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Rui Marques

Já Gray (1989) constrói um modelo que inclui três fases de desenvolvimento do processo colaborativo. Fase I – Fixação do problema – Definição comum do problema – Decisão em colaborar – Identificação das partes interessadas – Legitimidade das partes interessadas – Características e mobilização do “congregador” (aquele que ativa o processo colaborativo) – Identificação dos recursos Fase II – Determinação da direção – Estabelecimento das regras de funcionamento – Fixação da agenda – Organização de subgrupos – Pesquisa conjunta de informação – Exploração de opções – Procurar/fechar um acordo Fase III – Implementação – Lidar com os participantes – Construir apoio externo – Estruturar – Monitorizar o acordo e assegurar o seu cumprimento

3.1.6. Capacitar para a colaboração Foi já referido que é possível aprender a colaborar. Este é um eixo importante, ainda que por vezes menosprezado. Sullivan e Skelcher (2002) apresentam uma estruturação interessante das competências e atributos necessários para os indivíduos que têm um papel particularmente ativo na construção de processos colaborativos e que designam por “reticulistas” (construtores de redes):

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Problemas Sociais Complexos e Governação Integrada  

Esta publicação resulta de uma versão resumida e atualizada da tese de doutoramento de Rui Marques “Problemas Sociais Complexos e Governação...

Problemas Sociais Complexos e Governação Integrada  

Esta publicação resulta de uma versão resumida e atualizada da tese de doutoramento de Rui Marques “Problemas Sociais Complexos e Governação...

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