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41 Transparência

REVISTA SEMANAL ↘ 30.04 -

06.05_2012


Revista de Imprensa 06-05-2012

1. (PT) - i, 01/05/2012, Presidente da Refer entregou demissão ao governo

1

2. (PT) - Diário de Notícias, 01/05/2012, Sá Fernandes culpado de gravações ilícitas

3

3. (PT) - Público, 02/05/2012, Relação condena Ricardo Sá Fernandes por gravação ilícita de uma conversa

4

com Domingos Névoa

4. (PT) - Jornal de Notícias, 02/05/2012, Mário Lino interrogado amanhã

5

5. (PT) - Jornal de Notícias, 02/05/2012, Mais um arguido no caso das escutas das "secretas"

6

6. (PT) - Público, 03/05/2012, Rui Rangel admite processo por ofensa contra Sá Fernandes

8

7. (PT) - Jornal de Notícias, 03/05/2012, Relação condena Sá Fernandes por gravar conversa

9

8. (PT) - Jornal de Notícias, 03/05/2012, Arguidos do "Douro Negro" respondem por mais 100 crimes

10

9. (PT) - i, 03/05/2012, Ricardo Sá Fernandes vai recorrer de condenação

12

10. (PT) - Diário de Notícias, 03/05/2012, Sá Fernandes pode ser processado

13

11. (PT) - Jornal de Notícias, 04/05/2012, Godinho queixou-se a Lino de "corrupção" dentro da REFER

14

12. (PT) - Jornal de Notícias, 04/05/2012, Dirigente diz que empresa de Veiga recebeu dinheiro

15

13. (PT) - i, 04/05/2012, Mário Lino. Conversas com armando Vara sobre Godinho? Jamais

16

14. (PT) - i, 04/05/2012, Lobismo. Portugal vai ter de regulamentar tráfico de influências

17

15. (PT) - Diário Económico, 04/05/2012, Refer tem administração garantida até final domês de Junho

20

16. (PT) - Diário Económico, 04/05/2012, Lino admite ter pedido reunião comGodinho

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17. (PT) - Expresso, 05/05/2012, Prémio de João Pinto era ilíquido

22

18. (PT) - Expresso, 05/05/2012, Isaltino Morais recorre.Sim, outra vez

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19. (PT) - Expresso, 05/05/2012, Investigação fez dois novos arguidos

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20. (PT) - Expresso, 05/05/2012, Corrupção:a grande falha

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21. (PT) - Diário de Notícias, 05/05/2012, Lino leva até ao fim depoimento em Aveiro

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22. (PT) - Público, 06/05/2012, A cunha está instituída entre governantes

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23. (PT) - Jornal de Notícias, 06/05/2012, Falta estratégia nacional de combate à corrupção

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24. (PT) - Jornal de Notícias, 06/05/2012, Assunção cria grupo para simplificar leis e aumentar transparência

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25. (PT) - Diário de Notícias, 06/05/2012, Editorial - A corrupção

33

26. (PT) - Diário de Notícias, 06/05/2012, 501 condenados por corrupção e crime de peculato em dois anos

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27. (PT) - Correio do Minho, 06/05/2012, Portugal de reis sem leis

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28. (PT) - Correio da Manhã, 06/05/2012, Ordens ignoram risco de corrupção

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29. (PT) - Correio da Manhã, 06/05/2012, Combate à corrupção

38


A1

ID: 41548282

01-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 48

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,46 x 20,51 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

Página 1


ID: 41548282

01-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,73 x 7,09 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

Página 2


A3

ID: 41547441

01-05-2012

Tiragem: 36552

Pág: 25

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,46 x 18,84 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 3


A4

ID: 41560062

02-05-2012

Tiragem: 47321

Pág: 7

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 21,62 x 14,03 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Relação condena Ricardo Sá Fernandes por “gravação ilícita” de uma conversa com Domingos Névoa Justiça Mariana Oliveira Advogado tinha sido absolvido na primeira instância e já anunciou que vai recorrer para o Supremo Tribunal de Justiça O Tribunal da Relação de Lisboa condenou o advogado Ricardo Sá Fernandes pelo crime de gravação ilícita de uma conversa em 2006 com o empresário da Bragaparques Domingos Névoa, ilícito pelo qual tinha sido absolvido na primeira instância. O recurso foi apresentado por Névoa, que se constituiu assistente neste processo, e subscreve um parecer do professor catedrático de Direito Penal Costa Andrade, apresentado pelo empresário da Bragaparques.

Os juízes da 9.ª Secção da Relação de Lisboa optaram por não fixar a pena, que varia entre prisão até um ano e multa até 240 dias, para que a decisão fosse recorrível para o Supremo Tribunal de Justiça, um recurso que Sá Fernandes já anunciou. Os desembargadores criticam a decisão do 4.º Juízo Criminal de Lisboa, considerando que o tribunal incorreu num “erro notório na apreciação da prova”, por ter decidido contra as regras da experiência. “Efectivamente, sendo o arguido advogado, nunca o mesmo poderia ter agido desconhecendo o carácter proibido e punido da sua conduta, que o é, inquestionavelmente, como bem o demonstra o prof. Costa Andrade”, lê-se no acórdão. Os juízes rejeitam que Sá Fernandes tenha sido confrontado com uma situação de perigo, como se considerou na primeira instância. “Este só existiria se ele próprio o criasse,

Os juízes rejeitam que Sá Fernandes tenha sido confrontado com uma situação de perigo, como se considerou na primeira instância

indo ao encontro do assistente. Ora, como está por demais comprovado, o arguido, que ‘adivinhou’ os propósitos do assistente, não recusou o convite que se diz ter-lhe sido feito por este, antes o acolheu, munindose, até, do equipamento necessário para registar o acontecimento”, escrevem o relator Almeida Cabral e o adjunto Rui Rangel. Foi com base na gravação desta conversa que Sá Fernandes se apreconve sentou no Ministério Público e se ofesento receu para ser agente encoberto na investigação a um alegado crime de inves corrupção pelo qual Domingos Nécorru voa acabou a condenado no Supremo Tribunal de Justiça. O empresário Tribu estava acusado de ter tentado suborestav nar o vereador José Sá Fernandes, irmão do advogado agora condenado, para p que este desistisse da acção popular que contestava a permuta popu dos terrenos te do Parque Mayer pelos da Feira Fe Popular.

Página 4


A5

ID: 41560937

02-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 12

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 17,74 x 8,25 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 5


A6

ID: 41560971

02-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,79 x 7,89 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

Página 6


ID: 41560971

02-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 8,40 x 3,95 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

Página 7


A8

ID: 41579466

03-05-2012

Tiragem: 47321

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,97 x 9,10 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Caso Bragaparques

Rui Rangel admite processo por ofensa contra Sá Fernandes O juiz Rui Rangel admitiu ontem processar Ricardo Sá Fernandes, caso considere que a sua honra e dignidade foram postas em causa pelo advogado, que o acusou e a outro desembargador do Tribunal da Relação de Lisboa (TRL) de serem complacentes com a corrupção. Rangel é um dos relatores do acórdão do TRL, conhecido esta semana, que condenou Sá Fernandes pelo crime de gravação ilícita de uma conversa com o empresário da Bragaparques, Domingos Névoa.

Página 8


A9

ID: 41580237

03-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 40

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,09 x 6,90 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 9


A10

ID: 41580321

03-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,48 x 22,77 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

Página 10


ID: 41580321

03-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,84 x 9,74 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

Página 11


A12

ID: 41579758

03-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 5,09 x 29,20 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 12


A13

ID: 41579886

03-05-2012

Tiragem: 36552

Pág: 26

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,02 x 11,48 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 13


A14

ID: 41600146

04-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 12

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 17,52 x 21,63 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

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A15

ID: 41600112

04-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 17,45 x 16,05 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 15


A16

ID: 41599809

04-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 6

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 19,10 x 29,42 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 16


A17

ID: 41599775

04-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 14,86 x 33,21 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 17


ID: 41599775

04-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 3

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 24,34 x 32,87 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

Página 18


ID: 41599775

04-05-2012

Tiragem: 27259

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 23,57 x 11,92 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

Página 19


A20

ID: 41600492

04-05-2012

Tiragem: 23019

Pág: 30

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 25,85 x 22,16 cm²

Âmbito: Economia, Negócios e.

Corte: 1 de 1

Refer tem administração garantida até final do mês de Junho Gestora da rede ferroviária mantém-se com mínimo legal de três administradores em funções. Nuno Miguel Silva nuno.silva@economico.pt

A administração da Refer vai manter-se, pelo menos, até ao final do mês de Junho. Após a renúncia de Luís Pardal da presidência, a administração da gestora da rede ferroviária nacional mantém-se em funções no limite legal, com um mínimo de três administradores. O Diário Económico apurou junto de fonte ligada ao processo que os três administradores da Refer ainda em funções – Carlos Fernandes, Castanho Ribeiro e Romeu Costa Reis - não renunciaram aos cargos. Se o fizerem durante este mês, terão

Luís Pardal mantém-se como presidente da Refer até ao final deste mês, após ter renunciado ao cargo da empresa pública no final de Abril.

de manter-se em funções até ao final do mês seguinte, ou seja Junho. Bastará um deles tomar essa decisão para que toda a administração da Refer caia. Esta obrigação decorre do Estatuto do Gestor Público e do Código das Sociedades Comerciais. O gestor do sector público

que decida renunciar ao seu cargo só poderá abandonar as funções no final do mês seguinte à data em que apresentou a renúncia. Foi isso que sucedeu com Luís Pardal. Invocando razões pessoais para abandonar a presidência da Refer, o gestor irá manter-se em funções até ao final deste mês, porque apresentou a renúncia à tutela da Economia e das Finanças no final do mês de Abril. Desde o final de Janeiro, quando terminou o segundo, Luís Pardal liderava uma empresa em gestão corrente. O Diário Económico sabe ainda que, por enquanto, a decisão dos três administradores

que mantêm a legalidade da gestão da Refer passa por aguardar a nomeação de um novo presidente para a empresa. Tendo em conta que a Refer tem um estatuto de Entidade Pública Empresarial (EPE), essa nomeação não será efectuada numa reunião da assembleia geral da empresa, mas antes através de uma resolução do Conselho de Ministros. Também devido a esse estatuto empresarial específico, as contas da Refer também não são aprovadas em assembleia geral. Os documentos terão de ser ratificados em conselho de administração da empresa e, posteriormente, enviados para apro-

vação pelas tutelas dos ministérios das Finanças e da Economia. Como a Refer consolida contas de diversas empresas participadas, os documentos podem ser apresentados ao Governo até ao final de Maio. No caso específico das contas da gestora da rede ferroviária nacional relativas ao exercício de 2011, a actual administração está ainda a apurar os resultados consolidados. Essas contas deverão ser enviadas ao Governo nas próximas semanas. Apesar dos números ainda não estarem fechados, a Refer deverá ter fechado o ano passado com 6,6 mil milhões de euros de dívida acumulada. ■

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Paulo Figueiredo

A Refer deverá ter fechado o ano passado com 6,6 mil milhões de euros de dívida acumulada.


A21

ID: 41600498

04-05-2012

Tiragem: 23019

Pág: 30

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,39 x 8,47 cm²

Âmbito: Economia, Negócios e.

Corte: 1 de 1

Lino admite ter pedido reunião com Godinho Ex-ministro das Obras Públicas pediu à Refer para receber o empresário Manuel Godinho.

O ex-ministro das Obras Públicas de José Sócrates, Mário Lino, negou que se tenha referido às empresas do sucateiro Manuel Godinho como “amigas do PS”. A garantia foi dada na sessão de ontem do julgamento do processo “Face Oculta” – relacionado com uma alegada rede de corrupção que favorecia o grupo de Manuel Godinho nos negócios com o Sector

Empresarial do Estado -, que decorreu no Tribunal de Aveiro. Mário Lino contrariou a exsecretária de Estado dos Transportes, Ana Paula Vitorino, que na fase de instrução declarou ter sido abordada pelo então governante para resolver o diferendo entre a Refer, gestora das infraestruturas ferroviárias, e o grupo de Manuel Godinho, com o argumento que as empresas eram aliadas do PS. O ex-ministro defendeu ontem, citado pela Lusa, que não

tem explicação para essas afirmações “injuriosas”. No entanto, admitiu ter pedido à administração da Refer para se reunir com o empresário de Ovar, depois de o ter recebido e de o ter ouvido queixar-se de ser perseguido pela gestora das infraestruturas, uma vez que não conseguia ser recebido pelo presidente da empresa, Luís Pardal. Mário Lino admitiu que terá dito a Manuel Godinho que tinha dúvidas sobre o relacionamento comercial do sucateiro com a

O ex-ministro das Obras Públicas, Mário Lino, negou em tribunal quaisquer conversas com Armando Vara sobre a empresa do sucateiro Manuel Godinho.

Refer, pelo que terá enviado dois relatórios à Procuradoria-Geral da República. No âmbito do mesmo processo, o ex-ministro negou ter mantido conversas com o banqueiro Armando Vara ou com o consultor Lopes Barreira sobre o empresário da sucata. E garantiu que “falava muito menos com Armando Vara do que com Lopes Barreira” e que “nunca houve nenhuma conversa sobre o senhor Manuel Godinho”. ■ D.L. com Lusa

Página 21


A22

ID: 41621276

05-05-2012

Tiragem: 111760

Pág: 46

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 5,44 x 13,54 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 22


A23

ID: 41621211

05-05-2012

Tiragem: 111760

Pág: 18

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 29,59 x 17,86 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 23


A24

ID: 41621200

05-05-2012

Tiragem: 111760

Pág: 18

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 29,88 x 24,42 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 3

Página 24


ID: 41621200

05-05-2012

Tiragem: 111760

Pág: 19

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 10,99 x 24,42 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 3

Página 25


ID: 41621200

05-05-2012

Tiragem: 111760

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 4,88 x 3,18 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 3 de 3

Página 26


A27

ID: 41621207

05-05-2012

Tiragem: 111760

Pág: 19

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Semanal

Área: 14,85 x 16,82 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 27


A28

ID: 41621506

05-05-2012

Tiragem: 36552

Pág: 13

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 10,71 x 33,79 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 28


A29

ID: 41631027

06-05-2012

Tiragem: 47321

Pág: 17

País: Portugal

Cores: Preto e Branco

Period.: Diária

Área: 10,46 x 30,02 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

ENRIC VIVES RUBIO

Estudo propõe que TC seja mais activo na fiscalização

A “cunha” está instituída entre governantes Relatório sobre corrupção Critica-se que titulares de cargos governativos só apresentem declarações de rendimentos no início e fim dos mandatos A “cunha” e a troca de favores está instituída entre “colegas do mesmo Governo”, conclui o relatório do Sistema Nacional de Integridade, que vai ser apresentado amanhã, e que se insere numa iniciativa da organização Transparency International, desenvolvida noutros 24 países europeus e que em Portugal foi realizado pela associação Transparência e Integridade, centro Inteli — Inteligência e Inovação e Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. “A plêiade de actores é enorme, a monitorização de conflitos de interesses é inexistente”, recomendando-se, por exemplo, ao Tribunal de Contas que faça um estudo comparativo entre o número de assessores do Governo no início e no fim dos mandatos. O documento reflecte o tratamento dado a cerca de quatro dezenas de entrevistas a personalidades de diferentes sectores de actividades, desde o provedor de Justiça a magistrados, juízes, dirigentes de organismos estatais, professores universitários e jornalistas, entre outros. “Não existem tectos máximos para a despesa de cada ministério, o que leva a um descontrolo da despesa pública”, concluem os autores do relatório inédito em Portugal. Ao abordar a transparência no executivo, o relatório refere alterações legislati-

vas feitas em 2010 a estabelecer que os titulares de cargos governativos passam a apresentar apenas declarações de rendimentos e patrimoniais no início e fim dos mandatos e não todos os anos, como anteriormente. É proposto que o Ministério Público e o Tribunal Constitucional sejam mais “activos” na fiscalização das declarações patrimoniais e que o regime de incompatibilidades e a entrega de registos de interesses seja alargado aos membros dos gabinetes ministeriais. Luís de Sousa, coordenador científico do estudo e presidente da associação, disse à TSF que a urgência do combate à corrupção já entrou no discurso político, mas os líderes nacionais estão a demorar a passar das palavras aos actos, esperando que o estudo seja um primeiro passo de um grande trabalho de mobilização social e pressão pública. Conclui-se ainda que o combate à corrupção em Portugal apresenta “resultados mais baixos do que seria de esperar para um país desenvolvido”. Apesar dos “esforços”, traduzidos na produção de legislação, muitas das novas leis “estão viciadas à nascença, com graves defeitos de concepção e formatação”, o que as torna “ineficazes”. O documento propõe ainda o fim da norma que permite reduzir o ordenado dos magistrados, porque consideram que “abre uma janela” para o controlo do poder judicial pelo Governo. Considera-se ainda que a nomeação do procuradorgeral da República pelo Presidente da República, por proposta do Governo, “pode pôr em causa a sua isenção” e, em alternativa, é recomendado que seja indicado pelo Parlamento.

Página 29


ID: 41631027

06-05-2012

Tiragem: 47321

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 4,68 x 4,18 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

“Cunha” instituída entre governantes, conclui relatório Juízes e professores entre os 40 entrevistados para projecto da Transparency International p17

Página 30


A31

ID: 41631660

06-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 25

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,46 x 13,55 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 31


A32

ID: 41631661

06-05-2012

Tiragem: 100485

Pág: 25

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 15,31 x 18,93 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 32


A33

ID: 41631487

06-05-2012

Tiragem: 36552

Pág: 10

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 9,78 x 32,82 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 33


A34

ID: 41631469

06-05-2012

Tiragem: 36552

Pág: 2

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 26,07 x 33,86 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 2

Página 34


ID: 41631469

06-05-2012

Tiragem: 36552

Pág: 1

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 2,98 x 4,10 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 2 de 2

Página 35


A36

ID: 41633527

06-05-2012

Tiragem: 8000

Pág: 11

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 5,31 x 28,71 cm²

Âmbito: Regional

Corte: 1 de 1

BOM DIA

Ricardo Miguel Vasconcelos

Portugal de reis sem leis Segundo um relatório do Sistema Nacional de Integridade (SNI), constituído por entidades públicas e privadas, o combate à corrupção em Portugal revela resultados baixos para um país desenvolvido. Documento do SNI, que vai ser amanhã apresentado, diz que as leis anti-corrupção “estão viciadas à nascença, com graves defeitos de concepção e formatação”, que há uma total ausência de estratégia nacional de combate a esta criminalidade, que a ‘cunha’ e a troca de favores está “institucionalizada entre colegas do mesmo Governo” e muito mais. Não acredito que algum cidadão deste país tenha sido surpreendido com estas conclusões. Aliás, como tão bem sabemos, estas políticas desgovernadas tornaram Portugal uma nação sem rumo, totalmente dependente dos interesses estrangeiros, onde os jovens se movem numa espécie de labirinto sem GPS que os salve. Culpabilizar apenas os políticos é assumir uma visão enviesada da realidade. Todos nós sabemos que há gestores públicos e privados que sempre praticaram a arte de bem gerir para si e para os ‘seus’.

2

http://www.correiodominho.pt/ Crónicas

Página 36


A37

ID: 41631980

06-05-2012

Tiragem: 156225

Pág: 28

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 21,77 x 31,14 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 37


A38

ID: 41631905

06-05-2012

Tiragem: 156225

Pág: 52

País: Portugal

Cores: Cor

Period.: Diária

Área: 3,93 x 7,50 cm²

Âmbito: Informação Geral

Corte: 1 de 1

Página 38


BRIEF Transparência » Revista Semanal 41