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Editorial

OPINIÃO

Lembrete Os artigo assinados são de inteira responsabilidades de seus autores e não refletem a opinião do Jornal Impacto MS

CADERNO A2 Quarta-feira, 16 de abril de 2014

E-mail: jornalimpactoms@hotmail.com

Será que a polícia prende e o judiciário liberta? Qual seria a sua reação ao tomar conhecimento de que “um juiz houvesse determinado que um traficante preso em flagrante com 82,7 quilos de cocaína fosse colocado em liberdade por conta da superlotação na carceragem da Polícia Federal de Ponta Porã?”. Com certeza a resposta seria i-nacre-di-tá-vel! Antes de pensarmos no homem preso em flagrante vamos refletir sobre as famílias que vivem o pesadelo de ter em casa um dependente químico. Os noticiários estão fartos de matérias sobre tráfico. O que lê, o que se ouve através das emissoras de rádios, o que se vê pelos

canais de televisão são mães desesperadas, pais não sabendo a quem recorrer para tratar um filho que se tornou dependente de maconha, cocaína e a destruidora crack. Por conta de tal decisão a reação foi de estupefação por parte de inúmeros segmentos da sociedade. O Ministério Público Federal, que divulgou o comunicado na manhã dessa segunda-feira (14), recorreu da medida e reclama do não cumprimento de acordo por parte do governo estadual. Conforme o MPF, o traficante Antônio Marcos Fernandes ficou preso apenas um dia. No entanto, segundo a mesma fonte,

o crime de tráfico de drogas prevê pena superior a quatro anos, o que impede o homem de aguardar a investigação em liberdade. O MPF aponta acordo, firmado em outubro passado, no qual a Coordenadoria das Varas de Execução Penal, ligada à Secretaria Estadual de Justiça e Segurança Pública, se compromete a receber presos federais quando a PF de Ponta Porã estiver com mais de dez detidos. Atualmente, ainda segundo a mesma fonte, há 25 presos na carceragem, onde há duas celas, projetadas para receber três pessoas cada. Se a carceragem

registra superlotação, se o tratamento oferecido aos presos é desumano, sem café da manhã e refeição aos domingos, ninguém consegue compreender qual foi o critério utilizado para colocar em liberdade um dentre os 25 nomes encarcerados na Federal de Ponta Porã. Aos olhos de quem pede explicações, urge por respostas consistentes, sem subterfúgios, a interpretação do magistrado pode ter sido equivocada e precisa ser revista. Eu, particularmente, sou favor da legalidade, portanto, não acredito na vigência da máxima de que “a polícia prende e o judiciário liberta”.

Artigo A Semana é Santa para vivermos a nossa Fé Prof. Loiva Heidecke Schiavo * O que significa? O que celebramos? Porque Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumentinho? Afinal ele é o Messias? O Libertador? Então além de orações e penitências, a semana santa serve para fazermos reflexões e vivermos a nossa fé em cristo: O que simboliza o jumentinho? Porque Jesus foi condenado ? Imaginávamos que aquele povo simples que viu Jesus ressuscitar Lázaro, era o mesmo que o aplaudiu, ao vê-lo montado em um jumento? (Representando sua pequenez terrena, a sua humildade?). Aquele povo e fiéis da época, acreditavam e tinham a certeza de que Ele era o Messias anunciado pelos profetas? Teriam alguns se equivocados, imaginando ser Ele um libertador político, um revolucionário? E não o libertador de nossos pecados? Para nós católicos, ao contrário do que muitas pessoas habitualmente imaginam. A semana santa não é simplesmente um feriado, é a nossa ‘ a grande semana’ ou ainda a ‘semana maior’. A semana santa é um período religioso em que celebramos por excelência a paixão, morte e ressurreição de Jesus. Por essa razão, para os que crêem não se trata de mais um feriado e sim de um momento profundo de meditação e reflexão no mistério da salvação. È o período em que renovamos e assumimos a nossa fé em Jesus Cristo, procurando viver, com coerência o nosso catolicismo, para nós, mistério da nossa fé e salvação.Portanto, neste período, passamos, por uma semana diferente. Nela se retrata tudo aquilo que Jesus viveu em seus últimos dia, aqui na Terra. È equivocado, levarmos em conta, apenas o fato de ser um feriado prolongado. Não podemos viver a semana, de qualquer maneira. Nem tratar esse período como se fosse um

Expediente

feriado normal. È durante a quaresma, que nos guardamos em orações, para celebrarmos a páscoa do Senhor. A "Semana Santa" é, muitas vezes, a comemorada, como um feriado qualquer, perdendo toda a essência que tem que ser vivida em sua realidade cristã. Devemos criar dentro de nossos corações um sentimento que muitas vezes deixa de existir por falta de respeito, aquilo que é nosso e que é nossa fé em Cristo! Preparados para uma nova vida em Cristo, muitas vezes deixamos de lado aquilo que temos de mais precioso, deixamos de acreditar em Deus e trocamos por coisas momentâneas da vida. Em Hebreus 11, 1-3, "A fé é o fundamento da esperança, é uma certeza a respeito do que não se vê." Então, nos lembramos muito bem que, antigamente, nossos pais e avós, nos contavam que era feito um retiro de tudo durante esse "Período Maior". Eles se abstinham com maior respeito, em oração e silêncio. Hoje o mundo tem essa necessidade quase que vital de retornar e retomar, o seu respeito ao que é sagrado. Não devemos, comparar a “Semana Santa” com “feriado de semana santa”. Isto é negarmos a nossa fé ao não trazermos à luz da reflexão qual é o real sentido da "Semana Santa”. Devemos aceitar a resposta que vem do coração, através da fé que temos em Jesus que venceu a morte e ressuscita no domingo de páscoa. Tenhamos sempre a fé intensamente, levando conosco o verdadeiro sentindo do espírito cristão da "Semana Santa". Mesmo aqueles que não querem aceitar ou enxergar, não a contestam!! Pois sabem que contém um valor especial para a humanidade. A semana santa, representa mais do que um "feriado", nos mostra um momento especial, sendo a verdadeira prova do amor em Cristo, para com a hu-

Diretor: Eli Sousa diretorimpactoms@gmail.com Editor Roberto Costa - DRT 174/MS

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manidade! O Domingo de Ramos ensina-nos que a luta de Cristo e da Igreja, conseqüentemente, a nossa também, é a luta contra o pecado, e a desobediência à Lei sagrada de Deus. Devemos deixar, como católicos a passividade, pois, atualmente a nossa atuação tem sido tímida e calcada aos pés. Até mesmo de muitos cristãos que preferem viver um Cristianismo “ light” adaptado aos seus gostos e interesses e segundo as suas conveniências. Impera, como disse Bento XVI, “ a ditadura do relativismo”. Também sobre o assunto, o Papa Francisco assim nos diz: “Mas que significa viver a Semana Santa para nós?” – questionou. É acompanhar Jesus no seu caminho rumo à Cruz e à Ressurreição. Em sua missão terrena, ele falou a todos, sem distinção, aos grandes e aos humildes, trouxe o perdão de Deus e sua misericórdia, ofereceu esperança; consolou e curou. Foi presença de amor. “Na Semana Santa, vivemos o vértice dessa caminhada de Jesus, que se entregou voluntariamente à morte para corresponder ao amor de Deus Pai, em perfeita união com sua vontade, para demonstrar o seu amor por nós”. Diante destas constatações de nossa espiritualidade, temos visto, muitos de nossos irmãos católicos que neste período se deixam levar pela falsa idéia de que semana santa, é apenas uma época de feriado, bebidas, chocolates, churrascos e até um tempo de viagens! A Semana Santa não é feriado não para nós católicos. È apenas mais um tempo profundo de vivência de nossa fé! E deveria ser de participação efetiva, pontual e de orações, em toda a programação que nossa paróquia nos oferece… E olhem que, de modo geral temos sido incansáveis em organizar belíssimas cerimônias, para liturgias,adorações. Momentos lindos de fé revivendo os últimos passos de Jesus antes

Assessoria Jurídica Dr. Wellington Coelho OAB-MS 15.475 Gerente Luzia Helena Coutinho Impressão Gráfica Qualidade

de sua morte e ressurreição. Por isso, convidamos a uma reflexão e a uma conversão, com atitude católica e cristã, diante deste momento da igreja que não é apenas pra ficar em casa ou viajar, mas é um momento de fé. É onde buscamos celebrar a memória de tudo que Jesus passou por amor a nós! Enfim aos Ramos Santo nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus, membros de Cristo, participantes da Igreja, especialmente nestes tempos difíceis em que a religião, cada vez mais é desvalorizada e espezinhada. Como exemplo a dificuldade para encontrar catequistas em nossa paróquia, de São Pedro, aqui em Bonito. Deixo o convite: Venham participar conosco dessa “grande semana” de amor, fé e compromisso!Em Bonito, para os católicos que visitarem a cidade, a programação da Semana Santa será na Igreja Matriz, Paróquia de São Pedro Apóstolo, que promove uma programação religiosa especial desde o ultimo domingo e vão até o dia 20 de abril. A atração mais aguardada é a Via Sacra na sexta. Ela sairá da capela Sagrada Família e segue em cortejo até Matriz, na Paróquia São Pedro, sendo a missa rezada pelo pe. Paulo Nunes de Araújo, às 19 hs. A Semana Santa é uma festa católica onde se revivemos a história de devoção e superação de Jesus Cristo pelo seu povo. Desde já, desejamos uma Feliz e Abençoada Páscoa, com muito zelo e oração, neste momento de vivermos a nossa fé! Deixo 3 orações p/a semana: http:// jovenscatolicos.com.br/artigoscatolicos-religiosos/semanasanta-oracao-para-pascoa/ (*) É Professora/Assistente de Atividades Educacionais na Escola Estadual Bonifácio Camargo Gomes de Bonito/MS. Atua no movimento sindical de Mato Grosso do Sul como filiada à FETEMS

'Alpinistas & Partidos & Eleições' CÁLCULOS Estamos perto de um milhão e 800 mil eleitores. Levando em conta os índices de abstenção e nulos das eleições anteriores deveremos ter 1 milhão e 300 mil votos válidos. Nos pleitos municipais o comparecimento é maior. DESAFIOS Os candidatos à AL sabem da ‘pedreira’ que o esperam. Basta dividir o número de votos válidos pelo total (24) de vagas teremos a assustadora cifra de mais de 50 mil votos para garantir o primeiro eleito de cada partido/coligação. ‘PEPINO’ Ele promete ser maior e ainda mais indigesto aos postulantes a uma cadeira na Câmara Federal. É que as vagas são apenas 8 e a garantia para a primeira vaga de cada partido estará condicionada a votação mínima de 150 mil votos. ‘BONS TEMPOS’ O escrutínio manual produzia mágicas em prol de candidatos antenados e com bom trânsito. Após a divulgação dos resultados da majoritária, a fiscalização relaxava e aí os montinhos de votos mudavam de lugar. COMPARAÇÃO Um candidato à AL terá de garantir os votos do eleitores capazes de lotar 1.000 ônibus de 50 lugares cada. Já para o postulante à Câmara o seu batalhão de eleitores exigiria 3.000 ônibus. Convenhamos: é gente que não acaba mais. RESSABIADOS Candidatos não se manifestam publicamente, mas rejeitam coligações cogitadas devido aos riscos que correm. O pessoal do PT por exemplo, não quer servir de escada para aliados concorrentes. Ora! Cada qual no seu quadrado. A GUERRA Ela se renova nos bastidores a cada eleição. Dirigentes dos chamados nanicos tentando a coligação proporcional que lhes acenem com chances de eleger alguém. Na outra ponta existe a bronca do pessoal dos grandes partidos. TUCANOS Seus deputados formam um time de angustiados com a possibilidade do PSDB não lançar candidato ao governo. Além do visível desconforto atual na AL - eles sofrerão a concorrência de Guerreiro e Kayattt. A bancada pode diminuir. ENTUSIASMO Lauro e Osvane (PROS) sabem: só isso não basta. Terão que dobrar a votação de 2010 para se garantirem. O primeiro obteve 18.237 votos, o segundo 11.223 votos. Claro que os ventos eleitorais às vezes surpreendem. ‘ALPINISTAS’ Compõem o cenário eleitoral democrático. É a chance de massagear o ego e defender a causa partidária. No retrovisor local alguns nomes insistentes acabaram virando folclóricos pela mensagem sem eco e o desempenho pífio. ELEIÇÕES-1989 Marcou o senso de humor no horário eleitoral. Eram 22 postulantes ao P. do Planalto; mais de 50% de alpinistas. Entre eles Armando Correia - com 4.363 votos - que inclusive tentou ceder sem sucesso sua vaga para Silvio Santos. MEMÓRIA 1982: só o PDS/PMDB elegeram deputados federais e estaduais, Zeca do PT tentou a Câmara: 342 votos, muito abaixo do eleito menos votado (Albino Coimbra) com 24.849 votos. Mas em 1990, com 4.217 votos, ele chegou à AL. NOTA ZERO A comunicação tucana igual na era FHC, quando não mostrava o lado positivo. A propaganda atual do PSDB na TV usa metáforas tímidas sem críticas diretas ao PT e Planalto. Repete a postura pálida da sua bancada aqui na AL. COMPARANDO Até o PRTB do Levy Fidelix ( aquele calvo de bigode tingido de preto retinto) tem sido mais convincente e pragmático no horário eleitoral. Aborda as questões pontuais, pede soluções, usando linguagem que povo entende. ‘SABIDÃO’ Levy deixou o PL e desde 1995 manda no PRTB. Dos 12 dirigentes, 5 são parentes, entre eles mulher e filhos, garantidos até 2020 na Executiva Nacional. A grana do fundo partidário e outros agrados oficiais sustentam a caminhada. IRONIAS Não é por acaso que elas florescem comparando esses partidos aos grandes negócios. Quanto mais deles melhor para o Governo, que dispõe de meios para cooptá-los com bons cargos e assim aumentar seu tempo no horário eleitoral. NELSINHO O pessoal do PMDB precisa acabar com a imagem de ‘órfãos de André’, sob pena de perder a interlocução na busca de alianças. Falta a efervescência interna para alimentar os projetos de seus candidatos e grupos de cada cidade. ESCADA Essas eleições estão vinculadas a escolha dos novos prefeitos. No interior esse divisor partidário é visível em todos os segmentos sociais. Sem ilusões: lá o eleitor é capaz de votar até num cachorro, mas jamais votará num adversário. DELCÍDIO Se não enfartar neste ritmo alucinante, terá que arrumar muitos vagões para abrigar tanta gente diferente em seu comboio eleitoral. O senador tem se portado como um poliglota na tratativa com esses caciques sedentos de poder. ‘VEM QUE TEM!’ Sem esse aceno o candidato não atrai gente de peso e nem aqueles oportunistas. Candidato precisa mostrar que tem bala na agulha, condições de vencer e principalmente espaço para todos no poder. Se vai cumprir, é outro papo. AZAMBUJA Só ‘pensando no MS’. Os irônicos do saguão da Al lembram que perdeu a prefeitura da capital por indecisão e só ouvir marqueteiros de fora. A candidatura de Simone irá obrigá-lo a disputar o Governo? A demora pode desgastá-lo. LONDRES Sua posição cômoda permiti-lhe ouvir sem decidir. Mais que os votos de seu PR importa sua influência que atravessa as barreiras partidárias. Sua presença no governo sinaliza tranquilidade e boa interlocução com todos os poderes.

“Só há uma coisa errada na palavra revolução: é a letra “r”. ( Roberto Campos)

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