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PROJETO CONECTA – 2011

LEITURAS CONECTADAS A IMPORTÂNCIA DA LEITURA

Profº Regente:

Profº STE: Turma: Ensino Médio I

Turno - Vespertino

ELZA ROSA ROBSON


A leitura é uma fonte inesgotável de prazer, mas, por incrível que pareça, a quase totalidade não sente esta sede. Carlos Drummond de Andrade


APRESENTAÇÃO Os resultados obtidos na sala de tecnologia, com a 3ª turma do ensino médio – MI – Língua Portuguesa foram muitos bons. Além de aprimorarem a leitura, objetivo principal do projeto “Leituras conectadas”, os alunos puderam avançar na escrita de textos de variados gêneros e na utilização dos recursos do computador. Parabéns aos estudantes pela dedicação e empenho demonstrados ao longo dos trabalhos. Profª Elza Rosa


LEITURA, CRIE ESSE Hテ。ITO! Pablo Yamura Arguelho


VAMOS DAR UMA VOLTA NA BIBLIOTECA? Vá conhecer uma BIBLIOTECA. A prática da leitura não se limita apenas a uma questão de cultura. Descubra os outros benefícios como uso profissional, saúde mental e LAZER! LEITURA, CRIE ESSE HÁBITO!


Seja atualizado, LEIA. RENATO CÉSAR DOS SANTOS


LIVRO É IGUAL A RED BULL; VOCÊ LÊ O LIVRO, E ELE DÁ ASAS A SUA IMAGINAÇÃO. Seja jovem, interaja com a modernidade, delete da sua mente o sedentarismo e viaje através de um bom livro. Curta bons momentos através da leitura. Seja atualizado, LEIA.


Vamos adquirir conhecimento lendo! WELLINGTON DE O. NANTES


Hoje os jovens pensam em leitura? Não. Pensam em como está sua imagem. Em jogos eletrônicos. Em forma rodas, caçoando de seus colegas. Em ficar ao computador em sites de bate-papo e de encontros. Jovens, vamos pensar, o homem sem leitura não é nada, é apenas animal racional.

Vamos adquirir conhecimento lendo!


QUER SE TORNAR INTELIGENTE? LEIA! LEITURA PUXA LEITURA. QUANDO APRENDI A LER, LIA TUDO, ATÉ PLACA, O QUE TIVESSE LETRA EU LIA. E, SE ALGUMA PALAVRA NÃO ENTENDIA, CORRIA PARA O DICIONÁRIO. O HÁBITO DE LER NOS TORNA CADA VEZ MAIS INTELIGENTES, POIS APRENDEMOS NOVAS PALAVRAS, CONHECEMOS MUNDOS DIFERENTES, ENTENDEMOS MAIS ALGUNS ASSUNTOS ESPECÍFICOS. O CONHECIMENTO ADQUIRIDO PELA LEITURA É O PRIMEIRO PASSO PARA ACABARMOS COM OS PRECONCEITOS, COM A INJUSTIÇA, COM A VIOLÊNCIA E COM A CORRUPÇAO!!! APRENDEMOS SOBRE TUDO, APENAS PELO BOM GOSTO DE LER, LER SEMPRE, LEIA TUDO! FABIANA PAES DOS SANTOS


É hora de sabermos mais para ter um mundo melhor Chegou a hora de começarmos a exercitar a mente. Chegou a hora de aprendermos mais. Vamos ler para ter um mundo mais såbio.

Natanael Garcia Gomes


LEITURA DE POEMAS


O ser que na sociedade é chutado como uma barata - cresce de importância para o meu olho. Manoel de Barros Aprendo com abelhas – Aprendo com abelhas do que com aeroplanos. É um olhar para baixo que eu nasci tendo. É um olhar para o ser menor, para o insignificante que eu me criei tendo. O ser que na sociedade é chutado como uma barata - cresce de importância para o meu olho. Ainda não entendi por que herdei esse olhar para baixo. Sempre imagino que venha de ancestralidades machucadas. Fui criado no mato e aprendi a gostar das coisinhas do chão Antes que das coisas celestiais. Pessoas pertencidas de abandono me comovem: tanto quanto as soberbas coisas ínfimas. Manoel de Barros


Não sou alegre nem sou triste: sou poeta.

Cecília Meireles Motivo Eu canto porque o instante existe e a minha vida está completa. Não sou alegre nem sou triste: sou poeta. Irmão das coisas fugidias, não sinto gozo nem tormento. Atravesso noites e dias no vento. Se desmorono ou se edifico, se permaneço ou me desfaço, — não sei, não sei. Não sei se fico ou passo. Sei que canto. E a canção é tudo. Tem sangue eterno a asa ritmada. E um dia sei que estarei mudo: — mais nada.


...que seja infinito enquanto dure. Vinicius de Morae Soneto de Fidelidade De tudo ao meu amor serei atento Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto Que mesmo em face do maior encanto Dele se encante mais meu pensamento. Quero vivê-lo em cada vão momento E em seu louvor hei de espalhar meu canto E rir meu riso e derramar meu pranto Ao seu pesar ou seu contentamento E assim, quando mais tarde me procure Quem sabe a morte, angústia de quem vive Quem sabe a solidão, fim de quem ama Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que é chama Mas que seja infinito enquanto dure.


Saudade é solidão acompanhada Pablo Neruda Saudade Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já... Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida... Saudade é sentir que existe o que não existe mais... Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam... Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: aquela que nunca amou. E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver. O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido.


“Não me falou em amor. Essa palavra de luxo.” Adélia Prado Ensinamento “Minha mãe achava estudo a coisa mais fina do mundo. Não é. A coisa mais fina do mundo é o sentimento. Aquele dia de noite, o pai fazendo serão, ela falou comigo: “Coitado, até essa hora no serviço pesado”. Arrumou pão e café , deixou tacho no fogo com água quente. Não me falou em amor. Essa palavra de luxo.”


LENDO CONTOS


Uma Galinha Clarice Lispector Uma galinha que seria o almoço de domingo foge é perseguida e capturada pelo dono da casa. No susto, acaba botando um ovo e torna-se um animal de estimação da família. Mas o tempo passa e, um dia, ela acaba na panela.


Era uma galinha de domingo. Ainda viva porque não passava de nove horas da manhã. Parecia calma. Desde sábado encolhera-se num canto da cozinha. Não olhava para ninguém, ninguém olhava para ela. Mesmo quando a escolheram, apalpando sua intimidade com indiferença, não souberam dizer se era gorda ou magra. Nunca se adivinharia nela um anseio. Foi pois uma surpresa quando a viram abrir as asas de curto vôo, inchar o peito e, em dois ou três lances, alcançar a murada do terraço. Um instante ainda vacilou — o tempo da cozinheira dar um grito — e em breve estava no terraço do vizinho, de onde, em outro vôo desajeitado, alcançou um telhado. Lá ficou em adorno deslocado, hesitando ora num, ora noutro pé. A família foi chamada com urgência e consternada viu o almoço junto de uma chaminé. O dono da casa, lembrando-se da dupla necessidade de fazer esporadicamente algum esporte e de almoçar, vestiu radiante um calção de banho e resolveu seguir o itinerário da galinha: em pulos cautelosos alcançou o telhado onde esta, hesitante e trêmula, escolhia com urgência outro rumo. A perseguição tornou-se mais intensa. De telhado a telhado foi percorrido mais de um quarteirão da rua. Pouco afeita a uma luta mais selvagem pela vida, a galinha tinha que decidir por si mesma os caminhos a tomar, sem nenhum auxílio de sua raça. O rapaz, porém, era um caçador adormecido. E por mais ínfima que fosse a presa o grito de conquista havia soado. Sozinha no mundo, sem pai nem mãe, ela corria, arfava, muda, concentrada. Às vezes, na fuga, pairava ofegante num beiral de telhado e enquanto o rapaz galgava outros com dificuldade tinha tempo de se refazer por um momento. E então parecia tão livre. Estúpida, tímida e livre. Não vitoriosa como seria um galo em fuga. Que é que havia nas suas vísceras que fazia dela um ser? A galinha é um ser. É verdade que não se pode-ria contar com ela para nada. Nem ela própria contava consigo, como o galo crê na sua crista. Sua única vantagem é que havia tantas galinhas que morrendo uma surgiria no mesmo instante outra tão igual como se fora a mesma. Afinal, numa das vezes em que parou para gozar sua fuga, o rapaz alcançou-a. Entre gritos e penas, ela foi presa. Em seguida carregada em triunfo por uma asa através das telhas e pousada no chão da cozinha com certa violência. Ainda tonta, sacudiu-se um pouco, em cacarejos roucos e indecisos. Foi então que aconteceu. De pura afobação a galinha pôs um ovo. Surpreendida, exausta. Talvez fosse prematuro. Mas logo depois, nascida que fora para a maternidade, pare-cia uma velha mãe habituada. Sentou-se sobre o ovo e assim ficou, respirando, abotoando e desabotoando os olhos. Seu coração, tão pequeno num prato, solevava e abaixava as penas, enchendo de tepidez aquilo que nunca passaria de um ovo. Só a menina estava perto e assistiu a tudo estarrecida. Mal porém conseguiu desvencilhar-se do acontecimento, despregou-se do chão e saiu aos gritos: — Mamãe, mamãe, não mate mais a galinha, ela pôs um ovo! ela quer o nosso bem! Todos correram de novo à cozinha e rodearam mudos a jovem parturiente. Esquentando seu filho, esta não era nem suave nem arisca, nem alegre, nem triste, não era nada, era uma galinha. O que não sugeria nenhum sentimento especial. O pai, a mãe e a filha olhavam já há algum tempo, sem propriamente um pensamento qualquer. Nunca ninguém acariciou uma cabeça de galinha. O pai afinal decidiu-se com certa brusquidão: — Se você mandar matar esta galinha nunca mais comerei galinha na minha vida! — Eu também! jurou a menina com ardor. A mãe, cansada, deu de ombros. Inconsciente da vida que lhe fora entregue, a galinha passou a morar com a família. A menina, de volta do colégio, jogava a pasta longe sem interromper a corrida para a cozinha. O pai de vez em quando ainda se lembrava: "E dizer que a obriguei a correr naquele estado!" A galinha tornara-se a rainha da casa. Todos, menos ela, o sabiam. Continuou entre a cozinha e o terraço dos fundos, usando suas duas capacidades: a de apatia e a do sobressalto. Mas quando todos estavam quietos na casa e pareciam tê-la esquecido, enchia-se de uma pequena coragem, resquícios da grande fuga — e circulava pelo ladrilho, o corpo avançando atrás da cabeça, pausado como num campo, embora a pequena cabeça a traísse: mexendo-se rápida e vibrátil, com o velho susto de sua espécie já mecanizado. Uma vez ou outra, sempre mais raramente, lembrava de novo a galinha que se recortara contra o ar à beira do telhado, prestes a anunciar. Nesses momentos enchia os pulmões com o ar impuro da cozinha e, se fosse dado às fêmeas cantar, ela não cantaria mas ficaria muito mais contente. Embora nem nesses instantes a expressão de sua vazia cabeça se alterasse. Na fuga, no descanso, quando deu à luz ou bicando milho — era uma cabeça de galinha, a mesma que fora desenhada no começo dos séculos. Até que um dia mataram-na, comeram-na e passaram-se anos. Texto extraído do livro “Laços de Família”, Editora Rocco — Rio de Janeiro, 1998, pág. 30. Selecionado por Ítalo Moriconi, figura na publicação “Os Cem Melhores Contos Brasileiros do Século”.


QUEM LÊ, TAMBÉM ESCREVE


Jovens amigas Era mais uma noite como todas as outras na vida de Ellen, vinte quatro anos, moça bonita, cabelos escuros, olhos castanhos, tatuagens pelo corpo e publicitária. Acabará de chegar de seu trabalho, feito sua janta rápida, macarrão instantâneo, como a maioria das moças de sua idade costumam fazer em sua vida privada e independentes nas sextas-feiras. Ligou a TV, deu de comer ao seu gato de estimação e checou por um instante o celular para ver se alguém a procurara. Na tela, havia uma mensagem da Lu, apelido íntimo de sua amiga Luana: “Vamos sair hoje? E nem vem com esse papinho furado que esta cansada e blábláblá... Aguardo sua resposta, beijo.”. Ele – apelido que lhe foi dado por suas amigas desde o tempo do colégio – esboça um sorriso de canto da boca: “ Doidinha!”. Com grande agilidade nos dedos responde em segundos a sua amiga: “Está bem Lu, vamos bebemorar a sexta, passe aqui em casa daqui a duas horas... Vinte e duas horas mais precisamente, beijo. Ps: esteja aqui senão te mato.”, brinca ainda a garota. Aperta o “play” de seu mp3 e entra no banho, cantando desafinadamente “Led Zeppelin”. Ao sair, escolhe sem muito esforço seu jeans preferido, a camiseta de sua banda favorita, The Doors, calça sua bota e, ao terminar de fazer a maquiagem ouve tocar a campainha de seu apartamento. Corre para checar assustada, afinal era cedo pelo horário combinado, mas através do olho mágico ela vê uma figura de cabelos vermelhos despenteados propositalmente, maquiagem forte, mas de beleza natural, fazendo careta com ar debochado – era Luana. – Oi, sua louca,está adiantada! – diz espantada e feliz por ver a amiga. – Eu sei, mas te conheço, sei que é rapidinha e já deveria estar pronta, não é mesmo? Ele sorri e com um sinal com a cabeça confirma a pergunta de sua amiga. Chegando à calçada do seu prédio Luana pergunta: – Onde vamos afinal? – Vamos ao “Rocker’s”! – responde Ele. Saem andando pela calçada, pois o local referido era a poucas quadras. As luzes da cidade pareciam reverenciar as duas amigas, lindas,felizes e se divertindo. Pablo


A vida Eliana, ao sair do apartamento, trazia no olhar desespero e dúvida. Chegara ali cheia de esperança, mas o namorado foi claro: não queria o filho que ela estava esperando. Ainda restava um outro problema, tinha que contar para pais. Sabia de antemão que por serem tradicionais não aceitariam esse deslize, mas não tinha escolha, pois não se sustentava sozinha. Chegou em casa triste e sua mãe perguntou: − O que foi, filha? − Estou grávida − disse rápido antes que se arrependesse. A velha senhora quase teve um infarto, ficou que por dez minutos paralisada. Mas, para surpresa da filha, levantou-se e deu-lhe um longo e demorado abraço. Wellington


A menina mãe Uma menina moça, com seus 18 anos de idade, querendo ter sua vida independente, resolve sair de casa à procura de um emprego. Andou muito até que conseguiu uma colocação longe de casa. E começou a trabalhar, mas surgiu uma dificuldade no transporte, a distância da casa para o emprego era de uma hora e meia de ônibus e o preço da passagem muito alto. Então a menina decidiu mudar de casa, pois os patrões ofereceram um lugar próximo ao emprego. Mas a família não aceitando a situação e não entendendo a sua real necessidade, cortou relações com ela. Sendo a menina muito trabalhadeira, cuidadosa e aplicada, foi adotada pela família com quem trabalhava. Porém, depois de algum tempo, ela ficou grávida ainda solteira, frustrando e indignando seus protetores, que a mandaram embora ao tomarem conhecimento do fato. Ela saiu sem saber para onde ir, mas não foi difícil conseguir um novo emprego. Enfrentou calada todo tipo de humilhação naquele trabalho difícil para uma jovem grávida. Já próximo de nascer o filho, procurou um hospital para fazer exames e saber quando iria ter seu bebê e, dentro de dois dias, ela teve uma criança linda e saudável. Quando os ex-patrões souberam, foram visitá-los. Ficaram apaixonados pela criança. Então levaram de volta mãe e filho, que passaram a ser a relíquia da casa. A menina, agora mãe, passou a ter do bom e do melhor. Depois de alguns anos, a menina resolveu novamente ir embora, deixou o filho com aquela família e desapareceu. Alcir


À CEGONHA.

A cegonha voava sozinha, solitária, vendo suas amigas. Todas elas trazendo e levando seus bebês, mas ela sempre sozinha, sem bebe em seu bico. Triste voava sempre. Algumas vezes em céus de brigadeiro e outras vezes sobre grande tempestade, observando as amigas, pensativa. Apesar de nunca ter transportado um bebê, havia aquela doce esperança de que esse dia chegaria Como cegonhas são bonitas, com suas plumagens bem distribuídas, parece que um escultor de forma artesanal esculpiu sua imagem. Seu voo exuberante, suas asas como braços abraçando carinhosamente o tempo e o vento, sem lenço e sem documento, somente esperando a hora e o dia marcado pela natureza, esta sim soberana e precisa, na sua natureza. Natal vem Natal vai, anos vem e anos se vão, ela continua em seu voo solitário, aguardando o chamado. Outras passam em sua frente, não por passarem desrespeitando sua vez, é que sua vez ainda não chegou, por isso solitária continua seu voo. Sua plumagem troca, seu bico envelhece, mas sua confiança não muda, ela espera. E o dia vai chegar, pois quem espera sempre alcança.


O Encontro Alexandre um rapaz novo, bem afeiçoado, trabalha em um conjunto de prédios no centro de são Paulo. Um belo dia no mês de novembro, acorda para mais um dia, mas em seu coração está o pressentimento de que sua vida iria mudar. Toma um café com pão em uma padaria próxima ao seu emprego, quando uma linda moça com cabelos negros e pele bronzeada, olhar misterioso, chama sua atenção. Naquele momento, o jovem tem a certeza de que aquela bela mulher mudará o seu destino. Ela o olha e sorri como quem o convidasse para viver com ela. Seu cheiro doce e sensual o enlouquece. E assim nasce uma paixão avassaladora. Ele resolve segui-la e descobre onde mora. De repente, ela volta-se e faz um sinal como quem o intimasse a se aventurar. E então os dois se entregam à força dessa paixão. Ema era uma jovem de 28 anos, com toda a vida pela frente, cheia de vontade de viver esse grande amor, mas havia um grande problema: era casada. O marido, um homem quase vinte anos mais velho, nunca aceitaria que sua jovem esposa se aventurasse nos braços de outro homem. O apaixonado casal se encontra já há alguns meses e não consegue mais disfarça o romance. E então Ema toma uma decisão: abandonar seu marido, para viver com Alexandre. Os dois fogem juntos para bem longe, onde passam a viver intensamente e sem receios esse grande amor. Mayara Bispo


Para você, qual a importância das aulas no computador? •

“Abre novos horizontes nas pesquisas e medologia de ensino.” Renato

“Traz um novo conceito de aula, acompanhando a modernização.” Pablo

“É importante porque isso ajuda a dar dinâmica às aulas.” Wellington

“É importante porque é mais conhecimento que será levado para a vida toda.” Mayara

A IMPORTÂNCIA DA LEITURA  

TRABALHO REALIZADO PELOS ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DO CEEJA IGNÊS DE LAMÔNICA GUIMARÃES - ORIENTADOS PELA PROFª DE LÍNGUA PORTUGUESA - ELZA ROS...