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Introducao ,

assim, espero que todos os que por acaso olhem para mim percebam que não devo ser interrompido. No entanto, fui interrompido por uma vozinha que disse: — Você é o John Green? Virei-me e vi uma garota usando uma cânula nasal e outra garota quase idêntica a ela (sua irmã, pensei) segurando um cilindro de oxigênio. — Sou — respondi — Oi. O que aconteceu depois foi bastante convencional: a garota — seu nome era Esther — gostava do vlog que Hank e eu fazíamos e queria tirar uma fotografia comigo. A irmã bateu a foto, depois tivemos uma conversa rápida e voltei a me recostar na parede. Minutos depois, uma amiga minha veio e tentou me puxar para dançar. Eu me virei em pânico e vi Esther e a irmã Abby sentadas a uma mesa atrás da pista de dança, então disse: — Hum, preciso ir. Tenho que falar com aquelas garotas. Essa foi a primeira vez, mas não a última, que Esther Earl me salvou de uma catástrofe. Sentei-me ao lado delas e começamos a conversar. Descobri que Esther não apenas assistia aos nossos vídeos: ela era uma nerdfighter de carteirinha. (Nerdfighters são pessoas que lutam pelos nerds e celebram o intelectualismo; a comunidade cresceu para além dos vídeos que meu irmão e eu começamos a fazer em 2007.) Esther nos acompanhava havia anos. Mais tarde, ela ajudaria a manter o maior site de fãs dos nerdfighters, o effyeahnerdfighters, com um grupo pequeno de amigos que se autointitulava Catitude. Esse grupo também ajuda a administrar um projeto de cari-

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A estrela que nunca vai se apagar  

Material promocional. (Rio de Janeiro. Intrínseca, 2013) Todos os direitos reservados.

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