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Trabalho de Ciências e informática

Alessandro Campos e Mateus Lobo nº1 e 21 6ª série F


• O que é AIDS • Sintomas • Classificação • Transmissão e Prevenção

• Tratamento • Conclusão


A síndrome da imunodeficiência adquirida (SIDA), normalmente em Portugal, ou aids, mais comum no Brasil, onde também se grafa com maiúsculas, AIDS) é uma doença do sistema imunológico humano causada pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV).Esta condição reduz progressivamente a eficácia do sistema imunológico e deixa as pessoas suscetíveis a infecções oportunistas e tumores.


.Emagrecimento rápido, com perda de mais de 10% do peso corporal; .Diarréia prolongada (por mais de 1 mês); .Febre persistente (por mais de 1 mês); .Tosse seca, sem motivo aparente; .Suores noturnos, cansaço; .Manchas avermelhadas pelo corpo. O tempo para um soropositivo apresentar sintomas varia muito: não existe qualquer prazo definido. A maioria passa mais de dez anos sem nada e alguns podem até nunca desenvolver Aids, mesmo estando infectados pelo HIV.


Em 1990, a Organização Mundial da Saúde (OMS) agrupou essas infecções e condições em conjunto através da introdução de um sistema de estadiamento para pacientes infectados com HIV-1.[19] Uma atualização ocorreu em setembro de 2005. A maioria dessas condições são infecções oportunistas que são facilmente tratáveis em pessoas saudáveis. Estágio I: infecção pelo HIV é assintomática e não classificada como AIDS; Estágio II: inclui pequenas manifestações mucocutâneas e recorrentes infecções do trato respiratório superior; Estágio III: inclui diarréia crônica inexplicada por mais de um mês, as infecções bacterianas e a tuberculose pulmonar; Estágio IV: inclui a toxoplasmose cerebral, candidíase do esôfago, traqueia, brônquios e pulmões e o sarcoma de Kaposi; essas doenças são indicadores da AIDS.


Sangue: compartilhar seringas, uso de drogas injetáveis e contato direto com o sangue de outra pessoa; Secreção vaginal e espermatozoide: relação sexual sem preservativos;

Leite materno: quando a mulher estiver com HIV o parto será especial para que o bebê não contraia o vírus , então a mãe não poderá amamentar seu filho com seu leite.


Infelizmente a medicina ainda não encontrou a cura para a AIDS. O que temos hoje são medicamentos que fazem o controle do vírus na pessoa com a doença. Estes medicamentos melhoram a qualidade de vida do paciente, aumentando a sobrevida. O medicamento mais utilizado atualmente é o AZT ( zidovudina ) que é um bloqueador de transcriptase reversa. A principal função do AZT é impedir a reprodução do vírus da Aids ainda em sua fase inicial. Outros medicamentos usados no tratamento da Aids são : DDI ( didanosina ), DDC ( zalcitabina ), 3TC ( lamividina ) e D4T ( estavudina ). Embora eficientes no controle do vírus, estes medicamentos provocam efeitos colaterais significativos nos rins, fígado e sistema imunológico dos pacientes. Cientistas do mundo todo estão trabalhando no desenvolvimento de uma vacina contra a Aids. Porém, existe uma grande dificuldade, pois o HIV possui uma capacidade de mutação muito grande, dificultando o trabalho dos cientistas no desenvolvimento de vacinas.


AIDS é uma doença sem cura mas há tratamento é preciso se prevenir. A AIDS mesmo sendo uma virose ela não possui cura pois seu vírus está em constante mutação. Uma pessoa estando contaminada com o vírus (HIV) pode permanecer anos sem que o vírus se manifeste mas ao mesmo tempo em outras pessoas ela pode se propagar rapidamente.


Christian Filipin e Renan Nicolas nº2 e 27 Instituto Dona Placidina Trabalho de Ciências e de Informática nformática Educacional


O QUE É GRIPE VIÁRIA A gripe do frango é causada pelo vírus da Influenza A variante H5N1, comum em aves, explica o médico Paulo Roberto Post, doutor em microbiologia. Segundo ele, o H representa a hemaglutinina, uma das proteínas da superfície do vírus que ao entrar nas células do hospedeiro determina a infecção e o N, neuroaminidase, outra proteína. Nos vírus descritos até hoje o H vai do 1 ao 15 e o N, do 1 ao 9, com diferentes combinações. Post explica que a transmissão da Influenza Aviária para o homem é esporádica, pode acontecer, mas não é comum. Ele diz ainda, que até agora não ficou bem estabelecida a transmissão da variante H5N1 de homem para homem. "Até hoje, as pessoas que se contaminaram trabalhavam com criação de aves e a transmissão pode ter ocorrido através do meio ambiente, por contato direto com superfícies contaminadas, fezes das aves ou aerossóis". O contato com o vírus pode ou não causar a doença em aves silvestres, mas quando ocorre em frangos ou perus apresenta como sinais iniciais a diminuição da ingesta de alimentos e postura menor do que habitual. "As aves são sacrificadas devido ao risco potencial de se constituir um novo vírus que possa agredir o ser humano e trazer uma epidemia mundial, o que a princípio é pouco provável". No ser humano, as variantes descritas são as H1N1, H2N2 e H3N2. Propagação do vírus H5N1 que pode ser transmitido dos pássaros ao ser humano.


TRANSMISSÃO A transmissão do vírus entre diferentes espécies de aves dá-se por contatos diretos ou indiretos de aves domésticas com aves aquáticas migratórias (principalmente patos selvagens), as quais são reservatórios naturais do vírus e também mais resistentes às infecções, constituindo assim a principal causa das epidemias. A exposição direta a aves infetadas ou a suas fezes (ou à terra contaminada com fezes) pode resultar na infecção humana. As aves e as pessoas podem ser infetadas por inalação ou ingestão do vírus presente nas fezes e secreções (corrimento nasal, espirro, tosse) das aves infetadas. Ovos contaminados constituem outra fonte de infecção de galinhas, principalmente nos incubatórios de pintinhos, visto que o vírus pode ficar presente durante 3 a 4 dias na casca dos ovos postos por aves contaminadas. Não foi evidenciada transmissão pela ingestão de ovos. A transmissão também se dá pelo contato com ração, água, equipamentos, veículos e roupas contaminadas.


CAUSADOR O Ministério da Agricultura e Desenvolvimento Rural da Nigéria divulgou nesta quinta-feira, um comunicado do Departamento de Animais e Controle de Pestes em que confirma a presença do agente causador da gripe aviária no país. Tratase da variante mais agressiva do vírus, do tipo H5N1. De acordo com o documento, as deflagrações aconteceram nos Estados de Kebbi, no noroeste, e Gombe, no nordeste do país. A contaminação das duas aves ocorreu durante inspeções de rotina em mercados ao ar livre que comercializavam os animais. A origem das infecções ainda é desconhecida, mas os casos continuam sendo investigados e, até o momento, acredita-se que o contato com aves selvagens tenha provocado a contaminação. Os animais foram isolados e medidas de controle foram imediatamente iniciadas em todo o país.


PREVENÇÃO A gripe aviária é um vírus potencialmente fatal e os membros dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças estão preocupados com a possibilidade de que ela possa se tornar uma epidemia. Devido a isso, você precisa tomar as medidas preventivas necessárias para manter esse vírus controlado e longe de você e de sua família. Felizmente, as dicas de prevenção são as mesmas utilizadas contra resfriados e gripes, por isso, você provavelmente estará preparado para agir corretamente. Nessa seção você aprenderá tudo que precisa sobre a gripe aviária.


SINTOMAS Os sintomas são semelhantes aos de uma gripe comum. Nas aves os sintomas vão desde problemas respiratórios como tosse, espirro, corrimento nasal, fraqueza e pneumonia, até manifestações neurológicas como dificuldade de locomoção, edema da crista, barbela, pernas, juntas e hemorragia nos músculos.

No homem os sintomas são: febre alta, dores musculares, problemas respiratórios, ressecamento da garganta, etc. Por serem os sintomas semelhantes ao da gripe comum, é recomendado procurar um médico, pois somente este profissional está apto a realizar o diagnóstico preciso


CONCLUSÃO Nós concluímos que A gripe do frango é causada pelo vírus da Influenza A variante H5N1, o H representa a hemaglutinina, uma das proteínas da superfície do vírus que ao entrar nas células do hospedeiro determina a infecção e o N, neuroaminidase, outra proteína. Até hoje, as pessoas que se contaminaram trabalhavam com criação de aves e a transmissão pode ter ocorrido através do meio ambiente. As aves são sacrificadas devido ao risco potencial de se constituir um novo vírus que possa agredir o ser humano e trazer uma epidemia mundial. Propagação do vírus H5N1 que pode ser transmitido dos pássaros ao ser humano .


Eduardo Nakashima Ferreira Marcus Vinícius Judice D. Silva 6ªF

Trabalho de Ciências e Informática Instituto Dona Placidina


Acontece principalmente pelo contato direto da pessoa doente com uma pessoa suscetível, não vacinada, através de gotículas de saliva expelidas por tosse, espirro ou ao falar. Também pode ser transmitida pelo contato com objetos contaminados com secreções do doente. A coqueluche é especialmente transmissível na fase catarral e em locais com aglomeração de pessoas.


Apenas os indivíduos que já tenham adquirido a doença ou recebido a vacina DTP (mínimo de três doses) não correm o risco de adquiri-la. Não existe característica individual que predisponha à doença, a não ser presença ou ausência de imunidade específica. Graças aos programas de vacinação, a ocorrência de casos de coqueluche no Brasil (que já chegou a cerca de 36 mil casos notificados por ano entre 1981 e 1991) vem sendo reduzida.


A doença evolui em três fases sucessivas. A fase catarral inicia-se com manifestações respiratórias e sintomas leves, que podem ser confundidos com uma gripe: febre, coriza, mal-estar e tosse seca. Em seguida, há acessos de tosse seca contínua. Na fase aguda, os acessos de tosse são finalizados por inspiração forçada e prolongada, vômitos que provocam dificuldade de beber, comer e respirar. Na convalescença, os acessos de tosse desaparecem e dão lugar à tosse comum. Bebês menores de seis meses são os mais propensos a apresentar formas graves da doença, que podem causar desidratação, pneumonia, convulsões, lesão cerebral e levar à morte.


A descoberta da vacina em 1796, por um humilde médico do interior da Inglaterra, chamado Edward Jenner, constituiu um dos maiores avanços da Medicina. Naquela época, a varíola era uma doença aterrorizante, responsável por epidemias que dizimavam populações inteiras, com altas cifras de mortalidade, e cujas lesões, quando localizadas na face, desfiguravam as pessoas. Jenner observou que pessoas que ordenhavam vacas não pegavam a varíola, desde que tivessem contraído a varíola bovina (produzia bolhas nas tetas das vacas). Teve então a ideia de retirar material de uma dessas bolhas e, no dia 14 de maio de 1796, inoculou-o em seu próprio filho, James Phillips. Algumas semanas mais tarde, inoculou-o novamente, agora com o próprio vírus da varíola, e nada aconteceu. James estava imune à varíola. Nesse dia, nasceu à palavra vacina - em latim “o que diz respeito à vaca", que veio modificar profundamente os destinos da humanidade, por possibilitar a prevenção de inúmeras doenças infecciosas. Desde 1977 a varíola já não existe mais no mundo.


Concluímos que a Coqueluche é uma doença gravemente atingida nos bebês menores de 6 meses. Essa doença pode matar muitas pessoas. Ela é transmitida pela tosse, espirro ou ao falar.


Viroses

Fabricio e Stefano Nº 8 e 29 6ª F Trabalho de Ciências e Informática Instituto Dona Placidina


Causador A infecção pelo virus ebola causa uma febre hemorrágica, uma das doenças virais mais perigosas, frequentemente fatal, com índice de mortalidade de 50 a 90% dos casos. A Febre Hemorrágica Ebola – FHE, é uma doença infecciosa grave, porém muito rara. Ebola O vírus ebola, considerado por muitos, o vírus mais perigoso que a humanidade conhece, é um filovírus de forma filamentosa que não possui classificação. Ele recebeu essa denominação porque foi identificado pela primeira vez em 1976 na República Democrática do Kongo (antigo Zaire), perto do Rio Ebola.


Transmissão É transmitido pelo contato direto com o sangue, secreções ou semen de pessoas portadoras do vírus. Frequentemente, funcionários da saúde que mantém contato direto com doentes ou mortos, são infectados. Pelo semen a transmissão pode ocorrer até sete semanas após a recuperação clínica da doença. Nunca houve casos da doença em humanos fora do continente africano. Houve casos identificados em macacos nos Estados Unidos e na Itália. As populações africanas são infectadas em alto número, devido à cultura das aldeias, onde as famílias tem o costume de lavar o corpo dos mortos de forma manual e com cuidado antes do enterro. Assim, o indivíduo morto pelo ébola, transmite o vírus a todos aqueles que tiverem contato com o corpo. Por ser uma doença rara, foram registrados 1500 casos, desde 1976, dos quais cerca de mil resultaram em morte. Sabe-se, atualmente que, o vírus ébola não é altamente infeccioso, como demonstra muita ficção circulada nos paises ocidentais. Por isso, é praticamente impossível ocorrer uma epidemia nos países ocidentais, pois a higiene bloqueia qualquer expansão de casos de transmissão do vírus de uma pessoa para outra. Atenção: toda pessoa que tenha tido contato físico com pacientes ou mortos do ebola deve ser mantida sob rígida vigilância e ter a temperatura do corpo verificada pelo menos duas vezes ao dia, pois, se a temperatura ultrapassar 38,3° celsius, é necessária a hospitalização imediata e o isolamento total, para que não ocorra a disseminação do vírus.


Sintomas Inicialmente o vírus se multiplica nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático, causando danos significativos e hemorragias. Os primeiros sintomas são: febre alta e repentina; dores musculares; dor de cabeça; conjuntivite (inflamação nos olhos), que neste caso resulta em cegueira; dor de garganta e fraqueza. Após alguns dias, surgem vômitos e diarréia (acompanhados ou não de sangue), erupções na pele, redução das funções do fígado e dos rins, pertubações cerebrais e alteração de comportamento. O estágio final da doença é percebido pelas intensas hemorragias internas e externas que não cessam porque o sangue não coagula. As fezes são geralmente pretas por causa de hemorragias gastrointestinais. Podem ocorrer sangramentos no nariz, ânus, boca, olhos, e em todos os orifícios da pele. A morte surge de uma a duas semanas após o inicio dos sintomas (ou até um mês após a infecção inicial). O vírus destrói o cérebro e a vítima geralmente tem convulsões epilépticas no estágio final da doença. Este vírus é temido pelos humanos não apenas pela rapidez da evolução da doença, mas também pelo sofrimento do doente. Na maioria dos casos: a superfície da lingua se desfaz; o revestimento da traquéia e da garganta se desmancha; hemorragias ocorrem no coração; o fígado inchado apodrece e se desfaz, assim como a medula; os rins deixam de funcionar fazendo com que a urina se misture com o sangue; a pessoa chega até a vomitar pedaços do intestino com sangue.


Diagnóstico Pode ser feito pela observação direta do vírus em amostra sanguínea através do microscópio eletrônico ou por detecção de anticorpos, Estes testes requerem procedimentos de segurança biológica máxima.

Tratamento Não há tratamento ou vacina eficaz . Os doentes devem ser postos em quarentena e os familiares impedidos de tocar no corpo dos falecidos.

Prevenção Para que a doença não se torne uma epidemia, é necessário que os pacientes suspeitos sejam isolados, e os funcionários do hospital serem informados da doença e de sua transmissão, para que tenham o máximo de cuidado com aparelhos que entram em contato com fluidos corporais dos doentes e com o lixo hospitalar. Os funcionários devem usar luvas, vestimentas e máscaras individuais. Os pacientes mortos devem ser imediatamente enterrados ou cremados.


A Febre Hemorrágica Ebola , é uma doença infecciosa grave muito rara, frequentemente fatal, causada pelo vírus Ebola.. Ele foi identificado pela primeira vez em 1976 no Zaire, perto do Rio Ebola, e acabou servindo de nome para o vírus infecção pelo vírus Ebola produz febre hemorrágica. A incubação pode durar de dois a vinte dias. O vírus multiplicase nas células do fígado, baço, pulmão e tecido linfático onde causa danos significativos. A lise (destruição) das células endoteliais dos vasos sanguíneos leva às tromboses e depois hemorragias. Os primeiros sintomas são inespecíficos como febre alta, dores de cabeça e conjuntivite. Alguns dias mais tarde surge diarreia, náuseas e vômitos, seguidos de sintomas de insuficiência hepática, renal e distúrbios cerebrais com alterações do comportamento devido a coagulação disseminada com enfartes nos órgãos. O estágio final é devido ao esgotamento dos fatores sanguíneos da coagulação, resultando em hemorragias extensas internas, edema generalizado e morte por choque hemorrágico. As fezes são geralmente pretas devido às hemorragias gastrointestinais e poderá haver ou não sangramento do nariz, ânus, boca e olhos.


Eduarda e Lara

nº 5 e 15

6ªserie F


A Poliomielite, geralmente chamada de pólio, é uma infecção altamente contagiosa causada pelo póliovirus. Em uma porcentagem pequena de pessoas infectadas, o vírus ataca as células nervosas no cérebro e na espinha dorsal, particularmente as células nervosas da espinha dorsal que controlam os músculos envolvidos nos movimentos voluntários como caminhar.


A

DOENÇA É TRANSMITIDA PELO POLIOVÍRUS, QUE

ENTRA PELA BOCA.

O

VÍRUS É CARREGADO PELAS

FEZES E PELAS GOTÍCULAS EXPELIDAS DURANTE A FALA,

A

TOSSE

CONTAMINADA. SANEAMENTO

E

O

FALTA

NA

ESPIRRO

DA

PESSOA

DE HIGIENE PESSOAL E DE

MORADIA

E CONCENTRAÇÃO

DE

MUITAS CRIANÇAS NA MESMA CASA FAVORECEM A TRANSMISSÃO. QUE

O

DEMORA

PERÍODO DE INCUBAÇÃO ENTRE

O

(TEMPO

CONTÁGIO

E

O

DESENVOLVIMENTO DA DOENÇA) É GERALMENTE DE

7 A

A

12

DIAS, PODENDO VARIAR DE

TRANSMISSÃO

PODE

.

PERÍODO DE INCUBAÇÃO

OCORRER

2

A

30

DIAS.

DURANTE

O


A

INFECÇÃO É TRANSMITIDA POR CONTATO DIRETO COM PARTÍCULAS DO VÍRUS QUE SÃO ELIMINADAS PELA GARGANTA OU PELAS FEZES


DEPENDENDO

DE

ONDE

VIVEM,

AS

CRIANÇAS DEVEM SER IMUNIZADAS COM UMA OU AMBAS AS FORMAS DE VACINAÇÃO DA PÓLIO: A VACINA SALK COM PÓLIO VÍRUS INATIVADO QUE É ADMINISTRADA ATRAVÉS DE INJEÇÃO OU A SABIN, VACINA DA PÓLIO ORAL COM VÍRUS VIVO ATENUADO, QUE É ADMINISTRADA ATRAVÉS DA BOCA.


-

FEBRE DOR DE GARGANTA DOR ABDOMINAL NÁUSEAS VÔMITO CONSTIPAÇÃO OU DIARREIA


A POLIOMIELITE,

GERALMENTE CHAMADA DE PÓLIO, É

UMA INFECÇÃO ALTAMENTE CONTAGIOSA CAUSADA PELO PÓLIO

VÍRUS.

ELA

PODE

SE

PREVENIDA

FORMAS DE VACINAÇÃO DA PÓLIO: A VACINA

PELAS

SALK.

AS


FEBRE AMARELA

Nome: Graziely e Letícia Nº: 10 e 17 Série: 6ªF


O QUE É? A febre amarela é uma doença infecciosa aguda, causada pelo vírus da febre amarela (vírus amarílico), conhecido cientificamente como um Arbovírus, do gênero Flavivirus, doença de curta duração (máximo 10 dias), com gravidade extremamente variável, abrangendo desde casos assintomáticos até casos fatais, ocorre de forma endêmica na América do Sul e na África.


CAUSADOR A febre amarela uma doença infecciosa transmitida por mosquitos Ê contaminados por um flavivirus, como o mosquito Aedes aegypti, o mesmo mosquito transmissor da dengue.


TRANSMISSテグ A febre amarela テゥ transmitida pela picada dos mosquitos transmissores infectados. A transmissテ」o de pessoa para pessoa nテ」o existe.


PREVENÇÃO A prevenção da febre amarela se dá através do combate ao mosquito e de vacinação. O combate para a reprodução do transmissor são os mesmos da dengue, ou seja, não deixar água parada entre outros .


SINTOMAS: São febre, dor de cabeça, calafrios, náuseas, vômito, dores no corpo, icterícia (a pele e os olhos ficam amarelos) e hemorragias (de gengivas, nariz, estômago, intestino e urina).


COMO AFETOU: Pessoas que residem ou viajam para zonas endêmicas de febre amarela devem ser vacinadas. A vacina, com 95% de eficácia, tem validade de 10 anos. A pessoa não deve tomála novamente enquanto a validade permanecer.


DIAGNÓSTICO O diagnóstico é essencialmente clínico, os exames complementares informam sobre as complicações e comprometimento das funções vitais. Os exames viro lógicos são decisivos na confirmação dos primeiros casos.


CONCLUSÃO Venho por meio desta campanha, mostrar os efeitos da Febre Amarela no mundo. Essa virose é ocasionada pelo mosquito Aedes aegypti, o mesmo causador da dengue, ou seja, ele é apenas transmitido por mosquitos, não de pessoa à outro individuo . Ao tomar a vacina indicada por especialistas e combater a reprodução do mosquito, estamos se prevenindo dessa virose. Os sintomas são febre, dores de cabeça, calafrios, vômitos, dores no corpo, hemorragias entre outros. Podemos diagnosticar essa doença clinicamente.


Nome : Diego e Geovane nº 9 e 4ª série F Trabalho de Ciências e Informática


CAUSADOR (Também conhecida impropriamente como Hidrofobia), é uma doença infecciosa que afeta os mamíferos causada por um vírus que se instala e multiplica primeiro nos nervos periféricos e depois no sistema nervoso central e dali para as glândulas salivares, de onde se multiplica e propaga. Por ocorrer em animais e também afetar o ser humano, é considerada uma zoonose.


Prevenção Mesmo sendo controlada nos animais domésticos em várias partes do mundo, a raiva demanda atenção em razão dos animais silvestres. Em saúde pública gera grande despesa para seu controle e vigilância, mesmo nos locais onde é considerada erradicada ou sob controle, já que é uma doença fatal em todos os casos que evoluem para a manifestação dos sintomas. Até 2006 apenas 6 casos de cura entre humanos foram registrados, dos quais 5 haviam recebido o tratamento vacinal e somente


Transmissão Dá-se do animal infectado para o sadio através do contato da saliva por mordedura, lambida em feridas abertas, mucosas ou arranhões. Outros casos de transmissão registrados são a via inalatória, pela o aleitamento e, entre humanos, pelo transplante de córnea.[Infectando animais homeotérmicos, a raiva urbana tem como principal agente o cão, seguido pelo gato; na forma selvagem, esta se dá principalmente por lobos, raposas, coiotes e nos morcegos hemató fogos 80% dos casos registrados são em carnívoros


Controle Profilaxia visa vacinar os animais de estimação a partir de 3 meses de idade e depois anualmente; capturar cães de rua; controlar os transmissores (morcegos), evitando, porém, contato direto com o mesmo. Caso seja detectada a presença de morcegos em alguma região deve-se: procurar iluminar áreas externas nas residências; colocar telas nos vãos, janelas e buracos e fechar ou vedar porões, pisos falsos e cômodos pouco utilizados que permitam o alojamento de colônias.


Conclusão Nos entendemos que a raiva é transmitida pelos cachorros e que ela é transmitida pela saliva do cachorro, mordida do animal. A prevenção deve ser feita através de uma injeção.


O que é conjuntivite?

Conjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho. Normalmente, possui pequenos vasos sanguíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sanguíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho. Em geral, acomete os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas


Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc. Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.


A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.


• Lave com frequência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microrganismos. • Aumente a frequência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos. • Não compartilhe toalhas de rosto. • Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise. • Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho. • Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas. • Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza. • Evite coçar os olhos para diminuir a irritação. • Evite aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes.


Na conjuntivite traumática, VERMELHIDÃO, COCEIRA, ARDÊNCIA e LACRIMEJAMENTO. Na conjuntivite infecciosa, além desses sintomas, corrimento purulento do olho. E na conjuntivite alérgica, além de vermelhidão, ardência, coceira e lacrimejamento dos olhos e das pálpebras, é frequente a ocorrência de corrimento nasal e irritação da garganta. 


É possível "pegar" conjuntivite pelo ar?

Não, o único tipo de conjuntivite que pode ser transmissível é a conjuntivite infecciosa, e esta é transmitida por contato, ou seja, é preciso que o indivíduo leve até os olhos, mãos contaminadas, tolhas, ou qualquer objeto que esteve em contato direto ou indireto com os olhos e/ou secreções oculares de pacientes com conjuntivite. 

Quem já teve conjuntivite uma vez, pode ter novamente?

Sim, a conjuntivite pode acometer o mesmo individuo várias vezes na vida. Como exemplo eu cito a conjuntivite viral, que assim como a gripe, é causada por um vírus, e do mesmo modo pode causar infecções oculares repetidas no mesmo indivíduo, por isso, a higiene permanente, principalmente das mãos, pode evitar esses tipos de inconvenientes.


Concluímos que a conjuntivite pode ser uma virose muito grave, pois é capaz de cegar as pessoas. Para evitar essa doença devemos ter bons hábitos de higiene, evitar contato com pessoas contaminadas, entre outras coisas já citadas.


A Gripe de 1918 (frequentemente citada como Gripe Espanhola) foi uma pandemia do vírus influenza que se espalhou por quase toda parte do mundo. Foi causada por uma virulência incomum e frequentemente mortal de uma estirpe do vírus Influenza A do subtipo H1N1. A origem geográfica da pandemia de gripe de 1918-1919 ( espanhola ) é desconhecida. Foi designada de gripe espanhola, gripe pneumónica, peste pneumónica ou, simplesmente, pneumónica.


Tipicamente, a gripe é transmitida por mamíferos infectados por meio do ar por tosses ou espirros, criando partículas contendo o vírus, e por aves infectadas por meio de suas fezes. Pode também ser transmitida pela saliva, secreções nasais, fezes e sangue. Infecções também ocorrem por meio de contato com estes fluidos corporais ou com superfícies contaminadas. Os vírus podem infectar por cerca de uma semana à temperatura do corpo, e por mais de 30 dias a 0 °C (32 °C), e por períodos mais longos em temperaturas mais baixas. A maior parte das variedades do influenza pode ser facilmente neutralizada por meio de desinfetantes e detergentes.


As prevenções são: tampar a boca e o nariz ao espirrar ou tossir e não ter contato muito próximo com pessoas; como beijar; falar muito perto; lavar sempre as mãos antes de se alimentar; seca-las com papel descartável; não compartilhar copos, talheres e alimentos.


Os principais sintomas são: febre, dores no corpo, dores fortes de cabeça, muita palidez, mal-estar...


Essa gripe afetou a humanidade de forma que: morreram diversas pessoa, não havia conhecimento nenhum dos cientistas e mÊdicos sobre a doença, impossibilitando o tratamento na hora exata.


A doença foi observada pela primeira vez em Fort Ridley, Kansas, Estados Unidos da América em 4 de Março de 1918, e em Queens, Nova Iorque em 11 de Março do mesmo ano.


A gripe espanhola matou milhares de pessoas. Ela foi causada por um vírus e seus sintomas foram típicos de uma gripe comum. Diversas pessoas morreram porque não havia tratamento ou vacina contra a gripe espanhola. Ela é transmitida através do ar por meio de mamíferos infectados, e por meio de aves infectadas através das fezes. Também pode ser transmitida através da saliva, tosse ou espirro.


Trabalho de Ciências e Informática Marcelo e Matheus S. Nº19 e 23 6ªF


A caxumba, ou parotidite epidêmica foi descrita pela primeira vez no Século V a.c. por Hipócrates, que observou o surto de uma doença caracterizada por inchaço e dores no pescoço, abaixo das orelhas, unilateral ou bilateral - alguns pacientes também apresentavam dor e edema dos testículos. Em 1790, Robert Hamilton descreveu casos de caxumba com a presença de inflamação dos testículos e manifestações neurológicas. O vírus da caxumba foi identificado em 1945 e em 1951 foi testada a primeira vacina no homem.


O vírus da parotidite infecciosa é o causador da caxumba ou papeira. É uma doença de infância inócua mas pode causar problemas para um adulto.


A caxumba Ê transmitida por contato direto com a saliva produzida pela boca e com secreçþes do nariz e garganta de pessoas infectadas.


A melhor maneira de evitar a caxumba é através da vacinação aos 15 meses de vida. Caso uma pessoa seja afetada, ela não deve comparecer à escola ou ao trabalho durante nove dias após início da doença. É preciso, ainda, desinfectar os objetos contaminados com secreções do nariz, da boca e da garganta do enfermo. A vacinação de bloqueio é recomendada para quem manteve contato direto com pessoas doentes.


Aparecem entre 12 e 25 dias após a contaminação. - Inchaço e dor nas glândulas - Dor de cabeça - Dores musculares - Fraqueza - Febre, calafrios e dor ao engolir. - Em homens pode ocorrer inflamação nos testículos e nas mulheres inflamação nos ovários.


Nós concluímos que a caxumba é uma doença infecciosa, causada por um vírus chamado parotidite infecciosa. Essa doença não causa a morte, em relação as outras doenças, essa é a menos perigosa.


RUBÉOLA Matheus Yukio e Renan Melo 6ª F nº24 e 26 Trabalho de Ciências e Informática


Doença infecciosa causada por vírus (classificado como um togavirus do gênero Rubivirus), que acomete crianças e adultos, embora esteja entre as que os médicos comumente denominam como próprias da infância. Tratase de doença comumente benigna que cursa com febre, “rash” (anchas tipo “urticária” na pele) que dura aproximadamente 3 dias e aumento de gânglios linfáticos (linfonodomegalias para os médicos e ínguas para os leigos) embora possa apresentar-se de forma “subclínica” (quando o paciente praticamente não sente nada). Pode tornar-se potencialmente grave quando acomete mulheres grávidas, pois pode causar mal-formações no feto, sobretudo quando contamina gestantes no primeiro trimestre. Raramente pode ser causa de inflamação em articulações (artrite) em adultos. Outra designação que os médicos comumente usam para doenças virais que causam manchas na pele como a rubéola é de viroses exantemáticas (que causam exantema que é a expressão médica para designar as manchas da pele).

O que é?


Como se adquire? Através da inalação de gotículas de secreção nasal de pessoas contaminadas que contém o vírus ou via sanguínea, no caso do feto, a partir da mãe grávida. Os períodos mais “contaminantes” ocorrem desde 10 dias antes do “rash” até 15 dias após o seu surgimento. Crianças nascidas com rubéola, por contágio da mãe grávida (rubéola congênita) podem permanecer fonte de contágio por muitos meses.


O que se sente? Após o contágio leva-se em média 18 dias até ter o primeiro sintoma ( período de incubação). A apresentação inicial é em geral indistinguível de uma gripe comum e dura de 7 a 10 dias com febre , dores nos músculos e articulações, prostração, dores de cabeça e corrimento nasal transparente até o surgimento das ínguas (linfonodomegalias) e posteriormente o “rash” (manchas na pele), que duram 3 dias e desaparecem sem deixar sequelas, estes dois últimos achados com início na face e no pescoço e disseminação pelo tronco até a periferia.


Como se faz o diagnostico? O diagnóstico clínico (pelo conjunto dos sintomas e achados ao exame físico feito pelo médico) somente é confiável em vigência de epidemia, uma vez que os sintomas são comuns a muitas viroses, inclusive a gripe comum, e as manchas de pele também são achados de um significativo número de viroses (mononucleose, sarampo, dengue, etc). E é justamente esta a forma mais frequente de diagnóstico. Naqueles casos em que há necessidade de precisão no diagnóstico (excluir doenças mais graves que determinarão intervenções e/ou tratamentos) dispõe-se de exames de detecção de anticorpos (substâncias que o nosso corpo produz contra o vírus da rubéola) no sangue que são bem mais

específicos e sensíveis.


Como se trata? Não há tratamento específico antiviral. Poucos pacientes demandam tratamentos sintomáticos, em geral analgésicos comuns controlam as dores articulares e musculares ou febre.


Como se previne? Para diminuir a circulação do vírus da rubéola, a vacinação é muito importante, a qual é recomendada de rotina aos 15 meses de idade (vacina MMR) e para todos os adultos que ainda não tiveram contato com a doença (vacinação de bloqueio). Gestantes não podem ser vacinadas e as mulheres vacinadas devem evitar a gestação até o mês seguinte à vacinação. Isolamento: todas as crianças e adultos devem ficar afastados de outras pessoas durante o período da doença. As gestantes devem fazer controle por exames de sangue quando necessário. Para as pessoas hospitalizadas é feito isolamento até a cura da doença.


Perguntas que você pode fazer ao seu médico? Quando algum familiar for portador de rubéola a preocupação maior recairá sobre mulheres grávidas e potencialmente grávidas que eventualmente entrem em contato com o portador da infecção. O que fazer em caso de contato?


Conclusão do trabalho: Com esse trabalho sobre rubéola concluímos que esta virose é ocasionada através de gotículas de secreção nasal. Seus sintomas são de uma gripe comum e dura de 7 a 10 dias com febre , dores nos músculos e articulações, prostração, dores de cabeça e corrimento nasal transparente até o surgimento das ínguas. E seus tratamento é a vacinação é muito importante, a qual é recomendada de rotina aos 15 meses de idade.


Sarampo

Nome: Matheus Almeida Fávero nº 22 6ª Série F Informática Educacional / Ciências


O sarampo é um doença séria que causa febre, manchas na pele e outras complicações. Sarampo é causado por um vírus e se espalha facilmente de pessoa para pessoa, atacando principalmente crianças até 10 anos, mas esporadicamente adultos também.


Grupo V (Grupo) Mononegavirales (Ordem) Paramyxoviridae (Família) Morbillivirus (Gênero) Vírus do sarampo (Espécie).


A transmissão ocorre diretamente de pessoa a pessoa, através das secreções respiratórias ou orais, expelidas por tosse, espirros, fala ou respiração. Há também a possibilidade de contágio por dispersão de gotículas com partículas virais no ar, especialmente em ambientes fechados como, por exemplo, escolas e clínicas.


A prevenção é por vacina de vírus vivo atenuado.


Os sintomas são febre alta, tosse rouca e persistente, coriza, conjuntivite e fotofobia. Surgem manchas brancas na mucosa da boca. Após isso surgem manchas avermelhadas na pele, inicialmente no rosto e progredindo em direção aos pés.


A epidemia pode ter surgido na Europa nos séculos II e III d.C. Pode ter sido a queda da população de Roma e do seu império devido às doenças varíola, sarampo e varicela que matou maior parte da população romana.

O sarampo foi um dos principais responsáveis pela destruição das populações nativas da América. O vírus foi isolado em 1954, e a vacina foi desenvolvida em 1963.


Essa doença é causada por um vírus e se espalha através de tosse, espirros, fala ou respiração.

Seus sintomas são febre alta, tosse, coriza, conjuntivite e fotofobia. Na mucosa da boca surgem manchas brancas e na pele, avermelhadas, começando pelo rosto, depois indo para os pés.


É causada por um Orthopoxvirus, um dos maiores vírus que infectam seres humanos, com cerca de 300 nanômetros de diâmetro, o que é suficientemente grande para ser visto como um ponto ao microscópio óptico (o único vírus que causa doença também visível desta forma é o vírus do molusco contagioso).


Direta: Pelo contato direto com o doente, pelas gotículas de Flugge; beijo na boca. Indireta: através de objetos ou roupas usadas pelo doente; dentro de enfermarias que possam ter paciente com varíola; copos e utensílios pessoais compartilhado com o doente e a pessoa sã. A poeira dos cômodos habitados por variolosos, pode também transmitir a doença.


O modo de frear a disseminação da varíola foi a vacina desenvolvida em 1796 e depois aperfeiçoada. Com ela, foi possível a erradicação da doença. A OMS realizou no mundo todo um plano de vacinação em massa. O último caso de contaminação pelo vírus Orthopoxvírus variolae foi registrado em 1978.


O vírus da varíola pode ficar incubado de sete a 17 dias. Depois, ele se estabelece na garganta e nas fossas nasais e provoca febre alta, mal-estar, dor de cabeça, dor nas costas e abatimento, esse estado permanece de dois a cinco dias. A seguir, a doença assume uma forma mais violenta: a febre baixa e começam a aparecer erupções avermelhadas, primeiro na garganta, boca, rosto e depois se espalham pelo corpo inteiro. Com o tempo, as erupções evoluem e se transformam em pequenas bolhas cheias de pus, que provocam coceira intensa e dor.


O vírus da varíola foi pela primeira vez assim designado no ano 570 D.C por Bishop Marius de Avenches, na Suíça. A palavra deriva do latim, varius ou varus que significa bexigas (Sowers, 2002). Esta doença afetou em muito o desenvolvimento de civilizações ocidentais e foi uma das grandes pragas ultrapassando, a peste negra, a cólera e a febre-amarela, no seu impacto. Foi também a causadora da queda de alguns impérios. O vírus da varíola parece ter evoluído a partir de um poxvírus animal há cerca de 10.000 anos nas florestas tropicais da África Central (Sowers, 2002). Com o crescimento da agricultura no nordeste africano – Egipto e Mesopotâmia – por volta do ano 9000 A.C. houve uma aglomeração das populações humanas, o que permitiu a transmissão da doença de pessoa para pessoa, sendo mais tarde levada por mercadores para a Índia, Ásia e Europa.


Daniel Maria Alesso nº3 e Eduardo Yudi nº7 6ª série F

Informática Educacional/Ciências


Dengue é a enfermidade causada pelo vírus da dengue, um arbovírus da família Flaviviridae, gênero Flavivírus. Ele se chama Aedes Aegypti.


A transmissão da doença se faz através de um mosquito. Esse mosquito, chamado de Aedes aegypti, pica uma pessoa com dengue, contraindo o vírus. Já contaminado com o vírus da dengue, o mosquito irá picar uma pessoa sadia, inoculando o vírus da dengue na circulação sanguínea desta pessoa. Mais tarde, com a multiplicação do vírus na corrente sanguínea, esta pessoa irá desenvolver os primeiros sintomas da dengue. Geralmente, os sintomas se manifestam após o 3º dia da picada do mosquito.


A melhor forma de se evitar a dengue é combater os focos de acúmulo de água, locais propícios para a criação do mosquito transmissor da doença. Para isso, é importante não acumular água em latas, embalagens, copos plásticos, tampinhas de refrigerantes, pneus velhos, vasinhos de plantas, jarros de flores, garrafas, caixas d´água , etc.


Os principais sintomas da dengue são febre alta, dor de cabeça, principalmente na região ocular, dores nas articulações, músculos e muito cansaço. Também é comum náuseas, falta de apetite, dor abdominal, podendo até ocorrer diarreia e vermelhidão na pele.


Primeiro relato de epidemia de dengue surgiu em 1779-1780 na Ásia, África e América do Norte. O aparecimento quase simultâneo nos três continentes indicava que este vírus e seu mosquito vetor tinham distribuição mundial generalizada nos trópicos. Durante quase 200 anos a febre da dengue foi considerada benigna e não fatal para os visitantes dos trópicos.


Essa doença é causada pelo vírus da dengue (Aedes Aegypti).A melhor forma de combater essa doença é não deixar a água parada, e são vários sintomas. A transmissão é causada por um mosquito, essa doença já foi uma epidemia na humanidade.

Vírus  

Trabalho Interdisciplinar Ciências e Informática - Muitas viroses deixaram a sua marca na própria história da humanidade. São doenças que mu...

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