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esportes preocupação

Agradou Alexandre Vidal/Fla Imagem

Elano, do Flamengo, tenta lançamento durante jogo contra o Bolivar

'Maré de lesões' liga alerta e deixa Fla em xeque por vaga na Libertadores O empate com o Bolívar por 2 a 2, na última quartafeira, no Maracanã, fez o Flamengo interromper uma sequência de sete vitórias na temporada. O prejuízo com o resultado foi o principal tema abordado após a partida, já que o Rubro-negro agora precisa vencer fora de casa para buscar uma vaga na próxima fase da Copa Libertadores. Além disso, a preocupação com a "maré de lesões" foi manifestada claramente pelo técnico Jayme de Almeida. A equipe não contou com Leo Moura e André Santos no compromisso por conta de incômodos musculares. Ambos serão reavaliados e têm chances de reforçar o plantel na próxima semana. Mas outros cinco atletas são tratados como problemas consideráveis para o novo duelo contra o Bolívar, quarta-feira, na altitude de La Paz. Elano e Leo deixaram o gramado com lesões na coxa direita. O volante Cáceres teve uma luxação no ombro direito. O zagueiro Samir ainda se queixou de dores no joelho esquerdo, enquanto o meia Gabriel saiu do estádio mancando. Destes, os desfalques de Elano e Cáceres

são considerados praticamente certos pela comissão técnica. Uma posição oficial será concedida pelo departamento médico no decorrer do dia. O fato é que Jayme de Almeida sofre com uma série de desfalques em um momento no qual o Flamengo precisa buscar a vitória fora de casa para buscar a classificação na Copa Libertadores. Com quatro pontos, o Rubro-negro ocupa a segunda colocação do grupo 7 da competição continental. Jogadores e treinador deixaram claro que os pontos perdidos precisam voltar ao time o quanto antes. Mas fizeram questão de evitar o discurso de desespero apesar da delicada situação. "Não existe desespero. Acho que o Flamengo tem condições de vencer o Bolívar fora de casa. Eles são fortes? São. Mas temos que fazer o resultado fora se desejamos a vaga. Vamos brigar por isso. Não esperávamos esse placar no Maracanã e também não temos medo de enfrentar qualquer adversário. Temos dois jogos seguidos fora de casa e vamos lutar pela vitória até o final", encerrou Jayme de Almeida.

CADERNO A8 Sexta-feira, 14 de março de 2014

E-mail: jornalimpactoms@hotmail.com

Como já havia falado Muricy, Pato poderá ser usado de duas formas no São Paulo. E as duas foram testadas pelo técnico

Estreia de Pato expõe novo quebracabeça do SP após Ganso/Jadson A boa estreia de Alexandre Pato na vitória por 1 a 0 sobre o CSA, em Maceió, pela primeira fase da Copa do Brasil, mostrou que o São Paulo terá de lidar novamente com um quebracabeça tático por sobrecarga de bons jogadores. Depois da dificuldade encontrada para fazer com que Paulo Henrique Ganso e Jadson jogassem lado ao lado, os primeiros testes do novo reforço mostram que será difícil encaixar Pato, Ganso e Luis Fabiano em uma mesma formação. A diferença é que dessa vez o quebra-cabeça veio por opção do técnico Muricy Ramalho, diferentemente de Ney Franco, que ganhou da diretoria o quebra-cabeça Ganso/ Jadson sem pedir. Em Maceió, contra o CSA, Muricy Ramalho tirou Ganso – autor do golaço que empatou em 1 a 1 o clássico contra o Corinthians, que seria vencido pelo São Paulo por 3 a 2 – para inserir Pato no time. Como já havia falado Muricy, Pato poderá ser usado de duas formas no São Paulo. E as duas foram testadas pelo técnico na estreia do atacante: a primeira, do time que começou o jogo, mantém o 4-2-3-1, mas troca Ganso por Pato. Ambos ocupam o mesmo espaço em campo, atrás de Luis Fabiano e entre os dois pontas, mas cada um exerce uma função. Pato chuta, Ganso dá assistência. A outra alternativa, utilizada durante o segundo tempo, tem Pato no lugar de

Rubens Chiri / saopaulofc.net

Pato abraça Osvaldo após gol do São Paulo contra o CSA pela Copa do Brasil

Luis Fabiano, com Ganso no meio de campo. Esta modifica o 4-2-3-1 e o transforma num 4-3-3 ao estilo do Barcelona de Pep Guardiola, com Pato fazendo a função do chamado "falso 9". Dois volantes, Ganso na armação, Pato no centro do setor ofensivo entre o meio de campo e a área adversária, e dois pontas. Sem centroavante. Nenhuma das duas opções vislumbradas e testadas contempla a utilização de Pato, Ganso e Luis Fabiano juntos. Algo que Muricy admite, e crê que só conseguirá implementar

caso troque a formação tática que adotou desde seu segundo jogo após o retorno ao São Paulo, em setembro de 2013 – na reestreia, contra a Ponte Preta, ameaçou uma nova era no 3-5-2, o que durou apenas uma partida. Atuação - O estreante Alexandre Pato. O atacante contratado por empréstimo pelo São Paulo em negócio impactante com o rival Corinthians, há pouco mais de um mês, finalmente jogou pela primeira vez vestindo a nova camisa. E foi bem: aos 2 minutos, marcou um gol, anulado pela

arbitragem. Durante o resto da partida, mostrou empenho tático e participação ativa, que lhe faltaram no Corinthians. E o São Paulo venceu: 1 a 0, gol de Osvaldo, placar que não elimina o jogo de volta. Pato impressionou. O time adversário, pela inferioridade técnica e física, contribuiu para que ele tivesse uma estreia nada complicada. O novo camisa 11 se mostrou solidário atuando como segundo atacante, buscou jogo na linha do meio de campo e tentou distribuir bolas para os companheiros

fórmula 1

Vettel diz que equipe Red Bull briga pelo título O tetracampeão mundial Sebastian Vettel admite que a fase da Red Bull não é das melhores após os resultados ruins nos três períodos de testes da Fórmula 1 na prétemporada. Mas o alemão não descarta a equipe austríaca na briga pelo título deste ano. "Eu não que isso seja algo justo para dizer. É um ano longo. Nossa pré-temporada não foi a ideal, sim, nós provavelmente não estamos na melhor forma para esta corrida, mas eu acho que é outra história quando você fala sobre o campeonato", disse Vettel na entrevista coletiva dos pilotos que vão disputar o GP da

Austrália. "Obviamente, nós tivemos muitos problemas durante os testes, não conseguimos testar muitas coisas e esperamos fazer mais correndo aqui", completou o atual tetracampeão da Fórmula 1. Vettel usou o espanhol Fernando Alonso, da Ferrari, como exemplo para justificar uma possível recuperação da Red Bull ao longo da temporada. "Há um longo caminho pela frente. Dois anos atrás, Alonso estava no grid com um segundo e meio de diferença para o pole position, mas no fim do ano ficou muito perto de nos bater

Divulgação

O tetracampeão Sebastian Vettel admite que a fase da Red Bull não é das melhores

na briga pelo título. Tudo pode acontecer. Por isso essa corrida é muito importante, mas

como qualquer outra. Mas há um monte de corridas no ano", terminou o alemão.


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