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ÓRGÃO MENSAL DE DIVULGAÇÃO ESPÍRITA PARA TODO O BRASIL • JULHO DE 2016 • ANO 3 • Nº 34 • 15.000 EXEMPLARES • DISTRIBUIÇÃO GRATUITA www.institutocairbarschutel.org – www.associacaochicoxavier.com.br

Ensino do amor

Foto: http://diariodoestadogo.com.br/de/wp-content/uploads/2016/06/doutor-alegria.jpg

Regras de ouro na educação: fazer com que a criança, desde cedo, aprenda a fazer ao outro somente o que gostaria que o outro lhe fizesse, e aprenda a se amar e amar ao próximo. Veja notável abordagem na página 3

TV Mundo Maior em Araraquara

Encontro Cairbar Schutel aguarda você

Chegou a hora de concretizar! Veja as páginas 9 e 11.

Inscreva-se até 31 de julho. Veja na página 7.

Apelo vivo das esferas mais altas

Além da morte em análise criteriosa

Tecnologia para um mundo melhor?

Como entender o “eu vos amei”?

Diversidade humana explica conflitos que se multiplicam e pede ação coerente.

Texto de Emmanuel esclarece sobre a sempre questão em evidência.

Texto de Cairbar Schutel convoca com a seriedade e firmeza que se espera.

Resposta, em síntese de três itens, aprofunda entendimento.

Página 4

Fechamento autorizado Pode ser aberto pela ECT

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15 de julho de 1905 - Cairbar Schutel funda em Matão o G E Amantes da Pobreza, hoje C E O Clarim. Nossa homenagem de gratidão ao valoroso seareiro!


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Editorial

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Julho e o Espiritismo

ulho tem valiosas referências históricas relacionadas com o Espiritismo, entre personagens e fatos ligados ao desenvolvimento da Doutrina Espírita no planeta. Entre eles estão a 1ª. edição do jornal Eco de Além Túmulo, que surgiu em 01/07/1869 e lançado por Olímpio Teles de Menezes, pioneiro da imprensa espírita no Brasil, que também nasceu em julho (dia 26, em 1825). Em 1932, no dia 06 de julho surge a primeira edição do Parnaso de Além Túmulo, de Chico Xavier, que impactou a elite intelectual do país na época. Entre tantos outros fatos, porém, o que se destaca é a noite de 08 de julho de 1927, quando Chico Xavier psicografou sua primeira mensagem, em Pedro Leopoldo (MG). O texto ao lado oferece ao leitor esse momento histórico incomparável. A significativa data que completa 90 anos em 2017 ocorreu 70 anos após o lançamento de O Livro dos Espíritos. O Tribuna segue seu caminho, sempre contando com seu apoio na distribuição e auxílio para manter-se gratuito em todo o país, com o conhecimento espírita. r

8 de julho de 1927 Data é um marco na mediunidade de Chico Xavier. Euripedes Mariano

Em transcrição parcial da Rede Amigo Espírita.

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oite de 8 de Julho de 1927...Lá se vão 89 anos quando, naquela noite, na pequena cidade de Pedro Leopoldo, em Minas Gerais, Chico Xavier recebia mediunicamente a primeira mensagem de sua lavra mediúnica. O próprio Chico diria a seu amigo Arnaldo Rocha: “Tinha eu dezessete anos em 1927 quando, na noite de 8 de julho do referido ano, em uma reunião de preces, escutei, através de uma senhora presente, D. Carmem Penna Perácio, já falecida, a recomendação de um amigo espiritual aconselhando-me a tomar papel e lápis a fim de escrever mediunicamente. Eu não possuía conhecimento algum do assunto em que estava entrando, mesmo porque ali comparecia acompanhando uma irmã doente que recorria aos passes curativos daquele círculo íntimo, formado por pessoas dignas e humildes, todas elas de meu conhecimento pessoal. Do ponto de vista espiritual, apesar de muito jovem, era fervoroso católico que me

confessava e recebia a Sagrada Comunhão, desde 1917, aos sete janeiros de idade. Ignorando se me achava transgredindo algum preceito da igre-

ja, que eu considerava minha mãe espiritual, tomei o lápis que um amigo me estendera com algumas folhas de papel em branco e meu braço, qual se estivesse desligado de meu corpo, passou a escrever, sob os meus olhos cerrados, certa mensagem que nos exortava a trabalhar, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo. A mensagem era constituída de dezessete páginas e veio assinada por um mensageiro que se declarava ‘Um amigo espiritual’, que somente conheceria depois. Nenhuma das pessoas presentes se interessou em conservar o comunicado, inclusive eu mesmo, pois nenhum de nós, os companheiros que formavam o círculo de orações, poderia prever que a tarefa de escrever mediunicamente se desdobr ar ia par a mim, através de vários decênios.” r

Homenagem aos amigos de Marília (SP) Conhecido hospital também aniversaria em julho. Transcrição parcial do site da instituição

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Hospital Espírita de Marília foi fundado em 18 de Julho de 1948, porém sua história começa muito antes: Em 8 de janeiro de 1939, quando da inauguração do prédio do Centro Espírita “Luz e Verdade”, sito à rua XV de Novembro nº 1.146, nesta cidade, o médico Dr. Antônio Pereira Manhães, por sugestão do Sr. Hygino Muzzy Filho, proprietário da Alfaiataria Carioca, situada à rua Prudente de Moraes, propôs que se fundasse em Marília um hospital destinado ao tratamento dos doen-

www.hem.org.br

tes mentais, sob a denominação de “Hospital Espírita de Deus”. A capacidade inicial do Hospital era de 120 Leitos, hoje são 330 leitos, dos quais 260 são conveniados com o SUS e 40 destinados aos pacientes particulares e de convênios, além dos 30 leitos destinados ao tratamento de menores dependentes químicos. Porém o HEM está em constate ampliação. A Direção do Hospital está sob a responsabilidade de cidadãos marilienses espíritas, que compõem seu quadro associativo. r


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A Educação Espírita e o Ensino do Amor Frase de Patch Adams inspira reflexão. Marcus De Mario

marcusdemario@gmail.com

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iajando pelo mundo para divulgar sua sensacional ideia dos Doutores da Alegria e a humanização dos hospitais, o médico Patch Adams, que ficou famoso graças ao filme biográfico estrelado pelo ator Robin Williams, em entrevista fez uma declaração sobre a escola e a educação, nos seguintes termos: “Todo mundo fala que o amor é a base da educação, mas nunca encontrei uma escola que ensinasse o amor”. Refletindo sobre essa frase, deparamo-nos num ônibus com alunos da rede pública de ensino fundamental deslocando-se para a escola. Entraram numa grande algazarra, muitos pela porta de trás, sem passar pela roleta, ou seja, sem utilizar o cartão que todos deveriam possuir e utilizar; ficaram “zoando” os passageiros e pedestres; amontoaram-se na parte de trás, dificultando a saída dos passageiros; falavam alto, com palavrões e insinuações de duplo

Livro importante: “Visão Espírita da Educação” Conheça o livro “Visão Espírita da Educação”, de Marcus De Mario. Adquira com desconto em www.almadolivro.com.

sentido, enfim, fizeram da viagem pois importam-se apenas consium verdadeiro inferno, testando a go mesmos. Em tudo assistimos paciência dos que se deslocavam o individualismo exacerbado, o para seus compromissos. Estão egoísmo predominando. Elena escola, possuem família, mas gem direitos, mas não cumprem com os deveres parece que não (...) imaginamos o sabem respeide civilidade. Arrogam libertar o próximo quanto seria bom se a dade, mas não e, portanto, não escola e a família se assumem as ressabem amá-lo. ponsabilidades S e v a m o s preocupassem com as da convivência falar com eles, regras de ouro da social. Então, mesmo que educação, ou seja, com perguntamos, o educadamenque a educação t e , c o m t o d o fazer com que a criança, está faz endo? o respeito, somos recebidos desde cedo, aprendesse a Quem está facom indiferen- fazer ao outro somente o lhando: a famíça e indolênque gostaria que o outro lia ou a escola? Os pais dicia, isso quando lhe fizesse, e aprendesse rão que a falha não recebemos está na escola da a m e a ç a s p o r a se amar e amar ao atualidade, pois estarmos incopróximo. essa escola, seja modando-os, entrando no espaço deles. Arro- ela pública ou privada, não educa, gam-se o direito de fazer o que apenas instrui, e muito mal. Os querem, afinal o espaço é público. professores dirão que a falha está Não estão nem aí com os outros, na família dos dias de hoje, que dá liberdade demais aos filhos, não dá bons exemplos e joga toda a responsabilidade da educação para a escola. Afinal, quem está com a razão? Nossa experiência e os estudos feitos a respeito mostram que o problema está em duas

questões: primeiro, que família e escola devem ser parceiras, pois a responsabilidade de educar pertence a ambas, não é mais possível ficar cada uma de um lado e em plena guerra; segundo, que educação é muito mais que instrução, e vai muito, muito além, de trabalhar conteúdos curriculares e formar profissionais disso ou daquilo. É por tudo isso que imaginamos o quanto seria bom se a escola e a família se preocupassem com as regras de ouro da educação, ou seja, com fazer com que a criança, desde cedo, aprendesse a fazer ao outro somente o que gostaria que o outro lhe fizesse, e aprendesse a se amar e amar ao próximo. Nesse contexto temos a Educação Espírita, que normalmente é desenvolvida pelos Centros Espíritas na intitulada Evangelização Infanto-Juvenil, mostrando na prática o quanto o amor, conjugado com a espiritualidade do ser, faz diferença! E que diferença! Então podemos sonhar com um mundo melhor, pois na medida em que colocarmos o aprendizado e a prática do amor na educação, estaremos dando um passo decisivo na construção de uma nova humanidade. r

Projetos e palestras Marcus De Mario é educador, escritor, consultor e palestrante. Conheça o Projeto Educação do Espírito, a Escola do Sentimento, a Pedagogia da Sensibilidade em: www.marcusdemario.wix.com/marcusdemario.


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Apelo vivo das esferas mais altas Cuidemos antes de compreender mais e desculpar sempre. Rogério Coelho

rcoelho47@yahoo.com.br

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Isso explica o quadro de conada peregrino da evolução tem lá suas peculiaridades fl itos existenciais no proscênio singulares, que são como terrestre; mas, por outro lado, os que suas características iden- fatores de divergência não imtifi cadoras do patamar em que pedem o avanço evolutivo, pelo contrário, até o se encontr am Não existem, estimula se bem nos degraus administrados. e v o l u t i v o s . portanto, duas criaturas Para não fiNã o e x i s t e m , carmos nos desportanto, duas exatamente iguais nesta gastando todo criaturas exa- imensidão universal... o tempo, tentamente iguais Torna-se assim evidente tando ajustar nesta imensique é completamente as demais criadão universal... turas ao nosso Torna-se assim impossível, diante de ponto de vista, evidente que é completamen- tanta diversidade, lograr- cuidemos antes de compreender te impossível, se uniformidade nos mais e desculpar diante de tancaracteres. sempre, evitanta diversidade, lograr-se uniformidade nos ca- do julgamentos injustos e preciracteres. Daí concluímos a opor- pitados, mesmo porque o Mestre tunidade do asserto: “cada cabeça, Maior já nos avisou que seremos medidos com a mesma medida uma sentença”.

Abrigo Constantemente, necessitamos de um abrigo seguro e único, um refúgio que alivie e conforte mentes e corações. O mundo físico encontra-se, a todo momento, em conflitos, das mais diversas ordens, e é através da prática dos ensinamentos de Jesus, a nós legado com Seu amor imortal, que poderemos nos abrigar, recebendo a Sua tão abençoada proteção. Abrigo associa os ensinamentos do Mestre Jesus com as mais belas mensagens, ditadas pelo Espírito Emmanuel.

que utilizamos para mensurar o semelhante. Emmanuel, atento às questões da área do relacionamento interpessoal, aconselha-nos o seguinte em uma belíssima página1 intitulada: DIANTE DOS OUTROS “Na trilha humana, é indispensável consideres os problemas dos outros... Há quem deseje seguir no ritmo dos teus modos, contudo, tem os pés claudicantes; amigos vários tentam escutar determinada peça musical com a tua acuidade auditiva, mas carregam com eles os tímpanos semimortos; companheiros diversos quereriam ver a Terra com a precisão dos teus olhos, entanto, sofrem deficiências da miopia; esse pretende comer de teu prato suculento, entretanto, guarda o estômago doente, pedindo canja leve; outro aspira a partilhar-te o labor manual, todavia, mostra o braço hemiplégico, envolvido em tipoia; aquele outro procura recordar com a segurança de tuas reminiscências, contudo, traz o cérebro dominado pela amnésia... Assim também na caminhada espiritual, visto que surpreenderás criaturas irmãs que não podem comungar-te, de pronto, a faixa de experiência.

Estimariam sentir como sentes e raciocinar como raciocinas; no entanto, respiram ainda nos começos difíceis ou nas provas regenerativas da inibição. Tanto quanto não podes exigir passo firme a pernas enfermas, nem pensamento certo a cabeça louca, não deves esperar que o próximo te abrace a convicção ou te adote o ponto de vista. Cada pessoa vê a paisagem da condição em que se coloca. Conflito acalentado gera conflitos novos; discórdia mantida é processo de crueldade. Indubitavelmente, a Doutrina Espírita, com a bênção de Jesus, não te pede aplaudir a ilusão dos outros, mas, em toda parte, é apelo vivo das Esferas Mais Altas a que aprendamos e trabalhemos, instruindo e servindo, para que a Verdade, dosada em amor, se faça luz que auxilie os outros, desfazendo a ilusão”. Foi provavelmente por não desconhecer essas nuanças do comportamento humano que Allan Kardec escreveu2: “(...) Deus não criou faculdades desiguais; permitiu, porém, que os Espíritos em graus diversos de desenvolvimento estivessem em contato, para que os mais adiantados pudessem auxiliar o progresso dos mais atrasados e também para que os homens, necessitando uns dos outros, compreendessem a lei de caridade que os deve unir”. r 1. XAVIER, Francisco Cândido. Seara dos médiuns. 11.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 1998, p.223 – 224. 2. KARDEC, Allan. O Livro dos Espíritos. 88.ed. Rio [de Janeiro]: FEB, 2006, q. 805 (explicação).


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Guardemos silêncio! O êxito de nosso trabalho depende dele. Marildo Campos Brito 36odliram@gmail.com

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comum quando adentramos num determinado Centro Espírita, e principalmente dentre os mais antigos, encontrarmos escrito em suas paredes, plaquetas ou cartazes, aquela famosa e antiga frase “O SILÊNCIO É UMA PRECE”. Não se sabe até hoje pelo menos, quem foi o autor da célebre ideia que acabou sendo incorporada no meio espírita, a ponto de provocar algumas polêmicas e divergências de opiniões por seus adeptos. Entretanto, sem entrarmos no mérito ou demérito de seus questionadores, é inegável que o critério da proposição citada, apresente um caráter relevante e vitalício neste mister, justamente naqueles minutos que antecedem o início de uma palestra pública, em que, ao invés do natural recolhimento e da comunhão de bons e elevados pensamentos por meio da oração singela e de frugal

leitura, tumultos e risos inconvenientes repercutem no ambiente, mais parecendo uma reunião social ou clube de entretenimento e lazer, cogitando-se dos mais variados assuntos do que os nobres e edificantes objetivos da doutrina. Apesar deste comportamento impróprio e habitual de algumas pessoas, mo-

vidas espontaneamente pelo estado entusiástico em falar de tudo um pouco, sem se aperceberem, acabam gerando e acarretando demasiados prejuízos de concentração e falta de ambientação ao palestrante, que a princípio, busca em vãos

Visite no Facebook o grupo FRASES DE LUZ

esforços encontrar; sem considerarmos ainda, o ato de desrespeito e de energias desequilibrantes, que ele e os demais presentes sofrem enquanto aguardam o início da reunião. Não pretendemos afirmar com isto, que devamos ficar mudos e calados, assumindo uma postura sisuda e carrancuda diante dos amigos, mas o bom senso, convida-nos a discernir pela lógica, que a verdadeira e fraterna alegria do reencontro com base no breve diálogo, do cumprimento e de um abraço, é aquela estabelecida na constante prudência e vigilância, compartilhada de maneira sóbria e comedida, sem estardalhaços ou alardes. Basta pensarmos assim! Acaso pode um hospital, uma biblioteca, e mesmo o professor diante de seus alunos prescindir do silêncio? Não reclamamos igualmente o concurso do silêncio para uma boa noite de

sono? O que representa então o silêncio, senão a própria preservação do equilíbrio interior e da harmonia geral! É possível a sintonia com a prece e a espiritualidade superior onde impere o barulho dos homens? Sabemos que não! Portanto, cabe o papel daqueles que zelam pela ordem e disciplina de suas reuniões, havendo ou não no local a singular frase, a de esclarecer e orientar sobre os prováveis desajustes vibratórios e energéticos, que porventura venhamos a nos expor caso fiquemos indiferentes ao fato. Em contrapartida, desvelados e benfeitores amigos espirituais estarão sempre alertas, esmerando-se incansavelmente em dirimir tais efeitos nocivos, como também a oferecer o auxílio e amparo aos necessitados nos dois planos da vida. Afirma sábio e antigo provérbio “A palavra vale prata; o silêncio vale ouro”, que consoante as instruções em O Livro dos Médiuns – item 332, Allan Kardec exalta-nos da importância de reconhecermos e guardamos silêncio na casa espírita – O recolhimento e a comunhão de pensamentos são condições essenciais de toda reunião séria [...] Mas para que nos tornemos credores e merecedores de recursos amorosos do Mais Alto, é dever que cumpramos primeiro a nossa parte, se quisermos esperar que Deus faça a Sua. r

1ª Mostra de Filmes Espíritas do Rio de Janeiro

Filmes longa-metragem e doPeríodo: 22 a 28 de setembro de 2016 – Pelos 45 anos da emissora. cumentários com temática espírita, seguidos de debate com espíritas Local: Espaço Cultural Luiz convidados, produtores e diretores, Severiano Ribeiro – Cine Odeon, incluindo interação do público com na Praça Floriano, 7, Centro (Ci- os programadores e apresentadores espíritas da Rádio Rio de Janeiro nelândia), no Rio de Janeiro. e com envolvidos diretamente na Realização: Rádio Rio de Janei- execução dos filmes. Vários convidados confirmados ro (www.radioriodejaneiro.am.br) e e especial seleção de exibições. Versátil Vídeos.


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Leila, a filha de Charles História não revelada de Yvonne Pereira surge em romance. Redação

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ntrevistamos compactamente Roni Ricardo Osório Maia, de Volta Redonda (RJ), prefaciador do romance psicografado por Denise C. de Macedo – formada em Letras e com Mestrado em Linguistica e consultora pedagógica – e ditado por Arnold de Numiers, conhecido nome dos livros de Yvonne. Com 272 páginas, o livro está publicado pela Editora EME. A médium psicografou a história de Leila, até então desconhecida por se tratar de uma reincidência ao suicídio por parte da médium e incansável trabalhadora espírita Yvonne do Amaral Pereira. Preocupada com o crescente número de casos parecidos com o seu, Yvonne enviou um pedido especial para que tal fato viesse à tona, nesta comovente obra ditada pelo espírito Arnold de Numiers. Roni, dedicado pesquisador e divulgador das obras de Yvonne, respondeu às nossas perguntas: 1 – Qual a sensação ao ler os originais da obra? Uma emoção intensa! Como se o passado voltasse fragmentado e a história não me era desconhecida... Os elos espirituais entre mim e Yvonne Pereira (já divulgados em livro e palestras) são fraternais.

institutocairbarschutel@gmail.com

2 – O que se sobressai do texto por inteiro? Uma lógica, um entrelaçamento de texto muito bem construído com ideias, terminologias e linguagem rebuscada. Percebe-se uma retratação de época e valores do século XIX, ricamente adornados com vieses de lições à luz do Espiritismo, transmitidos pelo pai (Charles) à filha (Leila). 3 – Pela sintonia que tem com a obra de Yvonne o que mais identifica a querida autora com o enredo da história? A humildade em se reconhecer reincidente em erros (suicídio) e deslizes, pontuados em todos nós espíritos endividados e imperfeitos, mas, a vontade de se melhorar e dos próprios tropeços fazer o trampolim para a evolução. 4 – Algo mais que gostaria de acrescentar motivando futuros leitores? Livro como este romance “Leila a filha de Charles”, é um propósito da Espiritualidade superior em nos tornar conscientes da vida e para a vida futura. Há recados e alertas importantes, principalmente, sobre a infeliz ideia do suicídio, ainda recorrente em jovens desesperançosos. Destaco que, Denise Corrêa de Macedo, a prezada autora amiga e minha incentivadora, trouxe por intermédio do Espírito Arnold de Numiers (que relatou também seus fracassos) o trabalho à altura de todos os leitores ávidos por um bom enredo e é livro pautado no Espiritismo. E realço romance desse porte só engrandece a Doutrina Espírita. r


EAC 2016 Inscrições com valor mínimo até 31 de julho de 2016 Vagas limitadas. Inscrevase o quanto antes Prefira inscrições em grupos a partir de 3 pessoas para enquadramento com valor mínimo. Uma pessoa se inscreve e vai adicionando os demais

Clube do livro em São Carlos CLUBE DO LIVRO ESPÍRITA DE SÃO CARLOS CHEGA A QUALQUER LUGAR DO BRASIL POR APENAS R$ 15,00 (postagem incluída). Receba em casa com comodidade e baixo custo um livro espírita a cada mês. FALE CONOSCO: www.usesaocarlos. com.br usesaocarlos@ gmail.com e fone (16) 3307-5495 ESSE É UM TRABALHO DA USE SÃO CARLOS


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Desarmar o espírito Esforços no bem geram frutos saudáveis. Cláudio Bueno da Silva

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esarmar o espírito é excelente medida para evitar confrontos. É uma forma de se antecipar a conflitos comuns nas relações humanas, quase sempre originados do orgulho e do egoísmo, não deixando que eles cresçam ou sequer apareçam. O indivíduo “desarmado” exercita a tolerância, a compreensão, o que facilita o convívio com o próximo. Desarmar-se significa estar pronto a ouvir o outro e saber “ler” uma situação incômoda sem reagir com imprudência. O desarmado confia em si, nas suas experiências de vida, no seu poder de refletir e compreender, e aceita que o outro seja como é, mas se for preciso confrontá-lo, não utiliza argumentos de ataque.

O desarmado controla a mente, as emoções, e seus gestos e palavras nunca são agressivos, embora possam conter energia. Ele dispensa o desaforo, não destila ironia, não espalha o terror nem faz ameaças, recursos estes que machucam as pessoas. Não precisa gritar, mostrar os músculos ou usar a força. Suas armas são outras, as do homem educado que respeita e faz-se respeitar, que trabalha pela fraternidade e sabe que viver é aprender a dominar-se. O domínio sobre si mesmo leva à superação dos vícios morais; o domínio sobre o outro gera o descontentamento, a infelicidade. O quadro moral aflitivo da sociedade atual está pedindo que as pessoas desarmem-se nas suas

klardec1857@yahoo.com.br

O quadro moral aflitivo da sociedade atual está pedindo que as pessoas desarmem-se nas suas relações sociais e familiares, se predispondo a atitudes pacíficas, com lealdade e sem hipocrisia.

PÁGINA 8 relações sociais e familiares, se predispondo a atitudes pacíficas, com lealdade e sem hipocrisia. Somos todos interdependentes e, na essência, buscamos praticamente os mesmos objetivos. Por isso o respeito ao outro e a solidariedade se impõem como lei para a boa convivência. A agressão ao semelhante, sob quaisquer formas, desestabiliza o agressor e o afasta do direito que julga possuir com exclusividade. Desarmar o espírito, despreocupar a mente, isolar-se das paixões desgastantes, é o que se espera do homem de hoje, como a prepará-lo para o mundo renovado que virá lá na frente, onde seus habitantes se amarão, serão livres e felizes. r

Como Jesus nos ama?

Conhecido pedido amplia entendimento.

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o conhecido pedido de Jesus a todos nós: “Amai-vos uns aos outros”, há um complemento interessante que deve ser ampliado no seu entendimento. Ele acrescenta, conforme anotação do evangelista: “como eu vos amei”. E seria o caso de perguntar: como ele nos ama ou nos amou? Basicamente podemos resumir em três itens: a) Importa-se conosco; b) Nada pede em troca, aguardando nosso despertar; c) Respeita nossa condição (estágio moral em que estamos). Quando de sua vinda, deu demonstrações vivas de importar-se com as misérias humanas, simples-

Umberto Amarildo de Freitas mente minorando-as, mas sempre utilizando-se das ocorrências para ensinar-nos. Nunca pediu nada em troca, mas nos trouxe a suavidade de seus convites para o bem. Desde a mulher adúltera ao doutor da lei, entre tantos outros que o procuraram, respeitou a condição de cada um e sempre estimulou a melhora moral, ensinando didaticamente com situações peculiares a cada caso e especialmente pelo exemplo. Numa análise micro, já vemos individualidades tocadas por esse imenso amor e já incorporando essa atitude demonstrada e vivida pelo Cristo. Como estamos nesse incessante e desafiador relacionamento uns com os outros diante de tanta grandeza moral? r

EM MARÍLIA


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TV aberta, espírita, em Araraquara (SP) Projeto precisa de sua ajuda! Contribua com qualquer quantia. Orson Peter Carrara

orsonpeter92@gmail.com

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mensos esforços estão empreendidos para retransmissão da TV Mundo Maior em canal aberto para Araraquara. O movimento espírita da cidade precisa de sua ajuda, no valor que lhe for possível para concretizar os benefícios gerais que serão gerados com uma programação espírita 24h no ar. Mesmo de outras cidades, todos podemos colaborar. Entrevistamos André Marouço, diretor da TV, e Renata Magri, uma das coordenadoras desse esforço. Com André Marouço 1 – Qual a melhor forma de ajudar a implantação da TV na cidade? Evangélicos e Católicos, pela graça do Alto e pelo empenho financeiro de seus fiéis evangelizam todo o país através de centenas de canais de rádio e TV. Finalmente uma TV espírita aparece ofertando aqueles que creem na fé raciocinada uma oportunidade nacional através da televisão. Para que tal se dê, é impreterível que os espíritas se unam fornecendo recursos para a instalação das retransmissoras outorgadas pelo Ministério das Comunicações. Assim, convidamos aqueles que desejem cumprir o papel de patrocinadores da divulgação espírita que mandem e-mails para: marketing@tvmundomaior.com. br . São várias as possibilidades de ajudar, especialmente doações e patrocínios de empresas. 2 – O que significa para a rede um ponto agora de transmissão em Araraquara? Já transmitimos para todo o país através da TV via satélite, trans-

mitimos também por intermédio de vários canais pagos de TV (TV por assinatura), e desde 2009 estamos transmitindo em TV aberta, um passo importantíssimo, afinal cerca de 30% de nossa população ainda acompanha TV através dessa tecnologia. Ocupar esse espaço na cidade de Araraquara é de suma importância para que possamos implantar a nossa grande rede aberta de TV para divulgação espírita. 3 – Poderemos ter programação local e regional com o tempo, aqui produzida? O primeiro passo é implantar a retransmissora em Araraquara e nas outras cidades em que obtivemos outorga, logo na sequência o nosso objetivo é descentralizar a produção da emissora, desejamos que em cada cidade que exista uma retransmissora, existe também a produção de conteúdo de maneira que a cidade possa mostrar ao Brasil e ao mundo, neste último caso por web, a produção intelectual e de promoção social da localidade. E, outra ação importante é de ofertar mão de obra aos jovens que se formam em Rádio e TV, Jornalismo, Cinema... nestas localidades, afinal é larga a porta da perdição para que os nossos talentos trabalhem para uma mídia nada construtiva, queremos ofertar a possibilidade destes jovens trabalharem para Jesus e ainda levarem seu sustento através desse trabalho do bem. Com Renata Magri 1 – Quem pode colaborar? Qualquer pessoa pode colaborar e os espíritas devem, pois é um

ato de caridade para com todos os possíveis beneficiados pelos conhecimentos a serem compartilhados. 2 – O que dizer de uma TV espírita em canal aberto? A TV Mundo Maior tem uma belíssima programação. Seu conteúdo é dinâmico, interativo e, com certeza, irá prender a atenção do público em geral. Percebemos que muitas pessoas têm curiosidade de conhecer a doutrina, mas não

adentrariam a uma casa espírita. Acreditamos que, em canal aberto, este conhecimento chegará com mais facilidade a elas. Imaginamos a quantidade de benefícios oferecidos à comunidade local, quanto violência deixaria de ser praticada, quantos abortos seriam evitados, quantos suicídios não aconteceriam se nossos irmãos tivessem a oportunidade de conhecer a lei de causa e efeito. r

Contribua com a TV Mundo Maior em Araraquara Banco do Brasil – ag. 0134-1 – cc 30.986-9 em nome do Instituto Cairbar Schutel – CNPJ 17 011 663/0001-04. Pelo portal www.catarse.me/tvmundomaiorararaquara. Ou ainda pelo telefone: 0800 12 18 38.


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Além da morte Ensino espírita é claro, coerente e confortador. Vladimir Polízio polizio@terra.com.br

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s Espíritos não vacilam quando se referem às mudanças de um plano a outro, através da morte. Contudo, há os que ainda acreditam na transformação em figura angelical dos que passam para o outro lado, nesse instante especial; em anjo, na verdade. Essa é a mudança esperada, a mudança que todos gostariam que acontecesse e que fica no coração daqueles que sentem a partida do ente querido, considerando-o, sempre, como figura benfazeja, bondosa, de sentimento generoso, merecedor do maior respeito. E é verdade! Se foram bons, continuarão bons e a desenvolver a bondade, está latente na alma. Lá, do outro lado, serão recepcionados igualmente pelos bons; se perversos, é natural que os que se identifiquem com ele façam a recepção. Nenhuma mudança promoverá as alterações imaginadas, da mesma maneira que a transferência de uma cidade ou de um país para outro não trará mudanças

na personalidade do indivíduo. Haverá variação, sim, e muita, no aspecto ambiental. Mas, quanto ao comportamento, este sofrerá as alterações, de acordo com o

Se foram bons, continuarão bons e a desenvolver a bondade, está latente na alma. Lá, do outro lado, serão recepcionados igualmente pelos bons; se perversos, é natural que os que se identifiquem com ele façam a recepção. Nenhuma mudança promoverá as alterações imaginadas.

interesse demonstrado, da mesma maneira como aqui na Terra. Sem a presença da boa vontade não mudaremos nada. Através da psicografia de Chico Xavier, seu mentor Emmanuel

ilustra o que representa a passagem deste lado para o outro: “O reino da vida, além da morte, não é domicílio do milagre. Passa o corpo, em trânsito para a natureza inferior que lhe atrai os componentes, entretanto, a alma continua na posição evolutiva em que se encontra. Cada inteligência apenas consegue alcançar a periferia do círculo de valores e imagens dos quais se faz o centro gerador. Ninguém pode viver em situação que ainda não concebe. Dentro da nossa capacidade de reconhecimento, erguem-se os nossos limites. Em suma, cada ser apenas atinge a vida, até onde possa chegar a onda do pensamento que lhe é próprio. A mente primitivista de um primata, de um gorila por exemplo, transposto o limiar da morte, continua presa aos interesses da furna que lhe consolidou os hábitos instintivos.

O índio desencarnado dificilmente ultrapassa o âmbito da floresta que lhe acariciou a existência. Assim também, na vastíssima fauna social das nações, cada criatura dita civilizada, além do sepulcro, circunscreve-se ao círculo das concepções que, mentalmente, pode abranger. A residência da alma permanece situada no manancial de seus próprios pensamentos. Estamos naturalmente ligados às nossas criações. Demoramo-nos onde supomos o centro de nossos interesses. Facilmente explicável, assim, a continuidade dos nossos hábitos e tendências, além da morte. A escravidão ou a liberdade residem no íntimo de nosso próprio ser. Corre a fonte, sob a emanação de vapores da sua própria corrente. Vive a árvore rodeada pelos fluidos sutis que ela mesma exterioriza, através das folhas edas resinas que lhe pendem dos galhos e do tronco. Permanece o charco debaixo da atmosfera carregada de impurezas que ele mesmo alimenta e brilha o jardim, sob as vagas do perfume que produz. Assim também a Terra, com o seu corpo em constante transformação, arrasta consigo, na infinita paisagem cósmica, o ambiente espiritual de seus filhos.” r

Clareza de Kardec

O

Espiritismo realiza (...) todas as condições do Consolador prometido por Jesus. Não é uma doutrina individual, uma concepção humana; ninguém pode dizer-se seu criador. É o produto do ensino coletivo dos espíritos, ao qual preside o Espírito de Verdade. Ele não suprime nada do Evangelho: completa-o e o elucida;

com a ajuda das novas leis que revela, unidas às da ciência, faz compreender o que era ininteligível, admitir a possibilidade daquilo que a incredulidade olhava como inadmissível. Ele teve seus precursores e seus profetas, que pressentiam a sua vinda. Pelo seu poder moralizador, prepara o reino do bem sobre a Terra. – em A Gênese, capítulo XVII, item 40. r


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Julho de 2016 Casa Espírita, a palavra cristalina das verdades espirituais. Comentam ainda os palestrantes espíritas sobre o “milagre da multiplicação dos pães”, gastando horas a fio discutindo

O que disse Cairbar Schutel? Texto aborda o avanço e uso da tecnologia em favor de um mundo melhor. Adaptado em transcrição parcial do livro Dois Gigantes do Espiritismo

E

m preciosa mensagem o espírito Cairbar Schutel, em psicografia de Mário Coelho, em 10/06/2009, no Centro Espírita Leon Denis - CELD, RJ e publicada pela RIE em julho de 2010, abordou o importante uso da tecnologia em constante evolução para a construção de um mundo melhor, que transcrevemos em seus principais trechos, parcialmente:

O momento agora é de divulgação. Hão de se criar meios de se propagar a Doutrina Espírita para aqueles que querem ouvir. Não o proselitismo, mas a divulgação direcionada para aquelas almas a que Jesus prometeu o Consolador. Não mais apenas pela palestra para poucas pessoas, mas, sim, levando a mensagem “acima dos telhados”, como nos recomendou Jesus,

por antenas que transmitem a longo alcance as mensagens espíritas, o Não mais apenas pela palestra para poucas pessoas, mas, sim, levando a mensagem “acima dos telhados”, como nos recomendou Jesus, por antenas que transmitem a longo alcance as mensagens espíritas, o conhecimento doutrinário espírita. conhecimento doutrinário espírita, para localidades distantes. Hoje, não mais apenas a Rádio Espírita, mas também a Televisão Espírita, as transmissões pela internet, a divulgação de toda sorte, capaz Hoje, não mais apenas a Rádio Espírita, mas também a Televisão Espírita, as transmissões pela internet, a divulgação de toda sorte, capaz de fazer chegar aos que sofrem, aos que precisam de alento, aos que estão doentes e impossibilitados de vir à Casa Espírita, a palavra cristalina das verdades espirituais. de fazer chegar aos que sofrem, aos que precisam de alento, aos que estão doentes e impossibilitados de vir à

Antes, uma palestra atendia cerca de trinta, cinquenta ou cem pessoas. Hoje pode ser transmitida por toda a mídia, chegando a milhares. se o milagre foi real ou se foi fluídico, se o pão foi multiplicado ou se foi uma alegoria; mas se esquecem de que a Informática é capaz de fazer o “milagre” da multiplicação do “pão espiritual”. Antes, uma palestra atendia cerca de trinta, cinquenta ou cem pessoas. Hoje pode ser transmitida por toda a mídia, chegando a milhares. Espíritas, amigos, uni forças para conquistardes mais esta tarefa A Informática é capaz de fazer o “milagre” da multiplicação do “pão espiritual”. de divulgação usando da tecnologia, fazendo com que o Consolador prometido por Jesus abarque em sua tarefa de instrução um número muito maior das ovelhas do Senhor. Espíritas, amigos, uni forças para conquistardes mais esta tarefa de divulgação usando da tecnologia. Sede f irmes nos vossos propósitos, f irmes nas vossas determinações e unidos nas realizações, pois só assim conseguireis realmente trabalhar a serviço de Jesus e da Doutrina Espírita. r

“O momento agora é de divulgação” Diante da expressão do texto, vamos nos unir e tornar realidade a TV Mundo Maior Araraquara? Atendamos à valiosa oportunidade. Veja na página 9 como doar e participar.


REMETENTE:

Instituto Cairbar Schutel. Julho de 2016

Caixa postal 2013

15997-970 - Matão-SP

Venha para o Encontro Pré-EAC Local: Auditório do C E O Clarim (Rua Rui Barbosa, 1.070, Matão (SP). Data: 16 de julho, sábado, das 14 às 17h30. Com Artur Valadares e José Antonio da Cruz. Exposições e debates preparando o tema do EAC a ocorrer em setembro

Inscreva-se até 31 de julho para o EAC em Matão Utilize o formulário à direita desta página para formação de grupos. Mais informações: www.institutocairbarschutel.org institutocairbarschutel@gmail.com

Tribuna do Espiritismo - julho de 2016  
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