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São Paulo, 28 de Julho de 2013

XVII Domingo do Tempo Comum - Ano C www.ipbcocaia.blogspot.com.br

N° 0047

Lc 11.1-13 Certa vez li um livro com um título parecido com este. Ele contava a história de uma mulher paquistanesa e muçulmana que conheceu a Deus e aprendeu a chamá-lo de Pai. No islamismo, Deus não é Pai, mas Senhor. Isso se dá por eles não crerem em Jesus como o Filho de Deus, pois é por meio de Cristo que somos feitos filhos de Deus e co-herdeiros com Ele (Rm 8.17; Ef 3.6). A mulher experimentou uma transformação muito especial em sua vida, e viu que aquele Deus distante de qual ela ouvia falar, era um Deus tão íntimo que permitia a seus servos chamá-lo de Pai. Na passagem do evangelho de hoje, Jesus Cristo nos ensinou a orar a Deus chamando-o de Pai. Nós pobres pecadores e antes do sacrifício de Cristo inimigos de Deus pelo pecado! (Rm 5.10). Essa humanidade caída, após ser remida por Jesus, passou a ter o direito de chamar Deus de Pai, pois Ele mesmo se revelou a nós como o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Em Jesus tudo se fez claro para seu povo, até mesmo a identidade de nosso Deus. A Oração Dominical, mais conhecida como oração do Pai Nosso, é a única oração que Jesus ensinou ao povo. Ela é o modelo perfeito

I G R E J A P R E S BI T E R I A N A P E N I E L D O PA R Q U E R E S I D E N C I A L C O C A I A

Tema Anual: “Alegrei-me quando me disseram: Vamos à Casa do Senhor! ”

Rua vereador José Gomes de Moraes Neto, 57 - Pq. Res. Cocaia - CEP - 04849-030 - São Paulo - SP

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de oração, pois se inicia com uma sentença que indica intimidade entre o orador e o Ouvinte. Nela reconhecemos a grandeza e a santidade de Deus; nela também pedimos a vinda do Reino de Deus, pelo qual devemos trabalhar; pedimos que Ele direcione nossa vida, que já não é nossa, mas dEle; rogamos a Ele o perdão de nossos pecados, na mesma medida em que também perdoamos e pedimos o sustento, não apenas material, mas também o espiritual, clamando a ele que nos livre de todo o mal. Jesus conta ainda uma ‘breve parábola’, na qual nos ensina que a insistência de um pedinte é motivo para o que está sendo importunado ouvir. Com discernimento e sabedoria interpretemos essa passagem. Não se trata de “mover o braço de Deus”, pedindo coisas que sabemos que não precisamos e Ele não nos dará, mas de nos dedicarmos a pedir coisas realmente importante, como fé, amor e sabedoria, para que possámos servir ao Pai com amor, porque Ele sabe recompensar seus filhos, pois já nos deu o melhor presente de todos! Ore, a cada dia uma “pitada de sal”. William de Almeida Santos

SERVIÇOS SEMANAIS QUARTA.............................................................................................. Culto nos Lares - 20h SÁBADO.......................................................................................... Consultar Agenda/Blog DOMINGO......................................................................................... Escola Bíblica - 16h30 DOMINGO........................................................................................................Culto - 18h30 2°DOMINGO.................................................................................................Ceia do Senhor E

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PAINEL PENIEL

A cada a semana um irmão é convidado a discorrer sobre a vida cristã...

Santiago, o Maior

Segundo Marcos 3:17, Tiago e João são chamados por Jesus como Boanerges, isto é, “Filhos do trovão”. Isto se deu por um fato que caracterizou a índole de ambos: ao chegar Jesus com sua comitiva à terra dos samaritanos, estes lhe interditaram a entrada. João e Tiago viram neste fato uma afronta a Cristo e exprimiram sua indignação com estas palavras: “Queres, Senhor, que mandemos cair fogo do céu sobre esta cidade, para consumi-la?”. Jesus, porém os repreendeu dizendo: “Vós não sabeis de que espírito sois! O Filho do Homem não veio para perder, mas para salvar as almas” (Lucas 9:54). Na narrativa evangélica os irmãos são mostrados como muito próximos de Jesus, presentes em eventos importantes de sua vida, como na Transfiguração (Mt 17:1-9; Mc 9:2-8 e Lc 9:28-36) , na ressurreição da filha de Jairo (Mt 9.18-26) e no Jardim das Oliveiras (Lc 22.39-46 e Jo 18.112). É ainda citado na Palavra como uma das testemunhas da ressurreição, no lago de Tiberíades (Jo 21.1-2). Pouco se sabe dos acontecimentos de sua vida após o Pentecostes, no entanto, Tiago irmão de João é o único apóstolo que tem sua morte registrada na Bíblia (At 12.1-2), tendo sido condenado à morte por decapitação, pelo rei da Judeia, Herodes Agripa I. Que sejamos íntimos do Senhor como foi esse apóstolo querido.

Tiago irmão de João, também conhecido como Tiago filho do Trovão (Boanerges) ou ainda Tiago o Maior, como forma de diferenciá-lo do outro apóstolo com esse nome, o Tiago filho de Alfeu, que é referido como “o menor” (Mc 15.40), talvez por conta de sua estatura ou idade. Também não deve ser confundido com Tiago o Justo, o irmão de Jesus, pastor da igreja da Jerusalém e autor da epístola que leva seu nome. Tiago era irmão de João, o apóstolo e evangelista, filho de Zebedeu e sua mãe era Salomé. De acordo com a narrativa dos evangelhos, estava entre os primeiros discípulos chamados por Jesus (Lc 5.10), ao lado de seu irmão e de seus sócios, os irmãos Simão Pedro e André, ambos pescadores do mar da Galileia, profissão que os irmãos Boanerges aprenderam com o pai, Zebedeu (Mt 4.21). No evangelho de Mateus, conta-se que a mãe de ambos, Tiago e João, Salomé, em seu orgulho materno, pediu a Jesus que seus dois filhos, fossem colocados um à direita e outro à esquerda, no Reino de Deus, porém Jesus lhe objetou: “Vós não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que eu hei de beber?”. Os apóstolos responderam: “Podemos”. “Pois bem, isso é verdade”, concluiu Jesus, “mas dar-vos o primeiro lugar no Reino, isso depende do meu Pai, que está no céu”. Este episódio causou alguma irritação entre os demais apóstolos, pois era uma tentativa óbvia de destacar-se acima do grupo.

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William de Almeida Santos

S u a P r e s e n ç a mu it o n o s a l e g r a . Vo l t e s e mp r e ! “Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar”. - O Evangelho Segundo João 14.2. T

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Motivos de Oração

DEUS NOS CAPACITA

- Igreja de Cristo na Terra. - Bairro no qual estamos e vizinhos. - Equipe pastoral. - Conselho. - Mesa Administrativa. - Igreja Presbiteriana de Interlagos. - Igreja Presbiteriana de Vila Natal. - Missionários. - Cristãos Perseguidos. - Governantes do País. - Orar pelo processo judicial dos mis. no Senegal. - Pela saúde do Fernando, sobrinho da Maria. - Pela vida da Jozyanne, amiga da Tati que está com Lúpus. - Pelas vidas alcançadas na evangelização. - Pela nova fase do projeto Social com as crianças. - Pelo projeto de evangelização dos bolivianos. - Pelas crianças que estiveram na EBF.

Mais um ano indo embora e vimos o Senhor a nos sustentar toda hora. Momentos difíceis se passaram, mas a misericórdia do Senhor sempre manteve nossa fé crescemos em espirito e em verdade alimentados pelo seu amor e fidelidade. Os que nos deixaram e estão perto de DEUS Nas lagrimas nos alegram, pois com a salvação um dia estaremos todos juntos em comunhão. Cada um com sua capacidade dada por Deus, cada um com um talento seu Um não deixa nunca faltar a luz talento que lembra que devemos ser como é Jesus.

Avisos:

- Quarta-feira 31, culto na casa da Anailza às 20h. - 03 de Ago. Retorno das atividades do coral. às 19h. - A Diretoria da UMP deve olhar o mural. - Agosto é o mês das missões, traga sua oferta missionária!

Muitos capacitados a dar aula ensinando o que Deus nos fala ensinando com um grande dom crianças que sempre encanta.

Por que sou dizimista?

Louvor com bateria, guitarra timba ou teclado o que importa é que Deus seja louvado.

“Sou dizimista porque amo a obra de Deus na face da terra”. (Malaquias 3.10)

Deus sua mensagem sempre deixou, Pois irmãos sempre capacitou e nos usou para sua Casa preservar e ali ao Senhor em mais esse ano pudemos cultuar Deus usou cada um com sua capacidade para fazer sua obra de verdade!

Devocional da Semana 2° - 1Jo 4.7-16; Sl 33; Jo 11.19-27. 3° - Ex 33.7-11; 34.5b, 28; Sl 102; Mt 13.3643. 4° - Ex 34.29-35; Sl 98; Mt 13.44-46. 5° - Ex 40.16-21, 34-38; Sl 83; Mt 13.47-53. 6° - Lv 23.1, 4-11, 15-16, 27, 34b-37; Sl 80; Mt 13.54-58. Sáb. - Lv 25.1, 8-17; Sl 66; Mt 14.1-12.

Lucas Alves Do Nascimento

Aprendendo sobre a Bíblia com os Catecismos de Westminster

27 – Em que consistiu a humilhação de Cristo? R: A humilhação de Cristo consistiu em ele nascer, e isso em condição baixa, feito sujeito à lei, em sofrer as misérias desta vida, a ira de Deus e a amaldiçoada morte na cruz, em ser sepultado e permanecer debaixo do poder da morte durante certo tempo. Ref.: Lc 2.7; Fp 2.6-8; II Co 8.9; Gl 4.4; Is 53.3; Mt 27.46; Lc 22.41-44. B

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E.B.D hino n° 012 - Oração inicial - Leitura: Gn 18.20-32 Sl 138 (U) Cl 2.6-15 (1619) Lc 11.1-13 (L)

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Liturgia - o serviço cristão Liturgia de Acolhida - SAUDAÇÃO E AVISOS vide página 3

- Oração por iluminação

- Oração de gratidão. hino n° 138

- LEITURA DA PALAVRA

Hino n° 272

2° Crônicas 7.14

- OFERTÓRIO Fonte de Água Viva Oração diaconal Mais Amor - ATO DE INTERCESSÃO Liturgia da Palavra hino n° 365 - SAÍDA DAS CRIANÇAS Culto infantil: Paula Cristina - PRÉDICA irmão Lucas Alves do Nascimento

Pastor Rev. Valter Lopes Terrão Tel: 5928-9734 Cel: 9-6579-8261

Seminarista Magnilson Reis Marcos

Cel: 9-5020-4581 Diáconos Luciano de Almeida Valverde Tel: 5528-1062 Cel: 9-7603-2058

Liturgia de Despedida - ABRAÇO DA PAZ A Paz do Senhor - ORAÇÃO FINAL - TRÍPLICE AMÉM

Paulo Lopes Terrão

Tel: 5933-1021

Paulo José da Silva Tel: 5976-2524

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- PRELÚDIO

Salmo 18.1-2 Todo o Louvor

- Oração Dominical. - Divisão das classes.

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Liturgia de Adoração - ATO DE CONTRIÇÃO Senhor Te Quero

hino n° 130

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Boletim n° 0047 - 28/08/13  

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