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Boletim Vida Nova - Edição nº 6

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Eu não tenho preconceito nem medo em falar que tenho HIV Tudo começou com uma alergia no corpo e problema no esôfago, que após várias consultas ao médico e a demora em descobrir o diagnóstico HIV, ainda assim não foi uma surpresa pra mim. Apesar do HIV não foi de tudo ruim. Após o tratamento descobri coisas boas também. Nunca sofri preconceito de forma alguma da minha família; mesmo no período de exames de admissão para o trabalho, fiz questão de contar que tinha HIV e não houve o menor problema, pelo contrário todos sabem e me apoiam inclusive no meu trabalho.

NESTA EDIÇÃO: Editorial

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Parceria voluntária

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Agora você está pron-

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Virada da saúde

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APD—Tito Lopes

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Depoimentos

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Academia Prevenção combinada

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Transplante de

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Malhação seu lugar No mundo

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Articulação

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ABIA recomenda

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Avanços de novos medi- 14 camentos Secretário Alexandre Padilha em NY

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Prevenção Combinada Novas estratégias de prevenção surgem como ferramentas complementares no enfrentamento da epidemia de HIV ampliando a gama de opções que os indivíduos terão para se prevenir contra o vírus e oferecendo mais alternativas – cientificamente eficazes – em relação à única opção disponí-

vel até pouco tempo atrás: o preservativo. Entre as novas estratégias para a prevenção da transmissão do HIV destacam-se o uso do Tratamento como prevenção (TASP, em inglês, ou TcP, em português), a Profilaxia Pósexposição (PEP) e a Profilaxia Préexposição (PrEP).

Suíça realiza 1º transplante de fígado entre portadores de HIV


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Editorial

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Prezados (a) Leitores (as), Este é o sexto editorial do Boletim Informativo Vida Nova, por meio dele, nós nos comunicaremos para que possamos nos manter informados sobre as novidades do Instituto Vida Nova e das atualidades sobre HIV/Aids e outros informes sobre saúde e bem estar. Deste modo, consideramos que na busca diária por propostas inovadoras e por uma atenção de qualidade, devemos desenvolver projetos envolvendo atividades psicos-

sociais, resolução de problemas, bem como a formação cidadã e cognitiva, e a preparação para o trabalho, oferecendo contribuições significativas para a construção da identidade social e cultural do público atendido. Dentre várias informações destacam-se: Prevenção Combinada e Cientistas tentam modificar embriões humanos para tornálos resistentes a AIDS. Jorge Eduardo, boa leitura!

EXPEDIENTE BOLETIM VIDA NOVA Edição Nº 06 Maio 2016 Jornalista Albert Roggenbuck Mtb Nº 45852/SP

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Boletim Vida Nova é uma publicação do Instituto Vida Nova Integração Social Educação e Cidadania.

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Conselho Editorial: Américo Nunes Neto Jorge E. Reyes Rodriguez Projeto Gráfico e Diagramação: Américo Nunes Neto Colaboração Teresinha Martins Renilda Cabral Impressão Artes Gráficas Prática Ltda. Tiragem – 1000 exemplares Diretoria do Instituto Vida Nova: Presidente Jorge Eduardo R. Rodriguez Vice Presidente – Albert Roggenbuck 1ª - Tesoureiro: Américo Nunes Neto 2ª - Tesoureira: Vanessa . Senatori 1ª - Secretária: Lisiani Ap. Ramos 2ª – Secretaria: Mariza Borbosa

Doações: Instituto Vida Nova – Banco Bradesco Agência 2875-4 Conta corrente 6242-1 Sede: Rua Prof. Assis Veloso, 226 – São Miguel Pta. CEP. 08021-470 – CNPJ. 03.855.787.0001-61 Utilidade Pública Municipal Nº 51.971/2010 www.ividanova.org.br ividanova@uol.com.br Telefone: (11) 2297-1516


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Todos podem ser voluntários

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Faça parte da nossa equipe!

oluntário não é só quem é "especialista" em alguma coisa. Todos podem participar e contribuir. O que cada um faz bem pode fazer bem a alguém. O que conta é a motivação solidária, o desejo de ajudar, o prazer de se sentir útil. O trabalho voluntário não é uma atividade fria, racional e impessoal. É contato humano, é relação de pessoa a pessoa, oportunidade para se fazer novos amigos, intercâmbio e aprendizado. Voluntariado é compromisso. Cada um contribui na medida de suas possibilidades, com aquilo que sabe e quer fazer. Uns têm mais tempo livre, outros só dispõem de algumas horas por semana. Alguns sabem exatamente onde ou com quem quer trabalhar. Outros estão prontos a ajudar no que for preciso, onde a necessidade é mais urgente. Cada compromisso assumido, no entanto, é para ser cumprido. Uma pequena ação bem feita tem muito valor. Nada é mais decepcionante do que prometer e não ser capaz de realizar. Josefa Brito e Cleide Marques - voluntarias do Instituto Vida Nova.

Lobos Guará Moto Clube comemora parceria de sucesso com o Instituto Vida Nova.

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Senhor Pedro Carlos Sinóbio, presidente do Lobos Guará Moto Clube e membro da Polícia Militar do Estado de São Paulo esteve recentemente na ONG Instituto Vida Nova, foi recebido pelo presidente Jorge Eduardo e falou da importância da parceria que mantém com a instituição, afinal o Lobos Guará Moto Clube tem uma proposta de trabalho 50% voltada para o social e os outros 50% para o moto turismo. Como fazem um trabalho focado para o social ressaltaram a importância da parceria de sucesso com a ONG, afinal o Lobos Guará Moto Clube tem um público flutuante de 1000 pessoas aos finais de semana e já fazem a distribuição gratuita de preservativos fornecido pelo projeto Agora Você está Dentro do Instituto Vida Nova. “Temos essa preocupação da preservação e de frear a disseminação do vírus” afirma Pedro Carlos. “Uma das nossas grandes dificuldades para a realização desse trabalho social ainda é o financeiro, percebemos que as pessoas ainda tem uma ressalva em ajudar entidades que fazem trabalho social e encontramos uma grande barreira para captar parcerias para o bom andamento desse trabalho” complementa. A ONG Instituto Vida Nova agradece a visita e a parceria do Lobos Guará Moto Clube na pessoa do seu Presidente Pedro Carlos Sinóbio. Contato: Lobos Guará MC - www.facebook.com/LobosGuaraMc

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O QUE EU BUSCO NA PREVENÇÃO!

Agora Você Está Pronto! É

um projeto apoiado pelo Programa Municipal de DST/Aids, sob a realização do Instituto Vida Nova (IVN) que iniciou em meados de 2009. O IVN identificou a necessidade de desenvolver um trabalho de prevenção, tendo como protagonista a CAMISINHA, em especial o acesso e disponibilidade ao insumo, que até então era apenas disponibilizados nos serviços de saúde. Com o objetivo de disponibilizar os preservativos e material informativo sobre assistência e prevenção em diversos locais de entretenimentos com horários alternativos, mas não apenas isso, queremos mais para a população, num lugar diferente e porque não dizer, inesperado. Atuamos em vários bairros da região leste e alguns municípios vizinhos de São Paulo com intervenções dialogadas levando informações sobre Saúde, Prevenção das DST, acesso ao diagnóstico precoce do HIV e tratamento. O que se busca é a expectativa permanente por um desempenho sempre melhor, esperando que ações como o Projeto Agora Você Está Pronto promovam mudança positiva na vida das pessoas que por ele passaram e passarão. A principal preocupação é a abordagem com qualidade, que o agente não seja conhecido apenas como distribuidor de preservativo, mas sim, como referência de orientação. “Ao chegar ao Projeto, sem nunca antes ter tido experiência semelhante, não tive medo de uma provável rejeição e sim muita expectativa das parcerias do Instituto Vida Nova. Hoje após realizar ações nas regiões da cidade de São Paulo e agora nos municípios de Itaquaquecetuba, Poá, Suzano e Mogi das Cruzes - são 103 estabelecimentos de parcerias desde boteco, biqueiras a grandes casas de eventos e centros de acolhidas- vi que o grande desafio é acessar a população chave frente à epidemia da Aids sendo ela os usuários de droga (crack) e Jovens gays. Mensalmente são disponibilizados mais de 135 mil preservativos masculinos, já o preservativo feminino tem uma disponibilização reduzida em razão da pouca demanda, tabu e conhecimento do insumo pelas mulheres”. Isabel Cristina Balla - Agente de Prevenção

Balada no Sabbadá também é prevenção

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casa de shows Sabbadá Music Bar na região de Itaquera em parceria com o Projeto Agora Você está Pronto, realizou campanha de prevenção às DST/Aids na noite de 21 de maio. Os clientes jovens e adultos receberam insumos de prevenção (camisinhas, masculina, feminina, gel lubrificante e material informativo sobre o acesso ao diagnostico HIV e outras DST’s “O projeto é muito interessante à aceitação do publico foi excelente não imaginava que fosse dessa forma, normalmente as pessoas pegam em média de dois a três preservativos. A ação do Vida Nova no Sabbadá é bacana, pois ampliou a parceria com o Hotel Paiol” disse Evandro Campos proprietário do Sabbadá. Conheça a casa e comemore seu aniversário - www.sabbada.com.br

CONFIANÇA DE SER E AGIR

As atividades do

Instituto Vida Nova (IVN) em especial, academia, grupo de convivência, grupo de mulheres, café espaço livre e grupo Avesso Travesso Show são motivação para pessoas que vivem com HIV/Aids. Vindos de serviços de saúde de referência e a convite de outras pessoas inseridas na organização não governamental (ONG) relatam um novo despertar na busca da promoção da saúde física e mental; todavia se sentem acolhidos como membro da “família Vida Nova”. BOLETIM

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Autoestima, conhecimento, troca de experiência e oportunidade de trabalho fazem parte desta transformação individual e coletiva, com bem estar e liberdade de expressão propiciada pelas atividades da ONG. Algumas pessoas conseguem falar à sociedade sobre sua sorologia HIV+; o que difere da maioria que sente se insegura, com medo do preconceito e discriminação. Renilda dos S. C. Oliveira - Agente de prevenção da ONG


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VIRADA DA SAÚDE EM SÃO PAULO

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Secretaria Municipal da Saúde de São Paulo promoveu, de 3 a 10 de abril, a segunda edição da Virada da Saúde na capital paulistana. O evento foi uma realização do Instituto Saúde e Sustentabilidade em comemoração ao Dia Mundial da Saúde - 7 de abril. O objetivo principal da Virada da Saúde foi aproximar os cidadãos do tema saúde de forma diferenciada, inovadora e lúdica. Mais de cem atividades aconteceram nos parques, centros culturais, hospitais, UBs (Unidades Básicas de Saúde) e ruas da cidade de São Paulo. Com uma programação voltada para as áreas cultural, médico-assistencial, de bem-estar e educação. A Segunda Virada da Saúde foi aberta no domingo (3), com uma passeata na Avenida Paulista, que teve início na sede da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) até a Praça

do ciclista. Na segunda (4) de abril a Virada da Saúde teve seu prosseguimento com palestras, consultas gratuitas de dermatologia e terapias complementares, rodas de conversa e práticas corporais. No sábado, 8 de abril, das 8h30 às 15horas, no Parque Linear em Itaquera - extreme leste da cidade - aconteceu uma grande ação que contemplou a população local. A Segunda Virada da Saúde foi uma parceria com a Coordenação Regional de Saúde da Leste, Serviços de Atenção Básica e SAEs da Região. Os agentes de prevenção do Instituto Vida Nova promoveram atividades e serviços de promoção de saúde para pessoas vivendo e convivendo com HIV/AIDS e receberam a visita do Dr. Alexandre Padilha – Secretário Municipal da Saúde.

O INSTITUTO VIDA NOVA INTEGRAÇÃO SOCIAL EDUCAÇÃO E CIDADANIA (IVN) é uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público, de natureza filantrópica sem fins lucrativos. Objetivos - Promover a melhoria da qualidade de vida das pessoas vivendo e convivendo com HIV/AIDS; Combater a epidemia da AIDS; Promover o exercício da cidadania; Integração Social e Educação. Como surgiu - Motivado por algumas pessoas, em maio de 2000, Américo Nunes Neto, pessoa vivendo com HIV, com experiência em gerenciamento institucional, cria o Instituto Vida Nova na região leste da cidade de São Paulo com apoio de seus sócios fundadores. Com 16 anos de fundação a ONG é referência pela qualidade e reconhecimento das ações e atividades desenvolvidas.

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Mariza Barbosa - Diretora


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Parceria

Instituto Vida Nova abre as portas para o APD Tito Lopes - Programa de Acompanhante da Pessoa com Deficiência Intelectual

ONG

vai promover oficinas sobre sexo

mas a equipe garante que tem capacidade para atender 140. "Nossas atividades são desenvolvidas nos domicílios, na comunidade e em unidades de saúde.

seguro e prevenção as DSTs/aids. Mais do que orientar, a equipe O Instituto Vida Nova de Integração do programa tem como Social Educação e D característica “fazer com”, ou P A da ionais s s fi Cidadania - ONG o seja, participar com a família r de P Equipe paulistana de luta e com a comunidade nos contra a aids processos de inclusão. abriu as portas da Acompanhamos, por instituição para o exemplo, nosso paciente Programa de em atendimentos de Acompanhante da saúde, atividades de lazer Pessoa com e educação, auxiliamos Deficiência Intelectual na medicação, entre (APD Tito Lopes), da outros", contou Alana. Secretaria Municipal de “A parceria com o Vida Nova Saúde de São Paulo. é muito importante. A ONG é mais Trata-se de um projeto uma alternativa para que nossas ações governamental que tem sejam desenvolvidas no território onde o nosso por objetivo atender paciente reside. Nossa missão também é ocupar pessoas com deficiência esses espaços e interagir com a comunidade”, concluiu intelectual em situação de fragilidade e Alana. A deficiência intelectual, segundo a Associação vulnerabilidade social. "A proposta é promover Americana sobre Deficiência Intelectual do protagonismo, autonomia, independência e evitar Desenvolvimento, caracteriza-se por um o abrigamento ou internação desta população", funcionamento intelectual inferior à média (QI), explicou a enfermeira responsável pelo APD Tito associado a limitações adaptativas em pelo menos duas Lopes, Alana Paladini. A parceria entre o Vida Nova áreas de habilidades (comunicação, autocuidado, vida e o APD existe desde 2014; o grupo, quando no lar, adaptação social, saúde e segurança, uso de necessário, sempre usa o espaço físico da recursos da comunidade, determinação, funções ONG/aids para desenvolver atividades fora do acadêmicas, lazer e trabalho), que ocorrem antes dos serviço de saúde. "Nosso espaço já foi palco de 18 anos de idade. No dia a dia, isso significa que a festas do APD e também de sessões de cinema. Em pessoa com deficiência intelectual tem dificuldade para 2016, vamos trabalhar mais juntos e oferecer para aprender, entender e realizar atividades comuns para os usuários do APD oficinas sobre sexualidade e as outras pessoas. Muitas vezes, essa pessoa se prevenção às DSTs/Aids", disse o presidente do comporta como se tivesse menos idade do que Instituto Vida Nova, Jorge Eduardo Reyes realmente tem. Para participar do APD Tito Lopes o Rodriguez. paciente precisa ser indicado por algum serviço de A enfermeira Alana nos contou que alguns saúde da região. Acesse: medicamentos usados no tratamento de pessoas http://www.aps.santamarcelina.org/aps/default.asp com deficiência intelectual aumentam a libido deste indivíduo e como a missão do Vida Nova também é prevenção, nada mais importante do que falar sobre uso de camisinha e direitos sexuais e reprodutivos com eles", explicou Jorge. O APD Tito Lopes funciona no Hospital Dia da Rede Hora Certa Itaim Paulista e atende hoje 110 pacientes com BOLETIM

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udo começou com uma alergia no corpo e problema no esôfago, que após várias consultas ao médico e a demora em descobrir o diag-

nostico HIV, ainda assim não foi uma surpresa pra mim. Apesar do HIV não foi de tudo ruim, após o tratamento descobri coisas boas também. Nunca sofri preconceito de forma alguma da minha família; mesmo no período de exames de admissão para o trabalho, fiz questão de contar que tinha HIV e não houve o menor problema, pelo contrário todos sabem e me apoiam inclusive no meu trabalho. Após 8 anos com HIV vivo bem e tenho conseguido realizar meus objetivos e sonhos. Sempre estou em dia com as consultas e recebo parabéns da minha médica, espero um dia ouvir da médica que estou curada, neste dia vou ser a pessoa mais feliz do que sou hoje. Eu não tenho preconceito nem medo em falar que tenho HIV, sempre que necessário dou entrevistas para imprensa e sem medo de sofrer preconceito, pois trabalho e ando sempre de cabeça erguida, ninguém tem nada a ver com isso, o problema é

O que é Lipodistrofia? A lipodistrofia é um efeito colateral que vem causando muitos transtornos a pessoas soropositivas. Trata-se de uma alteração na distribuição de gordura do organismo com concentração de gordu-

ra na barriga, costas, pescoço e nuca (giba) e perda de gordura nos braços, pernas, nádegas e face. Além disso, hoje em dia está se chegando a um consenso de que a lipodistrofia é a mistura de várias modificações também no funcionamento do organismo (alterações metabólicas), como o aumento do colesterol e

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meu. Considero a Aids como uma doença qualquer que precisa de cuidados e tratamento, ser soropositivo hoje, é muito diferente que nos anos passados. O tratamento é muito eficaz, em se cuidando a gente fica bem e bonita, assim como sou. Minha rotina de vida é normal, trabalho, cuido da casa, me alimento bem, tomo as medicações e saio para me divertir à procura do meu príncipe encantado. O Instituto Vida Nova é muito importante na minha vida é uma segunda família que me trata bem. Participo das atividades há oito anos, as que mais gosto são a academia, os grupos e atividades externas, isto me traz bem estar e uma vida saudável. Espero nunca ter lipodistrofia e acho que não vou ter, pois participo da academia e me concentro nas atividades físicas para evitar este mal; minhas amigas sofrem muito com a lipodistrofia. Portanto é fundamental procurar apoio nas ONG’s. Participe das atividades e faça novos amigos. Leidionir M. dos Santos – 48 anos

dos triglicérides, elevando o risco de problemas cardíacos e resistência à insulina, o que pode causar a diabetes. Algumas pessoas sentem dores no corpo, em especial nos músculos, por causa do aumento do ácido lático. Fonte: www.saberviver.org.br

Só me lembro de que tenho HIV quando vou tomar o remédio

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o ano de 2002 fui internado com crise de convulsão e após exames veio o resultado que eu estava com HIV já desenvolvendo para Aids com quadro de neurotoxoplasmose. A única pessoa que soube na época foi minha prima, que espalhou para outras pessoas da minha família. Na época fiquei muito irritado, mas hoje entendo. Ela é a única pessoa que falou abertamente sobre minhas necessidades e cuidados, somos como irmãos, os demais da minha família não tocam no assunto. Antigamente viver com o diagnóstico era um peso depois que entrei no Vida

Nova aprendi a conviver com a patologia no dia a dia com outras pessoas. Hoje tenho uma vida normal, só me lembro de que tenho HIV quando vou tomar o remédio. No meu caso é difícil viver com HIV, mesmo tendo pessoas que me ajudam, meu jeito de ser me impede em pedir ajuda. Os momentos mais difíceis foram quando soube da doença, quando o médico me deu alta da internação e após ser demitido do serviço sem direito a nada. Sem forças físicas tive que catar insumos para reciclagem, sobras de feira para poder me alimentar. Hoje não quero isso para minha vida, graças a Deus tenho minha aposen-

tadoria e o Vida Nova que me acolheu, me deu trabalho e fez com que realizasse muitos sonhos e por isso faz a diferença em minha vida. Meu desejo é ter um companheiro soropositivo e que me aceite como sou. A vida é linda. Adilson Batista Cardoso - 52 anos.


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Malhação Vida Nova 10 anos, experiência bem sucedida Prática da atividade física

A Academia Malhação Vida Nova completou em 24 de abril de 2016, 10 anos e festeja junto com seus praticantes, educadores e colaboradores, um período de excelência, inovações e aprendizado na prática de atividades físicas para as pessoas com HIV/Aids. Em 2006 a Malhação Vida Nova possuía 15 praticantes em um salão de 10 mt², hoje em um espaço com 250 mt² já acolheu mais de 300 pessoas que se beneficiaram das atividades físicas e complementares como fisioterapia, dança, atividades externas, competições esportivas e oficinas sobre nutrição e adesão aos medicamentos. Para chegar ao nível de crescimento atual, a academia contou com apoio do Departamento de DST/Aids e HIV, Programa Estadual de DST/Aids e atualmente com o Programa Municipal de DST/Aids. Segundo o coordenador de projetos, Américo Nunes Neto, também responsável pela implantação da Academia: “O plano é crescer mais, replicamos o projeto Malhação Vida Nova em outros Municípios e Estados, inclusive tornamos referência para os Programas de DST/Aids e pretendemos sempre incorporar atividades complementares. A persistência, qualidade, competência e certeza de que a academia certamente iria crescer, renderam resultados e premiação por Melhor Iniciativa durante o VII Congresso Brasileiro de Prevenção das DST/ Aids, em Florianópolis no ano de 2007. Para o presidente Jorge Eduar-

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do, a comemoração dos 9 anos representa grande satisfação. O motivo é o contentamento em saber que a Academia Malhação Vida Nova sempre teve como princípio oferecer às pessoas com HIV/Aids o que há de melhor no segmento. “Temos como diferencial proporcionar atendimento e assistência exem-

plares”, ressalta. Comemorar uma década de sucesso é também motivo de alegria para o professor de educação física Anderson R. da Silva ao constatar o entusiasmo dos participantes e o crescimento do projeto e dos assistidos pela ONG. Vários projetos são desenvolvidos como forma de garantir a qualidade e a capacitação constante dos profissionais.

Todo indivíduo deseja ter uma vida longa e com saúde, e isso inclui, preferencialmente, a prática regular de atividade física, a adoção de uma dieta saudável e, assim, a manutenção de peso normal. A combinação de sedentarismo e dieta inadequada desencadeia agravos de saúde. Os benefícios da prática de atividade física incluem, melhora da oxigenação dos tecidos; melhora do metabolismo do organismo; aumento da força muscular e do condicionamento físico; redução do conteúdo de gordura; melhora da movimentação muscular e articular; aumento da sensação de bem-estar e previne os danos causados pela lipodistrofia. A atividade física pode e deve ser praticada em qualquer idade. Recomenda-se praticar pelo menos 30 minutos de exercício físico moderado todos os dias. No entanto, algumas práticas se associam a riscos, de forma que um profissional de saúde deve ser consultado antes de se iniciar um programa de atividade física regular. Sabe-se que metade das pessoas em atividade física vigorosa desiste do treinamento em um intervalo de um ano. O segredo é praticar exercícios que sejam excitantes, desafiantes e que tragam um grau de satisfação.


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PREVENÇÃO COMBINADA Novas estratégias de prevenção surgem como ferramentas complementares no enfrentamento da epidemia de HIV ampliando a gama de opções que os indivíduos terão para se prevenir contra o vírus e oferecendo mais alternativas – cientificamente eficazes – em relação à única opção disponível até pouco tempo atrás: o preservativo. Entre as novas estratégias para a prevenção da transmissão do HIV destacam-se o uso do Tratamento como prevenção (TASP, em inglês, ou TcP, em português), a Profilaxia Pós-exposição (PEP) e a Profilaxia Pré-exposição (PrEP).

Tratamento como prevenção O uso de medicamentos antirretrovirais faz com que as pessoas vivendo com HIV/AIDS alcancem a chamada “carga viral indetectável”. As evidências científicas também mostram que pessoas vivendo com HIV/AIDS que possuem carga viral indetectável, além de ganharem uma melhora significativa na qualidade de vida têm uma chance muito menor de transmitir o vírus à outra pessoa. Outro estudo recente bastante respeitado e que complementa estas evidências é o PARTNER. Ele só será concluído em 2017, mas os dados divulgados ano passado mostraram que nenhum paciente com carga viral indetectável – gay ou heterossexual – transmitiu o HIV ao parceiro sorodiscordante nos primeiros dois anos do estudo.

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Profilaxia (PEP)

Pós-exposição

A PEP é a utilização da medicação antirretroviral após qualquer situação em que exista o risco de contato com o vírus HIV. A medicação age impedindo que o vírus se estabeleça no organismo - por isso a importância de se iniciar esta profilaxia o mais rápido possível após o contato: em até 72 horas, sendo o tratamento mais eficaz se iniciado nas duas primeiras horas após a exposição. O tratamento deve ser seguido por 28 dias.

Profilaxia (PrEP)

Pré-exposição

A PrEP é a utilização do medicamento antirretroviral por aqueles indivíduos que não estão infectados pelo HIV, mas se encontram em situação de elevado risco de infecção. Com o medicamento já circulante no sangue no momento do contato com o vírus, o HIV não consegue se estabelecer no organismo. Evidências comprovaram que a PrEP se trata de uma estratégia eficaz, com mais de 90% de redução da transmissão e sem nenhuma evidência de compensação de risco. Nos estudos, pessoas que usaram PrEP não aumentaram número de parceiros, nem a incidência de outras DSTs e, além disso, tiveram maiores taxas de uso consistente de preservativo. No Brasil, a PrEP ainda não é disponibilizada gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS), uma vez que dois estudos estão sendo desenvolvidos para avaliar a aceitabilidade e aplicabilidade do recurso em relação a população e a rede de saúde pública. Assim como o preservativo, todas essas novas estratégias devem ser vistas e consideradas como novas opções no leque de estratégias que compõem a prevenção combinada ao HIV. Fonte: http://unaids.org.br/prevencao-combinada/

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Suíça realiza 1º transplante de fígado entre portadores de HIV

Notícias

Médicos suíços realizaram em outubro de 2015 o primeiro transplante de fígado do mundo entre duas pessoas portadoras do vírus HIV, informa um comunicado publicado em Genebra após seis meses de observação do paciente. O anúncio, também publicado em um artigo no American Journal of Transplantation, foi feito após uma operação idêntica realizada por médicos dos Estados Unidos em 15 de março de 2016, também apresentada como uma novidade mundial. Os Hospitais Universitários de Genebra (HUG) informam que os seis meses de observação mostraram que não há rejeição do órgão, nem perda de controle do vírus no receptor. "Este primeiro transplante praticado na Suíça, que acaba de ser seguido por outro transplante análogo nos Estados Unidos, abre perspectivas inéditas para as pessoas que vivem com o HIV", destacam os HUG. Isto significa que os portadores de HIV podem se declarar possíveis doadores de órgãos, e, ao mesmo tempo, os que estão à espera de um órgão têm melhores perspectivas de ser operados. A lei suíça sobre os doadores de órgãos autoriza desde 2007 o transplante de órgãos entre doadores e receptores soropositivos, mas foram necessários oito anos para a primeira operação. "Há duas razões: de um lado o desconhecimento por parte de médicos e pacientes soropositivos deste dispositivo da lei e, de outro, o problema da compatibilidade necessária entre doador e receptor", explicou à AFP Nicolas de Saussure, porta-voz dos HUG. Neste caso, o doador era um homem de 75 anos, que faleceu após uma hemorragia cerebral. Era soropositivo desde 1989 e havia autorizado a doação de seus órgãos. O receptor foi diagnosticado soropositivo em 1987 e foi informado antes da operação dos possíveis riscos adicionais. Ele aceitou os riscos. Em uma entrevista, o receptor, que sofria uma doença grave do fígado, disse que estava na lista de espera há dois anos e meio. O transplante foi realizado por uma equipe integrada pela professora Alexandra Valmy, diretora da unidade HIV, o professor Thierry Berney, médico chefe do serviço de transplantes, o professor Christian van Mendel, diretor da unidade de infectologia de transplantes, e o professor Emiliano Giostra, especialista em doenças do fígado. Fonte: Da France Presse

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com profundo pesar que o Instituto Vida Nova lamenta a morte, em 23 de março, em circunstâncias de saúde, do nosso colaborador Dagoberto R. Vega que se encontrava no hospital e sofreu uma parada cardíaca. Ele ingressou no Instituto Vida Nova prestando trabalho voluntário nas atividades e no Grupo Avesso Travesso Show e sempre atuou de forma devotada ao serviço. Dagoberto, cubano, cabeleireiro e maquiador tinha união estável. Que o nosso irmão possa descansar em paz e que Deus conforte o coração de seu companheiro, parentes e amigos nesse momento de grande tristeza.

Papa Francisco incentiva diálogo contínuo para ampliar acesso a serviços de testagem e tratamento para o HIV UNAIDS e parceiros concluíram as rodadas de reuniões no Vaticano com o objetivo de finalizar o roteiro para melhorar o acesso das crianças ao tratamento do HIV. O encontro realizado nos dias 16 e 17 de maio deu-se seguimento a uma reunião feita no início de abril, que explorou formas de proporcionar maior acesso aos serviços de testagem e tratamento para doenças como HIV, tuberculose e hepatites. O anfitrião das duas reuniões foi o Cardeal Peter Turkson, presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz, um organismo da Cúria Romana. Entre os participantes estavam representantes de governos nacionais, organizações religiosas e pessoas vivendo com HIV, o Diretor Executivo Adjunto UNAIDS, Luiz Loures, e a Coordenadora Global de AIDS dos Estados Unidos, Embaixadora Deborah Birx. Fonte: http://unaids.org.br/category/noticias/

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CTA SÃO MIGUEL PAULISTA SOB NOVA GERÊNCIA

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Centro de Testagem e Aconselhamento - CTA de São Miguel Paulista - está recentemente sob nova gerência administrativa. A ex gerente Senhora Maria A. S. Alves, assistente social de formação deixou o cargo em razão da tão merecida aposentadoria. Em seu lugar assumiu a Gestora em Serviço de Saúde, Senhora Evanilsa Borges Alves. Além de estar a frente da administração, Evanilsa Borges está empenhada em conhecer os serviços comunitários da região leste do município de São Paulo e ampliar articulações. Em visita ao Instituto Vida Nova ela disse: “Fiquei maravilhada com a estrutura do Instituto Vida Nova e da recepção fornecida pela direção e sua atitude de mostrar realmente o que é e como funcionam todos os trabalhos desenvolvidos, onde a mesma é reconhecida até fora do país. É uma Instituição séria, que presta um excelente serviço para a Zona Leste e todos os trabalhos estão direcionados a uma causa que é a conscientização da prevenção. Portanto, todos estão de parabéns pelo desempenho desse trabalho”. O CTA é um serviço da Secretaria Municipal de Saúde sob gestão do Programa Municipal de DST/ Aids. Estruturado para realizar atividades de prevenção, aconselhamento e testes sorológicos para DST, HIV/Aids e hepatites B e C.

A equipe é composta por diversas categorias profissionais da saúde. Endereço: Rua Engenheiro Manoel Osório 151 – São Miguel Paulista – Fone: 2297-6052 – 2031-2701 e-mail ctasaomiguel@ig.com.br

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Risco de acidente vascular cerebral pode ser maior em doentes com VIH Taxas de AVC têm aumentado entre as pessoas com HIV nos últimos anos, enquanto em declínio na população dos EUA, mostra nova pesquisa, levantando a possibilidade de que os tratamentos para o vírus causador da SIDA pode colocar esses pacientes em maior risco de problemas cardiovasculares. Não há nenhuma prova direta que liga os medicamentos para a taxa de acidente vascular cerebral maior, mas pesquisas anteriores sugerem que medicamentos contra o HIV podem aumentar os níveis de colesterol e triglicerídeos, os quais contribuem para o risco de AVC. "Até que tenhamos uma ideia melhor do que está acontecendo, esta é uma chamada ou lembrete aos médicos estar cientes desses fatores de risco para acidente vascular cerebral nestes pacientes com HIV", disse o autor do estudo Dr. Bruce Ovbiagele, professor de neurociência da Universidade da Califórnia, San Diego. Para seu estudo, publicado on-line 19 de janeiro na revista Neurology , Ovbiagele e colegas examinaram um banco de dados de internações por acidente vascular cerebral a partir de 1997, quando uma nova geração de medicamentos contra a Aids foi em seus primeiros dias de uso, até 2006. Eles descobriram que, enquanto as internações gerais para AVC caíram 7 por cento, o número de hospitalizações de acidente vascular cerebral em pessoas infectadas pelo HIV aumentou em 60 por cento em 2006. (Os pesquisadores ajustaram os seus números para dar conta fatores como idade e sexo.) Os pesquisadores também olhou para os dois tipos de AVC - isquêmico (quando um vaso sanguíneo é bloqueado) e hemorrágico (quando um vaso sanguíneo estoura). Não houve alteração no percentual de pacientes com AVC hemorrágico que eram HIVpositivos, mas a taxa subiu de 0,08 por cento para 0,18 por cento - mais do que o dobro - entre pacientes com HIV que tiveram derrames isquêmicos. Este último número sugere, mas não prova, que mais pacientes com HIV estão sofrendo de bloqueios em seus vasos sanguíneos. Algumas pesquisas anteriores sugerem que pacientes com HIV têm níveis mais elevados de ataques cardíacos, que também ocorrem quando os vasos entupir. "Sabemos que muitos dos medicamentos que são utilizados para o tratamento da AIDS têm complicações metabólicas, que incluem a adição de gordura da barriga e um aumento dos triglicéridos séricos", disse Ovbiagele. Ambos aumentam o risco de problemas cardíacos.É possível que pacientes com HIV estão vivendo mais tempo e simplesmente chegar à idade em que acidentes vasculares cerebrais são mais comuns entre todas as pessoas, disse Ovbiagele, que estava na Universidade da Califórnia em Los Angeles, quando a pesquisa foi conduzida. Mas o estudo também descobriu que pacientes com HIV tiveram acidente vascular cerebral anteriormente, em média, do que outras pessoas. Em geral, o risco de que um paciente HIV irá ter um acidente vascular cerebral continua a ser baixa. No entanto, os pacientes que estão em medicamentos contra a Aids deve estar ciente de que o AVC é "altamente evitável", disse Ovbiagele, e eles devem trabalhar com seus médicos para manter os seus níveis de peso e colesterol sob controle. Dr. Alejandro A. Rabinstein, professor de neurologia da Clínica Mayo, em Rochester, Minn., Disse que, mesmo enquanto a ligação entre medicamentos para Aids e acidente vascular cerebral não é comprovada, os pacientes de HIV deve ir em baixo teor de gordura, dietas pobres em sódio e controlar a pressão arterial e outros factores de risco. No entanto, ele disse, acidentes vasculares cerebrais permanecerá rara entre os pacientes sobre medicamentos para o HIV. "O risco pode ser aumentado, mas é em geral um pequeno risco", disse ele. Fonte: www.aids.org


Técnicos do Programa Municipal de DST/Aids apontam estratégias de articulação da região leste

Em visita técnica na quarta-feira (2 de março) ao Instituto Vida Nova; os técnicos do Programa Municipal de DST/Aids, Cristina Santos, Celso Ricardo Monteiro, Marcos Blumenfeld das áreas de prevenção e articulação com a sociedade civil e diretores da instituição potencializaram as

discussões sobre o desenvolvimento do projeto, bem como apresentaram maiores sugestões de articulação com os serviços de saúde e proteção. “As atividades do Projeto Releste seguem em ritmo normal, apenas passa por um processo de recontratação de Assistente Social” disse Américo Nunes – Coordenador Geral de Projetos. Dados de abrangência, participação dos clientes e de atividades realizadas foram apresentados aos técnicos. “Estamos em fase de produção de cartazes e do Boletim Vida Nova para potencializar ainda mais as ações e atingir o público-alvo” Disse Américo Nunes.

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Os técnicos ressaltaram que a formação da Releste - Rede de Proteção, uma das atividades do projeto, é uma ação extremamente importante e estratégica porque vai somar esforços para as demandas e contra referências. Incentivar a testagem para o HIV e intensificar as ações preventivas junto as populações de rua, jovens gays, homens que fazem sexo com homens – HSH - e usuários de álcool e droga é uma das estratégias para o enfrentamento da epidemia na cidade de São Paulo reforçaram os técnicos. O projeto Releste tem por objetivo Promover e fortalecer ações de assistência, prevenção secundária para 170 pessoas vivendo e convivendo com HIV/Aids e promover articulação com serviços públicos de governo e organizações não governamentais sendo apoiado pelo Programa Municipal de DST/Aids por vinte quatro meses e com o investimento total de R$ 193.746,50

Técnicos da Saúde Conhecem o Projeto Releste Cristina da Costa Pardal, Assessora Técnica da Coordenadoria Regional de Saúde Leste, reuniu na terça-feira, dia 26 de abril, profissionais da saúde das Supervisões Técnicas de Saúde, da Rede Municipal de Especialidade, além dos convidados do Instituto Vida Nova: Américo Nunes Neto e Valdemir C. da Silva que atuam no cuidado e atenção as pessoas com HIV/Aids. A reunião foi realizada no Hospital Dia de São Miguel Paulista. O evento é parte das ações e estratégias entre os serviços de saúde da Secretaria Municipal de Saúde e Programa Municipal de DST/Aids e tem

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como um dos objetivos apresentar aos participantes as ações que estão sendo desenvolvidas pelo Projeto RELESTE , incluindo as articulações com os SAE’s Serviço de Assistência Especializada e CTA’S Centro de Testagem e Aconselhamento. “Esta articulação, trará ainda mais ferramentas para a melhoria do desenvolvimento do projeto e do atendimento às pessoas que vivem com HIV/Aids” Disse Jorge Eduardo – Presidente da ONG. O Projeto Releste tem como objetivo Promover e fortale-

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cer relações e ações de assistência, prevenção entre as Pessoas Vivendo e convivendo com HIV/AIDS nos serviços públicos de saúde e comunidade, visando minimizar estigmas; preconceitos; exclusão social, violação de direitos e promover o exercício da cidadania. O projeto tem apoio do Programa Municipal de DST/Aids com vigência de 2 anos.


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SE VOCÊ É UMA PESSOA QUE VIVE COM HIV E AIDS, TEM MUITOS MOTIVOS PARA NOS CONHECER. Venha participar das nossas atividade Aula de Dança Oficinas Temáticas Curso de informática Lan house Vida Nova Grupo de Convivência Festas de aniversários Encontros de lazer e cultura Grupo Avesso Travesso Show Academia Malhação Vida Nova Campanha de Natal para Crianças Suporte Psicológico - Grupo Terapêutico Palestras de Prevenção das DST/HIV-AIDS Encontro de Relações Humanas em HIV/AIDS Promoção do Dia Internacional de Combate a AIDS LIGUE E AGENDE SEU HORÁRIO COM O SERVIÇO SOCIAL Fone: 2297-1516

alimentos na Parada Gay

SOLIDARIEDADE Camarote Solidário arrecada 1,5 toneladas de

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eneficiado com a arrecadação de alimentos o Instituto Vida Nova poderá garantir alimentação para dezenas de pessoas vivendo com HIV/Aids. Nossos agradecimentos a Agencia de Notícias da Aids e colaborados do Camarote Solidário. Idealizado por Roseli Tardelli, diretora executiva da Agência de Notícias da Aids, o evento recebeu 320 convidados, entre ativistas, artistas, jornalistas, gestores e políticos. Cada deixou na entrada seis quilos de mantimentos, que serão doados para ONGs/Aids.

CURSO DE INFORMÁTICA GRATUITO Melhore sua possibilidade de trabalho e aprendizado! Inscrições até julho conforme disponibilidade de vagas QUANDO: julho/2016 – das 13:30h as 15:30h Duração seis meses.

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CURSO destinado somente para pessoas com HIV.

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Avanços com novos medicamentos e males persistentes do HIV são abordados no 9º Hepatoaids

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benefícios das novas estratégias para o tratamento antirretroviral, os novos medicamentos, resistência viral, doença gordurosa não alcóolica do fígado (DHGNA), envelhecimento das pessoas com HIV. Não faltou assunto na tarde do primeiro dia do 9º Hepatoaids, seminário que acontece desta quinta-feira (2) até sábado (4) no Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo. O evento reuniu na tarde dessa quinta-feira (3) renomados especialistas para discutir as diferentes faces da doença, desde as comorbidades até o que há de mais novo em termos de tratamento. O professor e pesquisador da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) Ricardo Diaz falou sobre estratégias no tratamento antirretroviral. "Um tratamento efetivo deve conter medicamentos com potência e barreira genética suficiente." Para ele, "estratégias de tratamento antirretroviral menos convencionais podem ser utilizadas para mitigar efeitos adversos, tolerabilidade e perda de adesão. " Ricardo Diaz explicou que a terapia antirretroviral de alta potência para aids tem apresentado bons resultados, garantindo sobrevida aos portadores desta síndrome. "Os inibidores da transcriptase reversa não-análogos aos nucleosídeos (ITRNNs) são amplamente empregados na terapia inicial. No Brasil, são utilizados os ITRNNs de primeira geração, nevirapina e efavirenz, e também o de segunda geração, etravirina. Estas drogas alteram a conformação da transcriptase reversa do HIV-1, alteração que inativa a capacidade de retrotranscrição da molécula. Contudo, a grande capacidade mutagênica do HIV tem oferecido um obstáculo para a terapia. Uma das características desta classe de antirretrovirais é o desenvolvimento da resisBOLETIM

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tência cruzada. Desse modo, quando ocorre uma mutação em códons relacionados à diminuição de suscetibilidade aos ITRNNs, normalmente se comprometem todos os ITRNNs de primeira geração." Novos tratamentos O infectologista e ex-presidente da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia) Érico Arruda (foto direita) falou sobre a importância da dose fixa combinada na adesão ao tratamento. "A terapia antirretroviral evoluiu de forma espetacular, ela é mais efetiva e tolerável e vem apresentando novas formulações. O esquema com dose fixa combinada, ou seja, um comprimido por dia, tem facilitado a adesão.” Érico contou ainda que pesquisas estão comprovando que os novos inibidores da transcriptase reversa nãoanálogo de nucleosídeo se comparado ao efavirenz, por exemplo, são mais tolerados pelas pessoas vivendo com HIV. "Os efeitos colaterais são menores. A nova classe e as novas formulações de antirretrovirais são promissoras." Envelhecimento O processo de envelhecimento em pacientes vivendo com HIV também ganhou destaque neste evento. Nos últimos anos, vários estudos em todo o mundo vêm mostrando que o corpo de uma pessoa que vive por muitos anos com o HIV acaba funcionando como o de alguém que tem, em média, 15 anos a mais. Foi o que contou a infectologista e presidente do evento, Gisele Gosuen. "As comorbidades mais comuns são as doenças cardiovasculares, como infarto e AVC (acidente vascular cerebral). Em seguida, vêm os vários tipos de cânceres, como o de próstata, mama e colo de útero. Também são comuns perda de massa óssea, diabetes e distúrbios neurocognitivos, como demência precoce”, explicou Gisele. Para a especialista em aids na terceira idade, é possível envelhecer com qualidade, tanto quem tem HIV, como não. "Esses pacientes precisam de cuidados multidisciplinar, o tratamento contra a aids é mais complexo entre os idosos, mas não podemos desconsiderar essa população, a proporção de pessoas com HIV com mais de 50 anos tem aumentando significativamente."

Doença gordurosa não alcóolica do fígado Uma das falas que mais chamou a atenção da plateia foi a da Claudia Oliveira, professora e gastroenterologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). A especialista falou sobre doença gordurosa não alcoólica do fígado (DHGNA). “Essa gordura pode causar morbimortalidade nos pacientes com HIV. É uma doença caracterizada por gordura no tecido hepático, inflamação hepática associada à presença de gordura, cirrose he-

pática e carcinoma hepatocelular. Entre as causas de doença gordurosa não alcoólica, destacam-se distúrbios metabólicos (obesidade, diabetes mellitus, dislipidemias), medicamentos (antibióticos, antirretrovirais, glicocorticoides, estrógenos, tamoxifeno), hepatite crônica C e nutrição parenteral.” Segundo Claudia, pacientes infectados pelo HIV frequentemente apresentam distúrbios metabólicos. “Reconhecer e prestar atenção na DHGNA deve ser parte da monitorização metabólica de pacientes com HIV.” Claudia destacou também que a presença de doença gordurosa não alcoólica tem sido associada a maior risco de doença cardíaca e diminuição de sobrevida na população geral. Além disso, a esteatose hepática está relacionada a uma progressão mais acelerada de fibrose hepática. O 9ª Hepatoaids termina neste sábado com um debate sobre cirrose e suas complicações em pacientes coinfectados pelos vírus da hepatite C e do HIV. Fonte: Talita Martins (talita@agenciaaids.com.br)


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Secretário Alexandre Padilha faz a defesa do SUS em evento em Nova York “O SUS

é fundamental, não só na cidade de São Paulo mas em todo o Brasil. Estou aqui para mostrar o quanto ele fortalece o tratamento antirretroviral e promove o direito à diversidade.” Assim falou o secretário da Saúde da cidade de São Paulo, Alexandre Padilha, durante sessão do evento “Cidades pelo fim da epidemia de aids”, em Nova York. Padilha viajou com a coordenadora do Progra-

Cientistas desenvolvem preservativo que aumenta o prazer A nova camisinha, financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates, também será eficaz para proteger contra o HIV Cientistas americanos e indianos criaram um preservativo que aumenta o prazer sexual e evita o contágio pelo HIV. Desenvolvida por uma equipe de pesquisadores da Universidade do Texas, nos Estados Unidos, e financiada pela Fundação Bill e Melinda Gates, a camisinha é composta por hidrogel (um gel composto principalmente por água) envolto em uma rede de antioxidantes que, em caso de rompimento, atacam o vírus HIV, impedindo uma possível infecção. De acordo com os pesquisadores, estes antioxidantes possuem propriedades estimulantes que atuam nas terminações nervosas e geram maior prazer sexual ao casal. Segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), apesar dos avanços nas duas últimas déca-

ma Municipal de DST/Aids de São Paulo, Eliana Gutierrez. Ele foi convidado pelo Unaids (Programa das Nações Unidas sobre HIV/ Aids) para falar sobre os projetos de combate à aids desenvolvidos na cidade. Padilha também falou sobre o compromisso da gestão do prefeito Fernando Haddad com a meta 90-90-90, de acabar com a epidemia da aids até 2030. Em sua página no Facebook, Padilha postou: “Delegações de todos os continentes se juntam no ? #ABRASUS em defesa do sistema público de saúde. O mundo todo reconhece a importância do SUS em ações como o enfrentamento da aids, com política universal, tratamento e o protagonismo dos que mais sofrem com a doença.” Fonte; www.agenciaaids.com.br

das, milhões de pessoas no mundo ainda não têm acesso ou não utilizam a camisinha devido a barreiras psicológicas e tabus sociais. A expectativa dos pesquisadores é de que o novo preservativo incentive as pessoas a usarem proteção durante a relação sexual. Por não ser feita de látex, matéria prima da maioria dos preservativos disponíveis atualmente, a nova camisinha pode ser utilizada por pessoas alérgicas ao material ou que não se sentem confortáveis com ele. Além disso, como a maioria das pessoas afirma abrir mão da camisinha por achar que ela reduz o prazer, os antioxidantes estimulantes resolveriam este problema. “Isto faria com que as pessoas comprassem um produto que as protege e torna a relação sexual mais satisfatória”, disse Mahua Choudhury, pesquisadora da Universidade do Texas, à rede britânica BBC. De acordo com os cientistas, o preservativo ainda é um protótipo, mas como a matéria prima (hidrogel e antioxidantes) está pronta, já existe muito interesse no mercado. Eles acreditam que em até um ano o produto deverá estar à venda. Como será fabricado em larga escala, estima-se que o custo não deverá passar de centavos de dólares. A invenção é resultado de uma iniciativa da fundação de Gates para criar uma geração de camisinhas mais finas e eficazes. Fonte: http://veja.abril.com.br/saude/

Brasil precisa eliminar a discriminação às pessoas com HIV', diz embaixador brasileiro junto à ONU, Carlos Duarte, em Nova York O embaixador brasileiro junto à ONU, Carlos Duarte, afirmou que o Brasil tem o desafio de eliminar o estigma e a discriminação às pessoas que vivem com HIV/aids no país, durante sua participação no painel 4 (“Não deixar ninguém para trás: acabar com o estigma e a discriminação por meio de justiça social e sociedades inclusivas), durante a Reunião de Alto Nível, na quinta-feira ( 9), em Nova York. “Para alcançar o objetivo da meta 90-90-90, é justo e necessário aplicar o princípio da equidade, reconhecendo e respeitando as características de grupos minoritários”, afirmou. Carlos Duarte lembrou os estudos de vigilância realizados periodicamente, tanto na população geral como nas populações-chave (gays e outros homens que fazem sexo com homens – HSH -- , profissionais do sexo, pessoas transexuais e pessoas que usam drogas). “Atualmente, o Brasil financia três estudos de vigilância comportamental com os profissionais do sexo, homens gays e outros HSH e pessoas trans, com o objetivo de estimar a prevalência de HIV, sífilis e hepatites B e C, além de verificar os indicadores de comportamentos, atitudes e práticas sexuais dessas populações”. O embaixador alertou para o fato de que cada país precisa mapear as características e hábitos de suas populações-chave a fim de ter respostas mais rápidas nos trabalhos de eliminação do HIV/aids. “É necessário que cada país conheça suas respectivas populações-chave para ser capaz de desenvolver e implementar políticas e ações que melhorem a saúde dos subgrupos mais suscetíveis de serem expostos ao vírus”, disse. Fonte: www.agenciaaids.com.br

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Universidade busca apoio no terceiro setor

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orge Eduardo presidente do Instituto Vida Nova recebe 60 alunas do curso de obstetrícia da Universidade de São Paulo campos leste – USP-Leste coordenado pela Professora Doutora Cláudia Medeiros de Castro. A visita é uma maneira de conhecer de perto o funcionamento da ONG/Aids, possibilitando uma maior clareza sobre as questões que não são discutidas no cotidiano das alunas. “A importância do trabalho da ONG fomenta o esclarecimento da diferença do HIV e Aids, pois temos que conhecer o viver e conviver com HIV/Aids para poder orientar nossas futuras pacientes”. ”Percebemos que a instituição é séria, e isso nos dão confiança para fazer futuros encaminhamentos, pois sabemos que as pessoas tornamse fragilizadas com a notícia e procura viver em um mundo só deles, “isolados” e o Vida Nova busca oferecer este suporte e apoio necessário, para a inclusão social” “Conhecer um lugar assim possibilita uma empatia com o outro”. relato das alunas. A cada ano recebemos as alunas do curso de obstetrícia, percebemos a preocupação das docentes em formar profissionais conscien-

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Boletim Vida Nova - Edição nº 6 by Instituto Vida Nova - Issuu