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ÓRGÃO MENSAL DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA PARA TODO O BRASIL • JULHO DE 2017 • ANO 4 • Nº 46 • 16.000 EXEMPLARES • DISTRIBUIÇÃO GRATUITA www.institutocairbarschutel.org – www.associacaochicoxavier.com.br

Coragem moral e delação premiada O que pensar? - Páginas 4, 5 e 9 Fechamento autorizado Pode ser aberto pela ECT

Remetente: INSTITUTO CAIRBAR SCHUTEL Cx. Postal 2013 – 15997-970 – Matão-SP.

Marcus de Mario, Sandra Borba e Alzira Bessa Nossos convidados para o EAC 2017 - Veja matéria interna!

8-7-1927 - 2017 90 anos da primeira psicografia de Chico Xavier


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Editorial

Guaxupé (MG) e Rio Claro (SP)

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assam os dias, corremos com providências variadas e, felizmente, vamos amadurecendo nas experiências. No movimento espírita, no perfil próprio de cada região, as ações se multiplicam em favor da divulgação e no aprimoramento da forma de tornar cada vez mais acessível as pérolas do conhecimento espírita. Destaque-se aqui nessa direção o 3º. Seminário Espírita Anual de Rio Claro (SP), em destaque em página interna da presente edição, a ocorrer em agosto próximo. Igualmente nosso EAC-Matão que ocorre em setembro, e no final agora de julho temos o Encontro Chico Xavier na querida Guaxupé (MG). Participar desses eventos significa integrar-se para conhecer mais, manter intercâmbios de fraternidade e motivar-se de maneira intensa. Em cada evento, em cada palestra, em cada encontro, sempre encontraremos reflexões de importância, vibrações que nos sustentam e motivações abrangentes para o trabalho que nos cabe, inclusive da própria melhoria pessoal. Estejamos integrados. A informação espírita conforta, esclarece, consola, orienta. r

Eurípedes e Alípio Uma história curiosa Laurete Godoi godlau@uol.com.br

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m fato que considero muito interessante, que envolve Chico e Divaldo, Kardec e Eurípedes: uma equipe de peso! Sempre poderá ser citado em palestras, porque retrata o poder da oração feita com fé... Em trecho do livro Mediunidade – Encontros com Divaldo (ed. Mundo Maior), encontramos que Divaldo comenta anteriormente que foi católico até os catorze ou quinze anos, idade em que adquiriu a consciência espírita. E prossegue: “ (...) Anos depois, eu estava em Uberaba, acompanhando Chico Xavier na sua peregrinação, quando chegamos a uma casa humílima, e o bondoso amigo contou-me um dos fatos mais notáveis da forma de dizer-se uma coisa e ser-se compreendido de maneira diversa, porém, correta. Quando ele esteve diante de uma certa senhora que o comovia, porque não era mais uma das suas assistidas – assim mesmo ele passava pelo seu modesto lar, somente para saudá-la e ler o Pão Nosso – normalmente ele lia uma pequena página de alguma das quatro obras mediúnicas, que lhe foram ditadas pelo Espírito Emmanuel, tais: Pão Nosso, Fonte Viva, Caminho, Verdade e Vida e

Vinha de Luz, e expressava uma ligeira interpretação. Certo dia ela pediu-lhe: -”Olhe, Chico, não precisa mais me dar coisa nenhuma, porque eu estava em um momento, com uma dificuldade terrível, então me chegou uma fotografia do Espírito que foi na Terra o Sr. Alípio Barsanti: me disseram que era um Espírito muito elevado, e que, quando eu tivesse um problema, colocasse a mão sobre a fotografia dele e lhe pedisse, que ele me atenderia. Então, a partir dali, eu pego a fotografia e digo com toda a fé: Seu Alípio, eu estou necessitando disso, daquilo, e ele me concede; então, o senhor pode vir aqui para rezar, mas tem gente mais necessitada do que eu.”

Chico, preocupado, pediu-lhe a fotografia que ela dizia ser do Espírito. Ela mostrou-lhe um envelope no qual se encontrava um selo com a efígie de Allan Kardec, referente ao centenário de O Livro dos Espírito, ocorrido em 1957. Chico perguntou-lhe surpreso: – “É este?” e ela, confirmando, repetiu-lhe o nome Alípio Barsanti. O Espírito Emmanuel que lá estava, falou ao seu médium: – “Trata-se do Espírito Eurípedes Barsanulfo, por quem ela chama, e que a atende.” Então concluímos que ela chamava por Alípio Barsanti, punha as mãos na foto de Allan Kardec, e Deus atendia-lhe as preces, socorrendo-a através de Eurípedes Barsanulfo. Para orar, o que importa é a intenção, não são as palavras. Quando nós, levando as intenções salutares ao campo mediúnico, procuramos relaxar, desanuviar a mente, fazer o transe natural, o autotranse, auxiliamos muito mais o fenômeno mediúnico, e qualificamos as comunicações. (...)”. r


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As dimensões da inteligência na educação dos filhos – Parte II A inteligência é um atributo divino concedido ao homem para que ele o desenvolva até a perfeição Marcus De Mario

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imos no artigo anterior, publicado na edição de junho, que, segundo as mais recentes pesquisas psicogenéticas, podemos entender a inteligência humana através de várias teorias, sendo as principais: a inteligência racional, as inteligências múltiplas, a inteligência emocional, a inteligência moral e a inteligência espiritual, das quais apresentamos um resumo para melhor entendimento. Também vimos que conceitualmente a ciência acredita que a mente é um estado de consciência que se encontra nas funções superiores do cérebro humano, enquanto o cérebro é o órgão onde se encontram as diversas dimensões da inteligência. Através do Espiritismo, que apresenta o ser humano como um espírito imortal, preexistente e sobrevivente ao corpo, o entendimento sobre esses temas alcança uma dimensão diversa do entendimento científico. Enquanto a ciência percebe o homem somente através da matéria, o Espiritismo entende o homem em sua dimensão espiritual. Olhar a criança e o jovem como seres finitos, circunscritos ao corpo, é apequená-los e ficar sem muitas respostas. Já olhar o homem como um ser espiritual, é engrandecê-lo, e obter respostas às muitas questões que ainda estão em aberto nos estudos científicos. Para o espírita, não existem várias inteligências. A inteligência é um atributo divino concedido ao homem para que ele o desenvolva até a perfeição.

marcusdemario@gmail.com

Desenvolvendo o atributo da inteligência, que está na forma inicial de potência, de gérmen, ele também desenvolve a moral, ou seja, a área afetiva, pois inteligência e moral andam juntas, se bem que não no mesmo passo. Claro que todas as teorias psicogenéticas do desenvolvi-

Na educação, a contribuição do Espiritismo é imensa e profunda. Nosso olhar e entendimento sobre o ser humano muda completamente. Estamos diante de um ser que traz uma rica bagagem de experiências e aprendizados obtidos nas existências anteriores.

mento humano são importantes e trazem valiosas contribuições à educação, e não podem ser descartadas, mesmo por nós espíritas, mas para todas elas falta a visão do espírito imortal. Por exemplo, a mente, para a Doutrina Espírita, pertence e está no espírito, e não no cérebro. Assim também com relação à inteligência e ao pensamento, que não pertencem às sinapses neuronais, e sim ao espírito. O cérebro é apenas instrumento de veiculação da inteligência e do pensamento. Na educação, a contribuição do Espiritismo é imensa e profunda. Nosso olhar e entendimento sobre

o ser humano muda completamente. Estamos diante de um ser que traz uma rica bagagem de experiências e aprendizados obtidos nas existências anteriores. Também entendemos que na atual encarnação ele, em nova personalidade, traz ideias inatas e tendências de caráter, ligadas ao passado, que precisam ser trabalhadas, corrigindo-se as más tendências e apoiando as boas tendências. Igualmente somos conhecedores que o espírito possui ligações afetivas com os familiares e amigos, entre outras pessoas, e que possui um planejamento reencarnatório, o qual ele desenvolve através do uso do livre arbítrio, daí a importância de uma educação voltada para a autonomia (responsável). Como o homem já possui inteligência desenvolvida, em maior ou menor grau, compete à educação, seja na família ou na escola, estimular o uso dessa faculdade divina, e isso só pode acontecer se utilizarmos de situações-desafio, de atividades que levem-no a pensar criticamente, a procurar soluções e obter o melhor relacionamento interpessoal possível, pois vivemos em coletividade e somos dependentes uns dos outros. Por isso não basta trabalhar conceitos teóricos sobre a vida, é preciso que ele tenha oportunidades de vivências ricas em aprendizados. Quando lançamos a Pedagogia da Sensibilidade (livro disponível nas livrarias físicas e on line), propusemos a utilização de técnicas de sensibilização dos sentimentos, vivências de solidariedade,

práticas de bondade, experiências de vida, jogos cooperativos e de estimulação do relacionamento interpessoal, entre outras técnicas, atividades e recursos que irão desenvolver, na prática, tanto a inteligência (área cognitiva), quanto o emocional (área afetiva) do ser integral e imortal que todos somos. Os pais, em sendo os primeiros e sempre educadores dos filhos, no cumprimento de sua sagrada missão de educar, devem estar atentos em estimular o desenvolvimento da inteligência dos seus filhos, mas com o objetivo de direcionar essa inteligência para a prática do bem, para o fazer ao outro somente o que queira que o outro lhe faça, ensino tão enfatizado pelo Mestre Jesus. Por esse motivo Allan Kardec nos diz que a verdadeira educação é a educação moral, e que se deve agir com firmeza na correção de maus hábitos, de maus pendores do caráter que os filhos estejam apresentando. Também professores e evangelizadores (no Centro Espírita), devem estar atentos a isso, pois se a inteligência desenvolvida nos surpreende e encanta, desviada do bem poderá gerar males incontáveis, como temos assistido. Vamos ainda finalizar nosso estudo em próximo artigo, pois devemos abordar as teorias da inteligência moral e da inteligência espiritual através do Espiritismo, com sua aplicação na educação dos filhos e dos alunos, unindo, integrando o trabalho desenvolvido pela família, pela escola e pelo centro espírita. r


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Reflexos espirituais da delação premiada Há atenuantes? Como entender à luz do Espiritismo? Alessandro Viana V. de Paula vianapaula@uol.com.br

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a atualidade, vivemos um período de crise moral que faz parte do processo de transição planetária pelo qual passa o planeta Terra, de tal sorte que era de se esperar que os crimes cometidos na clandestinidade viessem à tona, sobretudo aqueles perpetrados na esfera política que tanta perplexidade tem gerado ao cidadão de bem. Sabemos que profundas crises são momentos que precedem a evolução, porque geram conscientização e desejo de mudança. Aliás, é sabido que a crise dos valores morais não está só no Brasil, está no mundo, porque ainda há muitas pessoas que agem desconectadas das diretrizes do Evangelho, da verdade e da ética. Em relação ao Brasil, estamos vivenciando um período peculiar, porque, quase que diariamente, temos informações pela mídia da falta de ética e da prática de crimes por parte de alguns políticos e indivíduos que estão no alto escalão, gerando prejuízos imensuráveis para a economia e para o erário público. Convém ressaltar que muitos desses crimes são descobertos através da chamada “delação premiada”, onde o delator faz um acordo com a justiça para ter sua pena reduzida ou para obter o perdão judicial (isenção de pena), desde que colabore com as investigações, vindo a assumir os seus erros e apontando o envolvimento de outros comparsas, oferecendo um mínimo de provas que possa amparar sua delação. À luz da Religião Espírita seria pertinente abordar a questão das

consequências espirituais e morais em relação àqueles que cometem crimes dessa natureza e magnitude, e se há alguma atenuante ou benefício para aqueles que optam pela delação premiada. É importante registar que todos aqueles que cometem infrações penais e que não são descobertos pela lei humana sofrerão os efeitos da ação equivocada, haja vista que não conseguimos nos eximir das leis divinas e da própria consciência, de forma que, cedo ou tarde, nesta ou em outras vidas, seja pelo bem

frimento de um político corrupto no mundo espiritual, a demonstrar que ninguém escapa da justiça divina, a qual não é punitiva, mas visa a educação e o reerguimento espiritual e moral daquele que está em sofrimento. Na obra “O Céu e o Inferno”, de Allan Kardec, no Capítulo VII, no item “Código Penal da Vida Futura”, os benfeitores espirituais nos elucidam que: toda falta cometida, todo mal realizado, é uma dívida que deve ser paga; o Espírito

ainda estamos no corpo, cuja consequência é gerar o avanço, o progresso, desde a vida presente, se tiver tempo para reparar suas faltas. Acrescenta, ainda, que “Quando a consciência reprova e mostra uma imperfeição, pode-se melhorar sempre”. Nessa perspectiva, presumindo que o criminoso delator está sinceramente arrependido e deseja colaborar com a justiça, notamos que ele está dando passos seguros na direção de sua reabilita-

sofre a pena das suas imperfeições, seja no mundo espiritual, seja no mundo corporal; a duração do castigo está subordinada à melhoria do Espírito culpado; o arrependimento é o primeiro passo para a melhoria, mas só ele não basta, é preciso, ainda, a expiação e a reparação. O Livro dos Espíritos, em suas questões 990 e 992, nos ensina que o arrependimento também pode ocorrer enquanto

ção espiritual, que não encerra apenas com a delação, mas que prosseguirá com a expiação e a integral reparação, seja dos danos causados a todos, seja da questão do reequilíbrio pleno diante da própria consciência. Ademais, importante registrar que o delator, além de dar o primeiro passo (arrependimento), normalmente já inicia a segunda etapa (expiação), que no conceito

É importante registar que todos aqueles que cometem infrações penais e que não são descobertos pela lei humana sofrerão os efeitos da ação equivocada, haja vista que não conseguimos nos eximir das leis divinas e da própria consciência (...).

que façamos (“o amor cobrirá a multidão de pecados” – Pedro 4:8 (1ª Epístola)), seja pelo sofrimento quando recusamos o convite do amor, teremos que reparar todo o mal causado. Como sugestão de leitura, recomendo o capítulo “Experiência Incomum”, que está no livro “Tormentos da Obsessão”, ditado pelo espírito Philomeno de Miranda, através da mediunidade de Divaldo Franco, que relata o so-


PÁGINA 5 dos benfeitores espirituais, na citada obra (O Céu e o Inferno), decorre dos sofrimentos físicos e morais. Assim sendo, notamos muitos delatores sofrendo a execração popular, a angustia e a vergonha diante dos familiares, os efeitos do cumprimento da pena decorrente da lei humana, alguns adoecem fisicamente, e possivelmente já começam a sofrer os dramas morais da consciência atormentada pelo erro perpetrado. Alguns ainda iniciam a reparação, porque devolvem parte dos

Ninguém consegue enganar a lei divina, de forma que o delator que dissimulou o arrependimento se submeterá aos mesmos passos do criminoso não arrependido (...).

Julho de 2017 danos financeiros causados à nação, muitas vezes previstos nos acordos de delação ou de leniência (das empresas que integram). É claro que as referidas expiações e reparações apenas se iniciam, o que já é significativo para sua marcha espiritual, e prosseguem até o momento que o espírito atinja o patamar de “débito expirado”, conforme consta da obra “Ação e Reação”, da lavra mediúnica de Francisco Cândido Xavier (ditado pelo espírito André Luiz – capítulo 17 – “Dívida Expirante”). O criminoso não arrependido, que insiste em negar os delitos ou que permanece na criminalidade, terá um caminho mais longo e doloroso pela frente, colhendo aquilo que está semeando, e, cedo ou tarde, ainda que no mundo espiritual ou em outras vidas, irá se arrepender, porque é da lei divina do progresso que ninguém ficará eternamente no mal. Poder-se-ia perguntar: E se o delator não estiver sinceramente

arrependido e apenas fez o acordo para minimizar sua pena? Ninguém consegue enganar a lei divina, de forma que o delator que dissimulou o arrependimento se submeterá aos mesmos passos do criminoso não arrependido, isto é, prolongará seu sofrimento e terá que se render ao legítimo arrependimento. Muitos também se questionam acerca do excesso de privilégios para alguns delatores, sendo que, em poucos casos, eles obtêm até o perdão judicial, mas, diante de todos os argumentos expostos, não podemos ignorar que se não houve algum reflexo penal para o delator, ele não ficará isento de prestar contas às leis divinas e à própria consciência, tendo que, fatalmente,

se submeter ao arrependimento, expiação e reparação. Por derradeiro, não podemos desprezar que uma das facetas da caridade, segundo os padrões do Cristo, conforme consta da questão 886 de O Livro dos Espíritos, é a indulgência para com as imperfeições alheias, até porque também temos limites morais, de forma que, diante dessa volumosa notícia de corrupção e crimes de alta escalão, não esqueçamos de sermos indulgentes, que não significa conivência, e lembremos de orar por aqueles que estão se comprometendo diante das leis humanas e divinas, auxiliando-os em seu complexo processo de reabilitação espiritual. Esse é o papel do verdadeiro cristão! r


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Solidariedade com a criança hospitalizada Filme, ator e experiências da infância inspiraram atividade Orson Peter Carrara

orsonpeter92@gmail.com

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estacamos ao leitor trechos parciais de entrevista ainda inédita a ser publicada pela revista eletrônica O CONSOLADOR, que fizemos com CARLOS HENRIQUE VERNIER, psicólogo residente em Dois Córregos (SP) e vinculado ao Centro Espírita Francisco Xavier dos Santos, de Mineiros do Tietê (SP), que lançou livro (vide capa ao lado) sobre o tema em destaque no título. Interesse pela atividade de palhaço hospitalar surgiu do filme Patch Adams, cujo ator principal, Robin Williams, nosso entrevistado conheceu pessoalmente. (...) 3 – O livro é resultado dessas experiências? Qual o principal conteúdo da obra? Sim, o livro possui embasamento científico da contribuição do lúdico para a diminuição do estresse da criança hospitalizada. Encontra-se

informações de como realizar trabalhos voltados para o palhaço hospitalar, (...) orientações do que se pode e não pode fazer em uma visita, dicas de atuações, e experiências particulares e de

outros colegas palhaços, com participação especial do ator Breno Moroni, com sua vasta contribuição do universo do palhaço. Dicas de filmes, livros, muitas informações para todos aqueles que atuam na área da saúde, e todos que se interessarem pelo tema. (...) 6 – Algo marcante que gostaria de relatar aos leitores? (,..) uma frase que sempre repito é: O hospital é uma verdadeira escola. Não percam a oportunidade de aprender. Aprenda com todas pessoas, com muita humildade e amor no coração, e em hipótese alguma Jamais desista de você! 7– E como adquirir a obra? A obra poderá ser adquirida a partir do dia 12 de Julho em Jaú (SP) no meu consultório: Rua Floriano Peixoto, 453 – Centro

Ou pela minha página profissional do Facebook: www.facebook. com.br/psicologocarloshenriquevernier – ou e-mail: vernierch@ gmail.com 8 – Você aceita convites para apresentações também? Quais os contatos? Sim, realizo palestras-shows, em escolas para adolescentes e pais, com temas relacionados a autoestima, autoconhecimento, perspectiva de vida e futuro, sem-

pre levando as experiências tidas nos hospitais. Quem tiver interesse é só entrar em contato no celular (14) 99852 – 3798 ou pelo e-mail vernierch@ gmail.com (...) r


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Espada simbólica Lição de Emmanuel é magnífica Roque Roberto Pires de Carvalho roquerpcarvalho@gmail.com

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mundo globalizado mostra diariamente e ao que nos parece, abastecendo a curiosidade humana, o que há de pior acontecendo aqui e ali. – E as coisas boas capazes de elevar a qualidade de vida e de paz vagarosamente vão perdendo a capacidade de reação. Uma acomodação dentro de um vulcão que não se sabe em qual dia ou horas vai entrar em erupção. Para fazer frente ao estado de coisas é importante colocar-se em posição de reflexão, estudar a Doutrina dos Espíritos e procurar entender a razão ou a perda da razão buscando compreender

o porquê da convulsão social. O título desta Lição de Emmanuel é bastante esclarecedor. Emmanuel no Livro “Evangelho Segundo Mateus”(10.34) explica as Palavras de Jesus “Não penseis que vim trazer paz sobre a terra. Não vim trazer paz, mas espada”. Da forma como está escrita quer nos parecer que o Divino Mestre ao invés de oferecer a Paz ofereceu a espada e os homens do antigamente como os homens da modernidade tomam as palavras pelo avesso e acreditam que a Mensagem seja para o uso da espada. “Inúmeros leitores do Evangelho perturbam-se ante

essas afirmativas do Mestre, porquanto o conceito de paz, entre os homens, desde muitos séculos foi visceralmente viciado. Na expressão comum, ter paz significa haver atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados, rodeando-se o homem de servidores, apodrecendo na ociosidade e ausentando-se dos movimentos da vida. Jesus não poderia endossar tranquilidade desse jaez, e, em contraposição ao falso princípio estabelecido no mundo, trouxe consigo a luta regeneradora, a espada simbólica do conhecimento interior pela revelação divina, a fim de que o homem inicie a batalha do aperfeiçoamento em si mesmo. O Mestre veio instalar o combate da redenção sobre a Terra. Desde o seu ensinamento primeiro, foi formada a frente da batalha sem sangue, destinada a iluminação do caminho humano. E Ele mesmo foi o primeiro a inaugurar o testemunho pelos sacrifícios supremos. Mais de vinte séculos vive a Terra sob esses impulsos renovadores, e ai daqueles que adormecem, estranhos ao processo santificante! Buscar a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz, fugindo à vida e precipitando a morte. No entanto, Jesus é também chamado o Príncipe da Paz. Sim, na verdade o Cristo trouxe ao mundo a espada renovadora da guerra contra o mal, constituindo em si mesmo a divina fonte de repouso aos corações que se unem ao seu amor. (...)”

O mundo até a época do Cristo, legalizara a prepotência do ódio e da ignorância, mantendo-lhe a terrível dominação, através da espada mortífera da guerra e do cativeiro, em sanguinolentas devastações. A realeza do homem era a tirania revestida de ouro, arruinando e oprimindo onde estendesse as garras destruidoras. Com Jesus, no entanto, a espada é diferente. Texto publicado no livro Caminho, Verdade e Vida. FEB.Edt.cap.104) e adaptado pelo autor. r

O Mestre veio instalar o combate da redenção sobre a Terra. Desde o seu ensinamento primeiro, foi formada a frente da batalha sem sangue, destinada a iluminação do caminho humano. E Ele mesmo foi o primeiro a inaugurar o testemunho pelos sacrifícios supremos.


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Coragem moral Tema sugere investigação de nós mesmos Paulo Cezar Fernandes paulojonia@gmail.com

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llan Kardec, no Capítulo V, de O Evangelho Segundo o Espiritismo, “Bem-aventurados os aflitos”, no item -16– “O Suicídio e a loucura”, investigou dois famosos conceitos da história da filosofia moral, os quais, como todos os demais trazidos pelo Consolador, são absolutamente profícuos para orientar nossa conduta Ética, a saber, Covardia moral e Coragem moral. No diálogo de Platão intitulado Menon, Sócrates já havia exposto suas deduções acerca do que é a Virtude, concluindo ser ela uma fortaleza da Alma. Nesse diálogo, o velho filósofo deduz ser a Coragem uma postura do ânimo muito em conformidade com a Virtude, mas, a qual, se não perfeitamente orientada pela razão, poderia levar o seu portador a cometer atos temerários. A Coragem foi, assim, apresentada por Platão como uma das quatro virtudes cardeais, ou seja, um daqueles estados universais do ânimo capazes de nos guiar para a realização do Sumo bem. Aristóteles, discípulo e sucessor filosófico deste último, apesar de ter adquirido autonomia intelectual em relação ao seu mestre, deduziu também ser a Coragem uma das Virtudes Éticas. Nesta linha de raciocínio, Allan Kardec reflete sobre a Covardia e a Coragem como duas potências da Alma, as quais são exponencialmente modificadas em decorrência do conhecimento de si que o indivíduo adquira. Segundo ele, na medida em que a pessoa conquiste o saber de

que se é um Espírito reencarnado, mais Coragem moral ela realiza em seu estado íntimo. Assim, diante dos princípios e leis Espíritas, Kardec concluiu que o conhecimento sobre a reencarnação é o mais eficaz instrumento para se aniquilar de vez a Covardia moral, cujo resultado mais nefasto é o suicídio. Por isso, o organizador

Com seu tirocínio filosófico, Allan Kardec acertadamente deduz que o Espiritismo, ao combater definitivamente o Materialismo, ou seja, aquela ilusória pretensão de que somos exclusivamente o resultado da evolução da matéria, contribui sobremaneira para a construção da Coragem moral e a consequente

do trabalho dos Espíritos, concluiu que a principal missão do Espiritismo é combater o Materialismo. A experiência espírita demonstra que, quando plenamente consciente de que as agruras existenciais não passam de provas ou expiações livremente escolhidas para se alcançar condições mais virtuosas do sentimento, o Espírito reencarnado desenvolve Coragem moral fortalecendo sua resistência em face do egoísmo, vício radical resquício da evolução do instinto, do qual se originam e se alimentam todos os demais vícios espirituais.

redução da Covardia. Esta última se fortalece toda vez que nos recusamos a enfrentar nossas dificuldades existenciais íntimas, como, igualmente, os deprimentes estados sociais, nos quais, pelo fragilidade do senso Ético da humanidade, ainda prevalecem a miséria de muitos provocada pela injustiça de uns poucos privilegiados. Não foi por outro motivo que os Espíritos, na resposta 932, de O Livro dos Espíritos, atestaram que, embora fadado ao insucesso, o Mal ainda sobrepuja o Bem no mundo, especialmente em virtude da timi-

dez dos bons, ou seja, da Covardia moral daqueles que, embora já mais capacitados a oferecerem resistência à influência insidiosa dos ainda moralmente equivocados, se omitem, permitindo que a iniquidade sacrifique sempre os mais fracos. Assim, estes dois conceitos analisados e esclarecidos por Allan Kardec, a Covardia e a Coragem moral, são de fundamental importância para investigarmos nossas condutas e comportamentos cotidianos, nossas posturas diante das flagrantes injustiças sociais e danos humanitários que a modernidade ainda sustenta, especialmente nos países em que as Instituições democráticas se encontram em processo de fortalecimento, permitindo que os vícios egoísticos sobrepujem, com tanto escândalo, as tímidas posturas virtuosas. O fundamento evangélico para nortearmos nossas determinações já foi deixado pelo Manso Rabi da Galileia, ao nos recomendar: “Seja o seu sim, sim, e o seu não, não”. Cumpre a cada um buscar o conhecimento de si da maneira mais eficiente, tal como nos recomenda a pergunta 919 de O Livro dos Espíritos, a fim de que, desenvolvendo a Coragem Moral, não contribuamos, ainda que por culpa omissiva, para a preponderância do escândalo no mundo, pois, a advertência do Mestre Jesus ainda paira sobre nossas cabeças: “Ai daquele por quem vier o escândalo.” r


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Doutrina Espírita no sistema prisional em Araraquara Iniciativa busca voluntários para palestras Carlos Rosa

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esde meados de 2016 um grupo de trabalhadores de quatro Casas Espíritas de Araraquara (Paschoal Grossi, Mestre Jesus, Obreiros do Bem e Portal da Luz), tem divulgado a Doutrina Espírita no sistema prisional da cidade, com apoio da USE local. O Trabalho é feito na Penitenciária de

carlosrosa.advocacia@gmail.com

Araraquara e nos Centros de Ressocialização Masculino e Feminino, aos sábados e domingos. Há ainda demanda pela divulgação da Doutrina Espírita no Centro de Detenção Provisória (C. D. P.), bem como na Enfermaria da Penitenciária. Contudo, há necessidade do engajamento de mais trabalha-

dores comprometidos com o desejo de servir a Jesus, divulgando seu Evangelho e a Doutrina Espírita entre nossos irmãos encarcerados, razão pela qual se faz o presente convite. É necessário também que o irmão Trabalhador Espírita esteja vinculado a uma das Casas Espiri-

tas filiadas à USE Araraquara, por meio de Estudo e Trabalho, e que se prontifique para trabalho em TODAS as unidades, independentemente de ser Penitenciária, Centro de Ressocialização, Enfermaria Prisional ou Centro de Detenção Provisória, já que trabalhamos em sistema de RODÍZIO. Quem se interessar em saber mais sobre este convite pode entrar em contato diretamente com Eduardo ou Salvador. Contato (Eduardo): (16) 33358066 / 3114-1206 – 99756-8981; contato (Salvador): (16) 33577434; e-mail: carlosrosa.advocacia@ gmail.com, lentules@gmail.com r

EAC – Encontro Anual Cairbar Schutel 2017: Educação Evento em Matão é feito para a sua família! Renata Magri

renatamagri@ymail.com

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a edição passada convidamos a todos para estarem conosco em mais um Encontro Cairbar Schutel, em Matão (SP). As inscrições já estão abertas no site www.institutocairbarschutel.org. Nossa sugestão é que você faça o quanto antes, garantindo assim, o nosso reencontro!!! Gostaríamos de explorar aqui as novidades deste ano. Os custos das inscrições diminuíram, porém para que a qualidade do evento se mantenha como em outras oportunidades, as refeições oferecidas serão igualmente pagas. O participante poderá escolher entre uma variedade de opções na praça de alimentação que estamos organizando. A lanchonete estará em um espaço de convivência, onde a música e alegria farão parte da alimentação saudável. À noite teremos sala dialogada sobre educação, onde nossos convidados e queridos educadores, poderão responder as questões

pontuais daqueles que queiram se aprofundar nas reflexões apresentadas durante as palestras do dia. Além da opção de uma livraria, muito tempo pra conversar e trocar experiências. Outra novidade será para as crianças e jovens que terão, além

das atividades educativas preparadas sempre com toda atenção e carinho pela Nerita, atividades circenses. O Tiririca envia a mensagem abaixo: “Olá garotada sapeca, cabeça de peteca, levada da breca... aqui é o palhaço Tiririca... estou aguardando vocês no próximo EAC 2017 para nos divertirmos

muito com brincadeiras e muita palhaçada.... kkkkkkk” . Presença confirmada também de uma grande tenda circense e da educadora, e proprietária da Huleru, Daiane. Como sempre costumamos dizer: este encontro é para toda família! Venha e traga sua família!!! Toda criança é um espetáculo. Grande abraço e até lá... r


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Notas da reunião mediúnica Depoimentos mostram extremos De colaboração enviada à Redação

Comunicação 1 A insistência de vocês me irrita muito. Vocês são teimosos. Já falei mais de mil vezes que não saio daqui (do ambiente do hospital, confirmando que não é a primeira vez que comparece). Estou cansado deste seu discurso. Eu não gosto deste lugar. Eu não vou mais ter misericórdia, não vou ter pena. Meu lado é este aqui (o negativo) e é aqui que eu quero fi car. Vocês querem fuçar onde não devem. Que vocês querem de mim? (Que ele “ressuscite” o ser humano que existe dentro dele). É uma piada isso. (Falado de outros que já conseguiram) Eles são uns frouxos. Eu sempre fui do lado negro e obscuro. Você não entende que tem gente que nasce má? Eu sou um deles. Eu não vou me render. Sempre estive do lado mau (afirmado que o maior vencedor é o que consegue vencer a si mesmo). Você está perdendo seu

tempo. Não perca seu tempo comigo. Ajude esses maltrapilhos aí. Você não sabe de nada. Enquanto eu perco meu tempo aqui vocês ficam levando nossos escravos embora (!). Eles gostam de ser escravos. Estou desencarnado há uns duzentos anos! Armas é o que mais temos. Sabe quem fornece as armas? Vocês (os encarnados) com seus pensamentos maléficos (eis aí algo com o que temos que concordar, muito embora ele não está obrigado a fazer o que faz). Transição? Deixa de se fingir de cego. As pessoas estão se rendendo ao nosso lado. Qualquer coisa é motivo para ódio, maledicência. Esse é nosso combustível. Isso nos fortalece. (Dito a ele que é um prisioneiro de suas ideias fixas) Eu não me sinto preso. Sou mais livre do que nunca. Eu era preso quando encarnado. Hoje sou livre. O que vocês estudam nós sabemos.

Comunicação 2 Eu tô perplexo! Não sei o que dizer. Aconteceu uma coisa agora que me deixou encantado e assustado ao mesmo tempo. Eu tô meio paralisado. Parece até que eu tomei um comprimido que me deixou assim. Eu tava preso, lá onde vocês levam aquela gente toda (?). Tava sim, e abrem as portas pra gente sair. Eu me rebelei e eles trancaram a gente naquelas cavernas. Eu vim aqui pra agradecer. Vocês conseguiram render o principal. Ele ficou ajoelhado e viu aquela luz linda caindo, as portas se abriram e centenas foram soltos. Eu não sei o que vou fazer agora, mas estou feliz. Eles não vão mais nos procurar? Eles conseguiram destruir a torre que nós fomos obrigados a construir. Era bem grande e tinha uma massa viscosa bem grande. Ela capta toda a energia (negativa). Em volta dela ficaram vocês, com as mãos espalmadas e saía luz de

cores diferentes e tudo foi caindo. Foi muito bonito, mas a massa tá lá ainda. Eu não quero mais fazer isso. Estou cansado. Será que tem perdão pra tudo o que eu fiz? Eles vão me levar. Eu tô muito machucado. Eu peço perdão pelas perturbações que eu causei. Obrigado. NOTA: a médium “S” percebeu a cena, descrevendo-a: viu uma espécie de torre (é o nome que lhe ocorreu), no alto da qual viu uma massa viscosa, escura, que descia pela torre e se espalhava em toda a volta. Viu entidades luminosas (e não nós da reunião como confundiu o comunicante) que rodearam a torre e, de mãos espalmadas, emitiam cores (cada uma das entidades emitia uma cor), até que a torre sofreu uma espécie de implosão, ruindo por terra. As portas das cavernas se abriram e todos os que lá estavam foram soltos. Uma entidade trevosa, envergando uma “roupa” escura, caiu de joelhos e, erguendo as mãos para o alto, pedia perdão. Uma intensa luz a envolveu, Eis o que causou tanta admiração ao comunicante. r Nota da Redação: Os dois depoimentos mostram aquilo que Kardec ensinou na ESCALA ESPÍRITA, constante da questão 100 de O Livro dos Espíritos. Vamos estudar?!

Experiência na entrega dos jornais Um trabalho muito gratificante Davis Glaucio Quinelato

A

experiência de poder colaborar com a distribuição do Jornal Tribuna do Espiritismo, sem dúvidas, tem sido bastante gratificante. Algumas pessoas comentam que dentre as reportagens apresentadas, uma foi muito esclarecedora, além é claro, da alegria expressada por muitos, ao ver na porta da Casa Espirita que a distribuição está sendo feita de mão em mão e exclamam: “Oba, hoje tem jornalzi-

dglaucio@hotmail.com

nho”. Tenho realizado a distribuição em média cinco a seis casas por mês, ocasião em que ministro palestras. r

(...) alegria expressada por muitos, ao ver na porta da Casa Espirita que a distribuição está sendo feita de mão em mão


Fechamento autorizado Pode ser aberto pela ECT Julho de 2017

REMETENTE: Instituto Cairbar Schutel. Caixa postal 2013 15997-970 - Matão-SP

Décimo quarto Apóstolo Obra destaca trabalho do Codificador Redação

institutocairbarschutel@gmail.com

E

xtraímos do Prefácio da obra em destaque: “(...) Para fazer justiça ao trabalho de Allan Kardec, embora o objetivo primeiro deste livro seja destacar a fidelidade deste apóstolo do pensamento cristão aos ensinos do Mestre de Nazaré, necessário é apresentar os principais resultados do enorme trabalho filosófico e científico por ele realizado como propedêutica fundamental à perfeita compreensão do elevado pensamento de Jesus, uma vez que ele responde integralmente a todas as graves questões ainda pendentes nos meios científicos e filosóficos, trabalho esse que iluminará os passos da Humanidade com o brilho da própria Verdade Cristã. (...) Como Paulo, Kardec também adentrou voluntariamente na arena, e enfrentaram o desafio de mostrar, o primeiro, pela elevada filosofia adquirida na sua formação judaica e por sua experiência religiosa, a sobrevivência e a ressurreição do Espírito Jesus e, o segundo, além dessas duas potências da razão, também

pelo conhecimento científico resultante das suas experiências junto dos Espíritos, a realidade da preexistência e transmigração das Almas e a perfeita autoridade moral de Jesus para cumprimento da lei de evolução espiritual. Ambos atenderam com louvor suas missões e se credenciaram, assim, ao título de Apóstolos do Cristo, embora, na humildade que também os identifica, igualmente se disseram indignos de serem reconhecidos por esse nobre título (...). Assim, este livro, que visava tão somente prestar uma singela homenagem a Allan Kardec por ocasião da comemoração de 160 anos do lançamento de O Livro dos Espíritos, evidenciou-me a experiência genuína de um verdadeiro Apóstolo, não somente por uma postura existencial inabalável na defesa das máximas e princípios morais do seu Mestre, mas, fundamentalmente, por aquilo que sempre caracteriza um autêntico trabalhador da Verdade, as imperecíveis obras do Amor que a Allan Kardec Ele inspirou (...)”. r

Tribuna do Espiritismo - julho de 2017