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2. Conversem com os professores. perguntem como seus filhos estão nos estudos.

fonte: http://portal.mec.gov.br 3. Caso seus filhos estejam com alguma dificuldade na escola peçam orientação aos professores de como ajudá-los em casa.

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O Ã

CAMPIN E

5. Compareçam às reuniões da escola. dêem sua opinião, ela é muito importante.

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1. Visitem a escola de seus filhos sempre que puderem.

4. Leiam bilhetes e avisos que a escola mandar e respondam quando necessário.

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COMPROMISSO DOS PAIS:

Jornal da UCES

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de mobilização, e que estas devem ser propagadoras do bem social. Também Iremar, secretário de educação da cidade de Lagoa Seca, expôs sua opinião sobre a importância da mobilização para a educação, “é essencial que a mobilização esteja presentes em todos os municípios”, disse. O interesse dos pais pela educação dos filhos é muito importante. as crianças e os jovens gostam de saber que os pais sentem orgulho por eles estarem estudando.

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ntretenimento

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Campina Grande - PB, abril de 2010

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JORNAL DA UCES Campina Grande - Paraíba, Abril de 2010 - Ano IV - Edição Nº 4

Projeto Comunitárius II Lei que autoriza doação de terreno pela prefeitura é aprovada pelo Legislativo. Pág. 05

UCES inaugura cinema para a comunidade A iniciativa faz parte do Projeto Cine Mais Cultura do Governo Federal, através do Ministério da Cultura, que visa democratizar o acesso ao cinema em todo o País. Samuel F. Dantas Evellyn Com a exibição do curtametragem “Amanda e Monick” do diretor campinense André da Costa Pinto, a União Campinense da Equipes Sociais (UCES) deu início às atividades do Cine Mais Cultura, único projeto de cinema comunitário aprovado no ano de 2008 em toda Paraíba. A sessão cinematográfica ocorreu na sede da UCES no último dia nove de março e contou com a presença de sócios da entidade e do próprio diretor do filme, o cineasta André da Costa Pinto,que explicou e debateu a temática da produção após a apresentação do mesmo.Para a realização do projeto a UCES recebeu um kit de equipamentos de exibição audiovisual, e 104 DVDs da Programadora Brasil. De acordo com a Presidente da SAB da Catingueira, o filme exibido é “Ótimo, produtivo, educativo e esclarecedor”. Segundo o presidente da UCES, João Batista, a iniciativa do projeto partiu da necessidade de oferecer e debater a cultura como forma de tornála mais acessível às pessoas mais carentes desse tipo de entretenimento em Campina Grande. O projeto atenderá inicialmente cerca de duzentas lideranças comunitárias para em seguida ser levado às demais

UNIÃO CAMPINENSE DAS EQUIPES SOCIAIS - UCES

comunidades onde o público a ser atendido deve ser bem maior e terá como foco principal grupos sociais organizados como o PROJOVEM , Grupo de Idosos, etc. Foi realizada uma capacitação em João Pessoa promovida pelo Ministério da Cultura, onde foram debatidos os critérios que deverão ser usados nas escolhas dos filmes. Privilegiando os títulos nacionais e de conteúdo educativo. Deste treinamento participaram dois representantes da UCES, juntamente com a equipe de cinema comunitário do Rio Grande do Norte. A exibição dos filmes ocorrerá todas as terças-feiras às quatro da tarde no auditório da UCES.

Líderes Comunitários assistem à 1ª Sessão

Maiores informações na UCES, que fica localizada na Rua Padre Ibiapina, 144 no centro ou pelos telefones (83) 3341-0039 ou (83) 3342- 0054.

Foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Campina Grande a lei nº 4.847/10, de 14 de janeiro de 2010, que autoriza a Prefeitura Municipal fazer a doação de

Campinense das Equipes Sociais) e tem verbas oriundas do FNHIS (Fundo Nacional de Habitação e Interesse Social) do Ministério das Cidades, contemplará cerca de cem famílias.

Jardim Paulistano: novos tempos

Esta é uma publicação da União Campinense das Equipes Sociais - UCES em parceria com o Depto. de Comunicação Social da Universidade Estadual da Paraíba Endereço: Rua Pe. Ibiapina, 144, Centro - Campina Grande/PB CEP: 58103-560 Telefones/Fax: (83) 3342-0054/ 3341-0054 Página na Internet: www.ucescg.com.br CONSELHO DIRETOR: João Batista (Presidente), Socorro Nascimento (VicePresidente), Emmanuel Souza (1° Secretário), Dalva Lúcia (2° Secretária), Marizardo Barbosa (1° Tesoureiro) e Fernando Jordão (2° Tesoureiro). CONSELHO FISCAL: Ednaldo Pereira, José Ferreira, Paulo Alves, Sandra Lúcia, Aderaldo Joaquim e Luciano Rodrigues. CONSELHO EDITORIAL: João Batista (UCES), Romualdo Figueiredo (UCES) e Luiz Custódio (UEPB) Supervisor e Coordenador de Extensão: Luiz Custódio (UEPB) Edição: Evellyn Lima Projeto Gráfico e Diagramação: Gráfica Martins Repórteres: Emilson Ferreira Garcia Junior, Adriana Gomes, Sandra Guedes, Mauricio Laves, Samuel F. Dantas, Luiz Felipe Macêdo, Ermaela Cícera Emerson Andrade , Lourival Salviano, Luana Morais , Natália Gonçalves , Raylane Barros , Luanna Farias, Darcielly Brígida.

Construindo Cidadania em Campina Grande

um terreno localizado no bairro Bodocongó II para a construção do Projeto Comunitárius II. O projeto Comunitárius II, que foi elaborado pela UCES (União

site: www.ucescg.com.br E-mail: ucesnet@hotmail.com

Um breve panorama das melhorias vindas para o bairro e algumas reivindicações.

Confira na Pág 03

UCES inaugura cinema para a comunidade Confira na Pág 08 UNIÃO CAMPINENSE DAS EQUIPES SOCIAIS - UCES

Reuniões Itinerantes: aproximando o Legislativo e a comunidade Em 2009, foi idealizado pelo Presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Nelson Gomes Filho, o Projeto de Reunião Itinerante que visa aproximar os vereadores dos problemas da comunidade a fim de buscar soluções. Pág 06

Construindo Cidadania em Campina Grande

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ARTIGO

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pinião

Jornal da UCES

Pesquisando o Movimento Comunitário em Campina Grande

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ovimento Comunitário é um desdobramento dos Movimentos Sociais onde sua característica predominante é a luta por melhorias sócio-políticas na cidade. Temos o indicativo que este movimento teve inicio na década de 1930 em São Paulo, influenciado por europeus que vieram para o Brasil com idéias socialistas, pautando-se na história européia de conquista de direitos. Chegou à cidade de Campina Grande por volta de 1950, através do serviço social prestado pela Irmã Ângela Beleza que coordenava as atividades assistenciais nos bairros carentes da cidade. Este movimento foi objeto de nosso estudo, onde no período de um ano, pesquisamos o Movimento Comunitário de Campina Grande. Sob a égide do edital universal esta proposta origina-se na pesquisa de Iniciação Científica na cota 2008/2009 da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), do CNPq, o Projeto teve o título: Experiência e memória do movimento comunitário em Campina Grande: a trajetória da União Campinense das Equipes Sociais – UCES (1990/2006) onde apresentamos considerações preliminares em setembro de 2009. Desta forma, este trabalho vem a contribuir ao

conhecimento acadêmico sobre a experiência dos populares da cidade de Campina Grande no fazer história do Movimento Comunitário e de forma geral dentro dos Movimentos Sociais da cidade. É necessário afirmar que diariamente nos chega novos documentos e informações, desta forma, este trabalho estará sempre em processo Objetivamos fazer uma discussão da trajetória do movimento comunitário em Campina Grande através da União Campinense das Equipes Sociais, que foi Criada em 1964, com ação efetiva no município de Campina Grande. A UCES, durante 45 anos tem voltado olhar para as comunidades onde coordena atividades junto aos organismos representativos, daí a sua importância, já que a instituição tem por finalidade discutir questões das comunidades, estabelecendo assim, dialogo constante com as SAB'sSociedades de Amigos de Bairro. Para tanto, trabalhamos no trato da memória de alguns integrantes da entidade estabelecendo assim a técnica da história oral, onde fizemos uma série de entrevistas que foram associadas a analises documentais. A pesquisa proporcionou o contato efetivo com os componentes da UCES como forma de

perceber a importância desta entidade no plano das políticas sociais do município. Além da análise que empreendemos, tivemos a grande oportunidade de contribuir com os estudos acadêmicos relativos aos movimentos sociais de uma forma geral e, de forma ainda mais relevante, acabamos por bem lançando bases e apontamentos para uma história do movimento comunitário na cidade consistindo num outro olhar sobre sua trajetória e sua historicidade. Ela também apresenta um significado social para todos que fizeram e fazem o Movimento Comunitário na cidade se tornado importante para a compreensão da história de Campina Grande a partir da luta dos seus habitantes. Fazemos, então, um convite para todos(as) aqueles(as) envolvidos, simpatizantes ou que queiram conhecer um pouco mais sobre a história deste movimento social que leia esta coluna que ora se inicia e que trará nas próximas edições, fragmentos, opiniões, entrevistas abordando esta interessante história. Liélia Barbosa Oliveira Mestranda em História (UFCG)

Thomas Bruno Oliveira Professor de História da Paraíba

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Ações educativas e culturais animam o Pedregal. Emilson Ferreira Garcia Junior

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iariamente, dezenas de crianças, jovens e adultos deslocam-se de suas casas até a sede da SAB (Sociedade dos amigos de bairro) do Pedregal, para participarem das inúmeras atividades culturais e educativas oferecidas pela entidade. Aulas de karatê, capoeira e hip hop, coordenadas pelo professor Cleiton Fabiano, o mestre “matozo”, buscam levar aos moradores, acesso ao lazer e ao entretenimento, fomentando a arte, com o objetivo de transformar a realidade existente. Segundo a professora Michele Brito, voluntária do projeto, as aulas vêm cumprindo o seu papel de mudar a rotina da comunidade. “As nossas turmas ficam cada vez maiores”, diz ela. Além das oficinas artísticas, também funcionam diariamente, aulas de alfabetização de jovens e adultos,

EDITORIAL

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cias da exclusão social provocada pelo sistema político em vigor. Também é nosso propósito estimular o combate às irregularidades e à corrupção, principalmente durante o processo eleitoral que se aproxima, orientando os cidadãos a votarem de forma livre e consciente, buscando eliminar os candidatos “ficha suja” e exigindo um mínimo de decência para aqueles que desejam ocupar cargos públicos. Acreditamos ser extremamente necessário continuar mobilizados após o processo eleitoral e assumirmos uma postura mais fiscalizadora, cobrando resultados mais concretos e eficazes daqueles que elegemos, exigindo dos mesmos uma prestação de contas do seu mandato. Como estratégia para alcançar esses objetivos, a UCES se compromete a ampliar essa discussão com os

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Construindo Cidadania em Campina Grande

demais segmentos da sociedade, promovendo encontros para ouvir e debater com seus representantes questões relacionadas às lutas sociais, visando a identificação de ações que possam ser defendidas conjuntamente e que possam, entre outros aspectos, consolidar cada vez mais o movimento comunitário campinense. Desta forma, esperamos estar contribuindo para que a sociedade, principalmente aquelas pessoas menos esclarecidas, possa refletir sobre a escolha de seu representante e mostrar que pode ser muito mais exigente na hora de votar, manifestando, assim, a consciência do quanto o voto é importante.

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que conta hoje com cerca de 30 pessoas que decidiram voltar a estudar, como é o caso da aluna Daniele Pereira, de 25 anos. “Estudando, eu posso buscar melhores oportunidades de emprego”, contou-nos ela, confiante em um futuro promissor. Segundo a pedagoga Elisângela de Lourdes, professora do curso, a iniciativa está em seu primeiro ano e já vem rendendo resultados satisfatórios. “Para mim é muito gratificante, ajudar as pessoas é um privilégio”, diz ela com uma sinceridade referendada pelos alunos. Apesar das conquistas e da determinação de pessoas que lutam por melhorias sociais, ainda há muito que se fazer. Para o presidente da SAB, Paulo Alves de Azevedo, um combativo e atuante defensor do bairro, ainda existe muita discrimi-

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ociais

Jornal da UCES

nação com os moradores e ressalta algumas necessidades da comunidade, como a reativação do posto policial e a construção de mais espaços de lazer. “Algumas pessoas acham que no Pedregal só há criminalidade, estão totalmente enganadas, pois a grande maioria de nossa gente são trabalhadores, donas de casa e estudantes que lutam dia a dia, eu tenho muito orgulho de morar aqui”, informa Paulo, ao mesmo tempo em que destaca as parcerias já realizadas graças ao empenho conjunto dos moradores. “Centenas de jovens já foram atendidos por cursos profissionalizantes, graças ao apoio do SENAI, SENAC e a secretaria de educação do município, agora estamos lutando por um telecentro em nosso bairro”, acrescenta ele. São notáveis e satisfatórios os resultados alcançados graças à criatividade e o empenho de profissionais que acreditam na arte e na educação como forma de crescimento humano e social. Mais significativo ainda, é a vontade que centenas de pessoas têm de aprender e a sonhar com uma vida mais justa e feliz.

Todos juntos pela educação

Os Movimentos Sociais de Olho nas Eleições omo 2010 é ano eleitoral, as entidades da sociedade civil organizada devem estar atentas e de olhos bem abertos para o processo de escolha de nossos representantes. Não devemos esquecer de que nossa participação é fundamental, sobretudo porque temos consciência de nosso papel na formação de opinião e da necessidade de trabalharmos na conscientização da população, especialmente no que respeita à importância do seu voto. Constitui um dos nossos propósitos a luta pela melhoria da nossa representação política, uma vez que, através dela, podemos interferir na construção de políticas públicas que sejam traduzidas em avanços sociais e conseqüente melhoria das condições de vida do nosso povo, particularmente aquela parcela da população que sofre as conseqüên-

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ovimentos

Adriana Gomes Sandra Guedes Mauricio Laves

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a certeza de que a educação é um bem do qual todos devem dispor e sua efetivação deve ser uma luta partilhada por todos os seguimentos da sociedade, o Governo Federal criou em maio de 2008 o Plano De Mobilização Social para Educação (PMSE), que se fundamenta nos direitos humanos, na cidadania, na ética, na solidariedade, na inclusão e na tolerância. Graças ao empenho de professores, conselheiros tutelares, agentes de pastorais, representantes de várias igrejas e empresas, este projeto chegou à cidade de Campina Grande e cidades vizinhas. Em reunião ocorrida no dia 25 de

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março do decorrente ano, na biblioteca municipal de Campina Grande, os representantes da mobilização discutiram as experiências constatadas a partir dos trabalhos propostos pelo plano da mobilização e traçaram medidas para melhorias no ensino da escola pública. Estavam presentes na reunião não somente pessoas de Campina, mas secretários, agentes de pastorais e conselheiros tutelares de cidades vizinhas. Azimar Fernandes, coordenadora da mobilização no estado da Paraíba, presidiu a reunião. Ela relatou fatos e vitórias da ação mobilizadora na cidade de João Pessoa e demais cidades onde essa mobilização está presente. Ainda enfatizou o uso da Cartilha da mobilização (Ver Box abaixo), disponibilizada pelo governo federal como

Construindo Cidadania em Campina Grande

também o protagonismo dos pais nesta “empreitada” em favor da educação. “Os resultados ainda são pequenos por estarmos iniciando o trabalho”, disse Azimar, em relação as experiências da mobilização no estado. Outros participantes também expuseram os primeiros frutos do projeto nos seus segmentos. Representantes do SESI – CG, descreveram suas ações acerca do desenvolvimento da mobilização junto aos operários “Chão de fábrica”, os quais são incentivados ao estudo e a participação na educação e vida escolar de seus filhos. Os representantes das Igrejas, Adriana da diocese de Campina Grande e Suenio da Igreja Evangélica de Esperança, afirmaram que é de suma importância o envolvimento das igrejas neste tipo

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06 Jornal da UCES

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úblicas

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Evellyn Lima Luiz Felipe Macêdo

Arquivo UCES

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projeto do curso de Inclusão Digital para os líderes comunitários da cidade de Campina Grande é uma das mais recentes atividades da União Campinense das Equipes Sociais (UCES). A iniciativa surgiu a partir da observação de que as principais lideranças comunitárias não tinham o mínimo conhecimento de informática e a necessidade de capacitá-los se tornava urgente e inadiável. A partir de então, foi criado um projeto para suprir tais necessidades. "Tem como principais objetivos proporcionar aos líderes comunitários conhecimentos básicos de informática, capacitandoos para desenvolver as atividades que dependem do uso da informática nas entidades que representam e, em um segundo momento, prepará-los para o mercado de trabalho que está a cada

entidade filiada à UCES, como por exemplo, as Sociedades de Amigos do Bairro (SAB's). As aulas tiveram início no dia 15 de março deste ano. " O primeiro motivo que me fez entrar neste curso é porque hoje quem não conhecer como funciona um computador, é o analfabeto do século XXI", ressalta Paulo Roberto Sales, presidente da SAB do Santa Rosa e aluno do curso. Trabalhar a Inclusão Digital é tarefa fundamental no processo de cidadania e de sociabilidade dos indivíduos do século XXI, daí o compromisso da UCES com esse projeto.

Em 2009, foi idealizado pelo Presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Nelson Gomes Filho, o Projeto de Reunião Itinerante que visa aproximar os vereadores dos problemas da comunidade a fim de buscar soluções.

Câmara Municipal de vereadores de Campina Grande aprovou o Projeto de Reunião Itinerante que tem como objetivo reunir mensalmente nos bairros da cidade os vereadores e a população para discutirem e buscarem soluções para os problemas que afetam as comunidades campinenses. O presidente da Câmara Municipal Nelson Gomes Filho afirmou que as reuniões promoverão a aproximação dos vereadores e da população das comunidades. Tal projeto foi idealizado em 2009 por Nelson Gomes Filho, a partir de conversas informais com as lideran-

ças comunitárias e será executado ao longo de todo o ano de 2010. Esse é um projeto pioneiro, pois não constam que outras câmaras realizem este trabalho, apenas a Assembléia. As sessões funcionarão como uma extensão da Câmara. Portanto, todos os 16 vereadores da Casa deverão comparecer, caso contrário, receberão faltas. Os locais onde ocorrerão as reuniões serão eleitos através de sorteios realizados na sede da UCES juntamente como o assessor da Casa Félix Araújo. A primeira reunião será realizada no dia 31 de março no Vila Cabral de Stª Teresinha juntamente com o Itararé. Segundo o presidente da Casa, para atender a todos os bairros da cidade, posteriormente

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Construindo Cidadania em Campina Grande

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SAB Jardim Paulistano tem muito que comemorar no que se refere à sua Unidade Básica de Saúde da Família, pois a mesma, inaugurada há dois anos presta um serviço de qualidade à comunidade. Existem um médico clínico geral e um dentista, que impreterivelmente cumprem seus horários para melhor servir à comunidade. Assim como os medicamentos sempre estão à disposição dos usuários. Porém ainda existem algumas lacunas a serem preenchidas, como o aumento do número de profissionais, pois a unidade acaba atendendo moradores de vários bairros. Outra melhoria é a sinalização das ruas do bairro, que auxiliam na segurança, principalmente nas imedi-

ações das escolas, onde estão concentradas as crianças que constituem um público vulnerável no trânsito. Em nível nacional, no bairro Jardim Paulistano, está localizado o Restaurante Popular modelo para o Brasil, onde são servidas diariamente cerca de 1.200 almoços e 300 jantares. Este Restaurante se destaca dos demais por ser o único a distribuir quentinhas. Antigamente as pessoas que trabalham na região gastavam cerca de R$ 120 por mês com alimentação. Após a criação do Restaurante, esse valor passou para 20 reais mensais. "O atendimento é muito bom, uma comida balanceada." afirmou José Félix dos Santos, comerciante da região. Mas há algumas deficiências a serem sanadas, como por exemplo, a ponte que interliga os bairros Jardim Paulistano e Distrito Industrial que está quebrada dificultando assim, o translado principalmente nas situa-

ETERNAMENTE ROMUALDO: A família nasceu no Coração de Deus

Reuniões Itinerantes: aproximando o Legislativo e a comunidade Ermaela Cícera Evellyn Lima

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Jornal da UCES

Um breve panorama das melhorias vindas para o bairro e algumas reivindicações.

Curso de Informática promovido pela UCES auxilia os líderes comunitários a ingressar no mundo digital.

dia mais competitivo." explica João Batista, presidente da UCES. O curso será gratuito, pois existe uma parceria com a Fundação Sistêmica que irá ceder os professores e a UCES cobrirá as eventuais despesas. As aulas serão ministradas na própria UCES, com três turmas de dez alunos cada (um aluno por computador) nos seguintes horários: 1ª turma: segunda e terça-feira - 19h às 21h, 2ª turma: quinta e sexta-feira 19h às 22h e a 3ª turma: sábados - das 14h às 18h. O curso terá duração de três meses. Posteriormente serão oferecidos cursos mais aprofundados, como: internet, web design, montagem e manutenção de computadores. Para participar é necessário que os alunos tenham no mínimo o primeiro grau completo, sejam maiores de dezoito anos e que sejam diretores (ou vinculados) a alguma

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Jardim Paulistano: novos tempos

Inclusão Digital: alfabetizando a população do Século XXI Evellyn Lima

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Nelson Gomes Filho - Presidente da Câmara

poderão ser marcadas mais de uma reunião por mês. É imprescindível a ativa participação da comunidade para que tais sessões possam trazer melhorias efetivas para os diversos bairros de Campina Grande.

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Quentinhas fornecidas pelo Restaurante Popular

ções de emergência. E ainda algumas ruas que não receberam pavimentação. Como também a reativação do posto policial no Distrito dos Mecânicos. Um dos problemas que mais carece de solução diz respeito à construção da sede da SAB. A construção já havia começado, mas descobriu-se que o terreno tinha sido vendido para duas pessoas, então a obra teve que parar. Por conta disso, a SAB está sem sede própria e as reuniões ocorrem na residência do presidente. Entre melhorias e carências o Jardim Paulistano vêm se consolidando como um importante bairro da cidade de Campina Grande.

Uma Justa homenagem

JULGAMENTO DE UM SOLDADO Um Soldado colocou-se de pé e diante de DEUS, pronto para última inspeção pela qual teria que passar, desejando que , assim como a fivela do cinto e os emblemas de metal, também os seus coturnos estivessem a brilhar e seu uniforme impecável. - Um passo a frente, Soldado! Como vou fazer contigo? Foste fiel à igreja? Deste o outro lado da face ao inimigo? O Soldado respondeu: - NÃO! NÃO SENHOR! Nós que andamos armados, nem sempre podemos ter amor! Na maioria dos domingos, eu estava de serviço, na igreja não fui não Senhor... Em muitops momentos, eu falei de modo impuro... Houve muitas vezes em que fui violento, pois meu mundo é muito duro... Mas nunca guardei um tostão que a mim não pertencesse... E quanto mais uma conta se acumulava, aos trabalhos extras eu me dedicava, e de minha família me afastava... Mas às vezes, SENHOR me perdoa, eu chorei por coisas à toa, e por dores dos outros. Reconheço que não merecço ficar entre os que já estão em Seu meio; que jamais me quiseram por perto, a não ser quando sentiram receio... Se tiver um lugar para mim, como nunca consegui muito mesmo, luxuoso não precisa ser. E caso não hja nenhum, eu saberei entender»... Faz-se silêncio em redor do trono, onde os Santos passeavam. E o soldado esperou o veredito do SENHOR: - Teu corpo serviu com alma e coração... Fez-te escudo para o próximo... Portanto, anda em paz pelo paraíso... INFERNO já foi tua missão...

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Construindo Cidadania em Campina Grande

No último dia 5 de março, por volta das 17h, na Avenida Dinamérica, o policial militar Romualdo Brito Figueiredo, 27, morador do Novo Cruzeiro, morreu após ser atingido por um tiro quando estava perseguindo uma dupla de bandidos. O policial ainda foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos e veio a óbito. Em virtude disto, o Diretor de Comunicação da UCES e pai do policial, Romualdo Figueiredo, pretende encaminhar pleito junto a Prefeitura Municipal de Campina Grande para que a Unidade Básica de Saúde da Família do bairro Jardim Paulistano receba o nome do seu filho. Esta seria para ele uma justa homenagem para um homem que faleceu cumprindo sua tarefa.

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Curso: Recepção e Atendimento Período: 14-07-2008 a 30-07-2008 Carga Horária:40h

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Construindo Cidadania em Campina Grande

Foi aprovada por unanimidade pela Câmara de Vereadores de Campina Grande a lei nº 4.847/10, de 14 de janeiro de 2010, que autoriza a Prefeitura Municipal fazer a doação de um terreno localizado no bairro Bodocongó II para a construção do Projeto Comunitárius II. O projeto Comunitárius II, que foi elaborado pela UCES (União Campinense das Equipes Sociais) e tem verbas oriundas do FNHIS (Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social) do Ministério das Cidades, contemplará cem famílias que não dispõem de moradia própria e fizeram o pré-cadastro nas SAB's e Associações Comunitárias. As unidades habitacionais serão construídas em estilo duplex e terão 02 quartos, 01 sala, 01 cozinha e 01 banheiro, compreendendo um total de 42 m². O valor total da obra será de

R$ 2.846.000,00 (dois milhões, oitocentos e quarenta e seis mil reais). Dividido pelas 100 unidades, o valor de cada unidade habitacional será de R$ 28.460,00 (vinte e oito mil, quatrocentos e sessenta reais) onde o contemplado deverá pagar apenas 50% desse valor, ou seja, R$ 14.230,00 (quatorze mil, duzentos e trinta reais) em parcelas que não ultrapassarão o valor de 10% do salário mínimo vigente no país - R$ 51,00 (cinquenta e um reais) - As obras serão iniciadas logo que o projeto de engenharia seja aprovado pela Caixa Econômica, o que deve ocorrer até o término do mês de abril do corrente ano. O presidente da UCES, João Batista, comemorou a provação da lei agradecendo a Prefeitura de Campina Grande e ao Poder Legislativo municipal por terem proporcionado mais uma importante conquista alcançada pela entidade e destacou a

importância do projeto Comunitárius II na contribuição para a diminuição do déficit habitacional da cidade, bem como a melhoria na qualidade de vida dos beneficiados pelo projeto, além de proporcionar a criação de postos de trabalho, gerando emprego e renda para os vários segmentos sociais. Para maiores informações sobre esse projeto, os interessados devem procurar a diretoria da UCES, que fica localizada na Rua Padre Ibiapina, 144 no centro ou pelos telefones (83) 3341-0039 ou (83) 3342- 0054.

João Batista Pereira da Silva - Presidente da UCES

Novo Cruzeiro: A luta continua

Curso de Desenho Pró-Jovem Aulas de Capoeira Pré-Vestibular Curso Básico de Corte e Escova. Aulas de Capoeira Pré-Vestibular Curso Básico de Corte e Escova

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Curso: Pintura em tecido e Macramê Período: 31-03-2008 a 11-06-2008 Carga Horária:200h

Evellyn Lima Samuel F. Dantas

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Curso: Salgados para festa Período: 19-05-2008 a 30-05-2008 Carga Horária:30h

Curso:Bolos Confeitados Período:24-11-2008 a 05-12-2008 Carga Horária:30h

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1º de Maio -Corrida do Trabalhador 2º domingo de Maio - Dia das Mães Junho - São João Terceiro domingo de Agosto Boborema Fest 12 de outubro - Dia das Crianças 25 de dezembro - Natal

Curso: Maquiagem Social Período:06-10-2008 a 17-10-2008 Carga Horária:40h

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Calendário de Comemorações

Curso:Básico de corte de cabelo Período:11-08-2008 a 26-09-2008 Carga Horária:140h

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A SAB realizou...

Comunidade do Jardim Borborema

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Fundada há mais de 30 anos, por José Severino Filho, mais conhecido por Senhor Cirilo, a Sociedade dos Amigos do Bairro Jardim Borborema é um modelo a ser seguido, pois apresenta uma boa estrutura, com cozinha, despensa, banheiros, diretoria, sala de cursos, biblioteca e auditório, como também investe em várias iniciativas que trazem melhorias para o bairro e os seus moradores. O presidente da SAB Jardim Borborema, Severino do Ramo, relata que foi realizado em 2008 um curso de confeccionador de calçados em parceria com o SENAI, com a participação de 20 alunos e a grande satisfação é a de que atualmente todos estariam empregados. Como também ressalta que a SAB já proporcionou a capacitação de 600 pessoas. No dia 20 de março teve início o Pré-Vestibular na área de humanas, em parceria com o Boqueirão Vest, organização que realiza cursinhos preparatórios para o vestibular. As inscrições são gratuitas, sendo necessária uma taxa de R$5 reais para as despesas com o material. São oferecidas 30 vagas. As aulas serão aos sábados, de 14h às 17h. Uma das principais realizações da SAB, é o Borborema Fest, onde acontecem desfiles cívicos, com bandas marciais e fanfarras. Este ano, o evento ocorrerá no terceiro domingo de agosto.

Jornal da UCES

Comunitáirus II que será construído no bairro Bodocongó II

Com mais de 30 anos de existência, a SAB do Jardim Borborema se constitui em um exemplo para as demais, pois conjuga uma boa estrutura com ótimas iniciativas. Todos os cursos programados pela SAB para o ano de 2010 já foram iniciados. Estão sendo oferecidos: o curso de Desenho, aulas de capoeira, pró-jovem e o pré-vestibular, todos com uma boa aceitação da comunidade, a exemplo da atividade denominada de Mangá, ou seja, as histórias em quadrinhos no estilo japonês. Nestas aulas os alunos aprenderão a desenhar tais quadrinhos. De acordo com Ronaldo Júnior, um dos alunos deste projeto, “o curso é muito bom.". "Quando os jovens ficam sabendo de um curso artístico, eles têm muito interesse. Gostam muito." afirma Gutemberg Galdino, professor dessa atividade. Apesar de todas as conquistas ainda existem algumas dificuldades a serem superadas. As principais reivindicações se concentram no tocante à infra-estrutura do bairro, as pavimentações das ruas, que inclusive já foram aprovadas no orçamento participativo, mas as obras ainda não foram realizadas. Outro problema diz respeito à Unidade Básica de Saúde da Família do bairro, pois o mesmo não oferece os equipamentos necessários para que a dentista da unidade desempenhe sua função. Entre conquistas e deficiências a SAB do Jardim Borborema se consolida como uma das mais antigas e mais atuantes Sociedades da cidade de Campina Grande.

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Projeto Comunitárius II

Um Modelo de SAB Evellyn Lima

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Em 2000, surgiu o anseio de organizar um grupo para lutar pelas causas do loteamento Novo Cruzeiro. E há 10 anos, essa luta continua por uma comunidade com cidadania e uma melhor qualidade de vida.

Em 2000, nasceu entre os moradores do Novo Cruzeiro, liderada por Irenaldo Ferreira de Melo, a vontade de organizar um grupo capaz de lutar pelas necessidades do bairro. Então, em 27 de setembro do mesmo ano, houve a primeira reunião, com dezessete participantes. Posteriormente, esse grupo foi ampliado e realizou encontros como o objetivo de conscientizar a população sobre a importância de uma associação e como ela se fundamenta. Em 14 de janeiro de 2001, surgia oficialmente, na Escola Padrão Senador Humberto Lucena, a Sociedade dos Amigos do Bairro Novo Cruzeiro, com uma ideologia diferente, que privilegia a imparcialidade partidária.

Ao longo desses 9 anos, muitas conquistas vieram. Saneamento básico para 70% do bairro, linha interárea (905) junto com as comunidades vizinhas, terreno para a construção da sede, Unidade Básica de Saúde da Família, representação no orçamento participativo, entre outras conquistas dos dirigentes da SAB Novo Cruzeiro. Um dos projetos de maior relevância para o bairro e que existe há 5 anos é o Sopão. Esta ação social atende a 75 famílias que realizaram inscrição junto a SAB, totalizando aproximadamente 300 pessoas beneficiadas. A distribuição acontece aos sábados, às 16h, na Escola Padrão. Em 2010, a comunidade espera que seja realizada a pavimentação de 8 ruas, pois o projeto já foi aprovado pela Prefeitura Municipal de Campina

UNIÃO CAMPINENSE DAS EQUIPES SOCIAIS - UCES

Construindo Cidadania em Campina Grande

Evellyn Lima

Presidente da SAB do Novo Cruzeiro

Grande. Como também “iniciar a construção da nossa tão sonhada sede para que sirva mais à comunidade e para que possamos realizar cursos”, diz Sueli Farias, Presidente da SAB Novo Cruzeiro. Enquanto a sede da entidade não for construída, os trabalhos comunitários e administrativos estão funcionando provisoriamente na casa da presidente, na Rua Aderaldo Vasconcelos Diniz, 353.

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