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I

Repórter

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Notícias de Ourém

É época de estágios na EPO

Inseridos em empresas variadas, os alunos da Escola Profissional de Ourém realizam a parte mais esperada e rica da sua formação. A integração em estágio. // P.03 e 04

14 DE JUNHO DE 2013 // ANO XVI // N.o 194 formação

destaques

Estágios também no estrangeiro

Um grupo de 6 alunos do curso de informática encontra-se na Estónia, país na vanguarda das tecnologias de informação e comunicação, para realização dos seus estágios curriculares. // P.04

Aluno de Design ganha prémio

No âmbito de um concurso realizado pela Câmara Municipal de Ourém e que envolveu alunos de todas as escolas do ensino secundário do concelho, aluno da EPO ganha prémio de design. // P.02

Cursos para o próximo ano letivo...

Já te podes inscrever nos nossos cursos. Vê que cursos temos e não percas tempo. Os primeiros a chegar garantem o seu lugar!! // P.04 Diretor: Francisco Vieira // Conteúdos e Paginação: Sofia Albuquerque // Design: Ricardo Lopes // Revisão: Liliana Crispim // Fotografia: Insignare // Colaboradores: António Évora, Elisabete Marques, Sandrina Henriques


Notícias de Ourém

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Repórter

II

Os estágios na EPO PMPM - MOULDS AND PLASTICS A PMPM é uma empresa portuguesa que desenvolve e fornece soluções integradas na área dos moldes e plásticos. Com uma forte aposta na criatividade e no desenvolvimento de novos produtos com design inovador, recebe, pelo segundo ano, o aluno Simão Pedro do curso profissional de técnico de Design Industrial. PEDRO MENDES, GESTOR DA EMPRESA

“Uma empresa que se quer desenvolver(...) pode aproveitar as ideias dos novos alunos (...) que não têm condicionantes...” o seu trabalho. Isso é uma coisa importante nos estágios. E do ponto de vista da empresa há benefícios? No presente não mas há benefícios futuros se a pessoa revelar que tem condições de ir ao encontro daquilo que a empresa pretende… a médio prazo vejo benefícios. O estágio é uma parceria entre as escolas e as empresas. Nesse sentido acha que são proveitosas? Eu acho. Acho proveitoso nesta base. Uma empresa que se quer desenvolver, quer criar novos produtos, pode aproveitar as ideias dos novos alunos, dos novos designers que não têm condicionantes e ainda não aprenderam o que são os problemas técnicos e podem criar coisas inovadoras sem estarem condicionados por aquilo que é a execução técnica do próprio objecto. Acho que há muito a tirar mas as pessoas é que valem por si mesmo. Podem tirar um curso e um estágio XPTO e nunca vir a ser nada de jeito.

Diretor Pedagógico da EPO

Editorial Um passo à frente

Recentemente, sua Excelência o Sr. Secretário do Estado do Ensino Básico e Secundário, João Grancho, afirmou na comunicação social o seguinte excerto, que passo a citar: “Estamos a trabalhar exatamente na portaria que será brevemente colocada a discussão, para depois ser publicada, em que haverá um reforço da componente técnica em contexto de trabalho, para o dobro do que é hoje”. Ora aqui está uma medida muito bem-vinda, sobretudo para os alunos do ensino profissional no geral. Não posso dizer o mesmo para os nossos alunos, porque para eles, essa futura realidade, já o é há uns anos. Portanto, para nós nada de novo... Sublinho apenas um aspeto que pode passar despercebido à maioria dos leitores do nosso jornal, mas que reveste uma importância extrema em todo este processo. No passado dia 8 de janeiro, deste ano, recebemos na nossa escola precisamente a visita do Sr. Secretário do Estado do Ensino Básico e Secundário e do Sr. Secretário de Estado do Emprego. Um dos tópicos discutidos durante a visita foi precisamente o modo como operacionalizávamos a nossa formação em contexto de trabalho, atendendo a que oferecemos aos nossos alunos aproximadamente 1056 horas de formação real de trabalho, a contrastar com as atuais 420 horas, existentes na matriz curricular dos cursos profissionais. Dessa visita ficou ainda a satisfação dos governantes relativamente ao modo como a nossa escola tinha conseguido ir para além do expectável, proporcionando aos alunos essa formação extra de enorme importância, sendo provavelmente um dos motivos pelas quais as nossas taxas de empregabilidade estavam bastante acima da média nacional. Sem falsas modéstias nem vaidades desmedidas, posso afirmar que me sinto orgulhoso por fazer parte desta instituição, que uma vez mais está na vanguarda de boas práticas em termos do ensino profissional. Não nos conformamos com o “normal”, tentamos sempre ir mais além, ir onde ninguém foi antes, fazer o que ainda não foi feito, e descobrir novos caminhos que possam proporcionar melhor formação e mais profissionalismo aos nossos alunos. A título de exemplo, estamos a proporcionar, cada vez mais, aos nossos alunos formação em contexto de trabalho além-fronteiras, em países onde o avanço tecnológico e o grau de aprofundamento em determinadas áreas é reconhecidamente uma mais-valia para os nossos alunos. São experiências marcantes que poderão vir a proporcionar, no futuro, propostas de trabalho num mundo cada vez competitivo, onde apenas os melhores, os mais bem preparados, os mais aptos, os mais capazes, em resumo, os que detêm a melhor formação integral possível, têm lugar. É para isso que trabalhamos todos os dias. E é por isso que sinto estarmos um passo à frente. E isso sabe muito, muito bem. José Pegada

Na sua opinião quais são as vantagens da realização dos estágios nas empresas? Acho importante para o “criativo” que se está a desenvolver perceber como é que tem que criar objectos, projectos, produtos ou o que quer que seja com as condicionantes técnicas que possam ter e que condicionam

É o segundo ano que o Simão está aqui está a estagiar. Com tem sido a sua prestação? Sim… no início criou-se ali uma série de expetativas. Gostava muito daquela energia dele e tendo em conta a idade que tinha e o empenho que tinha e o que poderia dali resultar… agora já é um estágio diferente. É dedicado, é um rapaz porreiro, gosta desta área. As terefas que lhe são pedidas são relacionadas com o design em si.

SIMÃO PEDRO, ALUNO DO 3.º ANO DE DESIGN INDUSTRIAL DA EPO

“As vantagens dos estágios são a experiência de trabalho que se adquire....” Quais são as funções que desempenhas? Trabalho na área de design industrial. Faço os produtos, modelo-os em 3D. É o segundo ano que estagias nesta empresa. Sentes alguma diferença em relação ao ano passado? Sinto mais responsabilidade, mais trabalho, muitos projetos. O facto de já conheceres a empresa ajudou-te? Sim… até mesmo a integrar-me no estágio. Facilitou bastante. Sinto-me muito bem integrado na empresa. O que esperas destes 3 meses de estágio? Espero tomar um maior conhecimento do ambiente de trabalho de uma empresa, a pressão que existe. Estás no final do 3.º ano. O que pensas fazer no teu futuro? Para já tentar arranjar emprego como designer… mas logo se vê… não se sabe o que o futuro reserva. E quais são, para ti, as vantagens de fazer um estágio? As vantagens dos estágios são a experiência de trabalho que se adquire e especialmente, neste local de estágio, aprendi muito a trabalhar em 3D que tem um grau de dificuldade maior.

Aluno EPO ganha prémio de Design O aluno Leandro Ferreira do 1.º ano do curso profissional de técnico de Design da Escola Profissional de Ourém ficou em primeiro lugar num concurso organizado pela Comissão Nacional de Proteção de Crianças e Jovens em Risco, pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens de Ourém e pelo Município de Ourém, concurso que foi direcionado a todas as escolas secundárias do concelho. O desafio lançado aos alunos de artes/design foi a conceção de um cartaz que seria a imagem do Encontro Nacional de Avaliação das Atividades das Comissões de Proteção de Crianças e Jovens que se realizou no início de junho em Fátima. A temática deveria centrar-se nos direitos das crianças. O cartaz realizado tem o título “Rasga Horizontes” e mostra uma criança a rasgar um papel deixando ver, do outro lado, um novo mundo. O trabalho convenceu o júri e foi utilizado em cartazes de divulgação do evento já referido bem como em todos os suportes visuais necessários para o decorrer do mesmo.


III

Repórter

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Notícias de Ourém

Os estágios na EPO Os alunos do 3.º ano da Escola Profissional de Ourém estão já a cumprir o seu segundo mês de estágio... mas ainda lhes falta mais um. Os alunos do 2.º ano iniciaram há pouco os estágios, e estão agora a começar um percurso que durará 2 meses. A aposta da Escola Profissional de Ourém em aumentar a duração dos estágios de 420 horas para 1056 horas (mais do dobro) tem sido bem recebida por parte dos empresários que, desta forma, aproveitam muito mais os benefícios de receberem um estagiário na sua equipa de trabalho e também por parte dos alunos que aumentam este período tão rico de aprendizagem conseguindo uma integração plena nas empresas.

INTERMOLDE A Intermolde, sedeada na Marinha Grande, recebeu o galardão “PME EXCELÊNCIA” no passado dia 9 de janeiro, atribuído pelo IAPMEI. De acordo com o ranking publicado no Jornal de Leiria e Diário Económico é considerada a 15º melhor empresa da região de Leiria. Este ano recebeu, pela primeira vez, estagiários da Escola Profissional de Ourém, do curso de Produção em Metalomecânica: o Diogo Bento e o Pedro Marcelino. JORGE FERREIRA, RESPONSÁVEL DA EMPRESA

“Quando o estágio é muito curto acaba por não ter benefício. (...) Pensando nos estágios as 2 meses é mais adequado e no caso do verão é bom porque fica o contacto...”

Quais são os benefícios dos estágios para as empresas? Quando o estágio é muito curto acaba por não ter benefício. Acaba por ser mais trabalhoso o acompanhamento. Pensando nos estágios a dois meses é mais adequado e no caso do verão é bom porque fica o contacto e devo dizer que já passei a palavra aos jovens que se eventualmente estiverem interessados em agosto e caso o resultado venha a ser bom eventualmente poderiam fazer esse período das férias obviamente remunerados. Quais são as funções que eles estão a desempenhar? Neste momento achámos por bem, ao recebermos dois, ficarem um no torneamento e outro na parte da fresagem e em máquinas de CNC. No CNC temos algumas de 5 eixos e algumas de 3 eixos. No torneamento, nos tornos, temos tornos de CNC normais e temos tornos com dupla árvore e ferramenta rotativa, com eixo Y. Portanto eles fazem torneamento

e alguma fresagem e acaba por ser um bocadinho mais complexo do que só o torneamento em si. Podemos ter necessidade de ter os dois no mesmo setor e por isso eles estão a rodar. Na semana passada um esteve no torneamento e outro na fresagem e esta semana inverteram as posições. E estão a corresponder às expetativas? Estão. Ainda é pouco tempo para avaliar (estão há uma semana) mas a postura no posto de trabalho é muito boa. Temos tido alguns jovens que, ao fim de uma semana, já dá para ver que têm um comportamento diferente. Mais conversa, mais ausentes do trabalho. Talvez tenha sido a tal introdução que eu lhes fiz que lhes tenha dado um bocadinho mais de consciência. Estou a gostar muito da postura no posto de trabalho. Eles têm já alguma responsabilidade? Ao estarem a fazer peças para o cliente final, a responsabilidade é fazer e ter o cuidado de as fazer bem. Eles sempre que tiram a peça têm que controlar. Se não souberem têm que chamar alguém… se acontecer alguma coisa estranha, se se partir uma broca… portanto e até aí não me tendo sido reportado nenhum incidente está tudo bem. Mas a responsabilidade é sempre grande desde que se esteja a fazer uma peça para o cliente. Não têm ninguém a trabalhar com eles. Têm no mesmo sector, mas não estão no posto ao lado deles. Eles estão autónomos. Eles tiram a peça e a preocupação é meter logo outra para a máquina não parar. Eles limpam a peça, observam para ver se há alguma irregularidade. Se houver reporta, se não houver a outra peça já está a fazer… segue o trabalho normal. Trabalhamos em pequenas séries e, por comparação, eles conseguem ver se o molde que tiraram, a nível visual, tem alguma anomalia.

DIOGO BENTO, ALUNO DE PROD. EM METALOM.

“Não pensava é que começava a trabalhar logo assim com esta responsabilidade.” Quais são as funções que estás aqui a desempenhar? Estou a fabricar pontilhos, que é uma parte do molde, e estou a fazer medição e controlo de algumas peças. O estágio está a corresponder às expetativas? Está. Não pensava é que começava a trabalhar logo assim com esta responsabilidade. Ainda estou mais surpreendido. O que esperas aprender ao longo destes dois meses de estágio? Aprender a programar, saber aqueles códigos básicos já mais ou menos de cor e ter mais experiência para saber resolver os problemas das máquinas. Já aprendeste algumas dessas coisas na escola? Sim, sim… mas foi apenas no papel e com esta experiência é que vou aperfeiçoar. Quais são para ti as vantagens dos estágios? No estágio temos mais uma ideia do que podemos vir a fazer no futuro. Inicialmente, quando vamos tirar um curso, não sabemos bem o que podemos vir a fazer e assim temos uma noção do que podemos vir a desempenhar. Compensa a distância a que estás de casa? Sou de Caxarias e aluguei uma casa que fica a 3 minutos. Aprende-se aqui muito mais na Marinha Grande. É um investimento que vale bem a pena.

STAR EXTRAS LINE - COMÉRCIO DE EXTRAS PARA AUTOMÓVEIS, LDA A Star Extras Line recebe já há vários anos alunos da Escola Profissional de Ourém para os vários departamentos. Este ano é a Ana Filipa, do curso profissional de Técnico de Gestão de Equipamentos Informáticos, que aí estará, por um período de 2 meses, a cumprir o seu estágio. SÉRGIO LEANDRO, RESPONSÁVEL PELO DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA DA EMPRESA

“Também costumam vir de outra Escola mas este ano vocês adiantaram-se, (...) e quando a outra escola nos contactou disse que não também porque é um estágio diferente. São só três semana e nós preferimos, pelos menos, 2 meses.”

Qual acha que é a mais-valia dos estágios? Para a empresa ajuda muito, nomeadamente no tipo de trabalhos que a Ana está a realizar como conferências e trabalhos mais demorados e um pouco monótonos de fazer. Ajuda-nos porque liberta outras pessoas que normalmente fazem esse trabalho e ajudam a que o trabalho da empresa esteja mais em

dia, mais atualizado. Penso que este ano só vem a Ana. Pelo menos para o departamento de informática há só este estágio planeado. Também costumam vir de outra Escola mas este ano vocês adiantaram-se, contactaram-nos primeiro e quando a outra escola nos contactou disse que não também porque é um estágio diferente. São só três semana e nós preferimos, pelos menos, 2 meses. Há cerca de 2 anos aumentámos o nosso período de estágio de um mês para dois meses no 2.º ano e 3 meses no 3.º ano. O que acha desta medida? Penso que é melhor assim. Três semanas, por exemplo, não é nada, nem mesmo um mês. Ela agora está a fazer este tipo de trabalho maios chato e mais trabalhoso, mas depois vai fazer outro tipo de trabalho relacionado com este que é a parte de atualização em que vai perceber porque é que andou a fazer toda aquela conferência de produtos. Há uma maior continuidade de trabalho.

ANA FILIPA, ALUNA DE INFORMÁTICA

“... acho que (o estágio) é fundamental e um grande desafio.” Quais são as vantagens de se fazerem estágios? Contactar com o mercado de trabalho. Podemos aprender coisas que não aprendemos na Escola. Novas experiências, conhecer pessoas novas. E é muito diferente daquilo que se aprende na Escola? É, sem dúvida. Só o facto de trabalharmos com pessoas diferentes que estão pela primeira vez a contactar connosco, o facto de tentarmos atingir os objetivos que nos colocam e querer satisfazer não só a Escola mas também a nós próprios … acho que é fundamental e um grande desafio.


Notícias de Ourém

sexta-feira, 14 de junho de 2013

Repórter

IV

Estágios também no estrangeiro Seis alunos de informática estagiam em Tallin, capital da Estónia, um dos países tecnologicamente mais desenvolvidos do mundo.

Pela primeira vez com apoio comunitário, este mês de junho marca o início do período de dois meses de estágio de vários alunos da Escola Profissional de Ourém no estrangeiro. Seis alunos do curso de Gestão de Equipamentos Informáticos estão a estagiar na capital da Estónia, Tallin, em empresas tecnológicas. A mobilidade permitirá aos alunos obter, desenvolver e implementar competências técnicas, linguísticas e sociais, bem como as de cariz relacional e de conhecimento organizacional, complementando a formação já recebida na EPO e valorizando o seu perfil profissional. Vão conhecer a realidade tecnológica da Estónia, um país mais pequeno que Portugal mas que baseia o seu modelo de desenvolvimento económico em empresas com forte incorporação de tecnologias. Nesse sentido, obterão novas formas e metodologias de trabalho, assentes nas TIC. Apoiados pelo sub programa Leonardo da Vinci, tipologia Formação

Profissional Inicial, o que possibilita uma estada sem quaisquer custos para os alunos e ainda uma bolsa para fazer face às suas despesas durante o tempo de aprendizagem com os melhores, os nossos estudantes beneficiarão ainda do apoio, no local, da organização parceira da EPO neste (e em outros projetos internacionais), a VESTIFEX, que alocou uma técnica a este projeto, integrando de forma ímpar os seis jovens na realidade social e profissional deste país Báltico. Todos os alunos estão colocados em empresas tecnológicas de topo, com características comuns: ambiente de permanente aprendizagem, carecendo por isso de uma constante adaptação a novas realidades conceptuais tecnológicas; trabalho colaborativo em open space, sem horários fixos, mas com objetivos e prazos claramente definidos; integração em equipas de projeto multinacionais – subsequentemente, o domínio do Inglês é fundamental, bem como a capacidade de trabalho em equipa; colaboradores de nível académico superior, em que é a primeira vez que acolhem estagiários do nosso nível de ensino, o que demonstra a exigência a que serão sujeitos mas também a confiança nas suas capacidades. Numa área tão concorrencial e em contínua inovação como a da Tecnologia, estas oportunidades que a EPO proporciona aos seus alunos num dos países tecnologicamente mais desenvolvidos do mundo são uma prova da confiança que coloca na qualificação que lhes proporciona, potenciando também o aumento da empregabilidade que as mesmas lhes trarão.

oferta OFERTAS DE EMPREGO Referência: 588107700 Categoria: Ajudante Familiar (m/f) Localidade: Fátima Descrição: Auxiliar de ação direta. Curso de geriatria para prestar cuidados de higiene e conforto, apoio na alimentação. Subsídio de almoço em géneros. Subsídio de turno definido por lei. Referência: 588107760 Categoria: Outros trabalhadores dos serviços diretos e particulares (m/f) Localidade: Freixianda Descrição: 9º Ano ou 12º Ano. Colaborar, sob a orientação de técnicos, na prestação de cuidados aos utentes, na manutenção das condições de limpeza e higienização nas instalações e no apoio logístico e administrativo ao serviço. Servir refeições em refeitórios, desempenhar outras tarefas não específicas que se enquadrem no âmbito da sua categoria profissional. Medida Estímulo 2013 Referência: 588106268 Categoria: Mecânico de automóveis (m/f) Localidade: Fátima Descrição: Com experiência base para assistente do mecânico principal. Manutenção e reparação de veículos automóveis. Subsídio de refeição a negociar. Transporte a combinar. Referência: 588106546 Categoria: Ajudante de cozinha (m/f) Localidade: Fátima Descrição: 12.º ano (nível 3). Ajudar a cozinheira na preparação das refeições auxiliando nas suas tarefas. Medida Estímulo 2013. Referência: 588103251 Categoria: Escriturário de contabilidade (m/f) Localidade: N.ª Sr.ª das Misericórdias Descrição: 12º ou Licenciatura. Integrar numa equipa de gestores dinâmicos em constante actualização, prestando serviço externo diretamente nas empresas, nomeadamente contabilístico/financeiro. Medida Estímulo 2013

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SEMANÁRIO LOCAL Pessoa Colectiva nº 501225226 Registo do título nº 101097

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Reporter 14 junho  

Suplemento da Escola Profissional de Ourém, inserido no jornal Notícias de Ourém de 14 de junho

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