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MINUSHUMAN BLOODTHRONE

KRUM BUMS CUT THE NOOSE

MAJESTY OWN THE CROWN

PEOPLE LIKE YOU RECORDS

MASSACRE RECORDS

SEASON OF MIST

Os Punk Rockers de Austin, Krum Bums regressam em 2011 com o álbum “Cut the noose”, mais uma descarga de puro Hardcore. Com uma reputação invejável ao nível das suas performances ao vivo, os Krum Bums preparam-se para uma digressão conjunta com os “Holy Grail” e os “Toxic Holocaust”. “Cut the noose” é essencialmente, um disco de Punk, que toca também o Trash e o Metal e que revela uma banda simultaneamente mais preocupada com as linhas melódicas sem esquecer, no entanto, as doses certas de energia e agressividade. Temas a ter em atenção são “Action City”, “Starving Wolves”, “Gasoline”, “Injection”, “Hit and run” e “High Highs, low lows”. Os Krum Bums surgem assim explosivos em “Cut the Noose”, redefinindo de alguma forma a sua sonoridade e presenteando os fãs com 14 faixas de puro e duro Punkrock. The boys are back in town… e ainda bem! [8/10] Rute Gonçalves

Depois de um percurso algo atribulado, de terem mudado o nome de “Magesty” para “Metalforce” e posteriormente terem regressado ao nome original, este colectivo germânico lança agora “Own the crown”, um disco que reúne os maiores êxitos da sua carreira. Formados em 1998 e com claras influências de bandas como Judas Priest e Manowar, os “Magesty” contam com 4 álbuns editados e muitos quilómetros de estrada no currículo. “Own the crown” é uma obra preciosa para fãs de Heavy Metal clássico e para os seguidores da banda: 23 faixas que fizeram história ao longo dos anos como é o caso de “Freedom warriors”, “Snow in the mountains”, “Halloween” e “Geh den weg” e a oferta de duas faixas novas: “Own the crown” e “Metal on the road”. É um disco repleto de raridades, versões re- gravadas e ao vivo e também faixas das primeiras demos da banda. Uma antologia bastante interessante de uma banda que se mantém fiel ao seu estilo e não deixa os seus créditos por mãos alheias. [7.5/10] Rute Gonçalves

Há quem associe a França a Édith Piaf ou Yann Tiersen. Por outro lado, há quem associe França aos Gojira e… aos Minushuman! Este quinteto Francês oferece neste segundo registo de longa duração um metal agressivo, técnico e cheio de músculo e brutalidade. Segundo a banda, foram inspirados por Strapping Young Lad, The Haunted e Metallica, dando uma ideia do que se poderá esperar deste “Bloodthrone”: rapidez, distorção e grandiosidade. O sucessor de “Watch the World Die”, traz-nos 10 faixas de puro metal, que vai aumentar a notoriedade da França como um país bastante fértil em ondas mais pesadas e obscuras. Neste “Bloodthrone”, assinado pela Season of Mist, saliento “The Size of an Ocean”, a épica “Bloodthrone” ou a instrumental “Kill me” faixas muito bem conseguidas e que nos prendem e marcam. Talvez pela sua involvência ou pela sua simples genialidade… Ainda que já andem por estes lados há mais tempo do que se possa imaginar (sob o nome de Dark Poetry), os Minushuman cresceram muito, conseguindo alcançar um patamar de profissionalismo ainda superior aos trabalhos que fizeram no passado, especialmente entre os três anos que se passaram entre os dois últimos álbuns. É um bom registo, que vai surpreender e deliciar os ouvidos de muito metaleiro. [7/10] Narciso Antunes

MORBID ANGEL ILLUD DIVINUM INSANUS SEASON OF MIST

Muitos fãs da Banda Morbid Angel não lhe perdoarão este Illud Divinum Insanus (O latim pode estar morto, mas as bandas de metal não falam outra coisa). Irão estranhar-lhe a estética musical e as fusões com outros géneros como o Pop ou o Hip Hop, mas acima de tudo não lhe reconhecerão a qualidade e a natureza verdadeiramente death metal. O retorno de David Vincent, fazia antever um rumo que não veio a concretizar-se e que de alguma forma defrauda algumas expectativas. Se calhar, um estranho à cultura death metal aderirá melhor a esta experiencia e não será tão cáustico na apreciação das melodias. Mas é um facto que não basta que uma banda se apelide de “Extrema” para o ser verdadeiramente. Na maior parte das composições a bateria é o elemento mais marcante sendo as guitarras menos evidentes e em alguns pontos até um pouco mastigadas. O contraste entre o som e a sua ausência é uma das formas encontradas para dar dinâmica e criar atmosfera. Chega a ser quase uma linguagem. Este é um ponto positivo. Já os coros em tom de jogo para a taça da liga, ficam um

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INFEKTION MAGAZINE #06 Setembro 2011  

DOWNLOAD PDF + COMPILAÇÃO: http://www.mediafire.com/?49gtznfa0jcbgcm Edição dedicada ao Metal Feminino. Entrevistas com: Ava Inferi, The Oce...

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