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Testamento, com todos os livros escritos na língua hebraica. Apenas não foi encontrado o Livro de Ester. O Livro do Profeta Isaías, por exemplo, está manus­ crito em 17 folhas de pergaminho, cada folha com 26 cm de altura por 7, 15m (sete metros e quinze centímetros) de com­ primento. Toda esta área recoberta com linda caligrafia em hebraicol O mesmo acontece com o Pentateuco, com os livros dos Salmos, de Jeremias, de Oséias, de Amós, de Miquéias, de Zacarias, de Malaquias, etc. Os livros de todos os profetas já estavam escritos um século antes de Jesus Cristo nascer. Admirável é que o texto biblico conhecido um século antes de Cristo coincide com o texto biblico conhecido vinte séculos depois de Cristo. O que está impresso hoje, estava escrito um século antes de o Messias nascer. Nesse ponto reside a contribuição decisiva da ciên­ cia arqueológica para o Cristianismo e para a Humanidade. Tudo o que foi dito de Jesus Cristo no Antigo Testa­ mento foi realmente predito e não introduzido por piedosos copistas e modificado por escriturólogos cristãos. Quando o profeta Miquéias profetisa que o Messias nasceria na cida­ de X, a cidade nomeada por ele foi, realmente, Belém e não outra que teria sido substituída por Belém em cópias e fatos posteriores ao nascimento do Mestre. O mesmo acontece com cada fato anunciado e ocorrido com Jesus. Os documentos de Qumran ou manuscritos do Mar Morto como também são chamados, trouxeram esta confir­ mação para nós cristãos. Hoje sabemos pelas Ciências, que o relato A Paixão de Cristo segundo Isaias, foi profética e inspirada, porque a lemos e a tocamos nos manuscritos do Mar Morto.

BIBLIOGRAFIA João Mohana, O Mundo e Eu, 1978 - 7' edição.

Revista do IHGP - Vol. 10  
Revista do IHGP - Vol. 10  

Revista do Instituto Histórico e Geográfico de Piracicaba.

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