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Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado

ARBCAS 60 Anos ao Serviço da Agricultura


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Índice

Quem Somos

1

O que Gerimos

2

Localização

3

Aprov.Hidroagrícola de Campilhas

4

Aprov.Hidroagrícola do Alto Sado

6

Aprov.Hidroagrícola da Fonte Serne

8

Aprov.Hidroagrícola de Miguéis e Mte. Gato Solos e Aptidão ao Regadio

10

11

Variação das Reservas Hídricas

12

Áreas Regadas e Ocupação Cultural

18

Outros Elementos Estatísticos

22

Gestão da Rega

23

Organização Interna

25

Corpos Sociais Atuais

27

Corpos Sociais. Histórico

28

Notas Finais

31


Quem Somos A ASSOCIAÇÃO A ARBCAS-Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado é uma Associação sem fins lucrativos, Tutelada pelo Estado, através do Ministério da Agricultura, constituída em 13 de abril de 1954, com Alvarás de 15 de junho de 1954 e de 20 de fevereiro de 1971, reconhecida como Pessoa Coletiva de Direito Público (Portaria nº 386 de 07/12/95). Em 15/04/2013 foi assinado Contrato de Concessão com a DGADR-DirecçãoGeral de Agricultura e Desenvolvimento Rural, conforme minuta aprovada por Despacho nº 5000/2013 de 04/04/2013 do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural (DR nº72/2ª Série de 12/04/2013). Apenso a este compromisso está o Contrato de Concessão/Título de Recursos Hídricos nº 3/CSB/SD/2011 emitido em 30/09/2011 pela APA-Agência Portuguesa do Ambiente/ARH Alentejo. Inicialmente foi constituída para gerir um aproveitamento hidroagrícola: Campilhas, com 1.842ha beneficiados e 21.000.000m3 de armazenamento. Hoje a ARBCAS é gestora de quatro aproveitamentos hidroagrícolas, os quais são abastecidos por cinco barragens, com uma capacidade de 136.397.877m3, regando uma área equipada de 6.063,92ha. Tutela da ARBCAS:

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

PRINCIPAL ACTIVIDADE: Exploração e Conservação de Aproveitamentos Hidroagrícolas: - Campilhas - Fonte Serne - Alto Sado - Miguéis e Monte Gato

Número de Beneficiários (proprietários e rendeiros): 400 Principais culturas praticadas nos aproveitamentos: Arroz, Milho, Olival, Tomate, Girassol; Prados, Hortícolas...

TIPO DE REDE DE REGA: Rega por gravidade com controle por montante, constituído maioritariamente por um sistema misto de canais a “ceu aberto” com secção trapeizoidal e rectangular, associado a redes secundárias de rega subterrâneas ou regadeiras superficiais.

OUTRAS ATIVIDADES:

MISSÃO A) Assegurar a exploração, conservação e manutenção das obras de fomento hidroagrícola ou das partes desta que lhe forem entregues; B) Realizar trabalhos complementares destinados a aumentar a utilidade das obras, de acordo com os projetos aprovados pela Tutela; C) Colaborar com todos os serviços do Estado no estudo e execução das medidas relativas ao desenvolvimento técnico, económico e social da zona beneficiada; D) Promover as acções de melhoramento que conduzam a uma utilização racional da terra e da água e fomentar o uso das tecnologias de manejo da água e do solo mais apropriados.

Apoio técnico aos agricultores (elaboração de cartas de solos e aptidão ao regadio, marcação de culturas, apoio na elaboração de processos de candidatura a subsídios, acompanhamento técnico e apoio na elaboração de projectos, análises de solos, etc); Venda de gasóleo a preço reduzido; Serviço de aluguer de máquinas; Divulgação de informação relacionada com a actividade agrícola; Representação da agricultura regional junto de entidades governamentais e organizações da lavoura; Recolha de elementos estatísticos, etc.

VALORES Gerir a água com racionalidade, servindo a região e os beneficiários com este recurso escasso; Atuar com rapidez e eficiência, garantindo a fiabilidade dos sistemas de distribuição; Acautelar e valorizar os bens naturais e ambientais dos sistemas aquíferos envolventes dos sistemas de rega.

PARTICIPAÇAO EM OUTRAS ORGANIZAÇÕES: Sócio fundador da ADL- Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano Socio fundador do COTR- Centro Operativo e de Tecnologia de Regadio Sócio fundador da FENAREG- Federação Nacional de Regantes de Portugal 1


ARBCAS 60 Anos

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O Que Gerimos

Esta Associação tem a seu cargo a exploração de quatro aproveitamentos hidroagrícolas, os quais beneficiam uma área de cerca de 6.063ha

Áreas beneficiadas pela rega Campilhas e S. Domingos

1 838,0600 ha 408,4000 ha

Fonte Serne Alto Sado

As albufeiras geridas pela ARBCAS permitem armazenar 136,40 milhões de metros cúbicos, dos quais 128,73 milhões poderão ser utilizados. Estas albufeiras, para além de servirem a agricultura através da rega, também fornecem água para a indústria e para abastecimento de água potável ás populações. Por Resolução do Concelho de Ministros nº 21/2014 de 05/03/2014 (Diário da República I Série, nº 53 de 17/03/2014) o Aproveitamento Hidroagricola de Campilhas e Alto Sado foi classificado como obra de interesse regional do grupo II.

3 683,1200 ha

Monte Gato e Migueis

134,3400 ha 6 063,9200 ha

Área regada a título precário (2013):

2 260,0000 ha

A estes aproveitamentos hidroagrícolas estão associadas cinco barragens, as quais têm as seguintes capacidades de armazenamento:

Barragens geridas pela ARBCAS Capacidade Máxima

Designação - Campilhas - Fonte Serne

Capacidade Útil

Entrada em Funcionamento

27 156 000 m3

1 000 000 m3

26 156 000 m3

1954

5 150 000 m3

1 500 000 m3

3 650 000 m3

44 320 m

22 400 m

Fonte Serne

5 100 m

6 600 m

Alto Sado

59 952 m

123 517 m

Monte Gato e Migueis

2 683 m

9 624 m

112 055 m

162 141 m

5 000 000 m3

97 500 000 m3

1972

653 274 m3

56 730 m3

596 544 m3

1990

- Miguéis

938 608 m3

114 390 m3

824 218 m3

1990

136 397 882 m3

7 671 120 m3

128 726 762 m3

Canais Secundários

1979

102 500 000 m3

Total

Canais Principais Campilhas e S. Domingos

- Monte Gato

- Monte da Rocha

2

Capacidade Morta

O sistema de distribuição de água, por gravidade, é constituído por canais trapezoidais, em betão, pontes canais trapezoidais e retangulares e sifões. O controle dos níveis de água e todo o sistema de medição e controle é baseado no sistema Neyrpic.


Localização

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Os Aproveitamentos Hidroagrícolas geridos por esta Associação situam-se no Baixo Alentejo, ao longo dos vales das Ribeiras de Campilhas, S.Domingos e Vale Diogo, e nas margens do Rio Sado para montante da sua confluência com a Ribeira do Roxo. A área beneficiada distribui-se pelo concelho de Santiago do Cacém, do distrito de Setúbal e, pelos concelhos de Odemira e Ourique, do distrito de Beja. Distritos

Concelhos

Freguesias Alvalade

SETUBAL

Santiago do Cacém

Área Beneficiada 3 611 ha

Cercal

72 ha

Ermidas

66 ha

S.Domingos

944 ha 4 693 ha

Odemira BEJA Ourique

Vale Santiago

664 ha 664 ha

Conceição

134 ha

Panóias

572 ha

Barragem da Fonte Serne

706 ha TOTAL

6 063 ha

A área beneficiada encontra-se localizada nas folhas 518, 527, 528, 536, 537, 538, 546 e 547 na escala 1/25.000 da Carta de Portugal.

Barragem de Campilhas

Barragem de Migueis

Barragem de Mte. Gato

Bacia Hidrográfica do Rio Sado Barragem Monte da Rocha

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Aproveitamento Hidroagrícola de Campilhas

No prosseguimento da obra de fomento hidroagrícola, fixada à Junta Autónoma das Obras de Hidráulica Agrícola, foi construída a barragem de Campilhas, tendo sido inaugurada em 18 de julho de 1954. As principais funções desta albufeira são o abatimento de pontas de cheias e o fornecimento de água à agricultura, irrigando os terrenos marginais das ribeiras de Campilhas e S.Domingos. As principais características da barragem e da albufeira de Campilhas são as referidas no quadro seguinte:

Localização Linha de água

Ribeira de Campilhas

Bacia hidrográfica

Rio Sado

Localização adm inistrativa

Setúbal; Santiago do Cacém; Cercal

Coordenadas

Latitude:37º50'40''(N); Longitude: 8º36'43''(W) M:157739.954; P:97831.954

Nom e da Barragem

Campilhas

Projectista

JAOHA - Junta Autónoma das Obras de Hidraulica Agrícola

Construtor

SOCOL/JAOHA

Ano de projecto

1941

Ano de conclusão

1954

Elem entos gerais

Principal função

Fornecimento de água à agricultura. Abatimento de pontas de cheias Características Hidrológicas

Área da bacia hidrográfica

109 km2

Precipitação m édia anual

728,8 mm

Caudal integral m édio anual

22.268 x 1000 m3

Caudal de cheia

722 m3/s

Altitude m édia

159,37 m

Declive m édio

6%

Bacia de recepção

109 Km2

Área inundada ao N.P.A

360 ha

Perím etro ao N.P.A

39,5 km

Capacidade total

27.200.000 m3

Capacidade m orta

1.000.000 m3

Capacidade útil

26.200.000 m3

Caudal de m áxim a cheia

124 m3/s

Tipo

De terra, constituída por um núcleo central semi-rigido de betão armado

Volum e do aterro

680 000 m3

Material da fundação

Xistos e grauvaques

Desenvolvim ento do coroam ento

711,00 m

Largura do coroam ento

8,00 m

Altura m áxim a acim a do leito

35,00 m

Altura acim a do terreno natural

28,00 m

Albufeira

Barragem

Inclinação dos param entos (m ontante) 3,0/1

4

Inclinação dos param entos (jusante)

2,5/1

Cota do coroam ento

111,50 m

Cota do pleno arm azenam ento

108,00 m

Nível de m áxim a cheia Nível m ínim o de exploração

109,15 m 92,53 m

Descarregador de superfície

Soleira circular, ligada através de um poço vertical à galeria de derivação

Caudal am ortecido

124,00 m3

Carga m áxim a Descarga de fundo - caudal m áxim o

2,00 m 200 m3/s


Aproveitamento Hidroagrícola de Campilhas

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ao Serviço da Agricultura

Usos Principais : REGA Nesta barragem instalou-se uma central hidroeléctrica com uma potência de 400Kw, a qual apenas funcionou até 1970, tendo produzido até então 5.385.200Kw. Por motivos técnicos está actualmente desactivada, estando em estudo a sua reabilitação. A rede de rega principal tem um desenvolvimento total de 44.350m, repartidos pelo canal de Campilhas (32.873m) e pelo canal de S.Domingos (11.477m). Estes canais servem, respectivamente, 1.515ha e 323ha, totalizando 1.838ha de área regada. A rede secundária de rega totaliza, nos dois canais principais, cerca de 22.400m. Saliente-se que o canal de S.Domingos é servido por duas estações elevatórias, dada a necessidade de elevar a água para cotas que lhe permitam fluir por gravidade. Assim, a estação elevatória de Campilhas, situada a 23,8Km do início do canal principal, eleva 572 l/s, 9,1m acima do nível deste canal. Parte deste caudal será posteriormente elevado pela estação elevatória de S.Domingos, a qual tem uma capacidade de 302 l/s. A tomada de água da barragem e as estações elevatórias estão automatizadas, sendo accionadas a partir da central de comando localizada na sede da Associação.

Usos Secundários: Actividades recreativos Plano de Ordenamento da Albufeira: RCM n.º17/2007, de 5 de fevereiro (I Série do DR nº 25 de 5 de fevereiro de 2007)

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ao Serviço da Agricultura

Aproveitamento Hidroagrícola do Alto Sado

A albufeira do Monte da Rocha, inaugurada no dia 11 de junho de 1972, constituíu a primeira das obras da 2ª fase do plano de rega do Alentejo a ser iniciada e concluída. Os projectos e todos os elementos da Obra de Rega do Alto Sado foram da responsabilidade da Direcção-Geral dos Serviços Hidráulicos. As principais funções desta albufeira são o abatimento de pontas de cheias, o fornecimento de água à agricultura e à indústria, assim como o fornecimento de água para abastecimento a diversas povoações. As principais características da barragem e da albufeira do Monte da Rocha são as referidas nos quadros seguintes:

Localização Linha de água

Rio Sado

Bacia hidrográfica

Rio Sado

Localização adm inistrativa

Beja ; Ourique ; Panoias

Coordenadas

Latitude:37º44'08''(N); Longitude: 8º17'39''(W) M:185694.843; P:85629.705

Nom e da barragem

Monte da Rocha

Projectista

DGSH - Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos

Construtor

A. Supico

Ano de projecto

1965

Ano de conclusão

1972 Fornecimento de água à agricultura. Abastecimento público. Abatimento de pontas de cheias

Elem entos gerais

Principal função

Caracteristicas Hidrológicas Área da bacia hidrográfica

246 Km2

Precipitação m édia anual

599 mm

Caudal integral m édio anual

42.000 x 1000 m3

Caudal de cheia

1.500 m3/s (1000 anos)

Altitude m édia

193,22 m

Declive m édio

4%

Bacia de recepção

246 Km2

Área inundada ao N.P.A

1.100 ha

Perím etro ao N.P.A

65,50 Km

Capacidade total

104.500.000 m3

Capacidade m orta

5.000.000 m3

Capacidade Útil

99.500.000 m3

Caudal de Máxim a cheia

1.500 m3/s

Escoam ento m édio anual

42.300.000 m3

Albufeira

Tipo

Barragem De terra, com perfil zonado, constituída por um núcleo de material argiloso e ladeado por maciços constituídos por xistos alterados

Volum e do aterro

1.810.000 m3

Material da fundação

Xistos e grauvaques

Desenvolvim ento do coroam ento

640 m + 960 m + 500 m

Largura do coroam ento

10 m

Altura acim a do terreno natural

51 m

Altura m áxim a acim a do leito

55 m Inclinação dos param entos (m ontante) 3,8/1 Inclinação dos param entos (jusante) 2,8/1 Cota do coroam ento

141,40 m

Cota do pleno arm azenam ento

137,00 m

Nível de m áxim a cheia

138,45 m

Nível m ínim o de exploração

113,85 m

Descarregador de superfície

Soleira circular, ligada através de um poço vertical à galeria de derivação

Caudal am ortecido

260,00 m3

Carga m áxim a

1,45 m 80 m3/s

Descarga de fundo - caudal m áxim o

6


Aproveitamento Hidroagrícola do Alto Sado Esta Albufeira beneficia directamente uma área de 3.683 ha, a qual é servida por uma rede de rega com um desenvolvimento total de 183.469m . A água é conduzida ao longo da margem direita do Rio Sado, desde a Albufeira até ás proximidades de Alvalade, pelo Canal Condutor Geral, com um desenvolvimento aproximado de 44Km. A ligação entre este aproveitamento e o aproveitamento de Campilhas e S.Domingos foi concretizada com a construção de um distribuidor de ligação entre o canal de Alvalade e o canal condutor geral de Campilhas, em local que domina 206ha antes regados apenas a partir da albufeira de Campilhas. O desenvolvimento da rede de rega totaliza 183.469m, repartidos por 59.952m de canais principais, 12.950m de distribuidores e 110.567m de regadeiras. São numerosas as obras de arte englobadas na rede de rega, das quais se destacam 15 pontes canais (4.225Km), 9 sifões (3.590m), 148 pontões, 80 passadiços e 255 aquedutos. A rede de enxugo envolve 18 coletores, totalizando uma extensão de 36.231m.

Desenvolvimento

Áreas dominadas

Plano de Ordenamento da Albufeira: RCM nº 154/2003, de 29 de setembro (I Série B do DR nº 225 de 5 de setembro de 2003) Classificação: Protegida

Permitida com Permitida com Permitida com Não Permitida com Não restrições restrições restrições Permitida restrições Permitida

Caudais máximos

Canal Condutor Geral do Alto Sado

43.730 m

2.754 ha

5,90 m3/s

Canal de Alvalade

12.842 m

875 ha

1,70 m3/s

3.380 m

54 ha

0,33 m3/s

59.952 m

3.683 ha

Distribuidor de ligação(*)

ao Serviço da Agricultura

Usos Secundários: Abastecimento Público; Abastecimento Industrial; Atividades Recreativas

Usos Principais: REGA

Designação

ARBCAS 60 Anos

(*) Ligação entre o terminal do canal de Alvalade e o canal condutor geral de Campilhas

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ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Aproveitamento Hidroagrícola da Fonte Serne

Em 1979, a conclusão e consequente entrada em serviço da albufeira de Fonte de Serne, na Ribeira de Vale Diogo, permite considerar a bacia do Rio Sado como quase completamente aproveitada sobre o ponto de vista hidroagrícola, assim como a regularização dos seus escoamentos. O esquema do Aproveitamento e os estudos de ordem topográfica, hidrológica, agronómica e geológica, foram realizados pelos diversos departamentos da Direcção-Geral dos Recursos e Aproveitamentos Hidráulicos, sendo de destacar a valiosa colaboração do Laboratório Nacional de Engenharia Civil. As funções principais desta albufeira são o abatimento de pontas de cheias e o fornecimento de água à agricultura. Esta obra é a primeira de quatro pequenas albufeiras destinadas a regularizar as cheias das Ribeiras de Campilhas e S.Domingos e consequentemente do Alto Sado. As principais características da barragem e da albufeira da Fonte de Serne são as referidas nos quadros seguintes:

Localização Linha de água

Ribeira do Vale Diogo

Bacia hidrográfica

Rio Sado

Localização adm inistrativa

Setúbal; Santiago do Cacém; São Domingos

Coordenadas

Latitude:37º52'57''(N); Longitude: 8º29'38''(W) M:157739.954; P:97831.954

Nom e da barragem

Fonte Serne

Projectista

DGSH - Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos.

Construtor

José Bento Pedroso & Filhos

Ano de projecto

1973

Ano de conclusão

1979

Elem entos gerais

Principal função

Fornecimento de água à agricultura. Abatimento de pontas cheias, Caracteristicas Hidrológicas

Área da bacia hidrográfica

30 km2

Precipitação m édia anual

720 mm

Caudal integral m édio anual

6052 x 1000 m3

Caudal de cheia

100 m3/s (500 anos)

Bacia de recepção

39 Km2

Área inundada ao N.P.A

105 ha

Perím etro ao N.P.A

26 Km

Capacidade total

5.150. 000 m3

Capacidade m orta

1.500.000 m3

Capacidade útil

3.650.000 m3

Caudal de m áxim a cheia

100 m3/s

Escoam ento m édio anual

6.100.000 m3

Tipo

Barragem De terra, com perfil zonado, constituída por um núcleo de material argiloso e ladeado por maciços.

Volum e do aterro

147.000 m3

Material da fundação

Solos argilosos e areias argilosas.

Desenvolvim ento do coroam ento

324,00 m

Largura do coroam ento

7,00 m

Altura m áxim a acim a do leito

18,00 m

Altura m áxim a acim a da fundação

17,00 m

Altura acim a do terreno natural

16,00 m

Inclinação dos param entos (m ontante)

3,2/1

Inclinação dos param entos (jusante)

2,6/1

Cota do coroam ento

81,40 m

Cota do pleno arm azenam ento

78,50 m

Nível de m áxim a cheia

79,55 m

Nível m ínim o de exploração

73,45 m

Descarregador de superfície

Em canal

Caudal am ortecido

35,80 m3/s

Carga m áxim a

1,05 m

Descara de fundo

6.80 m3/s 0,62 m3/s

Albufeira

Tom ada de água - caudal m áxim o

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Aproveitamento Hidroagrícola da Fonte Serne

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Usos Principais: REGA Na esquematização da rede de rega teve-se em atenção o conveniente aproveitamento dos caudais excedentes do canal principal (canal da Fonte de Serne), pelo que foi prevista a ligação da descarga terminal deste canal com o canal de Campilhas, auxiliando a rega na área beneficiada por aquele aproveitamento, mormente em anos secos. Dos 408,4ha de área regada 309,4ha eram abrangidos inicialmente pelo aproveitamento, enquanto os restantes 99 ha diziam respeito ao aproveitamento de Campilhas e S.Domingos. A área directamente beneficiada situase, sobretudo na margem direita da ribeira, numa extensão de cerca de 8,4Km. A 3,3Km da origem inicia-se o distribuidor do Monte dos Alhos, o qual segue a meia encosta, numa extensão de 1,8Km. Este distribuidor, assim como o canal principal, têm secção trapezoidal, com espaldas inclinadas a 1/1. O atravessamento dos vales é realizado por sifões (tubagem de poliester reforçado com fibra de vidro), com um desenvolvimento total de 1 216 m. A rede secundária de rega ‚ constituída por 6600 m de tubos enterrados de polietileno de alta densidade e de poliester reforçado com fibra de vidro. Usos secundários: Actividades Recreativos Plano de Ordenamento da Albufeira: RCM n.º 15/2007, de 31 de janeiro (I Série do DR nº 22 de 31 de janeiro de 2007) Classificação: Utilização limitada

Permitida sem restrições

Permitida sem restrições

Permitida sem restrições

Permitida com restrições

Permitida com restrições

Não Permitida

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Aproveitamento Hidroagrícola de Miguéis e Monte Gato

Este aproveitamento, constituído por duas pequenas albufeiras, foi concluído em 1990, tendo sido realizado com base no Programa Integrado de Desenvolvimento Regional (P.I.D.R.) financiado pelo P.I.D.D.A.C.. Os estudos para a sua elaboração foram realizados em colaboração pela Comissão de Coordenação da Região do Alentejo (C.C.R.A.) e pela DireccãoGeral de Hidráulica e Engenharia Agrícola (D.G.H.E.A.). Esta obra faz parte de um conjunto de aproveitamentos hidroagrícolas de pequena dimensão a efectuar na "zona crítica do Alentejo", justificando-se esta construção como um contributo para um melhor aproveitamento dos recursos hídricos da bacia hidrográfica do Alto Sado e, regularização dos escoamentos da bacia do médio Sado.

Localização Monte Gato

Miguéis

Linha de água

Barranco do Monte Gato

Ribeira dos Migueis

Bacia hidrográfica

Rio Sado

Rio Sado

Localização adm inistrativa

Beja; Ourique; Conceiçao

Beja; Ourique; Conceiçao

Coordenadas

M:190812.4100; P:91611.7600

M:188447,8200; P:91396,6800

Elem entos gerais Nom e da barragem

Construtor

Monte Gato DGHEA - Direcção Geral de Hidráulica e Engenharia Agrícola/ ETEGE- Estudos em Geotecnia e Engenharia Ldª DILOLO - Sociedade Tecnica de Electricidade e Construçoes, Lda

Migueis DGHEA - Direcção Geral de Hidráulica e Engenharia Agrícola/ ETEGE- Estudos em Geotecnia e Engenharia Ldª DILOLO - Sociedade Tecnica de Electricidade e Construçoes, Lda

Ano de conclusão

1990

1990

Principal função

Fornecimento de água à agricultura.

Projectista

Fornecimento de água à agricultura.

Albufeira Bacia de recepção

6,1 Km2

12,3 Km

Área inundada ao N.P.A

18,3 ha

27,4 ha

Perím etro ao N.P.A

26 Km

--

Capacidade total

653.274 m3

938.608 m3

Capacidade m orta

56.730 m3

114.390 m3

Capacidade Útil

596.544 m3

824.218 m3 Barragem

Este aproveitamento está localizado no concelho de Ourique, freguesia de Conceição, destinando-se a beneficiar 134,34ha situados no vale do Barranco do Monte Gato, também conhecido por Ribeira da Ferraria. A rega, por gravidade, é efectuada através de condutas adutoras de fibrocimento, às quais estão associadas tomadas de água com caudal de 20 l/s (apenas duas tomadas têm capacidade para 40 l/s). Na totalidade da obra as condutas têm um desenvolvimento de 2 675m, no caso da rede principal de rega, e 9 620m no caso da rede secundária de rega, a que corresponde uma densidade de 91,6 m/ha.

Tipo

De terra, com perfil zonado, constituída por um núcleo de argila ladeado por estabilizadores

De terra, com perfil zonado, constituída por um núcleo de argila ladeado por estabilizadores

Desenvolvim ento do coroam ento

155,00 m

355,00 m

Largura do coroam ento

5,00 m

5,00 m

Altura m áxim a acim a do leito

12,27 m

10,50 m

Cota do coroam ento

181,00 m

157,50 m

Cota do pleno arm azenam ento

179,60 m

156,00 m

Nível de m áxim a cheia

180,10 m

156,52 m

Descarregador de superfície

Em canal

Em canal

Caudal am ortecido

6,40 m3/s

13,00/m3

Carga m áxim a

1,00 m

1,00 m

Descarga de fundo - caudal m áxim o Tom ada de água - caudal m áxim o

0,14 m3/s 0,14 m3/s

0,14 m3/s 0,14 m3/s

Usos principais: REGA Usos secundários: Actividades recreativas Plano de Ordenamento da Albufeira: ---**----

10


Solos e Aptidão ao Regadio

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Na área regada predominam os aluviossolos modernos não calcários de textura mediana, seguindo-se-lhes os solos litólicos não húmicos de materiais arenáceos pouco consolidados. Os solos que constituem o aproveitamento de Campilhas e S. Domingos são sobretudo aluviões fluviáveis, com a sua origem em Pliocénios e Miocénios, provenientes dos arrastamentos das encostas que marginam os seus vales. A sua textura é predominantemente argilo/arenosa. No aproveitamento do Alto Sado os solos são, sobretudo, de formação aluvional e coluvional, assentes sobre depósitos grosseiros. Cerca de 1/3 dos solos apresentam boa profundidade, textura francoargilosa e franco-arenosa, com boa estrutura e boas condições de enxugo. Na restante área predominam as texturas franco-arenosas a arenosas, medianamente estruturados e com algumas limitações ao regadio. Os solos beneficiados pelo aproveitamento da Fonte de Serne são na sua quase totalidade aluviões de textura arenosa a francoarenosa, com declives suaves. No aproveitamento de Monte Gato e Miguéis predominam os aluviossolos (43%) e os solos mediterrâneos de rãna (35%). De um modo geral são pouco profundos e possuem má drenagem. Atendendo ás múltiplas características dos solos de cada aproveitamento, foram classificados quanto à sua aptidão ao regadio, sendo a sua repartição apresentada no quadro seguinte.

Classes I II III Totais

Campilhas Área 903 680 255 1838

% 49 37 14 100

Alto Sado % Área 1139 31 876 24 1668 45 3683 100

Migueis e Mt.Gato Fonte Serne % % Área Área 99 22 --82 20 57 43 227 58 77 57 408 100 134 100

Totais % Área 2141 35 1695 28 2227 37 6063 100

nota: ha

11


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Variação das Reservas Hídricas

A região em que se inserem os aproveitamentos de Campilhas, Fonte Serne e Alto Sado encontra-se incluída na bacia hidrográfica do Rio Sado. Antes da construção destas albufeiras, as cheias invernais registavam-se com uma certa regularidade, afetando gravemente a agricultura, sobretudo nos solos marginais dos cursos de água. A precipitação média nesta bacia hidrográfica é de 599mm, caracterizada pela sua desigual repartição ao longo do ano, registando-se, sobretudo no inverno e início da primavera. Nos quadros seguintes são apresentados os registos dos volumes hídricos existentes nas albufeiras, referentes ao início e ao fim de cada campanha de rega. Albufeira de Campilhas. Evolução da situação hídrica mensal M eses

Jan

Fev

M ar

Abr

M ai

Jun

Jul

Ago

Set

Out

Anos

Volum es consum idos Rega

Indústria

m3

m3

Totais m3

1955

20.000.000

***

13.400.000

***

13.400.000

1956

21.700.000

***

17.466.000

***

17.466.000

1957

5.410.000

***

4.526.000

***

4.526.000

1958

5.450.000

***

3.414.000

***

3.414.000

1959

20.000.000

***

13.980.000

***

13.980.000

1960

20.000.000

***

18.824.000

26.000

18.850.000

1961

20.000.000

***

15.435.000

169.000

15.604.000

Volume = 10^6m3

1962

16.300.000

***

13.227.000

205.000

13.432.000

Nov

1963

20.300.000

***

16.399.000

399.000

16.798.000

1964

20.500.000

***

18.295.000

420.000

18.715.000

1965

6.000.000

***

3.091.000

485.000

3.576.000

1966

21.000.000

7.382.000

13.649.000

103.000

13.752.000 7.183.000

Dez

Anos

12

Vol.arm azenados No fim da rega m3 m3

Inicio da rega

21,7

20,5

21,0

19,0

16,8

14,9

10,8

7,2

5,6

5,5

5,5

5,6

1971

8,2

9,2

9,3

11,7

12,5

11,9

9,3

6,7

4,9

4,7

4,6

4,8

1967

11.300.000

1.692.000

6.828.000

355.000

1972

7,5

13,7

19,4

17,8

14,9

12,0

8,5

5,1

3,2

4,9

7,5

15,6

1968

10.424.000

560.000

7.582.000

***

1973

25,3

26,2

26,4

22,6

19,7

15,9

11,9

7,8

6,0

6,0

6,1

6,8

1969

19.933.000

6.447.000

13.261.000

300.000

13.561.000

1974

7,6

11,4

12,3

13,3

11,7

9,9

7,0

3,5

1,5

1,4

1,5

1,5

1970

21.047.000

5.500.000

14.820.000

101.000

14.921.000

1975

1,8

2,9

7,7

8,0

7,3

6,4

4,7

2,7

1,2

1,1

1,1

2,1

1971

12.500.000

4.600.000

7.190.000

132.000

7.322.000

1976

2,4

3,5

4,4

5,3

5,6

4,8

3,6

2,3

1,5

1,5

3,6

15,2

1972

17.840.000

3.170.000

13.454.000

97.000

13.551.000

1977

24,1

27,7

27,3

25,4

21,3

18,5

14,4

10,2

7,0

6,9

7,3

15,8

1973

26.370.000

5.970.000

17.539.000

115.000

17.654.000

1978

17,2

23,7

27,4

26,3

25,4

22,8

18,8

14,8

11,5

11,0

11,3

16,2

1974

13.290.000

1.410.000

9.830.000

250.000

10.080.000

1979

27,7

27,5

27,4

27,1

23,4

20,1

16,4

12,0

9,6

13,0

13,4

13,7

1975

7.960.000

1.080.000

4.330.000

305.000

4.635.000

1980

14,3

15,0

15,7

13,1

11,5

9,0

5,4

2,8

1,4

1,5

1,8

1,9

1976

5.580.000

1.470.000

2.494.000

256.000

1981

1,9

1,9

2,0

2,1

2,0

1,7

1,3

0,9

0,8

0,7

0,7

2,5

1977

27.270.000

6.930.000

18.351.000

1978

27.200.000

10.980.000

16.790.000

1982

7,3

8,5

8,9

9,2

7,7

6,0

3,9

1,8

0,7

0,7

1,6

1,8

1979

27.110.000

9.620.000

15.913.000

***

15.913.000

1983

1,8

1,9

1,9

1,9

1,8

1,6

1,3

1,0

0,7

0,7

8,0

13,0

1980

15.650.000

1.440.000

13.378.000

***

13.378.000

1984

13,9

14,2

15,1

14,9

13,1

11,3

8,1

4,9

2,6

2,5

2,8

4,0

1981

2.085.000

722.000

650.000

***

650.000

1985

17,5

26,8

27,2

27,2

24,0

21,4

17,1

12,8

10,3

10,1

10,1

10,1

1982

9.325.000

659.000

6.148.000

***

6.148.000

1986

12,0

19,8

20,7

20,2

16,6

13,6

9,0

5,7

4,0

4,0

4,1

4,2

1987

6,0

11,5

12,6

14,7

11,9

9,8

6,7

3,8

2,3

2,5

3,4

13,3

1988

23,0

25,4

25,8

24,2

21,6

19,8

16,4

12,2

9,9

9,9

11,0

11,4

1989

11,8

12,6

12,9

15,0

12,0

9,7

6,4

3,2

2,4

2,6

11,9

27,6

1990

27,6

27,4

26,4

26,6

23,4

20,3

15,8

11,3

9,6

9,9

15,5

16,5

1991

17,7

26,4

27,5

27,1

23,1

19,6

15,2

10,9

9,4

9,3

9,3

9,3

1992

9,3

9,9

9,9

10,0

9,5

6,0

3,9

1,7

0,9

0,9

0,9

1,0

1993

1,1

1,3

1,4

1,5

1,5

1,5

1,4

1,3

1,2

1,3

5,5

5,7

1994

8,1

10,4

11,7

11,3

9,8

8,2

5,9

3,9

2,8

1,2

1,2

1,3

1995

1,4

1,8

1,9

1,8

1,8

1,7

1,6

1,5

1,4

1,4

1,8

11,2

1996

28,0

27,5

27,5

27,2

26,7

23,7

20,5

17,0

16,1

15,9

15,9

26,4

1997

27,4

27,4

27,2

27,3

24,8

23,2

19,9

16,8

15,2

15,3

27,6

25,1

1998

26,4

26,2

26,6

27,0

25,1

22,7

18,8

15,2

13,7

13,6

13,5

13,5

1999

14,0

14,1

15,0

14,6

12,0

9,6

6,5

4,2

3,6

5,1

5,3

7,3

2000

7,8

8,1

8,1

9,2

11,6

9,6

7,1

4,7

3,5

3,4

3,7

19,3

2001

27,6

27,4

27,4

27,0

25,1

22,6

19,2

16,4

14,9

15,1

15,0

15,3

2002

15,2

15,9

17,4

18,7

15,7

12,9

9,1

6,2

5,6

5,7

7,9

13,2

2003

18,2

22,4

23,6

27,2

24,2

21,4

17,5

13,7

11,9

12,5

14,4

18,3

2004

19,1

21,2

22,3

22,3

19,6

16,5

11,7

8,8

7,5

7,5

7,5

7,5

2005

7,5

7,6

7,6

7,3

6,0

4,8

3,4

2,0

1,5

1,8

2,9

4,3

2006

5,6

7,1

11,6

11,9

9,6

7,8

5,2

2,8

1,8

5,6

21,9

26,3

2007

27,0

27,4

27,3

27,2

24,5

22,4

18,4

15,2

13,7

13,5

13,4

13,8

2008

15,4

15,5

15,6

16,0

13,3

10,2

6,7

3,8

2,6

2,6

2,6

2,8

2009

5,2

10,2

10,4

10,3

7,8

5,8

3,4

1,4

0,7

0,7

0,7

5,0

2010

14,7

25,0

27,6

27,4

25,9

23,7

19,8

16,5

14,8

14,8

14,9

20,6

2011

25,7

27,4

27,3

27,4

26,5

23,4

19,6

16,4

14,2

14,1

14,4

14,9

2012

15,0

15,1

15,0

15,2

12,7

9,9

6,9

4,2

2,7

2,6

4,9

7,5

2013

12,8

14,6

26,2

27,3

25,7

23,5

20,2

17,3

15,1

15,2

15,2

15,5

Albufeira de Campilhas.Volumes armazenados no inicio e no fim de cada campanha de rega

1970

*** 96.000

7.582.000

2.750.000 18.351.000 16.886.000

1983

1.975.000

728.000

1.173.000

***

1.173.000

1984

15.603.000

2.466.000

11.306.000

***

11.306.000

1985

27.359.000

10.053.000

14.413.000

***

14.413.000

1986

20.886.000

4.010.000

14.258.000

***

14.258.000

1987

14.691.000

2.331.000

9.039.000

***

9.039.000

1988

25.771.000

9.915.000

13.783.000

***

13.783.000

1989

15.264.000

2.580.000

10.156.000

***

10.156.000

1990

26.557.000

9.637.000

14.914.000

***

14.914.000

1991

27.119.000

9.289.000

14.559.000

***

14.559.000

1992

10.036.000

896.000

8.092.000

***

8.092.000

1993

1.484.000

1.249.000

80.000

***

80.000

1994

11.324.000

1.168.000

5.576.000

***

5.576.000

1995

1.894.000

1.382.000

18.000

***

18.000

1996

27.319.000

16.125.000

8.990.000

***

8.990.000

1997

27.278.000

15.184.000

10.138.922

***

10.138.922

1998

27.000.000

13.712.000

10.074.028

***

10.074.028

1999

14.613.000

3.584.000

9.228.270

***

9.228.270

2000

12.023.000

3.425.000

7.008.045

***

7.008.045

2001

27.237.000

14.952.000

9.092.241

***

9.092.241

2002

18.816.000

5.540.000

10.739.588

***

10.739.588

2003

27.237.000

11.923.000

10.027.132

***

10.027.132

2004

22.724.000

7.397.000

11.379.554

***

11.379.554

2005

7.532.718

1.599.252

4.111.299

***

4.111.299

2006

11.963.632

1.843.748

7.540.560

***

7.540.560

2007

27.197.000

13.849.650

9.847.719

***

9.847.719

2008

15.577.000

2.560.000

10.586.119

***

10.586.119

2009

10.464.000

716.000

7.195.811

27.200.000

14.769.000

9.360.641

2011

27.555.694

13.664.349

10.371.177

2012

15.317.000

2.520.000

9.799.962

2013

27.197.414

15.056.475

8.722.852

*** *** *** *** ***

7.195.811

2010

9.360.641 10.371.177 9.799.962 8.722.852


Variação das Reservas Hídricas

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

13


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Variação das Reservas Hídricas

Albufeira da Fonte Serne. Volumes armazenados no início e fim de cada campanha de rega Vol.Arm azenados

Anos

No fim

rega

da rega

Rega

m3

m3

m3

Albufeira da Fonte Serne. Evolução da situação hídrica mensal

1979

4.231.000

3.547.000

653.000

1980

4.258.000

2.141.000

790.000

1981

2.214.000

1.525.000

283.000

4,2

3,8

3,5

4,0

4,0

4,0

1982

2.676.000

1.974.000

225.000

1980

4,1

4,2

4,3

4,2

4,1

3,8

3,4

2,7

2,1

2,2

2,2

2,2

1983

2.042.000

1.484.000

142.000

1981

2,2

2,2

2,2

2,2

2,1

2,0

1,8

1,6

1,5

1,5

1,5

1,8

1984

3.670.000

2.678.000

483.000

1982

2,3

2,5

2,5

2,7

2,6

2,4

2,2

2,0

2,0

2,0

2,1

2,1

1985

5.172.000

3.392.000

954.000

1983

2,1

2,1

2,1

2,0

2,0

1,9

1,7

1,6

1,5

1,5

2,3

3,2

1986

4.644.000

2.888.000

1.170.000

1984

3,4

3,4

3,6

3,7

3,7

3,6

3,3

2,9

2,7

2,7

2,8

2,9

1987

6.692.000

2.230.000

916.000

1985

4,1

5,3

5,2

5,2

5,0

4,7

4,2

3,8

3,5

3,4

3,4

3,4

1988

5.106.000

3.302.000

1.300.000

1986

3,6

4,4

4,6

4,6

4,3

4,0

3,5

3,1

2,9

2,9

2,9

2,9

1.247.000

1987

3,1

3,5

3,6

3,7

3,4

3,2

2,8

2,5

2,2

2,3

2,4

3,6

2.077.000

1988

4,7

5,2

5,2

5,0

4,8

4,5

4,2

3,6

3,3

3,3

3,5

3,6

1989

3,6

3,7

3,7

3,8

3,6

3,2

2,7

2,2

2,1

2,1

2,9

5,4

1990

5,3

5,2

5,2

5,1

4,4

3,8

3,2

2,6

2,4

2,5

3,1

3,3

1991

3,5

4,6

5,2

5,2

4,7

4,3

3,7

3,2

3,0

3,0

3,0

3,0

1992

3,0

3,0

2,9

3,0

2,7

2,5

2,2

2,0

1,7

1,6

1,6

1,7

1993

1,7

1,7

1,7

1,7

1,7

1,6

1,5

1,5

1,4

1,4

1,7

1,7

1994

2,0

2,3

2,4

2,4

2,3

2,2

1,9

1,8

1,6

1,6

1,6

1,6

1989 1990 1991

14

Vol.Consum idos

Início da

3.799.000 5.150.000 5.150.000

2.063.000 2.387.000 3.017.000

1.372.000 976.000

Meses

Jan

Anos 1979

-

Fev -

Mar -

Abr -

Mai -

Jun -

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

1992

2.952.000

1.646.000

1993

1.691.000

1.394.000

1994

2.360.000

1.588.000

1995

1.565.000

1.212.000

***

1996

5.172.000

3.400.000

1.065.000

1995

1,6

1,6

1,6

1,6

1,5

1,4

1,4

1,3

1,2

1,2

1,3

1,9

1997

5.106.000

3.212.000

1.290.906

1996

5,4

5,2

5,2

5,2

5,1

4,7

4,1

3,7

3,5

3,4

3,4

4,2

1998

5.150.000

3.145.000

1.287.531

1997

5,2

5,1

5,1

5,0

4,8

4,4

3,9

3,4

3,2

3,2

4,3

5,2

1999

3.182.000

1.665.000

1.048.374

1998

5,2

5,1

5,1

5,1

4,9

4,5

3,9

3,3

3,1

3,1

3,1

3,1

2000

2.245.000

1.750.000

132.822

1999

3,1

3,1

3,1

3,0

2,8

2,4

2,0

1,7

1,6

1,8

1,8

1,9

2001

5.117.000

3.467.000

864.891

2000

1,9

2,0

2,0

2,0

2,3

2,2

2,0

1,8

1,7

1,7

1,7

2,8

4,3

5,1

5,2

5,2

4,9

4,5

4,1

3,6

3,5

3,5

3,5

3,5

*** 307.000

2002

3.745.000

2.339.000

738.288

2001

2003

4.303.000

2.631.000

878.112

2002

3,6

3,6

3,7

3,7

3,5

3,3

2,9

2,5

2,4

2,3

2,6

2,9

2004

3.655.000

2.198.000

803.097

2003

3,4

3,8

3,9

4,3

4,0

3,7

3,3

2,9

2,6

2,7

2,8

3,1

2005

2.110.180

1.363.000

318.024

2004

3,3

3,5

3,7

3,6

3,4

3,1

2,7

2,2

2,2

2,1

2,2

2,2

2005

2,2

2,1

2,1

2,1

1,9

1,7

1,6

1,4

1,4

1,4

1,5

1,5

2006

1,6

1,8

2,2

2,2

2,1

1,9

1,8

1,6

1,5

1,8

4,2

4,7

2007

4,9

5,2

5,2

5,2

4,8

4,5

4,1

3,7

3,6

3,5

3,5

3,5

2008

3,6

3,6

3,6

3,7

3,5

3,1

2,5

2,1

1,9

1,9

1,9

1,9

2009

2,0

2,3

2,3

2,3

2,2

2,0

1,7

1,5

1,3

1,3

1,3

1,6

2006

2.115.400

1.529.500

300.780

2007

5.150.000

3.625.014

824.760

2008

3.625.000

1.927.000

1.135.926

2009

2.300.000

1.345.000

340.380

2010

5.150.000

3.392.000

999.810

2010

2,8

4,3

5,2

5,2

5,0

4,6

4,1

3,6

3,4

3,4

3,4

4,0

2011

5.150.000

3.295.000

1.108.080

2011

4,8

5,2

5,2

5,2

5,1

4,6

4,1

3,6

3,4

3,3

3,4

3,3

2012

3.317.500

1.796.980

893.196

2012

3,4

3,4

3,3

3,3

3,1

2,7

2,3

2,0

1,8

1,8

2,0

2,2

2013

5.117.000

3.197.000

1.184.004

2013

2,7

2,9

4,5

5,1

4,8

4,5

3,9

3,5

3,2

3,2

3,1

3,2


Variação das Reservas Hídricas

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

15


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Variação das Reservas Hídricas

Albufeira do Monte da Rocha. Volumes armazenados no inicio e fim de cada campanha de rega Anos

Vol.arm azenados Inicio da rega Fim da rega m3

16

m3

Rega m3

Albufeira do Monte da Rocha. Evolução da situação hídrica mensal

Volum es consum idos Indústria Abast.popul.

Meses Totais m3

Jan

Fev

Mar

Abr

Mai

Jun

Volume = 10^6m3

Jul

Ago

Set

Out

Nov

Dez

Anos

m3

m3

1972

14,5

25,0

37,5

34,0

34,0

30,8

27,0

23,5

21,0

23,7

25,0

28,0

1972

37.600.000

21.000.000

10.562.000

***

***

10.562.000

1973

40,2

41,0

40,0

35,2

31,5

27,5

20,6

13,2

10,5

10,0

9,8

11,0

1973

37.200.000

9.800.000

22.051.000

785.000

***

22.836.000

1974

11,2

15,3

16,0

17,2

15,0

13,8

9,7

8,6

6,5

6,0

5,5

5,5

1974

18.400.000

5.600.000

7.062.000

348.000

***

7.410.000

1975

5,5

8,5

15,9

15,9

14,0

13,0

10,8

8,6

7,7

6,0

6,0

6,5

1975

18.800.000

6.000.000

5.909.000

495.000

***

6.404.000

1976

6,8

8,6

9,1

9,5

9,6

8,5

7,5

7,0

6,1

6,5

10,5

27,6

1976

9.400.000

6.200.000

1.726.000

220.000

***

1.946.000

1977

46,8

66,5

66,5

65,0

60,9

58,3

54,3

48,5

45,0

45,0

45,0

71,0

1977

67.600.000

45.100.000

12.132.000

195.000

***

12.327.000

1978

74,5

90,2

98,8

99,5

100,5

98,2

91,7

85,6

79,5

77,5

79,5

96,0

1978

102.400.000

77.500.000

11.742.000

310.000

***

12.052.000

1979

104,5

102,9

103,0

102,3

97,6

91,7

85,6

77,9

73,9

85,1

85,1

84,6

1979

102.760.000

71.800.000

12.962.000

134.000

***

13.096.000

1980

83,5

84,5

87,5

86,6

81,4

78,0

70,2

62,5

58,5

57,0

55,7

55,6

1980

86.500.000

55.700.000

18.247.000

388.000

***

18.635.000

1981

55,5

55,3

55,2

53,5

46,5

38,4

29,2

20,8

14,9

14,0

12,5

20,0

1981

56.480.000

12.700.000

25.415.000

233.000

1982

32.600.000

12.286.000

10.998.000

679.000

***

11.677.000

1982

29,2

32,2

32,3

32,3

28,8

25,7

21,4

16,6

13,3

12,3

12,5

12,4

1983

12.201.000

6.980.000

1.524.000

170.000

***

1.694.000

1983

12,3

12,4

12,2

12,2

11,5

10,6

9,4

8,0

7,3

7,0

24,9

35,0

1984

38.098.000

13.665.000

15.275.000

521.000

***

15.796.000

1984

35,9

36,0

37,6

37,7

34,7

30,9

25,6

19,6

15,0

13,7

13,9

16,4

1985

53.006.000

27.120.000

15.570.000

384.000

***

15.954.000

1985

36,2

52,9

53,1

52,8

48,4

44,2

37,9

31,8

28,0

27,2

27,1

27,2

1986

45.525.000

20.302.000

17.070.000

47.000

***

17.117.000

1986

27,6

40,3

45,0

45,1

40,8

36,3

29,0

23,8

20,7

20,3

20,3

20,3

1987

36.131.000

13.038.000

15.496.000

***

***

15.496.000

1987

25,3

35,8

36,1

35,9

31,8

27,2

21,5

16,0

13,0

13,0

16,0

43,9

1988

57.966.000

29.120.000

19.037.000

327.000

***

19.364.000

1988

56,8

58,4

58,4

56,5

52,5

49,2

42,5

34,8

30,4

29,7

39,1

39,9

1989

46.886.000

19.425.000

20.342.000

311.000

***

20.653.000

1989

40,9

41,5

41,5

46,6

42,8

37,3

28,4

20,6

19,4

20,9

44,7

99,6

1990

102.426.000

62.426.000

25.227.000

670.000

***

25.897.000

1990

103,2

102,9

102,3

102,4

97,7

88,4

76,2

66,4

62,6

62,7

63,1

63,8

1991

87.870.000

54.990.000

20.575.000

334.000

***

20.909.000

1991

64,4

72,1

86,9

87,9

81,7

75,8

66,4

58,7

55,0

54,7

54,4

54,5

1992

53.006.000

20.788.000

23.637.000

***

***

23.637.000

1992

54,4

54,4

53,9

53,0

46,8

41,9

32,7

25,2

21,3

20,9

20,8

21,4

1993

22.084.000

13.798.000

4.055.000

***

200.000

4.255.000

1993

21,5

21,7

22,1

21,9

21,7

20,4

17,1

14,8

13,7

13,8

16,7

16,7

1994

24.591.000

10.796.000

8.122.000

***

217.000

8.339.000

1994

18,3

21,9

24,6

24,3

23,1

19,4

15,1

12,5

11,0

10,8

10,9

11,3

1995

11.793.000

6.650.000

266.000

217.000

3.483.000

1995

11,3

11,9

11,8

11,6

11,3

10,9

9,8

7,0

6,8

6,7

7,3

33,4

1996

102.649.000

75.707.000

14.349.000

***

266.000

14.615.000

1996

88,8

97,2

103,1

102,2

101,4

94,8

85,2

79,0

76,4

75,5

75,2

108,0

1997

101.654.000

71.134.000

15.018.228

***

349.190

15.367.418

1997

103,2

102,7

101,6

101,7

98,6

92,7

84,2

78,9

76,2

75,9

104,5

96,1

1998

95.100.000

65.173.000

16.692.668

***

420.059

17.112.727

1998

101,1

96,5

95,8

95,1

93,8

86,1

72,8

68,6

66,2

65,1

64,6

64,3

1999

64.076.000

40.495.000

15.388.128

***

375.834

15.763.962

1999

64,6

64,3

64,6

64,1

63,0

55,7

47,2

41,9

40,4

42,9

43,2

44,7

2000

52.882.000

31.440.000

12.333.240

***

445.063

12.778.303

2000

44,9

44,9

44,6

45,2

52,3

47,1

40,7

34,9

31,9

31,3

31,4

53,8

2001

97.672.000

70.616.000

11.407.322

***

505.761

11.913.083

2001

70,6

83,2

97,7

96,4

94,6

87,7

79,4

73,1

70,7

70,5

69,8

70,0

2002

75.621.000

51.543.000

12.968.865

***

480.246

13.449.111

2002

71,4

71,4

74,8

75,4

72,2

66,2

58,9

52,9

52,1

52,0

52,6

61,0

2003

80.982.000

55.858.000

13.246.000

***

464.196

13.710.196

2003

68,4

77,6

78,6

81,0

80,0

73,1

65,4

58,7

55,9

56,2

62,2

74,1

2004

77.759.000

50.170.000

15.519.708

***

377.661

15.897.369

2004

74,7

77,3

77,6

76,6

73,7

67,0

58,1

52,4

50,4

50,1

49,6

49,6

2005

49.513.500

24.707.000

14.134.860

***

471.385

14.606.245

2005

49,2

48,6

47,8

45,5

42,2

37,1

31,3

27,0

25,1

27,0

33,9

36,5

2006

47.284.900

30.800.000

9.293.688

***

483.000

9.776.688

2006

40,9

42,8

47,3

46,9

44,3

40,8

36,2

32,6

30,8

38,8

58,3

65,2

2007

66.638.000

48.680.080

10.216.728

***

561.947

10.778.675

2007

65,4

67,3

66,9

66,6

64,7

61,0

55,1

50,2

48,4

48,2

47,8

47,9

2008

52.944.000

31.160.000

14.958.352

***

437.877

15.396.229

2008

49,2

52,9

52,9

53,2

51,1

45,9

38,9

33,4

31,2

30,8

30,6

30,8

2009

47.700.000

23.547.000

15.355.497

471.515

15.827.012

2009

33,8

46,2

47,4

45,8

42,9

37,4

31,2

25,8

23,8

23,4

23,2

43,5

2010

102.500.000

77.075.000

11.937.833

468.169

12.406.002

2010

69,6

92,1

103,5

102,6

100,1

95,7

88,0

80,8

77,4

76,9

77,0

101,2

2011

102.500.000

78.015.000

12.547.038

*** *** ***

483.128

13.030.166

2011

103,5

103,2

102,9

103,8

102,4

97,7

90,1

83,4

79,7

78,4

80,7

80,6

2012

80.238.000

47.842.000

19.836.000

16.570

478.465

20.314.465

2012

80,7

80,1

78,9

77,8

74,4

67,7

59,6

52,6

48,5

47,7

58,7

63,0

2013

101.101.000

67.340.000

18.209.511

30.855

478.403

18.687.914

2013

71,8

73,1

95,8

100,4

96,7

90,8

81,1

73,2

68,4

67,6

66,9

67,3

3.000.000

3.723.000

29.371.000


Variação das Reservas Hídricas

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

17


ARBCAS 60 Anos

Área Regada e Ocupação Cultural

Evolução das áreas regadas e culturas no aproveitamento hidroagricola de Campilhas

ao Serviço da Agricultura

18

Arroz

Milho

Outras

Total regado

1.050

185

0

7

20

1.262

Anos

1956

1.421

73

0

11

28

1.533

1957

595

265

0

14

23

897

1972

388

59

911

0

0

41

1.399

1958

390

179

1

10

21

601

1973

573

102

1.311

0

0

81

2.067

1959

1.062

53

10

9

21

1.155

1974

273

108

1.196

0

0

58

1.635

1960

1.379

71

46

13

21

1.530

1961

1.385

71

108

14

13

1.591

1975

192

179

787

86

0

60

1.304

1962

1.081

7

254

47

15

1.404

1976

48

6

239

4

0

9

306

1963

856

25

389

1

21

1.292

1977

292

207

862

52

0

70

1.483

1964

999

100

340

4

17

1.460

1965

216

0

220

14

30

480

1978

245

107

865

56

0

49

1.322

1966

771

78

249

30

40

1.168

1979

330

78

880

39

0

61

1.388

1967

508

3

339

6

31

887

1968

397

6

411

44

22

880

1980

507

68

634

52

0

70

1.331

1969

954

17

283

13

36

1.303

1981

771

49

667

52

0

92

1.631

1970

991

19

128

31

8

1.177

1982

462

44

616

37

75

76

1.310

1971

576

41

433

13

22

1.085

1972

902

70

255

7

35

1.269

1983

0

45

419

136

58

62

720

1973

1.061

64

212

42

13

1.392

1984

575

0

910

0

0

124

1.609

1974

839

38

360

69

39

1.345

1985

601

148

705

44

6

139

1.643

1975

328

136

322

20

14

820

1976

152

36

178

0

22

388

1986

646

276

376

0

0

68

1.366

1977

1.068

69

116

25

37

1.315

1987

715

651

293

0

0

116

1.775

1978

1.043

27

111

31

44

1.256

1979

1.192

69

113

92

53

1.519

1988

775

766

403

29

8

106

2.087

1980

1.103

46

47

17

31

1.244

1989

970

787

555

33

2

175

2.522

1981

137

22

212

93

29

493

1990

1.152

802

653

100

45

102

2.854

1982

633

17

126

52

21

849

1991

970

455

616

71

27

106

2.245

1992

782

481

91

423

60

153

1.990

1993

147

185

130

1.204

108

186

1.960

1994

256

160

189

1.486

31

154

2.276

1995

17

76

73

990

54

108

1.318

1996

342

877

108

529

28

144

2.028

1997

389

1.259

152

312

41

111

2.264

1998

369

1.604

146

263

141

79

2.602

1999

248

1.593

120

302

58

371

2.692

2000

195

1.704

90

445

265

648

3.347

2001

142

1.464

118

487

408

468

3.087

2002

158

1.702

123

261

278

472

2.994

2003

172

2.109

163

307

374

147

3.272

2004

183

2.050

270

235

165

350

3.253

2005

173

942

269

0

445

542

2.371

2006

173

901

103

35

214

559

1.985

2007

198

1.282

258

87

184

500

2.509

2008

184

1.549

284

230

66

1297

3.610

2009

198

1.150

329

130

155

1730

3.692

2010

201

1.332

111

60

168

1481

3.353

2011

238

1.550

151

31

35

1524

3.529

2012

284

1.786

47

8

75

1598

3.798

2013

260

1.921

97

46

12

1675

4.011

1983

20

0

236

0

0

256

1984

951

67

250

5

47

1.320

1985

1.124

101

134

11

23

1.393

1986

1.144

80

126

0

27

1.377

1987

1.045

176

95

0

11

1.327

1988

1.227

205

98

10

14

1.554

1989

1.204

125

98

15

6

1.448

1990

1.350

101

175

21

24

1.671

1991

1.300

76

182

0

31

1.589

1992

959

100

36

44

154

1.293

1993

23

58

48

3

775

907

1994

555

31

124

8

550

1.268

1995

13

25

80

15

397

530

1996

908

372

72

13

208

1.573

1997

929

409

48

3

110

1.499

1998

845

586

40

26

118

1.615

1999

826

369

36

50

268

1.549

2000

736

247

43

39

479

1.544

2001

877

368

45

55

200

1.545

2002

988

239

109

22

183

1.541

2003

1079

301

105

29

116

1.630

2004

1040

250

130

12

102

1.534

2005

264

99

95

0

223

681

2006

785

53

117

11

71

1.037

2007

958

152

130

49

98

1.387

2008

989

230

134

25

87

1.465

2009

829

71

172

57

56

1.185

2010

974

156

96

86

36

1.348

2011

1048

301

61

8

83

1.501

2012

980

246

96

33

52

1.407

2013

831

302

38

57

162

1.390

Arroz

Milho

Tom ate

Culturas (ha) Prados e Girassol forragens

1955

Evolução das áreas regadas e culturas no aproveitamento hidroagricola do Alto Sado

Evolução das áreas regadas e culturas no aproveitamento hidroagricola de Campilhas

Anos

Culturas (ha) Prados e Tom ate forragens

Outras

Total regado


Área Regada e Ocupação Cultural

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

19


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

20

Área Regada e Ocupação Cultural


Área Regada e Ocupação Cultural

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Evolução das áreas regadas e culturas no aproveitamento hidroagricola da Fonte Serne Culturas (ha) Anos

Arroz

Milho

Tom ate

Outras

Total regado

1979

18

0

18

27

63

1980

21

13

33

17

84

1981

0

28

26

13

67

1982

0

23

21

2

46

1983

2

10

23

0

35

1984

13

46

46

24

129

1985

45

39

54

21

159

1986

55

30

16

19

120

1987

53

59

10

20

142

1988

77

68

5

10

160

1989

87

71

8

6

172

1990

97

92

30

11

230

1991

104

86

5

13

208

1992

64

69

0

9

142

1993

0

0

0

65

65

1994

15

6

0

275

296

1995

0

0

0

85

85

1996

67

78

0

90

235

1997

84

77

0

39

200

1998

84

61

0

42

187

1999

63

75

0

45

183

2000

35

24

0

110

169

2001

82

45

0

49

176

2002

84

55

0

16

155

2003

87

44

0

39

170

2004

85

43

0

44

172

2005

3

11

0

68

82

2006

51

20

0

44

115

2007

83

0

0

27

110

2008

83

39

0

1

123

2009

9

22

0

36

67

2010

83

38

0

21

142

2011

88

52

0

0

140

2012

83

14

0

52

149

2013

88

52

0

7

147

21


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Outros Elementos Estatísticos

Evolução do valor da Taxa de Exploração e da Taxa de Conservação Taxa Explora çã o

Taxa Conservaçã o Ano 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013

Ge ral

--*-5,71% 4,05% 1,30% 6,41% 0,00% 1,20% 0,24% 0,00% 4,76% 4,55% 8,70% 4,00% 3,85% 4,07% 1,42% 1,75% 0,00% 0,00% Aum e nto e m 18 anos : 52,02% Aum e nto anual m é dio: 2,89% 35,0 34,0 33,0 32,0 31,0 30,0 29,0 28,0 27,0 26,0 25,0 24,0 23,0 22,0 21,0 20,0 19,0 18,0 17,0 16,0 15,0 14,0 13,0 12,0 11,0 10,0 9,0 8,0 7,0 6,0 5,0 4,0 3,0 2,0 1,0 0,0

€ € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € € €

17,46 18,46 19,20 19,45 20,70 20,70 20,95 21,00 21,00 22,00 23,00 25,00 26,00 27,00 28,10 28,50 29,00 29,00 29,00

€ € € € € € € € € € € € € € € € € € €

Agricultura

Cult.pe rm ane nte s

--*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*-31,000 31,500 32,000 32,500 32,500 32,500

€ € € € € €

--*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*-1,61% 1,59% 1,56% 0,00% 0,00%

0,0175 0,0185 0,0190 0,0190 0,0180 0,0180 0,0180 0,0190 0,0190 0,0195 0,0195 0,0205 0,0205 0,0205 0,0205 0,0205 0,0205 0,0205 0,0205

€ € € € € € € € € € € € € € € € € € €

Agricultura/Pre cários

--*-5,71% 2,70% 0,00% -5,26% 0,00% 0,00% 5,81% 0,00% 2,63% 0,00% 5,13% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 0,00% 16,72% 0,93%

ano

0,0274 0,0274 0,0284 0,0290 0,0290 0,0300 0,0300 0,0245 0,0245 0,0245 0,0265 0,0270 0,0270 0,0270 0,0270

€ € € € € € € € € € € € € € €

1 6 0 ,0 €

Abas t. Público

--*-0,055 --*-0,057 --*-0,060 --*-0,062 --*-0,064 0,00% 0,064 3,65% 0,066 2,11% 0,067 0,00% 0,067 3,45% 0,069 0,00% 0,069 -18,33% 0,070 0,00% 0,071 0,00% 0,071 8,16% 0,072 1,89% 0,072 0,00% 0,072 0,00% 0,072 0,00% 0,072 0,93% 0,07% ano

€ € € € € € € € € € € € € € € € € € €

p / 1 h a d e m i l h o (6 0 0 0 m 3 / h a )

--*---*-4,55% --*-4,35% --*-4,17% --*-2,40% --*-0,00% --*-3,13% --*-1,76% --*-0,00% --*-2,99% --*-0,00% --*-1,45% --*-1,43% --*-0,00% --*-1,41% --*-0,00% --*-0,00% --*-0,00% 0,083 € 0,00% 0,083 € 27,62% 1,53% ano

1 5 0 ,0 €

--*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*---*-0,00%

1 4 0 ,0 €

1 3 0 ,0 €

1 2 0 ,0 €

1 1 0 ,0 €

1 0 0 ,0 €

9 0 ,0 €

8 0 ,0 €

7 0 ,0 €

6 0 ,0 €

5 0 ,0 €

1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 2011 2012 2013 2014 € /h a 1 2 2 ,2 0 1 2 9 ,1 8 1 3 2 ,9 3 1 3 3 ,1 7 1 2 8 ,4 4 1 2 8 ,4 4 1 3 1 ,6 8 1 3 5 ,0 2 1 3 5 ,0 2 1 3 9 ,0 0 1 4 0 ,0 0 1 4 8 ,0 0 1 4 9 ,0 0 1 5 0 ,0 0 1 5 1 ,1 0 1 5 1 ,5 0 1 5 2 ,0 0 1 5 2 ,0 0 1 5 2 ,0 0 1 5 2 ,0 0

ARBCAS - Evolução da Taxa de Conservação 32,00 €

Culturas permanentes

32,50 €

32,50 €

32,50 €

3 1 .0 0 0 .0 0 0

A R B C A S - E v o lu ç ã o d o v o lu m e f o r n e c id o

3 0 .0 0 0 .0 0 0

31,50 €

32,50 €

30,00 €

2 9 .0 0 0 .0 0 0 2 8 .0 0 0 .0 0 0 29,00 €

28,50 €

26,00 €

29,00 €

29,00 €

29,00 €

2 5 .0 0 0 .0 0 0

28,10 €

2 4 .0 0 0 .0 0 0 2 3 .0 0 0 .0 0 0

23,00 € 21,00 € 20,70 €

20,95 €

2 7 .0 0 0 .0 0 0 2 6 .0 0 0 .0 0 0

27,00 € 25,00 €

2 2 .0 0 0 .0 0 0

22,00 €

2 1 .0 0 0 .0 0 0

21,00 €

2 0 .0 0 0 .0 0 0

20,70 € 19,45 €

1 9 .0 0 0 .0 0 0

19,20 €

1 8 .0 0 0 .0 0 0

18,46 €

1 7 .0 0 0 .0 0 0

17,46 €

1 6 .0 0 0 .0 0 0 1 5 .0 0 0 .0 0 0 1 4 .0 0 0 .0 0 0 1 3 .0 0 0 .0 0 0 1 2 .0 0 0 .0 0 0 1 1 .0 0 0 .0 0 0

M é d ia 1 9 9 6 -2 0 1 3 : 2 4 .1 7 1 .0 0 0 m 3 /a

1 0 .0 0 0 .0 0 0

no

9 .0 0 0 .0 0 0 8 .0 0 0 .0 0 0 7 .0 0 0 .0 0 0 6 .0 0 0 .0 0 0 5 .0 0 0 .0 0 0 4 .0 0 0 .0 0 0 3 .0 0 0 .0 0 0 2 .0 0 0 .0 0 0 1 .0 0 0 .0 0 0 0 m3

1995

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

1995 3 .3 3 6 .9

1996 2 4 .0 2 8 .

1997 2 6 .4 6 5 .

1998 2 8 .6 0 9 .

1999 2 5 .7 9 5 .

2000 1 9 .5 5 5 .

2001 2 2 .0 0 0 .

2002 2 4 .5 0 0 .

2003 2 4 .2 1 8 .

2004 2 7 .7 9 7 .

2005 1 8 .8 0 0 .

2006 1 7 .0 0 0 .

2007 2 1 .7 0 0 .

2008 2 6 .7 4 8 .

2009 2 2 .8 9 0 .

2010 2 2 .2 9 8 .

2011 2 4 .0 2 6 .

2009 4941

2010 4893

2011 5224

2012 3 0 .5 2 9 .

2013 2 8 .1 1 6 .

2014

6 .0 0 0 0,0250 €

E v o l u ç ã o d o c u s to d a T a x a d e E x p l o r a ç ã o e d e C o n s e r v a ç ã o

Abas t. Indus trial

ARBCAS - Evolução da Taxa de Exploração

A R B C A S - E v o lu ç ã o d a á r e a r e g a d a

0,0240 €

5 .5 0 0

0,0230 € 0,0220 €

0,0205 €

0,0210 € 0,0200 €

0,0185 €

0,0190 € 0,0190 € 0,0180 € 0,0180 €

0,0190 €

0,0190 € 0,0185 €

0,0190 €

0,0205 € 0,0205 €

0,0205 €

0,0205 €

0,0205 €

5 .0 0 0

0,0195 € 0,0195 € 0,0205 €

0,0205 €

0,0205 €

4 .5 0 0

0,0175 € 0,0180 €

4 .0 0 0

0,0170 € 0,0160 €

3 .5 0 0

0,0150 € 0,0140 €

3 .0 0 0

0,0130 € 0,0120 €

2 .5 0 0

0,0110 €

M é d ia 1 9 9 6 - 2 0 1 3 : 4 .7 2 7 h a / a n o

0,0100 €

2 .0 0 0

0,0090 € 0,0080 €

1 .5 0 0

0,0070 € 0,0060 €

1 .0 0 0

0,0050 € 0,0040 €

500

0,0030 € 0,0020 € 0,0010 €

0

0,0000 €

1995

22

1996

1997

1998

1999

2000

2001

2002

2003

2004

2005

2006

2007

2008

2009

2010

2011

2012

2013

2014

ha

1995 1988

1996 4214

1997 4247

1998 4718

1999 4487

2000 5350

2001 5034

2002 4945

2003 5345

2004 5235

2005 3208

2006 3138

2007 4006

2008 5199

2012 5349

2013 5544


ARBCAS 60 Anos

Gestão da Rega As obras de rega geridas pela ARBCAS foram projetadas e concebidas em termos estruturais de acordo com um sistema de rega por gravidade, com regulação clássica por montante. Desta forma o sistema de distribuição de água reage em função de pedidos de água efetuados antecipadamente pelos regantes, cabendo á entidade gestora recolher os pedidos, efetuar os cálculos dos caudais setoriais e globais a fornecer, organizar as aberturas e efetuar a distribuição, diferida em 12 a 24 horas, em função das solicitações, procurando optimizar esta gestão de água por forma a que não falte nem se venha a perder pelos terminais.

Para um adequado planeamento da rega, considerando que a água é um recurso limitado e tendo em vista uma boa gestão da campanha de rega, todos os regantes devem efectuar uma inscrição previa, indicando as áreas e as culturas a efetuar nos prédios dos quais são titulares. Com base nessas inscrições, sabendo-se o somatório das áreas e das culturas a regar, sabendo-se da disponibilidade de água em cada obra de rega e estimando-se o nível de perdas, com base nas médias históricas dos últimos anos, é elaborado o plano de rega.

Trata-se de um sistema “clássico”, ainda dos mais implantados em todo o mundo e também em Portugal, o qual está progressivamente a ser substituído por sistemas de rega por pressão, os quais reagem por jusante, em termos imediatos, aos consumos dos regantes. As obras de rega baseadas em sistemas de distribuição por gravidade com regulação clássica por montante estão muito dependentes da presença experiência e intervenção humana, sendo de difícil automatização. Assim, o modelo de gestão da rega da ARBCAS procura adaptar-se aos condicionalismos estruturais impostos pela forma como foram concebidas as obras, procurado maximizar a eficiência de um sistema que por norma não permitiria muita flexibilidade na sua gestão.

ao Serviço da Agricultura

Este documento define as regras de trabalho da ARBCAS e dos regantes, nomeadamente as dotações atribuídas em função das culturas e das áreas, bem como as regras básicas de funcionamento, tais como horários de aberturas e fechos de água, forma de efectuar os pedidos, etc.

Inscrições para rega

Plano de rega Área inscrita Culturas inscritas

Consulta aos regantes (Assembleia Geral)

O plano de rega é aprovado pelos sócios da ARBCAS, o que permite uma grande proximidade entre os objetivos da Associação e dos Regantes, facilitando assim a gestão da obra de rega.

Campanha de rega Registo de volumes das albufeiras Registo de pedidos

Emissão extratos de consumo Registo de volumes nas tomadas de água Registo de fornecimentos Registo estatísticos de fornecimentos Emissão de taxas Elaboração da carta agrícola

Elaboração de relatórios

23


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Gestão da Rega

Para melhorar a gestão do sistema de distribuição de água implementou-se:

p Redefinição e optimização de cantões de rega p Alteração dos horárias de rega e formas de registo p Melhoria do sistema de comunicações moveis (entre os funcionários da ARBCAS e entre os regantes) p Melhoria do sistema de comunicações terrestres (meios de transporte e rodovias rurais) p Sistemas de automatizações nos principais orgão e estruturas das obras (monitorizações, telecomandos) p Sistemas informáticos de apoio à gestão (SIG, registo e gestão de dados da rega, automatizações) p Melhoria do sistema de intervenção rápida de reparações Objectivos da modernização da gestão da rega:

p Melhorar a qualidade do serviço prestado aos regantes (maior rapidez, maior precisão) p Redução das perdas de água p Redução de custos operacionais p Maior interacção com os regantes

O organigrama de funcionamento dos serviços técnicos da ARBCAS tem procurado adaptar-se às necessidades e exigências dos regantes, mesmo tendo por limitação os condicionalismos estruturais da obras de rega. Hoje, com menos recursos humanos e menos custos operacionais, efectuamos um serviço mais eficiente, procurando responder às exigências dos regantes.

Saber Gerir a Água Servindo o Mundo Rural e a Economia Regional, em Harmonia com o Ambiente 24


Organização Interna

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Por alvará de 15 de junho de 1954 foi constituída a "Associação de Regantes e Beneficiários de de Campilhas e S.Domingos", transferindo-se, assim, a responsabilidade de exploração e conservação deste aproveitamento, até então a cargo da Direcção Geral dos Serviços Hidráulicos. Com a integração do aproveitamento do Alto Sado nesta Associação, foi constituído novo alvará em 20 de fevereiro de 1971, passando então a denominar-se "Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado", mantendo a sua sede em Alvalade. A efetiva exploração e conservação da obra do Alto Sado por esta Associação apenas se registou a partir de 1985, por transferência da D.G.S.H., o mesmo acontecendo relativamente à obra da Fonte de Serne, cuja exploração se havia iniciado em 1978. Em 1995, por força da nova legislação entretanto publicada - Decreto Lei nº 269/82 e Decreto Regulamentar nº 84/82 - foram aprovados os novos Estatutos, os quais, por Despacho do Ministro da Agricultura viriam a ser aprovados em 17/11/1995. Em dezembro de 1995 a ARBCAS foi reconhecida como Pessoa Coletiva de Direito Público, através da Portaria nº 386 de 07/12/95. Em 15/04/2013 foi assinado Contrato de Concessão com a DGADR, conforme minuta aprovada por Despacho nº 5000/2013 de 04/04/2013 do Secretário de Estado das Florestas e Desenvolvimento Rural (DR nº72/2ª Série de 12/04/2013). Apenso a este compromisso está o Contrato de Concessão/Título de Recursos Hídricos nº 3/CSB/SD/2011 emitido em 30/09/2011 pela APA/ARH Alentejo. Subscritores da fundação da ARBCAS

Tutela da ARBCAS:

25


ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Organização Interna

Enquadramento legal A ARBCAS rege-se pelo regime jurídico dos aproveitamentos hidroagrícolas, aprovado pelo Decreto-Lei 269/82, de 10 de julho, na redação que lhe foi dada pelo Decreto-Lei 86/2002, de 6 de abril, bem como pelo Decreto Regulamentar 84/82 de 4 de novembro, conforme Decreto-Lei n.º 169/2005, de 26 de setembro. Regulamentam ainda a vida da associação a Portaria n.º 1473/2007, de 15 de novembro com as revisões efectuadas pela Portaria n.º 1001/2009, de 8 de setembro, no que diz respeito ao contrato de concessão.

26


Corpos Sociais Atuais

VOGAIS EFETIVOS:

ASSEMBLEIA GERAL - Dr. José Abílio Branco dos Santos Matos, sócio nº 119 - Eng. Isidro Alberto Silva Santos, sócio nº 103 - D. Maria Edite Costa de Moura Botelho, sócio nº 283 - José Jacinto da Luz Brito Pais, sócio nº 237 representado por José Tiago Botelho Brito Pais - Carlos M.P.Parreira do Amaral, sócio nº 1223 DIREÇÃO - Joaquim Matias Chainho, sócio nº 204 - António Brito Raposo, sócio nº 45 - Joaquim António Mestre Sobral, sócio nº 68

VOGAIS SUBSTITUTOS: - Maria Isabel L. M. Brazão Santos, sócio nº 282, representada por António M. P. A. Brazão Santos - Val Ourimo, Imobiliária Lda, sócio nº 286, representada por Engº Carlos Higgs Madeira - António Manuel Revez Guerreiro, sócio nº 56 PRESIDENTE: VOGAIS EFETIVOS: JURADO:

JÚRI AVINDOR - Engº Luís Manuel B. M. Didelet, nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo - D.Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, sócio nº 97, representada por Eng. Manuel José Silva de Almeida - Francisco Ventura Matias, nomeado pela Associação de Agricultores do Litoral Alentejano

Joaquim Matias Chainho Pres. Direção 2006/2014 (em funções)

António Brito Raposo Vogal da Direção 1997/2014 (em funções)

ao Serviço da Agricultura

Homenagem do Governo Civil do Distrito de Setúbal por ocasião do 50º Aniversário, por reconhecimento dos relevantes serviços prestados à comunidade. Setúbal, 10 de dezembro de 2004 A Governadora Civil do Distrito de Setúbal, Maria das Mercês Borges

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 2012/2014

PRESIDENTE: VICE-PRESIDENTE: SECRETÁRIOS:

ARBCAS 60 Anos

Por ocasião do 50º Aniversário da ARBCAS a Camara Municipal de Santiago do Cacém assinala o seu reconhecimento pelo trabalho prestado em prol do desenvolvimento económico da região. 10 de dezembro de 2004. O Presidente da C.M.S.C., Victor Proença

Dr.José Abilio Santos Matos Pres.Ass.Geral 1997/2014 (em funções)

Tutela da A.R.B.C.A.S.:

Engº Manuel Amaro Figueira Representante do Estado 1991/2014 (em funções)

Joaquim António Mestre Sobral Vogal da Direção 1997/2014 (em funções)

Cargos Executivos DIRECTOR ADJUNTO E SECRETÁRIO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins CHEFE DO SERV. DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng.António Manuel Martins Raposo CHEFE DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS: Dra. Maria da Luz Silva TÉCNICO DE CONTAS: Dra. Maria da Luz Silva FISCAL DE REGA: Joaquim Eduardo Rodrigues

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ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Corpos Sociais.Histórico

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1954 /1957

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1967 /1969

ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: José Aires Mateus; VICE-PRESIDENTE: José Miguel de Jesus; SECRETÁRIOS: António Joaquim de Mato; Manuel Pereira Dâmaso DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº José Augusto de Mira Galvão;VOGAIS EFECTIVOS: José Manuel Sabido Beja da Costa; Francisco António Botelho; VOGAIS SUBSTITUTOS: Francisco Beja da CostA;António Eduardo; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Amadeu António de Freita; Engº José Luís Abecassi; Engº Mário Tavares Farinha JÚRI AVINDOR : PRESIDENTE: José Agostinho Varela Pereira; VOGAL EFECTIVO: Dr. Manuel Gonçalves Espada; VOGAL SUBSTITUTO: Joaquim da Silva Brito Pais; JURADO: António Vilhena Pereira. SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Dr. António Rodrigues Lufinha; VICEPRESIDENTE: António de Aboim Champalimoud Barahona; SECRETÁRIOS: António Joaquim de Matos; Luís Vilhena Nobre DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº José Augusto de Mira Galvão (até 13/06/67); Engº Fausto Cabral de Araújo; VOGAIS EFECTIVOS: Dr. Bento Parreira do Amaral; João dos Santos Serrão; VOGAIS SUBSTITUTOS: Dr. Manuel Gonçalves Espada; Joaquim António de Moura Botelho; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Armando Luís Marques Moreira JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: José Agostinho Varela Pereira; VOGAL EFECTIVO: Francisco Arraes Pidwell Beja da Costa; VOGAL SUBSTITUTO: Joaquim da Silva Brito Pais; JURADO: António Páscoa de Jesus SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1958 /1960

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1970 /1972

ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: José Aires Mateus; VICE-PRESIDENTE: José Miguel de Jesus; SECRETÁRIOS: António Joaquim de Matos; Manuel Pereira Dâmaso DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº José Augusto de Mira Galvão; VOGAIS EFECTIVOS: José Manuel Sabido Beja da Costa; Francisco Arraes Pidwell Beja da Costa; VOGAIS SUBSTITUTOS: Jaime Gonçalves Espada; António Eduardo; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Mário Tavares Farinha; Engº Amadeu António de Freitas JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: José Agostinho Varela Pereira; VOGAL EFECTIVO: Dr. Manuel Gonçalves Espada; VOGAL SUBSTITUTO: Joaquim da Silva Brito Pais; JURADO: António Vilhena Pereira SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1961 /1963 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: José Aires Mateus; VICE-PRESIDENTE: António de Aboim Champalimoud Barahona; SECRETÁRIOS: António Joaquim de Matos; Carlos de Brito Lança DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº José Augusto de Mira Galvão; VOGAIS EFECTIVOS: Jaime Gonçalves Espada; João dos Santos Serrão; VOGAIS SUBSTITUTOS: Leonor Lopes da Silva Falcão; Joaquim António Mestrinho; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Amadeu António de Freitas; Engº Mário Tavares Farinha JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: José Agostinho Varela Pereira; VOGAL EFECTIVO: Dr. Manuel Gonçalves Espada; VOGAL SUBSTITUTO: Joaquim da Silva Brito Pais; JURADO: António Vilhena Pereira SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1964 /1966 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: José Aires Mateus; VICE-PRESIDENTE: António de Aboim Champalimoud Barahona; SECRETÁRIOS: António Joaquim de Matos; Luís Vilhena Nobre DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº José Augusto de Mira Galvão; VOGAIS EFECTIVOS: Jaime Gonçalves Espada; João dos Santos Serrão; VOGAIS SUBSTITUTOS: Maria da Conceição Cabral Parreira do Amaral; Joaquim António de Moura Botelho; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Mário Tavares Farinha Engº Armando Luís Marques Moreira JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: José Agostinho Varela Pereira; VOGAL EFECTIVO: Dr. Manuel Gonçalves Espada; VOGAL SUBSTITUTO: Joaquim da Silva Brito Pais; JURADO: António Vilhena Pereira SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

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ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Dr. António Rodrigues Lufinha; VICEPRESIDENTE: António de Aboim Champalimoud Barahona; SECRETÁRIOS: António Joaquim de Matos; Luís Vilhena Nobre DIRECÇÃO; PRESIDENTE: Engº Fausto Cabral de Araújo; VOGAIS EFECTIVOS: Dr. Manuel Gonçalves Espada;João dos Santos Serrão; VOGAIS SUBSTITUTOS: Dr. Bento Parreira do Amaral;Joaquim António de Moura Botelho; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Armando Luís Marques Moreira JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: José Agostinho Varela Pereira; VOGAL EFECTIVO: Francisco Arraes Pidwell Beja da Costa; VOGAL SUBSTITUTO: Joaquim da Silva Brito Pais; JURADO: António Páscoa de Jesus SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1973 /1975 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Dr. Bento Parreira do Amaral; VICEPRESIDENTE: António de Aboim Champalimoud Barahona; SECRETÁRIOS: José Manuel de Aires Mateus; Engº José Farrajota Ramos DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº Fausto Cabral de Araújo; VOGAIS EFECTIVOS:Dr. Manuel Gonçalves Espada; Dr. Francisco Maria Dias Junior; João dos Santos Serrão; VOGAIS SUBSTITUTOS: Joaquim José Magro Espada; Joaquim António de Moura Botelho;Francisco Manuel Gomes; VOGAL REPRESENTANTE DA D.G.S.H: Engº Armando Luís Marques Moreira JÚRI AVINDOR; PRESIDENTE: Engº Manuel António Falcão Beja da Costa; VOGAL EFECTIVO: Francisco Arraes Pidwell Beja da Costa; VOGAL SUBSTITUTO: António Joaquim de Matos; JURADO: António Páscoa de Jesus SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras

CORPOS SOCIAIS - Comissão Administrativa: 23/01/1976 a 05/04/1991 PRESIDENTE: Engº Francisco José Estevam Avé Maria de Menezes (até 07/05/84) Engº Francisco Joaquim Barata da Silva (até 09/11/90) Engº Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira (11/01/91 a 05/04/91) VOGAIS: José Guerreiro Gois (até 07/05/84) António Maria Candeias (até 07/05/84) Joaquim José Magro Espada (07/05/84 a 05/04/91) António Joaquim de Matos (07/05/84 a 05/04/91) Francisco Manuel Gomes (07/05/84 a 05/04/91) SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras


Corpos Sociais.Histórico CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1991 /1993 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Engº José Manuel Alves Aires Mateus: VICEPRESIDENTE: Dr. José Abílio Branco dos Santos Matos; SECRETÁRIOS: Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, representada pelo Eng. Manuel José Silva de Almeida; Gertrudes Alves da Costa Mendonça Veríssimo Batista, representada por Pedro Manuel Alves Mendonça Veríssimo Batista REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Engº José Guerreiro Banza; VOGAIS EFECTIVOS: António Manuel Gonçalves Revez Guerreiro; Balder, Sociedade Agrícola, Lda, representada por António Cyrne de Sousa Franco; VOGAIS SUBSTITUTOS: Eng. José Francisco Falcão Beja Costa; Francisco Ventura Matias;António Brito Raposo JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: Engº. António Amaro Freire Marreiros Figueira nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAL EFECTIVO: António Joaquim de Matos; VOGAL SUBSTITUTO: Eng. Joaquim José Magro Espada; JURADO: José Alexandre Costa Simões SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras OUTROS CARGOS: SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. Luís António Guiomar; ASSESSOR DA DIRECÇÃO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; TÉCNICO DE CONTAS: António Augusto Barreiras CHEFE DE SECRETARIA: António Augusto Barreiras

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1994 /1996 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Engº José Manuel Alves Aires Mateus;VICEPRESIDENTE: Dr.José Abílio Branco dos Santos Matos; SECRETÁRIOS: Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, representada por Eng.Manuel José Silva de Almeida; Gertrudes Alves da Costa Mendonça Veríssimo Batista, representada por Pedro Manuel Alves Mendonça Veríssimo Batista REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Carlos Maria Pimentel Parreira do Amaral; VOGAIS EFECTIVOS: António Manuel Gonçalves Revez Guerreiro; Francisco Ventura Matias; VOGAIS SUBSTITUTOS: Eng. José Francisco Falcão Beja Costa; António Brito Raposo; Joaquim António Mestre Sobral JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: Engº. António Amaro Freire Marreiros Figueira nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAL EFECTIVO: António Joaquim de Matos; VOGAL SUBSTITUTO: Eng. Joaquim José Magro Espada; JURADO: José Alexandre Costa Simões SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras OUTROS CARGOS: DIRECTOR ADJUNTO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. Luís António Guiomar; TÉCNICO DE CONTAS: António Augusto Barreiras; CHEFE DE SECRETARIA: Hilda de Jesus Caixinha

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 1997 /1999 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Dr. José Abílio Branco dos Santos Matos; VICEPRESIDENTE: Eng. Isidro Alberto Silva Santos; SECRETÁRIOS: Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, representada pelo Eng. Manuel José Silva de Almeida; Gertrudes Alves da Costa Mendonça Veríssimo Batista, representada por Pedro Manuel Alves Mendonça Veríssimo Batista REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Eng. José Francisco Falcão Beja Costa; VOGAIS EFECTIVOS: António Brito Raposo; Joaquim António Mestre Sobral; VOGAIS SUBSTITUTOS: Engº. António Manuel Alves Gamito Matos; Francisco Manuel Gomes; Joaquim Matias Chainho JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: Engº. António Amaro Freire Marreiros Figueira, nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAL EFECTIVO: António Joaquim de Matos; VOGAL SUBSTITUTO: Engº. Joaquim José Magro Espada; JURADO: José Alexandre Costa Simões SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras OUTROS CARGOS: DIRECTOR ADJUNTO: Engº. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. Luís António Guiomar; TÉCNICO DE CONTAS: António Augusto Barreiras; CHEFE DE SECRETARIA: Hilda de Jesus Caixinha

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 2000 /2002 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Dr. José Abílio Branco dos Santos Matos; VICEPRESIDENTE: Eng. Isidro Alberto Silva Santos; SECRETÁRIOS: Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, representada pelo Eng. Manuel José Silva de Almeida; Gertrudes Alves da Costa Mendonça Veríssimo Batista, representada por Pedro Manuel Alves Mendonça Veríssimo Batista REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Eng. José Francisco Falcão Beja Costa; VOGAIS EFECTIVOS: António Brito Raposo; Joaquim António Mestre Sobral; VOGAIS SUBSTITUTOS: Eng. António Manuel Alves Gamito Matos; Joaquim Matias Chainho;Wilhelmus Adrianus H. De Bruijn JÚRI AVINDOR; PRESIDENTE: Engª. Conceição Pessoa, nomeada pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAL EFECTIVO: António Joaquim de Matos; VOGAL SUBSTITUTO: Eng. Joaquim José Magro Espada; JURADO: José Alexandre Costa Simões SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras OUTROS CARGOS: DIRECTOR ADJUNTO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. Luís António Guiomar; TÉCNICO DE CONTAS: António Augusto Barreiras; CHEFE DE SECRETARIA: Hilda de Jesus Caixinha

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ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

Corpos Sociais.Histórico

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 2003 /2005 ASSEMBLEIA GERAL: PRESIDENTE: Dr. José Abílio Branco dos Santos Matos; VICEPRESIDENTE: Eng. Isidro Alberto Silva Santos; SECRETÁRIOS: Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, representada pelo Eng. Manuel José Silva de Almeida; Gertrudes Alves da Costa Mendonça Veríssimo Batista, representada por Pedro Manuel Alves Mendonça Veríssimo Batista REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO; PRESIDENTE: Eng. José Francisco Falcão Beja Costa; VOGAIS EFECTIVOS: António Brito Raposo; Joaquim António Mestre Sobral; VOGAIS SUBSTITUTOS: Eng. António Manuel Alves Gamito Matos; Joaquim Matias Chainho; Wilhelmus Adrianus H. de Bruijn JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: Eng. Manuel Afonso Parreira, nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAL EFECTIVO: António Joaquim de Matos; JURADO: Francisco Ventura Matias SECRETÁRIO: António Augusto Barreiras OUTROS CARGOS: DIRECTOR ADJUNTO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. Luís António Guiomar; TÉCNICO DE CONTAS: António Augusto Barreiras; CHEFE DE SECRETARIA: Hilda de Jesus Caixinha

CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 2006 /2008 ASSEMBLEIA GERAL : PRESIDENTE: Dr.José Abílio Branco dos Santos Matos; VICEPRESIDENTE: Eng.Isidro Alberto Silva Santos; SECRETÁRIOS: Maria Nunes Matos Loucão de Almeida, representada pelo Eng.Manuel José Silva de Almeida; D.Maria Edite C.de Moura Botelho REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Joaquim Matias Chainho; VOGAIS EFECTIVOS: António Brito Raposo; Joaquim António Mestre Sobral; VOGAIS SUBSTITUTOS: Maria Isabel L. M. Brazão Santos, representada por António M. P. A.. Brazão Santos; Soc. Agro-Pecuária Felicidade e Filho, representada por Eduardo António Felicidade; Val Ourimo, Imobiliária Lda, representada por Engº Carlos Higgs Madeira, JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: Engº Manuel Afonso Parreira, nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAL EFECTIVO: António Manuel Revez Guerreiro; JURADO: Francisco Ventura Matias SECRETARIO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins OUTROS CARGOS: DIRECTOR ADJUNTO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. António Manuel Martins Raposo; TÉCNICO DE CONTAS: Dra. Maria da Luz Silva; CHEFE DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS: Dra. Maria da Luz Silva

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CORPOS SOCIAIS - TRIÉNIO 2009 /2011 ASSEMBLEIA GERAL :PRESIDENTE: Dr. José Abílio Branco dos Santos Matos; VICEPRESIDENTE: Eng. Isidro Alberto Silva Santos; SECRETÁRIOS: D. Maria Edite Costa de Moura Botelho; José Jacinto da Luz Brito Pais, representado por José Tiago Botelho Brito Pais. REPRESENTANTE DO ESTADO: Eng. Manuel Amaro Freire Marreiros Figueira DIRECÇÃO: PRESIDENTE: Joaquim Matias Chainho; VOGAIS EFECTIVOS: António Brito Raposo; Joaquim António Mestre Sobral; VOGAIS SUBSTITUTOS: - Maria Isabel L. M. Brazão Santos, representada por António M. P. A.. Brazão Santos; Val Ourimo, Imobiliária Lda, representada por Engº Carlos Higgs Madeira; António Manuel Revez Guerreiro. JÚRI AVINDOR: PRESIDENTE: Engº Manuel Afonso Parreira, nomeado pela Direcção Regional de Agricultura do Alentejo; VOGAIS EFECTIVOS: D.Maria Nunes Matos Loucão de Almeida; JURADO: Francisco Ventura Matias SECRETARIO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins OUTROS CARGOS: DIRECTOR ADJUNTO: Eng. Ilídio José Sabino Gonçalves Martins; SERVIÇO DE EXPLORAÇÃO E CONSERVAÇÃO: Eng. António Manuel Martins Raposo; TÉCNICO DE CONTAS: Dra. Maria da Luz Silva; CHEFE DOS SERVIÇOS ADMINISTRATIVOS: Dra. Maria da Luz Silva


Notas Finais Engº José Augusto da Mira Galvão

ARBCAS 60 Anos

ao Serviço da Agricultura

António Augusto Barreiras

Presidente da Direcção da ARBCAS entre 1954 e 1967. Foi o grande impulsionador da obra de rega de Campilhas e das bases de organização da ARBCAS, entregando todo o seu conhecimento, capacidade e entusiasmo em prol do regadio desta região.

Engº Fausto Cabral de Araújo Pres. Direção 1967/1975

Acompanhou, assessorou e executou as decisões dos orgãos sociais da ARBCAS desde a sua fundação. Na qualidade de Secretário da Direcção e de técnico de contas, levou à prática, durante mais de 50 anos, a tarefa de organizar os serviços administrativos da ARBCAS. Com empenho, competência e profissionalismo irrepreensível, foi um dos elementos desta organização que mais contribuiu para o sucesso da ARBCAS. Os regantes admiram e reconhecem o trabalho deste Transmontano que se viria a “naturalizar” Alentejano, para bem desta região.

Hilda de Jesus Caixinha Engº José Guerreiro Banza Pres. Direção 1991/1993

Carlos Maria P. Parreira do Amaral Pres. Direção 1994/1996

Engº José Francisco Falcão Beja Costa Pres. Direção 1997/2005

Admitida em quinze de novembro de 1966 na categoria de 3º Escriturário, esta funcionária foi um dos pilares da organização da Associação, tendo desempenhado com grande empenho, lealdade e brio profissional, funções de grande responsabilidade na ARBCAS, durante 39 anos. Em 11/07/2005 reformou-se, terminando o vínculo á ARBCAS na categoria de Escriturário Assessor e Chefe de Secretaria.

Engº Luís António Guiomar Admitido em um de julho de 1964 na categoria de Regente Agrícola, este funcionário desempenhou com grande empenho, lealdade e brio profissional, funções de grande responsabilidade na ARBCAS, durante 40 anos. O bom desempenho e funcionalidade da obra de rega muito devem à capacidade deste técnico. Em 09/10/2004 reformou-se, terminando o vínculo á ARBCAS na categoria de Engenheiro Técnico e Chefe do Serviço de Exploração e Conservação.

Engº Manuel Amaro Figueira

O primeiro Presidente da Direcção e o primeiro funcionário da ARBCAS, bem como alguns regantes de 1954, estiveram presentes na cerimónia dos 50 anos da constituição desta Associação, tendo testemunhado um passado de esforço e dedicação dos dirigentes, técnicos, funcionários e regantes de Campilhas e Alto Sado.

Assumiu funções na ARBCAS em 11/01/1991 como Presidente da Comissão Administrativa. Desde 06/04/1991 tem acompanhado directamente a vida da Associação como Representante do Estado. Muito além da sua função institucional e legal, o Engº Manuel Amaro tem sido um precioso colaborador das diversas Direcções da ARBCAS , dispondo com generosidade, profissionalismo e abnegação o seu conhecimento e experiência no apoio das decisões que têm vindo a ser tomadas.

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ARBCAS 60 Anos

ao Serviรงo da Agricultura

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ARBCAS 60 Anos

ao Serviรงo da Agricultura

Estrada Nacional 261/2 Alvalade 7565-014 ALVALADE Tel: 269 595 127 / 269 590 034 Fax: 269 590 035 arbcas@sapo.pt www.arbcas.pt


ARBCAS 60 Anos

ao Serviรงo da Agricultura

รGUA . AGRICULTURA . AMBIENTE

ARBCAS Livro 60 Anos  

Publicação institucional da Associação de Regantes e Beneficiários de Campilhas e Alto Sado (ARBCAS) relativa à comemoração dos 60 anos

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