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Túnel do Tempo

Novembro | 2015

EXPEDIENTE

ASSOCIAÇÃO DOS EX-ALUNOS MSC Presidência Al. dos Uapés, 529 - São Paulo - CEP: 04067-031

Tel: (11) 5078-8239 Cel: 99638-2229 w.marinho@terra.com.br Informativo Inter-Ex Rua dos Cíclames, 858 - Vila Prudente - SP CEP: 03146-010 - São Paulo - SP Dados Bancários CNPJ/MF no. 50.857.762/0001-87 Conta corrente - Bradesco S.A. No. 121760-7 / Agência 0151-1

DIRETORIA EXECUTIVA Presidente: William Marinho de Faria ........ (l1)5078-8239 w.marinho@terra.com.br Vice-Presidente: Marcos de Souza ..................... (11)3255-5456 adv.dr.marcos@uol.com.br Secretário: Walter Figueiredo Souza ............. (31)3641-1172 walter.figueiredo@yahoo.com.br Tesoureiro: Paulo Barbosa Mendonça ........ (l9)3542-3286 pbmpaulo@gmail.com Diretor Espiritual: Pe. Manoel F. dos Santos Jr ......... (11)3228-9988 pemanoel@msc.com.br CONSELHO FISCAL - TITULAR José Manoel Lopes Filho .......... (l4)3223-3399 Lásaro A. P. dos Santos ............ (11)3228-9988 CONSELHO FISCAL - SUPLENTE Itelvino Giacomelli .................. (l1)4695-1288 Vanderlei dos Reis Ribeiro ...... (l9)2512-0063

TÚNEL do TEMPO Colaboração do João Cardoso (1945-1949) extraída do livro “Memórias de um ex-seminarista”, de Nelson Altran (1948-1954)

O novato Sabiá (“Disse-lhes “Vinde e Vede”. Foram, pois; viram onde morava, e ficaram com ele aquele dia”. Jo. 1 - 39).

FEVEREIRO DE 1948. O rapazinho que chegara na véspera não completou ainda seus onze anos. Moreno, negros cabelos lisos numa cabecinha inquieta, grandes olhos claros num rostinho de anjo camuflado, corpo franzino, longas pernas de sabiá. Ganhara logo o apelido de “sabiá”! A cada instante seus lábios se abrem num sorriso inocente, pondo à mostra dois vultosos incisivos centrais. Ele está feliz. Tudo para ele é novidade.A escola com sua grande e bela fachada, seus longos corredores, suas inúmeras salas de aula, seus pátios, seus campos de futebol e de voleibol, sua chácara, os padres professores, os cento e tantos colegas que ele ganhara num dia, tudo o emociona. Ele é sensível e inocente. Sua alma ainda é pura e imaculada como a toalha do altar-mor da capela interna do Seminário que ele achou tão bonita. Era um rapazinho puro e nobre. Foi por isso que fora parar ali. Sua mãe o trouxera de longe. Um dia de viagem pela Noroeste e Paulista. Sua mãe chegara e partira no dia anterior. Nem ele nem ela choraram na despedida. Mas ela chorou depois, muito. Os olhos do menino estão vermelhos agora. Nota-se que ele chorou à noite. Pensou na mãe que ficava a seu lado até adormecer. Pensou em sua casa que ficara tão longe. Pensou muito na mãe naquela noite. E nas noites seguintes. Depois, com o tempo, ela foi desaparecendo de sua vida. E seu pai também. E toda sua família. Todo mundo lá de fora. Ele ganhara outra família, iniciara outra vida: transformara-se num Seminarista. E agora lá estava ele parado no alto da escadaria do pátio dos Menores. Foi quando se aproximou seu “Anjo da Guarda”. Era um dos Maiores. Escolhido pelo padre Superior para guiar os primeiros passos dos que chegavam.

REGIONAIS Ibicaré André Mardula ......................... (49)3522-0840 São Paulo – Em que está pensando ? Marcos de Souza ..................... (11)3228-5967 Campinas – Hein? Eu? Oh! Em nada. Jercy Maccari ............................. (19)3871-4906 – Saudades de casa? Curitiba – Não, não. Vê lá! Aqui não me falta nada! Marco Rossoni Filho ............... (41)3253-7135 – Bem, mas isso é natural nos primeiros dias a todo calouro. Pirassununga – Calouro? Que é isso? Renato Pavão ............................ (19)356l-605l – Ora, você não sabe? Chama-se calouro aos novatos assim como Bauru você. Daqui a uns tempos você não será mais um calouro nem um Gino Crês ................................ (14)3236-1259 novato. Mas por enquanto é. Itapetininga – O senhor também já foi calouro? Sílvio Munhoz Pires ................. (15)3272-2145 – Claro. Agora já sou um veterano. S. José dos Campos – Isso soa melhor que calouro. O senhor não acha? Natanael Ribeiro de Campos ......... (l2)3207-9869 – Não precisa me chamar de senhor. Itajubá – Em que ano o se ... você está? José Célio da Silva .................. (35)3644-1144 – Eu estou no quarto ano. Na “Tertia”. COORDENADORIAS Boletim Informativo Inter-Ex João Costa Pinto................Res. (11)2341-2759 CONTEÚDO DO BOLETIM Cel.(11)96493-4520 O Redator é o único responsável pelo conteúdo de sua matéria, pelo formato DIAGRAMAÇÃO redacional e por eventual opinião manifestada. Marcelo Silva Calixto .............. (11)3476-9601 CARAVANA Alberto José Antonelli, Antonio Henriques, Cláudio Carlos de Moacyr Peinado Martin ............ (11)2421-4460 REDATORES Oliveira, João Cardoso, João Costa Pinto, Luiz Carlindo DESTA EDIÇÃO ATOS RELIGIOSOS Maziviero, O Sombra, Raimundo José Santana Vanderlei Daniel R Billerbeck Nery .......... (11)2976-5240 dos Reis Ribeiro, Vilmar Daleffe e Walter Figueiredo Souza. Lásaro A P dos Santos ............... (11)3228-9988 INTER EX


Túnel do Tempo

– Tértcia? Que é isso? – “Tertia” é uma palavra latina, do latim. É a denominação que se dá ao quarto ano escolar. O primeiro chama-se “Sexta”. O segundo “Quinta”. O terceiro”Quarta”. O quarto “Tertia”. O quinto “Poesis”. E o último “Retórica”. É meio esquisito mas é assim mesmo. – Quer dizer que eu vou entrar na cesta? Gozado! Eu estava maravilhado. Quanta coisa já estava aprendendo. E quanta coisa ainda iria aprender! E para cada coisa que meu “Anjo” me dizia eu perguntava duas: – Então quer dizer que eu vou ficar aqui seis anos? – Pois é, seis anos. – Puxa! Quanto tempo! Eu não sabia. – É. Mas você vai ver como passa depressa. Quando você menos imaginar já estará na Retórica . – Mas até lá.... (ANAIS DO SEMINÁRIO: 2 - fevereiro-1953 - segunda-feira. Começa a invasão dos novatos ou candidatos para o ano de 1953. Mas que gentinha curiosa! Um se atreveu mesmo a perguntar ao mais velho (da Retórica) se ele era ca-sa-do!) Um apito soou. Alguém saiu correndo. Era o sineiro. Realmente, daí a pouco ouviu-se a badalar do primeiro sinal para o fim do recreio. Estavam ainda em férias. As aulas só começariam daí a dois dias. O Edyr e eu já nos íamos dirigindo para a fila quando um vulto negro se aproximou de nós. Da boca meio aberta num sorriso escapava um fortíssimo cheiro de fumo de corda. - Olá, Edyr. Seu protegido? - É, Irmão Chico, veio lá de Pirajuí, terrinha do calor! - Muito bem, muito bem. Mas vamos entrando que já é tempo. E, tirando o velho cachimbo do canto da boca, fez soar estridentemente o apito como somente ele sabia fazer.

Correção importante Na foto abaixo, publicada no Inter-Ex 129, pág. 14, ao lado de outras, informei errado que nela aparecia o Arlindo Dotta, falecido. A informação correta é a que consta do texto abaixo:

Sergio Dall´Acqua trabalhando com a esposa Eny, à sua direita, durante o Encontro de Ibicaré/2003, ambos falecidos.

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ALERTA GERAL ESTANDARTE DA ASSOCIAÇÃO Caros Colegas Ex-Alunos, lamentamos termos que comunicar que ainda não foi encontrado o estandarte da Associação. Várias buscas foram feitas onde era plausível sua localização, nas dependências da antiga Escola Apostólica, sem sucesso. Foram solicitadas informações a vários outros Colegas, além do Gomes e do Lasinho, também infrutíferas. Reiteramos encarecidamente a todos, em geral, e especialmente aos Diretores Regionais, que nos repassem alguma informação, alguma lembrança da última vez que viram o estandarte e onde poderia ser eventualmente encontrado. O estandarte está acondicionado dentro de um tubo de pvc. Agradecemos todo empenho que for dado à busca. João Cardoso João Costa Pinto

Refiro-me ao tema do “Ainda a Paródia”, do Antonio Henriques, publicado no Boletim anterior, página 8. A liberdade de expressão, como entendida, pelos jornalistas do Charlie Hebdo parece não admitir qualquer cerceamento, nem do bom senso, nem do apreço por suas próprias vidas, assim como dos seus colaboradores. As ridicularizações blasfemas e intoleráveis contra o islam, o judaísmo e o cristianismo (contra a Trindade e o Espírito Santo), demonstram, para mim, que algum grau de insensatez afetava coletivamente os líderes do hebdomadário. Aplica-se apropriadamente, ao caso, o dito popular “Cutucar a onça com vara curta”, umas das citadas pelo autor, pois, se ética, responsabilidade e ponderação não foram e talvez nem venham a ser respeitados pelo Charlie Hebdo, ao menos deveriam eles que ter temido as onças que eles cutucaram com tanta insistência, especialmente, dentre elas, a furiosa islâmica. João Costa Pinto joaocostapintol@uol.com.br INTER EX


RELAÇÃO DE ANIVERSARIANTES Caro Colega e amigo aniversariante, nós o saudamos em mais uma data natalícia, em que você festeja mais um ano de vida junto com seus familiares, amigos ou confrades!!! Nós, da Diretoria, seus companheiros de um sonho comum, lhe desejamos saúde, bem estar, as bênçãos do Alto, e, em síntese, a felicidade. JANEIRO

01. João Carlos Billerbech Nery 03. Ivo Luiz Bortolazzi 05. Francisco Ferron 06. Vanderlei dos Reis Ribeiro 09. Renato Pavão 11. João Batista Larizzati Jr. 11. Pe. Benedito Ângelo Cortez 13. João Roberto Lemes 14. Leopoldo A. Ribeiro 15. Pe. Geraldo Barbosa Mendonça 18. José Bertuol 21. Sebastião M. F. de Carvalho 21. Maurício Sinotti Jordão 23. Pe. Hubert Kilga 24. Natanael Ribeiro de Campos 26. Gilberto Faria de Azevedo 27. Valdir Luiz Pagnoncelli 27. Carlos Savietto 28. Pe. Eugênio Luis de Barros

28. Ênio J. Correia de Moura 31. Paulo Roberto de Carvalho e Silva

FEVEREIRO

(13) 3316-8374 (45) 3264-1377 (19) 3846-9171 (19) 2512-0063 (19) 3561-6051 (15) 3327-5848 (35) 3622-0749 (12) 99642-9277 (35) 3621-2666 (35) 3622-0494 (11) 4703.6471 (35) 3291-2057 (19) 3561-6463 (89) 3427-0094 (Telefax) (12) 3207-9869 (35) 3623-4457 (46) 3536-3131 (19) 3671-2417 (11) 3228-99883671-2417 (16) 3339-3559 (21) 2266-0397

03. Armindo Baldin (19) 3461-7688 03. Luiz Vitor Martinello (14) 3234-1041 03. Luiz Carlindo Maziviero (13) 3284-3834 05. José Valentim Módena (19) 3262-2184 06. José Antônio de C.R. de Souza (62) 3291-6885 06. Célio Renato dos Santos (35) 3621-7882 08. Armando Turtelli Jr. (19) 3289-8966 08. Marcos Donizete de Faria (35) Piranguçu 11. José Mauro Pereira (19) 3561-3947 13. Gervásio Canevari (19) 3571-2270 15. Geraldo Toledo Costa (35) 8463-3155 19. Aparício Celso da Silva (19) 3243-6402 19. Sergio José Sfredo (19) 3232 0195 / 9.9973-0158 21. Antoninho Marchesini (11) 4522-0681 24. José Possebon (11) 3812-3067 24. Natanael Ribeiro de Campos (12) 3207-9869 25. Jerci Maccari (19) 3871-4906 27.Jerônimo Alvim Rocha (31) 3621-3553 28. Pe. Alfredo Niedermeier (85) 3274-3420 28. Mauro Soares de Freitas (21) 3393-3827 29. Célio Antonio dos Santos (12) 99709-9811

MARÇO

02/03 - José Morad (19) 3561-2067 02/03 - Cláudio Dias Chaves (12) 3623-1468 03/03 - Benedito Coldibelli (19) 3223-0908 03/03 - Luiz Carlos da Costa (12) 3192-9537 03/03 - Ricardo José dos Santos (Alguém sabe?) 03/03 - Ricardo José Rosim (19) 3561-6480 06/03 - Henricus C. J. Helmer (41) 3376-8580 08/03 - Pe. Joaquim dos Santos Filho (35) 3624-1104 09/03 - Norival José de Oliveira Paiva (Alguém sabe?) 11/03 - Antônio Aparecido Marquetti (19) 3572-2165 11/03 - Moacir Lobo (Cascavel-PR) (00) 9911-5755? 13/03 - José Claret da Silva (35) 9104-0379 15/03 - Alfredo Martins de Aguiar (51) 3019-1572 17/03 - Pe. Sírio José Motter (19) 3562-1611 17/03 - Vilmar Daleffe (44) 8433-5790 20/03 - Gaspar Ribeiro Rebelo (12) 3262-4855 21/03 - Olivo Bedin (19) 3869-8649 21/03 - Pe. Manoel F. dos Santos Jr. (11) 3228-9988 22/03 - Domingos Luiz Meneguzzi (19) 3238-6804 22/03 - Wanderlei Fechio (11) 2056-3800 24/03 - Helias Dezen (65) 3461-1284 28/03 - Pe. Fernando C. Santos 0.0xx.593.2306-8090 30/03 - Benedito Augusto Gonçalves (Alguém sabe?) 31/03 - Dom Ricardo Pedro Paglia (35) 3622-0494

ABRIL

01/04 - Delfim Pinto Carneiro (19) 3881-2369 01/04 - Marco Aparecido Crepaldi (14) 3232-6845 02/04 - Pe. Domingos H. Cruz Martins (98) 3382-1116 03/04 - Isaias José de Carvalho (35) 3645-1276 04/04 - Renato Pereira Leite (35) 3621-1840 05/04 - José Irineu Baptistela (19) 3561-3767 06/04 - Luiz Carlos Flach (41) 3527-5539 07/04 - Edson Niehues (41) 3347-4600 07/04 - Antoninho Hahn (00) 3385-0279? 07/04 - Raimundo José Santana (11) 2973-1108 08/04 - Pe. Air José Mendonça (19) 3367-5343 10/04 - Marcos de Jesus Travagim (19) 3571-5554 10/04 - Oswaldo Renó Campos (35) 3662-1321 11/04 - Marlinaldo de Andrade Freire (11) 3831-2037 12/04 - Benedito Ronaldo Fernandes (35) 3621-1644 12/04 - Carlos Hermano Cardoso (--) 12/04 - José Carlos Ferreira (19) 3541-0747 12/04 - José Roberto P. Carneiro (11) 3872-0103 14/04 - Arlindo Giacomelli (48) 3247-4249 17/04 - Wilson D. Mendes (00) 3565-1684 18/04 - Carlos Alberto Barbosa Lima (45) 3524-4926 18/04 - João Corrêa Filho (35) 3622-4925 20/04 - Sérgio Roberto Costa (35) 9907-6036 21/04 - Ivo Bottega (67) 3321-6464 22/04 - Pe. Ednei Antônio B. Rodrigues (14) 3203-7943 23/04 - Antônio Altafin (19) 3434-7597 23/04 - José Célio da Silva (35) 3644-1144 24/04 - Jorge Ferreira da Rosa (15) Itapetininga-SP 25/04 - Pe. Rodrigo Ap. Domingues (35) 3624-1104 26/04 - Ângelo Garbossa Neto (48) 3249-6263 30/04 - Adelino Gouveia da Rocha (11) 2973-6046

NOTAS OPORTUNAS I – Caro Ex-Aluno, se você souber o telefone correto (faltante ou incompleto) de um aniversariante, queira, por especial favor, comunicá-lo por email ou telefone à Coordenação do Boletim/Inter Ex, como segue: joaocostapinto@uol.com.br - Tel.: (11) 2341-2759 II – Pedimos que nos perdoe, se o seu nome não figurou na relação. Avise, por favor a Redação. INTER EX


O Sombra

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O Sombra

5 perda irreparável aconteceu depois do 15º encon- 5 tro de Ibicaré, a perda de um dos mais destacados representantes do Sul nos encontros de Ibicaré-nunca manifestou tristeza era só alegria. Foi embora, mas com certeza está organizando a associação dos MSC no mundo espiritual. Que Deus abençoe nosso irmão SERGIO LUIZ DALL’ACQUA .

5 preciosos os comentários de Arlindo Giacomelli e de Valmor Junkes em suas páginas sobre o SERGIO.

5 Muito comoventes os comentários dos colegas sobre a pessoa do SERGIO. Ficará eternamente guardado em nossos corações a imagem alegre e sempre disposta de nosso grande parceiro.

também não estive presente no 69º encontro de Pirassununga. Informantes me repassaram que foi um sucesso, mas sentiram a falta do pessoal do Sul, sem dúvida abatido com a perda do Dall´Acqua. Pelo menos, dois do Sul assinaram presença.

5 Na reunião do sábado apareceu após mais de 40 anos o Manoel Pereira da Costa. Por que tanto tempo? Foi comentado a necessidade de preparar o 70º. Encontro de Pirassununga em 2016. O sumiço do estandarte da ASEA foi lembrado e cobrado.

5 No domingo teve gente preocupada, pois foi visto um drone sobrevoando o Sítio. Seria a PF preparando a operação “Barrocão”?

5 muito bom o álbum de fotos de FOTOFOCANDO. 5 A costela no fogo de chão agradou bastante e 5 O SOMBRA está mais pra frango pendurado pelas o sorteio de prendas foi concorrido - muitos saíram pernas esperando o golpe final.

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O que que é isso gente - um calor de vulcão chuvas e tempestades no Sul pra castigar - seca no nordeste pro povo lutador sofrer – o Brasil indo à falência – o governo não quer cair - não se preocupe, ainda não é o apocalipse.

5 sempre faço uma pergunta aos católicos - evangélicos e até agora só um me respondeu que estava no evangelho a resposta. - Mestre, quando acontecerão essas coisas, perguntaram os discípulos. “Jesus respondeu: “nem o Filho do Homem, nem os anjos do céu, somente o meu Pai sabe quando acontecerão essas coisas”.

5 gostei muito da revista nº 129 e o JOÃO CARDOSO relembrando os velho tempos, textos extraídos do livro “memórias de um seminarista” Que data 1946! E os nossos antecessores já eram safados driblando os regulamentos, fumando e acho que eram muitos os viciados pela alegria de todos, que delícia também gostavam de apelidos.

sorrindo e crianças fizeram a festa.

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estou sentindo muito a falta do ex-presidente, o nosso caro parceiro o Gomes. Como está? Continua meio adoentado. Ao que parece já melhorou um pouco. Convém confirmar.

5Li o artigo dele, no nº 129 sobre a biografia do Amauri dos Reis, morto em 14-02-2015 - ele era o redator do Sombra.

5No encontro de Pira, como já aconteceu outras vezes, uns poucos só apareceram no domingo para o churrasco, nem pra missa. Será que pagaram a inscrição? Parece um mistério saber quantos compareceram ao Encontro. Pelo menos uns 50 estiveram por lá, segundo fiquei sabendo.

5 passando pelo facebook

li o duelo do Jeronimo Rocha e o José Luiz Zambiasi trocando farpas sobre a corrupção e a péssima administração de Dilma e Lula. O Zambiasi não deixa passar nenhuma notícia do grupo, comenta todas. Cuidado! No meio tem PT.

5 Quem te viu quem te vê - Maccari.

Além de ser famoso como pintor também se destaca muito como músico e com sua orquestra em Valinhos.

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Abelardo e Heloísa

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Abelardo e Heloísa Raimundo José Santana (1954-1961) há de perguntar: “O que tem a ver o título A lguém acima com a minha estória de hoje?” Os estudiosos da Baixa Idade Média (coisa lá do século XII) vão-se lembrar desse casal que se conheceu já na idade adulta: Abelardo, professor, teólogo e filósofo, se apaixonou perdidamente por Heloísa, sua estudiosa e culta aluna. Casou-se com ela, às escondidas, teve um filho, enfrentou preconceitos de toda ordem, chegando a ponto de ser castrado a mando de um cônego, tio e tutor de Heloísa. Enfim, depois dessa tragédia, separou-se, sofreu muito, conseguindo comunicar-se com sua amada, apenas por cartas apaixonadas. Morreram separados, cada um na clausura de um mosteiro. Coisas da Baixa Idade Média. A estória que contarei, no entanto, (estória de amor do século XX) tem uma leve semelhança com a desse medievo casal apaixonado. Vejam bem. Disse : “leve semelhança”. Afinal, convenhamos, os tempos são outros: século XX é bem diferente de século XII. Não se trata, evidentemente, de uma nova estória de amor juvenil de um Romeu e Julieta, nem de um Tristão e Isolda. Talvez, para não ferir susceptibilidades de familiares ou de leitores coevos desse famoso par do século XX, por uma questão de discrição, de pudor, talvez (“scriptoris pudor!”) tenha que chamá-los, por ora, apenas de João e Lourdes e vou falar sobre eles com a alma plena de profunda gratidão. Ajudaram-me muito...Tenho de deixar isso muito bem registrado. E como me ajudaram quando deixei o Noviciado em Itapetininga (SP) em 1961! Praticamente, os dois é que, a partir daí, nortearam meu caminho. A eles, como um dever que se me impõe, sou eternamente grato. Dada a intensa convivência, posso afirmar que os conheci bem: ele, desde 1952; ela, desde 1954. Ambos, adultos, muito religiosos, celibatários convictos e muito ativos em suas respectivas profissões. Por algum tempo, privei com eles no Colégio de Itajubá, onde estudei no primeiro semestre de 1962. Esse Colégio, na prática, era quase um cursinho preparatório para a Faculdade de Engenharia mais cobiçada pela juventude itajubense: o Instituto Eletrotécnico de Itajubá, também conhecido como EFEI. João e Lourdes eram e são considerados, até hoje, verdadeiros benfeitores da cidade. E não faltaram motivos! João era um padre (um latagão holandês de 1,90m de altura, de voz um tanto rouco-aveludada), de invejável dedicação ao trabalho (Quem não se lembra dele, nas procissões de sexta-feira santa, com seus inflamados sermões, em carro de som, sobretudo os da INTER EX

Dona Lourdinha é a primeira, em pé, da esquerda para a direita

cerimônia do encontro de Verônica com Cristo). Dotado de grande tino administrativo, trabalhou em muitos setores, construindo capelas, erguendo o IPN (Instituto Padre Nicolau) e a Granja Wenceslau Braz. Fundou também a Sociedade Colégio de Itajubá e chegou até a receber o título de Cidadão Itajubense. Lourdes o assessorava nos trabalhos da Matriz da Soledade, lecionava no IPN e, por muito tempo, foi diretora do já mencionado Colégio. Mulher bonita e moderna para a sua época: chegou até a ser a primeira mulher eleita vereadora da cidade. Uma dama da alta sociedade local. Mulher séria, finíssima. Impossível não perceber, no entanto, que entre eles, muito discretamente, na azáfama daquela convivência diária, havia algo mais que um simples trato de chefe e funcionária, mais que uma mera amizade. Presenciei isso um dia, em 1959, quando na secretaria do Colégio, vi a angústia estampada nos olhos dela, ao receber a notícia da transferência de João para São Paulo, por ordens superiores. E, na calada daqueles momentos de aflição, percebi instantaneamente que, por ali, se evolava o cheiro das fumaças do amor: Heloísa amava Abelardo. Ficou bem nítido para mim que essa separação traria muito sofrimento aos dois. Fim da 1a parte


O Parque “Severo Gomes”

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O Parque “Severo Gomes” Antonio Henriques (1937-1952)

ma das características do Romantismo é a fuga da cidade (lugar terrível – locus terribilis) e a busca do campo (lugar ameno - locus amoenus). Pode-se fazer uma ideia disso, no início de uma poesia de Castro Alves: Sub Tegmine Fagi (À sombra da Faia): “Amigo! O campo é o ninho do poeta... Deus fala, quando a turba está quieta, Às campinas em flor”. A terrível cidade de São Paulo tem um recanto bucólico no “Parque Severo Gomes”, na Granja Julieta, bem perto de minha casa. Sempre que possível, faço minha caminhada de um quilômetro lá, para exercitar minha perna esquerda operada. Caminho em torno do parque com as próprias pernas, embora acompanhado, o recanto está circundado, quase por inteiro, de ibiscos vermelhos e rosa que nos protegem do sol, curtido dentro do parque. Dentro do parque há uma explosão de vida que acalenta até mesmo os idosos. Frequentam-no pessoas de todas as idades. Os moços são altos, bonitos e saradões. Há crianças muito lindas: é o sol nascente; há idosos: é o sol poente. Aparecem também cães de todas as raças, cada um mais bonito que o outro, guiados por moças em flor que enchem os olhos de encantamento lembrando as jeunes filles en fleur de Proust. O parque abriga também saguís: vi uns dez, a família inteira dançando nos fios da rua, em busca de alimento. Quando só no parque, com meu acompanhante, fico ouvindo as suaves vozes silentes das flores e das árvores, bem como o brando sussurro do vento sussurrante acariciando as folhas das árvores gigantescas, aos beijos do sol. Fico observando árvores menores, entrelaçadas num abraço indesmanchável, mesmo quando tangidas pela fúria dos ventos em dias de tempestade. Juntos, os idosos permanecemos longo tempo jo-

gando conversa fora, embora haja também conversas sérias e proveitosas. Parece haver um pacto de não discutir política para não melindrar um aos outros. Os idosos estão quase todos na faixa dos 70 a 80 (mais ou menos), com exceção de mim (91) e outro (92). Peço licença para citar um dos amigos por motivos expostos, logo a seguir; chama-se José. Conheço-lhe a gentileza e fino trato com os colegas e com seus vários cachorros. Fiquei sabendo que ele é de Itapetininga e lhe contei que estive dois anos nessa cidade, onde fiz o noviciado e o primeiro ano de filosofia. Ele conheceu o Pe. José Maria e disse que os padres msc pagavam a conta de luz com as moedas depositadas pelos fieis e que se destacava um funcionário especialmente para contar as moedas. Ele e eu conhecemos o então pároco de Itapetininga: Pe. Brunetti, um italiano engraçado. Certa ocasião, numa solenidade, na matriz, com a presença do bispo de Sorocaba, D. José Carlos de Aguirre, o Padre me destacou para cuidar da cauda da capa do bispo. Num dado momento, como eu estivesse um tanto distraído, o Pe. Brunetti disse em alto e bom som: “Tarraca no rabo”. Meu amigo José também conheceu a cidadezinha de Buri, onde passamos férias e onde o bispo de Sorocaba esteve conosco com acontecimentos engraçados Mas isto é outra história. As fotos que aparecem foram gentilezas do José e sua esposa. O prédio do antigo noviciado foi alugado ou comprado (não sei) pelo Anglo. (*) Importa dizer que estamos em processo de envelhecimento normal (senescência) e não em processo patológico de envelhecimento (senilidade). Ainda dá para pensar numa velhice ensolarada e não, numa velhice escura e sem perspectivas. Estamos tecendo nossa velhice com a linha da alegria e não, com a linha da melancolia. Temos, com certeza, manhãs açucaradas no parque. INTER EX


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O Parque “Severo Gomes”

Pós-escrito: Queria mencionar um jovem casal que me cobre de carinho: Tadeu e Daniela. Eles chegam a interromper sua caminhada com a cachorrinha para me cumprimentar. Foi um prazer enorme encontrá-los na travessia de minha vida. Ao lado - Prédio reformado do antigo Noviciado em Itapetininga, no qual ingressavam, no dia 1º de janeiro de 1938, os primeiros postulantes, vindos da Escola Apostólica. (*) Nota da Redação - Segundo informação recente da Casa Provincial, o prédio do antigo Noviciado continua alugado ao Sistema de Ensino Anglo.

NOTAS RÁPIDAS Extraídas dos primeiros boletins redigidos pelo então Secretário Geral da Associação, João Baptista Gomes, ao qual presto homenagem por esse trabalho pioneiro, muito bem feito. Estou certo de que todos os Ex-Alunos são uníssonos comigo nessa homenagem. I – A Associação dos Ex-Alunos MSC-ASEA foi fundada no dia 10 de fevereiro de 1946. Completará 70 anos no dia 10 de fevereiro de 2016. II – Nos dias 25 e 26 de agosto de 1979, foi realizado o 33º. Encontro de Pirassununga, quando era constituída, por aclamação, em Assembleia Geral Ordinária, a primeira Diretoria da Associação, sendo: Presidente: João Cardoso Vice: Eugênio Augusto Sarmento Secretário: João Baptista Gomes Tesoureiro: Daniel Ricardo Billerbech Nery, e Relações Públicas: Olésio dos Santos III – O primeiro Boletim Informativo da Associação, o No. 1, foi emitido poucas semanas depois desse 33º. Encontro, datilografado em estêncil e rodado no mimeógrafo. Trabalho artesanal primoroso. IV – O Presidente da ASEA, João Cardoso, era promovido, no final de 1980, ao posto de Coronel e logo designado para comandar as unidades militares sediadas na região, à época, mais “quente” do Brasil, o Grande ABCD, devendo manter a calma e a paz dos metalúrgicos, apesar de todos os Lulas e seus sindicatos. V – Pedro Tramontina, que atuava em áreas de favelas de São Bernardo do Campo, foi ordenado Diácono Permanente no dia 16 de setembro de 1979, pelo bispo de Santo André. Tramontina entrara na Escola Apostólica, em 1941. Sua vida rica em situações de desafio, pressão paterna vitoriosa para que deixasse o seminário, ao qual voltou em 1951, retirando-se novamente pouco tempo depois, decisões e escolhas difíceis, foi magistralmente descrita nas letras incomparáveis do secretário João Baptista Gomes, no Inter-Ex no. 91, págs. 10 e 11. Atualmente aos 86 anos Tramontina mora em Mairinque-SP. INTER EX

VI – Em 21 de abril de 1981, era inaugurado o Seminário de Chapecó, em substituição ao Seminário de Ibicaré, ocasião em que o Pe. Provincial falou da Pastoral Vocacional do Sul, das origens da casa de Ibicaré e da tentativa de mudança para Xanxerê, nos idos de 64, até à realidade do seminário chapecoense. VII – O 35º. Encontro de Pirassununga, 29/30 de agosto/81, teve a impressionante afluência de 83 Ex-Alunos desde as primeiras Turmas do início da década de 1930 até as mais recentes. Compareceram aproximadamente 300 pessoas, incluindo-se os familiares. No 36º. Encontro, agosto de 1982, o fenômeno se repetiu com quase um centena de Ex-Alunos e familiares. VIII – O Estatuto da Associação, aprovado em assembleia geral de 1981, foi registrado, sob o no. 9956, no 2º. Cartório de Registro Civil das Pessoas Jurídicas, da Capital, e publicado no Diário Oficial de 11.08.82. Os trâmites legais foram conduzidos pelo Dr. Manoel dos Santos Ribeiro Pontes. IX – O Boletim no. 14, Ano IV, de Julho de 1983 foi o primeiro a circular ostentando o brasão da Associação e o título INTER-EX. Seu redator, desde o início do boletim até o número 120, de Julho de 2012, foi o Secretário Geral, João Baptista Gomes, baluarte da Associação. X – Wilson Schubert, de Bauru, ingressou na Escola Apostólica em 1948. Deixou o seminário, mas sua vocação ao sacerdócio perdurou. Em 15.08.82, foi ordenado diácono pelo bispo de Bauru, Dom Cândido Padin, OSB, e mais tarde veio a ser ordenado sacerdote. Segundo informação do nosso Colega Gino Crês, o Pe. Schubert é padre secular. Está atuando na Vila Vicentina, na cidade de Bauru. XI – Hercílio Bertolini, um dos fundadores da nossa Associação, estudou em Pirassununga, fez o Noviciado e cursou dois anos no Escolasticado, na Vila Formosa, em São Paulo, e deixou o seminário em 1944. Sua vocação ao sacerdócio prevaleceu. Aos 65 anos de idade, foi ordenado presbítero, em 22 de dezembro de 1983, pelo bispo de Limeira. XII – O primeiro MSC brasileiro, Pe. Plínio Pereira Negrão, faleceu em Bauru, em 14 de fevereiro de 1957, acometido de enfermidade incurável. (Cf. Boletim no. 13, pág. 5) A Redação


Fotofocando

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FOTOFOCANDO Vilmar Daleffe (1959 - 1965)

E André Mardula, casal valente e querido pela receptividade e amabilidade para com os MSC.

Esse cara de Ibicaré - Ademar Piveta - É a simplicidade e a bondade em pessoa - Parabéns

Esse casal deve aparecer - Junkes e Cia - Pois não faltam aos encontros todos os anos.

Por onde anda esse boa vida (Paese)? não aparece mais nos encontros.

Vale a pena colocar esta foto - o churrasqueiro, Arlindo Botega (Ibicaré) é nota mil.

William Marinho de Faria - Nosso presidente parece que é de falar pouco, mas boníssimo de coração.

Foto tirada de Sérgio Luiz Dall’ Acqua no último encontro em Ibicaré 2015

A saudade é profunda - que Deus esteja contigo, parceiro INTER EX


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Uma grande festa

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Uma grande festa Vanderlei dos Reis Ribeiro

festa! Uma grande festa! Assim foi o encontro U ma na casa do Waldemar Checchinato, em Itupeva SP, no dia 20 de setembro. Qual o motivo da festa? Um gentil convite do anfitrião. Convite para todos os ex-padres MSC e familiares, que se reúnem ao menos uma vez ao ano para se reverem e vivenciarem momentos de fraternidade e alegria. Desta vez o Waldemar fez questão de convidar a todos para se encontrarem em sua residência. E foi um grande encontro! E não um encontro apenas de ex-padres e família, mas de diversos outros ex-seminaristas de Pirassununga, 1- além, é claro, dos familiares do Waldemar: a esposa D. Neide, os filhos Laura, Lúcia, Alexandre e André, os netos: Amanda e Aline, Alberto, Arthur, Giulio e Gabriela, os genros Vicente e Humberto e a nora Luciana, e o pessoal contratado para o serviço do churrasco. Ao todo, aproximadamente 70 pessoas.

A esposa D. Neide e o anfitrião Waldemar INTER EX

Para deixar bem marcado o evento, citamos o nome dos presentes e se por acaso alguém ficar de fora, ou houver alguma incorreção, que nos perdoe, pois a relação for realizada a partir de lembranças... Dos ex-padres estavam presentes: Xavier e Cida, Geraldo Paiva, Cris e José Maria de Paiva, Edmundo, Maria, filha, neta e casal de cunhados, Afonso Bertasi, Alberto Antonelli e acompanhante, Meire, Lygia e Adriano, Vanderlei, Vilma e João Luiz. Vale destacar a presença do Durval, ex-padre e irmão do anfitrião, que além da presença agradável, teceu considerações sobre o Espírito Santo e a Igreja atual, no momento de Louvor que se seguiu ao churrasco.

Dos ex-seminaristas convidados, marcaram presença: William Marinho e esposa, presidente da Associação dos Ex-Alunos, Antonio Henriques, Benedito Ignácio, Moacir Peinado e filho, João Costa Pinto, José Maria Martarelli e família (que clicou todo o encontro), Rubens Maia e esposa, Cardoso, Antonio Ferreira e esposa, José Ribeiro Barbosa, esposa, filha e netos, Renato Pavão e esposa.


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Sobre o churrasco e toda a fartura da mesa com saladas, bebidas, batidas, sorvetes e bolo não há necessidade de elogios, pois foram fora de série, surpreendendo e agradando a todos. O momento de Louvor resgatou um pouco de nossa espiritualidade e demonstrou a piedade de todos, com destaque para os filhos e netos do Waldemar, que conduziram o canto. Aos que se dispuseram, Waldemar os levou para uma visita aos diversos equipamentos da chácara onde reside com seus filhos, cada um em uma residência própria. Pudemos ver o salão de bocha e jogos, a adega com os equipamentos de preparação e armazenamento do vinho ali produzido de longa data, uma bem equipada academia para exercícios físicos, a horta, o parreiral, os animais. Aos poucos, cada um foi se despedindo e levando consigo, além da alegria do encontro e da felicidade daquele momento, um precioso mimo: garrafas de vinho, com um rótulo onde se lia: “1º. ENCONTRO DE EX-PADRES MSC – VINHO BORDÔ SUAVE – FAMIGLIA CHECCHINATO – ITUPEVA – 20/09/2015” Vale a pena lembrar um momento especial: enquanto o Durval falava, durante o ato de louvor, galinhas d´angola passaram perto do local em grande algazarra, parecendo também se confraternizarem com os presentes!

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Momentos de descontração em meio a tantos estudos

Momentos de descontração em meio a tantos estudos Cláudio Carlos de Oliveira (1959 - 1965) pelo refeitório da casa do Barrocão, vi P assando bem dispostas as mesas que, em nosso tempo de seminário, ficavam no fundo do Salão nobre, lugar reservado aos padres, que sobre elas apoiavam os cinzeiros para os charutos holandeses que enfumaçavam o ambiente com odor inesquecível. Naquela época, eram mesas bonitas que sempre faziam parte de momentos festivos, de lazer e descontração.

As sessões de cinema sempre foram momentos de entretenimento aguardados com muita expectativa. Eram exibidos filmes do “Gordo e o Magro” que causavam riso em toda a plateia. Além do gênero cômico, outros filmes voltados mais para a reflexão e o romance eram exibidos, tais como “Molokai, a ilha maldita” ou “Aliocha, o soldado russo” e outros. Com o objetivo de ampliar conhecimentos, eram apresentados também filmes culturais distribuídos por Consulados estrangeiros. Eram sessões de cinema agradáveis, sempre acompanhadas do odor característico dos charutos e do ruído próprio do desenrolar da fita do rolo/ cartucho no velho projetor de 16mm. No Salão Nobre, também eram apresentadas as sessões culturais com declamação de textos literários, músicas ao piano e peças teatrais ensaiadas pelo Pe. José Maria. Os seminaristas maiores, de vez em quando, eram agraciados com com cigarros distribuídos em unidades pelo Pe. Gusmão. Sem possibilidade de escolha, tinham que tragar a nicotina de cigarros de marcas tradicionais da época,como Fulgor, Macedônia ou ConINTER EX

tinental. A raridade desses momentos certamente não levou ninguém a se tornar um viciado em tabaco. Dentre os momentos de lazer, o período de férias no Barrocão era o mais esperado. As noites no sítio, além do merecido repouso das aventuras do dia, eram preenchidas com várias partidas de bingo ou tômbola, como era chamado na época. Os prêmios oferecidos garantiam grande participação: quem conseguisse preencher toda a cartela recebia como prêmio um canivete de tamanho médio com cabo de osso ou um farolete colorido, útil para a caça de rãs à noite. Para os premiados com quadra ou quina eram oferecidos santinhos. Os que não se interessavam pelo bingo podiam se agrupar para jogar King, jogo semelhante a nossa conhecida canastra, com o irmão Francisco (Forgeron) ou cantar, acompanhados pelo acordeon do Pe. Gusmão, no alpendre do casarão. Com tantos e variados momentos de descontração, as noites no Barrocão eram vividas com muita tranquilidade, alegria e paz, acalentadas “per amica silentia lunae” (pelo silêncio amigo da lua) que iluminava as frondosas árvores que cercavam o dormitório. Esses momentos de descontração juntamente com a prática de esportes sempre traziam novo ânimo e renovado equilíbrio para enfrentar as jornadas diárias de estudo.


Demiurgos ou Fídias

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Demiurgos ou Fídias Luiz Carlindo Maziviero (1960-1971) que voltamos à Escola Sempre Apostólica de Pirassununga levamos um estoque de vida vivida, que nos permite pensar que somos feitos de passado. O presente nos parece imperceptível, como paisagens que fogem aos olhos e passam desfocadas pelas janelas do trem da vida. Já o futuro, apenas um cenário iluminado ou uma escuridão da imaginação cega. Explicar aos novos essas coisas da vida e do mundo parece inútil. É que passam por um filtro, não sei se na mente, nem sei se na alma, mas capaz de tornar invisíveis aspectos que apenas nós percebemos, e visíveis coisas que ninguém enxerga. Absurdo ou doidera? Depende do ponto de vista. Porém, tenho consciência de que mudei, sem dar conta da minha transformação. É que a mudança veio aos poucos; um pouco de velhice hoje, um tanto amanhã, em pequenas doses, que escapam à vigilância dos sentidos e da observação da mente. O tempo é sorrateiro. A mudança brusca só se percebe sob o choque de fotos atuais e antigas, contrapostas, comparando imagens. Diante do espelho então, me assusto e minha íntima convicção grita energicamente contra a minha consciência que, orgulhosa, ainda tenta me convencer da exuberância de meu estado físico. Perplexo, comecei a observar os amigos da minha adolescência, em Pirassununga. E concluí que Deus criou o espírito, mas terceirizou a confecção do corpo. Tudo devia ir bem, até a invenção da matéria e do homem, quando um desvairado assessor divino que, segundo Platão, chamava-se Demiurgos e, ao qual se atribuem as maiores maldades, estultices e burrices que, com absoluta certeza, o Onipotente não teria cometido, esculpiu o homem. E, como obra desse estulto, encarregado de modelar a matéria, eu também carrego um fardo, massa disforme de pecados e erros, uma simbiose de anjo e demônio. E não obstante a versão de que somos todos feitos à imagem e semelhança do Criador, a distribuição dos atributos aos humanos não foi nenhum pouco democrática. Nada tenho contra a feiura, muito pelo contrário, me amo. Mas essa divisão entre feios, lindos, tribufus e mapas do inferno deve ter uma lógica demiúrgica! Não seria mais simples fabricar todos iguais? Por que o criador não atribuiu essa tarefa a Fídias, cujas esculturas mantêm o vigor da juventude até hoje? Quanto tempo e trabalho demandaram a fabricação de bolsas e sacolões em torno de pálpebras, orelhas de abano, ou a tarefa de cavar sulcos e rugas, pelancas, pés de galinha e outros atributos estéticos, a bem da verdade, nada estéticos!

Percebi em nosso grupo, uma certa tristeza estética doendo na alma. Mas, ao contrário do que se poderia supor, as pessoas demonstravam felicidade. Superaram as mazelas acreditando no amor. O amor é lindo! Todos encontraram sua “cara metade”. Mas, não sei se essas mulheres voltariam a fazer as mesmas escolhas, diante das fotos atuais, mesmo proferindo os milenares e inverossímeis ditos de que “o homem não precisa ser bonito”; ou “o que importa é a inteligência, a sensibilidade e o companheirismo.” Devemos nos lembrar de que a beleza dos corpos nem sempre corresponde aos atributos do caráter e da personalidade. Porém, foi-se o tempo em que a mente se prestava ao exercício do pensamento, e o espírito buscava o amor. Hoje, nada disso importa, o que nos deslumbra, não é apenas a estética das coisas, mas a reverência ao corpo que diviniza as coxas, exalta a inteligência dos bumbuns e admira a sabedoria dos músculos, mesmo que não haja nada na cabeça. Atena Partenos Obra de Fídias

Nota da Redação - Fídias. (490 a 430 a.C.), considerado o maior escultor grego do período clássico, é o criador do Parthenon e de estátuas de deuses gregos. INTER EX


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As corridas no bairro da Raia

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As corridas no bairro da Raia Alberto José Antonelli - (1944/1956)

de 1947, dezembro, na tarde ensolarada, os A noalunos caminhavam para o sítio. Atravessaram os últimos quarteirões do bairro da Raia, neste tempo, setenta anos atrás, com uma população reduzida. Casas modestas, ruas de terra, poeira ou barro quando chovia. Famílias que viviam com dificuldade, pois eram poucos os que conseguiam emprego e um salário suficiente. A meta dos alunos era a serra da Cantareira que nós, sem cerimônia, chamávamos de “o nosso morro”, ou “morro do sítio”. Distante quatro quilômetros, neste momento sob um sol forte de dezembro, nós o víamos com mato cerrado, um eucaliptal, trechos de pasto, tudo verde brilhante, lavado após as precipitações de chuva no final de ano. Se pudéssemos, a partir da nossa estadia no colégio, voltar algumas décadas no tempo, para os fins do século dezenove, ano de 1900, veríamos ao nosso redor uma paisagem diferente. Naqueles dez anos após a proclamação da república, a cidade de Pirassununga completara setenta e cinco anos de vida. Já havia passado pelos estágios difíceis de lugarejo perdido no meio do mato, Termo, Vila, Freguesia, e agora era uma Cidade próspera. Nesta época alcançara a maioridade: para o município, juridicamente não faltava mais nada. Podia orgulhar-se. Contava com prefeito, Câmara, vereadores legitimamente eleitos, delegado, cadeia, fórum e juiz próprio. A Raia, bairro do seminário, também se desenvolvera. A Capela do Rosário construída em 1874, completara setenta anos quando a minha classe ingressou na Escola (fevereiro de 1944). Uma Senhora, de nome Maria Francisca deixou um legado de Rs 2.000$000 (dois mil reis), suficiente para pagar as despesas da construção. O fazendeiro Capitão Luiz de Oliveira comprou paramentos. Todo o povo, como sempre, colaborou com prazer. Em pouco tempo foi inaugurada, com bênção no dia de Natal de 1874. Quem a efetuou foi o padre José Joaquim do Prado, coadjuINTER EX

tor da paróquia. O próprio pároco, Pe. Ângelo Alves da Assumpçao não pode comparecer por estar ocupado na matriz da cidade. Nós, velhos padres compreendemos bem o motivo: naqueles dias de Natal, três missas no rito Tridentino, confissões, inúmeros batizados (era o dia preferido pelos padrinhos), não sobrava mesmo tempo disponível... A capela tinha uma pequena torre e um sino que, quando tocava, chamava o povo da cidade, distante mil metros. Foi a segunda igreja construída em Pirassununga. Visível para todos que moravam na parte alta, tornou-se uma atração como alternativa aos que frequentavam a matriz velha (que ficava na atual praça da Rodoviária). Esta igreja do Rosário exteriormente continuava sendo a mesma que nós alunos conhecemos. Exceto por um pormenor: a frente da igreja, que desde a fundação estivera voltada para o lado da cidade, lado do sol nascente, agora estava com sua porta principal no lado inverso, de frente para a Rua José de Souza. Meio século antes, em 1900, conforme foto nítida, um terreno longo, sem construções, estendia-se de frente à primitiva igreja, descendo até o Ribeirão do Ouro. Duas dezenas de casas tinham sido construídas no lado esquerdo da capela, aquela parte onde ficavam os nossos (quatro!) campos de voleibol. O bairro possuía uma única rua comprida de terra, que a unia em linha reta até a cidade. Para atravessar o ribeirão, fora construída uma ponte de madeira. Daí o nome dado pelo povo: “Rua da Ponte”. Mais tarde, mudaram o nome para Rua José Bonifácio. Como se vê nas fotografias, tratava-se de um terreno longo, vazio, ideal para os espertalhões de sempre aproveitarem a oportunidade Registros históricos, colhidos nos raros documentos, narram como esta paisagem se animava em determinados sábados e domingos do ano. Gente da cidade e mesmo de localidades vizinhas acorriam para divertir-se e se tivessem sorte, ganhar um dinheiro extra. Jogo, lutas, corridas, em todo tipo de com-


As corridas no bairro da Raia

petições a ambição por lucro ou dinheiro fácil está presente. Parece ter nascido com o primeiro homem, ficou incrustada nos genes humanos. Facilmente imaginamos a cena: um domingo ou dia santo. Na Capela do Rosário enfeitada, o padre acaba a missa, todos saem para o pátio de terra. As bandeirinhas ao alto farfalhando ao vento, homens com chapelões de abas largas, mulheres em trajes festivos, crianças correndo por todo lado, chupando pirulitos, aí se agitavam. Motivo: assistir as corridas de cavalos, fazer suas apostas, tentar a sorte: quem sabe seria este o grande dia! O nome oficial do lugar, muito antigo, não deixa dúvidas: Bairro da Raia. O dicionário explica que raia é um traço, uma risca. Em nosso caso, havia uma estrada rústica que envolvia o terreno, por onde os “jóqueis” da época apressavam seus ginetes. Os organizadores, “banqueiros” autonomeados da festa, cheios de iniciativa como era de se esperar, cuidavam que tudo funcionasse a contento: propaganda com cartazes, limpeza e preparação do terreno, algumas divisões com cordas e madeiras, funcionários necessários. E principalmente cavalos bons e cavaleiros que não decepcionassem os apostadores. Em essência, um “hipódromo” preparado, pronto para ninguém botar defeito. Exatamente isto, e pelos mesmos motivos, acontecia naqueles anos também em outras cidades brasileiras. Por toda parte no país encontravam-se terrenos com seus hipódromos, em construções caras, ou simplesmente com

da Redação

No meu ponto de vista vista, as fotos de pessoas e de ambien ambientes ilustram e dão vida às notícias em qualquer veículo de comunicação, e claro também no Boletim Inter-Ex. Nesta oportunidade, expresso meu agradecimento especial ao colega e amigo José Maria Martarelli pelo “tsunami” de fotos do Encontro de Pira-2015 e do Encontro em Itupeva, na chácara do Waldemar Checchinato. Essa valiosa contribuição o faz merecer, além do agradecimento de todos nós, a nota mais alta concedida, à época de nossas antigas “Academias”, ou seja, o magnífico “Coronatur Summa cum Laude” “Coroado com louvor máximo”. Desejo também agradecer a outros colegas que solícitos procuraram me ajudar na identificação de diversos ex-alunos, cujas fotos estão alinhadas nas páginas 16 e 17 deste Boletim e em outros pontos. São eles: Carlos Savietto, José Célio da Silva, Luiz Carlindo Maziviero, Dr. Marcos de Souza, Paulo Mendonça, Moacir P. Martin, André Mardula, Renato Pavão e Sérgio Sfredo. Também sou grato aos que não conseguiram identificar, embora tenham tentado. Meu reconhecimento também ao Gino Crês pela informação sobre o Pe. Wilson Schubert. Meu agradecimento estende-se ainda aos que colaboraram com suas matérias, listadas no Índice, e finalmente agradeço ao diagramador, Marcelo Calixto, por sua colaboração técnica e pela paciência nos muitos ajustes para se chegar à arte-final.

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algumas delimitações feitas com tábua, bambu e arame. Cem anos atrás o povo simples não encontrava nenhum lugar oficial para fazer apostas. Mais recentemente com o surgimento das apostas no jogo organizado, como jogo do bicho, bolsas de valores, casas de Bingo, lotéricas, cassinos, internet, tudo ficou fácil. Jovens e velhos para lá acorrem, sem muito trabalho ou despesa. A propaganda da Caixa Econômica em favor das apostas em lotéricas e o televisionamento dos resultados nos jogos de futebol foram decisivos Os hipódromos já não eram necessários. Com poucas exceções, eles foram fechados, os extensos terrenos aproveitados de forma mais lucrativa. A exceção foram alguns hipódromos em cidades maiores que continuam funcionando e dando lucro aos aficionados do turfe. Assim eram as corridas no bairro da Raia. Divertimento humilde que funcionou longo tempo e atraia gente de fora. Alguns papéis consultados, não muito precisos, atribuem números diferentes para a população da cidade na passagem daquele século. Falam de uns oito mil habitantes, contando os moradores da cidade e a maioria que morava em sítios da redondeza. Já para 1870, trinta anos antes, há uma informação precisa: havia na cidade “oitocentos e setenta escravos e centenas de europeus”. Facilmente entendemos a exatidão: os escravos eram uma mercadoria preciosa, estavam registrados no cartório em um livro próprio. O pesquisador daquele tempo foi verificar nos registros, e achou um número exato. Quanto aos europeus, aquela foi a época em que o governo pagava para chegar gente da Europa, pessoas brancas, com a finalidade de “clarear” a população local. Na passagem do século, onde se situa a nossa história, os antigos escravos agora eram livres, mas tentavam sobreviver no meio a muita pobreza e ignorância. Não havia para a população escolas públicas ou gratuitas. Outros casos e fatos noticiaremos no próximo número. Oui, la vie c´est une longue histoire. Fin (“Sim, a vida é uma longa história. Fim.“)

Recomendações da Redação 1ª. Considero importante que cada Colega, Ex-Aluno ou familiar mais próximo, seja identificado por meio de crachá, na Recepção do Encontro. O nome estampado no crachá facilita o diálogo, ajuda a relembrar colegas dos tempos de seminário e a turma a que cada um pertencia. 2ª. Indispensável o registro de cada um na Recepção, para atualização de informes pessoais (endereço residencial, e-mail, telefones, nomes dos familiares). 3ª. Tenho recebido em devolução pelo Correio numerosos envelopes por mudança de endereço. Se o Ex-Aluno possui endereço eletrônico, ainda há uma alternativa, mas se não o possui, o contato ou a comunicação ficam seriamente dificultados. Portanto, após mudar seu endereço residencial, lembre-se de comunicá-lo à Associação para atualização cadastral. INTER EX


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69o. Encontro de Pirassununga Ata da 69a Reunião Anual da ASEA/MSC 24

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Aos vinte e nove dias do mês de agosto de 2015, às 18:30 horas, no Salão de Reuniões situado no segundo andar da antiga Escola Apostólica de Pirassununga, atual Propedêutico, da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração, em Pirassununga, deu-se início à Reunião Anual da ASEA/Associação dos Ex-Alunos MSC, com as presenças dos ex alunos relacionados a seguir (parte integrante desta ata), do Padre José Saraiva Junior, representante do Diretor Espiritual, Padre Manoel, Superior Provincial. O presidente da ASEA/MSC, Willian Marinho, abriu a sessão cumprimentando a todos e justificando a ausência do Padre Provincial, que estava cumprindo compromisso referente à ordenação de novo MSC, em Teófilo Otoni/MG. Após as orações iniciais, o presidente passou a palavra ao Padre Júnior que fez a apresentação dos novos seminaristas do Propedêutico (quase uma dezena) e, em seguida, repassou aos presentes informações da Congregação, falando da importância do projeto da Pequena Obra para formação dos MSC, da reforma executada e em execução na Capela do Sítio S. José do Barrocão para a qual é necessária a colaboração de todos, e, por fim, deu notícias dos padres mais antigos, João Crisóstomo (em Itajubá, onde há 10 noviços), Dom Ricardo (em Itajubá), Pe. Geraldo Barbosa, Pe. Carlos (em Piranguçu), Padre Victório (em Baurú), Pe. Tarcisio (em Campinas) e vários outros. Retomando a condução da reunião, o senhor presidente pediu ao tesoureiro da ASEA, Paulo Barbosa, para expor a situação financeira da Associação. Este relatou que o saldo existente era de cerca de R$ 10.000,00 (dez mil reais) e que o banco depositário (Bradesco) está exigindo da ASEA pagamento pela emissão e cobrança de boleto e recentemente passou a exigir o número do CPF de cada associado, o que, segundo se manifestou na assembléia, não é correto e deve ser negociado com o Banco. Houve sugestão de que se mude o Estatuto da Associação passando-a de “Pessoa Jurídica” para “Pessoa Física”, para evitar a apresentação da declaração do Imposto de Renda. Proposta indeferida, pois não é legal. Sugeriu-se então que se encontre alguém que possa preparar a declaração do I.R., na época devida, sem ônus para a Associação. Solicitando a palavra, José Célio (de Itajubá) perguntou sobre a possibilidade de alteração na data de realização da assembléia anual, alternando-a com outro final de semana, propiciando desta forma a presença de outros ex-alunos que tenham compromissos inadiáveis no último final de semana do mês de agosto. A assembleia decidiu manter como está, sem alterar a data usual, por julgar que não seria uma solução. O presidente, retomando a palavra, solicitou a apresentação pessoal daqueles que ali estavam pela primeira vez ou que há muitos anos não teriam participado das assembléias. Foram feitas, então, as seguintes apresentações: José Ribamar Dourado – veio do Maranhão, e há cinco anos não participava das reuniões ou assembléias. Declarou-se muito feliz por estar presente; contou que esteve nesta Escola de Pirassununga durante cinco anos; formou-se em direito e comunicação social. Tem quatro filhos. Saiu da Congregação em 1968. Em seguida, falou o Manoel Pereira (de S. José do Alegre), também dizendo-se feliz em comparecer e que o seminário deu a ele base para mestrado. Especialista em legislação do ensino, tem quatro filhas (uma em Roma). Por sua vez. José Apparecido, da Regional de Bauru, mora em São Paulo, disse que teve que interromper seus estudos por problemas familiares, mas retornou à Congregação cursando até a Teologia. Após as apresentações, José Célio informou que está preparando um “museu da memória” da ASEA. “Esse museu representa nossa passagem pela Congregação dos MSC”. Para sua efetivação, exige espaço físico e “site” na internet. De maneira informal está no site dos ex-alunos. É preciso organizar de modo a que todos tenham acesso às informações. É necessário também haver alguém que possa se responsabilizar por sua manutenção e alimentação. Idéia que foi aplaudida, pois esse projeto fará parte das comemorações dos 70 anos da Associação, no próximo encontro. Outra proposta, apresentada por José Apparecido, refere-se ao lançamento de um livro no próximo encontro, também relatando a memória da ASEA nesses setenta anos. Alé dessas iniciativas, outras propostas estão sendo formuladas para uma grande comemoração. Nos assuntos gerais, o presidente falou da pretensão de se conseguir passagens de ida e volta a Issoudun, na França, para um representante da ASEA, a ser escolhido por sorteio. A questão é a falta de recursos para tanto. O Renato Pavão falou do churrasco após a santa missa de domingo no sítio S. José do Barrocão. Sobre o Gomes, informou-se que ‘quebrou o fêmur”, e que o Sebastião Mariano não está bem de saúde. Os

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colegas Daniel Ricardo Billerbech Nery, seu irmão João Carlos Billerbeck, Luiz Gonzaga de Almeida e João Costa enviaram saudações aos presentes. Também não puderam comparecer por motivo de saúde. Nada mais havendo a tratar, encerrou-se a reunião com o canto do “Lembrai-vos”, por todos os presentes, com acompanhamento de violão e flauta pelo Lasinho e um seminarista, respectivamente. Eu, secretário, lavrei a presente ata que vai assinada por mim e pelo presidente da ASEA. Pirassununga, 29 de agosto de 2015. ________________________________

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Walter Figueiredo - secretário: _______________________________________ Willian Marinho – presidente: _______________________________________ Em tempo: 1) antes de iniciados os trabalhos da Assembléia, João Cardoso fez um apelo aos presentes, no sentido de que se informe onde estão o estandarte e a bandeira da ASEA, e que, onde quer que se encontrem, ele pede que os mesmos lhe sejam devolvidos. 2) Estiveram presentes à reunião dos Ex-Alunos diversos seminaristas da Congregação que estão cursando o Propedêutico.

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PRESENTES À REUNIÃO 01) Pe. José Saraiva Jr. ----------------------------------------------- Representante do Pe. Provincial 02) Ademir Vietri Romano ------------------------------------------------------------------- (11) 2115-5267 03) Alberto José Antonelli ---------------------------------------------------- Santos/SP (13) 3227-9154 04) Ângelo José P. Marcondes ----------------------------------- Delfim Moreira/MG (35) 9948-3568 05) Antoninho Marchesini ---------------------------------------------------------- Jundiaí/SP 4522-0681 06) Antonio Henriques ----------------------------------------------------------------- S. Paulo 5184-0160 07) Antonio Valmor Junkes ------------------------------------------------- Curitiba/PR (41) 9965-4226 08) Benedito Coldibelli --------------------------------------------------------- Campinas (19) 3223-0908 09) Benedito Ignácio -------------------------------------------------------------- S.Paulo (11) 5096-1327 10) Benedito Ronaldo Fernandes ----------------------------------------- Itajubá/MG (35) 3623-1644 11) Bonifacio Euflausino Barbosa ---------------------------------------------------- S.Paulo 2910-9359 12) Claudio Carlos de Oliveira -------------------------------------------------- S.Paulo (11) 2973-8462 13) Clodoaldo Meneguello ------------------------------------------------------------------ (14) 3234-5365 14) Gentil Valdir Rebelatto ------------------------------------------------------------------ (49) 9975-4444 15) Gino Crês -------------------------------------------------------------------------- Bauru (14) 3236-1259 16) Isaías José de Carvalho ---------------------------------- S. José do Alegre/MG (35) 3645-1276 17) Itelvino Giacomelli --------------------------------------------------------- Guararema/SP 4695-1288 18) João Batista Larizzatti Jr. ------------------------------------------------------------- (15) 99117-2899 19) João Cardoso (Cosmópolis/SP) ------------------------------------------------------ (19) 3882-2347 20) José Apparecido de Oliveira ---------------------------------------------------------- (11) 2028-5685 21) José Barbosa Ribeiro ---------------------------------------------- Monte Sião/MG (35) 3465-4761 22) José Benedito Filho ---------------------------------------------------- (35) 9815-2206 – 3623-4878 23) José Benedito Ribeiro --------------------------------------------- Indaiatuba/SP (19) 98331-3806 24) José Benedito Ribeiro (II) ----------------------------- S. José dos Campos/SP (12) 3912-2629 25) José Célio da Silva --------------------------------------------- (35) 9986-2275 celio@celil.com.br 26) José Maria de Aguiar Santana --------------- (11) 99655-7971 - jaguiarsantana@gmail.com 27) José Ribamar Dourado -------------------------------------------------- S. Luis/MA (98) 3081-2467 28) Lásaro Antonio Pereira dos Santos --------------------------------------------- S.Paulo 3228-9988 29) Luiz Carlindo Maziviero ----------------------------------------------------------------- (13) 3284-3834 30) Luiz Carlos Cachoeira ------------------------------------------------------ S.Paulo (11) 3781-39560 31) Luiz Gonzaga Rolim -------------------------------------------------------------- S.Paulo 98873-1993 32) Luiz Vitor Martinello ---------------------------------------------------------------------- (14) 3234-1041 33) Manoel Pereira da Costa ------------------------------------------------ Itatiba/SP (11) 99177-2176 34) Manoel dos Santos Ribeiro Pontes ----------------------- Lençóis Paulista/SP (14) 3263-1845 35) Marcos de Souza ------------------- S.Paulo-SP (11) 3255-5456 adv.dr.marcos@uol.com.br 36) Mauro Pavão ------------------------------------------------------------------------------ (Pirassununga) 37) Norival R. Alkmin ------------------------------------------------------------------------ (35) 9802-13810 38) Osvaldo Gil de Souza ----------------------------------------------------- Bauru/SP (14) 3879-0843 39) Paulo Barbosa Mendonça --------------------------------- S.José do Alegre/MG (19) 3263-1845 40) Renato Pavão ------------------------------------------------------- Pirassununga - (19) 3561-6051 41) Renato Pereira Leite ---------------------------------------------------- Itajubá/MG (35) 9942-1380 42) Rubens Dias Maia -------------------------------------------------- Araraquara/SP (16) 3332-3183 43) Vanderlei dos Reis Ribeiro ----------------------------------------- Campinas/SP (19) 2512-0063 44) Waldemar Checchinato ------------------------------------------------ Itupeva/SP (11) 99944-6845 45) Walter Figueiredo Souza ------------------------ Santa Luzia/MG (31) 3641-1172 – 9296-8066 46) William Marinho de Faria -------------------------------------------------- S.Paulo (11) 99638-2229

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Notícias da Província de São Paulo João Costa Pinto (1953 - 1966) Fonte Comunicações no 633 a 635

Para mim soou muito significativa a mensagem do Pe. Manoel, Superior Provincial, aos confrades, nos seguintes termos: “Penso que nestes últimos anos estamos fazendo um processo bonito de busca da vontade de Deus em nossa comunidade Provincial. Deixando para trás lugares estruturados, estamos seguindo para a periferia: saímos da Paróquia São Benedito, na Vila Formosa e fomos para a Paróquia São Miguel, no Jardim da Conquista, periferia de São Paulo. Deixamos Floriano, a pedido do bispo, e iremos assumir, em janeiro de 2017, a Paróquia São Raimundo Nonato, em São Luís, perto do Postulantado. Vamos nos retirar de Piranguçu e assumir a Paróquia Santo Antônio, na periferia de Itajubá.

A falta de missionários nos faz deixar Pari-Cachoeira para nos reforçarmos na periferia de São Gabriel da Cachoeira, numa nova dimensão paroquial. A nova Paróquia de Marmelópolis será de nossa responsabilidade. Penso que Deus está nos indicando caminhos e não podemos desanimar. Pelo contrário, temos muita missão pela frente.”

Jubileus sacerdotais No mês de junho foram celebrados dois jubileus de pessoas muito queridas entre os MSC. O Pe. Geraldo Barbosa Mendonça celebrou seus 40 anos de sacerdote. Bodas de Esmerada. O outro jubileu, de Ouro, foi o dos 50 anos de vida sacerdotal do Pe. Sírio José Motter. Foram celebrações emocionantes, presididas pelo Provincial. Apesar da dificuldade do Pe. Sírio em formular frases, via-se o fruto do seu testemunho na participação dos paroquianos, em especial os da zona rural de Pirassununga.

Diaconato Marcelo Patrício, equatoriano, foi aprovado pelo Conselho Provincial para o Diaconato. Marcelo é o primeiro equatoriano MSC a chegar ao diaconato. Foi ordenado em celebração que teve lugar em novembro passado. INTER EX

Pedido inédito Pe. Sérgio Azevedo Durante a semana Santa, o Provincial, que estava em trabalho no Amazonas, recebeu uma carta-pedido do Padre Sérgio de Azevedo, de etnia tucana, com apoio do bispo de São Gabriel da Cachoeira, para ser MSC. O Pe. Sérgio fará o caminho normal da Formação, começando como noviço MSC.

Ministérios de Leitor e Acólito No dia 15 de junho de 2015, os religiosos José Eduardo da Silva Paixão e Sandro Rogério dos Santos receberam os Ministérios de Leitor e Acólito.


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Fraternidades Leigas da Província Foi realizada em Itajubá, sul de Minas Gerais, a Assembleia Nacional dos Leigos MSC. “Momento de formação, oração e partilha de vida. Que Deus continue abençoando e dando per-

severança aos nossos leigos, que vivem e partilham o mesmo carisma e espiritualidade deixada pelo padre fundador Júlio Chevalier.” Assim se expressou o Pe. Provincial sobre a Assembleia.

Vida Religiosa

Nova Comunidade de N. Sra. do Sagrado Coração

No dia 19 de agosto, na Catedral da Sé, o Cardeal brasileiro responsável pela Vida Religiosa no Vaticano, D. João Brás de Aviz, dizia: “Somos um milhão e meio de consagrados no mundo. O Papa Francisco fala que a Vida Consagrada é o “tesouro da Igreja”. Como Consagrados somos parte do povo de Deus, chamados a uma vocação particular, que nos coloca a serviço desse mesmo povo.”

Votos Perpétuos Os professos José Eduardo e Sandro Rogério foram aprovados para os votos perpétuos na Congregação. Farão sua profissão religiosa no dia 3 de janeiro, pela manhã, no Santuário Nacional de Vila Formosa.

Essa nova comunidade dedicada a N. Sra. do Sagrado Coração realizou sua primeira Missa no dia 6 de setembro de 2015. Está localizada na Rua Maria Diniz Vieira de Souza, 511, no bairro Jardim Fogaça, em Itapetininga-SP.

Visita ilustre no Santuário de Vila Formosa “Uma vida inteiramente doada a Deus é o que contemplamos ao olharmos os cabelos grisalhos e ao escutarmos a voz de tom embargado, porém sempre feliz, do Pe. João Crisóstomo Neto. No dia 14 de setembro, com 89 anos, ele esteve no Santuário e presidiu celebração eucarística em Ação de Graças pelo seu admirável ministério sacerdotal. O Pe. João emitiu seus primeiros votos no dia 2 de fevereiro de 1947 e ordenou-se sacerdote em 20 de dezembro de 1952. (Ver NR 2). INTER EX


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Sintetizada e transcrita pela Redação, segue interessante retrospectiva sobre os MSC no Brasil, elaborada pelo saudoso Pe. José Roberto Bertasi, MSC. Alguns detalhes certamente causarão surpresa à maioria dos Ex-Alunos.

História da Província de São Paulo - 70 anos O primeiro passo para a implantação da Congregação dos Missionários do Sagrado Coração no Brasil deu-se no dia 24 de maio de 1911, com a vinda dos dois primeiros MSC ao Brasil. Em 1912, 1913, e 1915 vieram mais sacerdotes e irmãos da Holanda. 1912 - A pedido insistente do primeiro Bispo de Botucatu, dois MSC foram enviados para lá a fim de ajudá-lo na organização do Seminário. Foi-lhes dado também escolher uma das duas paróquias: a do Bom Jesus de Iguape ou a do Divino Espírito Santo, de Bauru. 1915 - Os MSC deixaram Pouso Alegre, dispersando-se por diversas paróquias: Bauru, Campinas, Itajubá, Piranguçu, Alfenas e Machado. Na primeira visita canônica do Padre Provincial da Holanda, neste mesmo ano de 1915, surgiu a ideia de fundar uma Casa Religiosa em Campinas. A ideia se concretizou somente em 16 de julho de 1919. Os MSC pediram uma paróquia. Dom Nery atendeu ao pedido oferecendo-lhes uma, a ser fundada na Vila Industrial. É a atual Igreja de São José. 1925 - Na terceira visita canônica, foi escolhida a cidade de Pirassununga para a construção de uma Escola Apostólica. Em fevereiro de 1932 entram os primeiros oito alunos para a primeira série. A Pequena Obra, herança do Pe. Vandel, MSC, é fundada como apoio às vocações, assim como o folheto periódico A Pequena Obra, mais tarde, Anais. 1936 - Em outubro entraram os primeiros MSC em Itapetininga para iniciar a construção de um imponente edifício que recebe o nome significativo de ‘Casa Missionária’, com a capacidade de instalar não somente o Noviciado, mas também os primeiros anos do Curso Escolástico. No dia 1º de janeiro de 1938 entram, na Casa os primeiros postulantes, vindos da INTER EX

Escola Apostólica. Vai surgindo a necessidade de se providenciar a construção de mais um amplo edifício para o abrigo dos Cursos completos de Filosofia e Teologia. Tomada a resolução deste novo passo apresentam-se ao Arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva. Este concordou e pediu que aceitassem formar uma paróquia num dos arredores de São Paulo e lhes indicou o bairro de Vila Formosa, dizendo: ‘Estou muito satisfeito com a vossa vinda para São Paulo. Não será tarefa fácil, mas Deus ajudará. Começai logo. Dentro de quinze dias assinarei o decreto da criação da vossa paróquia’. Era início de novembro de 1938. Dia 13 do mesmo mês falecia o Arcebispo, sem ter assinado o decreto. Nesse mês, porém, os MSC entraram em Vila Formosa, na mais completa solidão, sem luz, sem água, sem condução, nem comércio, nem telefone. 1941 - Em janeiro teve início a construção do, na Vila Formosa, da Casa do Escolasticado. A primeira parte da construção ficou pronta em março de 1942. Os Estudantes Escolásticos, vindos de Itapetininga, fizeram sua entrada nada triunfal no mês de fevereiro de 1945. Muita chuva e muita lama! 1946 - Em 13 de outubro canonicamente ereta a Província Brasileira da Congregação, 35 anos após a chegada dos primeiros missionários, tendo como primeiro Provincial o Pe. João Schuur. A Província Brasileira abrangia a Região do Rio de Janeiro (Região Holandesa), a Região de Curitiba (Região Belga) e a Secção Italiana. Faziam parte da Província Brasileira apenas juridicamente. Em 1995 a Região do Rio de Janeiro tornou-se pró-província, acontecendo o mesmo, logo depois, com a Região de Curitiba. Aquela que trazia o nome de Província Brasileira passou a chamar-se: Província de São Paulo.”


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Nomeações para 2016 • Delfim Moreira e Marmelópolis: o Pe. Joaquim ficará com a Paróquia de Delfim Moreira e o Pe. Rodrigo Domingues, como primeiro pároco, com a de Marmelópolis. Residirá em Delfim. • Paróquia São Miguel: O Pe. Reuberson substituirá o Pe. Rodrigo, como vigário paroquial e fará sua pós-graduação, em Teologia, na PUC. O Pe. Alex será o Pároco. • Paróquia Santo Antônio: (Itajubá): Pe. Geraldo Cassiano será o pároco e terá a ajuda do Pe. Cortez, como vigário. O Pe. Cortez continuará acompanhando o Noviciado e a Capela de NSSC. Pe. Geraldo também residirá na casa de Noviciado. • São Gabriel da Cachoeira: com a entrega da Paróquia de Piranguçu, o Pe. Carlos Roberto, deixando Piranguçu, aceitou ajudar na missão de São Gabriel da Cachoeira, que ele já conhece bem. O recém-ordenado Pe. Girley, que fez sua experiência de Diaconato em São Gabriel, servirá essa Igreja local, agora como sacerdote MSC. Serão três na comunidade local, os padres Jorge, Girley e Carlos. • Bauru: o Pe. Otacílio foi transferido para Bauru, como Vigário Paroquial do pároco Pe. Gilberto. • Itapetininga: o Pe. Jênisson Lázaro foi transferido para o Santuário de Nossa Senhora

Notas da Redação

NR 1 - A fonte destas Notícias foram as Comunicações 633 a 635 da Casa Provincial. Inevitável em alguns tópicos a reprodução parcial do texto. O espaço gráfico sendo reduzido, as notícias seguiram resumidas. NR 2 - Visita ilustre ao Santuário de Vila Formosa. Em carta dirigida ao Reitor do Santuário, Pe. Valdecir Soares Santos, o Pe. João Crisóstomo Neto explicava as razões pela quais desejava celebrar Missa no Santuário de Vila Formosa: “Por que celebrar uma Missa no Santuário de Vila Formosa?” perguntava-se o Padre João Crisóstomo e dava as razões ele mesmo: “Eu morei aqui na Vila Formosa como seminarista maior MSC, e como jovem sacerdote morei na paróquia

Aparecida do Sul, onde atuará junto com os padres Júlio César e Luiz Bertazzi. • Casa de Teologia: para Formador da Teologia foi nomeado o Pe. Lucemir Alves, que deixará o Santuário de Nossa Senhora da Agonia. Este será assumido pela Arquidiocese de Pouso Alegre. • Santuário das Almas-Ponte Pequena - A paróquia ficará sobre a administração pastoral do Pe. Michel, que será o Pároco. O Pe. Valmir Teixeira continua como Reitor. • Santa Rita/Pirassununga: para estar mais perto de sua mãe, enferma, o Pe. Mauro Fernando vai trabalhar na Arquidiocese militar, em Alcântara, perto de São Luís. Ele foi indicado, como civil, por militares para assumir um trabalho nessa cidade. O Pe. Sírio continuará dando seu testemunho junto à mesma comunidade. • Santa Helena: para esta paróquia foi nomeado o Pe. Jackson Douglas, que vai atuar junto com o Pe. Nelson Ribeiro. Já o Pe. João Schmid, retirando-se de Floriano- PI, segue para Itaitinga, juntando-se à comunidade dos padres Ivo, Tarcísio e Alfredo Niedermeir. • Equador: O Pe. Fernando Clemente foi enviado ao Equador como diácono e continuará a exercer por mais dois anos (2016-2017), seu trabalho pastoral naquela Missão. com mais três padres, entre as décadas de 1940 e 1950”. Na mesma carta, continua o Padre: “Eu acompanhei a cada passo a construção da primeira e da segunda parte do Santuário, a chegada da Imagem, que foi um momento comovente, as pinturas das paredes, a colocação das lâmpadas votivas e a instalação do carrilhão. Aqui fui ordenado sacerdote no dia 20 de dezembro de 1952, portanto, há 63 anos.” O Pe. João exerceu seus primeiros anos de Sacerdócio no Santuário de Nossa Senhora do Sagrado Coração. Por isso, pontifica: “com o consentimento dos superiores, a quem agradeço de coração, hoje tenho a oportunidade de celebrar neste Santuário que para mim é muito importante”. “Texto tirado do Portal MSC” INTER EX


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Presenรงa feminina e infantil em Pira-2015

Presenรงa feminina e infantil em Pira-2015

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A missa terminou. “Óh! Lembrai-Vos”. Hora das fotos.

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Vamos, que a costela está no ponto!

Pessoal chegando Tem mais gente ainda

A. Henriques, Itelvino, Ferreira, José Benedito Filho, Martinello, Bertasi, Norival, ? Marchesini, Ribamar, Maia, Rosim, Osvaldo, Barbosa, Quati, Módena, Ronaldo, Aguiar Santana, ?, Carlindo, Renato, W. Checchinato, Paulo Mendonça, William, José Benedito Ribeiro (Bebé) e Morad.

Multidão de fotógrafos

Mauro Pavão, Carlindo, José Benedito Ribeiro (Bebé) e Alberto Antonelli.

Costela no fogo de chão INTER EX


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Inter- Ex edição 130 novembro de 2015  

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