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PARLAMENTO 2003/2006

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PARLAMENTO Previsão eleitoral 2003/2006

Editora responsável Luciana Costa Consultor responsável pelo estudo Marcondes Sampaio Programação visual DataCerta Comunicação Impressão Athalaia Gráfica e Editora

Brasília, setembro de 2002 É permitida a reprodução, desde que citada a fonte.

Parlamento: uma publicação do INESC - Instituto de Estudos Socioeconômicos. Tiragem: 2.000 exemplares - End: SCS - Qd, 08, bl B-50 - salas 431/441 Ed. Venâncio 2000 - CEP. 70.333-970 - Brasília/ DF - Brasil - Fone: (61) 226 8093 - Fax: (61) 226 8042 - E-mail: inesc@inesc.org.br - Site: www.inesc.org.br - Conselho Diretor: Jackson Machado - presidente; Ronaldo Garcia - vice-presidente; Elisabeth Barros - 1ª secretária; Paulo Pires - 2º secretário; Gilda Cabral - 1ª tesoureira; Augustino Veit 2º tesoureiro - Colegiado de gestão: José Moroni; Iara Pietricovsky - Assessoria técnica: Adriana de Almeida, Austregésilo de Melo, Edélcio Vigna, Hélcio de Souza, Jair Barbosa Júnior, Jussara de Goiás, Luciana Costa, Paulo Eduardo Rocha

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Índice Apresentação

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Critérios

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O perfil do novo Congresso

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O realinhamento de forças no Congresso e suas implicações

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Mulheres na política

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A composição do futuro Congresso

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A nova Câmara dos Deputados

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O novo Senado Federal

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Apresentação

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epois de divulgar, em agosto, a lista dos candidatos à reeleição e os novos nomes com chance de conquistar uma vaga no Legislativo, o Inesc publica agora a segunda edição da Revista Parlamento, com informações atualizadas até o dia 3 de setembro, além de artigos e análises sobre as eleições para a Câmara e o Senado. E desta vez, os candidatos recebem uma cotação, para diferenciar aqueles que têm maior ou menor chance de vencer a disputa. Este trabalho já vem se tornando uma tradição do Inesc. Desde 90, a cada eleição para o Congresso Nacional apresentamos um estudo sobre o futuro quadro parlamentar. O objetivo é avaliar o processo de renovação da Câmara e do Senado, antecipando a correlação de forças partidárias nas duas Casas e o perfil do futuro Congresso. As informações são colhidas em cada Estado e no Distrito Federal. É uma tarefa minuciosa, coordenada pelo jornalista Marcondes Sampaio. Ele tem como base fontes e dados tão variados quanto as avaliações de parlamentares e jornalistas mais experientes, o cotejo das votações obtidas nos últimos pleitos pelos parlamentares e a influência das coligações sobre o potencial dos candidatos. O levantamento é pautado na mais completa seriedade, sem qualquer motivação eleitoreira. A proposta do Inesc é apresentar uma projeção eleitoral confiável, para servir de avaliação interna e de fonte de consulta segura para os parceiros, sobretudo a sociedade civil organizada. Em razão disso, o Inesc desautoriza a utilização, como propaganda ou contra-propaganda eleitoral, das referências nominais constantes das previsões. Em contrapartida, permite a ampla divulgação dos dados e análises contidos nos textos referentes ao perfil do futuro Congresso. Na condição de organização não-governamental que atua no fortalecimento da democracia e na garantia aos direitos humanos, o Inesc tem, no Congresso Nacional, o seu principal locus de atuação. Entendemos que o Parlamento é o espaço privilegiado para a construção de políticas públicas sociais que possam beneficiar a população brasileira. E que a eleição é um momento especial para a sociedade definir o seu voto. É no exercício democrático do voto que podemos mudar o país!

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Critérios

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s previsões do presente estudo, referente ao quadro partidário do futuro Congresso, são baseadas no cruzamento de avaliações feitas por parlamentares de cada Estado, em informações da imprensa regional e na análise das estruturas dos partidos e das coligações. O estudo relaciona todos os parlamentares que concorrem à reeleição que, mais do que nunca, desfrutam na atual disputa de situação privilegiada - pela escassez, na maioria dos Estados, de novas candidaturas competitivas. As referências a novos candidatos de maior potencial ou alguma viabilidade eleitoral resultam, como regra, de consenso entre as várias fontes consultadas. Deve-se considerar ainda que, além das falhas decorrentes da complexidade das previsões políticas, o trabalho está sujeito à natural omissão de nomes que se afirmarão ao longo da campanha e às oscilações próprias do processo eleitoral. O registro dessas hipóteses visa a evitar a eventual exploração eleitoral de omissões involuntárias que venham a ser constatadas. Elaborado sob a preocupação de total isenção, o estudo tem como objetivo central antecipar o perfil do futuro Congresso e não promover os nomes aqui transcritos. O universo de nomes citados avaliados é de 745 candidatos às 513 cadeiras da Câmara e de 105 concorrentes às 54 vagas em disputa no Senado.

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O perfil do novo Congresso:

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neoliberais, que exigiam flexibilização das leis trabalhistas, da política agrária, bem como de outros avanços. Com exceção do Movimento dos Trabalhadores Sem-Terra – MST -, os movimentos de reivindicação social e de caráter popular foram anulados. As políticas públicas passaram a ser mais voltadas para as minorias privilegiadas, sem grandes preocupações com os excluídos e as causas da pobreza. Para os pobres e excluídos sobraram as migalhas da comunidade solidária assistencial. Caso prevaleça a atual projeção de perfil do novo Congresso Nacional, as preocupações de seus integrantes estarão voltadas mais para interesses fisiológicos, corporativos e regionalistas. É um perfil pouco orientado para as grandes pautas nacionais, que deveriam contemplar um sadio projeto de reconstrução do país, que assegurasse os interesses básicos da população e a defesa de nosso território. A grande questão é saber quais serão as futuras pautas do Congresso. Serão aquelas voltadas para os grandes interesses, que mantém o país com um dos mais baixos índices de desenvolvimento humano 73º na classificação da Organização das Nações Unidas -, apesar de ser a 12ª economia do mundo? Ou serão, ainda, aquelas que colocaram o Brasil a reboque de políticas públicas idênticas às atuais, que priorizaram as questões da visível e insolvente falência nacional, vítima da fraudulenta especulação financeira internacional? Haverá uma fuga deste círculo vicioso, que tenha como prioridade a sobrevivência das camadas populares e menos favorecidas da nossa população? Caso dependa do perfil que se configura, há pouca esperança de grandes mudanças.

Virgílio Leite Uchôa – Padre Católico Membro fundador da Comissão Brasileira de Justiça e Paz (CBJP)

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perfil do futuro Congresso Nacional, que se delineia através da análise dos prováveis eleitos, é preocupante no que diz respeito à representação popular e aos projetos ligados a esta área. No que depender do Congresso, tudo indica que a elite brasileira ainda continuará a comandar os destinos políticos do país. Para se entender esta situação é necessário remontar ao processo de transição, cujo ponto culminante foi o movimento denominado “Diretas já”. As aspirações populares, naquele momento histórico, foram encampadas pela forma indireta de eleger o presidente Tancredo Neves. Havia muita expectativa de como seria a nova ordem constitucional. Os setores mais ligados às aspirações populares exigiam uma Constituinte exclusiva, eleita com ampla representatividade, não restrita a determinadas influ ências políticas. Afinal, o processo de redemocratização do país reivindicava amplas transformações sociais. Estas foram gestadas no bojo de grandes mobilizações: movimentos sindicais e dos trabalhadores, luta contra a carestia, reforma agrária, índios e minorias, e outras. Prevaleceu a lógica das elites encasteladas no Congresso Nacional, transformado-o em Assembléia Nacional Constituinte. É bem verdade que a nova Constituição foi saudada como representativa dos cidadãos. Os avanços sociais conquistados aconteceram mais por causa da ampla mobilização da sociedade civil organizada do que pelas forças internas do Congresso. Aliás, nos momentos de impasse, fizeramse alianças, dando origem ao famoso “Centrão”. Este permitiu introduzir modificações que muito bloquearam os direitos sociais e suas conquistas. Passaram-se os anos. A década de 90 foi pródiga em privilegiar os avanços neoliberais e a equivocada inserção do país na globalização, configurada sob a égide financeira. Os poucos avanços sociais de nossa Constituição foram constante alvo das pressões

a representação popular e suas pautas

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uando o PT nas eleições municipais de 2000 assumiu o controle de 17 prefeituras que representavam 23% do PIB nacional e uma população de 20,3 milhões, os analistas políticos começaram a trabalhar com a possibilidade de que os petistas, e os demais partidos de esquerda, pudessem estourar nas eleições para o Congresso em outubro próximo. Uma de suas lideranças mais expressivas, o deputado José Genoíno (PT-SP), passou a fazer proselitismo em cima da imagem simpática de que o Pela natureza de suas pleito desse ano pualianças, Luiz Inácio Lula da desse resultar na construção de uma nova Silva e José Serra teriam uma elite parlamentar. base parlamentar mais Mas todas as infororgânica e coesa. Enquanto a mações disponíveis, inclusive o criterioso de Ciro Gomes é inorgânica, levantamento patrocie seria mais instável e de nado pelo Inesc, indicam que o realinhadifícil administração, pois sua mento político que está arca reúne forças antagônicas para ocorrer no Concomo o PFL e o PDT. gresso não será crítico, ou seja, não vai promover uma grande virada e nem uma mudança de patamar. Os partidos de centro - o PSDB e o PMDB -, mesmo perdendo algumas cadeiras em relação às eleições de 1998, devem manter-se como protagonistas do processo legislativo, dividindo entre si as presidências da Câmara e do Senado. Os partidos de esquerda, notadamente seu maior representante, o PT, vão crescer mas as projeções demonstram que não darão um salto. Ainda para reforçar o caráter mitigado do realinhamento congressual devemos considerar que o principal partido das forças conservadoras e liberais, o PFL,

O realinhamento de forças no Congresso e suas implicações deve manter-se como a maior bancada. Outros partidos, que se comportam como forças pendulares, como o PTB, o PL e o PSB, também devem ter um ligeiro crescimento. Não se trata aqui de afirmar que não haverá nada de novo sob o sol. Mas de delimitar o realinhamento político que se desenha e a partir dele abordar suas implicações futuras. Esta especulação envolve a governabilidade, a capacidade do futuro governo de promover reformas constitucionais, a realização de reformas na legislação eleitoral e a criação de um ambiente propício a uma reorganização partidária. O tratamento desses temas envolve nuances sendo que o mais importante está vinculado com o relacionamento dessas forças partidárias com o Presidente da República que vier a ser eleito. O sistema de forças montado na eleição presidencial e os consensos que se formaram durante o debate quanto a algumas questões econômicas indicam que o Congresso garantiria um mínimo de governabilidade ao futuro presidente. Pela natureza de suas alianças, Luiz Inácio Lula da Silva e José Serra teriam uma base parlamentar mais orgânica e coesa. Enquanto a de Ciro Gomes é inorgânica, e seria mais instável e de difícil administração, pois sua arca reúne forças antagônicas como o PFL e o PDT. No caso de José Serra e Ciro Gomes chegarem ao poder haverá um agravante em potencial. Ambos estarão sujeitos a conviver com a retomada ou uma nova escalada da disputa política que implodiu a base parlamentar que deu sustentação ao presidente Fernando Henrique Cardoso. Os blocos de forças que se formaram para disputar as eleições para o Congresso mostram que nenhum deles terá uma base suficientemente ampla para adotar um estilo rolo compressor e,


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Ilimar Franco Repórter da Editoria de Política de O GLOBO

por exemplo, propor um conjunto de reformas constitucionais tal como fez o atual presidente. Mudanças que envolvam quórum qualificado vão depender de muita negociação e de muito consenso. É importante ressaltar que as reformas que ficaram pela metade na gestão Fernando Henrique, como as da Previdência e a Administrativa, não tiveram o apoio de sua própria base parlamentar. Enfrentar essas questões, relevantes para a lógica financeira em que o Brasil está inserido, continuará sendo um problema para o futuro presidente da República. · A reforma eleitoral é um tema recorrente das elites parlamentares e econômicas do país. No processo eleitoral em curso, dois candidatos - José Serra e Ciro Gomes - têm manifestado maior disposição de enfrentar o tema. Entretanto, o realinhamento congressual que está sendo produzido pelas urnas não dá muitas esperanças de que sejam realizadas mudanças profundas. Não há unidade real entre os maiores partidos sobre o que se deve fazer. Como as mudanças envolvem perdas e ganhos, qualquer proposta sempre será analisada do ponto de vista do interesse particular de cada parlamentar. Além do quê, o fortalecimento de siglas médias e pequenas, como o PTB, o PL, o PSB, o PC do B, o PPS, o PDT e o PPB representará uma dificuldade adicional. Foram esses partidos, aliados às dissidências nos grandes, que sempre impediram a aprovação do voto distrital misto e o fim das coligações nas eleições proporcionais. Já a reforma na área partidária deverá ocorrer. O PDT e o PTB trabalham abertamente para fundirem-se num único partido trabalhista, na expectativa de voltarem a ser uma força política relevante, como no período pré-64. Uma derrota do candidato do governo também poderá levar à construção de uma nova alternativa partidária envolvendo o PSDB e setores do PMDB, além de outros partidos. No caso de uma vitória da coligação PSDB-PMDB na eleição presidencial, a tendência de ambos os partidos é usar o poder para se afirmar individualmente. Neste contexto, quem poderia buscar uma aglutinação com o PPB, para não ser canibalizado, é o PFL.

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Mulheres na política:

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Mais de 20% 3 partidos: PCB, PCO e PST De 16 a 20% 3 partidos: PV, PSTU e PCdoB De 11 a 15% 11 partidos: PTC, PRONA, PRTB, PT, PRP, PTB, PSDB, PL, PDT, PSC e PMN De 6 a 10% 11 partidos: PPS, PMDB, PT do B, PSDC, PSD, PFL, PSL, PSB, PGT, PHS e PTN Até 5% 2 partidos: PPB e PAN Média nacional: 12,09%

CÂMARA DOS DEPUTADOS - COTA MÍNIMA 30%

Cota mínima atingida pelos partidos políticos candidaturas femininas

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s eleições estão chegando e, ainda que a disputa para a Presidência da República roube a cena, é sempre bom lembrar que também estamos elegendo mulheres e homens para ocuparem 2/3 das 81 cadeiras do Senado Federal, 513 assentos na Câmara dos Deputados e 1059 cadeiras das Assembléias Legislativas Estaduais e Câmara Legislativa do Distrito Federal. Sem esquecermos, é claro, dos governantes das 27 unidades da federação. Os movimentos feministas e de mulheres desde muito tempo perceberam a importância da participação nestes pleitos e a pequena expressão numérica das mulheres nestas disputas. Após muitas batalhas, foi possível, em articulação com a bancada feminina no Congresso Nacional, e com o apoio de expressiva parcela da bancada masculina, aprovar a lei de cotas para equilibrar a disputa entre mulheres e homens pelas cadeiras dos legislativos.

quebrando resistências

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A intenção final era propiciar condições e oportunidades para que mais mulheres fossem eleitas e o entendimento era de que, ao se diminuir o fosso existente entre o número de mulheres e de homens candidatos, se diminuiria também a desigualdade entre o número de mulheres e de homens eleitos. Partia-se do princípio de que se houvessem mais mulheres se candidatando, mais mulheres seriam eleitas. A primeira legislação, aprovada em 1995, assegurou uma reserva de vagas para as mulheres de 20%. Na segunda, em 1997, esta reserva passou a ser, para qualquer um dos sexos, de no mínimo 30% e no máximo 70%. Esta alteração no texto da lei colocava no centro da proposta não mais a "proteção da mulher" ou uma "compensação para as mulheres", mas o equilíbrio entre os sexos como um valor da democracia; e a redistribuição dos cargos em disputa, como forma de se chegar a este equilíbrio. Ainda que, nesse primeiro momento, as beneficiadas diretas fossem as mulheres. Mas, se formos analisar o desempenho dos partidos no cumprimento das cotas propriamente ditas, os resultados não são muito animadores. Os partidos políticos não têm conseguido atingir a proporção entre candidaturas de homens e mulheres indicada na lei. Foi assim em 1996 e 2000, nas eleições para as Câmaras de Vereadores; foi assim em 1998, nas eleições para a Câmara dos Deputados e Assembléias Legislativas e o mesmo está se repetindo em 2002. Nenhum dos 30 partidos políticos que concorrem às eleições proporcionais atingiu as cotas - mínima de 30% e máxima de 70% - para qualquer um dos sexos. A média nacional da cota de candidaturas de mulheres para a Câ-


Sônia Malheiros Miguel Historiadora e Socióloga Assessora Técnica do CFEMEA - Centro Feminista de Estudos e Assessoria

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Brasil ainda está impregnada dos perfis racista, sexista e classista da sociedade brasileira, que consolidam um poder hegemônico de face masculina, branca e heterossexual, em que pesem as diferenças político- ideológicas entre os partidos. A Plataforma coloca como desafio fortalecer a Tem crescido significativademocracia participativa por intermémente o número de mulheres dio da ampliação candidatas, inclusive para a dos mecanismos de disputa de cargos majoritáacesso ao poder, com a garantia de rios, caso em que a lei de equidade de gênero, cotas não se aplica. Para o raça e etnia, e propõe a paridade no Senado Federal, o número de âmbito da política mulheres candidatas cresceu representativa. 65%; e para os governos, Para os movimentos feministas e em torno de 35%. de mulheres, associar uma política de presença - mais mulheres disputando e sendo eleitas - com uma política de idéias - mulheres e homens defendendo a construção de uma sociedade que supere as discriminações por sexo, raça, etnia, geração, orientação sexual e condição social é fundamental para a democracia e é o que esperamos das mulheres e homens que irão nos representar nos próximos anos.

mara dos Deputados não passa dos 12%. O partido que mais se aproxima da meta é o PCB - Partido Comunista Brasileiro -, com 28,57% de mulheres candidatas; e o que mais se distancia é o PAN - Partido dos Aposentados da Nação -, com 4,92% do total de suas candidaturas preenchidas por mulheres. Com base na experiência destes 7 anos, e com o objetivo de se conseguir resultados mais efetivos com a política de cotas, tramitam no Congresso Nacional novas propostas. Duas delas sugerem a paridade nas candidaturas, metade das vagas para cada sexo, com penalidades para o seu não cumprimento. Uma outra propõe que a reserva de vagas seja assegurada entre as candidaturas efetivamente registradas por cada partido ou coligação, e não definida em relação ao total de candidaturas que cada partido ou coligação têm o direito de registrar. Associar às políticas de cotas para candidaturas outras medidas de ação afirmativa, como cotas no horário político eleitoral, cotas no financiamento das campanhas, cursos de capacitação e cotas nas direções partidárias, de modo a garantir o acesso das mulheres às instâncias de poder, também são temas que serão discutidos pelas próximas bancadas eleitas para o Senado Federal e para a Câmara dos Deputados. Mas, mesmo não tendo o efeito imediato esperado, ainda assim esta política tem trazido resultados positivos. Em primeiro lugar, mais mulheres têm concorrido aos diferentes pleitos. Tem crescido significativamente o número de mulheres candidatas, inclusive para a disputa de cargos majoritários, caso em que a lei de cotas não se aplica. Para o Senado Federal, o número de mulheres candidatas cresceu 65%; e para os governos, em torno de 35%. Para a Câmara dos Deputados este crescimento está em torno de 60% e para as Assembléias Legislativas Estaduais e Câmara Legislativa do DF, em torno de 40%. A participação política das mulheres tem sido discutida e defendida por mulheres e homens que entendem que esta participação é essencial para a consolidação da democracia. A Conferência Nacional de Mulheres Brasileiras, realizada em Brasília, em junho de 2002, em sua Plataforma Política Feminista, constata que a democracia representativa no

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PERFIL

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atualização do levantamento do INESC mostra, nesta segunda edição, a consolidação da tendência do PFL de conquistar a maior representação na Câmara, na próxima legislatura (entre 92 e 98 deputados), ficando o PMDB com a segunda maior bancada (entre 76 e 84) e o PSDB em terceiro lugar (entre 72 e 78). A solidez pefelista resulta, em larga proporção, do desempenho do principal reduto deste partido, a Bahia, onde, ao contrário de algumas avaliações feiA atualização do levantatas no início do ano, a limento do INESC mostra, derança de Antônio Carlos Magalhães deve nesta segunda edição, a ser revigorada, com o consolidação da tendência do crescimento da representação federal do PFL dos PFL de conquistar a maior atuais 18 para 19 a 22 derepresentação na Câmara, na putados federais - cerca de 20% da bancada. No próxima legislatura, ficando Senado, o PMDB deve o PMDB com a segunda manter a condição de maior partido, provavelmaior bancada e o PSDB em mente com folgada difeterceiro lugar. rença sobre as duas outras legendas da atual base governista. A renovação da Câmara deverá ser a menor das últimas eleições - entre 35% e 40% interrompendo, assim, uma seqüência de renovações em torno dos 50%, observada desde o pleito que escolheu os deputados constituintes, em 1986. No Senado, o cálculo da renovação é mais complexo porque, nos termos constitucionais, não é o conjunto das 81 cadeiras da Casa que estará em disputa, e sim dois terços delas (54), ou duas cadeiras por Estado. Além disso, até sete das 27 cadeiras que estão fora de disputa poderão vir a ser ocupadas por suplentes na próxima legislatura, porque seis dos seus titulares são candidatos a governador e um - o mineiro José Alencar, do PL - a vice-presidente, na chapa de Lula. Eleitos para o Executivo, terão de renun-

A composição do futuro Congresso ciar aos atuais mandatos. Levando-se em conta esse fator adicional, é previsível que a renovação real do Senado fique entre 40 e 50%. Mais do que pelos números, a composição do futuro Congresso deve ser analisada por variáveis políticas que passarão certamente por uma reformulação partidária e pelo ajustamento dos partidos à realidade que será criada pela eleição de um novo Presidente da República, após oito anos do governo nominalmente social-democrata, mas para os críticos, neoliberal de Fernando Henrique Cardoso. A nova configuração partidária dependerá, em larga medida, de quem for eleito para a Presidência da República, com maiores dificuldades para a formação da base governista se o eleito for Lula, inclusive em razão de escrúpulos e limites de um candidato e de um partido que, apesar das recentes contradições, ainda procuram afirmar-se na questão ética. Os três principais partidos que dão sustentação à candidatura petista - PT, PL e PCdo B - terão juntos em torno de 100 deputados e 10 senadores. Na Câmara, o PT elegerá entre 62 e 68 deputados. A Frente Trabalhista de Ciro - PPS, PDT e PTB - terá desempenho mais acanhado, entre 52 e 62 deputados e 8 a 12 senadores, mas tem a vantagem da adesão antecipada da maioria do PFL e, na hipótese de vitória do seu candidato, tende a ser engrossada por parcelas do PSDB e fatias do PMDB, partidos que, em proporções menores, também poderão fornecer quadros para um eventual governo petista. Serra também não teria maiores problemas no futuro Congresso. Além do PSDB e do PMDB, que juntos deverão eleger cerca de 170 deputados e entre 30 e 40 senadores, o tucano poderia contar com o retorno dos pefelistas agora engajados na candidatura Ciro Gomes, a maioria de conhecida vocação governista. Na realidade, para alguma parcela do PFL, a debandada pefelista rumo à candidatura Serra poderá ocorrer antes mesmo da eleição, caso se confirme, nas próximas pesquisas, a tendência ascedente da candidatura tucana e a derrocada de Ciro.


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disputa, pela inexistência de novas candidaturas eleitoralmente fortes e pelas vagas que se abrem pelo fato de 107 deputados não estarem disputando a reeleição. Deste total, 33 são candidatos ao Senado, 16 a governador, 15 a deputado estadual , nove a vice-governador, dois a vice-presidente da República, um a suplente de senador e 31 simplesmente desistiram, principalmente por falta de recursos, número que pode crescer até o final da campanha. A pequena proporção de novas candidaturas de consistência eleitoral é vista pelos atuais parlamentares como resultado da crise de credibilidade das instituições representativas - aí incluídos os sindicatos - e das crescentes dificuldades que enxergam para o exercício do mandato parlamentar, a começar pelos custos da campanha, passando pela questão da remuneração e pelo tratamento que consideram rigoroso, dispensado pela mídia aos políticos. Entendem os mais céticos que na crise geral em que vivem o país e o mundo, na falta de perspectivas de maior influência sobre as grandes decisões nacionais, que hoje passam mais pelos condicionamentos da globalização, muitos dos atuais congressistas se sentem desestimulados a continuar na política federal e outros que abandonaram suas vidas profissionais nos Estados sem condições de retorno, desatualizados e sem clientela, continuam buscando novos mandatos em Brasília. Outros optam pelo desafio das disputas majoritárias, como governador e senador, ou pela repetição de etapas já vencidas em suas carreiras, como as prefeituras - que não raro funcionam como reciclagem eleitoral - e o mandato de deputado estadual, que julgam menos alvo de cobranças e tem melhor remuneração.

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Partidos PFL PSDB PMDB PT PPB PTB PL PDT PSB PPS PCdoB Micros partidos

Composição atual 97 95 87 58 53 33 23 17 17 11 10 12

Previsão 92 a 98 72 a 78 76 a 84 62 a 70 42 a 50 25 a 32 24 a 30 12 a 20 22 a 28 8 a 14 8 a 14 10 a 15

COMO FICARÁ A CÂMARA

a disputa pelas 513 cadeiras da Câmara, re gistra-se um paradoxo: de um lado, a inscrição do recorde de 4.900 candidatos a deputado federal - 1.483 a mais do que os 3.417 inscritos na eleição de 1998. De outro, a escassez de nomes com maior representatividade e experiência política na maioria dos Estados, principalmente no Sudeste, fato que deve favorecer a participação na futura Câmara de dezenas de ex-deputados e de suplentes da atual legislatura, bem como de representantes de oligarquias emergentes que disputam espaços com as antigas, como demonstra a lista de filhos, mulheres e sobrinhos constante do universo avaliado pelo Inesc. O fenômeno do retorno de ex-deputados depois de anos de ausência do Parlamento ou a insistência de suplentes em obter a titularidade não é novo, mas ganha maior proporção na atual

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A futura Câmara Federal

Deve-se levar em consideração, por fim, que a qualidade da representação parlamentar não resulta apenas da soma (ou média) das virtudes e defeitos individuais dos seus integrantes, mas também, em grande dose, das pressões que recebe da sociedade, bem como das realidades política, econômica e cultural de cada legislatura. Deste modo, um componente importante a ser considerado em relação ao papel do futuro Congresso é o temido agravamento da crise econômica, que tende a restaurar o vigor da debilitada oposição parlamentar e das demandas dos governos estaduais e municipais, e a colocar a questão nacional no centro das decisões. À esquerda e à direita já vem sendo observada a eclosão do sentimento nacionalista como reação às pressões externas enfrentadas pelo país, submetido aos rigores do acordo com o FMI e exposto às vulnerabilidades da especulação financeira. A aceitação do acordo pelos presidenciáveis não constitui, portanto, uma garantia de endosso pelo poder político que emergirá das urnas. No sentido contrário ao do fortalecimento da oposição, não se deve excluir a hipótese de tentativas, por parte do eleito, de construção de um governo de união nacional ou propostas afins, para enfrentamento da crise, como já foi sugerido por Ciro Gomes. Num ou noutro caso, papel de relevo pode ser desempenhado por figuras carismáticas da velha politica como, à direita, o pefelista Antônio Carlos Magalhães, que deve voltar ao Senado e, à esquerda, o presidente do PDT, Leonel Brizola, e o presidente do PSB, Miguel Arraes, bem como pelos candidatos derrotados na disputa pela Presidência.

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rém, que este segmento não é um bloco tão monolítico quanto sugerem certas avaliações, incluindo integrantes do PT e parlamentares dos grandes partidos submetidos mais às orientações partidárias e aos interesses pessoais do que à orientação das suas Igrejas. A Igreja Universal do Reino de Deus é a que atua com maior desenvoltura política, anunciando o apoio a 22 candidatos, incluindo integrantes de outras denominações religiosas. Um dos principais objetivos da Universal, este ano, é a atual eleição do seu dirigente, Marcelo Crivela, para uma das vagas no Senado, pelo Rio de Janeiro. Em São Paulo, tem-se como certa a eleição para a Câmara de Edna Bezerra, irmã do fundador da Igreja, bispo Edir Macedo.

Perdas e ganhos

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s evangélicos, outro segmento que chegou a alimentar grande expectativa este ano , agora têm um desempenho imprevisível. Poderão ir pouco além dos 10% da atual composição da Câmara, mas o mais provável é que fique mais próximo do tamanho atual - 46 integrantes. Deve-se levar em consideração, po-

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Os evangélicos

Os fatores adversos pesam cada vez mais não apenas na avaliação dos projetos políticos dos atuais parlamentares, mas também entre as poucas novas lideranças que surgem na sociedade, alvos de tentativas de cooptação dos partidos nos anos de eleição. A vaidade e os encantos da política já não seriam suficientes para neutralizar o pragmatismo e/ou indiferença de muitos jovens profissionais - advogados, médicos, professores, gestores públicos - formados, sobretudo na década passada, em ambiente de individualismo e desapreço à política. Nesse quadro, os parOs partidos de esquerda tidos de esquerda também também são atingidos. são atingidos. Suas representações podem até auSuas representações mentar, mas em proporções abaixo das expectapodem até aumentar, tivas otimistas que eram mas em proporções geradas recentemente. Isolado na disputa, o PSB abaixo das expectativas sairá dos atuais 17 para otimistas que eram um total de 22 a 28 deputados, desempenho ingeradas recentemente. ferior ao que era previsto no primeiro semestre, quando dirigentes socialistas esperavam que a bancada dobrasse de tamanho. O PT, que na década passada cresceu quase 200% - de 21 deputados em 1999 para 62 em 2000 - parece perder fôlego para maiores avanços na Câmara, até porque, na atual disputa, o partido divide espaços não só com a esquerda, mas também com o PL. Dificilmente o partido de Lula sairá da disputa com 20% a mais da sua atual representação, de 58 deputados. O PDT (17 deputados atuais) e o PcdoB (10 deputados) estão ameaçados de perdas nos seus quadros, mas também há possibilidade de pequeno crescimento destas legendas. O PPS oscila entre o seu atual tamanho (11) e a perspectiva de uma bancada de 15 integrantes. A elasticidade das previsões para esses três partidos resulta dos condicionamentos das coligações a que vinculados (o PC do B com o PT e o PPS com o PDT e o PTB).

PERFIL

I

ndependente dos resultados da eleição de ou tubro, a Câmara sofrerá perdas de alguns dos nomes mais expressivos das últimas legislaturas e tais perdas dificilmente serão compensadas, na mesma proporção, pelos resultados do pleito. A lista dos 107 deputados que até o início de setembro não iriam disputar a reeleição inclui pelo menos 30 parlamentares que têm atuação destacada nas atividades legislativas ou partidárias. São eles: Do PSDB, deixam a Câmara o presidente da Casa, Aécio Neves, candidato ao governo de Minas; o presidente nacional do partido, José Aníbal, candidato ao Senado por São Paulo; o líder do governo no Congresso, Arthur Virgílio, candidato ao Senado pelo Amazonas; o ex-presidente nacional do partido, Pimenta da Veiga, que preferiu dedicar-se à coordenação da candidatura José Serra, sem disputar a reeleição, e ainda o ex-presidente da Comissão de Economia, Antônio Kandir e o ex-relator-geral do Orçamento, Sampaio Dória, que desistiram de continuar na atividade política - ou decidiram interrompê-la por algum tempo. PT - O Partido dos Trabalhadores registra o maior número de perdas antecipadas. Entre elas, as do ex-líder do partido na Câmara, José Genoíno, candidato ao governo de São Paulo, que nas três últimas legislaturas foi um dos líderes da inclinação do PT para o centro ou , segundo seus críticos, para a direita; Aloísio Mercadante (SP), um dos formuladores das propostas econômicas do partido, candidato ao Senado e que vem mantendo diálogo com a atual equipe econômica, com vistas à transição, no caso de vitória de Lula; Paulo Paim, atuante na


Os que retornam

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área social, com ênfase nas questões do salário mínimo e no combate à discriminação contra as minorias, candidato ao Senado pelo Rio Grande do Sul; Waldir Pires, um dos principais líderes da oposição baiana, candidato ao Senado; o ex-líder Jacques Wagner, candidato ao governo da Bahia; a presidente da Comissão de Educação, Esther Grossi; os mineiros Nilmário Miranda, ex-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Tilden Santiago, candidatos, respectivamente, ao governo e ao Senado; Milton Temer, a principal expressão da corrente mais à esquerda da bancada e ainda os candidatos a governador Geraldo Magela (Distrito Federal); Padre Roque (Paraná) e Wellington Dias (Piauí). Também na esquerda, além dos petistas, três nomes expressivos estão deixando a Câmara: os líderes do PCdoB, Haroldo Lima, candidato ao Senado pela Bahia, e do PSB, José Antonio Almeida, candidato à vice-presidência na chapa de Anthony Garotinho; e o exlíder do PPS, Rubens Bueno, candidato ao governo do Paraná. Do PMDB, entre os nomes nacionalmente mais conhecidos, sairão da Câmara a candidata à vice-presidência na chapa de José Serra, deputada Rita Camata (ES), com atuação mais destacada nas questões da criança, do adolescente e da mulher; o ex-líder Germano Rigotto, um dos mais atuantes defensores da reforma tributária, candidato ao governo do Rio Grande do Sul; e Hélio Costa, ex-presidente da Comissão de Relações Exteriores e candidato ao Senado por Minas Gerais. Do PFL, não disputam a reeleição, entre outros, o deputado catarinense Antônio Carlos Konder Reis, que iniciou sua vida política há 55 anos como deputado estadual constituinte e que aos 77 decidiu voltar à Assembléia catarinense, depois de quatro mandatos de deputado federal, dois de governador e dois de senador, com destaque para sua atuação na elaboração das Cartas de 67 e 88; o atual e o exvice-presidente da Câmara e do Congresso, Efraim Morais e Heráclito Fortes, candidatos ao Senado, respectivamente, pela Paraíba e pelo Piauí e o deputado paranaense Luciano Pizzato, voltado para as questões do meio ambiente, ciência, tecnologia e economia, também candidato ao Senado. Do PPB, tentarão cadeiras no Senado os deputados Hugo Biehl, de Santa Catarina, atuante na defesa dos interesses dos produtores rurais e Gerson Peres, de atuação diversificada, com destaque para sua participação nas decisões do plenário e da Comissão de Justiça.

PERFIL

D

a relação dos ex-deputados que pretendem retornar à Casa, poucos são os nomes de projeção nacional . Entre os que têm esse perfil, incluem-se os ex-governadores de Pernambuco Miguel Arraes (presidente nacional do PSB e um dos ícones da esquerda brasileira) e Roberto Magalhães, do PSDB; o pefelista Alcenir Guerra, ex-ministro da Saúde; e os peemedebistas Jader Barbalho - ex-presidente nacional do partido e do Senado, que no ano passado renunciou ao mandato, ameaçado de cassação em razão das denúncias de envolvimento no chamado escândalo da SUDAM -, Ibsen Pinheiro, ex-presidente da Câmara, cassado em 1993 por indiciamento no escândalo do Orçamento e Moreira Franco (RJ), uma das expressões do PMDB governista. Da linha oposicionista deste partido, apenas seu ex-presidente, Paes de Andrade (CE), que também presidiu a Câmara, tem grandes chances de retornar. Outra figura expressiva que pode voltar à Câmara, depois de oito anos de ausência, é o senador pernambucano Roberto Freire, presidente nacional Entre os candidatos sem do PPS, que entretanpassagem pelo Congresso, to vem enfrentando é maior a escassez de dificuldades na disputa.. Também com nomes de projeção nacional. a experiência de senador, tem chance de Entre as exceções, podem chegar à Câmara o ser citadas figuras como pefelista José Roberto Arruda (DF), que no o ex-presidente da CUT, ano passado renunVicentinho, a juíza ciou à liderança do governo e em seguifluminense Denise Frossard da ao próprio mandae o três vezes candidato à to, por comprometimento no episódio presidência, Enéas Carneiro. de violação do painel de votação. Do PT, pretendem retornar à Câmara o ex-presidente da UNE, Lindenberg Farias, do Rio de Janeiro; o paranaense Paulo Bernardo e Sigmaringa Seixas (DF), que foi constituinte e nas décadas de 80 e 90 teve atuação destacada, como advogado, na defesa dos direitos humanos e políticos. Entre os candidatos sem passagem pelo Congresso, é maior a escassez de nomes de projeção nacional. Entre as exceções, podem ser citadas figuras como o ex-presidente da CUT, Vicentinho, a juíza fluminense Denise Frossard e o três vezes candidato à presidência, Enéas Carneiro.

PARLAMENTO 2003/2006

- 15


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○ ○ ○ ○ ○

na (PT-AL) e Maria do Carmo Alves (PFL-SE) estão fora de disputa, assegurando-lhes mais quatro anos de mandato. Disputam a reeleição as senadoras Marina Silva (PT-AC), Emília Fernandes (PT-RS) e Marluce Pinto (PMDB-RR).

O futuro Senado Federal

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mbora os partidos sejam obrigados a reservar às mulheres pelo menos 30% das candidaturas às casas legislativas, apenas cerca de 570 dos 4.900 candidatos à Câmara - pouco mais de 10% - são mulheres. É verdade que em relação ao levantamento apresentado na primeira edição da revista, melhoraram as perspectivas das mulheres na disputa. Naquela ocasião, não se excluía a hipótese de a representação feminina permanecer na sua atual dimensão, de 32 integrantes. Com o desenrolar da campanha, algumas candidaturas de mulheres passaram Permanece válida a avaliaa consolidar-se, permitinção de que, antes mesmo de do, numa previsão elástica, apontar a possibiliconhecidos os resultados dade de vitória de 35 a das urnas, em que serão 50 delas, sendo possível a recondução de todas as eleitos 54 senadores - dois 24 atuais deputadas que terços da composição da buscam a reeleição. Outras sete preferiram - ou Casa -, pode-se antecipar foram levadas, pelos esque o PMDB dificilmente quemas tradicionais da política - disputar outros perderá a condição de cargos e a gaúcha Esther Grossi, do PT, desistiu de maior partido no Senado. tentar mais um mandato. Rita Camata (PMDB-ES) é candidata à vice-presidência; Maria Elvira (PMDB), candidata a vice-governadora de Minas; Elcione Barbalho (PMDB), a senadora, pelo Pará; Fátima Pelaes (PSDB), a governadora do Amapá; Lúcia Vânia, a senadora, por Goiás; Marisa Serrano (PSDB), que chegou a lançar-se candidata ao Senado, agora disputa o governo de Mato Grosso do Sul; Maria Abadia (PSDB) é candidata a vice-governadora do Distrito Federal. Enquanto entre os partidos governistas as maiores chances, como regra, se voltam para as candidatas vinculadas a esquemas oligárquicos mulheres ou filhas de antigos políticos ou detentores de mandatos majoritários -, nos partidos de esquerda as novas candidatas de maior potencial são aquelas que construíram suas identidades políticas de forma mais autônoma, na militância partidária ou nos movimentos sociais. Proporcionalmente, a representação das mulheres tende a crescer mais no Senado, aumentando de 5 para 7 a 11 integrantes, com maiores chances, entre as novas candidatas, para a petista Ana Júlia Carepa, do Pará; a pefelista Roseana Sarney, do Maranhão; Patrícia Gomes, do PPSCE e Lúcia Vânia, do PSDB-GO. As cadeiras atualmente ocupadas pelas senadoras Heloísa Hele-

E

As mulheres

PERFIL

Algumas situações significativas foram constatadas nas primeiras semanas de campanha, em relação à disputa pelo Senado. No Amazonas e no Maranhão, duas das figuras mais expressivas do PFL - o presidente da Comissão de Justiça, Bernardo Cabral e o vice-presidente do Senado, Edison Lobão, respectivamente, foram ultrapassadas, ainda que por pequenas margens, pelos candidatos pedetistas Jefferson Peres e Epitácio Cafeteira. Em São Paulo, o petista Aloísio Mercadante ameaça as chances do peemedebista Orestes Quércia. No Rio, Brizola permanece em terceiro lugar, distanciado 10 pontos do segundo colocado, o bispo Crivela, do PL. E no Rio Grande do Sul, os petistas Emília Fernandes e Paulo Paim ampliaram suas chances de conquistar uma das cadeiras em disputa mais direta com o atual senador José Fogaça, do PPS. Permanece válida a avaliação de que, antes mesmo de conhecidos os resultados das urnas, em que serão eleitos 54 senadores - dois terços da composição da Casa -, pode-se antecipar que o PMDB dificilmente perderá a condição de maior partido no Senado. Esta perspectiva privilegiada resulta principalmente da distribuição partidária das 27 cadeiras da Casa que estão fora da disputa, das quais 10 são ocupadas por peemedebistas, cinco por pefelistas, quatro por petistas e três por tucanos. As demais cadeiras pertencem a representantes do PPB, PTB, PL, PDT e PSB, uma para cada uma dessas siglas. Das vagas em disputa, o PMDB tende a ficar com a maior fatia - entre 11 e 16 delas, o que projeta uma bancada, na futura legislatura, entre 21 e 26 representantes. O PFL deve acrescentar às suas quatro cadeiras fora de disputa mais 8 a 12 que resultarão das urnas, previsão que também vale para o PSDB. Na esquerda, o PT pode acrescentar de 4 a 7 cadeiras. Esses cálculos levam em conta, inclusive, a eventual posse como titulares dos suplentes de seis senadores que são candidatos a governador e que ainda têm mais quatro anos de mandato Maguito Vilela (PMDB-GO), Antero Paes de Barros (PSDB-MT), Paulo Hartung (PSB-ES), Fernando Bezerra (PTB-RN), Gilberto Mestrinho (PMDB-AM) e Álvaro Dias (PDT-PR) - e do can-


PERFIL

didato à vice-presidência da República, José dor de Goiás Na representação do Ceará, é forAlencar (PL-MG). te a possibilidade de eleição de Patrícia Gomes, Além do provável retorno do seu ex-preex-mulher do presidenciável Ciro Gomes. sidente, Antônio Carlos Magalhães, o futuro Na soma das cadeiras que não estarão em Senado pode ter de volta aos seus quadros o disputa com as vagas que serão preenchidas em atual vice-presidente da República, Marco outubro, as bancadas do Senado terão a seguinMaciel, um dos cardeais do PFL, e, na dete composição, no início da próxima legislatura: pendência de uma disputa acirrada com o petista Aloísio Mercadante, o COMO FICARÁ O SENADO ex-governador paulista Orestes Quércia, Partidos Cadeiras fora Previsão Total do PMDB, que nos últimos anos optou de disputa pela linha de oposição a Fernando PMDB 10 10 a 16 20 a 26 Henrique Cardoso e agora apóia o canPFL 5 7 a 12 12 a 17 didato do PT à Presidência, Luís Inácio PSDB 3 6 a 12 9 a 15 Lula da Silva. Leonel Brizola (PDT-RJ) PT 4 4 a 7 8 a 11 e Tasso Jereissati (PSDB-CE) são dois PDT 1 2 a 5 3 a 6 outros nomes expressivos que disputam PTB 1 2 a 4 3 a 5 o Senado, com maiores chances para PPB 1 0a 2 1a 3 Tasso. Brizola, que durante anos resisPSB 1 1 a 3 2 a4 tiu à alternativa de uma candidatura ao PL 1 0 a 2 1 a3 Legislativo, enfrenta três fortes concorPPS 0 a 2 0 a2 rentes: o favorito Sérgio Cabral Filho, PST 0 a 1 0 a1 do PMDB; o atual senador Arthur da Távola, do PSDB, e o bispo Marcello Crivella, da Igreja Universal do Reino de Deus, filiado ao PL. Uma espécie de padrinho político de Ciro Gomes, desde que o presidenciável se iniciou na política, o ex-governador do Ceará, Tasso Jereissatti, dissidente do tucanato, é um nome com vaga praticamente assegurada no futuro Senado. Se o conterrâneo chegar à presidência, será uma das eminências do futuro governo. Em caso de vitória de Serra, a tendência é a de cair em desgraça. Ponte entre o PT, os tucanos e organismos internacionais, o ex-governador do Distrito Federal, Cristóvam Buarque, é outro candidato que tem grande chance de chegar ao Senado, onde, sob qualquer governo, deve marcar sua presença, pelo apetite e flexibilidade que tem revelado na busca de afirmação na política nacional. Além da participação das figuras acima relacionadas, o futuro Senado deve ser marcado por singularidades, como a possível presença simultânea em plenário de pai e filhos - José Sarney (PMDB-AP) e Roseana Sarney, candidata pelo PFL do Maranhão; Jorge Bornhausen (PFL/ SC) e Paulo Bornhausen, candidato pelo PFL de Santa Catarina - e a eleição de duas mulheres pelo mesmo Estado: a petista Ana Carepa e a peemedebista Elcione Barbalho, ambas do Pará. E pode haver, também, a presença de marido e mulher: o atual senador goiano Iris Rezende (PMDB), que terá a companhia da sua esposa, também chamada Iris, caso o senador Maguito Vilela, de quem é suplente, seja eleito governa-

PARLAMENTO 2003/2006

- 17


PREVISÃO

A nova Câmara dos Deputados Estão relacionados, a seguir, os candidatos com mais chance de conquistar uma vaga na Câmara dos Deputados. Ao todo, são apresentados 745 nomes para a disputa das 513 vagas e cada candidato recebe uma cotação: *** candidatos de maior potencial ** candidatos com grande chance

* candidatos com alguma chance ? candidatos de difícil avaliação, por fatores diversos

ATENÇÃO:

A coleta de dados para as avaliações abaixo foi encerrada no dia 3 de setembro. As avaliações estão sujeitas, naturalmente, ao desempenho dos candidatos, embora sem maior repercussão no desempenho dos partidos. ACRE

8 representantes

PARTIDO PSDB

Nº 0a1

CANDIDATOS Novo: Normando Sales (suplente) **

PMDB

2a3

Novos: Jorgeney Ribeiro**, Mauri Sérgio (ex-prefeito, ex-dep. federal) ***, Chicão Brígido ( ex-dep. federal) *** e João Correia (dep. estadual) **

PT

1a2

Atual: Nilson Mourão** Novo: Antônio Monteiro (ex-secretário) **

PPB

1a2

Atual: João Tota**. Novo: Narciso Mendes (ex-dep federal)**

PTB

0a1

Atual: Zila Bezerra**

PcdoB

0a 1

Nova: Perpétua Almeida (dep. estadual) **

ALAGOAS

9 representantes

PARTIDO PFL

Nº 1 a2

CANDIDATOS Atual: José Thomás Nonô*** Novo: Rogério Theófilo*

PSDB

0a1

Atual: Helenildo Ribeiro**

PMDB

0a1

Atual: Olavo Calheiros***

PPB

0a1

Atual: Augusto Farias***

PT

0a1

Suplente: Joaquim Brito (exerceu mandato parcial) ?

PTB

1a2

Atual: Luiz Dantas** Novos: João Lira (ex-senador ) *** e Benedito de Lira (ex-dep. federal) **

PL

0a1

Atual: João Caldas***

PSB

2a3

Atual: Givaldo Carimbão*** Novos: Maurício Quintela (vereador) *** e Jurandir Bóia (ex-secretário de Estado) **

PPS

0a1

Atual: Régis Cavalcante**

AMAPÁ

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 0 a1

CANDIDATOS Atual: Sérgio Barcellos**

PSDB

0a1

Novo: Coronel Alves*

PMDB

0a1

Atual: Jurandil Juarez*** Novo: Tadeu Medeiros (ex-prefeito) *

PPB

0a1

Atual: Benedito Dias***

PT

0a1

Novo: Hélio Esteves* e José Antônio Nogueira (vereador) *

PTB

0a1

Atual: Eduardo Seabra**

PL

1a2

Atual: Badu Picanço*** Novo: Eraldo Trindade (ex-dep. federal) *

PDT

0a1

Novos: Gervásio Oliveira (ex-dep. federal) ** e David Alcolumbre*

18 - P A R L A M E N T O 2 0 0 3 / 2 0 0 6


PREVISÃO

AMAZONAS

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 3a4

CANDIDATOS Atuais: Átila Lins***, Francisco Garcia*** e Pauderney Avelino**. Novo: Ézio Ferreira (ex-dep. federal) **

PL

2 a3

Novos: Carlos Sousa (radialista, dep.estadual) ***, Lupércio Ramos (dep. estadual) ** Humberto Michiles (ex-dep.estadual, filho da ex-senadora Eunice Michiles) *

PCdoB

0a1

Atual: Vanessa Grazziotin**

PSL

0a1

Novo: Bosco Saraiva**

B A H I A 39 representantes PARTIDO PFL

Nº CANDIDATOS 19 a 22 Atuais: Aroldo Cedraz***, Cláudio Cajado***, Gerson Gabrielli (evangélico) ***, Jaime Fernandes***, Jairo Carneiro***, João Carlos Bacelar**, Jorge Khoury***, José Carlos Aleluia***, José Rocha**, Luis Moreira (evangélico) **, Paulo Magalhães***, Pedro Irujo**, Reginaldo Germano (evangélico) **, Yvonilton Gonçalves (evangélico) ** Suplentes: Ariston Andrade (exerceu mandato parcial)* Milton Barbosa (exerceu mandato parcial, evangélico)* Novos: ACM Neto***, Robério Nunes (dep.estadual) ***, José Carlos Araújo (dep.estadual) ***, Fábio Souto (dep. estadual, filho do ex-governador e senador Paulo Souto) ***, Luis Carreira (ex-sec do Planejamento) ***, Fernando de Fabinho (dep.estadual) *** e Zelinda Novaes (dep estadual, evangélica) **

PSDB

3a4

Atuais: João Almeida***, Juthay Júnior***, Nilo Coelho***. Suplente: Nestor Duarte (ex-dep. federal, exerceu mandato parcial) ** Novo: Ubaldo Dantas (ex-dep. federal) *

PMDB

5a6

Atuais: Benito Gama***, Gedel Vieira Lima***, Jonival Lucas Júnior**, Coriolano Sales**, José Lourenço ?, Leur Lomanto***, Roland Lavigne***

PT

4a5

Atuais: Luiz Alberto** e Walter Pinheiro (evangélico)***, Nelson Pellegrino*** Novos: Guilherme Menezes (ex-prefeito de Vitória da Conquista)**, Zezeu Ribeiro (vereador)** e Josias Gomes (pres. do diretório regional do partido)**

PPB

1a2

Atuais: João Leão*** e Mário Negromonte**

PTB

0a1

Atual: Felix Mendonça***

PL

0a1

Atual: Eujácio Simões***

PDT

0a1

Novo: Severiano Alves (ex-dep. federal)**

PSB

0a1

Novo: Domingos Leonelli (ex dep. federal)*

PPS

0a1

Novo: Colbert Martins (ex-dep. federal, suplente)**

PCdoB

1a2

Novos: Alice Portugal (dep. estadual)*** e Daniel Almeida (vereador)*

PV

0a1

Novo: Edson Duarte (dep. estadual)**

CEARÁ

22 representantes

PARTIDO PFL

Nº 2a3

CANDIDATOS Atuais: Roberto Pessoa*** e Moroni Torgan*** Nova: Gorete Pereira (dep. estadual) **

PSDB

7a9

Atuais: Antônio Cambraia***, Ariosto Holanda**, Arnon Bezerra***, Leonardo Alcântara***, Manoel Salviano**, Nelson Otoch**, Rommel Feijó***, Vicente Arruda*** e Raimundo Gomes de Matos*** Novos: Antenor Naspolini (ex-secretário)**, Bismarck Maia (ex-dirigente da Embratur)***

PMDB

5a7

Atuais: Aníbal Gomes***, Eunício Lopes***, Marcelo Teixeira*** e Pinheiro Landim*** Suplente: Mauro Benevides( exerceu mandato parcial, ex-senador)** Novos: Paes de Andrade (ex-dep. federal**), Gonzaga Motta (ex-deputado, ex-governador)** e José Gerardo (ex-prefeito) ***

PPB

0a1

Atual: José Linhares***

PT

1a2

Atual: José Pimentel*** Novo: João Alfredo (dep. estadual)**

PL

1a 2

Atual : Almeida de Jesus (evangélico)** Novo: Pastor Pedro Ribeiro (evangélico)**

PSB

0a1

Atual: Sérgio Novais**

PPS

1a2

Novos: Leônidas Cristino (ex-dep. federal**) e Samuel Araripe (vice-prefeito de Crato, filho do ex-deputado Ossian Alencar Araripe) **

PCdoB

0a1

Atual: Inácio Arruda***

PARLAMENTO 2003/2006

- 19


PREVISÃO

DISTRITO

FEDERAL

PARTIDO PFL

Nº 1a2

CANDIDATOS Novo: José Roberto Arruda (ex-senador)*** Suplente: Osório Adriano (ex-dep. federal)**

PMDB

2a3

Atual: Tadeu Filipelli***. Suplentes: Alberto Fraga (exerceu mandato pacial)** pastor Jorge Pinheiro (mandato parcial, evangélico)**

PT

2a3

Atual: Pedro Celso** Novos:Sigmaringa Seixas (ex-dep. federal)**, Maninha (dep. distrital)***, Wasny de Roure (evangélico, dep.distrital)**

PC do B

0a1

Atual: Agnelo Queiroz**

PSD

0a1

Novo: Tatico (empresário)**

ESPÍRITO SANTO

8 representantes

10 representantes

PARTIDO PFL

Nº 0a1

CANDIDATOS Atual: José Carlos Fonseca Júnior**

PSDB

0a1

Atual: Feu Rosa**. Suplente: Rose de Freitas (ex-dep. federal) ** Novo: Juca Alves**

PMDB

2a3

Suplentes: Roberto Valadão (ex-dep. federal)** e Marcelino Fraga ** Novo: Albuíno Azeredo (ex-governador)***

PT

0a1

Nova: Iriny Lopes (ligada aos movimentos de Direitos Humanos)***

PPB

1a2

Atuais: Marcos Vicente*** e Nilton Baiano***

PTB

2a3

Atual: José Carlos Elias***. Novos: Vasco Alves (ex-dep. federal)*** e João Felício Scárdua (ex-secretário)**

PL

0a1

Novo: Neucimar Fraga (evangélico)*

PSB

0a1

Novo: Renato Casagrande (ex-dep. estadual)**

G O I Á S 17 representantes PARTIDO PFL

Nº 2a3

CANDIDATOS Atuais: Ronaldo Caiado*** e Vilmar Rocha** Novo: Sandro Mabel (ex-dep. federal)***

PSDB

4a6

Atuais: Jovair Arantes***, Lídia Quinan (evangélica)***, Pedro Canedo*** Novos: Henrique Meireles (banqueiro, ex-dirigente do BankBoston) ? Carlos Alberto (dep. estadual) *** e Raquel Teixeira (ex-secretária)**

PMDB

4a6

Atuais: Barbosa Neto***, Luis Bittencourt***, Nair Xavier Lobo***, Norberto Teixeira*** e Pedro Chaves*** Novos: Ademar Santillo (ex-dep. federal) **, Leandro Vilela (sobrinho do sen. Maguito Vilela) ** e Eládio Carneiro (ex-secretário) ?

PT

0a1

Novos: Rubens Otoni (dep. estadual)** e Neide Aparecida (ex-diretora da Colurb)**

PPB

2a3

Atual: Roberto Balestra** Novos: Leonardo Vilella (ex-secretário)** , Sérgio Caiado (ex-secretário)** e Sandes Júnior (dep. estadual e radialista)**

PCdoB

0a1

Atual: Aldo Arantes**

20 - P A R L A M E N T O 2 0 0 3 / 2 0 0 6


PREVISÃO

MATO GROSSO

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 0a1

CANDIDATOS Atual: Celcita Pinheiro**.

PSDB

3a4

Atuais: Lino Rosssi***, Wilson Santos***, Ricarte de Freitas** Nova: Telma de Oliveira (mulher do ex-governador Dante de Oliveira) ***

PMDB

1a2

Atual: Teté Bezerra**. Suplente: Rogério Silva (exerceu mandato parcial, ex-dep. federal)*

PT

0a1

Novo: Carlos Abicalil (pres. da Conf. Nac. dos Trab. em Educação -CNTE)*

PPB

0a1

Atual: Pedro Henry***

PL

0a1

Atual: Welinton Fagundes**

MATO GROSSO DO SUL PARTIDO PFL

Nº 0a1

8 representantes

CANDIDATOS Novos: Saulo Queiroz** (ex-dep. federal) e Murilo Zauith (empresário) ***

PMDB

1a2

Atuais: Antônio Cruz** e Waldemir Moka***

PTB

0a1

Atual: Nelson Trad**. Novo: Elísio Curvo (ex-dep. federal, empresário) *

PT

2a3

Atual: João Grandão***. Suplente: Manoel Vitório (mandato parcial)* Novos: Vander Loubet (sobrinho do governador Zeca do PT) *** e Antônio Carlos Biffi (ex-secretário) *

PPB

0a1

Atual: Pedro Pedrossian Filho**

PL

0a1

Novo: Bernardo Lado (advogado)*

PDT

0a1

Novo: Oscar Godoni (ex-dep federal) *

PPS

0a1

Novo: Geraldo Rezende (ex-secretário) *

MARANHÃO

18 representantes

PARTIDO PFL

Nº 7a8

CANDIDATOS Atuais: César Bandeira***, Costa Ferreira (evangélico)**, Francisco Coelho***, Nice Lobão***, Paulo Marinho***, Pedro Fenandes*** e Sarney Filho***. Novos: Nan Souza (ex-dep. federal) ? Clovis Fecury (filho do dep. Mauro Fecury, empresário ligado à área da educação)**, Antônio Carlos Frota (ex-sup da SUDENE e ex-sec.especial para a região de Imperatriz) ?

PSDB

2a3

Atuais: João Castelo*** e Sebastião Madeira***. Novo: Luis Rocha (filho do ex-governador Luis Rocha, irmão do candidato a governador Roberto Rocha)**

PMDB

2a4

Atuais: Albérico Filho***, Gastão Vieira***, Pedro Novais*** Novo: Francisco Escórcio (suplente de senador)**

PT

0a1

Nova: Terezinha Fernandes (mulher do prefeito de Imperatriz)*

PPB

1a2

Atual: Eliseu Moura*** Suplente: Antônio Joaquim**

PL

0a1

Atual: Remi Trinta***

PDT

1a2

Atual: Neiva Moreira*** Novos: Wagner Lago (ex-dep. federal*), Luciano de Sousa (filho do prefeito de Timon)**

PSB

0a1

Novo: José Carlos Sabóia (ex-dep. federal)**

PPS

0a1

Novo: Simon (filho do ex-dep. Onofre Correia)*

PARLAMENTO 2003/2006

- 21


PREVISÃO

MINAS GERAIS

53 representantes

PARTIDO PFL

Nº 6a8

PSDB

8 a 10 Atuais: Bonifácio de Andrada**,Custódio Mattos***, Danilo de Castro***, Eduardo Barbosa**, NárcioRodrigues***, Osmânio Pereira**, Rafael Guerra*** e Vittório Mediolli***. Suplente: José Elias Murad (ex-dep. federal)* Novo: José Lincoln Magalhães (vereador)?

PMDB

6a8

Atuais: Antônio do Valle**, Fernando Diniz***, Glycon Terra Pinto (evangélico)**, João Magalhães***, Maria Lúcia***, Mauro Lopes***, Saraiva Felipe***, Silas Brasileiro (evangélico)**, Marcos Lima** Suplentes: Marcelo Siqueira (ex-pres da Cia de Águas - COPASA)*** Ronaldo Perin (ex-dep. federal)** Novo: Geraldo Rezende (dep. estadual)**

7a8

Atuais: Gilmar Machado (evangélico)***, João Magno**, Maria do Carmo Lara***, Paulo Delgado*** e Virgílio Guimarães*** Suplente:Joana D'Arc (ex-dep. federal)* Novos: Patrus Ananias (ex-prefeito)***, Ivo José (dep. estadual, ex-líder metalúrgico)** e Roberto Messias**

PPB

5a6

Atuais: Edmar Moreira**, Herculano Anghinetti (evangélico)***, Ibrahim Abi-Ackel***, Márcio Reinaldo***, Odelmo Leão*** e Rommel Anízio***

PTB

2a3

Atuais: José Militão***, Romeu Queiroz*** Suplente: José Rezende (ex-dep. federal)?

PL

3a4

Atuais: Mário Assad** e Ronaldo Vasconcelos** Novos: Anderson Adauto (dep. estadual)**, João Paulo (dep. estadual, evangélico)**, Carlos Pereira (empresário)*.

PDT

1a3

Atual: Olímpio Pires*** Novos: Manuel Costa (ex-dep. federal, ex-secretário)?, Wilson Cunha* , Mário Heringer (médico)*

PSB

0a2

Novos: Isaías Silvestre (evangélico)?, Renato Fraga (ex-pres. da Cia de Águas de Governador Valadares)**, e Edson Ferreira (vereador)*

PcdoB

0a1

Atual: Sérgio Miranda***

PPS

0a2

Novos: Júlio Delgado (ex-dep. federal, suplente, filho do pref. de Juiz de Fora, Tarcísio Delgado)**, Juarez Amorim (vereador)** e Geraldo Thadeu (ex-prefeito)**

PT

CANDIDATOS Atuais: Aracelly de Paula***, Carlos Melles***, Cleuber Carneiro?, Eliseu Rezende***, Jaime Martins**, Lael Varella**, Robert Brant*** Suplente: José Santana de Vasconcelos (ex-dep. federal)** Novo: Homero Santos (ex-dep. federal) ?

PST

0a1

Atual: Cabo Júlio (evangélico)***

PSL

0a1

Atual: Lincoln Portela (evangélico)***

PSD

0a1

Novo: Carlos William (evangélico)**

PV

0a1

Novo: Vander Coelho**

PA R Á

17 representantes

PARTIDO PFL

Nº 1a2

CANDIDATOS Atuais: Deusdeth Pantoja* e Vic Pires Franco***

PSDB

2a3

Atuais: Anivaldo Vale***, Nícias Ribeiro**, Nilson Pinto*** e Zenaldo Coutinho** Suplente: Haroldo Bezerra*

PMDB

5a7

Atuais: Asdrubal Bentes***, José Priante*** Novos: Jader Barbalho (ex-dep.federal, ex-senador)*** , Hélio Gueiros (ex-senador, ex-governador) ***, Wladmir Costa (radialista)** e Ane Pontes (mulher do prefeito de Tucuruí) **

PT

2a3

Atuais: Babá** e Paulo Rocha*** Novos: Luiz Araújo (ex-sec. municipal)**, José Geraldo (dep.estadual) **, Beto (dirigente da CUT) *

PPB

1a2

Novos: Pastor Vanderley (evangélico)** e Vagner Fontes (ex-prefeito de Redenção) **

PTB

0a1

Atual: Josué Bengtson (evangélico)***

PL

0a1

Atual: Raimundo Santos (evangélico)***

PCdoB

0a1

Atual: Socorro Gomes**

PDT

0a1

Novo: José Marinho (evangélico)**

PPS

0a1

Novo: Dr. Marcos (médico)?

22 - P A R L A M E N T O 2 0 0 3 / 2 0 0 6


PREVISÃO

PA R A Í B A

12 representantes

PARTIDO PFL

Nº 2a3

CANDIDATOS Atuais: Adauto Pereira*** e Marcondes Gadelha*** Suplente: Álvaro Neto (exerceu mandato parcial)*

PSDB

3a5

Atuais: Armando Abílio***, Inaldo Leitão**, Domiciano Cabral*** e Ricardo Rique ** Novo: Ronaldo Cunha Lima (senador)***

PMDB

2a3

Atual: Damião Feliciano** Novos: Wilson Santiago (dep. estadual)** e Benjamin Maranhão, (ex-prefeito, sobrinho do governador José Maranhão)***

PT

0a1

Novos: Luiz Couto**, José Magliano (advogado)**, Frei Anastácio**

PPB

0a1

Atual: Enivaldo Ribeiro**

PTB

1a2

Atual: Carlos Dunga** Novo: Wellington Roberto (senador)*

PL

0a1

Atual: Philemon Rodrigues (evangélico)?

PA R A N Á

30 representantes

PARTIDO PFL

Nº 2a3

CANDIDATOS Atuais: Abelardo Lupion*** e Werner Wanderer (evangélico) ** Novos: Alceni Guerra (ex-dep.federal)?, Eduardo Sciarrra (ex-secretário) *

PSDB

4a5

Atuais: Afonso Camargo***, Alex Canziani***, Chico da Princesa**, Luis Carlos Hauly***, e Odílio Balbinotti***

PMDB

5a7

Atuais: Gustavo Fruet***, José Borba***, Max Rosenmann***, Osmar Serraglio***, Hermes Parcianello*** e Moacir Micheletto*** Novos:Reinhold Stephanes (ex-dep federal) ?, Luis Eduardo Cheidda (ex-prefeito) *, Cláudio Rorato (vice-prefeito de Foz do Iguaçu) *

PT

3a5

Atual: Dr. Rosinha***. Novos:Paulo Bernardo (ex-dep. federal, suplente) ** , Dra. Clair (advogada trabalhista) **, Jorge Sameck (vereador) **, Selma Schons (vereadora, professora universitária) * e Irineu Colombo (professor) **

PPB

4

Atuais: Dilceu Sperafico***, José Janene***, Nelson Meurer***, Ricardo Barros***

PTB

3a5

Atuais: Airton Roveda**, Iris Simões***, José Carlos Martinez*** e Márcio Matos** Novo: Hidekasu Takaiama (dep. estadual) **

PL

1a2

Atual: Oliveira Filho (evangélico) *** Suplente: Valdomiro Meger**

PSB

0a1

Suplente: Moacir Piovesan (mandato parcial, ex-prefeito) * Novo: Jotapê (radialista) *

PPS

0a2

Novos:Sérgio Butka ( pres. da Força Sindical-Pr, vereador)*, César Silvestre (dep. estadual)**, Oto Cunha (ex-dep. federal) ? e Fernando Giacobo (empresário rural)**

PDT

1a2

Novos:Nelton Friederich (ex-dep. federal**), Antônio Carlos Baratter (dep. estadual) *, e André Zacarovski (evangélico) * e Paulo MacDonald (empresário) **

PERNAMBUCO

25 representantes

PARTIDO PFL

Nº 5a6

CANDIDATOS Atuais: André de Paula***, Inocêncio Oliveira***, Joaquim Francisco***, Joel de Holanda (evangélico)**, José Mendonça Bezerra*** e Osvaldo Coelho***

PSDB

3a4

Atuais: Carlos Batata**, José Múcio Monteiro***e Luiz Piauylino*** Novo: Roberto Magalhães (ex-dep. federal, ex-prefeito) ***

PMDB

3a5

Atuais: Armando Monteiro***, Carlos Cadoca***, José Chaves*** e Salatiel Carvalho (evangélico) ** Novo: Raul Jungmann (ex-ministro)*

PT

2a3

Atuais: Fernando Ferro*** e Pedro Eugênio** Novo: Maurício Rands (ex-secretário) ***

PPB

2a3

Atuais: Pedro Correia**, Ricardo Fiúza**, Severino Cavalcante***

PL

0a1

Atual: Marcos de Jesus (evangélico)**

PSB

4a5

Atuais: Djalma Paes***, Eduardo Campos***, Gonzaga Patriota** Novos: Miguel Arraes (ex-dep. federal) ***, Carlos Lapa (dep. estadual) ***, Nilson Gibson (ex-dep. federal)* e Jorge Gomes (dep. estadual)**

PPS

1a2

Atual: Clementino Coelho***. Novo: Roberto Freire (senador)?

PcdoB

0a1

Novo : Renildo Calheiros (ex-dep.federal)*

PARLAMENTO 2003/2006

- 23


PREVISÃO

P I A U Í 10 representantes PARTIDO PFL

Nº 3a4

CANDIDATOS Atuais: Mussa Demes***, Ciro Nogueira***, Paes Landim*** Novo: Júlio César (ex-dep. federal)***

PSDB

2a3

Atuais: Átila Lira*** e B.Sá*** Novos: Ubiraci Carvalho (ex-secretário)**, Robert Rios (ex-superintendente do DPF-PI)**

PMDB

2a3

Atuais: Gessivaldo Isaias (evangélico)*, Marcelo Castro*** e Themístocles Sampaio** Novo: Antônio José ( dep. estadual, irmão do ex-governador Mão Santa)***

PT

1a2

Novos: Francisca Trindade (dep. estadual)*** e Nazareno Fonteles (ex-dep. estadual)*

0a1

Novo: Afonso Gil**

PC do B

RIO DE JANEIRO

46 representantes

PARTIDO PFL

Nº 7a8

CANDIDATOS Atuais: Aldir Cabral (evangélico)***, Arolde de Oliveira (evangélico)***, Ayrton Xerez*, Eduardo Paes***, Iédio Rosa*, João Mendes***, José Carlos Coutinho***, Laura Carneiro**, Rodrigo Maia*** e Rubem Medina*** Suplente: Carlos Nader ?

PSDB

5a7

Atuais: Alexandre Santos***, Dr. Heleno***, Itamar Serpa*, Jorge Wilson (evangélico)***, Luiz Ribeiro? Márcio Fortes**, Paulo Feijó*** e Ronaldo César Coelho*** Novo: Denise Frossard (juíza)?

PMDB

2a4

Novos: Moreira Franco (ex-dep. federal)***, Leonardo Picciani***, André Luis (dep. estadual)***, Mário Luis (dep. estadual)* e Pastor Divino (dep. estadual)*

PT

4a6

Atuais: Carlos Santana***, Fernando Gabeira**, Jorge Bittar***, Luiz Sérgio** Novos: Geraldo Cândido (senador)?, Lindenberg Farias (ex-dep. federal)***, Chico Alencar (dep. estadual)*** , Luiz Alfredo Salomão (*)

PPB

5a7

Atuais: Almerinda de Carvalho***, Dino Fernandes***, Eurico Miranda***, Francisco Dornelles***, Jair Bolsonaro***, Luisinho? e Simão Sessim*** Novos: Eduardo Cunha (dep. estadual)**, Júlio Lopes (vice-presidente do Flamengo)**

PTB

3a4

Atuais: Fernando Gonçalves*** e Roberto Jefferson*** Novos: Léo Almada (representante de cartório)*, Haleig Ramalho (ex-prefeito)*

PL

3a4

Atual: Bispo Rodrigues (evangélico)*** Suplente: Reinaldo Gripp (exerceu mandato parcial)** Novos: Hydekel Freitas (ex-dep. federal)*, Nelson Burnier (ex-dep. federal, ex-prefeito)***

PDT

3a5

Atuais: João Sampaio***, Miro Teixeira*** e Vivaldo Barbosa** Novos: José Maurício (ex-dep. federal, suplente)**, Noel de Oliveira (ex-dep. federal, suplente)** e Luiz Fernando Petra (funcionário público)**

PSB

7a9

Atuais: Alexandre Cardoso***, Miriam Reid (evangélica)**, Paulo Baltazar (evangélico)*** e Wanderley Martins*** Suplente: Alcione Athayde-MP** Fernando Lopes (ex-dep. federal, ex-secretário)*** Novos: Edson Ezequiel (ex-dep.federal)*** , Fernando William (ex-secretário)**, Luiz Rogério (ex-secretário)***, Josias Quintal (ex-secretário)** e Fernando Pellegrino (ex-pres. da Fed. de Amparo à Pesquisa)**, Bernardo Ariston (radialista)**

PPS

0a1

Novos: Carlos Frederico(vereador)* e Lúcia Souto (dep. estadual)*

PCdoB

0a1

Atual: Jandira Feghali***

PV

0a1

Suplente: Vanessa Felipe (ex-dep.federal) *

RIO GRANDE DO NORTE

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 2a3

CANDIDATOS Atuais: Carlos Alberto Rosado***, Lavoisier Maia** e Ney Lopes***

PSDB

0a1

Novo: Cipriano Correia (ex-dep. federal)*

PMDB

2a3

Atuais: Henrique Eduardo Alves***, Ana Catarina Alves (irmã de Henrique)* Novos: Álvaro Dias (dep. estadual)*** e Sandra Rosado (mulher do deputado Laire, candidato a vice-governador)**

PT

0a1

Nova: Fátima Bezerra**

PPB

0a1

Novo: Nélio Dias (ex-secretário)*

PTB

0a1

Atuais: Iberê Ferreira*** e Múcio Sá*

24 - P A R L A M E N T O 2 0 0 3 / 2 0 0 6


PREVISÃO

RIO GRANDE DO SUL PARTIDO PFL

Nº 0a1

31 representantes

CANDIDATOS Novo: Onix Lorenzoni (dep. estadual)**

PSDB

1

Atual: Yeda Crusius***

PMDB

4a6

PT

8 a 10 Atuais: Adão Preto**, Ary Vanazzi***, Waldomiro Fioravante**, Henrique Fontana***, Marcos Rolim***, Tarcísio Zimmermann***. Suplentes: Orlando Desconsi (exerceu mandato parcial)** e Ana Maria Corso (mandato parcial)** Novos: Maria do Rosário (dep. estadual)** e Marcos Maia (ex-secretário)**, Cecília Hipólito (dep. estadual)**, Luciana Genro (dep. estadual, filha do candidato a governador Tarso Genro)**e Paulo Pimenta (vice-prefeito)**

PPB

4a6

PTB

2

Atual: Edir Oliveira** Novos: Arlindo Vargas (ex-dep. federal)*, Sônia Santos (vereadora)**, Kelly Moraes (mulher do prefeito de Santa Cruz do Sul)*

PL

1

Atual: Paulo José Gouveia (evangélico)***

Atuais: César Schirmer**, Darcísio Perondi***, Mendes Ribeiro Filho***, Osmar Terra*, Osvaldo Biolchi*** e Wilson Cignachi* Novos: Eliseu Padilha (ex-dep. federal)***, Ibsen Pinheiro (ex-dep.federal)* e José Ivo Sartori**

Atuais: Augusto Nardes***, Fetter Júnior**, Júlio Redecker***, Luis Carlos Heinze** Novos: Francisco Turra (ex-dep. federal)**, Francisco Appio (dep. estadual)**, Érico Ribeiro (dep. estadual)**, José Otávio Germano (ex-dep. estadual)**

PDT

3a4

Atuais: Airton Dipp**, Alceu Collares**, Enio Baccci*** e Pompeo de Mattos*** Novos: José Fortunatti (ex-dep. federal)** e Pedro Ruas*

PSB

0a1

Atual: Beto Albuquerque*** Novos: Mário Bruck ? e Mossine (vereador)?

PPS

1a3

Atual: Nelson Proença***. Novos: Paulo Odoni (dep. estadual)** e Terezinha Matos (do Movimento da Terceira Idade)*

PcdoB

0a1

Novo: Raul Carrion (vereador)*

PHS

0a1

Atual: Roberto Argenta**

RONDÔNIA

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 0a1

CANDIDATOS Miguel de Sousa (vice-governador)?

PMDB

3a5

Atuais: Confúcio Moura*** e Marinha Raupp*** Novos: Dorinha (mulher do prefeito de Jaru)**, Nathan Donaton**

PSDB

0a1

Atual: Sérgio Carvalho? Novos: Ildemar Kussler (ex-dep. federal)? e Hamilton Casara (ex-sup. do Ibama)? Reditário Cassol (ex dep. federal)?

PTB

0a1

Atual: Nilton Capixaba**

PL

0a1

Novo: Flávio Lemos (vereador)*

PPS

0a1

Atual: Agnaldo Muniz (evangélico)**

PT

0a1

Novos: Eduardo Valverde (ex-delegado regional do trabalho)*, Daniel Pereira (dep. estadual)* e Silas Rosa (médico)*

RORAIMA

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 3a4

CANDIDATOS Atuais: Francisco Rodrigues***, Luciano Castro*** e Luis Barbosa** Novos: Sueli Campos (mulher do ex-governador Neudo Campos)** e João Batista Campelo (delegado federal)?

PPB

1a2

Atual: Almir Sá** Novo: pastor Frank Berg (evangélico)***

PL

1a2

Atuais: Alceste Almeida** e Robério Araújo**

PDT

0a1

Suplente: Moisés Lipnic (ex-dep. federal)* Novo: Rodolfo Pereira (médico)**

PPS

0a1

Novo: Chhai Chheng (empresário)*

PARLAMENTO 2003/2006

- 25


PREVISÃO

SANTA CATARINA

16 representantes

PARTIDO PFL

Nº 3a4

CANDIDATOS Atuais: Gervásio Silva*** e Paulo Gouveia*** Suplente: Pedro Bittencourt (ex-dep. federal)** Novos: Paulo Bauer (ex-dep. federal)**, Adir Gentil (suplente de senador)?

PSDB

0a1

Atual: Vicente Caropreso?

PMDB

5a6

Atuais: Edinho Bez***, Edson Andrino***, Renato Vianna***, João Matos*** Suplente: Justiniano Pedroso (ex-secretário, suplente)** Novos: Waldir Colatto (ex-dep.federal)?, Paulo Afonso (ex-governador)***, Adelor Vieira (dep. estadual, evangélico)**

PT

2

Atuais: Carlito Merrs*** e Luci Choinaski***

PPB

2a3

Atuais: João Pizzolatti*** e Leodegar Tiscoski*** Novo: Odacir Zonta (ex-dep. estadual)**

PDT

1a2

Atuais: Fernando Coruja? e Serafim Venzon ?

SÃO PAULO PARTIDO PFL

PSDB

Nº 7a9

11 a 13 Atuais: Alberto Goldman***, Aloysio Nunes Ferreira***, André Benassi***, Mendes Thame**, Antônio Carlos Pannunzio***, Arnaldo Madeira***, Júlio Semeghini**, Paulo Kobayashi***, Salvador Zimbaldi***, Xico Graziano** e Zulaiê Cobra** Suplente: Sílvio Torres (exerceu mandato parcial, ex-dep federal)** Novos: Carlos Sampaio (dep. estadual)**, Raul Cristiano?, Pedro Kuhl (ex-prefeito)**, Walter Feldmann (dep. estadual)***, Walter Barelli? , André Franco Montoro (filho do ex-governador Franco Montoro)*

PMDB

PT

70 representantes

CANDIDATOS Atuais: Chico Sardelli**, Corauci Sobrinho***, Gilberto Kassab***, Marcos Cintra***, Neuton Lima** e Robson Tuma*** Novos: Luis Carlos Santos (ex-dep. federal)***, Pastor João Batista (evangélico)*** e Pastor Marcos Abraão (evangélico)**

4a6

Atuais: Jorge Tadeu Mudalen**, Marcelo Barbieri***, Michel Temer*** Milton Monti***, Nelo Rodolfo**, Paulo Lima*** e José Índio** Novo: José Pinotti (ex-dep. federal)**

14 a 16 Atuais: Ângela Guadagnin***, Arlindo Chinaglia**, Iara Bernardi***, Jair Meneghelli**, João Paulo***, José Dirceu***, Luciano Zica**, Luiz Eduardo Greenhalgh**, Orlando Fantazzini**, Professor Luizinho***, Ricardo Berzoini*** e Telma de Sousa** Suplente: Ivan Valente* Novos: Vicente de Paula Silva (Vicentinho, ex-presidente da CUT)***, José Eduardo Cardoso (vereador)***, Juarez Soares (cronista esportivo)?, Roberto Gouveia (dep. estadual)**, Mariângela Duarte (professora)**, José Mentor (vereador)***, Devani Ribeiro (vereador, suplente)*, Ricardo Zaratini (engenheiro)** e Wagner Rubinelli (vereador)***

PPB

4a6

Atuais: Celso Russomanno***, Delfim Neto***, Vadão Gomes*** Suplente: José de Castro Coimbra (ex-deputado federal)** Novo: José Roberto Faria Lima (ex-deputado federal)?

PTB

6a8

Atuais: Arnaldo Faria de Sá***, Ary Kara***, Duilio Pisaneschi***, Luis Antonio Fleury**, Nelson Marquezelli*** e Ricardo Izar*** Novos: Welson Gasparini (ex-dep. federal, pres. da Ass. Bras. dos Municípios - ABM)**, Elza Tank (dep. estadual)**, Edna Bezerra (dep estadual, evangélica, irmã do Bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus)*** e Vitória Nogueira (advogada, ligada ao apresentador de TV Ratinho)?

PDT

1a2

Atuais: Dr.Hélio**, João Eduardo Dado** e José Roberto Battochio**

PL

3a4

Atuais: Bispo Wanderval (evangélico)***, Luís Antônio Medeiros***, Waldemar Costa Neto***, Liberato Caboclo (ex-deputado federal, ex-prefeito)*

PSB

2a4

Atuais: Luiza Erundina*** e Dr. Evelásio*** Novos: Gilberto Nascimento (dep. estadual, evangélico)**, César Callegari (dep. estadual)**, Vicente Cascioni (ex-dep. federal)?, Nicolino Bozzela (vereador)*

PPS

1a2

Atuais: João Hermann** e Emerson Kapaz** Novos: Cláudio Magrão (metalúrgico, dirigente da Força Sindical)? e Dimas Ramalho (dep. estadual)**

PcdoB

1a2

Atual: Aldo Rebelo*** Novo: Jamil Murad (dep. estadual)*

PSL

0a1

Novo: Celso Pitta (ex-prefeito)?

Prona

0a1

Novo: Enéas Carneiro (médico, ex-candidato à presidência da República)**

PSDC

0a1

Novo: José Maria Eimaiel (ex-dep. federal)?

PTN

1

26 - P A R L A M E N T O 2 0 0 3 / 2 0 0 6

Atual: José de Abreu**


PREVISÃO

SERGIPE

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 0a1

CANDIDATOS Novos: Mendonça Prado** e José Carlos Machado**

PSDB

1a2

Atual José Teles** Novo: Bosco Costa (dep. estadual)**

PMDB

0a1

Atual: Jorge Alberto***

PT

0a1

Novos: Antônio Samarone (vereador, médico)* e João Fontes (militância católica)?

PPB

0a1

Atual: Cleonâncio Fonseca*

PL

0a1

Novo: Pastor Heleno Silva (dep. estadual, Igreja Universal)***

PSB

0a1

Atual: Pedro Valladares***

PPS

0a1

Atual: Ivan Paixão*

PMN

0a1

Novo: Jackson Barreto (ex-dep. federal, ex-prefeito)***

PTdo B

0a1

Novo: Pedro Balbino (dep. estadual)*

TOCANTINS

8 representantes

PARTIDO PFL

Nº 2a3

CANDIDATOS Atual: Darci Coelho*** Suplente: Kátia Abreu (exerceu mandato parcial)*** Novo: Homero Barreto (ex-secretário)**

PSDB

2a3

Atual: Paulo Mourão** Suplente: Edmundo Galdino (ex-dep. federal) ** Novo: Eduardo Gomes (vereador)**, Ana Alencar (mulher do prefeito de Paraíso)? e Ronaldo Dimas (presidente da Fed. das Ind. de Tocantins)?

PMDB

1a2

Atual: Osvaldo Reis** Novos: Dolores Nunes (ex-dep. federal)** . Novo: Derval de Paiva (ex-dep. federal)**

PPB

1

Atual: Pastor Amarildo***

PTB

1

Atual: Antônio Jorge**

PARLAMENTO 2003/2006

- 27


PREVISÃO

O novo Senado Federal Todos os senadores que concorrem à reeleição estão relacionados no quadro abaixo. E, como regra, são apresentados entre os candidatos novos apenas aqueles que, nas pesquisas, tenham pelo menos 10% das intenções de votos ou que pertençam a partidos ou outras estruturas capazes de influenciar o resultado final da eleição. Ao todo, são apresentados os 105 nomes com maiores chances de conquistar uma das 54 cadeiras em disputa no Senado. Estes nomes recebem uma cotação: *** candidatos de maior potencial ** candidatos com grande chance * candidatos com alguma chance (G) - Senadores candidatos ao Governo do Estado (VP) - Senador candidato à vice-presidência da República

ACRE Mais 4 anos de mandato Tião Viana

(PT)

Disputam a reeleição Nabor Júnior** Marina Silva***

(PMDB) (PT)

Candidatos novos Sérgio Barros** Márcio Bittar** Geraldo Mesquita*

(PSDB) (PPS) (PSB)

(PT)

Disputam a reeleição Renan Calheiros*** Teotônio Filho***

(PMDB) (PSDB)

Candidatos novos Judson Cabral ? Thomaz Dourado ? Geraldo Bulhões ?

(PT) (PT) (PFL)

(PMDB)

Disputam a reeleição Gilvan Borges ? Sebastião Rocha ?

(PMDB) (PDT)

Candidatos novos João Capiberibe*** Antônio Feijão** João Bosco Papaléu**

(PSB) (PSDB) (PTB)

(PMDB)

Disputam a reeleição Bernardo Cabral** Jefferson Peres**

(PFL) (PDT)

Candidatos novos Arthur Virgílio***

(PSDB)

ALAGOAS Mais 4 anos de mandato Heloísa Helena

AMAPÁ Mais 4 anos de mandato José Sarney

AMAZONAS Mais 4 anos de mandato Gilberto Mestrinho (G) (ou o suplente João Tomé)

BAHIA Mais 4 anos de mandato Paulo Souto (G) (PFL) (ou o suplente Rodolfo Tourinho)

Disputam a reeleição

Candidatos novos Ant. Carlos Magalhães*** César Borges*** Waldir Pires* João Durval*

(PFL) (PFL) (PT) (PDT)

CEARÁ Mais 4 anos de mandato Luiz Pontes (PSDB)

Disputam a reeleição

Candidatos novos Tasso Jereissatti*** Patrícia Gomes*** Paulo Lustosa? Eudoro Santana?

(PSDB) (PPS) (PMDB) (PSB)

DISTRITO FEDERAL Mais 4 anos de mandato Walmir Amaral

28 - P A R L A M E N T O 2 0 0 3 / 2 0 0 6

(PMDB)

Disputam a reeleição Lauro Campos?

(PDT)

Candidatos novos Paulo Octávio*** Cristóvam Buarque** Jofran Frejat*

(PFL) (PT) (PPB)


PREVISÃO

ESPIRITO SANTO Mais 4 anos de mandato Paulo Hartung (PPS) - G (ou o suplente João Batista da Mota)

Disputam a reeleição Gerson Camata***

(PMDB)

Disputam a reeleição Iris Rezende*** Mauro Miranda?

(PMDB) (PMDB)

Disputam a reeleição Edson Lobão**

(PFL)

Disputam a reeleição Jonas Pinheiro** Carlos Bezerra***

(PFL) (PMDB)

Candidatos novos João Coser** Magno Malta*** Ricardo Ferraço**

(PT) (PL) (PPS)

GOIÁS Mais 4 anos de mandato Maguito Vilella (G) (PMDB) (ou a suplente Iris Araújo Rezende)

Candidatos novos Lúcia Vânia*** Demóstenes Torres*

(PSDB) (PFL)

MARANHÃO Mais 4 anos de mandato João Alberto

(PMDB)

Candidatos novos Roseana Sarney*** Epitácio Cafeteira**

(PFL) (PDT)

MATO GROSSO Mais 4 anos de mandato Antero P. de Barros (G) (PSDB) (ou o suplente Luís Antônio Vitório)

Candidatos novos Dante de Oliveira*** Serys**

(PSDB) (PT)

Candidatos novos Delcídio Amaral * Pedro Pedrossian ***

(PT) (PST)

Candidatos novos Eduardo Azeredo*** Hélio Costa **

(PSDB) (PMDB)

Candidatos novos Elcione Barbalho** Ana Júlia*** Gerson Peres** Duciomar Costa**

(PMDB) (PT) (PPB) (PSD)

Candidatos novos Efraim Moraes ? Wilson Braga** José Maranhão*** Tarcísio Buriti**

(PFL) (PFL) (PMDB) (PMDB)

Candidatos novos Luciano Pizzato* Paulo Pimentel*** Flávio Arns* Tony Garcia*

(PFL) (PMDB) (PT) (PPB)

Candidatos novos Marco Maciel*** Sérgio Guerra*

(PFL) (PSDB)

MATO GROSSO DO SUL Mais 4 anos de mandato Juvêncio da Fonseca

(PMDB)

Disputam a reeleição Ramez Tebet***

(PMDB)

MINAS GERAIS Mais 4 anos de mandato José Alencar (VP) (ou o suplente Aelton de Freitas)

Disputam a reeleição (PL)

PARÁ Mais 4 anos de mandato Luiz Otávio

Disputam a reeleição (PPB)

PARAÍBA Mais 4 anos de mandato Ney Suassuna

Disputam a reeleição (PMDB)

PA R A N Á Mais 4 anos de mandato Álvaro Dias (G) (PDT) (ou o suplente Olivir Gabardo)

Disputam a reeleição Osmar Dias***

(PDT)

Disputam a reeleição Carlos Wilson***

(PTB)

PERNAMBUCO Mais 4 anos de mandato José Jorge

(PFL)

PARLAMENTO 2003/2006

- 29


PREVISÃO

PIAUÍ Mais 4 anos de mandato Alberto Silva

(PMDB)

Disputam a reeleição Freitas Neto**

(PSDB)

Disputam a reeleição Arthur da Távola ?

(PSDB)

Candidatos novos Heráclito Fortes** (PFL) Francisco de Assis - M. Santa*** (PMDB)

RIO DE JANEIRO Mais 4 anos de mandato Roberto Saturnino

(PT)

Candidatos novos Sérgio Cabral*** Leonel Brizola ? Marcello Crivella **

(PMDB) (PDT) (PL)

Candidatos novos Garibaldi Alves***

(PMDB)

Candidatos novos Paulo Paim** Sérgio Zambiasi***

(PT) (PTB)

RIO GRANDE DO NORTE Mais 4 anos de mandato Fernando Bezerra (G ) (ou o suplente Tasso Rosado)

(PTB)

Disputam a reeleição José Agripino** Geraldo Melo**

(PFL) (PSDB)

RIO GRANDE DO SUL Mais 4 anos de mandato Pedro Simon

(PMDB)

Disputam a reeleição Emília Fernandes** José Fogaça**

(PT) (PPS)

(PMDB)

Disputam a reeleição Moreira Mendes ? Chico Sartori ?

(PFL) (PSDB)

(PFL)

Disputam a reeleição Romero Jucá*** Marluce Pinto***

(PSDB) (PMDB)

(PFL)

Disputam a reeleição Cacildo Maldaner***

(PMDB)

(PT)

Disputam a reeleição Romeu Tuma***

(PFL)

(PFL)

Disputam a reeleição A. Carlos Valadares***

(PSB)

(PSDB)

Disputam a reeleição Leomar Quintanilha**

(PFL)

RONDÔNIA Mais 4 anos de mandato Amir Lando

Candidatos novos Valdir Raupp*** Expedito Jr.** Odacir Soares** Eurípedes Miranda* Fátima Cleide**

(PMDB) (PSDB) (PTB) (PDT) (PT)

RORAIMA Mais 4 anos de mandato Mozarildo Cavalcante

Candidatos novos Neudo Campos** Getúlio Cruz*

(PFL) (PT)

SANTA CATARINA Mais 4 anos de mandato Jorge Bornhausen

Candidatos novos Paulo Bornhausen*** Hugo Biel* Leonel Pavan** Ideli Salvatti*

(PFL) (PPB) (PSDB) (PT)

Candidatos novos José Aníbal Orestes Quércia** Aloísio Mercadente**

(PSDB) (PMDB) (PT)

Candidatos novos Almeida Lima** J. Augusto Gama** Jerônimo Reis ? Ivan Leite*

(PDT) (PMDB) (PTB) (PSDB)

Candidatos novos João Ribeiro*** Moisés Avelino**

(PFL) (PMDB)

S Ã O PA U L O Mais 4 anos de mandato Eduardo Suplicy

SERGIPE Mais 4 anos de mandato Maria do Carmo Alves

TOCANTINS Mais 4 anos de mandato Eduardo Siqueira Campos

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PARLAMENTO 2003/2006

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Revista Parlamento 2ED