Page 1


4|5

A Camara Arquitectónica e a Metáfora do Animal + Homenagem ao livro Laboratório de Projecto I | I Semestre

6|7

Casa da Água - Edifício Termal

8|9

Solução Arquitéctonica - Local de Apoio às Artes

Laboratório de Projecto II | II Semestre

Laboratório de Projecto III | I Semestre

10|13

Habitar no Pólo - ler, estudar, divuldar, conviver e viver

14|17

Habitáculo

Laboratório de Projecto IIII | II semestre

Laboratório VI | I Semestre

18|22 Blocos multifuncionais na cidade - zona residencial Laboratório VI | II semestre


A Camara Arquitectónica e a Metáfora do Animal + Homenagem ao livro

Laboratório de Projecto I | I Semestre

Projecto. Edificio localizado num terreno em Monsanto, que se destina ao elogio do livro e do leitor. Consiste num centro de leitura com capacidade máxima de 25 pessoas, contendo uma zona destinada à procura do livro - biblioteca; e uma zona criada para o culto do livro - zona de leitura. Cada divisão tem de ter diferentes relações com a luz e paisagem. Para o processo de transição da biblioteca para a zona de leitura, baseei-me na ideia:”Uma pessoa vai buscar um livro e procura luz para o ler”. Desta forma, projectei uma rampa irregular que percorre a sala do piso inferior e que suporta as estantes ao longo do seu comprimento. Este percurso diambulatório representa o processo de procura do livro, que uma vez encontrado, deverá levar o leitor a dirigir-se para o vazio iluminado que se encontra no final do percurso, e assim entrar numa diferente dimensão (zona de leitura). Uma vez que existe reduzida iluminação na biblioteca, o vazio que irá conduzir o leitor ao piso superior terá uma dimensão de maior misticidade.

4


5


Casa da Água - Edifício Termal Laboratório de Projecto II | II Semestre

Projecto. Edifício localizado no miradouro de S. Pedro de Alcantra, destinado ao elogio à água - Edifício Termal. Estudo da envolvente e do melhor aproveitamento da reduzida área do terreno. Neste projecto, comecei por me inspirar nas termas romanas, na sua forma em “U”. De modo a ter um maior aproveitamento da energia solar e da paisagem, optei por criar um edifício de três andares, unindo assim a rua superior ao largo do piso inferior. Posto isto, a minha principal inspiração, dada a natureza do projecto, provém da maior massa de água existente - o mar. O facto de serem vividas experiências distintas desde o fundo do oceâno até à superfície levou-me a distribuír as diferentes salas. Desta forma, posicionei as salas mais frias, silenciosas e escuras no piso inferior; no piso intermédio as salas que se destinam a massagens e piscinas de temperatura média; no último piso as salas de maior temperatura, como a sauna. Esta disposição também está relacionada com as diferentes vistas, ou seja, à medida que nos aproximamos da superficíe maior é a visibilidade. Por fim, optei por colocar um grande fundão no centro do edifício, com o intuito de unir os dois corpos por pontes suspensas e proporcionar luz em todo o edifício.

6


7


8


9

Solução Arquitéctonica - Local de Apoio às Artes Laboratório de Projecto III | I Semestre

Projecto. Edifício localizado em Belém, destinado às artes. Constituído por 4 ateliers e uma sala de exposições. O terresno encontra-se numa zona de bastante tráfego e movimento (Av. da India), desta forma optei por virar o edifício para dentro, levando os artistas para um local mais tranquilo, ligado à natureza. Este local tem como particularidade o facto de ser delineado pelo muro da antiga costa portuguesa, e como tal a sua preservação torna-se um aspecto importantissimo para o desenvolviento do projecto. Tinhamos como desafio, para além do citado, basear a nossa proposta numa obra portuguesa à nossa escolha - Museu do Farol | Arquitecto Aires Mateus (Cascais). Atribuí a irregularidade puxando linhas que divergem do vértice do último segmento, com o intuito de criar diferentes perspectivas consoante a localização do artista. Foi sim inspiração, a imagem reflectida do objecto arquitectonico simples, com as suas variadas tonalidades em contraste com o ceu e a naturaza. Natureza, na hera que envolve o muro já existente, céu, na reflexão sobre o espelho de água.


Habitar no Pólo - ler, estudar, divuldar, conviver e viver Laboratório de Projecto IIII | II semestre

Projecto. Edifício localizado no pólo Universitário da Ajuda, destinado ao alojamento da população universitária, através da criação de uma vida urbana para além da vida estritamente académica. A organização dos espaços/usos deve se distribuir por três unidades: Estudar (centro de estudos); Ler (Biblioteca); Divulgar (auditório). Para além disso, unidade habitacional e comercial. Devido à grande inclinação do terreno, optei por criar corpos de diferentes cotas, de forma a haver um maior aproveitamento da energia solar, que convergem e divergem (atravéz de linhas de chamada do 10 terreno) de forma a criar espaços de convivência e de estar, A partir dos cheios e vazios os três núcleos são criados no piso terreo. Optei por colocar junto desses núcleos todas as zonas de convivencia e comerciais Desta forma, distribuí a habitação no cimo destes corpos através de corredores exteriores, conferindo à habitação um estatuto mais de “casa”,do que “quarto”. A disposição dos segmentos é pensada a partir da boa orientação solar de todos os quartos, assim como aproveitamento das diferentes paisagens.


11


12


13


Habitáculo

Laboratório VI | I Semestre

Projecto. Habitação para 6 pessoas familiares ou desconhecidas. O principal desafio consiste em projectar uma habitação de área reduzida para 6 habitantes. Comecei por conferir à zona de dormir uma dimensão de entrada através de paredes amoviveis que se deslocam dos cubos inseridos no piso. Estas paredes acabam por atribuir multifuncionalidade ao espaço, proporcionando zonas de estudo, zonas de vestir, suites, camaratas e por fim a entrada. Os quatro cubos, são transpostos para o nivel superior a partir da mobilia de um openspace que acaba por dividir o espaço.São estas a zona de estar, escritório, sala de jantar e cozinha. Para realçar o conceito optei por abrir vãos, não só na zona da cruz, que vai criar tonalidades nos variados cubos, como também 1 4 em duas fachadas, de forma a transparecerem as quatro funções da casa.


Agregação do habitáculo Projecto. Agregação de 24 habitáculos, num terreno de área reduzida. O terreno proposto, tem a particularidade de ser como ue um grande muro de verde. A vegetação está bastante 15q presente, não só horizontalmente, como também verticalmente. Quis, desta forma, projectar um edifício inteiramente ligado a esta “natureza”, fechando-o assim em “L” virado para esta dimensão. Pareceu-me importante trazer este verde verticalmente para o condominio, abrindo um vazio com uma espécie de “jardim suspenso” num dos cubos. Outra vertente bastante interessante no terreno, é a escada rústica que percorre o muro. Assim sendo, optei poe incluí-la no projecto, transformando-a num acesso vvertical. A fachada tem muito presente a forma cúbica, à qual atribuí mais enfâse com a colocação das varandas. Na fachada interna, ao nivel das zonas de estar (2 piso de cada cubo) existem corredores exteriores que percorrem todo o projecto até à zona de acessos vertical. criando assim várias entradas e saídas à habitação, e conferindo uma dinÂmica de edifício “percorrivel”.


16


17


Blocos multifuncionais na cidade - zona residencial Laboratório VI | II semestre

18

Projecto. Edificios, configurando um conjunto urbano, localizado em Sta. Apolónia, entre a estrada de MArvila e o caminho-de-ferro.destinado a unidades de habitação colectiva, com espaços multifuncionais (equipamentos, serviços) anexos e zonas exteriores de uso colectivo. Na Cidade, quando projectamos, existe sempre um antes e um depois. O nosso edifício, o nosso projecto, é apenas um episódio que faz parte dessa narrativa. A cidade, quanto melhor entender o seu passado, melhor sobreviverá no futuro. Neste terreno localizavam-se parte das instalações da Sociedade Nacional de Sabões até aos anos 90. Nos dias de hoje apenas resta o mirante. Com o histórico do terreno pensei em remeter todo o projecto para esta “desconstrução”. Desconstrução material e conceptual. Ou seja, construido: tudo o que é sólido, o colectivo, como a familia (T3, T1); desconstruído: o individual, o fragmento (T0). A partir desta desconstrução até ao mirante, sucedem-se os serviços e hortas (que isolam o projecto da linha de comboio). No meio da desconstrução temos a orientação a partir de duas linhas que se unem nos “olhos” do mirante.


19


21


22


23


Portfolio arquitectura