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Dezembro | Janeiro 2011, ano 1, n° 2 Distribuição gratuita

A Revista vitrine do mercado imobiliário.

17º Salão do Imóvel: Mais um ano de sucesso

“Sua casa, sua vida, mais sustentável e feliz” CASA COR 2010

Bate-papo com Valtair Torezani da ARGO Construtora

Falando de imóveis com a Barbosa Barros


Na hora de construir ou reformar A.S Materiais de Construção é a solução, com as melhores marcas e os menores preços.

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EDITORIAL

editora

Muito Obrigada! Superando todas as expectativas, a Revista VitrinImóveis se lançou em grande estilo na Grande Vitória, rompendo todos os limites e quebrando todas as barreiras que se levantaram. Na elaboração da Edição de lançamento conhecemos e conversamos com muitas pessoas que de alguma forma contribuíram para o nascimento deste sonho. Agradecemos a todos que apoiaram este projeto de criar um canal gerador de informações moderno e inovador que já está movimentando este grande mercado imobiliário. Neste dinâmico e acelerado mercado, onde a cada dia podemos contemplar a beleza de mais um arranha-céu, iremos mostrar todas as tendências e novidades da área. Nesta Edição, falaremos do sucesso que foi o 17º Salão do Imóvel, onde mostra que este mercado está realmente sempre em crescimento.

02 direção geral Karla Oliveira direção comercial Malaquias Vieira gestão de negócios Karla Oliveira jornalista responsável Bruno Penna Rocha MTB: 01806 ES comercial Interação Design colunistas Sandro Pretti Guilherme Reis Joubert de Barros Zanandrea colaboradores Gedson Alves Dilson Alves

Muita sofisticação aliada à sustentabilidade é o que nos mostrou a CasaCor 2010.

projeto gráfico Maria Rodrigues Stein Vinícius Albuquerque

Ótima leitura. Abraços,

fotografia Bruno Penna Rocha

Karla Oliveira karla@vitrinimoveis.com

impressão Gráfica Lisboa Os artigos e anúncios publicados contidos nesta revista são de responsabilidade de seus autores.

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ARQUITETURA Sandro Pretti

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BATE-PAPO com Valtair Torezani

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17º SALÃO DO IMÓVEL Bruno Rocha

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FALANDO DE IMÓVEIS Gedson Alves

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FALANDO DE CONSTRUÇÃO Joubert de Barros Zanandrea

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EM FOCO Dilson Alves de Oliveira

ACONTECE Bruno Rocha

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DIREITO IMOBILIÁRIO Guilherme Reis

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LANÇAMENTOS

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SUMÁRIO


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ARQUITETURA

O benefício de se viver na vertical

Sandro Pretti Arquiteto e Urbanista

Sobre edifícios altos, os “espigões”, muitos se expressam de maneira pejorativa. Prefiro chamar de “torres” estes que, na maioria das cidades contemporâneas, são símbolos do desenvolvimento, de tecnologia avançada e, porque não dizer, símbolos turísticos, que atraem milhares de pessoas de todo o mundo para comprovar a criatividade, o poder de transformação do homem.

Áreas desprovidas de natureza exuberante viram obras de arte de arquitetura. Dubai e Las Vegas são dois bons exemplos da transformação de um deserto inóspito numa paisagem urbana de se orgulhar. Ao contrário do que a maioria pensa, os edifícios altos nada tem a ver com o adensamento populacional. Eles são benefícios em cidades desde que não atrapalhem ou ofusquem as belezas naturais e patrimônios históricos. Exemplificando, um edifício em Vila Velha não deve fazer sombra na praia, nem tirar a vista do Convento da Penha e Morro do Moreno. Salvo isso, quanto mais alto melhor, porque cada pavimento representa um afastamento maior de cada vizinho e da rua. O resultado é uma ventilação e iluminação muito melhor das casas, ruas e praças. É muito mais interessante para o bairro um edifício com cinqüenta pavimentos com um apartamento por andar ocupando 10% do terreno que um edifício com dez pavimentos ocupando 50% do mesmo terreno. A densidade populacional são os mesmos cinqüenta apartamentos só que no 1º modelo temos 90% de área livre em volta da torre para ser usada com área verde e proporcionando uma distância dez vezes maior do edifício vizinho, o que concede mais privacidade, iluminação e ventilação para o morador. Infelizmente a cada dia vimos novos Planos Diretores Municipais (PDMS) sendo reeditados erradamente limitando gabaritos de cidades inteiras. Como se isso resolvesse o adensamento populacional. Deveriam ser feitas cartilhas para orientar a população de que o tamanho do empreendimento não é determinado pelo gabarito e sim por um índice, chamado de coeficiente de aproveitamento, que limita o volume de construção de cada terreno no zoneamento urbano. Modelos de ocupação como o de Jardim da Penha são exemplos de como a altura não é referencia para uma boa qualidade de vida. Pois nada adianta o prédio possuir cinco pavimentos e os cômodos estarem sempre com cortinas ou janelas fechadas para evitarem que o vizinho do prédio ao lado a três metros de distância escute ou acompanhe seus movimentos dentro do seu lar. Entretanto, no mesmo bairro, imagine dez edifícios de cinco pavimentos substituídos por apenas um no Centro da quadra com cinqüenta pavimentos ocupando apenas 6% de todo o terreno. Teriam vista da praia de Camburi, ventilação e poderiam ficar o dia inteiro sem cortinas e com janelas abertas, pois estariam a cinqüenta metros do vizinho mais próximo. Ainda poderiam ter um clube com lazer e muitas árvores nos 94% restante do terreno. Isso sim é qualidade de vida. Ainda contribuiríamos para a criatividade dos arquitetos para conceber arquitetura que exaltassem a volumetria e todas as fachadas, pois os edifícios poderiam ser observados por todos os lados e não só da fachada frontal da rua, o que acontece normalmente neste bairro. Uma arquitetura simplesmente de fachada faz a criatividade se restringir à simples combinação dos revestimentos e do desenho dimensional das varandas. Podemos comparar os prédios da orla da Praia da Costa da década de 80 todos com dez pavimentos colados um ao outro (arquitetura Bi dimensionada) com os da Enseada do Suá com vinte e trinta pavimentos, porém com uma arquitetura solta, livre e por isso mais arrojada e visível por todos os ângulos (arquitetura tridimensional). Isto determina e orienta esse tipo de ocupação. É o coeficiente de aproveitamento menor e a inexistência do limite de altura, índices definidos nos Planos Diretores Municipais Por isso a grande importância da participação de pessoas com visão de futuro e conhecimento amplo de cidades pelo mundo para que não façam leis engessadas que impeçam que estas se tornem bonitas e agradáveis de viver.

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BATE-PAPO

Qualidades que se destacam Moderno e Inovador, este é Valtair Torezani que atua no mercado imobiliário há oito anos, sempre com foco na qualidade de acabamento e pontualidade na entrega.

VitrinImóveis: Que mudanças importantes estão acontecendo no Mercado Imobiliário? Valtair Torezani 46 anos administrador de empresas Argo Construtora

“Nosso seguimento é direcionado às classes A e B, e a procura nesse setor está em alta”

Valtair Torezani: A mudança mais significativa que eu vejo é a mudança quantitativa, a quantidade de novos empreendimentos que estão sendo lançados aqui no Estado. Isto resulta em um leque maior de opções para quem já está no ramo de imóveis há algum tempo ou para quem está à procura de seu primeiro imóvel.

VI: Qual é a atual situação do mercado Imobiliário no ES? VT: É a melhor possível. Nos últimos oito anos que participo desse mercado, nunca tivemos um crescimento tão forte. Todo o mercado, após o boom imobiliário, tem bons negócios sendo fechados. Nosso seguimento é direcionado as classes A e B, e a procura nesse setor está em alta.

VI: Como está a oferta e a procura neste mercado? VT: Hoje o problema não é venda de apartamentos, e sim encontrar terrenos de boa qualidade. O produto precisa agradar o cliente. Mas acredito que encontrar bons terrenos não tem sido problema aqui na Argo Construtora.

VI: Como é atuar num seguimento onde a compra é planejada durante anos e a oferta de unidades por lançamento é bastante forte? VT: Ai entra a parte do marketing. Nós contratamos uma gerente de marketing só para cuidar dessa área. O marketing da Argo Construtora demonstra o que a empresa tem a oferecer, ou seja, é o melhor investimento que você pode fazer. Nossa divulgação está em todos os lugares: revistas, jornais, outdoors... Mantemos também nossas certidões em dia, o que é mais importante.


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BATE-PAPO

VI: Como a Argo Construtora enxerga os investimentos estrangeiros em solo brasileiro no que se refere a Construção Civil? VT: Eu vejo isso como uma boa experiência. Eles trazem novas tecnologias, assim temos que nos adequar, estar sempre nos atualizando. Nossa gerente de marketing morou muitos anos nos Estados Unidos e tem experiência em novas tecnologias, o que para a Argo chega a ser um diferencial.

“Hoje o problema não é a venda de apartamentos, e sim encontrar terrenos de boa qualidade”

VI: Porque a Argo prioriza acabamento e entrega rápida? VT: Na realidade, quando começamos há sete anos, nós tínhamos que ter um segmento, e o que as pessoas mais procuravam naquela época era o prazo curto de entrega, pois e a demora na construção era muito grande. Com o acabamento é o mesmo perfil. A Argo Construtora pensa, em breve, criar uma nova marca para concorrer com os outros segmentos, de um produto popular, mantendo o sinônimo de qualidade que é a marca registrada da empresa. Assim concorremos diretamente no mercado. VI: Muitas empresas em todo país estão usando a internet como ferramenta de venda. O que você acha desta estratégia? VT: Fizemos um balanço de quem era o comprador da Argo e descobrimos que muita gente do exterior era cliente nosso. O que fizemos foi inverter essa via, pois agora não é mais o cliente que chega à Argo, e sim a Argo que chega ao cliente. Nosso site disponibiliza passo a passo o que o cliente morador de qualquer outro país precisa para adquirir um imóvel conosco. Além disso, temos o atendimento on line, nosso meio de comunicação através de ligações telefônicas com todo o mundo.

VI: Quais dicas você daria para quem quer comprar um imóvel sem ter futuros problemas? VT: Além de olhar o histórico da empresa, a pessoa deve conferir todas as certidões que a empresa tem, toda a documentação deve estar em dia. Outro fator importante é o marketing boca a boca, o que as pessoas que entendem sobre o assunto tem a dizer sobre as construtoras do Estado.

VI: Fale um pouco sobre a participação da Argo Construtora no Salão do Imóvel. VT: Essa foi a nossa segunda participação e gostamos muito do resultado desse ano. Nós fizemos um stand pequeno, o que quase não atendeu a procura que tivemos no evento. Ano que vem pensamos em dobrar o tamanho do stand. As expectativas foram superadas não somente nas vendas durante o evento, mas o pós evento foi lucrativo, fechamos bons negócios.

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NOSSA CAPA

17º Salão do Imóvel foi um Sucesso! Por: Bruno Penna Rocha www.brunopenna.com.br

Fonte: Ademi-ES Superando todas as expectativas, o 17º Salão do Imóvel Ademi-ES tem provado ser um grande sucesso de vendas e um indicador de tendências no ramo imobiliário. Com fechamento de negócios da ordem de R$ 87 milhões durante o evento, o Salão consolida-se como um espaço de realização pessoal, onde pessoas de todo o Estado compareceram para concretizar o maior sonho: ter sua casa própria. Com esse resultado, o Salão do Imóvel, realizado entre os dias 22 e 26 de setembro no Parque de Exposições de Carapina – Serra, este ano superou a expectativa inicial de negócios previstos durante e após o evento, fato comprovado com a pulverização dos 20 mil visitantes nos diversos estandes, sensíveis às promoções apresentadas pelas 124 empresas expositoras, totalizando quase 20% de interessados a

mais que no ano de 2009. “Poderemos superar a expectativa inicial de negócios previstos durante e após o Salão, que era de 165 milhões. O segmento econômico continua forte, mas a grande novidade é que houve o aumento de negócios no médio padrão, detectado no aumento do tíquete médio, que saiu de R$115 mil em 2009 para R$157 mil deste ano”, avalia o presidente da Ademi-ES, Juarez Gustavo Soares. Outra novidade foi a procura maior por empreendimentos em Vila Velha. O município teve um destaque nesta edição do evento, sinalizando um aumento na demanda em relação aos anos anteriores. O bairro Laranjeiras também teve muitos imóveis negociados. Vitória apareceu em terceiro lugar, com 18% das vendas.


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NOSSA CAPA

Mais de 87 milhões de Reais em negócios movimentaram o evento O bairro Laranjeiras também teve muitos imóveis negociados. Vitória apareceu em terceiro lugar, com 18% das vendas. Para atrair mais clientes, algumas empresas ofereceram brindes na compra de imóveis, como armários modulados na cozinha. A escolha por apartamentos de dois e três quartos lideraram as vendas no evento, onde 60% dos visitantes, formados por um público basicamente jovem, procuraram por empreendimentos de até R$200 mil. O evento serviu para que as empresas do setor da construção civil fizessem o lançamento de vários empreendimentos, tanto

residenciais quanto comerciais, shopping centers em Cariacica e Serra, além de imóveis residenciais em Aracruz, Vila Velha, Serra e Vitória. A área imobiliária vem apresentando crescimento inclusive nas vendas por meio de consórcio. O evento também abriu espaço para debate e aprendizado, realizando o 4º Ciclo de Palestras, com temas abordando Gestão de Negócios, a importância das mídias sociais nos negócios e os princípios da boa fé nos contratos imobiliários. O Ciclo de palestras foi um prato cheio para as empresas treinarem seus funcionários para entender as tecnologias, já que elas podem criar oportunidades ou ameaçar o negócio.

Revista VitrinImóveis - 2 Ed  

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