Issuu on Google+

Hency Teerson

Um Coisas estranhas

Sabe quando

a gente se sente sozinho excluído de outro mundo que

nada da certo o que tenho que fazer de verdade não é o que eu estou fazendo, pois é esse é o meu problema, meio complicado de resolver não acham?Mas na verdade eu sei que aqui dentro, bem lá no fundo algo de muito bom vai me acontecer! Meu nome é Hency Teerson tenho 13 anos moro com minha mãe na cidade de Nova York é uma cidade meio caótica de se viver, mas eu levo minha vida, tenho um amigo chamado Tobyson Wisters, mas prefere ser chamado de Toby. Ele é meu vizinho eu o conheço desde que tínhamos cinco anos, eu e minha mãe morávamos no interior, mas viemos para cidade grande minha mãe diz que aqui teríamos, mas chance de sobreviver. Nunca consegui entender, minha mãe ultimamente tem andado muito estranha eu estou preste há completar 14 anos, eu sei que falta quatro meses, mas alguma coisa tem, e eu sei que vou descobrir. Bom meu pai, eu sei que ainda não falei dele, mas quando viemos do interior para a cidade grande ele veio na frente, comprou uma casa que é onde moramos, e desde então se mudou para a China, ele não é separado da minha mãe apenas foi por que uma renomada faculdade o contratou para estudos, ele vem sempre que pode às vezes no natal, mas já superei essa fase. Chove a dias na cidade de Nova York nossas aulas estão suspensas, não há como ir à escola, mas nada como duas semanas sem aula para refletir sobre a vida e todos em sua volta. Nesses últimos dias minha única felicidade era a minha TV, estava eu assistindo a previsão do tempo, que pra mim era a melhor coisa a se fazer e uma repórter falou:


-As nuvens carregadas que castigam Nova York estão se afastando, as aulas suspensas estão previstas para voltar nessa próxima semana, fiquem despreocupados, pois a tempestade que cerca a cidade esta se afastando. Foi à melhor noticia do mês inteiro, não via à hora de retornar a escola, eu de certo modo gostava da escola em si, mas eu queria mesmo era reencontrar meus amigos, poder conversar com eles e pela chuva ocorrida nem Toby eu pude conversar, minha mãe falava que era perigoso sair na chuva, aquele velho papo de mãe. Para mim os dias estão passando como brisas vindas do mar e a cada dia era como minutos e minuto como segundos que eu contava sem parar. Enfim chegou o dia de retornar a aula, e chegando ao colégio reencontrei Toby e todos os meus amigos, conversamos e rimos o papo de duas semanas sem aula era longo, mas o sino tocou entramos na sala, era aula de língua estrangeira, eu notei que a professora estava um pouco atrasada -‘’Caso raro, pois ela nunca se atrasava’’ em seguida a diretora veio e disse: -Alunos ocorreram algumas mudanças em nossos professores e a Sr. Madison que por motivo de força maior não dará mais aula aqui, mas já temos a substituta e a nova professora de vocês de língua estrangeira é a Sr.Sanches ela vai trabalhar espanhol e Francês. Quando ela entrou ficamos quietos, a primeira impressão que tivemos é de uma professora como outra qualquer, 39 anos, pra mais, cabelos lisos pretos, olhos arregalados, usava óculos estilo fundo de garrafa e estava com um vestido florido. Ela parecia legal, simpática e mais à primeira vista, ta bom simpática, legal, esquece tudo isso que eu disse, ela estava se apresentando, falando de seus mais conceituados diplomas, um tédio a parte quando um garoto lá no fundo fez um breve comentário usando seu nome na verdade ele nem falou o nome da tal professora e por mais baixo que ele havia falado ela parou sua apresentação o chamou-o lá a frete e disse: -Qual é seu nome garoto? -Meu nome e Nicolas... Sr.Sanches -Caro Nicolas meu jovem rapaz, como você ousa interromper minha aula com suas piadinhas de quinta, você acha que eu estudei 12 anos da minha vida de faculdade em vão? Vá me responda, você acha que eu sou obrigada a tolerar garotos de baixo nível igual a você? Não eu não sou. Por isso você vai para o castigo agora. Os gritos da Sr.Sanches se ouviam ao longe e a diretora veio saber o que motivo ocorrido o tal desespero da professora. E perguntou:


-O que está acontecendo aqui Sr.Sanches? -Disse ela com um tom de curiosidade. -Diretora Cooper! Que visita inesperada, mas nada demais esta acontecendo apenas um aluno que ousou se intrometer em minha aula. -Falou ela com muita surpresa e vergonha ao mesmo tempo. E a diretora incerta de sua resposta quis saber melhor o motivo da discussão que se espalhava pelo colégio. -A sim professora Sanches, mas podes me acompanhar por um minutinho? -disse a diretora, tranqüila de todo o acontecimento. -Sim diretora! -Respondeu ela meio insegura do que ia fazer naquela hora, pois nada demais ela havia feito aos olhos da diretora, mas sim por seu escândalo. Indo em direção a diretora que estava pelo lado de fora a esperando, ela olhou pra atrás com olhos famintos, como se ela fosse uma espécie de matadora em busca de sua presa, e abriu um leve sorriso de ironia e foi-se encontrar coma diretora. Eu não sabia para quem era aquele sorriso. Quando a professora saiu da sala uma menina que eu não a conhecia direito e estava sentada em minha frete olhou para traz e disse: -Tome cuidado com essa professora, ela na verdade não é professora! Bom se você não entendeu a que rumo essa historia estas nos levando eu vou lhe explicar melhor. Uma nova professora chega na sala de certa aparência normal, faz um escândalo por causa de um breve comentário, a diretora vem ate ela a chama pra conversar, ela olha pra trás com um olhar de ironia, uma menina que eu mal sei o nome vira pra mim e diz: -Aquele olhar era pra você, ela é perigosa e quer te pegar, apenas confie em sua mãe ela quer apenas o seu bem! Não acha meio estranho tudo isso logo no começo da historia, eu estou achando o papo dessa garota uma baita ficção cientifica, ela pra mim com uma calma como se me conhecesse há anos e anos, tentei perguntar algo pra ela mas ela se levantou e foi embora sem olhar pra trás. O sino tocou minha reação e de Toby não podia ser diferente eu olhei para Toby e ele olhou para mim ficamos pasmos com tamanha asneira que acabávamos de ouvir. De certo modo tudo aquilo fazia sentido pra mim, parecia que alguma coisa de muito estranha estava pra acontecer e eu não sabia, sem querer saber opinião de ninguém eu queria apenas ir para casa e todo o trajeto de vinda fiquei caladinho apenas pensando por que motivos aquela tal garota me disse aquilo.


Eram já duas noites sem dormir, eu não parava de pensar o tal motivo e se aquilo era mentira o que ela iria ganhar com tudo isso, resolvi eu mesmo tentar responder essa pergunta dentro de mim mesmo, o que eu poderia ter feito para que aquela professora pudesse me fazer mal, mas eu não conseguia responder eu estava ficando distantes de todos meus amigos e de mim mesmo, pensei: Estou ficando louco? -Será? Eu queria saber de uma vez por todas o tal motivo de minha maluquice, resolvi eu mesmo ir ate a tal garota e perguntar para ela, o que ela sabia sobre essa historia. Esperei o intervalo, e a procurei por quase toda a escola, não conseguia achá-la, fui ate a biblioteca e lá estava ela entre fileiras e fileiras de livros, pilhas e montes, ao me aproximar da garota, ela disse: -Eu não posso revelar o que você procura agora! Falou ela para mim. –Serio fiquei, tipo bobão, eu não sabia como ela havia me visto, eu estava a uma distancia bem razoável dela não tinha como me ver, estava de costas pra mim, foi muito estranho, mas tentei me aproximar dela e fazer algumas perguntas. -Eu queria lhe perguntar algo? Falei meio preocupado com a resposta dela. -Sim diga, tenho dois minutos pra você! –Como você fala pra mim que aquela professora estava querendo fazer algo de ruim pra mim, sendo que ela nem me conhece e você também não me conhece? -Eu apenas lhe avisei para você não ser surpreendido. –Mas como assim do que se trata isso. Comecei a ficar nervoso. - Sinto muito seu tempo acabou tenho que ir agora adeus. Foram suas ultimas palavras, pegou um livro daquela sessão e foi embora, fiquei maluco de curiosidade e de medo ao mesmo tempo, pois eu não sabia onde essa tal historia iria chegar. Olhei para cima havia uma placa com o nome da sessão e estava escrito bem assim ‘’Livros Lendários’’ eu não sabia o que significava, mas o simples fato daquela menina ter pegado um livro aqui poderia me dar uma pista de tudo que estava acontecendo comecei a procurar cada um com o nome mais estranho que eu possa saber, enfim nada de importante eu pudera achar ali. No caminho de casa, encontrei Toby saindo de uma loja, ele me viu e gritou, começamos a conversar e Toby disse:


-Hency quanto tempo, tem andado muito sozinho ultimamente, eu acho que aquela historia te afetou bastante. Eu não estava prestando atenção no que ele me dizia queria achar de certo modo um jeito de tudo aquilo ficar resolvido e disse: -Ótima idéia Toby passe La em casa nove e meia beleza eu to te esperando. Comecei a correr e fui para minha casa. Posso ter imaginado a cara dele, sem entender do que se tratava, mas assim foi era nove e meia eu estava apenas esperando Toby chegar, minha mãe havia ido se deitar e eu ali prestes a cometer uma loucura. Toby bateu na porta de casa eu o falei para entrar e me disse: -Hency Teerson o que você, vai aprontar dessa vez, saiba que não foi fácil sair um hora dessas lá de casa não tá, Mas vai me diga o que quer fazer que eu ainda não saiba. -Caro amigo Toby, vamos apenas entrar na escola e vê a ficha dessa professora que esta me infernizando a minha vida, por mais que ela não tenha culpa de nada, mas lá vamos saber se ela tem culpa ou não. Toby ficou meio rançoso com tudo isso, mas quis ir ele disse que era melhor ir para acabar com tudo isso logo. Fomos para a escola na calada da noite, era meio perigoso eu sabia, mas fazer o que eu queria de uma vez por todas descobrir essa historia, chegando à escola entramos e fomos ate a sala dos professores, a sala estava trancada, mas nada que meu amiguinho Toby não podia resolver ele era a melhor pessoa para se abrir um fechadura de uma porta, entramos na sala e para nossa surpresa não tinha nada mexemos daqui, reviramos dali e não encontramos um misero grão de poeira, e para a surpresa maior o telefone toca, ficamos preocupados em atender e eu criei coragem o peguei do gancho e coloquei o na orelha, e a surpresa vem agora e sabe o que disse: -Hency Teerson que feio, invadindo a escola mais precisamente a sala dos professores atrás de coisas supérfluas, não adianta ai não tem nada que você deseja, acalma o seu coração, pois, amanha lhe dou todas as respostas necessárias. E Toby morrendo de curiosidade disse: -Quem era Hency?


-Você não vai acreditar Toby... –Diga Hency estou super curioso pra saber. –Era a tal menina. -A tal? Perguntou ele sem acreditar. -Sim Toby era ela sim, e me disse que aqui não iremos encontra nada... –Há legal poderia ter ligado um pouquinho mais cedo não acha? -Sabe. Ela me disse que amanha todas as minhas respostas serão reveladas. Falei a ele super pensativo. -Hency pelo visto meu trabalho aqui acabou, devo ir embora, mas fica uma dica. ‘’Cuidado, não vá cair no truque da carochinha’’. Eu vi nos olhos dele que ele estava magoa com o telefonema, pois ele queria me ajudar, mas eu estava cego, cego queria apenas poder revelar o tal problema que cercava. O tempo não se passava, a cada minuto era uma eternidade. Ou como no pequeno príncipe ‘’ É preciso que suporte duas ou três largatas se quiser conhecer as borboletas ‘’. Parecia mesmo uma eternidade, mas como tudo tem seu tempo e hora, chegou era bem cedo e eu já estava de pé tomei meu café e fui para a escola como tínhamos combinado de nos encontra na biblioteca no intervalo e assim foi, dada a hora eu estava a procura dela, bom eu já sabia em qual sessão ela ia a vi ao longe e fui me aproximando bem lentamente, chegado perto dela ela disse: -Tudo vai dar certo no final, e se não der, pelo menos vai ser engraçado. Não acha caro Hency? -Sim, com certeza. Sem entender eu apenas concordei e disse: - Voce sabe meu nome, mas eu não sei o seu? -Meu nome é Violet Simos... Responde sua pergunta? -Na verdade eu queria saber o porquê de tudo isso, e... Eu estava fazendo a pergunta quando ela me interrompeu e falou: -Sem perguntas bobas, apenas faça o que eu te mandar, ela vai te chamar hoje para ir ate a sala da direção, vá sem questionamento algum chegando lá ela vai perguntar se você conhece a Irlanda, diga que sim...


-Mas... Eu não conheço a Irlanda. –Sem interrupções apenas me ousa e faça o que eu lhe mandar, estamos entendidos? -Sim. -... O que eu estava dizendo, caso ela pergunte se não deseja visitar lá de novo diga que tem outros planos de viajem e que prefere lugares mais quentes para passeio. -Mas pra que eu devo falar isso pra ela? Por que ela ia me perguntar se eu quero passear na Irlanda? -Nossa pelo visto vai ser puxado, garoto apenas faça o que eu estou lhe dizendo ou vai ser devorado por um ‘’Busgro’’ você não quer isso não né? -Não, mas o que são busgro? -Nem queira saber, apenas faça o que lhe mandei e ira sair ileso dessa. Eu não sabia o que era aquela coisa se eu posso chamar de coisa um ser que eu não conheço, eu estava com medo, muito medo o sino tocou eu e Violet, fomos para a sala, chegando lá na sala era aula da professora Sanches, eu estava aflito, não sabia o que fazer tremia muito feito uma ‘’vara verde’’, ela começou a fazer a chamada, ate ai tudo bem eu estava pensativo e ela disse: - Sr. Teerson, Sr. Teerson? Eu me assustei, pois era a chamada e eu não estava prestando atenção e disse: - Não fui eu, eu não sei de nada professora. Ela se assustou com minha reação e falou – Sr. Teerson, podes me acompanhar ate a sala da direção. Sem responder, levantei-me da cadeira e fui em direção a porta apenas ouvi um subido que parecia ser de Violet, falando ‘’- Ai meu Deus, é agora que ele acaba com tudo’’ e sem olhar pra trás continuei andando. Indo para a sala da direção lembro-me do que Violet havia me avisado e eu estava muito, muito esquisito aquilo era como uma noticia ruim de uma morte pra mim, aquilo havia se tornado um tormento em minha vida, mal eu sabia que meu dias de pesadelo estava apenas começado e eu não tinha visto um terço do que estava acontecendo realmente. Entramos na sala, estava lá apenas eu e a professora Sanches, ela começou então ela com o interrogatório, calma não aquele que Violet havia me instruído a e sim o tal motivo de tanta preocupação. Respondo então – Professora posso lhe fazer uma pergunta? Ela ficou quieta por alguns segundos, olhou para mim e disse: - Sim, mas o que quer saber?


- A muitas coisas que me levam a crer que a senhora não esta aqui para nos dar aula e sim, para por em pratica um assunto que só lhe diz respeito, certo? - Hency, eu não sei aonde quer chegar com esse assunto! - E simples professora, você chegou e logo no primeiro dia já me olhou estranho, eu sabia que ai tinha algo de muito estranho, em seguida a Violet me disse outras coisas que me deixou embaraçado e... - Eu sabia que aquela garota era da Ordem, bem que eles haviam me avisado que uma garotinha suja e intrometida estava aqui para colocar a verdade por trás do tolo e ingênuo Hency Teerson. - Mas como assim? Ela é da Ordem de que tipo isso é? - Eu sabia que era ingênuo, só não sabia que era tanto assim, calminha garotinho você não pode ser o escolhido, para ser o escolhido você dever saber algo alem dos olhos humanos e você não esta preparado, que tal ir conhecer a Irlanda? - Mas eu já a conheço Professora, e eu não desejo viajar para lá, tenho outros planos e prefiro lugares mais quentes. - Então a garotinha já lhe deu algumas instruções não é? - Eu não tenho que lhe responder nada. Professora SANCHES, se esse é mesmo o seu nome! - Há garoto tolo não sabe com quem se meteu? – A professora eu sei sim, você com certeza deve ser uma louca psicopata, que fugiu da cadeia sei lá o que ou onde você vivia.


Hency Teerson