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O Livro de Apocalipse – Rev. Jocarli A. G. Junior

Estudo Trinta e Dois:

As Sete Taças da Ira de Deus [ Apocalipse 15 e 16 ] Os capítulos 15 e 16 descrevem as sete taças da ira de Deus sobre o mundo. No entanto, o capítulo 15, o menor de Apocalipse, introduz o assunto, enquanto o capítulo 16 descreve detalhadamente, cada um dos sete anjos derramando as sete taças da ira de Deus sobre a terra. O apóstolo João declara: “Vi no céu outro sinal grande e admirável: sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus” (Ap 15.1). Este é o terceiro sinal celeste que João viu. Ele viu o sinal de “uma mulher vestida com o sol, a lua debaixo dos seus pés e na cabeça uma coroa de doze estrelas (12.1)”, ele também viu o sinal de “um grande dragão vermelho que tinha sete cabeças e dez chifres, e sobre as suas cabeças sete diademas (12.3)”. O termo “grande e admirável” expressa à enorme importância deste sinal, já que contêm o derramamento final da ira de Deus sobre os ímpios. À medida que avançamos para o fim, as cenas vão se tornando mais fortes e o juízo de Deus mais claro.

I. A Vingança de Deus 2

Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo, e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus

“Vi como que um mar de vidro, mesclado de fogo...” – O apóstolo João viu algo parecido com um mar de vidro misturado com fogo. O mar não era real, pois em 21.1, ao descrever a Nova Jerusalém, João declarou: “Vi novo céu e nova terra, pois o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe”. O que João viu foi uma plataforma de cristal transparente diante do trono de Deus, cintilante e brilhante como um mar tranquilo iluminado pelo sol (4.6).486 Mas a beleza tranquila do mar foi misturada com o fogo do juízo de Deus, que estava prestes a ser derramado sobre a terra. Aqueles que rejeitam a graça de Deus e sua misericórida experimentarão “... o medo do Julgamento e do fogo violento que destruirá os que são contra Deus” (Hb 10.27). Porque “nosso Deus é um fogo consumidor” (Hebreus 12:29). O fogo é frequentemente associado na Bíblia com o julgamento de Deus (cf. Nm 11.1; 16.35; Dt 9.3; Sl 50.3, 97.3; Is 66.15; 2Ts 1.7-9; 2Pe 3.7. “... e os vencedores da besta, da sua imagem e do número do seu nome, que se achavam em pé no mar de vidro, tendo harpas de Deus” – Os santos na glória são 486

Moisés também teve uma visão de quando ele e os anciãos de Israel “viram o Deus de Israel; e sob seus pés, parecia haver um pavimento de safira, tão claro como o próprio céu” (Êx 24.10).

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aqueles cuja tarefa na terra foi concluída. São àqueles que se recusaram a adorar a besta e a portar o número de seu nome (13.16-18). Numerosos santos perdem suas vidas nessa guerra, não obstante, espiritualmente, granjearam a vitória. Permaneceram fiéis até o fim e receberam a coroa de glória.487 A besta pensou que os venceria matando-os; mas sua morte somente os transportou da terra para o céu. A vitória vinal foi deles.488 As harpas de Deus que eles traziam nas mãos são símbolos da vitória. É maravilhoso notar que, antes dos anjos derramarem os flagelos finais sobre os ímpios, João vê a igreja na glória. Indica que eles estão se regozijando e cantando louvores a Deus.489

II. O Caráter de Deus 3

e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro, dizendo: Grandes e admiráveis são as tuas obras, Senhor Deus, Todo-Poderoso! Justos e verdadeiros são os teus caminhos, ó Rei das nações!

“... e entoavam o cântico de Moisés, servo de Deus, e o cântico do Cordeiro” – A música entoada pelos santos glorificados diante do trono é um hino de louvor a Deus. O comentarista bíblico John Phillips compara e contrasta essas duas músicas: “O cântico de Moisés foi cantado no Mar Vermelho, o cântico do Cordeiro, é cantado no mar de cristal, o cântico de Moisés era uma canção de triunfo sobre o Egito, o cântico do Cordeiro é uma canção de triunfo sobre a Babilônia, a música de Moisés contou como Deus levou o Seu povo para a Canaã, o cântico do Cordeiro conta como Deus leva o seu povo para a Canaã celestial; o cântico de Moisés foi a 490 primeira música nas Escrituras, o cântico do Cordeiro é o último”.

Diante do trono da Glória de Deus, os mártires esquecem-se de si mesmos e exaltam somente o Senhor. A música destes santos remidos exalta o caráter de Deus como imutável, soberano, perfeito, justo e onipotente Criador e Juiz.

487

KISTEMAKER, Simon. Comentário do Novo Testamento, Apocalipse. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004, p. 540. 488 LADD, George. Apocalipse, introdução e comentário. São Paulo: Editora Vida Nova, 1984, p. 151. 489 Ambos os Testamentos fazem referência a harpa e lira (2Cr 29.25; Sl 33.2; 71.22; 92.3; 98.5; 147.7; 149.3; 150.3; Ap 5.8; 14.2; 15.2). Todos os vinte e quatro anciãos que cercavam o trono de Deus têm harpas para entoar os louvores de Deus. 490 Exploring Revelation, rev. ed. [Chicago: Moody, 1987; reprint, Neptune, N.J.: Loizeaux, 1991], 187

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III. O Plano de Deus 5

Depois destas coisas, olhei, e abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do Testemunho, 6 e os sete anjos que tinham os sete flagelos saíram do santuário, vestidos de linho puro e resplandecente e cingidos ao peito com cintas de ouro.

Os sete últimos flagelos estão para começar, e são descritos pelo derramamento de sete taças que estão cheias da ira de Deus. “... e abriu-se no céu o santuário do tabernáculo do Testemunho...” – João vê o santuário aberto (naos, templo em grego), o que lhe dá uma visão do Santo dos Santos. Conforme George Ladd, este versículo mistura duas referências históricas: a tenda do testemunho, no deserto, e o templo que mais tarde foi construido (Êx 38.21; Nm 10.11; 17.7; At 7.44).491 Além disso, o santuário era o lugar da habitação de Deus com o povo (Êx 25.8). Ou seja, os anjos saem do lugar onde ficava a Lei de Deus. Saem para demonstrar como funciona a Lei de Deus. Esses anjos vem da presença de Deus e servem a Deus quando derramam os juízos. “... e os sete anjos que tinham os sete flagelos saíram do santuário, vestidos de linho puro e resplandecente e cingidos ao peito com cintas de ouro” – João diz que as vestes dos anjos são feitas de linho puro e radiante, o que representa santidade, e os cintos de ouro simbolizam dignidade, autoridade e proeminência, porque Deus incumbiu esses sete anjos de uma tarefa especial. Assemelham-se ao “filho de homem” que também apareceu com uma cinta de ouro em torno de seu peito (1.13; cf. Dn 10.5).492 “Então, um dos quatro seres viventes deu aos sete anjos sete taças de ouro, cheias da cólera de Deus, que vive pelos séculos dos séculos” (v. 7) – Os quatro seres viventes estavam perto do trono (4.6). Esta é uma maneira simbólica de dizer que os flagelos foram integralmente autorizados por Deus.493 Taças de ouro foram usadas no serviço do tabernáculo e do templo de Salomão (Êx 25.29; 37.16; 2Cr 4.22). Eram objetos chatos moldados na forma de um prato ou pires para comportar incenso. Agora essas taças estão cheias da ira divina, de cujo furor ninguém consegue escapar (Ap 6.17; 14.10).494 Aqueles que se recusam a beber do cálice da salvação (Sl 116.13) serão afogados nos julgamentos das taças da ira de Deus. Porque Deus vive pelos séculos dos séculos, Ele possui total poder para acabar com o pecado.495 “O santuário se encheu de fumaça procedente da glória de Deus e do seu poder...” – Essa fumaça é símbolo da majestade de Deus (Êx 19.16-18), presente no 491

LADD, George. Apocalipse, introdução e comentário. São Paulo: Editora Vida Nova, 1984, p. 153. KISTEMAKER, Simon. Comentário do Novo Testamento, Apocalipse. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004, p. 546. 493 LADD, George. Apocalipse, introdução e comentário. São Paulo: Editora Vida Nova, 1984, p. 154. 494 KISTEMAKER, Simon. Comentário do Novo Testamento, Apocalipse. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004, p. 547. 495 MacArthur, John: Revelation 12-22. Chicago, Ill. : Moody Press, 2000, S. 133 492

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tabernáculo e no templo (Êxodo 40.34-35; 1Reis 8.10-11, Isaías 6.1-4). Além disso, essa fumaça também simboliza a ira de Deus, ninguém podia entrar no templo, até que os sete flagelos fossem cumpridos pelos sete anjos. Assim, a nuvem da glória permanecerá no templo celestial até que a terra seja completamente removida, limpa e preparada para o Rei. Isto é, não há mais possibilidade de intercessão. Deus, em sua ira, bloqueou suas ternas misericórdias (SI 77.9).496

IV. Os Sete Flagelos Há certas semelhanças entre as pragas trazidas pelas sete taças e as trazidas pelas sete trombetas, e ambas têm semelhança com as pragas do Egito. Enquanto as trombetas advertiram o mundo ímpio, as taças falam da ira consumada de Deus.

O Primeiro Flagelo (v. 1-2) – O primeiro flagelo atinge as pessoas diretamente, com a praga dos tumores (Êx 9.10-11). João diz que as úlceras eram malignas e perniciosas. Essas duas palavras na língua grega são usadas para identificar algo muito ruim (kakos e ponēros). Usadas em conjunto, sublinham que as feridas eram purulentas dolorosas e incuráveis. Mas, é importante destacar que, as pragas não atingem as pessoas em geral, mas só as que se deixaram enganar pela besta. Os seguidores do Anticristo estão sofrendo as conseqüências de terem rejeitado a pregação do evangelho e do aviso do anjo dado em 14.7. O Segundo Flagelo

Na primeira praga do Egito a água do Nilo foi ferida e se transformou em sangue (Êx 7.17-21). Mas desta vez, os efeitos serão muito mais intensos, uma vez que os oceanos cobrem cerca de 70 por cento da superfície da Terra, as conseqüências serão vistas em todo o mundo. Será o inverso do dia em que Deus originalmente deu vida a todas as criaturas do mar (Gn 1.21).497 (v. 3) –

O Terceiro Flagelo (v. 4-7) – As fontes das águas e os rios transformam-se em fontes de sangue. A contaminação dos oceanos do mundo será o pior pesadelo de um ambientalista. Mas a destruição de abastecimento de água doce do mundo será um golpe catastrófico para a humanidade. Não haverá água para beber, nem água limpa para lavar as feridas causadas pelo juízo da primeira taça, sem água para trazer alívio do calor abrasador da quarta taça. A cena será tão horrível que as pessoas se perguntarão como um Deus de compaixão, misericórdia e graça vai enviar um julgamento como esse. E assim há um breve interlúdio no derramamento dos juízos, enquanto um anjo fala em defesa de Deus. O anjo das águas proclama a justiça do Deus que pune o impenitente dessa maneira. Ele é justo em sua retribuição. Sob o altar, as almas dos mortos clamaram por vingança (cf Ap 6.9; 8.3-5). Dessa forma, quando sua vingança é feita, é do altar que se responde: “Certamente, ó Senhor Deus, o Todo-Poderoso, verdadeiros e justos são os teus juízos”.498

496

HENDRIKSEN, Willian. Mais que Vencedores. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2001, p. 217. MacArthur, John: Revelation 12-22. Chicago, Ill. : Moody Press, 2000, S. 140 498 HENDRIKSEN, Willian. Mais que Vencedores. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2001, p. 218. 497

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O Quarto Flagelo (v. 8-9) – Os pecadores que não se arrependeram quando o sol escureceu são agora punidos mediante a intensificação do calor. A luz do sol normalmente fornece calor e conforto a todos os seres vivos, especialmente a raça humana; agora o sol veio a ser um poder destrutivo. Em vez de ser uma bênção, o sol veio a ser uma maldição.499 Apesar de tudo isso, as pessoas atingidas reconhecerão tratar-se de uma ação divina; mas seus corações ficarão endurecidos, que nem a dor os levará ao arrependimento (cf. 9.20-21; 16.11). Ao invés de caírem de joelhos diante de Deus, seus corações permaneceram inflexíveis sem qualquer traço de arrependimento. O Quinto Flagelo (v. 10-11) – Este flagelo atinge diretamente o centro do poder da besta. Na realidade, as últimas três pragas são enviadas diretamente aos seguidores de Satanás.500 Esses seguidores blasfemam contra o Deus do céu (v. 11), são enganados pelo falso profeta (v. 13) e são golpeados pelas forças da natureza e contemplarão o mundo em colapso (v. 18-21). E mesmo assim, não haverá qualquer traço de arrependimento. João observa que e os homens remordiam a língua por causa da dor que sentiam. Mas, inacreditavelmente, os incrédulos ainda se recusam a se arrepender. As duas últimas taças contêm as mais graves de todas, e serão derramadas sobre os endurecidos, impenitentes e implacáveis.501

O Sexto Flagelo

– Este flagelo é semelhante a sexta trombeta, quando quatro anjos foram soltos de além do Eufrates para liderar uma invasão de exércitos praticamente incontáveis de cavalaria demoníaca, que matou terça parte da terra (9.13-19). Os versículos 13 e 14 descrevem a tríade do mal: o dragão, a besta e o falso profeta no seu esforço de seduzir e ajuntar os reis da terra contra o Senhor. (v. 12-16)

“... e se dirigem aos reis do mundo inteiro com o fim de ajuntá-los para a peleja do grande Dia do Deus Todo-Poderoso (v. 14)” – Os espíritos não atingem as pessoas, mas as inspiram para que se aliem ao dragão, à besta e ao falso profeta. “Então, os ajuntaram no lugar que em hebraico se chama Armagedom” – Após o breve interlúdio de encorajamento para os remidos (v. 15), os espíritos demoníacos reunirão as nações em um lugar chamado de Armagedom. O termo Armagedom ocorre somente aqui em toda a Bíblia. Armagedom é uma palavra hebraica que significa “Monte de Megido”.502 Como não há nenhuma montanha específica com esse nome, provavelmente é uma referência a uma região montanhosa ao redor da planície de Megido. Mais de duzentas batalhas foram travadas na região, incluindo a vitória de Baraque e Débora sobre Jabim, o canaanita (Jz 5.19); a vitória de Gideão sobre os midianitas (Jz 7). 499

KISTEMAKER, Simon. Comentário do Novo Testamento, Apocalipse. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004, p. 560. 500 Wilfrid J. Harrington, Revelation, SP 16 (Collegeville, Minn.: Liturgical Press, 1993), p. 165. 501 MacArthur, John: Revelation 12-22. Chicago, Ill. : Moody Press, 2000, S. 145 502 MacArthur, John: Revelation 12-22. Chicago, Ill. : Moody Press, 2000, S. 150

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Seja qual for à origem do termo, está claro que com Armagedom, João quer dizer o lugar da batalha final quando Jesus esmagará todos os inimigos debaixo dos seus pés. Logo, Armagedom é um símbolo, mais do que um lugar. Fala da batalha final, da vitória final, quando Cristo virá em glória e triunfará sobre todos os seus inimigos.

O Sétimo Flagelo

– O sétimo flagelo é um relato antecipado do julgamento de Deus sobre a Babilônia, a sede do poder da besta.503 João diz que a grande cidade, Babilônia, é quebrada em três partes. Isso significa que, no dia do juízo, Deus não se esquecerá dos pecados da Babilônia. Sua cólera contida por tanto tempo agora explodirá. O mundo recebe a taça do furor de sua ira (cf Ap 14.10).504 João fala como se tudo isso já tivesse acontecido, enquanto a cena realmente se refere ao futuro. Ele age assim para testificar ao leitor de sua certeza de que o que ele diz sem dúvida se concretizará.505 O juízo do Altíssimo será tão severo que o apóstolo diz que o “flagelo era sobremodo grande” (forte demais), expressão que só aparece aqui em todo o livro de Apocalipse. O Dia do Juízo é iminente (ver 19.19-21; 20.8, 9). Não obstante, João diz que os homens ainda blasfemam contra Deus por causa da grandeza do flagelo e da dureza do seu coração!506 (v. 17-21)

Conclusão: A ira escatológica e eterna de Deus é inevitável, ninguém pode impedir ou dificultá-la (Is 43.13). Mas há uma maneira de escapar, porque “agora não há condenação para aqueles que estão em Cristo Jesus” (Rm 8.1). Aqueles que pela fé, creêm em Cristo e obedecem aos seus mandamentos escaparão da ira vindoura (1Ts 1.10). Eles não enfrentarão o julgamento, porque seus pecados foram julgados e lavados na cruz do calvário (2Co 5.21; 1Pe 2.24). À luz deste jungamento inevitável, o aviso a todos os pecadores é “Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais o vosso coração” (Hb 4.7).

503

LADD, George. Apocalipse, introdução e comentário. São Paulo: Editora Vida Nova, 1984, p. 160. HENDRIKSEN, Willian. Mais que Vencedores. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2001, p. 222. 505 KISTEMAKER, Simon. Comentário do Novo Testamento, Apocalipse. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2004, p. 573. 506 HENDRIKSEN, Willian. Mais que Vencedores. São Paulo: Editora Cultura Cristã, 2001, p. 222. 504

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