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Índice

Fundo do Mar....................................................................................................................................04 Frio Solidário........................................................................................................................................05 Atividades.............................................................................................................................................................06 Movimento......................................................................................................................................................07 Trava-línguas............................................................................................................................................................08 Pingo e o Mundinho Azul...................................................................................................................09 Projeto Folclore...................................................................................................................................10 Pastoral.........................................................................................................................................11 Estudo do Meio: Museu da Imigração..............................................................................................14 Multiplicação com Suco.....................................................................................................................15 O espaço urbano e suas linguagens antagônicas.............................................................................16 Dossiê: 10 anos de NEA no INSA......................................................................................................28 Campanha da Fraternidade 2017: Meio Ambiente...........................................................................57 Conscientização dos problemas ambientais através de Campanhas Publicitárias...................60 Mooca in English ...............................................................................................................................63 Alfabetização Científica: Por que ensinar Física.............................................................................65 Café com Letras...................................................................................................................................66 Mazelas Humanas................................................................................................................................70


Editorial

É com muita alegria que lançamos mais uma edição da Revista Panorama a de nº 5, onde são publicados vários projetos desenvolvidos pelos anos do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, ao longo do ano. Vários assuntos merecem destaque este ano, como o projeto do NEA ( Núcleo de Educação Ambiental ), criado há 10 anos pela professora e Mestra Irene de Lacerda Ramos que ministra as aulas de Química e é responsável por este projeto nesta Instituição. Há um relato muito interessante sobre este trabalho. Ressalto também os trabalhos desenvolvidos pela pastoral Escolar, principalmente o de Voluntariado e Semana Missionária. Este artigo merece uma leitura especial pois este projeto é o cerne da nossa proposta pedagógica. Há também, vários relatos e fotos de muitas atividades desenvolvidas pela Educação Infantil, através das quais podemos entender a importância de um trabalho sério nesta fase da criança. Os jogos também estão muito interessantes. Todos poderão relaxar realizando as várias atividades propostas. Como toda escola Católica, também trabalhamos com todos os alunos a Campanha da Fraternidade que teve como tema o meio ambiente. Confira o texto que mostra o que fizemos ao longo do ano. Quero ressaltar também texto e fotografia sobre as Mazelas Humanas onde nossos alunos foram os protagonistas das fotos. Muito bonito! Por fim, recomendo a leitura desta revista construída ao longo de 2017. Boa leitura a todos!! Deixo aqui registrado o meu agradecimento a todos que contribuíram para mais uma edição! Muito obrigada! Laura Léo Alves Ferreira


Fundo do Mar O projeto fundo mar foi realizado no primeiro trimestre de 2017, nas aulas de Natureza e Sociedade, com alunos entre 2 e 3 anos no maternal sor a orientação da professora Kelly Ferreira, e no Infantil I com a professora Patrícia Guerretta. Esse projeto foi elaborado para mostrar as crianças o que existem no fundo do mar, despertando interesse e a curiosidade sobre o assunto, fazendo-os construírem conceitos através de atividades lúdicas, vídeos e explicações . Os alunos tiveram acesso à várias informações relativas ao assunto através de desenhos animados, histórias, cantigas e jogos. O objetivo central do projeto é que as crianças sejam capazes de identificar as espécies marinhas, aprender a respeitar o meio ambiente, criar consciência de que somos parte do meio ambiente e responsáveis por sua preservação. Finalizamos o projeto com uma saída cultural: Visita ao Aquário de São Paulo. Isso contribuiu com o envolvimento direto da criança com a realidade do mundo aquático através da observação, que possibilitou a solidificação de conceitos significativos.


Frio Solidário

Feito isso, foi a vez de doarmos as roupas para novos amigos de verdade. Para isso, contamos com o apoio da Pastoral e da equipe gestora. Juntos, organizamos uma visita à Associação do Bom Parto, aqui no bairro do Belém. Foi uma experiência riquíssima e uma verdadeira aula sobre solidariedade, não só para as crianças, mas para todos os presentes. Recebidos com um carinho e uma atenção incrível. Pudemos entender e presenciar como funciona a instituição, e ainda conhecemos algumas famílias Para comemorar a chegada do in- que são atendidas e ajudadas por eles. verno o Int. C teve uma excelente ideia: juntar estilo e solidariedade. Essa visita nos trouxe como resultado muiCriamos assim, o projeto “Frio Solidário”, cujo tos olhinhos brilhantes e falas que carreobjetivo principal era desenvolver, desde cedo, gavam a expectativa e a vontade de ajudar nas crianças a solidariedade e a empatia. Dessa ainda mais as pessoas que precisam. Fiquei forma seria possívelreconhecer sua própria im- encantada, com uma sensação de objetivo portância como ser humano na sociedade em alcançado, e, muita certeza, de que solidaque vivem, envolvendo a família, promovendo riedade é também algo que se aprende na esa sua interação com a escola e com o mundo. cola. É bem mais do que uma palavra, são atitudes que combinam, não só com as crianO projeto se dividiu em três partes: primei- ças e com os adultos, mas que combinam ro os pais, com os filhos, escolheram um muito com o nosso jeito salesiano de ser. agasalho para doar. Em seguida, confeccionaram, juntos, o mesmo agasalho em bonecos. Deveriam colocar um nome e cuidar, como novos e importantes amigos. Foi um resultado muito positivo. As famílias se envolveram muito, agradecendo-nos pela iniciativa de criarmos esse projeto, e pela oportunidade de participarem dele.


Atividades Motoras

As atividades de movimento na quadra Os alunos do Integral B (Infantil 3, 1° e 2° são realizadas de forma que os alunos posanos) realizam diversas atividades extra curri- sam extravasar e sentir prazer ao realizá-las. culares, dentre elas estão os projetos pedagógiadoram participar de circos, as culinárias no Laboratório de Nutrição, Eles gincanas e esportes. as experiências no Laboratório de Ciências, cuitos, as leituras na Biblioteca Infantil do colégio, algumas das técnicas de pintura na sala de São fundamentais as aulas de movimenArte e as aulas de movimentos na quadra. tos para o desenvolvimento da coordenação motora nessa faixa etária. Além disso, ajuda a habilidade de trabalhar em equipe. ”De acordo com Nanni (1998), os movimentos básicos, as habilidades fundamentais e especializadas quando desenvolvidas sob o aspecto “lúdico”, favorecem a participação ativa da criança, aprendendo a liberar e expressar suas emoções pela exploração do movimento, do espaço e do tempo rítmico.”

“Para Gallahue e Ozmun (2002) o desenvolvimento motor sofre grande influência, do meio social e biológico, podendo sofrer alterações durante seu processo. Sabe-se que a escola é um dos locais de oferta de espaço adequado para o desenvolvimento motor da criança, visto que o brincar significa o meio mais importante para as aprendizagens dos pequenos.”


Movimento

Desde cedo, a criança se move e utiliza o seu corpo como forma de procedimento. Ao sentir dor ou fome, usa recursos como choro, gesticulações e movimentos dos membros para transmitir o que está sentindo. A criança pequena necessita agir para compreender e expressar significados presentes no contexto histórico-cultural em que se encontra. Wallon (1979) ressalta que, na pequena infância, o ato mental se desenvolve no ato motor, ou seja, a criança pensa quando está realizando a ação e isso faz com que o movimento do corpo ganhe um papel de destaque nas fases iniciais do desenvolvimento infantil. Com o passar do tempo, ela adquire mais desenvoltura e passa a dominar cada vez mais seu corpo. Para o Referencial Curricular Nacional (BRASIL,1998, P.15), a motricidade é uma importante dimensão do desenvolvimento e da cultura humana, visto que, ‘‘as crianças se movimentam desde que nascem adquirindo cada vez maior controle sobre seu próprio corpo e se apropriando cada vez mais das possibilidades de interação com o mundo’’.

O movimento é fundamental para a criança se incluir, comunicar-se e também descobrir o espaço. Por esse motivo, no primeiro semestre de 2017, trabalhamos de forma intensa os movimentos, desenvolvemos diversas atividades de psicomotricidade que auxiliam o aluno a desenvolver a coordenação motora grossa, a percepção e o uso do próprio corpo. Os recursos utilizados foram: bambolês, cordas, fitas, cones, além da própria exploração da motricidade em si.


Trava-Líguas O trava-línguas é uma brincadeira infantil de citações de versos com aliterações (repetição do mesmo fonema consonântico) e assonâncias (repetição do mesmo fonema vocálico); Tendo origem na cultura popular os trava-línguas são modalidades de parlendas, em prosas, versos ou frases, ordenadas de tal forma que se torna difícil pronunciá-las sem tropeço ou sem travar a língua, como o próprio nome diz. A articulação torna-se difícil, porque deve ser pronunciada de forma rápida ou três vezes seguidas. São ótimos com a intenção de trabalhar a consciência fonológica, melhora na dicção e leitura oral.

Os trava-línguas podem ainda ser escritos para criar uma coletânea de elementos do folclore e pesquisados em diferentes fontes: livros, sites na internet ou revistas de passatempos.


Pingo e o Mundinho Azul A água é, provavelmente o único recurso natural que se relaciona com todos os aspectos da civilização humana, desde o desenvolvimento agrícola e industrial aos valores culturais e religiosos arraigados na sociedade. É um recurso natural essencial, seja como componente bioquímico de seres vivos, como meio de vida de várias espécies vegetais e animais, como elemento representativo de valores sociais e culturais e até como fator de produção de vários bens de consumo final e intermediário. É na infância que começam os primeiros questionamentos sobre a vida. Desde pequena a criança observa naturalmente o ambiente e os fenômenos a sua volta. Cabe a nós adultos potencializar a curiosidade e o interesse delas, trabalhando com o conhecimento prévio de cada um, propondo socialização e atividades lúdicas para uma boa aprendizagem.

No primeiro semestre de 2017, os alunos do Infantil 2 conheceram o Pingo. Ele tem quatro anos e mora na Cidade das Águas Claras. Partindo desse personagem, os alunos passam a conhecer um pouco mais sobre sua cidade e o que acontece por lá. Junto com o Pingo, foi trabalhado um projeto chamado “O Mundinho Azul”. Foram desenvolvidas atividades que permitiram aos alunos expressarem suas ideias para preservação da água no planeta, a conscientização da preservação do meio ambiente e o respeito ao próximo. Cada aluno confeccionou seu próprio mundinho azul, aprendendo que cada um é responsável por cuidar do nosso planeta, para que não falte água e tenhamos uma qualidade de vida, preservando assim, as futuras gerações.

A infância deve ser compreendida como parte fundamental da formação de valores das crianças. Se começarmos desde cedo, podemos formar adultos conscientes dos danos causados ao nosso planeta e competentes para salvá-lo.


Projeto Folclore

O saber popular é um dos pontos de partida para o fazer pedagógico, buscando assim, ampliar o conhecimento, compreensão e análise das conquistas dessa cultura e seus diversos determinantes, além da importância de se preservar as tradições de um povo.

Através de troca dialógica com os alunos, questionaremos suas próprias experiências sobre as diversas lendas, brincadeiras e músicas. Após, será Podemos considerar o folclore como um fe- feita uma listagem com os resultados obtidos. nômeno sujeito aos fatos da sociedade.Não a tradição folclórihá notícia, nem exemplo de fato folclórico em Cultivar que não se misturem as mais variadas influên- ca é preservar a nossa cultura. cias, como não há caso em que o fato folclórico, não tenha sofrido adulterações, decorren- Professoras: Michele e Mariana - Infantil 3 A / B tes das circunstâncias especiais do ambiente físico e social. (CARNEIRO, 1965, p. 136). No segundo semestre, os alunos do Infantil 3 participaram do “Projeto Folclore”. Nesta atividade valorizamos o folclore brasileiro como também as músicas. Nosso objetivo é estimular a criança e sua imaginação, buscando diálogos, recolhendo dados que já conhecem e o que não conhecem, contando histórias e lendas.


Pastoral Pastoral Juvenil Salesiana do INSA

A Pastoral Juvenil Salesiana é a ação da Comunidade Educativa e Pastoral do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora que, movida por uma missão carismática, segundo a espiritualidade de São João Bosco e de Madre Maria Domingas Mazzarello quer habilitar os jovens e as jovens a crescerem na própria maturidade de fé e na certeza de que é Jesus Cristo que dá plenitude à vida. Nossa pastoral tem como centralidade a vida, a formação social e espiritual dos jovens e das jovens. Para que isso se realize, desenvolvemos dentro colégio: Bons dias, Boas Tardes, Manhãs de Formação, Grupo da Pastoral Infantil, Grupo de Voluntariado, Núcleo Animador, Semana Missionária entre outras atividades. Lembrando que todas as atividades da pastoral são abertas a todos os alunos e alunas do nosso Instituto, também aos nossos ex-alunos (as) e famílias de forma gratuita.

Dentre todas essas atividades este ano destacamos três trabalhos que estão em crescente desenvolvimento dentro da nossa casa salesiana: o grupo da Pastoral Infantil São Domingos Sávio, o grupo de Voluntariado Jovem e o grupo da Semana Missionária

Pastoral Infantil São Domingos Sávio

O grupo da Pastoral Infantil conta com a participação de crianças do Ensino Fundamental I das turmas dos terceiros, quartos e quintos anos. Tem como objetivo trabalhar os valores cristãos e sociais, entre as crianças que participam. Contamos com a coordenação da Jovem Maria Isabel F. de Assiz, e assessoria de Ettore Meireles e Ir. Huimin Chen. A pastoral tem encontros semanais às terças-feiras, onde são desenvolvidas brincadeiras e atividades socioeducativas, visando trabalhar o protagonismo das crianças,


Voluntariado Jovem O grupo do Voluntariado Jovem conta com a participação efetiva dos alunos do 8° ano do Ensino Fundamental II e 3°ano do Ensino Médio. Tem como objetivo trazer uma experiência de voluntariado aliada ao acompanhamento espiritual e vivência do oratório de Dom Bosco, que visava a evangelização e educação dos jovens através das brincadeiras. O grupo se reúne todas as quartas-feiras e se divide entra as visitas a Casa de Mulheres da Missão Belém e ao Núcleo socioeducativo Danilo e Luca Fossati da Associação São José Operário. Abaixo segue relato de uma das alunas participantes do grupo: “Bem, para mim, o voluntariado é uma coisa muito mais que simplesmente ajudar as pessoas (lógico que é uma das funções do voluntariado); é você poder se doar ao outro, sem querer nada em troca; fazer tudo por amor ao próximo e compaixão. Por enquanto tive poucas experiências (espero ter mais) como participante do voluntariado, mas que foram muito importantes para mim. No lar das idosas, pode conhecer mulheres maravilhosas que, infelizmente, possuem um passado nem tão maravilhoso e pude aprender como devemos tratá-las, também tivemos a oportunidade de visitar uma associação que cuida de várias crianças necessitadas. Brincamos com elas, fizemos amizades, e, por último, fomos a uma instituição que acolhia famílias que um dia já moram na rua. Lá pudemos perceber o quanto somos sortudos por termos uma família, casa, cama, roupa lavada, amigos e estudarmos em uma escola muito boa.” Maria Clara Torres Ramos – 8° ano do Ensino Fundamental

“Para mim, a experiência de fazer o voluntariado é incrível simplesmente por saber que de alguma forma você melhorou um pouquinho o dia da pessoa, causou um sorriso num instante em que ela esqueceu seus problemas. É incrível pensar que simples atitudes podem tornar o dia a dia dela mais fácil. Além do que o contato humano e a comunicação dão um calorzinho no coração e te fazem não pensar na frieza do cotidiano. Para mim, o voluntariado é um tempo que resgata minha semana eu consigo me sentir mais à vontade. ” Lívia Balan Pagliarde – 8° ano do Ensino Fundamental


Semana Missionária

A Semana Missionária tem como objetivo proporcionar aos nossos estudantes do 9° ano, Ensino Médio e aos Ex-alunos (as) uma experiência de encontro pessoal com Cristo através do contato com famílias e crianças em áreas de vulnerabilidade social dentro do Estado de São Paulo. O projeto existe há 16 anos, desde 2001. Durante a ‘semana’ são realizadas missas, orações, espiritualidade, partilha da Palavra, oratório e benção nas casas dos moradores, tudo organizado pelos próprios jovens missionários. No ano de 2017 fizemos a experiência na cidade de Tremembé no interior de São Paulo. Abaixo seguem alguns relatos das jovens que participaram dessa experiência: “O que foi a Semana Missionária para mim? Foi simplesmente incrível. Tinha uma impressão totalmente contrária do que iria ser a Semana Missionária. Achei que iriamos cozinhar, lavar a louça e os banheiros todos os dias, mas as tarefas eram divididas. Achei que não iria fazer amizades e foi o que eu mais fiz. Se fosse para descrever a Semana em uma palavra ela, seria: Emoção. Chorei quando fui para a Grande Tremembé; quando visitamos e abençoamos as casas; durante a noite por conta do dia; em algumas missas (principalmente na missa de São Judas Tadeu), no dia do missionário; chorei de rir com os amigos novos, com a história das pessoas que vivem lá; ao ver a felicidade deles receberem estranhos em suas casas espalhando a palavra do Senhor e na hora de ir embora.” Ana Beatriz Barbosa Santos – 1° ano do Ensino Médio

“Segundo o dicionário, missionário é “aquele que foi incumbido de realizar determinada missão”. E que missão é essa? Durante sete dias, eu e todos os meus irmãos missionários caminhamos pelas humildes ruas da área rural da Grande Tremembé, ouvindo histórias, conhecendo vidas e compartilhando bênçãos, e foi, sem dúvidas, transformador. Ser acolhida nas casas e abençoar famílias mostrou para mim que é na simplicidade e na humildade que moram a esperança e a força para levantar todos os dias e enfrentar a árida realidade que bate naquelas portas. Reunir as crianças em coloridos e iluminados Oratórios, tocou o meu infanto-coração e fez com que eu me tornasse pertencente daquela imensa alegria; que era tão pulsante em todos nós, os quais por algumas horas nos esquecemos da tristeza que aquelas crianças enfrentavam e enfrentariam ali fora, sem escola, sem educação, sem sonhos. No fundo de cada olhar, eu via a presença divina, ao caminhar por aquele solo sagrado, eu sentia a presença divina, ao fechar meus olhos, eu lembro da presença divina, então rezo. Rezo para ajudar cada uma daquelas vidas da comunidade, rezo pelos irmãos missionários que ganhei e incansavelmente cultivaram o bem; rezo para que Deus ajude, interceda e abençoe a todos, essa é a missão. ” Maria Isabel Fernandes de Assiz – Ex-aluna do INSA


Museu da Imigração

Os quintos anos A e B visitaram o Museu da Imigração de São Paulo e conheceram de um jeito muito expositivo e prazeroso a cultura dos povos que contribuíram para os aspectos culturais e econômicos do nosso querido Brasil. Tiveram contato com a herança histórica de povos que chegaram aqui por meio da “Hospedaria dos Imigrantes”. Conheceram também as comunidades que fizeram parte do processo migratório. Isso levou nossos alunos a uma reflexão por meios bem visuais como: peças, utensílios e móveis antigos. Aprendemos a valorizar as muitas histórias e memórias encontradas e das lembranças das terras distantes... Procuramos “sobrenomes” e aprendemos de que maneira os imigrantes chegaram ao nosso país. Ressaltamos a importância da preservação desse memorial. Procuramos entender a imigração não apenas como um fenômeno antigo, mas também contemporâneo, pois acontece nos dias atuais! Foi uma tarde muito educativa e divertida, com leituras de cartas antigas que nos trouxeram grandes emoções. Professora:

Patricia

Thomaz


Multiplicação com suco

Aula suco

de de

multiplicação acerola e

Ingredientes para o 10 suco de uma meia xícara de

com laranja. suco: acerolas; laranja; água.

fácil,

não?

E para fazer mais copos desse suco, quantas acerolas são necessárias? Aí

vem

a

ideia

de

multiplicação:

1 copo de suco - 1x10 - 10 acerolas 2 copos de suco - 2 x10 - 20 acerolas e

assim

Professoras

do

por 3º

ano

diante... A

e

B


O espaço urbano e suas linguagens antagônicas Profa. Profa. ta e

Mas, e o urbano, o que significa? O urbano é aquilo que se refere ao ambiente da cidade. O local onde se relacionam as práticas humanas sociais, culturais, políticas, religiosas, econômicas e ambientais. Isso se percebe ao longo dos tempos históricos onde era nas cidades antigas que tudo ocorria: batalhas, expansão de territórios, leis e regras eram eleitas, disseminadas, aplaudidas ou rejeitadas. O foco das atenções humanas, da Natureza transformada, do ambiente construído pelas mãos humanas, modificada a cada dia.

Andréa Gabriela Castro

Moretto (Artes) O ambiente urbano que se modifica a cada Lúcia da Cos- minuto, não sai da regra e do conceito esGomes (Geografia) pacial, pois se desenrola em seu crescimento de modo descontrolado e vertiginoso, O espaço urbano que corresponde às cidades resultando em ambientes muitas vezes devem se transformando ao longo dos séculos e sequilibrados ao viés de muitos, e para ousua maneira de se mostrar ás pessoas. É uma tros, a única visão de sobrevivência humana. tarefa muito árdua, conceituar o espaço geográfico urbano, já que este possui diferen- São muitos lamentos que são construídos no tes significados, recebe diferentes formatos e ambiente urbano, nostalgias reveladas na repermite mudanças. Isso significa que os con- lação do passado, do presente, como será o ceitos têm diferentes sentidos, historicamen- futuro, mas o que realmente pode-se verifite definidos e relatados ao longo do tempo. car é a grande distância que nos separa cada A interpretação dada pela ciência geográfica sobre o ambiente espacial é compreendida por ser um conjunto de formas representativas de relações sociais, do passado e do presente. A estrutura representada por relações que estão se manifestando através de processos e funções, da Natureza e da transformação realizada pelo Homem. É considerado um verdadeiro campo de forças cuja formação é desigual, manifestando paisagens muito antagônicas, pois as pessoas a transformam constantemente conforme suas necessidades pessoais e do conjunto social, ideologias, religiosidades, fundamentações políticas, valores culturais, além da amplitude do próprio crescimento econômico local.

vez mais da Natureza, prova viva de nossa existência humana, biológica e planetária.

Hoje, a gestão do espaço urbano das grandes cidades é um dos maiores desafios para o poder público, pois a falta de planejamento, o uso indevido do solo e a concentração de renda impactam na qualidade de vida do cidadão urbano. O valor positivo presente no conceito de urbano vem, nas últimas décadas, sendo substituído por uma realidade marcada pela desigualdade, segregação e baixa qualidade de vida. Porém, o termo urbano continua associado a um estilo próprio de quem mora na cidade, um especifico estilo de vida.


No entanto, mesmo tendo essa carga de problemas ligados a qualidade de vida que grandes cidades nos oferecem, é neste ambiente urbano que milhares de pessoas vivem, criam suas raízes, trabalham, estudam, se culturalizam, transformam a cada dia. Valores, ideologias, direitos e deveres; enfim, fundamentam seus destinos as próximas gerações. O trabalho realizado com alunos da 1ª Série do Ensino Médio e 9º Anos do Fundamental II, do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, teve por objetivo primordial, ampliar os fundamentos psíquicos e de reconhecimento dos adolescentes sobre o ambiente e as paisagens urbanas. Orientado pela professora da disciplina de Artes, Profa. Andréa Moretto, e professora da disciplina de Geografia, Profa. Gabriela Lúcia da Costa e Castro Gomes possibilitou a análise das paisagens presentes no cotidiano dos alunos, dos modos de ver o ambiente urbano em diferentes amplitudes. Diferentes visões, diferentes discussões do urbano, mas todas com o olhar crítico da realidade do conjunto social e do particular das pessoas que moram nesse emaranhado de cor cinza, a chamada selva de pedra. O que se vê da janela do apartamento, do passeio pela cidade, através do vidro do carro, dentre outras situações do cotidiano deles, e foi transmitido através de desenhos, com linhas artísticas, contemplados pela sensibilidade ou pela razão de cada aluno.

das brigas em casa, do beijo, do namorado, da vida deles, daquilo que mais chama a atenção, que leva o olhar dos alunos ao despertar de um pensamento, de uma viagem ao Eu mais íntimo de suas maneiras de ver o seu verdadeiro Ser dentro do ambiente urbano. Para tal, utilizamos papel vegetal (para transportar as imagens de fotos capturadas pelos alunos), papel canson e lápis de cor. Foram utilizados técnicas e materiais simples, pois o principal objetivo era a transcrição destas imagens reais para o papel, sob a ótica e estética do aluno, de como interagimos, vivemos e sentimos o espaço que habitamos.

“Só é capaz de mudar, melhorar, agir quem conhece e tem olhar atento ao ambiente que vive. Um olhar de amor, de recuperação do ambiente, de bem-estar naquilo que está mais próximo de nós e podemos e devemos sempre fazer dele o melhor ambiente para viver.”

Mas afinal, quais foram suas linguagens, suas A seguir estão as imagens representadas. visões apresentadas? Linguagens de amor, de ódio, de desespero, de carinho, do verde da natureza, da casa, da flor, do lar, dos pais, da escola, dos amigos de infância, da rua que não existe mais, do passeio ao shopping, da festa, do almoço de domingo, da família,


Dossiê

10 anos de NEA no INSA O despertar de um Projeto

Em 2006, após desenvolver diversos projetos e debates ambientais nas disciplinas de Química e Ciências com as turmas de Ensino Médio e Fundamental II no Instituto Nossa Senhora Auxiliadora, a professora Irene de Lacerda Ramos propôs à coordenadora pedagógica e à diretora uma ação ambiental mais abrangente. O que inspirou esta ação foram as reflexões e as atividades inovadoras que a Prof.ª Irene havia conhecido no Curso de Extensão de “Arte-educação ambiental” da qual era aluna na ocasião, ministrado na USP, porém promovido pela ESALQ-USP, referência em questões ambientais. Foram trabalhados os temas: Água, Solo, Ar, Plantas e Animais. Além disso houAs estratégias inovadoras por meio da arte ve a discussão sobre as ações possíveis e de linguagens das mais variadas possí- dos jovens em seus lares e no INSA e do veis, visando à sensibilização de um públi- que se esperava ver no futuro no bairco com faixas etárias e níveis de escolarida- ro do Belém, onde se localiza a escola. de distintos, mostrava uma nova abordagem para promover a reflexão e possível mudança de postura quanto às questões ambientais da comunidade educativa do INSA. Desta forma, criou-se neste ano, a “Missão Ambiental no INSA” envolvendo várias turmas desde o 6.º Ano até o Ensino Médio, inspirada em duas obras paradidáticas – Missão Terra e Pachamama – publicações com parceria da UNICEF na qual jovens de todo o mundo se manifestavam a favor do meio ambiente, pautados pela Agenda 21.


Foi instalada uma balança gigante na entrada da exposição, onde em um prato se colocou uma representação do planeta Terra preservado e, no outro, o planeta poluído, degradado, mais pesado pelo acúmulo de lixo. Os pratos em desequilíbrio levavam a uma reflexão sobre papel de cada um na preservação do planeta.

O formato da exposição agradou muito. Os alunos participaram com muito empenho e criatividade das atividades propostas, sempre pautadas em leituras e aulas dialogadas, que posteriormente eram apresentadas em linguagens diversas – cartazes, maquetes, minijardins, instalações, poemas, frases de impacto, fotos tiradas pelos próprios alunos, compondo uma ampla mostra, confeccionada, preferencialmente, com materiais recicláveis que foram reaproveitados em outras atividades. Tivemos a visita de todos os alunos da instituição, além dos pais, professores, funcionários e equipe educativa.

A Missão Ambiental trouxe um novo rumo às questões ambientais no INSA e despertou um olhar atento às necessidades de ampliação de reflexões e ações para a preservação do ambiente do INSA e de seu entorno. A repercussão da Missão Ambiental foi tão ampla que fomos convidados a enviar um texto sobre o evento (Figura 6), que foi publicado em meados de maio do ano de 2007, no Jornal do bairro, “Gazeta do Belém”.


Missão Ambiental no INSA O Instituto Nossa Senhora Auxiliadora – INSA é uma escola de formação integral do educando, cuja pedagogia que fundamenta sua ação é o Sistema Preventivo criado e vivenciado por Dom Bosco há mais de um século. Porém, esse Sistema mantém-se extremamente atual, pois é dinâmico, vivo, presente, amoroso e solidário. Destaca-se a convivência com as crianças e jovens, baseada na frase que o próprio Dom Bosco disse: “Não basta que os jovens só sejam amados, mas que eles próprios sintam que são amados”. A convivência educativa, então, fortalece a participação, a corresponsabilidade, o espírito crítico e o diálogo perante a ação e o mundo atual. Baseados nesses princípios de solidariedade e ação, a busca do sentido da vida e da alegria de viver são práticas constantes em nosso cotidiano onde nossos alunos solidificam essa formação em Projetos realizados ao longo do ano letivo. Há vários anos tem se desenvolvido Projetos Ambientais Interdisciplinares dentro do contexto do amadurecimento de nosso aluno-cidadão. Destaca-se o Projeto “Missão Ambiental no INSA” que foi orientado pela Prof.ª Irene L. Ramos, com o apoio da Diretora, Ir. Célia M. Moreli e apoio pedagógico da Coordenadora Iracema F. Trigo e toda a equipe de professores e funcionários. O objetivo principal foi levar os alunos a ampliar sua própria conscientização sobre o meio ambiente, a fim de se tornarem agentes multiplicadores de reflexões e ações diante das problemáticas ambientais. O trabalho foi dividido em etapas, com elaboração orientada baseado na leitura dos livros publicados em parceria com a UNESCO e com o Greenpeace. Os alunos dos 6.º, 7.º e 9.º anos visitaram órgãos e empresas, entrevistaram a comunidade, coletaram dados e impressões atuais, pesquisaram reportagens. Em seguida debruçaram-se na construção de maquetes, cartazes, textos, poesias concretas e instalações. Houve paralelamente a realização de Campanhas com a comunidade escolar, propostas pelos alunos dos 9.º anos, referentes à reciclagem, ao consumo consciente e ao não-desperdício, integrando os três períodos do INSA, professores e funcionários. A culminância do Projeto foi a instalação de todos os trabalhos em uma Exposição visitada por todos do INSA, profissionais convidados, universitário e comunidade. Tínhamos oficinas e materiais artísticos maravilhosos que mostravam a impressão de cada grupo de alunos diante de problemáticas como: água, poluição do ar e do solo, áreas verdes, degradação de oceanos, lixo, animais em extinção, questões sociais, etc. A mostra foi um sucesso!... tanto que cada aluno participante recebeu um diploma de agente ambiental por sua participação e empenho ao longo dos meses de trabalho. Após todo o processo, cada aluno fez sua auto-avaliação e avaliou também o Projeto. Seguem alguns depoimentos: “Atualmente nosso planeta sofre uma degradação e poluição que nunca havia ocorrido antes. Refletimos isso em um trabalho que fizemos em Ciências sobre vários temas diversificados, mas o tema que mais me influenciou foi o da natureza. Todas as pessoas deviam se conscientizar sobre a importância de não se poluir o meio ambiente. ” (Thamires M. Sato – 7.º ano) “Eu achei o Projeto muito interessante, acho que ele tinha que ser um dever de todas as escolas, pois muitas crianças e adolescentes não sabem o risco que a Terra está sofrendo. Aprendemos muito. Agradeço muito por esse Projeto porque ele abriu meus olhos para ver o que está acontecendo e para entender que todos nós temos que fazer a nossa parte. ” (Guilherme - 7.º ano) “Eu adorei esse Projeto... até apresentamos o trabalho para convidados de outras escolas! Vimos que o trabalho em grupo pode resolver muitos problemas. Espero que tenham aprendido como construir um mundo melhor! (Felipe Torres da Silva – 8.º ano) Diante da integração dos alunos, seu enriquecimento pessoal e interpessoal, sua mobilização, empenho, atuação, e reflexão para mudanças de postura, me sinto orgulhosa de todos e tenho a certeza de que a formação de cada um estará presente em suas vidas pessoal e profissional. Parabéns a todos! A natureza pede ajuda, imediatamente!!! Toda ação a seu favor é sempre bem-vinda! Prof.ª Irene Ramos


Ficou uma expectativa de continuidade e, dessa forma, a semente de um Projeto grandioso foi plantada. Foi assim que surgiu a ideia de se implantar um grupo permanente de discussões e ações ambientais, o que ocorreu no ano seguinte.

2007 - Criação do NEA

Nos encontros semanais com duração de uma hora praticam-se várias ações, entre elas: convite para inscrição no NEA às turmas do INSA de 6.º ano do Ensino Fundamental II ao 3.º ano do Ensino Médio; inscrição e formação do grupo, discussão da proposta de trabalho e do cronograma das atividades; elaboração de atividades para divulgar eventos e mensagens; seleção de logomarca do NEA e confecção pessoal de produtos com a mesma (camiseta, cartazes, folhetos); estudo teórico dos temas para aplicação nas atividades práticas; participações efetivas em comemorações de datas ambientais; ações ambientais adequadas a cada semestre.

A criação do NEA surgiu da necessidade de se desenvolver atividades mais concretas voltadas ao meio ambiente utilizando um caráter conceitual, democrático, artístico, criativo e envolvente em busca da sensibilização e participação efetiva dos aluO NEA iniciou suas atividades em setembro nos voluntários em ações pontuais, coletivas de 2007, com um grupo formado com cerca e solidárias dentro da temática ambiental. de 20 alunos que, democraticamente, escolheram criar um evento em homenagem ao O objetivo principal do NEA é levar o aluno “Ano Internacional do planeta Terra”, proposa ampliar sua conscientização sobre o meio to pela ONU. O primeiro logotipo foi criado ambiente e sua posição com relação ao mespelos alunos do grupo e o convite da exposição mo, a fim de se tornar agente de mudança foi divulgado a toda comunidade educativa. em nossa comunidade escolar e atuar como multiplicador de reflexões e ações ambientais.


O evento se consolidou com uma Mostra sobre temas importantes: Água, Energia, Alimentos, Vegetação, Solo, Lixo e Reciclagem. Foram confeccionados cartazes e instalações para promover a reflexão sobre como cada visitante atuava quanto aos temas abordados, visando indicar melhores ações na prática do cotidiano. Em homenagem à Natureza, houve apresentação musical dos integrantes do NEA e distribuição de mudas de ipê roxo à comunidade educativa. O grupo preparou uma atividade de sensibilização aos alunos, onde representaram e cantaram em coro a música “Cio da Terra”, de Milton Nascimento, que ressalta a importância da natureza. Tivemos, ainda, a participação de um violeiro e a leitura de poemas ambientais.

2008 – Consolidação do trabalho ambiental

Os eventos já desenvolvidos empolgaram novos integrantes. Ganhamos uma sala para nossas reuniões e trabalhávamos semanalmente com encontros... as ideias de novos projetos iam surgindo de cada um. É emocionante rever as fotos, pois esses alunos tão atuantes, hoje são universitários ou até já terminaram o curso superior e alguns retornam ao INSA, dando seu depoimento sobre o quanto este e outros projetos fizeram a diferença na vida deles.

Ao discutirmos sobre as questões de degradação da Mata Atlântica, o grupo entendeu que seria importante ver de perto parte desse bioma ainda preservada. Então fomos visitar o Núcleo Engordador, uma das unidades de visitação do Parque da Cantareira, dentro da APA (Área de Proteção Ambiental) Serra da Cantareira – remanescente da Mata Atlântica protegida por lei. Aprendemos muito sobre o que é preservação e como o meio ambiente é fundamental à vida!

Apesar de ser um Projeto bem recente, o grupo conseguiu preparar um evento bem envolvente, o que criou muitas ideias e expectativas para o ano seguinte.


O desenho serviu de base aos convites distribuídos à comunidade educativa e ao público externo. No convite, já estavam relacionadas todas as atividades a serem desenvolvidas na semana tão intensa, na qual os alunos do NEA atuaram desde sua concepção, elaboração, recepção em cada dia e, ainda, como monitores ambientais, que encaminhavam os visitantes a cada setor preparado, ou a cada palestra a ser ministrada. Nada mais empolgante do que vivenciar experiências! O grupo voltou repleto de ideias e queria realizar muito mais! Decidiu, então, preparar um evento grandioso, que marcasse fortemente a comunidade educativa. Preparamos a “Semana da Natureza”, no início de outubro, pois dia 04 de outubro é o Dia da Natureza, em homenagem a São Francisco de Assis. Fizemos um concurso de desenho entre os alunos do NEA e o mais votado foi utilizado no evento, pois retratava profundamente a relação homem-natureza com uma visão preservacionista.

MISSÃO AMBIENTAL INSA – 2008 EXPOSIÇÕES E PALESTRAS

SEMANA DA NATUREZA: DE 01 A 07/10/08 LOCAL: INSA – BELÉM ENTRADA FRANCA


Em homenagem aos 90 anos do INSA dedicados à Educação, os alunos do Ensino Fundamental II e do NEA (Núcleo de Educação Ambiental) convidam para: MISSÃO AMBIENTAL INSA - 2008 Venha prestigiar nossa exposição, participar das palestras e compartilhar de nossa busca por mundo melhor. PROGRAMAÇÃO: - Exposição interativa preparada pelos alunos - temas: água, alimentos, ar, biodiversidade, energia, lixo, oceanos, reciclagem e solo; - Estandes, oficinas, sarau e palestras de parceiros convidados, entre eles: - Centro de Estudos de História Natural - Faculdades Cantareira - ONG Novos Rumos - Petrobrás - poetisa Valdyce Ribeiro - Polícia Ambiental. Entre em contato conosco e confira cronograma especial nos dias 01 e 02. Horário: 8 h às 17 h Local: INSA – Belém Rua Passos, 36 – Belenzinho Informações: 2292 7300

O cronograma do Projeto “Missão Ambiental no INSA” consistiu em: montagem de cada setor da Mostra (água, ar, solo, energia, lixo, poluição, biodiversidade); organização, assessoria e recepção do público, de representantes de ONGs e de palestrantes de outras instituições (Polícia Ambiental, Faculdades Cantareira, profissionais da área ambiental, ONGs, poetisa, entre outros); realização de coleta seletiva e oficinas com materiais recicláveis; confecção de brinquedos e jogos pedagógicos com materiais recicláveis para entrega à instituição social; promoção de minicurso aos funcionários do INSA para orientação sobre coleta seletiva; realização de campanha de coleta de óleo doméstico usado e confecção de sabões; visitas a locais associados ao trabalho, avaliação do trabalho e registro dos depoimentos dos integrantes.


Após o evento foram aplicados questionários de avaliação da Mostra aos alunos do INSA e as respostas foram tabuladas e representadas em gráficos. Verificou-se o quanto foi importante e positivo o trabalho daqueles alunos voluntários do NEA! Como resultados, percebeu-se o despertar da sensibilização dos participantes e da comunidade escolar com relação à questão ambiental através de interação com o público. Houve a ampliação da participação mais consciente de cada aluno nos projetos do NEA, além da integração dos alunos e da comunidade educativa, refletindo em mudanças de postura; enriquecimento pessoal, interpessoal e, ainda, mobilização e atuação em projetos efetivos. Devido à sua importância, o NEA se tornou ícone na formação de seus membros integrantes e da comunidade escolar, o que se observou na sua continuidade no ano letivo posterior, onde a participação se tornou mais efetiva e ampla. O ambiente escolar se tornou mais humano e solidário e a comunidade escolar, após a participação nos eventos, mostrou-se mais integrada e ativa com relação às questões ambientais cotidianas. Os alunos do NEA se tornaram mais participativos, conscientes e motivados e perceberam a importância da atuação envolvente de cada cidadão na preservação do meio ambiente. O Núcleo se consolidou no INSA.


2009 – Eventos ambientais diversificados

No ano seguinte à Semana Ambiental, o número de alunos participantes e o engajamento aumentaram. As reuniões semanais de 1 hora davam asas à criatividade para planejar novas ações. Crianças e jovens foram protagonistas de propostas inovadoras e mobilizações na comunidade educativa.

O grupo decidiu promover campanhas ambientais no INSA. Ficou definido que seriam coletados óleo de cozinha usado para fazer sabão ecológico e, ainda, pilhas e baterias para encaminhar corretamente ao descarte. Para a campanha, foi montada uma Ecovila, com estrutura de madeira e papelão para chamar a atenção de todos, além da distribuição de folhetos explicativos sobre as coletas. As crianças se encantaram com as casinhas e participaram muito da campanha. Foi o ponto de partida para que o INSA se tornasse posto de coleta desses materiais até hoje.

O NEA – Núcleo de Educação Ambiental do INSA, coordenado pela prof.ª Irene Ramos, preparou por três meses duas casas com materiais totalmente recicláveis utilizando papelões, garrafas de óleo, madeira usada, sobras de tinta de parede e papéis na sua confecção para montar a Ecovila do NEA. A proposta foi chamar a atenção sobre a campanha de coleta do óleo de cozinha usado e de pilhas e baterias, que poderiam ser depositados dentro das casinhas. A Ecovila do NEA foi inaugurada na semana do Meio Ambiente, em junho, com a apresentação de um teatro elaborado por Felipe Torres (1.º ano A) e preparado pelos integrantes do NEA e que envolveu todos os alunos dos dois períodos, com muito sucesso. Houve também a distribuição de folhetos explicativos e campanha nas salas de aula. O resultado foi excelente: mais de 500 pilhas coletadas e cerca de 100 litros de óleo em apenas uma quinzena! O óleo coletado foi transformado em barras de sabão que foram doadas às comunidades envolvidas na Semana Missionária promovida pela Pastoral na cidade de Socorro. Parabéns à equipe do NEA, sempre tão engajada com as questões ambientais e sociais! É um orgulho ter um grupo voluntário que mobilize tão bem a comunidade!

Em nal

agosto do do INSA

mesmo ano, o Jordestacou essa ação.

O que vem por aí???? Aguardem nossa Mostra Ambiental e Cultural no dia 03 de outubro! Palestras, oficinas, convidados, exposições interativas dos alunos e do NEA e muitas surpresas... acompanhem a programação e tragam seus amigos.


A cada ano, a ONU (Organização das Nações Unidas) propõe um tema importante a ser trabalhado mundialmente e, desta forma, 2009 foi o Ano Internacional do Meio Ambiente. Aproveitando a proposta, o NEA se engajou em ações mais amplas e comemorou com todos os alunos no pátio o Dia Mundial do Meio Ambiente com a apresentação de vídeos temáticos e da música O Sal da Terra, que ressalta o valor de nosso planeta e a importância de sua preservação.

 

Em 2009, o Brasil aderiu ao movimento ambiental Hora do Planeta proposto pela ONG ambiental WWF, que promove uma participação de todos para apagar as luzes por uma hora, em data previamente marcada, visando chamar a atenção para as problemáticas ambientais. O NEA divulgou esse movimento em todas as salas e houve uma participação importante nesta causa. A atuação do INSA foi destaque em uma revista educativa – a Revista Direcional Escolas – que a registrou em uma reportagem.

REVISTA DIRECIONAL ESCOLAS edição 47 - Abril de 2009 DICAS: ECONOMIA DE ENERGIA Esta bandeira deve unir área administrativa e pedagógica

Por Rosali Figueiredo

 

O Brasil aderiu pela primeira vez neste ano à “Hora do Planeta”, movimento idealizado pela WWF Austrália em 2007 e que consiste em convocar as empresas e os cidadãos a apagarem as luzes pelo período de uma hora, em defesa do meio ambiente. Na noite do último sábado de março, dia 28, entre 20h30 e 21h30, centenas de milhões de pessoas aderiram ao evento no mundo todo, incluindo alunos da professora de Ciências Irene de Lacerda Ramos, do INSA (Instituto Nossa Senhora Auxiliadora), localizado no bairro do Belenzinho, zona Leste de São Paulo. Segundo Irene, a repercussão foi muito grande entre os estudantes do 6º ao 9º ano, que ao longo do ano são estimulados a lidar com temas ambientais, como a água, energia, solo, lixo, biodiversidade, ar e alimentos, em atividades promovidas pelo Núcleo de Educação Ambiental da escola. Por outro lado, a própria área administrativa do INSA já havia aderido à bandeira, especialmente em relação ao consumo de energia elétrica. “Em 2004 fizemos uma reforma, buscando garantir a segurança e trocar alguns equipamentos que resultassem em economia de energia”, afirma a irmã Rosana Maria de Castro Rodrigues Cavalcante, responsável pela tesouraria do Instituto. Para o engenheiro eletricista Edson Martinho, é importante que as escolas mantenham as instalações elétricas revisadas e atualizadas conforme as normas técnicas brasileiras. “Isso garante segurança e conforto aos usuários e também redução de perdas nas instalações mal construídas, como, por exemplo, fugas de corrente em circuitos elétricos.” Edson Martinho, diretor executivo da Associação Brasileira de Conscientização para os Perigos da Eletricidade (Abracopel), lembra ainda que o redimensionamento dos condutores

(fios e cabos) é imprescindível para a economia. O especialista aconselha o uso de equipamentos que proporcionam um mesmo rendimento e desempenho com um gasto menor. De acordo com Martinho, as escolas devem realizar estudos de redução do consumo e melhoria do desempenho das instalações, obtendo uma economia mínima entre 5% a 10% após a readequação. Mas o engenheiro alerta para a necessidade de se fazer o trabalho com profissionais habilitados e credenciados junto ao CREA, que recolham ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) e se responsabilizem pelo projeto. Além das medidas adotadas pela parte administrativa, a área pedagógica pode abraçar esta bandeira por meio de atividades com alunos e professores. “Procuramos conscientizá-los a apagar sempre a lâmpada e a desligar o ventilador”, afirma a professora do INSA, Irene de Lacerda, coordenadora do Núcleo Ambiental da escola. Em 2008, o Núcleo trabalhou a questão energética sob os enfoques da conservação, transformação e conscientização, propondo um novo comportamento de alunos, professores e familiares no uso dos equipamentos eletroeletrônicos. “Observamos um envolvimento maior dos estudantes, como na ‘Hora do Planeta,’ e uma diferença de postura em sala de aula e também com a família”, diz. Neste ano, os projetos do Núcleo foram abraçados por toda a escola, entre os quais um treinamento realizado no âmbito da CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) junto aos funcionários da limpeza e manutenção e focado na economia da água e energia e reciclagem do lixo. Em outubro, os projetos serão expostos em um grande evento, a Missão Ambiental do INSA.


Devido à sua importância educativa, o Projeto NEA foi avaliado e selecionado para apresentação e publicação de pôster no I Encontro Internacional para Educação Aplicada à Conservação e Sustentabilidade, organizado e promovido pela Fundação Parque Zoológico de São Paulo, ocorrido entre 27 e 29/03/2009, onde participantes de Instituições de vários países discutiram a importância da Educação Ambiental na formação educativa

O pôster do NEA dividiu espaço com projetos de Instituições nacionais e internacionais reconhecidas e ambientalmente atuantes incluindo a participação de Empresas renomadas que atuaram como patrocinadoras dos outros projetos.


Ainda em 2009, o NEA marcou presença na Mostra Cultural do INSA, que passou a incluir o setor Ambiental no evento. Para preparar as instalações, os alunos auxiliaram as turmas do 6.º a 9.º Ano a promover a discussão sobre a questão ambiental envolvendo os seguintes temas: Rios e Oceanos; Projeto TAMAR; Energia e Fontes Alternativas de Energia; Alimentação Natural e Nutrição; Alimentos – desperdício e reaproveitamento; Terceiro Setor e ONGs ambientais e Exposição Natureza (Fauna e Flora).

Os alunos do NEA montaram uma Sala Sensorial onde o público tinha a percepção da diferença que sentimos ao estar em um ambiente preservado e em um degradado e, ainda, montaram uma Casa Ecológica. A Casa tinha tamanho real e foi toda montada com materiais recicláveis: as delimitações de paredes eram feitas de caixas de leite encapadas simulando tijolos; os móveis foram construídos com papelão, caixas de madeira e garrafas PET; jardim com plantas cultivadas em vasos de materiais recicláveis. Em cada ambiente, estavam posicionados cartazes com dicas de como manter a casa saudável e na saída, havia folhetos à disposição do público contendo as dicas indicadas na casa.

CASA ECOLÓGICA NEA (Núcleo de Educação Ambiental) DICAS – QUALIDADE DE VIDA O quarto natural: -

escolha lençóis de fibras naturais de cores claras opte por cobertores de lã, pois ajustam-se ao calor se usar edredom, escolha o enchimento natural use travesseiros com enchimento natural (penas, latex, lã) utilize um forro de colchão de fibras naturais, como lã ou algodão – absorve o suor, é mais confortável e evita ácaros - tenha poucos móveis para limpar o quarto com facilidade - mantenha o quarto arejado, abra as janelas diariamente - mantenha a limpeza e a organização – promova sua saúde - deixe o colchão ao ar para retirar ácaros e suor - pendure as roupas de cama ao sol (elimina ácaros e mofo) - reduza os aparelhos elétricos – emitem campos magnéticos - utilize tintas e vernizes ecológicos e à base de água - não utilize produtos de limpeza que emitam vapores tóxicos - use e abuse de lã, algodão, cânhamo e tecidos naturais - tapetes abrigam ácaros, escolha os de fibras naturais - separe roupas e calçados que não estão em uso e doe-as - móveis de segunda mão liberam menos gases nocivos Mais dicas: http://meumundosustentavel.com/casa-ecologica/

Prof.ª Irene Ramos


2010 – O NEA e a Biodiversidade Logo no início do ano, o NEA retomou as campanhas de coleta para reciclagem, com cartazes e amostras, na qual passou por todas as salas nos dois períodos, para relembrar a importância da participação de cada um. A relevante atuação do Núcleo foi destaque no Jornal Folha de São Paulo que publicou no Blog da Folhinha uma reportagem feita com alguns alunos do NEA

A ONU instituiu o ano de 2010 como o Ano Internacional da Biodiversidade. Então o NEA decidiu ampliar sua reflexão em prol da biodiversidade brasileira em seus distintos Biomas. Construiu um mapa gigante com os biomas em destaque, que foi instalado no pátio juntamente com as características e impactos ambientais de cada um, propondo uma sensibilização a todos os alunos sobre a questão da conservação do meio ambiente para preservação da flora e da fauna.

17/04/10 – Folha de SP A Folhinha deste sábado trouxe uma reportagem sobre o Dia do Planeta, comemorado em 22 de abril. Algumas crianças contaram o que fazem para ajudar o planeta, que tem sofrido com as ações do homem. As crianças do Instituto Nossa Senhora Auxiliadora (SP) mandaram sua opinião. Alguns alunos fazem parte do NEA - Núcleo de Estudos Ambientais. Eles se encontram uma vez por semana para pensar em soluções para o planeta. Como resultado dessas reuniões, coletam pilhas e baterias para reciclagem e transformam óleo de cozinha em sabão, que é doado para instituições de caridade. "Problemas ecológicos são muitos. Temos que ajudar, cada um fazendo sua parte", diz o aluno Gabriel Cichy, 10, que se preocupa muito com o efeito estufa. Veja o que os outros alunos do INSA fazem para ajudar o planeta. Alguns até sugeriram soluções para ajudar o ambiente: “Em casa eu ajudo economizando água, tomando banhos rápidos, e sempre quando não estou usando a luz eu apago as luzes. Na escola eu economizo folha de papel, procuro sempre economizar água quando vou lavar a mão. Vou continuar ajudando o planeta sempre que eu puder.” NICOLE CAMARGO JUSTINO, 11 “Quando eu estou jantando e vejo meu irmão na mesa, também eu vejo que a luz está acesa e o peço para apagá-la. Às vezes explico para meu irmão que faria diferença se deixasse apagado.”  DANILO YUKIO IWAMATSU, 11 “Futuramente gostaria de fazer uma campanha para reutilizarem a água da máquina de lavar por exemplo.” ANA LUIZA BARRERA CÂMARA, 12 “Eu ajudo o meio ambiente não matando insetos e tento não ficar sujando a rua. E quando tem eventos sobre o meio ambiente sempre eu e minha família fazemos o possível para entrar.” HUGO LEONARDO FERREIRA FILHO, 12 "Eu tenho uma ideia para ajudar o planeta: você já viu uma lamborguini? Pois é, ela tem aberturas laterais perfeitas para hélices de energia eólica. Só com umas mudanças. E não colocar uma bateria, mas um sistema de abastecimento em tempo real para o motor.”      PEDRO VILLARI, 11 “Eu e minha mãe reciclamos o lixo toda semana. Meu banho é de oito minutos e o chuveiro da minha casa usa aquecedor de água solar.” AIRTON NUNES, 11 Escrito por Gabriella Mancini às 18h17


CONVITE O INSA homenageia o Ano Internacional da Biodiversidade e o Dia do Meio Ambiente com exposição preparada pelos alunos do Ensino Fundamental II e do NEA – Núcleo de Educação Ambiental. O evento de abertura que será no dia 18/05/10 às 10h. Prestigie-nos!

Para homenagear a Semana Mundial do Dia do Meio Ambiente, em junho o grupo propôs uma atividade integrada com todas as turmas (Figura 54), com apresentação de vídeos sobre biodiversidade que foi encerrada com todos cantando a música “Gracias a la vida”, ensaiada nas aulas de Espanhol. Para conferir pessoalmente como é a biodiversidade marinha, o grupo do NEA foi visitar o Projeto TAMAR em Ubatuba, um passeio maravilhoso, com ótimo aprendizado sobre como a preservação ambiental é fundamental à vida nos oceanos

Como a coordenadora e criadora do NEA, Prof.ª Irene L. Ramos, estava cursando Mestrado em Química Ambiental, apresentou o Projeto em uma das disciplinas do curso, o que chamou muito a atenção dos docentes e profissionais participantes. O interesse foi tão grande, que surgiram dois convites: publicar sobre as experiências de Educação Ambiental, em especial com o NEA da Tese e, ainda, escrever um capítulo de um livro sobre Pesquisas de Ensino de Ciências e Biologia.

2011 – O NEA e a Vida no Planeta

O início do ano é sempre decisivo para as ações do NEA, pois muitos integrantes entram e alguns saem, porque se formam ou mudam de vida. É realmente um Núcleo dinâmico, adaptável às realidades e necessidades de cada período, de forma democrática e criativa, pois tratar das questões ambientais requer ações envolventes e que tragam resultados positivos. Começamos as atividades com a retomada das campanhas de coleta. Porém, a Campanha da Fraternidade de 2011 tinha como tema a Vida no Planeta, para destacar como a degradação ambiental promove a degradação humana. Então o NEA abraçou a ideia de melhorar as problemáticas sobre resíduos no INSA.


do biólogo Fabiano Guedes, que fez o contato com a família francesa. Alguns dos alunos do NEA representaram o grupo e foram entrevistados em espanhol, explicando com entusiasmo nosso Projeto e as ações que realizamos no INSA. A família se empolgou com nossas ações e seguiu para o Rio de Janeiro. No dia 22 de abril o NEA promoveu uma atividade de reflexão com todas as turmas no pátio, em homenagem ao Dia da Terra em parceria com a Pastoral. Em agosto, foi elaborada uma campanha sobre os malefícios do fumo à saúde humana e ao planeta, em homenagem ao Dia Mundial de combate ao Fumo. O NEA foi convidado a ministrar uma oficina ambiental no espaço kids da Casa Cor – mostra de Arquitetura e Design Promoveu-se a Campanha do Lixo, indicando o que pode ou não pode ser reciclado, com cartazes, folhetos explicativos e visitas às salas de aula. Também foram passados vídeos sobre a degradação ambiental e como a ação do Homem influencia esse processo. Ampliou-se a coleta de materiais – além das pilhas, baterias e óleo de cozinha, a comunidade educativa foi convidada a reciclar papéis e latinhas de alumínio também. Para isso, foram colocadas mais unidades coletoras em BRINQUEDOTECA ALÉM DA CASA COR. cada sala de aula e nos pátios, com indicações CENTRO DE CULTURA LUDICA do que se deveria depositar em cada local. Preparou-se, então, uma cuba de decompoEm março recebemos o convite para conhe- sição de materiais que seriam descartados no cer uma família francesa que está fazendo lixo (orgânicos e inorgânicos) colocados soum projeto ambiental incrível denomina- bre uma porção de solo, com o objetivo de obdo “Martin autour de monde” (site do pro- servar como o descarte de resíduos pode conjeto: https://www.martinautourdumonde. taminar ou melhorar o solo. A observação da com/), cuja proposta é dar a volta ao mundo cuba seria o ponto de partida para demonspara conhecer as questões ambientais que trar a valorização do solo. Em seguida, foi envolvem a educação ambiental (Martin é proposto aos participantes (além de crianças e um dos filhos do casal). Fomos até o Parque jovens, tivemos a visita de muitos idosos tamdas Abelhas, em Embu das Artes, a convite bém) que fizessem uma pintura artística em uma pequena tela utilizando argila como tinta.


O público participou com entusiasmo e, ao final de cada oficina, podia levar para casa o quadrinho... uma forma diferente de abordar uma importante questão ambiental. O convite para escrever o capítulo de um livro se consolidou. O livro organizado pela Prof.ª Dr.ª Rita C. Frenedozo foi publicado pela Editora Terracota e seu capítulo IV – “Criação de Núcleo de Educação Ambiental em espaço educativo”, escrito pela Prof.ª Irene, está registrada a história do NEA, com destaque ao apoio que a Direção e a Equipe Pedagógica do INSA sempre deram ao Projeto.

Para encerrar as atividades do ano, os alunos prepararam enfeites de Natal feitos de materiais recicláveis, para serem colocados em cada sala de aula, com um cartão comemorativo com poesia concreta e votos carinhosos. NATAL: época de magia e amor, harmonia e perdão, solidariedade e esperança, renovação das alegrias. Que você e toda a sua família sejam iluminados com as bênçãos renovadoras de paz e de amor! Felicidades!!! São os votos carinhosos de todos nós do NEA (Núcleo de Educação Ambiental) INSA Cada integrante do NEA também levou à sua família um enfeite produzido pelo grupo, com materiais recicláveis levando a mensagem de que é possível oferecer carinho e amizade respeitando e preservando o meio ambiente.

Em setembro, fizemos uma caminhada á loja de produtos para animais – a COBASI próximo ao Metrô Belém. Os alunos adoraram, pois puderam aprender com os monitores do local e acariciar alguns animais com todo o carinho. Foi bem animado esse passeio!

2012 – O NEA continua fazendo a diferença Como todo ano, o grupo do NEA se renova. Os novos integrantes aprendem muito com os que continuam atuando em prol do ambiente educativo inspirado em Dom Bosco. As ações democraticamente pensadas e discutidas tomam forma e se transformam em importantes reflexões e propostas de atitudes concretas que vão modificando sutilmente o cotidiano do INSA.


Após retomar as campanhas de coleta já consolidadas, a campanha de coleta de papel foi revista, pois, infelizmente, a logística não foi totalmente absorvida pela comunidade educativa, inviabilizando a reciclagem. dessa forma, foi abolida a coleta de papel nas salas de aula. Essa ação ficou concentrada nos setores administrativos do colégio.

Ainda em setembro, os alunos do NEA acompanharam outros alunos do Ensino Fundamental II ao estudo do meio em Foz do Iguaçu, planejado para enriquecer a vivência ambiental, além de conhecer a produção de energia na usina hidrelétrica de Itaipu. Foram dias intensos, com visitas interativas ao Ecomuseu, ao alojamento dos funcionários que construiram a Usina (hoje é uma Universidade interNo mês de maio divulgamos o projeto Viva a nacional), ao Parque das Aves, ao Parque NaMata, com uma divulgação sobre as propos- cional do Iguaçu e às Cataratas. Aprendizado tas da ONG SOS Mata Atlântica, ressaltando maravilhoso in loco, com muitas emoções! a importância da preservação e conservação deste bioma tão rico em biodiversidade, mas tão degradado nos últimos anos. Isso motivou o grupo a abraçar os cuidados com a Horta do INSA, que estava desativada. O trabalho com o solo, o cultivo e a manutenção da Horta se estenderam até o final do ano. No início de setembro os projetos ambientais foram divulgados em palestras ministradas em duas instituições de ensino superior, nas quais foi ressaltado o trabalho do NEA e sua relação com o cuidado com a água potável, como indicado no convite ilustrado abaixo.


A insipração trouxe novo ânimo ao grupo, que preparou a Semana da Natureza e dos Animais, no início de outubro, com a apresentação de vídeos e músicas a todos os alunos do INSA a fim de chamar a atenção para a importância do ambiente natural à vida humana. As músicas escolhidas para convidar todos a cantar junto foram: • Clube Da Esquina II Flávio Venturini /Milton Nascimento / Lô Borges • Tempos Modernos Lulu Santos • A Natureza Zé Ramalho/Geraldo Azevedo/Elba Ramalho • Meu País Foram coletadas as impressões de alguns integrantes do NEA para divulgar nesse dia: “A natureza é um presente da vida com frutos e outras belezas e este presente devemos cuidar.” (Letícia Ingrid) “No NEA pensamos em questões ecológicas e realizamos projetos sustentáveis.” (Matheus Carvalho) “A natureza é o que temos de mais precioso, não tem dinheiro nenhum que tenha mais valor.” (Pedro Villari)

em ambientes domésticos e atitudes do consumidor consciente, com folhetos indicativos para o público levar para casa e praticar. A participação do público foi bastante interativa. Utilizando as mais diversas linguagens, como propõem os grandes autores da área ambiental, o NEA segue inspirando reflexões e ações!

2013 – Maior Integração do NEA com a comunidade educativa

Neste ano, após a retomada das campanhas de coleta, o NEA continuou o cultivo da Horta do INSA para promover a parceria com os alunos do Integral. A proposta de manter uma Horta orgânica como um recurso interdisciplinar movimentou muitos alunos que puderam visitá-la, acompanhar seu desenvolvimento e aprender a valorizar a natureza e a alimentação saudável. Assim que as hortaliças e as ervas aromáticas cresceram, a Prof.ª Irene preparou um almoço completo para os alunos do NEA, no Laboratório de Nutrição, como agradecimento ao seu empenho de sempre... eles adoraram!

“O NEA é a realização de um sonho de muitos anos, pois ali a energia positiva dos alunos, a beleza das artes e da Ciência, a sensibilidade do trabalho em equipe e o amor à natureza! “Que esse amor nos mova sempre para um futuro melhor!” (Prof.ª MSc. Irene Ramos)

Em meados de outubro, o NEA montou uma instalação na Mostra Cultural e Ambiental intitulada “Casa Sustentável”, com diversas propostas ecologicamente corretas de construção, limpeza, utilização de recursos (energia, água, produtos, eletrodomésticos e eletroeletrônicos), para serem aplicadas no cotidiano de residências. O NEA trouxe para a Casa Sustentável, dicas práticas para a montagem de hortas residenciais, eco limpeza, ações sustentáveis

Em março, em comemoração ao Dia Mundial da Água, os alunos do Núcleo realizaram uma atividade com slides, vídeos e músicas para reforçar a importância da preservação da água e do uso consciente da água e da energia, em apoio às campanhas da ONU e da ONG WWF.


O dinheiro arrecadado foi utilizado para um passeio maravilhoso em uma tarde de visitação ao Aquário de São Paulo... inesquecível!

HORA DO PLANETA 2013 - WWF Ato simbólico contra o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta. Sábado, dia 23 de março de 2013, das 20h30 às 21h30. Apagar as luzes é só o começo! WWF - World Wide Fund for Nature (Fundo mundial para a vida selvagem e natureza)

No Dia Mundial do Meio Ambiente, o NEA preparou uma Campanha contra o desperdício de alimentos, baseada na proposta da ONU que instituiu o tema: Pensar. Comer. Conservar. Diga não ao desperdício. O melhoramento das questões alimentares, de cultivo e de consumo está diretamente ligado à preservação ambiental.

O NEA conquistou uma importante atividade neste ano – sua participação na tradicional Festa Junina do INSA. Como o Núcleo não tem fins lucrativos, também não possui verba, porém gostaria de realizar alguns passeios e atividades externas. A Prof.ª Irene, então, solicitou à Diretora Laura Léo A. Ferreira, a autorização para montar uma barraca com prendas totalmente confeccionadas pelos alunos do NEA, com materiais recicláveis, cuja renda seria revertida aos passeios do grupo. Foi concedida a permissão e os alunos montaram uma barraca com lindos produtos feitos por eles, que foram vendidos e marcaram uma nova etapa para o grupo.

Para marcar a Semana da Natureza, a equipe preparou em evento com programação envolvendo os dois períodos. Primeiramente, todos foram convidados a fazer uma pintura ou um bordado em um tecido de 10cmX10cm, que foi recolhido e posteriormente, confeccionou-se sacolas ecobags e colchas de retalhos para exposição e vendas com renda revertida à Pastoral. Após o evento, foi entregue a cada aluno participante uma ficha avaliativa para que fossem registradas as impressões, aprendizagens e sugestões, que foram tabuladas para que o grupo pudesse aprimorar sua atuação futura, diante dos resultados obtidos. Fechamos o ano om a campanha “O Natal e o meio ambiente”, para promover uma reflexão sobre o consumo consciente e a importância do reaproveitamento de materiais.

2014 – NEA e a Comunidade Educativa O NEA iniciou o ano reforçando as Campanhas de reciclagem de óleo, pilhas e lacre, com cartazes espalhados pela escola, para relembrar que durante todo o ano a comunidade educativa pode colaborar. No Dia Mundial da Água, realizou a Campanha de uso consciente da água, utilizando vídeos para discutir as principais notícias sobre a dificuldade do Sistema Cantareira e a seca em São Paulo, pois estávamos passando pela maior crise hídrica já ocorrida no Estado.


A Horta foi renovada, com a recuperação do solo e o plantio de novas mudas de alface, escarola, couve, pimentão, tomate-cereja, berinjela e vários tipos de erva medicinal, novamente com a rega em parceria com as professoras e alunos das turmas do Integral.

Em maio, um grupo de alunos do NEA acompanhou suas respectivas turmas a um passeio ao Jardim Botânico de São Paulo, para conhecer melhor uma área remanescente de Mata Atlântica e o trabalho de conservação dos profissionais que ali trabalham. No retorno, compartilharam com o restante do grupo as impressões e conclusões.

Neste ano, a Festa Junina teve um novo formato – ao invés de montar uma barraca com a venda dos produtos feitos pelos alunos do NEA com materiais recicláveis, decidiu-se fazer uma brincadeira em forma de jogo. Então, optou-se pelo jogo “Tomba latas”, feito com latas de alumínio decoradas e bolas de meias. Novamente o valor arrecadado foi reservado para um passeio. Neste ano foi escolhido o Horto Florestal de Campos do Jordão.

Em agosto, outro grupo de integrantes do NEA acompanhou o estudo do meio de suas turmas ao Roteiro dos Bandeirantes, percorrendo várias cidades às margens do Rio Tietê para compreender como ele era antigamente e como, infelizmente, hoje é totalmente degradado e poluído. O estudo detalhado está descrito na reportagem na edição da Revista Panorama de 2014. No retorno, em uma roda de conversa no Núcleo, os alunos que foram ao estudo compartilharam as impressões sobre as questões ambientais observadas e ressaltaram que a poluição ambiental é realmente difusa, ou seja, atinge as cidades próximas à nossa metrópole, infelizmente.


No final de agosto, fomos ao passeio conquistado pelo NEA – rumo ao Horto Florestal em Campos do Jordão. No caminho visitamos a imagem de N. S. Auxiliadora no mirante de Santo Antônio do Pinhal e a estação de trem Eugenio Lefèvre. Seguimos para o Horto Florestal, onde fizemos trilhas e vimos a flora exuberante do local. Seguimos para o centro da cidade, onde almoçamos, visitamos a cachoeira Ducha de Prata e uma feira de artesanato. No caminho de volta, fizemos paradas em lugares encantadores.

2015 – O NEA sempre atuante Neste ano, foi proposto ao grupo um trabalho mais científico, com uma pesquisa ampla envolvendo os três períodos, o matutino, com o Ensino Fundamental II e o Ensino Médio; o vespertino, com a Educação Infantil e o Ensino Fundamental I; o noturno, com diversos cursos da Faculdade Sumaré, além das turmas do Integral, funcionários, professores e Equipe Pedagógica. Foi escolhido o tema “Resíduos sólidos”, pois, mesmo após tantos anos de NEA, esse ainda é o grande problema do colégio. Foi elaborado um questionário que foi aplicado a todos os períodos citados, com a colaboração da Prof.ª MSc. Sibele Registro que participou também do acompanhamento da aplicação. O modelo do questionário se encontra na página seguinte.

Enquanto fazíamos as tabulações, demos sequência às outras atividades do ano. O grupo decidiu modificar o layout para as coletas de lacres, criando um novo modelo de coletor de lacres. Os coletores foram espalhados pelos Em homenagem à natureza, os integrantes do pátios e facilitou bastante a visualização, o que Núcleo confeccionaram uma árvore, simboli- ampliou a participação de todos e a arrecadação zando toda a comunidade educativa do INSA, para incentivar a preservação ambiental. No final de ano, foi realizada uma Campanha de arrecadação de brinquedos, livros e gibis para encaminhar à Pastoral, que os doou a Instituições de crianças carentes. Foram confeccionados enfeites de Natal com materiais recicláveis para enfeitar o INSA. As atividades foram encerradas com um lanche de confraternização com esses alunos tão engajados e especialmente solidários. Orgulho e alegria por coordenar e fazer parte desse grupo!


INSA _

NEA – Núcleo de Educação Ambiental

Prof.ª MSc. Irene L. Ramos e Prof.ª MSc. Sibele Registro

ANÁLISE DO DESTINO DOS RESÍDUOS SÓLIDOS EM COMUNIDADE EDUCATIVA Nome: ____________________________ Idade: _____ ( ) Masculino ( ) Feminino Aluno? ____ Turma: ____ Período: ____ Quantas pessoas moram com você? _______ Não aluno? _______ Parentesco: _______Profissão: ________ Escolaridade: _______ 1) Você mora em: ( apartamentos; (

) casa; ( ) apartamento; ( ) vila; ( ) condomínio fechado de casas; ( ) outros _______________________________

2) Você sabe para onde vai o lixo recolhido pelo caminhão de coleta? ( ) não sei; ( ) lixão; ( ) rios; ( ) aterro sanitário; ( ) incinerador; (

) condomínio de

) outros: __________________

3) Considerando que 1 saco de lixo tenha 20 litros, quanto lixo sua família produz por semana? ( ) menos que 1; ( ) ; ( ) 2; ( ) 3; ( ) 4; ( ) 5; ( ) 6 ou mais. 4) Como você descarta seus resíduos ou lixo? ( ) não separa e encaminha tudo junto para a coleta de rua; ( lixo seco para reciclagem; ( ) separa o lixo reciclável por tipo; seletiva; ( ) outros: _________________

) separa o lixo seco do úmido; ( ) encaminha o ( ) encaminha o reciclável separado para coleta

5) Se você encaminha o lixo seco para reciclagem, onde você o entrega? ( ) no próprio condomínio; ( ) no supermercado; ( ) em cooperativas; ( ECOPONTO; ( ) outros:__________________________________ 6) Qual (is) material (is) você encaminha para a reciclagem? ( ) nenhum; ( ) lixo orgânico; ( ) pilhas e baterias; ( ) óleo de cozinha; ( (

) vidro; (

) papelão; (

) alumínio; (

) metal; (

7) Você costuma encaminhar algo para doação? ( Se doa, o que encaminha? (

) roupas; (

(

) sapatos; (

) brinquedos; ( ) livros; (

) eletrodomésticos; (

) móveis; (

) cigarro; (

) sim; (

) em coleta seletiva de rua; (

) no

) plástico;

) outros: ___________

) não

) alimentos; (

) eletrônicos;

) outros: _________________________

8)

Na sua opinião, há relação entre o lixo e a saúde? ( ) não; ( E com relação ao meio ambiente? ( ) não; ( ) sim.

9)

Reciclar o lixo traz vantagens? ( ) não; ( ) sim; ( ) não sei. Se positivo, quais? _______________________________________________________

) sim

10) Você conhece o NEA? ( ) não; ( ) sim. Participa de suas atividades? ( ) não; ( ) sim. Quais? ________________________ Observações, sugestões ou opiniões: ____________________________________________ Agradecemos sua gentileza e participação!


As campanhas de coleta de pilhas, baterias e óleo de cozinha usado continuaram, com uma ampla produção de sabão feito do óleo coletado e participação do grupo do NEA.

Foi criada também uma linha do tempo e um vídeo-documentário com as ações do NEA no decorrer dos anos, além de um “eco jogo” interativo para os visitantes da Mostra poderem se divertir, aprendendo como promover ações ambientais. O passeio conquistado foi escolhido dentro de nossa cidade – visitar o projeto “Telhado Verde”, que promove a compostagem dos resíduos orgânicos recolhidos na praça de alimentação. Incrível iniciativa baseada em conhecimentos científicos de grande valor agregado.

A Horta orgânica e comunitária continuou sendo cuidada pelo NEA com colheitas constantes e visitação de alunos do Infantil e do Integral, além de pessoas que vêm conhecer o INSA. Na Festa Junina do INSA, foi criado o “Jogo de Dados”, também com brindes feitos pelos alunos do NEA com materiais recicláveis, com sucesso de público

O grupo decidiu a nossa nova marca para as ações ambientais e cada aluno pintou sua própria camiseta com ela. Para a Mostra Cultural, os alunos prepararam um corredor ecológico com uma série de cartazes indicativos com os gráficos elaborados com os resultados da Campanha sobre Resíduos sólidos, coletados com os questionários aplicados anteriormente.

No final do ano, realizamos campanhas de arrecadação de brinquedos, bichinhos de pelúcia, livros e gibis para encaminhar à Pastoral, que os doa às Instituições infantis. É uma forma de evitar o descarte inadequado, dando um novo destino aos objetos – atitude ambientalmente correta. Com o NEA, o ambiente educativo fica mais dinâmico, mais alegre, mais humano e solidário, com uma sensibilidade ambiental, que se amplia em ações reais, ainda mais fortalecidas e maduras, em prol de uma real mudança de atitudes.


2016 – O NEA intensifica suas ações

Os projetos desenvolvidos pelo NEA trazem um grande estímulo às ações positivas referentes às questões ambientais vividas no cotidiano INSA. É por isso que recomeçamos o ano com a retomada das campanhas de coleta já consolidadas pelo Núcleo. Porém, logo no início do ano o grupo contou divulgou os resultados da Pesquisa sobre Resíduos, iniciada no ano anterior, e contou com a participação da Prof.ª Ms. Gabriela Castro Gomes, que trouxe valiosa colaboração, principalmente na confecção e análise dos gráficos para a divulgação.

Dentre os pesquisados, 196 pessoas levam óleo de cozinha usado para a reciclagem. Somente no primeiro semestre desse ano (2016), o NEA reciclou cerca de 60 litros de óleo de cozinha usado produzindo sabão, dessa maneira foi possível impedir que até 1,2 milhões litros de água fossem contaminado. Do total de pesquisados, 197 pessoas levaram as pilhas e baterias usadas para a reciclagem (o NEA recebeu 45 kg de pilhas e baterias que está sendo destinado à reciclagem). Diante disso, o grupo decidiu fazer um circuito integrado, denominado Eco-tour, para que todos os alunos dos dois períodos pudessem ver de perto todas as ações que o NEA promove e, dessa forma, ampliar sua participação. Em suas reuniões, os alunos prepararam as atividades.

Em resumo, com a pesquisa constatou-se que a maioria das pessoas que estudam ou trabalham no INSA sabem da importância da coleta seletiva e reciclagem. Porém, de acordo com os dados foi possível perceber que as pessoas que moram em apartamentos separam os resíduos sólidos em maior quantidade em relação aos Foram criados 4 pontos de paramoradores de casas, pois em alguns condomí- da no circuito, que tinham integrannios há coleta seletiva, o que facilita ao mora- tes do NEA para explicar cada atividade: dor fazer o descarte do material a ser reciclado. Segundo alguns comentários dos moradores das casas, não há medidas que facilitem o descarte adequado, pois não há lugar, próximo de sua casa, que faça coleta seletiva, e, ainda, há pouca ou nenhuma informação sobre como separar o lixo que pode ser reciclado ou onde levá-lo. Das 439 pessoas que participaram da pesquisa, 184 não reciclam nenhum tipo de resíduo!

- Estação – história do NEA: foi apresentada uma linha do tempo indicando todo o Projeto, suas ações e conquistas até aquele momento. - Estação – Campanha do óleo: foi montada uma casinha com materiais recicláveis para coleta do óleo com informações sobre os impactos ambientais que ele causa e o que o NEA faz com o que é coletado (o sabão).


- Estação – Campanha das pilhas e do lacre: cartazes, garrafa PET cheia de lacres de alumínio e pilha desintegrando-se em água dentro de um vidro fechado para simular os impactos que ela causa ao meio ambiente foram demonstrados para reforçar a importância da participação nas campanhas.

“Todas as escolas deveriam ter projetos como esse, e eu acho que todos os alunos deveriam participar porque o NEA cuida de parte do planeta, que é nossa casa comum.” A equipe tão engajada registrou o encerramento do Eco-tur com sentimento de missão cumprida.

- Estação – Horta orgânica: os alunos visitaram a horta cuidada pelo NEA nos últimos anos, onde receberam informações sobre a importância da qualidade dos alimentos à nossa saúde.

Após a avaliação das visitações, o grupo começou a se preparar para a tradicional barraca ecológica na Festa Junina, produzindo os brindes feitos de materiais recicláveis (porta-lápis, vidro e garrafas decoradas, vasos com flores, vai-e-vem, porta jujuba, sabão ecológico, sabonete, sais de banho, quadros com botões, cuca verde, aventais, jogo da memória). Porém, decidiu-se pela inovação da brincadeira e criamos o jogo “Boca do macaco”, um painel de madeira reciclada, na qual foi pintado um macaco em uma floresta, com a boca aberta para que pudessem ser atiradas bananas plásticas.

O Eco-tour foi um sucesso! Alguns alunos do NEA coletaram depoimentos: “Eu achei muito interessante a parte da horta porque muitos lugares estão sem nenhuma área verde e então eu acho legal ter isso na escola.” “Achei bastante interessante a óleo que vocês reutilizam algo tremamente prejudicial, e faz to bom e muito útil que é

parte do que é exalgo muio sabão.”


No final de junho, o grupo do NEA assistiu ao filme “Lixo Extraordinário”, que conta a história dos catadores de lixo, pessoas que são responsáveis por grande quantidade de itens recicláveis descartados em um lixão a céu aberto. Foi uma sessão de aprendizado e integração para encerrar o semestre. Diante dos resultados da pesquisa sobre resíduos e as reflexões e discussões após o filme, os integrantes decidiram promover a “Semana de conscientização sobre o descarte adequado de resíduos”, a ser instalada na Semana da Natureza, no início de outubro. Para as atividades foram preparados cartazes, instalações, oficinas e campanha educativa sobre a forma correta de depositar o lixo nas salas de aula, nos pátios, enfim, no INSA.

Depois da visita ao NEA de Guararema, fomos fazer uma visita monitorada ao Parque Ilha Grande, observar a vegetação característica do local, as ações ambientais e as propostas que o Núcleo efetua no Parque. Seguimos para um tour pela linda cidade e fomos encaminhados ao outro setor do NEA, localizado próximo ao local onde ocorrem eventos e exposições na cidade. Visitamos a sala de exposições, onde tivemos todas as inforAinda no mês de outubro, os alunos puderam mações sobre as atividades que ocorrem ali. aproveitar o merecido passeio tradicionalmente realizado com a verba arrecadada na Festa Junina. O local escolhido foi a cidade de Guararema, onde fomos gentilmente recebidos por profissionais do Município que trabalham na área ambiental (coordenadores da Secretaria do Verde, professores, biólogos, coordenadores e integrantes de ONGs do setor ambiental, funcionários do local e visitantes), na sede do Núcleo de Educação Ambiental Sinhô Muniz, dentro do Parque Ilha Grande. Participamos de palestras, oficinas, vídeos e debates. Fomos convidados a relatar como o NEA - INSA atua nessa quase uma década de existência e o grupo presente ficou tão entusiasmado com o engajamento de crianças e jovens multiplicadores, como os integrantes do NEA, que a coordenação do Núcleo do Parque convidou o nosso grupo a Despedimo-nos da equipe de monitores, fomos preparar uma apresentação especial para inte- saborear um delicioso almoço caseiro, conhegrar a sua agenda! Que orgulho desse grupo cemos a cidade e encerramos o passeio maraincrível de alunos! Ultrapassando fronteiras... vilhoso em uma sorveteria. Dia inesquecível!


Para encerrar o ano, o grupo chegou à conclusão que uma confraternização iria consolidar o clima fraterno e de amizade, além de celebrar todo o trabalho e ações positivas realizadas durante o ano. Para esse dia especial, a Prof.ª Irene convidou o grupo para conhecer o Recanto Brumalis, espaço de lazer e convivência da família, situado em Atibaia. Além dos alunos do NEA, também foram ex-alunos e alguns professores. Almoço caseiro preparado com carinho pela anfitriã, descanso na rede, brincadeiras, relaxamento e momentos de emoção e amizade... Dia completo e abençoado!

2017 – Comemorando uma década com muita ação

Dez anos! Que emoção ter criado e coordenado por todo este tempo um Projeto que envolveu tantas pessoas mobilizadas para fazer a diferença! Recomeçamos o ano com novas perspectivas, pensando em como marcar essa década. Para isso, nos reunimos para votar os projetos do ano. Planejou-se realizar uma oficina de fotografia para um posterior concurso de fotografias; visitar parques, escolas e praças para fotografar, retomar as campanhas do NEA (lacre, pilha, sabão e horta); preparar a festa Junina; escolher um passeio com os recursos arrecadados, além de criar um evento especial para comemorar os “10 anos do NEA”. Inicialmente, preparamos a retomada das Campanhas de Coleta, com murais que abordavam cada tema, onde os alunos do NEA receberam todos os alunos dos dois períodos, para explicar como todos podem participar das coletas, destacando o trabalho do NEA.


O Pe. Ángel é Reitor-mor dos Salesianos, e representa o sucessor atual de Dom Bosco, Santo que foi proclamado pelo Papa João Paulo II, como Pai e Mestre da Juventude, hoje canonizado. O NEA teve um espaço para oficinas ambientais onde trabalhou com fotografias. Como o FEST envolve várias escolas Salesianas, o grupo fotografou algumas escolas da Capital, e preparou um evento de integração efetiva.

Para a Festa Junina foram escolhidas as prendas a serem confeccionadas e o grupo trabalhou a todo vapor. Como no ano anterior o jogo “Boca do Macaco” foi um sucesso, mantivemos a mesma proposta.

Este ano, a coordenadora da Pastoral, Irmã Huimin Chen, nos convidou a participar do FEST (Festival da Juventude Salesiana), tradicional encontro festivo da Articulação da Juventude Salesiana do Estado de São Paulo, no Colégio Salesiano Santa Teresinha em Santana, que ocorreu em 14 de outubro. Especialmente neste ano tivemos a digníssima presença do reitor-Mor, Pe. Ángel Fernández Artime, que veio especialmente da Itália para o FEST.

Foram escolhidas as escolas com acesso mais facilitado por ônibus e metrô. Organizamos as saídas e fomos em junho visitar vários espaços Salesianos para ver como cada um cuida de seu ambiente. Primeiro fotografamos as dependências do INSA Belém, nossa casa. Depois fomos à Paróquia de N. S. Auxiliadora, ao Colégio de Santa Inês e ao Liceu Sagrado Coração de Jesus, localizados no Bom Retiro. Na semana seguinte, fomos ao Instituto Madre Mazzarello e ao Colégio Salesiano Santa Teresinha, em Santana. Para fechar as visitas, fomos na semana seguinte fotografar a Obra Social Dom Bosco, em Itaquera, onde o trabalho primoroso com a comunidade nos impressionou.


Essas visitas foram profundamente inspiradoras para a preparação das oficinas para o FEST. As próximas etapas foram a confecção de painel com as fotos para exposição no FEST; seleção de algumas imagens como base para confecções artísticas; organização da Mostra e montagem das instalações no FEST; preparação dos materiais para as oficinas (tela para pintura com argila, porta-celular feito com caixinha de leite e tecido – ambos para ser base da oficina com fotos no dia do evento); apresentação dos painéis e realização da oficina artístico-ambiental no FEST. Para encerrar, quero me reportar ao que Irmã Zilá, sensível amante da natureza, nos presenteou: a Carta encíclica escrita pelo Papa Francisco, entusiasta das ações humanas e ambientais. O título da Carta é “Laudato Si’ – sobre o cuidado da casa comum”, nosso planeta Terra. No documento ele reforça os objetivos de suas sábias palavras e ações:

“O objetivo não é recolher informações ou satisfazer nossa curiosidade, mas tomar dolorosa consciência, ousar transformar em sofrimento pessoal aquilo que acontece com o mundo e, assim, reconhecer a contribuição que cada pode lhe dar. [...] É preciso revigorar a consciência de que somos uma única família humana. Não há fronteiras nem barreiras políticas ou sociais que permitam isolar-nos e, por isso mesmo, também não há espaço para a globalização da indiferença.” Uma generosa alma humana alertando a todos nós que ações conjuntas e solidárias fazem toda a diferença para um mundo sustentável! Maravilhoso, não? Incrivelmente maravilhoso é cada uma das pessoas humanas, entusiastas, sensíveis e ágeis que fizeram e fazem parte deste Projeto NEA, que já não é de minha vida apenas, é da comunidade, das famílias, do mundo! Que todos possam se unir e multiplicar sempre essas ações dinâmicas que trazem um novo brilho às nossas vidas e nos mostram que o mundo pode ser melhor, SIM!!! Que as pessoas unidas no bem comum podem ter força, SIM!!! Que a preservação e a conservação da natureza são possíveis, SIM!!! Que amar a natureza é amar a si mesmo e ao próximo, SIM!!! E que juntos, somos melhores, sempre! Minha eterna gratidão a cada um que, com tanta gentileza, entusiasmo e carinho, construíram essa década de história verdadeira! Prof.ª Irene L. Ramos


Campanha da Fraternidade 2017 Meio Ambiente

“ É triste pensar que a natureza fala e que o gênero humano não a ouve”. ( Victor Hugo) Em 29 de agosto de 2017, realizamos uma entrevista com o Pe. Tarcísio Marques Mesquita da Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto. A entrevista teve como objetivo explorar o tema da Campanha da Fraternidade que esse ano traz: “Fraternidade: biomas brasileiros e defesa da vida”. Ela foi realizada na própria paróquia direcionada pelas professoras: Sibele Registro (Ciências e Biologia) e Gabriela Lúcia da Costa e Castro Gomes (Geografia) contando com a participação dos alunos do 7˚ano e do auxiliar da pastoral, Ettore. Refletindo sobre a relevância do tema, e também, do paradoxo que é: Brasil, o maior país em biodiversidade do mundo, é também, o campeão em desmatamento.

Segue abaixo a visão do cidadão, do sacerdote e sobretudo do ser preocupado com as questões sociais e ambientais na busca da preservação da vida. Aluno: O que é a Campanha da Fraternidade? Pe Tarcísio: “A Campanha da Fraternidade é uma promoção que envolve muita gente. Pessoas da igreja católica, pessoas que são ecumênicas e também envolve outras igrejas que se juntam à igreja católica para trabalhar algum tema ligado à fraternidade. Ela diz respeito àquilo que cuida do bem comum, do que faz a gente ser mais irmão, mais irmã.


A Campanha da Fraternidade começou na igreja no ano de 64, e a cada ano desenvolve uma temática. Durante o período da quaresma, e, depois da quaresma, o tema da Campanha vai ecoando, ressoando, pois a ideia é que a Campanha resuma atitudes exatamente vinculadas ao que cada Campanha da Fraternidade propõe.”

Esta já é uma grande preocupação porque lá temos uma biodiversidade muito grande e destruir a floresta, certamente, traria repercussões ao planeta inteiro. Então, são várias frentes em que a igreja atua em defesa do meio ambiente como pastoral.

Aluno: Sabendo da importância do tema abordado, cuja a base é a preservação da vida, de que maneira a igreja atua efetivamente nesse assunto?

Aluno: Qual a proposta da Paróquia Nossa Senhora do Bom Parto para melhorar o ambiente do bairro? E essa proposta, se estende para pastorais adjacentes?

Pe Tarcísio: A igreja atua nas questões ambientais em diversos setores. Aqui, em São Paulo, temos a pastoral da Ecologia que reúne pessoas em várias paróquias e comunidades preocupadas com o meio ambiente. Pessoas essas, preocupadas com os problemas: do lixo, da poluição da água, escassez da mesma e com o seu desperdício. Também temos outras pastorais, como por exemplo: a pastoral Indigenista, que se solidariza com as nações indígenas do Brasil e a pastoral se preocupa com ambientes muito específicos, como exemplos: a Floresta Amazônica, o Cerrado, os Pampas e a Mata Atlântica. Pastoral essa, que tem preocupação com esses microambientes, que não são tão micros assim. Haja vista, a Floresta Amazônica que é maior do que muitos países no mundo.

Pe Tarcísio: A nossa paróquia refletiu o tema da Campanha da Fraternidade. Temos essa preocupação de conscientizar as famílias sobre as questões ambientais. As crianças na catequese discutem os temas relacionados a campanha da fraternidade, desta maneira, criamos aquela consciência de que não se pode depredar o meio ambiente. Mais que isso, só se criássemos uma pastoral que lidasse com as questões ambientais e envolvesse pessoas nas atividades e pudesse formar ambientalistas. Tem gente aqui, na nossa paróquia, que é doutora em Medicina Veterinária e que atua na pastoral da defesa do Meio Ambiente. Então, a ideia da Campanha da Fraternidade é que todos participem e tomem consciência para não depredar, fazendo um pouco mais em defesa do meio ambiente.

Aluno: Como o senhor vê as campanhas que Aluno: Considerando a banalização da vida hu- ocorreram até hoje? Alguma delas teve um mana nos dias atuais, por que a igreja escolheu o resultado superior ao das outras campanhas? tema Biomas para a Campanha da Fraternidade? Pe Tarcísio: De fato nem todas as campanhas Pe Tarcísio: “Bom, a cada ano se tem uma pre- têm resultados parecidos. Nós tivemos há ocupação. No ano que vem, inclusive, o tema muitos anos, uma campanha sobre a violência será sobre a Violência na Sociedade. Esse ano, contra a criança. Em solidariedade as pastoé um tema ecológico porque vai ao encon- rais que trabalhavam com as crianças, surgitro da encíclica do Papa Francisco chamada ram atividades da igreja relacionadas com a Laudato si’, que discorre sobre os problemas defesa da criança e do adolescente, núcleos ambientais. Se a gente fere a natureza, a gen- de atuação em que as crianças e adolescente fere o ser humano também. Ferir a nature- tes sobretudo os da periferia foram socorriza, bem como ferir o ser humano, destruindo dos através de um reforço escolar e alimeno meio ambiente, é uma forma de violência tar. A meu ver, foram atividades positivas da a ser denunciada, combatida e eliminada.” Campanha da Fraternidade sobre o menor.


Conscientização dos problemas ambientais através de Campanhas Publicitárias Falar sobre a questão ambiental mundial é relatar os mais graves problemas da sociedade moderna. Durante muito tempo, as intervenções humanas sobre o ambiente provocaram impactos que afetaram as mais variadas formas planetárias, nos recursos naturais de base como: o ar, a água, o solo, os vegetais, os animais e os minerais que são colocados em risco constante de desequilíbrio. Destacam-se entre os principais problemas ambientais: a influência antropogênica sobre o efeito estufa, é um processo natural que viabiliza o equilíbrio da vida na Terra, pois a mantém aquecida. Mas, o aumento significativo das emissões de gases de estufa como o dióxido de carbono (CO2), o metano (CH4) e o óxido nitroso (N2O) contribuem para o aumento da temperatura média do planeta e possíveis desequilíbrios ambientais. O aquecimento global se tornou um dos maiores problemas da Terra, com efeitos que podem ser catastróficos. A conscientização de que os recursos naturais disponíveis, em sua maioria, não são renováveis, deveria implicar em uma mudança de atitude e influenciar as tomadas de decisões por parte dos governantes e empresários que necessitam continuamente dessas matérias primas para a produção e crescimento econômico do país.

Minimizar os impactos causados por ações agressoras significa promover o aproveitamento inteligente dos recursos naturais respeitando os limites da Natureza, integrando o Homem a esse ambiente mais sustentável. Pensando na importância da conscientização sobre os problemas ambientais somada a tendência de se trabalhar em conjunto as disciplinas, foi proposto um projeto que objetivou conscientizar a comunidade da escola, através dos dois idiomas português e inglês, sobre os problemas ambientais a partir de campanhas publicitárias. O trabalho foi idealizado pela professora de Inglês Priscila Maria Gardelli Trindade e contou com a participação das professoras: Gabriela Lúcia da Costa e Castro Gomes e Sibele Registro das disciplinas de Geografia e Ciências e dos alunos do Ensino Fundamental II de 6o e 9o anos. Inicialmente, os alunos do 6o ano realizaram pesquisas semanais de palavras usadas nas Ciências Ambientais; palavras estas, que foram colocadas em uma agenda telefônica. Posteriormente, tais palavras foram traduzidas da língua portuguesa para a língua inglesa, e a partir daí a ideia de transformar palavras em atitudes através de campanhas publicitárias.


Para a elaboração dessas campanhas, os alunos lançaram mão de desenhos que se transformaram em cartazes e folders e que, por sua vez, evoluíram em propagandas. Já com os alunos do 9º ano, foi utilizada uma dinâmica diferente; durante as aulas de inglês, discutiu-se sobre os problemas ambientais tais como o descarte desregrado do lixo, contaminações do solo e da água, poluição do ar e o desmatamento. E subsequentemente, a ideia de campanhas publicitárias e desenhos que abordassem os problemas ambientais e a necessidade urgente da sustentabilidade planetária.


Mooca in English

Mooca, a neighborhood in São Paulo, where there is a large number of Italian immigrants, consequently it has a great Italian influence not only in the architecture but also in the way the people of that neighborhood behave. The local Italian community holds traditional religious celebrations and festivities all year round, being the most famous that of San Vito, Our Lady of Casaluce, San Gennaro (patron saint of Naples). These celebrations take place on the streets, where, A ação de projetos interdisciplinares, discutin- aside from the true markets offering typical do assuntos atuais tão pertinentes ao conheci- dishes, handicrafts and wine, stages for danmento dos alunos sobre a preservação ambiental ce presentations and live traditional music. planetária, conseguiu elevar a conscientização ambiental dessas futuras gerações, que come- Mooca's atmosphere has always been that of ça pela percepção do aluno do seu próprio Ser an industrial suburb. Buildings, homes and e seu pertencimento ao Planeta, criandoum warehouses façades preserve traces of the senso crítico em relação à sustentabilidade. Italian legacy and it is not unusual to find old preserved ”vilas operárias”, narrow residential streets in large abandoned industries surroundings, where the Italians and other workers from different countries first settled. Another important fact that is strongly related to Mooca's Italian origins is the local soccer team stadium, Juventus Stadium. A great number of the working-class families from Mooca found prosperity and as São Paulo was gradually changing from an industrial city into a business centre, many of those families started their own businesses (such as the Lorenzetti and Matarazzo families).


There are old, beautifull and typical houses that are falling apart, are under the protection they can't be pulled down, but people get a licence to build a new house near the old one sadly.

A atmosfera do bairro da Mooca sempre foi a de um subúrbio industrial. As fachadas de edifícios, casas e armazéns preservam vestígios do legado italiano e não é incomum encontrar velhas "vilas operárias" preservadas, ruas residenciais estreitas e grandes indústrias abandonadas, onde os italianos e outros trabalhadores de diferentes países se estabeleceram pela primeira vez.

However, this scenery has changed, many warehouses and industries facilities were simply abandoned, creating perfect conditions for real estate speculation to turn Mooca into a bussiness area. Office towers have been built recently, mainly along Avenida Paes de Barros. Outro fato importante que está fortemente relacionado às origens italianas da Mooca é o estádio de futebol local, “ Juventus”. Um grande número de famílias da classe trabalhadora da Mooca encontraram prosperidade e, como São Paulo estava mudando gradualmente de uma cidade industrial para um centro de negócios, muitas dessas famílias iniciaram seus próprios negócios (como as famílias Lorenzetti e Matarazzo). Existem casas lindas antigas e típicas que estão deterioradas, foram tombadas pelo patrimônio histórico e não podem ser demolidas, mas infelizmente, pessoas conseguem obter A typical scene in Mooca: houses first built licença para construir casas novas ao redor. by immigrants in early 1900s. (Cena típica na Mooca: as primeiras casas cons- No entanto, esse cenário mudou, muitos truídas por imigrantes do início de 1900) armazéns e instalações industriais foram Mooca, um bairro em São Paulo, onde existe simplesmente abandonados, criando condições perfeitas para a especulação imobium grande número de imigrantes italianos, liária, transformando o bairro da Mooca consequentemente tem uma grande influênem uma área de negócios. Prédios emprecia italiana não só na arquitetura, mas também na forma como as pessoas daquela vizi- sariais foram construídos recentemente, principalmente, na Avenida Paes de Barros. nhança se comportam. A comunidade italiana local celebra festas religiosas tradicionais e festividades durante todo o ano, sendo a mais famosa a de San Vito, Nossa Senhora de Casaluce, San Gennaro (santo padroeiro de Nápoles). Estas celebrações ocorrem nas ruas, onde, além das barracas que oferecem pratos típicos, artesanato e vinho, há também palcos para apresentações de dança e música tradicional ao vivo.


Alfabetização Científica Por que ensinar Física?

A fim de tornar o texto que segue o mais objetivo possível, em um primeiro momento serão apresentadas as duas correntes mais destacadas nas instituições de ensino básico, no que diz respeito às orientações educacionais seguidas, grosso modo, na maioria dos colégios atuantes no Brasil. Em seguida, as características marcantes de cada uma dessas vertentes e por fim, a ênfase escolhida pelo Instituto Nossa Senhora Auxiliadora esperando assim responder a pergunta do título.

Cabe à instituição, buscar o equilíbrio entre esses extremos apresentados, ou seja, promover um ambiente em que os educandos sejam capazes de atuar criticamente nos mais diversos segmentos da sociedade de modo significativo. Para que essa atuação seja eficaz, especialmente nos temas que tangenciam a ciência, o educando deve ter um cabedal de conhecimento, construído ao longo de sua trajetória escolar e ser capaz de deliberar sobre a escolha, por exemplo, da matriz energética do país, conhecendo os fundamentos dos fenômenos, os conceitos envolvidos no tema, para assim relacioná-los com possíveis implicações sociais, políticas ou ambientais. Para que uma atuação desse tipo seja possível, a alfabetização científica, entendida como decodificação de códigos e linguagens utilizadas no meio científico, interpretação dos fenômenos físicos, correlação com o cotidiano e ainda a consequência de ações políticas camufladas como decisões técnicas, faz-se necessária em todo o ciclo de ensino.

As instituições de ensino básico, em especial da rede privada, norteiam-se entre dois extremos. De um lado, os colégios destacados pela atuação propedêutica, que têm, por essência preparar seus alunos para provas oficiais, tendo como grande objetivo o sucesso dos educandos em vestibulares de grande concorrência. Esse viés competitivo eleva o nível de concentração e dedicação dos educandos, além de possibilitar que o objetivo seja alcançado: o sucesso no vestibular. O aspecto negativo nessa abordagem é a falta de socialização e cooperação entre os alu- Sob essa ótica, o papel do professor de físinos, visto que cada um encara o colega como ca, passa por apresentar aos alunos os conum potencial rival frente à vaga almejada. teúdos relevantes, ou seja, os conteúdos de uma base curricular, assim como, aproximar No outro extremo, temos instituições que pri- conteúdo e cotidiano, facultar o educando mam pela socialização e formação do ser huma- situações reais onde não só o entendimenno através da vivência de experiências diversas, to do conteúdo é necessário, mas também trabalhos em equipe e autonomia no aprender. um instrumental que possibilite uma refleEssa vertente humanística da educação prima xão circunscrita na ética, buscando uma mepela formação ética, centrada no resgate de va- lhor solução para determinado problema. lores que possibilitem uma convivência inteligente em sociedade. A despeito desse caráter Desde que a instituição escolar promova nos restaurador, cabe evidenciar que conteúdos alunos habilidades de deliberação ética - comcurriculares essenciais serão cerceados e pos- preendendo ética como solução para convísivelmente farão falta para continuidade da vio inteligente – o ensino de ciências torna-se vida acadêmica e profissional desse educando. umas das engrenagens imprescindíveis para a formação de cidadãos críticos e atuantes.


Café com Letras Nome do livro: A Ilha do Tesouro Perdido Autor: Robert Louis Stevenson

Gostei dessa história porque é intrigante, cheia de aventura, com um toque de humor. Isso a torna bem divertida. Meu personagem favorito é Jim Hawkins pois ele busca uma grande aventura. Recomendo essa história porque usa uma linguagem mais formal e antiga e isso é importante para uma aluna que gosta de português. Não deixando de lado as grandes aventuras narradas. Uma história de piratas, com um mapa, um tesouro, um motim e um cozinheiro de bordo com uma perna só, A ilha do tesouro permanece uma das histórias de aventuras mais amadas da literatura. Vale a pena conhecer! Maria Eduarda Dib Xavier (6º ano)

Nome do livro: O homem que calculava Autor: Malba Tahan Escolhi esse livro porque é sobre algo que eu realmente amo: aritmética! Nele há cálculos muito legais, que me entretém e prendem ao livro. O livro conta a história de Beremiz, jovem árabe que descobre uma enorme habilidade matemática ao pastorear ovelhas e calcular folhas de árvores. Beremiz vai conhecendo pessoas e lugares e solucionando diversas situações por meio de suas habilidades matemáticas: a partilha de 35 camelos por três herdeiros, a divisão de 21 vasos com conteúdos diferentes por três sócios, dentre outras questões. Meu personagem favorito é Beremiz Samir, o Homem que Calculava. Ele é o protagonista do livro. Um homem inteligentíssimo e humilde. Recomendo essa história porque ajuda muito a compreender divisões, multiplicações, adições e subtrações; ensinando a resolver cálculos fáceis e difíceis. Ana Laura Formenton (6º ano)


Nome do livro: O Pequeno Príncipe Autor: Antoine de Saint- Exupéry

Nome do livro: Escola de Vilões Autor: Jean Calonita

Gostei da história porque esse não é um livro como os outros. Essa não é uma história comum. A maneira como o Pequeno Príncipe vê o mundo é única. Ele, mesmo sozinho, ainda encontra uma companhia. O livro se baseia em uma recordação do narrador, o seu primeiro desenho feito na infância. Ele havia desenhado um elefante engolido por uma jiboia e decidiu perguntar aos adultos o que eles viam na ilustração. As respostas foram unânimes: um chapéu.

Gostei dessa história porque mostra o lado B dos contos de fadas, onde o bem e o mal dependem de um ponto de vista, de um modo de pensar. Um vilão pode se tornar o herói e o herói pode se tornar um vilão. Gilly não se considera uma garota má... Porém, quando se tem cinco irmãos e irmãs mais novos, é preciso ser criativo para ajudar nas despesas. Ela é uma ladra muito boa, e disso tem certeza e pode se gabar. Até ser pega.

Meus personagens favoritos são a Rosa e a Raposa. A Rosa, na minha visão, representa a evolução. Ela nos ensina que não é possível ter o que você quer, sem resistir aos desafios. Já a Raposa fala bastante sobre inspiração, um motivo para fazer alguma ação.

Depois de roubar uma presilha, é sentenciada a passar três meses no Reformatório de Contos de Fadas – no qual os professores são aqueles antigos vilões que já conhecemos, como o grande Lobo Mau e a malvada Madrasta da Cinderela. Quando, porém, ela faz amizade com alguns estudantes, como Jax e Kayla, aprende que esse reformatório vai muito além de sua missão heroica. Há uma batalha ganhando forma e Gilly precisa descobrir se os vilões podem realmente mudar.

Recomendo essa leitura porque é uma história de reflexão, cada um tem seu ponto de vista. Uns entendem as frases ou ações de forma diferente dos demais. Meu personagem favorito é Jax, por conta de sua personalidade e seu modo de pensar. Além disHenrique Valente Nogueira (6º ano) so, está sempre tentando descobrir algo de obscuro nas pessoas, algo que elas tentam esconder. Recomendo esse livro pois nos faz refletir sobre o que leva alguém a ser um vilão. Clara Gonçalves Petrini (6º ano)


JOGO DOS 5 ERROS

INSTRUÇÕES: ACHE AS CINCO DIFERENÇAS ENTRE AS IMAGENS.

Elaborado por: Ana Luiza e Lethicia, 9º A


Jogo dos 7 erros Encontre as 7 diferenรงas entre as duas imagens abaixo:

Elaborado por: Vicente Carrieri Marin e Vitor Bezerra dos Santos, 9ยบ ano A


Mazelas humanas

Especial

o ser humano cercado por muitos, visto por poucos

O romance Vidas Secas, publicado em 1938 por Graciliano Ramos, retrata a vida miserável de uma família de retirantes sertanejos obrigada a se deslocar de tempos em tempos para áreas menos castigadas pela seca. O estilo sequioso do autor se expressa principalmente por meio do uso econômico dos adjetivos, transmitindo a aridez do ambiente e seus efeitos sobre as pessoas que ali estão. Vidas Secas remete aos indivíduos cujas existências “secas” apontam tanto para a condição natural quanto para a falta de perspectiva das personagens.

Atualmente, a sociedade na qual vivemos é marcada por fenômenos que, assim como na obra Vidas Secas, ilustram as distorções que caracterizam a nossa realidade. Fundamentados neste princípio e imbuídos no compromisso de uma formação de jovens conscientes de seu papel social, os professores de Literatura, Sociologia e História da Arte junto com os alunos da 3ª série do Ensino Médio realizaram um projeto denominado Mazelas Humanas – o ser humano cercado por muitos, visto por poucos, com o intuito de desenvolverem, de modo crítico, a prática da leitura e o conhecimento mais amplo sobre os problemas da sociedade atual.


Irmã Ruth Dias

Obituário

Enfrentou várias dificuldades, principalmente relacionadas à saúde, para ser aceita como aspirante à vida religiosa. Depois de concluir o Curso Científico, em 1951, foi admitida, no Colégio de Santa Inês, ao postulado no dia 02 de julho de 1951. Dois anos depois, na Casa Nossa Senhora das Graças, no Ipiranga, iniciou o Noviciado, preparação próxima para a primeira Profissão, emitida no dia 06 de janeiro de 1954.

Irmã Ruth Dias viu o Senhor, depois de 63 anos de vida consagrada, como Filha de Maria Auxiliadora e, junto a Ele, nos convida a continuar na busca do único Senhor que oferece plenitude a nossa existência e dá vida em abundância. Ruth nasceu em São Paulo, em 22 de agosto de 1932, no Bairro do Brás. Filha de pais espanhóis, João Diaz Martinez e Natividade Parra Diaz que tiveram seis filhos, três casais, mas apenas três conseguiram chegar à idade adulta: duas mulheres e um homem. Yolanda e Mário eram bem mais velhos, tanto que sua irmã se comportava como se fosse sua mãe. Infelizmente, seu pai faleceu muito cedo e sua mãe assumiu, com a ajuda dos filhos, a condução da casa. Com sete anos, Ruth foi matriculada no Instituto Nossa Senhora Auxiliadora do Belém, São Paulo, mais tarde, no Colégio de Santa Inês. Recordando esta época, escreveu: “A minha alegria eram os colégios, INSA e Santa Inês. Além de aluna, frequentava o oratório dominical e era cruzadinha”. Assim, sua vocação surgiu da convivência diária e dominical com as irmãs.

Viveu os seis primeiros anos como Filha de Maria Auxiliadora, anos de preparação para os Votos em perpétuo, na Casa Nossa Senhora das Graças, Instituto Nossa Senhora Auxiliadora de Batatais e no Instituto Nossa Senhora do Carmo de Guaratinguetá como professora de ensino religioso, assistente de alunas externas e internas e de aspirantes. Na Festa da Epifania do ano de 1960, assumiu para sempre ser toda de Deus, prometendo-lhe buscar a fidelidade ao Evangelho e às Constituições das Filhas de Maria Auxiliadora, fazendo da vida um serviço à juventude. Em todas as Casas foi muito querida e apreciada pelos jovens e por seus familiares. Sempre foi muito lembrada e visitada por ex-alunas, pois como deixou escrito, procurou ser justa e imparcial e tratar a todas e a todos com carinho e “amorevolezza” Sempre teve, em sua vida, Maria Auxiliadora como “força e amparo”. Peçamos a Irmã Ruth que, de junto a Maria e de seu Filho, olhe por nós do céu.


Ficha técnica DIREÇÃO Laura Léo Alves Ferreira

COORDENAÇÃO DO PROJETO André Luiz Poiato EQUIPE EDITORIAL André Luiz Poiato Vinícius Carvalho COORDENAÇÃO Adriana Maria Santini Ferreira Sonia Marques da Silva Sandoval André Luiz Poiato Lilian Neisser Maria de Lourdes dos Reis Costa


INFANTIL I EDUARDO LOPES MARQUES ENZO PERES E SILVA GIOVANA BRASILEIRO DE PAULA HELENA MARTINS CARVALHO ISABELLA DANIELE AMORIM SABATELAU LORENA FORNAROLLI LOPES DOS SANTOS LORENZO OCTAVIO FERNANDES SANCHEZ CANTERO PAULO HENRIQUE NASCIMENTO SILVA PEDRO ROSMANINHO OLIVEIRA RENAN NUNES SAKANO WEN QIANG JIN

INFANTIL II A ANDRIK YUREM OYAGATA TAMAYO FERNANDA RODRIGUES GUERREIRO ARAUJO GABRIEL ELIASQUEVITCH SICCHIERI GABRIEL SIMENO TEODORO HAIDAR ALI EL ZEIN ISABELLA RENTES VIEIRA MARINA GABRIELA CÂMARA DANTE GREGORI POLVERINI GABRIEL TIANCI CHEN DAVID BABONI CORDEIRO DE MELO MAGALHÃES MARCELA DEL GIUDICE BENITES MANUELLA MARTINS GUIMARÃES GIOVANA QUAIATTO FERNANDES EMILY KINA PASSOS

INFANTIL II B ÉRICK YUYARI OYAGATA MORALES FILLIPPO LEARDINE GABRIELA SCOFIELD CSIK GIULIA DE OLIVEIRA SANTO IAN MIRANDA LIMA JACKSON CHEN JULIO CÉSAR LOURENÇO MARTINEZ MARIA CLARA MAGALHÃES DA SILVA MARIA FERNANDA CLEMENTE DO NASCIMENTO ZIHAN JI MHAYKI ANDEY BONILLA OYAGATA CAIQUE BOHAO JI AMANDA ZHANG


INFANTIL III A BRENO PEREIRA DOS SANTOS CAIO MARQUES DA CRUZ DE OLIVEIRA CAIQUE XIA CATARINA MAGALHÃES MACEDO CLARA BARRETO DE JESUS GIOVANNA BULL VALIER JENNY YANNI LIU LARA CANO FREITAS LIVIA BENIGNI DE MORAIS MIGUEL COURA PEDROSO PEDRO HENRIQUE DA SILVA WU PIETRA CHAMALI RICARDO RAFAEL SILVIANO MAGRINI REIS SABRINA MORENO OYAFUSO WEN QI JIN WILLIAN SUN ANA YE LUANY CHEN

INFANTIL III B FERNANDA GARCEZ ANDRADE HENRIQUE MANSUR MOREIRA PETRILLO ISABELA JIMENES LINS JASMIN CHEN JESSY YANYAN LIU JOÃO PEDRO BRANDÃO AMARINS RANGEL DE ALMEIDA LIVIA CHEN MANUELLA FERNANDES CHAMISO DO NASCIMENTO MIGUEL DE OLIVEIRA COSTA PEDRO HENRIQUE DIAS MATOS REBECCA CRISTINA DE SOUZA FELIX RICARDO NANNI MARTINEZ TEODORO MOTA PEREIRA DE OLIVEIRA XINYAN SHU PIETRO ANTONELLI OLIVASTRO ANGELA LIU IWEN KE KAIQUE DAI


1º ANO A ADRYAN FERNANDYS GOMES MARTINS ALCANTARA EMANUELLE LONGUINI SILVA EMILY BEATRIZ LOPES OCHUDA FERNANDO LOPES MARQUES GUILHERME CANDIDO CARIRI JIMMY ZHANG JOÃO VICTOR OLIVEIRA ROCHA JULIA MORALES BITTENCOURT LAURA COSTA BRASILIANO DA SILVA LUCAS TOFFOLI DE OLIVEIRA LUCCAS AMBROZIO FERNANDES RAFAELLA MEDINA BELLASALMA RAPHAELA CONDE LAGO THOMAS CHAO VINICIUS DE ALVARENGA CHONG YESMY SAYURI OYAGATA BONILLA YUDI FERNANDES DE BARROS ADAM BABONI CORDEIRO DE MELO MAGALHÃE JAMES CHEN LIU MARINA FLORENCIO VIROLLI CID MOLINA

1º ANO B ANNA LUISA MAGALHÃES DA SILVA BEATRIZ MARTINS ARRAIS BRENO COLUCCI DOMANICO DAVI COELHO ANDRADE EIKE JIN FABIO GAMBERA DE SOUZA GABRIELLA RIBEIRO BRITES GIOVANNI CASALETTI GIULIA GUIMARÃES CAMARGO DAS NEVES GUILHERME SILVA MARTINEZ JULIA DIAS LIMA LEONARDO GARDELLI TRINDADE LIANA GARRIDO MAGALHÃES DE BARROS TEIXEIRA MARIA CLARA STEFAN PRADO MARIANA LUCIA MANZONI SALVIANO MARIANA RIBEIRO BRITES NICOLE SHAOEN CHIEN RAFAELLA BEZERRA PULINO VICTOR EDUARDO PEREIRA MARQUES VINÍCIUS FORNAROLLI LOPES DOS SANTOS YUXUAN JI


2º ANO A AGATHA CAPRISTI BRUNO ZURLO NEPOMUCENO FERNANDO WENXUAN LI GIOVANA PIETRA DE SOUZA PEREIRA GUILHERME GALHARDO QUIARATO GUILHERME MATHEUS DO COUTO ISABELA HERNANDES BARBIERI JULIA GOBETTI ROSALINO KADJA LAYS DA SILVA WU LUCAS CHEN MARIA JULIA SOUSA LEAL NICOLE RENTES VIEIRA PEDRO SILVA ALENCAR THAÍS SILVA CAMPOS YASMIN SODRÉ ZIBORDI ZHICHAO ZHANG DAVI FAUSTINO NOVAES

2º ANO B ANA GABRIELA LASDOWSKY LIMA ARTHUR YUKIO JOMORI FERREIRA CAUÊ SCHEIBEL BRAGA GABRIEL RIGOTTI MORENO CAMILLO GABRIELA ZANARDI TCHOLAKIAN GIULIA DALA PRIA AGOSTINHO GUILHERME PAES LANDIM ISABELA GEORGEL BARROS LEONARDO ALMEIDA SOARES PINTO MARCELO MARTINS DA SILVA FILHO MARCOS RYUU UCHIYAMA MARIA SOPHIA MANSUR MOREIRA PETRILLO MARIANA MARTINS BASTOS IROLDI DA SILVA NICOLAS MORGADO SILVA SAMPAIO LUIZ HENRIQUE MALANDRIN ANDRIJIC FELIPE YIHAO JI


3º ANO A AIMÉE AMENDOLA GARCIA ALANNA RODRIGUES SILVA CAUÊ FERNANDES MARCONDES MAYA DIEGO GUERRETTA COSTA FELIPE EPITÁCIO LOPES OCHUDA GABRIEL LAGO LOPES TORRES GIOVANNA MARTINS ARRAIS GIULIA GARCIA STEFANELLI GIULIA OCTAVIANO MOREIRA ISABELLA BORGES DERMONI DIAS JOÃO PABLO SOARES CAMPOS SILVA JÚLIA DE CÁSSIA BENFICA ROCHA KARINA ROCHI KAUAN ELIAS GARCIA LOZANO LARA DIAS DOS SANTOS COLI LIVIA LOPES MARIA EDUARDA DOS ANJOS MARIA EDUARDA EIRAS DA GRAÇA MARIA EDUARDA MAGALHÃES MATEUS ROSMANINHO OLIVEIRA PIETRO DOS SANTOS ALMEIDA SOFIA DE SOUZA REIS VINICIUS RICELLI THOMAZ ZHIHONG DONG

3º ANO B ANA JULIA JATOBÁ JUCÁ NERI BEATRIZ PINA FERNANDES CAIO MAGALHÃES MACEDO CELINA CHEN EDUARDA FONSECA MENIS FELIPE DE SOUZA REIS GABRIELA ABEL DAL´ÓLIO GUILHERME PRADOS RIBEIRO GUSTAVO LEMOS SALGUEIRO LIMA GUSTAVO ZHU JOÃO PAULO FORMENTON JULIANA XINYI JIN KAREN XIA KENY KA HEE LAU LAÍS AVELINO BATISTA DOS SANTOS LUANA GARRIDO MAGALHÃES DE BARROS TEIXEIRA MARIANA GOMES ALVES NATHALIA SANTOS FEITOSA VINICIUS SOUZA BORGES DA SILVA MALAK KHALIL IBRAHIM


4º ANO A ANA CAROLINA MOREIRA DINIZ ARTHUR DAMIN EDUARDO DIAS LIMA EDUARDO ONISHI GANDOLPHO ENRICO DELIACOLI VAZ DE LIMA FELIPE LOYOLA DA SILVA GABRIELLA RIVELLI ROMÃO GUSTAVO DA MATA ISABELA MASSELLI RODRIGUES DE SOUZA ISABELLA DE PAULA BARSSUGLIO LAZZARETTI JOÃO LUCAS ZURLO NEPOMUCENO LEONARDO MOURA DE SOUSA LUANA HUANG LUCAS ABRÃO TREVISAN MATHEUS GAJEWSKI DE MELO PAULO SERGIO OLIVASTRO RAFAELA DELL’ANGELO PASSOS SOFIA DOS SANTOS SOFIA LIU GABRIEL AUGUSTO ANTONIO OLIVEIRA MATEUS

4º ANO B ANA CAROLINE DE LIMA COSTA ANA LUIZA KAORI TURQUI MORISHIGE AUGUSTO CESAR DE CAMARGO ARANHA NEVES CAIO ELIASQUEVITCH SICCHIERI CAMILA GARCEZ ANDRADE CESAR MORENO OYAFUSO DAVIH DIAS DE CASTRO DOS SANTOS GABRIEL DALA PRIA AGOSTINHO GABRIEL QUAIATTO FERNANDES GIOVANNA GUIMARÃES CAMARGO DAS NEVES JÚLIA AMBROZIO FERNANDES JULIA NAJAR KELLY SHAO YU CHIEN LAIS BRANCO PEREIRA LAURA VIOLA LÍVIA DIAS GOULARTE RAFAELA CRISTINA RIBEIRO BOASSALY WENYUE HUANG


5º ANO A ANNA CLARA FERNANDES CHAMISO DO NASCIMENTO DÉRIK WILSON SGANZERLA PEREIRA EDUARDO MONTEIRO SILVA ENZO GABRIEL PEREIRA DE FARIAS JULIA GOMES SARTORI JÚLIA HERNANDES BARBIERI KAROLINE OLIVEIRA SOARES SOUZA LEONARDO DOS SANTOS GUERRA LETÍCIA BUENO CARRANO LUCAS ARAUJO MACADURA LUCAS FANHANI FAZANI LUCIANA CHEN MARIA LUIZA PIFFER TENÓRIO DOS SANTOS PEIXIANG XU RAFAEL VIOLA RAFAELA BARRETO INADA RAFAELA MACHADO SANTOS YASMIM DE SOUSA NOBRE SAMUEL CHUNG MIN OH YANGKUN KE

5º ANO B ANA CAROLINA FEITOSA DA SILVA ANA JULIA DE OLIVEIRA GONZAGA DAVI BUENO SILVA ENRICO MOREIRA VEIGA ZILET GEOVANNA RUFINO BUENO HELENA FANHANI FAZANI IGOR OLIVEIRA BORRIELLO ISABELLA ABEL DARIN JHONATAN ALEXANDRE PEREIRA MARQUES JOAQUIM ANTONIO IERVOLINO CUNHA LUCAS RAMOS MILBRATZ RAFAEL NANNI MARTINEZ RAFAEL SIMENO TEODORO RAFAEL SOUSA LEAL SOPHIA MARIA DA SILVA ARAÚJO STEPHANIE SODRÉ ZIBORDI SUELLEN DE SOUZA LIRA TALES LIMA NEVES MAHDI KHALIL IBRAHIM


6º ANO A

ANA LAURA FORMENTON BEATRIZ CHIQUINI DONAIRE BRUNA CARVALHO RODRIGUES BRUNO MIZUMOTO DE AGUIAR E SILVA CLARA GONÇALVES PETRINI DENIS CARVALHO PASTORE EMILY YE ENZO COSTA VERGINI ERIC HONG TA CHIEN ESTHER MARIA ALMEIDA DE ARAUJO FRED DAI GABRIEL SILVA ALENCAR GABRIELA YE GIOVANNA CORIOLANO DIAS HENRIQUE VALENTE NOGUEIRA JOÃO GABRIEL FERREIRA DE SOUZA JULIANA WU KAROLINA ZHANG LUIZA TORRES DA MOTA FERNANDES MARIA EDUARDA DE OLIVEIRA GONZAGA MARIA EDUARDA DIB XAVIER MICHELE CHEN SUN MICHELE ZHAO NATAGLIA BIANCA AURICCHIO NATAN BENZONI MARTINS PIETRO VITOR PEZZENTE RAPHAEL MARTINS DA SILVEIRA SAMYR COUTO OLIVEIRA SANDY XING YE YGOR FERNANDES DE BARROS LUCAS IZIDIO DE ANDRADE FILHO

7º ANO A

ARTUR ZENG YIQIN BRUNO NOGUEIRA BURIAN CAMILA DA MATA FELIPE ALVES SANTOS GABRIEL ARAKAKI SILVA GUSTAVO DE PAULA ANDRADE HONGXIN YE LUCAS LOPES COSTA LUIZ OTÁVIO MOSCONE DE ANDRADE MARCELLA SILVA DE OLIVEIRA MARCELLO FERNANDES LUCCAS DA SILVA OSCAR LIN PEDRO HENRIQUE DA SILVA SANTANA PEDRO HENRIQUE VISINI DE ARAUJO PEDRO NAJAR NETO THEO YOKOTE SAITO VINICIUS TRENTIN GRANDE JULIA COSTA BRASILIANO DA SILVA LETÍCIA SILVEIRA DE QUEIROZ MANUELLY MARIA DOS ANJOS


7º ANO B

AMANDA ALVES MACEDO ANTONIO CARLOS DE SOUZA FILHO CRISTINA ZHAO EDUARDO FELIPE ZARDO FABIO KENJI IWAMATSU FELIPE GONÇALVES DE ARAUJO 5647 7 GIOVANE MIGLIATI MARTINO GUSTAVO RAMOS DE OLIVEIRA HENRIQUE FURLANI CIPOLLA IGOR PEREIRA DOS SANTOS LEANDRO HENRIQUE BARBOZA SANTOS LUCIANO REIS MASSARO MANOELLA DE PAULA BARSSUGLIO LAZZARETTI MARIA LUIZA GAYER DE ALMEIDA RICHARD CONDE LAGO THIAGO PERRONE CLEMENTINO VERIDHIANA VEIGA ZILET FICKERT GRACIOSE GIOVANNA MARTINS DE OLIVEIRA LIVIA AVELINO BATISTA DOS SANTOS ETTORE TARSSIS ÂNGELO MARIGO GRECCO PEDRO LUIS MARQUES GARDELLI ENRICO CASAGRANDE LOURENÇO ANNE CAROLINE DE OLIVEIRA MARIA MATEUS

8º ANO A

AMANDA SANTOS GIL ANA CAROLINA LICASTRO MARTINEZ ANDRÉ ABREU SOUZA BEATRIZ PASCALE DOMINGUES BIANCA LEONE CARLOS ARMANDO MUNHOZ VILELA CAROLINA SILVA SASSATI CAROLINE PAIXÃO MACIEL DA SILVA DANILO INFANTOSI FERNANDA SANTOS GIL GABRIELLY STHEFANY ALVES SILVA GUILHERME CAUÃ PEREIRA DE FARIAS HENRIQUE BARI RODRIGUES HUI JIE ZHANG ISABELA FARIA GALINDO JASMIN CHAO JESSICA MATOS BARRETO JOÃO VITOR GARDELLI TRINDADE LETÍCIA RENTES ESCOBAR LÍVIA BALAN PAGLIARDE MARCELO HASHIMOTO BENEDICTO MARIA CLARA TORRES RAMOS MARIANA BENFICA ROCHA MARIANA VELASCO MANSUR FARHAT ROBERTA FRANCO MACHADO


ROBERTA RODRIGUES DE OLIVEIRA SABRINA PEREIRA DA SILVA THIAGO BRASILEIRO DE PAULA THOMAZ VEIGA ZILET FICKERT GRACIOSE VINICIUS MOURA DE SOUSA VITÓRIA LIMA DE SOUZA WENXIN JIN YZA MARIA TEIXEIRA VICENTE MURILO MORGADO SILVA SAMPAIO FABRÍCIO MENDES DI TOLLA

9º ANO A

ANA LUIZA GONÇALVES PETRINI ANE DAI ENZO EIJI HASHIZUME ENZO YOKOTE SABANAI FATIMA SUEID GABRIELA VIANA NOGUEIRA GIOVANNA MARIA DA SILVA ARAÚJO GUILHERME LOPES ZAFRA JÚLIA DELIACOLI VAZ DE LIMA JULIANA TOLEDO DE FREITAS LARA TOLEDO DE FREITAS LETHICIA DE SOUZA DOS SANTOS LUCAS BUENO CARRANO MARCELA BARRETO INADA PIETRA MOURA PONCHIROLLI RAQUEL VALENTE NOGUEIRA VICENTE CARRIERI MARIN VITOR BEZERRA DOS SANTOS YASMIN RODRIGUES SILVA

9º ANO B

ANA CAROLINA MORETTO FERNANDES ANNA CAROLINA EIRAS DA GRAÇA BEATRIZ CHILIANI BRISOLLA SERENO CESARE PASCALE DOMINGUES CRISTHIAN MARTINS MARCIANO EDUARDO MIRANDA CINTRA FELIPE DA SILVA SOUZA GUILHERME SOUZA SIQUEIRA ISABELE NUNES DO NASCIMENTO ISABELLA MARTINS SANTOS ARAUJO ISABELLA RIVELLI ROMÃO ISABELLA VIEIRA BANDEIRA LARA MOREIRA VEIGA ZILET MANUELA AUGUSTO FERREIRA SIMONETTI MARIA FERNANDA BORGES RODRIGUES NICOLE MEDEIROS FERREIRA PEDRO HENRIQUE LICASTRO CRESCENTE RAISSA CAETANO DE OLIVEIRA SAMARA MORENO DA SILVA THIAGO VICTOR PEREIRA AMARAL


1ºEM

ANA BEATRIZ BARBOSA SANTOS ANA CECÍLIA PAIXÃO MACIEL DA SILVA ANA LUISA MORETTO PALAVRAS ANNA BEATRIZ MORALES CARRIJO ARTHUR PORTO DOS SANTOS COSTA CAMILA KOTSIS MARFINATI ESTHER MARCOS FELIPE SANTIAGO DOS SANTOS GABRIELA FERNANDES CAZALLI GIOVANNA ROSSI SIMÕES GIOVANNI ABRÃO TREVISAN IGOR ROBERTO DAI ISABELLA DE CAMARGO ARANHA MARCONDES DO AMARAL ISABELLA MARCHENTA ROMANO ISIS BRANCO PEREIRA KARINE CHIQUIZOLA DE SOUZA LIMA LAURA PIRES DE SANTIS LÍVIA BEATRIZ CORREA LUCAS CAMPOS LEITE LUCAS CARVALHO SOLA LUIZA CAMPOS LEITE MARIANA DE CARVALHO SAMPAIO MARY EDUARDA FARIA MAYARA FRANCIELLY DA SILVA PAOLA CARVALHO MÃO CHEIA PIETRO DE PAULA BARSSUGLIO LAZZARETTI VICTOR PERRONE CLEMENTINO VINÍCIUS SATIRIO PAIVA VITOR SILVA SASSATI VIVIANE BEATRIZ GONÇALVES ALVES FELIPE DIAS CHABBUH PEDRO GUILHERME MACHADO SANTOS SAMIRA SUCUPIRA PAIVA JULIA CABRERA TOLEDO DIOGO ABBUD HAMADI

2ºEM

ANA BEATRIZ TIEMI ARAKI BUENO ANA LUIZA JALIL FAUZA BEATRIZ SOARES CAMPOS SILVA BRENO CESAR DE SOUZA FERREIRA CAIO HENRIQUE DEL BIANCO VILLARI CAROLINA MIRANDA MACENA ETTORE ENRIQUE MEDEIROS DA SILVA GABRIELA MIRANDA MACENA GABRIELLA SEPPE GOMES GABRIELLI TONIATO MENDES HELOISA ROBERTA DEISIS NASCIMENTO ISABELLA TESTA FRAZILI ISABELLY PEREIRA MARTINS JÚLIA CHIARADIA DE CARVALHO


LARISSA RELVA GONÇALVES LUANA CARVALHO RODRIGUES LUIZ FELLIPE BEZERRA PULINO PEDRO OMAR VAZ DE OLIVEIRA ESTEVES RHANNYA MOREIRA PORTO ROBERTA MASTROBUONO CARACCIOLO STEPHANIE VIÉGAS DE OLIVEIRA SANTOS URIEL MANSUR LIMA DA SILVA VICTOR HUGO VALBONESE MARINHO VITOR AUGUSTO DA SILVA VITOR AUGUSTO VISINI DE ARAUJO YAGO CREPALDI PESSOA

3ºEM

ALEXANDRE HENRIQUE FERREIRA LOPES ANA CAROLINA MEADO PINTO ANDREZA VIEIRA RAMOS BIANCA STEFANOVICIANS BRUNA LADEIRA MORENO DIEGO INFANTOSI ESTELA TSAO CHUN LAI GABRIELA RODRIGUES CAPRISTI GIOVANA ARAUJO PEREIRA GIOVANA BONALDO DOS SANTOS GIULIA AKEMI YOSHIZUMI HENDRIX VALENÇA SOUZA HENRIQUE ARAÚJO MACADURA ISABELA LOPES ZAFRA JOÃO VITOR VICENTE SANTANA JUAN VOLPI SAMPAIO LUIZ GUSTAVO SINOPOLI COUTINHO LUIZA DE ABREU FERNANDES MILENA ANTONINI MENEGUELLI RAFAEL VRAGNAZ MACHADO RAFAELA MARTINS SANTOS ARAUJO VERONICA COSTA PEDRO VITOR DE MOURA SOUSA SOARES YE MIAO MIAO

MATERNAL

HILLARY AUGUSTO MOREIRA JOÃO PEDRO PEREIRA SIMON MATEUS MIRANDA DE SOUZA SOFIA DE OLIVEIRA SANTOS TARIK MILAN OYAGATA BONILLA HENRIQUE HEIDERICH MARTINS JOÃO LUCAS DE OLIVEIRA ANDRADE LARA SZEREMESKE LIMA MICHEL ROCHI ANABELA JI MAHDI ABDALLAH

Revista Panorama 2017  
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