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> 2º trimestre 2012 | edição 6

O posto do

futuro Instalação da Petrobras no RJ é a primeira aplicação do tablet Cius no Brasil

CISCO PLUS 2012 Evento apresenta inovações que podem suportar a Copa de 2014

CASO DE SUCESSO Itaú BBA integra agências internacionais com tecnologia de ponta

MEGASTORE e-commerce de produtos Cisco atrai pequenos e médios negócios 1


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editorial

sumário

Infraestrutura para o consumidor

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emos milhões de celulares em operação, a quantidade de tablets cresce exponencialmente, sem contar o número de netbooks e notebooks nas mãos dos brasileiros. Enfim, a produção de dados, o tráfego de voz e a transmissão de vídeos e fotos fazem parte

da rotina do usuário brasileiro, que também concorre com o conteúdo criado pelas empresas.

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Tablets Aliados dos negócios, inimigos dos gestores de TI?

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Mobilidade explosiva Tráfego de dados móveis crescerá 18 vezes até 2016

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Curtas Cisco: um ótimo lugar para trabalhar; novos canais de venda regionais; UCS supera 10 mil clientes; CPM Braxis Capgemini recebe certificação Cisco Connected Grid

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Cisco Plus 2012 Empresa e parceiros discutem oportunidades para Copa e Olimpíadas

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Tanque cheio Posto do Futuro Petrobras quebra paradigmas com uso do Cisco Cius

Além de ser uma das principais apostas do governo para garantir um serviço exemplar durante os grandes eventos esportivos, em especial em 2014 e 2016, as redes móveis serão fundamentais para o consumo digital deste usuário, que busca, não apenas a comunicação por voz, mas, principalmente, a transmissão de dados e acesso à Internet. A propósito, nossa matéria de capa traz o “Posto do Futuro” da Petrobras, inaugurado recentemente no Rio de Janeiro, onde o nosso tablet Cisco Cius apresentou uma das primeiras aplicações desenvolvidas especialmente para o Brasil. Um ótimo exemplo de eficiência de um dispositivo móvel para inovação nos negócios, em diferentes segmentos.

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Expansão internacional Itaú BBA utiliza tecnologia Cisco na América Latina

Aliás, nessa edição da Cisco LIVE Magazine, trazemos ainda os resultados de uma pesquisa reveladora: o tráfego mundial de dados móveis aumentará 18 vezes, atingindo um total de 10,8 exabytes por mês ou 130 exabytes por ano, o equivalente a 33 bilhões de DVDs – até 2016. Os dados foram extraídos do relatório Cisco Visual Networking Index (VNI) - Global Mobile Data Traffic Forecast for 2011 to 2016. Vale a pena conferir. Para o Brasil, é esperado um aumento de 19 vezes, alcançando um total de 0,26 exabytes por mês até as Olimpíadas no Rio de Janeiro. E, por falar nisso, estamos levando pela primeira vez para a cidade maravilhosa o nosso principal evento no País – o Cisco Plus Brazil 2012 (antigo Cisco Networkers). A partir do dia 2 de abril, teremos três dias intensos de discussões sobre as principais soluções para suprir a demanda de redes e também para melhorar a produtividade das empresas de grande, médio e pequeno portes. Vamos falar desde de infraestrutura de rede local e de longa distância, passando pelo novo cenário de Cloud Computing – incluindo vídeo, data center e virtualização, até as novas ferramentas de colaboração e aplicações de comunicações unificadas. Nossos principais parceiros e clientes participarão deste encontro, um dos maiores eventos globais da Cisco. Dezenas de expositores estarão distribuídos em mais de 10 mil metros quadrados do Centro de Convenções Sulamérica, onde são esperados mais de 2 mil participantes, entre congressistas, patrocinadores e visitantes. Com o tema “Construindo a Infraestrutura para o Novo Brasil”, o Cisco Plus Brazil debaterá a importância da tecnologia para os grandes eventos no País, com palestrantes nacionais e internacionais. E por último, estamos preparando grandes lançamentos e anúncios de investimentos para o nosso país. Sendo assim, esperamos por você no Cisco Plus Brazil 2012, e em todos os nossos demais eventos e canais de comunicação da CiscoDoBrasil – nas Redes Sociais, Quint@s Quinze, Radio Cisco, e muito mais. Vamos, juntos, ajudar a construir este Novo Brasil!

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Eliminatórias Rede 10GbE suporta sorteio das chaves eliminatórias da Copa

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Defesa Cisco demonstra soluções para o setor militar

Utilities Portfolio Connected Grid ganha novas soluções e serviços

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Conscientização Relutância para implantação não se justifica: colaboração traz o ROI esperadol

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Cloud Index Transmissão de dados na nuvem deve crescer 12 vezes até 2015

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Pequenas e médias empresas Cisco e Intelbras firmam parceria para conquistar PMEs

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Megastore Cisco Primeira revenda virtual Cisco facilita compra e entrega de equipamentos

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Parceria financeira Com escritório nacional, Cisco Capital apoia parceiros e clientes Cisco

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Artigo Especialista remoto para os serviços financeiros

Abraços, Marco Barcellos

cisco live magazine é uma publicação da Cisco do Brasil Equipe Responsável Cisco do Brasil

Diretor de Marketing & RP Marco Barcellos

Presidente Rodrigo Abreu

Conselho Editorial Adriana Bueno, Carolina Morawetz, Isabela Polito, Isabella Micali, Jackeline Carvalho, Kiki Gama, Mariana Fonseca, Monica Lau e Marco Barcellos

Diretor de Engenharia de Sistemas Marcelo Ehalt Diretor de Canais Eduardo Almeida

PRODUÇÃO Comunicação Interativa Editora Jornalista Responsável Jackeline Carvalho MTB 12456 Diretora de Redação Jackeline Carvalho

Reportagem Claudio Souza Francine Mendonça Marcelo Vieira Ruan Segretti Colaboração Especial Carmen Lucia Nery (RJ) Revisão Comunicação Interativa

Asssessoria de Imprensa In Press Porter Novelli

Gráfica Inergraf

Fotos Ricardo Kataoka Cimagem Produções

Tiragem 5500 exemplares

Arte Marcelo Max

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curtas

Tablet, um aliado dos negócios

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Consumerização, no entanto, ainda gera insegurança na área de TI

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Cisco divulgou dados de uma pesquisa global sobre a percepção de gerentes e executivos de TI na utilização de tablets dentro das empresas, fenômeno conhecido como consumerização. No levantamento, os entrevistados são unânimes: as aplicações customizadas para esses dispositivos devem trazer grandes benefícios para os negócios. Encomendado à Redshift Research, o estudo ouviu 1,5 mil gerentes e executivos de TI nos EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha e Espanha para avaliar as atitudes, medos e esperanças para os tablets no local de trabalho. Espera-se que, em 2012, ocorram mudanças significativas no uso corporativo dos tablets. Os entrevistados são decisores de TI primários ou desempenham papel fundamental no processo de decisão para todos os produtos de TI. Empresários individuais foram excluídos do estudo. As entrevistas foram feitas no fim de 2011. Dos países pesquisados, os EUA e a França lideram em adoção, com um tablet solicitado para 21% da força de trabalho. Executivos seniores têm mais probabilidade de ter um tablet nos EUA (38%) e menos no Reino Unido (27%). A Espanha lidera a lista dos mais entusiasmados com a tecnologia, com 90% dos gerentes de TI apostando que o tablet vai se tornar mais popular nos próximos dois anos. Entre os profissionais que utilizam a tecnologia para vendas, os tablets são mais comuns na Alemanha (31%) do que em todos os outros países (21% em média). E na guerra tablets vs smartphones, os departamentos de TI relatam um pedido de tablet para cada três pedidos de smartphones.

Segurança Os EUA, país com mais experiência no gerenciamento de tablets, também fica em primeiro na questão

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segurança: 75% dos gerentes de TI disseram que novas regras devem ser estabelecidas em torno da segurança e uso do dispositivo. Quase metade (48%) de todos os entrevistados concordam que o acesso a aplicações da empresa deve ser restrito. Canadá e Reino Unido foram os países mais interessados em restringir acesso a aplicativos nos tablets (55% e 56%, respectivamente). Globalmente, três quartos dos gerentes de TI indicam o email e o compartilhamento de documentos como características essenciais aos tablets. Metade concordou que também são desejáveis: videoconferência, mensagens instantâneas, acesso a bases de dados da empresa e sincronização perfeita com outros dispositivos de negócios.

Traga seu próprio dispositivo? Quase metade (48%) dos participantes da pesquisa diz que sua empresa jamais autorizaria os funcionários a trazer seus próprios dispositivos para o trabalho, mas 57% concordam que alguns funcionários o fazem sem consentimento. Mais da metade (51%) diz que trazer dispositivos pessoais para o trabalho é uma tendência em ascensão. O uso de dispositivos pessoais sem consentimento foi maior nos EUA (64%) e menor na Alemanha (49%). O acesso aos servidores da empresa foi destacado como “grande problema” do fenômeno “traga seu próprio dispositivo” (tradução do termo em inglês “BYOD - bring your own device”), devido à possibilidade de o aparelho ser perdido ou roubado (64%). Globalmente, 44% dizem que lidar com questões BYOD desvia a atenção de outros projetos importantes. “Os trabalhadores móveis e os espaços de trabalho virtuais vieram para ficar, assim como as necessidade da TI de continuar garantindo segurança de nível empresarial, gerenciamento e interoperabilidade”, diz Tom Puorro, diretor de gerenciamento de produto da Cisco. “O ano de 2012 promete ser emocionante; e os líderes de TI são um componente crítico no desencadeamento da inovação e para permitir que as organizações aproveitem a próxima onda de crescimento dos negócios e oportunidades.”


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curtas

A EXPLOSÃO DA MOBILIDADE Tráfego de dados chegará a 130 exabytes/ano até 2016

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tráfego mundial de dados móveis aumentará 18 vezes, atingindo um total de 10,8 exabytes por mês - ou 130 exabytes por ano, o equivalente a 33 bilhões de DVDs – até 2016. Para o Brasil é esperado um aumento de 19 vezes, alcançando um total de 0,26 exabytes por mês em 2016. Os dados foram extraídos do relatório Cisco Visual Networking Index (VNI) Global Mobile Data Traffic Forecast for 2011 to 2016), segundo o qual o aumento acentuado no tráfego móvel se deve, em parte, a um aumento projetado no número de dispositivos móveis conectados à internet, que excederá o número da população do planeta (7,3 bilhões de habitantes em 2016, de acordo com as Nações Unidas). No período, a Cisco estima que o tráfego global de dados móveis irá super em três vezes o tráfego global de dados fixos. Esse aumento no volume de tráfego representa uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 78% para o mesmo período. Apenas o volume de tráfego adicional para a internet móvel entre 2015 e 2016 equivale a aproximadamente três vezes o tamanho estimado de toda a internet móvel em 2012. As tendências que estão levando a esses aumentos expressivos incluem cada vez mais conteúdo por streaming. Com as expectativas dos consumidores cada vez maiores por conteúdos on-demand ou streaming, o tráfego na nuvem originado por aparelhos móveis deverá crescer 28 vezes entre 2011 e 2016, com um crescimento anual

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de 95%. O maior número de conexões móveis também colabora: haverá mais de 10 bilhões de dispositivos móveis conectados à internet em 2016, incluindo módulos machine to machine (M2M). Os dispositivos móveis também estão se tornando mais poderosos e, consequentemente, capazes de consumir e gerar maior tráfego de dados. Os tablets são um excelente exemplo dessa tendência, gerando níveis de tráfego que crescerão 62 vezes entre 2011 e 2016 - a maior taxa de crescimento de qualquer categoria de dispositivo considerada na previsão. O volume de tráfego de dados móveis gerado por tablets em 2016 (1 exabyte por mês) será quatro vezes maior que o volume total mensal de tráfego global de dados móveis em 2010 (237 petabytes/mês). A velocidade de conexão da rede é um fator fundamental para o crescimento do tráfego de dados móveis. Mais velocidade significa maior consumo, e para as velocidades de conexão (incluindo redes 2G, 3G e 4G) foi projetado um crescimento de nove vezes entre 2011 e 2016. Os usuários de dispositivos móveis querem as melhores experiências possíveis e em geral isso significa vídeos móveis, que representarão 71% do tráfego de dados móveis em 2016. O estudo também projeta que 71% de todos os smartphones e tablets (1,6 bilhão) poderiam ser capazes de se conectar a um protocolo de internet de rede móvel versão 6 (IPv6) até 2016. Numa perspectiva mais ampla, 39% de todos os dispositivos móveis no mundo (mais de quatro bilhões) poderiam ser compatíveis com o IPv6 em 2016.


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curtas

6 Bons cérebros,

sem cartão de ponto

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um ambiente profissional onde a jornada de trabalho é flexível, o escritório pode ser em qualquer endereço; não há mesa personalizada e, muito menos, cobranças de presença. O profissional que ingressa à Cisco, rapidamente se adapta a um modelo diferenciado de atuação, que é padrão no mundo todo: responde simplesmente por metas. Um diferencial que levou a empresa a 25ª posição no ranking das “100 Melhores Empresas para se Trabalhar”, da revista Época. “Esse modelo da Cisco dá mobilidade e flexibilidade ao profissional, que é motivado pelo que está previsto no plano de negócios”, afirma Rose Mary Morano, diretora de RH da Cisco Brasil. A Cisco fornece todos os equipamentos e recursos para o profissional se conectar à administração, como celular, computadores, sistemas de banda larga, smartphones e até ramal para ligações diretas para o escritório. Outro fator que também atrai o profissional brasileiro é a possibilidade de desenvolvimento de uma carreira internacional, segundo Luciana Issa, talent acquisition manager da Cisco. “Existe a possibilidade de desenvolvimento de carreira dentro da Cisco. E isso é, ao mesmo tempo, importante e motivador”, conclui.

Da esquerda para direita, Rose Mary Morano e Luciana Issa, responsáveis pela manutenção do programa de RH da Cisco no Brasil

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6 Cisco

Home Networking tem novos canais de vendas regionais

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Cisco Home Networking, divisão de negócios dos produtos da marca Linksys, fechou parceria com a Golden Distribuidora e a All Nations, que atuam no mercado de distribuição de equipamentos de informática. As novas distribuidoras passam a comercializar todas as linhas de produtos Linksys, que incluem avançados roteadores, adaptadores, access points, entre outros equipamentos de alta tecnologia para o mercado residencial e de pequenos escritórios. A parceria é parte da estratégia da Golden de investir em seu crescimento no segmento de hardware. A empresa está há mais de 20 anos no mercado de informática e tem forte presença entre as principais revendas de todo o país. Já a All Nations, com sede no Rio de Janeiro, atua há quase duas décadas no mercado de tecnologia e, assim como a Golden, é parceira dos principais fabricantes globais.


6 UCS supera marca de 10 mil clientes Plataforma detém 53 recordes mundiais de benchmarks

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Cisco anunciou que, em pouco mais de dois anos desde o lançamento, seu Sistema de Computação Unificada (UCS, Unified Computing System), que integra computação, redes, gerenciamento e virtualização, tem captado a atenção de gerentes de data centers e CIOs: mais de 10 mil clientes no mundo, incluindo 3 mil na Europa e centenas na América Latina, têm a solução implantada. Muitos analistas da indústria eram céticos sobre a capacidade da tecnologia ganhar posições em um mercado tão competitivo. No entanto, diz a Cisco, o sistema proporcionou economia de custos e benefícios significativos de negócios em todos as indústrias e cenários. Desde o início de sua distribuição, em julho de 2009, o UCS conquistou 53 recordes mundiais de benchmarks de desempenho, além de dezenas de prêmios da indústria pela inovação. De acordo com um estudo

recente conduzido pela TheInfoPro, a Cisco detém a liderança entre os fornecedores de servidores. A empresa foi nomeada por 33% dos entrevistados como “a fabricante dos servidores mais interessantes”, com oito pontos percentuais à frente do segundo colocado. O Cisco Cloud Index de 2011 prevê que a computação em nuvem está transformando os negócios: mais de 50% da carga de trabalho dos data centers será baseada em nuvem até 2014. No geral, o tráfego na nuvem vai crescer 12 vezes até 2015, ou 1,6 zettabytes por ano, o equivalente a mais de quatro dias de vídeo empresarial para cada habitante da terra. Este crescimento explosivo, diz a Cisco, requer capacidades de data centers avançadas previstas pelo UCS para suportar a entrega

de aplicações na nuvem de ponta a ponta. O UCS é uma plataforma de computação de matriz que combina servidores de rede padrão x86, com a rede e acesso ao armazenamento em um sistema integrado. A Cisco trabalha com fabricantes líderes da indústria em infraestrutura de software, incluindo BMC, CA, Citrix, EMC, Hitachi Data Systems, Microsoft, NetApp, Oracle, Red Hat, SAP e VMware.

6 CPM BRAXIS CAPGEMINI RECEBE

CERTIFICAÇÃO CISCO CONNECTED GRID

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CPM Braxis Capgemini, parte do Grupo Capgemini, acaba de receber a certificação Cisco Connected Grid, sendo certificada a comercializar todas as linhas de produtos e serviços Cisco Smart Grid. A companhia é a primeira a receber essa habilitação no Brasil e a quarta do mundo a atender todos os critérios exigidos. O processo para adquirir a certificação começou

em julho de 2011, quando as áreas de delivery, pré-venda e vendas foram treinadas e qualificadas para comercialização das ofertas. Segundo a consultoria Mckinsey, o mercado de tecnologia e aplicações para Smart Grid deverá alcançar investimentos globais de US$ 31 bilhões anualmente, até 2014. Os dados fazem parte do estudo “McKinsey on Smart Grid McKinsey & Company, Summer 2010”.

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inovação

CISCO PLUS 2012: INFRAESTRUTURA E SERVIÇOS PARA GRANDES EVENTOS

Evento apresentará as principais tendências do setor e deve reunir mais de 2 mil participantes nesta edição

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ntre os dias 2 e 4 de abril, o Rio de Janeiro, palco de grandes eventos internacionais, como Rio+20, Copa do Mundo e Olimpíadas, abrigará também o Cisco Plus (ex-Cisco Networkers), um dos principais encontros globais da Cisco com clientes e parceiros. A nova identidade é resultado dos avanços do mercado. Segundo o diretor de marketing da Cisco no Brasil, Marco Barcellos, nos oito anos de evento a economia mundial e as

e internacionais. Os participantes também poderão acompanhar fóruns sobre o uso da tecnologia em setores da educação, saúde, finanças, telecomunicações, entre outros. A Cisco e seus parceiros apresentarão suas últimas novidades tecnológicas em comunicações unificadas, redes, mobilidade, segurança, data center, virtualização, cloud computing, vídeo e DMS, ISR G2 (nova linha de roteadores Cisco), entre outros.

6 Cisco Plus Brazil 2012 debaterá a importância da infraestrutura de tecnologia para grandes eventos no País tecnologias adotadas para conectar pessoas e empresas mudaram significativamente e a Cisco acompanhou cada passo desta metamorfose. “Hoje, a Cisco oferece soluções e arquiteturas cada vez mais amplas, alterando tanto a dinâmica do mercado, incluindo data center e vídeo, quanto as tendências e modelos de negócios, como cloud e managed services”. O Cisco Plus 2012 pretende capitalizar estas mudanças para alavancar benefícios de negócios para parceiros e clientes. Para isso, 11 expositores estarão distribuídos em 10 mil metros quadrados do Centro de Convenções Sulamérica, onde são esperados mais de 2 mil participantes, entre CIOs, congressistas, patrocinadores e visitantes. Com o tema “Construindo a Infraestrutura para o Novo Brasil”, o Cisco Plus Brazil 2012 debaterá a importância da infraestrutura de tecnologia para grandes eventos no País, com palestrantes nacionais

“Na parte de treinamento técnico (Networkers Program), teremos mais de 70 sessões técnicas incluindo arquiteturas, soluções e produtos, além de cursos e provas de Certificação Cisco Online, com parte do custo subsidiado pela empresa. Nas sessões de negócios, abordaremos novas verticais, como Energia (Oil & Gas), Educação e Setor Público. Na exposição, teremos um laboratório ao vivo para ‘Prova de Conceitos’”, conta Barcellos.

“Hoje, a Cisco oferece soluções e arquiteturas cada vez mais amplas, alterando tanto a dinâmica do mercado, incluindo data center e vídeo, quanto as tendências e modelos de negócios, como cloud e managed services” — Marco Barcellos, diretor de marketing da Cisco no Brasil

6 premiação O evento também premiará projetos de clientes, que se diferenciaram e se destacaram pelo uso de tecnologias avançadas em suas respectivas áreas de atuação. Os vencedores da terceira edição do “Cisco Innovation Awards” serão anunciados no dia 4 de abril, nas categorias Cloud, Data Center e Virtualização; Colaboração, Borderless Networks, Infraestrutura IP NGN; Soluções de Vídeo.

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Cisco Plus 2012 Confira lançamentos e novidades que algumas das empresas participantes do evento mostrarão nesta edição: Dimension Data

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epois de planejar e integrar a infraestrutura de TI de seis estádios na Copa do Mundo da África do Sul, incluindo o Green Point - estádio considerado o mais moderno do mundo, a Dimension Data - integradora de serviços e soluções de TI, presente em 51 países - se prepara agora para aplicar sua experiência na Copa do Mundo brasileira. A empresa mostrará durante o evento todo seu knowhow acumulado. As negociações com as construtoras e consórcios já estão em andamento. “Também estamos buscando alavancar outras oportunidades de negócio em áreas correlatas aos estádios, como hotéis e aeroportos”, afirma Jack Sterenberg, presidente da empresa no Brasil.

O stand da empresa estará montado de forma a apresentar a plataforma como uma etapa da estratégia de implantação e, assim, pavimentar o caminho para a adesão dos profissionais da comunidade Cisco.

RedDrummer Alcateia

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ara esta edição do Cisco Plus, a RedDrummer vai apresentar um serviço para os parceiros Cisco, desenvolvido a partir de um projeto concebido em conjunto com a diretoria de marketing da Cisco, denominado Cisco Vibe. O serviço é uma plataforma de interação entre profissionais e parceiros com foco no relacionamento profissional no espaço de trabalho. De acordo com a RedDrummer, o objetivo principal do projeto  é construir um fluxo de comunicação mais ágil e que permita uma evolução nas relações entre os profissionais ligados à Cisco e às empresas parceiras, para facilitar o desenvolvimento da empresa e do negócio da Cisco no mercado. O projeto será apresentado pela primeira vez aos parceiros no Cisco Plus.

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Alcateia vai transformar seu estande no Cisco Plus em um ponto de encontro para toda a comunidade Cisco. O local será equipado com todos os produtos Cisco trabalhados pela distribuidora, segundo o gerente de marketing Rodrigo Silva. “Queremos que nosso estande seja um ponto de encontro, onde iremos contar com uma equipe especializada para atender todos os nossos parceiros e encontrar soluções adequadas aos seus projetos”. O destaque da Alcatéia será a linha Classic, portifólio de switches recentemente cadastrados pela distribuidora.


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inovação

Fluke

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Fluke Networks apresentará soluções de hardware e software para diagnóstico, análise, monitoramento e relatórios de performance de aplicações e redes corporativas, tanto para redes cabeadas quanto para redes wireless. Alinhada às tendências do mercado e preocupada em inovar, a empresa lança, a cada dia, produtos que vêm de encontro aos desafios relacionados à virtualização e ao correto monitoramento de uma arquitetura de cloud computing.

Promon

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participação da PromonLogicalis terá como mote a importância da visão de negócios atrelada à adoção de novas tecnologias. Por meio de palestras técnicas e de casos de sucesso, a empresa apresentará sua oferta de serviços e a expertise consultiva de seus profissionais, que os torna capazes de traduzir as inovações tecnológicas em soluções para os problemas do dia a dia das empresas. “Um de nossos principais diferenciais é a abordagem consultiva. Nossa equipe está capacitada a entender os desafios do cliente e propor soluções inovadoras e adequadas aos seus modelos de negócios”, explica Luis Minoru Shibata, diretor de consultoria da PromonLogicalis e um dos palestrantes do evento.

Intelbras

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Intelbras vai reforçar o incentivo às pequenas e médias empresas brasileiras para migrarem para a telefonia IP. E apresentará os produtos que compõem a solução de Comunicações Unificadas ofertada em conjunto com a Cisco. A solução é resultado da adequação do Cisco

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Unified Communications Manager Business Edition 3000 (BE3000) ao mercado brasileiro e do licenciamento da tecnologia Cisco Unified Communications para determinados modelos de telefones IP e gateways de voz da Intelbras. A comercialização da solução completa, sob o nome CIP60300, será realizada exclusivamente através do canal de integradores da Intelbras, e estará disponível para vendas a partir de abril de 2012. Trata-se de uma solução de Comunicações Unificadas com capacidade para atender empresas entre 50 e 300 usuários, integrando voz, vídeo, mobilidade, mensagens, conferência e serviços de gateway de voz, em múltiplas localidades. 


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inovação

Plantronics

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Plantronics levará para o evento seu portfolio de produtos compatíveis e certificados para a plataforma Cisco. Entre eles, a empresa destaca: - CS540: que permite o gerenciamento do telefone fixo com o lightest DECT wireless headset, com três opções de uso: sobre a orelha (discreto e elegante), sobre a cabeça (para melhorar a estabilidade) e atrás da cabeça (super discreto sem abrir mão da estabilidade); - Voyager PRO UC Bluetooth headset system: uma nova tecnologia de sensores inteligentes para uma experiência contínua e intuitiva do usuário, que permite a gestão de chamadas e elevada qualidade de áudio; - Savi 740S: também com três opções de uso, (orelha, cabeça e atrás da cabeça), o Savi é uma opção para quem deseja mais praticidade e mobilidade, já que, por meio da sua ligação Bluetooth de alta potência, possibilita o  distanciamento de até 100 metros dos aparelhos. Outro diferencial do produto é a sua bateria que com uma só carga, é possível conversar por 9 horas seguidas.

Damovo

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Damovo apresentará no Cisco Plus uma nova oferta de Collaboration as a Service no Brasil (CaaS), em parceria com a Cisco. De acordo com a empresa, este serviço hospedado agiliza a adoção de comunicação unificada no Brasil. A oferta de CaaS é baseada na arquitetura Cisco Hosted Collaboration Service e funciona a partir de dois data centers redundantes localizados no Brasil. A Damovo afirma que, com o modelo “as a service”, que utiliza o poder do cloud, a oferta permite que os clientes no Brasil tenham acesso ao que existe de mais atual em relação às soluções de colaboração, sem a necessidade de investimentos pesados ​​em infraestrutura dedicada e com a previsão efetiva mensal de custos. Os benefícios adicionais para os clientes incluem a redução de custos com energia elétrica, espaço físico e pessoal, já que o gerenciamento integrado dos serviços

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será feito por uma equipe dedicada de especialistas Damovo.  A oferta de CaaS inclui novos recursos de integração avançada entre telefones fixos e móveis, o uso de soft client, mensagens instantâneas e presença. Os produtos também fazem chamadas de vídeo, tanto dentro como fora do escritório.

Furukawa

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Furukawa mostra a solução ITMAX para data center.  Uma plataforma que abrange desde produtos de infraestrutura como RACKS até os canais de desempenho Óticos (OM4), Metálicos (CAT6A e CAT7) e Gerenciamento de Data Center (DCIM). Em função da maior preocupação com crescimento de banda de forma sustentável nos ambientes de data center, as soluções óticas estão tomando cada vez mais o espaço das soluções CAT6A e CAT7. De acordo com a Furukawa, nesse ano, a empresa traz soluções óticas otimizadas, que simplificam e tornam transparente o processo de migração para 40G/100G e transparente. Além disso, a Furukawa apresenta ferramentas de gerenciamento que permitem um melhor controle das variáveis ambientais e de energia do data center.


fUrUkAwA.

03/2012

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MATRIZ E UNIDADE INDUSTRIAL: Furukawa: Rua Hasdrubal Bellegard, 820 – CIC – Curitiba – PR – CEP: 81460-120 – Tel.: (41) 3341-4200 Metrocable: Av. Brasília, 1300 – Distrito Industrial – Salto – SP – CEP: 13327-100 – Tel.: (41) 4602-6100 ESCRITÓRIO NACIONAL DE VENDAS: Av. das Nações Unidas, 11.633 – 14º and. – Brooklin – São Paulo – SP – CEP: 04578-901 – Tel.: (11) 5501-5711

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VAI ENCHER O TANQUE? Rotina no dia a dia dos motoristas brasileiros, o abastecimento de veículos ganha novos conceitos e serviços baseados em tecnologia de ponta. O Posto do Futuro Petrobras é a primeira aplicação do tablet Cius no País

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posto de combustíveis do futuro já é realidade no Brasil e a Cisco faz parte dele. O projeto-piloto da Petrobras Distribuidora, batizado de Posto do Futuro Petrobras, reúne tecnologias de ponta em interatividade, serviços, eficiência energética e sustentabilidade ambiental. Foi inaugurado em 13 de dezembro na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e é um modelo que poderá ser expandido para as demais cidades do país e para o exterior. A Cisco participa do projeto fornecendo equipamentos de rede e do Cius, uma solução que integra telefone IP e tablet, originalmente desenvolvida para o mercado corporativo. Além de todas as funcionalidades já existentes no equipamento padrão, a Cisco customizou aplicativos específicos para a marca Petrobras Distribuidora, que permitirão aos usuários um envolvimento maior com todos os serviços ofertados no Posto do Futuro. Entre as funcionalidades está a videoconferência em alta definição, que permitirá aos consumidores conversar em tempo real com especialistas da Petrobras Distribuidora e tirar dúvidas sobre rotinas de manutenção de veículos, como troca de óleo, ou mesmo obter informação sobre outros serviços de

manutenção oferecidos pelo posto. O Cius também possibilita o acesso por voz ao serviço de atendimento ao consumidor da Petrobras Distribuidora, a utilização do cartão fidelidade da rede, a obtenção de informações sobre o catálogo de produtos e as promoções mensais das lojas BR Mania, além do acesso a mapas para identificar endereços específicos na cidade. “O projeto do Posto do Futuro demonstra o papel da tecnologia no aumento da interatividade dos serviços, trazendo uma nova experiência para os consumidores. A inclusão de dispositivos móveis como o Cisco Cius neste projeto reforça o pioneirismo da Petrobras Distribuidora no país, a exemplo de empresas líderes de mercado no mundo que passaram a adotar estes equipamentos para garantir mais agilidade, segurança e qualidade de atendimento aos seus clientes”, destaca Rodrigo Abreu, presidente da Cisco do Brasil.  Inicialmente, o Posto do Futuro terá quatro unidades do Cius. Os equipamentos são ultraportáteis, pesam 520 gramas e ainda contam com aplicativos de colaboração da Cisco, em uma plataforma móvel com alto nível de segurança. Além da total interoperabilidade de videoconferência, o Cisco Cius oferece streaming de vídeo HD e vídeo em

“O projeto do Posto do Futuro demonstra o papel da tecnologia no aumento da interatividade dos serviços, trazendo uma nova experiência para os consumidores. A inclusão de dispositivos móveis como o Cisco Cius neste projeto reforça o pioneirismo da Petrobras Distribuidora no país” — Rodrigo Abreu, presidente da Cisco do Brasil

tempo real, conferências com vários participantes, e-mails, mensagens instantâneas, navegação na internet e a capacidade de produzir, editar e compartilhar conteúdo armazenado no dispositivo ou na nuvem.    “O Cius é a parte visível nesse projeto, mas por trás dele tem também toda a tecnologia de infraestrutura, de servidores e dos equipamentos wireless, que são da Cisco”, disse o presidente da companhia.

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6 PRESERVAÇÃO AMBIENTAL O projeto do Posto do Futuro envolve modernos sistemas de eficiência energética e sustentabilidade ambiental. Entre eles, estão: • temporizadores mecânicos em torneiras e uso de água pluvial • iluminação zenital, de indução magnética e de leds • energia solar utilizada para carga de veículos elétricos e no aquecimento de água para lavagem de veículos • energia eólica acumulada em baterias para alimentar as lâmpadas de leds da iluminação de emergência

Zaz traz Outra marca do Cius é a simplicidade para o desenvolvimento de aplicativos com o sistema operacional Android. Segundo Leon Grekin, diretor do grupo de comunicação e colaboração da divisão de Customer Business Transformation da Cisco, a aplicação do produto para o Posto do Futuro foi desenvolvida em apenas duas semanas. Os tablets Cius podem ser usados em toda a unidade de serviço e até como máquina de cartão de crédito. Um moderno sistema de proteção inutiliza o equipamento remotamente se alguém retirá-lo do perímetro permitido. O Posto do Futuro foi a primeira utilização do Cius no Brasil, mas Abreu avalia que o equipamento poderá ser usado em muitos outros setores da economia. “Existe no mundo tanta tecnologia que não usamos. Então, o que fizemos aqui foi pegar essa tecnologia disponível e trazer para o uso do cidadão comum. A tecnologia só tem sentido quando está na vida das pessoas”, afirmou José Lima de Andrade Neto, presidente da Petrobras Distribuidora.

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“O Posto do Futuro, totalmente desenvolvido no Brasil, é um modelo para a indústria em todo o mundo e exemplo da criatividade brasileira na aplicação de tecnologias de última geração” — Fernando Martins, CEO da Intel

Reconhecimento de veículos O tablet corporativo é adequado principalmente para empresas que necessitam de capilaridade, atualização constante de dados remotamente e de robustez do equipamento. “A ideia é estimular o uso mais acentuado das tecnologias na sociedade brasileira e, especialmente, nas pequenas e médias empresas. Se a cadeia toda usar mais tecnologia, as empresas vão ganhar mais e gerar mais renda”, relata Abreu. Além do Cius, o Posto do Futuro traz outras tecnologias inovadoras, como a identificação automática de veículos (o consumidor precisa se cadastrar como cliente da Petrobras Distribuidora antes), por meio da leitura da placa por câmeras especiais. Com a identificação, o sistema disponibiliza, automaticamente, informações sobre o veículo, como a data em que deve ser feita a troca de óleo e, logo que o cliente pára para abastecer, apresenta ofertas personalizadas em um monitor ao lado das bombas. Os gerentes do posto também contam com um sistema de automação e gerenciamento remoto. Tanto as informações sobre os clientes, como as referentes ao gerenciamento, são armazenadas na nuvem ou nos data centers da Petrobras. Projeto de inovação mundial feito através da colaboração com empresas brasileiras, o Posto do Futuro contou com esforços de parceiros como a Mauel, que forneceu os diversos displays usados no posto, e a Multiway e Autofind, que desenvolveram a tecnologia de identificação de carros e clientes, além das desenvolvedoras de software Idealabs e


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1

capa

Engeset e da GE, que forneceu as tecnologias de energia alternativa. A Intel, além de fornecer seus processadores e servidores para o projeto, liderou o desenvolvimento dos softwares de interação usados no posto. “Outras empresas podem construir soluções em cima da plataforma do Posto do Futuro”, disse Fernando Martins, CEO da companhia, que também está usando a ini-

ciativa do Posto do Futuro para testar sua tecnologia de identificação por radiofreqüência (RFID), visando os planos do governo para implementar o emplacamento eletrônico no país. “O Posto do Futuro, totalmente desenvolvido no Brasil, é um modelo para a indústria em todo o mundo e exemplo da criatividade brasileira na aplicação de tecnologias de última geração”, comentou Martins.

Sustentabilidade O projeto do Posto do Futuro envolve modernos sistemas de eficiência energética e sustentabilidade ambiental. Entre eles, temporizadores mecânicos em torneiras, uso de água pluvial para regar os jardins, limpeza de pisos e lavagem de carros. Além da captação da chuva, é feita também a reciclagem da água de lavagem de veículos, que reduz o consumo em até em 50%. O chamado “telhado branco”, o uso de iluminação zenital, de indução magnética e de leds, também aponta para uma redução expressiva do consumo total de energia. A energia solar é outra atração no Posto do Futuro, utilizada para dois propósitos: em uma estação para carga de veículos elétricos e no aquecimento de água para lavagem de veículos, o que reduz o uso de produtos químicos e o volume de enxague em até 10%.

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6 LUZ,

CÂMERA, AÇÃO O sistema de videoconferência do Cius foi apresentado pelo ator Luigi Barricelli. Bastante conhecido por sua atuação na TV, o que pouca gente sabe é que Luigi é formado em processamento de dados, fanático por tecnologia e ainda fez sugestões para o projeto de informatização do posto. Amigo pessoal de Nelson Barbosa, CIO da Petrobras Distribuidora, ele conta que em uma de suas conversas sobre tecnologia, em meio a partidas de tênis, falaram sobre ideias do que poderia ser desenvolvido para atender às necessidades dos clientes. “Eu adoro tecnologia e também de falar sobre isso. Com o Nelson, sempre tocamos no assunto. Então, posso até dizer que tem uma sementinha minha nesse projeto”, contou Luigi. Na inauguração oficial do posto, o ator é quem aparecia na tela do Cius para que os convidados testassem a função de videoconferência oferecida para consultas com especialistas da Petrobras Distribuidora sobre manutenção dos veículos.

A energia eólica também está presente. Acumulada em baterias, ela alimenta as lâmpadas de led da iluminação de emergência das entradas da pista de abastecimento.


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caso de sucesso

ITAÚ BBA SE APOIA EM NOVAS TECNOLOGIAS PARA EXPANDIR ATUAÇÃO INTERNACIONAL Soluções incluem atualização de servidores e rede, aumento da segurança de acesso, bem como sistemas de telepresença e telefonia IP

C

om uma carteira de clientes baseada sobretudo em grandes investidores institucionais e empresas – cujo faturamento anual médio ultrapassa os US$ 100 milhões – o Itaú BBA é o banco de atacado, investimentos e tesouraria institucional do grupo Itaú Unibanco. Dada a importância e complexidade dos negócios desses clientes, a atuação do IBBA prima pela exclusividade e customização. Para atender a essa premissa e suportar a criação de novos escritórios na América Latina, o banco escolheu a Cisco como parceira no fornecimento de novas tecnologias.

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O objetivo é implantar soluções que atendam a todo o ambiente de TI, incluindo servidores, rede, segurança de acesso, vídeo e telefonia IP. A região tem grande importância para o IBBA, e o plano de expansão inclui filiais no Peru, Chile, Argentina e Uruguai, além de um banco na Colômbia. O investimento ultrapassa US$ 2 milhões. O coração da atual infraestrutura de rede da instituição está distribuído em quatro pontos principais, todos em São Paulo: um escritório de negócios, dois de operações (que incluem contact center e back office) e um data center de backup e recuperação de desastres. Além disso, são oito filiais nacionais conectadas aos escritórios paulistanos, além das internacionais – EUA, Europa e Ásia – que também utilizam a rede do IBBA para efetuar operações financeiras. Há ainda conexões diretas com a Bolsa de Mercados e Futuros de São Paulo (BM&F Bovespa) através da corretora do Itaú e do próprio banco. “A rede é uma infraestrutura muito crítica para o Itaú BBA”, observa Pérsio Gontijo, gerente de telecomunicações do banco. “Ela é ‘non-stop’, 24/7, pois suporta operações também na Ásia.”


Motivado pela eficiência operacional de um único parceiro tecnológico, o IBBA orientou a contratação do integrador pela presença regional, item no qual a PromonLogicallis se sobressaiu. “Um dos motivadores era ter uma empresa que conseguisse nos atender no maior número possível de disciplinas, para entregar essa tecnologia na ponta”, explica Gontijo. “A Cisco tem soluções de videoconferência, rede, telefonia IP, segurança de acesso à internet via VPN e também servidores. Isso facilita muito a gestão, disponibilidade, configuração e velocidade de entrega desses projetos”, completa. Cabe ressaltar que o suporte a essa infraestrutura ocorre em São Paulo e as filiais são extensão do projeto. Assim, a interoperabilidade assume papel fundamental. “A rede de dados central foi reestruturada e aumentamos o sistema de telefonia para dar suporte a mais conexões, além de prover segurança, inclusive no ambiente de videoconferência, o que nos permite uma melhor integração”, determina o gerente de telecomunicações do banco. No caso da telefonia, 70% da estrutura do banco é IP, e o restante migrará para o mesmo padrão até o final do primeiro semestre. “Toda a telefonia do banco será 100% IP”, garante Gontijo.

Percepção Mesmo sem falar em resultados concretos, uma vez que a implantação do projeto é recente, algumas vantagens da tecnologia Cisco já são percebidas. “Essa escolha permitiu concluir a implantação das novas localidades em um prazo muito apertado. Fechamos os contratos em novembro de 2011 e em janeiro de 2012 já tínhamos a primeira filial em produção”, conta Gontijo, ao dizer

que a segunda unidade entrou em operação em fevereiro. “O banco colombiano e uma nova filial no Peru estão em implantação, e estamos partindo para uma renovação das filiais do Uruguai, Chile e Argentina”, informa o executivo. O projeto também capacita o banco a crescer rapidamente na América Latina, pois prevê operações em mercados potenciais além dos já mencionados - e com um modelo padrão de infraestrutura de telecomunicações. “A expansão internacional é um dos muitos projetos em andamento. Tudo o que fazemos nas filiais internacionais aplicamos aqui no Brasil na mesma intensidade. Assim, garantimos maior estabilidade e disponibilidade do ambiente.”

Telepresença Visando diminuir custos com deslocamento de executivos – transporte, hospedagem e, claro, tempo – o Itaú BBA seguiu o exemplo do Grupo e investiu em salas de telepresença em todas as novas filiais latinoamericanas, além de 16 outras salas nos escritórios de São Paulo, Salvador, Curitiba, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Porto Alegre. Também implementada pela PromonLogicalis, a solução Cisco conjuga transmissão multiponto de áudio e vídeo em alta definição, sobre rede IP. O objetivo é garantir aos executivos os mesmos benefícios das reuniões presenciais. Equipamentos de vídeo e videophones da Cisco completam a solução, juntamente com o tablet corporativo Cius, que está em fase de homologação para uso futuro. “A economia que obtivemos com a tecnologia de telepresença é visível, pois é possível conectar todas as filiais nacionais e internacionais semanalmente com o comitê executivo do banco, evitando

“Soluções Cisco facilitam gestão, configuração, e aumentam disponibilidade e rapidez na entrega de projetos” — Pérsion Gontijo, do IBBA

deslocamentos de diretores e profissionais”, explica Marcelo Lourenço, diretor de tecnologia do Itaú BBA. “Estamos muito satisfeitos por poder oferecer ao Itaú BBA uma solução completa, que atenda suas necessidades de negócios e também proporcione diminuição de custos”, diz Marcos Siqueira, diretor de negócios para o mercado corporativo da PromonLogicalis. O sistema proprietário de videoconferência do cliente foi mantido e integrado aos novos equipamentos. O projeto envolve ainda a instalação da tecnologia TP Server da Cisco, que permite a transmissão de imagens entre até 12 locais (videoconferência ou telepresença, de dentro ou de fora da instituição financeira) em uma só tela. A expectativa do Itaú BBA é realizar cerca de 600 reuniões em 2012 utilizando os novos sistemas, o que, além de diminuir custos operacionais, também garante mais agilidade na tomada de decisões, aumenta a produtividade e contribui com a política de sustentabilidade do banco.

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Cisco Data Center 3.0 & Unified Service Delivery Open and integrated infrastructure for cloud computing

Há coisas que só a imaginação consegue realizar e outras que a parceria entre a integradora System IT e a Cisco Systems podem fazer por você. É assim com a solução de Data Center 3.0 da Cisco.

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5.

2.

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3.

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4.

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Enterprise Cloud

Virtualização Rede, servidores, armazenamento, etc

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caso de sucesso

REDE DE 10GbE SUPORTA SORTEIO DAS CHAVES ELIMINATÓRIAS DA COPA Em parceria com a operadora Oi, projeto foi executado pela Sonda IT utilizando soluções Cisco e Furukawa

A

s marcas Furukawa e Cisco saíram na frente nos preparativos do Brasil para sediar a Copa do Mundo FIFA 2014. O primeiro evento do torneio, realizado no ano passado na Marina da Gloria, no Rio de Janeiro, para o sorteio das chaves eliminatórias, foi suportado por uma rede de 10GbE disponível em diversos pontos da Marina. Em parceria com a operadora Oi, o projeto de rede estruturada chamou a atenção dos realizadores e convidados. “Precisamos ressaltar que construíram essa estrutura (na Marina da Glória) do zero e toda a infraestrutura foi a ideal para o sorteio”, elogiou o diretor da FIFA, Nicolas Maingot, em entrevista à imprensa presente. Para sustentar um tráfego de informações em velocidade de 10GbE em diversos ambientes da Marina da Glória e nos hotéis Copacabana Palace, Windsor/ Sofitel e  Lemont Barra, que concentraram a maioria dos visitantes e convidados do evento, foram instaladas as soluções de infraestrutura de redes LAN e WAN da Furukawa, com um total de 1.640 conexões de dados e voz. Também foram lançados cinco mil metros de cabos ópticos com fibras multimodo OM4 do fabricante para a construção do backbone óptico, que interligou os switches centrais, rotea-

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dores e antenas às sete STAs – salas de telecom para centralização/distribuição das redes. Da Cisco foram usados cerca de 200 equipamentos de grande, médio e pequeno portes para o núcleo da rede e distribuição de acesso. Pela magnitude global, o evento não poderia ter sido melhor vitrine para as empresas. Com transmissão televisiva ao vivo, por quase duas horas para 207 países, atraiu a atenção de milhões de espectadores em todo mundo, além das duas mil pessoas que estiveram na cerimônia, como grandes nomes do futebol, artistas, associações-membro e dirigentes da FIFA, políticos, atletas, empresários e jornalistas. “Este evento tornou-se, para todas as marcas parceiras envolvidas no projeto de infraestrutura de telecom, um grande caso de sucesso. Estamos muito orgulhosos dessa execução, que nos credencia e diferencia para as concorrências futuras que serão abertas ao nosso setor”, diz Sylmar


Pimenta Terra, diretor comercial para a Oi Telecom na Sonda IT. “Todas essas tecnologias têm, sem dúvida, o melhor custo/benefício do mercado, promovendo um ambiente seguro e de máxima disponibilidade em redes 100% IP  de altíssima velocidade”, observa Sylmar Terra.

Mão na massa Da integradora, o projeto envolveu mais de 40 profissionais das áreas técnica e de supervisão. Desses, dez permaneceram on-site, diariamente, durante a realização do evento para monitoramento em tempo real de todos os pontos de rede.  A Furukawa ofereceu suporte das áreas de Engenharia e Logística Avançada para a entrega de materiais, que foram distribuídos pelo parceiro credenciado no Rio de Janeiro, Lantelli. A obra para o evento oficial realizado pela FIFA foi construída em 30 dias e executada dentro dos prazos estabelecidos pela Oi e pela Match, empresa que faz a subcontratação de qualquer fornecedor de TIC em todos os eventos da Federação no mundo. A parceria com o programa de responsabilidade compartilhada Green IT Furukawa também foi um diferencial deste projeto; em prática desde 2007 no Brasil e que já envolve mais de uma centena de organizações no País. Pelo Programa, todos os ma-

teriais na topologia de rede para o evento – totalizando 2,5 toneladas de cabos e componentes – foram descartados e doados para a reciclagem por empresas homologadas pelo fabricante,  sendo transformados novamente em matérias-primas que servem a diferentes tipos de indústrias no Brasil. Pela parceria com o Programa, as empresas deixaram de depositar 1,2 toneladas de metais pesados em aterros industriais. Também 231,04 toneladas de minério de cobre deixaram de ser exploradas e reduziu-se o consumo de 23.250 kWh (kilowatt hora) de Energia Elétrica, o suficiente para abastecer 155 residências durante um mês.

6 Base de sustentação Para suportar um tráfego de informações em velocidade de 10GbE em diversos pontos foram instaladas as seguintes soluções: • Infraestrutura de redes LAN e WAN da Furukawa, com um total de 1.640 conexões de dados e voz • Cinco mil metros de cabos ópticos com fibras multimodo OM4 do fabricante para a construção do backbone óptico, que interligou os switches centrais, roteadores e antenas às sete STAs – salas de telecom para centralização/distribuição das redes. • 200 equipamentos Cisco de grande, médio e pequeno portes para o núcleo da rede e distribuição de acesso

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vertical defesa

SOLUÇÕES TIC COMPLETAM APARATO MILITAR Evento realizado no Rio de Janeiro, demonstra a força da Cisco no mercado de defesa

A

Cisco realizou o seminário de “Arquiteturas baseadas em redes para Organizações Militares”, na cidade do Rio de Janeiro, evento que visa aproximar a fabricante Cisco de seus clientes na área de Defesa Militar, através da apresentação de soluções e trocas de experiências. Já realizado no Chile e no Méixo, o evento veio para o Brasil por causa do atual potencial de investimento do país, o posicionamento estratégico da Cisco e os atuais projetos para controle de fronteira - SISGAAZ e SISFRON. De acordo com Rubens Camargo, gerente de desenvolvimento de negócios para o setor público da

Cisco 3D holográfico-display

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Cisco, o seminário não tem uma frequencia pré-estabelecida, é realizado à medida em que se reconhece o potencial de mercado em cada região. “A opção pelo Brasil desta vez foi fortemente alavancada pelos grandes projetos de controle de fronteira - SISGAAZ e SISFRON, atualmente em desenvolvimento no Brasil, além de, obviamente, todos os megaeventos como Rio +20, Visita do Papa, Copa do Mundo e das Confederações, Olimpíadas, entre outros eventos”, informa. O executivo conta que o evento foi dividido da seguinte maneira: durante o primeiro dia, o seminário teve um cunho mais estratégico, direcionado

aos oficiais de mais alta patente, onde foi ressaltada a importância de protocolos abertos, como o protocolo da internet, mesmo em aplicações de missão crítica e de elevado conteúdo confidencial. No segundo dia, foram apresentados, de forma mais técnica, os principais pilares de produtos da Cisco – borderless networks, colaboração, data center e vídeo, finalizando com organizações específicas destas linhas de produtos para aplicações militares, onde os requisitos são, por vezes, muito mais rígidos que nas aplicações civis.

Aparato De acordo com Camargo, o evento teve uma presença significativa de clientes, notadamente, as divisões mais relacionadas à tecnologia da informação e comunicação das Forças Armadas, como o Centro Integrado de Telemática (CITEX) e o Centro de Comunicações e Guerra Eletrônica do Exército (CCOMGEX), o Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA) e a Comissão de Implantação do Sistema de Controle do Espaço Aéreo da Aeronáutica (CISCEA), a Diretoria de Sistemas de Armas da Marinha (DSAM), o Centro de Pesquisas e Desenvolvimento para a Segurança das Comunicações (CEPESC), vinculado à ABIN, além de empresas como a Space Imaging e a operadora Oi. “A Cisco é a empresa mais bem posicionada para o fornecimento da infraestrutura de TIC. Possuímos a mais confiável, abrangente e integrada linha de produtos, que vai desde roteadores embarcados a transponders IP instalados em satélites. Contamos com uma equipe de serviços avançados de inigualável experiência e, acima de tudo, nosso mais elevado senso de comprometimento, o diferencial permanente da Cisco”, conclui o executivo.


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vertical utilities

Cisco amplia portfolio de soluções e serviços em Connected Grid Com iniciativa, empresa ajuda concessionárias de energia a modernizarem suas redes e contribui com políticas ambientais

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ONG de defesa das causas ambientais Greenpeace, divulgou no início de 2012 uma atualização de seu relatório Cool IT, que classifica as maiores e “mais legais” empresas de tecnologia do mundo. O ranking mostra quem está progredindo (ou decepcionando) na área de TI verde, que, a cada ano, recebe mais atenção por parte das empresas socialmente responsáveis. Para essas pontuações, o Greenpeace considera as empresas que utilizam tecnologia própria para reduzir emissões de gases-estufa. E ainda, o engajamento público e político das companhias, com pontos para aquelas que monitoram e gerenciam a própria pegada de emissões. A Cisco aparece entre as empresas que lideram o ranking do Greepeace. Motivo: investimento massivo em pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para smart grids, que não só economizam energia como também ajudam a reduzir emissões de carbono em países cuja matriz energética depende, basicamente, da queima de combustíveis fósseis.

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E os investimentos da Cisco na área não param de crescer. Em janeiro, a empresa anunciou novas soluções e serviços para seu portfolio Connected Grid, que ajudam as concessionárias a modernizar suas linhas de transmissão com flexibilidade, segurança e interoperabilidade. A nova arquitetura atende a preocupações chave em torno de custo, confiabilidade e escalabilidade nas infraestruturas de comunicações dessas empresas. Conforme a rede elétrica se torna mais inteligente e complexa, as concessionárias de todo o mundo querem tecnologias que cresçam para lidar com várias necessidades operacionais ao longo do tempo, que suportem a singularidade do mercado e as estruturas organizacionais, e que sejam projetados de modo que sistemas de diferentes fornecedores possam trabalhar juntos. Também precisam de soluções que proporcionem alto grau de segurança e permitam utilizar a base já instalada de tecnologia, enquanto modernizam suas redes elétricas.

Cisco Connected Grid 1000 Series Router

Transição “A expansão das ofertas de smart grid da Cisco permitirá, aos prestadores de serviços públicos, uma transição mais eficaz para uma infraestrutura de energia altamente inteligente do século XXI”, diz Laura Ipsen, vicepresidente sênior de redes de energia conectadas. “A Cisco desenvolveu soluções que ajudarão a reduzir custos e a obter mais valor na transição para padrões mais robustos e escaláveis de suas redes já exis-


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vertical utilities

1 tentes. Esta abordagem de arquitetura para redes inteligentes pode ajudar a atingir objetivos estratégicos em longo prazo, reduzindo despesas operacionais.” Tendo em conta estes requisitos, a Cisco oferece às concessionárias e parceiros um plano abrangente para implantações de redes inteligentes, conhecido como Arquitetura GridBlocks. Ela propicia uma visão perspectiva da integração entre telecomunicações e a rede elétrica, bem como orientações específicas para implantação das comunicações nas várias redes que existem hoje. Também fornece uma estrutura para projeto e implantação de gestão e soluções de segurança para todo o “grid”. As novas ofertas da Cisco - que incluem uma solução de rede FAN (field area network), assim como produtos de transmissão expandida e para subestações – se baseiam neste modelo de arquitetura e são projetados para responder às preocupações do setor de utilities quanto à confiabilidade, custos e escalabilidade em suas infraestruturas. O recurso combina medição de smart grid, distribuição, coleta de dados e um software

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utilitário da Itron com roteadores e switches da Cisco baseados em IPv6.

Composição Faz parte da solução, a nova linha de robustos roteadores IPv6 da Cisco: o roteador Cisco 1000 Series Connected Grid. O roteador vem em modelos para montagem ao ar livre - o CGR 1240 - e montagem interna em trilhos DIN - CGR 1120. Eles suportam 2G, 3G, WiMAX e outros

padrões. Inclui também novos endpoints e sistemas de gerenciamento de dispositivos e rede. Para redes de transmissão e subestações, a Cisco anunciou seus módulos da série CGR 2000 com suporte a redes DSL e redes sem fio 4G/LTE e ISDN WAN. Os produtos também contam com segurança reforçada, de forma a manter afastadas as preocupações das concessionárias com invasões.

6 Cisco participa de evento sobre utilities no Brasil

No UTC America Latina Summit 2012, empresa discute questões regulatórias e de segurança para smart grid no País. Em março, a Cisco participa ativamente do UTC America Latina Summit 2012, encontro anual sobre telecomunicações e tecnologia da informação para empresas de serviços públicos da América Latina. Promovido pelo Utilities Telecom Council, a conferência é o maior encontro do mundo de executivos de TIC de empresas de eletricidade, gás e água, oleodutos e parceiros. O evento conta com apresentações sobre redes inteligentes, novas tecnologias e questões negociais, regulatórias e financeiras. A Cisco, patrocinadora premier da conferência, participa em dois grandes painéis e promove um workshop estratégico no dia que antecede o summit. O diretor da unidade de negócios de smart grid da Cisco, Michael Dulaney, compõe a mesa da cerimônia de abertura, que conta com a participação de delegados da UTC e representantes de órgãos reguladores brasileiros e empresas. No painel “Quem precisa de segurança?”, o diretor executivo para utilities e smart grid da Cisco, Rick Geiger, fala da interdependência do “grid”, além de pontos potenciais de invasão e questões de gerenciamento. A sessão discute se as práticas adotadas podem realmente minimizar os riscos inerentes às interconexões com outras empresas, uma vez que nem todas utilizam os mesmos padrões de segurança.


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colaboração

A SEMENTE DA COLABORAÇÃO Pesquisa aponta necessidade de educação quanto a possibilidades e resultados da colaboração; Cisco faz sua parte e emprega parceiros no trabalho de conscientização

D

ivulgado no início de 2012, um estudo feito pela consultoria IDC divulgou um dado, ao mesmo, tempo positivo e preocupante para os fabricantes de soluções de comunicações unificadas (UC). A boa notícia: os clientes que fazem esta opção obtêm o retorno sobre o investimento (ROI) esperado. A má: apesar dos resultados, muitos CIOs continuam lutando para justificar despesas de conversão para estas plataformas, e a principal preocupação é, claro, o ROI. “Na Cisco, nós acreditamos que UC traz retorno e temos passado isso para nossos clientes”, diz Ricardo Ogata, gerente de desenvolvimento de negócios para colaboração da Cisco do Brasil. “E o que ouvimos dos próprios clientes que fazem a análise de ROI é que, muitas vezes, a solução se paga em menos de um ano”. E as vantagens do portifólio de colaboração (que na Cisco incluem as soluções de UC) vão além: um estudo da Frost & Sullivan diz que um usuário que usa ferramentas básicas de colaboração é 2,8 vezes mais pro-

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dutivo que um tradicional. Já aquele que utiliza ferramentas intermediárias é 3,6 vezes mais produtivo; o de recursos avançados aumenta esse multiplicador para até 6,1 vezes. Diante desses números, como ex-

“O cliente não compra PowerPoint ou discurso. Provas de conceito têm sido muito importantes” — Ricardo Ogata

plicar a relutância? “Depende muito de cada empresa e dos critérios de análise que elas adotam para identificar o retorno das soluções. Nenhuma empresa é igual a outra”, pondera Ogata. Segundo ele, a comunicação unificada costuma ser pensada como um conjunto de tecnologias, o que não é um bom resumo. “A base da colaboração é um tripé com pesos e importâncias iguais: tecnologia, processos e cultura. Sem as três coisas implementadas, não é possível tirar proveito das soluções adquiridas. Na ausência da cultura de utilização das ferramentas para aumentar a produtividade, dificilmente a empresa terá o máximo retorno possível”, diz o executivo da Cisco. Há também outras dificuldades na medição destes benefícios. O próprio retorno sobre investimento pode ser medido de três formas diferentes. As empresas costumam fazem o cálculo do ROI operacional, que pondera, basicamente, a economia decorrente da implantação de uma solução, por exemplo no custo de chamadas interurbanas ao se adotar telefonia IP.


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colaboração

Outra possibilidade é calcular o ROI considerando a produtividade, índice mais complexo por ser subjetivo. Nesse caso, o foco repousa sobre a eficiência da solução, não mais na pura economia com equipamentos. O terceiro, e mais complicado, método de calcular o ROI é o estratégico, aquele que mede o quanto o negócio se reinventou. “Em bancos de varejo, por exemplo, seriam medidos os benefícios da criação de uma experiência multicanal para os clientes, utilizando ferramentas de colaboração”, demonstra Ogata. “A mesma coisa em segmentos como varejo, saúde, educação etc.”

Conscientização O analista Rico Costello, que escreveu o relatório da IDC, diz que educar os potenciais compradores das soluções de UC é fundamental. “É um desafio contínuo para os clientes entender e identificar usos corporativos adequados e complexidades globais associadas. Mas, uma vez que o entendimento acontece, a tecnologia atende às expectativas.” Com esse fim, a Cisco tem utilizado provas de conceito e demonstrações para os potenciais clientes. O objetivo é mostrar como essas ferramentas vão tornar o colaborador mais produtivo. “O cliente não compra PowerPoint ou discurso”, pondera Ogata. “Só se consegue vender a solução quando conseguimos tornar o retorno tangível para o

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cliente. Provas de conceito têm sido muito importantes”, diz. Costello, por sua vez, acredita também no potencial dos casos de sucesso e recomenda aos fornecedores que continuem desenvolvendo exemplos de implantação que demonstrem incremento nos negócios. O objetivo é gerar confiança nos clientes e motivar investimentos. “Fornecedores e parceiros também devem observar esses casos, e não apenas os aspectos técnicos de um ambiente totalmente integrado”, afirma o analista. Ogata concorda. “Temos casos em que mostramos a solução utilizada e os benefícios alcançados, tanto dentro como fora do Brasil”, alega. Empresas como GE, Procter & Gamble e Pepsico são alguns dos clientes da Cisco ao redor do mundo que utilizam soluções de colaboração. Neste trabalho de conscientização, os parceiros também são fundamentais. Uma vez capacitados, eles são responsáveis por mostrar os benefícios das soluções de colaboração para o usuário final. “Não posso imaginar que a Cisco vá conseguir sozinha levar essa mensagem para todo o mercado, e aí entra a importância do parceiro. Quando falamos de gran-

des clientes, e mais ainda das pequenas e médias empresas, nas quais a capilaridade é gigantesca, torna-se impossível realizar este trabalho sem eles”, pondera Ogata. Hoje, segundo o executivo, 99% das vendas da Cisco do Brasil são feitas através dos parceiros, “se não forem 100%”. Claro que a tecnologia não pode ser desconsiderada, e um dos grandes trunfos no trabalho de conscientização da Cisco é seu portifólio baseado em uma arquitetura fim a fim. “Muitas empresas falam em telefonia IP, outras em UC. A Cisco fala em soluções de colaboração, que é um superset de UC e que, por sua vez, é um superset de VoIP”, explica Ogata. Assim, as soluções da marca se tornam aptas à adoção, não só de grandes companhias, mas também das PMEs, cada vez mais importantes no mercado. Parcerias da Cisco com empresas como a Intelbras reforçam o potencial de atendimento a essas empresas. Não à toa, a própria IDC reconhece a Cisco como líder no mercado de comunicações unificadas.


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Data Center

Telefonia IP

Tecnologias de Acesso

Gerenciamento de Redes

Unified Computing

Virtualização

IP Contact Center

Serviços oferecidos na Consultoria Pré-vendas

Pós-vendas

Planejamento estratégico Levantamento de necessidades Desenho de projetos

Implementação de Soluções

Definição da arquitetura Validação de projetos Elaboração de Propostas Técnicas

Homologação de projeto piloto Reprodução em larga escala

Operação Assistida Suporte Remoto Monitoramento de Redes Auditoria de Redes Alocação de Profissionais

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computação em nuvem

ZetTabytes: o céu é limite para o tráfego global na nuvem Transmissão de dados em cloud deve crescer 12 vezes até 2015, para 1,6 zetabytes anuais, revela pesquisa da Cisco

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ue a nuvem deixou de ser apenas tendência para se tornar realidade, na maioria das grandes empresas, já é um fato. O que ainda não se sabia, era o exato volume de dados trafegados com a evolução desse modelo de serviços. Para saber o que essas redes terão de suportar nos próximos anos, a Cisco mediu o tráfego de 20 data centers espalhados pelo mundo – dois deles no Brasil – e formulou o Índice Global de Nuvem (2010/2015). O estudo estima que o tráfego global de computação em nuvem irá crescer 12 vezes nos próximos 5 anos, de 130 exabytes para 1,6 zettabytes anuais em 2015, 66% de crescimento anual. Para que se tenha uma ideia mais concreta deste número, um

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zettabyte equivale a um sextilhão de bytes ou a um trilhão de gigabytes. Esses 1,6 zettabytes são equivalentes a 1,6 trilhão de horas de transmissão de vídeo de alta definição (HD) por streaming, por exemplo. O Índice foi desenvolvido para estimar o crescimento e as tendências do tráfego global baseado em nuvem entre data centers. E gerado a partir de modelagem e análise de diversas fontes, incluindo mais de 30 terabytes de dados por mês durante 2010 e as medidas de 45 milhões de testes de velocidade de banda larga, além de previsões de mercado de especialistas. A nuvem é o componente de maior crescimento de tráfego em data centers, que vai atingir 4,8 zettabytes até

2015. Estima-se que a nuvem atualmente é responsável por 11% do tráfego em data centers, crescendo para mais de 33% do total em 2015. A nuvem está se tornando um elemento crítico para o futuro da tecnologia da informação e da entrega de vídeo e conteúdo. A adoção massiva da virtualização e economias de escalas melhoradas serão fatores chave para a transição, que está levando o tráfego de nuvem para uma taxa de crescimento duas vezes maior que o tráfego global de data center. Enquanto este último vai crescer quatro vezes (33% anualmente) entre 2010 e 2015, o tráfego global de nuvem crescerá doze vezes (66% anualmente) no mesmo período.


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computação em nuvem

CloudVerse

A maior parte do tráfego em data centers não é gerado por usuários finais, mas sim pelos próprios data centers e nuvens, em atividades como backup e replicação. Em 2015, 76% do tráfego nos data centers permanecerá nos próprios data centers, enquanto as cargas de trabalho migram entre diversas máquinas virtuais e realizam tarefas em segundo plano. Outros 17% do tráfego total irão para o usuário final, enquanto 7% será gerado entre os data centers via atividades como cloud-bursting, replicação de dados e atualizações. Devido ao aumento de serviços ao consumidor baseados em vídeo, o tráfego nos data center para usuários terá picos de atividade significativos.

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Como forma de lidar com esse imenso volume de dados na nuvem, a Cisco lançou, no fim do ano passado, o CloudVerse, estrutura que combina os elementos básicos (data center unificado, rede inteligente e aplicativos para nuvens) necessários para permitir que as empresas criem, gerenciem e conectem nuvens públicas, privadas e híbridas. A solução permite ganhos de agilidade, segurança das operações e economia. Ao integrar os três elementos fundamentais da nuvem – o Unified Data Center e o Intelligent Network para aplicativos – o CloudVerse oferece uma nova experiência ao usuário final: nas nuvens, entre nuvens e além das nuvens. Entre as novidades do CloudVerse estão a estrutura de Unified Data Center, que automatiza o modelo “as a service” em ambientes físicos e virtuais, além de ser escalável com as exigências corporativas, ou seja, aloca de modo flexível os recursos de TI nos data centers, utilizando, inclusive, malhas computacionais e unificadas. Entre os recursos de gerenciamento unificado estão o Intelligent Automation for Cloud, que oferece provisionamento e gerenciamento automatizado de recursos para entrega de serviços de TI dentro e entre data centers. Já o Network Services Manager cria, implementa e modifica automaticamente recursos físicos e virtuais de rede sob demanda, enquanto o Cloud Intelligent Network oferece uma experiência consistente e segura sempre que o usuário é localizado e, também, entre as diversas nuvens envolvidas na entrega de um serviço. O CloudVerse é baseado nos serviços de capacitação de nuvem da Cisco, que combinam a experiência da empresa com a dos parceiros, permitindo que as empresas recebam e utilizem todo o potencial da computação em nuvem. Além disso, há vantagens econômicas: passar de um data center tradicional e virtualizado para uma nuvem CloudVerse, pode reduzir o custo total de propriedade de TI (operacional e investimento) em até 50%, além do tempo de oferta de serviços em nuvem de semanas para minutos.


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Small Business

Cisco e Intelbras firmam parceria em telefonia IP Objetivo ĂŠ conquistar mercado de PMEs

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Cisco sempre teve como objetivo oferecer a melhor tecnologia para qualquer área de negócios. E em fevereiro firmou parceria com a Intelbras, para oferecer a melhor tecnologia para empresas de todos os tamanhos. O acordo foi anunciado no dia primeiro de fevereiro e envolve o fornecimento da solução de comu-

gia IP. “A Intelbras é a líder do setor corporativo de telefonia, com clientes de até 100 usuários, que tradicionalmente utilizam serviços TDM (voz analógica), e vai agregar muito ao nosso negócio, que sempre foi mais concentrado em grandes corporações”, diz Cleber Giorgetti, gerente de negócios e colaboração para médias empresas da Cisco. “Além disso, eles têm uma rede de 10 mil parceiros comerciais que atuam

6 A intenção da parceria é que as pequenas e, sobretudo, as médias empresas tenham acesso a serviços avançados de comunicação nicação unificada, o Business Edition 3000 (BE 3000) e telefones. Também fazem parte da solução telefone e gateways da Intelbras. Com esta oferta, as duas empresas esperam atender ao crescente mercado de telefonia IP no Brasil. Ambas estão trabalhando em conjunto para incentivar a migração das centrais de comunicação para a tecnolo-

nesse mercado, que no Brasil gira em torno de US$ 230 milhões”, completa. O suporte técnico pré e pós-vendas da solução completa, aos clientes e parceiros, ficará a cargo da Intelbras. A intenção da parceria é que as pequenas e, sobretudo, as médias empresas tenham acesso a serviços avançados de comunicação, como telefonia IP, telefonia Wi-Fi,

softphones, videoconferência, instant messaging, entre outros. A Cisco e a Intelbras estão confiantes de que o acordo irá acelerar a adoção de soluções de comunicações unificadas no mercado de pequenas e médias empresas no Brasil, por meio da integração de produtos com alta tecnologia incorporados à expertise da Intelbras no mercado de comunicação brasileiro. “Todos esses serviços e facilidades serão oferecidos de maneira integrada ao sistema de telefonia fixa e móvel das empresas, que terão acesso a isso tudo por um custo adequado ao tamanho e perfil de uso”, explica. A solução, segundo Giorgetti, integra voz, vídeo, mobilidade, mensagem, conferência e serviços de gateway de voz em um único equipamento. “O sistema é simples de configurar, gerenciar e usar, e isso ajuda a reduzir o custo total de propriedade, proporcionando uma transição suave de sistemas de telefonia tradicional para comunicações unificadas”, defende. A cooperação com a Intelbras representa um grande passo para a Cisco marcar presença no mercado brasileiro. A versão do Cisco BE 3000 adaptada ao mercado brasileiro e os telefones IP e gateways Intelbras estarão disponíveis a partir de abril de 2012.

Business Edition 3000 (BE 3000)

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Small Business

ECOMMERCE: RECORDE EM VENDAS PARA PMEs Com estoque e linha de financiamento própria, primeira revenda virtual de produtos Cisco atrai pela facilidade de compra e rapidez na entrega

U

m novo modelo comercial vem se destacando nos últimos meses. Trata-se da Megastore Cisco (http:// www.megastorecisco.com.br/), uma iniciativa colocada em operação em novembro de 2010 e que inaugurou a comercialização unitária de equipamentos da fabricante. Com esse perfil, a Megastore conquistou as pequenas e médias empresas, hoje 95% dos seus clientes. Uma iniciativa única de uma revenda da Cisco do Brasil, que decidiu criar uma estratégia de abordagem diferenciada para o segmento de PMEs, do qual participava muito timidamente até então. “Foram seis meses até identificarmos as Lojas BestMarket (revenda responsável pela Megastore Cisco) como parceiros interessantes. Eles já eram grandes revendedores de outros produtos TIC pela internet”, conta Sandro Sabag, Gerente Cisco para o Mercado SMB. A venda online é caracterizada pela disponibilidade de estoque, pontua-

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Megastore (www.megastorecisco.com.br) conquistou as pequenas e médias empresas, hoje 95% dos clientes do site

lidade na entrega e preço diferenciado. Um composto consolidado que já permite à Megastore Cisco acumular uma taxa de retorno de clientes de 35%. “Eles estão caminhando muito bem. Por ser um mercado novo e um modelo comercial diferente da rotina de consultoria, projeto, venda e atuação no pós-venda, esta é uma iniciativa que já se destaca no ecossistema Cisco”, revela Sabag. “O volume de venda é crescente. Já consideramos um sucesso comercial”, reforça. Com pouco mais de um ano de operação, a Megastore já é Parceiro Select Cisco e oferece como diferencial a ferramenta de cotação online e através da ação de links patrocinados do Google, é hoje a revenda Cisco online mais procurada na internet. São aproximadamente 50 campanhas no buscador para divulgar o e-commerce, cuja principal identidade são as pequenas e rápidas vendas de switches

e roteadores low-end. “Qualquer produto que o cliente buscar com a marca Cisco no Google terá como primeira resposta um anúncio da nossa loja”, afirma João Paulo Camargo, diretor da Megastore. Para ele, a parceria com a Cisco só surgiu devido ao saldo positivo de vendas pela internet que a empresa acumula. “Foi um desafio muito grande, uma quebra de paradigmas que se tornou um sucesso”, comemora.

Plano de expansão Em 2012, Camargo planeja surpreender ainda mais aumentando o leque de produtos à venda pela Megastore e iniciar a oferta de soluções para o mercado PMEs, como supermercados, padarias, escritórios, etc. “Além disso a Megastore estamos buscando parcerias com bancos, a fim de facilitar o crédito aos nossos clientes”, conclui Camargo.


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serviços

Contagem regressiva para os grandes eventos esportivos no Brasil O País está na principal mira da Cisco que estima serem necessários investimentos de R$ 2 bi a R$ 3 bi em infraestrutura só para a Copa do Mundo de 2014

O

s eventos esportivos mais importantes estão a caminho do Brasil. Cada vez mais perto dessa realidade, o País vem se preparando para oferecer ao mundo uma experiência única durante a Copa do Mundo FIFA em 2014 e os Jogos Olímpicos em 2016 no Rio de Janeiro. O Brasil está na principal mira da Cisco, como informa o diretor regional de Serviços da Cisco, Márcio Abreu. “Temos investido há alguns anos no Brasil. Naturalmente, os jogos garantem ao país uma posição de ainda mais destaque”, diz. A empresa estima que são necessários entre dois bilhões e três bilhões de reais de investimentos em infraestrutura só para a Copa do

Mundo de 2014, dos quais, 3% a 7% devem envolver tecnologias de informação e comunicação. O primeiro foco de atuação da Cisco no País será a implantação de sistemas de telecomunicações (especialmente para uso de conexão wi-fi) nos estádios que irão receber jogos da Copa. “Começamos agindo na construção dos estádios, que estão sendo projetados para serem sustentáveis, e não se transformarem nos famosos ‘elefantes brancos’. Queremos implantar nossa tecnologia em todas as arenas da Copa do Mundo de 2014, ‘sustentabilidade’ é a palavra chave para a Cisco”, afirma Abreu, que completa informando que a empresa vêm oferecendo tecnologia para seus parceiros responsáveis pela

construção das arenas. “Estamos realizando uma nova onda de parcerias com empresas que lidam com projetos de construção e urbanização, nosso papel é ajudar nossos parceiros a operar e trabalhar com essa e tecnologia garantir que os jogos sejam um sucesso tanto na área da tecnologia de comunicação quanto na estrutura”. Os projetos previstos pela Cisco permitem criar estádios com múltiplas finalidades, para serem usados, por exemplo, como centro de exposições e locais de entretenimento. Abreu informa que as inovações foram utilizadas em outros grandes eventos esportivos, como os jogos de inverno e as olimpíadas militares disputadas no Rio de Janeiro e transmitida on-line com tecnologia da Cisco. Além dos eventos esportivos, o nível de urbanização brasileiro também chama a atenção da fabricante. No Brasil, o nível de urbanização chega a 80%, enquanto na China é de cerca de 30% e, na Índia, de 50%. Esses dados abrem muito mais possibilidades para o uso da tecnologia, não só nas casas das pessoas, mas especialmente nos serviços públicos, como melhorar a educação e os serviços de saúde. “O Brasil é o foco para a Cisco”, sentencia Abreu.

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capital

Cisco Capital financia projetos diferenciados Com escritório no Brasil, divisão financeira tem critérios de crédito mais flexíveis

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esenvolver soluções financeiras para apoiar os negócios da filial brasileira, junto aos clientes e parceiros, é a função da Cisco Capital. Totalmente focada no financiamento de tecnologia, a divisão atua em todas as áreas em que a Cisco tem presença. E é um grande diferencial competitivo frente à concorrência. “Nosso foco é 100% em tecnologia Cisco”, explica Caio Raymundo, gerente de contas da Cisco Capital. “Ainda temos flexibilidade para incluir produtos de outros fabricantes, desde que complementem a solução até um limite de 40%.” A atuação da Cisco Capital é ampla. Ela pode participar até mesmo da formulação de cronogramas para projetos mais complexos. “É uma oportunidade de estreitar relacionamentos de longo prazo e, sempre que houver necessidade, o cliente nos convida a continuar o trabalho”, observa a gerente de soluções financeiras, Marcela Nascimento.

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De operação razoavelmente recente - a divisão existe desde 2004 – e ainda pouco conhecida no Brasil, a área aumentou sua base de clientes nos últimos anos, com a implantação de um escritório local. “Temos ferramentas financeiras interessantes que facilitam a realização de negócios com a Cisco”, diz Raymundo. “Queremos divulgar nosso trabalho para que cada vez mais clientes e parceiros conheçam nossas soluções.”

Produtos Uma das principais soluções financeiras da Cisco Capital é o leasing operacional, modalidade em que o cliente paga pelo uso dos equipamentos. “Somos uma das poucas que oferecem esse tipo de produto”, diz Caio Raymundo. Nessa operação, explica o executivo, um dos principais benefícios é que, ao final do contrato, o cliente pode fazer a aquisição dos ativos (por

um valor simbólico) ou atualizá-los parcial ou integralmente. “Além disso, as parcelas são menores que as de uma solução financeira tradicional”. Há ainda outros produtos, como o leasing financeiro, nos quais são aplicadas as taxas de juro de mercado, e o financiamento internacional feito diretamente com a matriz da Cisco, para projetos a partir de US$ 300 mil, com taxas de juros do mercado internacional “extremamente baixas”. Embora as taxas de juros no Brasil estejam caindo, o crédito de até 60 meses no mercado é muito seletivo, e deixa de lado, por exemplo, as pequenas e médias empresas. É aí que a Cisco Capital se diferencia. “Nossa forma de análise é diferente da de um banco. Temos diversos critérios que facilitam a concessão de crédito. Estamos interessados em fazer com que as empresas adotem a tecnologia da Cisco e usufruam dos benefícios”, completa Marcela Nascimento.


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Artigo

Especialista Remoto para os Serviços Financeiros Por Rodrigo Montebelo gonsales

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ais e mais as Instituições Financeiras ao redor do mundo, vêm utilizando o vídeo como ferramenta de colaboração, junto aos seus clientes e funcionário, com o intuito de alavancar seus resultados, aumentando receita com redução de custos. Com clientes cada vez mais exigentes torna-se necessário um portfólio de produtos e serviços financeiros mais sofisticados e disponíveis a qualquer momento, em qualquer lugar e para qualquer pessoa. Pesquisas de mercado mostram que atender a uma solicitação prontamente é primordial, dado que, um elevado percentual de cliente troca de instituição financeira no momento em que não são bem atendidos, independentemente do canal que esteja. Os clientes procuram interações personalizadas e, preferencialmente, presenciais com um especialista do Banco ao adquirir um produto e/ou serviço mais complexo. Olhando para o mercado brasileiro, nos últimos 5 anos,

saímos de uma população bancarizada de 16,1% para 60,5% em 2010, conseqüência do forte crescimento da classe média, que, no mesmo período, cresceu de 38,7% para 52,3% da população, sendo que nos grandes centros a população bancarizada já está em torno de 65% a 70% (São Paulo já possui 70,5%, nível próximo de países desenvolvidos). Ou seja, a conquista de novos clientes está se esgotando, no que se refere ao crescimento de base de clientes, e a possibilidade de maiores ganhos financeiros está no processo de fidelização e retenção de seus clientes, com a prestação de serviços financeiros de maior valor agregado em busca de aumento do percentual de “Share of Wallet” de seu cliente. Para incrementar o “Share of Wallet”, as instituições financeiras estão ampliando suas atuações nos novos canais e muitas delas reconhecem que a prestação de serviço especializado baseado na personalização é o melhor modelo

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de negócio para a diferenciação competitiva e para o crescimento orgânico. Porém, a personalização se torna cara se tiver que ser aplicada a todas as localidades do banco de maneira presencial, por outro lado, a incapacidade de responder às oportunidades de vendas por meio de seus canais, pode resultar em uma perda de receita, ou mesmo, gerar insatisfação de seus clientes. Neste intuito, a Cisco criou uma solução que viabiliza que o Banco esteja o mais presente possível junto ao seu cliente para potencializar o valor de seus especialistas, reduzir despesas, aumentar a produtividade e simplificar seus processos.

Permitindo interação personalizada Multicanal: A Solução Cisco® para Especialista Remoto Em uma indústria com oportunidades limitadas de diferenciação em produto, a excelência no serviço é a melhor ferramenta competitiva. A estratégia de negócios vencedora combina a força e o imediatismo do relacionamento “face a face” de forma automatizada e virtualizada. A Solução da Cisco® para Especialista Remoto conecta os clientes com um especialista, em uma experiência imersiva, com interação “face a face” virtual, independentemente de sua localização física. Por meio da infra-estrutura “Cisco Unified Communications”, que muitos bancos possuem em vigor, durante um atendimento com o cliente, o atendente, pode facilmente localizar um especialista remoto mais adequado para aquela demanda e em seguida, proceder uma conexão deste especialista com o cliente, por meio de uma Telepresence, Vídeo desktop, voz, incluindo também o compartilhamento de conteúdo. O resultado é uma consultoria financeira prestada com maior valor agregado e uma experiência única do cliente, permitindo uma melhora na sua conquista e retenção, sem carregar o elevado custo do atendimento presencial tradicional. A Solução Cisco® para Especialista Remoto também integra com o CRM (Customer Relationship Management) e o sistema CIF (Customer Information File) para melhor suportar o especialista durante o atendimento, proporcionando uma visão completa do relacionamento com o cliente e as suas interações, independentemente de sua localidade ou como eles estão se comunicando com o cliente (Figura abaixo). E a solução inclui captura de voz digital de todas as interações atendendo às exigências regulatórias e o gerenciamento de riscos e demandas pelo mercado.

Benefícios para o Negócio Novas Vendas e Conquista de “Share of Wallet” dos Clientes – incremento das taxas de conversão dos clientes. Forrester estima que, quando um especialista não

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está presente e disponível, no momento de um consulta inicial de um cliente, em 70% dos casos, este mesmo cliente vai escolher uma outra instituição. Adicionalmente, reforça que quando o contato for via Contact Center, a taxa de conversão de uma interação entre um especialista é de 50%, usando somente o áudio. Ao passo que, a taxa de conversão com áudio e vídeo é maior do que 90% (Forrester). Finalmente, esta pesquisa mostra que o “Cross Sale” aumenta de 1,4 para 2,5 produtos por cliente, quando os recursos de vídeo são adicionados. A conclusão é que, ao permitir o contato “face a face”, o vídeo fornece uma melhor experiência com o cliente, aumento a satisfação e fidelização, e oportunidades de receitas adicionais; Eficiência – permite ampliar a área de cobertura, reduzindo as despesas de viagem dos especialistas, eliminando as horas ociosas de deslocamento. Sem contar que, a tendência é que os custos de telecomunicações venham a diminuir, ao passo que os custos de viagens seguem aumentando, principalmente nos grandes centros comerciais. Conquista de Novos Clientes – cria uma experiência diferenciada que impressiona e atrai novos clientes. Retenção dos Clientes – possibilita oferecer acesso imediato a especialistas experientes, mesmo quando os clientes estão em áreas remotas, com um serviço personalizado, resultando na melhoria da percepção e confiança do cliente, acarretando na sua maior lealdade. Iniciativa “Green” e redução de consumo de Carbono – a comunicação com vídeo desempenha um papel significativo na redução de viagens, economizando tempo e melhorando a eficiência operacional com a otimização da utilização de seus quadro de especialistas. Adicionalmente, a mesma plataforma de Colaboração Corporativa também pode ajudar nas operações diárias e na integração das retaguardas dos bancos (Back Office), agilizando os processos de negócios e melhorando a resolução de seus problemas. Além disso, a infra-estrutura de vídeo de negócios pode ser utilizada para oferecer vídeo-streaming tanto “ao vivo” e/ ou “on-demand”, suportando as comunicações corporativas, “Digital Signage” e Treinamentos Remotos Corporativos dos Funcionários.

* Rodrigo Montebelo Gonsales é Vertical Sales Manager FSI Enterprise - Latam - da Cisco.


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