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MEMÓRIAS DE UM

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Giorgio Faletti

Nascido em Asti, no Piemonte, em 1959, o italiano Giorgio Faletti, com formação em Direito, tornou-se cantor, compositor e comediante de televisão. Estreou na literatura em 2002 com Eu mato, também publicado pela Intrínseca, que vendeu mais de quatro milhões de exemplares na Itália e foi traduzido para 25 idiomas. É autor de Eu sou Deus, Niente di vero tranne gli occhi e Fuori da un evidente destino, e da antologia de contos Pochi inutili nascondigli — todos best-sellers que, juntos, venderam mais de 11 milhões de exemplares.

VENDEDOR DE MULHERES

“Apenas os tolos e os inocentes não têm um álibi.”

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MEMÓRIAS DE UM

VENDEDOR

DE MULHERES

Giorgio Faletti AUTOR DE

EU MATO

1978. Enquanto a Itália vive os dramáticos dias do sequestro do seu ex-primeiro-ministro Aldo Moro, Milão, esgotada pelos confrontos políticos e ameaçada pela criminalidade, prepara-se para se entregar aos prazeres excessivos dos anos 1980. Para a rica sociedade milanesa, que passa os verões em Santa Margherita e Paraggi, as diversões se tornam cada vez mais extremas, em um clima de fim de império. É nesse ambiente — entre restaurantes de luxo, discotecas, cassinos clandestinos e cabarés nos quais desponta uma nova geração de comediantes — que são conduzidos os negócios de um homem enigmático, fascinante e que se tornou cínico devido a uma mutilação resultante da sua insolência. Todos o conhecem como Bravo. Ele trabalha com mulheres. Vendendo-as. Sua existência é uma longa noite em claro partilhada com desesperados, como o amigo Daytona. O único ser humano com quem ele parece ter uma relação normal é Lucio, seu vizinho cego. Em comum, eles têm a paixão pelos criptogramas. O surgimento repentino de uma garota, Carla, torna a despertar dolorosamente em Bravo sensações que ele acreditava adormecidas para sempre. Na verdade, porém, este é o início de um pesadelo que o transformará em um homem procurado pela polícia, pelo serviço secreto, pelo crime organizado e pelos militantes das Brigadas Vermelhas. Para se salvar, ele poderá contar apenas consigo mesmo. O mundo real, do qual tentou se afastar ao substituir a luz do dia pela escuridão, exige sua presença e o põe diante da violência do seu tempo. Trata-se de algo tão sinistro que faz seus tráficos torpes parecerem puros como água cristalina.

Memórias de um vendedor de mulheres  

Material promocional. Copyright © 2010 Baldini Castoldi Dalai editore S. p. A. – Milano. (Rio de Janeiro: Intrínseca, 2012) Todos os direito...

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