arco-íris num baú encantado onde guardo, como tesouros, sorrisos abençoados. Meu mundo se ilumina por uma lanterna de vaga-lumes; Se ama os bichos como se ama os anjos ... e por Te sentir saudade Te rascunho em coloridos cadernos como as memórias de um coração que Na ilusão de um beijo, semeou nos canteiros da alma uma infinita oração que faz sentir Teu eterno amor segurando minha mão.

Silenciosas manhãs Há manhãs que me demoro nos azuis Me demoro no aroma do café com erva-doce No chamego do cão filho, amigo e tantas vezes pão Sento-me em frente ao jardim à contemplar a suave dança dos pardais colhendo na grama pedacinhos de lar O bem-te-vi nunca deixa de vir Já escuto, sem cantar, até nos sonhos que teço ao luar Há manhãs que demoro esperando o beija-flor Mas seu frenético voar é tão doce que não se pode fotografar É como beijo...que somente se pode guardar nas memórias do coração Há manhãs que me esqueço dos atrasos São carinhos que me faço Deixando a alma passarinhar...


14

MOMENTO LITERÁRIO Por Lia Andrade

Basta um incentivo Incentivar um sorriso a quem não aguenta mais chorar Incentivar a alegria a quem só sabe sofrer Incentivar a sabedoria a quem não se considera tão capaz Incentivar a amizade a quem só consegue viver sozinho Incentivar a humildade a quem só conhece o orgulho ou arrogância... isto é humanizar!

Não importa! Não importa quantas luas terei que esperar e ouvir borboletas toda vez que vir teu sorriso. Não importa quantas vezes ficarei exausta por te esperar, estou livre para você. Não importa a distância que terei de percorrer e se a estrada é imensa assim como o mar. Não importa quantas horas terei que esperar até amanhã para ouvir tua voz outra vez. Não importa o quanto ou quantas vezes a loucura do mundo vai me deixar maluca. Nada disso importa... se cedo ou tarde você estará livre para compartilhar seus sonhos comigo.


15

CANTINHO DA ARTE Por Lia Andrade


ACONTECEU NO IPOG

16

Diversidade em prol da aprendizagem é tema da Semana de Integração Palestras e debates ao longo da programação aprofundaram o tema a partir de exemplos cotidianos da sala de aula

Por Levernier Lamounier

A Semana de Integração do Curso de Administração apresentou, neste semestre, o título Diversidade em prol da aprendizagem e trouxe à discussão e debate o impacto que essa diversidade traz para as instituições e os desafios que essa riqueza impõe à admi-

nistração. Nas cerimônias de abertura, além de uma breve referência ao tema, os professores Ademir, Marcos Pintaud e Silvana Arraes recepcionaram os novos alunos comentando a importância que o ENAD tem para o IPOG e os discentes, e os benefícios que as atividades complementares proporcionam aos alunos. O tema

foi abordado de forma mais aprofundada nas palestras e debates que ocorreram ao longo da programação. A psicóloga Aline palestrou sobre Competências e Habilidades no sucesso da aprendizagem; os professores Bruno Miranda e Emerson Tokarski discorreram sobre o Coaching como ferramenta de liderança. No 3º dia, houve o debate Disfunções em sala de aula e o impacto na aprendizagem do qual participaram os professores Aline, Cyn-

dia, Carlos de Macedo, Leandro Somma, Walter e Will Goya. Foi um momento rico em função da interação entre os debatedores e os alunos presentes que abordaram o tema com muitos exemplos que ocorrem no dia a dia nas salas de aula.


ACONTECEU NO IPOG

17

XI Semana Acadêmica traz estudos e debates sobre sustentabilidade Por Antônio Carlos Miranda

A proposta do evento é preparar os alunos da Graduação em Administração para organizar e conduzir eventos corporativos O mês de maio de 2015 foi o grande palco da XI Semana Acadêmica do IPOG, evento este que contou com a participação de vários convidados, alunos e docentes, e que teve como tema de estudos e debates a Sustentabilidade.

e insere o aluno na vivência de situações antes só vistas nas literaturas. A forma de didática adotada pelo IPOG maximiza as práticas educacionais e coloca o aluno diante de situações e experiências contagiantes. Já dizia o escritor inglês Thomas Fuller: “O conhecimento dirige

O evento ocorreu sob a supervisão da Professora Silvana Arrais que coordenou de forma majestosa os alunos do 1º período do curso de graduação em Administração. Cada aluno desempenhou um papel antes nunca vivido, o que acrescentou substancialmente um conhecimento diferenciado em sua formação na carreira de administradores. Além da grande soma de conhecimento discutido nas palestras sobre o tema sustentabilidade, o evento teve a iniciativa de inserir cada aluno no projeto de entendimento sobre a disciplina eventos corporativos, o que gerou uma enorme aceitação por parte de todos. Esta ideia de mesclar conhecimento teórico com o conhecimento prático é brilhante,

a prática; no entanto, a prática aumenta o conhecimento”. Norteados também pelo conhecimento, os alunos do terceiro e sétimo períodos tiveram participação na composição do enredo, trazendo nomes de experiência sobre o tema sustentabilidade. Puderam partilhar,

eles próprios, do aprendizado de seus anos acadêmicos sobre o tema sustentabilidade; um show só! Além da transferência de conhecimento, trouxeram uma motivação aos alunos que estão iniciando sua carreira acadêmica, e que sempre estão passíveis de desmotivações, pois trazem consigo a dureza de vidas com jornadas duplas, triplas, dentre outras situações de instabilidade emocional... A interação promovida pela semana acadêmica é um projeto que deve se estender por anos e anos, pois é uma iniciativa positiva e bem sucedida da aplicação de novas formas de ensino, o que eleva, a cada ano, mais o nível deste evento que ganhou forma e força de um adolescente de 11 edições, que está deixando sua infância e quer mais e mais conhecimento – para trazer sempre assuntos relevantes e atuais; mais estrutura - para se desenvolver e crescer ; mais atenção – para demonstrar sempre sua capacidade de evoluir; mais rebeldia – para não temer a quebra de dogmas; e mais compreensão – para entender o mundo onde se vive. Estas são coisas que qualquer adolescente quer, e não é diferente com nossa Semana Acadêmica.


ACONTECEU NO IPOG

18

GALERIA DE FOTOS XI Semana Acadêmica

Egressos na Semana Acadêmica

Egressos também na Semana Acadêmica

Equipe Organização Semana Acadêmica

Equipe Quinto Período

Equipe Terceiro Período - Semana Acadêmica

Outra equipe - Semana Acadêmica - Quinto Período

Palestrante - Semana Acadêmica

Período 3º - Semana Acadêmica

Quinto Período - Semana Acadêmica

Semana Acadêmica


19

Semana Acadêmica

Semana Acadêmica

Semana Acadêmica

Sétimo Período - Semana Acadêmica

Terceiro Período - Semana Acadêmica


CURSO DE EXTENSÃO

20

Sabedoria: uso prudente do conhecimento adquirido Por Júnior Arruda dos Santos

nossos pensamentos e transcrevê-los de uma forma clara. Competências que muito beneficiam qualquer profissional ou cidadão. O pano de fundo dessas conversações teve como base a definição de sabedoria por parte de alguns nomes históricos. Tentaremos, aqui, registrar alÉ incrível como podemos abor- gumas dessas conclusões (sim, dar (quase) qualquer tema fa- proveitosamente, sempre há alzendo uso de uma diversidade guns acordos e conclusões). A sabedoria é o uso prudente do enorme de palavras. O que significa dizer, às vezes, abordá-los de diversos ângulos. Principalmente, quando nos referimos a temas tão amplos como, por exemplo, a Verdade. O que é a verdade? Ela tem, ou deve ter, a mesma natureza em arte, religião, ciência ou filosofia? Séculos e séculos não foram suficientes para se chegar a um acordo. Imaginem, então, a multiplicidade de argumentos no Curso de Extensão em Língua Portuguesa (CELP) quando o tema Sabedoria foi proposto. Duas eternidades não seriam suficientes para se resolver as diferenças. Impossível descrever a efervescência da discussão. Momento em que convidamos todos a fazerem parte desse curso que tanto nos ensina a organizar os

conhecimento que adquirimos. Conhecimento que vem de diversas fontes: livros, mestres e, principalmente, de nossa própria experiência de vida. Em tudo isso, sentimo-nos amparados pelo pensamento da poetisa Cora Coralina, entre outros. A bondade e a felicidade são alguns dos bons frutos da sa-

bedoria, concluiu-se. Não apenas a nossa felicidade pessoal, mas a felicidade de todas as pessoas que nos cercam. A sabedoria torna-nos melhores, mais bondosos, mais simpáticos. E pode ser continuamente ampliada e aprofundada através da reflexão. Atividade hoje incomum, devido à avalanche de informações (muitas supérfluas) que nos chegam a todo momento. E se a definição de sabedoria da jornalista Norman Cousins estiver correta, nos encontramos em uma desvantagem terrível, pois perdemos, em grande parte, nossa capacidade de “antecipar consequências”. Ou seja, nos pomos a fazer as coisas sem “saber o que é preciso fazer antes e o que fazer depois” (Tolstoi). Em geral, estamos mergulhados na vida assim, sem roteiro, sem planejamento. E no corre-corre cotidiano, esquecemos que, se a ciência é conhecimento organizado, sabedoria é vida organizada (Kant). Para concluir, citaremos Confúcio: “Há três métodos para ganhar sabedoria: primeiro, por reflexão, que é o mais nobre; segundo, por imitação, que é o mais fácil; e terceiro, por experiência, que é o mais amargo”.


21

CURSO DE EXTENSÃO Por Antônio Carlos Miranda

Ter sabedoria: será mesmo necessário? Ter sabedoria será mesmo necessário? Ter pra que, se só fazemos o contrário! Certo, errado, sábio ou otário, O saber nos isola e nos faz um solitário, Neste mundo ignorante, ser sábio, nesta eu não caio, Por isso esta rima pobre, pra mostrar meu comentário, Desculpe-me professora, não me tenhas por precário, Mas hoje o que eu quero é amor e não ser sábio.

Sabedoria

Já chega Já chega de saber o que dizer e o que pensar De conhecer os caminhos e a estrada mais correta De respostas adequadas e precisas Já chega! Já chega de sutileza e calmaria De juízo e bom senso De respostas para tudo Já chega! Já chega de ser são e de frases perfeitas De comportamentos coerentes e trajes impecáveis Já chega! Basta sabedoria, já me roubastes muito. Pois se sábio fosse, Sábio não seria.

Não existe liberdade na razão Ao desenvolvermos a razão, deixamos nossa liberdade para trás. Aprisionados em conceitos e ideias que nos fazem humanos, escolhemos a ideia de liberdade ilusória, e assim, acreditamos que somos livres. Queria eu ser folha, ser pássaro, ser vento, para saber algum dia, se esta liberdade me caberia.

Amor

Quem nos ensinou a amar de formas tão variadas e bastaria?!!

distintas, se para se sentir vivo apenas uma

Seria para nos complicar ou nos ensinar, quem esta resposta teria? Talvez seja o amor a grande ligação que temos com o criador, pois é o primeiro sentimento que temos ao vermos este mundo. Não aprendemos o amor, nos esquecemos dele!! O amor é inexplicável em sua essência, ele acontece, nasce das mais inusitadas situações e, muitas vezes, é confundido e até mesmo influenciado por outros sentimentos. O amor não escolhe pessoas, não escolhe situações, não escolhe seres ou lugares, o amor é forte, ele nos move, nos tira de um ponto e nos leva a outro. O amor é fugaz e preciso, é preciso, preciso, eu preciso...


22

Aniversáriantes do 1º semeste de 2015 ALUNOS Janeiro:

Daniel Alencar Coelho 08/01 Anelizie Barbosa Soares 09/01 Lucas Bastos Mendes 10/01 Carlene Silva Andrade 11/01 Michelle Thais Alves da Silva 12/01 Robson Lopes de Assis Filho 12/01 Wagner Ricardo Soares de Sã 12/01 Thiago Cavalcante de Oliveira 13/01 Wesley Rocha da Silva 13/01 Ana Flavia de Oliveira Borges 14/01 Nelson Carolino de Oliveira Filho 15/01 Ana Paula Firmino Viana 19/01 Kamilla Souza e Silva 19/01 Juliana Ferreira Amador 21/01 Cristiane Dantas de Oliveira 22/01 Sara Dayanne de Abreu Mendoça 22/01 Gilmar Alves Bernardes 26/01 Rodrigo Rodrigues de Oliveira 31/01

Fevereiro:

Gilberto Magalhães Caes 02/02 Yuri Gabriel de Jesus Belem 02/02 Arlos Machado Souza Costa 07/02 Marcelo Cece 09/02 Daniel Carvalho Cunha 13/02 Regis Rodrigues de Medeiros 14/02 Mauro Bueno de Oliveira Júnior 19/02 Gustavo Santos Lima Costa 20/02 Valdeane Sousa dos Santos 22/02 Sara Boaventura Rabelo Ramos 26/02 Greycielle Alves de Oliveira 29/02

Março:

Ana Lucia Rosa Costa Silva 01/03 Edvane Tavares de Jesus 01/03 Levernier Lamounier Santana 01/03 Guilherme Rodrigues Camargo 03/03 Diorande de Souza Gois Junior 04/03 Smith Anderson Lourenço da Silva 06/03 André Guimarães e Silva 07/03 Felipe Perilo Campos Leal 08/03 Richard Daniel Lopes Lima 08/03


23 Maria Aparecida da Silva Nunes 09/03 Lorran Felipe Ritter Campos 10/03 Pedro Paulo Isaac de Souza 11/03 Anna Carolina Prestes 13/03 Fabrícia Alves Arruda 13/03 Luiz Ricardo Vitoy 14/03 Clarissa Mabille Magalhaes Gomes 16/03 Lorena de Araujo Gimenes 17/03 Brunno Ferreira Santos 18/03 Kleber Vieira Costa 18/03 Luis Gustavo Fe Varella 19/03 Tatiana Nunes da Silva 20/03 Neilor Ferreira Silva 21/03 Veronica Burjack Soares Santos 23/03 Isabela Flavia De Lima Batista 28/03 Leopoldo Santana Xavier de Sousa 30/03

Abril:

Ernesto Nascente Cintra Petrillo 07/04 Carolina Araujo e Silva 12/04 Tiago da Silva Lazaro 12/04 Bárbara Ferro Rodarte 14/04 Isaac Reis Leal 15/04 Benedito Agostinho da Silva Neto 20/04 Diogo Moraes de Lima 21/04 Rafael de Sousa Araújo 21/04 Filipe Vampre Guimarães Lobo 24/04 Guilherme Lima do Egito Moraes 26/04 Natielle Nunes da Silva 26/04 Nurya Nayara Mesquita 26/04 Caio Fernandes dos Santos 27/04 Rodrigo Vieira de Almeida 27/04 Elisangela da Mota Guimaraes 28/04 Rafael Gonçalves de Sousa 30/04

Maio:

Gabriel Alencar Coelho 02/05 João Paulo Souza Rodrigues 05/05 Steffany dos Santos Almeida 07/05 Cintia Pinheiro Higa 09/05 Milene de Aguiar do Prado de Menezes 09/05 Ivonei Ferreira Mompean 12/05 Lorrany Rodrigues Lopes 14/05 Raimundo Ribeiro Mendes 14/05 Frederico da Silva Eichler 16/05 Gustavo Castro Maia de Oliveira 16/05 Natalia Annielly Ribeiro de Sousa 20/05 Rhadames de Freitas Silva 20/05 Wemerson Aparecido Pereira 23/05 Suely Barbosa de Oliveira 25/05


24 Tayna Felix Alves Cardoso 25/05 Richardson Patrick da Silva Garcia 27/05 Débora Dias Duarte 29/05 Karina Sampaio Arruda 30/05

JUNHO:

Alessandra Andrade de Oliveira 03/06 Thalyta Messias Pereira 05/06 Deise dos Santos Marques 06/06 José Leandro Cantarino Ferreira 06/06 Alvim Martins Borges Neto 09/06 Carlos Antonio Jordão Segundo 09/06 Abivan de Castro Melo 10/06 Jessica Silva Miranda 10/06 Laura Rosa da Silva Franco 10/06 Kenia Martins Garcia 11/06 Antonio Carlos Naves De Miranda 12/06 John Weide Vieira Fernandes 12/06 Roberta Cassia Souza Guimaraes 12/06 Fernanda Lopes Vilarinho 15/06 Muriele Queiroz Pereira 15/06 Patricia Dias Lima 20/06 Viviane Sobral Alves Rodrigues Santos 22/06 Thaís Machado Dos Santos 24/06 Marcela Castro Pereira 27/06

JULHO:

Igor Guerra Silva 01/07 Eduardo Toscano da Silva Aguiar 02/07 Marcos Vinicius Firmino de Souza 04/07 Leandro Barbosa Soares Vilar 13/07 Thaynara Machado dos Santos 13/07 Alex Dionizio Chagas 14/07 Camila Carvalho Ramos Silva 14/07 Rosyeid Nunes Godoi 17/07 Lais Danielly da Silva Honorio 21/07 Leonardo Gondim Pereira 21/07 Júlio César de Oliveira Silva 22/07 Juliane Fernandes Santana 24/07 Lourença Silva da Costa 26/07 Arthur Dias Duarte 29/07

PROFESSORES Janeiro:

Eunice Lopes de Souza Toledo 16/01 Ademir Schmidt 24/01 Renato Ribeiro 28/01


25

Fevereiro:

Leonardo Rodrigues De Moraes

Março:

27/02

João Felipe Nascimento Júnior

02/03

Marcos de Freitas Pintaud

07/05

Maio:

Junho:

Hélio Elias Da Silva Will Eduardo De Goya

Julho:

Ricardo De Andrade Kratz Leandro Somma Da Silva

28/06 29/06

10/07 30/07

COLABORADORAS Janeiro:

Rhavena Tocach Padua

Maio:

Suely Martins

16/01

28/05

Profile for IPOG

A voz da graduação sétima edição  

A voz da graduação sétima edição  

Profile for ipog
Advertisement

Recommendations could not be loaded

Recommendations could not be loaded

Recommendations could not be loaded

Recommendations could not be loaded