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Ano 8 – Número 58 – Junho de 2013

Nossa Voz Distribuição Gratuita

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VÍNCULOS RESTABELECIDOS A alegria de retornar ao seio familiar Página 5

MEDALHA DE OURO Atendido vence campeonato nacional de tênis de mesa Junho de 2013

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Nossa Mensagem Prezado benfeitor,

junho. Também conhecido como João Batista, foi ele quem batizou seu primo Jesus Cristo (cf. Mc 1,9) e quem anunciou a vinda do Messias esperado (cf. Lc 3). E, em 29, comemoramos o dia de São Pedro, apóstolo de Jesus que deixou sua vida de pescador para se tornar “pescador de homens” (cf. Mt 5, 18-20) e foi um dos primeiros a testemunhar a ressurreição de Cristo (cf. Jo 20, 1-3). Os exemplos desses homens de Deus devem permear as festas juninas cristãs e ser fontes de onde devemos nos inspirar para partilhar o que somos e o que temos. Por isso, não podia deixar de destacar neste mês a vida desses três santos. Você, benfeitor, quando faz sua doação espontânea ao IMSJT (Instituto Meninos de São Judas Tadeu) mensalmente, também se torna um exemplo concreto de fé e lealdade a nossa obra social e a Cristo, visto que nele se encontram as raízes de nossa missão. Antecipo meu agradecimento por sua colaboração no mês de junho e sua presença em nossa festa junina. Como é bom saber que podemos contar com você! Receba minha bênção sacerdotal e meu abraço.

Tempos de mudanças (parte 2)

Importantes mudanças foram implementadas no período em que pe. Mauro Jungklaus,scj (1916-1999), esteve na direção do IMSJT (Instituto Meninos de São Judas Tadeu). Alguns fratres (religiosos dehonianos) passaram a cumprir um período de dois anos na instituição; começou-se a reestruturação da parte pedagógica e, em 1988, contratou-se a primeira funcionária com qualificação profissional, que foi a assistente social Maria Clara. Padre Lorival João Back, scj é dehoniano da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, gaúcho de Crissiumal décimo filho e de Albrecht e Casilda Back. É especialista em Psicopedago atuou em comunidade gia e sempre s de vulneração social. Dedicou os primeiros anos de seu sacerdócio na região Alegre do Pindaré missionária Alto (MA). Depois, na Paróquia trabalhou São José de Americanóp em São Paulo olis, (SP), onde foi pároco por seis anos, e na coordenação das pastorais sociais da Diocese de Santo Amaro Desde 2005 é diretor do Instituto (SP). de São Judas Meninos Tadeu. Neste livro, quis registrar com transparênci ele históricos e a bela experiência a os fatos de Deus testemunhad do amor pessoas generosas. a na vida de tantas

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Acolher, amparar e situação de educar crianças risco e de alcancem vulnerabilidade , adolescentes e jovens em o pleno exercíci pessoal e social, a responsabilidad o de sua cidadan ia e despert fim de que e social e em-se a solidari edade humana para a .

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Conheça mais lendo o livro: “Uma história de amor e doação” – fundador

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Nossos valo res Integridade Bondade Acolhida

Responsabilidad Sinceridade e Generosidade Cidadania

“Esta história d décadas, regad tantas lágrimas do e iluminad a por sorrisos vitoriosom por si mesma. Cont autores, pe. Loriva Back e Terêzia Dias, palavras e nomes às p e aos fatos, aos sentim e aos atos. E aqui está, resultado, um lindo li Padre Mariano Weizenmann,scj

Terêzia Padre Lorival Dias João Back, scj

Terêzia Dias, nascida em Belo Horizonte (MG) em 1951, é jornalista, a primeira dos seis filhos de Dimas e Célia da Silva Dias e mãe de dois filhos. Trabalha muitos anos há na imprensa católica, tendo atuado na revista revista IRaoPovo Família Cristã, na e, mais recentement como redatora e, do departament comunicação o de do São Judas Tadeu. Instituto Meninos de Ao escrever em parceria esse livro com o pe. João Back, ela pretendeu, sobretudo, mostrar bondade e a união das pessoas como a construir uma podem sociedade mais humana e solidária. justa,

Uma histó ria de amo r e doação

Com muita alegria e entusiasmo anuncio que chegou o tempo da nossa tradicional festa junina. Neste ano serão cinco domingos de festa: dias 2, 9, 16, 23 e 30 de junho, das 10h às 21h. Sua presença é muito esperada, também peço que convide seus amigos para vir participar. Esse é um belo momento de confraternização e lazer para toda a família. Também é uma das formas de arrecadarmos mais recursos para nossos projetos, complementando as doações que recebemos dos benfeitores e de nossos convênios. As festividades de junho são muito conhecidas em nosso país. Comidas típicas dessa época do ano, unidas ao frio do inverno, dão o toque especial nesse período. Toda essa tradição tem as suas raízes na Igreja Católica, que celebra as festividades de três santos populares com características próprias e que tiveram suas comemorações reunidas nas festas juninas. Santo Antônio, São João e São Pedro são grandes exemplos de pessoas que demonstraram, em suas vidas, fé e lealdade a Jesus Cristo. Dia 13 comemora-se Santo Antônio, mais conhecido como o padroeiro dos casamentos. Ele também é aclamado como o “pai dos pobres”, por abrir mão de suas riquezas. São João é comemorado no dia 24 de

Nossa Historia

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Padre Lorival João Back,scj Diretor do IMSJT

EXPEDIENTE Diretor Pe. Lorival João Back,scj Jornalistas Responsáveis Elisângela Borges – MTb 51.973 Bruno Lourenço – MTb 62.799 Designer gráfico Rejane Souza Impressão Jetgrafia – Gráfica e Serviços Tiragem 17.000

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15/02/2012

MISSAS E ATENDIMENTO RELIGIOSO Fale conosco: Envie sugestões, opiniões, dicas para: imprensa@imsjt.org.br www.imsjt.org.br Para doações: Bradesco - ag. 2818-5 | c/c 11.000-0 Itaú - ag. 0150 | c/c 73.410-1 Instituto Meninos de São Judas Tadeu Associação Dehoniana Brasil Meridional Av. Itacira, 2801 – CEP.: 04061-003 Planalto Paulista – São Paulo (SP) (11) 5586-8666

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“O Instituto Meninos d São Judas Tadeu singular, entre é um oá outros, qu restaura a vida das adolescentes criança na cidade de e jovens São Paulo. Ele nasceu e vive como fruto da vida Congregação e da ação da dos Sagrado Coração Padres do de Jesus – Dehonianos, que faz pelas crianças, adolescen tes e jovens o que pela sociedad lhes é negado e e pelo Estado.” Dom Tomé Ferreira da Silva

Convênios:

Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus

Todos os direitos reservados. Permitida a reprodução desde que mencionado a fonte. As matérias assinadas são de responsabilidade de seus autores.

Missas: • Segunda a sexta-feira, às 10h • Sábado, às 10h e 17h • Domingo, às 10h, 12h e 17h30 • Dia 21 – missa em memória de pe. Gregório, às 10h • Dia 28 – missa em honra a São Judas Tadeu, às 10h, 14h30, 17h e 20h Adoração: • Quarta-feira, às 19h e missa às 20h • Sexta-feira e sábado, das 9h às 10h Bênçãos e confissões: • Diariamente, das 10h às 18h

Batizados e Casamentos: • Informações na recepção do IMSJT ou pelo telefone (11) 5586-8666.

13:34:


Nossa Espiritualidade

Espiritualidade do Sagrado Coração de Jesus

Normalmente, uma espiritualidade/devoção, requer algum tempo para se firmar. Há, portanto, um processo, desde o surgimento até sua consolidação. Em vista do mês de junho, consagrado ao Coração de Jesus, apresentamos o itinerário que fez a espiritualidade desse Coração ser tão importante e largamente conhecida. Espiritualidade é a motivação ou a inspiração profunda para alguém viver de modo digno e com testemunho exemplar. Para tornar nosso assunto menos pesado e mais compreensível, desenvolvo-o em sete pontos. Arrisco dizer que uma espiritualidade ou devoção torna-se oficialmente reconhecida e seguida num itinerário de sete passos. 1. O evento originário O que origina a devoção ou espiritualidade do Coração de Jesus é o próprio Jesus, o que ele fez e ensinou. O que impressionava era a forma como Jesus valorizava as pessoas, todas as pessoas. Jesus misericordioso sente viva compaixão do povo que estava abandonado como ovelhas sem pastor (cf. Mc 6,34). Por isso, põe-se a ensinar a alimentar o povo. Essa postura de Jesus foi de tal forma impactante, que as pessoas diziam: “Ele faz bem todas as coisas” (Mc 7,37). Se Jesus veio mostrar quem é e como é o Pai, também nos convida a segui-lo e prosseguir sua obra: “Sejam misericordiosos como o Pai celeste é misericordioso” (Lc 6,36). 2. Evento recolhido na Escritura Há, entre muitos, dois textos altamente inspiradores que vêm mostrar com muita propriedade quem é Jesus. Iniciando o relato da Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus, o evangelista João diz que Jesus tendo amado os seus, amou-os até o extremo (cf. Jo 13,1). Após narrar a dolorosa paixão e morte, apresenta Jesus com o Coração transpassado, do qual saem sangue e água (cf. Jo 19,34). O que o apóstolo do Coração de Jesus quer dizer é que Jesus deu tudo e deu-se todo pelos que ama. A tradição comum da Igreja individuou nos símbolos do sangue e da água a doação do Espírito Santo e da Igreja, ou a Igreja e os sacramentos, ou ainda o batismo e a eucaristia. Outro texto, desta feita, nas palavras de Jesus, é o que encontramos em Mt 11, 28-30: “Venham a mim todos vocês que estão cansados sob o peso de seu fardo e eu lhes darei descanso. Tomem sobre si meu jugo e aprendam de mim, porque sou manso e humilde de coração, e vocês encontrarão descanso para suas almas, pois meu jugo é suave e meu fardo é leve”. Aqui, pois, Jesus, além de nos convidar a dele nos valermos, apresenta a si mesmo como solução para o que buscamos. 3. Um símbolo Para falar do amor misericordioso e solidário de Jesus, usa-se o símbolo de seu Coração Sagrado. O coração expressa bem quem é Jesus amoroso, todo dedicado e consagrado ao Pai e aos homens.

4. Testemunhas qualificadas Há uma constelação de santos e santas especialistas em individuar, honrar e cultuar o amor do Coração de Jesus. Aqui lembramos duas mulheres, ambas religiosas, que viveram em épocas diferentes e testemunharam com grande sensibilidade o amor incondicional do Coração de Jesus. Entre 1647 e 1690 viveu Santa Margarida Maria Alacoque. Influenciada pela espiritualidade de seu tempo, teve várias experiências do Coração de Jesus, historicamente conhecidas como as “Aparições do Coração de Jesus em Paray-le-Monial”. Tais experiências tornaram-se públicas e serviram grandemente para intensificar o culto de amor e reparação ao Coração de Jesus. Desde então, o símbolo mais conhecido para falar de Jesus amoroso é apresentá-lo com o Coração aberto e acolhedor. Outra santa, já do século passado, Santa Faustina Kovalska (1905 - 1938) também foi favorecida por graças místicas e experiências do Coração de Jesus misericordioso. Por ela se tornou conhecida a imagem de Jesus, com o Coração jorrando raios brancos e vermelhos. Quando o papa João Paulo II a proclamou santa (30/04/2000) também instituiu o “Domingo da Divina Misericórdia” no 2º Domingo da Páscoa. 5. Celebração/Solenidade Com o reconhecimento oficial da devoção ao Coração de Jesus foi instituída a Solenidade do Sagrado Coração de Jesus. Ocorre na segunda Sexta-Feira depois da Festa da Santíssima Trindade que neste ano acontece no dia 7 de junho. 6. Práticas devocionais Além da festa oficial para toda a Igreja, existem os atos devocionais, tais como: 1ª sexta-feira do mês, adorações reparadoras, terço da misericórdia, entre outros. 7. Instituições que inspiram seu carisma no Coração de Jesus Aqui lembramos as Congregações Religiosas (como a dos Padres do Sagrado Coração de Jesus, fundada por Padre Dehon), o Apostolado da Oração e outras iniciativas mais que remetem sua inspiração carismática ao Coração de Jesus. Padre Mariano Weizenmann,scj é Superior Provincial da BSP (Província Brasil São Paulo) da Congregação dos Padres do Sagrado Coração de Jesus. É doutor em Teologia Dogmática e mestre em Teologia Bíblica.

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Nossos Benfeitores

Família IMSJ T!

O jovem casal de benfeitores Aline Lisboa Cerqueira Tomaz e Caio Henrique Tomaz completarão dois anos de união em outubro. Eles moram pertinho do IMSJT.

Desde 2008 a família Almeida é benfeitora da instituição. Da esquerda para a direita: João Guilherme, Gil, Jeane e Gabriela.

Sandra Maria de Sá é benfeitora fiel do IMSJT desde 2008.

Família de benfeitores: o casal sra. Helena Marcelino Ramalho (em pé do lado esquerdo) e sr. Antonio Carlos Ramalho (em pé do lado direito). Abaixo, a filha Anna Paula e o sr. Ernesto, irmão da benfeitora.

Benfeitor, participe desta seção enviando cartas e e-mails. Teremos o maior prazer em publicar sua mensagem e sua foto. Informativo Nossa Voz – Departamento de Comunicação. Avenida Itacira, 2801 – Planalto Paulista – 04061-003 – São Paulo (SP) ou imprensa@imsjt.org.br As publicações serão feitas por ordem de chegada. Aguardamos sua participação!

ERRATA

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Na última seção, veiculada na página 11 da revista anual (Nº 56/Março de 2013), dois nomes foram invertidos. A benfeitora retratada na foto como “Zuleica Rota B. da Luz” é “Francisca G. Ortiz” e vice-versa. Pedimos desculpas pelo ocorrido.


Nosso Convidado Legítimo representante

da música caipira

O amor pela cultura de raiz manifesta-se no trabalho do cantor Renato Teixeira, o que o torna referência no assunto. Compositor cuidadoso, ele é um artista comprometido com a cultura brasileira.

Você compõe diariamente ou tem alguns momentos específicos? Já compus diariamente. A gente acaba dominando plenamente a carpintaria da composição e assim podemos nos dar ao luxo de não ter mais que ficar praticando todos os dias. A moçadinha que esta começando precisa, sim, compor todo dia.

Houve algum incentivo da família ou a quem se deve seu interesse pela música? Sou de uma família de músicos e desde que me entendo por gente a música faz parte dos meus dias. Sua música é originariamente caipira, mas você é natural de Santos, de onde vem essa raiz? A viola caipira surge no litoral com o nome de rabeca, uma abreviação de rabecão, que era como se chamava o contrabaixo nos primeiros tempos. A semelhança entre os dois criou essa associação de nomes. A divisão entre caiçaras e caipiras nunca interferiu nos toques da viola porque em cada região do país ela é tocada de um jeito. Viola mineira, caiçara, caipira, nordestina, cada uma tem sua personalidade própria e isso é que faz da viola um instrumento tão carismático. Há diferenças entre a música sertaneja e a música caipira? Os nomes hoje em dia já não são mais tão importantes quanto antes. A velocidade das comunicações está descartando esses detalhes. Mesmo porque esses nomes agora funcionam apenas como um plano de marketing meio básico que é transformar algo que não é nenhuma novidade numa novidade. Uma estratégia dessas não tem muita importância. Portanto, tudo é música e se dividem apenas em três gêneros: a música serena que serve pra gente ouvir e pensar; a balada perfeita para se dançar abraçados; e aquelas que fazem soar os tambores para que todos pulem, gritem e pratiquem o grito primal. Acredita que com o passar do tempo a música caipira ganhou espaço na mídia? Evidentemente, a música sertaneja representada por artistas que se manifestam através da cultura do interior cresceu tanto, que hoje domina 70% do mercado musical brasileiro. Pode-se dizer que a realidade e os costumes brasileiros são os ingredientes principais de sua música? Ao andar por todo o país fazendo shows, o que mais lhe chama a atenção? Qualquer compositor transforma em música o meio em que vive. Falamos sobre o que conhecemos e imaginamos nossas histórias baseadas no nosso dia a dia, que é exatamente igual ao de todos. A popularidade é um detalhe apenas. Ninguém vive só da popularidade. Conforme você vai fincando raízes, criando filhos, vivendo a vida como todo mundo, a popularidade já não tem tanta importância assim.

De onde veio a inspiração para compor a música “Romaria”? Fui criado em Taubaté, uma cidade muito próxima de Aparecida no Vale do Paraíba, e para a gente era bem mais fácil ir até lá. O povo do vale tem esse habito. A gente vai lá pra qualquer coisa; batizado, crisma, casamento... Eu ia também para fazer serenata num colégio interno para moças. Se fosse para destacar uma composição própria, qual escolheria? Por quê? Sem dúvida escolheria “Romaria”, pois foi com ela que eu consegui pela primeira vez criar uma canção caipira moderna, que mexeu com todos os valores do povo do interior de São Paulo. Recuperar a cultura musical caipira e devolver-lhe um pouco da grandeza que a caracterizou por quase todo o século vinte foi a missão que me propus, e “Romaria” garantiu tudo, se transformando numa canção perene. Existe alguma cultura regional com que você se identifica mais? Identifico-me com a cultura caipira e por tabela acabo curtindo muito as outras culturas brasileiras, como a nordestina, a gaúcha, a mineira... O Brasil é um país muito rico em opções musicais e culturais, e essa diversidade é uma grande riqueza. Qual a contribuição que festas populares, como as tradicionais festas juninas, dão para a música caipira? As festas juninas derivam de um tipo de música boa pra se dançar em grupos. Todos os povos da Terra possuem essas festas coletivas onde todos dançam e cantam canções características. Festa junina tem em tudo que é canto. Cada prédio de apartamentos tem a sua. A festa junina é o carnaval dos caipiras. Junho de 2013

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Nossa Estrutura Câmeras de segurança Foram instaladas várias câmeras para vigilâncias na parte interna e externa do IMSJT (Instituto Meninos de São Judas Tadeu). O objetivo dessa instalação é dar mais segurança a atendidos, funcionários e todos os benfeitores e visitantes da instituição.

Manutenções de portões e corrimãos Para conservação e beleza, os portões externos do IMSJT (Instituto Meninos de São Judas Tadeu) e os corrimãos de acesso receberam novas demãos de tintas.

Dias 2, 9, 16, 23 e 30 de junho das 10h às 21h Celebrações eucarísticas, comidas típicas, quadrilhas, brincadeiras, músicas e muita diversão pra toda família! Local: Estacionamento do IMSJT (Av. Itacira, 2801 Planalto Paulista – 04061-003 – São Paulo/SP). 160

Para mais informações: (11) 5586-8666 Junho de 2013

www.imsjt.org.br

Entrada franca


Nossas Noticias

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Nossa Dica

Comid a

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Curau Ingredientes: 15 espigas de milho verde 1 litro de água ou leite 2 xícaras (chá) de açúcar 1 pitada de sal Canela em pó a gosto

Modo de fazer: Descasque e limpe as espigas de milho. Depois, corte os grãos com uma faca e bata aos poucos no liquidificador com a água ou com o leite e coe em peneira fina. Em seguida, adicione o açúcar e o sal e leve ao fogo até engrossar. Se ficar muito consistente, acrescente mais um pouco de água ou leite. Quando estiver pronto, coloque o curau em porções individuais ou em uma travessa. Polvilhe canela a gosto. 180 Junho de 2013

Adriana Cristina Barbosa Lombardi é auxiliar de cozinha da Creche Padre Gregório Westrupp.


Informativo - Junho 2013