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EDITORIAL Quem somos o que fazemos?

PALAVRA DO PRESIDENTE Ainda há muito a ser feito! Janeiro de 2016 - ano XI

informativo www.asu.com.br

Sócios Aposentados se reunem em festa de Confraternização U COM A

Motos

Notebooks Tablets

TVs 50” Celulares VOCÊ SEMPRE

Ganhadores das Motos

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GANHA!

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EDITORIAL

Janeiro de 2016 - ano XI

informativo

Quem somos?

www.asu.com.br

o que fazemos?

A

Associação dos Servidores da Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP, Campus de Botucatu, fundada em 8 de julho de 1.967, denominada simplesmente “ASU”, é uma entidade sem fins lucrativos que vem há quase cinquenta anos fazendo a diferença, ostentando, com orgulho, quase três mil associados. A dedicação da ASU ao longo dos anos lhe agregou respeito, visibilidade e status de uma instituição séria perante a sociedade. Para manter tal status, conta com duas equipes, representadas por uma Diretoria e uma equipe de trabalho capacitada e qualificada, ambas envolvidas em um propósito maior, o sucesso da nossa associação. Tamanha reputação é o resultado de uma meta bastante simples: seguir à risca os objetivos propostos no estatuto da ASU, ou seja, promover aos seus associados melhor qualidade de vida, auxiliando-o em suas economias, propiciando atividades de lazer e integração e promovendo a saúde. Após um ano de trabalho da atual gestão, podemos dizer que não foi tão simples equacionar as dificuldades que surgiram. Foram muitas discussões, várias possibilidades e muitas noites sem dormir. No final, um grande aprendizado foi adquirido quanto ao gerenciamento do patrimônio e das pessoas. Temos uma paixão e um compromisso enorme com o sucesso da ASU. Estamos conectados diretamente à sociedade “unespiana” e à sociedade comercial que dependem diretamente do nosso sucesso. O que desejamos? Que a ASU na próxima década se fortaleça e cresça ainda mais. O reflexo na concretização deste objetivo será uma maior eficiência no serviço aos nossos associados. Para isso, necessitamos do compromisso da nossa equipe, da Diretoria e principalmente do nosso associado. Somos nós associados que construímos a nossa associação e não podemos deixar somente nas mãos de terceiros. A ASU depende de cada um de nós contribuindo cada um à sua maneira. 2 | Janeiro de 2016 | www.asu.com.br

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Lembre-se: “Propaganda é a alma do negócio”. VEÍCULO DE DIVULGAÇÃO DA ASSOCIAÇÃO DOS SERVIDORES DA UNESP

As propagandas e promoções veiculadas neste informativo são de inteira responsabilidade de seus anunciantes. Os textos e matérias veiculadas não refletem necessariamente a opinião do

Informativo e são de inteira responsabilidade de seus idealizadores.

Expediente

Tiragem: 3300 exemplares Redação: Edson M. Bruder, Neilson Cassimiro da Silva Diagramação: Neto - ASU

Caixa postal 593 - CEP 18618-000 Rubião Júnior - Botucatu/SP Fone/fax: (14) 3112-5110 Site: www.asu.com.br E-mail: sac@asu.com.br


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PALAVRA DO PRESIDENTE

Ainda há muito a ser feito! Jurandir Custódio Marcolino

D

epois de um ano de trabalho, o primeiro como presidente, algumas coisas já realizamos. Porém, com o passar dos dias, temos a convicção que há muito mais a ser realizado. Perante os desafios, conto e somo forças com minha Diretoria e meu quadro de funcionários que tanto me ajudaram no decorrer deste ano. Vale lembrar que realizamos os investimentos no Clube de Campo, que, apesar de modestos, já deram outra cara ao playground com os novos brinquedos, nova pintura, iluminação do estacionamento, divisórias nos banheiros da área esportiva e o forro do quiosque, que tornou a área um lugar mais agradável para um “churrasquinho” após uma partida de futebol. Iniciamos também uma campanha em conjunto com o Departamento de Esportes da ASU, incentivando a prática esportiva em nosso clube, contando com a participação dos sócios das diferentes áreas da nossa Unesp. Além disso, realizamos neste ano o primeiro Arraiá da ASU, com participação aberta a todos os funcionários da Unesp, sócios ou não sócios. Finalizamos o ano com nossa festa de confraternização, em novo espaço, porém com a mesma organização que já vem agradando a todos. Vários brindes foram sorteados e dois sortudos levaram para casa uma moto Honda 150 cilindradas cada um. Mas há ainda mais a ser feito! Este ano novas ideias serão apresentadas e projetos serão elaborados, que necessitarão da participação dos associados para serem executados. Esse deve ser sem dúvida um ano de mudanças; mudança de foco, de metas e ações, porém nenhuma mudança acontecerá se não houver a participação de vocês, associados. Por esse ano que passou, apenas tenho a agradecer pela oportunidade e responsabilidade que foi depositada a mim e meus Diretores, para que esse ano possamos continuar merecendo a confiança para realizarmos todos os projetos que temos em mente. Um ano de muito sucesso a todos!

Amigo associado, apresentamos a vocês a nossa nova logomarca que identifica os estabelecimentos credenciadas a Rede ASU On Line. Ela determina a aceitação do cartão, ou seja, em quais estabelecimentos você poderá usá-lo como forma de pagamento. Utilize seu cartão ASU, é mais seguro do que carregar dinheiro, mais rápido do que ir ao banco para sacá-lo e mais prático do que preencher cheques. Ele é aceito em centenas de estabelecimentos comerciais.

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APOSENTADOS

Festa de

Confraternização soal dançando animadamente. Após a palavra do Presidente da ASU, Jurandir Custódio Marcolino, foi realizado o sorteio de brindes aos sócios ali presentes. Para nós o mais marcante nessa confraternização foi observar a alegria contagiante dos associados ali presentes e a emoção nos olhos dos colegas de trabalho que há tempos não se encontravam para recordar os bons tempos de Unesp. Que bom que durante mais um ano conseguimos estar juntos proporcionando mais esta alegria aos nossos associados. Que satisfação ao podermos constatar que, no final da festa, alguns sócios dirigiam-se até a coordenação da festa dizendo que aguardavam ansiosamente pela próxima festa do DAP-ASU. Que coisa boa! A todas essas pessoas fica aqui registrado o nosso grande agradecimento. Um abraço e até a próxima! Antonia Horácio – Coordenadora e Maria Claudete Zanella – Vice-Coordenadora Departamento de Aposentados da ASU Confira abaixo os contemplados:

Antonia Horácio e Maria Claudete Zanella

P

or este canal agradecemos a todos os sócios aposentados da ASU que compareceram ao jantar de confraternização de final de ano oferecido pelo DAP, realizado dia 20 de novembro de 2015, quando mais de trezentas pessoas lotaram o salão de festas da A.D. (Associção dos Docentes), demonstrando, assim, a força dos eventos sociais promovidos pelo DAP-ASU. Agradecemos aos sócios aposentados pela generosa contribuição com o projeto do Departamento de Aposentados da ASU 4 | Janeiro de 2016 | www.asu.com.br

e com a arrecadação de leite em prol das entidades beneficiadas: Asilo Padre Euclides, Casa das Meninas, Casa dos Meninos e Ordem dos Vicentinos. Com um buffet de primeira qualidade do Claunil, os presentes saborearam uma sortida mesa de frios, massas, tortas, coquetéis, batidinhas, cervejas, refrigerantes, sendo que por volta das 21h foi servido um jantar maravilhoso, acompanhado de sobremesa, e, na saída, o tradicional cafezinho. Ao som da banda de S. Manuel Betão Alves Banda a animação foi total, com o pes-

ANA MARIA FERNANDES – batedeira; CÉLIA DE JESUS POMPIANI – cafeteira; CLARICE DE FREITAS PINTO – secador cabelo; DARCY DA ROCHA CAMARGO – ferramentas; ISILDA MARIA LAZER – lavadora alta pressão; IVETE VIEIRA PINTO – cook grill JAIME CAMPOS – forno de microondas; MARIANA DA SILVA VIARO – ventilador; MARINA CAMPOS – ferro a vapor; NILSEN BUENO DE OLIVEIRA – sanduicheira; ORLANDO BAGGIO – processador de alimentos; RUI DE LIMA ALBUQUERQUE – panela elétrica; SEBASTIANA DOMINGOS – jogo de panelas; VANDA AP. LOVISUTO MARTINS – liquidificador; VERA FERNANDES – faqueiro; VIRGÍNIA HELENA G. LIMA – telefone celular.


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Cla煤dia Suzana T. Camargo e Manoel Lopes dos Santos Departamento S贸cio Cultural

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Festa fim de ano A

festa de confraternização da ASU no final do ano foi um grande evento que atraiu cerca de 900 pessoas e que não iremos esquecer tão cedo! As atrações que foram proporcionadas aos associados fizeram a diferença e o show da entrega dos brindes foi de uma alegria contagiante. Este ano foram entregues, dentre vários outros prêmios, duas motocicletas 0Km, oferecidas pela ASU. O sorteio foi muito esperado e todos estavam ansiosos para saber quem seria o sortudo que iria ganhá-las. A festa foi realizada no Espaço na Mata, com início às 19 horas. Os sócios foram servidos com um delicioso churrasco. No salão havia um ambiente de muita confraternização e a todo momento abraços e cumprimentos eram trocados. Os sócios estavam bem acomodados e desfrutaram de um ambiente familiar e sadio, deixando para trás o estresse e o cansaço do trabalho. A Banda Jair Super Cap animou a fes-

ta de forma espetacular, empolgando os sócios até altas horas. Nossos agradecimentos a todos os associados que, com suas presenças, fazem desta festa uma confraternização especial e nossos parabéns aos sócios contemplados nos sorteios. Um agradecimento especial ao nosso Presidente Jurandir Marcolino, que sempre optou pelo melhor, à equipe da ASU e a todos os colaboradores pela total dedicação. O nosso convite está lançado antecipadamente para comemorarmos juntos a festa de 2016, esperando contar com a já tradicional participação em massa dos associados. Nossos agradecimentos também aos parceiros que contribuíram para que essa festa acontecesse: Jornal Acontece Botucatu, Berimbau Auto Posto, Advocacia Colenci e à equipe de segurança e dos garçons pela dedicação e respeito com todos os participantes do evento. Veja mais fotos da festa no Facebook da ASU. www.asu.com.br | Janeiro 2016 | 7


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U COM A

Motos

Sócios que ganharam as Motos 0km

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Sorteamos em nossa festa de fim de ano duas motos para todos os nossos associados, “e olhem os sortudos ai”!!

GANHA!

Cada um levou para casa uma moto Honda CG Titan 150cc novinha.

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Prêmios exclusivos para você sócio da ASU

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Parabéns aos ganhadores.

Tereza de Oliveira Martos Aposentada - Medicina

a dir. Luiz Claúdio Gameiro Fármacia FMVZ

10 | Janeiro de 2016 | www.asu.com.br


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CONHEÇA A DIRETORA DO INSTITUTO DE BIOCIÊNCIAS

Profa. Dra. Maria Dalva Cesário

O

Informativo ASU foi gentilmente recebido pela Profa. Dra. Maria Dalva Cesário, Diretora do Instituto de Biociências, que falou sobre sua formação, suas motivações à frente do Instituto e como lida com sua vida pessoal diante dos desafios que enfrenta como gestora de uma unidade universitária da UNESP. Comente de uma forma geral sobre sua formação acadêmica, suas competências e a identificação com o IBB? Maria Dalva Cesario, botucatuense de nascimento e de criação. Estudei no IECA, hoje EECA, onde fiz todo o ensino fundamental e médio. Foram 11 anos naquela escola pela qual tenho gratidão e orgulho pela formação sólida que ali recebi. Graças a essa formação eu entrei na Faculdade de Ciências Médicas e 12 | Janeiro de 2016 | www.asu.com.br

Biológicas de Botucatu diretamente, sem a necessidade de estudar em cursinhos pré-vestibulares, muito necessários nos dias atuais. Fiz o curso de Ciências Biológicas, Licenciatura e Bacharelado, movida pelo interesse em estudar a vida. Fiz Mestrado e Doutorado na área de Genética. Em 1982 fui contratada para trabalhar no Departamento de Morfologia, ministrando aulas da disciplina de Embriologia, onde estou até hoje. O que estimulou o interesse pela função de gestora do Instituto de Biociências de Botucatu (IBB)? Como estudante, aprendi a respeitar e gostar desta instituição de ensino, pesquisa e extensão e, ao aprender como a Unidade funcionava, me interessei em ingressar na carreira universitária. Sempre me preocupei com as questões de política universitária, as diretrizes que norteiam o andamento deste curso de gradu-

ação e com as pessoas que estão nos cargos de destaque. Aprendi que são estas pessoas que dão o tom no andamento das ações acadêmicas, no perfil do currículo em vigência e, assim, verifiquei que é necessário que estas pessoas tenham um grande respeito e conhecimento das leis e normas acadêmicas e nacionais. Comecei a gostar de trabalhar com a gestão quando fui chefe do meu departamento. Aprendi a organizar meu trabalho e a respeitar o grupo de pessoas que fazem o departamento. Temos que ouvir, entender e analisar as demandas e ser uma espécie de facilitador das ações no departamento. Então fui surpreendida pelo Prof. Dr. Renato Diniz, vice-diretor em 2008, com o convite para concorrer pelo cargo de Vice-Diretora, enquanto ele concorreria pelo cargo de Diretor. Embora eu gostasse de gestão, nunca tive a pretensão

de ser Vice-Diretora ou Diretora do IBB, nunca me ofereci para isso de um Vice-Diretor que é um candidato natural à Diretoria, porém a resposta era urgente e o apelo pelo meu nome me convenceu de que eu seria capaz de desenvolver, com a ajuda e experiência dele, obviamente, esta função. Assim, por quatro anos eu estive à frente das atribuições de Vice-Diretora do IBB, o que me deu muita experiência e tranquilidade para decidir por concorrer à Diretoria também, para o próximo mandato, em 2012. Eu tinha a confiança de que poderia exercer a função com entusiasmo, capacidade, respeito por esta instituição e pela comunidade toda. Concorri e pelo resultado, era o que a comunidade também pensava, para a minha alegria. Como gestora, como a senhora encara os problemas, os conflitos que aparecem? Conflito é inerente ao ser humano. O gestor que está nesta função tem que, antes de tudo, ser um bom ouvinte, tratar todos com consideração e respeito. Alguns que vêm à minha sala querem apenas ser ouvidos com atenção, nem sempre trazem demandas. Quando há uma demanda, esta deve ser analisada com cuidado, verificar qual o benefício para o departamento como um todo e para o IB e aliar à disponibilidade de recurso financeiro. Se for possível, viabilizamos e isto é o que mais dá satisfação na gestão: ver uma demanda tão importante para um departamento ou seção ser atendida. Como gestora, como visualiza e vislumbra o IBB? O IBB está completando 38 anos de história dentro da Unesp. Entretanto temos anexado ao nosso passado a FCMBB, de onde originamos e que não poderemos esquecer nunca. Se somarmos tudo são 50 anos de história. Tivemos sempre muitas mudanças e algumas, no momento em que elas ocorreram, nem sempre foram compreendidas, mas depois de assimilada


a mudança, esta foi incorporada ao nosso cotidiano. Por exemplo, a divisão da FCMBB em 4 unidades com a AG para administrar o campus, na criação da UNESP. Hoje temos um balanço de muitas conquistas tanto no ensino, quanto na pesquisa e na extensão universitária. O IB foi concebido como uma unidade de suporte às demais unidades, no ensino das disciplinas básicas. Creio que, com a nossa expertise, hoje somos reconhecidos no cenário nacional e internacional como uma unidade de excelência nas três dimensões. Temos muitos exemplos de ações de sucesso entre nós, das quais nos orgulhamos muito de fazer, inclusive a de sermos responsáveis pela formação básica de todos os cursos de graduação do campus de Botucatu. Hoje podemos dizer que o IB tem identidade própria e que é uma unidade de destaque dentro da Unesp, pelas atividades que realiza. Temos 100% de nossos docentes em dedicação exclusiva e com a titulação mínima de Doutor. Temos um quadro de servidores técnico-administrativos dedicados e competentes. Muitos são doutores em diferentes áreas do saber. Outros estão sempre se aprimorando e aperfeiçoando nas suas competências. Temos uma história de egressos dos nossos cursos de graduação e de pós-graduação muito bem colocados no mercado de trabalho, cumprindo a nossa missão social. Imagino nosso IB no futuro como uma unidade de muito mais destaque nas pesquisas que realiza, na formação de recursos humanos que pratica como um todo, disposta a novas mudanças de acordo com as exigências do tempo. Nossos docentes cada vez mais estão sendo muito bem sucedidos na captação de recursos financeiros externos para as pesquisas que realizam. Preocupa-me um pouco que tudo isto vá consumir o lado

humanístico das pessoas, pois cada vez mais esta visibilidade de excelência é cobrada das esferas superiores. Isto gera muita ansiedade, até hoje em dia, entretanto, é uma roda viva que não podemos mais parar se quisermos continuar como uma Unidade Universitária da Unesp. É um caminho sem volta. Quais são os maiores desafios em gerir o Instituto de Biociências? Na direção ou em cargo de gestão enfrentamos muitos desafios. O maior desafio é e será, para mim, a tomada de decisão. Quando uma situação se apresenta, temos que to-

sem contar com aporte extra por parte da Reitoria. Há uma pequena parcela da comunidade que ainda não entendeu que estamos em crise financeira e continua agindo como se nada estivesse acontecendo neste sentido, fazendo exigências desnecessárias, sem uma análise consciente de real demanda. Temos que lidar com isto também. Muitos profissionais misturam a vida profissional e a privada. Como a senhora administra esta situação? Procuro resolver os assuntos durante o tempo de expediente. Faço tudo o que é possível pela Diretoria

mar uma decisão. Esta decisão tem que ser a mais acertada, a menos injusta. Tenho sempre a grande preocupação de pensar no coletivo: nossa comunidade. Não podemos tomar decisões que privilegiem poucos em detrimento de outros. Nem sempre somos compreendidos nas decisões e então isto gera descontentamentos e até oposições. Temos que lidar com tudo isto. Atualmente, nesta situação econômica difícil na Universidade, o maior desafio, que é geral, tem sido equacionar o pouco recurso financeiro que temos para garantir as atividades fins da universidade na nossa unidade,

enquanto estou no IB, sem limite de tempo. Não adianta levar um problema para casa, pois lá não terei elementos para solucioná-lo. Assim quando vou para casa, é como se desligasse um botão. Voltarei a pensar no assunto no dia seguinte, na volta ao trabalho. Isto se consegue com muito treino. Não é fácil desligar. Quem é a Sra. Maria Dalva Cesario? Como é a vida social e com os colegas e amigos do IB? Penso que eu sou uma pessoa bastante reservada, discreta, o que não me impediu de fazer muitos amigos no IB. Sinto que sou querida e respeitada por muitos e tenho muito

apreço por muitos colegas também. Há muitas pessoas interessantes, inteligentes, que são sensíveis, educadas e atenciosas. Estes merecem a minha amizade e meu sentimento. Note que eu disse muitos. Como atingir um equilíbrio frente às limitações de um gestor? Tenho plena consciência de que não se pode agradar a todos. Só gostaria que todos compreendessem as limitações de um gestor. Nem todos têm essa capacidade e, por isso, há alguns desentendimentos e desagrados que geram desafetos. Infelizmente é uma consequência também de uma gestão, mas não vou mudar meus princípios por estes. Farei sempre o meu melhor, mas sempre pensando no IB. É por isso que me dispus a ser Diretora. A senhora concluiu um mandato como Vice-Diretora e agora está dirigindo o Instituto de Biociências. Quais as dicas para uma boa gestão? Minhas dicas de gestão são: se você se dispuser a fazer, faça com o coração sem esquecer a razão; seja honesto e sincero. Não deixe que a vaidade se sobreponha. Pense no coletivo e não em um pequeno grupo com interesses pessoais. Faça sempre o que for melhor para o IB e não para você. Seja humilde em admitir um erro: errar é humano e trate todos sempre com muito respeito e todos iguais. Aprende-se muito com o próximo. Esteja aberto às mudanças e às críticas. “Agradeço imensamente esta oportunidade que me foi ofertada para me expressar um pouco”.

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Seja Líder

e Faça um 2016 Diferente Marcelo Martins

Desde pequeno ouvimos que “quem brinca com fogo quer se queimar”, “quem procura acha” ou “você está procurando sarna para se coçar”. Estes ditados podem nos passar várias formas de entendimento, porém, para nossa reflexão, vamos pensar num sentido de não invertarmos coisas que são, de alguma forma, fora do que a sociedade espera, fora do comum, o que gera algum risco, de sermos mal compreendidos ou não estarmos em conformidade com o que é o senso comum. Em poucas palavras, NÃO INVENTE! Agora, vamos lembrar de um pensamento de Albert Einstein, um dos pais da ciência moderna: “Insanidade é continuar fazendo sempre a mesma coisa e esperar resultados diferentes”. Está confuso? Eu estou… Pois se aprendemos desde cedo que não devemos INVENTAR, como vamos fazer coisas diferentes e criativas para alcançar RESULTADOS diferentes? Acredito que a resposta está no empreendedorismo, sair da caixinha, ser LÍDER de nossa vida. Empreendedor é aquele que assume riscos e tem desejo de vencer as dificuldades e medos do que é novo e, assim, “vender” suas ideias, serviços, produtos ou crenças. Para tanto, temos que sair desta linha de conforto, da mesmice, do senso comum. É o que chamamos de sair da caixinha. Dentro dela nossa visão é limitada. A propósito, quando temos ideias, imaginações e estamos dormindo, chamamos de sonhos; quando estamos acordados, são visões. Se queremos quisermos mudar, temos que ser visionários e colocar essas visões em prática. 14 | Janeiro de 2016 | www.asu.com.br

Liderança é um assunto muito fácil de se abordar, o difícil é praticá-la. Deixo duas imagens neste texto para reflexão: O ser humano é imperfeito, o que é lógico se acreditarmos que a única perfeição é DEUS, a Perfeição infinita. Os pessimistas lamentam sempre o fato de sermos assim e, portanto, justificam todas suas faltas, fracassos e insucessos por serem imperfeitos. Mas nós, os otimistas, vemos isto como uma oportunidade única, pois do ponto que hoje estamos, ainda temos uma estrada infinita de possibilidades e realizações para ser trilhada e isso deve ser nosso fator motivador, saber que nossa obra está inacabada e temos muito ainda a fazer, sendo nossas realizações permeadas no amor e no bem ao do próximo. Portanto, chegamos a um famoso paradoxo da liderança: PENSAR EM SI É O MESMO QUE NÃO PENSAR EM SI. NÃO PENSAR EM SI É IGUAL A PENSAR EM SI. Infelizmente isto é o oposto do estilo de vida da sociedade que vivemos e poucos entendem este significado e não constroem algo, de fato, relevante. Que em 2016 sejamos lideres, pessoas que não têm medo de inovar, melhorar, ajudar e criar, conscientes de que trabalhar em prol do próximo também pode nos fazer muito feliz. Finalizando, tomo emprestada a frase do escritor francês Antoine de Saint-Exupéry: “Eis o meu segredo: só se vê bem com o coração. O essencial é invisível aos olhos.”, pois no fim das contas, ser vale mais do que ter.


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CENTRO DE ASSISTÊNCIA TOXICOLÓGICA CEATOX IBB UNESP

Por que fazer Psicoterapia?

Esta é uma pergunta que muitos se fazem, mas para respondê-la, antes de tudo, precisamos saber o que é psicoterapia. De uma forma bastante simples, entende-se por psicoterapia os tratamentos psíquicos que se utilizam do recurso da fala para resolver conflitos internos, os chamados conflitos emocionais. Assim sendo, o profissional habilitado para a prática da psicoterapia é o Psicólogo, que recebe em sua formação treinamento específico para aprimorar a escuta, transformando as palavras do paciente em reflexões que o auxiliarão na resolução de velhos conflitos. Vale dizer que médicos, geralmente psiquiatras, também se habilitam para esta prática, ou trabalham em parceria com psicólogos complementando um o trabalho do outro. A resolução dos conflitos emocionais se dá por meio do aprofundamento na fala do paciente, possível pela escuta treinada do analista que, objetivamente, está atento à fala do paciente e suas nuances, desvendando assim toda sorte de camuflagens emocionais escondidas nas palavras. Toda vez que um indivíduo se encontra em conflito com suas emoções; toda vez que nos perguntamos se estamos fazendo a coisa certa; toda vez que diante de uma determinada situação não conseguimos reagir de forma adequada, talvez ali esteja um bom motivo para iniciarmos uma psicoterapia. A psicoterapia é o momento de confronto de nós mesmos, uma espécie de passar a limpo a própria vida e enfrentar o nosso lado mais obscuro. É o momento de tirarmos nossas máscaras e nos conhecermos como realmente somos, sem termos que recorrer a subterfúgios para fazermos de nossa existência algo viável. O auxílio que a Psicologia, por meio da psicoterapia/análise pode ofe-

O QUE É / O QUE FAZ? O Centro de Assistência Toxicológica – CEATOX – é uma Unidade Auxiliar de Estrutura Simples, localizada no Instituto de Biociências da UNESP de Botucatu, desde 1993. Teve seus primórdios na década de 70 quando, no Departamento de Farmacologia, surgiu a iniciativa de desenvolver a área de Toxicologia, tarefa atribuída naquele momento ao Professor Doutor Igor Vassilieff. Em 1983 passou a integrar o grupo dos Centros de Informação Toxicológica do Estado de São Paulo – SETOX – e em 2000, a Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológicas – RENACIAT/ANVISA. O CEATOX, além de desenvolver e apoiar pesquisa básica e aplicada e manter programas de extensão, participa da formação de recursos humanos qualificados em Toxicologia por intermédio de atividade de formação complementar para aquisição de competências específicas (extensão, iniciação científica e capacitação), inclusive com cursos de extensão universitária. Sua área física (476 m2) contém: Ambulatório de Toxicologia; Sala de Plantão da Liga Acadêmica de Toxicologia; Secretaria; Laboratório de Rotina Toxicológica; Laboratório de Mineralização das Amostras; Laboratório de Cromatografia a Gás; Laboratório de Cromatografia Líquida; Laboratório de Espectrofotometria de Absorção Atômica (Chama e Forno de Grafite); ambulatório médico (atendimento toxicológico/clínico gratuito por agendamento); Área de Experimentação Animal (biotério próprio) e Laboratório de Avaliação Neurocomportamental – LAPEN – (Labirinto Octogonal, EPM, Open Field, Caixa de Skinner etc.).

recer ao indivíduo, para muitos, é indescritível, mas nem todo mundo consegue enfrentar-se neste processo. Posso afirmar que a análise é um processo doloroso, pois em muitos momentos gera mais angústia, principalmente por nos olharmos como nunca nos tenhamos olhado, mas é um investimento em qualidade de vida. Fazer psicoterapia, em última análise, é buscar se conhecer, se aprofundar em si mesmo para poder estar no comando da própria vida e não se permitir ser passageiro dela. O processo de análise não tem um tempo preciso de duração, mas deve durar o tempo certo para que possamos nos conhecer, nos enfrentar e deixarmos de lado velhas máscaras. Edson Laino (CRP/06-38195) é psicólogo, analista de abordagem analítica junguiana, clinicando em Botucatu, docente da Faculdade Sudoeste Paulista-FSP-Avaré/SP e do Instituto Toledo de Ensino-ITE-Botucatu/SP, docente da pós-graduação em Psicologia Analítica da Faculdade Sudoeste Paulista-FSP-Avaré/SP. www.asu.com.br | Janeiro 2016 | 15


16 público total foi de 750 mil, sendo 120 mil estudantes de 2 mil escolas. O hábito da leitura, quer realizada por prazer, para estudar ou para se informar, pode nos trazer diversos benefícios essenciais para o desenvolvimento pessoal e profissional. O projeto Livro Livre tem participantes de todas as idades. O acervo possui exemplares nas categorias romance, policial, ficção, religioso e infantil. A Sra. Fabiana, funcionária da ASU, é uma dos multiplicadores do incentivo à leitura e, na Faculdade de Ciências Agronômicas (Lageado), a Sra. Simone Fernandes também atua como multiplicadora do Livro Livre. A ASU agradece pela oportunidade de poder participar de uma iniciativa tão nobre.

Projeto Livro Livre Para obter acesso aos displays, as pessoas que demonstrarem interesse na instalação deste no próprio bairro podem entrar em contato com a Secretaria de Cultura e encaminhar o pedido, através dos telefones 3882-0133 e 3882-1489.

O

projeto foi lançado em 29 de janeiro de 2009 pela Prefeitura de Botucatu, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, e tem por objetivo a troca voluntária e gratuita de livros entre os leitores. Seu funcionamento é bastante simples: os displays, confeccionados em tecido e com visor transparente, são distribuídos pela cidade em vários locais estratégicos, de fácil acesso a para a população, onde são disponibilizados os livros aguardando para serem retirados. Para o início do programa foram escolhidos três pontos de ônibus para a instalação dos displays e, se houvesse interesse, seriam disponibilizados outros displays para outros locais da cidade. Hoje são quatro postos na cidade que incentivam a leitura e a troca de livros entre os usuários de forma gratuita. Estão localizados na FCA/Unesp (Lageado), na sede da ASU em Rubião Júnior e na frente do Teatro Municipal. Solicitamos a toda a comunidade que divulguem o display do Livro Livre localizado na ASU, pois as pessoas podem retirar sem a obrigatoriedade de devolvê-los ou podem simplesmente repassá-los. Os displays também servem para doações; basta apenas depositar um livro e o usuário estará interagindo de forma direta com o projeto. A troca de livros tem grande participação da comunidade. De acordo com os multiplicadores responsáveis pelo projeto, os livros não param nos bolsos dos suportes. O intuito do projeto é aumentar o número de displays para que mais pessoas possam ter acesso, mas ainda existe um problema: a oferta de livros. Existem poucos disponíveis. Vivemos em uma época de comodidade em que o entretenimento eletrônico é de muito fácil acesso. Um exemplo são os jogos em tablets, smartphones, notebooks e PCs. Os educadores estão preocupados com a prática de leitura, pois esse hábito desenvolve o vocabulário e melhora a forma de se expressar e também de se escrever. O incentivo à leitura faz parte da filosofia de várias empresas. Um exemplo foi a 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo em 2012. O 16 | Janeiro de 2016 | www.asu.com.br

Fazer um quadro dos itens abaixo Benefícios gerados pelo hábito de leitura: • Falar sobre diversos assuntos: Ao ler com frequência, você passa a ampliar seu conhecimento sobre diversos tipos de conteúdos. O hábito expande sua capacidade de compreensão e o torna capaz de trazer assuntos diferentes às conversas, o que provavelmente fará com que você se sinta mais criativo. • Encontrar empregos melhores: Com um conhecimento mais amplo sobre diversos assuntos, teremos chances melhores de sermos bem-sucedidos. Pessoas que se mantêm em constante aprendizado têm melhores chances de se destacar entre os candidatos a uma vaga. • Melhorar a memória: O hábito de ler pode ajudar na desatenção ao realizar as tarefas do cotidiano. Além disso, ao entender a importância de um assunto e o motivo pelo qual é importante, se lembrará dele com mais clareza, promovendo o aprimoramento da memória. • Aprimorar a capacidade de aprendizado: O interesse por assuntos diversos o fará mais motivado a procurar por novas informações, aprimorando seu aprendizado. • Diminuir o estresse: Realizar diversas tarefas ao mesmo costuma ser estressante, principalmente porque essas atividades fragmentadas normalmente são concluídas de maneira incompleta e inadequada. Como a leitura aumentará o seu foco, você deixará esse hábito de lado, fazendo com que você se sinta mais relaxado por ter mais concentração, assim como acontece na meditação.

Motivos que nos levam a ler:

A

leitura realizada por prazer é uma delas, pois é possível desenvolver a imaginação, desvendando o mundo da imaginação, o enriquecimento do vocabulário e envolvendo linguagens diferenciadas; a leitura realizada para estudar é aquela cobrada pelos professores no início do ensino fundamental, apesar de muitos não apresentarem aptidão para desenvolver estes hábitos nos alunos; a última forma de leitura é a realizada para se informar, uma leitura descontraída que se configura em uma das melhores formas de adquirir informação; são os textos informativos, artigos científicos, livros didáticos e outros.

Informativo Jan 2016  

Janeiro 2016