Page 1

Todos falando a mesma lĂ­ngua para

sustentar o crescimento

da nossa empresa


Desde o pontapé inicial no Projeto Pilar, em julho do ano passado, demos importantes passos rumo à construção e implementação de um modelo padronizado e replicável de processos em toda a Companhia, condição indispensável para suportar o nosso plano de crescimento nos próximos anos. A primeira etapa do projeto resultou em um inventário completo dos processos adotados no Brasil e na Argentina. A partir desse trabalho, pudemos elaborar um “business case”, validado pela diretoria e que estabelece um modelo padronizado e replicável a ser adotado por toda a empresa e utilizando o Sistema SAP 6.0 como ferramenta. Na prática, o Projeto Pilar permitirá que toda a companhia esteja numa mesma plataforma, levando em conta os processos identificados e com uma linguagem única de gestão. Uma das vantagens desse modelo é que a empresa terá o mesmo plano de contas, tornando possível fazer comparações entre as operações. Ao longo dos nove meses de trabalho decorridos até agora, o projeto teve o engajamento de cada representante de área de negócio de ambos os países, com o envolvimento de mais de 50 pessoas diretamente e outras 50 indiretamente, todos imbuídos da preocupação com o dia a dia da companhia. Foi por essa razão que a equipe de trabalho visitou a Lomax, Ferrosur e quatro plantas da Argentina e outras quatro do Brasil, sempre com o objetivo de avaliar se o desenho proposto era compatível com a operação e, de fato, adequado. Investimos muito tempo e esforço para a construção desse modelo padronizado e replicável. Agora chegamos ao importante momento de capacitar os usuários finais, responsáveis por operacionalizar os processos no SAP 6.0. Para o sucesso dessa nova fase, o empenho e a dedicação de todos será fundamental. Portanto, ao ser convocado, participe ativamente dos treinamentos, esclareça dúvidas e pratique os novos procedimentos, assim estará contribuindo para o êxito dessa importante iniciativa da nossa empresa na busca de excelência operacional e crescimento. Conto com o forte comprometimento de todos! Ricardo Fonseca de Mendonça Lima Vice-Presidente de Operações

03.


04.

Trabalhando de maneira integrada Em 2009 nos propusemos a completar a integração dos processos de negócio da Companhia, para aproveitar as sinergias operacionais existentes nas diversas operações. O ponto de partida desse grande esforço foi o Projeto de Integração de Processos, que deu origem ao Projeto Pilar, iniciado em julho de 2010. Agora, está chegando o momento de dar à luz ao modelo comum de trabalho. Um modelo comum implica a unificação dos processos desenvolvidos nas diferentes operações. Para tanto, a padronização foi baseada na avaliação criteriosa de como cada atividade é desenvolvida, no aproveitamento das experiências de sucesso, respeitando as peculiaridades de cada país e as diferentes práticas da empresa. O objetivo do projeto, desde o seu início, tem sido garantir um modelo de gestão replicável, integrado e otimizado, com foco em resultados que permitam, ao mesmo tempo, promover inovação, sinergia e as melhores práticas em toda a organização, acompanhando a visão de processos comuns, com um mínimo de risco operacional. Durante o trabalho, a equipe do Projeto vem se orientando pelos seguintes princípios: Reduzir custos e mitigar riscos, por meio da padronização dos processos. Simplificar e uniformizar os processos, gerando melhorias operacionais. Facilitar a implementação de um modelo padronizado e replicável de processos. Garantir ganhos de sinergia, com a utilização das melhores práticas. Facilitar a integração das operações internacionais. Aumentar a qualidade da gestão de informação. Agradeço o empenho da equipe durante as diferentes fases do projeto até o momento, o que não significa que chegamos ao fim. Ao contrário, estamos diante de um novo começo, em que todos os profissionais da empresa passarão a experimentar os benefícios de trabalhar de maneira


05. integrada. Para garantir o êxito nessa nova etapa, é fundamental que todos participem ativamente dos treinamentos, acompanhando os cursos para os quais forem convocados e acessando o Portal do Projeto Pilar e o Centro de Capacitação Virtual. Vamos continuar trabalhando juntos! Adriano Nunes – Superintendente Corporativo de TI


06.

Grandes eixos do projeto

Foco na integração

O Projeto Pilar foi concebido com a finalidade de desenvolver e implementar um modelo padronizado e replicável de trabalho para toda a Companhia, com integração de processos de negócios e estabelecimento de uma mesma plataforma operacional que utiliza como ferramentas o Sistema SAP 6.0 e outros aplicativos. As decisões tomadas durante todo o projeto foram apoiadas em três grandes eixos:

Negócio

A própria empresa, incluindo as suas variadas operações, é a responsável pela determinação dos processos e das melhores práticas a serem adotados.

Padrão

Valorização da excelência operacional, por meio da adoção de um modelo replicável de gestão integrada e otimizada, com foco em resultados.

Valor

Criar valor nas mudanças realizadas, levando-se em consideração cada um dos itens acordados na Carta de Compromisso do projeto.


“Este é um passo importante para o nosso crescimento. Entre outros benefícios, o modelo nos confere maior flexibilidade para futuras integrações e desenvolvimentos, além de acelerar o processo de formação das pessoas. Os participantes do projeto retornarão às suas áreas com conhecimentos que poderiam levar anos para acumular.” Fernando Barreto – gerente de PCP “O projeto é uma grande oportunidade para a empresa sistematizar e consolidar todos os seus processos de Tecnologia da Informação em uma plataforma única para todas as operações, gerando sinergia e contribuindo para o seu crescimento.” Ricardo Rodrigues Congro – gerente Industrial

Foco na integração

07.


08.

Equipe alinhada e comprometida

Estrutura e Equipe

O Projeto Pilar conta com representantes das diversas áreas de negócio e operações da Argentina e do Brasil, envolvendo cerca de 100 profissionais , além do apoio do Grupo ASSA (consultoria), movidos por criatividade, paixão, conhecimento e esforço. O time é liderado pelo Superintendente de TI Adriano Nunes, que compartilha a gestão do projeto com Marco Tulio Lima Nessralla (no período de julho de 2010 a fevereiro de 2011) e Marcelo Terrafino (desde fevereiro) e Gustavo Giusto, representante do Grupo ASSA. “Muitos membros da equipe precisaram deixar suas áreas para se dedicar integralmente ao projeto, enquanto outros passaram a se dividir entre o projeto e os seus demais compromissos. Foi um desafio alcançar em um curto prazo um fluxo de trabalho que nos permitisse alcançar os ousados objetivos do projeto. No final, certamente alcançaremos o nosso propósito e as pessoas sairão daqui com uma visão mais ampla e profunda da organização e de seus processos”, enfatiza Adriano.

Estrutura de Gestão Saiba como é composta a Estrutura de Gestão do Projeto: • •

• •

Comitê Executivo (COMEX) Comitê Gestor (Steering Committee), composto pelos gestores do projeto, os diretores gerais e diretores administrativos. O comitê é dirigido por Ricardo Lima, responsável pelo alinhamento estratégico das ações junto à direção. Executivos Sr. (diretores da Argentina e do Brasil), que, juntamente com os gestores do Projeto, definem as ações necessárias e dão apoio às decisões finais. Equipe de Validação Gerencial, composta pelos gerentes responsáveis por validar as definições propostas pela equipe do Projeto.


Formada por profissionais do Brasil, Argentina e do Grupo ASSA, a estrutura operacional é organizada em diferentes frentes funcionais (acompanhe quadro seguinte) e conta ainda com o apoio de um Gerente de Projeto (Diego Carralbal), que supervisiona a implementação da metodologia de gerenciamento de projetos, e de uma equipe de Gerenciamento de Mudanças (Mariangeles Acilu e consultores do Grupo ASSA), responsáveis pela gestão das mudanças organizacionais envolvidas. Para completar, o Projeto conta com um Comitê de Geração de Valor, encarregado do plano de ação e controle para obter melhorias previstas na Carta de Compromisso e aproveitar oportunidades identificadas durante o desenvolvimento do Projeto.

Frentes funcionais Saiba quais são as frentes funcionais, seus respectivos líderes e as metas de algumas delas, que deverão ser cumpridas com a implementação do projeto (go live): 02. Planejamento Integrado e Controle Reinaldo Mussa Daiub. da Produção (Supply Chain Planning). 03. Fontes de Abastecimento e Compras (Sourcing & Procurement).

Isabel Maria Sifon.

Reduzir o número de programas utilizados na gestão Z.

Estrutura e Equipe

09.

Estrutura Operacional


Estrutura e Equipe

10. 04. Fabricação e Estoque (Manufacturing & Warehousing).

Jailson Mathias de Souza (Cimento), Pablo Javier Rios (Concreto) e Leonaldo Moura (Logística).

Padronizar os processos de produção e logística, sem perder a funcionalidade, otimizando os pontos de redução de custos e administrando os riscos. 05. Ordem de Recebimento (Customer Service).

Maria Alejandra Gonzalez (Cimento) e Paola Maria Scagnelli (Concreto).

Garantir que a partir do “go live” (implementação do projeto) cada tonelada de cimento e metro cúbico de concreto seja faturada. 06. Gestão de Ativos e Equipamentos (Enterprise Asset Management).

Aimar Enéas Greco.

Adotar as melhores práticas identificadas para criar um sistema de manutenção que facilite o dia a dia das pessoas, gere eficiência e reduza custos e riscos.


08. Administração e Finanças

Michel Stawicki.

Construir e implementar um modelo de informação financeira com o nível de detalhe adequado e esperado, de forma que as informações possam ser padronizadas, comparadas e tenham uma interação amigável com os usuários. 10. Técnicos (SAP/Basis).

11. Desenvolvimento (Abap e outros).

Eduardo Maseberg Herman. Paula Waldfogiel.

12. Conversões & Interfaces e Business Information Warehouse (Integração).

Nicolas e Juan Pablo Troyanovich Salvinetti.

13. Normas, Papéis e Perfis.

Beatriz Rey Monica.

15. Documentação.

Equipe de consultores do Grupo ASSA.

Estrutura e Equipe

11.


Estrutura e Equipe

12.


Estrutura e Equipe

13.

Organograma do Projeto Pilar


Estrutura e Equipe

14.

Fatores de Êxito do Projeto

Construindo o futuro O que significa o projeto PILAR para a InterCement?

A InterCement surge com uma proposta agressiva de internacionalização, de se tornar uma empresa multinacional e se posicionar entre as maiores do segmento. O Pilar nasce junto com a InterCement para suportar esse crescimento. Temos uma oportunidade única de construir um modelo capaz de sustentar de forma estruturada os desafios que temos pela frente, buscando otimizar processos e recursos através da sinergia existente entre as empresas que compõem nosso negócio. Além disso, formar pessoas capazes de replicar rapidamente este modelo quando for necessário em função de uma nova aquisição em qualquer lugar no mundo.


Todo projeto SAP traz por si só grandes desafios. O Pilar, por se tratar de um projeto que integra empresas e países, traz variáveis adicionais. Neste caso, além da língua temos culturas e modelo mental diferentes . Um dos maiores desafios, além dos já conhecidos em uma implementação SAP, é entender as culturas envolvidas e saber lidar com elas de maneira que todos se sintam respeitados e consequentemente motivados para garantir a realização do trabalho. E isto vale não somente para as pessoas diretamente envolvidas no projeto, mas também para os que de alguma maneira interagem com elas em todos os níveis da organização. Buscar esse alinhamento com essas variáveis é um grande desafio.

Qual a dificuldade de criar um modelo único?

Criar um modelo único significa que alguém vai ter que “abrir mão” do seu modelo. E claro que isto, em alguns casos, não é fácil porque cada um pode ter bons motivos e argumentos para defender o modelo utilizado em seu país. Neste contexto, acredito que a forma como é conduzida uma discussão faz toda a diferença. Envolver as pessoas certas no momento certo, escutar a todos, ponderar e argumentar facilita muito o processo de tomada de decisão. Sempre respeitando os prazos e objetivos estabelecidos para o projeto.

O que pode fazer a diferença em um projeto como esse. O que pode ser um fator de sucesso?

Atitude. Sem dúvida atitude positiva faz muita diferença. Valorizar solução e não o problema, trabalhar em equipe com transparência e respeito sempre buscando o melhor para o coletivo, é um fator de sucesso para o projeto.

Considerando tudo isso, como avalia a equipe do projeto? Uma das premissas utilizadas no planejamento e estruturação do projeto foi que os recursos que comporiam o time deveriam ser aqueles que fariam falta na operação da empresa. Recursos que tivessem além do conhecimento, algumas características pessoais importantes. A equipe do projeto é uma equipe altamente

15. Gestão do Projeto

Quais os principais desafios do projeto?


Gestão do Projeto

16.

comprometida, que percebe a necessidade de romper algumas barreiras e tem atitude, maturidade e personalidade para isso. Hoje o projeto tem aproximadamente 100 pessoas considerando recursos do negócio, TI e consultores brasileiros e argentinos (alguns tendo que ficar longe de suas famílias e de seu país). Nossa relação é intensa. O número de discussões diárias é muito grande. A postura da equipe tem, a cada dia, conquistado mais meu respeito e confiança. O time está de parabéns! Para mim tem sido uma experiência fantástica fazer parte desse time. Agradeço a forma como me receberam, me aceitaram e me apoiam.

A empresa tem apoiado o projeto?

Totalmente. Sempre que precisamos de recursos sejam financeiros ou humanos, temos um retorno quase que imediato da empresa. Em todos os níveis da organização. Isto tem facilitado muito meu trabalho e fará muita diferença na fase mais crítica do projeto: o Go Live.

E como será o Go Live? Os pontos críticos já foram avaliados? Complexo. Temos 49 pontos de faturamento. Todos saindo em vivo quase que ao mesmo tempo. Está em discussão no projeto como será o suporte durante a fase de Go live. Definiremos que locais terão suporte local ou remoto. A partir daí distribuiremos os recursos e, se necessário durante o treinamento, identificaremos alguns que poderão nos auxiliar como uma “equipe estendida” para nos apoiar nesta fase. Nosso objetivo é que nossos clientes não percebam a entrada do novo sistema, garantindo a continuidade do negócio atendendo a 100% dos pedidos.

Gestão de forma transparente O Projeto Pilar foi dividido em subprojetos, facilitando o acompanhamento e controle do seu progresso e de riscos. Essa decisão estratégica reforçou o papel do negócio no projeto e a importância da participação dos líderes das diversas áreas. Todo o acompanhamento do projeto foi concebido e registrado utilizando-se a ferramenta SAP Solution Manager (SOLMAN),


A metodologia e as ferramentas utilizadas na gestão do projeto passam agora a fazer parte de uma ampla base de conhecimento que poderá ser aproveitada em outros países, facilitar evoluções do próprio projeto e favorecer a transferência de conhecimento. “O Projeto Pilar é a oportunidade de criar diferencial para a Companhia, garantir sinergia e facilitar a integração das operações, além de ser um desafio pessoal e profissional”, diz Diego Carralbal, responsável pelo Núcleo de Gestão de Projeto (PMO).

Estratégia de Gestão PMO: Monitoramento e Controle

17. Gestão do Projeto

capaz de gerenciar a implementação de cada ação, garantir o funcionamento dos processos e monitorar os progressos on-line. Graças a ela tornou-se possível acompanhar, pelo site do projeto, os progressos e os principais indicadores-chave de performance (KPIs).


GestĂŁo do Projeto

18.

Principais fases do Projeto

Projeto Pilar em nĂşmeros


Documentação completa Além de utilizar o SAP Solution Manager – SOLMAN, o Projeto Pilar lançou mão de outra poderosa ferramenta de documentação, o ARIS, adotado para realizar o mapeamento de processos. A sua utilização contribuiu para desenhar com alta qualidade os processos e atividades existentes em toda a Companhia e gerar uma fonte de conhecimento acerca de cada um dos 55 processo e dos 195 subprocessos documentados, servindo de fonte de consulta para diversas outras iniciativas da companhia, como capacitação de pessoal, desenvolvimento de projetos de melhoria, criação de aplicativos ou sistemas de workflow, entre outros possíveis usos. A adoção do ARIS em conjunto com SOLMAN permitiu um planejamento mais robusto e detalhado dos processos abrangidos pelo Pilar, além de gerar maior visibilidade e controle do projeto e fornecer um apoio sólido à sua implementação.

Ferramentas de gestão e documentação

Gestão do Projeto

19.


20.

Gestão de Mudanças

Gestão de Mudanças

Preparando a mudança necessária Qualquer mudança requer aprendizado e, portanto, implica crescimento. “Diante de cada novidade podemos assumir uma posição de agentes de transformações ou nos resignarmos, encarando apenas o aspecto negativo do esforço adicional a ser empreendido na construção de uma nova realidade, ainda que esta seja melhor”, comenta Mariangeles Acilu, responsável pela Gestão de Mudanças no Projeto Pilar. As iniciativas de Gestão de Mudanças estão centradas em quatro áreas: comunicação, envolvimento das partes interessadas no Projeto, treinamento e detecção de mudanças, avaliando o seu impacto e buscando a sua rápida resolução. “Buscamos facilitar a adaptação tanto das pessoas do projeto que tiveram de deixar suas funções, locais de trabalho e até família e cidade, como dos demais profissionais envolvidos por mudanças nos processos em que atuam”, explica Mariangeles. A empresa tem desenvolvido esforços para assegurar a implementação do Modelo Único e Replicável da melhor maneira possível e que todos os envolvidos com o projeto possam dar o melhor de si para alcançar as metas traçadas. “Acredito que todos os nossos profissionais assumirão o desafio de se tornar atores e criadores do futuro da Companhia”, considera Mariangeles.


Depoimentos Com as novas ferramentas, vamos reduzir a carga de trabalho com controles manuais e elaboração de relatórios, automatizar tarefas, minimizar erros e tornar o processo mais consistente e seguro, acrescentando mais informação de qualidade. Fazer parte da equipe do Pilar é um prazer pela oportunidade de compartilhar conhecimentos com excelentes profissionais que procuram a maneira mais eficiente de trabalhar. O Projeto é um grande diferencial da Companhia. Reinaldo Mussa Daiub - Planejamento Integrado e Controle da Produção

As mudanças nas atividades de Compras e Suprimentos geram muitos benefícios para as operações do Brasil e da Argentina. A sua gestão diária será mais ágil, com um processo que garante maior transparência e proporciona uma base sólida para a empresa continuar crescendo. Atuar no Projeto Pilar é um grande desafio e responsabilidade, mas também uma oportunidade de trocar conhecimentos com outras pessoas para construir os “pilares” em que a empresa vai operar no futuro. Maria Sifon - Frente 3

Atuar no Projeto Pilar representa um salto na minha vida profissional pelo conhecimento adquirido e que me deixa satisfeito por contribuir para o crescimento da empresa como um todo. Na frente de trabalho em que atuo, há mudanças relacionadas a padronizações dos processos de PP - Planejamento da Produção e QM – Gestão da Qualidade, que representam enormes avanços relacionados tanto às operações do Brasil quanto da Argentina. Jailson Mathias de Souza - Fabricação e Estoque (Cimento)

Gestão de Mudanças

21.


Gestão de Mudanças

22. O Projeto Pilar cria um importante diferencial para a Companhia. Nosso objetivo era criar um Modelo Único e Replicável (MUR) para o negócio de Concretos. Para isso, fizemos mudanças estruturais nas interfaces do SAP e dos demais aplicativos utilizados em busca de melhorias operacionais. Muitas atividades foram automatizadas, tornando o processo mais consistente, seguro e confiável e resultando no fornecimento de informações com mais qualidade. Arnaldo Luiz de Almeida Cherubini - Fabricação e Estoque (Concreto)

A principal mudança é no ciclo de entrada e saída. Vamos fazer a operação de recebimento on-line, com a automatização e melhoria de diversas atividades, além de haver melhorias associadas à segurança, pois pesaremos todos os veículos cadastrados no sistema, reforçando o monitoramento das operações de entrada e saída, com maior flexibilidade e confiabilidade. Fazer parte do Projeto Pilar é uma oportunidade única de representar uma área de grande importância para o negócio. Leonaldo Moura - Fabricação e Estoque (Logística)

Em relação às atividades comerciais de Concreto, a principal mudança está na automação e no controle de preços e contratos de forma unificada para ambos os países. A lista de preços em ambiente SAP ajuda a otimizar tarefas e tempo dos usuários responsáveis. No mais, participar do projeto é um desafio muito legal, especialmente por poder compartilhar e absorver a experiência de uma equipe de profissionais de primeira linha. Essa é para mim uma grande responsabilidade. Paola Scagnelli - Ordem de Recebimento - Concreto


A principal vantagem advinda da integração é a adoção de melhores práticas, como se verifica, por exemplo, na utilização de regras para a tomada de pedidos. Além disso, removemos riscos significativos no processo, previamente identificados em auditorias e que agora terão um processo de comercialização controlada e segura para a organização. Esse projeto para mim é um desafio profissional e pessoal muito importante, que permite adquirir uma visão global dos processos da empresa. Maria Alejandra Gonzalez - Ordem de Recebimento - Cimento

A mudança mais significativa é a reformulação de dados mestres, documentos de gestão e ciclos de manutenção em geral. De agora em diante, as alterações feitas no sistema serão automaticamente refletidas em todas as áreas e países onde a empresa atua. A forma como a informação de gestão é apresentada também será a mesma para todos os países e operações, facilitando e melhorando a tomada de decisão. O Projeto Pilar é uma demonstração do potencial das pessoas para concretizar mudanças. Aimar Greco - Gestão de Ativos e Equipamentos

Gestão de Mudanças

23.


24.

Testes para garantir a confiabilidade

Testes

Realizar testes em cada um dos processos e no sistema como um todo é fundamental para assegurar a sua plena confiabilidade antes de ele entrar em produção definitiva. Essa etapa começou em novembro e se estendeu até março. Durante os testes foram realizadas simulações de processos com dados reais e considerando diferentes cenários de negócios e estrutura organizacional. “No momento da simulação são envolvidas várias pessoas simultaneamente, representando variados produtos e operações, como compra ou venda, despachos etc. O desafio é detectar algo que não funciona conforme o esperado e que possa ser prontamente solucionado”, comenta Gustavo Giusto, Gerente do Grupo ASSA. A realização de testes é uma das fases que mais consome tempo no Projeto. Ela tem uma dinâmica intensa e os resultados são medidos diariamente. “A realização adequada dessa etapa é que garante a qualidade do sistema”, enfatiza Gustavo.


O grande desafio do Projeto Pilar neste momento – e fator-chave para assegurar o sucesso do processo de mudança que ele representa para a companhia – é o treinamento de todos os envolvidos. “O plano de capacitação visa garantir a implementação do Modelo Único e Replicável e preparar os usuários finais para a execução eficiente dos processos definidos no SAP”, comenta Mariangeles Acilu. Para realizar esse trabalho, o primeiro passo é detectar as necessidades de capacitação, definindo quem, onde e em que deve ser treinado. Essa etapa foi cumprida com a ajuda dos representantes de cada frente e pelo desenvolvimento de uma solução chamada 3W – Quem, Quando e Onde, na sigla em inglês (ilustração). Depois, é necessário treinar de forma eficaz, explicando as alterações a todos os profissionais envolvidos e proporcionando espaço para experimentações práticas. O esquema de treinamento funciona da seguinte maneira: o Consultor SAP treina os usuários-chaves do sistema durante o Projeto. Na fase de testes do sistema, esses usuários-chave avaliam a necessidade de preparar outros usuários experientes para replicar o treinamento junto aos usuários finais. Finalmente, os usuários-chave e usuários mais experientes envolvidos nos testes passam a treinar os usuários finais. O trabalho não termina aí. Mesmo após a realização do treinamento é oferecido suporte permanente. Foram criados canais de comunicação com os responsáveis de cada processo e disponibilizados materiais de capacitação através do Portal Mais.

25.

Treinamento

Preparando os usuários


Treinamento

26.

Metodologia 3W Consutor SAP

Key Users

Teste integral Usuários experientes

Usuários

Esquema de treinamento

Modalidades de treinamento O treinamento pode ser realizado de forma presencial e/ou virtual. Modalidade Presencial (processos com mudanças significativas): • •

Curso presencial ministrado por instrutor interno; Apoio pós-treinamento: canais de comunicação e e-learning disponível no Portal.


Modalidade Virtual (processos com mudanças menores ou afetados indiretamente, colaboradores recém-admitidos ou ausentes, help desk, etc): • •

Material de auto-aprendizado disponível no Portal; Referências disponíveis para consulta (e-mail / fórum).

Ferramentas disponíveis O Projeto Pilar inova ao oferecer ferramentas tecnológicas, com dois aplicativos principais, para facilitar a realização de cursos e transferência de aprendizagem. Além dessas ferramentas, os treinadores também foram capacitados no desenvolvimento de habilidades essenciais de comunicação e educação, preparando-os para transmitir o conhecimento adquirido para os usuários finais.

Moodle: sistema de gerenciamento de curso, desenhado para

ajudar educadores a criar cursos on-line de alta qualidade. É acessível de qualquer computador com um navegador web, como Internet Explorer e FireFox.

Wink: programa de apresentação, voltado à criação de tutoriais sobre como usar um novo software. Pode capturar imagens, adicionar áudio, explicações, títulos, etc. Com ele, os usuários-chave criam materiais eficazes para treinar usuários finais.

Distribuição Geográfica Os treinamentos estão sendo realizados em quatro centros regionais, preparados para capacitar mais de 1.700 profissionais. Eles foram

Treinamento

27.


Treinamento

28. escolhidos pela sua infra-estrutura e pelo número de usuários finais a serem treinados. Todos estão prontos para ministrar os cursos programados e para prestar o apoio logístico necessário.

Brasil •

Jaguaré: agrupa Administração Central, Bodoquena, Apiaí, Jacareí e concreteiras.

Pedro Leopoldo: agrupa Ijaci, Suape e Santana do Paraíso.

Argentina • •

Central Loma Negra: agrupa Administração Central, Ramallo, Lomas, Lomax, Zapala, San Juan, Catamarca e Ferrosur. Olavarría: agrupa Olavarría, L’Amali, Barker, Sierras Bayas e Ferrosur.


O Projeto Pilar parte da premissa de que informação e conhecimento são essenciais para que todos compreendam e assimilem as mudanças. Por isso, ao longo de todo o Projeto vem mantendo todos os envolvidos por dentro dos avanços realizados. As iniciativas de comunicação incluem notas no boletim Integração On-Line e em matérias da Revista Integração, reuniões semanais com líderes e mensais com as equipes envolvidas e portal próprio para disponibilizar informações, além de visitas e apresentações nas plantas e presença nas reuniões dos comitês executivos. Os principais agentes de mudança, no entanto, são os membros do Projeto, que, desde o início das definições de Modelo Único e Replicável, envolveram as pessoas de cada operação e validaram as definições com os gerentes e diretores das respectivas áreas. Portanto, você também pode consultá-los para esclarecer dúvidas!

A comunicação é a chave para a coordenação das ações e a obtenção de resultados. Acesse o portal do projeto e saiba mais: http://projetopilar.camargocorreacimentos.com.br

A melhor maneira de prever o futuro é... criá-lo.

29. Comunicação

Informação e conhecimento ao alcance de todos

Projeto Pilar - Revista  

Projeto Pilar - InterCement - Revista