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política

CADERNO A3 Segunda-feira, 9 de junho de 2014

E-mail: jornalimpactoms@hotmail.com

UNIDOS

Com a Câmara Municipal lotada, Nelsinho disse que as afinidades unem o PMDB e o PSB porque estamos unidos em torno de um projeto de futuro

Aliança do PMDB com Eduardo Campos fortalece Nelsinho Trad e Simone

A

formalização da aliança entre o PMDB de Mato Grosso do Sul e o précandidato a presidente da República, Eduardo Campos, do PSB, fortalece a précampanha de Nelsinho Trad e Simone Tebet, pré-candidatos do partido ao Governo do Estado e ao Senado. Mais do que um palanque presidencial, o PMDB ganha um discurso nacional voltado para o futuro, com ética, responsabilidade e muito trabalho, avaliou o presidente do partido, Junior Mochi, anunciando que mais de 90% da legenda segue a opção por Campos. Em contrapartida, Campos ganha o apoio do maior partido de Mato Grosso do Sul e a perspectiva de ser o mais votado no Estado para presidente. Com a Câmara Municipal lotada, Nelsinho disse que as afinidades unem o PMDB e o PSB porque estamos unidos em torno de um projeto de futuro. Vivemos um novo momento. E esse novo momento exige de nós novas respostas, novas práticas, novos propósitos e um novo jeito de fazer as coisas”. Mais de mil pessoas ocuparam o prédio da Câmara para receber Campos. No espaço se uniram militantes do PSB e PMDB, a prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, deputados estaduais e federais e lideranças que vieram

de outros Estados, como os senadores Pedro Simon (RS), Jarbas Vasconcelos (PE) e Ricardo Ferraço (ES), além dos deputados federais Darcísio Perondi (PR), Osmar Terra (RS) e Raul Henry (PE). Também estavam presentes os deputados federais Fábio Trad e Geraldo Resende do PMDB de Mato Grosso do Sul. . O pré-candidato do PMDB chamou a atenção para o momento que exige “mais transparência, mais diálogo e mais comprometimento com os valores e as aspirações das pessoas que representamos do que em qualquer outro tempo”. Simone Tebet elogiou o desempenho de Eduardo Campos no Governo de Pernambuco, sobretudo no aprimoramento da educação, e disse que é isso que nós queremos para o Brasil, também. Simone desmentiu boatos que estaria dividindo a campanha e disse que essa atitude não faz parte de sua personalidade, muito menos da tradição do nome que carrega e que vai honrar ganhando a eleição junto com Nelsinho. Acabou o “não tem jeito” Nelsinho disse que há sete anos, o nosso partido, o PMDB, recebeu um estado quebrado. Mato Grosso do Sul só estava em pé, de cabeça erguida, graças à força e a coragem de homens e mulheres de

Willams Araújo Encruzilhada Parte do PMDB que decidiu se desgarrar do governador André Puccinelli, declarou apoio oficial à candidatura de Eduardo Campos (PSB) ao Palácio do Planalto durante sua visita à Capital. Com isso, àqueles que não concordarem com a posição do partido de caminhar com o socialista, devem se acotovelar no ‘palanquinho’ pró-Dilma Rousseff (PT), do italiano. Diante desse cenário, terá maior êxito quem oferecer o melhor espaço aos correligionários.

Murilo Zauith, Nelsinho Trad, Eduardo Campos e Simone Tebet

bem, que amam essa terra, e que por isso mesmo nunca se conformaram com o caminho tortuoso que nos foi imposto. “Hoje, graças ao trabalho do governador André Puccinelli e ao apoio do povo sul-matogrossense, o tempo do “não tem jeito” ficou pra trás”, garantiu. Ele reconheceu que “há, naturalmente, muito chão pela frente. E é por isso que nós estamos aqui juntos hoje. Somos diferentes do que éramos há quatro ou oito anos atrás. Estamos mais fortes, mais preparados. Apreendemos a lidar com as

AUDIÊNCIA PÚBLICA

dificuldades, a administrar a escassez. Base de apoio - A soma do PMDB e do PSB é “um aliança de ganha-ganha”, como avaliou Nelsinho Trad. As précandidaturas do partido ganham um palanque próprio a nível nacional no Estado, defendendo “um homem que representa o novo Brasil que todos queremos”. A militância do PSB soma-se à campanha de Nelsinho que oferece a maior estrutura partidária do Estado, o PMDB, para angariar votos para Campos. Estrategicamente, Nelsinho firma o pé em Dourados,

segundo colégio eleitoral do Estado, onde o prefeito Murilo Zauith é o presidente regional do PSB. Simone puxa votos no Bolsão, terceira região mais importante e Nelsinho tem liderança própria e consolidada em Campo Grande, onde foi prefeito por duas vezes. Soma-se a esses fatores, o apoio do governador André Puccinelli que tem altos índices de aprovação e um governo em todas as áreas melhor do que o PT. “Agora é ir para a rua e mostrar à população quem é melhor para Mato Grosso do Sul”, afirmou Trad.

CHAPA PURA Assessoria

AL debate hoje piso salarial para advogados A Assembleia Legislativa realiza Audiência Pública nesta segunda-feira (9), às 18h, para debater projeto de lei de autoria do deputado estadual Felipe Orro (PDT) que estabelece o piso salarial dos advogados empregados em empresas privadas. O projeto fixa um piso de R$ 3 mil para jornada de 8 horas diárias, valor considerado “digno” e “viável” pelo presidente da ANA (Associação

Divulgação

dos Novos Advogados), Vinícius Monteiro Paiva. Como advogado, Felipe Orro considera justa a reivindicação dos colegas de fixar um piso salarial. “E como trabalhista temos a obrigação de zelar pelos direitos dos trabalhadores”, frisou. O projeto se inspira em iniciativas de outros estados onde o piso já foi implantado, completou. Para a Audiência Pública foram convidados re-

presentantes dos maiores escritórios de advocacia, da seccional da OAB, do Poder Judiciário e do Ministério Público do Trabalho. Vinícius Paiva lembra que um projeto de lei federal estipula um valor ainda mais elevado como parâmetro salarial, de R$ 5 mil. “Entendemos que esse valor pode ser inviável, já o piso proposto é possível de ser cumprido e atende o advogado”, afirmou. Ricardo Ayache se desincompatibilizou da Cassems para disputar o cargo

PENSANDO MS

Aécio percebe “cheiro de mudança em MS” Ayache é o nome do PT para disputar o Senado O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, disse perceber “cheiro de mudança” em Mato Grosso do Sul durante Encontro Estadual do Pensando MS, evento que encerra o projeto. O senador, que é pré-candidato a presidente da República, referia-se à força da pré-candidatura do seu correligionário para o governo do Estado, deputado federal Reinaldo Azambuja. Ambos serão candidatos depois de escolhidos em convenção neste mês. Aécio veio a Campo Grande especialmente para o evento do Pensando MS. Ele aproveitou o

discurso para apontar algumas das mazelas do governo federal petista. Aécio citou que o governo federal não faz investimentos, por exemplo, no município sul-mato-grossense de Porto Murtinho, mas faz em Cuba, no Porto Mariel. “Estamos num momento em que a população brasileira cada dia em cada canto desse país, e aqui não é diferente, se vê aviltada, indignada nos seus valores, nos seus princípios por um governo que abdicou de exercer um projeto transformador do país para se contentar em ter única e

exclusivamente um projeto de poder”, disse Aécio. O senador tucano questionou: “por que o PT quer mais quatro anos de governo, se nesses últimos anos não conseguiu fazer o Brasil crescer, não conseguiu fazer a saúde, a segurança pública e a educação se desenvolverem e conseguiu trazer de volta o fantasma da inflação?”. Segundo ele, neste ano, os brasileiros terão a oportunidade de escolher um novo caminho, em que a política sirva como instrumento de transformação da vida das pessoas.

ASSEMBLEIA LEGISLATIVA

Enelvo confirma que é pré-candidato a deputado Apostando em suas lideranças, o PSDB Estadual quer que o ex-prefeito de Sidrolândia, Enelvo Felini, dispute o pleito eleitoral para o cargo de deputado estadual, sendo ele uma das grandes lideranças do PSDB em Mato Grosso do Sul.Enelvo que já confirmou que é pré-candidato disse que é uma honra dis-

putar uma vaga no legislativo estadual pelo PSDB, logo que, o partido conta com grandes nomes para o pleito e seu nome ter a confiança de Reinaldo Azambuja e do Deputado Estadual e presidente do PSDB estadual, Márcio Monteiro, para participa da campanha, é muito gratificante. Além do partido, Felini tem

o apoio da população de Sidrolândia, que sempre confiou e depositou confiança no précandidato, “além do partido me dar todo o apoio, tenho o apoio da população de Sidrolândia para ser pré-candidato, só disponibilizei meu nome para o partido depois de ouvir a população de Sidrolândia”, finalizou.

O PT de Mato Grosso do Sul vai mesmo sair com chapa para as candidaturas majoritárias em Mato Grosso do Sul. Na última quarta-feira (05) o médico Ricardo Ayache pediu sua desincompatibilização da presidência da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores de Mato Grosso do Sul) para estruturar a sua pré-campanha. Assumiu o comando da empresa de autogestão o vicepresidente, Ademir Cerri, também filiado ao PT. O médico cardiologista, filho de Aquidauana, tem uma trajetória de prestação de serviços na área de saúde pública. Aceitou o desafio de sair candidato pelo compromisso que tem com PT, uma liderança jovem no cenário político do Estado e empolgada principalmente pelas conquistas sociais e econômicas do Governo Federal. Além de contribuir de forma expressiva com a pré-candidatura do senador Delcídio do Amaral para governador do Estado. “Vejo

na minha candidatura uma oportunidade de renovação e uma grande oportunidade de fazer mais pela saúde e a educação da população sul-mato-grossense”. Segundo o presidente do PT de Campo Grande, Gildo de Oliveira, o lançamento da candidatura de Ricardo Ayache representa a capacidade de ousadia do partido em apostar em lideranças políticas novas, jovens, sem vícios e capaz de construir uma carreira política identificada com as marcas e compromissos do PT. O dirigente lembra que na atual conjuntura existe um apelo para a renovação política, combinada com as demandas apresentadas pela juventude nas jornadas de junho, a força das redes sociais e a boa aceitação do senador Delcídio do Amaral nas intenções de voto, criam as condições necessárias para o PT eleger o mais novo senador do Estado, um fenômeno que já vem acontecendo em diversos Estados.

Barulho No mínimo, assustou aos mais desavisados o foguetório de recepção ao presidenciável Aécio Neves (PSDB/MG) na Câmara de Vereadores da Capital. O tucano ‘chegou chegando’ ao encontro e distribuiu simpatia aos presentes. Desde o aeroporto, onde alfinetou a presidente Dilma (PT), até o local do evento, deu algumas pinceladas de como será seu governo caso vença a eleição. Como bom anfitrião, Reinaldo Azambuja fez tudo funcionar como uma orquestra. Sem volta Tido no início como a melhor alternativa para uma eventual 3ª via ao Parque dos Poderes, o tucano Reinaldo Azambuja relutou muito a assumir essa postura. Primeiro, tentou, sem sucesso, se unir ao PT e disputar o Senado. Entretanto, sempre com a convicção de que se essa aliança fracassasse, iria para a disputa. O tempo passou, a união se desfez e o seu nome se transformou em mais uma opção ao eleitor sul-matogrossense. De lá até aqui ele foi coerente. Oferecidos PPS, SDD, PSD e o próprio PSDB, disputam à tapa as vagas de vice e Senado na chapa de Reinaldo Azambuja na corrida pelo governo. Como o choro é livre, ninguém impede que cada um deixe aflorar seu desejo de contribuir e de ter como contrapartida um espaço para brilhar. No entanto, tudo vai depender de intensas negociações e avaliações dos nomes colocados à disposição. Frustrações, nesse caso, são muito comuns e costumam magoar. Faltosos A sessão da última quinta-feira na Câmara de Vereadores da Capital só não foi desértica porque 10 dos 29 parlamentares estiveram por lá. Sem quórum para deliberações ou votações, sobrou tempo para Zeca do PT e Paulo Pedra (PDT) fazerem uma aposta inusitada: uma caixa de cerveja para quem acertar o nome do futuro senador. Enquanto isso, os demais 19 eleitos pelo povo flanavam sabe se lá onde, como não tivéssemos nenhum problema.


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