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Livro Virtual produzido no laboratório de informática da Escola Municipal Interventor Noraldino Lima Professores responsáveis: Cristina Cecchini Prudenciano Elane Cristina Batista Flavia Antônia Calzavara Queiroz Juliana Silva Montanhini Maria José Couto Pereira Valeria Carvalho Tubaldini Colaboração: Elisangela Marques Teixeira Rabelo Pâmela Helena dos Anjos


Índice

Adivinhas .......................................... 03 Respostas das adivinhas .................. 18 Brincadeiras Folclóricas .................... 19 Cantigas Folclóricas .......................... 34 Lendas Folclóricas ............................ 49 Parlendas .......................................... 65 Trava-línguas ..................................... 80


Professora: Juliana da Silva Montanhini 2º ano – Sala 2

03


Enche uma casa completa, Mas n達o enche uma m達o, Amarrando pelas costas, Entra e sai sem ter port達o. '

Amanda Ramires Coutinho Guimar達es. Rayana Aparecida de Morais. 04


Eu fui feito com pancada, Só sirvo se for bem torto, Vou procurar quem está vivo, Espetadinho no morto.

Ana Lívia Rodrigues de Souza Ana Caroline

05


Campos claro, velho carrancudo, moça formosa, gente miúda.

Laysa Julia Ribeiro Camila Giovana Ferreira Silva

06


Tenho formato redondo, Sou rosa,estou a dizer, Mas os rios deste mundo Nunca poderĂŁo me encher.

Rafaela de Oliveira Gonçalves Caroline Pimenta Teixeira

07


Duas irm達s no nome. Desiguais no parecer. Uma serve para trabalhar, E a outra pra se comer.

Isabela Aparecida Matheus Caroline Inez de Oliveira

08


Quem faz, nunca vai querer, Quem comprar, n達o quer usar, Quem usa, n達o pode ver, Quem v棚, n達o vai desejar.

Marcos Felipe Freitas de Barros Danilo Henrique dos Santos;

09


Tiro a roupa e mostro os dentes, tiro os dentes e mostro o corpo, serve pra nossa comida, e pra comida de porco.

LIVIA Sテグ JULIテグ DE SOUZA GEOVANNA CRISTINA MOTRONE NASCIMENTO .

10


A mãe é verde, A filha é encarnada, A mãe é mansa, A filha é danada.

Ana Julia de Paula Germano. Guilherme Feliciano dos Santos.

11


Entre os vivos vive morto, conta histテウrias sendo mudo, nunca estudou na escola, mas sabe um pouco de tudo.

LUCAS DE SOUZA MAXIMIANO JOテグ MARCOS DE FARIA SANTOS.

12


Sou uma massa branca, Toda coberta de espinhos, Meus filhos criados no grude S達o moles, mas s達o limpinhos.

Jo達o Vitor Santos Medeiros Marlon Silva Nunes

13


Voa, voa, não tem asa, Leva a vida a assobiar, sopra,sopra,não tem boca, Tem pé e vive no ar.

José Guilherme Souza Pereira Julia Cristina Oliveira

14


Tem asa mas n達o voa, Tem bico, mas n達o bica. ;

Leticia Lovato da Silva Ana Julia de Abreu Oliveira 15


Seis mortos espichados, Cinco vivos passeando, Os vivos n達o dizem nada, Os mortos est達o falando.

Gustavo dos Reis Francisco Saul de Souza Duarte

16


Duas caixinhas iguais, caixas de bom parecer, elas se abrem e se fecham, sem ninguĂŠm nelas mexer.

Welington Assis dos Santos Sabrina Iorana SimĂľes Brognara

17


Respostas das adivinhas

Página 04 ......................... botão Página 05.......................... anzol Página 06.......................... céu, sol e estrelas Página 07.......................... peneira Página 08.......................... lima ferramenta e lima fruta Página 09 ......................... caixão Página 10 ......................... espiga de milho Página 11 ......................... pimenta Página 12 ......................... livro Página 13 ..........................jaca Página 14 ..........................vento Página 15 ..........................bule Página 16 ..........................violão Página 17...........................olhos

18


Professora: Cristina Cecchini Prudenciano

3º Ano – Sala 7

19


Brincadeiras Além dos contos, danças, festas e lendas, o folclore brasileiro é marcado pelas tradicionais brincadeiras. As brincadeiras folclóricas são aquelas que passam de geração para geração.Muitas delas existem há décadas ou até séculos.Costumam sofrer modificaçõe de acordo com a região e a época, porém, a essência das brincadeiras continua a mesma da origem. A preservação destas brincadeiras é muito importante para a manutenção da cultura folclórica.Por isso, são muito praticadas principalmente, durante o mês de agosto que é destinado ao folclore.

Ana Júlia Silva e Camila Cristina Silva

20


Pião A brincadeira de pião ainda faz muito sucesso, principalmente, nas regiões do interior do Brasil. Feitos de madeira, os piões são rodados no chão através de um barbante que é enrolado e puxado com força. Muitas crianças pintam seus piões. Para deixar mais emocionante a brincadeira, muitos meninos fazem malabarismo com os piões enquanto eles rodam. O mais conhecido é pegar o pião com a palma da mão enquanto ele está rodando.

Gabriela Aparecida de Souza Silva 21 Isadora Luziana Izidoro de Souza


Boneca de pano Feitas pelas mães e avó, são usadas em brincadeiras pelas meninas para simular crianças

integrantes

de

uma

família

imaginária.

Maria Eduarda de Paula Silva Caio Ruzgus de Rezende

22


Esconde-esconde O objetivo é se esconder e não ser encontrado pela criança que está procurando. A criança que deverá procurar deve ficar de olhos tampados e contar até certo número enquanto as outras se escondem. Para ganhar, a criança que está procurando deve encontrar todos os escondidos e correr para base.

José Maria Soares Filho Túlio Nascimento Mandelo

23


Cinco Marias C

Essa brincadeira constitui em, primeiramente, procurar cinco pedrinhas que tenham tamanho aproximado ou confeccionar saquinhos recheá-los com arroz ou areia. Primeira rodada: Jogue todas as pedrinhas no chão e tire uma delas (normalmente se tira a pedrinha que está mais próxima de outra). Depois, coma mesma mão; jogue-as para o alto e pegue uma das que ficaram no chão. Faça a mesma coisa até pegar todas as predrinhas. Segunda rodada: jogue as cinco pedrinhas no chão, depois tire uma e jogue-a para o alto, porém desta vez pega-se duas pedrinhas de uma vez, mais a que foi jogada para o alto. Repita.Terceira rodada: cinco pedrinhas no chão, tira-se uma e joga-se para o alto, pegando desta vez três pedrinhas e depois a que foi jogada.Última rodada: jogase a pedrinha para o alto e pega-se todas as que ficaram no chão. Letícia Mariana de Paula Faustino Julio Cesar de Oliveira Alves Junior

24


Roda Em roda, canções antigas e façam os gestos e representações das mesmas lembram de algumas músicas como atirei o pau no gato, ciranda-cirandinha, a linda rosa juvenil , a galinha do vizinho ,a canoa virou , eu entrei na roda, cachorrinho está latindo, o meu chapéu tem três pontas, pai Francisco, pirulito que bate bate, samba lelê, se está rua fosse minha, serra serrador, etc.

Carolina Helena Vazzi de Carvalho Gustavo Henrique de Jesus

25


Pega-pega Esta brincadeira envolve muita atividades física. Uma criança deve correr e tocar outra. A criança tocada passa a ter que fazer o mesmo.

Lucas Felix Amorim Rafaela da Silva Vieira

26


Pula corda Duas pessoas batem a corda e outra pula. Durante a execução da brincadeira os batedores vão cantando “um dia um homem bateu na minha porta e disse assim: senhora; senhora põe a mão no chão; senhora, senhora pule de um pé só; senhora, senhora dê uma rodadinha e vá pro meio da rua”. Ao final, o pulador deve sair da corda sem errar.

Susana Maia Ribeiro Duarte Hiago Garcia Vasconcelos

27


Empinando pipa Escolha um local adequado e amplo, onde não tenha fios de energia elÊtrica. A pipa vai subindo com o vento e os participantes ficam observando – a ao longe. Algumas pessoas usam cerol , uma mistura de cola com caco de vidro , para cortar os fios das outras pipas. Porem, a brincadeira dessa forma tornase perigosa , podendo causar acidentes graves. Assim , use -a apenas para se divertir evitando usar o cerol , mesmo que alguem lhe de o preparado.

Vinicius Marques Moreira Sales Fabiano Manoel Rocha Junior

28


Passar anel Os participantes ficam com as mãos juntas e um deles com um anel escondido. A pessoa que está com o anel vai passando suas mãos dentro das mãos dos outros participantes até escolher um deles e deixar o anel cair em suas mãos, sem que os outros percebam. Depois escolhe uma pessoa e pergunta-se ''fulano , com quem está o anel ?'' e a pessoa escolhida deve acertar.

Karolina Moreira Ramos Carlos Eduardo de Campos Caetano

29


Escravos de Jó Dois participantes cantam a música escravos de Jó, jogavam caxangá, tira, põe, deixa ficar, guerreiros com guerreiros fazem, zigue zá. Cada um com uma pedrinha na mão vai trocando-as e fazendo o que diz a música.

Marina Cezar Passos Luiz Eduardo Batista Reliquia 30


Bola de gude Coloridas e feitas de vidro são jogadas no chão de terra pelos meninos. O objetivo é bater na bolinha do adversário para ganhar pontos ou a própria bola do colega.

Rafael Mark de Oliveira e Ana Paula Finco Silva

31


Queimada Divididos em dois times, grandes grupos de crianças ou adolescentes suam a camisa (correndo o tempo todo) com o objetivo de eliminar os adversários com boladas e fugindo da tentativa deles de eliminá-lo. Se por um lado a competitividade é uma das principais qualidades trabalhadas, em contrapartida o trabalho em equipe é fundamental para a vitória.

Amanda Aparecida Souza de Paula e Júlia Mariano de Moraes

32


Batata quente Participantes sentam - se em círculo

e

uma pessoa fica de fora. Vão passando uma bola, bem rápido, de mão em mão e o que está de fora, de costa para o grupo, grita batata quente, quente... Queimou! Quem estiver com a bola quando o colega disser queimou é eliminado da brincadeira. O vencedor será aquele que não for eliminado.

Karolaine Pessoni Drumond e Yuri Leandro da Silva

33


Cantigas Folclóricas

Professora: Valeria Carvalho Tubaldini 34 Turma: 3º ano – sala 8


Cantigas de roda As

cantigas

de

roda,

também

conhecidas como cirandas são brincadeiras que consistem na formação de uma roda, com a participação de crianças , que cantam

músicas

seguindo

de

coreografias

caráter .

folclórico,

São

muito

executadas em escolas, parques e outros espaços frequentados por crianças. As músicas e coreografias são criadas por anônimos,

que

adaptam

músicas

e

melodias. As letra das músicas são simples e trazem temas do universo infantil.

Beatriz Soares Uzai Paulo Antonio Dias de Souza Junior 35


Capelinha de Melão Capelinha de melão É de São João É de cravo, é de rosa, É de manjericão São João está dormindo Não acorda, não Acordai, acordai, Acordai, João!

Gabriel Dionizio Dos Santos Yasmim Lauriano Vieira

36


Meu Limão Meu limão, meu limoeiro Meu pé jacaradá Uma vez , tidolele Outra vez , tindolalá

Lívia Gabriela Rosa Inacio Duarte Vieira

37


Se esta rua fosse minha Nesta rua , nesta rua , tem um bosque Que se chama, que se chama Solidão Dentro dele , dentro dele mora um anjo Que roubou , que roubou meu coração Se eu roubei , se eu roubei seu coração É porque tu roubastes o meu também Se eu roubei, se eu roubei teu coração É porque eu te quero tanto bem Se esta rua, se esta rua fosse minha Eu mandava, eu mandava ladrinhar Com pedrinhas, com pedrinhas de brilhante para o meu amor passar.

Thamyres Marques de Paula João Vitor da Silva Ezequias

38


Ai, eu entrei na roda Ai, eu não sei como se dança Ai, eu entrei na roda dança Ai, eu não sei dançar Sete e sete são quatorze, com mais sete, vinte e um . Tenho sete namorados só posso casar com um. Namorei um garotinho do colégio militar O diabo do garoto só queria me beijar Todo se admira da macaca fazer renda Eu já vi uma perua ser caixeira de uma venda Lá vai uma, lá vão duas , lá vão três pela terceira Lá se vai o meu benzinho, no vapor da cachoeira Essa noite tive um sonho que chupava picolé Acordei de madrugada, chupando dedo do pé. Gustavo

dos Santos Dela Llibera

Jéssica do Nascimento

39


Ciranda cirandinha Ciranda, cirandinha, vamos todos cirandar, vamos dar a meia-volta, volta e meia vamos dar O anel que tu me deste era vidro e se quebrou O amor que tu me tinhas era pouco e se acabou Por isso, D.Fulano entre dentro dessa roda Diga um verso bem bonito, diga adeus e vá-se embora A ciranda tem três filhas Todas três por batizar A mais velha delas todas Ciranda se vai chamar Paulo Rafael Valério da Silva Kamila Bonanno Ferreira

40


Caranguejo Caranguejo não é peixe Caranguejo peixe é Caranguejo não é peixe Na vazante na maré Palma, palma, palma Pé, pé, pé Caranguejo só é peixe, na vazante da maré!

Leonardo Delgado Carvalho

41


Escravos de Jó Escravos de Jó Jogavam caxangá Tira, bota, deixa o Zé Pereira ficar. Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá Guerreiros com guerreiros fazem zigue zigue zá.

Luiz Otávio Pimenta Borges Flávia Helena Silva Bernardes

42


Marcha soldado Marcha soldado Cabeça de papel Se não marchar direito Vai preso pro quartel O quartel pegou fogo A polícia deu sinal Acorda acorda acorda A bandeira nacional.

Brenda da Silva Souz Miguel Campos Lamonier

43


O Cravo brigou com a Rosa O Cravo brigou com a Rosa Debaixo de uma sacada O Cravo saiu ferido E a Rosa despeda莽ada O Cravo ficou doente A Rosa foi visitar O Cravo teve um desmaio A Rosa p么s-se a chorar.

Pedro Viana Caieiro Isabella Ricz dos Santos

44


Pirulito que bate bate Pirulito que bate bate Pirulito que já bateu Quem gosta de mim é ela Quem gosta dela sou eu Pirulito que bate bate Pirulito que já bateu A menina que eu gostava Não gostava como eu.

Felipe Leandro da Silva Milena Vales Garcia.

45


Atirei o pau no gato Atirei o pau no gato, tô Mas o gato, tô tô Não morreu, reu, reu, Dona Chica, cá cá Admirou-se, se se Do berrô, do berrô, que o gato deu ,Miau!

Camila Pedroso Nogueira de Souza Anderson Ribas de Resende Júnior 46


Sapo Jururu Sapo Jururu na beira do rio Quando o sapo grita, ó maninha, Diz que está com frio A mulher do sapo, é quem esta lá dentro. Fazendo rendinha, ó maninha, Pro seu casamento.

Bruno Antonio Carmozini Ana Clara de Aguiar. 47


Cai cai balão Cai cai balão, cai cai balão Na rua do sabão Não cai não ,não cai não, não cai não Cai aqui na minha mão! Cai cai balão,cai cai balão Aqui na minha mão Não vou lá, não vou lá, não vou lá Tenho medo de apanhar!

Débora da Costa Paulino Felipe de Oliveira Barros

48


Professora: Maria José Couto Pereira Turma: 3º ano – sala 06 49


Lendas Lenda é uma narrativa de cunho popular que é transmitida, principalmente de forma oral, de geração para geração. As lendas não podem ser comprovadas cientificamente, pois são frutos da imaginação das pessoas que as criaram. O universo imaginário popular possui muitas lendas. No folclore brasileiro, as lendas mais conhecidas são: Curupira, Saci-pererê, Iara, mula-sem-cabeça, boto corde-rosa, boitatá, entre outros. A lenda do lobisomem é conhecida e reproduzida mundialmente.

Samuel Avelino da Silva Izadora Silva Pereira

50


Boitatá Muita atenção! Vou contar a minha história. Sou uma cobra de fogo. E comigo tenha cuidado. Moro na água e assombro. As beiras dos rios. De Boitatá sou chamado. Dizem que de noite sou uma alma penada. Pago meus pecados deslizando na escuridão. Mas eu protejo os campos dos incêndios. Persigo quem põe fogo no mato sem razão. Aquele que me encontrar enfrenta um perigo. Pode até ficar cego, enlouquecer, ou morrer. O melhor é parar, fechar os olhos e não respirar e nada de fugir:vou atrás de quem tentar correr. O meu fogo não queima o mato ou a grama. Ele é mágico e a água dos rios não esquenta tenho chamas que machuca o inimigo . Ilumino a noite e sigo pelos campos atenta. No sertão nordestino tenho um nome diferente. De fogo corredor eles costumam me chamar.

Alessandra Ferreira Moura André Luiz Souza.

51


Curupira ou caipora A lenda do curupira é muito antiga . Já na época do Descobrimento do Brasil os índios acreditavam nesse ente encantado, que parece um indiozinho de cabelos vermelhos e com os pés virados para trás. Ele protege as florestas e os animais dos caçadores e pode ser visto montado em um porco do mato. Para agradar o curupira, basta oferecer-lhe uma pitada de fumo.

Millena Isabela de Souza Alex Peres Vieira

52


Cuca Para uns, a Cuca é uma velha bruxa horrorosa, para outros ela é uma bruxa horrorosa e ainda tem forma de jacaré (como na obra de Monteiro Lobato). Ela mora numa caverna escura e pega crianças que não gostam de dormir na hora que os pais mandam, por isso a canção de ninar “Nana neném que a cuca vem pegar. Papai foi na roça mamãe foi trabalhar.”

Danielle Cristina Silva

53


A lenda da Iara A Iara é uma lenda do folclore Brasileiro. Ela é uma sereia que vive no Rio Amazonas,sua pele é morena, possui cabelos longos, negros e olhos castanhos. A Iara costuma tomar banho nos rios e cantar uma melodia irresistível , desta forma os homens que a veem

não conseguem resistir aos seus desejos e pulam dentro do Rio. Ela tem o poder de secar quem a admirava e levar para o fundo do rio qualquer homem com o qual ela desejar se casar;

Os índios

acreditam tanto no poder da Iara que evitam passar perto dos lagos ao entardecer. Segundo a lenda, Iara era uma índia que queria,

melhor da tribo, e recebia muitos elogios do seu pai que era Pajé. Os irmãos de Iara tinham muita inveja e resolveram mata-la á noite, enquanto dormia Iara, que possuía ouvido bastante acusada, os escutou e os matou. Com medo da reação de seu pai, Iara fugiu, seu pai, o Pajé da tribo realizou uma busca implacável e conseguiu encontrá-la como punição pelas mortes a jogou no encontro dos Rios Negros e Solimões, alguns peixes levaram a moça até a Superfície e a transformaram em uma linda sereia.

Marco Aurélio Alves de Paula Junior Gabriela Prates

54


Quem é o Lobisomem? AUUUUUU! O meu nome é Lobisomem. Minha vida é cercada de mistério. Sou metade lobo metade homem . Gosto de assombrar as ruas e o cemitério. Durante o dia,sou um homem magro e pálido. Sexta-

feira a meia-noite, fico muito diferente. A lua brilha e viro o terrível lobisomem. Peludo e forte,ataco quem encontro pela frente. Volto a ser humano se cumprir uma tarefa: Visitar sete cemitérios antes do amanhecer. Passo por colinas, vilas e encruzilhadas. No final, fico a

noite inteira a correr. Se depois de sete irmãs nascer um menino ele será lobisomem quando 13 anos completar. Comigo foi assim e não posso ser ferido. Viro homem para sempre se alguém me machucar. Quem se sujar com o meu sangue vira lobisomem e segue minha maldição . Assim como eu vai uivar para a lua.

Gabriela Pedroso Francisconi Marcos Vinicius Rrodrigues Assis

55


Quem é a Mula-sem-cabeça Quando ouvir um relincho alto e um gemido um barulho de casco de ferro a galopar sabia que sou eu a Mula-sem-cabeça. E quem cruza meu caminho eu vou assombrar. Sou uma moça que em mula se transforma na noite de quinta-feira ainda mais se é lua Cheia. Fiquei assim por ser a mulher do padre. E antes de virar mula dizem que eu era feia. Solto fogo e longe se ouvem os meus relinchos estridentes os meus cascos são de ferro ou de prata Galopa a noite toda e eles são bem resistente.Para me desencantar precisa ser corajoso. Tem que me esperar até o meu sangue pingar um outro jeito e tirar fora o meu cabresto. Se isso acontece ,viro mulher e começo a chorar. Enquanto niguém desfaz o meu feitiço, continuo sem cabeça pela noite a assutar.

Julia Kamila

56


Negrinho do Pastoreio Muito contada na época da escravidão essa triste lenda diz que havia um negrinho judiado por um terrível senhor de escravo . Um dia foi castigado por ter deixado um cavalo fugir. O patrão amarrou-o em um formigueiro. No dia seguinte porém, o malvado levou um susto ao ver que o negrinho estava bem em pé ao lado da Nossa Senhora pronto para ir embora, livre.

Bruna Rodrigues Araújo Lívia Christina Silva

57


A lenda da Maria Engomada Por volta de 1855 o circo Aretuza chegou a cidade e foi armado ao lado da antiga igreja nossa senhora do Rosário,dentro seus artistas havia um jovem e simpático adestrador de pôneis . Quando Maria gentil donzela de seus 18 anos trocou um olhar com o jovem artista do circo, ficou apaixonada. Apesar da oposição de sua mãe e da rigidez daquela época Maria encontrou com seu namorado diversas vezes. Os dois continuaram se encontrando , pois o jovem estando se apresentando na região voltava na cidade para vê-la . Apesar da resistência da sua mãe os dois marcaram o casamento. Dado o dia do casamento o noivo não apareceu. Maria humilhada , guardou seu vestido branco engomado e disse:”quando eu morrer quero ser enterrada com este vestido” .Maria se tornou uma mulher amargurada e morreu em 1895 e foi enterrada conforme sua vontade , com o vestido de noiva no cemitério , onde hoje é a praça da fonte luminosa. Depois da sua morte , dizem que nas noites da sexta-feira quando o relógio de Matriz bate 12 badaladas (a meia noite) ela costumava aparecer sobre as palmeiras daquele cemitério . Lembrança de uma infeliz noiva a aguardar um volúvel artista de circo.

GABRIEL ANTONIO BÌCEGO ALICIA CAROLINA ANDRADE ROSINI

58


O Saci Pererê O divertido menino de uma perna só está sempre em busca de traquinagens,enquanto anda com seu cachimbo e seu mágico gorro vermelho. Quando um objeto desaparece sem deixar vestígios, pode ser uma travessura do Saci. Para acabar com a bagunça,é preciso esconder o gorro vermelho do garoto ou dar um nó em um montinho de palha – isso deixa o danado com vontade de fazer xixi e ele acaba devolvendo as coisas. Para ver um Saci de perto é preciso prender o seu pé-de-vento em uma garrafa.

Gustavo José Ávila de Melo Rafael Ramos Lopes

59


Caipora ´É mito do Brasil que os índios já conheciam desda época do descobrimento. Índios e jesuistas o chamavam de Caiçara, o protetor da caça e das matas . É um anão de cabelos vermelhos com pelos e dentes verdes. Como protetor das árvores e dos animais costuma punir os agressores da natureza e os caçadores que matam por prazer. É muito poderoso e forte. Seus pés são voltados para trás e servem para despistar os caçadores, deixando-os sempre a seguir rastros falsos.Quem o vê, perde totalmente o sono e não sabe mais achar o caminho de volta. É impossível capturá-lo. Para atair suas vítimas, ele às vezes chama as pessoas com o grito que imita a voz humana. É também chamado de Pai ou Mãedo-mato, Curupira e Caipora. Para os índios Guaranis ele é demônio da floresta. Às vezes é visto montando um porco do mato.

Luís Felipe Camargo Della Líbera Gabriel Motroni ribeiro

60


A lenda da mandioca Naquela época distante quando os seres humanos ainda compreendiam a linguagem dos animais e das plantas, uma aldeia indígena se formara no fundo da floresta virgem . Todos os seus ambientes se conheciam e viviam como uma só familia, pois jamais nenhum estranho aparecia por lá . Entrentando, numa manhã eles viram chegar, vinda não se sabe de onde, uma menina totalmente desconhecida . Ao contrário das outras crianças ,que tinham a pele morena ,como os índios tem ainda hoje aquela menina tinha a pele toda branca . Passaram-se alguns dias ,e os habitantes da aldeia viram que a menina gostava muito deles .Eles adotaram como uma de suas crianças e lhe deram o nome de Mani. Mani cresceu rápido como uma bela planta , mais o espanto é que ela nunca tocava na caça que os caçadores traziam , ninguém nunca a via comer frutas . Chegou um tempo em que os caçadores já não encontravam animais para caçar , e a fome se instalou na aldeia . Então Mani fez deliciosos bolinhos para os índios .Ninguém sabia com que e nem como ela fazia os bolinhos.

Ronaldo Murilo de Souza Maisa Silva Selane

61


Bicho Papão Bicho Papão?! Que medo !Hum!!! Vou dormir antes que o Bicho Papão venha me pegar... Alguns dizem que o Bicho Papão é um gigante horrível com um olho só e que anda com um saco enorme nas costas! Para outros, é um ser vivo enrugado e monstruoso. Na verdade cada um “cria” o seu próprio Bicho Papão . Ao longo dos anos, a lenda do Bicho Papão tem sido usado para amedrontar as crianças bagunceiras. Quando a mamãe mandar dormir...bons sonhos e cuidado com o Bicho Papão...

Antônio Colombaroli Rocha Isadora Mariana Gomes Pereira

62


Quem é o boto cor de rosa Sou o Boto, um golfinho do rio amazonas. Nadei até aqui e a minha história eu vou contar. De dia fico na água e de noite sou um mistério. Dizem que em homem posso me transformar. A transformação só acontece ao anoitecer. Eu viro um moço bonito, alto, e bem forte. Mas ainda fica um furo no auto da minha cabeça. Então uso um chapéu para essa marca esconder. Gosto de dançar e nos bailes procuro um amor. Nas festas sempre deixo uma moça apaixonada. No fim da Noite, largo tudo e volto a ser Boto e vou logo para o rio, onde é minha morada. Os pescadores por mim têm grande respeito . Sendo conquistado, sou um bom golfinho. Amparo a canoa no temporal e ajudo na pesca.. Salvo quem cai na água empurrando com o focinho. Sigo conquistando as mulheres de perto do rio. Não faço mal a ninguém, só quero namorar .

Bruno Gonçalves da Silva Victoria Paula Soares

63


A Lenda da Vitória Régia Os pajés tupis-guaranis contavam que, no começo do mundo, toda vez que a lua se escondia no horizonte, parecendo descer por trás das serras, ia viver com suas virgens prediletas. Diziam ainda que se a lua gostava de uma jovem, a transformava em estrela do céu. Naiá, filha de um chefe e princesa da tribo, ficou impressionada com a história . Então, a noite, quando todos dormiam e a lua andava pelo céu, ela querendo ser transformada em estrela, subia as colinas e perceguia a lua na esperança que esta a visse. E assim fazia todas as noites, durante muito tempo. Mas a lua parecia não notá-la e dava para ouvir seus soluços de tristeza ao longe. Em uma noite, a índia viu nas águas limpas de um lago, a figura da lua. A pobre moça, imaginando que lua havia chegado para buscála, se atirou nas aǵuas profundas do lago e nunca mais foi vista. A lua, quis recompensar o sacríficio da bela jovem, e resolveu transformá-la em uma estrela diferente daquelas que brilham no céu. Transformou-a então numa estrela das águas, que é a planta Vitória Régia. Assim, nasceu uma plantas cujas flores perfumadas e brancas só abrem á noite, e ao nascer do sol ficam rosadas.

Vitória Siqueira Vieira Thayane Letícia Pereira Alves

64


PROFESSORA: FLAVIA A . CALZAVARA QUEIROZ 2ยบ ANO 1

TURNO: VESPERTINO ANO: 2011 65


Papagaio louro do bico dourado leva esta cartinha pro meu namorado se tiver dormindo bate na porta se tiver acordado deixe recado.

Mariana Soares Gomes Ana Elisa Rabelo

66


A sempre-vida quando nasce, toma conta do jardim eu também quero arranjar quem tome conta de mim.

Bárbara Cristina Ferreira Lívia Aparecida Silva

67


Um, dois, feijão com arroz, Três, quatro, feijão no prato, Cinco, seis, falar inglês, Sete, oito, comer biscoito, Nove, dez, comer pastéis.

Letícia Pereira Costa Caio da Silva Melo

68


Fui Ă  feira comprar uva encontrei uma coruja, pisei no rabo dela me chamou de cara suja.

Carolayne Olivera Aparecido Gustavo Ferreira de PĂĄdua Neves

69


O papagaio come milho periquito leva a fama. canta uns e choram outros triste sina de quem ama.

Gabriela Cristina Marques Silva Weverton Daniel dos Reis Francisco

70


Salada, saladinha bem temperadinha com sal, pimenta um, dois trĂŞs.

Karen Cristina Pereira Alecio Gustavo Donizete de Sousa

71


Batatinha quando nasce Se esparrama pelo chão. Menininha quando dorme Põe a mão no coração.

João Marcos Silveira Reginaldo Leite Junior

72


Quem é? É o padeiro E o que quer? Dinheiro Pode entrar Que eu vou buscar O seu dinheiro lá em baixo do travesseiro.

Carla Beatriz Garcia Azenari Julia Marques Mendes da Silva

73


Era uma bruxa À meia-noite Em um castelo mal assombrado Com uma faca na mão Passando manteiga no pão.

Ana Clara de Medeiros Alves Ewandro Rodrigues Silva

74


Fui no botequim tomar café. Encontrei um cachorrinho De rabinho em pé. Sai pra fora cachorrinho, que eu te dou um pontapé!

Lucas Potenciano Queiroz Claiton Roberto Coimbra Junior

75


Por detrĂĄs daquele morro, passa boi, passa boiada, tambĂŠm passa moreninha, de cabelo cacheado.

Amanda Nascimento Silva Maria Eduarda da Costa Oliveira

76


Chuva e sol, casamento de espanhol. Sol e chuva, Casamento de viĂşva.

Isadora Bernardo Rezende Ramon Alexsader Costa Alves

77


Entrou pela perna do pato, saiu pela perna do pinto. O rei mandou dizer que quem quiser que conte cinco: um, dois, trĂŞs, quatro, cinco

ThaĂ­s Francisca Cordeiro de Sousa e Leonardo 78


LĂĄ na rua vinte e quatro, a mulher matou o gato, com a sola do sapato, o sapato estremeceu a mulher morreu.

Clara Mendes Coelho VinĂ­cius Alvarenga Santos Duarte

79


Profª: Elane Cristina Batista 2º ano 3 80


Mafagafos Um ninho de mafagafa Com sete mafagafinhos Quem desmafagaguifรก Bom desmafagaguifador serรก.

Gustavo da Silva Santos Alan de Oliveira Garcia

81


Velho Félix La vem o velho Félix, Com um fole velho nas costas, Tanto fede o velho Félix Como o fole do velho Félix fede.

Alice Aparecida Fernandes Moreira Otávio Augusto Silva Oliveira

82


O pinto pia A pia pinga. Pinga a pia, O pinto pia. Pia pinga. Quanto mais O pinto pia Mais a pia pinga.

Ana Paula da Silva Gomes Gilberto Galv達o Ferreira Juniorr

83


A lagartixa da tia Larga a tia, lagartixa! Lagartixa, larga a tia S贸 no dia em que a sua tia Chamar a lagartixa de lagartixa.

Gustavo da Silva Santos

84


Farofa feita com muita farinha fofa faz uma fofoca feia.

Ingrid Ribas Soares Lara Rhian Vinicius Viana Santos 85


Sapo no saco Olha o sapo dentro do saco O saco com o sapo dentro O sapo batendo papo E o papo soltando vento.

Marcela Eduarda Sousa Aleche e Jo達o Luiz Prado Neto

86


O peito do pĂŠ do pai do padre Pedro ĂŠ preto.

Khesley Medeiros Adrienne Silva Reis

87


AtrĂĄs da pia tem um prato um pinto e um gato pinga a pia, apara o prato pia o pinto e mia o gato.

Tulio AraĂşjo Dutra Luana Bianquini

88


O rato O rato roeu a roupa, do rei de Roma. E a rainha, de raiva, roeu o resto.

Mateus Duarte Marques Emily Mayra Silva

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A babá boba bebeu o leite do bebê.

Stefany Fagundes de Oliveira João Pedro Batista do Carmo

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Maluca Tinha tanta tia tant達. Tinha tanta anta antiga. Tinha tanta anta que era tia. Tianha tanta tia que era anta.

Thaynara Menegheli da Silva Hugo Fortunato Mathias

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A aranha e a jarra Debaixo da cama tem uma jarra. Dentro da jarra tem uma aranha. Tanto a aranha arranha a jarra, Como a jarra arranha a aranha.

Vinicius de Oliveira Deivide Luis da Silva

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Caju O caju do Juca e a jaca do cajá. O jaca da juju E o caju do Cacá.

Vinícius César Vieira Machado Djulia Dantgzer Lara

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Livro Virtual - Folclore