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Quinta-feira, 12 de junho de 2014

DEFESA E SEGURANÇA

Pra o consultor da FIFA, Brasil programou recursos de segurança que podem ser utilizados como modelo

governo federal detalhou no Rio de Janeiro (RJ) como será o funcionamento da segurança pública durante a Copa do Mundo 2014, que começa hoje, dia 12. Os representantes do Exército, do Ministério da Justiça, do Comitê Organizador Local (COL), e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) falaram das estratégias adotadas para garantirem a segurança no período do Mundial. Para o consultor da FIFA, também presente no evento, André Pruis, o Brasil programou recursos de segurança que podem ser utilizados como modelo para outras Copas daqui para frente. Segundo ele, o conceito de segurança que o Brasil adotou para a Copa é excelente. “Abrange todos os elementos de operação de segurança e avaliação de risco”, opinou André Pruis. O general do exército, José Carlos De Nardi, destacou que todo o trabalho para a segurança do Mundial está sendo feito de forma integrada e que a área de defesa é composta por 10 eixos: Defesa Aeroespacial, Defesa Marítima e Fluvial; Segurança e Defesa Cibernética;

Reprodução

Copa do Mundo começa hoje com forte esquema de segurança O

Fiscalização de Explosivos; Cooperação em operação em fronteiras; Defesa Química, Biológica, Radiológica e Nuclear; Prevenção de Combate ao Terrorismo; Emprego de helicóptero; Defesa das Estruturas Estratégicas; e Força de Contingência, que conta com uma média de três mil militares prontos para auxiliar a Polícia Militar, principalmente em torno dos estádios, caso seja necessário. Esse apoio só se dará depois de pedido do governador do estado e a partir daí, toda a segurança e decisões de estratégias serão de responsabilidade do Exército. “O Brasil está preparado

para fazer frente em qualquer problema que acontecer na Copa”, ressaltou o general De Narde, e esclareceu ainda: “Nossa preocupação são 15 estados: as 12 cidades-sede mais 3 cidades com Centros de Treinamento: Sergipe, Alagoas e Espírito Santo”. O chefe da Secretaria Extraordinária de Segurança para Grandes Eventos do Ministério da Justiça, Andrei Rodrigues, abordou a criação dos Centros Integrados de Comandos e Controles em todas as cidades-sede e nas três cidades de treinamento. Todo o trabalho para o Mundial vai contar com 100

mil profissionais da segurança pública, além de 60 mil da defesa e mais 20 mil da segurança privada. Só na segurança pública, foram investidos mais de R$ 1 bilhão 170 milhões para atuação na Copa do Mundo. “Estamos seguros e firmes para termos um evento com muita paz e tranquilidade”, afirmou Andrei. Ronaldo Belham, diretor geral-adjunto da Abin, apontou alguns eixos de atuação na operação. Conforme ele, ao todo são 17 centros coordenados pela Abin: o Centro de Inteligência Nacional (CIN), um Centro de Inteligência Regional (CIR) em cada uma das 12 cidades-sede, e três centros locais nas cidades de treinamento, e um Centro de Inteligência de Serviços Estrangeiros. A estrutura servirá para assessorar decisões executivas em âmbito federal e estadual. Segundo Belham, o Centro de Inteligência de Serviços Estrangeiros vai contar com 42 parceiros estrangeiros que vieram ao Brasil para auxiliar nessa operação, além de 70 parceiros, que mesmo não estando no País, possui canal aberto para a Abin. Com informações do Portal Brasil

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SAÚDE

Vacina contra coqueluche para gestantes será oferecida na rede pública A vacina tríplice acelular (DTPa), que protege contra o tétano, a difteria e a coqueluche, será disponibilizada para gestantes na rede pública de saúde até o fim deste ano. De acordo com o Ministério da Saúde, a dose será oferecida de forma gratuita e preferencialmente a partir da 27ª semana de gestação. O objetivo é reduzir a transmissão da coqueluche entre recémnascidos e garantir proteção indireta nos primeiros meses de vida, quando o bebê ainda não teve a oportunidade de completar o esquema vacinal. A expectativa da pasta é que 3 milhões de brasileiras sejam beneficiadas com a medida. A imunização contra a coqueluche já é oferecida para

crianças na rede pública. O esquema vacinal começa com a pentavalente, administrada aos 2 meses, 4 meses e 6 meses. A criança recebe ainda dois reforços com a vacina DTP (difteria, tétano, coqueluche). O primeiro reforço deve ser administrado aos 15 meses e o segundo aos 4 anos. Dados do governo indicam que até o dia 10 de maio foram registrados no Brasil 1.762 casos de coqueluche. O número indica uma redução de 40% nos casos, quando comparado ao mesmo período de 2013 (2.943). O ministério informou que acompanha, em conjunto com estados e municípios, todos os casos suspeitos e confirmados da doença no país. Agência Brasil


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