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A Alienação parental diz respeito a uma dinâmica familiar mais frequente em situações de separação ou divórcio, em que a criança ou adolescernte expressa face a um dos pais, de forma persistente e gradual, senƟmentos negativos intensos, como a raiva, o medo e a rejeição, que pode ser parcial ou total. Estes senƟmentos são expressos de uma forma irrazoável, ou seja, sem que se idenƟfique uma vivência real negaƟva com aquele progenitor, que jusƟfique esta rejeição. A alienação pode ser potenciada por diversas situações, antes, durante e após a separação ou divórcio dos pais como, por exemplo, uma história prévia de conflito no casal, o envolvimento da criança em assuntos relativos à conjugalidade, determinadas caracterísƟcas de personalidade dos pais, idade, capacidade cogniƟva e temperamento da criança. A relação que a criança mantém com os pais pode ser situada num conƟnuum, desde as situações em que: (a) a criança mantém uma relação posiƟva com ambos os pais embora possa senƟr maior afinidade com um deles; (b) a criança estabelece uma aliança com um dos pais, mantendo com este uma relação privilegiada, podendo revelar algum afastamento face ao outro; e (c) a criança rejeita um dos pais, sem qualquer ambivalência ou dúvida. Nesta úlƟma situação, e na ausência de moƟvos realistas que jusƟfiquem esta recusa, considera-se que a criança poderá estar a vivenciar um processo de alienação patológica.

O QUE É A ALIENAÇÃO PARENTAL?

O progenitor rejeitado confronta-se, frequentemente, com situações diversas como, por exemplo, não lhe ser permiƟdo contactar o seu filho/a, presencialmente ou através de outros meios de comunicação, ou ainda ser-lhe negado o acesso a informações escolares ou de saúde do seu filho.

Frequentemente, a criança envolvida nesta dinâmica familiar exibe algumas caracterísƟcas como, por exemplo:  apresentação de jusƟficações triviais e pouco consistentes para a rejeição face ao progenitor (ex: ‘não quero estar com o meu pai porque ele passa muito tempo ao telemóvel a falar com os amigos’; ‘não quero ir à minha mãe porque ela não tem o canal de televisão que eu gosto’);  por vezes, as jusƟficações apresentadas dizem respeito a assuntos da conjugalidade (ex: ‘não gosto do meu pai porque ele traíu a minha mãe’) ou outros que a criança não poderia ter vivenciado (ex: ‘não quero ver a minha mãe porque ela quis fazer um aborto quando soube que estava grávida de mim’). percepção rígida de um progenitor (com quem estabelece aliança) como totalmente bom (ex: ‘a minha mãe é perfeita, não mudava nada nela’) e do outro (que rejeita) como totalmente mau (ex: ‘o meu pai só tem anƟ-qualidades, não tem nada de bom’). extenção da rejeição à família alargada, lugares, objectos ou até animais de esƟmação relacionados com o progenitor rejeitado.

COMO CIDADÃO A Alienação Parental não é um problema somente dos progenitores separados. É um problema social, que, silenciosamente, traz consequências nefastas para as gerações futuras. Ajude quem lhe está próximo a combater estas situações e/ou parƟcipe em aƟvidades que visam aumentar a consciencialização para este Ɵpo de mau trato às nossas crianças.

NO CAMPO JURÍDICO E PSICOLÓGICO  É crescente o número de profissionais disponíveis para combater esta violência contra os nossos filhos.  A informação sobre a Alienação Parental é muito importante para garanƟr às crianças e jovens o direito ao desenvolvimento saudável, ao convívio familiar e a parƟcipação de ambos os progenitores na sua vida.

COMO PAI/MÃE/AVÓS  Procure compreender o seu filho/neto e proteja-o de discussões ou situações tensas com o outro progenitor. Procure auxílio psicológico e, se necessário, jurídico para tratar o problema. Não espere que uma situação de Alienação Parental desapareça sozinha ou se instale de forma mais permanente.

A Alienação Parental é um tema bastante discuƟdo a nível internacional e, actualmente, em Portugal também é possível encontrar vários websites sobre o assunto, bem como alguma bibliografia relevante e credível. No nosso website encontrará uma extensa bibliografia sobre este tema.

PROCURE E DIVULGUE INFORMAÇÃO SOBRE ALIENAÇÃO PARENTAL

COMO PARAR A ALIENAÇÃO PARENTAL?




Plaƞorm for European Fathers hƩp://europeanfathers.wordpress.com/

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Vader Kennis Centrum [Holanda] hƩp://vaderkenniscentrum.blogspot.pt/



Families Need Fathers [Inglaterra] www.fnf.org.uk

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Fathers Are Capable Too [Canadá] www.fact.on.ca

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Amor de Papa [Chile] www.amordepapa.org

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Parental AlienaƟon Awareness OrganizaƟon [EUA] www.parental-alienaƟon-awareness.com

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SOS PAPA [França] www.sos-papa.net

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APFS [Espanha] hƩp://apfs.es

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A.B.Criança Feliz [Brasil] hƩp://www.criancafeliz.org

Pais, mães, avós, avôs, filhos e filhas e mesmo profissionais de Psicologia e da JusƟça têm-se organizado pelo mundo inteiro contra esta violência em relação aos nossos filhos. Espanha, Inglaterra, Brasil, E.U.A., França, Itália, Grécia, Chile, Canadá, Holanda e mesmo a nível de plataformas europeias, são apenas alguns dos exemplos:

ƒÖÊ®Ê › ®Ä¥ÊÙÃ–Î›Ý ƒÊÝ Öƒ®Ý, ǛÝ, ¥®½«ÊÝ › ¥ƒÃ®½®ƒÙ›Ý apoiopais@igualdadeparental.org Ä鑽›Ê ٛ¦®Êă½ —› ½®ÝÊƒ › òƒ½› —Ê ã›¹Ê nucleo.lisboa@igualdadeparental.org Ä鑽›Ê ٛ¦®Êă½ —Ê ÖÊÙãÊ nucleo.porto@igualdadeparental.org Ä鑽›Ê ٛ¦®Êă½ —› ‘ʮÐك nucleo.coimbra@igualdadeparental.org Ä鑽›Ê ٛ¦®Êă½ —› òÊك nucleo.evora@igualdadeparental.org

t> +351 910 429 050 @> igualdadeparental@gmail.com w> www.igualdadeparental.org www.youtube.com/user/IgualdadeParental www.igualdadeparental.blogspot.com hƩp://www.facebook.com/igualdadeparental

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design> isildamarcelino@gmail.com

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Bom para os pais,

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PARENTAL

ALIENAÇÃO


Brochura sobre a Alienação Parental