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BIDU, com Nate e Boni

BRISA, com Aline Carvalho

CHUCK, com Henrique Port

MEL, com Luíza Pozzo

BENTO e OLÍVIA com Mariana Kalil

DILY, com Jaqueline e Carlos Viegas

Dezembro 2015 - Ano 1 - Nº 2 - Distribuição gratuita - Circulação mensal

FLOKI, com Rose Lippert

GAMBÁ, com Leonardo Zilli

GURI, com Michelle Vianna

KYRA, com Manueli Beck

MAX, com Clara Schneider

MEL, com Juliana Nath

NAOMY, com Luana Pedroso

NENA, com Amanda Capra

OLÍVIA, com Diego Vianna

PITOCA, com Luciano Gomes

WENDY, com Cristine Bibrich

FIFI com Rafaela Sampaio Schmidt


Anjos que cuidam de anjos! PROTETORES

Tenho dois cachorros, um viralatas que ganhei da minha madrinha e uma pinscher. Sempre sonhei em adotar um cachorro de Ong. Planejava encontrar uma instituição e procurar um cão que mexesse com meu coração. Sim, mexer com meu coração, pois esse foi o critério que encontrei para eleger o escolhido. Eu sabia que quando encontrasse o tal cachorro, meu coração saberia. Todavia, minha mãe não aceitava mais um animal em casa, mas confesso que nunca me empenhei muito, já que nenhuma das possibilidades de adoção que apareceram mexeram com meu coração. Eis que no dia 14 de novembro de 2015, lendo o jornal, em um sábado, vi a foto de uma cadelinha que estava para adoção: a Bigodinha! No instante em que li a pequena reportagem comecei a chorar. Sem entender o porquê, eu chorava e dizia ao meu noivo que ela estava olhando para mim. Ocorre que na mesma folha anunciavam uma feira para arrecadar fundos para a ONDAA – ORGANIZAÇÃO PELA DIGNIDADE DOS ANIMAIS ABANDONADOS, Ong que ela fazia parte, e adivinhe, ela estaria presente! Sem dúvidas, pedi ao meu noivo que me levasse à tal feira no dia seguinte. Ele comentou comigo que nas horas que antecederam a feira eu estava muito ansiosa, e confesso que eu estava mesmo, muito. Chegando lá, procurei por ela e assim que a avistei saí correndo para abraçá-la. Parece que eu estava reencontrando-a, tamanho amor que senti por ela naquele momento! Sem pensar na minha mãe, procurei o responsável pela Ong e disse que tinha interesse em adotá-la. Liguei para minha mãe e expliquei a situação, implorando para me deixar ao menos fazer um teste para adoção. Por obra do destino ela aceitou. A entrega dela ficou marcada para o sábado seguinte e até lá, só Deus soube da minha ansiedade. Sai da feira com a sensação de ter deixado alguém muito importante para trás e um remorso enorme por isso. Finalmente chegou o grande dia e eu preparei tudo para esperar minha linda filha, que agora se chamaria Malu! Conforme eu sempre havia sonhado, meu coração saberia quando fosse a hora e qual seria o cachorro, e sem pensar na idade da Malu e o fato de já ter dois cães mais novos que ela, algo me dizia que daria certo. E deu! Hoje ela já está adaptada e sinto que muito feliz, assim como eu, conquistando todos em casa. Nos apaixonamos tanto que no dia seguinte à adoção eu já informei ao Leandro que poderia publicar a adoção, sem precisar aguardar a semana de adaptação, pois eu Malu com Maurício Sieb e Bárbara Barth não poderia mais viver sem ela! Belloli

ALÉM DAS 7 VIDAS alemdas7vidas@gmail.com facebook/alemdas7vidas.

PATAS E PELOS projetopatasepelos@gmail.com www.facebook.com/projetopatasepelos

ONDAA – ORGANIZAÇÃO PELA DIGNIDADE DOS ANIMAIS ABANDONADOS www.facebook.com/OndaaNH

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Bichos de Estimação | Dezembro de 2015

Associação Bichinho Carente É uma Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que tem como objetivo promover o bem-estar animal na cidade de Estância Velha. Não tem sede própria e trabalha com esquema de lar temporário. São cerca de dez colaboradores além da presidente Suzana Franco e da vice, Laura Leuck. No ano de 2009, passaram a ser afiliadas a WSPA - Sociedade Mundial de Proteção Animal, sediada em Londres, atuando na proteção animal há 28 anos, em 156 países. Mais informações podem ser obtidas no site www.wspabrasil.org. A partir de maio de 2010, em parceria com a Secretaria municipal do Meio Ambiente e Preservação Ecológica (SEMAPE), intensificaram a esterilização de gatos e cães, fêmeas, que estão abandonadas, criando no município o conceito de “Cão Comunitário”. ATUAÇÃO - Promovem a adoção de animais abandonados e auxiliam a comunidade na colocação de animais, feirinhas de adoções semanais; tratamento de animais de rua doentes; esterilização de fêmeas errantes e de pessoas de baixa renda. COMO AJUDAR - A entidade aceita doações de ração, medicamentos e dinheiro. Também necessita de voluntários que cedam “lares de passagem” para abrigar animais, até sua adoção. Para filiar-se à Associação, dentro de uma das categorias previstas no seu Estatuto, os Interessados podem enviar um sms - mensagem de texto, para o número (51) 9978.0034 ou E-mail: bichinhocarente@ yahoo.com.br Têm como fundamentos ideológicos: " TODO ANIMAL TEM DIREITO À VIDA" "TODO ANIMAL TEM DIREITO À LIBERDADE" "TODO ANIMAL TEM DIREITO AO RESPEITO"

PELUDINHOS DO VALE www.facebook.com/ peludinhos do vale

FUÇUS LINDUS Fones 9139.2103/ 9137.9865 adoção@fucuslindus.org contato@fucuslindus.org.


POLY, com Karoline Steffens

HULK, com William e Priscila Schirmann

DICAS DE SAÚDE

Prepare seu cãozinho para os fogos de final de ano

Existem cães que têm medo excessivo de determinados ruídos... Se imaginarmos que eles têm uma capacidade auditiva quase quatro vezes maior que a nossa, um ruído sem importância para nós pode ser ensurdecedor para eles. Os ruídos que costumam causar pânico nos animais são fogos de artifício, máquinas de tosa ou secadores, trovões, tiros, etc. Os cães pulam no colo do dono, tremem excessivamente, o coração dispara e eles tentam se esconder em lugares pouco comuns, permanecendo lá sem comer, beber ou sair para fazer suas necessidades... Alguns donos podem achar isso até engraçado, porém, se o animal tiver alguma alteração cardíaca severa, a taquicardia (aceleramento do coração) que o medo excessivo provoca poderá causar problemas à saúde do animal, principalmente se ele for idoso. Se fobia a ruídos é o problema do seu amigão e você se preocupa com a reação dele nos dias de fogos ou tempestades, veja as dicas de Cláudia Pizzolato, treinadora de cães diplomada pela NDTA (National Dog Trainers Association) nos USA e proprietária da Lord Cão no Rio de Janeiro: Trabalhar com dessensibilização: gravar os sons que deixam o animal paralisado de medo. Começar colocando o som MUITO baixo, quase imperceptível, e motivar o cão a repetir qualquer rotina que ele goste muito, como jogar bolinha, comer biscoito, etc. No início é preciso fazer estes exercícios num local e horário bastante calmos e neutros. Só devemos passar adiante quando o cão já estiver suportando o barulho que o incomoda, num nível normal. Não recompensar involuntariamente: é preciso ter muito cuidado para não dar carinho e atenção ao animal quando ele estiver com medo para não recompensá-lo, involuntariamente, por ter medo. Nada de tentar acalmar o cão ou segurá-lo no colo. Em último caso é preciso deixar um local preparado para que o animal possa se esconder e sentir seguro, como numa toca. Usar medicação: alguns veterinários preconizam doses diárias de antidepressivos, ministrados nos dias em que se suspeita que haverá ruídos que causem pânico ao cão. A medicação tem que ser dada antes do cachorro começar a ficar apavorado e pode evitar crises médias ou leves de pânico. Para casos graves de fobias causadas por sons, como fogos de artifício, tempestades, trovões ou armas de fogo, outras drogas podem ser utilizadas, sempre a critério e sob prescrição do veterinário. Segundo Cláudia, o medo excessivo de ruídos é um dos problemas mais difíceis para serem tratados em comportamento canino, especialmente em casos graves. De qualquer forma, vale a pena tentar. No caso de cães que se estressam com o barulho de máquinas de tosa e secadores, utilize chumaços de algodão nos ouvidos do animal, para diminuir o ruído. Isso também pode ser tentado em dias de tempestade ou fogos de artifício. Mas é claro, esse "truque" não terá efeito algum em animais extremamente medrosos. De qualquer forma, consulte o veterinário que trata do seu animal. Caso ele julgue conveniente, medicará o seu animal para enfrentar o medo... Associando a medicação à uma mudança de postura do dono em relação ao cão, há chances dele superar a FOBIA.

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AS ORIGENS

Bull Terrier: origem e história da raça

SOPHIE, do João Pedro Fleck

PÉROLA, com Carine Brandão

Exuberante, cômico, brincalhão, bruto e muito levado. Assim é o Bull Terrier. É uma raça criativa que normalmente vê as coisas do seu jeito e é teimoso até o fim. Ele precisa de exercícios físicos e mentais todos os dias para evitar que ele exercite sua poderosa mandíbula em casa. Com toda sua pose de difícil, ele tem uma natureza doce, afetuosa e devotada.

Origem e história da raça

As lutas com touros e as brigas de cães eram consideradas um grande entretenimento para muitos europeus, que estavam sempre tentando novos cruzamentos para conseguir o cão de briga perfeito. Por volta de 1835, um cruzamento entre um Bulldog e o velho Terrier Inglês produziu um cachorro especialmente habilidoso, conhecido como “bull e terrier”. Outro cruzamento com o Pointer Espanhol trouxe o tamanho necessário, e o resultado foi um cão tenaz, forte e ágil que acabou nomeando os pits. Com o aumento do interesse pela exibição de cachorros na Inglaterra, ninguém deu atenção a esses cães sempre associados com as camadas mais baixas da sociedade. Com a proibição das lutas de cães, alguns donos de bull terriers se voltaram para essa nova modalidade e começaram a aprimorar a aparência de seus cães. Por volta de 1860, James Hinks cruzou o Bull e Terrier com o White English Terrier e o Dálmata, produzindo uma linhagem branca que ele chamou de Bull terrier. Essa nova linhagem branca alcançou sucesso imediato e chamou a atenção do público; eles se tornaram a companhia da moda para os jovens cavalheiros que queriam um cão com estilo másculo ao seu lado. Os cães ganharam reputação por saberem se defender, mas não por provocarem brigas, por isso foram chamados de “o cavaleiro branco”. Aos poucos, os cães foram se tornando mais ágeis e a cabeça característica do bull terrier evoluiu. Por volta de 1900, cruzamentos com os Staffordshire Bull Terrier trouxeram a cor de volta à raça. Ele não foi bem aceito no começo, mas depois ganhou status de uma variedade à parte no AKC (Kennel Clube da Alemanhã) em 1936. A variedade branca continua a ser a mais popular, mas ambas as cores são bem populares em exibições e em cães de estimação. Seu jeito engraçado trouxe a ele muitos amigos, e eles provaram que também fazem sucesso em filmes e propagandas. Fonte: Tudo Sobre Cachorros

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NEYMAR, com Débora Monteiro


CURIOSIDADES

Travelista1.wordpress

Passeadores de cães

PRETINHA JACHS, com Dorli

DORA, com Patrícia Cunha

Uma nova profissão, ainda não regulamentada no Brasil, está em pleno crescimento nas capitais, assim como nas grandes cidades. Os passeadores de cães, ou “ Dog Walkers”, como também são conhecidos, surgiram nas metrópoles americanas e na Europa há alguns anos e agora despontam no Brasil, com grande aceitação por parte dos cinófilos (quem gosta de cães), já que a população canina aumenta a cada ano. Na vizinha Argentina, os passeadores têm a profissão regulamentada e fazem parte da cena urbana, principalmente em Buenos Aires. No Brasil a profissão de passeador é informal Os passeadores de cães, como o nome indica, realiza o trabalho que o dono do animal não consegue fazer: passear, exercitar e interagir com seus cachorros diariamente. Os motivos são diversos, mas com o aumento do número de cães em apartamentos e condomínios de casas, a demanda tem aumentado consideravelmente. Com a falta de tempo dos donos, surgiu a necessidade de recorrer a este serviço inovador, resultando maior qualidade de vida aos animais. Eles gastam a energia acumulada com brincadeiras, passeios e conseguem interagir com outros animais. Os problemas de sedentarismo e também de comportamento podem ser corrigidos pelo “Dog Walker”. Sabe-se que os cães têm necessidade de passear diariamente, socializar-se e interagir com seus pares, para que tenham saúde física e emocional. O profissional, além de conhecer o funcionamento de uma matilha, precisa saber do comportamento e da comunicação entre eles. Um passeio completo se encerra quando o cachorro está gastando energia não só física mas também a mental.

elencar: O passeio diário proporciona saúde física e mental; O exercício melhora o tônus muscular e evita a obesidade; Correr e brincar cansa e desestressa o cão; Promove o contato com cães e com pessoas distintas. Um “Dog Walker” é mais que um passeador, ele é um especialista em mudanças comportamentais caninas e ajuda a criar harmonia entre os cães e seus donos. Dentre estas mudanças está o entendimento de uma linguagem corporal dos cães, que é única, em qualquer lugar do mundo, embora cada raça tenha suas características próprias.

Vantagens Dentre as vantagens que se pode destacar em contar com um passeador de cães pode-se Dezembro de 2015 | Bichos de Estimação

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NINA, da Ana Clélia Alcantara

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Crianças e seus bichinhos Olá, meu nome é Mariana, tenho nove anos. Eu tenho duas cachorras, a Fiona e a Genevive. A Fiona tem cor de mel e gosta de me lamber e o apelido dela é Fi. A Genevive tem cor de carvão e gosta de colo. O apelido dela é Ge. Olá, meu nome é Luiza, tenho uma cachorra muito querida e o nome dela é Mel. Ela é muito linda, comportada e carinhosa. Ela tem quatro anos e o focinho dela é bem marrom, com o pelo bem branquinho. Ela é uma poodle bem lisinha e tem os olhos cor de mel, gosto muito dela. Oi! Meu nome é Júlia. Tenho uma cachorrinha que se chama Bela. Sua raça é Poodle micro toy e é muito linda e carinhosa. Brinco com ela todos os dias. Jogo seus brinquedos de pelúcia e ela traz correndo para mim. Minha família é muito

zer mal algum, nós queremos o bem deles. Os meus periquitos, quando estão com fome, começam a cantar para chamar minha atenção e quando vou colocar alimento para eles, comem em minha mão. Oi, meu nome é Artur e hoje vou falar do porquinho da índia, Sturti. Ele é caramelo e branco, é grande e comilão. Gosta de comer cenoura, alface, pepino, banana, melancia, couve folha e ração. Ele fica na gaiola e às vezes a gente solta o Sturti na cozinha para caminhar e se exercitar. O Sturti dorme em cima de um pano e quando chove, faz um barulho assim: qui, qui, qui, que é para chamar a atenção. O Sturti é muito fofinho e querido. Gosto muito do meu porquinho. Fim Meu nome é Maria Eduarda Alencar. Eu tenho nove anos e minha cachorrinha se chama Meg. Ela é muito linda, muito brincalhona, muito arteira. Ela brinca com os irmãos dela, um monte e faz muita bagunça, mas eu amo ela.

Oi, meu nome é Betina, tenho nove anos de idade. Vocês sabiam que eu tenho uma cadelinha? A minha madrasta pegou da doação. Aí veio ela. Eu brinco muito, muito com ela e brinco até hoje. O nome dela é Estrela. Ela é uma vira-lata que tem cor de mel, com branco. Ela é muito serelepe, mas eu gosto muito dela. Às vezes ela foge. Ela gosta de passear. Tomara que ela viva bastante tempo para eu brincar com ela.

O meu nome é Maria Eduarda Casagrande e tenho três cachorros. Os nomes deles são Lupita, Mia e Baby. Elas são brincalhonas. A Mia tinha uma bolinha e de tanto brincar a bolinha rasgou e no Natal vou dar outra bolinha pra ela brincar comigo. A Lupita, quando eu chego da escola, ela pula em mim. A Babi só dorme, ela tem filhos, a Lupita e a Mia. Essa foi a minha história dos meus animais de estimação. A minha avó tem dois cachorros e o nome deles é Sindi e Chiquinho. O Chiquinho é cego e surdo. A Sindi caiu de bunda no chão e está toda roxa e a boca estava sangrando. Ela foi no médico e vai no dentista arrancar os dentes. Agora esta foi a minha história e fim.

Meu nome é Eduardo Moraes de Oliveira. Tenho dois periquitos. Aqui em casa a gente trata eles com todo amor e carinho. Para nós, eles fazem parte da família. Eu amo muito os dois! O macho, que se chama Verdinho está doente e estamos fazendo de tudo para ele não morrer, por que está passando para a fêmea amarelinha. Passarinho não é igual a um cachorro ou gato, que anda de quatro patas, são diferentes, mas sempre querem amor, carinho e atenção do dono. A gente demonstra que não quer fa-

Maria Eduarda

feliz com a Bela.

Olá, me chamo Gabriel e tenho uma cadelinha que se chama Felícia e é muito sapeca. Tem quatro meses e a mãe achou ela na rua. Quando a mãe achou a Felícia ela era tão pequenina que parecia uma ratinha. Ela parece nossa sombra, nos segue por todo lugar e adora crianças. Agora ela está crescendo e pesa um quilo. Ela faz parte da nossa família e amamos ela.

COISAS DE CRIANÇA

EMEF. Cecília Meireles - Turma 3º ano A - professora Mara Flores

O meu nome é Kayane. Em casa temos vários animais, sendo eles Thaylin, Raica, Baloteli, Nina e a Zara. E uma calopsita, que se chama Jade e minha tartaruga Betinha, que tem este nome em homenagem à minha melhor amiga. Parece um zoológico né, mas adoramos eles. A Nina é nossa princesa, mas tem que ver quando ela some, é uma correria só. Todos param o que estavam fazendo para encontrar ela. Muito legal isso. As cachorrinhas ficam desesperadas quando nos vêem sair, parece que pedem para ir junto. Se eu falar que muitas vezes eu escondo a Nina, só para ver os outros procurar e eu fico atrás do armário e me mato de rir. A Raica é fujona e muitas vezes temos que correr atrás dela, já a Thaylin é muito carente, adora um carinho e a Betinha, quando solta, some em segundos, tem que estar sempre atento. Tenho também 14 codornas, que colho os ovos todos os dias para fazer conserva e vendê-los para fazer minha poupança. Estou virada numa pequena empresária, mas se for contar tudo, vou ficar aqui escrevendo por vários dias.

Eryka

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Gostou da nossa galeria? Mande a foto de seu amiguinho para nós. Vamos adorar! E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com BRIGITE, com Aparecida Motoyama

CHIQUINHA, com Kauã Michel Diedrich

DARWIN, com Simone Baum

FARRAPO, Jackson Heck e Amanda Feldman

KALY, com Fabriel Schirmer

LAIKA, com Ivania Dreifke

LIVIE, com César e Mislene Souza

LUCI, com Sophia Moretto Borges

MILLY, com Raquel Dias

PINGO, com Moisés Machado Vargas

PRETINHA, com Eduarda Chagas da Silva

SENDY, com Cissa e Lucinda Lambrecht

TED, com Leandro Garcia

THOR, com Israel Back

TOBY, com Letícia Caroline Weber

TUCA, da Vera Schneider

ADONYS, com Igor Martins

JIMMY, com Carine Brandão

Redação e imagens: Gilberto Winter Luiz Pedro Guerreiro Criação e Arte-final: Sandra C. Alcantara E-mail: bichosdeestimacao@outlook.com Facebook: Bichos de Estimação Fone: (51) 8456.4614 Fotos: Arquivos pessoais

BICHOS DE ESTIMAÇÃO | Ano 1 | Nº 2  

Aqui temos a continuação da Revista BICHOS DE ESTIMAÇÃO - que circulou no Vale do Sinos/RS...

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